Conjuntos Numéricos e Operações I
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- Ana Laura Ribas Álvaro
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1 Conjuntos Numéricos e Operções I Ao estudr o livro, o luno está sendo conduzido pel mão do utor. Os exercícios lhe fornecem o ensejo de cminhr mis solto e, ssim, ir gnhndo independênci. Pr quem está convencido d importânci de resolver os exercícios deste livro, um esclrecimento: eles vrim em seus grus de dificuldde. Não se desencorje se não conseguir resolver lguns deles. Volte eles qundo se sentir mis confinte. Mtemátic não se prende pssivmente; ler todos os exercícios e resolver quntos puder é um tref essencil do leitor. Vmos inicir pel teori dos conjuntos. Mtemátic Um conjunto (ou coleção) é formdo de objetos, chmdos os seus elementos. Qundo um objeto qulquer é um dos elementos do conjunto, dizemos que esse elemento pertence o conjunto. Simbolicmente, temos: X A (lê-se: X pertence o conjunto A) X A (lê-se: X não pertence do conjunto A) Obs.: Os símbolos e são utilizdos pr relcionr elemento com conjunto. Dois conjuntos são iguis qundo possuem os mesmos elementos. Indicmos por A = B (lê-se: o conjunto A é igul o conjunto B). Qundo um conjunto é desprovido de elementos recebe o nome de conjunto vzio e é representdo por { } ou. O conjunto o qul pertencem os elementos de todos os conjuntos que fzem prte de nosso estudo é chmdo de conjunto universo. Ddos dois conjuntos, A e B, dizemos que A é subconjunto de B se cd elemento do conjunto A é, tmbém, um elemento do conjunto B. Indicmos por: A B (lê-se: A está contido em B) A B (lê-se: A não está contido em B) B A (lê-se: B contém A) B A (lê-se: B não contém A) Obs.: Os símbolos,,, são utilizdos pr relcionr conjunto e conjunto. NÚMEROS NATURAIS O surgimento dos números nturis se deu pel necessidde d contgem pr controle de bens dos seres humnos. A noção de quntidde é d nturez de qulquer ser rcionl. A quntidde é representd por símbolos tmbém chmdos de lgrismos. A cd um desss quntiddes é ssocido um símbolo que represent um número nturl. Dest form, o conjunto dos números nturis é ddo por: N = {,,,, 4,...} Obs.: O sistem de numerção deciml utiliz dez lgrismos pr representr qulquer número e cd lgrismo é ddo um peso que depende de su posição no respectivo número. Exemplo: 5 5.º=5. =. = ou centens, dezens e 5 uniddes. NÚMEROS PRIMOS E COMPOSTOS É qulquer número nturl não nulo e diferente d unidde que só pode ser dividido por (unidde) e por si próprio. Qundo um número nturl não nulo e diferente d unidde não for primo é, então, denomindo composto. Exemplos de números primos: ; ; 5; 7; ; ; 7; 9; ; 9; ; 7; 4; 4; 47; 5; 59; 6; 67; 7; 7; 79; 8; 89; 97;... Obs.: É importnte lembrr que o número (unidde) não é primo. DECOMPOSIÇÃO EM FATORES PRIMOS Um número composto qulquer pode ser decomposto em ftores primos, utilizndo-se, pr tnto, s divisões sucessivs. Exemplo: Então: 6=
2 Mtemátic DIVISORES DE UM NÚMERO Após o número decomposto em ftores primos temos que obter todos os produtos possíveis utilizndo, pr isso, o dispositivo prático bixo: Exemplo: 9=..5 º º 5º 5 º.º.5º= º..5º= º..5 =5 º.º.5 =5 º..5º=9 º..5 =45 Portnto, o conjunto dos divisores é: d (9) = {,,,5,6,9,,5,8,,45,9} Pr obtermos quntidde de divisores de um número bst tomrmos os expoentes dos ftores primos que compõem o número, dicionrmos um unidde cd expoente e multiplicr os resultdos. Exemplo: 9=..5 número de divisores= (+).(+).(+)=..= divisores NÚMEROS PRIMOS ENTRE SI Dois números são denomindos primos entre si, se o único divisor comum for unidde. Exemplo: Os números 5 e 6 são primos entre si: d(5)= {; ; 5; 5} d(6)= {; ; 4; 8; 6} d(5) d(6)= {} MÚLTIPL TIPLOS DE UM NÚMERO Múltiplo de um número nturl é o produto dele por um outro número nturl. Exemplo: 5.