Anos Dour ados e Revi ver l ocali zados no muni cí pi o de Paul o Af onso- BA passar am a vi ver mel hor?

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1 I NTRODUÇÃO O t uri smo é u ma das pri nci pai s ati vi dades econô mi cas par a o desenvol vi ment o l ocal e soci al em u ma r egi ão, vi st o que, pr opi ci a a ger ação de bens e ser vi ços par a a popul ação e m ger al, vi sando sati sf ação de di ver sas necessi dades bási cas e secundári as. No ent ant o o t uri smo co mo qual quer outr a ati vi dade econô mi ca, sej a em qual f or seu segment o necessit a ser be m pl anej ado e or gani zado par a poder or denar ações, est abel ecer estr at égi as de desenvol vi ment o sust ent ável a u ma l ocali dade, onde a comuni dade deve est á i nseri da e m t odo pr ocesso da ati vi dade t urí sti ca. O muni cí pi o de Paul o Af onso dest aca- se co m u ma cl assifi cação de seg ment os do t uri smo co mo: t uri smo r eli gi oso, t uri smo de avent ur a, t uri smo esporti vo, t uri smo ecol ógi co entr e outr os. Est ando o t uri s mo da t er cei ra i dade, i nseri do nesses seg ment os. Segundo dados do I BGE ( 2007), di z que o nú mer o de habit ant es est á e m t or no de , entr e o quai s se dest acam e m boa part e de mul her es e ho mens i dosos. Cont udo, a t er cei ra i dade do muni cí pi o de Paul o Af onso necessit a de mai s oport uni dades, que é de est ar i nseri da no mei o soci al e e m t odas as ati vi dades t urí sti cas que a ci dade t em a of er ecer, sej a de l azer e r ecr eação, oport uni dades de trabal ho ou qual quer outr a ocupação. O i doso e m ger al, não e si nôni mo de i sol ament o, nem mui t o menos de que a vi da j á acabou, poi s apesar das experi ênci as de vi da e da i dade avançada, os mes mos possue m condi ções físi cas, psi col ógi cas e soci ai s, podendo at uar de f or ma di r et a e i ndiret a na soci edade sendo parti ci pant e das ati vi dades coti di anas, f ugi ndo da r oti na di ári a, mostr ando conseqüent ement e que se pode envel hecer co m u ma boa e saudável quali dade de vi da. Dentr o dest e cont ext o, sur ge a segui nt e pr obl emáti ca: Co mo mel hor ou a quali dade de vi da dos i dosos que parti ci pam dos gr upos da mel hor i dade? Co mo os gr upos 12

2 Anos Dour ados e Revi ver l ocali zados no muni cí pi o de Paul o Af onso- BA passar am a vi ver mel hor? Os i dosos pr eci sam se adequar às novas f or mas de vi ver, parti ci pando de f or ma ati va na vi da soci al e e m ati vi dades r ecr eati vas, podendo conseqüent ement e mel hor ar seu j eit o de ser, agi r e pensar, contri bui ndo de f or ma parti ci pati va na vi da, obt endo uma mel hori a na quali dade de vi da. A i mport ânci a dest e trabal ho é r eali zar um est udo sobr e o modo de vi ver dos gr upos da Ter cei ra I dade, Revi ver e Anos Dour ados como são cha mados at ual ment e. Quando se al cança o pr ocesso de envel heci ment o, pode ser par a al guns f ácei s ou difícei s aceit ar em a vel hi ce, dependendo da f or ma que f or conduzi da. Poi s se m trabal har e com o t empo-li vr e, os i dosos t ende m a adqui rir al guns ti pos doenças como a depr essão ent re outr as, que devi do ao sedent ari smo e a f alt a de ati vi dades físi cas, passa a fi car cada vez mai s i sol ados e depri mi dos, causando i nsati sf ação pel a vi da. A pr ati ca de ati vi dades de l azer e r ecr eação na vi da do ser humano e t ambé m na vi da dos i dosos, poder á el evar sua aut o-esti ma, be m co mo, trazer di ver são e conheci ment o, al ém de pr opor ci onar novas a mi zades, apr oveit ando o t empo-li vr e par a parti ci par das at i vi dades li gadas ao l azer, com a fi nali dade de ocupar seu t empo e at é mes mo f azê-l os esquecer da vi da coti di ana, e de al guns pr obl emas que envol vem seu di a a di a. Por ém, os i dosos por mui t as vezes não parti ci pam de ati vi dades de l azer por di ver sos f at or es entr e al guns como: poder aqui siti vo, saúde, oport uni dades e et c. Fazendo com que se si nt am excl uí dos e solit ári os, acarr et ando séri os pr obl emas, sendo i mport ant e sua convi vênci a no mei o soci al, e atr avés das pr ati cas de l azer, recr eação e r el aci onament os constr uí dos no di a- a- di a, possam ent ão envel hecer de f or ma saudável e ao mes mo t empo f eli z, pr omovendo assi m u ma mel hori a na quali dade de vi da. Port ant o t or na- se necessári o anali sar quali dade de vi da dos i dosos que passar am a parti ci par de gr upos da t er cei ra i dade no muni cí pi o de Paul o Af onso- BA. A pesqui sa i dentifi ca ai nda, as ár eas de ati vi dades de l azer e r ecr eação que são desenvol vi das pel o gr upo, be m como, os equi pament os t urí sti cos que o muni cí pi o possui 13

3 rel aci onados à sua adapt ação, al em dos servi ços que são of er eci dos co m quali dade e por pr ofi ssi onai s capacit ados. Tor nar-se r el evant e saber, se há i nt er esse dos ór gãos públi cos e pri vados, em cri ar e adapt ar equi pament os de i nfr a- estrut ur a bási ca e t urí sti ca que at enda m as necessi dades dest e públi co, j á que por l ei é de di reit o desses i dosos. Al ém de t udo é f unda ment al enxer gar a i mport ânci a de como os i dosos se comport am di ant e da f a míli a, após t er em ent rado par a esses gr upos, j á que sae m do seu di a- a- di a roti nei ro e passam a vi ver em outr os ambi ent es f or a de casa. Dest a manei r a t or na-se vi ável ampli ar os conheci ment os do ref er ent e tr abal ho ci entifi co, j á que agora com o t empo li vr e, est a popul ação da t ercei r a i dade pr eci sa de espaços que at enda m as suas necessi dades, como a i nser ção na soci edade e a parti ci pação como umt odo nas ati vi dades t urísti cas de t oda l ocali dade. Os pr ocedi ment os met odol ógi cos adot ados par a concr eti zação dest e tr abal ho segui r am as segui ntes et apas: pr ocedeu-se, i ni ci al ment e, com l evant ament o bi bli ogr áfi co par a mel hor escl ar eci ment o dos assunt os, em segui da f oi f eit a uma col et a de dados atr avés de pesqui sa de campo, i nf or mando aos parti ci pant es co mo seri a a pesqui sa, soli cit ando a col abor ação de t odos par a o questi onári o de pesqui sa como i nstr ument o de col et a, f azendo u m l evant ament o de dados atr avés de pesqui sa di r et a, r eali zada atr avés de entr evi st as estr ut ur adas com os i dosos do sexo f emi ni no e masculi no, na f ai xa et ári a dos 50 anos, que parti ci pam especifi cament e dos gr upos Revi ver e Anos Dour ados do muni cí pi o de Paul o Af onso- BA. Par a pesqui sar o t ema, f or am apli cados questi onári os pel a pesqui sador a de f or ma di ri gi da, com per gunt as abert as e f echadas a cada gr upo no t ot al de 35 i dosos, sendo 20 no gr upo Revi ver e 15 nos Anos Dour ados, vi sando compr eender mel hor a f or ma de vi ver desses i dosos e se de f at o houve u ma mel hori a na quali dade de vi da após t er em entr ado par a esses gr upos. As segui nt es vari ávei s f ora m consi der adas no pr ocesso de f ormat ação da pesqui sa: f ai xa et ári a de i dade, cor, sexo, escol ari dade, f ai xa de r enda f amili ar, escol ari dade, est ado ci vil, r eli gi ão e nat ur ali dade. For am el abor ados gr áfi cos e t abel as com anali ses qualit ati vas e quantit ati vas, de acordo com as et apas da pesqui sa, pel a apr oxi mação das respost as comuns. 14

