Desafios e Oportunidades na Logística Hospitalar. Fernando Andreatta Torelly Diretor Executivo

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1 Desafios e Oportunidades na Logística Hospitalar Fernando Andreatta Torelly Diretor Executivo

2 O Mercado de Saúde Mudou O Brasil viveu anos de desenvolvimento econômico; Este desenvolvimento gerou melhoria nas condições sociais da população; O número de beneficiários de planos de saúde chegou a 50 milhões de brasileiros; O Mercado da saúde tornou-se atrativo ao capital internacional; A legislação mudou; O Ambiente concorrencial mudou e mudará ainda mais; Os modelos de gestão devem mudar.

3 Oportunidades Competição x Colaboração; Competir na qualidade do atendimento ao paciente; Colaborar no fortalecimento de melhores praticasgestão da clínica; Colaborar nas atividades que não geram diferencial competitivo; Formação de grupos de compras e serviços compartilhados; Motivação para o fortalecimento das praticas de gestão;

4 Oportunidades Formação de novas alianças estratégicas; Integração de Hospitais com perfis semelhantes em projetos que gerem maior poder de negociação com fornecedores e compradores; Ampliação das redes hospitalares com finalidade lucrativa; Criação de redes de hospitais sem finalidade lucrativa: Rede Brasil

5 Ameaças Não entender o que esta acontecendo; Competição global: Mudou o mapa da concorrência; Continuar fazendo a gestão sem entender as mudanças do cenário competitivo; Para assegurar a manutenção dos ganhos os fornecedores tenderão a transferir perdas de margens para os Hospitais com menor poder de negociação; Os pequenos serão mais pequenos;

6

7 Com a Mudança do Modelo Médico Assistencial a Logística em Saúde Consolidou-se como Tema Estratégico para Sustentabilidade dos Hospitais

8

9 Mudanças no Modelo Médico Assistencial Medicina baseada em Valor; Desfecho clínico; Procedimentos Gerenciados; Protocolos Médicos; Pacotes Privados; Diárias compactadas.

10 Desafios e Oportunidades Fortalecimento do relacionamento direto com os fabricantes; Revisão do papel dos operadores logísticos; Ampliação dos processos de compras conjuntas entre Hospitais; Estabelecer novas formar de relacionamento com fornecedores monopolistas cirurgia robótica;

11 Desafios e Oportunidades Automação do processo de logística interna (robótica); Checagem na beira do leito como fator critico de segurança do paciente; Integração efetiva da área comercial com suprimentos visando negociações com operadoras e formação de novos produtos (pacotes);

12 Farmácia Central Antes Depois

13 Antes Locais de Estoque Unidades de Internação Depois

14

15 Desafios e Oportunidades Fortalecer os comitês de padronização de novos materiais e medicamentos; Buscar novos produtos ampliando a competição; Implementar metodologias para incorporação de novas tecnologias; Buscar novas formas de relacionamento comercial-pagamento por uso.

16 Desafios e Oportunidades Estruturar tabelas de preços de referência para Órteses e Prótese; Definir alçadas de decisão para autorização de compra para itens estratégicos; Ação constante das operadoras visando modificar as regras de remuneração de materiais e medicamentos; Migrar margens de materiais e medicamentos para diárias e taxas.

17 Relato de Experiência Relacionamento com a UNIMED Porto Alegre

18 Vigência 01/04/2012; Adequação da cobrança de medicamentos de uso restrito a hospitais e clínicas (de acordo com as Resoluções nº 3 CMED e nº 241 ANS); O que prevê o novo modelo? Criação de tabela de referência de medicamentos de uso restrito hospitalar(desvinculada do Brasíndice) com reajuste semestral automático pelo INPC; Recomposição de valores das diárias e taxas com incorporação de dietas e gasoterapia nas taxas globais; Aplicação do reajuste semestral de diárias e taxas de forma automática;

19 O que muda? MEDICAMENTOS Medicamentos de Uso Restrito: tabela referenciada pelo Preço Fábrica do Brasíndice 743 com descontos acordados, migrando parte da margem para diárias e taxas. Reajuste semestral pelo INPC. Medicamentos (Não restrito): Retomada das atualizações periódicas do Brasíndice. DIETAS GASOTERAPIA Incorporação em Diárias e taxas: apenas da dieta, os demais insumos envolvidos para o consumo permanecem de forma aberta. IMPORTANTE: não ocorrerão modificações na forma de lançamento, sistema possui regra para incorporação automática do insumo na global. Incorporação em Diárias e taxas: apenas da dieta, os demais insumos envolvidos para o consumo permanecem de forma aberta. IMPORTANTE: não ocorreram modificações na forma de lançamento, sistema possui regra para incorporação automática do insumo na global. Incorporação em Diárias e taxas: apenas dos gases, os demais insumos envolvidos para o consumo permanecem de forma aberta. IMPORTANTE: não ocorrerá modificações na forma de lançamento, sistema possui regra para incorporação automática do insumo na global. Incorporação em Diárias e taxas: apenas dos gases, os demais insumos envolvidos para o consumo permanecem de forma aberta. IMPORTANTE: não ocorreram modificações na forma de lançamento, sistema possui regra para incorporação automática do insumo na global.

20 Implementações Reajuste semestral de diárias e taxas com indexador definido; Processo de Compra de OPME; Definição de Orçamento mensal; Fluxo de Caixa previsível; Criação da Banda; Quitação trimestral de glosas;

21 A instituição

22 Nossa Instituição 451 Leitos Operacionais 119 Leitos Unidade Crítica Internações/mês 27 Salas Cirúrgicas Cirurgias/mês Colaboradores Médicos Atendimentos/mês Pronto-Atendimento 355 mil Exames Laboratoriais/mês 36 mil Exames de Imagem/mês Dados 2015

23 Unidades em São Paulo (SP) Complexo Hospitalar da Bela Vista

24 Unidades em São Paulo (SP) Unidade Itaim

25 Unidades em São Paulo (SP) Unidade Jardins

26 Unidades em Brasília (DF) Unidade Oncológica Asa Sul Unidade Oncológica Lago Sul Centro de Diagnóstico e Imagem Asa Sul Previsão de abertura em 2016

27 Modelo de Organização: Parcerias com o Poder Público Gestão de Serviços Estaduais Hospital Geral do Grajaú Serviço de Reabilitação Lucy Montoro de Mogi Mirim Hospital Regional de Jundiaí Ambulatório Médico de Especialidades Maria Cristina Cury

28 Sustentabilidade CAGR: 15,4% Receita líquida (R$ / 1.000) Evolução da receita líquida (2010 a 2015) base contábil

29 Obrigado.

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