Facul dade Set e de Set e mbr o FASETE Depart a ment o de Ad mi ni stração Cur so de Bacharel ado e m Ad mi ni stração/ Mar keti ng

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1 Facul dade Set e de Set e mbr o FASETE Depart a ment o de Ad mi ni stração Cur so de Bacharel ado e m Ad mi ni stração/ Mar keti ng Andr essa Wany Pedr eira de Andr ade AVALI AÇÃO DE DESEMPENHO E ORGANI ZAÇÕES QUE APRENDEM: Um Est udo de Caso na e mpr esa Casa do Ca mpo PAUL O AFONSO BA DEZEMBRO/ 2007

2 Andr essa Wany Pedr eira de Andr ade AVALI AÇÃO DE DESEMPENHO E ORGANI ZAÇÕES QUE APRENDEM: Um Est udo de Caso na e mpr esa Casa do Ca mpo Monogr afi a apr esent ada ao cor po docent e da Facul dade Set e de Set embr o FASETE como part e das exi gênci as par a obt enção do tít ul o de Bachar el em Ad mi ni stração. ORI ENTADOR: Pr of. Esp. Al essandr o Rocha Bor ba Caval cant e PAUL O AFONSO BA DEZEMBRO/ 2007

3 Fol ha de Apr ovação Andr essa Wany Pedr eira de Andr ade AVALI AÇÃO DE DESEMPENHO E ORGANI ZAÇÕES QUE APRENDE M: Um Est udo de Caso na empr esa Casa do Ca mpo Monogr afi a apr esent ada ao cor po docent e da Facul dade Set e de Set embr o co mo requi sit o fi nal par a obtenção do tít ul o de Bachar el em Ad mi ni stração. Banca Exa mi nadora Exa mi nador 1: Pr of. Esp. Al essandr o Rocha Bor ba Caval cant e, Ori ent ador Exa mi nador 2: Pr of. Msc. Mar coni Fr eit as da Cost a, Me mbr o Exa mi nador 3: Pr ofª. Esp. Leobson Kl eber Sena Tel es, Me mbr o PAUL O AFONSO BA DEZEMBRO/ 2007

4 Dedi co est e trabal ho ao meu mari do, cuj o af et o i ncondi ci onal me dedi cou mui t a compr eensão e t ot al i ncenti vo. Aos meus pai s, pel os val ores que for a m passados durant e t oda a vi da e que serviramde base para a mi nha f or mação e desenvol vi ment o pessoal e pr ofi ssi onal. E as mi nhas col egas de sal a de aul a, pel a assi st ênci a e carinho, durant e t odo o curso.

5 AGRADECI MENTOS A r eali zação dest e trabal ho é fr ut o da aj uda de di ver sas pessoas mar avil hosas. Co mo não é possí vel cit ar cada u ma, porque fi cari a ext enso, tenho a dest acar especi al ment e: A Facul dade Set e de Set embr o ( FASETE), pel a oport uni dade de aperf ei çoar mi nha f or mação. Aos me mbr os da banca exa mi nador a, Prof essor es Mar coni Fr eit as da Cost a e Leobson Kl eber Sena Tel es pel a at enção que dedi car am à monogr afi a e pel os coment ári os enri quecedor es. À e mpr esa Casa do Ca mpo, na fi gur a de seus ger ent es e f unci onári os que per mi tiram e parti ci para m da pesqui sa e f or necer am i nf or mações f unda ment ai s par a o desenvol vi ment o dest e trabal ho. Ao meu ori ent ador, Prof. Esp. Al essandr o Rocha Bor ba Caval cante, dedi co mi nha t ot al gr ati dão por t odo apoi o e confi ança no meu tr abal ho, pel o exe mpl o de pr ofi ssi onali smo e dedi cação. A t odas as pessoas que di spuser am seu t empo par a parti ci par das entr evi st as. Se m a parti ci pação das mes mas, esse trabal ho não t eri a si do passí vel de execução. A Deus, cuj a i nspi ração ger ou t odo o conheci ment o humano.

6 Se os t eus pr oj etos f ore m para umano, se mei a o grão. Se f ore m para dez anos, pl ant a uma árvore. Se f ore m para cem anos, educa o povo. Pr ovér bi o chi nês

7 RESUMO Est e est udo, r eali zado sobr e o t ema Avali ação de Dese mpenho, através de r evi são bi bli ogr áfi ca e u ma pesqui sa de campo e m u ma or gani zação do ra mo de Far máci a Vet eri nári a, vi sou o apr endi zado da avaliação de dese mpenho co mo el ement o i nt egr ado ao coti di ano da e mpr esa, al ém de of er ecer uma r efl exão e u ma abor dage m si st êmi ca desse pr ocesso e m det al hes, sobr e as di ver sas et apas e f or mas de sua utili zação hoj e di sponí vei s. Medi ant e a pesqui sa pr ocur ou- se i dentifi car t ambé m, como o ger ent e avali a seus subor di nados, como est es se aut o- avali am e r ecebe m o f eedback ger enci al. A f unda ment ação bi bli ogr áfi ca sobr e o assunt o e m f oco ser viu de base par a a análise dos r esult ados da pesqui sa apli cada. For am apli cados questi onári os par a det er mi nar a per cepção dos f unci onári os. Os result ados do est udo mostr am que o ger ente est á sati sf eit o com o dese mpenho dos seus col abor ador es, mas ai nda t em u m l ongo ca mi nho a per corr er par a que a e mpr esa se t or ne, real ment e, uma or gani zação que apr ende. A partir das i nf or mações do r ef er enci al t eóri co f or am sugeri das pr opost as de mel hori a à Casa do Ca mpo, a fi m de t ornar mai s positi vo os r esult ados do si st ema avali ati vo da or gani zação. Pal avras- chave: Avaliação de Desempenho, Or gani zação que apr ende, Feedback.

8 ABSTRACT Thi s st udy, carri ed t hr ough on t he subj ect Eval uati on of Perfor mance, t hr ough bi bli ogr aphi cal r evi si on and a r esear ch of fiel d i n an or gani zati on of t he Phar macy br anch Vet eri nar y medi ci ne, it ai med at t he l ear ni ng of t he perf or mance eval uati on as i nt egr at ed el ement t o t he dail y one of t he co mpany, besi des off eri ng t o a r efl ecti on and a syst em boar di ng of t hi s pr ocess i n det ail s, on t he di ver se st ages and t oday avail abl e f or ms of it s use. By means of t he r esear ch it was l ooked t o al so i dentif y, as t he manager eval uates it s subor di nat e, as t hese if aut o- eval uat e and r ecei ve f eedback manage ment. The bi bli ogr aphi cal recit al on t he subj ect i n f ocus ser ved of base f or t he anal ysi s of t he r esult s of t he appli ed r esear ch. Questi onnai r es had been appli ed t o det er mi ne t he per cepti on of t he empl oyees. The r esult s of t he st udy show t hat t he manager i s sati sfi ed wi t h t he perf or mance of it s coll abor at ors, but still have a l ong way t o cover so t hat t he company if beco mes, r eall y, an or gani zati on t hat l ear ns. Fr om t he i nf or mati on of t he t heor eti cal r ef erence pr oposal s of i mpr ovement t o t he House of t he Fi el d had been suggest ed, i n order t o become positi ve mor e t he r esult s of t he avali ati ve syst em of t he or gani zati on. Wor d- key: Eval uati on of Perf or mance. Or gani zati on t hat Lear ns. Feedback.

9 LI STA DE QUADROS Quadr o 1 Resumo dos Result ados Quadr o 2 Medi das de Apr endi zagem Or gani zaci onal... 43

10 SUMÁRI O 1 CONSI DERAÇÕES I NI CI AI S 1. 1 I ntrodução Defi ni ção do pr obl e ma Obj eti vos Obj eti vo ger al Obj eti vos específi cos Justifi cati va Estr ut ur a do trabal ho FUNDAMENTAÇÃO TEÓRI CA 2. 1 Avali ação de Desempenho Br eve Hi st órico Avali ação de Dese mpenho I mport ânci a da Avali ação de Desempenho Cli ma Or gani zaci onal par a Apli cação da Avali ação de Dese mpenho Ali nhament o entr e Desempenho e Feedback Apr endi zagem Or gani zaci onal I nt erf erênci as no Cli ma Or gani zaci onal de u ma Or gani zação que Apr ende... 3 METODOLOGI A 3. 1 Car act eri zação da pesqui sa Col et a de dados Análi se dos dados APRESENTAÇÃO E ANÁLI SE DOS RESULTADOS 4. 1 Perfil da empr esa Pesqui sa e result ados Ori ent ação ao ger ent e... 42

11 5 CONSI DERAÇÕES FI NAI S 5. 1 Concl usões Li mit ações do trabal ho Sugest ões par a f ut ur os trabal hos REFERÊNCI AS APÊNDI CES ANEXOS

12 Consi derações Inici ais 11 1 CONSI DERAÇÕES I NI CI AI S 1. 1 I ntrodução A avali ação de desempenho, apesar de r el ati vament e anti ga, compar ada co m os mai s novos mei os de medi ção, como o r ecr ut ament o e a sel eção, ai nda não t em si do devi dament e difundi da na r ede e mpresari al. No ent ant o, r epr esent a u m i nstrument o ri co e m possi bili dades de vali dação dos r esult ados e de gr ande i mport ânci a par a o apri mor ament o pr ofi ssi onal dos e mpr egados, ati ngi ndo u m gr ande dif er enci al no co mport ament o de t odos os pr ofi ssi onai s envol vi dos nessa avali ação. Apr ender a utili zar a avali ação de dese mpenho como el ement o i ntegr ado ao coti di ano da e mpr esa Casa do Ca mpo e m Paul o Af onso / BA é o gr ande pr opósit o ger enci al na ár ea de recur sos hu manos e of er ecer uma r efl exão e u ma abor dage m si st êmi ca desse pr ocesso e m det al hes, sobre as di ver sas et apas e f or mas de sua utili zação hoj e di sponívei s. Nesse senti do, as et apas pr opost as par a a avali ação de dese mpenho dos e mpr egados da e mpr esa Casa do Ca mpo est ão di vi di das e m tr ês gr upos: bási co, i nt er medi ári o e avançado. No pri mei r o mo ment o, são of er eci dos estudos que tr at am dos aspect os conceituai s bási cos par a a co mpr eensão do papel da avali ação no desempenho dos f unci onári os da e mpr esa, ilustr ados por experi ênci as ocorri das na e mpr esa. As et apas do ní vel i nt er medi ári o pr ocur am apr of undar al guns aspect os da quest ão da abor dage m di agnósti ca, auxili ando o e mpr egado no pr ocesso de utili zação da moti vação par a f azer um bo m t rabal ho como mei o de expr essão e de refl exão sobr e sua f unção. Na et apa avançada, ser ão desenvol vidos pr oj et os be m mai s compl et os de avali ação do seu pr ópri o desempenho, buscando di scutir a constr ução desses pr ocessos co m os f unci onári os e os ori ent ar na concr eti zação de u ma li nha de tr abal ho coer ent e com os fi ns l ucr ati vos da e mpr esa e co m outr os aspect os de nat ur eza ad mi ni strati va. Ent ende- se que a e mpr esa, t er á a oport uni dade de pl anej ar e r eali zar u ma si gnifi cati va at uação, ao buscar mel hor es result ados e m seu dese mpenho, ampli ar sua vi são, comuni car-se mel hor, expr essar-se com u m mai or gr au de sati sf ação,