= 5.=5 5.= 5.=5 Portnto, o conjunto dos múltiplos é: m(s)= {; 5; ; 5; ; 5;...} MÁXIMO DIVISOR COMUM (M.D.C.) O máximo divisor comum entre dois números nturis é obtido prtir d intersecção entre os conjuntos dos divisores dos dois números tomndo o mior elemento do conjunto intersecção. Exemplos: 6 e 4 Conjuntos Numéricos e Operções I É possível determinção do máximo divisor comum de dois números nturis prtir d decomposição em ftores primos. O mdc é obtido multiplicndo-se os ftores primos comuns com os menores expoentes. Exemplo: 6 e 4 6=. 4=. mdc {6;4}=.= MÍNIMO MÚLTIPL TIPLO O COMUM (M.M.C.) Obter o mínimo múltiplo comum entre dois ou mis números nturis consiste em determinr, prtir d intersecção entre os conjuntos dos múltiplos, o menor elemento, desconsiderndo o zero. Exemplo: e 8 m()= {; 4; 6; 48; 6...} m(8)= {8; 6; 54; 7; 9...} m() m(8)= {6; 7;...} mmc {; 8}= 6 É possível obter o mmc entre números nturis prtir de decomposição simultâne em ftores primos. Exemplo: e 8,8 6,9,9,, Portnto, o mmc é ddo pelo produto mmc {; 8}=. =6 O mmc pode ind ser obtido prtir d decomposição em ftores primos seprdmente dos números. O mmc será o produto de todos os ftores primos, considerdos um únic vez e de mior expoente. Exemplo: e 8 =. 8=. mmc {; 8}=. =6 Obs.: O mínimo múltiplo comum entre dois números nturis é igul o quociente entre seu produto e o máximo divisor comum. mmc {; b}=.b mdc {; b} d(6)= {; ; ; 4; 6; 9; ; 8; 6} d(4)= {; ; ; 4; 6; 8; ; 4} d(6) d(4)= {; ; ; 4; 6; } mdc {6; 4}=
3 Conjuntos Numéricos e Operções I ADIÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS: A dição de dois números nturis sempre result num número nturl. O símbolo + é utilizdo pr representr operção dição de números. Exemplo: + = 5 som prcels Obs.: A ordem ds prcels não lter som; +=+ (propriedde comuttiv). A som n dição de váris prcels pode ser obtid reunindo-se dus dus em qulquer ordem: ++5=+(+5)= (+)+5 (propriedde ssocitiv). O número zero é considerdo elemento neutro d dição, pois qulquer número diciondo com zero result pr som o próprio número: 7+= +7=7 (elemento neutro d dição) SUBTRAÇÃO DE NATURAIS É operção invers d dição. É importnte slientr que subtrção entre dois números nturis nem sempre result num número nturl. O símbolo - é utilizdo pr representr subtrção de números. Exemplo: 7 - = 4 diferenç subtrendo minuendo Obs.: A subtrção de dois números nturis não é comuttiv. 7-=4 ms -7=-4 logo Do fto de não ocorrer comuttividde em relção à subtrção foi necessário crição do conjunto dos números inteiros. MULTIPLICAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS A multiplicção de nturis é operção ssocid dição de prcels iguis. A multiplicção de números nturis sempre result num número nturl. O símbolo. é utilizdo pr representr multiplicção de números. Exemplo:. 5 = 5 produto ftores Obs.: A ordem dos ftores não lter o produto;.5=5+5+5=5 ou 5.=++++=5.5= 5.=5 (Propriedde Comuttiv) Distributividde em relção à operção de dição (ou subtrção):. (4+7) =.4+.7 Num expressão envolvendo multiplicção e dição (ou subtrção) deve-se primeiro multiplicr: +.4 = +8 = Csos prticulres sej N.=.= (elemento neutro d multiplicção).=.= (nulmento do produto) DIVISÃO DE NÚMEROS NATURAIS É operção invers d multiplicção. É importnte slientr que nem sempre divisão de dois números nturis result um número nturl. O símbolo : é utilizdo pr representr divisão de números. Exemplo: 8 : 6 = quociente divisor dividendo Obs.: A divisão de dois números nturis não é comuttiv. 8 : 6 6 : 8 Csos Prticulres: Sej e N := pois.= := pois.= ( ) := pois.= ( ) : não existe Mtemátic : é indetermindo, pois qulquer número nturl K verific iguldde :=K, pois K.=.
