O Indivíduo pensado como Forma de Individuação

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1 O Indvíduo pensado como Forma de Indvduação Samuel Mateus Unversdade Nova de Lsboa, Portugal E-mal: Resumo A presente reflexão equacona o problema do ndvdualsmo à luz da problemátca da ndvduação salentando as mplcações sobre a dea de ndvíduo. Ela procura encontrar um camnho teórco que permta uma melhor e mas abrangente compreensão do seu papel nas socedades humanas. Será sugerdo que a ênfase colocada pela moderndade no ndvíduo pode ser avalada, não como ndvdualsmo solpssta, mas como uma forma confguraconal específca dos ambentes regdos por uma objectvação alargada do tecdo socal. O que sgnfca que para além do ndvdualsmo podemos pensar as ndvdualzações a partr do fundo semnal das ndvduações. Essa hpótese encontra-se já nsnuada no pensamento socológco alemão, em partcular, na socologa das formas socas de Georg Smmel e na socologa processual de Norbert Elas. Palavras-chave: Indvduação; Indvdualsmo; Elas; Smmel Thnkng the ndvdual as form of ndvduaton Abstract In ths paper we wll ponder the problem of the ndvdualsm through the ndvduaton, pontng out the mplcatons on the dea of ndvdual. It attempts to fnd a theoretcal way that allows a broader understandng of ts role n human socetes It wll be suggested that the emphass placed by modernty n the ndvdual can be evaluated, not as a solpsst ndvdualsm, but as a fguratonal form specfc of socal contexts characterzed by a wde objectvaton of the socal tssue. That means that besde ndvdualsm we can thnk ndvdualzatons through the semnal settng of ndvduaton. Ths hypothess s already nsnuated n the German socologcal thought, n partcular, n the socology of the socal forms of Georg Smmel and n the process socology of Norbert Elas. Estudos em Comuncação nº 10, Dezembro de 2011

2 94 Samuel Mateus Keywords: Indvduaton; Indvdualsm; Elas; Smmel PONDERAR a evolução da cvlzação humana tem como nevtável consderar o lugar que o ndvíduo nela ocupa. Cada socedade exge sempre um dado posconamento da pessoa ndvdual no seu colectvo de pertença. A noção de ndvíduo é profundamente hstórca e nem sempre exstu com os sgnfcados que lhe conhecemos actualmente. Na verdade, a concepção habtual é a de que o ndvíduo é um termo emnentemente moderno que remonta ao Renascmento e à lbertação da Razão humana. Até ao fm da Idade Méda só encontramos um homem subsumdo pela colectvdade em que está nserdo 1, obrgado às relações que a tradção para ele estabeleceu, acorrentado aos costumes e a um papel prevamente determnado pelo seu nascmento. A dentdade do homem tradconal é, assm, claramente defnda, fxa e estável. A sua vda é organzada por nstâncas exterores a s mesmo que não permtem margem de ntervenção ndvdual. No decurso da moderndade, o desenvolvmento de uma subjectvdade assente na personaldade leva a conceder ao ndvíduo a prevalênca sobre o colectvo o que está na génese de mutações fundamentas sobre entendmento do homem e do seu mundo (tanto o natural como o smbólco). De facto, a ênfase Ilumnsta colocada sobre o Homem maúsculo, tdo por pleno, autónomo e raconal, equvale a colocá-lo num pedestal e a novas concepções do que é a socedade ou o ndvíduo. O uso públco da razão bem como a ousada de conhecer (sapere audere) que Kant sublnhou (Kant 1995: 11-19), projectaram uma cosmovsão do homem que o colocava no centro da sabedora, do entendmento e da humandade. Inerente à emancpação do Razão Humana esteve a revndcação de uma lberdade como espaço reservado à auto-determnação de cada um face ao Estado. A lberdade dos modernos é essa lberdade negatva de não nterferênca sobre a ntmdade do ndvíduo a favor do gozo da ndependênca prvada. Esta lberdade moderna nclu a separação do espaço públco e do espaço prvado a qual assuma as duas concomtantes formas socas da ndvdualdade: a públca e a prvada sendo que a prmaza é dada a esta últma. Como dsse Benjamn Constant, a ndependênca ndvdual consttu a prmera necessdade dos modernos; por sso não se deve pedr 1. Iremos abster-nos de comentar este pressuposto moderno. Aqu nteressa-nos somente delnear a compreensão moderna da noção de ndvíduo.

