Correção da fuvest ª fase - Matemática feita pelo Intergraus

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Correção da fuvest ª fase - Matemática feita pelo Intergraus"

Transcrição

1 da fuvest 009 ª fase - Matemática MATEMÁTIA Q.0 Na figura ao lado, a reta r tem equação y x no plano cartesiano Oxy. Além dis so, os pontos 0,,, estão na reta r, sendo 0 = (0,). Os pontos A 0, A, A, A estão no eixo Ox, com A 0 = O = (0,0). O ponto D i pertence ao segmento A i i, para i. Os segmentos A, A, A são paralelos ao eixo Oy, os segmentos 0 D, D, D são paralelos ao eixo Ox, e a distância en tre i e i + é igual a 9, para 0 I. y 0 O D D D A A A x r Nes sas con di ções: a) De ter mi ne as abs cis sas de A, A, A. b) Sen do R i o re tân gu lo de ba se A i A i + e al tu ra A i + D i +, pa ra 0 i, cal cu le a so ma das áre as dos re tân gu los R 0, R e R. y (0,) 0 9 a 9 a b a b D D 9 b D A 0 a) No 0D te mos tg b b a e a a b 9 a (a ) 8 (a > 0 ) a, te mos então x = a, x = a e x = a (os 0D, D e D são con gru en tes). lo go x =, x = 6 e x = 9. b) S, S ( b) e S ( b) e R R R 0 Então S S S ( b) ( b) R R R 0 S S S 9 9b = 9(+ a ) = 9(+ ) 9( 6 ) R R R 0 a), 6 e 9 b) 9( 6 ) A A A x (x ) (x ) (x )

2 da fuvest 009 ª fase - Matemática Q.0 Na figura, estão representadas a circunferência, de centro O e raio, e os pontos A,, P e Q, de tal modo que:. O ponto O pertence ao segmento PQ.. OP =, OQ =.. A e são pontos da circunferência, AP PQ e Q PQ. P O Q Assim sen do, de ter mi ne: a) A área do triân gu lo APO. b) Os com pri men tos dos ar cos de ter mi na dos por A e em. c) A área da re gião ha chu ra da. Y A P O Q A X a) APO : (AP) AP, lo go S APO b) APO: sen, QO: sen 60 e. Te mos en tão 80 (60 ) 7. 7 med 60 (AX) 6 9 med (AY) = med (AX) 6 6 c) S hach a) b) 6 e c) 6

3 da fuvest 009 ª fase - Matemática Q.0 onsidere o sistema de equações nas variáveis x e y, dado por x m y 0 mx ( m ) y 0 Des se mo do: a) Re sol va o sis te ma pa ra m =. b) De ter mi ne to dos os va lo res de m pa ra os qua is o sis te ma pos sui in fi ni tas so lu ções. c) De ter mi ne to dos os va lo res de m pa ra os qua is o sis te ma ad mi te uma so lu ção da for ma (x, y) = (, ), sen do um nú me ro ir ra ci o nal. x m y 0 mx (m )y 0 x m y 0 m mx (m )y 0 x m y 0 I ( m + m )y 0 II x y 0 a) Pa ra m = te mos 0y 0 y e x ; b) O sis te ma te rá in fi ni tas so lu ções se m m 0. o mo é ra iz da equa ção, uti li zan do o dis po si ti vo de ri ot-ruf fi ni, ob te mos: m m (m )(m m ) 0 m ou m c) Se (, ) é so lu ção do sis te ma, sen do ir ra ci o nal, en tão: de I : m, com m ir ra ci o nal. de II : m m 0 m ou m o mo m é ir ra ci o nal, se gue que m. a) S ;, b),, c) e

4 da fuvest 009 ª fase - Matemática Q.0 O triângulo A da figura ao lado é eqüilátero de lado. Os pontos E, F e G pertencem, respectivamente, aos lados A, A e do triângulo. Além dis so, os ângulos AFE e GF são retos e a medida do segmento AF é x. Assim, de ter mi ne: G a) A área do triân gu lo AFE em fun ção de x. b) O va lor de x pa ra o qual o ân gu lo FEG tam bém é re to. F x A E 60 x G 60 F x 60 0 A x a) AFE EF EF tg 60 EF x x x x x SAFE x b) FG: FG sen 60 FG x ( x) FEG = 90 EG // A EG é eqüilátero EG = x FEG: RESPOSTA x E x ( x) ( x) ( x) ( x ) 0 x a) S b) x AFE x

5 da fuvest 009 ª fase - Matemática Q.0 A soma dos cinco primeiros termos de uma PG, de razão negativa, é. Além dis so, a diferença en tre o sétimo termo e o segundo termo da PG é igual a. Nes sas con di ções, de ter mi ne: a) A ra zão da PG. b) A so ma dos três pri me i ros ter mos da PG. a) a aq aq aq aq I aq 6 aq II q 0 II aq ( q ) q(q )(q q q q ) 6 I a ( q q q q ) / q q q q q q 6 0 (a > 0 ) q = b) II a 6 6 q q ( ) ( ) 66 Lo go a a q a q a ( q q ) ( ) a) A ra zão da P.G. é. b)

6 da fuvest 009 ª fase - Matemática Q.06 Um apreciador deseja adquirir, para sua adega, 0 garrafas de vinho de um lote constituído por garrafas da Espa nha, gar ra fas da Itá lia e 6 gar ra fas da Fran ça, to das de di fe ren tes marcas. a) De quan tas ma ne i ras é pos sí vel es co lher 0 gar ra fas des se lo te? b) De quan tas ma ne i ras é pos sí vel es co lher 0 gar ra fas do lo te, sen do gar ra fas da Espa nha, da Itá lia e da Fran ça? c) Qu al é a pro ba bi li da de de que, es co lhi das ao aca so, 0 gar ra fas do lo te, ha ja exa ta men te gar ra fas da Itá lia e, pelo me nos, uma gar ra fa de cada um dos ou tros dois pa í ses? a) O lo te pos sui gar ra fas. O nú me ro de ma ne i ras de es co lher 0 gar ra fas é:!,0 00 0!!!! 6! b),, 6,!!!!!! c) a sos fa vo rá ve is: 6 0 Itália Espanha França números de modos, 6, (pelo item a),, 6, 0 00, 6, 7 To tal de ca sos fa vo rá ve is = = 0 A pro ba bi li da de pe di da é 0 00 a) 00 b) 0 c)

7 da fuvest 009 ª fase - Matemática Q.07 No plano cartesiano Oxy, a circunferência tem centro no ponto A = (,) e é tangente à reta t de equação x y = 0 em um ponto P. Seja ainda Q o ponto de intersecção da reta t com o eixo Ox. Assim: a) De ter mi ne as co or de na das do pon to P. b) Escre va uma equa ção pa ra a cir cun fe rên cia. c) al cu le a área do triân gu lo APQ. A (,) Q (, 0 t: x y = 0 ( P a) m m t (t é per pen di cu lar a AP ) AP A equa ção de AP é y (x ) y (x ) P t AP P: P(, ) x y 0 b) R AP ( ) ( ) uma equa ção de é (x ) (y ) c) PQ ( 0) S APQ a) P(, ) b) (x + ) + (y ) = c) SAPQ