4 Concl uí do o l evant ament o dos dados pr ocedeu- se à t abul ação das i nf or mações col et adas, confr ont ando- as com o l evant ament o bi bli ogr áfi co r eali zado, r esult ando nest a monogr afi a de concl usão de cur so. O perí odo, abr angi do pel o est udo, compr eende os meses de j ul ho a novembro de 2008, onde serão i ndi cados os result ados fi nai s de t odo trabal ho. 15

5 1. Ref erenci al Teóri co Est e capít ul o busca r eali zar est udos t eóri cos apr of undados com dados e cit ações de aut or es r enomados, par a dar embasa ment o a t oda li nha de trabal ho a segui r. Anali sa especifi cament e os gr upos da t er cei ra i dade Revi ver e Anos Dour ados, do muni cí pi o de Paul o Afonso- BA. Faze- se necessári o ent ão, buscar el ement os que venha m co mpor e at ender as exi gênci as f eit as por est e públi co, a saber, que assi m co mo os out ros seg ment os é t ambé m consi der ado import ant e no mei o soci al. Cont udo, ser á necessári o mover ações por part e dos set or es públicos e pri vados, de f or ma que pr omova uma mel hori a na i nfra- estr ut ur a e e m t odo a mbi ent e da ati vi dade t urí sti ca na l ocali dade. Adequar os equi pa ment os as r eai s necessi dades dest e públi co, que vem aument ando pr ogr essi vament e nos di as at uai s. Sali ent a- se que t odo ser hu mano, i ncl usi ve os i dosos, t em di r eit o de t er uma vi da parti ci pati va na soci edade e m ger al e nas ati vi dades que a mes ma of er ece, e dest a f or ma gar ant a u ma mel hori a na qualidade de vi da. 1.1 Desenvol vi ment o Hi st óri co e Conceit ual do Turi smo Conceit os de Turi smo O Turi smo é at ual ment e u m t ema mar cante e pr esent e nos debat es do mundo i nt eiro, pel o f at o de t er ti do u m f ort e cr esci ment o, que cada vez mai s t em moti vado as pessoas no a mpl o mer cado de tr abal ho, a i nvestirem e buscarem qualifi cação, par a que sej am at endi das as exi gênci as f eit as pel os consumi dor es, de modo que os vári os ti pos de modali dades e seg ment os de monstr em que as ati vi dades são concebi das como gr ande f ont e e r enda movi ment ada assi m a econo mi a mundi al ger ando empr egos, result ando no desenvol viment o do t uri smo como umt odo. 16

6 Segundo Oli vei ra ( 2000, p. 15): O t uri s mo é mai s anti go do que a pr ópri a expr essão. Os pri mei r os j ogos olí mpi cos ocorr er am e m 776a. C., na Gr éci a Anti ga, quando f or am pr omovi das as vi agens que, t empos depoi s, i nt ensifi car am- se co m a descobert a das pr opri edades de cur a das águas mi ner ai s [...] Os f ení ci os i nvent or es da moeda e do co mér ci o der am o pri mei ro passo par a f acilit ar as vi agens. Os vi aj ant es j á não pr eci sava m carr egar our o, pr at a e pedr as pr eci osas par a pagar as cont as, podi am t r ocar os saqui nhos de our o pel as moedas. As vi agens t or nara m- se ent ão mai s f ácei s e mai s segur as. Assi m o t uri smo e t oda sua hi st óri a se i ni ci am, pr omovendo u m cr esci ment o gr adati vo com o passar dos t empos, desenvol vendo u ma tr aj et ória de pensa ment os e experi ênci as que f ora m adqui ri das conf or me cada perí odo e sua hi st óri a, dei xando mar cas que são usadas e vi vi das at é os t empos at uai s. Par a Andr ade ( 2001): O t uri s mo sur ge de u m conj unt o de ati vi dades de nat ur eza het er ogênea que i mpede m a constit ui ção de ci ênci a aut ôno ma e de t écni cas especifi cas i ndependent es. Não di spõe de or dena ment o di sci pli nado e rí gi do, ne m de met odol ogi a. Em busca de conceit os a mpl os sur gi ram posi ções contr overti das, poi s t ant os os t eóri cos dos t empos passados, co mo a mai ori a de seus sucessores envol veu- se e m pr eocupações si st emáti cas e m r el ação a t udo o que os t uri st as abandona m quando vi aj am, e não pel a pesqui sa e análi se das moti vações que l eva m as pessoas a se t or nar em t uri st as. O t uri smo ent ão di verge seus pensament os, dependendo do pont o de vi st a daquel e o enxer gue, sem u m modo ou or dem de di sci pli nas, el e ser á uma pr áti ca, desde quando cada u m e m sua f or ma de ver busque seu conceit o par a assi m ser defi ni -l o como t uri smo. 17

7 Par a Souza ( 2000, p. 141): O t uri s mo é u m conj unt o de r el ações e f enô menos r esult ant es do desl oca ment o e da per manênci a de pessoas e m l ocali dade di f er ent es daquel as das quai s resi dem ou tr abal ham, cont ando que t ai s desl oca ment os e per manênci a não sej am moti vados ati vi dades l ucr ati vas, pri nci pal, per manent e ou t empor ári a. Assi m o t uri smo a partir do mo ment o que acont ece u m descol ament o, de u m l ocal det er mi nado, par a outro de ori gem desej ado, move o ent ão cha mado t uri s mo, ger ando e mpr ego e r enda com ati vi dades l ucr ati vas, sej a par a r esi di r nesse l ocal ou se f or esse t empo det er mi nado. Souza ( 2000, p. 141) afir ma: No fi nal do sécul o XI X e i ni ci o do sécul o XX, sur gi u um nú mer o expr essi vo de conceit os que vi savam pr eci sar o f enô meno t urí sti co. Quase t odos per der am a vali dade, por f r aqueza de f unda ment ação ou por f alt a de atri bui ção de aut ori a r espeit ável. A mai s anti ga das conceit uações ai nda utili zadas pert ence ao econo mi st a austrí aco Her man von Schull ar d que, e m 1910, conceit uou t uri s mo co mo: a so ma das oper ações, especi al ment e as de nat ur eza econô mi ca, di r et ament e r el aci onada co m a entr ada, per manênci a e o desl ocament o de estr angei ros par a dentr o e par a f or a de u m paí s, ci dade ou regi ão. Conf or me a Or gani zação Mundi al de Turi smo ( OMT), o t uri smo pode consi der ado O f enômeno que ocorr e quando u m ou mai s i ndi ví duos tr ansl adam a u m ou mai s l ocai s dif er ent es de sua r esi dênci a habit ual por um perí odo mai or que 24 hor as e menor que 180 di as, sem parti ci par dos mer cados de tr abal ho e capit al dos l ocai s vi sit ados. Logo a mudança de um l ugar par a outr o que ultrapasse às 24 horas ou 180 di as, ocorr er á o ent ão chamado t uri smo. 18