13 Consi derações Inici ais 12 enri quecendo ai nda mai s sua di nâmi ca de trabal ho e de desempenho, enfi m, t er á a i ni ci ati va de dar voz e vez à cli ent el a onde a e mpr esa encontr a-se i nseri da e por el a é r econheci da. Tudo deve ser obser vado. O pr ocesso de avali ação dos f unci onári os i ncl ui acar eação entr e gest ores e subor di nados cuj o enf oque é: O que o gest or r eal ment e reali zou est e ano que fi zesse gr ande dif erença par a os negóci os e não apenas avali ar se el e é coer ent e com seus subor di nados. A ênf ase é nos r esult ados e nos comport ament os, não apenas nas car act erí sti cas de cada um. Uma i déi a é medi r fat or es de dese mpenho que os pr ópri os e mpr egados possam se corri gir. Por exempl o, não t em senti do usar os r esultados de pesqui sas de opi ni ão de cli entes, como úni co crit éri o de avali ação de dese mpenho dos f unci onári os da empr esa Casa do Ca mpo. Avali ador es e avali ados pode m di scor dar do quant o o dese mpenho pode ser real ment e medi do. Por exempl o, f unci onári os que tr abal ham co mo chef es acha m que o mau dese mpenho pode ser causado pel a f alt a de moti vação ou capaci dade dos subor di nados, enquant o seus col egas e m f unção subor di nada col ocam a cul pa nos equi pament os e f errament as, tr ei nament o, li mit ações pessoai s e cr onogr ama de trabal ho. Se não houver consenso de opi ni ões sobr e o quant o esse contr ol e do desempenho pode ser passado ao pr ópri o avali ado, o si st ema de avali ação não consegui r á gr andes result ados se não convencer o gr upo a aceit ar o ti po de avali ação of er eci da. Quando a avali ação de dese mpenho tr at a-se de at endi ment o ao cli ent e, ati ngi ment o de padr ão de quali dade ou cri ati vi dade, t endo co mo r ef er ênci a par a o bo m desempenho, t orna- se compli cado, poi s nemt odos se encai xam nest e perfil. Ne m t odas as avali ações pode m basear-se si mpl es ment e no comport ament o, mas é cert o que, quando t ant o o avali ador co mo o avali ado compr eende m o senti do do que est á sendo medi do, é be m mai s f ácil chegar a obj eti vos co muns. Al gumas pesqui sas de monstr am que essa avali ação au ment a a pr oduti vi dade t ant o par a os f unci onári os como par a a e mpr esa, especi al ment e quando as met as são especifi cadas, desafi ador as e negoci ador as. Expl or ar o a mbi ent e pesqui sado a fi m de obt er i nf or mações consi st ent es sobr e o bo m ou mau desempenho do f unci onári o r equer estr at égi as de avali ação dif er ent es do esper ado. O pesqui sador deve constr uir uma i mage m positi va j unt o aos avali ados de f or ma aut ônoma, ad mi ni strando o t empo, o rit mo e o hor ári o pr é-

14 Consi derações Inici ais 13 est abel eci do par a as análi ses, i nt er agi ndo co m os r ecur sos, mat eri ai s di sponí vei s e com os cli ent es da empr esa. A pr esent e monogr afia pr ovém de u m est udo do si st ema de avali ação de desempenho dos f unci onári os da e mpr esa Casa do Ca mpo, e pr ocur a tr ans mi tir ao l eit or a i mport ânci a desse t ema dentr o das e mpr esas, na busca de u m mel hor desenvol vi ment o r umo a um novo model o de gest ão par a r egi ão Defi ni ção do pr obl ema O ho me m de negóci os necessit a dar a devi da i mport ânci a aos seus f unci onári os e as suas necessi dades para que possam desenvol ver i ni ci ati vas. Assi m, el e deve avali ar o pr obl ema sob o pont o de vi st a de que, par a vender seus pr odut os necessit a encontr ar f unci onári os que t enha m condi ções de pr opor ci onarl he o l ucr o nor mal. É necessári o ai nda l evar em consi der ação, que no mer cado há concorr ênci a, pr odut os si mil ar es, e o gest or t er á que sustent ar uma li nha comer ci al da qual sai r á vencedor, sej a na quali dade ou no pr eço e que at enda a necessi dade do consumi dor. Um dos pont os f undament ai s par a o sucesso no mundo dos negóci os é a avali ação de desempenho dos f unci onári os. No ent ant o, t or na- se necessári o não esquecer que atr avés da avali ação de desempenho, o ad mi ni strador deve ant es de t udo, pr ocur ar suprir a necessi dade de sati sfação do f unci onári o, el evar a sua aut o- esti ma, pr est ar assi stênci a, ao i nvés de si mpl es ment e pr ocur ar avali ar o seu desempenho sem of erecer recompensas. Se pel o contr ári o, o gest or vi sar apenas seu pr oveit o pessoal e seus pr ópri os i nt er esses, encontr ará difi cul dades extr emas par a adapt ar os f unci onári os às necessi dades da e mpr esa ou que quei r am se tr ansf or mar ao l ongo de sua tr aj et óri a e m pr ofi ssi onai s. É f unda ment al par a o gest or compr eender que o f unci onári o li da const ant ement e com o cli ent e e por i sso deve se mpr e col ocá-l o nu ma si t uação de cor di ali dade. Na mai ori a das vezes é o f unci onári o que m t em que pr ocur ar o consumi dor, em casa, nas r uas, atr avés da publi ci dade, atr ai ndo-o at é a sua l oj a pel os di ver sos mei os que a t écni ca moder na põe ao seu ser vi ço. Co m t ai s nor mas de condut a, o pr ogr esso da or gani zação fi ca suj ei t o apenas

15 Consi derações Inici ais 14 às possi bili dades de desenvol vi ment o a ser al cançado segundo o ní vel de avali ação apli cado aos f unci onári os e a f or ça do capit al humano co m que se constit uiu a or gani zação. Não bast a t er experi ênci a de vendas, i déi as cl ar as e efi cazes, saber or gani zar o pessoal, r euni r os el ement os que f or ma m a or gani zação e ai nda r euni r o capit al necessári o. Ant es de t udo, é pr eci so par a o sucesso da e mpr esa, procur ar u ma base sóli da no apri mor ament o das f unções de cada f unci onári o, ou sej a, al cançar a pr odução. Negóci os não pode m ser i mpr ovi sados, uma vez que o acaso pode conduzi r t ant o ao êxit o quant o ao fr acasso. Negóci os devem est ar f undament ados no est udo, no aperf ei çoament o i ndi vi dual, na análi se, na medit ação e o pont o de parti da deve ser a pr odução. Deve- se anali sar os centr os de consumo, avali ando as manei r as de obt er os mat eri ai s necessári os par a o negóci o, os produt os e sobr et udo, a segur ança par a que u ma vez começado o negóci o, t er um ali cerce fir me e vender com vant age m, segur ança, super ando a concorr ênci a. Depoi s de al gum t empo, após t er segui do com at enção as nor mas essenci ai s, o f unci onári o t er á acumul ado u m i mport ant e capit al, o val or da sua experi ênci a e os conheci ment os adqui ri dos, sendo sufi ci ent e sua vont ade e di sposi ção e m aperf ei çoar suas estrat égi as de tr abal ho al é m da assi dui dade par a parti ci par das et apas de avali ação do seu tr abal ho. À vont ade, a ener gi a e a mot i vação constit uem a ver dadei r a ri queza par a se l evar adi ant e qual quer empr eendi ment o. Quai s são os crit éri os par a a apli cação de u m si st ema de avali ação de desempenho que l eve a u m model o de gest ão da apr endi zagem or gani zaci onal? Co mo avali ar os f unci onári os da e mpr esa Casa do Ca mpo e m Paul o Af onso? Co mo as t ecnol ogi as pode m f avor ecer a cri ação de novas estr at égi as de tr abal ho? Afi nal, avali ar par a quê? Di ant e do expost o, esse est udo buscar á r esponder a segui nt e quest ão: Co mo os i ndi cador es de dese mpenho pode m ser desenvol vi dos, de modo que favoreça a apr endi zage m or gani zaci onal e nasça à i déi a de ali nha ment o de esf orços, e m u ma abor dage m de pr ocessos centrada nu ma vi são si st ê mi ca conti ngenci al?

16 Consi derações Inici ais Obj eti vos Obj eti vo Ger al Avali ar o desempenho dos f unci onári os da e mpr esa Casa do Ca mpo e m Paul o Af onso, pr ocur ando anali sar aspectos r ef er ent es à quali dade dos ser vi ços of er eci dos, vi sando à constr ução de u ma or gani zação que apr ende Obj eti vos Específi cos Anali sar o pr ocesso de avali ação de desempenho dos f unci onári os da e mpr esa Casa do Campo; Verifi car de que f or ma o desempenho dos f unci onári os i nt erf er em no cli ma or gani zaci onal; Pesqui sar que aspect os do cli ma or gani zaci onal f avor ecem nu ma gest ão de apr endi zagem or gani zaci onal; Pr opor mei os par a constr ução de u m a mbi ent e, em que os col abor ador es vi venci em o model o de apr endi zage m or gani zaci onal Justifi cati va A gl obali zação da econo mi a i mpôs a busca pel a competiti vi dade entr e as e mpr esas, sob pena de não sobr evi ver em. Essa pr ocur a i ncessant e i mpõe, al ém de reestr ut ur ação pr of unda, novos conceit os volt ados à fl exi bilidade, quali dade, pr oduti vi dade e superação da sati sf ação dos cli ent es. Mui t as or gani zações ti ver am de passar por r eor gani zações mai s compl exas, i ncl ui ndo cort es r adi cai s de pessoal, si mpl es ment e por que j á est avam oper ando no ver mel ho. Outr as ti ver am que r ever a quali dade e os cust os de seus pr odut os e ser vi ços, par a não verem seus cli ent es desapar ecer em. As pessoas passar am a ser f ocali zadas no trabal ho que pr oduzem, e m equi pe e são consi der adas co mo os mai s vali osos recur sos. E o que o t e ma Avali ação de Dese mpenho t em a ver com mudanças or gani zaci onai s? O que adi ant am máqui nas de mil hões de r eai s nas mãos de pessoas i ncompet ent es, sem capaci dade de tirar o

