FAC. 01 MANUTENÇÃO E INFRAESTRUTURA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FAC. 01 MANUTENÇÃO E INFRAESTRUTURA"

Transcrição

1 1 de 26 MANUTENÇÃO E INFRAESTRUTURA MACROPROCESSO INFRAESTRUTURA PROCESSO MANUTENÇÃO E INFRAESTRUTURA MANUTENÇÃO E INFRAESTRUTURA 1. OBJETIVO ABRANGÊNCIA DOCUMENTOS RELACIONADOS PROCEDIMENTOS DEFINIÇÃO DO SERVIÇO E SUA ABRANGÊNCIA MANUTENÇÃO PREVENTIVA MANUTENÇÃO PREDIAL VERIFICAÇÃO DA ILUMINAÇÃO VISTORIA CONTRATADA MANUTENÇÃO CORRETIVA FINALIZAÇÃO DAS ORDENS DE SERVIÇO PROCEDIMENTOS DOS BOMBEIROS EXTINTORES, HIDRANTES E MANGUEIRAS SISTEMA DE DETECÇÃO DE FUMAÇA E ALARME DE INCÊNDIO DOCUMENTOS OFICIAIS REGISTROS HISTÓRICO DO DOCUMENTO ANEXOS MAPA DE PLANEJAMENTO ORDEM DE SERVIÇO PREVENTIVA LISTA DE VERIFICAÇÃO DA MANUTENÇÃO PREDIAL ORDEM DE SERVIÇO CORRETIVA PLANILHA CHECK LIST - ILUMINAÇÃO O.S MANUAL CRONOGRAMA ANUAL DE INSPEÇÕES TÉCNICAS INVENTÁRIOS DOS ELEMENTOS OBJETO DO CONTRATO RELATÓRIO DO SISTEMA DE DETECÇÃO DE FUMAÇÃO E ALARMES DE INCÊNDIO FLUXOGRAMA DO PROCESSO Elaboração Análise Crítica e Aprovação Distribuição CONSUELO LIMA ASSESSORIA DE PROCESSOS ANTONIO CARLOS BORGES DIRETORIA EXECUTIVA BIBLIOTECA LINK E INTRANET 1

2 2 de OBJETIVO Este documento tem por finalidade estabelecer um sistema para a manutenção da infraestrutura dos processos que influenciam na qualidade dos produtos e serviços integrantes do SGQ da FecomercioSP. 2. ABRANGÊNCIA Toda a estrutura da FecomercioSP. 3. DOCUMENTOS RELACIONADOS SUP. 01 Aquisição SUP. 02 Seleção, Avaliação e Reavaliação de Fornecedores 4. PROCEDIMENTOS 4.1 Definição do Serviço e sua Abrangência Para aplicação deste procedimento, valem os conceitos e definições descritos a seguir: Infraestrutura: recursos materiais necessários para que os processos do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) atinjam os resultados planejados. Tais requisitos incluem, mas não se limitam, ao 2

3 3 de 26 próprio edifício da FecomercioSP, espaço de trabalho dos colaboradores e instalações associadas, equipamentos, softwares e serviços de apoio (tais como comunicação). Inspeções e Manutenção Preventiva: aplicam-se aos requisitos de infraestrutura que ao apresentarem falhas podem comprometer, com grande ou razoável probabilidade, o desempenho esperado do SGQ, ou seja, conformidade com os requisitos dos produtos e serviços da entidade. A essência da Manutenção Preventiva é a verificação do equipamento para prevenir danos ao equipamento e aos colaboradores. Manutenção Corretiva: aplicam-se aos requisitos de infraestrutura que ao apresentarem falhas podem comprometer, com pequena ou mínima probabilidade, o desempenho esperado do SGQ, ou seja, a conformidade com os requisitos dos produtos e serviços da entidade. Neste caso, deve-se considerar as redundâncias existentes para o requisito sob análise. A Manutenção Corretiva é a manutenção efetuada após a ocorrência de uma pane, destinada a recolocar um item em condições de executar uma função requerida. Para o planejamento, controle e registro dos dados pertinentes a uma manutenção preventiva e/ou corretiva adotada, a FecomercioSP, representada pela Unidade de Facilities da área de Administração, utiliza-se de um sistema específico denominado SSA Astrein. Todos os itens da infraestrutura que recebem manutenção estão inseridos neste sistema e identificados como pertencentes ao SGQ da FecomercioSP diferenciando-os dos demais itens cadastrados. 4.2 Manutenção Preventiva 3

4 4 de 26 Quando se tratar de uma manutenção preventiva, é responsabilidade do contato principal da Unidade Facilities elaborar, em sistema, o mapa de planejamento das ações (vide anexo 1) de acordo com a periodicidade (semanal, quinzenal, mensal, bimestral, trimestral, anual ou outros) em que essas ações precisam ser realizadas. Desta forma, é aberta uma ordem de serviço preventiva (vide anexo 2) através do sistema para garantir o seu acompanhamento no período pertinente, sendo necessária a execução do serviço dentro do mês vigente, na qual é preciso conter todos os itens a serem verificados durante a manutenção. Com base nas ordens de serviço geradas no sistema o colaborador designado pelo contato principal deve encaminha-las ao seu executor direto da Unidade Facilities para que as mesmas sejam cumpridas. A ordem de serviço preventiva é acompanhada pelo sistema e o laudo referente à mesma é o que evidencia que o serviço foi realizado. Quando a execução da manutenção preventiva é de responsabilidade de uma empresa terceirizada, a ordem de serviço também é gerada para que um colaborador acompanhe o terceiro, conforme a necessidade. Nos casos de empresas já contratadas, cabe ao colaborador designado pelo contato principal da Unidade Facilities solicitar a programação de serviço deste fornecedor e acionar a empresa competente próximo ao dia da realização do serviço. Após a execução do serviço pelo fornecedor o colaborador que o acompanha deve receber o relatório do serviço executado a fim de que possa comparar as informações entre o programado e o executado, fazendo anotações no próprio relatório e notificar em caso de não cumprimento da programação planejada anteriormente. Dependendo do caso, ajustes no relatório serão necessários 4

5 5 de 26 ou até mesmo uma nova realização do serviço. Informações como estas devem constar na ordem de serviço aberta para o devido registro em sistema. Em outros casos, havendo a necessidade de contratar uma empresa para que exerça um serviço de manutenção preventiva, o colaborador designado pelo contato principal da Unidade Facilities deve solicitar a contratação do serviço específico à Unidade de Suprimentos através do procedimento operacional SUP. 01 Aquisição. A avaliação da prestação do serviço por fornecedores externos deve respeitar o procedimento operacional SUP. 02 Seleção, Avaliação e Reavaliação de Fornecedores. É importante destacar que para alguns serviços, além da programação do serviço e dos relatórios habituais dos fornecedores há a necessidade de receber um laudo técnico atestando as perfeitas condições do equipamento verificado, entre outros documentos pertinentes. Todos os documentos devem ser arquivados pela Unidade de Facilities e sua existência referenciada no próprio sistema. Em se tratando da manutenção preventiva dos extintores, cabe aos bombeiros da FecomercioSP realizar periodicamente uma vistoria para verificação e identificação da necessidade de haver substituição e recarga dos mesmos, fazendo os devidos registros em planilha específica. A planilha devidamente preenchida deve ser encaminhada para o responsável da Unidade Facilities ou colaborador designado para que sejam tomadas as providências necessárias Manutenção Predial É uma prática adotada pela FecomercioSP a realização de vistorias semanais executadas por colaborador(es) designado(s) pelo contato principal da Unidade Facilities e acompanhado da empresa responsável pela vistoria contratada, com o objetivo de identificar a necessidade de 5

6 6 de 26 possíveis reparos e consertos. Esta vistoria é baseada na Lista de Verificação da Manutenção Predial (vide anexo 3). As vistorias são realizadas semanalmente, conforme programação abaixo: 1ª semana Ático, 5º e 4º pavimentos; 2ª semana 3º, 2º e 1º pavimento; 3ª semana Térreo, área externa e Subsolos. 4ª semana geração do relatório de OS para análise de indicadores. Obs.: A programação acima descrita poderá ser alterada em função da dinâmica do edifício e caso isso aconteça deverá ser reprogramada para realização posterior. As O.S. s relativas á estes serviços poderão ser abertas na data de realização destas vistorias ou posteriormente. Os reparos ou consertos identificados serão considerados como uma manutenção corretiva e desta forma uma ordem de serviço corretiva (vide anexo 4) será aberta. O mesmo vale para os casos de intervenção de serviços de manutenção preventiva realizados por terceiros, quando houver a identificação de não conformidades Verificação de Iluminação O sistema de iluminação de emergência só é ativado quando há falta de energia no sistema que o mesmo está ligado ou falta de energia geral na rede. Também temos as luminárias das escadas de emergências que trabalham com sensor de presença (que no caso no momento que ela detecta algum movimento ela já é ativada), que no caso de uma possível falta de energia e o gerador não assumir (ligar) elas não acendem por motivo de serem 6

