(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.)"

Transcrição

1 32988 Quarta-feira 22 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Ou tu bro de 2003 Art. 3º O Gru po Parlamentar reger-se-á pelo seu regulamento in ter no ou, na falta deste, pela decisão da ma i o ria absoluta de seus mem bros fundadores, respeitadas as dis po si ções legais e re gi men ta is em vigor. Art. 4º Esta Re so lu ção en tra em vi gor na data de sua publicação. Justificação Em De cla ra ção Con jun ta de 18 de se tem bro de 2003, ce le bra da em Car ta ge na por oca sião da 89ª ses são do Con se lho Inter na ci o nal do Café e em co me mo ra ção dos qua ren ta anos da Orga ni za ção Inter na ci o nal do Café, os re pre sen tan tes dos Po de - res Le gis la ti vos da Co lôm bia e do Bra sil com pro me - te ram-se a cri ar uma Fren te Par la men tar Inter na ci - o nal da De fe sa do Ca fe i cul tor. A re fe ri da Fren te te - ria, en tre ou tros ob je ti vos, o for ta le ci men to da coo - pe ra ção en tre os re pre sen tan tes no Po der Le gis la ti - vo dos dois gran des pro du to res mun di a is de café e a pro te ção do se tor ca fe e i ro no Bra sil e na Co lôm - bia. Pro pôs-se, tam bém, a im pul si o nar ini ci a ti vas le gis la ti vas con cer ta das que oca si o nem be ne fí ci os à ca fe i cul tu ra. Pre ten de-se, ain da, por meio da Fren te, es ti mu lar o en vol vi men to dos par la men tos dos pa í ses con su mi do res de café na dis cus são so - bre a cri se glo bal do pro du to, de modo a pro pi ci ar a ado ção de me di das e ações le gis la ti vas nas re fe ri - das na ções que de fen dam os in te res ses dos pro du - to res e dos con su mi do res fi na is. O gru po deverá re u nir-se em abril de 2004, no Bra sil, por oca sião da Con fe rên cia Mun di al do Café, para a qual se rão con vi da dos par la men ta res dos pa í ses con su mi do - res e pro du to res para de fi nir as ba ses da co o pe ra - ção in ter par la men tar. Como maior ex por ta dor mundial de café, o Bra - sil é o principal prejudicado com a crise in ter na ci o nal do pro du to. O Poder Legislativo, por meio de seus re - presentantes, não pode fi car indiferente à situação de um im por tan te se tor de nos sa agri cul tu ra. Pe las ra zões adu zi das, apre sen ta mos este Pro je to de Re so lu ção que ins ti tui o Gru po Par la - men tar Inter na ci o nal do Café, o qual de ve rá re pre - sen tar o Bra sil jun to à Fren te Par la men tar Inter na - ci o nal de De fe sa do Ca fe i cul tor. Será ins tru men to im por tan te para o in ter câm bio en tre os mem bros do Po der Le gis la ti vo bra si le i ro e seus con gê ne res de ou tros pa í ses pro du to res e con su mi do res de café, com vis tas a es ti mu lar o de ba te e a pro du ção le gis la ti va re fe ren te à atu al si tu a ção do se tor cafe - eiro. Por derradeiro, cum pre destacar o ca rá ter al ta - men te pro mis sor da relação par la men tar que ora se pre ten de encetar, enfatizando a considerável im por - tância que encerra para os in te res ses nacionais a cri - ação do Gru po que propomos. Sala das Sessões, 21 de outubro de 2003 Se - nador Eduardo Aze re do (Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.) O SR. PRESIDENTE (Edu ar do Siqueira Cam - pos) Os projetos lidos se rão pu bli ca dos e remetidos às Co mis sões competentes. Sobre a mesa, re que ri men to que será lido pelo Sr. 1º Se cre tá rio em exercício, Senador Sérgio Zambi - a si. É lido o se guin te REQUERIMENTO Nº 976, DE 2003 Senhor Presidente, Nos termos do art. 256, do Re gi men to Inter no do Senado Federal, re que i ro a retirada, em caráter definitivo, do Pro je to de Lei do Senado nº 200, de 2003, que institui normas para a concessão de alvará de funcionamento a instituição de assistência ao ido - so. Sala das Sessões, 21 de outubro de 2003 Se - nadora Lu cia Vâ nia. O SR. PRESIDENTE (Edu ar do Siqueira Cam - pos) O re que ri men to lido será incluído em Ordem do Dia opor tu na men te, nos ter mos do art. 256, 2º, inciso II, alí nea b, do Re gi men to Interno. O SR. PRESIDENTE (Edu ar do Siqueira Cam - pos) A Pre si dên cia informa ao Ple ná rio que se en - cerrou ontem o prazo para apre sen ta ção de emendas ao Projeto de Lei do Senado nº 414, de 1999, de au - toria do no bre Se na dor José Sarney, que dá nova re - dação ao 2º do art. 11 da Lei nº 8.387, de 30 de de - zembro de Ao pro je to foi oferecida uma emen da, que vai ao exame da Co mis são de Assuntos Eco nô mi cos. E a seguinte a emen da oferecida

2 Outubro de 2003 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Quarta-feira

3 32990 Quarta-feira 22 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Ou tu bro de 2003

4 Outubro de 2003 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Quarta-feira

5 32992 Quarta-feira 22 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Ou tu bro de 2003

6 Outubro de 2003 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Quarta-feira

7 32994 Quarta-feira 22 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Ou tu bro de 2003

8 Outubro de 2003 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Quarta-feira

9 32996 Quarta-feira 22 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Ou tu bro de 2003

10 Outubro de 2003 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Quarta-feira

11 32998 Quarta-feira 22 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Ou tu bro de 2003

12 Outubro de 2003 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Quarta-feira

GASTRONOMIA. Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to.