8 Já par a Bacal apud Fro mer ( 2003, p. 59): O t uri s mo é o conj unto de ati vi dades e r el ações exi st ent es nos desl oca ment os t empor ai s vol unt ári os, r eali zado pel o af ast ament o da mor ada per manent e por dif erent es moti vos co m i nt enção de r et or no, e a utili zação t ot al ou par ci al dos bens e ser vi ços ori ent ados par a a sati sf ação dos vi aj ant es. Consi der ando os conceit os apr esent ados, que vê m sendo at uali zados com o i nt uit o pri nci pal de dif er enci ar a ati vi dade t urí stica, obser va- se que as vi agens e os desl ocament os, par a ser em car act eri zadas det er mi nadas especifi cidades, co mo por exe mpl o, o f at or mot i vador da vi agem e a dur ação da mes ma. Na r eali dade, consi der a- se que o t uri smo vi sa cumprir, por vezes, o papel de hu mani zar o rel aci onament o gl obal dos i ndi ví duos que habit am o pl anet a. A ati vi dade t urí sti ca pode i nt ensifi car as i nter ações soci ai s, com a descobert a e a vi vênci a de cost umes e hábi t os, at é ent ão estr anhos, e que, com o cont at o entr e nati vos e vi sit ant es, passar am gr adati vament e a ser apenas dif er ent e, f azendo part e do co mpl exo conti ngent e soci al que per mei a o mundo cont emporâneo. Port ant o, a razão de ser do t uri smo, a busca do exóti co, do dif er ent e, nada mai s é que a busca do home m por conhecer a si mes mo, seus se mel hant es e o pl aneta onde habit a. At ual ment e busca- se seg ment ar o t uri smo par a mel hor at ender as necessi dades e ati ngir um públi co especifi co, na t ent ati va de r eali zar desej os di sti ntos e sati sf azer as necessi dades dos t urist as, moti vando o mer cado a i nvestir na ár ea, al ém de a mpli ar os equi pament os t urí sti cos, mel hor ando a quali dade de ser vi ços e at endi ment o Segment ação do Turi smo Os vári os ti pos de t uris mo pr ati cados no mundo possi bilit am que a ati vi dade t urí sti ca sej a uma i mport ant e opção de desenvol vi ment o sust ent ável par a det er mi nados l ugar es. 19

9 Segundo Mor aes ( 1991), é i mport ant e que as l ocali dades com pot enci al t urí sti co defi nam qual ti po ou t i pos de t uri smo se enquadr am nas car act erísti cas hi st óri cas, soci ai s, políti cas, cult urai s e ambi ent ai s particul ar es a cada desti no. Busca- se com a segment ação, cl assifi car a ati vi dade t urí sti ca a partir de seus pr odut os, as l ocali dades, capazes de atr avés de suas car act erí sti cas específi cas at ender em aos vari ados desej os do públi co consumi dor. De acor do co m Beni ( 2001, p. 153), segment ação é a t écni ca est atí sti ca que per mi t e decompor a popul ação e m gr upos ho mogêneos, e t ambé m a políti ca de mar keti ng que di vi de o mer cado e m part es ho mogêneas. Al ém di sso, par a Beni (2001), é possí vel com a utili zação da t écni ca, conhecer t ambé m a f ai xa et ári a dos cli ent es, seu ci cl o de vi da, seu ní vel econô mi co ou de r enda, i ncl ui ndo a el asti ci dade- pr eço da of ert a e da de manda, e sua sit uação soci al, escol ari dade, ocupação, est ado ci vil e estil o de vi da. A seg ment ação t ambém pode ser ent endi da co mo u ma f or ma que os t uri st as t êm, de escol her desti nos turí sti cos consoant es co m sua per sonali dade e necessi dade, buscando aperf ei çoar a vi agem co m ati vi dades e atr ati vos de seu pr ópri o i nt er esse. Da mes ma f or ma os pr ofi ssi onai s de t uri smo pode m utili zar a seg ment ação par a defi nir desti nos dif er enci ados, as modali dades de tr ansport es utili zadas e m cada ti po de vi agem, bem como os perfi s e as composi ções demogr áfi cas dos t uri st as. No ent ant o, al ert a Beni ( 2001), o pri nci pal mei o di sponí vel par a se seg ment ar o mer cado é a per sonalização do moti vo da vi age m. As necessi dades hu manas e os desej os que l evam ao consumo de pr odut os t urí sti cos são mui tos e vari am de pessoa par a pessoa. A evasão, no senti do de saí da do coti di ano, o descanso, o conheci ment o de l ugares e de pessoas novas, a busca de st at us, a mel hori a da saúde, a cont empl ação da nat ur eza, a vi vênci a de avent ur as, são exe mpl os da di ver sifi cada demanda que t or na os pr odut os t urí sti cos com car act erísti cas di sti nt as. É i nt er essant e r essaltar que se t or nam cada vez mai s comuns det er mi nados gr upos de consumi dor es do produt o t urí sti co mudar sua post ur a de vi da e não desej ar mai s vi aj ar com pr ogr amação gener ali zada of er eci da pel o t uri smo de massa. Sur ge ent ão à necessi dade de al go di r eci onado, f azendo com que as empr esas t urí sti cas busque m seg ment os específi cos de mer cado, como o t uri smo de negóci os, t uri smo 20

10 de i ncenti vos, t uri smo r eli gi oso, t uri smo para gays, l ésbi cas e si mpati zant es ( GLS), t uri smo si ngl e, t uri smo r ur al, t uri smo de event os, t uri smo de avent ur a. ( MORAES, 1991). Exi st e ai nda segundo Ol i veira ( 2000), o t uri smo de l azer, t uri smo de águas t er mai s, t uri smo desporti vo, t uri smo de j uvent ude, turi smo soci al, t uri smo cult ur al, t uri smo ecol ógi co, t uri smo de co mpr as, t uri smo gastr onômi co, t uri smo de t er cei ra i dade, t uri smo de i nt ercâmbi o, t uri smo de cr uzei ros maríti mos, t uri smo de saúde e o t uri s mo ét ni co e nost ál gi co. Esses seg ment os cit ados não são os úni cos, exi sti ndo u ma i mensa vari edade de outr os ti pos de t uri smo. Embor a, conf or me de monstr ado, exi st am di ver sos ti pos de t uri smo, t or na- se necessári o nest e moment o à análi se das car act erí sti cas cont extuai s e conceit uai s especifi cament e do Turi smo Ter cei ra I dade, segment o que nort ei a o r ef er enci al t eóri co dest a pesqui sa Turi smo da Terceira I dade Co m o t e mpo li vr e os i dosos t ende m a sentir necessi dade de est ar e m e m movi ment o, par a que se si nt am, mes mo estando no perí odo de i dade avançada, útil e parti ci pem de ati vi dades dese mpenhadas no mei o soci al, como vi agens, passei os, f est as, confr at er ni zações e t udo mai s que a vi da t em par a of er ecer, pr opi ci ando be m est ar e al egri a e motivação pel a vi da, sej a e m qual f or o seg ment o e ár ea que pr et endam se envol ver. Par a Moll et a, (2003, p.9): Em t er mos ger ai s, a mai ori a das pessoas ai nda ent ende que est ar na t ercei ra i dade, à f ai xa et ári a a partir dos 60 anos si gnifi ca convi ver co m i númer os pr obl emas de saúde e li mit ações quant o ao desl oca ment o de u m l ugar par a o outr o, associ ando a passage m dos anos co m acú mul o de doenças. Tai s conceit os est ão super ados. As at uai s pesqui sas co mpr ova m que o pr ocesso de envel heci ment o não é u m f ator i mpediti vo par a a mai ori a das ati vi dades cotidi anas de um adult o de qual quer i dade. 21

