Sistema especialista probabilístico para o manejo nutricional de pacientes diabéticos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sistema especialista probabilístico para o manejo nutricional de pacientes diabéticos"

Transcrição

1 Sistma spcialista probabilístico para o manjo nutricional d pacints diabéticos Kristy Soraya Colho 1,2, Andrson Dutra Moura 2, Julio Csar Soars d Jsus 3, João da Silva Dias 2, Andria Maluclli 2, Dis Rgina Baptista 4, Marcos Augusto Hochuli Shmil 2 1 Faculdads Intgradas Espírita, Curitiba, Paraná, Brasil 2 Programa d Pós-graduação m Tcnologia m Saúd PUCPR, Curitiba, Paraná, Brasil 3 Mta IT, Curitiba, Paraná, Brasil 4 Univrsidad Fdral do Paraná, Curitiba, Paraná, Brasil Rsumo Est artigo aprsnta um sistma spcialista probabilístico dsnvolvido para auxiliar no manjo nutricional do pacint com diabts mllitus, utilizando como trapia nutricional a contagm d carboidratos. Sua principal função é contribuir na otimização do atndimnto do pacint diabético no apoio à dcisão do profissional nutricionista, qu ao rcbr informaçõs cornts rápidas, podrá dsnvolvr su trabalho d manira mais adquada. Palavras-chav: Informática Médica, Sistmas spcialistas, Diabts mllitus, Contagm d Carboidratos. Abstract This articl shows probabilistic xprt systms dvlopd to hlp with diabts mllitus patints' managmnt nutritional using as nutritional thrapy th carbohydrat counting. Your principal function is contribut with incras of diabtic patint attndanc, as wll in th nutritionist profssional support, that whn rciving cohrnt and fast information will b abl to dvlop a adquat work. Ky-words: Mdical Informatics, Exprt Systms, Diabts mllitus, Carbohydrat Counting. Introdução O diabts mllitus (DM) é uma síndrom caractrizada por hiprglicmia, rsultant da dficiência na scrção /ou ação da insulina, rsultando m distúrbios do mtabolismo dos carboidratos, gorduras protínas [1], [2] [3]. As consqüências a longo prazo da hiprglicmia crônica dcorrm d altraçõs micro macrovasculars, qu lvam a disfunção, dano ou falência d vários órgãos [4]. A contagm d carboidratos é uma stratégia nutricional, rcomndada como forma d trapia nutricional para pacints diabéticos, ond são contabilizados os gramas d carboidrato consumidos nas rfiçõs, proporcionando maior flxibilidad do plano alimntar prscrito [5]. Objtiva otimizar o control glicêmico [6] m função das mnors variaçõs das glicmias pós-prandias 1, dvndo sr insrida no contxto d uma alimntação saudávl [7]. Com a incorporação dos avanços cintíficotcnológicos, a informática stá cada vz mais prsnt nas divrsas áras da atividad humana [8]. Isso também tm sido uma ralidad na ára médica [8], sndo cada vz mais frqünt o uso d sistmas computacionais qu visam apoiar o profissional na tomada d dcisõs [9] [10]. 1 Glicos do sangu após qualqur alimntação. Uma das aplicaçõs da informática médica são os sistmas spcialistas (SE), qu são sistmas computacionais qu rsolvm problmas d forma parcida com o spcialista humano, sobr dtrminados campos do conhcimnto [11], [12] [13]. Os projtos na ára d diabts mllitus, voltados ao apoio à dcisão, stão m amplo dsnvolvimnto, prmitindo qu os profissionais d saúd tnham acsso a informaçõs com maior vlocidad qualidad. Com bas nst contxto, st artigo aprsnta o dsnvolvimnto d um sistma spcialista probabilístico cujo objtivo é o apoio ao manjo nutricional do pacint diabético, utilizando como trapia nutricional a contagm d carboidratos, contribuindo na otimização do atndimnto dst pacint, bm como no apoio ao profissional nutricionista, quanto à tomada d dcisão. Mtodologia O sistma proposto raliza o atndimnto nutricional d pacints diabéticos (do Tipo 1 ou Tipo 2), adulto (d 18 a 65 anos), cuja trapia nutricional é a contagm d carboidratos. Est sistma é composto por um protótipo, com rquisitos ncssários à avaliação nutricional prscrição ditética. Para o dsnvolvimnto do protótipo foi utilizado o softwar BORLAND DELPHI Vrsão 7.0 o sistma grnciador d

2 banco d dados FIREBIRD Vrsão 1.5. O SE dsnvolvido stá intgrado a st protótipo, utilizando técnicas d Intligência Artificial (IA), rprsntando adquadamnt o tratamnto da incrtza, no procsso d dcisão do profissional nutricionista. O dsnvolvimnto dst trabalho foi divido m várias fass as quais srão dscritas a sguir. Lvantamnto das variávis Foi ncssário ralizar um lvantamnto das variávis ncssárias ao dsnvolvimnto do SE. Para isso foram coltados dados na litratura ralizado contato com profissionais nutricionistas da ára clínica. Sistmatizou-s o procsso d consulta nutricional, basado nas informaçõs coltados durant o atndimnto nutricional, bm como s caractrizou as variávis ncssárias ao procsso d tomada d dcisão, para atndr os objtivos do sistma. Para st atndimnto nutricional, padronizaram-s duas consultas: Primira consulta ond são coltados os dados ncssários para a avaliação nutricional prscrição do plano alimntar, sndo ls: sxo, idad, atividad física, índic d massa corporal, quantidad d scolhas d carboidrato, númro d rfiçõs ao dia, risco cardiovascular tratamnto mdicamnto. Basado nos dados coltados, o sistma proposto auxilia no diagnóstico nutricional, laborando a prscrição ditética, utilizando a contagm d carboidratos. Sgunda consulta tm como objtivo vrificar o diário com as auto-monitorizaçõs d glicmia capilar (AMGC) 2 do pacint para ftuar o ajust do plano alimntar, caso ncssário. Com a sistmatização do procsso d consulta nutricional, vrificou-s a dificuldad do profissional nutricionista avaliar o xtnso conjunto d informaçõs gradas plo diário d glicmia do pacint diabético. Assim, para compor o SE, optou-s por utilizar a média das glicmias com o objtivo d dtrminar o diagnóstico das AMGC. Indo ao ncontro do principal objtivo da trapia nutricional contagm d carboidratos, qu é o control glicêmico m função das mnors variaçõs das glicmias, sugriu-s nst trabalho, a criação d um coficint d variação, obtido a partir da média do dsviopadrão das AMGC. Essa proposta foi aprsntada após a anális discussõs dos rsultados aprsntados plo SE, qu sm a informação sobr a variação das glicmias, podria conduzir o profissional nutricionista a uma tomada d dcisão quivocada, tndo m vista 2 É a dtrminação da glicos no sangu xcutadas plo próprio pacint objtivando um bom control da donça (diabts mllitus). qu o valor da média das AMGC podria sr ótimo, mas aprsntar grand variação ou dsquilíbrio, quando as AMGC são analisadas d forma isolada. O coficint d variação das AMGC, dfinido como coficint d variação nutricional (CVN), foi dfinido da sguint forma: (a) variação d 0 a 50% não há ncssidad do profissional nutricionista altrar a prscrição do plano alimntar (b) variação d 51 a 100% prguntas prtinnts ao pacint, rlacionadas às possívis causas, bm como os horários m qu ocorrram as variaçõs d glicmia (hipoglicmia /ou hiprglicmia), tndo m vista a ncssidad do profissional nutricionista d vrificar quais srão os ajusts ncssários na prscrição do plano alimntar. Caractrização do atndimnto nutricional Após a primira consulta, dvidamnt orintado com o plano alimntar, o pacint é instruído a rtornar após duas smanas, com o diário d glicmias prnchido. Est diário d glicmias dv contmplar um príodo d 14 dias, sndo qu dvm sr ralizadas 3 automonitorização d glicos por dia, no mínimo, ants das rfiçõs ou 2 horas após as rfiçõs, sndo qu a cada dia dvrá sr monitorada uma rfição difrnt. Os dados do diário d glicmia são insridos no protótipo, qu calcula a média, o dsvio padrão o coficint d variação das glicmias, conform cada rfição horário da auto-monitorização d glicmia (pré-rfição café, pós-rfição café, pré-rfição almoço, pósrfição almoço, pré-rfição jantar, pós-rfição jantar ants d ditar). Estas médias são nviadas para o SE qu tm por objtivo dtrminar o diagnóstico das auto-monitorizaçõs das glicmias capilars (idal, acima, abaixo) assim sugrir os ajusts ncssários no plano alimntar, sgundo mdicamnto, atividad física scolhas d carboidratos. Postriormnt, é mitido um rlatório, com os valors da média, do dsvio padrão do coficint d variação das auto-monitorizaçõs d glicmia capilar do pacint, qu srv d apoio à dcisão ao profissional nutricionista, pois aprsntará sugstõs da consulta nutricional. Rprsntação do conhcimnto Na fas d rprsntação do conhcimnto foi utilizada a técnica d Rds Baysianas (RB), método st capaz d manipular incrtzas imprcisão com o uso da probabilidad, dscrvndo o rlacionamnto ntr variávis (39). Estas rds utilizam infrência probabilística qu, mbora computacionalmnt intratávl no pior caso, pod sr ralizada d manira ficint m muitas situaçõs práticas [14]. A implmntação foi ralizada com a utilização do shll Ntica,