4 Mtemátic Qundo divisão não é ext. 5: 5 5 =. + resto quociente divisor dividendo Qundo o resto d divisão for nulo (igul zero) dizemos que o número é divisível. POTENCIAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS É o produto de ftores iguis. Sej o produto:..... =64 6 ftores podemos representr por: expoente 6 = 64 potênci bse A potencição de um número nturl sempre result num número nturl. Obs.: A potencição não é comuttiv: 5 5 Csos Prticulres: Sej N = = =( ) Distributividde em relção à multiplicção e à divisão: Sej N, b N e n N. (.b) n = n.b n (:b) n = n :b n RADICIAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS Conjuntos Numéricos e Operções I Distributividde em relção à multiplicção e à divisão: Sej N, b N e n N*. n n n.b =. b n n n :b = : b Num expressão númeric envolvendo potencição ou rdicição, multiplicção ou divisão e som ou subtrção, deve-se resolver nest ordem. Exemplo: ) 4 : +.+5= =:+.+5= =+6+5= b) :4+.6:-= =8:4+.6:-= =+8:-= =+9-= =-= NÚMEROS INTEIROS Fundmentd idéi reltiv os números nturis, surgirm lgums questões. Como representr um defsgem ou perd num quntidde? Como representr um diferenç ou subtrção? O conjunto dos números inteiros foi crido pr responder ests pergunts. Pr representr o oposto de possuir um cert quntidde vmos usr o símbolo - ntes do número nturl. ADIÇÃO DE NÚMEROS INTEIROS A dição de dois números inteiros result sempre um número inteiro. 4 É operção invers d potencição. É importnte lembrr que rdicição de um número nturl nem sempre result num número nturl. O símbolo é utilizdo pr representr operção de rdicição. 5 Exemplo: 4 =, pois 5 = 4 riz rdicndo rdicl índice Obs.: Qundo trblhmos com riz qudrd (riz de índice igul ) podemos omitir o índice. 6 = 6 =4 º cso: A som de dois números inteiros positivos é um número inteiro positivo. 5+7= º cso: A som de dois números inteiros negtivos é um número inteiro negtivo. -5+(-7)=- º cso: A som de um número inteiro positivo com um número inteiro negtivo pode resultr num inteiro positivo ou num inteiro negtivo ou ind no zero. -5+7= 5+(-7)=- 5+(-5)=
5 Conjuntos Numéricos e Operções I Portnto, n dição de números inteiros de sinis contrários, som terá o sinl correspondente o sinl d prcel de mior vlor bsoluto (número sem o sinl). SUBTRAÇÃO DE NÚMEROS INTEIROS A subtrção é operção invers d dição. A subtrção de dois números inteiros sempre result num número inteiro. Vmos estbelecer o seguinte: O sinl positivo, qundo ntecede os prênteses, não lter o sinl do número dentro do mesmo. O sinl negtivo, qundo ntecede os prênteses, mud o sinl do número dentro do mesmo. Exemplo: +7 = 7 +(-7) = -7 +(+) = -(-7) = 7 -(+7) = -7 MULTIPLICAÇÃO DE NÚMEROS INTEIROS O produto de dois números inteiros é sempre um número inteiro. Deve-se estr tento sempre o sinl do produto. º Cso: Se os dois ftores são positivos, então o produto é positivo. (+).(+5)=.5= º Cso: Se os dois ftores são de sinis contrários, então o produto é negtivo. (+).(-5)=.(-5)=(-5)+(-5)=-5-5=- (-).(+5)=-(+).(+5)=-(.5)=- º Cso: Se os dois ftores de um multiplicção são negtivos, então o produto será positivo. (-).(-5)=[-(+)].(-5)=-[.(-5)]=-[-]= C ONCLUSÃO DIVISÃO DE NÚMEROS INTEIROS Como divisão é operção invers d multiplicção, nálise de sinis feitos pr o produto é mesm pr o quociente. A divisão de dois números inteiros nem sempre dmite um quociente inteiro. Por este motivo, foi crido o conjunto dos números rcionis. Exemplo: (-4):(-)= (-4):()=- (4):()= (4):(-)=- POTENCIAÇÃO DE NÚMEROS INTEIROS É um operção definid de mneir nálog dos números nturis, ou sej, com multiplicção sucessiv de um mesmo número. º Cso: N potencição de números inteiros, se bse é positiv, potênci é positiv. =..=8 º Cso: Se bse é negtiv, potênci é positiv se o expoente é pr, e negtiv, se o expoente é ímpr. (-) =(-).(-)=4 (-) =(-).(-).(-)=-8 RADICIAÇÃO DE NÚMEROS INTEIROS É operção invers d potencição de números inteiros. A rdicição de números inteiros nem sempre result num número inteiro. EXPRESSÕES NUMÉRICAS Um expressão numéric envolvendo números inteiros e s operções definids pr os mesmos devem ser efetuds (resolvids) respeitndo-se um ordem ns operções e nos sinis gráficos (prênteses, colchetes e chves) utilizdos pr ordenr s operções. Qunto os sinis gráficos, eliminm-se n seguinte ordem: Mtemátic Teremos um produto positivo, cso os ftores sejm de mesmo sinl e um produto negtivo, cso os ftores sejm de sinis diferentes = = = = + º) prênteses; º) colchetes; º) chves. E qunto às operções, resolvem-se n seguinte ordem: º) Potencição ou Rdicição; º) Multiplicção ou Divisão; º) Adição ou Subtrção. Exemplos: ) 8+{-[6-(4+)+]-}= =8+{-[6-5+]-}= =8+{--}= =8+9=7 5