11 Apesar de esse segment o ser ai nda j ovem e pouco expl or ado, not a- se que o nú mer o de i dosos t em cr esci do pr ogr essi va ment e, moti vando a of ert a t urí sti ca a pr omover i ni ci ati vas que venha m at ender a esse novo seg ment o de f or ma que sati sf aça o bem est ar e sej a cumpri do t odo o direit o desses i dosos. Fr omer ( 2003, p. 43): Afir ma que a t ercei ra i dade ai nda é u m seg ment o pouco expl or ado pel o t uri s mo. Pode- se afir mar mes mo, que sej a quase desconheci do. A lit er at ur a sobr e esse t ema é escassa, sobr et udo a acade mi a, e a of ert a t urí sti ca se r esu me m às i ni ci ati vas i sol adas [...] No ent ant o, esse é u m seg ment o co m gr ande pot enci al par a usufr uir as vi agens e os l azer es no ger al. Seu perfil psi cossoci al e de consu mo apont a par a i ndi ví duos i nt er essados e be m di spost os (fí si ca e ment al ment e) par a vi venci ar novas experi ênci as e adqui rir conheci ment os. Val ori zam especi al ment e, o be m- est ar e sati sf ação pessoal t endendo a i nvestir cada vez mai s e m pr odut os que cont empl emt ai s expect ati vas. Di ant e do mer cado consumi dor, o t uri smo de t er cei ra i dade, assi m como de mai s seg ment os necessit am ser vi st o como um t odo na ati vi dade t urí sti ca onde est á i nseri do, pel o f at o se apr opri ar em dos mes mos pr odut os e servi ços, onde são utili zados. De acor do com Fr omer apud Gar ci a (2003, p. 13): O t uri s mo da t ercei ra i dade deve ser consi der ado co mo f azendo part e i nt egr ant e do t uri s mo e m ger al e não co mo u m segment o i sol ado, por que el e partil ha co m outr os usuári os e consu mi dor es as mes mas r edes e os mes mos est abel eci ment os, el e r equer u ma co mer ci ali zação e di stri bui ção adapt ada e chei a de i magi nação, onde os produt os t urí sti cos são conheci dos por r esponder as necessi dades e as car act erí sti cas dos dif er ent es set or es. A i mport ânci a do t uri s mo da t ercei ra i dade se basei a no f at o de que el e é menos um mer cado especi al do que u ma pr efi gur ação do t uri s mo de massa do f ut ur o. As mudanças fi si ol ógi cas, psi col ógi cas e soci ai s são cr uci ai s no pr ocesso de envel heci ment o, e vão i nfl uenci ar de manei r a deci si va no comport ament o e na mel hori a da quali dade de vi da do i doso. 22

12 Ai nda Segundo Fr omer apud Gar ci a (2003, p. 13): I ndependent e de quai squer outr as cl assifi cações, a i dade passa por tr ês et apas são el as: i nf ânci a, adol escênci a e vel hi ce [...] Dessas tr ês, a úni ca que per manece é a vel hi ce [...] Se m dúvi da al guma ni ngué m é cri ança a vi da i nt eira, ne m j ove m a vi da i nt eira. Mas pel o menos, pel o r est o da vi da se é vel ho. E quant o mai s cresce a expect ati va e m nosso paí s, o í ndi ce de pessoas i dosas t ambé m aument a. O envel heci ment o popul aci onal constit ui uma t endênci a demogr áfi ca obser vada pr ati cament e, em t odo mundo, e t al di sposi ção vi sl umbr a a consoli dação de u ma soci edade - é de u m mer cado consumi dor mai s e mpenhado e m cont empl ar gost os e at ender as necessi dades da t ercei ra i dade. Nos últi mos anos, a mí di a, o mer cado e a pr odução i nt el ect ual consagr ar am a t ercei ra i dade, como a mat eri ali zação de uma vi vênci a de i dade mai s avançada e experi ment al. A pal avr a vel hi ce no conceit o de Beavoui r, apud Fr omer ( 2003, p. 17): A vel hi ce não é u m f at or est áti co, è o r esult ado e pr ol onga ment o de u m pr ocesso. [...] Em que consi st e esse pr ocesso? Em outr as pal avr as o que é envel hecer? Est a i déi a está li gada à i déi a de mudança.[...] Mas a vi da do e mbri ão, do r ecé m nasci do, da cri ança é u ma mudança contí nua. Caberi a concl uir daí, co mo fi zer am al guns co m a nossa exi st ênci a é u ma mort e l ent a? Evi dent e que não. Tal par adoxo desconhece a essenci al ver dade da vi da; est e é u m si st ema i nst ável no qual a cada i nst ant e, o equilí bri o se per de e se r econqui st a: é a i nér ci a que é si nôni mo de mort e. Mudar é a l ei da vi da. Dentr o de t odo cont ext o envel hecer ent ão, não si gnifi ca per der o encant o pel a vi da, mas u m novo desafi o par a se adqui rir mai s conheci ment o, equilí bri o e moci onal e aci ma de t udo uma quali dade de vi da sati sf atóri a. Esse públi co al mej a novas oport uni dades e experi ênci as com pessoas de cult ur as dif er ent es e dessa f orma apr enda a convi ver com os obst ácul os provávei s da i dade. 23

13 Por i sso não i mporta a i dade. È se mpr e bo m mant er os i dosos at uali zados, i nduzi ndo- os a u ma vi da saudável e parti ci pati va na vi da soci al e nas ati vi dades de l azer e r ecr eação, dei xando de l ado os pr econceit os, poi s não si gnifi ca que t er mai s i dade, sej a fi car de f ora das oport uni dades of er eci das pel a vi da, e dessa f or ma f azer da t er cei ra i dade uma i mport ant e r ef erênci a par a o mar co na hi st óri a da hu mani dade Terceira I dade no Br asil e no Mundo Segundo I BGE o au ment o gr adati vo da popul ação de 60 anos ou mai s i ndi ca que o Br asil, se encontr a em u m pr ocesso de envel heci ment o popul aci onal, que, segundo o Centr o Lati no Ameri cano y Cari benõ de De mogr afi a das Nações Uni das, est á nu m est ági o moder ado avançado. Entr e 1991 e 2007, a popul ação br asil eira apr esent ou u m cr esci ment o r el ativo de 21, 6%. Entr e as pessoas com 60 anos ou mai s, esse cr esci ment o f oi mai s acel er ado ( 47, 8 %) devi do, sobr et udo, ao adi ant ament o da mort ali dade devi do aos avanços da medi ci na e dos mei os de comuni cação. ( Pécor a, 2008). Co m base no cr esci ment o da popul ação i dosa, f az-se necessário cri ar medi das e políti cas públi cas que venha m consci enti zar a t odos, dos di r eit os de vi ver de f or ma saudável e possam l utar por seus r eai s di r eitos, onde t odo ci dadão mer ece t er, sej a i doso ou não. O Art. 9º ( Est at ut o do I doso 2003) afir ma ai nda que é obri gação do Est ado gar antir à pessoa i dosa à pr ot eção a vi da e à saúde medi ant e ef eti vação de políti cas soci ai s públi cas que per mi t am um envel heci ment o saudável e emcondi ções de di gni dade. Por i sso, é i mport ant e i ncl uir e i mpl ant ar pr ogramas co m ser vi ços qualifi cados par a o públi co da t er cei ra i dade, t ai s como: o l azer e r ecr eação de modo a movi ment ar os ser vi ços, cri ando pr odut os que venha m satisf azer as necessi dades que as pessoas i dosas sent em nessa f ai xa et ári a de i dade, que apesar de se t er vi vi do mui t o, ai nda exi st e uma enor me vont ade de se vi ver bem e com di gni dade. 24