8 da fuvest 009 ª fase - Matemática Q.08 Para cada número real m, considere a função quadrática f(x) = x + mx +. Nes sas con di ções: a) De ter mi ne, em fun ção de m, as co or de na das do vér ti ce da pa rá bo la de equa ção y = f (x). b) De ter mi ne os va lo res de m IR pa ra os qua is a ima gem de f con tém o con jun to {y IR : y }. c) De ter mi ne o va lor de m pa ra o qual a ima gem de f é igual ao con jun to {y IR : y } e, além dis so, f é cres cen te no con jun to {x IR : x 0}. d) Encon tre, pa ra a fun ção de ter mi na da pe lo va lor de m do item c) e pa ra ca da y, o úni co va lor de x 0 tal que f(x) = y. a) Lem bran do que se f(x) = ax b + bx + c, a 0, a pa rá bo la tem vér ti ce V com co or de na das x V e a y V m, te mos: x V a e y (m 8) V = 8 m. b) o mo a > 0, no do mí nio R o con jun to ima gem é Im {y R y y V } (con ca vi da de pa ra ci ma ). Pa ra ter {y R y } Im, basta im por y V. Então: 8 m m (m ou m ) c) Pa ra Im {y R y } e f cres cen te no con jun to {x R x m x V 0 0 m 0 logo, m =. 8 m y V m 0}, de ve mos im por: d) Pa ra m =, a fun ção se rá f(x) = x + x +. Pa ra f(x) = y, vem x + x + = y x + x + + = y (x + ) = y x y Lo go, pa ra ca da y, o úni co x 0 se rá x y. m a) x V e y V b) m ou m c) m = d) x y 8 m

9 da fuvest 009 ª fase - Matemática Q.09 Seja x no intervalo 0, sa tis fa zen do a equação tg x sec x. Assim, cal cu le o va lor de: a) sec x. b) sen x a) tg x sec x tg x tg x sec x sec x sec x sec x 6 sec x 6 0 sec x ou sec x sec x o mo x ] 0, [, te mos sec x > 0; lo go sec x =. b) sec x cos x e sen x x 0 ], [ sen x sen x cos sen cos x 0 sen x 0. a) b) 0 0

10 da fuvest 009 ª fase - Matemática Q.0 A figura representa uma pirâmide ADE, cuja base é o retângulo AD. Sabe-se que A D E Q AD = = AE = E = E = DE = AP DQ. P D Nes sas con di ções, de ter mi ne: A a) A me di da de P. b) A área do tra pé zio QP. c) O vo lu me da pi râ mi de PQE. a) Des ta can do o triân gu lo AE, te mos a fi gu ra aba i xo: E P A ha man do de a me di da de AE, te mos no AE: cos cos 8 No triân gu lo PE te mos, en tão: (P) cos (P) P 8 b) Obser van do que os triân gu los AE e DE são con gru en tes, te mos que P = Q. Des ta can do o tra pé zio isós ce les QP, te mos a si tu a ção aba i xo. Obser ve tam bém que PQ é ba se mé dia do ADE.. P Q 0 h Q No QQ te mos h A área de QP é: h.

11 da fuvest 009 ª fase - Matemática c) Des ta can do a pirâ mi de QPE, te mos a si tu a ção aba i xo: E P M Q Tra çan do EM, al tu ra do triân gu lo equi lá te ro PQE EM, MN, al tu ra do tra pé zio QP MN e EN, al tu ra do triân gu lo equi lá te ro E EN te mos en tão o triân gu lo MNE que é re tân gu lo em M, já que. omo EM PQ e EM MN temos que EM pl (PQ) e portanto EM é a altura da pirâmide PQE. Temos então: 9 VPQE SQP EM VPQE 6 RESPOSTA a) b) c) 6 N 6

A 1. Na figura abaixo, a reta r tem equação y = 2 2 x + 1 no plano cartesiano Oxy. Além disso, os pontos B 0. estão na reta r, sendo B 0

A 1. Na figura abaixo, a reta r tem equação y = 2 2 x + 1 no plano cartesiano Oxy. Além disso, os pontos B 0. estão na reta r, sendo B 0 MATEMÁTICA FUVEST Na figura abaixo, a reta r tem equação y = x + no plano cartesiano Oxy. Além disso, os pontos B 0, B, B, B 3 estão na reta r, sendo B 0 = (0,). Os pontos A 0, A, A, A 3 estão no eixo

Leia mais

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10 QUESTÃO 1 VESTIBULAR FGV 010 JUNHO/010 RESOLUÇÃO DAS 15 QUESTÕES DE MATEMÁTICA DA PROVA DA MANHÃ MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A O mon i tor de um note book tem formato retangular com a di ag o nal medindo

Leia mais

COLÉGIO OBJETIVO JÚNIOR

COLÉGIO OBJETIVO JÚNIOR COLÉGIO OBJETIVO JÚNIOR NOME: N. o : 7. o ANO DATA: / /201 FOLHETO DE MATEMÁTICA (V.C. E R.V.) Este fo lhe to é um ro te i ro de es tu do para você re cu pe rar o con te ú do tra ba lha do em 201. Como

Leia mais

Matemática FUVEST. Matemática 001/001 FUVEST 2009 FUVEST 2009 Q.01. Leia atentamente as instruções abaixo Q.02

Matemática FUVEST. Matemática 001/001 FUVEST 2009 FUVEST 2009 Q.01. Leia atentamente as instruções abaixo Q.02 / FUVEST 9 ª Fase Matemática (8//9) Matemática LOTE SEQ. BOX / Matemática FUVEST FUNDAÇÃO UNIVERSITÁRIA PARA O VESTIBULAR Leia atentamente as instruções abaixo. Aguarde a autorização do fiscal para abrir

Leia mais

URBANISMO COMERCIAL EM PORTUGAL E A REVITALIZAÇÃO DO CENTRO DAS CIDADES

URBANISMO COMERCIAL EM PORTUGAL E A REVITALIZAÇÃO DO CENTRO DAS CIDADES LEITURAS URBANISMO COMERCIAL EM PORTUGAL E A REVITALIZAÇÃO DO CENTRO DAS CIDADES [Carlos José Lopes Balsas (1999), Gabinete de Estudos e Prospectiva Económica, Ministério da Economia, ISBN: 972-8170-55-6]

Leia mais

Resolução feita pelo Intergraus! Módulo Objetivo - Matemática FGV 2010/1-13.12.2009

Resolução feita pelo Intergraus! Módulo Objetivo - Matemática FGV 2010/1-13.12.2009 FGV 010/1-13.1.009 VESTIBULAR FGV 010 DEZEMBRO 009 MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A PROVA DE MATEMÁTICA QUESTÃO 1 (Prova: Tipo B Resposta E; Tipo C Resposta C; Tipo D Resposta A) O gráfico abaio fornece o

Leia mais

( ) ( ) FUVEST 08/01/ /11/2008 Seu pé direito nas melhores Faculdades MATEMÁTICA

( ) ( ) FUVEST 08/01/ /11/2008 Seu pé direito nas melhores Faculdades MATEMÁTICA FUVEST 08/0/009 //008 Seu pé direito nas melhores Faculdades MTEMÁTIC 0. Na figura, a reta r tem equação y x + no plano cartesiano Oxy. lém disso, os pontos 0,,, estão na reta r, sendo 0 0,). Os pontos

Leia mais

Correção da Unicamp ª fase - Matemática feita pelo Intergraus

Correção da Unicamp ª fase - Matemática feita pelo Intergraus da Unicamp 010 ª fase - Matemática 13.01.010 UNIAMP 010 - MATEMÁTIA 1. Uma confeitaria produz dois tipos de bo los de fes ta. ada quilograma do bolo do tipo A consome 0, kg de açúcar e 0, kg de farinha.