6 Mtemátic ) {- :4+[(-+5) :]}= ={-4:4+[(+) :]}= ={-+[9:]}= ={-+}= ) -(-:6) :(8-.)-(-):( 6 ) = =-(-) :(8-6)-(-):6= =-(+4):-(-)= =-+= Conjuntos Numéricos e Operções I NÚMEROS IRRACIONAIS São todos os números que não possuem rzão. Números que não podem ser representdos n form de um frção. Exemplos: π=, =, =, e=, ) -.{-+[-+(-) :]-}= =-.{-+[-+9:]-}= =-.{-+[-+]-}= =-.{-+-}= =-.{-}= = Observe construção: NÚMEROS RACIONAIS Nem sempre divisão entre dois números inteiros result em um número inteiro. Surgiu, então, o conjunto dos números rcionis, números que podem ser representdos por um rzão entre dois inteiros. Intuitivmente explicmos origem dos números rcionis prtir d divisão de um todo em váris prtes. prtes 5 prtes numerdor 5 denomindor - - -,758..., Todo número irrcionl não pode ser representdo por um quociente entre dois inteiros. I={x p q p Z, q Z, q } Observe, gor, o digrm seguir: N Z Q I Todo número rcionl é representdo pelo quociente (rzão ou divisão) entre dois números inteiros. Obs.: Importnte lembrr que não existe divisão por zero (denomindor sempre diferente de zero) e que todo número rcionl n form deciml é sempre representdo por um dízim periódic ou por um divisão ext. Exemplo: Q={ p q p Z, q Z, q } =,5 (divisão ext) =,... (dízim periódic) NÚMEROS REAIS O conjunto dos números reis é definido como união entre os conjuntos dos números rcionis e irrcionis, ou sej: R = Q É importnte lembrr que ssocimos cd número rel um ponto de um ret p - -e I e p N Z Q I 6 N Z Q R e I R R
7 Conjuntos Numéricos e Operções I INTERVAL ALOS OS Intervlo berto é um subconjunto do conjunto dos números reis x, tis que: <x<b ou sej, números que estão entre e b. b ou sej, números de té b. Intervlos infinitos são subconjuntos do conjunto dos números reis x, tis que: b [;b]={x R x b} x ou x Mtemátic (;b)=];b[={x R <x<b} [; ) (- ; ] Intervlo Fechdo é o subconjunto do conjunto dos números reis x, tis que: x > ou x < x b (; ) Obs.: no infinito o intervlo sempre é berto. (- ; ) Qundo pensmos em números quisquer e sus utilizções estmos flndo sobre diversos momentos do cotidino de qulquer pesso. Qundo vmos um feir temos os preços, os pesos, quntidde de produtos ou qundo comprmos um imóvel, o vlor, metrgem, quntidde de cômodos, entre outrs utilizções. Sendo A={x N x <} e B= {x Z -4 x 5} obtenh s operções: ) A B Operção de união entre A e B. Devemos colocr todos os elementos que pertencem A ou B. d) B-A Idem o nterior B-A={-4,-,-,-,,,} Considere os conjuntos A={x R x <} e B={x R -4 x 5} oper.: A={,4,5,6,7,8,9} B={-4,-,-,-,,,,,4,5} A B={-4,-,-,-,,,,,4,5,6,7,8,9} A B={x Z -4 x <} b) A B Operção de intersecção entre A e B. Devemos tomr todos os elementos que pertencem simultnemente A e B. A B={,4,5} c) A-B Operção de diferenç entre A e B. Devemos tomr todos os elementos que pertencem A, ms não pertencem B. ) A B A=[;) A B=[-4;) B=[-4;5] A B A B A-B={6,7,8,9} 7
8 Mtemátic b) A B -4 5 A B Conjuntos Numéricos e Operções I d) B-A -4 5 B A 5 A B -4 B-A A B=[;5] B-A=[-4;) c) A-B A Determime o vlor d expressão: : 5-5 = -4 5 B = : = 5 5 = : 8 = 5 5 A-B = = 8 A-B=(5;) = += Sendo A={x N x 9} e B={x Z - x<7} obtenh: ) A B b) A B c) A-B d) B-A Ddos os intervlos reis A=(-4;5) e B=[-6;) obtenh: ) A B b) A B c) A-B d) B-A Complete com V pr verddeiro ou F pr flso: e) ( ) N Z = N f) ( ) N Z = Z g) ( ) Z Q = N h) ( ) Z Q = Z i) ( ) Z Q = Q 4 Associe os conjuntos ddos n primeir colun seus respectivos nomes d segund colun. () R=(- ; ) ( ) Reis não negtivos (b) R + =[; ) ( ) Reis (c) R + *=(; ) ( ) Reis negtivos (d) R - =(- ;] ( ) Reis não positivos (e) R *=(- ;) ( ) Reis positivos - 5 Some os itens corretos: 8 ) ( ) Z N b) ( ) N Q c) ( ) Q I = R d) ( ) N Z = Q () - N (8) () (6) = (4) I () (64) - R R 4 Q -8 R