3 O Indvíduo pensado como Forma de Indvduação 95 jamas o seu sacrfíco para estabelecer a lberdade polítca (Constant:S/D, 23). Com efeto, começa-se a desenhar uma concepção de ndvíduo alcerçada numa formulação de lberdade como não-coerção que vsa a segurança e o bem-estar do ndvíduo e que, ao mesmo tempo, concede as condções necessáras para cada um construr o seu projecto de vda optando, escolhendo e ponderando por s mesmo os dversos obstáculos com que se depara. Ele ncorre no desafo de desenhar o seu própro papel perante os seus pares, de arrscar trlhar um percurso anda nexstente e ndefndo. A exstênca apresenta-se como um projecto reflexvo, um conjunto aberto de possbldades múltplas que requerem decsões constantes (Gddens, 2005: 27). A bografa do ndvíduo é, assm, um constructum formado de um contnuum de camnhos percorrdos e a percorrer. A afrmação moderna da ndvdualdade mplca, pos, duas lnhas complementares mas aparentemente contradtóras: por um lado, uma hper-susceptbldade à repressão e ao constrangmento que as nsttuções possam mpor ao sujeto; por outro lado, uma hper-sensbldade à possbldade de construção do sujeto segundo um trabalho reflexvo (Foucault, 1994:13). A presente reflexão pretende equaconar o problema do ndvdualsmo à luz da problemátca da ndvduação salentando as mplcações sobre a dea de ndvíduo. Ela procura encontrar um camnho teórco que permta uma melhor e mas abrangente compreensão do papel do ndvíduo nas socedades humanas. Será sugerdo que a ênfase colocada no ndvíduo pode ser nterpretada, não como afastamento do ndvíduo face aos seus pares mas, sobretudo, como uma forma específca de se afrmar em ambentes regdos por uma objectvação alargada do tecdo socal. Tas hpóteses são nspradas por uma ncursão no pensamento socológco alemão, em partcular, na socologa processual de Norbert Elas, e na socologa das formas socas de Georg Smmel. Não se trata aqu de propor um estudo aprofundado das suas socologas 2 preferndo-se, antes, explorar a sua rqueza teórca do ponto de vsta da ndvduação. Todava, o nosso trabalho terá atngdo os seus humldes propóstos nterpretatvos se contrbur para um entendmento do ndvíduo como elemento smultaneamente sngular e plural, que, formando-se a partr 2. Alás, tomamos por adqurdo que o letor - sem necesstar de ser um especalsta em Smmel e Elas- conhece as suas prncpas deas.