GASTRONOMIA. Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to. GASTRONOMIA Instruções Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to. Res pe i te mar gens e en tra das de pa rá gra fo. Use as in for ma ções

Leia mais

Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades

Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades PNV 289 Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades Orides Bernardino São Leopoldo/RS 2012 Centro de Estudos Bíblicos Rua João Batista de Freitas, 558 B. Scharlau Caixa Postal 1051 93121-970

Leia mais

RELAÇÕES ENTRE MUNDO RURAL E MUNDO URBANO Evolução histórica, situação actual e pistas para o futuro

RELAÇÕES ENTRE MUNDO RURAL E MUNDO URBANO Evolução histórica, situação actual e pistas para o futuro RELAÇÕES ENTRE MUNDO RURAL E MUNDO URBANO Evolução histórica, situação actual e pistas para o futuro João Ferrão Resumo As visões recentes sobre o mundo rural revelam grande permeabilidade à ideia de património

Leia mais

Resolução feita pelo Intergraus! Módulo Objetivo - Matemática FGV 2010/1-13.12.2009

Resolução feita pelo Intergraus! Módulo Objetivo - Matemática FGV 2010/1-13.12.2009 FGV 010/1-13.1.009 VESTIBULAR FGV 010 DEZEMBRO 009 MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A PROVA DE MATEMÁTICA QUESTÃO 1 (Prova: Tipo B Resposta E; Tipo C Resposta C; Tipo D Resposta A) O gráfico abaio fornece o

Leia mais

PADRÕES DE VIDA DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS NOS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO PARA A VIDA ADULTA

PADRÕES DE VIDA DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS NOS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO PARA A VIDA ADULTA PADRÕES DE VIDA DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS NOS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO PARA A VIDA ADULTA Rosário Mauritti Resumo Este artigo começa por analisar a influência das origens sociais nas trajectórias de

Leia mais

HABERMAS E A ESFERA PÚBLICA: RECONSTRUINDO A HISTÓRIA DE UMA IDEIA

HABERMAS E A ESFERA PÚBLICA: RECONSTRUINDO A HISTÓRIA DE UMA IDEIA HABERMAS E A ESFERA PÚBLICA: RECONSTRUINDO A HISTÓRIA DE UMA IDEIA Filipe Carreira da Silva Resumo Este artigo tem por objectivo discutir a noção de esfera pública proposta por Jürgen Habermas. Para tanto,

Leia mais

Art. 243. Vender, fornecer ain da que gratuita -

Art. 243. Vender, fornecer ain da que gratuita - Agosto de 2003 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Qu in ta-fe i ra 7 22447 LEGISLAÇÃO CITADA ANEXADA PELA SECRETARIA-GERAL DA MESA LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990 Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente

Leia mais

VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009

VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009 VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009 Comentário da Redação Nes te ano, a pro va de Re da ção da Uni camp foi ex ce len te. Em pri me i ro lu gar, pelo res pe i to ao for ma to tra di ci o nal

Leia mais

LEI Nº 5.869, DE 11 DE JANEIRO DE 1973. Insti tui o Código de Processo Ci vil.

LEI Nº 5.869, DE 11 DE JANEIRO DE 1973. Insti tui o Código de Processo Ci vil. Outubro de 2003 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Sexta-feira 31 34351 ares, me diante a exibição de ofí cio ou mandado em forma regular. 1º So men te se ex pe di rá pre ca tó ria, quando, por essa for ma, for

Leia mais

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Geografia feita pelo Intergraus. 12.01.2010

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Geografia feita pelo Intergraus. 12.01.2010 UNICAMP 2010 - GEOGRAFIA 13. Ob serve o gráfico abaixo e responda às questões: a) Indi que a(s) re gião(ões) do glo bo com ta xa de es pe ran ça de vi da ao nas cer in fe ri or à mé dia mun di al, nos

Leia mais

UNICAMP 2012 (2ª Fase)

UNICAMP 2012 (2ª Fase) 1. Re so lu ção (se rá con si de ra do ape nas o que es ti ver den tro des te es pa ço). a)...in te res se do pú bli co (L1): Tra ta-se de um subs tan ti vo pos to que de ter mi na do pe lo ar ti go o,

Leia mais

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10 QUESTÃO 1 VESTIBULAR FGV 010 JUNHO/010 RESOLUÇÃO DAS 15 QUESTÕES DE MATEMÁTICA DA PROVA DA MANHÃ MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A O mon i tor de um note book tem formato retangular com a di ag o nal medindo

Leia mais

Mapeamento de Ações e Discursos de Combate às Desigualdades Raciais no Brasil

Mapeamento de Ações e Discursos de Combate às Desigualdades Raciais no Brasil Mapeamento de Ações e Discursos de Combate às Desigualdades Raciais no Brasil Rosana Heringer Resumo O ar ti go apre sen ta as prin ci pa is con clu sões da pes qui sa Ma pe a - men to de Ações e Dis cur

Leia mais

MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS

MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS João Pedro Cordeiro Resumo O presente artigo versa sobre as práticas de gestão de recursos humanos pelas empresas, e mais especificamente

Leia mais

A Gonçalves no México I N F O R M A

A Gonçalves no México I N F O R M A I N F O R M A Novembro de 2007 Depois de atuar por quase três anos no México com um escritório comercial, a Gonçalves investe em uma unidade industrial no país, que entrará em operação no início de 2008.

Leia mais

KEITH CAMERON SMITH. As 10 principais diferenças entre os milionários e a classe média

KEITH CAMERON SMITH. As 10 principais diferenças entre os milionários e a classe média KEITH CAMERON SMITH As 10 principais diferenças entre os milionários e a classe média Prefácio Por que es cre vi es te livro? Três mo ti vos me le va ram a es cre ver es te li vro. O pri - meiro foi a

Leia mais

In for má ti ca, ar qui vos, me mó ria, in ter net.