9 Conjuntos Numéricos e Operções I 6 Um pesquis foi relizd junto 9 pessos respeito d prátic dos esportes futebol e vôlei. Foi consttdo que o volei er prticdo por 4 pessos e que 65 prticvm mbos os esportes. Foi consttdo ind que 5 pessos não prticvm nenhum desses esportes. O número de pessos que prticvm pens futebol é: ) 565 b) 55 c) 55 d) 5 e) Num escol há n lunos. Sbe-se que 56 deles lêem o jornl A, lêem os jornis A e B, 6 lêem pens um dos dois jornis e 66 não lêem o jornl B. O vlor de n é: ) 45 b) 7 c) 58 d) 7 e) 8 Mtemátic (OSEC-SP) Sejm A e B os seguintes subconjuntos de R: A={x R x 5} B={x R x>4} Então podemos firmr que: ) A - B B b) A - B A c) B - A A d) A - B = {x R < x <4} e) B -A = {x R x 5} (FGV-SP) Sejm os intervlos A=(- ; ], B=(;] e C=[-; ]. O intervlo C (A B) é: ) (-; ] b) [-; ] c) [;] d) (;] e) (- ; -] (CEFET-PR) Se P={x R - x<-} Q=]-;-] e S={x R x -} (P Q) - (Q S) é igul : ) {x R - x - e x } b) {x R - x -} c) {x R - x -} d) {x R - x<-} e) {x R -<x -} 4 (ACAFE-SC) Ddos os conjuntos: A={x N x 5} B={x R x é ímpr e x<7} C={x R <x } O conjunto-solução de (A-B) (B-C) é: ) {; } b) {; 4; 5} c) {; ; ; 5; 7} d) {; ; ; 4; 5} e) {; 4; 5} 5 (UF-VIÇOSA-MG) Assinle lterntiv incorret. Ddos os conjuntos: A={x x é um número rel} B={x x é um número rcionl} C={x x é um número primo} Então: ) C B b) S (B C) c) B A d) 6 (A B C) e) 7 (A C) 6 (PUC-RS) Se M=(- ;), N=[-, ) e P=[-; ), então P-(M N) é o intervlo: ) [-;) b) [-;) c) [-; ) d) (- ;-] (; ) e) [-;) [; ) 7 (FATEC-SP) Sejm e b números irrcionis: I).b é um número irrcionl II) +b é um número irrcionl III) -b pode ser um número rcionl, pode-se concluir que: ) s três são flss; b) s três são verddeirs; c) somente I e III são verddeirs; d) somente I é verddeir; e) somente I e II são flss. 8 (PUC-SP) Um número rcionl qulquer: ) tem sempre um número finito de ordens (css) decimis; b) tem sempre um número infinito de ordens (css) decimis; c) não pode expressr-se em form deciml ext; d) nunc se express em form de um deciml inext; e) nenhum ds nteriores. 9
10 Mtemátic 9 (EFOA-MG) Sej R o conjunto dos números reis, N o conjunto dos números nturis e Q o conjunto dos números rcionis. Qul firmtiv fls? ) Q N R b) Q N R c) Q N = R d) Q R =Q e) Q R Conjuntos Numéricos e Operções I (FCC-BA) Consultds 5 pessos sobre s emissors de TV que hbitulmente ssistem, obteve-se o resultdo seguinte: 8 pessos ssistem o cnl A, 5 ssistem o cnl B e 7 ssistem outros cnis distintos de A e B. O número de pessos que ssistem A e não ssistem B é: ) b) 5 c) 8 d) e) (VUNESP) Num clsse de lunos, 6 gostm de mtemátic e, de históri. O número de lunos dest clsse que gostm de mtemátic e de históri é: ) extmente 6; b) extmente ; c) no máximo 6; d) no mínimo 6; e) extmente 8.
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Aula 1 - POTI = Produtos Notáveis
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Progressões Aritméticas
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MÓDULO IV. EP.02) Determine o valor de: a) 5 3 = b) 3 4 = c) ( 4) 2 = d) 4 2 = EP.03) Determine o valor de: a) 2 3 = b) 5 2 = c) ( 3) 4 = d) 3 4 =
MÓDULO IV. Defiição POTENCIACÃO Qudo um úmero é multiplicdo por ele mesmo, dizemos que ele está elevdo o qudrdo, e escrevemos:. Se um úmero é multiplicdo por ele mesmo váris vezes, temos um potêci:.. (
Professores Edu Vicente e Marcos José Colégio Pedro II Departamento de Matemática Potências e Radicais
POTÊNCIAS A potênci de epoente n ( n nturl mior que ) do número, representd por n, é o produto de n ftores iguis. n =...... ( n ftores) é chmdo de bse n é chmdo de epoente Eemplos =... = 8 =... = PROPRIEDADES
Z = {, 3, 2, 1,0,1,2,3, }
Pricípios Aritméticos O cojuto dos úmeros Iteiros (Z) Em Z estão defiids operções + e. tis que Z = {, 3,, 1,0,1,,3, } A) + y = y + (propriedde comuttiv d dição) B) ( + y) + z = + (y + z) (propriedde ssocitiv
V ( ) 3 ( ) ( ) ( ) ( ) { } { } ( r ) 2. Questões tipo exame Os triângulos [ BC Da figura ao lado são semelhantes, pelo que: BC CC. Pág.
António: c ; Diogo: ( ) i e ; Rit: e c Pág Se s firmções dos três migos são verddeirs, firmção do António é verddeir, pelo que proposição c é verddeir e, consequentemente, proposição c é fls Por outro
Módulo e Equação Modular (valor absoluto)?