3 pois st softwar aprsnta ótimo dsmpnho, além da facilidad d implmntação. Uma RB é composta pla part qualitativa modlo gráfico da rd, composta plas variávis d ntrada (vidência), variávis d saída (hipóts) os arcos (rlação d dpndência ntr las) ; quantitativa rprsnta a bas d conhcimnto, ond as incrtzas são xprssas m probabilidad a priori dvndo sr stablcidas plo spcialista, rprsntando su conhcimnto. Nas RBs, o Torma d Bays (TB) é rsponsávl por grar os valors d probabilidads d cada variávl d saída, sndo uma important frramnta matmática, qu objtiva combinar probabilidads a priori grando uma probabilidad a postriori (final) para um dtrminado vnto. Assim, um médico, ao conhcr a prvalência d uma donça, após a ralização d um tst diagnóstico spcífico m um pacint, pod dtrminar o risco do pacint aprsntar sta patologia fazndo uso do torma, dsta forma conhcndo a probabilidad a postriori [15]. Construção das rds baysianas Basado nas rcomndaçõs do Intrnacional Diabts Cntr (2005), para os nívis d glicmia capilar para pacint diabéticos do Tipo 1 do Tipo 2 [16], foram criadas condutas para compor o SE. Para isto fz-s uso d faixas, com variação d 50 mg/dl facilitando a anális do profissional, uma vz qu para diminuir st valor é ncssário 1UI d insulina ultrarápida ou 30 minutos d atividad física para aumntar st valor m mais 50 mg/dl é ncssário uma scolha d carboidrato, ou sja, 15g d CHO. Trinamnto das rds baysianas A aquisição do conhcimnto para o trinamnto das RBs ocorru através dos diários d glicmia d studos d caso d 30 pacints adultos, com faixa tária d 18 a 65 anos, portador d DM do Tipo 1 ou Tipo 2. Cada diário contmplava 14 dias d auto-monitorização, sndo qu cada dia podria contr até 7 automonitorizaçõs: pré-rfição café, pós-rfição café, pré-rfição almoço, pós-rfição almoço, pré-rfição jantar, pós-rfição jantar ants d ditar. Nos diários d glicmia, ond a automonitorização não foi ralizado plo pacint, foi atribuído o valor médio da glicmia capilar considrada idal, sgundo dirtrizs do Intrnational Diabts Cntr (2005): pré-rfição 70 a 140 mg/dl (média 105 mg/dl); pós-rfição 70 a 160 mg/dl (média 115 mg/dl) ants d ditar 100 a 140 mg/dl (média 120 mg/dl). Para cada AMGC foram calculadas a média, o dsvio-padrão o coficint d variação, basado nsss valors, construiu-s a bas dados, atribuindo-s valors para as variávis: diagnóstico, conduta comntários. A bas d dados (diários d glicmia) grada não aprsntou uma distribuição homogêna ntr as faixas d glicmia dfinidas para trinar as rds, o qu impossibilitou qu a dfinição dos diagnósticos condutas grados plas RBs, fossm smlhants à do profissional nutricionista. Optou-s por utilizar mais 120 studos d caso (diários d glicmia) alatórios, grados a partir d uma matriz lógica do softwar Microsoft Offic Excl, totalizando assim, 150 casos para compltar o trinamnto das RBs. Dsta forma, os problmas quanto ao trinamnto foram corrigidos as RBs aprsntaram o dsmpnho adquado, para só ntão passar plo procsso d avaliação formal. Avaliação do sistma Para a avaliação do dsmpnho do sistma comparou-s o ncaminhamnto dos spcialistas (consnso) quanto ao manjo nutricional do pacint diabético utilizando a contagm d carboidratos. O conjunto d casos do padrão-ouro foi formado por 14 diários d glicmia, scolhidos alatoriamnt dntr os 44 diários d glicmias coltados, qu não fizram part do conjunto d casos utilizados para trinar a RB. Cada caso foi avaliado, sparadamnt, por cada um dos três spcialistas da junta (psquisadora mais duas profissionais nutricionistas, com a msma formação acadêmica, com no mínimo 5 anos d xpriência profissional na ára d nutrição clínica). Após o trabalho isolado d cada spcialista, os msmos s runiram avaliaram todos os casos novamnt, sndo qu nos casos ond houv discordância na avaliação individual, a dcisão foi stablcida mdiant consnso dos três spcialistas. Os diagnósticos as condutas, quanto ao manjo nutricional aprsntado plo sistma foram comparados com o padrão-ouro. As rpostas dadas plo sistma rfrm-s à prvalência do diagnóstico condutas grados srm smlhants à conduta do profissional spcialista. Os valors d probabilidad obtidos para cada variávl foram insridos m uma tabla, junto com os valors d 1 (um) 0 (zro) do padrão ouro. Esta tabla foi lida plo softwar MdCalc (Statiscal softwar), visando a obtnção do ponto d cort da curva ROC (Rcivr Oprator Charactristic). Basado no ponto d cort sugrido plo softwar é possívl atribuir 1 (um) ou 0 (zro) para cada caso, ao invés d valors d probabilidad. A curva ROC rprsnta, graficamnt, a sobrposição ntr a distribuição da snsibilidad da spcificidad para valor-limit d dcisão

4 da normalidad, ou sja, o valor d ponto d cort ntr o normal o altrado. O mlhor ponto dv sr aqul qu rvla a maior snsibilidad a maior spcificidad, corrspondndo ao ponto mais lvado dsviado para a squrda na curva [17]. Os valors d spcificidad snsibilidad, qu caractrizam a qualidad intrínsca d um tst diagnóstico, assim como o valor da ára abaixo da curva (ROC) o valor do rro padrão, dado um ponto d cort, grados plo softwar MdCalc, indicam um valor d critério para o ponto d cort ótimo, maximizando ao msmo tmpo a snsibilidad a spcificidad. O ponto d cort é considrado o ponto ótimo, ou sja, rfr-s ao valor mínimo d Falso Positivo (1 spcificidad) d Falso Ngativo (1 snsibilidad). partir dos 150 casos, pois não havia disponibilidad d uma bas d dados com todas as variávis atributos ncssários ao trabalho, dfinindo-s as probabilidads ncssárias à construção das Tablas d Probabilidad Condicional (TPC). A Figura 2 aprsnta a TPC do nó Pr_rficao_caf (faixas d glicmia), m rlação aos nós Diagnostico_pr_rficao_caf, Comntarios_pr_rficao_caf Condutas_pr_rficao_caf, a fim d xmplificar a part quantitativa da AMGC Rd baysiana Pr_rficao_caf. Rsultados Part qualitativa da rd baysiana A dfinição da part qualitativa da RB foi ralizada considrando a rlação ntr as variávis: AMGC (Pr_rfiçao, Pos_rficao Ants_ditar), diagnóstico da AMGC as condutas da AMGC, bm como o coficint d variação das AMGC os comntários prtinnts a sta variação. Foram construídas 7 rds baysianas, sndo las: pré-rfição café, pós-rfição café, pré-rfição almoço, pós-rfição almoço, prérfição jantar, pós-rfição jantar ants d ditar, para sistmatizar o procsso d control glicêmico. A Figura 1 caractriza a part qualitativa da AMGC Rd baysiana Pr_rficao_caf. Os nós Condutas_pr_rficao_caf, Diagnostico_pr_rficao_caf Comntarios_pr_rficao_caf rprsntam as variávis d saída, com sus rspctivos atributos os dmais nós rprsntam as vidências ou variávis d ntradas da RB. Figura 1 Part qualitativa da Rd Baysiana Pr_rficao_caf. Part quantitativa da rd baysiana A implmntação da part quantitativa da RB foi ralizada através do trinamnto com a bas d dados (diários d glicmia) grada a Figura 2 Part quantitativa da Rd Baysiana Pr_rficao_caf. A intrprtação da TPC xmplificada na Figura 2 é a sguint: a probabilidad do nó Condutas_rficao_caf sr Mantr_conduta, dada a faixa d glicmia sr D_71_a_140_mgdL, Diagnostico_pr_rficao_caf sr Idal_stavl Comntarios_pr_rficao_caf sr Nao_indicado é d 71,429%. Matmaticamnt a fras é rprsntada da sguint forma: P(Condutas_rficao_caf= Mantr_conduta/Pr_rficao_caf= D_71_a_140_mgdL / Diagnostico_pr_rficao_caf= Idal_stavl / Comntarios_pr_rficao_caf= Nao_indicado ) = 71,429%. É important salintar qu o profissional nutricionista podrá utilizar outros indicadors (por xmplo, um xam d Hmoglobina glicada HbA1c), caso não concord com os indicadors /ou coficints aprsntados plo sistma. A procura d novas vidências irá auxiliá-lo na conclusão final d sua prscrição, mlhorando assim a taxa d acrto do profissional no su cotidiano otimizando o atndimnto do pacint. Avaliação d dsmpnho Obsrvou-s qu, tanto a spcificidad, quanto a snsibilidad do sistma proposto aprsntaram valors altos (100%), tanto para o diagnóstico, quanto para as condutas da AMGC, o qu valida a sua utilização ao apoio à dcisão, pois dmonstra a capacidad do sistma m rprsntar o padrão-ouro.