Leia mais

GASTRONOMIA. Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to.

GASTRONOMIA. Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to. GASTRONOMIA Instruções Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to. Res pe i te mar gens e en tra das de pa rá gra fo. Use as in for ma ções

Leia mais

Medley Forró 4 Tenho Sede Dominguinhos e Anastácia

Medley Forró 4 Tenho Sede Dominguinhos e Anastácia TENOR Medley Forró 4 Tenho Sede Dominguinhos e Anastácia q # = 0 # # 4 # c. # n 8. iá. Lá lá lá iá lá iá lá lá iá lá iá lá iá lá iá... A iá Tra -ga me'um co - po dá - gua gan ta pe de'um pou te - nho -

Leia mais

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.)

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.) 32988 Quarta-feira 22 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Ou tu bro de 2003 Art. 3º O Gru po Parlamentar reger-se-á pelo seu regulamento in ter no ou, na falta deste, pela decisão da ma i o ria absoluta de seus mem

Leia mais

Rio 40 Graus Fernanda Abreu/F.Fawcett/Laufer Û Û Û Û Û Û Û Û Û

Rio 40 Graus Fernanda Abreu/F.Fawcett/Laufer Û Û Û Û Û Û Û Û Û CONTALTO c 4 io 40 Graus Fernanda Abreu/F.Fawcett/Laufer Arrano: Edu Morelenbaum 7 10 12 15 17 20 2 24 25 26 27 i-o qua-ren-tagraus graus vi-lha pur-ga-tó-rio da be-le-za_edocaos i-o qua-ren - ta graus

Leia mais

Com muito carinho para minha querida amiga e super profissional. Ale Del Vecchio

Com muito carinho para minha querida amiga e super profissional. Ale Del Vecchio Com muito carinho para minha querida amiga e super profissional. BA BE BI BO BU BÃO ba be bi bo bu bão BA ba boi BE be bebê BI bi Bia BO bo boi BU bu buá Nome: BA BE BI BO BU BÃO ba be bi bo bu bão BA

Leia mais

COLÉGIO OBJETIVO JÚNIOR

COLÉGIO OBJETIVO JÚNIOR COLÉGIO OBJETIVO JÚNIOR NOME: N. o : DATA: / /015 FOLHETO DE MATEMÁTICA (V.C. E R.V.) 8. o ANO Este folheto é um roteiro para você recuperar o conteúdo trabalhado em 015. Como ele vai servir de base para

Leia mais

ARTIGOS DO DOSSIÊ: FAMÍLIAS NO CENSO 2001 Karin Wall (org.)

ARTIGOS DO DOSSIÊ: FAMÍLIAS NO CENSO 2001 Karin Wall (org.) ARTIGOS DO DOSSIÊ: FAMÍLIAS NO CENSO 2001 Karin Wall (org.) FAMÍLIAS NO CENSO 2001 Estruturas domésticas em Portugal Karin Wall É difícil pensar na família, e nos movimentos de transformação que a atravessam,

Leia mais

Resolução feita pelo Intergraus! Matemática Aplicada FGV 2010/

Resolução feita pelo Intergraus! Matemática Aplicada FGV 2010/ FGV MATEMÁTICA APLICADA DEZEMBRO/2009 01. Uma pes qui sa fe i ta em 46 pa í ses e pu bli ca da pela re vis ta The Eco no mist mos tra que, se trans for ma mos a mo e da de cada país para dó lar e cal cu

Leia mais

MUDANÇA ELEITORAL EM PORTUGAL

MUDANÇA ELEITORAL EM PORTUGAL RECENSÕES MUDANÇA ELEITORAL EM PORTUGAL Clivagens, economia e voto em eleições legislativas 1983-1999 [André Fre i re (2001), Oe i ras, Cel ta Edi to ra, ISBN 972-774-106-1] António Teixeira Fernandes

Leia mais

Artes. Avaliação Mensal

Artes. Avaliação Mensal Tema: Arte e sociedade Artes Avaliação Mensal Analisar a relação entre a arte e a sociedade. Refletir sobre tal relação. Etapas: 1. Escolha um dos artistas apresentados no livro Arte e sociedade no Bra

Leia mais

Ainda há Tempo, Volta

Ainda há Tempo, Volta Ainda há empo, Volta Letra e Música: Diogo Marques oprano ontralto Intro Envolvente (q = 60) enor aixo Piano Ó Œ. R.. F m7 2 A b 2 E b.. 2 Ó Œ É 2 Ó Œ F m7 2.. 2 2 A b 2 2 Ainda há empo, Volta Estrofe

Leia mais

Correção da Unicamp 2009 2ª fase - Matemática feita pelo Intergraus. 14.01.2009

Correção da Unicamp 2009 2ª fase - Matemática feita pelo Intergraus. 14.01.2009 MATEMÁTICA 1. O transporte de carga ao porto de Santos é feito por meio de rodovias, ferrovias e dutovias. A tabela abaixo for ne ce al guns da dos re la ti vos ao trans por te ao por to no pri me i ro

Leia mais

Trem Bala Ana Vilela Arr. Danilo Andrade/Regina Damiati

Trem Bala Ana Vilela Arr. Danilo Andrade/Regina Damiati core Trem ala na Vilela rr. Danilo ndrade/regina Damiati oprano c D G D G Œ Œ r lto c Não é so bre Œ Œ r aritone c Não é so bre 5. ter to - das as pes - so - as do mun - do pra si é so-bre sa -. ter to

Leia mais

O RESTAURANTE NO FIM DO UNIVERSO

O RESTAURANTE NO FIM DO UNIVERSO O RESTAURANTE NO FIM DO UNIVERSO DOUGLAS ADAMS O RESTAURANTE NO FIM DO UNIVERSO Volume Dois da Série O MOCHILEIRO DAS GALÁXIAS A Jane e James, agradecimentos profundos; a Geoffrey Perkins, por realizar

Leia mais

VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009

VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009 VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009 Comentário da Redação Nes te ano, a pro va de Re da ção da Uni camp foi ex ce len te. Em pri me i ro lu gar, pelo res pe i to ao for ma to tra di ci o nal

Leia mais

Advento, Natal, Ano-Novo

Advento, Natal, Ano-Novo PNV 288 Advento, Natal, Ano-Novo tradições e lembranças Edmilson Schinelo Isolde Dreher (Orgs.) São Leopoldo/RS 2011 Centro de Estudos Bíblicos Rua João Batista de Freitas, 558 B. Scharlau Caixa Postal

Leia mais

Medley Forró 3. & bb b b œ œ bœ. œ bœ. œ œ œ œ. œ œ. . r. j œ œ œ. & b b b b œ. & bb b b. œ œ œ. œ œ. . œ. œ Œ. œ œ œ. œ œ. œ œ œ.