7 7 de 26 ligadas na rede normal e não em um banco de baterias (sobre os bancos de baterias são de extrema necessidade para esta região do prédio). As luminárias de emergência contem uma bateria no interior dela que tem a autonomia de mais ou menos 2 horas ativada se totalmente carregadas, a cada 30 dias temos que desativar elas para descarregar a bateria para elas não viciar (não segurar a carga ). A periodicidade é feita de 3 em 3 meses testando carga equipamento e bateria, detectado alguma anormalidade no sistema é feito uma solicitação para compra do item danificado (ex.: uma bateria para substituição). O registro das lâmpadas queimadas e demais equipamentos de iluminação danificados é feito em planilha específica (vide anexo 7.5). Após a execução deste trabalho, deve-se abrir uma ordem de serviço corretiva para as não conformidades detectadas no monitoramento. No caso de impedimento para a realização desta deverá ser aberto O.S a parte, específica para este, as demais serão geradas uma O.S por dia para os serviços executados ao longo deste Vistoria contratada A empresa contratada acompanhará o colaborador designado pelo contato principal da Unidade de Facilities, na realização das vistorias semanais no edifício com o objetivo de levantar problemas referentes à hidráulica, elétrica, pintura, civil e paisagismo. Ao final de cada mês é feito a análise do relatório de OS s do sistema SSA Astrein e seus indicadores, para identificação de possíveis melhorias no direcionamento da atuação nas áreas. 7

8 8 de 26 Será apresentado o relatório da análise realizada, bem como recomendações e pareceres de assuntos específicos relativos à infraestrutura do edifício, o qual será enviado, geralmente, por e- mail ao contato principal da Unidade de Facilities, até o 5º dia útil de cada mês. 4.3 Manutenção Corretiva Qualquer técnico da manutenção predial, ao identificar a necessidade de reparos ou consertos na estrutura física da FecomercioSP deve registra-los manualmente através do formulário manual de abertura de ordem de serviço (vide anexo 6) e entrega-lo ao colaborador designado pelo contato principal da Unidade Facilities para o devido registro no sistema SSA Astrein. Alguns dos reparos ou consertos identificados podem ser realizados de forma imediata, para outros, é feito um planejamento dos serviços necessários para que haja a execução dos mesmos conforme programação prévia e estes são descritos como solução paliativa na própria OS. Quando os serviços podem ser realizados de forma imediata, após a sua finalização, o técnico competente deve encaminhar suas anotações ao colaborador designado pelo contato principal da Unidade Facilities para o manuseio do sistema para que as ordens de serviços registradas manualmente sejam abertas e fechadas dentro do sistema SSA Astrein. Para os demais casos em que será necessário fazer um planejamento das ações, as ordens de serviço serão abertas e ficarão no aguardo até que o serviço seja executado e a mesma seja finalizada. Quando se trata de manutenção corretiva, é importante destacar que por vezes qualquer colaborador da FecomercioSP pode identificar a necessidade de um reparo ou conserto em algum local da estrutura predial. Quando isto ocorrer, o colaborador em questão deve solicitar à Unidade de Facilities a abertura de uma ordem de serviço informando o tipo de serviço identificado e o local 8

9 9 de 26 da ocorrência. Ao receber tal informação, o colaborador designado pelo contato principal da Unidade Facilities deve abrir uma ordem de serviço via sistema e solicitar que um técnico verifique o problema informado. Havendo a possibilidade ou não de resolver o problema de imediato, o mesmo deve ser feito (quando possível) e informado através da ordem de serviço, para que haja uma programação prévia da realização do serviço, se este for o caso. A Unidade de Facilities deve comunicar a Unidade de Gestão de Patrimônio toda a movimentação (interna ou externa) do bem em questão para que haja o devido registro em sistema pela Unidade de Gestão de Patrimônio, conforme descrito no procedimento operacional FIN. 12 Gestão do Patrimônio. A contratação de fornecedores para a análise do bem e consequente execução do serviço, bem como a troca ou aquisição de um bem é solicitada à Unidade de Suprimentos através do procedimento operacional SUP. 01 Aquisição. 4.4 Finalização das Ordens de Serviço Numa abertura de ordem de serviço, convém destacar que existem campos de caráter obrigatório de preenchimento. Os mesmos possuem travas de modo a assegurar que sejam preenchidos e que a Ordem de Serviço não deixe de ter informações importantes nela registradas. Ao final de cada serviço executado, seja de manutenção preventiva ou corretiva, se faz necessário o fechamento da Ordem de Serviço via sistema, de modo a validar o serviço executado. Se a situação exigir um adiamento da execução do serviço por falta de material, por exemplo, é responsabilidade da Unidade de Facilities realizar uma solicitação de compra através do 9

10 10 de 26 procedimento operacional SUP. 01 Aquisição e aguardar a chegada do material solicitado, reprogramando o serviço para a próxima data disponível. Outros eventuais ajustes também devem ser justificados no próprio sistema. 4.5 Procedimentos dos Bombeiros É de responsabilidade dos bombeiros da FecomercioSP o acompanhamento das visitas técnicas e a conferência mensal de todas as informações provenientes dos relatórios entregues pelas empresas contratadas para manutenções preventivas e corretivas dos extintores, hidrantes, mangueiras e dos sistemas de alarmes contra incêndio. Além disso, os bombeiros devem realizar rondas diárias com inspeções visuais e rápidas dos itens e equipamentos relacionados à prevenção e combate a incêndio para verificar o perfeito funcionamento dos mesmos, tais como: escadas de emergência, escadas rolantes, elevadores, casa de bombas, sala do gerador, portas corta fogo. Cabe ainda aos bombeiros manter prontidão permanente para o atendimento a primeiros socorros. As eventuais intercorrências decorrentes dessas rondas devem ser lançadas, diariamente, em livro ata. Este livro é entregue para a interface da área de Facilities, responsável pelas respectivas ações e providências de correção destes apontamentos, se necessário, através da abertura de ordens de serviço. São realizados também acompanhamentos de todos os pousos e decolagens de aeronaves que utilizam o heliponto da FecomercioSP, conforme programação divulgada previamente. 4.6 Extintores, Hidrantes e Mangueiras 10

11 11 de 26 A FecomercioSP mantém contrato anual com empresa especializada e com registro no Inmetro para as realizações das manutenções preventivas e corretivas dos extintores, hidrantes, mangueiras e demais equipamentos de prevenção e combate a incêndio. Cabe à empresa contratada enviar à área de Facilities um cronograma anual de visitas técnicas mensais, incluindo o plano de inspeção e manutenção dos equipamentos, conforme apresentado no anexo 7. As inspeções dos equipamentos são realizadas de acordo com as normas reguladoras vigentes (NR 23 Proteção Contra Incêndio, Portaria 005 do Inmetro e NBR da ABNT). Após cada inspeção técnica são enviados pela empresa contratada os relatórios com as atividades previstas e realizadas naquele período, nos quais também é apresentado o inventário dos elementos objeto do contrato (vide anexo 8). 4.7 Sistema de detecção de fumaça e alarme de incêndio O sistema de detecção de fumaça e alarme de incêndio é mantido por empresa especializada através de um contrato anual de prestação de serviços. Mensalmente, são realizadas visitas na edificação para a realização de inspeção visual e testes periódicos de todo o sistema, seguindo as recomendações das normas vigentes. Entre os serviços destacam-se a inspeção visual dos equipamentos de campo, identificação de obstruções, sinalizações, funcionamento e limpeza dos mesmos. Qualquer anomalia encontrada em campo é apontada em relatório para que as providências sejam tomadas no sentido de eliminar e corrigir tal anomalia. 11