17 Consi derações Inici ais 16 mai or pr oveit o del as? O que adi ant a u m servi ço de at endi ment o ao consu mi dor nas mãos de que m não pode r esol ver os pr obl e mas dos cli ent es? De que adi ant a u m pr ogr ama audaci oso de quali dade, nas mãos de i ndi ví duos i ncapazes de i novar pr ocessos pr oduti vos e di mi nui r desper dí ci os? Em t udo o que se pensa o ser hu mano é necessári o, e a f or ma como desempenha suas f unções pode e m mui t o, alt er ar a hi st óri a de uma or gani zação. Segundo Pont es ( 2005), o t ema Avali ação de Dese mpenho andava u m pouco esqueci do pel o mei o e mpr esari al. Acr edita- se que esse esqueci ment o deveu- se pri nci pal ment e, às i nú mer as contr ovér si as ocorri das com a i mpl ant ação de met odol ogi as i nadequadas às r eai s necessi dades da e mpr esa. Se m dúvi da, f or am consi der ávei s as apli cações fracassadas ou sem os r esult ados desej ados. Mas por que t oda essa euf ori a em r el ação ao t ema novament e? Por que as e mpr esas i novar am seus pr ocessos de tr abal ho e quer em desempenho aci ma do nor mal e r esult ados si gnifi cati vos do tr abal ho de seus f unci onári os. É j ust ament e aí que entr a a quest ão da necessi dade de u ma met odol ogi a, par a avali ar o desempenho dos f unci onári os e descobrir se de f at o el es est ão contri bui ndo co m os result ados necessári os, adi ci onando val or ao pr odut o fi nal e tr abal hando par a a obt enção e manut enção da competiti vi dade organi zaci onal. Nesse senti do, uma met odol ogi a qual quer não ser ve. As e mpr esas pr eci sam de u m mét odo que al ém de el evar os ní veis de pr oduti vi dade, qualidade e sati sf ação dos cli ent es, aument e t ambé m o ní vel de moti vação dos f unci onári os, par a que a e mpr esa obt enha cada vez mai s sucesso. Acert ando na escol ha da met odol ogi a, a aval i ação de desempenho é u ma das f err ament as mai s poder osas que a or gani zação t em par a assegurar o cu mpri ment o de suas met as estrat égi cas e gar antir que est as sej am al cançadas. Esse i nstrument o se f or be m utili zado, gar antirá que os col abor adores f oque m suas ener gi as nas quest ões essenci ai s da or gani zação e per mi t a ori ent ações, caso exi st am desvi o do obj eti vo. Par a Pont es ( 2005, p. 26): A avali ação é u m mét odo que vi sa conti nua ment e, a est abel ecer u m contr at o co m os f unci onári os r ef er ent e aos r esultados desej ados pel a or gani zação, aco mpanhar os desafi os pr opost os, corri gi ndo os r u mos, quando necessári o, e avaliar os r esult ados consegui dos. É o sopr o da vi da da or gani zação, e se m a sua exi st ênci a o pl anej ament o ou as estr at égi as or gani zaci onai s não f ar ão o menor senti do.

18 Consi derações Inici ais 17 A t écni ca de avali ação consi st e no acompanha ment o di ári o do pr ogr esso e na defi ni ção dos r esult ados esper ados pel os f unci onári os. É f unção do ger ent e é aco mpanhar os r esultados das avali ações e t ambé m obser var at ent ament e se os mes mos est ão de acordo com os val or es da e mpr esa. A avali ação de desempenho é o papel pri ncipal que deve ser exerci do pel os lí der es das or gani zações. A f unção dos ger ent es é j ust ament e o de pl anej ar, li der ar, f acilit ar, educar e acompanhar os r esult ados de sua equi pe de tr abal ho. No ent ant o, a met odol ogi a apli cada na avali ação de dese mpenho t em co mo obj eti vo j ust ament e f acilit ar esse trabal ho. O pr ocesso de avaliação de desempenho se i ni ci a com o pl anej ament o estr at égi co, defi ni ção de obj eti vos da e mpr esa e aco mpanha ment o do desempenho, vi sa, port ant o, est abel ecer r esult ados, aco mpanhar o pr ocesso de tr abal ho e f or necer avali ação const ant e. Essa avali ação per mi tirá i ncl usi ve, que a organi zação expl or e e verifi que as compet ênci as, habili dades e pot enci ai s, atr avés de negoci ações de novas ati vi dades de desempenho. Um pr ogr ama de avali ação de dese mpenho bem pensado e be m ad mi ni strado vi sa j usta ment e cri ar um cli ma de har moni a no tr abal ho que i ncorr a e m benefí ci os par a a empr esa e par a as pessoas que l á trabal ham. Est e tr abal ho se j ustifica por poder dentr o dos seus li mit es, contri buir par a que a e mpr esa Casa do Ca mpo i dentifi que pr obl e mas i nt er nos e cri e sol uções efi cazes que a meni zem essas t ur bul ênci as. O desenvol vi ment o de u m pl ano de Avali ação de desempenho efi ci ent e é u ma sol ução par a apr oxi mar a or gani zação do seu públi co i nt er no (f unci onári os) Estrut ura do trabal ho A pr esent e monogr afia est á or gani zada em ci nco capít ul os, tr at a sobr e a Avali ação de Desempenho co mo i nstru ment o dentr o de u m cont ext o de or gani zações que apr ende m e, dest e modo i nfl uenci ado por seus pri nci pai s pr essupost os, mas t ambé m co mo u ma ferr ament a ger enci al capaz de contri bui r par a a cri ação dest e novo panor ama de desenvol vi ment o de equi pes.

19 Consi derações Inici ais 18 O capít ul o um apr esent a as quest ões r el ativas à i ntr odução dest e est udo, atr avés da exposi ção do assunt o e do pr obl e ma, dos obj eti vos e j ustifi cati va par a a escol ha do t ema, li mit ações do trabal ho e or gani zação. O capít ul o doi s tr az a f unda ment ação t eórica utili zada par a co mpr eender a Avali ação de Dese mpenho enquant o i nstr ument o ger enci al adequado par a contri bui r par a o desenvol vi ment o de or gani zações que apr ende m. Est as ponder ações t eóri cas começa m um br eve hi st óri co da defi ni ção de Avali ação de Dese mpenho, ref er enci ando- a a cli ma e apr endi zagem or gani zaci onal e f at or es que i nt erf er em nas or gani zações que apr ende m. No capít ul o tr ês, descrevem- se os pr ocedi ment os met odol ógi cos que f or am adot ados par a a operaci onali zação da pesqui sa, com o i nt uit o de al cançar os obj eti vos defi ni dos para o est udo. O capít ul o quatr o expõe a r eali dade pesqui sada, r el at ando os r esult ados obti dos no Est udo de Caso r eali zado na Casa do Ca mpo, di r ecionado a avali ar o desempenho dos f unci onári os da e mpr esa, procur ando anali sar aspect os r ef er ent es à quali dade dos ser vi ços. O pr óxi mo capít ul o tr az as concl usões fi nai s, e pr opõe r ecomendações par a trabal hos f ut ur os que pret endem abor dar o t ema Avali ação de Desempenho. Por fi m, apr esent am- se as r ef er ênci as e os apêndi ces que f undament ar am e per mi tiram a constr ução dest a monogr afi a.

20 Fundament ação Teórica 19 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRI CA 2. 1 Avali ação de Dese mpenho Br eve hi st óri co A pr áti ca de avali ar é u m pr ocedi ment o t ão anti go que segue o home m desde a sua exi st ênci a. Lucena ( 1992) r el at a que os j esuít as j á era m sub meti dos a pr ocessos de avali ação no que di zi a r espeit o à sua at uação quant o ao cu mpri ment o de suas mi ssões r eli giosas. No cont ext o ger al, t omando co mo r ef er ênci a outr os paí ses, Lucena ( 1992) assi nal a que e m 1842 acont eceu a apr ovação de u ma l ei no Congr esso Ameri cano na qual se i nstit uí a aos chef es de set or es executi vos do Ser vi ço Públi co Feder al, a el abor ação de r el at órios anuai s nos quais deveri am const ar a i nfor mação de seus f unci onári os a respeit o do seu apr oveit ament o Em 1880, o exér cit o ameri cano desenvol veu u m si st ema de avali ação. E e m, 1918, a Gener al Mot ors i mpl ant ou si st emas par a avali ar seus executi vos. No Br asil, soment e a partir da l ei 284 de 28 de out ubr o de 1936, deno mi nada l ei do reaj ust ament o, é que f or am est abel eci das as di r etri zes do pri mei r o pl ano de cl assifi cação e de avaliação de desempenho de car gos na admi ni stração públi ca. Fazendo u ma análi se desde o apar eci ment o das t eori as da ad mi ni stração, cit a-se Tayl or como um dos pi onei r os da práti ca de avali ar os oper ári os, vi st o que concedi a u ma at enção especi al ao desempenho do tr abal ho do f unci onári o vi sando obt er um acr ésci mo da pr oduti vi dade par a as e mpr esas, cr endo o al udi do aut or que havi a uma úni ca manei r a cert a de execut ar as t ar ef as. Dest e modo, e m seus est udos, Tayl or sur ge co mo o home m de pri mei r a cl asse que deve ser vi r como base par a o est udo de t empos e movi ment os. ( MOTTA, 1996, p. 7). Depoi s que os padr ões de pr odução er am constit uí dos, er a necessári o sel eci onar, trei nar, contr ol ar por super vi são e fi xar f or mas de i ncentivos par a que est es padr ões f osse m cumpri dos. Tayl or (1966 apud FARI AS, 2001, p. 9) gar ant e que: [...] É absol ut ament e necessári o, ent ão, quando os tr abal hador es est ão encarr egados de t ar ef a que exi ge mui t a vel oci dade de sua part e, que a el es t ambé m sej a atri buí do paga ment o mai s el evado, cada vez que f or em be m

