Plano Cartesiano e Retas. Vitor Bruno Engenharia Civil

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1 Plano Cartesiano e Retas Vitor Bruno Engenharia Civil

2 Sistema cartesiano ortogonal O sistema cartesiano ortogonal é formado por dois eixos ortogonais(eixo x e eixo y). A intersecção dos eixos x e y é o ponto O, chamado de origem do sistema. Há uma relação entre os pontos de um plano e o conjunto de pares ordenados, isto é, a cada ponto corresponde um único par ordenado(x, y). UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 2

3 Sistema cartesiano ortogonal Exemplo: B A D C UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 3

4 Sistema cartesiano ortogonal Os pares ordenados são: (3, 2) está associado o ponto A; (-1, 4) está associado o ponto B; (-2, -3) está associado o ponto C; (2, -1) está associado o ponto D. Considerando o ponto A(3, 2), dizemos que o número 3 é a coordenada x ou a abscissa do ponto A, e o número 2 é a coordenada y ou a ordenada do ponto A. UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 4

5 Sistema cartesiano ortogonal Os eixos x e y dividem o plano em quatro regiões chamadas quadrantes. O sinal positivo ou negativo da abscissa e da ordenada varia de acordo com o quadrante. y 2º quadrante (-, +) 3º quadrante (-, -) 1º quadrante (+, +) x 4º quadrante (+, -) UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 5

6 Distância entre dois pontos Dados dois pontos, A e B, a distância entre eles, que será indicada por d(a, B), é a medida do segmento de extremidades A e B. Exemplo: Como em ambos os pontos, o valor da ordenada é o mesmo (y = 1), a distância será a diferença entre as abcissas. d(a, B) = 3 1 = 2 A(1, 1) B(3, 1) UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 6

7 Distância entre dois pontos Exemplo: C(1, 3) Nesse caso, como nem a ordenada e nem a abscissa dos pontos são iguais, usamos a relação de Pitágoras para obter a distância entre os pontos. [d(c, D)] 2 = d(c, D) = D(4, 1) UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 7

8 Distância entre dois pontos Temos uma fórmula que representa a distância entre dois pontos independente da localização deles. Para dois pontos quaisquer, A e B, tal que A(x 1, y 1 ) e B(x 2, y 2 ), teremos: d(a, B) = x 2 x y 2 y 1 2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 8

9 Ponto médio de um segmento Dado um segmento de reta AB tal que A e B são distintos, vamos determinar as coordenadas de M, ponto médio de AB. Considere: Um segmento com extremidades A(x 1, y 1 ) e B(x 2, y 2 ); O ponto M(x, y), ponto médio do segmento AB. y 2 y y 1 A M x 1 x x 2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 9 B

10 Ponto médio de um segmento Podemos concluir que, dado um segmento de extremidades A e B: A abscissa do ponto médio do segmento é a média aritmética das abscissas das extremidades: x = x 2 + x 1 2 A ordenada do ponto médio do segmento é a média aritmética das ordenadas das extremidades: y = y 2 + y 1 2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 10

11 Ponto médio de um segmento Assim, o ponto médio M do segmento AB, pode ser obtido independente da localização das extremidades usando as fórmulas anteriores: M = x 2 + x 1 2, y 2 + y 1 2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 11

12 Coeficiente angular de uma reta Consideremos uma reta r de inclinação em relação ao eixo x. O coeficiente angular ou a declividade dessa reta r é o número real m que expressa a tangente trigonométrica de sua inclinação, ou seja: m = tg( ) UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 12

13 Coeficiente angular de uma reta Vamos observar casos, considerando: 0º 180º 1º - y r x Para = 0, temos m = tg = tg 0 = 0, nesse caso temos uma reta horizontal. UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 13

14 Coeficiente angular de uma reta 2º - y r x Para 0 < < 90, temos tg > 0 m > 0 UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 14

15 Coeficiente angular de uma reta 3º - y r x Para 90 < < 180, temos tg < 0 m < 0 UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 15

16 Coeficiente angular de uma reta 4º - y r x Para = 90, a tg não é definida, nesse caso é uma reta vertical, ela não tem declividade UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 16

17 Coeficiente angular de uma reta Agora vamos ver como calcular o coeficiente angular de uma reta a partir das coordenadas de dois de seus pontos. No triângulo ABC, temos: d(c, B) tg = d(a, y C) x y 2 y 1 x 2 x 1 Então: m = y x = y 2 y 1 x 2 x 1 y 2 y 1 y A x B C x 1 x 2 r y x UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 17