Mtemátic Básic Unidde 6 Função Modulr RANILDO LOES Slides disponíveis no nosso SITE: https://ueedgrtito.wordpress.com Módulo e Equção Modulr (vlor bsoluto)? - - - - R uniddes uniddes Definição, se, se
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MATRIZES, DETERMINANTES E SISTEMAS LINEARES PROF. JORGE WILSON [email protected] MATRIZES Definição e Notção... 11 21 m1 12... 22 m2............ 1n.. 2n. mn Chmmos de Mtriz todo conjunto de vlores, dispostos
MATRIZES. 1) (CEFET) Se A, B e C são matrizes do tipo 2x3, 3x1 e 1x4, respectivamente, então o produto A.B.C. (a) é matriz do tipo 4 x 2
MATRIZES ) (CEFET) Se A, B e C são mtrizes do tipo, e 4, respectivmente, então o produto A.B.C () é mtriz do tipo 4 () é mtriz do tipo 4 (c) é mtriz do tipo 4 (d) é mtriz do tipo 4 (e) não é definido )
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Ministério d Educção Universidde Tecnológic Federl do Prná Cmpus Curitib MATEMÁTICA BÁSICA NOTAS DE AULA SUMÁRIO. FRAÇÕES.... Adição e Subtrção.... Multiplicção.... Divisão.... Número Misto.... Conversão
x 0 0,5 0,999 1,001 1,5 2 f(x) 3 4 4,998 5,
- Limite. - Conceito Intuitivo de Limite Considere função f definid pel guinte epressão: f - - Podemos obrvr que função está definid pr todos os vlores de eceto pr. Pr, tnto o numerdor qunto o denomindor
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Elementos de Análise - Lista 6 - Solução
Elementos de Análise - List 6 - Solução 1. Pr cd f bixo considere F (x) = x f(t) dt. Pr quis vlores de x temos F (x) = f(x)? () f(x) = se x 1, f(x) = 1 se x > 1; F (x) = se x 1, F (x) = x 1 se x > 1. Portnto
Exercícios. setor Aula 25
setor 08 080409 080409-SP Aul 5 PROGRESSÃO ARITMÉTICA. Determinr o número de múltiplos de 7 que estão compreendidos entre 00 e 000. r 7 00 7 PA 05 30 4 n 994 00 98 98 + 7 05 n + (n ) r 994 05 + (n ) 7
Área entre curvas e a Integral definida
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ÁLGEBRA LINEAR Equações Lineares na Álgebra Linear EQUAÇÃO LINEAR SISTEMA LINEAR GEOMETRIA DA ESQUAÇÕES LINEARES RESOLUÇÃO DOS SISTEMAS
EQUAÇÃO LINEAR SISTEMA LINEAR GEOMETRIA DA ESQUAÇÕES LINEARES RESOLUÇÃO DOS SISTEMAS Equção Liner * Sej,,,...,, (números reis) e n (n ) 2 3 n x, x, x,..., x (números reis) 2 3 n Chm-se equção Liner sobre
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LISTA PREPARATÓRIA PARA RECUPERAÇÃO FINAL MATEMÁTICA (9º ano)
PARTE I ) Determine s potêncis: ) 4 = b) - = ) Escrev usndo potênci de bse 0: ) 7 bilhões: b) um milionésimo: ) Trnsforme os números ddos em potencições e simplifique epressão: 0000000 00000 5 = 4) Escrev
Colegio Naval ) O algoritmo acima foi utilizado para o cálculo do máximo divisor comum entre os números A e B. Logo A + B + C vale
Colegio Nvl 005 01) O lgoritmo cim foi utilizdo pr o cálculo do máximo divisor comum entre os números A e B. Logo A + B + C vle (A) 400 (B) 300 (C) 00 (D) 180 (E) 160 Resolvendo: Temos que E 40 C E C 40
Integral. (1) Queremos calcular o valor médio da temperatura ao longo do dia. O valor. a i
Integrl Noção de Integrl. Integrl é o nálogo pr unções d noção de som. Ddos n números 1, 2,..., n, podemos tomr su som 1 + 2 +... + n = i. O integrl de = té = b dum unção contínu é um mneir de somr todos
Matemática. Resolução das atividades complementares. M13 Determinantes. 1 (Unifor-CE) Sejam os determinantes A 5. 2 (UFRJ) Dada a matriz A 5 (a ij
Resolução ds tividdes complementres Mtemátic M Determinntes p. (Unifor-CE) Sejm os determinntes A, B e C. Nests condições, é verdde que AB C é igul : ) c) e) b) d) A?? A B?? B C?? C AB C ()? AB C, se i,
Ângulo completo (360 ) Agora, tente responder: que ângulos são iguais quando os palitos estão na posição da figura abaixo?