4 96 Samuel Mateus de dnâmcas socas ímpares, se consttu segundo confgurações ou formas de ndvduação. O Indvdualsmo na Moderndade A consoldação dos processos modernos de ndvdualzação envereda por uma radcalzação a qual ameaça as relações ntersubjectvas. A concentração do ndvíduo em s mesmo e na sua prvacdade sgnfca a prvação do contacto com outras subjectvdades e encarcera-o num modo de socabldade cada vez mas atomsta 3. A expressão Indvdualsmo vem consubstancalzar e crstalzar um conjunto de acepções que vsam dar conta dos fenómenos de agudzação da separação (narcísca) do ndvíduo face aos outros e à socedade, ecoando factualmente os postulados pós-modernos de um sujeto cnddo e assujetado que só encontra o seu ponto de equlíbro em s mesmo (Lash, 1999: 66). O ndvdualsmo tornou-se a desgnação umbrella corrente e sempre presente (quer nos dscursos quotdanos ou medatzados, quer no debate académco) quando se ansea reduzr a complexdade do ndvíduo a termos estanques que facultem a sensação de resposta cabal ao fenómeno. E por sso ele encarna genercamente uma espéce de pharmakon para desgnar algumas transformações socas contemporâneas: smultaneamente remédo (por tentar compreender as relações entre socedade e ndvíduo) e veneno (ao fxar sgnfcações estáves para fenómenos processuas e ao não cobrr todo o âmbto das sgnfcações possíves). A tese ndvdualsta consste na atrbução do prmado metafísco do ndvíduo fazendo-o pvot do unverso socal ao ponto de se tornar dfícl equaconar as transformações colectvas sem as subordnar a uma ntenção ou projecto ndvduas (pense-se, por exemplo, no ndvdualsmo metodológco). Se, como notámos, o homem fo colocado num pedestal ao longo da moderndade, o ndvdualsmo revelou como esse pedestal contnha o rsco nerente de queda. De facto, ele tomou a forma de uma hperbolzação degeneratva em que o ndvíduo é colocado em contraste com a socedade, dstancado perante ela e separado do mundo como se tentasse 3. Os homens tornam-se seres nteramente prvados, sto é, prvados de ver e ouvr os outros, prvados de ser vstos e ouvdos por eles. São todos prsoneros da subjectvdade da sua própra exstênca sngular que contnua sngular (...) (Arendt, 2001: 73).

5 O Indvíduo pensado como Forma de Indvduação 97 preservar a sua nterordade de uma perncosa exterordade. Rapdamente o ndvdualsmo tornou-se snónmo de uma compreensão do ndvíduo que o aproxma do solamento socal e da sua margnalzação voluntára. Ele não nega a socedade mas observa-a como uma recolecção díspar de ndvíduos. Advnda da erosão moral da moderndade ndvíduo torna-se o responsável por s mesmo e só tem como referênca a sua personaldade. Ele é para a sua conduta fonte legtmante e preceto moral, e encontra na satsfação dos seus desejos a motvação para agr. O ndvdualsmo enquanto corrente de pensamento coloca, assm, o ndvíduo não só em contraposção, como em competção com a socedade. Ele sente-se amordaçado pelo tecdo socal como se este o nbsse e mpedsse de ter acesso ao seu Eu, à sua nterordade, à sua personaldade, à sua essênca ou alma. A mpressão que se mpõe de tal formulação é que a socabldade é, do ponto de vsta da subjectvdade, castradora e mpedtva do lvre desenvolvmento do ser humano. O acesso nter-subjectvo é vsto, em últma análse, como algo ndesejável e uma espéce de mácula sobre a alva pureza ndvdual. A ntersubjectvdade moblza-se na subjectvdade. A lberdade é conqustada aos outros, não é construída pelo sujeto. A concorrênca da alterdade surge como ameaça, para como mpedtvo de alcançar a autonoma desejada, de modo que só contra a socedade pode o ndvíduo desenvolver a sua lberdade. Contudo, o ndvdualsmo não se confunde com egoísmo. Este afrma-se por ser um amor apaxonado e exagerado de s mesmo que leva o homem a não se mportar com nada senão consgo mesmo. Ele nasce de um nstnto cego e rudmentar e é uma patologa da pscologa humana. Pelo contráro, o ndvdualsmo parece proceder de um juízo dstorcdo, mas do que uma depravação. O ndvdualsmo é um sentmento ponderado e tranqulo que predspõe cada cdadão a solar-se da massa dos seus semelhantes e de se devotar ao recolhmento com a sua famíla e os seus amgos; de tal manera que tendo crado deste modo uma socedade em mnatura, ele abandona de bom grado a socedade (Tocquevlle: 1981,125). Na época do consumo em massa, o ndvdualsmo adqure tonaldades de grande mportânca extremando as tendêncas ndvduas da moderndade e assumndo-se enquanto realzação pessoal segundo a procura de uma dentdade cada vez mas domnada pelo hedonsmo e pela emotvdade (Bauman, 2007: 55). Ele mporta para s mesmo e comunca acma de tudo consgo;

