DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos SUCO DE LARANJA NOVEMBRO DE 2015

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos SUCO DE LARANJA NOVEMBRO DE 2015"

Transcrição

1 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos SUCO DE LARANJA NOVEMBRO DE 2015

2 PRODUTOS

3 DISTRIBUIÇÃO DA PRODUÇÃO DE LARANJA NO CINTURÃO CITRÍCOLA 49% Farelo 85% laranja para indústria 45% Suco 98% Exportação 70% Europa 16% EUA 5% Japão 6% Óleos e Essências LARANJA 355 milhões de caixas de 40,8 kg 15% Consumo in natura O farelo de polpa cítrica é remanescente da extração do suco. É usado como complemento para a ração animal na pecuária. FONTES: IEA E SECEX

4 Os tipos de laranja ideais para a produção de suco são: pêra, natal, valência e hamlin; No Brasil 15% da laranja é consumida internamente na forma de sucos prontos e in natura; Nos EUA 95% da laranja é processada e consumida na forma de suco concentrado. O consumo in natura é muito baixo, em torno de 5%; Os preços do suco de laranja são balizados no mercado internacional, na Bolsa de Nova Iorque NYBOT, sendo a unidade de medida a libra peso (453,6 gramas). Os nectars contem em média 50% de suco e os refrescos contem cerca de 10%.

5 SAZONALIDADE

6 SÃO PAULO ANO-SAFRA: julho a junho do ano seguinte COLHEITA/PROCESSAMENTO: julho a dezembro; início da florada: setembro FLÓRIDA ANO-SAFRA: outubro a setembro do ano seguinte COLHEITA/PROCESSAMENTO: outubro a maio

7 SAZONALIDADE DA COLHEITA DE LARANJA 20,0% 18,0% 17,9% 17,6% 17,1% 16,0% 14,0% 14,7% 12,0% 10,0% 10,3% 9,6% 8,0% 6,0% 4,0% 6,1% 4,0% 2,0% 1,5% 1,2% 0,0% maio junho julho agosto setembro outubro novembro dezembro janeiro fevereiro FONTE: CONAB

8 Part. % SAZONALIDADE DAS EXPORTAÇÕES DE SUCO DE LARANJA CONCENTRADO CONGELADO ,0% 9,5% 9,6% 9,0% 8,9% 9,0% 8,5% 8,0% 7,5% 7,7% 8,4% 7,9% 8,0% 8,1% 7,5% 8,5% 8,3% 8,0% 7,0% 6,5% 6,0% Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez FONTE: SECEX

9 CARACTERÍSTICAS GERAIS A laranja é uma cultura perene, o início da produção ocorre a partir de 3 anos após o plantio, porém com melhor produtividade a partir de 4 anos, durando até aproximadamente 20 anos uma árvore; O suco concentrado congelado pode ser estocado sem perder suas características por até 3 anos; A liberação de crédito para custeio ocorre no período da florada (setembro).

10 PRODUTIVIDADE DAS ÁRVORES DE LARANJA POR IDADE DA PLANTA pés até 4 anos pés de 4 a 8 anos pés de 8 a 15 anos pés acima de 15 anos FONTE: CONAB

11 CUSTOS DE PRODUÇÃO

12 CUSTOS DE PRODUÇÃO DE LARANJA Fonte: Secex Elaboração: Bradesco Adubos 10,3% Outros 5,9% Colheita 30,2% Defensivos 12,3% Transporte 18,5% Mão de Obra na árvore 22,9% FONTE: CITRUS BR

13 Custos do Produtor: 53% Mão-de-obra 22% Fertilizantes e Defensivos agrícolas Custo com mão-de-obra é elevado pois a maior parte da colheita é manual. Custos da Indústria: 54% Laranja 20% Processamento O transporte de suco é feito em caminhões-tanque refrigerados e o escoamento das exportações ocorre pelo porto de Santos; As grandes indústrias de suco são proprietárias de navios (tipo tank farm) e de terminais privativos no Porto de Santos; A distância média da região processadora até o porto é de 600 km.

14 FORNECEDORES

15 Não há relação integrada entre citricultores e indústria. No entanto, cerca de 70% dos produtores fecham contratos em dólar com a indústria por até 3 anos. Os custos de colheita e transporte ficam por conta do produtor; A laranja é perecível, portanto o produtor não tem como estocar para esperar melhora de preços, a venda para a indústria é imediata.

16 REGIONALIZAÇÃO

17 CINTURÃO CITRÍCOLA BRASILEIRO FONTE: CITRUS BR

18 O cinturão citrícola brasileiro é concentrado em São Paulo e Triângulo Mineiro, que detém 80% da produção nacional de laranja e responde pela totalidade das exportações de suco de laranja; Região Centro de São Paulo: 37% da produção Região Castelo de São Paulo: 20% da produção Região Sul de São Paulo: 15% da produção de laranja Região Noroeste de São Paulo: 15% da produção Região Norte de São Paulo : concentra 13% da produção de laranja

19 Part. % PRODUÇÃO DE LARANJA POR ESTADO 2012 Sergipe 4,6% Minas Gerais 4,8% Paraná 5,1% Rio Grande do Sul 2,0% Outros 3,6% Bahia 5,8% São Paulo 74,2% FONTE: IBGE

20 RANKING

21 EXPORTAÇÕES DE SUCO DE LARANJA REPRESENTAM 0,9% DAS EXPORTAÇÕES TOTAIS DO BRASIL

22 PAUTA DE EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS Materiais Elétricos e Eletrônicos 1,8% Café 2,2% Papel e Celulose 3,0% Máquinas e Instrumentos 3,7% Produtos Siderúrgicos e Metalúrgicos 5,5% Fumo e Cigarros 1,4% Calçados e Couro 1,6% Açúcar e Etanol 5,7% Produtos Químicos FONTE: SECEX 6,0% Suco de Laranja 0,9% Madeira e Manufaturas 0,8% Outros 11,2% Complexo Carnes 6,7% Petróleo e Derivados 9,2% Minérios Metalúrgicos 14,5% Material de Transporte 13,0% Complexo Soja 12,8%

23 PLAYERS NACIONAIS

24 SETOR CONCENTRADO EM POUCAS EMPRESAS CUTRALE capital nacional. É a maior produtora mundial desuco de laranja; CITROSUCO (Grupo Fischer) capital nacional; Louis Dreyfus Commodity Agroindustrial (antiga Coinbra Frutesp (Grupo Dreyfus capital estrangeiro França); CITROVITA (Grupo Votorantim capital nacional).