14 Segundo Moll et a, (2003, p. 7): Est á ocorr endo no Br asi l uma tr ansf or mação demogr áfi ca que ve m pr ovocando u m gr adual envel heci ment o da popul ação, causada, pri nci pal ment e, pel a di mi nui ção do nú mer o de fil hos e pel o declí ni o de óbit os rel aci onado ás doenças tí pi ca da popul ação mai s i dosa. No Br asil, esse seg ment o t urí sti co est á cr escendo a cada ano, devi do ao au ment o desse pot enci al e, princi pal ment e, pel a mai or consci enti zação da i mport ânci a da ati vi dade fí si ca e do l azer par a t er-se u ma vi da mel hor. Cada vez mai s, a i nati vi dade e o sedent ari smo constit uem- se nu m pecado par a aquel es que desej am vi ver co m mai s saúde. I ndependent e da f ai xa et ári a, as pessoas são esti mul adas, cada vez mai s, ao movi ment o, ao cont at o com a nat ur eza e á val ori zação de hábi t os saudávei s. Outr o f at or i mport ante na vi da dos i dosos é t ambé m a parti cipação no mundo moder no, que t em cresci do de f or ma gr adati va no Br asil e no mundo, onde a t ecnol ogi a t em si do avançada, onde o co mput ador e a i nt er net sur gem co mo mei o de comuni cação e i nf or mação, que vei o ai nda mai s f acilit ar a vi da do ser hu mano, e par a sur pr esa de mui tos, o i doso t em se i ncl uí do nesse mei o, sendo parti ci pant e de f or ma di r et a se i nt egrando ai nda mai s no mei o soci al, comuni cando- se e est ando ant enados nos acont eci ment os que envol vem o Br asil e o mundo, mostr ando mai s u ma vez, que são capazes de se partici pant es at uant es as oport uni dades e f acili dades que a vi da te m par a of er ecer. Par a Ca mpel o ( 2008), di z que: Não é de hoj e que ouvi mos j ovens e cri anças f al ar em que a i nf or máti ca e as novas t ecnol ogi as não combi na m co m seus pai s e mui t o menos co m seus avós.[...]. Pi or do que i sso é dar em gar gal hada quando os mai s vel hos não consegue m manusear as novas máqui nas. Poré m, vári as pesqui sas de monstr am que boa part e da t ercei ra i dade sabe li dar co m os equi pa ment os moder nos. 25

15 O exe mpl o dest a moder ni dade sur ge à i nt er net, como u ma nova f or ma de parti ci pação do i doso no avanço da t ecnol ogi a, possi bilit ando que est es au ment em seu ci cl o de r el ações f or mado por dif er ent es pessoas de t odo mundo, i ndependent e da i dade, et ni a, est ado soci al. Esse i nstrument o ger a r el ações soci ai s f amili ar es e novas f or mas de apr endi zage m que ati nge vári as f ai xas et ári as trocando as mai s f ort es experi ênci as vi vi das na vi da do ho mem, que são passadas atr avés dos bat e- papos e i nf or mações que est es i dosos adqui r em ao utili zar esses mei os de comuni cação, que o co mput ador e a i nt er net of er ecem. A t er cei ra i dade ent ão, vem mudando seu coti di ano, e nessa linha de mudanças sur ge à necessi dade de i nt egr ação co m pessoas e co m o mundo moder no, que acaba m se t or nando capazes de tr ansf or mar a r eali dade da soci edade, super ando os obst ácul os i mpost os pel a a vi da, quando se chega a essa f ai xa et ári a de i dade. Segundo os dados do I BGE [ 1] a popul ação i dosa ve m cr escendo const ant ement e e m escal a gl obal. Em 1960 er am de 100 mi l hões, esti ma- se que e m 2020 est e nú mer o suba par a 500 mil hões. De acor do Neves ( 2008): Acha mos de manei ra err ada, que os consu mi dor es mai s vel hos constit uem u m mer cado est agnado, i nati ngí vel, e assi m, f aze mos vi st a gr ossa a u ma enor me oport uni dade. Mas deve mos co mpr eender que est a part e da popul ação est á cr escendo i mensa ment e e m t er mos de nú mer o, ri queza e l ongevi dade. No Br asil est e cr esci ment o é r ecent e, mas j á se de monstr a si gnifi cati vo. Anali sando soment e as pessoas de 60 anos ou mai s, o conti ngent e de br asi l eiros e br asil eiras madur os chega apr oxi mada ment e a 15 mi l hões, r epr esent ado cerca de 8 por cent o da popul ação. Est e f at o t em i mpli cações no consumo e os e mpr esári os que no passado l ut avam pel a parti ci pação no e mer gent e mer cado-j ovem, agor a deve m constr uir suas estr at égi as de mar keti ng vi sando à conqui st a de u m povo e u m mer cado moder no. 26

16 Segundo Neves apud Dr uck ( 2008): Af ir ma que a met a de mar keti ng é co mpr eender t ão be m cli ent e que o pr odut o ou ser vi ço se adapt e a el e venda por si só, esse é o f at o que deve mos l evar e m consi der ação, o mer cado consumi dor da t ercei r a i dade não poder ser tr at ado co m pol íti cas mar ket ei ras de massa e si m de f or ma especi al, poi s co m t oda a r enda per capit a que concentr am el es são u m ni cho com el evado pot enci al de mer cado. É necessári o ent ão que haj a mai s pr epar ação e mão - de - obr a qualifi cada e u m pl anej ament o adequado par a esse ti po de públi co que é a t er cei r a i dade, e sej am at endi das as suas r eai s necessi dades, pel o fat o de seu cr esci ment o no mer cado de trabal ho, pr eci sando assi m de cui dados especi ai s e de t oda uma pr epar ação do mer cado, j á que esses i dosos agor a com o t empo li vr e, desej am entr ar de cabeça nas conqui st as e experi ênci as que o mundo moder no t em para of er ecer, sendo i mport ant e à segment ação do mer cado Turi smo e Lazer na Terceira I dade Conceit os de Lazer Os est udos sobr e a t emáti ca do l azer são r ecent es no Br asil. É possí vel i nt ui r que a pouca di scussão no âmbi t o das i nstit ui ções acadê mi cas, dos ór gãos gover nament ai s e dos de mai s set or es da soci edade possam est ar associ ados à fr ágil per cepção do l azer como um di reit o soci al. Segundo Andr ade ( 2001, p. 64): A Decl ar ação Uni versal dos Di r eit os Hu manos de l 948 e m seu arti go 24 consagr ou o di r eit o ao l azer e às f éri as. De f orma ger al, no Br asil, sobr et udo a partir dos anos 70 que se popul ari zou a noção de l azer. Aos poucos esse quadr o co meça a ser modi fi cado e a ati vi dade co meça a ganhar u ma mai or vi si bili dade, i ni ci al ment e, no â mbi to das uni versi dades. Na década de 80, o l azer, ai nda que ti mi dament e, passa a f azer part e de pr ogr amas gover na ment ai s de f or ma mai s estrut ur ada. 27