6 98 Samuel Mateus a socedade forma pouco mas do que um repostóro de sgnos usados pelo ndvíduo para se dstngur e afrmar. A felcdade é tornada objecto (cf. Lpovestky, 2010), materalza-se em algo que o ndvíduo necessta descobrr, procurar e possur. A subjectvdade levada ao extremo assume-se agora enquanto momento solpssta onde a troca socal é rara. Indvíduo e Socedade como Noções Permssvas O postulado de um ndvíduo à margem da socedade onde esta é somente um amontoado nócuo de outros ndvíduos não é razoável nem credível. A dcotomzação entre ndvíduo e socedade, como se fossem substâncas, matéras nertes ou concetos mutáves, não pode consttur uma base de racocíno sólda para se reflectr sobre a socedade e os ndvíduos dos nossos das. Não há dúvda de que se regstam tendêncas que apontam para um solpssmo e para uma decomposção molecular da socedade. Todava, a subjectvdade contemporânea não apresenta um estado tão corrompdo como fazem crer a tese ndvdualsta e alguns autores de carz pós-moderno. Outra perspectva - a de que o ndvíduo surge em snerga com a socedade contnua perfetamente plausível. Se a sua prvatzação é negável, tal não pode ser nterpretado, apenas, como o abandono do ndvíduo em prol do seu bem-estar face aos seus pares. A publcdade congregadora, da afrmação nter-pares, de decsão sobre o futuro e de reconhecmento das dentdades é anda um vector do dnamsmo das nossas socedades e das nossas subjectvdades. Ele representa a ponte de unão e conclação dos elementos ndvdual e socal. O ndvdualsmo acaba por ser desmentdo pelo espaço comum onde um pluralsmo de nteresses toma forma e onde são expressos e colocados perante o juízo de outros 4. O ndvdualsmo arregado não transmte uma vsão adequada do ndvíduo. Ele parece ser, antes, produto da ansedade a responder a certas nquetações e mesmo pretensões colocadas pela moderndade (e em especal por uma moderndade ntdamente nfluencada por uma concepção Ilumnsta do homem baseada na sua autonoma e ndependênca). 4. Um exemplo onde a publcdade conclava o ndvíduo e a socedade resde na Gréca Antga onde o cdadão, como ndvíduo, dspunha da agora como artculação do nível pessoal e colectvo.

7 O Indvíduo pensado como Forma de Indvduação 99 Urge reflectr sobre a compatblzação teórca entre ndvíduo e socedade clarfcando que são anda numerosos os laços que os unem. Com efeto, é mpossível pensar um ndvíduo sem referênca a uma socedade, tal como é dfícl pensar em socedades sem nos concentrarmos em ndvíduos. Pensar no Eu mplca negavelmente pensar num Nós (Elas, 2008: 133). Em termos rcoeuranos, dríamos que a mesmdade pressupõe a alterdade (Rcoeur, 1996). Indvíduo e socedade não são concetos separados que requerem níves de análse dstntos 5. Eles dferencam-se em termos analítcos mas formam um todo; consttuem um processo, não uma substânca que exsta autónoma e ndependentemente. A socedade habta no ndvíduo. Reflectr no ndvíduo mplca reflectr sobre a socedade que, é necessáro lembrar, é composta de ndvíduos. Ambos devem ser vstos em relação e de acordo com as funções que desempenhem entre s. Um modelo fértl de análse deve basear-se no jogo, em jogadas ndvduas que confguram a totaldade do jogo, espelhando a sua característca sstémca (que como tal é mas do que a soma das partes) (cf. Elas, 2008:77). Tas relações não são estátcas mas dnâmcas, vvem de tensões entre s, pelo que cada época possu a sua forma sngular de organzar as relações funconas entre ndvíduo e socedade. É neste sentdo que não se deve falar de ndvdualsmo enquanto conceto que traduz um conjunto fxo de alterações nas relações dos ndvíduos entre s e entre todos em geral. Indvdualsmo repercute uma perspectva redutora que refca um certo olhar sobre o ndvíduo. Propomos, assm, que se fale de ndvduação para defnr o jogo de tensões, confltos e snergas que produzem uma certa confguração das relações socas em geral e do ndvíduo em partcular. Cada época apresenta uma dada confguração, ou uma certa fguração que nduz estados específcos de conscênca do homem e do respectvo grau de ndvduação. Há que reconhecer que, mesmo nas culturas organzadas em torno da comundade, exstem formas de ndvduação. Não obstante ser uma undade esbatda e dssmulada porque nserda numa força comum, exste nas comundades um sentmento (de ndvduação e não de ndvdualsmo), em que o ndvíduo encontra-se claramente demarcado ao mesmo tempo que se nscreve em soldaredades colectvas. A transformação do homem em ndvíduo, a possbldade de ele 5. A parábola das estátuas pensantes (Elas, 1993: 135) radca precsamente no rsco que as dcotomzações ntransgentes orgnam.