5 O fator capaz d xplicar os altos valors para snsibilidad spcificidad s dv aos pontos d cort bm dfinidos para o diagnóstico para as condutas das AMGC. O intrvalo d confiança foi bm stablcido o rro padrão é nulo, valors sss qu confirmam a concordância ntr o padrão-ouro as RBs. As Figuras 3 4, rspctivamnt, rprsntam as curvas ROC para as variávis Diagnostico_rficao_caf Condutas_rficao_caf da Rd Baysiana Pr_rficao_caf, ond é possívl obsrvar a curva totalmnt dsviada para a dirção suprior squrda, o qu indica concordância total ntr o padrão-ouro o sistma. Rd_Baysiana_Pr_rficao_caf_variávl_Diagnostico_pr_rficao_caf Snsitivity Spcificity Figura 3 Curva ROC para a variávl Diagnostico_pr_rficao_caf. Rd_Baysiana_Pr_rficao_caf_variávl_Condutas_pr_rficao_caf Snsitivity Spcificity Figura 4 Curva ROC para a variávl Condutas_pr_rficao_caf. Assim, após a anális dos dados aprsntados plas curvas ROC, conclui-s qu o sistma proposto aprsnta um ótimo dsmpnho quando ao diagnóstico as condutas das AMGC para as situaçõs d prérfição, pós-rfição ants d ditar, podndo sr utilizado plo profissional nutricionista na tomada d dcisão. Val rssaltar qu não foram dfinidos pontos d cort para a dfinição do diagnóstico das condutas das AMGC para as situaçõs d pré-rfição, pós-rfição ants d ditar, pois é important qu o profissional nutricionista conhça o valor probabilístico atribuído plo sistma, ficando a su critério a dcisão final. É important salintar qu st trabalho fz uso d bass d trinamnto d tst (padrãoouro) rduzidas. Em bass numricamnt maiors, o dsmpnho do sistma podria aprsntar difrnças m rlação ao aprsntado, pois uma bas d dados maior, muito provavlmnt aprsntaria comportamntos difrnts para uma msma situação, tndo m vista as difrnças na tomada d dcisão ntr os profissionais nutricionais. Discussão Conclusão Embora nnhum sistma computacional possa substituir o conhcimnto do profissional da ára d saúd, ao xaminar um pacint dtrminar um possívl diagnóstico, o uso d sistmas spcialistas pod auxiliar a sistmatização do procsso d tomada d dcisão, contribuindo d forma significativa na prática cotidiana dst profissional. A sistmatização do procsso d tomada d dcisão na consulta nutricional prmitiu conhcr as dificuldads, falhas, dsafios incrtzas qu nvolvm a tomada d dcisão, bm como possibilitou conhcr as variávis ncssárias ao procsso d tomada d dcisão procssos nvolvidos na prática do profissional nutricionista. Dstaca-s qu o sistma spcialista probabilístico criado trabalhou adquadamnt com o tratamnto da incrtza no procsso d tomada d dcisão do profissional nutricionista, simulando d forma satisfatória, o raciocínio do profissional m rlação à tomada d dcisão. A utilização das variávis nvolvidas no procsso d consulta nutricional, da bas d casos clínicos, possibilitou concbr um sistma com ótimo dsmpnho quanto aos tsts d snsibilidad spcificidad. Val rssaltar qu a aplicação d mais casos, com o objtivo d aumntar a bas d dados da rd baysiana pod contribuir para um aprfiçoamnto nos rsultados do sistma. Dstaca-s, porém, a dificuldad m consguir uma bas d dados confiávl com todas as variávis ncssárias ao procsso d tomada d dcisão. Conclui-s qu o sistma proposto contribuirá na otimização do atndimnto do pacint diabético, bm como no apoio ao profissional nutricionista, quanto à tomada d dcisão. Est profissional podrá dsnvolvr o su trabalho d manira mais adquada promovndo assim uma abordagm mais cornt ficaz no atndimnto dst pacint até msmo rtardando suas complicaçõs agudas crônicas, principal objtivo do control glicêmico Rfrências

6 [1] Exprt Committ on th Diagnosis and Classification of Diabts mllitus. Rport of th Exprt Committ on th Diagnosis and Classification of Diabts mllitus. Diabts Car 25 (2002);suppl:S5-S20. [2] World Halth Organization WHO. Dit, nutrition and th prvntion of chronic disass. Rport of a joint FAO/WHO Exprt Consultation. Tchnical Rport Sris 916, Gnva; [3] Amrican Diabts Association. Nutrition principls and rcommndations in diabts. Diabts Car (2004); 27(1): [4] Galindo V, Cavalcanti N, Lyra R. Dfinição, diagnóstico classificação dos distúrbios no mtabolismo dos hidratos d carbono. In: Lyra R, Cavalcanti N, coordnação. Diabts mllitus. Rio d Janiro: Diagraphic; [5] Socidad Brasilira d Diabts. Consnso brasiliro sobr diabts 2002: diagnóstico classificação do diabts mlito tratamnto do diabts mlito do tipo 2. Rio d Janiro: Diagraphic; [6] Caldas G, Griz LH, Thé ACF. Monitorização do diabético. In: Lyra R, Cavalcanti N, coordnação. Diabts mllitus. Rio d Janiro: Diagraphic; [7] Socidad Brasilira d Diabts. Manual oficial d contagm d carboidratos rgional. Rio d Janiro: Diagraphic; [8] Alvs VLS, Cunha ICKO, Marin HF, Olivira O. Criação d um Wb Sit para nfrmiros sobr Pé Diabético. Acta Paul Enfrm (2006):19(1): [9] Rosso ML, Kmtuk OF, Amorim MF, Dias JS. Sistmas spcialistas d apoio à dcisão m vntilação mcânica. In: VIII Congrsso Brasiliro d Informática m Saúd CBIS; 2002 St/Out; Natal, Brasil. [10] Abl M. Sistmas Espcialistas. Porto Algr: Univrsidad Fdral do Rio Grand do Sul, Instituto d Informática; [11] Rabusk RA. Intligência Artificial. Florianópolis: Editora da Univrsidad Fdral d Santa Catarina; [12] Cardoso JP, Rosa VA, Lops, CRS, Villa ABA, Santana, AS, Silva, AT. Construção d uma práxis ducativa m informática m saúd para nsino d graduação. Ciência & Saúd Coltiva (2008):13(1): [13] Cardoso JP, Lops CRS, Quiroz RS, Rosa VA, Villa, ABA. O uso d sistmas spcialistas para apoio à sistmatização m xams ortopédicos do quadril, jolho tornozlo. Rv. Saúd Com (2005); 1(1): [14] Russl SJ, Norvig P. Intligência Artificial. Rio d Janiro: Elsrvir; [15] Dias JS. Raciocínio médico a abordagm baysiana: um studo d caso [ts titular]. Curitiba: Pontifícia Univrsidad Católica do Paraná; [16] Intrnational Diabts Cntr. Prvnção, Dtcção Tratamnto do Diabts Guia Rápido Intrnational Diabts Cntr Park Nicollt Institut: Matrx; [17] Zwig MH, Campbll G. Rcivr Oprating Charactristic (ROC) Plots: A Fundamntal Evaluation Tool in Clinical Mdicin. Clinical Chmistry (1993) 39: Contato Kristy Soraya Colho Andrson Dutra Moura Julio Csar Soars d Jsus João da Silva Dias Andria Maluclli Dis Rgina Baptista Marcos Augusto Hochuli Shmil

QUALIDADE DE SOFTWARE AULA N.6

QUALIDADE DE SOFTWARE AULA N.6 QUALIDADE DE SOFTWARE AULA N.6 Curso: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Discipli: Qualida Softwar Profa. : Kátia Lops Silva Slis adpatados do Prof. Ricardo Almida Falbo Tópicos Espciais Qualida Softwar 007/ Dpartamnto

Leia mais

2 Mbps (2.048 kbps) Telepac/Sapo, Clixgest/Novis e TV Cabo; 512 kbps Cabovisão e OniTelecom. 128 kbps Telepac/Sapo, TV Cabo, Cabovisão e OniTelecom.

2 Mbps (2.048 kbps) Telepac/Sapo, Clixgest/Novis e TV Cabo; 512 kbps Cabovisão e OniTelecom. 128 kbps Telepac/Sapo, TV Cabo, Cabovisão e OniTelecom. 4 CONCLUSÕES Os Indicadors d Rndimnto avaliados nst studo, têm como objctivo a mdição d parâmtros numa situação d acsso a uma qualqur ára na Intrnt. A anális dsts indicadors, nomadamnt Vlocidads d Download

Leia mais

AUTO CENTRAGEM DA PLACA DE RETENÇÃO DE UMA MÁQUINA DE PISTÕES AXIAIS TIPO SWASHPLATE. azevedoglauco@unifei.edu.br

AUTO CENTRAGEM DA PLACA DE RETENÇÃO DE UMA MÁQUINA DE PISTÕES AXIAIS TIPO SWASHPLATE. azevedoglauco@unifei.edu.br AUTO CENTRAGEM DA PLACA DE RETENÇÃO DE UMA MÁQUINA DE PISTÕES AXIAIS TIPO SWASHPLATE Glauco José Rodrigus d Azvdo 1, João Zangrandi Filho 1 Univrsidad Fdral d Itajubá/Mcânica, Av. BPS, 1303 Itajubá-MG,

Leia mais

SISTEMA DE PONTO FLUTUANTE

SISTEMA DE PONTO FLUTUANTE Lógica Matmática Computacional - Sistma d Ponto Flutuant SISTEM DE PONTO FLUTUNTE s máquinas utilizam a sguint normalização para rprsntação dos númros: 1d dn * B ± 0d L ond 0 di (B 1), para i = 1,,, n,

Leia mais

Experiência n 2 1. Levantamento da Curva Característica da Bomba Centrífuga Radial HERO

Experiência n 2 1. Levantamento da Curva Característica da Bomba Centrífuga Radial HERO 8 Expriência n 1 Lvantamnto da Curva Caractrística da Bomba Cntrífuga Radial HERO 1. Objtivo: A prsnt xpriência tm por objtivo a familiarização do aluno com o lvantamnto d uma CCB (Curva Caractrística