12 12 de 26 Os técnicos da empresa prestadora de serviços estão disponíveis em situações de emergência para chamados técnicos com suporte telefônico, e nos casos mais extremos, uma visita ao local pode ser realizada em até 24 horas a contar do momento da abertura do chamado técnico. Todos os serviços prestados são registrados em relatório específico (vide anexo 9) e mantidos arquivados para futuras consultas, se necessário. 4.8 Documentações Oficiais Os documentos oficiais, plantas, laudos dentre outros documentos específicos relacionados ou não diretamente à área de Facilities ficam sob o controle da Secretaria. A área de Facilities é responsável somente pela guarda e controle das cópias dos contratos e documentos relacionados aos seus fornecedores diretos. 5. REGISTROS Identificação Armazenamento Proteção Recuperação Tempo de Retenção Cópia de Segurança Descarte Ordem de Serviço Programação de Serviço, Relatórios, Laudos e outros documentos de terceiros SSA Astrein Físico: Pasta Suspensa Acesso restrito Conforme indexação do software Permanente Sim Não Aplicável Acesso restrito Por assunto 5 anos Não Arquivo morto 12

13 13 de 26 Planilha Check List Iluminação / Lista de Verificação da Manutenção Eletrônico: Diretório específico da área Acesso restrito Tipo de Serviço/Ano Anual/Mensal Sim Deletar Predial Mapa de Planejamento SSA Astrein Acesso restrito Por nome do arquivo Permanente Sim Não Aplicável Formulário Manual de Abertura de Ordem de Serviço Pasta física: Ordens de Serviços para registro em sistema Acesso restrito Tipo de Serviço ou Data 3 meses Não Descartar Relatório de vistoria mensal (vistoria contratada) Eletrônico: Diretório específico da área Acesso restrito Tipo de Serviço/Data Permanente Sim Deletar Planilha dos Extintores Pasta Suspensa Acesso restrito Tipo de Serviço/Data 6 meses Sim Arquivo morto Cronograma anual de inspeções técnicas e Inventário dos elementos objeto Pasta Suspensa em armário FAC. 002 Acesso restrito à área Por indexação do arquivo Permanente Não Não aplicável do contrato (inspeção técnica) 13

14 14 de 26 Relatório do sistema de detecção de fumaça e alarme Pasta Suspensa em armário FAC. 004 Acesso restrito à área Por indexação do arquivo Permanente Não Não aplicável de incêndio Correspondência recebida Protocolo Único Pasta Suspensa Acesso restrito Por assunto / Por ano 5 anos Não Arquivo morto 6. HISTÓRICO DO DOCUMENTO Versão Data Comentários /09/2013 Edição Inicial 1. Alteração de definição da essência de Manutenção /11/ /11/2013 Preventiva e, 2. Detalhamento sobre a ordem de serviço e laudo técnico do prestação de serviço. 1. Inserção da flexibilidade para o acompanhamento ou não de serviços realizados por terceiros; 2. Inserção de prazo máximo para feedback do relatório da vistoria contratada e, 3. Inserção do mecanismo para validação das OS de empresas contratadas e, 14

15 15 de Inserção da utilização da planilha de vistoria dos extintores e referência na tabela de registros 1. Item 4.2.1: Alteração da periodicidade das vistorias para semanais; 2. Item 4.2.1: exclusão de parágrafo sobre o registro mensal das vistorias anteriormente diárias; 3. Alteração do mecanismo de trabalho da vistoria contratada; 4. Exclusão da planilha de feedback à empresa contratada /08/2014 pelas vistorias; 5. Atualização de anexos; 6. Alteração de nomenclatura do Check List de Lâmpadas para Check List de Iluminação, 7. Inclusão do item 4.3.1, 8. Inserção de informação sobre as soluções paliativas durante a manutenção corretiva e, 9. Inserção do item /11/ Inclusão dos itens 4.5 a /01/ Alteração no item das vistorias realizadas duas vezes por semana para apenas semanalmente. 15

16 16 de ANEXOS 7.1 Mapa de Planejamento 16

17 17 de Ordem de Serviço Preventiva 17

18 18 de Lista de Verificação da Manutenção Predial 18

19 19 de Ordem de Serviço Corretiva 19

20 20 de Planilha Check List - Iluminação ANDAR SETOR OBSERVAÇÃO OS DATA HORA DE INICIO HORA DE TERMINO EXECUTANTE: 20

21 21 de O.S MANUAL 21

22 22 de Cronograma Anual de Inspeções Técnicas 22

23 23 de Inventário dos Elementos Objeto do C ontrato Extintores, Hidrantes, Mangueiras, Equipamentos de Prevenção e Combate a Incêndio 23

24 24 de Relatório do Sistema de Detecção de Fumaça e Alarme de Incêndio 24

25 ADMINISTRAÇÃO FACILITIES ÁREA Gestor: 25 de Fluxograma do Processo P1 Manutenção e Infraestrutura FECOMERCIO SP Início P1 SP1 - Manutenção Preventiva T1 Identificar a necessidade de reparo ou conserto em algum local da estrutura predial T2 Colaborador técnico designado / T2 T1 Empresa contratada: Realizar vistorias semanais com base na Lista de Verificação da Manutenção predial / Realizar vistorias mensais T2 Empresa contratada: Elaborar relatório de vistoria T3 Contato principal da Unidade: Analisar relatório Priorizar pendências T4 Contato principal da Unidade: Elaborar, em sistema, mapa de planejamento das ações Realizar planejamento da manutenção Reparo ou conserto identificado? N Fim Parcial T16 Colaborador designado: Solicitar nova execução do serviço ou elaboração de documentos N Relatório e demais documentos aprovados? S S T18 Colaborador técnico designado: Identificar necessidade de reparo ou conserto T19 Refere-se a iluminação? S N T8 Colaborador designado: Gerar ordem de serviço (OS) preventiva através do sistema Execução por empresa terceirizada? N S Empresa já contratada? N S T10 Colaborador designado: Consultar a programação de serviço do fornecedor enviada anteriormente T11 Colaborador designado: Acionar fornecedor próximo ao dia da realização do serviço T15 Colaborador designado: Receber laudo técnico e outros documentos que atestam o serviço, se necessário Arquivar documentos T9 T12 T13 Colaborador designado: Colaborador designado: Colaborador designado: Encaminhar OS ao Solicitar a contratação do Solicitar acompanhamento executor direto da área de serviço específico através para colaborador com Facilities do procedimento SUP conhecimento técnico Aquisição + T14 Colaborador designado: Receber relatório técnico do fornecedor Comparar as informações entre o programado e o executado T17 Colaborador designado: Referenciar documentos e demais informações na OS em sistema Arquivar documentos Fechar OS em sistema FIM T5 Interface: Realizar verificação de iluminação T6 Colaborador técnico designado: Realizar verificação uma vez por mês em cada setor Peças danificadas? N S Há material em estoque? S N T7 Colaborador designado: Iniciar procedimento operacional SUP Aquisição + T22 T9 Interface: Alimentar e analisar planilha específica 25

26 ADMINISTRAÇÃO FACILITIES ÁREA Gestor: 26 de 26 P1 Manutenção e Infraestrutura FECOMERCIO SP SP2 - Manutenção Corretiva T2 T2 Interface ou colaborador: Solicitar a abertura de uma OS T19 T19 Colaborador designado: Registrar OS em formulário manual ou sistema Há material em estoque? N S T22 Colaborador técnico designado: Realizar reparo ou conserto Preencher OS com as informações pertinentes ao serviço realizado T23 Colaborador técnico designado: Solicitar registro em sistema T20 Colaborador designado: Iniciar procedimento operacional SUP Aquisição + T21 Colaborador designado: Encaminhar formulário manual preenchido Solicitar registro em sistema da programação prévia da OS T24 Colaborador designado: Gerar OS em sistema, se for o caso Alimentar e analisar planilhas específicas, quando for o caso T25 Colaborador designado: Fechar OS em sistema, incluindo informações documentos, quando apropriado FIM 26

PROC. 02 CONTROLE DE DOCUMENTOS

PROC. 02 CONTROLE DE DOCUMENTOS 1 de 15 msgq CONTROLE DE DOCUMENTOS MACROPROCESSO GESTÃO DE PROCESSOS PROCESSO CONTROLE DE DOCUMENTOS CONTROLE DE DOCUMENTOS 1. OBJETIVO... 2 2. ABRANGÊNCIA... 2 3. DOCUMENTOS RELACIONADOS... 2 4. PROCEDIMENTOS...

Leia mais

Nº Versão/Data: Validade: 2.0 22/10/2014 OUTUBRO/2015 SA. 05 EXPEDIÇÃO MACROPROCESSO ADMINISTRATIVO PROCESSO EXPEDIÇÃO

Nº Versão/Data: Validade: 2.0 22/10/2014 OUTUBRO/2015 SA. 05 EXPEDIÇÃO MACROPROCESSO ADMINISTRATIVO PROCESSO EXPEDIÇÃO 1 de 10 EXPEDIÇÃO MACROPROCESSO ADMINISTRATIVO PROCESSO EXPEDIÇÃO EXPEDIÇÃO 1. OBJETIVO... 2 2. ABRANGÊNCIA... 2 3. DOCUMENTOS RELACIONADOS... 2 4. PROCEDIMENTOS... 2 4.1 DEFINIÇÃO DO SERVIÇO E SUA ABRANGÊNCIA...