21 Fundament ação Teórica 20 sucedi dos. I st o i mpli ca não so ment e e m det er mi nar, par a cada u m, a t ar ef a di ári a, mas t ambé m e m pagar boa gr atifi cação ou prêmi o t odas as vezes que consegui r f azer t oda a t ar ef a emt empo fi xado. Segundo Shi gunov Net o ( 2000) a evol ução da ad mi ni stração est á di vi di da e m set e abor dagens dif erent es, e e m cada u ma del as a avali ação de desempenho t eve u mf oco di sti nt o: Abor dage m Cl ássi ca: For mada pel a Ad mi ni stração Ci entífi ca de Tayl or, com ênf ase nas t aref as e a de Fayol que dest acava a estr ut ur a or gani zaci onal. A avali ação de dese mpenho nessa abor dagem ti nha como ênf ase as t ar ef as. Abor dage m Hu maní sti ca: Teve co mo pi onei r o Elt on Mayo. A avali ação de desempenho nessa abor dagem passou a consi der ar os aspect os psi col ógi cos e a mbi ent ais, por ent ender que as condi ções de t r abal ho t ambé m er amf at or es que i nfl uenci avam no desempenho das pessoas. Abor dage m Neocl ássi ca: For mada de duas et apas: A Teori a Neocl ássi ca, na qual se dest acam os pr eceit os cl ássi cos da ad mi ni stração, os r esult ados, os obj eti vos e o ecl eti smo; e a da Ad mi ni stração por Obj eti vos, enf ati zando a necessi dade de est abel eci ment o de obj eti vos pel as part es envol vi das, assi m co mo a constr ução de pl anos e met as. Os pr ocessos de avali ação nesse perí odo t ambé m consi der avam os aspect os psi col ógi cos e a mbi ent ai s, entret ant o ti nham co mo pri nci pal atri but o o est abel eci ment o de met as e obj eti vos a ser em cumpri dos. Abor dage m Estr ut urali st a: Apar ece com a Teori a da Bur ocr aci a, a qual ti nha como base a estr ut ur a or gani zaci onal, o model o bur ocr ático de or gani zação e a Teoria Estr ut ur ali st a ( mai s di r eci onada par a a soci ol ogi a or gani zaci onal ). A avali ação de desempenho nessa época consi der ava a execução do trabal ho e as condi ções or gani zaci onai s. Abor dage m Co mpor tament al: For mada por duas t eori as, a Teori a Co mport ament al ( Behavi ori st a) na qual se dest acavam as pessoas e a Teori a do Desenvol viment o Or gani zaci onal, que ti nha e m vi st a u ma transf or mação pl anej ada e estr ut ur ada da cult ur a or gani zaci onal. Nest a

22 Fundament ação Teórica 21 t eori a o pr ocesso de avali ação l evava e m cont a os aspect os psi col ógi cos, a moti vação, a or gani zação, o ambi ent e e os gr upos de trabal ho. Abor dage m Si st êmi ca: Constit uí da pel a Teori a I nt er di sci pli nar, na qual se est abel eci a pri ncí pi os e padr ões adapt ávei s em t odas as ci ênci as. Di vi de- se e m tr ês et apas, a Ci ber néti ca, a Teori a da Mat emáti ca e a Teori a dos Si st emas. O pr ocesso de avali ação naquel e mo ment o consi der ava os a mbi ent es da or gani zação e do tr abal ho, di mi nui ndo o val or do ser humano nesse espaço. Abor dage m Conti ngenci al: Nasce co m os est udos de Chandl er, Bur ns e St al ker, Woodwar d e Lawr ence e Lor sch. Avali a a or gani zação como u m si st ema abert o que sust ent a r el ação com vári os si st emas i nt er nos e ext er nos, anali sando dessa manei r a as condi ções a mbi ent ai s e as pr áti cas de gest ão el e ment os condi ci onantes par a o dese mpenho da e mpr esa. Os pr ocessos de avali ação nessa época abr angi am os aspect os das f ases t ecni ci st as e humaní sti cas. Nesse cont ext o, ent ende- se que a avali ação de desempenho f oi obt endo assi mcomo as pessoas, i mpli cações di sti nt as ao l ongo da hi st óri a da admi ni stração. Os pr ocessos de avaliação se dest acar am e se t or nar am mai s comuns depoi s do t ér mi no da Segunda Guerr a Mundi al ( 1945). A partir de ent ão, const at a- se que cada vez mai s as organi zações busca m novos model os par a adapt á-l os à sua reali dade e ao mundo cont empor âneo, most rando u ma enor me t endênci a de dei xar de si mpl es ment e avaliar o desempenho par a se diri gir mai s em gerenci á-l o Avali ação de Desempenho A busca pel a excel ênci a t em l evado as or gani zações a desenvol ver e m model os ger enci ai s co m f oco na f or ça de t rabal ho coesa, moti vada, capacit ada e, sobr et udo, compr ometida com os obj eti vos organi zaci onai s. Nesse cont ext o a avali ação de dese mpenho constit ui -se nu ma das f err ament as út ei s para a Gest ão de Pessoas, uma vez que a mes ma possi bilit a a or gani zação i dentifi car se o col abor ador está desenvol vendo de f or ma desej ável, sej a i ndi vi dual e/ ou em equi pe, o seu cargo e dest a f or ma conseqüent ement e, per mi t e saber quai s às necessi dades de tr ei nament o, o pot enci al ai nda não

23 Fundament ação Teórica 22 expl or ado e, sobr et udo, como o desempenho dos col abor ador es pode af et ar os result ados da Or gani zação, ou co mo esse desempenho é i nfl uenci ado pel o cli ma or gani zaci onal, assi mcomo, pel a cult ur a or gani zaci onal. Segundo Bat eman e Snelli ( 1998): A avaliação de desempenho t em doi s pr opósit os bási cos. O pri mei r o é no aspect o ad mi ni strati vo e o segundo, o mai s i mport ant e é e m r el ação ao desenvol vi ment o. No pri mei r o caso f ornece i nf or mações que subsi di ar ão deci sões e m r el ação a vári os aspect os. Pode f or necer u m di agnósti co das necessi dades de tr ei nament o, pl anej ament o, assi m co mo, i dentifi car o cli ma or gani zaci onal. Novas vi sões t êm si do pr opost as sobr e quai s seg ment os or gani zaci onai s devem r eceber especi al at enção, par a assegur ar o cr esci ment o e m a mbi ent es competiti vos. Par a Gil ( 2004), na or gani zação at ual, as f unções estrit ament e defi ni das devem ceder l ugar a uma séri e contí nua de pr ocessos que abor de co mo as pessoas i ngr essam na or gani zação, como evol uem dentr o del a, como seu dese mpenho pode ser maxi mi zado e por fi m, como dei xam a or gani zação. De acor do com Chi avenat o ( 2004), esse pr ocesso de aval i ação de desempenho pr eci sa ser efi ci ent e e eficaz. A efi ci ênci a consi st e em f azer corr et ament e as coi sas: saber entr evi st ar bem, apli car t est es de conheci ment os que sej am váli dos e pr eci sos, dot ar a sel eção de r api dez e agili dade, cont ar co m u m mí ni mo de cust os operaci onai s, envol ver a ger ênci a e suas equi pes no pr ocesso de escol her candi dat os etc. A efi cáci a consi st e em al cançar r esult ados e ati ngi r os obj eti vos: saber tr azer os mel hor es t al ent os par a a e mpr esa e, sobr et udo, t or nar a empr esa cada di a mel hor com as novas aqui si ções de pessoal. Mas a per gunt a é a segui nt e: como saber que est amos trazendo efi ci ênci a e efi cáci a ao pr ocesso de Avali ação de desempenho de f unci onári os? Um dos pr obl emas pri nci pai s na ad mi ni stração de u m pr ocesso é medi r e avali ar seu f unci onament o por mei o de result ados. Poi s permi t e saber se são necessári as i nt ervenções par a corri gir i nadequações e aj ust ar o f unci ona ment o do pr ocesso par a mel horá-l o cada vez mai s. É i mport ant e l embr ar que esse ti po de avali ação é u m i nstr ument o, um mei o, uma f err ament a par a mel hor ar os r esult ados dessa or gani zação. E que est as mudanças pode m ocorr er no curto, médi o e l ongo pr azo.

24 Fundament ação Teórica 23 Outr o i mport ant e t eóri co a dest acar é Parent e ( 2000), r eport ando- se ao at endi ment o do pessoal de vendas, afir ma que a cor di ali dade, boa vont ade e compet ênci a são atri but os essenci ai s de t odos os f unci onári os que mant êm u ma i nt er ação co m os consumi dor es, não i mport a a sit uação. Quando f aze m recl amações, os consu mi dor es esper am que os f unci onári os adot em u ma post ur a recepti va e compr eensi va e que mostr em e mpati a com seu desapont ament o, ou sej a, o consumi dor quer ser ouvi do com at enção. Essa compr eensão i mpli ca pr ocur ar at ender ao consumi dor, mesmo quando el e não est á cert o. A gest ão apr opri ada das r ecl amações pode tr azer gr andes vant agens par a a empr esa. A f or ma pel a qual o f unci onári o r esponde a u ma recl amação poder á super ar de t al f or ma, a expect ati va do consumi dor que poder á transf or má-l o de cli ente i nsati sf eit o emcli ente muit o sati sf eit o. Fi schmann & Zil ber ( 1999) j á ti nham pr oposto u m conj unt o de i ndi cador es que vi savam of er ecer a ad mi ni stração, uma vi são co mpl et a e i nter-r el aci onada da e mpr esa. Os aut or es f ocali zam o dese mpenho or gani zaci onal sob quatr o per specti vas: fi nancei ra, do cli ent e, dos processos i nt er nos e de apr endi zado e cr esci ment o. A causa f unda ment al par a o sucesso est á rel aci onada com as pessoas da e mpr esa, enf ocadas na per specti va de apr endi zado e cr esci ment o. Deve m- se contr at ar as pessoas cert as, tr ei ná-l as, motivá-l as e ori ent á-l as corret ament e, be m como t or nar o pr ocesso de apr endi zado contí nuo. A cult ur a or gani zaci onal volt ada par a o apr endi zado e cr esci ment o, encoraj a as pessoas a f azer sugest ões e questi onar estr at égi as j á ultrapassadas, gerando u m fl uxo contí nuo de sugest ões e i déi as que per mi tirão o mel hor ament o dos processos i nt er nos I mport ânci a da Avali ação de Desempenho O pr ocesso de avali ação é u ma pr áti ca i nerent e à vi da do ser humano, sej a na ár ea pessoal, pr ofissi onal ou f amili ar. Para as or gani zações, t al cost ume não é dif er ent e, i st o é, fr eqüent ement e as e mpr esas est ão anali sando as suas estr at égi as, o comport ament o dos concorr ent es, o r esult ado consegui do, os seus r ecur sos hu manos e vári os out ros aspect os. At ual ment e, por causa da i mport ânci a dada ao i ndi ví duo dentr o das e mpr esas, a avali ação de desempenho se t or na u ma f err ament a usual na mai ori a das or gani zações.