18 Equação da reta Vimos antes que dois pontos distintos determinam uma reta, ou seja, existe uma única reta que passa pelos dois pontos. Da mesma forma, um ponto P(x 0, y 0 ) e a declividade m determinam uma reta r. Considerando ponto P(x, y) dessa reta, veremos que se pode chegar a uma equação, de incógnitas x e y. UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 18

19 Equação da reta Considerando um ponto P(x, y) qualquer sobre a reta e tg = m, temos: tg = d(c, P) d(p 0, C) m = y y 0 x x 0 y y P r y 0 P 0 C y y 0 = m(x x 0 ) x 0 x x UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 19

20 Vamos praticar... Uma reta passa pelo ponto P(-1, -5) e tem 1 coeficiente angular m =. Escreva a 2 equação da reta. UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 20

21 Vamos praticar... Tendo o ponto e o coeficiente angular, usaremos esses valores no modelo da equação. y y 0 = m(x x 0 ) y (-5) = 1 [x (-1)] 2 y + 5 = x x 2 - y = 0 x 2y = 0 x 2y 9 = 0 UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 21

22 Vamos praticar... Na figura dada, o ponto O é a origem do sistema de coordenadas ortogonais e OABC é um retângulo. Nessas condições, escreva a equação da reta-suporte da diagonal AC. C y B(8, 4) O A x UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 22

23 Vamos praticar... Pela figura podemos as coordenadas do pontos A e C são: A(8, 0) C(0, 4) Usando os dois pontos podemos encontrar a coeficiente angular. m = y 2 y 1 x 2 x m = 4 0 m = - 4 m = Agora vamos usar um dos pontos junto com o coeficiente para encontrar a equação. y 4 = (x - 0) y 4 = - x 2 x 2 + y - 4 = 0 x + 2y 8 = 0 UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 23

24 Vamos praticar... (Vunesp) Num sistema de eixos cartesianos ortogonais, x + 3y + 4 = 0 e 2x 5y 2 = 0 são, respectivamente, as equações das retas r e s. Determine as coordenadas do ponto de intersecção de r em s. UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 24

25 Vamos praticar... O ponto de interseção (x, y) deve satisfazer ao mesmo tempo ambas as equações. Assim, devemos resolver o sistema: x + 3y + 4 = 0 2x 5y 2 = 0 Isolamos x na primeira equação: x = -3y 4 Agora aplicamos o x na segunda equação: 2(-3y - 4) 5y 2 = 0-6y 8 5y 2 = 0-11y 10 = 0 y = UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 25

26 Vamos praticar... Aplicamos o valor de y na primeira equação para encontrar a coordenada x: x = x = x = x = Assim, o ponto de intersecção das retas r e s é 14, UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 26

27 Vamos praticar... (FEI-SP) A reta s é perpendicular à reta r e a reta t é paralela à reta s. Determine a equação da reta s e a equação da reta t. y P(0, 3) t s Q(4, 0) x O M(1, 0) r UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 27

28 Vamos praticar... Vamos determinar coeficiente angular da reta r, usando os dois pontos: m r = 0 3 m 4 0 r = 3 4 Como a reta r é perpendicular a reta s, temos: m r m s = m 4 s = -1 m s = 4 3 Agora podemos obter a equação da reta s: y 0 = 4 (x - 4) y = 4x x - y - 16 = x 3y 16 = 0 UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 28

29 Vamos praticar... Como a reta t e paralela a reta s, os coeficientes angulares são iguais, ou seja, m t = 4. Com isso, já podemos determinar a 3 equação da reta t. y 0 = 4 4x (x - 1) y = 3 3 4x 3y 4 = x 3 - y = 0 UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 29

30 OBRIGADA PELA ATENÇÃO! Parceria: UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 30

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Na forma reduzida, temos: (r) y = 3x + 1 (s) y = ax + b. a) a = 3, b, b R. b) a = 3 e b = 1. c) a = 3 e b 1. d) a 3 01 Na forma reduzida, temos: (r) y = 3x + 1 (s) y = ax + b a) a = 3, b, b R b) a = 3 e b = 1 c) a = 3 e b 1 d) a 3 1 0 y = 3x + 1 m = 3 A equação que apresenta uma reta com o mesmo coeficiente angular

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