17 Os anos 90 tr azem novas pr eocupações. No Br asil, um novo mer cado passa a desenvol ver-se r api da ment e, a i ndústri a do l azer e do t uri s mo se est ende vi rt ual ment e par a quase t odos os set or es i ndustri ai s da econo mi a. Aut omóvei s, sal as de r ecr eação, hot éi s, medi ci na esporti va, centr os de entr et eni ment o, cal çados e ali ment os esporti vos faze m part e do r ol de espaços e mer cadori as r el aci onados co m a i ndústri a do l azer e do t uri smo. Em Paul o Af onso- BA, per cebe- se nest e mes mo perí odo uma cr escent e no desenvol vi ment o do t uri smo. Fat o que ficou evi denci ada pel o cr esci ment o do nú mer o de hot éi s e pousadas que se est abel ecer am na l ocali dade. De acor do com Sil va (1996, p. 142), est e muni cí pi o ocupava a vi gési ma posi ção no t ot al de l eit os hot el eiros no est ado da Bahi a. At ual ment e, de acor do co m u m r ecent e l evant ament o r eali zado pel a pr ef eit ur a muni ci pal, esse nú mer o, que ati ngira 300 l eitos, f oi el evado par a 1523, i ncl ui ndo- se nesse l evant ament o hot éi s, mot éi s e pousadas dessa ci dade. Sendo que o muni cí pi o ai nda não di spõe de equi pament os adapt ados par a i dosos e defi ci ent es físi cos, e ai nda, não possui espaços desti nados ao l azer par a est e públi co. A década de 90 tr az t ambé m u ma nova vari ável e u m novo desafi o. Co m o cr esci ment o do desempr ego, o t empo do não-trabal ho fi ca cada vez mai s difícil ser capt ado, com a f alt a de e mpr ego, a necessi dade de consumo do t empo li vr e e m f or ma de l azer t or na- se escassa. Por ém, cada vez mai s a popul ação necessit a de buscar novas f or mas de t er mo ment os pr azer osos. Mo ment os estes que na mai ori a das vezes t emos que desembol sar al guns ou mui t os r eai s. Co m i sso, sur gem vári os espaços par a as chamadas e mpr esas de l azer, que co meça m a cr escer cada vez mai s, buscando as pessoas que quer em se divertir. Segundo Fr omer, (2003 p. 56): O l azer é u m conj unt o de ocupações às quai s o i ndi víduo pode entr egar-se de li vr e vont ade, sej a para r epousar, sej a par a di vertir-se, r ecr ear-se e entr et er-se, ou ai nda par a desenvol ver sua f or mação desi nt er essada, sua parti ci pação soci al vol unt ári a ou sua li vr e capaci dade cri ador a após li vr arse ou dese mbar açar-se das obri gações pr ofi ssi onai s, f amili ar es e soci ai s. 28

18 O l azer sobr e t udo consi st e ent ão e m descansar, se di vertir i nt er agi ndo co m pessoas, tr ocando experi ênci as, esti mul ando conheci ment os e conseqüent ement e a busca de uml azer satisf at óri o, se t or nando útil e ao mes mo t empo feli z. De acor do com Gar ci a, Apud Fr omer ( 2003, p. 51): No capít ul o t ópi co do t uris mo par a t ercei ra i dade ai nda, afir ma que o t uri s mo da t ercei ra i dade deve ser consi der ado co mo f azendo part e i nt egr ant e do t uri s mo e m ger al e não co mo u m segment o i sol ado por que del e partil ha co m os outr os usuári os e consu mi dor es as mes mas r edes e os mes mos est abel eci ment os.[...]. El e r equer u ma co mer ci ali zação e di stri bui ções adapt adas e chei as de i magi nação, onde os pr odut os t urí sti cos são conheci dos por r esponder as necessi dades e as car act erí sti cas dos di f er entes set or es. A i mport ânci a do t uri s mo na t er cei r a i dade e basei a no f at o de que el e é menos u m mer cado especi al do que u ma pr efi gur ação do t uri smo de massa do f ut ur o. O t uri smo e t odas as ati vi dades que est ão e m seu ent or no, sej a nos aspect os cult ur ai s, soci ai s e demogr áfi cos são i mportant es par a o desenvol vi ment o e efi cáci a no envel heci ment o da popul ação consumi dora, onde a t ercei ra i dade est á i nseri da. Co m base no Est at ut o do I doso ( 2003): Art. 3º. É obri gação da f amíli a, da co muni dade, da soci edade e do Poder Públi co assegur ar ao i doso, co m absol ut a pri ori dade, a ef eti vação do di r eit o à vi da, à saúde, à cult ur a, ao esport e, ao l azer, ao tr abal ho, à ci dadani a, à li ber dade, à di gni dade, ao respeit o e à convi vênci a f ami li ar e comuni t ári a. Sendo assi m u m pr ograma de ati vi dades fí si cas e soci ai s, é i ndi spensável na vi da coti di ana desses i dosos, poi s as car ênci as e pri vações que a vi da t ende a of er ecer nesse perí odo de vi da difi cult am o pr ocesso de envel heci ment o pel o si mpl es f at o de est ar em excl uí dos das ati vi dades e da vi da soci al, onde mui t as vezes at é a pr ópri a f amíli a os excl uem. Por i sso el es pr eci sam mes mo é de se movi ment ar, esquecendo a i dade e as experi ênci as r ui ns que acont ecem no seu di a- a- di a, se envol vendo e m t odas as 29

19 ati vi dades que se r efira m ao l azer e a r ecr eação e assi m, possam est ar ca mi nhando rumo a uma boa quali dade de vi da e a um pr ocesso de envel heci ment o saudável. De acor do com EMBRATUR - I nstit ut o Br asil eiro de Turi smo - possui uma Pol íti ca Naci onal do I doso criada pel a l ei númer o / 94 r egul ament ada pel o Decr et o nú mer o / 96, que t em por obj eti vo pr opi ci ar a mel hori a da quali dade de vi da, pel o l azer e t uri smo, par a os br asil eiros commai s de 50 anos. Ai nda par a Moll et a (2003, p. 11): A t endênci a do l azer na soci edade at ual, pri nci pal ment e par a o públi co da t ercei ra i dade, est a adqui rindo u m novo senti do, ou mel hor, est á passando de u ma ocupação passi va, par a u ma ati vi dade criati va e pr oduti va. Em decorr ênci a di sso, est ão sendo pr ocur adas as mai s di versas f or mas de recr eação, i st o é, aquel as ati vi dades r eali zadas nas hor as de l azer, onde o i ndi vi duo parti ci pa por escol ha pr ópri a, devi do ao pr azer e a sati sf ação que l he são pr opor ci onados, af i nal, seu pri nci pal obj eti vo é al cançar al egri a e be m est ar. Port ant o t odas as ati vidades que i ncl uem o l azer como: gi násti cas, cur sos, passei os, danças, vi agens, f estas cult ur ai s, r eli gi osas entr e outr as, t or na, sobr et udo a vi da desses i dosos, em um mundo mai s compl et o, di nâmi co e chei o de oport uni dades, afi nal o mundo pert ence a t odos. Cont udo t odas são i mport ant es na vi da do i doso, poi s i rão aj udar no contr ol e do str ess, r eduzi ndo à t endênci a a depr essão, auxili ando na r eali zação das ati vi dades di ári as, mel hor ando o be m est ar em fí si co e ment al, contri bui ndo de f or ma adequada par a uma boa quali dade de vi da Quali dade de Vida na Terceira I dade A quali dade de vi da est á i nti ma ment e li gada a t er uma vi da ati va e saudável, l evando e m consi deração o be m est ar físi co, ment al, psi col ógi co e e moci onal, favor ecendo o i ndi vi duo a parti ci par da vi da co m moti vação e obt enha atr avés de pr áti cas, uma mel hori a na quali dade de vi da. 30