8 100 Samuel Mateus enuncar-se como ego salentando-se e demarcando-se de uma dada comundade assume formas de ndvduação su geners que não devem ser espartlhadas e acondconadas perante concetos geras. Os modos de ndvduação não são, assm, um facto homogéneo, antes se revestem de dversas cambantes que mporta evdencar. O que se entende por surgmento do ndvíduo nas socedades modernas consttu apenas uma das confgurações hstórcas da ndvduação, emergênca essa dotada de ambvalêncas, ambgudades e contradções, fruto de um processo dnâmco de tensões e nterdependêncas entre ndvíduos. De facto, o projecto específco de ndvduação elabora-se de acordo com um campo de possbldades processuas de contornos vagos, efémeros e em constante transformação. Pensar-se em ndvduação permte ter em conta que o ndvíduo nem sempre se consderou a s mesmo de forma unforme nem permanente. Antes sofreu as nfluêncas de um ambente, de uma ecologa humana mutável. Falar em ndvduação obrga- nos, de gual modo, a pensar o ndvíduo e a socedade em smbose enquanto processos nacabados que reagem mutuamente entre s, numa readaptação constante. A ndvduação ndca-nos o modo como o ndvíduo se consttu, forma e reelabora à medda de cada época ou contexto socal. É aqu que Smmel e Elas se revelam fundamentas. Alguns apontamentos acerca da ndvduação em Georg Smmel e Norbert Elas O prncpal postulado de Elas acerca da ndvduação convoca o trabalho precursor de Smmel e afrma o carácter daléctco da experênca socal: o ndvíduo como que vvendo dentro de um jogo socal que ele própro forma e pelo qual é enformado. As nteracções humanas concorrem para um produto não-planeado ou ntenconado porque advêm exactamente das relações nterdependentes entre ndvíduos segundo múltplos níves de ntegração socal progressvamente mas complexos. Se a socedade e o ndvíduo formam como que um só, então necessaramente os processos de pscogénese se anexam aos processos de socogénese. Um aspecto prmordal tem a ver com a nsstênca sobre as relações funconas e não sobre estados ou substâncas, como traços típcos das socedades.

9 O Indvíduo pensado como Forma de Indvduação 101 Tentando alertar para as formas de ndvdualzação típcas das socedades contemporâneas (cujos traços prncpas são herdados do Indvdualsmo Qualtatvo e Quanttatvo) os escrtos de Smmel, nserndo-se numa teora socológca da cultura, ncdem gualmente numa teorzação acerca do ndvíduo. Este encontra-se grandemente determnado pela acção pecunára, que para Smmel caracterza as socedades modernas. O dnhero revela-se prmordal para compreender a relação dual que cada ndvíduo mantém com a socedade: ele engloba a socedade e no entanto tende a resstr a ela (Smmel, 1977). A perspectva de Smmel sobre a cultura moderna é ambvalente: por um lado surge-lhe como lbertação do ndvíduo dos laços de dependênca tradconas. Smultaneamente, ele apresenta uma posção mas pessmsta. A progressva lbertação do ndvíduo e a hegemona da economa monetára subjuga o ndvíduo já que este ncorpora uma certa objectvação das relações socas que se tornam mpessoas, anónmas, fragmentadas subjectvamente, ao mesmo tempo que a cdade contrbu para a funconalzação das relações económcas em detrmento das relações pessoas. A natureza qualtatva do ndvíduo (Smmel, 1981: 146) é nvadda pela lógca quanttatva pecunára. Daí a resposta que o ndvíduo do séc.. XIX encontrou: valorzar-se a s mesmo enquanto qualdade únca e ncomparável, e aprecar-se hperbolcamente enquanto resstênca a essa nvelação que o objecto pecunáro e a organzação urbana da vda socal levam a cabo. Notemos as afndades exstentes entre a posção de Smmel e Elas. Desde logo, as suas socologas operam ao nível de uma mcro-socologa, sto é, no plano das nteracções entre ndvíduos e dos efetos pscológcos que as formas socas ncutem sobre eles. Ambos fazem dos humldes fenómenos quotdanos 6 o seu objecto fundamental de reflexão (como por exemplo a forma socal do aventurero, em Smmel; ou o modo cvlzado de tomar uma refeção ao longo da Idade Méda e da Moderndade, em Elas). Em segundo lugar, quer Elas, quer Smmel procuram captar a ambgudade e complexdade da vda socal dalectcamente. Anda que consderem o nd- 6. Alás, eles são poneros de uma socologa da experênca quotdana que começa hoje a ganhar destaque (cf. Machado Pas, 2008).