25 VANTAGENS COMPETITIVAS DO BRASIL

26 VANTAGENS COMPETITIVAS DO BRASIL Baixos custos de produção em razão do clima favorável, terras férteis e do baixo custo de mão-deobra; Grande escala de produção; Empresas têm forte apoio logístico com terminais privativos no embarque (Santos) e no desembarque (EUA e Europa) e navios próprios; Excelente qualidade da laranja brasileira, que é pouco ácida, ideal para a produção de suco;

27 VANTAGENS COMPETITIVAS DO BRASIL No Brasil as fazendas consideradas de grande porte, com mais de 200 mil pés de laranja têm produtividade média de 2,46 caixas por planta e representam 47% da produção de laranja, somam, 120 produtores e representam 2% do número total de produtores. As de porte médio (entre 20 mil e 199 mil pés) respondem por 32% da produção e somam produtores, ou 11% do total, com produtividade em torno de 2,16 caixas por pé. Os pequenos produtores (menos de 20 mil árvores) respondem por 21% da produção de laranja e somam produtores ou 87% do total do número de produtores com menor produtividade, em torno de 1,66 caixas por pé.

28 MAPEAMENTO DO PRODUTOR NACIONAL DE LARANJA Porte dos Produtores Nº de Produtores Part. % quantidade de árvores por propriedade % das árvores do cinturão citrícola pequeno porte % menos de 20 mil árvores 21% médio porte % entre 20 mil e 199 mil árvores 32% grande porte 120 2% acima de 200 mil árvores 47% Total % 100% FONTE: CITRUS BR

29 PLAYERS MUNDIAIS

30 Nos EUA 95% da laranja é processada e consumida na forma de suco concentrado. O consumo in natura é muito baixo, em torno de 5%; Os EUA importam suco de laranja concentrado dos seguintes países: Brasil responde por 54% México 32% As exportações norte-americanas de suco de laranja têm o seguinte destino: 54% - Canadá 24% - Europa

31 RANKING MUNDIAL DE PRODUÇÃO DE SUCO DE LARANJA Part. % SAFRA 2013/14 Outros 15,8% EUA 26,8% Brasil 57,5% FONTE: USDA

32 RANKING MUNDIAL DE EXPORTAÇÃOD E SUCO DE LARANJA Part. % SAFRA 2013/14 EUA 7,6% Outros 12,3% Brasil 80,2% FONTE: USDA

33 RANKING MUNDIAL DE IMPORTAÇÕES Part. % DE SUCO DE LARANJA SAFRA 2013/14 Austrália 2,4% Israel 1,8% Coréia 1,6% Outros 0,8% Japão 5,6% China Rússia 4,5% 3,7% Canadá 7,5% União Européia 51,5% EUA 20,5% FONTE: USDA

34 RANKING MUNDIAL DE CONSUMIDORES DE SUCO DE LARANJA Part. % SAFRA 2013/14 Japão 3,8% Rússia 2,6% Outros 8,5% China 6,2% Canadá 4,9% EUA 35,9% União Européia 37,9% FONTE: USDA

35 CONSUMIDORES

36 PAÍSES DE DESTINO DAS EXPORTAÇÕES DE SUCO DE LARANJA CONCENTRADO CONGELADO Japão 4,5% Outros 9,0% EUA 16,2% Europa 70,3% FONTE: SECEX

37 FATORES DE RISCO

38 OS PRINCIPAIS RISCOS QUE AFETAM A CITRICULTURA SÃO: Câmbio apreciado afeta a rentabilidade do exportador; Risco climático; Incidência de pragas. As mais comuns são: amarelinho, cancro cítrico, morte súbita e greening; Commodity sujeita ao comportamento das cotações internacionais; É comum as empresas esmagadoras realizarem as exportações via tradings e off shore, que geralmente contabilizam os resultados em detrimento dos balanços das empresas no Brasil.

39 CENÁRIO ATUAL E TENDÊNCIAS

40 90/91 91/92 92/93 93/94 94/95 95/96 96/97 97/98 98/99 99/00 00/01 01/02 02/03 03/04 04/05 05/06 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 11/12 12/13 13/14* mil t PRODUÇÃO MUNDIAL DE SUCO DE LARANJA MIL TON FONTE E PROJEÇÃO: USDA RELATÓRIO DE 24/01/14

41 90/91 91/92 92/93 93/94 94/95 95/96 96/97 97/98 98/99 99/00 00/01 01/02 02/03 03/04 04/05 05/06 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 11/12 12/13 13/14* FONTE E PROJEÇÃO: USDA RELATÓRIO DE 06/02/09 PRODUÇÃO DE SUCO DE LARANJA EUA MIL TON FONTE E PROJEÇÃO: USDA RELATÓRIO DE 24/01/14

42 90/91 91/92 92/93 93/94 94/95 95/96 96/97 97/98 98/99 99/00 00/01 01/02 02/03 03/04 04/05 05/06 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 11/12 12/13 13/14* FONTE E PROJEÇÃO: USDA RELATÓRIO DE 06/02/09 ELABORAÇÃO: BRADESCO PRODUÇÃO DE SUCO DE LARANJA BRASIL PRODUÇÃO DE SUCO DE LARANJA BRASIL mil t MIL TON FONTE E PROJEÇÃO: USDA RELATÓRIO DE 24/01/14

43 PRODUÇÃO DE SUCO DE LARANJA NOS DOIS MAIORES PRODUTORES MUNDIAIS /91 91/92 92/93 93/94 94/95 95/96 96/97 97/98 98/99 99/00 00/01 01/02 02/03 03/04 04/05 05/06 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 11/12 12/13 13/14* MIL TON EUA Brasil FONTE E PROJEÇÃO: USDA RELATÓRIO DE 24/01/14

44 jan/00 jan/01 jan/02 jan/03 jan/04 jan/05 jan/06 jan/07 jan/08 jan/09 jan/10 jan/11 jan/12 jan/13 jan/14 jan/15 jan/16 dez/16 SUCO DE LARANJA BOLSA DE N YORK NYBOT Fonte: PREÇO Bloomberg FUTURO 1º VENCTO Projeção de preço: média dos preços futuros Elaboração: Bradesco Em US$ cents por libra peso SUCO DE LARANJA BOLSA DE N YORK NYBOT PREÇO FUTURO 1º VENCTO EM US$ CENTS POR LIBRA PESO ,07 198,06 197, , ,18 137,93 150, ,93 125,06 116,13 133,48 115,06 84, , ,10 FONTE: BLOOMBERG Projeção de preço: média dos preços futuros

45 90/91 91/92 92/93 93/94 94/95 95/96 96/97 97/98 98/99 99/00 00/01 01/02 02/03 03/04 04/05 05/06 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 11/12 12/13 13/14* Título Projeção de estoque e consumo: USDA Projeção de preço: média dos preços futuros RELAÇÃO ESTOQUE CONSUMO MUNDIAL DE SUCO DE LARANJA Título ,0% estoque/consumo Preços Internacionais 60,8% 60,0% 54,2% 55,0% 50,0% 45,4% 128,33 40,0% 30,0% 23,8% 20,0% 17,9% 10,0% 124,05 101,20 31,2% 116,26 36,7% 105,74 77,05 US$ C / LIBRA PESO 190,0 175,87 162,54 170,0 57,8% 52,6% 51,7% 43,8% 37,0% 94,42 79,40 67,78 25,9% 20,9% 144,80 147,93 150,0 139,58 39,1% 29,7% 29,1% 92,06 24,0% 44,7% 134,36 130,0 110,0 28,5% 90,0 23,3% 70,0 50,0 FONTES: USDA e NYBOT Projeção de estoque consumo: USDA Projeção de preço: média dos preços futuros