Leia mais

As Abordagens do Lean Seis Sigma

As Abordagens do Lean Seis Sigma As Abordagns do Lan Sis Julho/2010 Por: Márcio Abraham (mabraham@stcnt..br) Dirtor Prsidnt Doutor m Engnharia d Produção pla Escola Politécnica da Univrsidad d São Paulo, ond lcionou por 10 anos. Mastr

Leia mais

A ferramenta de planeamento multi

A ferramenta de planeamento multi A frramnta d planamnto multi mdia PLANVIEW TELEVISÃO Brv Aprsntação Softwar d planamnto qu s basia nas audiências d um príodo passado para prvr asaudiências d um príodo futuro Avrsatilidad afacilidad d

Leia mais

Procedimento em duas etapas para o agrupamento de dados de expressão gênica temporal

Procedimento em duas etapas para o agrupamento de dados de expressão gênica temporal Procdimnto m duas tapas para o agrupamnto d dados d xprssão gênica tmporal Moysés Nascimnto Fabyano Fonsca Silva Thlma Sáfadi Ana Carolina Campana Nascimnto Introdução Uma das abordagns mais importants

Leia mais

Empresa Elétrica Bragantina S.A

Empresa Elétrica Bragantina S.A Emprsa Elétrica Bragantina S.A Programa Anual d Psquisa Dsnvolvimnto - P&D Ciclo 2006-2007 COMUNICADO 002/2007 A Emprsa Elétrica Bragantina S.A, concssionária d srviço público d distribuição d nrgia létrica,

Leia mais

Edital de seleção de candidatos para o Doutorado em Matemática para o Período 2015.2

Edital de seleção de candidatos para o Doutorado em Matemática para o Período 2015.2 ] Univrsidad Fdral da Paraíba Cntro d Ciências Exatas da Naturza Dpartamnto d Matmática Univrsidad Fdral d Campina Grand Cntro d Ciências Tcnologia Unidad Acadêmica d Matmática Programa Associado d Pós-Graduação

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO(*)

PARECER HOMOLOGADO(*) PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Dspacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União d 17/07/2003 (*) Portaria/MEC nº 1.883, publicada no Diário Oficial da União d 17/07/2003 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO

Leia mais

O que são dados categóricos?

O que são dados categóricos? Objtivos: Dscrição d dados catgóricos por tablas gráficos Tst qui-quadrado d adrência Tst qui-quadrado d indpndência Tst qui-quadrado d homognidad O qu são dados catgóricos? São dados dcorrnts da obsrvação

Leia mais

Em cada ciclo, o sistema retorna ao estado inicial: U = 0. Então, quantidade de energia W, cedida, por trabalho, à vizinhança, pode ser escrita:

Em cada ciclo, o sistema retorna ao estado inicial: U = 0. Então, quantidade de energia W, cedida, por trabalho, à vizinhança, pode ser escrita: Máquinas Térmicas Para qu um dado sistma raliz um procsso cíclico no qual rtira crta quantidad d nrgia, por calor, d um rsrvatório térmico cd, por trabalho, outra quantidad d nrgia à vizinhança, são ncssários

Leia mais

NOTA SOBRE INDETERMINAÇÕES

NOTA SOBRE INDETERMINAÇÕES NOTA SOBRE INDETERMINAÇÕES HÉLIO BERNARDO LOPES Rsumo. Em domínios divrsos da Matmática, como por igual nas suas aplicaçõs, surgm com alguma frquência indtrminaçõs, d tipos divrsos, no cálculo d its, sja

Leia mais

PROCEDIMENTO DE MEDIÇÃO DE ILUMINÂNCIA DE EXTERIORES

PROCEDIMENTO DE MEDIÇÃO DE ILUMINÂNCIA DE EXTERIORES PROCEDIMENTO DE MEDIÇÃO DE ILUMINÂNCIA DE EXTERIORES Rodrigo Sousa Frrira 1, João Paulo Viira Bonifácio 1, Daian Rznd Carrijo 1, Marcos Frnando Mnzs Villa 1, Clarissa Valadars Machado 1, Sbastião Camargo

Leia mais

Definição de Termos Técnicos

Definição de Termos Técnicos Dfinição d Trmos Técnicos Eng. Adriano Luiz pada Attack do Brasil - THD - (Total Harmonic Distortion Distorção Harmônica Total) É a rlação ntr a potência da frqüência fundamntal mdida na saída d um sistma

Leia mais

INSTRUÇÕES. Os formadores deverão reunir pelo menos um dos seguintes requisitos:

INSTRUÇÕES. Os formadores deverão reunir pelo menos um dos seguintes requisitos: INSTRUÇÕES Estas instruçõs srvm d orintação para o trino das atividads planadas no projto Europu Uptak_ICT2lifcycl: digital litracy and inclusion to larnrs with disadvantagd background. Dvrão sr usadas

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE DE VALORES EXTREMOS DA PRECIPITAÇÃO MÁXIMA DE 24 HORAS DE BELÉM DO PARÁ

DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE DE VALORES EXTREMOS DA PRECIPITAÇÃO MÁXIMA DE 24 HORAS DE BELÉM DO PARÁ DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE DE VALORES ETREMOS DA MÁIMA DE 24 HORAS DE BELÉM DO PARÁ Mauro Mndonça da Silva Mstrando UFAL Mació - AL -mail: mmds@ccn.ufal.br Ant Rika Tshima Gonçalvs UFPA Blém-PA -mail:

Leia mais

Curso de Graduação em Medicina

Curso de Graduação em Medicina Curso d Graduação m Mdicina Justificativa O prcntual d idosos na população mundial vm crscndo d modo significativo nos últimos 50 anos. Est fato dcorr da associação d progrssiva rdução dos indicadors d

Leia mais

NR-35 TRABALHO EM ALTURA

NR-35 TRABALHO EM ALTURA Sgurança Saúd do Trabalho ao su alcanc! NR-35 TRABALHO EM ALTURA PREVENÇÃO Esta é a palavra do dia. TODOS OS DIAS! PRECAUÇÃO: Ato ou fito d prvnir ou d s prvnir; A ação d vitar ou diminuir os riscos através

Leia mais

MÓDULO 4 4.8.1 - PROCEDIMENTOS DE TESTES DE ESTANQUEIDADE PARA LINHAS DE ÁGUA, ESGOTO E OUTROS LÍQUIDOS

MÓDULO 4 4.8.1 - PROCEDIMENTOS DE TESTES DE ESTANQUEIDADE PARA LINHAS DE ÁGUA, ESGOTO E OUTROS LÍQUIDOS MÓDULO 4 4.8.1 - PROCEDIMENTOS DE TESTES DE ESTANQUEIDADE PARA LINHAS DE ÁGUA, ESGOTO E OUTROS LÍQUIDOS Normas Aplicávis - NBR 15.950 Sistmas para Distribuição d Água Esgoto sob prssão Tubos d politilno

Leia mais

PRINCÍPIOS E INSTRUÇÕES RELATIVOS ÀS OPERAÇÕES DE CERTIFICADOS DE OPERAÇÕES ESTRUTURADAS (COE) Versão: 27/08/2014 Atualizado em: 27/08/2014

PRINCÍPIOS E INSTRUÇÕES RELATIVOS ÀS OPERAÇÕES DE CERTIFICADOS DE OPERAÇÕES ESTRUTURADAS (COE) Versão: 27/08/2014 Atualizado em: 27/08/2014 F i n a l i d a d O r i n t a r o u s u á r i o p a r a q u s t o b t PRINCÍPIOS E INSTRUÇÕES RELATIVOS ÀS OPERAÇÕES DE CERTIFICADOS DE OPERAÇÕES ESTRUTURADAS (COE) Vrsão: 27/08/2014 Atualizado m: 27/08/2014

Leia mais

TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO

TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ALÉM PARAÍBA INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO NAIR FORTES ABU-MERHY TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO PLANEJAMENTO DO PARQUE TECNOLÓGICO 2011-2013 Tcnologia d Informação - FEAP 1 - Rlação

Leia mais

PROVA DE MATEMÁTICA APLICADA VESTIBULAR 2013 - FGV CURSO DE ADMINISTRAÇÃO RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia C. Gouveia

PROVA DE MATEMÁTICA APLICADA VESTIBULAR 2013 - FGV CURSO DE ADMINISTRAÇÃO RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia C. Gouveia PROVA DE MATEMÁTICA APLICADA VESTIBULAR 013 - FGV CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Profa. Maria Antônia C. Gouvia 1. A Editora Progrsso dcidiu promovr o lançamnto do livro Dscobrindo o Pantanal m uma Fira Intrnacional

Leia mais

Pragmática intercultural e entoação: os enunciados interrogativos (perguntas) em português e em espanhol

Pragmática intercultural e entoação: os enunciados interrogativos (perguntas) em português e em espanhol Congrsso Intrnacional d Profssors d Línguas Oficiais do MERCOSUL Pragmática intrcultural ntoação: os nunciados intrrogativos (prguntas) m português m spanhol Lticia Rbollo Couto (UFRJ) 1 Natalia dos Santos

Leia mais

Desta maneira um relacionamento é mostrado em forma de um diagrama vetorial na Figura 1 (b). Ou poderia ser escrito matematicamente como:

Desta maneira um relacionamento é mostrado em forma de um diagrama vetorial na Figura 1 (b). Ou poderia ser escrito matematicamente como: ASSOCIAÇÃO EDUCACIONA DOM BOSCO FACUDADE DE ENGENHAIA DE ESENDE ENGENHAIA EÉICA EEÔNICA Disciplina: aboratório d Circuitos Elétricos Circuitos m Corrnt Altrnada EXPEIMENO 9 IMPEDÂNCIA DE CICUIOS SÉIE E

Leia mais

A VARIAÇÃO ENTRE PERDA & PERCA: UM CASO DE MUDANÇA LINGUÍSTICA EM CURSO?