25 Fundament ação Teórica 24 No ent ant o, a di scussão sobr e o t ema t em apr esent ado opi ni ões contr adit óri as, havendo u ma corr ent e de aut or es que r epr ovam a sua pr áti ca, enquant o outr os a defende m obsti nada ment e. É evi dent e que não se pode negar que a avali ação de desempenho mostr a- se como u m eni gma para mui t os est udi osos, vi st o que al guns est udos de monstr am result ados i nsati sf at órios no que se r ef er e à sua apli cabili dade, enquant o outr os apr esent am que a mes ma é u m poder oso i nstr ument o par a avaliar o pot enci al dos f unci onári os, podendo o seu r esult ado ser utili zado par a dif er ent es obj eti vos. Na r eali dade, o pr obl ema se concentr a na manei r a como é apli cado o pr ocesso de avali ação, vi st o que se est e não f or i mpl ant ado de f or ma efi caz pr ovocar á ef eit os t otal ment e dif er ent es do que se esper a. Por essa r azão, a i mpl ement ação de u m si st ema de avali ação de dese mpenho de manda u ma séri e de cui dados par a que el a não se mostr e como um pr obl ema ao i nvés de sol ução par a a or gani zação. Segundo Si quei r a ( 2002, p. 62), a mai or di fi cul dade da avali ação é o mau avali ador: Os pr ogr amas de avali ação de dese mpenho i mpl ant ados na mai ori a das or gani zações t êm a sua l egiti mi dade e vali dade cont est adas por que enf oca m essenci al ment e os det al hes t écni cos e subesti ma m u m f at or que deveri a ser al vo de mai or preocupação: o avali ador. Real ment e, se o avali ador esti ver desprepar ado par a avali ar de f or ma efi ci ent e e di nâmi ca, pr ovocar á a i nsati sfação do f unci onári o e af et ar o cli ma or gani zaci onal da e mpr esa, a moti vação, a produti vi dade, causando, dessa manei r a, u ma r eação em cadei a. Par a avali ar o empr egado, o avali ador pr eci sar á: a) Conhecer de f or ma pr of unda os car gos e as pessoas que ser ão avali adas; b) Li vr ar-se de t odo e qual quer j uí zo de val or, par a que a avali ação sej a a mai s j ust a possí vel; c) Ser i mpar ci al; d) Pr opor ci onar f eedback de manei r a r egul ar e caut el osa, dest acando os pont os positi vos, most rando os negati vos através de dados e pondo- se à di sposi ção do f unci onári o par a r esol ver o pr obl ema.

26 Fundament ação Teórica 25 Quando geri do de manei r a efi caz, o si st ema de avali ação tr az vant agens t ant o par a a or gani zação quant o par a o f unci onári o. Dest e modo, co m a utili zação dessa f err ament a a empr esa poder á medi r o gr au de col abor ação do e mpr egado par a a execução da met a i nstit uí da, pl anej ar ações par a aj ust ar possí vei s desvi os, assi m co mo o seu r esult ado ser vir á como r ef er ênci a par a pr áti cas de tr ei nament o, pr omoção, mudança de f unção, aument o sal ari al e ascensão pr ofi ssi onal. Os f unci onári os, por outr o l ado, segundo Fr aga e Nunes ( 2002, p. 12) poder ão: [...] i dentifi car mel hor as di r etri zes da e mpr esa, adapt ando- se a el as, conhecer quai s as expectati vas de seu superi or e as medi das por el e t omadas par a corri gir di st orções que event ual ment e ocorr am, e pri nci pal ment e o f unci onári o t em oport uni dade de cr esci ment o e desenvol vi ment o dentro da empr esa. Si quei r a ( 2002, p. 58) rel aci ona al gumas das apli cações da avali ação, dentr e as quai s, cit am- se: a) I dentifi cação das dif erenças i ndi vi duai s; b) Estí mul o à comuni cação i nt er pessoal; c) Desenvol vi ment o do conceit o de equi pe de doi s (chef e e subor di nado); d) Estí mul o ao desenvol vi ment o i ndi vi dual do avali ador e do avali ado; e) Gest ão de cri ses nas equi pes e nos pr ocessos oper aci onai s; f) Auxíli o na verifi cação de apr endi zagens; g) I dentifi cação de pr obl e mas de tr abal ho em ger al, no r el aci ona ment o i ndi vi dual, i nt er ou i ntra- equi pes; h) Regi stro hi st óri co supl e ment ar par a ações ad mi ni strati vas de gest ão, i) Apoi o às pesqui sas de cli ma or gani zaci onal. Lobos ( 1979, apud GRI LLO, 1982 p. 31) concl ui que a fi nali dade da avali ação de desempenho é: [...] mel hor ar os r esult ados oper aci onai s da e mpr esa. Entr et ant o, desde que esse obj eti vo só pode ser ati ngi do medi ant e a col aboração dos me mbr os da or gani zação, a avali ação de dese mpenho t em fi nali dades i medi at as, essenci al ment e moti vaci onai s. Assi m o at o de avali ar-se o dese mpenho de u m e mpr egado não só pr ocur a r ef orçar a condut a desej ada medi ant e al gu m estí mul o sal ari al e pr omoci onal, mas t ambé m constit ui u ma base par a o desenvol vi ment o i ndi vi dual e or gani zaci onal.

27 Fundament ação Teórica 26 Fi nal ment e, não obst ant e as críti cas sobr e a Avali ação de Dese mpenho, not a- se que essa f err ament a se mostr a cada vez mai s const ant e na políti ca de Recur sos Hu manos das or gani zações. Di ant e da t endênci a das or gani zações e m val ori zar cada vez mai s seus f unci onári os, a Avali ação de Dese mpenho apar ece co mo u m i mport ant e i nstrument o par a o desenvol viment o de pessoas e co mpet ênci as, di sti ngui ndo- se como u ma f err ament a de gr ande val or para o cr esci ment o or gani zaci onal Análi se do Cli ma or gani zaci onal par a apli cação da Avali ação de Dese mpenho De acor do com Hi ck man ( 1995, p. 11): Mui t os executi vos i nt eli gent es concl uíram que devi do aos obj eti vos at uai s de pr oduti vi dade e quali dade os pr oj et os tr adi ci onai s dos car gos si mplifi cam excessi vament e o pr ocesso de tr abal ho. Concl uíra m que mudando a estrut ur a tr adi ci onal na qual os e mpr egados execut am f unções especi ali zadas par a u ma estrut ur a de equi pe nas quai s cada me mbr o di vi de u m núcl eo de f unções, mel hor a a efi ci ênci a e a efi cáci a. Ao adot ar est a sol ução, a e mpr esa t er á que cami nhar atr avés de quatr o est ági os par a o desenvol vi ment o de equi pes: 1. Adoção cui dadosa durant e o qual os me mbr os da equi pe avalia m as capaci dades e atit udes de cada u m e a segui r t ent am det er mi nar onde se aj ust am; 2. Co mpetiti vi dade, a equi pe nor mal ment e fi ca t ensa devi do ao espaço entr e as expect ati vas e a r eali dade e começa m a apont ar as f al has uns dos outr os; 3. Coesão har môni ca, na qual os me mbr os da equi pe r eal ment e descobr em que gost am de parti cipar da equi pe e compr eende m que pode m al cançar mui t o mai s como gr upo do que de f or ma i ndi vi dual; 4. O t r abal ho com col abor ação é i deal par a que o gr upo t or ne- se r eal ment e u ma equi pe e t ome deci sões a r espeit o de t ar ef as e pr ocessos, r esol ve pr obl emas e i ni ci a a mudança. Nat ur al ment e que o pr ocesso i r á t omar t empo e necessit ar á de u ma mudança bast ant e gr ande na estr ut ur a or gani zaci onal exi st ente.

28 Fundament ação Teórica Ali nhament o entre desempenho e f eedback Entr e as concepções t eóri cas exi st ent es acer ca do f eedback e al i nhament o entr e desempenho, que sur gi ram entr e as décadas de 40 e 50, ai nda são r el evant es e contri buem par a o desenvol vi ment o da moti vação e do desenvol vi ment o pessoal dos f unci onári os. Essas t eori as desenvol ver am u m conj unt o de alt er nati vas à expli cação da moti vação humana, pri nci pal ment e emsit uação de trabal ho. Nesse senti do, encontra mos em St ett ner (2006, p. 8): Enf ati za que os ger ent es deve m dar o f eedback t odos os di as. I sso si gnifi ca di stri bui r el ogi os mer eci dos, obser vações neutr as e at é u m avi so mai s séri o. O i deal é que os aspect os positi vos se sobr eponha m a t odos os outr os. Afi nal de cont as, ni ngué m esquece os el ogi os recebi dos. O ali nhament o estr at égi co cont empl a as vari ávei s: si ner gi a entr e os f unci onári os; adequação das t ecnol ogi as di sponí vei s; gest ão e pl anej ament o estr at égi co; i nt eli gênci a competiti va e i nt eli gênci a empr esari al. St ett ner ( 2006) afirma a i mport ânci a do ali nhament o dos esf or ços, constit ui ndo- se nu ma rel evant e f err ament a par a auxili ar na gest ão das e mpr esas. Al guns est udi osos como Chi avenat o ( 2002), Hi ck man ( 1995) e Gil ( 2004), fi zer am obser vações r el evantes quant o à vi sit a pessoal às or gani zações, medi ant e entr evi st as e r euni ões, o que deve ser observado nas e mpr esas, car act erí sti cas t ai s como: f ort e i nt egr ação pessoal, gr ande dedi cação ao trabal ho e real i zação pessoal. É i mport ant e obser var na e mpr esa, al ém de pessoas compet ent es que f azem acont ecer o ali nhament o dos esf orços, uma gr ande i nt egr ação pessoal, um bo m cli ma de tr abal ho e um gr ande or gul ho de t rabal har numa or gani zação de sucesso, na qual os pl anej ament os são f or mai s, mas tr abal hados e fl exi bilizados e m equi pe que t em di sci pli na partici pati va. É f unda ment al r el at ar que esses aspect os são si gnifi cati vos par a a análi se de u ma e mpr esa de médi o port e, a qual possui dif er ent es e di ver gent es val or es t ecnol ógi cos, si st êmi cos, cult ur ai s, comport ament ai s e or gani zaci onai s. Encontr ando t ai s defi ci ênci as, est as quando tr abal hadas e m conj unt o de f or ma adequada e compet ent e, de f ato pode m contri buir co m o ali nhament o estr at égi co e conseqüent ement e, com a gest ão das or gani zações competiti vas e i nt eli gent es.