46 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 11/12 12/13 13/14* CONSUMO GLOBAL DE SUCO DE LARANJA FONTE E PROJEÇÃO: USDA RELATÓRIO DE 06/02/09 ELABORAÇÃO: BRADESCO PRODUÇÃO DE SUCO DE LARANJA BRASIL mil t EM MIL TONELADAS FONTE E PROJEÇÃO: USDA RELATÓRIO DE 24/01/14

47 CONSUMO DE SUCO DE LARANJA EMERGENTES E DESENVOLVIDOS EM MIL TONELADAS Consumo de suco de laranja concentrado nos países desenvolvidos e nos países emergentes em mil toneladas Fonte: USDA Elaboração: Bradesco Emergentes Desenvolvidos / / / / / / / /14* FONTE E PROJEÇÃO: USDA RELATÓRIO DE 24/01/14

48 1990/ / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / /14* PRODUÇÃO DE LARANJA SÃO PAULO Em milhões de caixas de 40,8 kg EM MILHÕES DE CAIXAS DE 40,8 KG FONTE E PROJEÇÃO: Conab - Levantamento dez/11 Produção de Laranja - São Paulo Safra 12/13 milhões cx 40,8 kg Var. % 1º Levantamento Mai/13 327,9 2º Levantamento Ago/13 296,8-9,46% 3º Levantamento Dez/13 268,6-9,5% 410,0 390,0 341,6 347,6 361,4 364,9 371,4 383,7 379,0 400,1 384,9 370,0 350,0 356,3 361,8 360,9 352,2 348,4 365,8 354,7 355,4 355,3 330,0 323,0 328,2 327,1 322,2 310,0 290,0 291,7 270,0 268,6 250,0 FONTE E PROJEÇÃO: CONAB Levantamento de dezembro/2013 (*) Projeção

49 Produtividade - Caixas de laranja por pé - fonte: Conab Elaboração: Bradesco PRODUTIVIDADE EM SÃO PAULO EM DE CAIXAS DE 40,8 KG POR PÉ 2,20 2,10 2,00 1,90 1,80 2,06 2,02 2,00 1,79 1,97 1,94 2,15 2,02 2,07 2,11 2,04 2,001,941,92 1,99 1,92 1,99 1,82 1,77 1,93 1,74 1,95 1,921,92 1,99 1,87 1,86 1,77 1,90 1,91 1,70 1,60 1,58 1, /14* 2012/ / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / /84 FONTE E PROJEÇÃO: CONAB Levantamento de dezembro/2013 (*) Projeção

50 NÚMERO DE PÉS EM PRODUÇAO EM SÃO PAULO EM UNIDADES Pés de Laranja em produção - em unidades - Fonte: Conab - Elaboração: Bradesco /14* 2012/ / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / /84 FONTE E PROJEÇÃO: CONAB Levantamento de dezembro/2013 (*) Projeção

51 1993/ / / / / / / / / / / / / / / / / / / / /14* PRODUÇÃO DE LARANJA FLÓRIDA EM MILHÕES DE CAIXAS DE 40,8 KG PRODUÇÃO DE LARANJA FLÓRIDA EM MILHÕES DE CAIXAS DE 40,8 KG FONTE E PROJEÇÃO: Depto de Citrus da Flórida 250,0 220,0 205,5 203,3 226,2 244,0 233,0 223,0 230,0 203,0 242,0 190,0 186,0 160,0 130,0 174,4 149,8147,7 129,0 170,2 162,5 146,7 140,5 133,7 133,6 104,4 100,0 FONTE E PROJEÇÃO: Depto de Citrus da Flórida

52 jan/00 jan/01 jan/02 jan/03 jan/04 jan/05 jan/06 jan/07 jan/08 jan/09 jan/10 jan/11 jan/12 jan/13 jan/14 jan/15 dez/15 Em R$ por caixa 40,8 kg Fonte: IEA Elaboração e Projeção: Bradesco LARANJA PREÇO AO PRODUTOR PRAÇA SP EM R$ POR CAIXA DE 40,8 KG 19,0 17,0 15,0 15,42 13,0 11,0 9,0 7,0 7,81 10,76 7,27 7,10 9,69 8,52 7,60 9,13 12,82 11,70 11,27 9,80 9,02 9,01 7,80 8,20 14,17 10,50 10,14 10,87 7,41 5,0 5,17 6,01 3,0 1,67 1,0 2,27 1,71 FONTE: CEPEA ESALQ ELABORAÇÃO E PROJEÇÃO: BRADESCO

53 EXPORTAÇÕES DE SUCO DE LARANJA CONCENTRADO US$ mil Exportações de Suco de Laranja - US$ Fonte: Secex US$ MILHÕES FONTE: SECEX

54 EXPORTAÇÕES DE SUCO DE LARANJA CONCENTRADO Bradesco mil toneladas Exportações Braseileiras de Suco de Laranja Fonte: Secex Elaboração: MIL TONELADAS FONTE: SECEX

55 Exportações de Suco de Laranja - preço PREÇOS MÉDIOS DE EXPORTAÇÃO DE SUCO DE LARANJA CONCENTRADO US$ POR TONELADA FONTE: SECEX

56 Depec-Bradesco O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas por suas publicações e projeções. Todos os dados ou opiniões dos informativos aqui presentes são rigorosamente apurados e elaborados por profissionais plenamente qualificados, mas não devem ser tomados, em nenhuma hipótese, como base, balizamento, guia ou norma para qualquer documento, avaliações, julgamentos ou tomadas de decisões, sejam de natureza formal ou informal. Desse modo, ressaltamos que todas as consequências ou responsabilidades pelo uso de quaisquer dados ou análises desta publicação são assumidas exclusivamente pelo usuário, eximindo o BRADESCO de todas as ações decorrentes do uso deste material. Lembramos ainda que o acesso a essas informações implica a total aceitação deste termo de responsabilidade e uso.