In for má ti ca, ar qui vos, me mó ria, in ter net. UMA MEMÓRIA PARA A TECNOLOGIA Fa us to Co lom bo Re su mo O tema da me mó ria, quan do as so ci a do ao das no vas tec no lo gi as, pro duz in te res san tes cor re la ções na me di da em que a in for

Leia mais

Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos

Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos Pesqui Odontol Bras 2003;17(Supl 1):33-41 Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos Conselho Nacional de Saúde - Resolução 196/96 Pes qui sa Qu a li fi ca ção do pesquisador

Leia mais

COASTAL TOURISM, ENVIRONMENT, AND SUSTAINABLE LOCAL DEVELOPMENT

COASTAL TOURISM, ENVIRONMENT, AND SUSTAINABLE LOCAL DEVELOPMENT RECENSÃO COASTAL TOURISM, ENVIRONMENT, AND SUSTAINABLE LOCAL DEVELOPMENT [Lígia Noronha, Nelson Lourenço, João Paulo Lobo-Ferreira, Anna Lleopart, Enrico Feoli, Kalidas Sawkar, e A. G. Chachadi (2003),

Leia mais

REGULAÇÃO POLÍTICA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

REGULAÇÃO POLÍTICA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL REGULAÇÃO POLÍTICA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL José Nuno Lacerda Fonseca Resumo Analisando vários indícios da existência de efeitos anti-sociais da actividade dos meios de comunicação social, reflecte-se

Leia mais

Uni ver si da de lan ça gri fe com a mar ca PUC Mi nas

Uni ver si da de lan ça gri fe com a mar ca PUC Mi nas Informativo mensal da unidade Contagem da PUC Minas nº 78 Agosto de 2008 Uni ver si da de lan ça gri fe com a mar ca PUC Mi nas Com três li nhas de pro du tos bá si ca, es cri tó rio e es por ti va, a

Leia mais

A SEGMENTAÇÃO DO ESPAÇO DE INOVAÇÃO NA INDÚSTRIA PORTUGUESA

A SEGMENTAÇÃO DO ESPAÇO DE INOVAÇÃO NA INDÚSTRIA PORTUGUESA A SEGMENTAÇÃO DO ESPAÇO DE INOVAÇÃO NA INDÚSTRIA PORTUGUESA Luísa Oliveira e Helena Carvalho Resumo A inovação tecnológica como força motriz de um novo padrão de competitividade coloca, como questão central,

Leia mais

10.1 Objetivos, Conceitos e Funções. Os obje ti vos prin ci pais do con tro le orça men tá rio são: Responsabilidade pelo Controle Orçamentário

10.1 Objetivos, Conceitos e Funções. Os obje ti vos prin ci pais do con tro le orça men tá rio são: Responsabilidade pelo Controle Orçamentário Capítulo 10 Controle Orçamentário Essa etapa acon te ce após a exe cu ção das tran sa ções dos even tos eco nô mi cos pre vis - tos no plano orça men tá rio. Não se con ce be um plano orça men tá rio sem

Leia mais

IMPLICAÇÕES DEMOCRÁTICAS DAS ASSOCIAÇÕES VOLUNTÁRIAS O caso português numa perspectiva comparativa europeia

IMPLICAÇÕES DEMOCRÁTICAS DAS ASSOCIAÇÕES VOLUNTÁRIAS O caso português numa perspectiva comparativa europeia IMPLICAÇÕES DEMOCRÁTICAS DAS ASSOCIAÇÕES VOLUNTÁRIAS O caso português numa perspectiva comparativa europeia José Manuel Leite Viegas Introdução Na úl ti ma dé ca da do sé cu lo pas sa do as sis tiu-se

Leia mais

Relator Lúdio Coelho José Roberto Arru da.

Relator Lúdio Coelho José Roberto Arru da. 14288 Sexta-feira 30 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Junho de 2000 Constant ter aberto mão de 150 casas e demonstrar in - teresse específico em apenas 13 casas? 7. Como se justifica a tamanha necessidade des

Leia mais

CONHECIMENTOS TRADICIONAIS E PROPRIEDADE INTELECTUAL

CONHECIMENTOS TRADICIONAIS E PROPRIEDADE INTELECTUAL CONHECIMENTOS TRADICIONAIS E PROPRIEDADE INTELECTUAL Miguel Correia Pinto e Manuel Mira Godinho Resumo Com os avanços nos domínios da biotecnologia registados nas décadas mais recentes, os conhecimentos

Leia mais

PROTAGONISTAS E CONTEXTOS DA PRODUÇÃO TECNOLÓGICA EM PORTUGAL O caso da invenção independente

PROTAGONISTAS E CONTEXTOS DA PRODUÇÃO TECNOLÓGICA EM PORTUGAL O caso da invenção independente PROTAGONISTAS E CONTEXTOS DA PRODUÇÃO TECNOLÓGICA EM PORTUGAL O caso da invenção independente Cristina Palma Conceição Resumo Tendo como pano de fundo algumas das questões suscitadas pelo debate teórico

Leia mais

Vamos Subir Nova Voz

Vamos Subir Nova Voz c c Vamos Subir Nova Voz 2 Letra e Música: Lucas Pimentel Arr: Henoch Thomas 2 5 2 to Eu-pos tem - po te-nho ou vi - do a pro- 2 g g 8 mes - sa de que vi - rás pra res -ga -tar os fi-lhos Teus Nem sem-pre

Leia mais

SOCIOLOGIA E CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO A distância entre nós. Pedro Abrantes

SOCIOLOGIA E CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO A distância entre nós. Pedro Abrantes SOCIOLOGIA E CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO A distância entre nós Pedro Abrantes A aná li se so ci al dos fe nó me nos edu ca ti vos cons ti tui, hoje, uma ac ti vi da de im por - tan te quer da so ci o lo gia quer

Leia mais

UM MODELO DE ANÁLISE DA DRAMATIZAÇÃO NA IMPRENSA ESCRITA

UM MODELO DE ANÁLISE DA DRAMATIZAÇÃO NA IMPRENSA ESCRITA UM MODELO DE ANÁLISE DA DRAMATIZAÇÃO NA IMPRENSA ESCRITA Pedro Diniz de Sousa Resumo Parte-se de uma definição do conceito de dramatização e da identificação das funções que o discurso dramático pode desempenhar

Leia mais

Correção da Unicamp 2009 2ª fase - Matemática feita pelo Intergraus. 14.01.2009

Correção da Unicamp 2009 2ª fase - Matemática feita pelo Intergraus. 14.01.2009 MATEMÁTICA 1. O transporte de carga ao porto de Santos é feito por meio de rodovias, ferrovias e dutovias. A tabela abaixo for ne ce al guns da dos re la ti vos ao trans por te ao por to no pri me i ro

Leia mais

Si Mesmo. Logosófica. Carlos Bernardo González Pecotche. Editora RAUMSOL

Si Mesmo. Logosófica. Carlos Bernardo González Pecotche. Editora RAUMSOL Carlos Bernardo González Pecotche RAUMSOL A Herança de Si Mesmo Editora Logosófica A HerAnçA de Si Mesmo Ao publicar o presente tra balho, o autor levou em conta a repercussão que ele pode alcançar no