Medley Forró 3. & bb b b œ œ bœ. œ bœ. œ œ œ œ. œ œ. . r. j œ œ œ. & b b b b œ. & bb b b. œ œ œ. œ œ. . œ. œ Œ. œ œ œ. œ œ. œ œ œ. b b b 4 2 12 Medley Foó 3 SOPRANO Vesão eduzida (2014) Baião Luiz Gonzaga q = 100 6 A 22 b b b u vou mos - ta pa vo - cês co-mo se dan-ça'o ba-ião e quem qui - se a-pen-de é fa -vo pes - ta a-ten-ção mo-e-na

Leia mais

œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ αœ œ œ œ œ œ œ œ Υ Β œ œ œ œ αœ

œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ αœ œ œ œ œ œ œ œ Υ Β œ œ œ œ αœ ANEXO 12 - TRANSCRIÇÃO DO OFÍCIO «FESTA DE STA. MAFALDA V.» P-AR Res. Ms. 017 Ad Vésperas -Antífona - Modo VII - fl. 003r Copista: Fr. Rodrigues das Dores Transcrição: Cátia Silva Al - le - lú - ia, al

Leia mais

Hymnarium von Mestre Irineu. O Cruzeirinho

Hymnarium von Mestre Irineu. O Cruzeirinho Hymnrium von O ruzeirinho Prtituren RINH O MR - 2009 iretion: Mrco rcie Imperil Prtituren: isele rcie Imperil irigenten: Mestro nés Romno e isele rcie Imperil www.ceflupedrmr.org 117. ou Viv À eus Ns lturs

Leia mais

Correção da fuvest ª fase - Geografia feita pelo Intergraus

Correção da fuvest ª fase - Geografia feita pelo Intergraus Q.01 GEOGRAFIA O conflito envolvendo Geórgia e Rússia, aprofundado em 2008, foi marcado por ampla repercussão in ter na - ci o nal. Ou tros con fli tos, en vol ven do pa í ses da ex-união So vié ti ca,

Leia mais

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Física feita pelo Intergraus. 12.01.2010

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Física feita pelo Intergraus. 12.01.2010 da Unicamp 010 ª fase - Física 1.01.010 UNICAMP 010 - FÍSICA Esta prova aborda fenômenos físicos em situações do cotidiano, em experimentos científicos e em avanços tecnológicos da humanidade. Em algumas

Leia mais

Medley Forró 3. 6 j œ œ œ. & bb b b œ œ œ nœ. & b b b b. œ œ œ œ bœ. œ œ. œnœ. œ bœ. œ œ œ œ. œ œ œ. & bb b b. œ œ. œ œ. œ œ. . œ.

Medley Forró 3. 6 j œ œ œ. & bb b b œ œ œ nœ. & b b b b. œ œ œ œ bœ. œ œ. œnœ. œ bœ. œ œ œ œ. œ œ œ. & bb b b. œ œ. œ œ. œ œ. . œ. 22 27 b b b 2 7 b b b 42 47 5 b b b 72 q = 100 4 2 12 B 6 A Eu vou mos -ta pa vo - cês co-mo se dan-ça'o ba -ião e quem qui - se a - pen -de é fa -vo pes - ta a -ten-ção b mo-e -na che-gue pa cá bem un

Leia mais

Quero um Novo Lar پ0 3 پ0 3 پ0 3 پ0 3 پ0 3 پ0 0 پ0 0 پ0 3پ0 0 پ0 3 پ0 0

Quero um Novo Lar پ0 3 پ0 3 پ0 3 پ0 3 پ0 3 پ0 0 پ0 0 پ0 3پ0 0 پ0 3 پ0 0 1 3 پ0 7 _ پ0 7 _ پ0 7 _ & 4 7 A. ز E 7 1 j j پ0گ7? 4 n #_ n _ L? Mi - nha ca -sa e -ra ve - ha nپ0ٹ0o po - di - a su - por - tar پ0ˆ7. _ eu me 4 پ0 7 پ0 8 & E 7 G 6 /A A _.. nnn_ n پ0ˆ7_ j j j j G j پ0گ7

Leia mais

PASCAL Diversão e tédio

PASCAL Diversão e tédio coleção idealizada e coordenada por Gustavo Piqueira PASCAL Diversão e tédio fotos Gabriela Camerotti tradução Mário Laranjeira 3 são paulo 2011 Quando se lê depres sa demais ou deva gar demais, não

Leia mais

CRIMES AMBIENTAIS: SURSIS PROCESSUAL, PENAS ALTERNATIVAS E DOSIMETRIA

CRIMES AMBIENTAIS: SURSIS PROCESSUAL, PENAS ALTERNATIVAS E DOSIMETRIA CRIMES AMBIENTAIS: SURSIS PROCESSUAL, PENAS ALTERNATIVAS E DOSIMETRIA * I INTRODUÇÃO. II SURSIS PROCESSUAL. III PENAS ALTERNATIVAS. IV ESCOLHA E APLICAÇÃO DE PENAS (do si me tria). V CONCLUSÃO. I. INTRODUÇÃO

Leia mais

Recasamento, divórcio, casamento. O re ca sa men to é o tri un fo da es pe ran ça atra vés da ex pe riên cia (Sa mu el John son, séc.

Recasamento, divórcio, casamento. O re ca sa men to é o tri un fo da es pe ran ça atra vés da ex pe riên cia (Sa mu el John son, séc. O RECASAMENTO EM PORTUGAL Cristina Lobo e Cristina Palma Conceição Resumo Identificar tendências do fenómeno do recasamento em Portugal, nas duas últimas décadas, constitui o objectivo principal deste

Leia mais

HABERMAS E A ESFERA PÚBLICA: RECONSTRUINDO A HISTÓRIA DE UMA IDEIA

HABERMAS E A ESFERA PÚBLICA: RECONSTRUINDO A HISTÓRIA DE UMA IDEIA HABERMAS E A ESFERA PÚBLICA: RECONSTRUINDO A HISTÓRIA DE UMA IDEIA Filipe Carreira da Silva Resumo Este artigo tem por objectivo discutir a noção de esfera pública proposta por Jürgen Habermas. Para tanto,

Leia mais

MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS

MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS João Pedro Cordeiro Resumo O presente artigo versa sobre as práticas de gestão de recursos humanos pelas empresas, e mais especificamente

Leia mais

Av. Tor res de Oli vei ra, 255 Ja gua ré - São Pau lo - SP (11) Rua Pa dre Car va lho, 730 (11) Pi nhei ros - São Pau lo - SP

Av. Tor res de Oli vei ra, 255 Ja gua ré - São Pau lo - SP (11) Rua Pa dre Car va lho, 730 (11) Pi nhei ros - São Pau lo - SP Serigrafados Bisotados Temperados Laminados Av. Tor res de Oli vei ra, 255 Ja gua ré - São Pau lo - SP (11) 2827-2100 Rua Pa dre Car va lho, 348 Pi nhei ros - São Pau lo - SP (11) 2142-8588 Rua Pa dre

Leia mais

10.1 Objetivos, Conceitos e Funções. Os obje ti vos prin ci pais do con tro le orça men tá rio são: Responsabilidade pelo Controle Orçamentário

10.1 Objetivos, Conceitos e Funções. Os obje ti vos prin ci pais do con tro le orça men tá rio são: Responsabilidade pelo Controle Orçamentário Capítulo 10 Controle Orçamentário Essa etapa acon te ce após a exe cu ção das tran sa ções dos even tos eco nô mi cos pre vis - tos no plano orça men tá rio. Não se con ce be um plano orça men tá rio sem

Leia mais

Questionário sobre o Ensino de Leitura

Questionário sobre o Ensino de Leitura ANEXO 1 Questionário sobre o Ensino de Leitura 1. Sexo Masculino Feminino 2. Idade 3. Profissão 4. Ao trabalhar a leitura é melhor primeiro ensinar os fonemas (vogais, consoantes e ditongos), depois as