SUCO DE LARANJA NOVEMBRO DE 2016

SUCO DE LARANJA NOVEMBRO DE 2016 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos SUCO DE LARANJA NOVEMBRO DE 2016 O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas

Leia mais

DEPEC - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CAFÉ NOVEMBRO DE 2015

DEPEC - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CAFÉ NOVEMBRO DE 2015 DEPEC - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CAFÉ NOVEMBRO DE 2015 PRODUTOS SAFRA 2008/2009 67% Exportação 89% Café verde 18% Alemanha 18% EUA 10% Japão 9% Itália CAFÉ 49,2 milhões de sacas de

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CARNE BOVINA NOVEMBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CARNE BOVINA NOVEMBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CARNE BOVINA NOVEMBRO DE 2015 PRODUTOS PARTICIPAÇÃO NA PRODUÇÃO Produção de carnes NACIONAL - USDA - mil ton DO COMPLEXO CARNES - 2014 Carne Bovina

Leia mais

TRATORES E MÁQUINAS AGRÍCOLAS

TRATORES E MÁQUINAS AGRÍCOLAS DEPEC - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos TRATORES E MÁQUINAS AGRÍCOLAS OUTUBRO DE 2015 1 PRODUTOS 2 Os tratores e máquinas agrícolas são movidos a diesel. São fabricados os seguintes tipos

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos FEIJÃO OUTUBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos FEIJÃO OUTUBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos FEIJÃO OUTUBRO DE 2015 CALENDÁRIO AGRÍCOLA - FEIJÃO Safra 1ª - Safra das Águas 2ª - Safra da Seca 3ª - Safra de Inverno Principais Regiões Sul, Sudeste,

Leia mais

INDÚSTRIA DE ALIMENTOS

INDÚSTRIA DE ALIMENTOS DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos INDÚSTRIA DE ALIMENTOS OUTUBRO DE 2015 PRODUTOS INDÚSTRIA DE ALIMENTOS NO BRASIL 2012 EXPORTAÇÕES US$ 43 Bilhões (23%) 23% Ásia 22% União Europeia FATURAMENTO

Leia mais

DEPEC - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos PNEUS E BORRACHA MAIO DE 2016

DEPEC - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos PNEUS E BORRACHA MAIO DE 2016 DEPEC - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos PNEUS E BORRACHA MAIO DE 2016 1 PRODUTOS 2 Borracha Natural Consumo Interno 300 mil toneladas/ano 64% Importação 262 mil toneladas/ano 36% Produção

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos LEITE E DERIVADOS NOVEMBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos LEITE E DERIVADOS NOVEMBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos LEITE E DERIVADOS NOVEMBRO DE 2015 PRODUTOS 0,5% Exportação 46% Leite 41% Leite Condensado e Creme de Leite 55% Venezuela 11% Argélia Leite Fluido 34

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos SOJA DEZEMBRO DE 2016

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos SOJA DEZEMBRO DE 2016 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos SOJA DEZEMBRO DE 2016 O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas por suas

Leia mais

Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos Junho de 2015 Cotação do açúcar deve seguir em baixo patamar, refletindo elevado nível de estoques globais Priscila Pacheco Trigo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos O nível de estoques de açúcar

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos RORAIMA OUTUBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos RORAIMA OUTUBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos RORAIMA OUTUBRO DE 2015 DADOS GERAIS DO ESTADO DA RORAIMA Total Part % Brasil Part % Região Área Total - km² 224.118 2,64% 5,82% População - mil (1)

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos TRIGO NOVEMBRO DE 2016

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos TRIGO NOVEMBRO DE 2016 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos TRIGO NOVEMBRO DE 2016 O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas por suas

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos COMÉRCIO VAREJISTA NOVEMBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos COMÉRCIO VAREJISTA NOVEMBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos COMÉRCIO VAREJISTA NOVEMBRO DE 2015 PRODUTOS O COMÉRCIO RESPONDE POR 12,7% DO PIB BRASILEIRO O COMÉRCIO VAREJISTA É RESPONSÁVEL POR 42% DO COMÉRCIO

Leia mais

CARNE AVÍCOLA NOVEMBRO DE 2016

CARNE AVÍCOLA NOVEMBRO DE 2016 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CARNE AVÍCOLA NOVEMBRO DE 2016 O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas

Leia mais

redução dos preços internacionais de algumas commodities agrícolas; aumento dos custos de

redução dos preços internacionais de algumas commodities agrícolas; aumento dos custos de Desempenho da Agroindústria No fechamento do primeiro semestre de 2005, a agroindústria registrou crescimento de 0,3%, taxa bastante inferior à assinalada pela média da indústria brasileira (5,0%) no mesmo

Leia mais

Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos Abril de 2012 Expectativa de expansão da safra 2012/13 do complexo sucroalcooleiro no Brasil poderá ser afetada pelo clima seco Regina Helena Couto Silva Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos ALGODÃO DEZEMBRO DE 2016

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos ALGODÃO DEZEMBRO DE 2016 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos ALGODÃO DEZEMBRO DE 2016 O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas por suas

Leia mais

AGRONEGÓCIO BRASIL EM FOCO

AGRONEGÓCIO BRASIL EM FOCO AGRONEGÓCIO BRASIL EM FOCO Outubro de 2013 Panorama Macroeconômico As atenções do mercado externo seguem concentradas nos EUA, tanto em relação aos próximos passos do Fed como aos impasses políticos. A

Leia mais

AGRONEGÓCIO BRASIL EM FOCO

AGRONEGÓCIO BRASIL EM FOCO AGRONEGÓCIO BRASIL EM FOCO Outubro de 2012 Panorama Macroeconômico Após nova rodada de afrouxamento monetário implementado pelos Bancos Centrais dos EUA, da Europa e do Japão, os preços dos instrumentos

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos HIGIENE PESSOAL ABRIL DE 2014

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos HIGIENE PESSOAL ABRIL DE 2014 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos HIGIENE PESSOAL ABRIL DE 2014 PRODUTOS HIGIENE PESSOAL 61% Sabonetes Higiene Oral Desodorantes Talcos Higiene Capilar Produtos para Barbear Fraldas

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos INDÚSTRIA DE MÓVEIS OUTUBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos INDÚSTRIA DE MÓVEIS OUTUBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos INDÚSTRIA DE MÓVEIS OUTUBRO DE 2015 PRODUTOS INDÚSTRIA DE MÓVEIS Importação 3,3% Residenciais 67,7% Mercado interno 96,4% Escritório 16,6% INDÚSTRIA

Leia mais

Secretaria de Política Agrícola - SPA. safra 2012/2013 de laranja

Secretaria de Política Agrícola - SPA. safra 2012/2013 de laranja Secretaria de Política Agrícola - SPA Apoio àcomercialização da safra 2012/2013 de laranja Resumo conjuntural -Excedente de produção (SP e MG): de 40 a 80 Mi cx; -Estoque elevado de suco: 535 mil toneladas

Leia mais

DEPEC - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CAFÉ JANEIRO DE 2009

DEPEC - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CAFÉ JANEIRO DE 2009 DEPEC - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CAFÉ JANEIRO DE 2009 1 2 PRODUTOS CAFÉ 45,8 milhões de sacas de 60 kg 77% Arábica 23% Robusta (ou conilon) SAFRA 2008/2009 63% Exportação 37% Mercado

Leia mais

Soja-Comercialização Safra 2011/12 e Cenario 2012/13. NILVA CLARO COSTA nilva.claro@conab.gov.br

Soja-Comercialização Safra 2011/12 e Cenario 2012/13. NILVA CLARO COSTA nilva.claro@conab.gov.br Soja-Comercialização Safra 2011/12 e Cenario 2012/13 NILVA CLARO COSTA nilva.claro@conab.gov.br Comercialização Safra-2011/12 60,00 55,00 50,00 45,00 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 S oja Grã o P re ços