29 Fundament ação Teórica Apr endi zage m organi zaci onal Apr endi zagem Or gani zaci onal, segundo Chi avenat o ( 2004, p. 447), é aquel a que f acilit a o apr endi zado de t odos os seus me mbr os e tr ansf or ma- se conti nua ment e. Ou sej a, a e mpr esa da nova er a est ão convert endo- se e m or gani zações de apr endi zagem, compr o meti das com a educação e o desenvol vi ment o dos f unci onári os, pr ocur ando esti mul ar o conheci ment o e conduzi r a novas oport uni dades de negóci os, entrar em novos mer cados gl obai s, cri ar rel aci onament os mai s pr of undos co m os cli ent es e i mpul si onar a empr esa par a u m novo f ut ur o. É a manei r a pel a qual as or gani zações constr oem, mant êm, mel hor am e or gani zam o conheci ment o e a r oti na da mes ma, buscando utili zar as apti dões e habili dades, de modo cada vez mai s efi ci ente. A pr eocupação está e m ger enci ar e avali ar o conheci ment o est abel ecendo estr at égi as ori ent adas par a est e. Par a Chi avenat o ( 2004, p. 448), mui t as or gani zações est ão se tr ansf or mando e m ver dadei r as agênci as de apr endi zagem e os anti gos ór gãos de tr eina ment o est ão se transf or mando emverdadei r as agênci as de educação cor por ati va. De acor do co m Senge ( 2005) par a se obt er u ma apr endi zage m or gani zaci onal efi ci ente capaz de t or nar uma or gani zação cada vez mel hor no pr ocesso de apr ender, é pr eci so consi der ar ci nco di sci pli nas, as quai s devem t r azer u ma mudança na ment ali dade do i ndi ví duo: 1. Do mí ni o pessoal. Através do do mí ni o pessoal, as pessoas apr ende m a cl ar ear e apr of undar seus obj eti vos. É capaz de escl ar ecer o que real ment e é i mport ant e par a o i ndi ví duo, onde deve concentr ar suas ener gi as, como desenvol ver a paci ênci a e como ver a r eali dade de manei r a obj eti va; 2. Model os ment ai s. São i déi as pr of undament e fi xadas, gener ali zações e i magens que i nfl uenci a m o modo das pessoas encar ar em o mundo e suas atit udes. Consi st e em r efl etir, escl ar ecer conti nuament e e mel hor ar a i mage m que cada u m t em do mundo, a fi m de verifi car como mol dar at os e deci sões; 3. Obj eti vo comu m. Consi st e em obj eti vos, val or es e compr omi ssos que sej am co mpartil hados e m conj unt o por membr os da or gani zação. Se a

30 Fundament ação Teórica 29 or gani zação t em u m obj eti vo comu m, concr et o e l egíti mo, seus membr os dar ão t udo de si e apr ender am, não por obri gação, mas espont aneament e; 4. Apr endi zage m e m gr upo. As habili dades col eti vas são mai or es que as habili dades i ndi vi duai s. Atr avés do di ál ogo, o gr upo poder á desenvol ver vári as i déi as r el evantes par a a or gani zação. Quando o gr upo apr ende, al ém de pr oduzi r result ados extr aor di nári os, seus i nt egr ant es se desenvol vem com mai or rapi dez no senti do indi vi dual; 5. Raci ocí ni o si st êmi co. Só é possí vel ent ender um si st ema obser vando- o como u m t odo, não apenas u ma de suas part es. Raci ocí ni o si st êmi co é u ma estr ut ur a conceit ual, uma i nt egr ação de conheci ment os e i nstrument os com o obj eti vo de t or nar mai s cl ar o esse conj unt o e mostr ar modi fi cações par a mel hor á-l o. É consi derada a qui nt a di sci plina, poi s i nt egr a as de mai s, mostr ando que o t odo pode ser mai or que a soma de t odas as part es i sol adas. Segundo Gar vi n ( 1993 apud FI GUEI REDO, 2003, p. 79), or gani zação que apr ende é aquel a que di spõe de habili dades par a cri ar, adqui rir e tr ansf erir conheci ment os, e é capaz de modifi car seu co mport ament o, de modo a r efl etir os novos conheci ment os e i déi as. Par a t ant o, o pr ocesso de apr endi zage m or gani zaci onal envol ve quatr o est ági os: consci enti zação, compreensão, ação e análi se, que r epr esentam t ar ef as gr upai s: cri ar uma consci enti zação co mpartil hada da necessi dade de aprender, desenvol ver um ent endi ment o comu m do que deve ser reali zado, começar ações ali nhadas com a estr at égi a or gani zaci onal vi sando mel hor ar o desempenho e diri gir análi ses conj unt as tirando concl usões. Há tr ês ti pos bási cos de apr endi zagem: apr ender como mel hor ar o conheci ment o or gani zaci onal exi st ent e ( aqui si ção); apr ender a cri ar um novo conheci ment o or gani zaci onal, ou sej a, i novar ( cri ação); di ssemi nar ou tr ansf erir o conheci ment o par a as vári as ár eas da or gani zação ( di ssemi nação). Co m base nos di versos conceit os cit ados pel os r ef eri dos aut or es, a apr endi zagem or gani zaci onal se dá nu m ambi ent e que envol ve t odos os me mbr os de u ma or gani zação, fazendo com que o conheci ment o da e mpr esa sej a dif undi do par a t odas as ár eas e depart ament os. Nessa per specti va de apr endi zagem, as or gani zações est ão mudando

31 Fundament ação Teórica 30 conti nuament e sua di nâ mi ca e at uação para pri vil egi ar o apr endi zado e m t odos os seus ní vei s e ár eas de at uação. A e mpr esa que vi sa a apr endi zage m pr opor ci ona enor mes vant agens em r el ação às or gani zações tr adi ci onai s. As organi zações at uai s pri ma m pel a quali dade e per mi t em pr omover o apr endi zado e a adoção de comport ament o cor porati vo. Tr at a-se de cont ar co m equi pes que culti vem u ma nova cult ur a que enf ati za o co mpartil hament o de conheci ment o, comuni cações abert as, espírit o de equi pe e a a mpl a dif usão de novas i déi as emt oda a or gani zação. O at ual mer cado co mpetiti vo e t ur bul ent o r equer das or gani zações, conheci ment os per sonali zados e i nf or mações oport unas par a avali ar a sua gest ão. A apr endi zagem or gani zaci onal deve est ar al i ada à estr at égi a da empr esa. O model o deve est ar f unda ment ado na lit er atur a e nas vi vênci as pr ofi ssi onai s dos gest or es. Port ant o, a apr endi zagem or gani zaci onal r eit er a a i mport ânci a do ali nhament o estr at égi co e a r eali dade pr ática das or gani zações e pode contri bui r com a gest ão de or gani zações competiti vas e i nt eli gent es. Co m r el ação aos recur sos hu manos, ad mi ni strar uma or gani zação é, sobr et udo li dar com pessoas e com a abor dage m hu maní sti ca das t eori as das rel ações humanas e co mport ament ai s ( CHI AVENATO, 2002). A gest ão de pessoas t em si do a r esponsável pel a a excel ênci a das or gani zações be m- sucedi das e pel o aport e de capit al i nt el ect ual que si mboli za a i mport ânci a do f at or hu mano co mo u m di f erenci al or gani zaci onal. ( DAVENPORT e PRUSACK, 1998). O Pl anej ament o Estr atégi co f or nece u ma vi são gl obal de conceit os, model os, mét odos e f err ament as necessári as para f acilit ar a estr at égi a de negóci os. Possi bilit a uma cl ar a e adequada compr eensão da sit uação dos negóci os, da at uação dos f unci onári os, cont empl ando o a mbi ent e i nt er no e ext er no à or gani zação. Pode r el at ar t ambé m as a meaças, oport uni dades, f at or es críti cos de sucesso, at uação no mer cado, sati sf ação dos cli ent es, estr ut ura or gani zaci onal; compet ênci as essenci ai s; capacit ação dos r ecur sos hu manos e outr os f at or es f undament ai s par a a atuação empr esari al. Na mes ma li nha do pl anej ament o estr at égi co, na apr endi zage m or gani zaci onal o di ál ogo e a di scussão são pr omovi dos como i mport ant es it ens dentr o de u ma cult ura de questi onament o e experi ment ação na or gani zação. No ní vel de apr endi zagem or gani zaci onal, o f oco não é necessari ament e o espírit o de equi pe, mas o apr endi zado em equi pe.

32 Fundament ação Teórica 31 Uma or gani zação que apr ende deve esti mul ar a a mpl i ação dos conheci ment os de t odos de f or ma de mocr ática e as pessoas devem ser val ori zadas por suas contri bui ções i ndependent ement e de sua posi ção hi er ár qui ca, coexi sti ndo u ma políti ca parti ci pativa. O co mport ament o de t odos na or gani zação deve ser éti co, não apr esent e, port anto, uma i déi a de u m subor di nado como sendo sua, deve m- se respeit ar opi ni ões e i ndi vi duali dades, i st o ger a u m cli ma de confi ança e r espeit o pr opor ci onando u m ambi ent e agr adável. Ni ngué m deve t er medo de i novar e assumi r ri scos, é assi m que se apr ende. A análi se or gani zaci onal envol ve t oda a empr esa e obj eti va entre outr as coi sas, a i dentifi cação das ár eas e m que o tr ei nament o se t or na necessári o. Por envol ver a e mpr esa e m sua gl obali dade, é nat ur al que a análise or gani zaci onal requei r a gr ande quanti dade de i nf or mações, t ai s como: obj eti vos, pr odut os, t ecnol ogi a, recur sos hu manos, i mage m, cli ma or gani zaci onal, et c. Ai nda segundo Gil (2004, p. 1240): Não exi st e u ma f or ma padroni zada par a a obt enção dessas i nf or mações. Por i sso, a análi se or gani zaci onal é f eit a de acor do co m as possi bili dades e conveni ênci as dos pr ofi ssionai s que a desenvol vem. Uma apur ada análi se or gani zaci onal possi bilit a i dentifi car co mo ocorr e o cr esci ment o da e mpr esa, a que se deve e quai s os f ator es que a di fi cult a. Per mi te ai nda verifi car e m que medi da os r ecur sos hu manos di sponí vei s vê m contri bui ndo par a o al cance dos obj eti vos da empr esa I nt erf er ênci as no cli ma or gani zaci onal de uma or gani zação que apr ende As or gani zações que apr ende m são aquel as nas quai s as pessoas apri mor am conti nuament e suas capaci dades par a cri ar o f ut ur o que r eal ment e gost ari am de ver sur gir. São or gani zações nas quai s as pessoas são esti mul adas conti nua ment e a expandi r sua capaci dade cri ati va e obt er os result ados que r eal ment e as sati sf açam, onde há u ma pr omoção na manei r a de pensar das pessoas, f azendo com que haj a u m pensa ment o si st êmi co e abr angent e, criando a i nt erli gação ent re as part es co m o t odo or gani zaci onal de f or ma co munit ári a, ou sej a, as pessoas trans mi t em seus novos conheci ment os ao gr upo e t ambé m aprendem com el e. A r espost a par a o f utur o das or gani zações é apr ender, mas para apr ender com novos conceit os, é pr eci so se li vr ar de al guns que j á est ão ultrapassados e que at ual ment e, não ser vem mai s. Deve- se mudar os par adi gmas com vi st as ao aut o-