Leia mais

PES. 01 TREINAMENTO E INTEGRAÇÃO

PES. 01 TREINAMENTO E INTEGRAÇÃO 1 de 21 6 TREINAMENTO E INTEGRAÇÃO MACROPROCESSO GESTÃO DE PESSOAS PROCESSO TREINAMENTO E INTEGRAÇÃO TREINAMENTO E INTEGRAÇÃO 1. OBJETIVO... 2 2. ABRANGÊNCIA... 2 3. DOCUMENTOS RELACIONADOS... 2 4. PROCEDIMENTOS...

Leia mais

Nº Versão/Data: Validade: 1.0 01/10/2014 OUTUBRO/2015 FIN. 07 - BORDERÔS MACROPROCESSO FINANCEIRO PROCESSO CONTAS A PAGAR

Nº Versão/Data: Validade: 1.0 01/10/2014 OUTUBRO/2015 FIN. 07 - BORDERÔS MACROPROCESSO FINANCEIRO PROCESSO CONTAS A PAGAR 1 de 7 msgq - BORDERÔS MACROPROCESSO FINANCEIRO PROCESSO CONTAS A PAGAR BORDERÔS 1. OBJETIVO... 2 2. ABRANGÊNCIA... 2 3. DOCUMENTOS RELACIONADOS... 2 4. PROCEDIMENTOS... 2 4.1 DEFINIÇÃO DO SERVIÇO E SUA

Leia mais

3. Documentos de referência -----

3. Documentos de referência ----- Sumário 1. Objetivo 2. Envolvidos 3. Documentos de referência 4. Definições e codificações 5. Ciclo do processo 6. Fluxograma 7. Sistemática 8. Lista das Atividades e das responsabilidades 9. Arquivos

Leia mais

Nº Versão/Data: Validade: 1.0 01/10/2014 OUTUBRO/2014 SA. 04 - MOTOBOY MACROPROCESSO ADMINISTRATIVO PROCESSO MOTOBOY

Nº Versão/Data: Validade: 1.0 01/10/2014 OUTUBRO/2014 SA. 04 - MOTOBOY MACROPROCESSO ADMINISTRATIVO PROCESSO MOTOBOY 1 de 10 msgq - MOTOBOY MACROPROCESSO ADMINISTRATIVO PROCESSO MOTOBOY - MOTOBOY 1. OBJETIVO... 2 2. ABRANGÊNCIA... 2 3. DOCUMENTOS RELACIONADOS... 2 4. PROCEDIMENTOS... 2 4.1 DEFINIÇÃO DO SERVIÇO E SUA

Leia mais

Apólice de Seguros Incêndio (Revisão das Coberturas)

Apólice de Seguros Incêndio (Revisão das Coberturas) Tabela de e Prazos de Manutenção Item Apólice de s Incêndio (Revisão das Coberturas) Revisar Condições e Importâncias Seguradas. arts. 1.346 e 1348, IX, do Código Civil e art. 13, parágrafo único da Lei

Leia mais

SA. 02 GERENCIAMENTO DE CADASTRO MACROPROCESSO ADMINISTRATIVO PROCESSO GERENCIAMENTO DE CADASTRO

SA. 02 GERENCIAMENTO DE CADASTRO MACROPROCESSO ADMINISTRATIVO PROCESSO GERENCIAMENTO DE CADASTRO 1 de 17 GERENCIAMENTO DE CADASTRO MACROPROCESSO ADMINISTRATIVO PROCESSO GERENCIAMENTO DE CADASTRO GERENCIAMENTO DE CADASTRO 1 OBJETIVO... 2 2 ABRANGÊNCIA... 2 3 DOCUMENTOS RELACIONADOS... 2 4 PROCEDIMENTOS...

Leia mais

PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL RESPONSABILIDADE SOCIAL TÍTULO : SAÚDE E SEGURANÇA 1. OBJETIVO: Informar, conscientizar e instruir os colaboradores, sobre possíveis riscos inerentes as funções desempenhadas em seu dia a dia do trabalho.

Leia mais

COM. 02 - PUBLICAÇÕES

COM. 02 - PUBLICAÇÕES 1 de 9 PUBLICAÇÕES MACROPROCESSO MARKETING E PROCESSO PUBLICAÇÕES - PUBLICAÇÕES 1. OBJETIVO... 2 2. ABRANGÊNCIA... 2 3. DOCUMENTOS RELACIONADOS... 2 4. PROCEDIMENTOS... 2 4.1 DEFINIÇÃO DO SERVIÇO E SUA

Leia mais

PROC. 03 CONTROLE DE REGISTROS

PROC. 03 CONTROLE DE REGISTROS 1 de 6 CONTROLE DE REGISTROS MACROPROCESSO GESTÃO DE PROCESSOS PROCESSO CONTROLE DE REGISTROS CONTROLE DE REGISTROS 1. OBJETIVO... 2 2. ABRANGÊNCIA... 2 3. DOCUMENTOS RELACIONADOS... 2 4. PROCEDIMENTOS...

Leia mais

Instalações Prediais. Manutenção

Instalações Prediais. Manutenção Instalações Prediais Manutenção Legislação Leis nº 10.199/86 e 8382/76 Certificado de manutenção dos sistemas de segurança contra incêndio Lei nº 13.214, de 22 de novembro de 2001. Obrigatoriedade de instalação

Leia mais

PLANO DE FUGA EM OCORRÊNCIAS DE INCÊNDIOS E EMERGÊNCIAS EM ESCOLAS

PLANO DE FUGA EM OCORRÊNCIAS DE INCÊNDIOS E EMERGÊNCIAS EM ESCOLAS PLANO DE FUGA EM OCORRÊNCIAS DE INCÊNDIOS E EMERGÊNCIAS EM ESCOLAS PLANO DE EMERGÊNCIA CONTRA INCÊNDIO de acordo com o projeto de norma nº 24:203.002-004 da ABNT ( setembro 2000 ) 1 Objetivo 1.1 Estabelecer

Leia mais

PREVENIR E COMBATER INCÊNDIO 1 OBJETIVO

PREVENIR E COMBATER INCÊNDIO 1 OBJETIVO Proposto por: Divisão de Prevenção e Combate a Incêndio (DICIN) Analisado por: Departamento de Segurança Patrimonial (DESEP) Aprovado por: Diretor-Geral da Diretoria Geral de Segurança Institucional (DGSEI)

Leia mais

2.2 A Administração do Condomínio dá ênfase às medidas preventivas, assim entendidas as seguintes:

2.2 A Administração do Condomínio dá ênfase às medidas preventivas, assim entendidas as seguintes: Fl. 01 de 06 1 Objetivo A presente Regulamentação Especial visa normalizar os procedimentos para o pessoal incumbido de prevenir ou combater um princípio de incêndio e de atuar em situações de emergência,

Leia mais

MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA EM MÉDIA TENSÃO

MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA EM MÉDIA TENSÃO MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA EM MÉDIA TENSÃO TECNOLOGIA, QUALIDADE E ENERGIA A SERVIÇO DA ECONOMIA. Engelétrica Indústria, Comércio e Serviços Elétricos Ltda. Rua Xavier da Rocha, 10 Vila Prudente

Leia mais

msgq FIN. 06 - DISPONIBILIDADE BANCÁRIA

msgq FIN. 06 - DISPONIBILIDADE BANCÁRIA 1 de 5 msgq - DISPONIBILIDADE BANCÁRIA MACROPROCESSO FINANCEIRO PROCESSO CONTAS A PAGAR DISPONIBILIDADE BANCÁRIA 1. OBJETIVO... 2 2. ABRANGÊNCIA... 2 3. DOCUMENTOS RELACIONADOS... 2 4. PROCEDIMENTOS...