Leia mais

FORMAÇÃO, TENDÊNCIAS RECENTES E PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO DA SOCIOLOGIA EM PORTUGAL José Madureira Pinto

FORMAÇÃO, TENDÊNCIAS RECENTES E PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO DA SOCIOLOGIA EM PORTUGAL José Madureira Pinto FORMAÇÃO, TENDÊNCIAS RECENTES E PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO DA SOCIOLOGIA EM PORTUGAL José Madureira Pinto Primórdios Afir mar que a so ci o lo gia por tu gue sa só co me çou ver da de i ra men te

Leia mais

En si no de jor na lis mo no Bra sil: re fle xões so bre a for ma ção do jor na lis ta

En si no de jor na lis mo no Bra sil: re fle xões so bre a for ma ção do jor na lis ta QUÓ RUM ACA DÉ MI CO Vol. 11 Nº 1, ene ro-junio 2014, Pp. 11-23 Uni ver si dad del Zu lia ISSN 1690-7582 En si no de jor na lis mo no Bra sil: re fle xões so bre a for ma ção do jor na lis ta Ma ría Eli

Leia mais

Sa i ba mais so bre Fator Previdenciário Págs. 10 a 13. O que você pre ci sa saber sobre re ci cla gem de lixo Pág. 20

Sa i ba mais so bre Fator Previdenciário Págs. 10 a 13. O que você pre ci sa saber sobre re ci cla gem de lixo Pág. 20 Sa i ba mais so bre Fator Previdenciário Págs. 10 a 13 O que você pre ci sa saber sobre re ci cla gem de lixo Pág. 20 To dos so mos igua is, ape nas te - mos di fi cul da des di fe ren tes. Le o nar do

Leia mais

Exmo. Sr. Des. Anto nio Lo yo la Vi e i ra do Órgão Espe ci al do Tri bu nal de Jus ti ça do Esta - do do Pa ra ná.

Exmo. Sr. Des. Anto nio Lo yo la Vi e i ra do Órgão Espe ci al do Tri bu nal de Jus ti ça do Esta - do do Pa ra ná. Advo ga dos Exmo. Sr. Des. Anto nio Lo yo la Vi e i ra do Órgão Espe ci al do Tri bu nal de Jus ti ça do Esta - do do Pa ra ná. Man da do de Se gu ran ça 768.003-5 Jul ga men to: Órgão Espe ci al. Rel.:

Leia mais

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Física feita pelo Intergraus. 12.01.2010

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Física feita pelo Intergraus. 12.01.2010 da Unicamp 010 ª fase - Física 1.01.010 UNICAMP 010 - FÍSICA Esta prova aborda fenômenos físicos em situações do cotidiano, em experimentos científicos e em avanços tecnológicos da humanidade. Em algumas

Leia mais

Análise sobre a (não) caracterização do crime de racismo no Tri bu nal de Justiça de São Paulo

Análise sobre a (não) caracterização do crime de racismo no Tri bu nal de Justiça de São Paulo Análise sobre a (não) caracterização do crime de racismo no Tri bu nal de Justiça de São Paulo Anal y sis of the (non) char ac ter iza tion of the crime of rac ism in São Paulo Court of Jus tice Simone

Leia mais

ÉTICA, LIBERDADE DE INFORMAÇÃO, DIREITO À PRIVACIDADE E REPARAÇÃO CIVIL PELOS ILÍCITOS DE IMPRENSA 1

ÉTICA, LIBERDADE DE INFORMAÇÃO, DIREITO À PRIVACIDADE E REPARAÇÃO CIVIL PELOS ILÍCITOS DE IMPRENSA 1 ÉTICA, LIBERDADE DE INFORMAÇÃO, DIREITO À PRIVACIDADE E REPARAÇÃO CIVIL PELOS ILÍCITOS DE IMPRENSA 1 Eládio Torret Rocha Ju iz de Direito do TJSC SUMÁRIO: 1. Intro du ção; 2. A im pren sa e a li mi ta

Leia mais

Ainda há Tempo, Volta

Ainda há Tempo, Volta Ainda há empo, Volta Letra e Música: Diogo Marques oprano ontralto Intro Envolvente (q = 60) enor aixo Piano Ó Œ. R.. F m7 2 A b 2 E b.. 2 Ó Œ É 2 Ó Œ F m7 2.. 2 2 A b 2 2 Ainda há empo, Volta Estrofe

Leia mais

Questionário sobre o Ensino de Leitura

Questionário sobre o Ensino de Leitura ANEXO 1 Questionário sobre o Ensino de Leitura 1. Sexo Masculino Feminino 2. Idade 3. Profissão 4. Ao trabalhar a leitura é melhor primeiro ensinar os fonemas (vogais, consoantes e ditongos), depois as

Leia mais

Con ver gên cia e divergência na co ne xão en tre gê ne ro e le tra men to: no vos avan ços *

Con ver gên cia e divergência na co ne xão en tre gê ne ro e le tra men to: no vos avan ços * Con ver gên cia e divergência na co ne xão en tre gê ne ro e le tra men to: no vos avan ços * Nelly P. Stromquist Uni ver sity of Sout hern Ca li for nia Re su mo Cor res pon dên cia: Nelly P. Strom quist

Leia mais

O PARLAMENTO PORTUGUÊS NA CONSTRUÇÃO DE UMA DEMOCRACIA DIGITAL. Gustavo Cardoso, Carlos Cunha e Susana Nascimento

O PARLAMENTO PORTUGUÊS NA CONSTRUÇÃO DE UMA DEMOCRACIA DIGITAL. Gustavo Cardoso, Carlos Cunha e Susana Nascimento O PARLAMENTO PORTUGUÊS NA CONSTRUÇÃO DE UMA DEMOCRACIA DIGITAL Gustavo Cardoso, Carlos Cunha e Susana Nascimento Resumo O presente artigo pretende analisar as práticas e representações dos deputados portugueses

Leia mais

w w w. v o c e s a. c o m. b r SEFAZ BAHIA

w w w. v o c e s a. c o m. b r SEFAZ BAHIA sumário executivo w w w. v o c e s a. c o m. b r w w w. e x a m e. c o m. b r melhores empresas para você trabalhar São Pau lo, setembro de 2010. Pre za do(a) Sr(a)., SEFAZ BAHIA Em pri mei ro lu gar,