33 Fundament ação Teórica 32 desenvol vi ment o, mesmo em perí odos de t urbul ênci a. Todas as e mpr esas são or gani zações que apr endem, por que est ão apr endendo sempr e. O apr endi zado t em l ugar em t odas as e mpr esas, i ndependent ement e de sua l ocali zação, por que o mundo est á mudando e el as pr eci sam mudar j unt o. Um assunt o pri mor di al par a desenvol ver or gani zações que aprende m é a f or mação de equi pes, que são gr upos de pessoas que se pr eocupa m entr e si, são abert as, enfr ent am e r esol vem conflit os, ouve m novas i déi as, onde há li ber dade de expr essão e t em um bo m ní vel de confi ança mút ua. Apont a- se, no ent ant o, uma r el ação de compet ênci as que as organi zações devem desenvol ver a fi mde alt er ar e au ment ar si gnifi cati vament e sua capaci dade de apr endi zado. Spr enger e t en Have apud t en Have ( 2003, p. 80) r el at am que a ad mi ni stração vit ori osa do conheci ment o exi ge quatr o compet ênci as, a saber: Absor ção de conheci ment o de f or a; Di f usão do conheci ment o dentr o; Ger ação de conheci ment o dentr o; Utili zação do conheci ment o em pr odut os e ser vi ços. Os aut or es gar ant em que par a assegur ar a [...] a ver dadei r a vant age m competiti va. Uma or gani zação deve ali ar o conheci ment o a essas co mpet ênci as. Há vári as manei r as de i ni ci ar essa j or nada do apr endi zado. A mai ori a das e mpr esas começa por f azer as pessoas se dar em cont a de que o apr endi zado é i mport ant e par a el as. Não exi st e nada que substit ua o engaj ament o aut ênti co e a vi são pessoal, que surgem quando as pessoas co meça m a se co mpr omet er co m det er mi nadas mudanças no ambi ent e de trabal ho. Mas o que se deve f azer par a al cançar uma or gani zação que apr ende na pr áti ca? Ei s al gumas sugest ões út ei s: Deve m- se r eduzi r ao máxi mo as t ar ef as que não envol vemr aci ocíni o; Eli mi nar bur ocr aci as desnecessári as e di sputas i nt er nas i mpr oduti vas; Usar ao máxi mo o conheci ment o das pessoas e esti mul á-l as a pr oduzi r; Cri ar umcli ma democráti co li vr e de hi er ar qui as rí gi das; Desenvol ver i déi as de apr endi zado no trabal ho.

34 Fundament ação Teórica 33 Os ser es hu manos aprendem r eal ment e, quando há mudanças f unda ment ai s na sua manei r a de ver o mundo e alt er ações si gnifi cati vas de suas capaci dades. É i mport ant e t ambém que a e mpr esa, ceda al guns espaços a seus f unci onári os par a que est es t ambé m possam parti ci par dando suas opi ni ões rel aci onadas aos assunt os que envol vam a or gani zação, par a que dest a f or ma el es si nt am- se como peças f unda ment ai s dentro da e mpr esa e não so ment e co mo f unci onári os, contri bui ndo com o cli ma or gani zaci onal. No ent ant o, cri ar um a mbi ent e e m que as pessoas ef eti vament e possam se engaj ar no que f aze m, t endo o seu cr esci ment o pessoal i nt erli gados com o da organi zação. Esse é o pont o de parti da.

35 Met odol ogi a 34 3 METODOLOGI A Vi sando al cançar os obj eti vos pr opost os, f oi pr eci so defi nir uma met odol ogi a de i nvesti gação que propor ci onasse o conheci ment o t eóri co- pr áti co sobr e o assunt o. Isso pr ovocou a car act eri zação da pesqui sa, o mét odo de col eta de dados e o trat ament o dado a estes, bem como a deli mi t ação do campo de pesqui sa Caract eri zação da Pesqui sa O est udo f eit o car act eri zou- se como u ma pesqui sa qualit ati va, do ti po descriti va- expli cati va, e bi bli ogr áfi ca com pesqui sa de campo. Essas car act erí sti cas t êmcomo f undament o as defi ni ções dos aut ores conf or me descrit o a segui r. Segundo Mi nayo ( 2002), a pesqui sa qualit ativa pr ocur a i ncor por ar o senti do e a i nt enção que se r efer em aos at os, às r el ações e às estr ut ur as soci ai s, i ncl ui ndo sua mudança, como constr uções hu manas si gnifi cati vas. A pesqui sa qualit ati va busca os senti dos, causas, ambi ções, cr enças, val or es e atit udes. Desse pont o de vi st a, a r eali dade não é quantifi cável, uma vez que envol ve o si gnifi cado das rel ações, dos pr ocessos e das ações hu manas ( MI NAYO, 2002). A análi se dos dados busca expl or ar de f or ma mai s ampl a o si gnifi cado dest es, pr ocur ando rel aci oná-l os ao t ema, aos obj eti vos e ao pr obl ema. De acor do co m Tri vi ños ( 1987, p. 64), na pesqui sa qualit ati va, se desej a compr eender os f enô menos sensóri o- percepti vos de apr eensão do r eal pel os suj eit os, ou sej a, exi st e uma pr eocupação com os aspect os qualit ati vos da reali dade, busca- se ent ender de f or ma particul ar e di sti nt a aquil o que se anali sa, o cont ext o soci al onde acont ece o epi sódi o. Pesqui sa senti do da r el ação entr e o mundo r eal e o suj eit o, entr e o suj eit o e o obj et o. Par a Mar coni e Lakat os ( 1999, p. 22), as pesqui sas descriti vas descr evem u m f enô meno ou sit uação, medi ant e um est udo r eali zado e m det er mi nado espaçot empo. Est e est udo, al ém de avali ar o dese mpenho dos f unci onári os da e mpr esa Casa do Ca mpo e m Paul o Af onso/ BA, vi sa anali sar aspect os r ef er ent es à quali dade dos ser vi ços of er eci dos pel a e mpr esa, buscando r el ações entr e t ai s f at or es de f or ma a t or nar-se uma pesqui sa expli cati va.

36 Met odol ogi a 35 Segundo Gil ( 1999, p. 44), pesqui sas expli cati vas são aquel as pesqui sas que t êm co mo pr eocupação centr al i dentifi car os f at or es que det er mi nam ou que contri buem par a a ocorrênci a dos f enômenos. Na pesqui sa de campo, os event os são obser vados t al como acont ecem na reali dade ( ANDRADE, 1998). Mar coni e Lakat os ( 1999, p. 85) defi ne m a pesqui sa de campo como: [...] aquel a utili zada com o obj eti vo de consegui r i nf or mações e/ ou conheci ment os acer ca de u m pr obl ema par a o qual se pr ocur a u ma respost a, ou de u ma hi pót ese que se quei ra co mpr ovar, ou ai nda, descobri r novos f enô menos ou as relações entre el es. Mi nayo ( 2002) defi ne campo de pesqui sa, o espaço que corr esponde ao que vai ser i nvesti gado, ao obj et o de est udo, a u ma r eali dade. É avaliada a r el ação de i nt ersubj eti vi dade, de i nt er ação soci al dos suj eit os ( at or es soci ai s) de i nvesti gação com o pesqui sador, o que pr opor ci ona um pr ocesso a mpl o de constr ução de conheci ment os, decorrendo e m u m pr odut o novo. Segundo a aut ora, o tr abal ho de campo concebe u ma possi bili dade de apr oxi mação daquil o que se quer conhecer e est udar, bem co mo de cri ar um conheci ment o, parti ndo da r eali dade pr esent e no campo Col et a de dados A et apa da pesqui sa de campo acont eceu nos meses de f ever eiro a agost o de Um est udo sobr e avali ação de dese mpenho de u ma or gani zação enri quece o assunt o ao ultrapassar os li mit es t eóri cos e conf erir na pr áti ca u m pr ocesso avali ati vo e as sutil ezas que o cer cam. Nesse senti do, par a al cançar os obj eti vos pr opost os, escol heu- se co mo mét odo de col et a de dados, um f or mul ário de aut o e het er o avali ação par a os f unci onári os ( Apêndi ce A), que vi sa avali ar conheci ment os, habilidades e atit udes; al ém da r el ação entr e a aut o- avali ação e f at or es det er mi nant es par a i dentifi cação das co mpet ênci as, e uma entr evi st a semi - estrut ur ada com ori ent ações ( Apêndi ce B) com o ger ent e da or gani zação. Aut or es como Andr ade ( 1998), Gi l ( 1999), Mi nayo (2002) concor dam ao consi der ar que a entrevi st a é a mét odo mai s utili zado no trabal ho de campo. É u ma t écni ca na qual, int enci onal ment e, o pesqui sador col et a

37 Met odol ogi a 36 i nf or mações da f al a dos pesqui sados ( at or es soci ai s) sobr e det ermi nado t ema ou pr obl ema. Par a Mi nayo ( 2002), é consi der ada u ma conver sa entr e pesqui sador e at or es soci ai s com i nt enções be m defi ni das. É u m mét odo car act eri zado pel a co muni cação ver bal, j ul gando o si gnifi cado da f al a e da linguage m, e ser ve como mei o de col et a de dados sobr e det ermi nado assunt o ci entífico. O uni ver so da pesqui sa f oi compost o por todos os f unci onári os, e m nú mer o de 4 (quatr o) e o ger ent e da empr esa. Na f ase de col et a de dados f or am f eit as obser vações qualitati vas. Tal pr ocedi ment o f oi aj ustado co m a i nt enção de conhecer o gr upo ao r esponder em à entr evi st a com quest ões essenci ai s à pesqui sa. Co mo a pesqui sa é i nt ei rament e baseada nu ma r eali dade de empr esa de médi o port e, per mi tindo- se conceit uar a li ber dade de expr essão como f at or qualit ati vo, com o obj eti vo de de monstr ar os atri but os pessoai s de cada f unci onári o e da sua i dentifi cação com a ár ea de vendas, nesse campo per ceber am- se os i nt er esses pri mor di ai s de cada u m ao conceder as entr evi st as. Aí r esi de o pont o onde é f eit a a análi se dest e t ópi co, em que se pode obser var que no i nst ant e de pr eencher o seu perfil no questi onári o, most ravam- se na sua i nt egri dade co m suas car act erí sti cas r eai s, outr os i nf or mava m as car act erí sti cas i deali zadas por el es par a assi m ser em consi derados por outr os aspect os, outr os assumi am que ti nha que aperf ei çoar ai nda mai s suas pr áti cas. Essa t al li ber dade t emf at or es positi vos. Convé m cit ar o f at o de que os f unci onári os conhecem a li nha de tr abal ho peculi ar à e mpr esa e t ent am apli car de f or ma sati sf at óri a. Por essa r azão obser vamse aqui novas f or mas de col et a de dados e i ni ci ati vas que f ocali zem a aut o- apr endi zagem dos f unci onári os Análi se dos dados A análi se dos dados car act eri za-se co mo pr edomi nant ement e descriti va/i nt er pr et ati va, com o uso de t écni ca de car át er qualit ati vo. Tendo- se e m vi st a os obj eti vos do pr esent e est udo, a análi se document al f oi empr egada nos dados obti dos das f ontes secundári as. Depoi s de col et adas as i nf or mações, f ora m f eit as a i dentifi cação e a codifi cação dos f or mul ári os. O mat eri al foi di spost o e r euni do por et apas da