Leia mais

NORMA TÉCNICA N o 11 PLANOS DE INTERVENÇÃO DE INCÊNDIO

NORMA TÉCNICA N o 11 PLANOS DE INTERVENÇÃO DE INCÊNDIO ANEXO XI AO DECRETO N o 3.950, de 25 de janeiro de 2010. NORMA TÉCNICA N o 11 PLANOS DE INTERVENÇÃO DE INCÊNDIO 1. OBJETIVOS Esta Norma Técnica estabelece princípios gerais para: a) o levantamento de riscos

Leia mais

SISTEMAS DE SPRINKLERS DE COMBATE A INCÊNDIOS

SISTEMAS DE SPRINKLERS DE COMBATE A INCÊNDIOS SISTEMAS DE SPRINKLERS DE COMBATE A INCÊNDIOS CBSpk 2014 CUIDADOS, ENG. CLAUDIO RAMALHO Sócio Diretor Técnico 11 3868 1000 11 99601 2490 MOTIVAÇÃO PARA ESCOLHA DO TEMA - CONSCIÊNCIA PROFISSIONAL E INDIGNAÇÃO

Leia mais

Comando do Corpo de Bombeiros. Mód 5 Plano de Emergência Contra Incêndio e Brigada de Incêndio. Maj. QOBM Fernando

Comando do Corpo de Bombeiros. Mód 5 Plano de Emergência Contra Incêndio e Brigada de Incêndio. Maj. QOBM Fernando Comando do Corpo de Bombeiros Mód 5 Plano de Emergência Contra Incêndio e Brigada de Incêndio Maj. QOBM Fernando Plano de Emergência Requisitos para Elaboração e Aspectos a serem Observados; Implementação

Leia mais

SEC. 02 OFÍCIOS E TEXTOS

SEC. 02 OFÍCIOS E TEXTOS 1 de 23 OFÍCIOS E TEXTOS MACROPROCESSO ADMINISTRATIVO PROCESSO OFÍCIOS E TEXTOS OFÍCIOS E TEXTOS 1. OBJETIVO... 2 2. ABRANGÊNCIA... 2 3. DOCUMENTOS RELACIONADOS... 2 4. PROCEDIMENTOS... 2 4.1 DEFINIÇÃO

Leia mais

Desenvolvimento da Iluminação Pública no Brasil. Sistemas de gestão da iluminação pública

Desenvolvimento da Iluminação Pública no Brasil. Sistemas de gestão da iluminação pública 14 Capítulo IX Sistemas de gestão da iluminação pública Por Luciano Haas Rosito* Conforme apresentado no capítulo anterior, uma das oportunidades de melhoria na iluminação pública justamente refere-se

Leia mais

PROC. 07 AUDITORIA INTERNA

PROC. 07 AUDITORIA INTERNA 1 de 12 AUDITORIA INTERNA MACROPROCESSO GESTÃO DE PROCESSOS PROCESSO AUDITORIA INTERNA AUDITORIA INTERNA 1. OBJETIVO... 2 2. ABRANGÊNCIA... 2 3. DOCUMENTOS RELACIONADOS... 2 4. PROCEDIMENTOS... 2 4.1 PLANEJAMENTO

Leia mais

INSPEÇÃO PREDIAL Eng Flávia Zoéga Andreatta Pujadas out/2008

INSPEÇÃO PREDIAL Eng Flávia Zoéga Andreatta Pujadas out/2008 INSPEÇÃO PREDIAL Eng Flávia Zoéga Andreatta Pujadas out/2008 INSPEÇÃ ÇÃO O PREDIAL Norma de Inspeção Predial 2007 IBAPE/SP É a avaliação isolada ou combinada das condições técnicas técnicas, de uso e de

Leia mais

NECESSIDADE DE UM PLANO DE CONTINGÊNCIA DE TIC

NECESSIDADE DE UM PLANO DE CONTINGÊNCIA DE TIC CI-206 Adm. de TI & IT Prof. Antonio URBAN Referência: Plano de Contingência para Recursos de Tecnologia de Informação e Comunicação Palavras-chave: Tecnologia de Informação, Tecnologia de Comunicação,

Leia mais

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 031/DAT/CBMSC) PLANO DE EMERGÊNCIA

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 031/DAT/CBMSC) PLANO DE EMERGÊNCIA ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS - DAT NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 031/DAT/CBMSC)

Leia mais

Coordenadoria de. Manutenção. Manual de Procedimentos Administrativos da Coordenadoria de Manutenção

Coordenadoria de. Manutenção. Manual de Procedimentos Administrativos da Coordenadoria de Manutenção Coordenadoria de Manutenção Manual de Procedimentos Administrativos da Coordenadoria de Manutenção Sumário 1. INTRODUÇÃO 3 2. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL E FUNCIONAL 3 3. ORGANOGRAMA: 3 4. ATRIBUIÇÕES E COMPETÊNCIAS

Leia mais

Analisado por: Departamento de Segurança Patrimonial (DESEP)

Analisado por: Departamento de Segurança Patrimonial (DESEP) Proposto por: Divisão de Prevenção e Combate a Incêndio (DICIN) Analisado por: Departamento de Segurança Patrimonial (DESEP) Aprovado por: Diretor-Geral da Diretoria-Geral de Segurança Institucional (DGSEI)

Leia mais

TI. 01 BACK UP MACROPROCESSO TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PROCESSO BACK UP

TI. 01 BACK UP MACROPROCESSO TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PROCESSO BACK UP 1 de 7 BACK UP MACROPROCESSO TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PROCESSO BACK UP BACK UP 1. OBJETIVO... 2 2. ABRANGÊNCIA... 2 3. DOCUMENTOS RELACIONADOS... 2 4. PROCEDIMENTOS... 2 5. REGISTROS... 6 6. HISTÓRICO

Leia mais

INCÊNDIO Ambiente SEFAZ (Ed. Vale do Rio Doce) PGI 002 Incêndio

INCÊNDIO Ambiente SEFAZ (Ed. Vale do Rio Doce) PGI 002 Incêndio GESTÃO DA CONTINUADE DOS NEGÓCIOS E DE PGI 002 Incêndio INCÊNDIO Ambiente SEFAZ (Ed. Vale do Rio Doce) PGI 002 Incêndio As informações existentes neste documento e em seus anexos são para uso exclusivo

Leia mais

IT - 16 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO

IT - 16 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO IT - 16 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências Normativas 4 Definições 5 Generalidades gerais 6- Procedimentos 7 Certificação e validade/garantia INSTRUÇÃO

Leia mais

DOC. 01 CONTROLE DE LEGISLAÇÃO E OUTROS REQUISITOS

DOC. 01 CONTROLE DE LEGISLAÇÃO E OUTROS REQUISITOS 1 de 17 CONTROLE DE LEGISLAÇÃO E OUTROS REQUISITOS MACROPROCESSO ASSESSORIA TÉCNICA PROCESSO CONTROLE DE LEGISLAÇÃO E OUTROS REQUISITOS CONTROLE DE LEGISLAÇÃO E OUTROS REQUISITOS 1. OBJETIVO... 2 2. ABRANGÊNCIA...

Leia mais

DECRETO Nº 37.380, DE 28 DE ABRIL DE 1997. *(Com as Alterações Introduzidas pelo Decreto nº 38.273/98, pub. DOE 10.03.98)

DECRETO Nº 37.380, DE 28 DE ABRIL DE 1997. *(Com as Alterações Introduzidas pelo Decreto nº 38.273/98, pub. DOE 10.03.98) 1 de 7 05/02/2013 11:03 DECRETO Nº 37.380, DE 28 DE ABRIL DE 1997. *(Com as Alterações Introduzidas pelo Decreto nº 38.273/98, pub. DOE 10.03.98) Aprova as Normas Técnicas de Prevenção de Incêndios e determina

Leia mais

NORMA TÉCNICA N o 16 SISTEMAS DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO

NORMA TÉCNICA N o 16 SISTEMAS DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO ANEXO XVI AO DECRETO N o 3.950, de 25 de janeiro de 2010. NORMA TÉCNICA N o 16 SISTEMAS DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO 1. OBJETIVO Esta Norma Técnica estabelece critérios para proteção contra incêndio

Leia mais

BRIGADA DE INCÊNDIO ORGANIZAÇÃO DA BRIGADA DE INCÊNDIO

BRIGADA DE INCÊNDIO ORGANIZAÇÃO DA BRIGADA DE INCÊNDIO BRIGADA DE INCÊNDIO Brigada de Incêndio: É um grupo organizado de pessoas voluntárias ou não, treinadas e capacitadas para atuarem dentro de uma área previamente estabelecida na prevenção, abandono e combate

Leia mais

INSPEÇÃO PREDIAL. Eng. Civil Flávia Zoéga Andreatta Pujadas archeo@uol.com.br

INSPEÇÃO PREDIAL. Eng. Civil Flávia Zoéga Andreatta Pujadas archeo@uol.com.br INSPEÇÃO PREDIAL Eng. Civil Flávia Zoéga Andreatta Pujadas archeo@uol.com.br INSPEÇÃO PREDIAL e sua EVOLUÇÃO 1º Inspeção Predial: Vistoria técnica da edificação para constatação das anomalias existentes

Leia mais

JUR. 01 ENQUADRAMENTO SINDICAL

JUR. 01 ENQUADRAMENTO SINDICAL 1 de 13 ENQUADRAMENTO SINDICAL MACROPROCESSO REPRESENTAÇÃO PROCESSO ENQUADRAMENTO SINDICAL ENQUADRAMENTO SINDICAL 1. OBJETIVO... 2 2. ABRANGÊNCIA... 2 3. DOCUMENTOS RELACIONADOS... 2 4. PROCEDIMENTOS...