A VARIAÇÃO ENTRE PERDA & PERCA: UM CASO DE MUDANÇA LINGUÍSTICA EM CURSO? A VARIAÇÃO ENTRE PERDA & PERCA: UM CASO DE MUDANÇA LINGUÍSTICA EM CURSO? Luís Augusto Chavs Frir, UNIOESTE 01. Introdução. Esta é uma psquisa introdutória qu foi concrtizada como um studo piloto d campo,

Leia mais

Para verificar a atualização desta norma, como revogações ou alterações, acesse o Visalegis.

Para verificar a atualização desta norma, como revogações ou alterações, acesse o Visalegis. 18/05/12 Anvisa - Lgislação - Portarias Lgislação Para vrificar a atualização dsta norma, como rvogaçõs ou altraçõs, acss o Visalgis. Portaria n º 27, d 13 d janiro d 1998 A Scrtária d Vigilância Sanitária,

Leia mais

uma estrutura convencional. Desta forma, o desempenho de um sistema estrutural está diretamente relacionado com o desempenho de suas ligações.

uma estrutura convencional. Desta forma, o desempenho de um sistema estrutural está diretamente relacionado com o desempenho de suas ligações. ISSN 1809-5860 ESTUDO DE UMA LIGAÇÃO VIGA-PILAR UTILIZADA EM GALPÕES DE CONCRETO PRÉ- MOLDADO Anamaria Malachini Miotto 1 & Mounir Khalil El Dbs 2 Rsumo Em gral, as ligaçõs ntr lmntos pré-moldados d concrto

Leia mais

AII. ANEXO II COEFICIENTE DE CONDUTIBILIDADE TÉRMICA IN-SITU

AII. ANEXO II COEFICIENTE DE CONDUTIBILIDADE TÉRMICA IN-SITU ANEXO II Coficint d Condutibilidad Térmica In-Situ AII. ANEXO II COEFICIENTE DE CONDUTIBILIDADE TÉRMICA IN-SITU AII.1. JUSTIFICAÇÃO O conhcimnto da rsistência térmica ral dos componnts da nvolvnt do difício

Leia mais

PSICROMETRIA 1. É a quantificação do vapor d água no ar de um ambiente, aberto ou fechado.

PSICROMETRIA 1. É a quantificação do vapor d água no ar de um ambiente, aberto ou fechado. PSICROMETRIA 1 1. O QUE É? É a quantificação do vapor d água no ar d um ambint, abrto ou fchado. 2. PARA QUE SERVE? A importância da quantificação da umidad atmosférica pod sr prcbida quando s qur, dntr

Leia mais

Atitudes Sociolinguísticas em cidades de fronteira: o caso de Bernardo de Irigoyen. Célia Niescoriuk Grad/UEPG. Valeska Gracioso Carlos UEPG.

Atitudes Sociolinguísticas em cidades de fronteira: o caso de Bernardo de Irigoyen. Célia Niescoriuk Grad/UEPG. Valeska Gracioso Carlos UEPG. Atituds Sociolinguísticas m cidads d frontira: o caso d Brnardo d Irigoyn. Célia Niscoriuk Grad/UEPG. Valska Gracioso Carlos UEPG. 1. Introdução: O Brasil Argntina fazm frontira m crca d 1240 km dsd sua

Leia mais

FASE - ESCOLA 2º CICLO DO ENSINO BÁSICO

FASE - ESCOLA 2º CICLO DO ENSINO BÁSICO FASE - ESCOLA 2º CICLO DO ENSINO BÁSICO CRONOGRAMA ÍNDICE FASES DATAS APURAMENTOS LOCAL 4 alunos por scola 1. Introdução...2 1ª fas Escolas 2ª fas Distrital Até 11 d Janiro 1 ou 2 d Fvriro 2 do sxo fminino

Leia mais

4.1 Método das Aproximações Sucessivas ou Método de Iteração Linear (MIL)

4.1 Método das Aproximações Sucessivas ou Método de Iteração Linear (MIL) 4. Método das Aproimaçõs Sucssivas ou Método d Itração Linar MIL O método da itração linar é um procsso itrativo qu aprsnta vantagns dsvantagns m rlação ao método da bisscção. Sja uma função f contínua

Leia mais

2. NOME DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DAS RELAÇÕES HUMANAS NA ORGANIZAÇÃO

2. NOME DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DAS RELAÇÕES HUMANAS NA ORGANIZAÇÃO 1. ÁREA DO CONHECIMENTO CIÊNCIAS HUMANAS: PSICOLOGIA 2. NOME DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DAS RELAÇÕES HUMANAS NA ORGANIZAÇÃO 3. JUSTIFICATIVA: Prspctivas no Mrcado Amazonns: A cidad d Manaus possui

Leia mais

OFICINA 9-2ºSementre / MATEMÁTICA 3ª SÉRIE / QUESTÕES TIPENEM Professores: Edu Vicente / Gabriela / Ulício

OFICINA 9-2ºSementre / MATEMÁTICA 3ª SÉRIE / QUESTÕES TIPENEM Professores: Edu Vicente / Gabriela / Ulício OFICINA 9-2ºSmntr / MATEMÁTICA 3ª SÉRIE / QUESTÕES TIPENEM Profssors: Edu Vicnt / Gabrila / Ulício 1. (Enm 2012) As curvas d ofrta d dmanda d um produto rprsntam, rspctivamnt, as quantidads qu vnddors

Leia mais

Desse modo, podemos dizer que as forças que atuam sobre a partícula que forma o pêndulo simples são P 1, P 2 e T.

Desse modo, podemos dizer que as forças que atuam sobre a partícula que forma o pêndulo simples são P 1, P 2 e T. Pêndulo Simpls Um corpo suspnso por um fio, afastado da posição d quilíbrio sobr a linha vrtical qu passa plo ponto d suspnsão, abandonado, oscila. O corpo o fio formam o objto qu chamamos d pêndulo. Vamos

Leia mais

ENGENHARIA DE MANUTENÇÃO. Marcelo Sucena

ENGENHARIA DE MANUTENÇÃO. Marcelo Sucena ENGENHARIA DE MANUTENÇÃO Marclo Sucna http://www.sucna.ng.br msucna@cntral.rj.gov.br / marclo@sucna.ng.br ABR/2008 MÓDULO 1 A VISÃO SISTÊMICA DO TRANSPORTE s A anális dos subsistmas sus componnts é tão

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília EDITAL Nº 047/RIFB, DE 03 DE SETEMBRO DE 2014

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília EDITAL Nº 047/RIFB, DE 03 DE SETEMBRO DE 2014 EDITAL Nº 047/RIFB, DE 03 DE SETEMBRO DE 2014 REVALIDAÇÃO DE DIPLOMAS E CERTIFICADOS DE CURSOS TÉCNICOS E TECNOLÓGICOS ESTRANGEIROS DE ENSINO, PELO INSITUTO FEDERAL DE BRASÍLIA- IFB. 1. DA ABERTURA 1.1

Leia mais

A prova tem como referência o Programa de PRÁTICAS DE CONTABILIDADE E GESTÃO do 12º Ano de Escolaridade.

A prova tem como referência o Programa de PRÁTICAS DE CONTABILIDADE E GESTÃO do 12º Ano de Escolaridade. Informação - Prova Equivalência à Frquência Práticas Contabilida Gstão Prova Equivalência à Frquência Práticas Contabilida Gstão Duração da prova: 120 minutos / 24.06.2013 12º Ano Escolarida Curso Tcnológico

Leia mais

ANÁLISE DA NORMA NBR 7117 BASEADO NA ESTRATIFICAÇÃO OTIMIZADA DO SOLO A PARTIR DO ALGORITMO DE SUNDE E ALGORITMOS GENÉTICOS

ANÁLISE DA NORMA NBR 7117 BASEADO NA ESTRATIFICAÇÃO OTIMIZADA DO SOLO A PARTIR DO ALGORITMO DE SUNDE E ALGORITMOS GENÉTICOS AÁLISE DA ORMA BR 77 BASEADO A ESTRATIFICAÇÃO OTIMIZADA DO SOLO A PARTIR DO ALGORITMO DE SUDE E ALGORITMOS GEÉTICOS ROOEY RIBEIRO A. COELHO RICARDO SILA THÉ POTES.. Univrsidad Fdral do Cará Cntro d Tcnologia

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS PRÓ-REITORIA ACADÊMICA

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS PRÓ-REITORIA ACADÊMICA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS PRÓ-REITORIA ACADÊMICA EDITAL Nº 14/2011 PRAC SELEÇÃO PÚBLICA A Pró-Ritoria Acadêmica da Univrsidad Católica d Plotas torna pública a abrtura d SELEÇÃO DOCENTE, como sgu:

Leia mais

UMA INTRODUÇÃO A TOPOLOGIA

UMA INTRODUÇÃO A TOPOLOGIA Encontro d Ensino, Psquisa Extnsão, Prsidnt Prudnt, 0 a 3 d outubro, 014 0 UMA INTRODUÇÃO A TOPOLOGIA TÍTULO DO TRABALHO EM INGLES Mário Márcio dos Santos Palhars 1, Antonio Carlos Tamarozzi² Univrsidad

Leia mais

EDITAL Abertura de inscrições para a seleção de candidatos ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da UNIP

EDITAL Abertura de inscrições para a seleção de candidatos ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da UNIP E D I T A L A b r t u r a i n s c O Programa r d Pós-Graduação m Engnharia d Produção, m nívl d Mstrado Doutorado, i comunica a abrtura d inscriçõs para a slção d candidatos, para o prnchimnto ç d vagas

Leia mais

Dinâmica Longitudinal do Veículo

Dinâmica Longitudinal do Veículo Dinâmica Longitudinal do Vículo 1. Introdução A dinâmica longitudinal do vículo aborda a aclração frnagm do vículo, movndo-s m linha rta. Srão aqui usados os sistmas d coordnadas indicados na figura 1.