Leia mais

em números Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento

em números Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento agronegócio brasileiro em números Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento 2010 ranking Ranking Brasileiro da Produção e Exportação Fonte: USDA e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos ARROZ NOVEMBRO DE 2016

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos ARROZ NOVEMBRO DE 2016 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos ARROZ NOVEMBRO DE 2016 O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas por suas

Leia mais

Cadeia Agroindustrial de Citros

Cadeia Agroindustrial de Citros Cadeia Agroindustrial de Citros O impulso da citricultura no Brasil, especialmente em sua principal região produtora São Paulo -, deveu-se à instalação das indústrias de suco de laranja concentrado na

Leia mais

5.4 - Frutas Cítricas

5.4 - Frutas Cítricas 93 5.4 - Frutas Cítricas Os principais países produtores de citros, segundo a FAO, são China, Brasil e Estados Unidos, seguidos por México, Espanha e Itália. Entretanto, por espécie o Brasil é destacadamente

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CIMENTO SETEMBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CIMENTO SETEMBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CIMENTO SETEMBRO DE 2015 PRODUTOS MERCADO DE CIMENTO NO BRASIL - 2012 26 mil toneladas EXPORTADO (0,05%) 53% Paraguai 34% Bolívia 68,8 MILHÕES DE TONELADAS

Leia mais

1.3 Cítricos. Diagnóstico

1.3 Cítricos. Diagnóstico 1.3 Cítricos Diagnóstico A cadeia de cítricos contempla as frutas in natura, a produção de sucos (concentrados, reconstituídos, pasteurizados e frescos) e de óleos essenciais e pellets de polpa seca os

Leia mais

Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos Maio de 2015 Benefício do câmbio mais depreciado sobre as exportações de carnes será limitado pela queda da demanda de mercados relevantes Regina Helena Couto Silva Departamento de Pesquisas e Estudos

Leia mais

DEPEC - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos AÇÚCAR E ETANOL NOVEMBRO DE 2016

DEPEC - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos AÇÚCAR E ETANOL NOVEMBRO DE 2016 DEPEC - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos AÇÚCAR E ETANOL NOVEMBRO DE 2016 O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos ARROZ JUNHO DE 2017

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos ARROZ JUNHO DE 2017 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos ARROZ JUNHO DE 2017 O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas por suas publicações

Leia mais

Universidade Federal do Pampa. Cadeia Produtiva da Laranja

Universidade Federal do Pampa. Cadeia Produtiva da Laranja Universidade Federal do Pampa Cadeia Produtiva da Laranja Acadêmicos: Aline Alóy Clarice Gonçalves Celmar Marques Marcos Acunha Micheli Gonçalves Virginia Gonçalves A laranja é uma fruta cítrica produzida

Leia mais

AGRICULTURA. Novembro de 2017 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

AGRICULTURA. Novembro de 2017 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos AGRICULTURA Novembro de 2017 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos DESEMPENHO DA AGRICULTURA o o Algodão Embora não tenha alcançado recorde, as 3 últimas safras globais seguiram em recuperação

Leia mais

Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos Janeiro de 2013 Mudanças estruturais no mercado de café devem favorecer fluxos mais equilibrados de oferta e de demanda, implicando menores níveis de volatilidade das cotações Regina Helena Couto Silva

Leia mais

Milho Perspectivas do mercado 2011/12

Milho Perspectivas do mercado 2011/12 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA Milho Perspectivas do mercado 2011/12 março de 2012 Milho - Oferta e Demanda - Mundo milhões de t. Safras 2008/09 2009/10

Leia mais

TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS SETEMBRO DE 2015 1 2 PRODUTOS PARTICIPAÇÃO NO PIB 2013 Outros Serviços 33,7% Administração, saúde e educação públicas

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos PAPEL E CELULOSE NOVEMBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos PAPEL E CELULOSE NOVEMBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos PAPEL E CELULOSE NOVEMBRO DE 2015 PRODUTOS 60% exportação 85% Eucalipto 85% Fibra Curta Eucalipto 40% mercado interno CELULOSE CELULOSE 12% Fibra Longa

Leia mais

DEPEC - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos AÇÚCAR E ETANOL JUNHO DE 2017

DEPEC - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos AÇÚCAR E ETANOL JUNHO DE 2017 DEPEC - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos AÇÚCAR E ETANOL JUNHO DE 2017 O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas

Leia mais

Destaque Setorial - Bradesco

Destaque Setorial - Bradesco Siderurgia 12 de maio de 2015 Demanda externa deve compensar parcialmente retração doméstica de produtos siderúrgicos Leandro de Oliveira Almeida Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos A retração

Leia mais

CONJUNTURA ECONÔMICA

CONJUNTURA ECONÔMICA CONJUNTURA ECONÔMICA O mês de março de 2015 foi marcado pelo anúncio dos principais resultados da economia de 2014 e deste início de 2015. Dentre eles destacaramse o PIB, taxa de desemprego nas principais

Leia mais

Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária RETROSPECTIVA DE 2012 E PERSPECTIVAS PARA 2013

Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária RETROSPECTIVA DE 2012 E PERSPECTIVAS PARA 2013 Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária RETROSPECTIVA DE 2012 E PERSPECTIVAS PARA 2013 dezembro, 2012 Índice 1. Algodão 2. Soja 3. Milho 4. Boi Gordo 5. Valor Bruto da Produção ALGODÃO Mil toneladas

Leia mais

TELEFONIA FIXA E MÓVEL

TELEFONIA FIXA E MÓVEL DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos TELEFONIA FIXA E MÓVEL NOVEMBRO DE 2015 PRODUTOS PLANTA DE TELEFONIA NO BRASIL 2011 Acessos fixos 14,4% Acessos móveis 85,6% FONTE: ANATEL dez/10 PLANTA

Leia mais

A produção mundial e nacional de leite - a raça girolando - sua formação e melhoramento

A produção mundial e nacional de leite - a raça girolando - sua formação e melhoramento A produção mundial e nacional de leite - a raça girolando - sua formação e melhoramento Duarte Vilela chgeral@cnpgl.embrapa.br Audiência Pública - 18/05/2010 Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento

Leia mais

Cadeia de Valor do Suco de Laranja Projeto GOLLS

Cadeia de Valor do Suco de Laranja Projeto GOLLS Cadeia de Valor do Suco de Laranja Projeto GOLLS Prof. Manoel A. S. Reis, Ph.D FGV-EAESP and Gvcelog Mesa Redonda - A Cadeia LogísticaPortuária e Impactos Sociais na Baixada Santista UniSantos - Universidade

Leia mais

Panorama do Setor Exportador Brasileiro de Sementes Forrageiras: um Estudo Exploratório

Panorama do Setor Exportador Brasileiro de Sementes Forrageiras: um Estudo Exploratório Panorama do Setor Exportador Brasileiro de Sementes Forrageiras: um Estudo Exploratório Juliano Merlotto Mestre em Administração pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, Universidade