Leia mais

PREVENTIVA DA ENGENHARIA PREDIAL

PREVENTIVA DA ENGENHARIA PREDIAL EPR01 1 de 5 ROTINA Data de Emissão: Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 1.00 Proposta inicial ATN 1 Objetivo A presente rotina visa estabelecer o método de controle das

Leia mais

Manutenção Predial do TJAM (Comarca de Manaus)

Manutenção Predial do TJAM (Comarca de Manaus) PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAZONAS DIVISÃO DE GESTÃO DA QUALIDADE Sistema de Gestão da Qualidade PROCEDIMENTO P.TJAM 16 Manutenção Predial do TJAM Elaborado por: Haryson Otacy Rombaldi

Leia mais

Distribuidor Geral de Linhas e ramais telefônicos.

Distribuidor Geral de Linhas e ramais telefônicos. Proposto por: Equipe do Departamento de Segurança Eletrônica e de Telecomunicações (DETEL) Analisado por: Diretor do Departamento de Segurança Eletrônica e de Telecomunicações (DETEL) Aprovado por: Diretor

Leia mais

JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESPÍRITO SANTO ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA

JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESPÍRITO SANTO ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA, COM REPOSIÇÃO DE PEÇAS, EM SISTEMAS DE COMBATE E PREVENÇÃO AO INCÊNDIO E PÂNICO, SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS E REDE DE GÁS. ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 158/2014/TCE-RO

RESOLUÇÃO N. 158/2014/TCE-RO RESOLUÇÃO N. 158/2014/TCE-RO Cria e regulamenta a Brigada de Incêndio e Emergência do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia e dá outras providências. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE

Leia mais

Cirius Quality. A Consultoria que mais cresce no Brasil. Av. José Bonifácio Nº 1076 - Diadema-SP.

Cirius Quality. A Consultoria que mais cresce no Brasil. Av. José Bonifácio Nº 1076 - Diadema-SP. CQ Consultoria Cirius Quality e Treinamento 1º Edição Interpretação da NBR ISO 9001:2008 Cirius Quality Av. José Bonifácio Nº 1076 - Diadema-SP. CEP: 09980-150 i www.ciriusquality.com.br e contato@ciriusquality.com.br

Leia mais

OBJETIVO 2 APLICAÇÃO 3 ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES 4 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 5 TERMINOLOGIA 6 DESCRIÇÃO DO PROCESSO DE CONTROLE DE REGISTROS

OBJETIVO 2 APLICAÇÃO 3 ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES 4 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 5 TERMINOLOGIA 6 DESCRIÇÃO DO PROCESSO DE CONTROLE DE REGISTROS Aprovado ' Elaborado por Daniel Trindade/BRA/VERITAS em 05/02/2013 Verificado por Cintia Kikuchi em 05/02/2013 Aprovado por Americo Venturini/BRA/VERITAS em 14/02/2013 ÁREA QHSE Tipo Procedimento Regional

Leia mais

Desenvolvimento de uma emergência de incêndio

Desenvolvimento de uma emergência de incêndio Desenvolvimento de uma emergência de incêndio Desenvolvimento de uma emergência de incêndio INTRODUÇÃO Ambos a experiência e o bom senso nos dizem que as ações tomadas durante uma emergência são mais eficazes

Leia mais

CONDOMÍNIO DO EDIFÍCIO BRASÍLIA RÁDIO CENTER NOTAS EXPLICATIVAS DA PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA

CONDOMÍNIO DO EDIFÍCIO BRASÍLIA RÁDIO CENTER NOTAS EXPLICATIVAS DA PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA CONDOMÍNIO DO EDIFÍCIO BRASÍLIA RÁDIO CENTER NOTAS EXPLICATIVAS DA PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA PERÍODO: JANEIRO A DEZEMBRO DE 2013 Srs(as). Condôminos(as), A proposta orçamentária foi elaborada levando-se em

Leia mais

REQUISITOS E CONSIDERAÇÕES GERAIS REF. NBR 10898 DA ABNT

REQUISITOS E CONSIDERAÇÕES GERAIS REF. NBR 10898 DA ABNT ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA JUNTO A DGST REQUISITOS E CONSIDERAÇÕES GERAIS REF. NBR 10898 DA ABNT ANÁLISE E VISTORIA DOS SISTEMAS DE ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Objetivo

Leia mais

RESOLUÇÃO TÉCNICA CBMRS Nº 14 EXTINTORES DE INCÊNDIO 2014

RESOLUÇÃO TÉCNICA CBMRS Nº 14 EXTINTORES DE INCÊNDIO 2014 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA COMANDO DO CORPO DE BOMBEIROS DIVISÃO TÉCNICA DE PREVENÇÃO DE INCÊNDIO E INVESTIGAÇÃO RESOLUÇÃO TÉCNICA CBMRS Nº 14 EXTINTORES DE INCÊNDIO 2014

Leia mais

ANEXO I AO EDITAL DE PREGÃO AMPLO Nº 3/2009-ER01 TERMO DE REFERÊNCIA ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

ANEXO I AO EDITAL DE PREGÃO AMPLO Nº 3/2009-ER01 TERMO DE REFERÊNCIA ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS ANEXO I AO EDITAL DE PREGÃO AMPLO Nº 3/2009-ER01 TERMO DE REFERÊNCIA ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA NAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, HIDRÁULICAS, SANITÁRIA, COMBATE A INCÊNDIO E GRUPO

Leia mais

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov. TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008 Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.br 11 3104-0988 Este treinamento tem por objetivo capacitar os participantes para

Leia mais

Procedimento de Segurança para Terceiros

Procedimento de Segurança para Terceiros Página 1 de 6 1. OBJETIVO Sistematizar as atividades dos prestadores de serviços, nos aspectos que impactam na segurança do trabalho de forma a atender à legislação, assim como, preservar a integridade

Leia mais

ANEXO I AO EDITAL DE PREGÃO AMPLO Nº 3/2009-ER01AF/ER01 TERMO DE REFERÊNCIA ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

ANEXO I AO EDITAL DE PREGÃO AMPLO Nº 3/2009-ER01AF/ER01 TERMO DE REFERÊNCIA ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS ANEXO I AO EDITAL DE PREGÃO AMPLO Nº 3/2009-ER01AF/ER01 TERMO DE REFERÊNCIA ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA NAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, HIDRÁULICAS, SANITÁRIA, COMBATE A INCÊNDIO

Leia mais

PO - Procedimento Operacional Revisão: 02 Folha: 1 de 7

PO - Procedimento Operacional Revisão: 02 Folha: 1 de 7 PO - Procedimento Operacional Revisão: 02 Folha: 1 de 7 1. OBJETIVO Orientar a condução dos processos de Coordenação e controle de obras, executadas pela Brookfield Incorporações S/A, de forma a garantir

Leia mais

ANEXO C MEMORIAL DESCRITIVO DO PRÉDIO

ANEXO C MEMORIAL DESCRITIVO DO PRÉDIO ANEXO A Ao Ilmo Sr. Comandante do Corpo de Bombeiros Militar Cidade: SERTÃO - RS Data: 10/03/2014 Encaminhamos a V. S.ª, para ANÁLISE, o Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio (PPCI). Nome: INSTITUTO

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE IT Instrução de Trabalho

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE IT Instrução de Trabalho APOIO AO DIREITO DO CONSUMIDOR IT. 12 08 1 / 6 1. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para procedimentos visando à solução de litígios motivados por problemas técnicos, no que se refere à participação de Profissionais/Empresas

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PROJETO DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO (SPCI), DESCARGAS ATMOSFÉRICAS (SPDA), E DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO ( GLP)

TERMO DE REFERÊNCIA PROJETO DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO (SPCI), DESCARGAS ATMOSFÉRICAS (SPDA), E DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO ( GLP) TERMO DE REFERÊNCIA PROJETO DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO (SPCI), DESCARGAS ATMOSFÉRICAS (SPDA), E DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO ( GLP) EDIFÍCIO SEDE TERRACAP DITEC Diretoria Técnica e de Fiscalização

Leia mais

CLAUSULA 4.0 DA NORMA ISO 9001:2008 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