Leia mais

Augusto Massashi Horiguti. Doutor em Ciências pelo IFUSP Professor do CEFET-SP. Palavras-chave: Período; pêndulo simples; ângulos pequenos.

Augusto Massashi Horiguti. Doutor em Ciências pelo IFUSP Professor do CEFET-SP. Palavras-chave: Período; pêndulo simples; ângulos pequenos. DETERMNAÇÃO DA EQUAÇÃO GERAL DO PERÍODO DO PÊNDULO SMPLES Doutor m Ciências plo FUSP Profssor do CEFET-SP Est trabalho aprsnta uma rvisão do problma do pêndulo simpls com a dmonstração da quação do príodo

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO Nº 001/2014 EDITAL DE PRORROGAÇÃO DAS INSCRIÇÕES E DE RETIFICAÇÃO

CONCURSO PÚBLICO Nº 001/2014 EDITAL DE PRORROGAÇÃO DAS INSCRIÇÕES E DE RETIFICAÇÃO CONCURSO PÚBLICO Nº 001/2014 EDITAL DE PRORROGAÇÃO DAS INSCRIÇÕES E DE RETIFICAÇÃO O Município d Duartina, Estado d São Paulo, no uso d suas atribuiçõs lgais, torna público o Edital d Prorrogação das Inscriçõs,

Leia mais

S is tem a de G es tã o da Qua lida de. S egura n ça do T ra ba lho

S is tem a de G es tã o da Qua lida de. S egura n ça do T ra ba lho S is tm a d G s tã o da Qua lida d S gura n ça do T ra ba lho G s tã o da Qua lida d I n t r n a ti o n a l O r g a n i za ti o n fo r S ta n d a r d i za ti o n (I S O ) Organização Normalização. Intrnacional

Leia mais

ANEXO V SISTEMA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

ANEXO V SISTEMA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO AEXO V SISTEMA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPEHO 1. ÍDICES DE AVALIAÇÃO O Sistma d Avaliação d Dsmpnho stá struturado para a avaliação das prmissionárias, d acordo com os sguints índics grais spcíficos constants

Leia mais

PSI-2432: Projeto e Implementação de Filtros Digitais Projeto Proposto: Conversor de taxas de amostragem

PSI-2432: Projeto e Implementação de Filtros Digitais Projeto Proposto: Conversor de taxas de amostragem PSI-2432: Projto Implmntação d Filtros Digitais Projto Proposto: Convrsor d taxas d amostragm Migul Arjona Ramírz 3 d novmbro d 2005 Est projto consist m implmntar no MATLAB um sistma para troca d taxa

Leia mais

A IMPLEMENTAÇÃO DA LÍNGUA ESPANHOLA NAS ESCOLAS DE SERGIPE. A presença da língua espanhola no Nordeste e o caso de Sergipe

A IMPLEMENTAÇÃO DA LÍNGUA ESPANHOLA NAS ESCOLAS DE SERGIPE. A presença da língua espanhola no Nordeste e o caso de Sergipe Congrsso Intrnacional d Profssors d Línguas Oficiais do MERCOSUL A IMPLEMENTAÇÃO DA LÍNGUA ESPANHOLA NAS ESCOLAS DE SERGIPE Doris Cristina Vicnt da Silva Matos (UFS) Considraçõs iniciais Chgamos a 2010,

Leia mais

CONTINUIDADE A idéia de uma Função Contínua

CONTINUIDADE A idéia de uma Função Contínua CONTINUIDADE A idéia d uma Função Contínua Grosso modo, uma função contínua é uma função qu não aprsnta intrrupção ou sja, uma função qu tm um gráfico qu pod sr dsnhado sm tirar o lápis do papl. Assim,

Leia mais

A FALHA NÃO É UMA OPÇÃO

A FALHA NÃO É UMA OPÇÃO FLH NÃO É UM OPÇÃO José Wagnr Braidotti Junior (1) Rsumo prssão por mlhors indicadors d produtividad, disponibilidad confiabilidad nas organizaçõs tm aumntado a cada ano, tornando os divrsos procssos d

Leia mais

CUSTOS IRREVERSÍVEIS, LEIS DE CUSTOS E GERÊNCIA DE PROJETOS - A VIABILIDADE DE UM PROCESSO DE MUDANÇA

CUSTOS IRREVERSÍVEIS, LEIS DE CUSTOS E GERÊNCIA DE PROJETOS - A VIABILIDADE DE UM PROCESSO DE MUDANÇA CUSTOS IRREVERSÍVEIS, LEIS DE CUSTOS E GERÊNCIA DE PROJETOS - A VIABILIDADE DE UM PROCESSO DE MUDANÇA Márcio Botlho da Fonsca Lima Luiz Buno da Silva Rsumo: Est artigo tm o objtivo d xpor a rlvância do

Leia mais

MANUAL DE APOSENTADORIA E ABONO PERMANÊNCIA INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE GARANHUNS IPSG

MANUAL DE APOSENTADORIA E ABONO PERMANÊNCIA INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE GARANHUNS IPSG MANUAL DE APOSENTADORIA E ABONO PERMANÊNCIA INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE GARANHUNS IPSG SUMÁRIO PARTE I BENEFÍCIO DE APOSENTADORIA 1 - NOÇÕES SOBRE O BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO

Leia mais

OS RECURSOS TECNOLÓGICOS PARA A ÁREA DE LETRAS: UM LEVANTAMENTO DE SOFTWARES EDUCATIVOS

OS RECURSOS TECNOLÓGICOS PARA A ÁREA DE LETRAS: UM LEVANTAMENTO DE SOFTWARES EDUCATIVOS Encontro Intrnacional d Produção Cintífica Csumar 23 a 26 d outubro d 2007 OS RECURSOS TECNOLÓGICOS PARA A ÁREA DE LETRAS: UM LEVANTAMENTO DE SOFTWARES EDUCATIVOS Adriana Carla d Souza Maldonado 1 ; Ludhiana

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: CURRÍCULO DE PEDAGOGIA, FORMAÇÃO,EDUCAÇÃO INFANTIL, IDENTIDADE PROFISSIONAL

PALAVRAS-CHAVE: CURRÍCULO DE PEDAGOGIA, FORMAÇÃO,EDUCAÇÃO INFANTIL, IDENTIDADE PROFISSIONAL Govrno do Estado do Rio Grand do Nort Scrtariado d Estado da Educação Cultura - SEEC UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - UERN Pró-Ritoria d Psquisa Pós-Graduação PROPEG Dpartamnto d Psquisa

Leia mais

Art. 1º Atualizar o Manual de Instruções Gerais (MIG) Cadastro, na forma apresentada no demonstrativo anexo.

Art. 1º Atualizar o Manual de Instruções Gerais (MIG) Cadastro, na forma apresentada no demonstrativo anexo. Atualiza o Manual d Instruçõs Grais (MIG) Cadastro. A Dirtoria Excutiva da Confdração Nacional das Cooprativas do Sicoob Ltda. Sicoob Confdração, com fulcro no art. 58 do Estatuto Social, basado na strutura

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS CENTRO DE EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO BRASILEIRA EDITAL 2006

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS CENTRO DE EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO BRASILEIRA EDITAL 2006 UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS CENTRO DE EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO BRASILEIRA EDITAL 2006 A Coordnação do MESTRADO EM EDUCAÇÃO BRASILEIRA torna

Leia mais

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DO TRABALHO TÉCNICO SOCIAL Dezembro/2010

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DO TRABALHO TÉCNICO SOCIAL Dezembro/2010 [Digit txto] 1 IDENTIFICAÇÃO RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DO TRABALHO TÉCNICO SOCIAL Dzmbro/2010 Programa: Opraçõs Coltivas Contrato CAIXA nº: 0233.389.09/2007 Ação/Modalidad: Construção d unidad habitacional

Leia mais

Florianópolis, 09 de abril de 1998. PORTARIA Nº 0173/GR/98.

Florianópolis, 09 de abril de 1998. PORTARIA Nº 0173/GR/98. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA GABINETE DO REITOR PORTARIAS Florianópolis, 09 d abril d 1998 PORTARIA Nº 0173/GR/98 O Ritor da Univrsidad Fdral d Santa Catarina, no uso d suas atribuiçõs statutárias

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO PARA FINS DE CREDENCIAMENTO DE INSTITUIÇÃO DE ENSINO E AUTORIZAÇÃO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS DE EDUCAÇÃO

Leia mais

A FERTILIDADE E A CONCEPÇÃO Introdução ao tema

A FERTILIDADE E A CONCEPÇÃO Introdução ao tema A FERTILIDADE E A CONCEPÇÃO Introdução ao tma O ciclo mnstrual tm a missão d prparar o organismo para consguir uma gravidz com êxito. O 1º dia d mnstruação corrspond ao 1º dia do ciclo mnstrual. Habitualmnt,

Leia mais

Empreendedorismo e Empregabilidade PE04/V01

Empreendedorismo e Empregabilidade PE04/V01 1 APROVAÇÃO DO DOCUMENTO Rsponsávl plo Procsso Validação Função Nom Razão para a nova vrsão Coord. CTCO José Pirs dos Ris Não - vrsão inicial Pró-Prsidnt para a Qualidad João Lal Aprovação Prsidnt IPBja

Leia mais

II Seminário NEPPAS: Caminhos e olhares da agroecologia nos sertões de Pernambuco Normas para envio de trabalho

II Seminário NEPPAS: Caminhos e olhares da agroecologia nos sertões de Pernambuco Normas para envio de trabalho II Sminário NEPPAS: Caminhos olhars da agrocologia nos srtõs d Prnambuco Normas para nvio d trabalho Srra Talhada, 26,27 28 d abril d 2012 Espaço Roda Mundo - Rodas d convrsas, rlatos trocas d xpriência

Leia mais

INEC ESPECIALIZAÇÃO EM : GERÊNCIA CONTÁBIL, FINANCEIRA E AUDITORIA TURMA III. Lins - SP - 2012 2º Dia : 20 de Outubro.