10 102 Samuel Mateus víduo dotado de cratvdade e de um relatvo grau de lberdade eles são parte de um processo socal maor que os nfluenca. Há uma nfluênca recíproca, uma tensão dnâmca entre as nteracções ao nível ndvdual e ao nível socal. Em tercero lugar, onde Smmel vê um condconamento do ndvíduo pela sua socalzação com o dnhero (Smmel, 1977) ou a cdade (Smmel, 1998: 250), faz Elas corresponder a noção de cvlzação (Elas, 1978) como uma nterpretação específca da socalzação. Além dsso, quer os fenómenos de objectvação gerados pelo dnhero e pelas urbes (Smmel, 1989), quer o processo de cvlzação, se ncluem em socedades cada vez mas funconalmente dferencadas, de complexdade crescente, segundo círculos socas cada vez mas vastos e ntersectantes entre s. Assm, ambos defendem o recrudescmento da dferencação funconal alado a um aumento das nterdependêncas mútuas à medda que os espaços de nteracção são alargados. Em quarto lugar, Elas nspra-se em Smmel relatvamente à mportânca dada às formas pscológcas do ndvíduo: Smmel fala sobretudo da attude blasé (Smmel, 1998: 250) enquanto Elas, ndo mas longe, estabelece um paralelo entre processos socas e processos mentas ndvduas (pscogénese) (cf. Elas, 1993: 58) que é o que, no fundo, está mplcado em Smmel mas que ele parece não desenvolver. Além dsso, ambos os autores mplíctam uma remodelação da afectvdade - que assume a forma de cvldade em Elas e a forma de socabldade em Smmel. Mas exstem dssemelhanças também entre ambos os pensamentos. Apesar de ambos partlharem a mesma conclusão de fundo, o papel do ndvíduo surge segundo ntensdades dferencadas. Smmel descreve uma nterpretação do ndvíduo mas ambígua, a meo camnho entre um ndvdualsmo radcal e um ndvíduo ntegrado na socedade, enquanto para Elas o ndvíduo se encontra negavelmente ncluído na socedade. Esta é feta de ndvíduos, afnal de contas. Smmel parece dexar mas margem de manobra nas relações entre ndvíduo e socedade porque se o dnhero e a cdade objectualzam o homem, este necessta de aceder ao socal para com ele se poder afrmar e recolher na sua ndvdualdade. Dr-se-a que Smmel é menos contundente e mas ndetermnado na teorzação sobre as relações ndvíduo/socedade, sendo muto nfluencado pela forma de ndvdualzação ndvdualsta característca do séc. XIX. Também Elas dscorre sobre o carácter negavelmente ndvdualsta ao afrmar o desequlíbro da re-