Leia mais

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado Mês de referência: JULHO/2011 CEPEA - SOJA I - Análise Conjuntural II - Séries Estatísticas 1. Diferenciais de preços 2. Estimativa do valor das alternativas

Leia mais

03/10/2014. Roteiro da Apresentação FINANCEIRIZAÇÃO DO MERCADO ANÁLISE TÉCNICA E DE CICLOS OFERTA E DEMANDA

03/10/2014. Roteiro da Apresentação FINANCEIRIZAÇÃO DO MERCADO ANÁLISE TÉCNICA E DE CICLOS OFERTA E DEMANDA OS MERCADOS DE SOJA, MILHO E TRIGO EM 2015 FERNANDO MURARO JR. Engenheiro agrônomo e analista de mercado da AgRural Commodities Agrícolas OCEPAR Curitiba (PR), 02/out/14 www.agrural.com.br A INFORMAÇÃO

Leia mais

ALGODÃO EM MATO GROSSO AGOSTO/15

ALGODÃO EM MATO GROSSO AGOSTO/15 ALGODÃO EM MATO GROSSO AGOSTO/15 CONJUNTURA MENSAL ANO 1. Nº 4 O 12º Levantamento de Safras da Conab, divulgado em 11 de setembro de 2015, consolidou os dados sobre produção, área e produtividade de algodão

Leia mais

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Maio 2012

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Maio 2012 Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Maio 2012 As exportações em maio apresentaram aumento de +39,13% em relação a abril, continuando a superar a marca de US$ 1 bilhão, agora pela décima-sexta vez

Leia mais

Prof. Luiz Fernando Paulillo Prof. Hildo Meirelles de Souza Filho

Prof. Luiz Fernando Paulillo Prof. Hildo Meirelles de Souza Filho Prof. Luiz Fernando Paulillo Prof. Hildo Meirelles de Souza Filho Concentração industrial crescente e redução do nº de processadoras de suco ao longo das décadas; Integração vertical industrial para trás

Leia mais

Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária. Novembro 2015 PARANÁ

Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária. Novembro 2015 PARANÁ Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária Novembro 2015 PARANÁ A estimativa de área para a safra 2015/16 de soja é recorde no Paraná. Segundo os técnicos de campo serão semeados 5,24 milhões de hectares,

Leia mais

ELETRODOMÉSTICOS E ELETROELETRÔNICOS

ELETRODOMÉSTICOS E ELETROELETRÔNICOS DEPEC - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos ELETRODOMÉSTICOS E ELETROELETRÔNICOS MAIO DE 2016 PRODUTOS CADEIA DE ELETROELETRÔNICOS Matérias-primas Básicas Aço Motores Componentes Outros insumos

Leia mais

Mercado do Boi Gordo

Mercado do Boi Gordo Mercado do Boi Gordo Perspectivas para os próximos anos SIC Esteio - RS Agosto 2006 Fabiano R. Tito Rosa Scot Consultoria Índice 1. Brasil: país pecuário 2. Comportamento dos preços internos 3. Perspectivas

Leia mais

Conjuntura Anual do Sorgo em 2008 e um possível cenário para 2009.

Conjuntura Anual do Sorgo em 2008 e um possível cenário para 2009. Conjuntura Anual do Sorgo em 2008 e um possível cenário para 2009. Para os produtores de sorgo o ano de 2008 pode ser considerado como bom. As condições climatológicas foram favoráveis durante todo o ciclo

Leia mais

A visão de longo prazo contempla: Produção Exportações líquidas Estoques. Área plantada Produtividade Consumo doméstico (total e per capita)

A visão de longo prazo contempla: Produção Exportações líquidas Estoques. Área plantada Produtividade Consumo doméstico (total e per capita) Fornecer aos agentes envolvidos no agronegócio, notadamente as indústrias de insumos agropecuários e de alimentos, além dos produtores, Governo e academia, informações estratégicas sobre a dinâmica futura

Leia mais

Políticas Públicas. Lélio de Lima Prado

Políticas Públicas. Lélio de Lima Prado Políticas Públicas Lélio de Lima Prado Política Cambial dez/03 abr/04 ago/04 dez/04 abr/05 ago/05 Evolução das Reservas internacionais (Em US$ bilhões) dez/05 abr/06 ago/06 dez/06 abr/07 ago/07 dez/07

Leia mais

Coletiva de imprensa ESTIMATIVA DA SAFRA 2013/2014

Coletiva de imprensa ESTIMATIVA DA SAFRA 2013/2014 Coletiva de imprensa ESTIMATIVA DA SAFRA 2013/2014 São Paulo, 29 de abril de 2013 ROTEIRO I. Safra 2012/2013 na região Centro-Sul: dados finais Moagem e produção Mercados de etanol e de açúcar Preços e

Leia mais

DEPEC - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CALÇADOS OUTUBRO DE 2015

DEPEC - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CALÇADOS OUTUBRO DE 2015 DEPEC - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CALÇADOS OUTUBRO DE 2015 PRODUTOS CADEIA PRODUTIVA DO SETOR DE CALÇADOS Pecuária Couros Importação de insumos Importação de calçados prontos Petroquímica

Leia mais

LARANJA FAZ BEM PARA VOCÊ, PARA QUEM PRODUZ E PARA O BRASIL.

LARANJA FAZ BEM PARA VOCÊ, PARA QUEM PRODUZ E PARA O BRASIL. LARANJA FAZ BEM PARA VOCÊ, PARA QUEM PRODUZ E PARA O BRASIL. Três em cada cinco copos de suco de laranja bebidos no mundo são produzidos no Brasil. Nos países com inverno rigoroso, os consumidores não

Leia mais

M A C R O C H I N A Ano 2 Nº 4 11 de maio de 2006

M A C R O C H I N A Ano 2 Nº 4 11 de maio de 2006 M A C R O C H I N A Ano Nº 11 de maio de 6 Síntese gráfica trimestral do comércio bilateral e do desempenho macroeconômico chinês - Primeiro trimestre de 6. Para surpresa de muitos analistas, o Banco Central

Leia mais

Balança Comercial 2003

Balança Comercial 2003 Balança Comercial 2003 26 de janeiro de 2004 O saldo da balança comercial atingiu US$24,8 bilhões em 2003, o melhor resultado anual já alcançado no comércio exterior brasileiro. As exportações somaram

Leia mais

Milho Período: 11 a 15/05/2015

Milho Período: 11 a 15/05/2015 Milho Período: 11 a 15/05/2015 Câmbio: Média da semana: U$ 1,00 = R$ 3,0203 Nota: A paridade de exportação refere-se ao valor/sc desestivado sobre rodas, o que é abaixo do valor FOB Paranaguá. *Os preços