INEC ESPECIALIZAÇÃO EM : GERÊNCIA CONTÁBIL, FINANCEIRA E AUDITORIA TURMA III. Lins - SP - 2012 2º Dia : 20 de Outubro. INEC AUDITRIA Prof. CLAUDECIR PATN ESPECIALIZAÇÃ EM : GERÊNCIA CNTÁBIL, FINANCEIRA E AUDITRIA TURMA III 1 Lins - SP - 2012 2º Dia : 20 utubro. CNTRLE - Concitos; - Auditoria Control Intrno; - Importância

Leia mais

Compiladores Aula Introdutória Compilers: Principles, Techniques and Tools Projeto moderno de compiladores Implementação

Compiladores Aula Introdutória Compilers: Principles, Techniques and Tools Projeto moderno de compiladores Implementação Aprsntação da Disciplina Compiladors Aula Introdutória Prof. Grson Cavalhiro A disciplina Cronograma Avaliação Trabalhos Rgra do jogo Introdução à compilação 1 2 Bibliografia básica Compilrs: Principls,

Leia mais

EC1 - LAB - CIRCÚITOS INTEGRADORES E DIFERENCIADORES

EC1 - LAB - CIRCÚITOS INTEGRADORES E DIFERENCIADORES - - EC - LB - CIRCÚIO INEGRDORE E DIFERENCIDORE Prof: MIMO RGENO CONIDERÇÕE EÓRIC INICII: Imaginmos um circuito composto por uma séri R-C, alimntado por uma tnsão do tipo:. H(t), ainda considrmos qu no

Leia mais

CAPÍTULO 06 ESTUDOS DE FILAS EM INTERSEÇÕES NÃO SEMAFORIZADAS

CAPÍTULO 06 ESTUDOS DE FILAS EM INTERSEÇÕES NÃO SEMAFORIZADAS APÍTULO 06 ESTUDOS DE FILAS EM INTERSEÇÕES NÃO SEMAFORIZADAS As filas m intrsçõs não smaforizadas ocorrm dvido aos movimntos não prioritários. O tmpo ncssário para ralização da manobra dpnd d inúmros fators,

Leia mais

ESTUDO DA CINÉTICA DE SECAGEM DO BAGAÇO DO PEDUNCULO DO CAJU IN NATURA E ENRIQUECIDO, COM APLICAÇÃO DO MODELO DIFUSIONAL DE FICK.

ESTUDO DA CINÉTICA DE SECAGEM DO BAGAÇO DO PEDUNCULO DO CAJU IN NATURA E ENRIQUECIDO, COM APLICAÇÃO DO MODELO DIFUSIONAL DE FICK. ESTUDO DA CINÉTICA DE SECAGEM DO BAGAÇO DO PEDUNCULO DO CAJU IN NATURA E ENRIQUECIDO, COM APLICAÇÃO DO MODELO DIFUSIONAL DE FICK. N. M. RIBEIRO FILHO 1 ; R. C. SANTOS 3 ; O. L. S. d ALSINA ; M. F. D. MEDEIROS

Leia mais

Planificação :: TIC - 8.º Ano :: 15/16

Planificação :: TIC - 8.º Ano :: 15/16 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÃO PEDRO DA COVA Escola Básica d São Pdro da Cova Planificação :: TIC - 8.º Ano :: 5/6.- Exploração d ambints computacionais Criação d um produto original d forma colaborativa

Leia mais

Pragmática intercultural e entoação: os enunciados interrogativos (pedidos) em português e em espanhol

Pragmática intercultural e entoação: os enunciados interrogativos (pedidos) em português e em espanhol Pragmática intrcultural ntoação: os nunciados intrrogativos (pdidos) m português m spanhol Priscila C. Frrira d Sá PG/UFRJ Natalia dos Santos Figuirdo PG/UFRJ Profa. Dra. Lticia Rbollo Couto - UFRJ 1 Introdução

Leia mais

Projeto de Magnéticos

Projeto de Magnéticos rojto d Magnéticos rojto d circuitos magnéticos ltrônicos rojto d Magnéticos 1. ntrodução s caractrísticas idais d um componnt magnético são: rsistência nula, capacitância parasita nula, dnsidad d campo

Leia mais

TÍTULO: ÉTICA CONTÁBIL: UM ESTUDO DE CASO EM ESCRITÓRIOS DE CONTABILIDADE.

TÍTULO: ÉTICA CONTÁBIL: UM ESTUDO DE CASO EM ESCRITÓRIOS DE CONTABILIDADE. TÍTULO: ÉTICA CONTÁBIL: UM ESTUDO DE CASO EM ESCRITÓRIOS DE CONTABILIDADE. CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: CIÊNCIAS CONTÁBEIS INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI AUTOR(ES):

Leia mais

Planificação das Actividades Eixo I PROPORCIONAR AOS IDOSOS MELHOR QUALIDADE DE VIDA INCLUINDO MEDIDAS DE COMBATE À POBREZA E EXCLUSÃO SOCIAL

Planificação das Actividades Eixo I PROPORCIONAR AOS IDOSOS MELHOR QUALIDADE DE VIDA INCLUINDO MEDIDAS DE COMBATE À POBREZA E EXCLUSÃO SOCIAL PLANO DE ACÇÃO O Plano acção é um documnto anual ond s idntificam os projctos intrvnçõs prvistas para cada ano, dvidamnt nquadradas nas stratégias dfinidas m Plano d Dsnvolvimnto Social. No sgundo PDS,

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DIAMÉTRICA DE Araucaria angustifolia (Bert.) O. Ktze. EM UM FRAGMENTO DE FLORESTA OMBRÓFILA MISTA

DISTRIBUIÇÃO DIAMÉTRICA DE Araucaria angustifolia (Bert.) O. Ktze. EM UM FRAGMENTO DE FLORESTA OMBRÓFILA MISTA DISTRIBUIÇÃO DIAMÉTRICA DE Araucaria angustifolia (Brt.) O. Ktz. EM UM FRAGMENTO DE FLORESTA OMBRÓFILA MISTA DIAMETER DISTRIBUTION OF Araucaria angustifolia (Brt.) O. Ktz. IN A FRAGMENT OF MIXED OMBROPHYLOUS

Leia mais

Catálogo M2404. PowerTrap. Série GP Série GT. Bomba Mecânica e Purgador Bomba

Catálogo M2404. PowerTrap. Série GP Série GT. Bomba Mecânica e Purgador Bomba Catálogo M404 PowrTrap Mcânica Séri GP Séri GT Rcupração ficaz do Mlhora a ficiência da planta Aumnto da produtividad qualidad dos produtos são, alguns dos bnfícios da drnagm rcupração do, além d rduzir

Leia mais

Tabela 1 - Índice de volume de vendas no comércio varejista (Número índice)

Tabela 1 - Índice de volume de vendas no comércio varejista (Número índice) PESQUISA MENSAL DO COMÉRCIO JULHO DE 2012 A psquisa mnsal do comércio, ralizada plo IBGE, rgistrou um crscimnto positivo d 1,36% no comparativo com o mês d julho d 2012 para o volum d vndas varjista. Podmos

Leia mais

OAB 1ª FASE RETA FINAL Disciplina: Direito Administrativo MATERIAL DE APOIO

OAB 1ª FASE RETA FINAL Disciplina: Direito Administrativo MATERIAL DE APOIO I. PRINCÍPIOS: 1. Suprmacia do Intrss Público sobr o Particular Em sndo a finalidad única do Estado o bm comum, m um vntual confronto ntr um intrss individual o intrss coltivo dv prvalcr o sgundo. 2. Indisponibilidad

Leia mais

Experimente. espacoprofessor.pt. espacoprofessor.pt. Manual. Manual. e-manual. e-manual

Experimente. espacoprofessor.pt. espacoprofessor.pt. Manual. Manual. e-manual. e-manual Química Química A A Química 0. ano Química 0. ano Manual Manual Cadrno Laboratório + Guia Cadrno dd Laboratório + Guia dodo (ofrta aluno) (ofrta ao ao aluno) À Prova Exam À Prova dd Exam Cadrno Atividads

Leia mais

Aplicação de mapa conceitual para identificação de diagnósticos de enfermagem

Aplicação de mapa conceitual para identificação de diagnósticos de enfermagem RELATO DE EXPERIÊNCIA Aplicação d mapa concitual para idntificação d diagnósticos d nfrmagm Application of concpt map for th idntification of nursing diagnosis Aplicación dl mapa concptual para idntificación