Leia mais

n o m urd ne Hel e n o mis

n o m urd ne Hel e n o mis Em nosso cotidiano existem infinitas tarefas que uma criança autista não é capaz de realizar sozinha, mas irá torna-se capaz de realizar qualquer atividade, se alguém lhe der instruções, fizer uma demonstração

Leia mais

O PODER DAS REDES OU AS REDES DO PODER Análise estratégica numa organização com intranet

O PODER DAS REDES OU AS REDES DO PODER Análise estratégica numa organização com intranet O PODER DAS REDES OU AS REDES DO PODER Análise estratégica numa organização com intranet Sandra Pereira Introdução O po der é um pro ble ma cen tral nas or ga ni za ções en quan to es pa ços de con fli

Leia mais

MATERIAL DO ALUNO PARA RECORTAR

MATERIAL DO ALUNO PARA RECORTAR MATERIAL DO ALUNO PARA RECORTAR O Sonho de Renato O Sonho de Renato a e i o u A E I O U so nho de Re na to Eu sou Renato Valadares Batista. Tenho 14 anos. Sou filho de Pedro Batista e Luzia Valadares.

Leia mais

Boa Pro va! INSTRUÇÕES

Boa Pro va! INSTRUÇÕES INSTRUÇÕES A du ra ção da pro va é de 2 ho ras. Escreva um texto argumentativo. Cer ti fi que-se de ha ver es co lhi do um dos te mas pro pos tos e dê um tí tu lo a seu tex to. Use as informações disponíveis

Leia mais

Boa Pro va! INSTRUÇÕES

Boa Pro va! INSTRUÇÕES INSTRUÇÕES Escreva um texto argumentativo. Seu texto deve apresentar introdução, desenvolvimento e conclusão. Cer ti fi que-se de ha ver es co lhi do um dos te mas pro pos tos e dê um tí tu lo a seu tex

Leia mais

SENADO FEDERAL REGIMENTO INTERNO RESOLUÇÃO Nº 93, DE 1970

SENADO FEDERAL REGIMENTO INTERNO RESOLUÇÃO Nº 93, DE 1970 SENADO FEDERAL REGIMENTO INTERNO RESOLUÇÃO Nº 93, DE 1970 Texto editado em con for mi da de com a Resolução nº 18, de 1989, con so li da do com as alterações de cor ren tes de emendas à Cons - tituição,

Leia mais

edificações vias públicas leis e normas

edificações vias públicas leis e normas mobilidade acessível na cidade de são paulo edificações vias públicas leis e normas ACESSIBILIDADE prefeitura da cidade de são paulo secretaria municipal da pessoa com deficiência e mobilidade reduzida

Leia mais

Curso de Comunicação Social no Bra sil: do Currículo Mínimo às novas Diretrizes Curriculares

Curso de Comunicação Social no Bra sil: do Currículo Mínimo às novas Diretrizes Curriculares COMUNICAÇÃO SOCIAL / ENSINO Curso de Comunicação Social no Bra sil: do Currículo Mínimo às novas Diretrizes Curriculares RESUMO Neste artigo é analisada a situação atu al do Cur rí cu lo Mí ni mo do Curso

Leia mais

A Construção Sociológica da Raça no Brasil 1

A Construção Sociológica da Raça no Brasil 1 A Construção Sociológica da Raça no Brasil 1 Sérgio Costa Resumo Par tin do da cons ta ta ção de que as ads cri ções ra ci a is no Bra sil im - pli cam de si gual da des so ci a is que po dem ser re u

Leia mais

A history of child's rights in Portuguese speaking countries.

A history of child's rights in Portuguese speaking countries. Estudos Históricos (Rio de Janeiro), vol. 25, núm. 50, 2012, pp. 475-478. A history of child's rights in Portuguese speaking countries. Arend, Silvia Maria Favero. Cita: Arend, Silvia Maria Favero (2012).

Leia mais

Fi si o te ra pia re a li za jor na da aca dê mi ca nos 40 anos da pro fis são

Fi si o te ra pia re a li za jor na da aca dê mi ca nos 40 anos da pro fis são Informativo mensal da PUC Minas em Betim nº 91 Agosto de 2009 Fi si o te ra pia re a li za jor na da aca dê mi ca nos 40 anos da pro fis são As ins cri çõ es para apre sen ta ção de pôs ter es tão aber

Leia mais

jornal abrapa_120:jornal abrapa_120.qxd 12/2/2010 17:04 Page 1

jornal abrapa_120:jornal abrapa_120.qxd 12/2/2010 17:04 Page 1 jornal abrapa_120:jornal abrapa_120.qxd 12/2/2010 17:04 Page 1 jornal abrapa_120:jornal abrapa_120.qxd 12/2/2010 17:04 Page 2 EDI TO RI AL ABRAPA EM AÇÃO De tem pos em tem pos, so mos sur pre en di dos

Leia mais

DA INSOLÊNCIA À OBEDIÊNCIA Alterações nas atitudes dos despossuídos (1900-1945)

DA INSOLÊNCIA À OBEDIÊNCIA Alterações nas atitudes dos despossuídos (1900-1945) ENSA I O DA INSOLÊNCIA À OBEDIÊNCIA Alterações nas atitudes dos despossuídos (1900-1945) Eduardo Cintra Torres Aquela onda de insolência A che ga da do ca pi ta lis mo aos cam pos e o cres ci men to do

Leia mais

FUTUROS PROVÁVEIS Um olhar sociológico sobre os projectos de futuro no 9.º ano

FUTUROS PROVÁVEIS Um olhar sociológico sobre os projectos de futuro no 9.º ano FUTUROS PROVÁVEIS Um olhar sociológico sobre os projectos de futuro no 9.º ano Sandra Mateus Resumo Pretende-se, neste artigo, analisar as opções escolares e profissionais constitutivas dos projectos de

Leia mais

Selvagens, Exóticos, Demoníacos. Idéias e Imagens sobre uma Gente de Cor Preta

Selvagens, Exóticos, Demoníacos. Idéias e Imagens sobre uma Gente de Cor Preta Selvagens, Exóticos, Demoníacos. Idéias e Imagens sobre uma Gente de Cor Preta Gislene Aparecida dos Santos Resumo Na cul tu ra oci den tal, a cor ne gra está as so ci a da ora a um sen ti - men to de