Leia mais

Li ga de Ami gos do Ce bi

Li ga de Ami gos do Ce bi Es ta tu tos Li ga de Ami gos do Ce bi Ca pí tu lo I Da de no mi na ção, na tu re za e fins Art. 1º 1 - A LI GA DE AMI GOS DO CE BI, do ra van te de sig na da por LAC, é uma As so cia ção de di rei to

Leia mais

UNICAMP 2012 (2ª Fase)

UNICAMP 2012 (2ª Fase) 1. Re so lu ção (se rá con si de ra do ape nas o que es ti ver den tro des te es pa ço). a)...in te res se do pú bli co (L1): Tra ta-se de um subs tan ti vo pos to que de ter mi na do pe lo ar ti go o,

Leia mais

Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades

Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades PNV 289 Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades Orides Bernardino São Leopoldo/RS 2012 Centro de Estudos Bíblicos Rua João Batista de Freitas, 558 B. Scharlau Caixa Postal 1051 93121-970

Leia mais

SE QUE ELE ME CONDUZ. Refrões orantes. Padre Valdecir Ferreira

SE QUE ELE ME CONDUZ. Refrões orantes. Padre Valdecir Ferreira SE QUE ELE ME CONDUZ Refrões orantes Padre Valdecir Ferreira »»»» AMANHECEU Inspirado em Elisabete da Trindade Solo: Pe. Valdecir & # G G 6 8 Œ.. Œ. 5 + B b dim {.. A ma nhe ceu! & # Am Œ.. D Am. D D.

Leia mais

PADRÕES DE VIDA DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS NOS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO PARA A VIDA ADULTA

PADRÕES DE VIDA DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS NOS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO PARA A VIDA ADULTA PADRÕES DE VIDA DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS NOS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO PARA A VIDA ADULTA Rosário Mauritti Resumo Este artigo começa por analisar a influência das origens sociais nas trajectórias de

Leia mais

O CASO DE FOZ COA: UM LABORATÓRIO DE ANÁLISE SOCIOPOLÍTICA [Ma ria Edu ar da Gon çal ves (org.), Lis boa, Edi ções 70, 2001]

O CASO DE FOZ COA: UM LABORATÓRIO DE ANÁLISE SOCIOPOLÍTICA [Ma ria Edu ar da Gon çal ves (org.), Lis boa, Edi ções 70, 2001] RECENSÃO O CASO DE FOZ COA: UM LABORATÓRIO DE ANÁLISE SOCIOPOLÍTICA [Ma ria Edu ar da Gon çal ves (org.), Lis boa, Edi ções 70, 2001] Maria de Lourdes Lima dos Santos Nes te es tu do, o caso de Foz Coa

Leia mais

Obras Corais para Coro a cappella e Coro com Órgão

Obras Corais para Coro a cappella e Coro com Órgão 2 Reão / Edited by: Gil Miranda José Lourenço San - ta Ce - cí - lia Pa - dro - ei - ra nos - San - ta Ce - cí - lia Pa - dro - ei - ra nos - San San Obras Corais para Coro a cappella e Coro com Órgão

Leia mais

A prática do silêncio

A prática do silêncio PNV 291 A prática do silêncio Carlos Mesters São Leopoldo/RS 2012 Centro de Estudos Bíblicos Rua João Batista de Freitas, 558 B. Scharlau Caixa Postal 1051 93121-970 São Leopoldo/RS Fone: (51) 3568-2560

Leia mais

nelson de oliveira ódio sustenido

nelson de oliveira ódio sustenido ódio sustenido sai da chu va, josé! Ah, José, que é que vo cê faz aí parado? Sai da chu va, José! Larga es sa tai nha e cor re pra varanda. Ah, José, a vi da não é só ga nhar ou per der. Você sa be dis

Leia mais

A SEGMENTAÇÃO DO ESPAÇO DE INOVAÇÃO NA INDÚSTRIA PORTUGUESA

A SEGMENTAÇÃO DO ESPAÇO DE INOVAÇÃO NA INDÚSTRIA PORTUGUESA A SEGMENTAÇÃO DO ESPAÇO DE INOVAÇÃO NA INDÚSTRIA PORTUGUESA Luísa Oliveira e Helena Carvalho Resumo A inovação tecnológica como força motriz de um novo padrão de competitividade coloca, como questão central,

Leia mais

Cidade Inacabada & 4 2. Œ œ œ. Andante. Manu Lafer. A b 7M/C. A ø /C. intro. 6fr. 7fr. 6fr. 7fr. 6fr.

Cidade Inacabada & 4 2. Œ œ œ. Andante. Manu Lafer. A b 7M/C. A ø /C. intro. 6fr. 7fr. 6fr. 7fr. 6fr. Cidade Inacabada Andante intro 4 2 A b M/C A ø /C 5 A b M/C A ø /C A b M/C Œ so - frer 2 A 1 11 E m 11 E ø E o b é da tu - aien - ver - ga - du - 15 D m D m/c Œ - ra lou - cu - B m 11 ra, 1 B ø é vo E

Leia mais

EU VOU PARA O CÉU # # œ. œ. œ nœ nœ. œ œ. œ. œ œ Œ œ œ b œ œ œœœ F Œ. œ œ œ. # œ œ n. œ nœ. œ œ œ œ œ œ œ. j œ. Ó Œ j œ. # œ. œ œ œ œ. œœ œ. J j.

EU VOU PARA O CÉU # # œ. œ. œ nœ nœ. œ œ. œ. œ œ Œ œ œ b œ œ œœœ F Œ. œ œ œ. # œ œ n. œ nœ. œ œ œ œ œ œ œ. j œ. Ó Œ j œ. # œ. œ œ œ œ. œœ œ. J j. EU VOU PR O CÉU Letra e Música: Evaldo Vicente q=90 legre E m F o F 2 m7 7 M7 C 7 3 Vocal 2 3 Piano F n n 2 n.. F.. n n 3 E m9 7 n.. 5 5 5.. 6 Uníssono Ó 1.Po - 6 Ó 7de - mos ver si - nais 8 do im na ter

Leia mais

patrícia reis amor em segunda mão

patrícia reis amor em segunda mão amor em segunda mão 1. júlia No box ao la do, mes mo no mu ro de ci men to estra ga do, jun to ao bo cal da água, o ga to cinzento, preto e ama re lo sem no me, dor me com o sos se go de um raio de sol.

Leia mais

"Dorme enquanto eu velo"

Dorme enquanto eu velo poesia: Fernando Pessoa q = 60 6 "Dorme enquanto eu velo" para voz e piano legato Dor Patrícia Lopes J - me en. quan - to eu ve - lo Dei - xa me -. - so nhar 11. Na - da'em mim é ri - so - nho. 1. Que

Leia mais

IMPLICAÇÕES DEMOCRÁTICAS DAS ASSOCIAÇÕES VOLUNTÁRIAS O caso português numa perspectiva comparativa europeia

IMPLICAÇÕES DEMOCRÁTICAS DAS ASSOCIAÇÕES VOLUNTÁRIAS O caso português numa perspectiva comparativa europeia IMPLICAÇÕES DEMOCRÁTICAS DAS ASSOCIAÇÕES VOLUNTÁRIAS O caso português numa perspectiva comparativa europeia José Manuel Leite Viegas Introdução Na úl ti ma dé ca da do sé cu lo pas sa do as sis tiu-se

Leia mais

RESOLUÇÃO Matemática APLICADA FGV Administração - 24.10.10

RESOLUÇÃO Matemática APLICADA FGV Administração - 24.10.10 VESTIBULAR FGV 2011 OUTUBRO/2010 RESOLUÇÃO DAS 10 QUESTÕES DE MATEMÁTICA APLICADA QUESTÃO 1 O gráfico no plano cartesiano expressa a alta dos preços médios de televisores de tela plana e alta definição,