20 Segundo Mor ei ra (2000, p. 100): A r espeit o da quali dade de vi da, pode- se per ceber que el a t em u ma rel ação di r et a co m o be m est ar, ou sej a, quant o mai or f or o be m- est ar senti da por det er mi nada pessoa, mel hor ser á sua quali dade de vi da. Entr et ant o, a f or ma co mo est e be m- est ar vai ser senti do pel a pessoa não depende de u ma di mensão subj eti va, mas est á t ambém r el aci onada a u ma di mensão hi st óri ca e soci al. A quali dade de vi da de u m modo ger al sej a e m qual f ase f or da i dade, pr eci sar á de cert os cui dados e deci sões, que cert ament e f ar ão dif er ença na saúde ment al, fí si ca e soci al daquel es que desej ar em envel hecer com u ma boa quali dade de vi da, be m como desde a i nf ânci a si gam padr ões de se t er uma vi da ativa, mas t ambé m saudável e al egr e. Segundo Oli vei ra (2000, p. 71): Di z que e m vi rt ude da mel hori a da quali dade de vi da nos paí ses desenvol vi dos, as pessoas est ão al cançando i dades cada vez mai s avançadas. Os i dosos, agor a co m mai s vi gor fí si co, est ão vi aj ando co m mai s fr eqüênci a. Em ger al, esse ti po de t uri st a é atr aí do por l ocai s segur os, co m bel as pai sagens e que não exi gem mui t o esf orço físi co. Par a Tessari, ( 2008) quali dade de vi da na Ter cei ra I dade pode ser defi ni da co mo a manut enção da saúde, em seu mai or ní vel possí vel, em t odos os aspect os da vi da hu mana fí si co, soci al, psí qui co e espi rit ual. O envel heci ment o tr az consi go a pr eocupação com u ma mel hor quali dade de vi da, j á que as tr ansf or mações met abóli cas, psi col ógi cas e li mit ações fí sicas co meça m a ocorr er com o avanço da i dade. Hoj e em di a exi st em vári os pr ogr amas par a t er cei r a i dade, cl ubes, bail es, recr eação, cri ados especi al ment e par a at ender a esse públi co. A t ecnol ogi a e o avanço da medi ci na t ambé m col abor am par a of er ecer mel hor quali dade de vi da aos i dosos. Por ém pequenas mudanças no di a- a- di a do i doso pode m pr eveni r al gumas doenças e gar antir u ma vi da mai s saudável par a a t er cei r a i dade. ( Redação Jor nal Novo Tempo, 2008). 31

21 O i doso e sua quali dade de vi da poder ão ser defi ni dos, ai nda através de cui dados obti dos dur ant e a f ase do envel heci ment o, que ser ão de f undament al i mport ânci a par a mi ni mi zar os probl emas causados pel a i dade avançada. Entr e el es: a manut enção da saúde, a boa convi vênci a co m seus f a mi liar es, vi sit ar co m freqüênci a os médi cos, cui dar da ali ment ação, poi s uma boa ali ment ação i r á aj udar a r eduzi r o peso e as doenças causadas pel a obesi dade entr e outr os f at or es. A pr ati ca de ati vi dades de l azer e r ecr eação, evit a o sedent ari smo e são f at or es de gr ande i mport ânci a para saúde desses i dosos, f azendo co m que de um modo e m ger al, se t enha uma mel hori a na quali dade de vi da. Segundo Vecchi a, (2005): Di z que o conceit o de qual i dade de vi da est á r el aci onado à aut o- esti ma e ao be m- est ar pessoal e abr ange u ma séri e de aspect os co mo a capaci dade f unci onal, o nível sóci o econô mi co, o est ado e moci onal, a i nt egr ação soci al, a ati vidade i nt el ect ual, o suporte f amili ar, o pr ópri o est ado de saúde, os val or es cult ur ai s, éti cos e a r eli giosi dade, o est ado de vi da, a sati sf ação co m o empr ego e/ ou co m ati vi dades di ári as e o a mbi ent e e m que se vi ve. Port ant o, t odos os atri but os i nseri dos dentro do cont ext o de u m modo ger al são i mport ant es no decorrer do envel heci ment o na vi da dos i dosos. É u ma f ase deci sóri a da i dade, par a que el es possam segui r adi ant e, mostr ando a si pr ópri o, as pessoas da f amíli a e a soci edade, que ai nda nessa f ase de i dade, pode m ser contri bui nt es e transf or mador es e das mudanças e mel hori as da vi da, afir mando que envel hecer não é sai r da vi da, mas apenas au ment ar de i dade tr azendo consi go novas experi ênci as de apr endi zagem t ant o boas, quant o r ui ns, quebr ando assi m t odos os pr econceit os que ai nda soci edade e m ger al acha que est ar vel ho, si gnifi ca morr er par a vi da. 32

22 2. CARACTERI ZAÇÃO DO AMBI ENTE 2. 1 O Muni cí pi o de Paul o Af onso- BA Segundo ( Gal di no, 2008) A ori gem do nome Paul o Af onso, é dada as gr andes quedas d água do ri o São Fr anci sco na di vi sa dos Est ados da Bahi a e Al agoas, t em ver sões contr adit óri as, al gumas del as de sabor pur ament e popul ar, sem nenhu ma f undament ação t eóri ca. Fal a-se de expl orador es li gados à expedi ção de Marti n Af onso, que t eri a descobert o em Em 3 de out ubr o de 1725, o port uguês Paul o Af onso de Vi vei ros Af onso, r ecebeu u ma ses mari a, nas t erras da pr oví nci a de Per nambuco, cuj o li mit e é exat ament e o ri o São Fr anci sco, na regi ão das gr andes cachoei r as. O muni cí pi o de Paul o Af onso, pert encent e à Regi ão Econô mi ca Nor dest e da Bahi a, t em l aços t errit ori ai s co m os muni cí pi os bai anos de Nova Gl óri a, Jer emoabo e Sant a Brí gi da. É banhado pel o Ri o São Fr anci sco, ou co mo di zi a Eucli des da Cunha Ri o da uni dade naci onal. Paul o Af onso l ocali za- se na mar gem di r eit a do Ri o São Fr anci sco, na por ção sub médi a. Do outr o l ado do ri o, cari nhosa ment e t ambé m cha mado Vel ho Chi co, est á o est ado de Al agoas, Ser gi pe e Per nambuco. A ár ea de Paul o Af onso é de k m 2, e sua sede di st a 480k m de Sal vador. O muni cí pi o est á compr eendi do na Regi ão do Se mi - ári do e t oda sua ár ea est á i ncl uí da no polí gono das secas ( PMPA, 2000b; SEBRAE, 2003). Na época da e manci pação e m 28 de j ul ho de 1958, Paul o Af onso possuí a pouco mai s de 25 mi l habitant es. A ár ea do muni cí pi o de Paul o Af onso é f or mada por pl analt os e depr essões, r epr esent ada por sol o cri st ali no e ai nda t abul ei r os el abor ados nas camadas sedi ment ar es da Bahi a Tucano- Jat obá. Por est ar sit uado na ár ea do Sert ão Nor desti no, Paul o Af onso possui cli ma ti po BSH ( KOPPEN) semi - ári do, com pl uvi osi dade médi a entr e 500 e 600 mililitros anuai s. A t emper at ur a médi a el evada e m t or no de 30 gr aus, chegando a 4 gr aus nos perí odos mai s quent es ( dezembr o/j anei r o), os meses mai s quent es é de out ubr o a 33