Leia mais

mas, en quan to ob jec tos ma te riais da lin gua gem, foi de ta lha da men te ana li za da; o fac to de as pa la vras al fa e be ta pos suí rem le

mas, en quan to ob jec tos ma te riais da lin gua gem, foi de ta lha da men te ana li za da; o fac to de as pa la vras al fa e be ta pos suí rem le A Subjectivação da Linguagem Para comunicarem entre si, os homens edificaram, pouco a pouco, no decurso dos séculos, uma massa de sonoridades que constituem a linguagem. Michel Sages As for mas es cri

Leia mais

ARTISTAS EM REDE OU ARTISTAS SEM REDE? Reflexões sobre o teatro em Portugal. Vera Borges. Para uma investigação sobre o teatro

ARTISTAS EM REDE OU ARTISTAS SEM REDE? Reflexões sobre o teatro em Portugal. Vera Borges. Para uma investigação sobre o teatro ARTISTAS EM REDE OU ARTISTAS SEM REDE? Reflexões sobre o teatro em Portugal Vera Borges Resumo Neste artigo apresentam-se algumas pistas de análise para o estudo das trajectórias individuais da carreira

Leia mais

Casamento, ritual, política social.

Casamento, ritual, política social. CASAR PELO CIVIL OU NA IGREJA Piedade Lalanda Resumo O presente artigo pretende reflectir sobre o casamento, em particular sobre a escolha da forma da celebração, civil ou religiosa. A nossa questão de

Leia mais

DESEMPENHO DA DEMOCRACIA E REFORMAS POLÍTICAS O caso português em perspectiva comparada

DESEMPENHO DA DEMOCRACIA E REFORMAS POLÍTICAS O caso português em perspectiva comparada DESEMPENHO DA DEMOCRACIA E REFORMAS POLÍTICAS O caso português em perspectiva comparada André Freire Resumo Este artigo analisa comparativamente o apoio dos portugueses ao sistema político democrático.

Leia mais

ABRI AS PORTAS A CRISTO (Hino ao Beato João Paulo II)

ABRI AS PORTAS A CRISTO (Hino ao Beato João Paulo II) Órg. 6 11 q = 60 me mf ortas a ris to! Não te mais, não te nhais do: 'scanca rai o vosso cora ção ao mor de Deus. RI POR RIO (Hino ao eato João Paulo II) ortas a ris to! Não te mais não te nhais me do;

Leia mais

Novo institucionalismo, governança, lobbying, União Europeia.

Novo institucionalismo, governança, lobbying, União Europeia. CONFIGURAÇÕES DE GOVERNANÇA PLURALISTAS, NEOCORPORATIVAS E DA UNIÃO EUROPEIA Padrões de elaboração de políticas e de acção dos lóbis numa perspectiva comparada Tom R. Burns e Marcus Carson Resumo Este

Leia mais

andréa del fuego os malaquias

andréa del fuego os malaquias andréa del fuego os malaquias 1 Serra Morena é ín gre me, úmi da e fértil. Aos pés de la vi vem os Malaquias, ja ne la com ta manho de porta, porta com autoridade de madeira escura. Corre, Adolfo! Donana

Leia mais

Castigo público no Campo de Santana. Gravura de Johann Moritz Rugendas, 22,7 x 31,2cm, in Rugendas e o Brasil, Editora Capivara Ltda.

Castigo público no Campo de Santana. Gravura de Johann Moritz Rugendas, 22,7 x 31,2cm, in Rugendas e o Brasil, Editora Capivara Ltda. Castigo público no Campo de Santana. Gravura de Johann Moritz Rugendas, 22,7 x 31,2cm, in Rugendas e o Brasil, Editora Capivara Ltda., 2002, São Paulo SP. ... O ABOLICIONISMO Mesa Di re to ra Biê nio 2003/2004

Leia mais

Mediação e tecnologia

Mediação e tecnologia NOVAS TECNOLOGIAS Mediação e tecnologia RESUMO Neste trabalho o autor discute o atual momento pelo qual passa o sujeito da comunicação no ciberspaço, analisando as diferentes formas de mediação que ela

Leia mais

ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS DE ORIGEM IMIGRANTE EM PORTUGAL Oportunidades étnicas e estruturais e recursos pessoais

ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS DE ORIGEM IMIGRANTE EM PORTUGAL Oportunidades étnicas e estruturais e recursos pessoais ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS DE ORIGEM IMIGRANTE EM PORTUGAL Oportunidades étnicas e estruturais e recursos pessoais Catarina Reis de Oliveira Introdução A par tir da dé ca da de 1980 o flu xo imi gra tó rio

Leia mais

Fa la de Ben to Ser ras, co bra dor de bi lhe tes, nas ci do e mo ra dor em Amo rins:

Fa la de Ben to Ser ras, co bra dor de bi lhe tes, nas ci do e mo ra dor em Amo rins: Fa la de Ben to Ser ras, co bra dor de bi lhe tes, nas ci do e mo ra dor em Amo rins: «Diz que quer con tar tu do dos prin cí pios? Dos prin cí pios a gen te nun ca sa be. Quan do é o ca so de se lhe pôr

Leia mais

Responsabilidade civil do Estado por da nos pro ve nien tes de vei cu laç ão de da dos nos si tes dos tri bu nais

Responsabilidade civil do Estado por da nos pro ve nien tes de vei cu laç ão de da dos nos si tes dos tri bu nais Responsabilidade civil do Estado por da nos pro ve nien tes de vei cu laç ão de da dos nos si tes dos tri bu nais Má rio Antônio LOBATO DE PAIVA Resumen Má rio Antônio Loba to De Pai va ini cia su ar tícu

Leia mais

Os Cadernos IHU Idei as apresentam artigos produzidos pelos convidados-palestrantes dos eventos promovidos pelo IHU. A diversidade dos temas,

Os Cadernos IHU Idei as apresentam artigos produzidos pelos convidados-palestrantes dos eventos promovidos pelo IHU. A diversidade dos temas, cadernos ideias Os Cadernos IHU Idei as apresentam artigos produzidos pelos convidados-palestrantes dos eventos promovidos pelo IHU. A diversidade dos temas, abrangendo as mais diferentes áreas do conhecimento,