Leia mais

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Geografia feita pelo Intergraus. 12.01.2010

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Geografia feita pelo Intergraus. 12.01.2010 UNICAMP 2010 - GEOGRAFIA 13. Ob serve o gráfico abaixo e responda às questões: a) Indi que a(s) re gião(ões) do glo bo com ta xa de es pe ran ça de vi da ao nas cer in fe ri or à mé dia mun di al, nos

Leia mais

Medley Forró. Ú80 œ œ œ œ œ œ œ œ. œ œ œ œ. œ œ œ œ œ. œ œ œ œ œ œ

Medley Forró. Ú80 œ œ œ œ œ œ œ œ. œ œ œ œ. œ œ œ œ œ. œ œ œ œ œ œ Ovo de Codorna Lonzaga Medley Forró (versão reduzida) C # m7b5 4 2 F # 7 m7 Ú80 A6 6 11 15 19 23 # m7b5 A6 A6 b o-vo de co-dor-na pra cu - mê o meu pro - ble-ma e-le tem que re-sol - vê 6 7 b o-vo de co-dor-na

Leia mais

O Sacrifício da Cruz

O Sacrifício da Cruz O Sacrifício da ruz 6 ø 4 4 Intenso q = 61 9. r. r m b sus4 6 Ó. m Œ. r J 1.u ø. r o - lho pa - ra_o céu, bus - M7.. can - do com - preen-der o sa - cri - fí - cio do Sal - va - dor em meu lu - gar ø ø

Leia mais

PNV 292. Atos das mulheres. Tea Frigerio. São Leopoldo/RS

PNV 292. Atos das mulheres. Tea Frigerio. São Leopoldo/RS PNV 292 Atos das mulheres Tea Frigerio São Leopoldo/RS 2012 Centro de Estudos Bíblicos Rua João Batista de Freitas, 558 B. Scharlau Caixa Postal 1051 93121-970 São Leopoldo/RS Fone: (51) 3568-2560 Fax:

Leia mais

DESCARACTERIZAÇÃO DO CONTRATO BANCÁRIO ARRENDAMENTO MERCANTIL QUANDO COBRADO ANTECIPADAMENTE O VRG (VALOR RESIDUAL GARANTIDO)

DESCARACTERIZAÇÃO DO CONTRATO BANCÁRIO ARRENDAMENTO MERCANTIL QUANDO COBRADO ANTECIPADAMENTE O VRG (VALOR RESIDUAL GARANTIDO) DESCARACTERIZAÇÃO DO CONTRATO BANCÁRIO ARRENDAMENTO MERCANTIL QUANDO COBRADO ANTECIPADAMENTE O VRG (VALOR RESIDUAL GARANTIDO) Paulo Afonso Sandri * Con vém sa li en tar, em prin cí pio, a di fe ren ça

Leia mais

COLÉGIO OBJETIVO. DATA: / /2015 FOLHETO DE GEOGRAFIA (V.C. E R.V.) 9. o ANO

COLÉGIO OBJETIVO. DATA: / /2015 FOLHETO DE GEOGRAFIA (V.C. E R.V.) 9. o ANO COLÉGIO OBJETIVO NOME: N. o : DATA: / /2015 FOLHETO DE GEOGRAFIA (V.C. E R.V.) 9. o ANO Caro aluno, este folheto destina-se a orientá-lo em seus estudos geográficos, revendo pontos importantes vistos em

Leia mais

Correção da fuvest ª fase - Biologia feita pelo Intergraus

Correção da fuvest ª fase - Biologia feita pelo Intergraus Q.01 BIOLOGIA O gráfico mostra os níveis de glicose medidos no sangue de duas pessoas, sendo uma saudável e outra com di a be tes melito, imediatamente após uma refeição e nas cinco horas seguintes. a)

Leia mais

A Gonçalves no México I N F O R M A

A Gonçalves no México I N F O R M A I N F O R M A Novembro de 2007 Depois de atuar por quase três anos no México com um escritório comercial, a Gonçalves investe em uma unidade industrial no país, que entrará em operação no início de 2008.

Leia mais

Art. 243. Vender, fornecer ain da que gratuita -

Art. 243. Vender, fornecer ain da que gratuita - Agosto de 2003 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Qu in ta-fe i ra 7 22447 LEGISLAÇÃO CITADA ANEXADA PELA SECRETARIA-GERAL DA MESA LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990 Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente

Leia mais

ARTISTAS EM REDE OU ARTISTAS SEM REDE? Reflexões sobre o teatro em Portugal. Vera Borges. Para uma investigação sobre o teatro

ARTISTAS EM REDE OU ARTISTAS SEM REDE? Reflexões sobre o teatro em Portugal. Vera Borges. Para uma investigação sobre o teatro ARTISTAS EM REDE OU ARTISTAS SEM REDE? Reflexões sobre o teatro em Portugal Vera Borges Resumo Neste artigo apresentam-se algumas pistas de análise para o estudo das trajectórias individuais da carreira

Leia mais

A Construção Sociológica da Raça no Brasil 1

A Construção Sociológica da Raça no Brasil 1 A Construção Sociológica da Raça no Brasil 1 Sérgio Costa Resumo Par tin do da cons ta ta ção de que as ads cri ções ra ci a is no Bra sil im - pli cam de si gual da des so ci a is que po dem ser re u

Leia mais

EU VOU PARA O CÉU # # œ œ Œ œ œ b œ œ œ œ. œ œ œ œ œ œ œ. œ œ nœ. œ nœ. œ œ œ. # œ œ n. œ œ œ œ j œ. œ. œ. œ œ. Ó Œ j œ. # œ. œœ œ. . œ nœ. J j.

EU VOU PARA O CÉU # # œ œ Œ œ œ b œ œ œ œ. œ œ œ œ œ œ œ. œ œ nœ. œ nœ. œ œ œ. # œ œ n. œ œ œ œ j œ. œ. œ. œ œ. Ó Œ j œ. # œ. œœ œ. . œ nœ. J j. C OVEM 2012 EU VOU PR O CÉU RNE ESPERNÇ Letra e Música: Evaldo Vicente q=90 legre E m F o F 2 m7 7 M7 C 7 3 Vocal 2 3 Piano F n n 2 n.. b F.. n n 3 E m9 7 n.. 5 5 5.. 6 Uníssono Ó 1.Po - 6 Ó 7de - mos

Leia mais

UM MODELO DE ANÁLISE DA DRAMATIZAÇÃO NA IMPRENSA ESCRITA

UM MODELO DE ANÁLISE DA DRAMATIZAÇÃO NA IMPRENSA ESCRITA UM MODELO DE ANÁLISE DA DRAMATIZAÇÃO NA IMPRENSA ESCRITA Pedro Diniz de Sousa Resumo Parte-se de uma definição do conceito de dramatização e da identificação das funções que o discurso dramático pode desempenhar

Leia mais

Vamos Subir Nova Voz

Vamos Subir Nova Voz c c Vamos Subir Nova Voz 2 Letra e Música: Lucas Pimentel Arr: Henoch Thomas 2 5 2 to Eu-pos tem - po te-nho ou vi - do a pro- 2 g g 8 mes - sa de que vi - rás pra res -ga -tar os fi-lhos Teus Nem sem-pre