Leia mais

O MERCADO DE CAFÉ 1. INTRODUÇÃO

O MERCADO DE CAFÉ 1. INTRODUÇÃO O MERCADO DE CAFÉ 1. INTRODUÇÃO O presente boletim tem o objetivo de apresentar a situação atual do mercado, por meio dos dados disponibilizados pelo USDA, CONAB e MAPA. Apresenta-se, posteriormente, a

Leia mais

Coletiva de imprensa ESTIMATIVA DA SAFRA 2014/2015

Coletiva de imprensa ESTIMATIVA DA SAFRA 2014/2015 Coletiva de imprensa ESTIMATIVA DA SAFRA 2014/2015 São Paulo, 23 de abril de 2014 ROTEIRO I. Safra 2013/2014 na região Centro-Sul: dados finais Condições climáticas e agronômicas Moagem e produção Mercados

Leia mais

Desempenho da Agroindústria em 2004. histórica iniciada em 1992. Como tem sido freqüente nos últimos anos (exceto em 2003), os

Desempenho da Agroindústria em 2004. histórica iniciada em 1992. Como tem sido freqüente nos últimos anos (exceto em 2003), os Desempenho da Agroindústria em 2004 Em 2004, a agroindústria obteve crescimento de 5,3%, marca mais elevada da série histórica iniciada em 1992. Como tem sido freqüente nos últimos anos (exceto em 2003),

Leia mais

O COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DE ALGUMAS COMMODITIES (CAFÉ, SOJA, AÇÚCAR E SUCO DE LARANJA)

O COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DE ALGUMAS COMMODITIES (CAFÉ, SOJA, AÇÚCAR E SUCO DE LARANJA) O COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DE ALGUMAS COMMODITIES (CAFÉ, SOJA, AÇÚCAR E SUCO DE LARANJA) Ricardo Dalla Costa 1 RESUMO O presente artigo vem analisar o nível de preço e produtividade, tecnologia, comercialização

Leia mais

3,8 milhões de hectares de lavouras ruins nos EUA

3,8 milhões de hectares de lavouras ruins nos EUA BOLSA DE CHICAGO 3,8 milhões de hectares de lavouras ruins nos EUA Chuvas diminuíram nesta semana, mas ainda acumularam grandes volumes em pontos já muitos úmidos do Meio-Oeste 3 EUA Lavouras De Soja Ruins

Leia mais

M A C R O C H I N A Ano 2 Nº 8 15 de maio de 2007

M A C R O C H I N A Ano 2 Nº 8 15 de maio de 2007 M A C R O C H I N A Ano 2 Nº 8 1 de maio de 27 Síntese gráfica trimestral do comércio bilateral e do desempenho macroeconômico chinês Primeiro trimestre de 27 No primeiro trimestre de 27, a economia chinesa

Leia mais

FERTILIZANTES: PRODUTO E MERCADO. XIII Encontro Nacional de Produção e Abastecimento de Batata ABBA

FERTILIZANTES: PRODUTO E MERCADO. XIII Encontro Nacional de Produção e Abastecimento de Batata ABBA FERTILIZANTES: PRODUTO E MERCADO XIII Encontro Nacional de Produção e Abastecimento de Batata ABBA Holambra, 25 de Outubro de 2007 Fertilizantes: Análise Mercadológica Produto: Insumo Bem homogêneo Bem

Leia mais

CAFÉ NOVEMBRO DE 2016

CAFÉ NOVEMBRO DE 2016 DEPEC - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CAFÉ NOVEMBRO DE 2016 O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas por suas

Leia mais

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado Mês de referência: MARÇO/2011 CEPEA - SOJA I - Análise Conjuntural II - Séries Estatísticas 1. Diferenciais de preços 2. Estimativa do valor das alternativas

Leia mais

INVENTÁRIO DE ÁRVORES E ESTIMATIVA DE SAFRA DO CINTURÃO CITRÍCOLA DE SÃO PAULO E TRIÂNGULO/ SUDOESTE MINEIRO

INVENTÁRIO DE ÁRVORES E ESTIMATIVA DE SAFRA DO CINTURÃO CITRÍCOLA DE SÃO PAULO E TRIÂNGULO/ SUDOESTE MINEIRO INVENTÁRIO DE ÁRVORES E ESTIMATIVA DE SAFRA DO CINTURÃO CITRÍCOLA DE SÃO PAULO E TRIÂNGULO/ SUDOESTE MINEIRO PESQUISA DE ESTIMATIVA DE SAFRA (PES) Coleta e divulgação de dados sobre a produção de citros

Leia mais

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro 2014. Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro 2014. Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro 2014 Unidade de Estudos Econômicos O COMÉRCIO EXTERIOR DO RS EM JANEIRO Exportações Apesar do bom crescimento de Produtos Alimentícios e Máquinas e Equipamentos,

Leia mais

BRASIL. Francisca Peixoto

BRASIL. Francisca Peixoto BRASIL Francisca Peixoto INTRODUÇÃO BRASIL Um dos principais fornecedores de alimentos e matériasprimas do mundo Dotação única em recursos naturais Política agropecuária alinhada com estratégia nacional

Leia mais

CENÁRIO GLOBAL DE CARNES (FRANGO E SUÍNO) E MILHO

CENÁRIO GLOBAL DE CARNES (FRANGO E SUÍNO) E MILHO CENÁRIO GLOBAL DE CARNES (FRANGO E SUÍNO) E MILHO Leonardo Sologuren Céleres Junho de 2008 Cresce o consumo de proteína animal no BRIC BRASIL RÚSSIA 108 4,000 60 3.000 kg/habitante/ano 90 72 54 36 18 3,800

Leia mais

MERCADO DE TRIGO CONJUNTURA E CENÁRIO NO BRASIL E NO MUNDO

MERCADO DE TRIGO CONJUNTURA E CENÁRIO NO BRASIL E NO MUNDO MERCADO DE TRIGO CONJUNTURA E CENÁRIO NO BRASIL E NO MUNDO Paulo Magno Rabelo (1) A análise de desempenho da produção de trigo no mundo desperta apreensões fundamentadas quanto aos indicadores de área

Leia mais

Perspectivas para o setor agrícola no Brasil

Perspectivas para o setor agrícola no Brasil Perspectivas para o setor agrícola no Brasil O que a conjuntura macroeconômica nos reserva? Felippe Serigati O queaconteceucom o setoragrícola nas últimas décadas? A importânciado agronegócioparao Brasil

Leia mais

Tabela 01 Mundo Soja Área, produção e produtividade Safra 2009/10 a 2013/14

Tabela 01 Mundo Soja Área, produção e produtividade Safra 2009/10 a 2013/14 Soja Análise da Conjuntura Agropecuária Novembro de 2013 MUNDO A economia mundial cada vez mais globalizada tem sido o principal propulsor responsável pelo aumento da produção de soja. Com o aumento do

Leia mais

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Junho 2010

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Junho 2010 Depenho do Comércio Exterior Paranaense Junho 2010 As exportações em junho apresentaram redução de 8,57% sobre maio após expansão por quatro meses consecutivos. Desta forma, supera a marca de US$ 1 bilhão