38 Met odol ogi a 37 pesqui sa, mant endo o cont eúdo ori gi nal, possi bilit ando a consult a, se mpr e que necessári o, dur ant e a análi se dos dados. For am utili zados f or mul ári os de aut o e het ero avali ação com os f unci onári os por que, segundo St aw apud Roesch ( 1999, p. 123) é a t écni ca mai s adequada par a avali ar pr ogr amas abrangent es como: pr ogramas parti ci pati vos, reestr ut ur ação do trabal ho, pr ogr amas de i ncenti vo, avali ação de desempenho f unci onal, et c.. Foi utili zada t ambé m a t écni ca da entr evi st a semi - estr ut ur ada, baseada e m u m r ot ei r o, di r eci onada ao ger ente por que ti nha al gumas per gunt as específi cas. A escol ha por entr evi st a deu- se por ser uma t écni ca f l exí vel de obt enção de i nf or mações qualit ati vas sobr e umpr oj et o ( GI L, 1999). Par a mui t os aut or es, não exi st em dif er enças entr e questi onári o e f or mul ári o, devi do às semel hanças entr e el es. Entr et anto, cabe dest acar que cada u m possui car act erí sti cas pr ópri as e são utili zados em di f er ent es ci rcunstânci as, conf or me escl ar eci ment os abai xo: Segundo Mi nayo ( 2002), o questi onári o é um i nstr ument o de col et a de dados que sempr e ser á pr eenchi do pel o suj eit o que est á parti ci pando da pesqui sa, sendo que est e não pr eci sa de expli cação e não é auxili ado por outr a pessoa. Ai nda de acor do com a aut or a, o f or mul ári o, dif er ent e do questi onári o, não é pr eenchi do pel o suj eito da pesqui sa, e si m pel o pesqui sador, ou sej a, as per gunt as são f eit as di r et ament e aos entr evi st ados e t ambé m di f er e da entr evi st a, uma vez que est a é utili zada quando não houver f ont es segur as par a as i nf or mações desej adas ou quando se desej a regi strar o comport ament o e atit ude do entr evist ado.

39 Apresent ação e Análise dos Dados APRESENTAÇÃO E ANÁLI SE DOS DADOS 4. 1 Perfil da empr esa A e mpr esa Casa do Ca mpo sur gi u com a i ni ci ati va do Sr. Al di r Sant ana de Andr ade e da sua esposa Mari a Lúci a Pedr ei ra C. Andr ade, os mes mos j á trabal havam por cont a pr ópri a na ár ea de compr a e venda de mer cadori as vari adas e j á ti nham o sonho de constr uir seu própri o negóci o, desse modo, ti ver am a i ni ci ati va de abrir a l oj a e m Paul o Af onso- BA, no centr o da Fei r a li vr e, por que o mai or fl uxo de seus cli ent es se est abel ece j ust ament e nest e r ef eri do l ocal e t ambé m per ceber am que o númer o de cli ent es que j á possuí am ant es de abrir a e mpr esa, au ment ari a a partir do conf ort o do ambi ent e of er eci do com a abert ura da l oj a. Essa e mpr esa est á l ocali zada na Aveni da Cont or no S/ N Box 59, 60 e 62, Centr o, CEP A met a da e mpr esa é pr opor al go que ai nda não exi st e, mas que é u ma possi bili dade r eal, da qual o esf orço do f unci onári o poder á se apr oxi mar gr adati vament e do padr ão de qualidade desej ado. Te m co mo mi ssão ser uma e mpr esa val ori zada e r econheci da pel os nossos cli ent es, por of er ecermos pr odut os de qualidade e segui do de u m bo m at endi ment o. A vi são é ser uma e mpr esa de r ef er ênci a no r amo de Far máci a Vet eri nári a, pri mando pel a quali dade dos nossos pr odut os e at endi ment o, soli difi cando u m rel aci onament o com os nossos cli ent es. É de f unda ment al i mport ânci a dest acar o desenvol vi ment o da e mpr esa Casa do Ca mpo pi onei r a na ci dade de Paul o Af onso BA, f azendo u ma análi se descriti va dos r esult ados al cançados e do i mpact o dos ser vi ços of er eci dos à comuni dade. Est a vem mostr ando a exi st ênci a de u m tr abal ho i mpr esci ndí vel à t ransf or mação da reali dade no que se r ef er e à oti mi zação das vendas e recur sos hu manos di sponí vei s. Const at a-se na e mpr esa Casa do Ca mpo a pr esença de uma equi pe compr ometi da com os ansei os do consumi dor, a r ef eri da empr esa ve m al cançando result ados positi vos de manei r a gr adati va. No ent ant o par a se mant er no mer cado, est a e mpr esa passará por um pr ocesso de avali ação, dest acando- se assi m os pont os a ser em tr abal hados, no qual envol ve m: a sua l ocali zação, o a mbi ent e de trabal ho, o comport ament o dos f unci onári os que é a i déi a pri nci pal, ou sej a, t odos os

40 Apresent ação e Análise dos Dados 39 aspect os r ef er ent es à e mpr esa que envol ve os f unci onári os emsi Pesqui sa e Resultados For am apli cados ( 04) questi onári os, onde os f unci onári os f azi am a sua aut o- avali ação e avali avam mai s tr ês col egas dur ant e a pesqui sa, e os r esult ados t abul ados r esume m- se nos segui nt es aspect os: 1. Co mpr ometi ment o: Obj eti vo - I dentifi car como os f unci onári os est ão e m r el ação ao compr ometi ment o no ambi ent e de trabal ho. Nesse it em, de acor do co m as pesqui sas há o co mpr ometi ment o por part e de t odos, com uma médi a de 4, 7; 2. Or gani zação e Pl anej a ment o: Obj eti vo - avali ar a or gani zação e o pl anej ament o dos f unci onári os di ant e das t ar ef as reali zadas. Conf or me médi a ( 4, 2), os f unci onári os t êm uma boa capaci dade de or gani zar e est abel ecer or dem de pri ori dades nas t ar efas, oti mi zando os r esul t ados; 3. Habili dades t écni cas: Obj eti vo - I nvesti gar as habili dades t écni cas. O r esult ado obti do médi a ( 4, 6) nas pesqui sas de monstr a que os f unci onári os t êm experi ênci a necessári a par a um bom dese mpenho; 4. Rel aci ona ment o i nt erpessoal, consenso: Obj eti vo - Avali ar os ní vei s de r el aci onament o i nt er pessoal dos f unci onári os que pr est amser vi ço na Casa do Ca mpo. O r esult ado obti do ( 4,0) demonstr a que os f unci onári os t êm boa capaci dade de r el aci onar-se de f orma constr uti va pr omovendo um ambi ent e f avor ável; 5. Cooper ação, parti ci pação, i nt egração: Obj eti vo - Avali ar a cooper ação, parti ci pação e i nt egr ação do f unci onári o na equi pe de trabal ho.

41 Apresent ação e Análise dos Dados 40 Conf or me a pesqui sa os f unci onári os t êm capaci dade par a compar til har seus conheci ment os, i ncenti vando a tr oca e o r epasse de i nf or mações entr e os col egas, obt endo uma médi a de 4, 0; 6. Negoci ação, Persuasão: Obj eti vo - Avali ar a capaci dade de negoci ação e per suasão dos f unci onári os. O r esult ado ( 3, 9) mostr a cl ar ament e que os entr evi st ados t êm capaci dade regul ar de se comuni car com cl ar eza, empatia, de f or ma agr adável e envol vent e; 7. Agili dade: Obj eti vo - I nvesti gar se os f unci onári os t êm agili dade sufi ci ent e par a o bo m desempenho de suas atri bui ções. A pesqui sa, nest e it em, mostr ou que os f unci onári os ( médi a obti da: 4, 0), sent emf acili dade emexecut ar t ar ef as comrapi dez e obj eti vi dade; 8. Per si st ênci a, Det er mi nação: Obj eti vo - Ref er e-se a per si st ênci a e a det ermi nação do entr evi st ado. O r esult ado obti do ( 4,1) de monstr a u m bo m desempenho dos f unci onári os na busca de encontr ar o ca mi nho cert o, par a t ant o é necessári o se aut o- avali ar e reavali ar const ant ement e; 9. Di sci pli na: Obj eti vo - Avali ar a di sci pli na dos f unci onári os par a acat ar or dens. A pesqui sa mostr a que é r egul ar ( 3, 6) o desempenho e a f aci li dade dos f unci onári os par a acatar as or dens di sci pli nares, por ém, pr ocur amcumpri-l as; 10. Equilí bri o emoci onal : Obj eti vo - Avali ar a capaci dade que os f unci onári os t êm de mant er o equilí bri o e moci onal. Os r esult ados obti dos ( 3, 5) mostr am que os f unci onári os possue m u m desempenho r egul ar no que se r ef er e a mant er ponder ação e bo m senso e m sit uações de i mpr evi stos, adver si dades e pr essão.

42 Apresent ação e Análise dos Dados 41 Quadr o 1 - Resu mo dos result ados Font e: El abor ado pel a pesqui sador a Depoi s dos f or mul ários de Avali ação f oi dado o f eedback, poi s t ant o o f unci onári o como o gest or pr eci sam ent ender, o que l evou a esse trabal ha, o obj eti vo e o que f oi conqui st ado. Dessa f or ma a mbos ent ender am quai s os f at or es det er mi nant es par a que uma empr esa se t orne mai s pr oduti va. Concl ui-se que a partir dos r esult ados da pesqui sa e m quest ão, a avali ação de dese mpenho pode se constit uir numa f err ament a estrat égi ca par a o desenvol vi ment o de pessoas e conseqüent ement e da pr ópri a or gani zação, poi s poder á i dentifi car ní vei s de desempenho i nstit uci onal, gr au de sati sf ação dos f unci onári os, a r eceptivi dade dos mes mos, assi m co mo, demonstrar al guns pont os que mer ecem uma mai or at enção da gest ão da or gani zação. Di ant e desse questi onári o, f oi possí vel avali ar e l evant ar al guns aspect os que soment e com a obser vação de seus co mporta ment os não poderi am ser possí vei s de det ect ar, por i sso se dar a i mport ânci a de f azer um questi onári o co mo compl ement ação da avali ação. Os dados obti dos nest a pesqui sa dei xam transpar ecer que as ori ent ações mi ni stradas pel os gest or es da e mpr esa, t êm si do be m assi mil adas pel os f unci onári os. Confir ma m ai nda, que houve i nt er ação e i nt eri ori zação das i nf or mações. Segundo os f unci onários, os avanços supera m as difi cul dades, uma vez que se per cebe que os mes mos desenvol ve m a aut onomi a nos conheci ment os adqui ri dos, poi s as raí zes i ni ci ai s confir ma m a constr ução si gnifi cati va desses

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