Leia mais

POLÍTICA ORÇAMENTAL NO PÓS-99* A.S. Pin to Bar bo sa**

POLÍTICA ORÇAMENTAL NO PÓS-99* A.S. Pin to Bar bo sa** POLÍTICA ORÇAMENTAL NO PÓS-99* A.S. Pin to Bar bo sa**. INTRODUÇÃO Que linhas básicas de orientação da política orça men tal de ve rão ser se gui das no novo en qua dra - men to em que Por tu gal in te

Leia mais

KEITH CAMERON SMITH. As 10 principais diferenças entre os milionários e a classe média

KEITH CAMERON SMITH. As 10 principais diferenças entre os milionários e a classe média KEITH CAMERON SMITH As 10 principais diferenças entre os milionários e a classe média Prefácio Por que es cre vi es te livro? Três mo ti vos me le va ram a es cre ver es te li vro. O pri - meiro foi a

Leia mais

CLIVAGENS, CONJUNTURA ECONÓMICA E COMPORTAMENTO ELEITORAL EM PORTUGAL Uma análise das legislativas de 1995 com dados agregados

CLIVAGENS, CONJUNTURA ECONÓMICA E COMPORTAMENTO ELEITORAL EM PORTUGAL Uma análise das legislativas de 1995 com dados agregados CLIVAGENS, CONJUNTURA ECONÓMICA E COMPORTAMENTO ELEITORAL EM PORTUGAL Uma análise das legislativas de 1995 com dados agregados André Freire Re su mo Este ar ti go ana li sa o im pac te das es tru tu ras

Leia mais

RELAÇÕES ENTRE MUNDO RURAL E MUNDO URBANO Evolução histórica, situação actual e pistas para o futuro

RELAÇÕES ENTRE MUNDO RURAL E MUNDO URBANO Evolução histórica, situação actual e pistas para o futuro RELAÇÕES ENTRE MUNDO RURAL E MUNDO URBANO Evolução histórica, situação actual e pistas para o futuro João Ferrão Resumo As visões recentes sobre o mundo rural revelam grande permeabilidade à ideia de património

Leia mais

CONHECIMENTOS TRADICIONAIS E PROPRIEDADE INTELECTUAL

CONHECIMENTOS TRADICIONAIS E PROPRIEDADE INTELECTUAL CONHECIMENTOS TRADICIONAIS E PROPRIEDADE INTELECTUAL Miguel Correia Pinto e Manuel Mira Godinho Resumo Com os avanços nos domínios da biotecnologia registados nas décadas mais recentes, os conhecimentos

Leia mais

A DISTRIBUIÇÃO DOS SALÁRIOS EM PORTUGAL:

A DISTRIBUIÇÃO DOS SALÁRIOS EM PORTUGAL: A DISTRIBUIÇÃO DOS SALÁRIOS EM PORTUGAL: 1982-1994* José A. F. Ma cha do*** José Mata** 1. INTRODUÇÃO Du ran te a úl ti ma dé ca da, Por tu gal de vo tou uma quan ti da de si gni fi ca ti va de re cur

Leia mais

MATEMÁTICA APLICADA A ADMINISTRAÇÃO, ECONOMIA E CONTABILIDADE. 2 a EDIÇÃO REVISTA E AMPLIADA

MATEMÁTICA APLICADA A ADMINISTRAÇÃO, ECONOMIA E CONTABILIDADE. 2 a EDIÇÃO REVISTA E AMPLIADA MATEMÁTICA APLICADA A ADMINISTRAÇÃO, ECONOMIA E CONTABILIDADE 2 a EDIÇÃO REVISTA E AMPLIADA Matemática Aplicada a Administração, Economia e Contabilidade Modelos de Funções do 2 o Grau Um Modelo de Função

Leia mais

FORMAÇÃO, TENDÊNCIAS RECENTES E PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO DA SOCIOLOGIA EM PORTUGAL José Madureira Pinto

FORMAÇÃO, TENDÊNCIAS RECENTES E PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO DA SOCIOLOGIA EM PORTUGAL José Madureira Pinto FORMAÇÃO, TENDÊNCIAS RECENTES E PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO DA SOCIOLOGIA EM PORTUGAL José Madureira Pinto Primórdios Afir mar que a so ci o lo gia por tu gue sa só co me çou ver da de i ra men te

Leia mais

ÉTICA, LIBERDADE DE INFORMAÇÃO, DIREITO À PRIVACIDADE E REPARAÇÃO CIVIL PELOS ILÍCITOS DE IMPRENSA 1

ÉTICA, LIBERDADE DE INFORMAÇÃO, DIREITO À PRIVACIDADE E REPARAÇÃO CIVIL PELOS ILÍCITOS DE IMPRENSA 1 ÉTICA, LIBERDADE DE INFORMAÇÃO, DIREITO À PRIVACIDADE E REPARAÇÃO CIVIL PELOS ILÍCITOS DE IMPRENSA 1 Eládio Torret Rocha Ju iz de Direito do TJSC SUMÁRIO: 1. Intro du ção; 2. A im pren sa e a li mi ta

Leia mais

Ho je em dia, to do mun do tem ou gos ta ria de ter um ne gó cio pró prio. A

Ho je em dia, to do mun do tem ou gos ta ria de ter um ne gó cio pró prio. A Os negócios do Zé do Picolé Capítulo 1 Ho je em dia, to do mun do tem ou gos ta ria de ter um ne gó cio pró prio. A fi na li da de deste ca pí tu lo é mos trar a vo cê como se cal cu la o pre ço de ven

Leia mais

/ /2015 FOLHETO DE GEOGRAFIA (V.C. E R.V.)

/ /2015 FOLHETO DE GEOGRAFIA (V.C. E R.V.) COLÉGIO OBJETIVO NOME: N. o : DATA: / /2015 FOLHETO DE GEOGRAFIA (V.C. E R.V.) 7. o ANO Caro alu no, este folheto destina-se a orientá-lo em seus es tu dos ge o grá fi cos, des ta can do pon tos im por

Leia mais

O PARLAMENTO PORTUGUÊS NA CONSTRUÇÃO DE UMA DEMOCRACIA DIGITAL. Gustavo Cardoso, Carlos Cunha e Susana Nascimento

O PARLAMENTO PORTUGUÊS NA CONSTRUÇÃO DE UMA DEMOCRACIA DIGITAL. Gustavo Cardoso, Carlos Cunha e Susana Nascimento O PARLAMENTO PORTUGUÊS NA CONSTRUÇÃO DE UMA DEMOCRACIA DIGITAL Gustavo Cardoso, Carlos Cunha e Susana Nascimento Resumo O presente artigo pretende analisar as práticas e representações dos deputados portugueses

Leia mais

botika búfalo Bufalo v7.indd 3 17/09/10 17:22

botika búfalo Bufalo v7.indd 3 17/09/10 17:22 botika búfalo Bufalo v7.indd 3 17/09/10 17:22 sumário Introdução... 17 Gua ra ná Porrada... 25 Muletas... 39 Exó ti cas gan gues... 47 Um mons tro e um pinguim... 55 Si ga o cão... 61 Dia de campeão...