Leia mais

EDITAL N.º 24/2016 EDITAL PROCESSO SELETIVO ESPECÍFICO PARA INGRESSO DE FRONTEIRIÇOS 2016

EDITAL N.º 24/2016 EDITAL PROCESSO SELETIVO ESPECÍFICO PARA INGRESSO DE FRONTEIRIÇOS 2016 EDITAL N.º 24/2016 EDITAL PROCESSO SELETIVO ESPECÍFICO PARA INGRESSO DE FRONTEIRIÇOS 2016 O REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA, no uso d suas atribuiçõs lgais statutárias, torna público st Edital

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO MODELO PRESSÃO, ESTADO E RESPOSTA (PER) NO PARQUE MUNICIPAL DA AGUA VERMELHA JOÃO CÂNCIO PEREIRA SOROCABA-SP

UTILIZAÇÃO DO MODELO PRESSÃO, ESTADO E RESPOSTA (PER) NO PARQUE MUNICIPAL DA AGUA VERMELHA JOÃO CÂNCIO PEREIRA SOROCABA-SP Goiânia/GO 19 a /11/01 UTILIZAÇÃO DO MODELO PRESSÃO, ESTADO E RESPOSTA (PER) NO PARQUE MUNICIPAL DA AGUA VERMELHA JOÃO CÂNCIO PEREIRA SOROCABA-SP Admilson Irio Ribiro, Univrsidad Estadual Paulista Júlio

Leia mais

MATRIZ DE REFERÊNCIA PARA AVALIAÇÃO EM MATEMÁTICA AVALIA BH 1º, 2º E 3º CICLOS DO ENSINO FUNDAMENTAL

MATRIZ DE REFERÊNCIA PARA AVALIAÇÃO EM MATEMÁTICA AVALIA BH 1º, 2º E 3º CICLOS DO ENSINO FUNDAMENTAL MATRIZ DE REFERÊNCIA PARA EM MATEMÁTICA AVALIA BH 1º, 2º E 3º CICLOS DO ENSINO FUNDAMENTAL Na ralização d uma avaliação ducacional m larga scala, é ncssário qu os objtivos da avaliação as habilidads comptências

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS E ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA NA REGIÃO DE LONDRINA: DESAFIOS PARA SUA IMPLEMENTAÇÃO

POLÍTICAS PÚBLICAS E ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA NA REGIÃO DE LONDRINA: DESAFIOS PARA SUA IMPLEMENTAÇÃO Congrsso Intrnacional d Profssors d Línguas Oficiais do MERCOSUL POLÍTICAS PÚBLICAS E ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA NA REGIÃO DE LONDRINA: DESAFIOS PARA SUA IMPLEMENTAÇÃO Catya Marqus Agostinho

Leia mais

Planificação :: TIC - 7.º Ano :: 15/16

Planificação :: TIC - 7.º Ano :: 15/16 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÃO PEDRO DA COVA Escola Básica d São Pdro da Cova Planificação :: TIC - 7.º Ano :: 15/16 1.- A Informação, o conhcimnto o mundo das tcnologias A volução das tcnologias d informação

Leia mais

QUE ESPANHOL É ESSE? Mariano Jeferson Teixeira (Grad /UEPG) Valeska Gracioso Carlos (UEPG)

QUE ESPANHOL É ESSE? Mariano Jeferson Teixeira (Grad /UEPG) Valeska Gracioso Carlos (UEPG) Congrsso Intrnacional d Profssors d Línguas Oficiais do MERCOSUL QUE ESPANHOL É ESSE? Mariano Jfrson Tixira (Grad /UEPG) Valska Gracioso Carlos (UEPG) 1. Introdução Graças á rgulamntaçõs impostas por acordos

Leia mais

- SEEC UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - UERN

- SEEC UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - UERN Govrno do Estado do Rio Grand do Nort Scrtariado d Estado da Educação Cultura - SEEC UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - UERN Pró-Ritoria d Psquisa Pós-Graduação PROPEG Dpartamnto d Psquisa

Leia mais

DELIBERAÇÃO N.º 793/2012

DELIBERAÇÃO N.º 793/2012 DELIBERAÇÃO N.º 793/2012 Parágrafo único Nos casos m qu o afastamnto s stndr por tmpo suprior ao prvisto, dsd qu autorizada sua prorrogação, fará jus, às diárias corrspondnts ao príodo prorrogado. Art.

Leia mais

PREÇO FUTURO DO CAFÉ ARÁBICA: UMA ANÁLISE DE VOLATILIDADE E ASSIMETRIA NAS BOLSAS BRASILEIRA E NORTE- AMERICANA

PREÇO FUTURO DO CAFÉ ARÁBICA: UMA ANÁLISE DE VOLATILIDADE E ASSIMETRIA NAS BOLSAS BRASILEIRA E NORTE- AMERICANA PREÇO FUTURO DO CAFÉ ARÁBICA: UMA ANÁLISE DE VOLATILIDADE E ASSIMETRIA NAS BOLSAS BRASILEIRA E NORTE- AMERICANA CARLOS ANDRÉ DA SILVA MÜLLER; LEONARDO BORNACKI DE MATTOS; FRANCISCO CARLOS DA CUNHA CASSUCE.

Leia mais

Módulo II Resistores, Capacitores e Circuitos

Módulo II Resistores, Capacitores e Circuitos Módulo laudia gina ampos d arvalho Módulo sistors, apacitors ircuitos sistência Elétrica () sistors: sistor é o condutor qu transforma nrgia létrica m calor. omo o rsistor é um condutor d létrons, xistm

Leia mais

Planejamento de capacidade

Planejamento de capacidade Administração da Produção Opraçõs II Planjamnto d capacidad Planjamnto d capacidad Planjamnto d capacidad é uma atividad crítica dsnvolvida parallamnt ao planjamnto d matriais a) Capacidad insuficint lva

Leia mais

A distribuição Beta apresenta

A distribuição Beta apresenta Prof. Lorí Viali, Dr. viali@pucrs.br http://www.pucrs.br/famat/viali/ Bta Cauchy Erlang Exponncial F (Sndkor) Gama Gumbl Laplac Logística Lognormal Normal Parto Qui-quadrado - χ Studnt - t Uniform Wibull

Leia mais

Prefeito Tatu e vereadores vão a São Paulo em busca de Cursos Profissionalizantes para Maracaí

Prefeito Tatu e vereadores vão a São Paulo em busca de Cursos Profissionalizantes para Maracaí 01 Prfito Tatu vradors vão a São Paulo m busca d Cursos Profissionalizants para Maracaí Ontm (06/03) o prfito Eduardo Corra Sotana (Tatu), o Dputado Estadual Mauro Bragato, os vradors Edivaldo Rodrigus

Leia mais

2 o CONGRESSO BRASILEIRO DE P&D EM PETRÓLEO & GÁS

2 o CONGRESSO BRASILEIRO DE P&D EM PETRÓLEO & GÁS 2 o CONGRESSO BRASILEIRO DE P&D EM PETRÓLEO & GÁS DETERMINAÇÃO E ESTIMAÇÃO DAS VARIÁVEIS DE DECISÃO, NA CONVERSÃO DE VEÍCULOS DE PEQUENO PORTE PARA GÁS NATURAL, UTILIZANDO A TÉCNICA DE PREFERÊNCIA DECLARADA

Leia mais

Departamento de Engenharia Elétrica CONTROLE DIGITAL

Departamento de Engenharia Elétrica CONTROLE DIGITAL Dpartamnto d Engnharia Elétrica CONTROLE DIGITAL PROF. DR. EDVALDO ASSUNÇÃO Univrsidad Estadual Paulista UNESP Faculdad d Engnharia d Ilha Soltira FEIS Dpartamnto d Engnharia Elétrica DEE -03- Sumário

Leia mais

PLANO DE ENSINO. DISCIPLINA: Topografia Básica e Planimetria CÓDIGO: AG-43 TURMA: 2013

PLANO DE ENSINO. DISCIPLINA: Topografia Básica e Planimetria CÓDIGO: AG-43 TURMA: 2013 PLANO DE ENSINO CURSO: Agronomia MODALIDADE: Prsncial DISCIPLINA: Topografia Básica Planimtria CÓDIGO: AG-43 TURMA: 2013 ANO/SEMESTRE/ANO: 2014/4º FASE/SÉRIE: 4º sm. CARGA HORÁRIA: 04 horas (smanal) /

Leia mais

Ministério da Justiça

Ministério da Justiça Nº 193, quinta-fira, 8 d outubro d 2015 1 ISSN 1677-7042 31 I - fatos rlacionados às atividads das socidads sguradoras d capitalização; ntidads abrtas d prvidência complmntar; socidads cooprativas, nas

Leia mais

Período/Série: 5ª a 8ª série Turno: ( ) Matutino ( ) Vespertino ( x ) Noturno

Período/Série: 5ª a 8ª série Turno: ( ) Matutino ( ) Vespertino ( x ) Noturno Pág. 1 Caractrização Curso: PROEJA-FIC ( Curso d Formação Inicial Continuada m Alimntação Intgrado ao Ensino Fundamntal na Modalidad d EJA) Ano/Smstr ltivo: 2011 Príodo/Séri: 5ª a 8ª séri Turno: ( ) Matutino

Leia mais

PERFIL DE SAÍDA DOS ESTUDANTES DA 5ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL, COMPONENTE CURRICULAR MATEMÁTICA

PERFIL DE SAÍDA DOS ESTUDANTES DA 5ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL, COMPONENTE CURRICULAR MATEMÁTICA PERFIL DE SAÍDA DOS ESTUDANTES DA 5ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL, COMPONENTE CURRICULAR MATEMÁTICA CONTEÚDOS EIXO TEMÁTICO COMPETÊNCIAS Sistma d Numração - Litura scrita sistma d numração indo-arábico

Leia mais