11 O Indvíduo pensado como Forma de Indvduação 103 lação Eu- Nós (Elas, 2008: 178) mas parece menos afectado por essa dea concentrando-se na sua vsão de como a socologa deve observar o ndvíduo. Elas, por seu lado, dexa um camnho aberto à compreensão das relações entre realdade socal e ndvíduo como formas de ndvduação, oferecendo um campo de análse mas amplo e menos hstorczado. Smmel terá sdo mesmo o prmero a trlhar esse camnho quando sublnha as formas de ndvduação, formas essas que têm a grande vantagem de não se resumr a um mero ndvdualsmo, ou a um únco tpo de ndvdualzação. Antes dz respeto às confgurações socas. Gostara de crer que a personaldade lvre e a personaldade únca não são anda a últma palavra do ndvdualsmo, e que o trabalho da humandade susctará formas sempre mas numerosas e dversfcadas graças às quas a personaldade afrmará e promoverá o valor da sua exstênca (Smmel, 1981: 160). Com Smmel e Elas confrontamo-nos com a emergênca da noção de ndvíduo não enquanto mero ndvdualsmo ou agudzação do sngular face ao plural, mas o ndvíduo pensado, antes de mas, enquanto confguração, enquanto daléctca, dto de outro modo, enquanto forma de ndvduação plural em formação permanente. Tomar o ndvíduo segundo as formas de ndvduação sgnfca, assm, a capacdade de nclur a sngulardade na pluraldade (e vce-versa), bem como de assmlar uma dversdade de manfestações heterogéneas - por vezes ncoerentes entre s - num todo aglutnante que molda a auto-conscênca ndvdual. Sgnfca também ncorporar modos de nterpretação do ndvíduo fundados nas relações tensonas, nterdependentes e mprevísves operadas entre um ndvíduo que oscla entre a sngulardade e a pluraldade, entre um pólo ndvdual e um pólo socal. Como dz Elas, o que neste cosmos humano marca e lga o ser humano sngular (...) não são smplesmente os reflexos da sua natureza anmal, é sm a sua ntegração rrevogável no contexto global das suas necessdades e seu comportamento com o de outros homens, com os vvos e os já mortos e, de certa forma, mesmo com os anda não nascdos. Em resumo, é a sua dependênca de outros e a dependênca de outros dele, as funções de outros para ele e a sua função para os outros (Elas, 1993: 63). Deste modo, o ndvíduo enquanto produto de formas partculares de ndvduação não assume a forma de uma substânca mutável, de um corpo de atrbutos que o estgmatzam, mas de um processo soco-hstórco, profundamente varável. Com efeto, a constante mutabldade é o que melhor defne

12 104 Samuel Mateus os processos smbólcos humanos, e partcularmente a forma como o homem se perspectva na nterdependênca. É tendo em consderação a expressão formas de ndvduação contemporâneas que se podem nterpretar os ndvíduos. Com efeto, Smmel e Elas sublnham o facto de os ndvíduos não se colocam em contraste com a socedade mas vverem numa tea de relações. Na verdade, as formas ndvdualstas da ndvduação caem no erro de dentfcar o ndvíduo com um níco. Porém, a pessoa sngular não é um níco e as suas relações com outras pessoas não têm um níco (Elas, 1993: 52). O que a nterpretação de Smmel (1989: 283) e de Elas (1993) do ndvíduo denota é que a nclusão do ndvíduo na socedade subsste sempre e com tanto mas vgor quanto o ndvíduo chama a atenção sobre s mesmo. A socedade é, anda, o elemento referencal de toda a actvdade do Indvíduo. E só por comparação a ela, é possível compreender as formas de ndvduação, contemporâneas ou passadas. As formas de ndvduação nascem no âmbto de uma resposta possível à progressva elsão do ndvíduo. Não devem, pos, ser nterpretadas como uma separação da socedade e um alheamento socal voluntáro; elas apontam, antes, para uma afrmação dos caracteres dstntos do homem numa tentatva de se dstngur, como forma de resstênca à realdade objectva que o objecto pecunáro e a organzação urbana da vda socal veram acentuar. Face à quantfcação das qualdades, o ndvíduo pugna pelo seu lugar na socedade por ntermédo da qualfcação das quantdades. A ênfase dada ao ndvíduo (entre outros factores fora do âmbto desta reflexão) consste, assm, numa reformulação muto partcular da sua posção do mundo mas que nem por sso sgnfca a rescsão dos laços com a socedade. A ndvduação contemporânea é anda assolada por traços claramente de carz ndvdualsta, sto é, de um ndvíduo em contraste com a socedade. Mas esse não é um retrato fel nem o únco possível. A realdade apresentase com muto mas ambgudade e ndetermnação, com formas mescladas de enclausuramento e de lbertação. Assm, devemos olhar o ndvíduo como estando no centro dessa realdade socal ndstnta. Mas olhá-lo com o pressuposto que cabe a ele modfcar os constrangmentos que se lhe mpõem. Está nas suas mãos, e consequentemente na socedade enquanto pluraldade de ndvíduos, a vragem para uma nova cultura cujos lmtes não se restrnjam a uma cultura ndvdualsta ou a uma cultura objectvada. Uma cultura que compatblze as suas pretensões com a dlução dos seus receos.