Leia mais

Fa la de Ben to Ser ras, co bra dor de bi lhe tes, nas ci do e mo ra dor em Amo rins:

Fa la de Ben to Ser ras, co bra dor de bi lhe tes, nas ci do e mo ra dor em Amo rins: Fa la de Ben to Ser ras, co bra dor de bi lhe tes, nas ci do e mo ra dor em Amo rins: «Diz que quer con tar tu do dos prin cí pios? Dos prin cí pios a gen te nun ca sa be. Quan do é o ca so de se lhe pôr

Leia mais

IMIGRAÇÃO E IMIGRANTES EM PORTUGAL Parâmetros de regulação e cenários de exclusão

IMIGRAÇÃO E IMIGRANTES EM PORTUGAL Parâmetros de regulação e cenários de exclusão REGISTO IMIGRAÇÃO E IMIGRANTES EM PORTUGAL Parâmetros de regulação e cenários de exclusão Fernando Luís Machado Introdução As ques tões so ci a is, cul tu ra is e po lí ti cas que a imi gra ção la bo

Leia mais

Jesus, o Buscador. Cristo, o Salvador. trechos traduzidos do livro. Jesus the Seeker, Christ the Saviour

Jesus, o Buscador. Cristo, o Salvador. trechos traduzidos do livro. Jesus the Seeker, Christ the Saviour Jesus, o Buscador Cristo, o Salvador trechos traduzidos do livro Jesus the Seeker, Christ the Saviour 2 original e tradução das melodias de Sri Chinmoy com palavras da bíblia original e tradução das melodias

Leia mais

AUTOMEDICAÇÃO: ALGUMAS REFLEXÕES SOCIOLÓGICAS

AUTOMEDICAÇÃO: ALGUMAS REFLEXÕES SOCIOLÓGICAS AUTOMEDICAÇÃO: ALGUMAS REFLEXÕES SOCIOLÓGICAS Noémia Mendes Lopes Resumo Com base num projecto de investigação em curso, apresentam-se neste artigo algumas reflexões sociológicas sobre a automedicação,

Leia mais

Medley Forró 2. œ œ # œ œ œ œ #.

Medley Forró 2. œ œ # œ œ œ œ #. Roteiro e adapta: Edu Morelenbaum e Rold Valle Ú 106 sa Branca 4 2 Luiz Gonzaga # # 6 # # # # # 12 # # # # # # 18 # # # # # 24 0 Quan-do_o - # iei # # de São Jo - ão - - - a # ter - ra_ar - D # Eu per-gun

Leia mais

Orientações sobre o Documento de Área da CAPES quesitos, indicadores e critérios

Orientações sobre o Documento de Área da CAPES quesitos, indicadores e critérios Pesqui Odontol Bras 2003;17(Supl 1):23-32 Orientações sobre o Documento de Área da CAPES quesitos, indicadores e critérios PROPOSTA DO PROGRAMA A pro pos ta de um pro gra ma de alta qualificação deve evidenciar

Leia mais

LEI Nº 5.869, DE 11 DE JANEIRO DE 1973. Insti tui o Código de Processo Ci vil.

LEI Nº 5.869, DE 11 DE JANEIRO DE 1973. Insti tui o Código de Processo Ci vil. Outubro de 2003 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Sexta-feira 31 34351 ares, me diante a exibição de ofí cio ou mandado em forma regular. 1º So men te se ex pe di rá pre ca tó ria, quando, por essa for ma, for

Leia mais

Boa Pro va! INSTRUÇÕES

Boa Pro va! INSTRUÇÕES INSTRUÇÕES Escreva um texto argumentativo. Seu texto deve apresentar introdução, desenvolvimento e conclusão. Cer ti fi que-se de ha ver es co lhi do um dos te mas pro pos tos e dê um tí tu lo a seu tex

Leia mais

b a c v g g g t a n m p o i a a a m i o t f m p b a m p e l x m x o a a i o r a r n r c h a a s l u u u v m u c a a s n u g r l l i a a e l

b a c v g g g t a n m p o i a a a m i o t f m p b a m p e l x m x o a a i o r a r n r c h a a s l u u u v m u c a a s n u g r l l i a a e l x x x z f f h h q h f z X x x x z f f h h q h f z Pó C S C Cí Nzó Lüí Aí Aó G Oá Xé Ró Lóz Bó X Mqé V Mí Lz Méz Fáz Gz Nz B Có E P C, S. L. D R Hz C ISBN13 978-84-694-1518-4 DL C 634-2011 X : TOP X : TOP

Leia mais

Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos

Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos Pesqui Odontol Bras 2003;17(Supl 1):33-41 Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos Conselho Nacional de Saúde - Resolução 196/96 Pes qui sa Qu a li fi ca ção do pesquisador

Leia mais

In for má ti ca, ar qui vos, me mó ria, in ter net.

In for má ti ca, ar qui vos, me mó ria, in ter net. UMA MEMÓRIA PARA A TECNOLOGIA Fa us to Co lom bo Re su mo O tema da me mó ria, quan do as so ci a do ao das no vas tec no lo gi as, pro duz in te res san tes cor re la ções na me di da em que a in for

Leia mais

Introdução geral ao estudo da Bíblia

Introdução geral ao estudo da Bíblia Curso Popular de Bíblia Introdução geral ao estudo da Bíblia VOLUME 1 Tea Frigerio / CEBI-PA 2005 Centro de Estudos Bíblicos 2005 Rua João Batista de Freitas, 558 B. Scharlau Caixa Postal 1051 93121-970

Leia mais

Terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Terça-feira, 28 de fevereiro de 2012 29 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO A Icatu Se gu ros S/A apre sen tou lu cro lí qui do de R$ 103 mi lhões no exer cí cio, su pe ri or ao di vul ga do no exer cí cio an te ri or em 30%. A per for man ce po si

Leia mais

n o m urd ne Hel e n o mis

n o m urd ne Hel e n o mis Em nosso cotidiano existem infinitas tarefas que uma criança autista não é capaz de realizar sozinha, mas irá torna-se capaz de realizar qualquer atividade, se alguém lhe der instruções, fizer uma demonstração

Leia mais

PROTAGONISTAS E CONTEXTOS DA PRODUÇÃO TECNOLÓGICA EM PORTUGAL O caso da invenção independente

PROTAGONISTAS E CONTEXTOS DA PRODUÇÃO TECNOLÓGICA EM PORTUGAL O caso da invenção independente PROTAGONISTAS E CONTEXTOS DA PRODUÇÃO TECNOLÓGICA EM PORTUGAL O caso da invenção independente Cristina Palma Conceição Resumo Tendo como pano de fundo algumas das questões suscitadas pelo debate teórico

Leia mais

edificações vias públicas leis e normas

edificações vias públicas leis e normas mobilidade acessível na cidade de são paulo edificações vias públicas leis e normas ACESSIBILIDADE prefeitura da cidade de são paulo secretaria municipal da pessoa com deficiência e mobilidade reduzida

Leia mais

6º ENCONTRO MISSÃO DE CASA

6º ENCONTRO MISSÃO DE CASA 6º ENCONTRO Ana Paula d Aquino Carina C.B. Pinheiro Fonoaudiólogas Resumindo... Como as consoantes são produzidas Órgãos da fala passivos e ativos Importância da articulação precisa das consoantes para

Leia mais

CONTROLO E IDENTIDADE: A NÃO CONFORMIDADE DURANTE A ADOLESCÊNCIA

CONTROLO E IDENTIDADE: A NÃO CONFORMIDADE DURANTE A ADOLESCÊNCIA CONTROLO E IDENTIDADE: A NÃO CONFORMIDADE DURANTE A ADOLESCÊNCIA Pedro Moura Ferreira Resumo A análise sociológica sobre o desvio dos jovens tem sido desenvolvida em torno de dois modelos: o do controlo

Leia mais