CLAUSULA 4.0 DA NORMA ISO 9001:2008 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE PÁGINA: 1 de 20 CLAUSULA 4.0 DA NORMA ISO 91:28 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE 4.1 Requisitos gerais. A TIVOLITUR estabelece, documenta, implementa e mantêm seu sistema de gestão da qualidade, visando

Leia mais

Curso Técnico Segurança do Trabalho. Controle de Perdas e Meios de Fuga Módulo Único

Curso Técnico Segurança do Trabalho. Controle de Perdas e Meios de Fuga Módulo Único Curso Técnico Segurança do Trabalho Controle de Perdas e Meios de Fuga Módulo Único Meios de Fuga As rotas de fuga devem atender, entre outras, às seguintes condições básicas: Número de saídas O número

Leia mais

MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1

MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1 MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1 I. APROVAÇÃO Emitente: Função: Análise crítica e aprovação: Função: Liliane Alves Ribeiro da Silva Gerente Administrativa Roberto José da Silva Gerente Geral

Leia mais

Manual de Gestão da Qualidade MGQ Elaborado por: Representante da Direção (RD)

Manual de Gestão da Qualidade MGQ Elaborado por: Representante da Direção (RD) 1/22 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Emissão do documento baseado nos requisitos da ISO 9001:2008 Vendas Gestão de Contratos Service Demais envolvidos na análise e aprovação Área / Processo Responsável

Leia mais

ADEQUAÇÃO CONFORME NORMA REGULAMENTADORA Nº 10

ADEQUAÇÃO CONFORME NORMA REGULAMENTADORA Nº 10 ADEQUAÇÃO CONFORME NORMA REGULAMENTADORA Nº 10 (1) Rogério Pereira da Silva Resumo Este trabalho tem como objetivo geral apresentar uma forma de Adequação a NR-10 e a elaboração do Prontuário. Descrevendo

Leia mais

ANEXO 8 SISTEMA DE DESEMPENHO

ANEXO 8 SISTEMA DE DESEMPENHO ANEXO 8 SISTEMA DE DESEMPENHO 1 O presente Anexo tem como objetivo definir os critérios, indicadores, fórmulas e parâmetros definidores da qualidade dos SERVIÇOS prestados pela CONCESSIONÁRIA, além de

Leia mais

NORMA NBR ISO 9001:2008

NORMA NBR ISO 9001:2008 NORMA NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema

Leia mais

ESPAÇO CORPORATIVO SILVA BUENO - CSB 261

ESPAÇO CORPORATIVO SILVA BUENO - CSB 261 ESPAÇO CORPORATIVO SILVA BUENO - CSB 261 RELATÓRIO DE ANDAMENTO DAS OBRAS PERÍODO MAIO DE 2015 Andamento das obras no período Obras no Ático: Início da instalação de luminárias iniciado; Conclusão das

Leia mais

ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR

ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE DEFESA CIVIL Gerência de Segurança Contra Incêndio e Pânico NORMA TÉCNICA n. 16, de 05/03/07 Plano de Intervenção

Leia mais

ABNT NBR ISO 9001:2008

ABNT NBR ISO 9001:2008 ABNT NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema de

Leia mais

ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE GURUPI. INTENÇÃO DE REGISTRO DE PREÇOS Processo Administrativo nº 564/2014

ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE GURUPI. INTENÇÃO DE REGISTRO DE PREÇOS Processo Administrativo nº 564/2014 INTENÇÃO DE REGISTRO DE PREÇOS Processo Administrativo nº 564/2014 O FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE, por intermédio da Comissão Permanente de Licitação, em obediência ao disposto no art. 5º do Decreto Federal

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 16 2ª EDIÇÃO

INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 16 2ª EDIÇÃO INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 16 2ª EDIÇÃO SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas 4 Definições 5 Generalidades 6 Características e critérios para

Leia mais

Gerenciamento de Propriedade & Soluções de Engenharia

Gerenciamento de Propriedade & Soluções de Engenharia Gerenciamento de Propriedade & Soluções de Engenharia Há 25 anos, a Engepred associa o conhecimento sobre o mercado imobiliário à experiência de promover o melhor funcionamento de shoppings centers, prédios

Leia mais

MANUAL DE POLITICAS E NORMAS ADMINISTRATIVAS NORMA ADMINISTRATIVA NA 003 CONCESSÃO E UTILIZAÇÃO DE VEICULOS

MANUAL DE POLITICAS E NORMAS ADMINISTRATIVAS NORMA ADMINISTRATIVA NA 003 CONCESSÃO E UTILIZAÇÃO DE VEICULOS 1. OBJETIVO O presente instrumento define critérios para concessão, controle e utilização de veículos leves para transporte de passageiros, sejam estes de propriedade das empresas do grupo BEVAP ou locados

Leia mais

---- --- --- Consultoria e Assessoria

---- --- --- Consultoria e Assessoria 4. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE SGQ. 4.1. Requisitos Gerais. A Protec estabelece, documenta e implementa o SGQ de acordo com os requisitos da NBR ISO 9001:2008. Para implementar o SGQ foi realizado um

Leia mais

Gestão Laboratorial GESTÃO DE. Prof. Archangelo P. Fernandes

Gestão Laboratorial GESTÃO DE. Prof. Archangelo P. Fernandes Gestão Laboratorial GESTÃO DE EQUIPAMENTOS II Prof. Archangelo P. Fernandes GESTÃO DE EQUIPAMENTOS II Manutenção: conjunto de medidas necessárias, que permitam manter ou restabelecer um sistema no estado

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA Páginas: 1 de 13 APROVAÇÃO Este Manual de Gestão está aprovado e representa o Sistema de Gestão Integrada implementado na FOX Comércio de Aparas Ltda. Ricardo Militelli Diretor FOX Páginas: 2 de 13 1.

Leia mais

FORMULÁRIO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO PROJETO TÉCNICO

FORMULÁRIO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO PROJETO TÉCNICO ESTADO DA PARAÍBA SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA E DA DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS DAT/1 SEÇÃO DE ANÁLISE DE PROJETOS FORMULÁRIO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

Leia mais

Manual da Qualidade para Fornecedores

Manual da Qualidade para Fornecedores Manual da Qualidade para Fornecedores Elaborado por: Indústrias Romi S.A. Departamento de Suprimentos Santa Bárbara d'oeste - SP 09 de Fevereiro de 2009 Edição C N.O.: 26-02 1 0019.C 2 SUMÁRIO GLOSSÁRIO...

Leia mais

GESTÃO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO 1. OBJETIVO 2. DEFINIÇÃO E CONCEITO 3. RESPONSABILIDADES / AUTORIDADES 4. DESCRIÇÃO DAS ETAPAS

GESTÃO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO 1. OBJETIVO 2. DEFINIÇÃO E CONCEITO 3. RESPONSABILIDADES / AUTORIDADES 4. DESCRIÇÃO DAS ETAPAS 1/6 1. OBJETIVO Sistematizar as rotinas de Treinamento e Desenvolvimento para o desenvolvimento profissional dos integrantes, permitindo a melhoria contínua na prestação dos serviços oferecidos pelo GSHB.

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA CAPITAL ADMINISTRAÇÃO DE CONDOMINIOS

APRESENTAÇÃO DA CAPITAL ADMINISTRAÇÃO DE CONDOMINIOS APRESENTAÇÃO DA CAPITAL ADMINISTRAÇÃO DE CONDOMINIOS OBJETIVO: IMPLANTAÇÃO DE SERVIÇOS CONDOMINIAIS E GERENCIAMENTO A EMPRESA Av. Indianópolis, 2278 Planalto Paulista São Paulo SP. ' 11 2276 8588 Av. Pres.

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº DE 2013 (Do Sr. HUGO LEAL)

PROJETO DE LEI Nº DE 2013 (Do Sr. HUGO LEAL) PROJETO DE LEI Nº DE 2013 (Do Sr. HUGO LEAL) Dispõe sobre normas gerais de prevenção e proteção contra incêndio em estabelecimentos comerciais e industriais e cria a exigência da inspeção periódica nestas

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº.

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. 35/2011 Túnel rodoviário SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências

Leia mais

1 e 2... devem contemplar no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, além dos requisitos previstos na Norma Regulamentadora n.