Leia mais

CONJUNTURA MENSAL JUNHO

CONJUNTURA MENSAL JUNHO SOJA - MATO GROSSO CONJUNTURA MENSAL JUNHO ANO 1 Nº2 O preço mundial da commodity apresenta movimento de alta em nível mundial, impulsionado principalmente pelas condições climáticas adversas nos Estados

Leia mais

O MERCADO DE TRIGO. O balanço mundial de trigo, ao longo das safras analisadas, é visualizado na

O MERCADO DE TRIGO. O balanço mundial de trigo, ao longo das safras analisadas, é visualizado na O MERCADO DE TRIGO 1. INTRODUÇÃO O Brasil é o maior importador mundial de trigo e a sua dependência se torna acentuada à medida que os estoques públicos e privados se reduzem. A safra 2007/08 apresenta-se

Leia mais

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado Mês de referência: ABRIL/2011 CEPEA - SOJA I - Análise Conjuntural II - Séries Estatísticas 1. Diferenciais de preços 2. Estimativa do valor das alternativas

Leia mais

Milho: preços elevados mesmo com super-safra norte-americana

Milho: preços elevados mesmo com super-safra norte-americana Milho: preços elevados mesmo com super-safra norte-americana Super-safra norte-americana Em seu boletim de oferta e demanda mundial de setembro o Usda reestimou para cima suas projeções para a safra 2007/08.

Leia mais

BOVINOCULTURA DE CORTE

BOVINOCULTURA DE CORTE ISS 36-9 BOVINOCULTURA DE CORTE Os preços médios da arroba do boi e da vaca, em Mato Grosso do Sul, no mês de fevereiro, foram de R$8,8 e R$,99, respectivamente. Em relação ao mês anterior, houve um avanço

Leia mais

CENÁRIOS 2013: PERSPECTIVAS E O SETOR DE BKs 19/03/2013

CENÁRIOS 2013: PERSPECTIVAS E O SETOR DE BKs 19/03/2013 CENÁRIOS 2013: PERSPECTIVAS E O SETOR DE BKs 19/03/2013 CENÁRIO GLOBAL Crescimento global de 3,4 % em 2013 O mundo retoma a média histórica de crescimento (3,4% a.a) Zona do Euro sai da recessão Os EEUU

Leia mais

Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos Março de 213 Boas perspectivas para o agronegócio brasileiro serão impulso para os investimentos em tratores e máquinas agrícolas em 213 Regina Helena Couto Silva Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

Leia mais

RELATÓRIO DE MERCADO DE CITRUS: LARANJA

RELATÓRIO DE MERCADO DE CITRUS: LARANJA RELATÓRIO DE MERCADO DE CITRUS: LARANJA Setembro de 2008 Mercado Internacional O Brasil e os Estados Unidos dominam a produção mundial de laranja in natura, respondendo por mais de 50% da oferta anual

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos FEIJÃO NOVEMBRO DE 2016

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos FEIJÃO NOVEMBRO DE 2016 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos FEIJÃO NOVEMBRO DE 2016 O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas por suas

Leia mais

Mercado Mundial e Brasileiro de Fertilizantes. Março 2012. Visão Geral da Companhia. Resultados do 4T11 e 2011

Mercado Mundial e Brasileiro de Fertilizantes. Março 2012. Visão Geral da Companhia. Resultados do 4T11 e 2011 Março 2012 Mercado Mundial e Brasileiro de Fertilizantes Visão Geral da Companhia Resultados do 4T11 e 2011 CONSUMO MUNDIAL DE FERTILIZANTES POR NUTRIENTES 157,0 159,6 170,4 176,8 181,0 2011 TOTAL N P2O5

Leia mais

RELATÓRIO DE COMMODITIES BOI GORDO

RELATÓRIO DE COMMODITIES BOI GORDO RELATÓRIO DE COMMODITIES BOI GORDO PANORAMA SEMANA DE 21 A 25 DE SETEMBRO de 2009 Semana de preço estável no mercado de Boi Gordo no Rio Grande do Sul, com o preço encerrando a semana a R$ 4,61/kg carcaça.

Leia mais

ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES Janeiro a Dezembro / 2007

ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES Janeiro a Dezembro / 2007 ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES / 2007 1- Balança Comercial Mato Grosso continua tendo superávit na Balança Comercial registrando em 2007 um expressivo saldo de US$ 4,38 bilhões valor que representa

Leia mais

JUSTIFICATIVA DA PROPOSIÇÃO

JUSTIFICATIVA DA PROPOSIÇÃO JUSTIFICATIVA DA PROPOSIÇÃO A Arábia Saudita está entre os dez maiores importadores agrícolas mundiais, com US$ 8,3 bilhões/ano (média 2003-2007). Dentre os principais produtos importados, destacam-se

Leia mais

Perspectivas da Cadeia Produtiva da Laranja no Brasil

Perspectivas da Cadeia Produtiva da Laranja no Brasil 23 de novembro de 2006 Perspectivas da Cadeia Produtiva da Laranja no Brasil Marcos F. Neves (PENSA) e Marcos S. Jank (ICONE) Estrutura da Apresentação 1. Comércio Exterior - Agronegócio Exportações e

Leia mais

Milho Período: 16 a 20/03/2015

Milho Período: 16 a 20/03/2015 Milho Período: 16 a 20/03/2015 Câmbio: Média da semana: U$ 1,00 = R$ 3,2434 Nota: A paridade de exportação refere-se ao valor/sc desestivado sobre rodas, o que é abaixo do valor FOB Paranaguá. *Os preços

Leia mais

Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso

Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso Índice 1 - Conceito de Agronegócio e a atuação do Imea 2 - Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso 2.1 Agronegócio Soja 2.2 Agronegócio Milho 2.3 Agronegócio Algodão

Leia mais

Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos Consumo Mundial de Suco de Laranja

Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos Consumo Mundial de Suco de Laranja Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos Consumo Mundial de Suco de Laranja Câmara Setorial da Citricultura Brasília, 6 de setembro de 2011. TRANSPARÊNCIA E INFORMAÇÃO AGO/2010 OUT/2010 NOV-DEZ/2010

Leia mais

ALGODÃO EM MATO GROSSO JULHO/15

ALGODÃO EM MATO GROSSO JULHO/15 ALGODÃO EM MATO GROSSO JULHO/15 CONJUNTURA MENSAL ANO 1. Nº 3 O 11º Levantamento de Grãos da Conab, divulgado em 11 de agosto de 2015, manteve suas estimativas para a safra 2014/15, de algodão em pluma

Leia mais

Motivação Área plantada Produção Produtividade Exportações líquidas Consumo doméstico (total e per capita) Estoques

Motivação Área plantada Produção Produtividade Exportações líquidas Consumo doméstico (total e per capita) Estoques Novembro 2014 Motivação Fornecer aos agentes envolvidos no agronegócio, notadamente as indústrias de insumos agropecuários e de alimentos, além dos produtores, Governo e academia, informações estratégicas

Leia mais