N Aul 30, você já viu que dus rets concorrentes formm qutro ângulos. Você tmbém viu que, qundo os qutro ângulos são iguis, s rets são perpendiculres e cd ângulo é um ângulo reto, ou sej, mede 90 (90 grus),
Função Modular. x, se x < 0. x, se x 0
Módulo de um Número Rel Ddo um número rel, o módulo de é definido por:, se 0 = `, se < 0 Observção: O módulo de um número rel nunc é negtivo. Eemplo : = Eemplo : 0 = ( 0) = 0 Eemplo : 0 = 0 Geometricmente,
outras apostilas de Matemática, Acesse:
Acesse: http://fuvestibulr.com.br/ N Aul 30, você já viu que dus rets concorrentes formm qutro ângulos. Você tmbém viu que, qundo os qutro ângulos são iguis, s rets são perpendiculres e cd ângulo é um
MATEMÁTICA PARA REFLETIR! EXERCÍCIOS EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES OPERAÇÕES COM MATRIZES PARA REFLETIR!...437
ÍNICE MATEMÁTICA... PARA REFLETIR!... EXERCÍCIOS... EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES... OPERAÇÕES COM MATRIZES... PARA REFLETIR!...7 EXERCÍCIOS E APLICAÇÃO...8 EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES...8...9 PARA REFLETIR!...
LISTA 100 EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES
LISTA 00 EXERCÍCIOS COMPLEMETARES LOGARITMOS: Definição e Proprieddes PROF.: GILSO DUARTE Questão 0 Trlhndo-se com log = 0,47 e log = 0,0, pode-se concluir que o vlor que mis se proim de log 46 é 0),0
y 5z Grupo A 47. alternativa A O denominador da fração é D = 46. a) O sistema dado é determinado se, e somente se: b) Para m = 0, temos: = 2 x y
Grupo A 4. lterntiv A O denomindor d frção é D = 4 7 = ( 0 ) = 4. 46. ) O sistem ddo é determindo se, e somente se: m 0 m 9m 0 9 m b) Pr m, temos: x + y = x = y x + y z = 7 y z = x y + z = 4 4y + z = x
Aula 27 Integrais impróprias segunda parte Critérios de convergência
Integris imprópris segund prte Critérios de convergênci MÓDULO - AULA 7 Aul 7 Integris imprópris segund prte Critérios de convergênci Objetivo Conhecer dois critérios de convergênci de integris imprópris:
DETERMINANTES. Notação: det A = a 11. Exemplos: 1) Sendo A =, então det A = DETERMINANTE DE MATRIZES DE ORDEM 2
DETERMINANTES A tod mtriz qudrd ssoci-se um número, denomindo determinnte d mtriz, que é obtido por meio de operções entre os elementos d mtriz. Su plicção pode ser verificd, por exemplo, no cálculo d
Matemática para Economistas LES 201. Aulas 5 e 6 Matrizes Chiang Capítulos 4 e 5. Luiz Fernando Satolo
Mtemátic pr Economists LES Auls 5 e Mtrizes Ching Cpítulos e 5 Luiz Fernndo Stolo Mtrizes Usos em economi ) Resolução sistems lineres ) Econometri ) Mtriz Insumo Produto Álgebr Mtricil Conceitos Básicos
4 π. 8 π Considere a função real f, definida por f(x) = 2 x e duas circunferência C 1 e C 2, centradas na origem.
EFOMM 2010 1. Anlise s firmtivs bixo. I - Sej K o conjunto dos qudriláteros plnos, seus subconjuntos são: P = {x K / x possui ldos opostos prlelos}; L = {x K / x possui 4 ldos congruentes}; R = {x K /
UNIDADE 1 ARITMÉTICA BÁSICA. Divisibilidade por 5 Um número é divisível por 5 se o último algarismo for 0 ou 5. Exemplos: 235, 4670,
Inclusão pr vid Mtemátic A UNIDADE ARITMÉTICA BÁSICA MÚLTIPLO DE UM NÚMERO Sendo, b e c números nturis e. b = c, diz-se que c é múltiplo de e b. Eemplo: Múltiplos de M() = {0,, 6, 9,...} Observções: O
ESTATÍSTICA APLICADA. 1 Introdução à Estatística. 1.1 Definição
ESTATÍSTICA APLICADA 1 Introdução à Esttístic 1.1 Definição Esttístic é um áre do conhecimento que trduz ftos prtir de nálise de ddos numéricos. Surgiu d necessidde de mnipulr os ddos coletdos, com o objetivo
Após encontrar os determinantes de A. B e de B. A, podemos dizer que det A. B = det B. A?