1 e 2... devem contemplar no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, além dos requisitos previstos na Norma Regulamentadora n. ANEXO I da NR-20 1 e 2.... devem contemplar no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, além dos requisitos previstos na Norma Regulamentadora n.º 9: a) o inventário e características dos inflamáveis

Leia mais

ANEXO I AO EDITAL DE PREGÃO AMPLO Nº 12/2009-ER01AF/ER01 TERMO DE REFERÊNCIA

ANEXO I AO EDITAL DE PREGÃO AMPLO Nº 12/2009-ER01AF/ER01 TERMO DE REFERÊNCIA ANEXO I AO EDITAL DE PREGÃO AMPLO Nº 12/2009-ER01AF/ER01 TERMO DE REFERÊNCIA 1. OBJETIVO 1.1. Contratação de empresa especializada em prestação de serviços de prevenção e combate a incêndio para fornecimento

Leia mais

SISTEMA GLOBAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO. firesafetybrasil@gmail.com

SISTEMA GLOBAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO. firesafetybrasil@gmail.com SISTEMA GLOBAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO firesafetybrasil@gmail.com RELAÇÃO ENTRE OS FATORES CONDICIONANTES DE RISCO E AS DISTINTAS CATEGORIAS DE RISCO RELAÇÃO DE INTERDEPENDÊNCIA ENTRE AS CINCO CATEGORIAS

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

DOCUMENTO OPERACIONAL PROCESSO: CAPTAÇÃO E RELACIONAMENTO COM CLIENTES CORPORATIVOS. SETOR RESPONSÁVEL: COMERCIAL

DOCUMENTO OPERACIONAL PROCESSO: CAPTAÇÃO E RELACIONAMENTO COM CLIENTES CORPORATIVOS. SETOR RESPONSÁVEL: COMERCIAL S CORPORATIVOS. PÁGINA: 1 de 8 1.0 - OBJETIVO: Identificar clientes potenciais e efetuar a captação destes clientes, realizando análise do perfil e requisitos de atendimento a fim de oferecer serviços

Leia mais

ANEXO II EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE

ANEXO II EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE ANEXO II EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE 1. OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO Estas exigências definem os deveres e as responsabilidades da CONTRATADA e estabelecem as orientações, requisitos

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Página 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer as diretrizes básicas pertinentes ao tratamento e manutenção de acervos arquivísticos ou bibliográficos, sejam administrativos, técnicos ou especializados nas instalações

Leia mais

MBA em Administração e Qualidade

MBA em Administração e Qualidade MBA em Administração e Qualidade Sistemas ISO 9000 e Auditorias da Qualidade Aula 5 Prof. Wanderson Stael Paris Olá! Confira no vídeo a seguir alguns temas que serão abordados nesta aula. Bons estudos!

Leia mais

2.2 - A entrada ou saída de pedestres nas dependências da ULIVING BELA VISTA dar-se-á, pela recepção principal Rua Barata Ribeiro, 61

2.2 - A entrada ou saída de pedestres nas dependências da ULIVING BELA VISTA dar-se-á, pela recepção principal Rua Barata Ribeiro, 61 O Regulamento Interno da ULIVING BELA VISTA, localizado na cidade de SÃO PAULO CAPITAL, à Rua Barata Ribeiro nº 61 estabelece as regras de convivência e as relações entre os usuários do empreendimento.

Leia mais

Projeto de revisão da NBR 14037 Diretrizes para elaboração de manuais de uso,

Projeto de revisão da NBR 14037 Diretrizes para elaboração de manuais de uso, Projeto de revisão da NBR 14037 Diretrizes para elaboração de manuais de uso, operação e manutenção das edificações- Requisitos para elaboração e apresentação dos conteúdos Texto: 08 04-10 Abril - 2010

Leia mais

ANEXO 9 SISTEMA DE DESEMPENHO

ANEXO 9 SISTEMA DE DESEMPENHO ANEXO 9 SISTEMA DE DESEMPENHO 1 O presente Anexo tem como objetivo definir os critérios, indicadores, fórmulas e parâmetros definidores da qualidade dos serviços prestados pela CONCESSIONÁRIA, na forma

Leia mais

NPT 023 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS

NPT 023 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 023 Sistema de chuveiros automáticos CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 5 páginas SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas

Leia mais

Normas da ABNT precisam ser seguidas

Normas da ABNT precisam ser seguidas Normas da ABNT precisam ser seguidas Além das leis ambientais e toda a burocracia que o negócio da revenda exige, o revendedor precisa realizar os procedimentos de acordo com as normas da Associação Brasileira

Leia mais

PLANO DE RESPOSTAS PARA EMERGÊNCIAS DUKE ENERGY GERAÇÃO PARANAPANEMA

PLANO DE RESPOSTAS PARA EMERGÊNCIAS DUKE ENERGY GERAÇÃO PARANAPANEMA PLANO DE RESPOSTAS PARA EMERGÊNCIAS DUKE ENERGY GERAÇÃO PARANAPANEMA LIANE DILDA GERENTE DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO HISTÓRICO Privatização - 28.07.1999 (DEI-EUA) EUA) Geração e Comercialização de

Leia mais

Procedimentos administrativos Parte 5 Plano de Segurança Simplificado

Procedimentos administrativos Parte 5 Plano de Segurança Simplificado Março 2015 Vigência: 15 de março de 2015 NPT 001. Procedimentos administrativos Parte 5 Plano de Segurança Simplificado CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 6 páginas SUMÁRIO

Leia mais

Procedimentos de Gestão da Qualidade. NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA ELABORADO POR Dr. Ivo Fernandes Gerente da Qualidade 01/09/2010 DE ACORDO

Procedimentos de Gestão da Qualidade. NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA ELABORADO POR Dr. Ivo Fernandes Gerente da Qualidade 01/09/2010 DE ACORDO Versão: 2 Pág: 1/6 NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA ELABORADO POR Dr. Ivo Fernandes Gerente da Qualidade 01/09/2010 DE ACORDO Dr. Renato de Lacerda Diretor Técnico 02/09/2010 APROVADO POR Dr. Jose Carlos dos

Leia mais

SISTEMAS PREDIAIS II. Automação Predial

SISTEMAS PREDIAIS II. Automação Predial PCC-2466 SISTEMAS PREDIAIS II Automação Predial Serviços dos Edifícios HIDRÁULICOS Água Fria; Água Gelada; Água Quente; Sistemas de Aquecimento (solar etc.); Esgotos Sanitários; Águas Pluviais; Drenagem

Leia mais

ABRANGÊNCIA / NÍVEL DE DISTRIBUIÇÃO...

ABRANGÊNCIA / NÍVEL DE DISTRIBUIÇÃO... Suprimentos e Pág. 1 de 6 Produto Não-Conforme SUMÁRIO 1 OBJETIVO... 2 2 ABRANGÊNCIA / NÍVEL DE DISTRIBUIÇÃO... 2 3 SIGLAS UTILIZADAS... 2 4 GLOSSÁRIO / CONCEITOS... 2 5 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA... 2 6

Leia mais

JUR. 04 GESTÃO DO CONTENCIOSO FECOMERCIO

JUR. 04 GESTÃO DO CONTENCIOSO FECOMERCIO 1 de 15 GESTÃO DO CONTENCIOSO FECOMERCIO MACROPROCESSO ASSESSORIA TÉCNICA PROCESSO GESTÃO DO CONTENCIOSO FECOMERCIO 1. OBJETIVO... 2 2. ABRANGÊNCIA... 2 3. DOCUMENTOS RELACIONADOS... 2 4. PROCEDIMENTOS...

Leia mais

LAUDO TÉCNICO DE AVALIAÇÃO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO UNESP CAMPUS DE FRANCA/SP

LAUDO TÉCNICO DE AVALIAÇÃO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO UNESP CAMPUS DE FRANCA/SP LAUDO TÉCNICO DE AVALIAÇÃO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO UNESP CAMPUS DE FRANCA/SP 1 INDÍCE 1 - OBJETIVO 2 - NORMAS APLICÁVEIS 3 - GENERALIDADES

Leia mais

Nº Versão/Data: Validade: 3.0 01/10/2014 OUTUBRO/2015 JUR. 02 - FILIAÇÃO MACROPROCESSO ADMINISTRATIVO PROCESSO FILIAÇÃO

Nº Versão/Data: Validade: 3.0 01/10/2014 OUTUBRO/2015 JUR. 02 - FILIAÇÃO MACROPROCESSO ADMINISTRATIVO PROCESSO FILIAÇÃO 1 de 16 FILIAÇÃO MACROPROCEO ADMINITRATIVO PROCEO FILIAÇÃO - FILIAÇÃO 1. OBJETIVO... 2 2. ABRANGÊNCIA... 2 3. DOCUMENTO RELACIONADO... 2 4. PROCEDIMENTO... 2 4.1. DEFINIÇÃO DO ERVIÇO E UA ABRANGÊNCIA...

Leia mais