Leia mais

Câmbio (R$) Ouro (R$)

Câmbio (R$) Ouro (R$) Publicação dos Despachos da Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro PÁGINAS 4, 5, 6 e 7 1ª FASE 1875 A 1942 2ª FASE ANO II EDIÇÃO Nº 430 Câmbio (R$) Dólar / BC Compra Venda Paralelo 1,68 1,79 Comercial

Leia mais

VIOLÊNCIA NA ESCOLA: DAS POLÍTICAS AOS QUOTIDIANOS. João Sebastião, Mariana Gaio Alves, Joana Campos

VIOLÊNCIA NA ESCOLA: DAS POLÍTICAS AOS QUOTIDIANOS. João Sebastião, Mariana Gaio Alves, Joana Campos VIOLÊNCIA NA ESCOLA: DAS POLÍTICAS AOS QUOTIDIANOS João Sebastião, Mariana Gaio Alves, Joana Campos Resumo A existência de um alargado conjunto de situações, que designamos globalmente por violência na

Leia mais

DIREITO CONSTITUCIONAL COMPARADO E PROCESSO DE REFORMA DO ESTADO I. INTRODUÇÃO

DIREITO CONSTITUCIONAL COMPARADO E PROCESSO DE REFORMA DO ESTADO I. INTRODUÇÃO DIREITO CONSTITUCIONAL COMPARADO E PROCESSO DE REFORMA DO ESTADO José AFONSO DA SILVA SUMARIO: I. Introdução II. Direito constitucional comparado III. Pro - cessos de re for ma do Esta do. IV. Conclusões.

Leia mais

Educação e Pesquisa ISSN: 1517-9702 revedu@usp.br Universidade de São Paulo Brasil

Educação e Pesquisa ISSN: 1517-9702 revedu@usp.br Universidade de São Paulo Brasil Educação e Pesquisa ISSN: 1517-9702 revedu@usp.br Universidade de São Paulo Brasil Nucci, Larry Psicologia moral e educação: para além de crianças boazinhas Educação e Pesquisa, vol. 26, núm. 2, julio-diciembre,

Leia mais

MUDANÇA E MODERNIZAÇÃO NAS EMPRESAS PORTUGUESAS

MUDANÇA E MODERNIZAÇÃO NAS EMPRESAS PORTUGUESAS NOTA DE PESQUISA MUDANÇA E MODERNIZAÇÃO NAS EMPRESAS PORTUGUESAS João Freire O pre sen te tex to apre sen ta de uma for ma mu i to sin te ti za da os re sul ta dos de um in - qué ri to so ci o ló gi co

Leia mais

SÊNECA Sobre os enganos do mundo

SÊNECA Sobre os enganos do mundo coleção idealizada e coordenada por Gustavo Piqueira SÊNECA Sobre os enganos do mundo fotos Olegario Schmitt 3 são paulo 2011 Quem se la men ta de que al guém te nha mor ri do se la men ta de ter nas

Leia mais

Tentativas bur gue sas de ca na li za ção das lu tas pro le tá ri as na es ca la in ter na ci o nal. e Luta invariante pela rup tu ra proletária

Tentativas bur gue sas de ca na li za ção das lu tas pro le tá ri as na es ca la in ter na ci o nal. e Luta invariante pela rup tu ra proletária Tentativas bur gue sas de ca na li za ção das lu tas pro le tá ri as na es ca la in ter na ci o nal e Luta invariante pela rup tu ra proletária CONTRA AS CIMEIRAS E ANTICIMEIRAS (1) Características gerais

Leia mais

Artes. Avaliação Mensal

Artes. Avaliação Mensal Tema: Arte e sociedade Artes Avaliação Mensal Analisar a relação entre a arte e a sociedade. Refletir sobre tal relação. Etapas: 1. Escolha um dos artistas apresentados no livro Arte e sociedade no Bra

Leia mais

Curriculum vitae organization the Lattes software platform

Curriculum vitae organization the Lattes software platform Pesqui Odontol Bras 2003;17(Supl 1):18-22 Organização do currículo plataforma Lattes Curriculum vitae organization the Lattes software platform Organizadora: Cristiane V. Amorin RESUMO: Cur ric u lum vitae

Leia mais

série Paisagem Cultural e Patrimônio RAFAEL WINTER RIBEIRO PESQUISA E DOCUMENTA²AO DO IPHAN

série Paisagem Cultural e Patrimônio RAFAEL WINTER RIBEIRO PESQUISA E DOCUMENTA²AO DO IPHAN série PESQUISA E DOCUMENTA²AO DO IPHAN Paisagem Cultural e Patrimônio RAFAEL WINTER RIBEIRO Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da Cultura Gilberto Gil Passos Moreira Presidente

Leia mais

Almirante Luís Filipe Saldanha da Gama, Diretor da Escola Naval, aderiu à Revolta da Armada (1893 1894), dividindo o comando da Esquadra com o

Almirante Luís Filipe Saldanha da Gama, Diretor da Escola Naval, aderiu à Revolta da Armada (1893 1894), dividindo o comando da Esquadra com o Almirante Luís Filipe Saldanha da Gama, Diretor da Escola Naval, aderiu à Revolta da Armada (1893 1894), dividindo o comando da Esquadra com o Almirante Custódio de Melo. ... A INTERVENÇÃO ESTRANGEIRA

Leia mais

OITO TEMAS PARA DEBATE Violência e segurança pública. Alba Zaluar

OITO TEMAS PARA DEBATE Violência e segurança pública. Alba Zaluar OITO TEMAS PARA DEBATE Violência e segurança pública Alba Zaluar Resumo O texto aborda algumas das idéias mais disseminadas hoje nos meios de comunicação de massa, assim como no acadêmico, para entender

Leia mais

ESTUDAR AS TRANSFORMAÇÕES SOCIAIS. Stephen Castles. Introdução

ESTUDAR AS TRANSFORMAÇÕES SOCIAIS. Stephen Castles. Introdução ESTUDAR AS TRANSFORMAÇÕES SOCIAIS Stephen Castles Resumo As mudanças globais e a crescente importância dos fluxos e das redes transnacionais em todas as áreas da vida social criam novos desafios às ciências