13 O Indvíduo pensado como Forma de Indvduação 105 Entender o ndvíduo como processo onde ocorrem formas de ndvduação aponta para a sua própra responsabldade, pensado ao nível da alterdade, na defnção da sua própra magem e do grau de ntensdade com que a socedade (formada por ele mesmo) lhe nculca posconamentos e valorzações de s mesmo. Perspectvar o ndvíduo segundo uma forma de ndvduação partcular mplca reconhecer-lhe capacdade de se auto-determnar na pluraldade, escolhendo para s um futuro smultaneamente ndvdual e colectvo negocado entre a garanta das suas lberdades ndvduas e o dreto a partcpar na publcdade e partlhar um destno comum, o da socedade humana. A ndvduação hoderna deve, assm, ser encarada como a passagem do Homo clausus aos Homnes apert (Elas, 2008: 136) ou, se qusermos, lteralmente ao Homo Socologcus. Bblografa ARENDT, Hannah, A Condção Humana, Lsboa, Relógo d Água, BAUMAN, Zygmunt, Consumng Lfe, Cambrdge, Polty, CONSTANT, Benjamn, A lberdade dos antgos comparada à lberdade dos modernos, São Paulo, Tenactas, S/D. ELIAS, Norbert, The Cvlzng Process, Oxford, Basl Blackwell, ELIAS, Norbert, A Socedade dos Indvíduos, Lsboa, Publcações D. Quxote, ELIAS, Norbert, Introdução à Socologa, Lsboa, Edções 70, FOUCAULT, Mchel, Hstóra da Sexualdade-o uso dos prazeres, Vol. II, Lsboa, Relógo d Água, GIDDENS, Anthony, As Consequêncas da Moderndade, Oeras, Celta, KANT, Immanuel, Resposta à pergunta: o que é o Ilumnsmo? In Kant, Immanuel, A Paz Perpétua e outros Opúsculos, Lsboa, Edções 70, 1995, pp LASH, Chrstopher, The Culture of Narcsssm amercan lfe n an age of dmnshng expectatons, New York London, Norton &Company, LIPOVETSKY, Glles, A Felcdade Paradoxal - Ensao sobre a Socedade do Hperconsumo, Lsboa, Edções 70, 2010.

14 106 Samuel Mateus MACHADO PAIS, José, Socologa da Vda Quotdana, Lsboa, Imprensa de Cêncas Socas, RICOEUR, Paul, So-Même Comme un Autre, Pars, Ponts, SIMMEL, Georg, Phlosophe de l argent, Pars, Presses Unverstares de France, SIMMEL, Georg, Socologe et Épstémologe, Pars, Presses Unverstares de France, SIMMEL, Georg, Phlosophe de la Modernté la femme, la vlle, l ndvdualsme, Pars, Payot, SIMMEL, Georg, El ndvduo y la lbertad- ensayos de crítca de la cultura, Barcelona, Edcones Pennsula, TOCQUEVILLE, Alexs de, De la Démocrate en Amérque, Vol.II, Pars, Garner-Flammaron, 1981.

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