PROFESSOR: EQUIPE DE MATEMÁTICA BANCO DE QUESTÕES - MATEMÁTICA - ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO ============================================================================================= Determinntes - O vlor
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UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA MAT - ALGEBRA LINEAR I-A PROF.: GLÓRIA MÁRCIA LISTA DE EXERCÍCIOS ) Sejm A, B e C mtries inversíveis de mesm ordem, encontre epressão d mtri X,
Universidade Federal do Rio Grande FURG. Instituto de Matemática, Estatística e Física IMEF Edital 15 - CAPES DETERMINANTES
Universidde Federl do Rio Grnde FURG Instituto de Mtemátic, Esttístic e Físic IMEF Editl - APES DETERMINANTES Prof Antônio Murício Medeiros Alves Profª Denise Mri Vrell Mrtinez Mtemátic Básic pr iêncis
6. ÁLGEBRA LINEAR MATRIZES
MATRIZES. ÁLGEBRA LINEAR Definição Digonl Principl Mtriz Unidde Mtriz Trnspost Iguldde entre Mtrizes Mtriz Nul Um mtriz m n um tbel de números reis dispostos em m linhs e n coluns. Sempre que m for igul
Fatoração e Produtos Notáveis
Ftorção e Produtos Notáveis 1. (G1 - cftmg 014) Simplificndo epressão 1 4 6 4 5 4 16 48 obtém-se ). b) 4 +. c). d) 4 +.. (G1 - ifce 014) O vlor d epressão: b b ) b. b) b. c) b. d) 4b. e) 6b. é. (Upf 014)
Números, Desigualdades e Valores Absolutos
A CÁLCULO A Números, Desigulddes e Vlores Asolutos O cálculo sei-se no sistem de números reis. Começmos com os inteiros:...,,,, 0,,,, 4,... Então, construímos os números rcionis, que são s rzões de inteiros.
Matemática. Resolução das atividades complementares. M24 Equações Polinomiais. 1 (PUC-SP) No universo C, a equação
Resolução ds tividdes complementres Mtemátic M Equções Polinomiis p. 86 (PUC-SP) No universo C, equção 0 0 0 dmite: ) três rízes rcionis c) dus rízes irrcionis e) um únic riz positiv b) dus rízes não reis
BASICÃO DE M4T3MÁTIC4
BASICÃO DE MTMÁTIC DE MATEMÁTICA CRUSH Págin 0 Divisibilidde, MMC e MDC 0 0 Números Inteiros 09 0 Números Rcionis 5 0 Potencição e Rdicição 9 05 Ftorção e Produtos Notáveis 06 Rzão, Proporção, Médis e
Apoio à Decisão. Aula 3. Aula 3. Mônica Barros, D.Sc.
Aul Métodos Esttísticos sticos de Apoio à Decisão Aul Mônic Brros, D.Sc. Vriáveis Aletóris Contínus e Discrets Função de Probbilidde Função Densidde Função de Distribuição Momentos de um vriável letóri
1 Assinale a alternativa verdadeira: a) < <
MATEMÁTICA Assinle lterntiv verddeir: ) 6 < 7 6 < 6 b) 7 6 < 6 < 6 c) 7 6 < 6 < 6 d) 6 < 6 < 7 6 e) 6 < 7 6 < 6 Pr * {} temos: ) *, * + e + * + ) + > + + > ) Ds equções (I) e (II) result 7 6 < ( 6 )
( 2 5 ) simplificando a fração. Matemática A Extensivo V. 8 GABARITO. Matemática A. Exercícios. (( ) ) trocando a base log 5 01) B 04) B.
Mtemátic A Etensivo V. Eercícios 0) B 0) B f() = I. = y = 6 6 = ftorndo 6 = = II. = y = 6 = 6 = pel propriedde N = N = De (I) e (II) podemos firmr que =, então: ) 6 = = 6 ftorndo 6 = = pel propriedde N
3n 3 3 3n. R = k(1,1) t. Pessoa Anos de Formação (t) Fator de Carreira (k) A B C
Aul 0 Potencição 0) (PUC-SP) Simplificndo epressão ) n 9 ) n + n d) 6 7 6 9 n n n, otém-se 0) (Insper) Um nlist de recursos humnos desenvolveu o seguinte modelo mtemático pr relcionr os nos de formção
TECNÓLOGO EM CONSTRUÇÃO CIVIL. Aula 7 _ Função Modular, Exponencial e Logarítmica Professor Luciano Nóbrega
1 TECNÓLOGO EM CONSTRUÇÃO CIVIL Aul 7 _ Função Modulr, Eponencil e Logrítmic Professor Lucino Nóbreg FUNÇÃO MODULAR 2 Módulo (ou vlor bsolutode um número) O módulo (ou vlor bsoluto) de um número rel, que
Formas Quadráticas. FUNÇÕES QUADRÁTICAS: denominação de uma função especial, definida genericamente por: 1 2 n ij i j i,j 1.
Forms Qudrátics FUNÇÕES QUADRÁTICAS: denominção de um função especil, definid genericmente por: Q x,x,...,x x x x... x x x x x... x 1 n 11 1 1 1 1n 1 n 3 3 nn n ou Qx,x,...,x 1 n ij i j i,j1 i j n x x
Professora: Profª Roberta Nara Sodré de Souza
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICAS INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA-CAMPUS ITAJAÍ Professor: Profª Robert Nr Sodré de Souz Função
Álgebra Linear e Geometria Analítica. Espaços Vectoriais
Álgebr Liner e Geometri Anlític Espços Vectoriis O que é preciso pr ter um espço vectoril? Um conjunto não vzio V Um operção de dição definid nesse conjunto Um produto de um número rel por um elemento