Leia mais

AS PEC TOS DA ECO NO MIA MINE RAL

AS PEC TOS DA ECO NO MIA MINE RAL 4 AS PEC TOS DA ECO NO MIA MINE RAL DO ESTA DO DE ROND ÔNIA O ouro e a cassiterita são os principais bens mi - nerais explotados no estado de Rondônia. A cassiterita tem um histórico com atividades operacionais

Leia mais

VISITAS TEATRALIZADAS MISTÉRIOS DO CASARÃO

VISITAS TEATRALIZADAS MISTÉRIOS DO CASARÃO ÓRGÃO DE DIVULGAÇÃO DO 1º ECOMUSEU DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO E DAS ATIVIDADES COMUNITÁRIAS DE SANTA CRUZ E DA ZONA OESTE EDITADO PELO NÚCLEO DE ORIENTAÇÃO E PESQUISA HISTÓRICA DE SANTA CRUZ www.quar

Leia mais

LIVRO DO DESASSOSSEGO

LIVRO DO DESASSOSSEGO Fernando Pessoa LIVRO DO DESASSOSSEGO composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa organizaçã0 Richard Zenith 3 a edição Copyright 2011 by Assírio & Alvim e Richard Zenith

Leia mais

BECKER, GOFFMAN E A ANTROPOLOGIA NO BRASIL

BECKER, GOFFMAN E A ANTROPOLOGIA NO BRASIL ARTIGOS BECKER, GOFFMAN E A ANTROPOLOGIA NO BRASIL Gilberto Velho Resumo O autor trata da influência das obras de E. Goffman e de Howard S. Becker sobre a ciência social brasileira, particularmente no

Leia mais

PRO GRA MA ÇÃO DAS UNI DA DES DIDÁTI CAS

PRO GRA MA ÇÃO DAS UNI DA DES DIDÁTI CAS PRO GRA MA ÇÃO DAS UNI DA DES DIDÁTI CAS Unidade 1. Somos cidadãos........................................... 25 Unidade 2. Descobrindo as diferenças................................... 28 Unidade 3. Conhecendo

Leia mais

RESOLUÇÃO Matemática APLICADA FGV Administração - 24.10.10

RESOLUÇÃO Matemática APLICADA FGV Administração - 24.10.10 VESTIBULAR FGV 2011 OUTUBRO/2010 RESOLUÇÃO DAS 10 QUESTÕES DE MATEMÁTICA APLICADA QUESTÃO 1 O gráfico no plano cartesiano expressa a alta dos preços médios de televisores de tela plana e alta definição,

Leia mais

Um bre ve ba lan ço da pesquisa sobre violência escolar no Brasil

Um bre ve ba lan ço da pesquisa sobre violência escolar no Brasil Um bre ve ba lan ço da pesquisa sobre violência escolar no Brasil Marilia Pontes Spo si to Uni ver si da de de São Pa u lo Resumo O ar ti go re a li za ba lan ço da pes qui sa so bre as re la ções en tre

Leia mais

Ata da 50ª Ses são Não Deliberativa em 7 de maio de 1999 1ª Sessão Legislativa Ordinária da 51ª Legislatura Presidência dos Srs.: Geraldo Melo, Ademir Andrade, Carlos Patrocínio, Nabor Júnior Romero Jucá,

Leia mais

botika búfalo Bufalo v7.indd 3 17/09/10 17:22

botika búfalo Bufalo v7.indd 3 17/09/10 17:22 botika búfalo Bufalo v7.indd 3 17/09/10 17:22 sumário Introdução... 17 Gua ra ná Porrada... 25 Muletas... 39 Exó ti cas gan gues... 47 Um mons tro e um pinguim... 55 Si ga o cão... 61 Dia de campeão...

Leia mais

O MODELO DE WELFARE DA EUROPA DO SUL Reflexões sobre a utilidade do conceito. Pedro Adão e Silva

O MODELO DE WELFARE DA EUROPA DO SUL Reflexões sobre a utilidade do conceito. Pedro Adão e Silva O MODELO DE WELFARE DA EUROPA DO SUL Reflexões sobre a utilidade do conceito Pedro Adão e Silva Resumo Este texto começa por discutir as características comuns do modelo de welfare dos países da Europa

Leia mais

Nota 2013 2012 2013 2012

Nota 2013 2012 2013 2012 BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Em mi lha res de re a is) Controladora Consolidado Nota Ativo Reapresentado Caixa e equivalentes de caixa 3 214.968 28.295 242.605 44.602 Adquirentes

Leia mais

LIVRO DO PROFESSOR. Geografia. Halama e Lessa

LIVRO DO PROFESSOR. Geografia. Halama e Lessa 6 20911 Halama e Lessa Geografia interativa _ 5-6_professor Geografia A coleção Geografia Inter@tiva apresenta, de forma atrativa, dinâmica e reflexiva, o estudo do espaço geográfico em seus aspectos físicos

Leia mais

Editado em Março/2011. Car ti lha do Par ti ci pan te

Editado em Março/2011. Car ti lha do Par ti ci pan te Editado em Março/2011 Car ti lha do Par ti ci pan te A exemplo da fábula "A cigarra e a formiga", que ensina a importância de preparar-se para o inverno, guardando provimentos durante o verão, esta cartilha

Leia mais

Estratégico. III Seminário de Planejamento. Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011

Estratégico. III Seminário de Planejamento. Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011 Estratégico III Seminário de Planejamento Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011 G es tão Em pre sa rial O rie nta ção pa ra om erc ado Ino vaç ão et

Leia mais

FACTORES DETERMINANTES DO RISCO DE CRÉDITO: O CONTRIBUTO DE CARACTERÍSTICAS DAS EMPRESAS E DA ENVOLVENTE MACROECONÓMICA*

FACTORES DETERMINANTES DO RISCO DE CRÉDITO: O CONTRIBUTO DE CARACTERÍSTICAS DAS EMPRESAS E DA ENVOLVENTE MACROECONÓMICA* Artigos Par te II FACTORES DETERMINANTES DO RISCO DE CRÉDITO: O CONTRIBUTO DE CARACTERÍSTICAS DAS EMPRESAS E DA ENVOLVENTE MACROECONÓMICA* Diana Bonfim** 1. INTRODUÇÃO Os bancos têm como objectivo primordial

Leia mais