23 j anei ro e j ul ho mai s frio co m t emper at ur a médi a em t or no de 22 graus. A caati nga é a veget ação pr edomi nant e na r egi ão, i nfl uênci a do cli ma BSH. O sol o de Paul o Af onso é sili ci oso, quase se m hú mus, pobr e e m azot o e co m r egul ar t eor de pot ássi o e de cál ci o. O no me Paul o Af onso, ori undo da cachoei r a, t ambé m no meou o compl exo de usi nas hi dr oel étri cas i nst al adas na r egi ão, a partir de 1949, cer ca de um ano depoi s da cri ação da Co mpanhi a Hi dr oel étri ca do São Fr anci sco, em mar ço de 1948 e cha madas de usi nas PA I, II, III e I V da CHESF e a ci dade que nasceu e m 28 de j ul ho de 1958, dez anos depoi s da cri ação da hi dr oel étri ca. Gal di no, (2008). Paul o Af onso possui outr os atr ati vos cult urai s, hi st óri cos e nat urai s, que f aze m do muni cí pi o um cenári o compl exo de bel eza si ngul ar. A hi st óri a de La mpi ão e Mari a Bonit a, com os r especti vos esconderij os no pr ópri o muni cí pi o e a CHESF - Co mpanhi a Hi dr el étrica do São Fr anci sco -, que desencadeou a ori gem do muni cí pi o, onde e m sua pr oxi mi dade se l ocali za a úni ca r eser va de caati nga do mundo, o Raso da Cat ari na, e os de mai s atrati vos, contri buem para agr egar val or à vi sit a a Paul o Af onso. Cont udo, Paul o Af onso ai nda não apr esent a i nfra- estr ut ur a bási ca e t urí sti ca, sufi ci ent e par a at ender a de manda e m pot enci al. A comuni dade l ocal, por sua vez, não parti ci pa de f or ma at uant e na constr ução do t uri smo da l ocali dade, o mes mo ocorr endo com a f alt a de i ni ci ati va do poder públi co, que at ua de manei r a tí mi da, sobr et udo no que se ref er e aos i ncenti vos que pri vil egi em e soli difique m a ati vi dade na l ocali dade. No que di z r espeit o ao seg ment o da t er cei ra i dade, o muni cí pi o ai nda não possui equi pament os t urí sti cos adequados e adapt ados par a est e públi co, o que di fi cult a a parti ci pação dos i dosos em consumi r os pr odut os of ert ados. De acor do com Est at ut o do I doso ( 2003), Art. 20º O i doso t em di reit o à educação, cult ur a, esport e, l azer, di ver sões, espet ácul os, pr odut os e ser vi ços que r espeit em sua peculi ar condi ção de i dade. Port ant o o i doso de acor do com a l ei t em direit o de ser parti ci pant e das ati vi dades of ert adas na ati vi dade t urí sti ca. Faz- se necessári o ent ão cri ar políti cas e ações que 34

24 sej am volt adas a este públi co, e que sej a m de f at o cumpri das, assegur ando a pessoa i dosa que el a t em di r eit o e possa usufr uir dest e di r eit o, podendo ent ão envel hecer i nt er agi ndo e sendo at uant e no mei o soci al e e m t udo que di z r espeit o à ati vi dade t urí sti ca t uri smo Gr upos da Terceira I dade do muni cí pi o de Paul o Af onso Co m base nos est udos r eali zados dur ant e a pesqui sa de campo sobr e os gr upos da t ercei ra i dade no muni cí pi o de Paul o Af onso, f oi const at ado que u ma part e da popul ação é f or mada por i dosos, onde Segundo a Secr et ári a da Saúde, exi st em i dosos no ger al, sendo compost a por ho mens e mul her es. De acor do com o t ema abor dado f oi sugeri do ent ão u m est udo de caso sobr e esses gr upos e especifi cament e sobr e os gr upos Revi ver e Anos Dourados, que ser ão nosso obj et o de est udo pri nci pal, par a saber se após t er em ent rado par a esses gr upos, houve de f at o u ma mel hori a na qualidade de vi da desses i dosos, j á que t em cr esci do pr ogr essi vament e com passar dos t empos, e atr avés desses dados e respost as, saber de que f or ma vi vem, pensa m e anda m r umo aos obst ácul os e vit óri as que essa f ai xa et ári a de i dade ai nda t em par a of er ecer. De modo que venha m a ser moti vado e possam de ver dade obt er atr avés de prati cas de l azer e recr eação u ma vi da al egr e e ao mes mo t empo saudável, pr opor ci onando assi m u ma mel hori a na quali dade de vi da. Di ant e das pesqui sas f eit as f oi const at ado que o muni cí pi o possui nove gr upos volt ados ao públi co da Ter cei ra I dade que, Segundo a Pr esi dent e do Consel ho Muni ci pal dos I dosos (CMI ), Fr anci sca Li ma Bezerr a est ão di vi di dos entr e: Revi ver, que é um pr oj et o da UNAT, Facul dade Set e de Set embr o. Vi ver Mel hor, que é u m Pr ogr ama da Pr efeit ur a Muni ci pal de Paul o Af onso. 35

25 APOSCHESF ( Associ ação dos Aposent ados da Co mpanhi a Hi dr oel étri ca do São Fr anci sco) que são compost os pel os aposent ados da CHESF. No Cent enári o é o Gr upo Nossa Senhor a do Car mo. Moxot ó Bahi a, Ami gos Para Se mpr e. BTN, que são di stri buídos emtrês gr upos, entre el es: Ca mi nhando com Saúde. Renascer. SESCLER. No decorr er da pesqui sa fi cou evi denci ado que nenhu m dest es gr upos t em aj uda do poder públi co, ór gãos gover nament ai s, poder pri vado. Sendo assi m, os pr ópri os gr upos são manti dos apenas pel as i nstit uições as quai s parti cipa m e que f or am cit adas aci ma. De acor do com as i nf or mações l evant adas sobr e os i dosos da t ercei r a i dade no muni cí pi o de Paul o Af onso, podê- se per ceber t ambé m que exi st em al guns tr abal hos e pr ogr amas de ór gãos volt ados par a esse tipo de públi co. São el es: ( CMI ) - Consel ho Muni ci pal do I doso, usado par a def ender e f azer cumprir o direit o da pessoa i dosa; ( PROSI ) - Pr ogr ama de Saúde do I doso, da Secr et ári a Muni ci pal de Saúde, que t em o obj eti vo de ori ent ar, r egul ar, pl anej ar e execut ar ações que venha m at ender às necessi dades esse públi co, f acilit ando o acesso aos pr ogr amas e ser vi ços of er eci dos pel o muni cí pi o. 36

26 ( PELC) - Pr ogr ama de Esport es e Lazer da Ci dade, que são at ual ment e di vi di dos em núcl eos, um no Centro, Cent enári o e outr o no Moxot ó, abert o a t oda f ai xa de et ári a de i dade, est ando i nseri do as pessoas i dosas, pr opor ci onando ati vi dades de esport es, l azer e recr eação. Todos os gr upos cit ados são compost os e m sua mai ori a por mul her es i dosas, co m exceção do APOSCHESF ( Associ ação dos Aposent ados da Co mpanhi a Hi dr oel étri ca do São Fr anci sco) que pr ati ca ment e é f or mado por ho mens, onde esses gr upos e m sua mai ori a se r eúne m par a a pr ati ca de l azer e r ecr eação co m trabal hos de i nt egr ação de outr os gr upos e t a mbé m no i nt uit o de ser em i ncl uí dos no mei o soci al, possi bilitando a parti ci pação de f or ma ati va nas oport uni dades e benefí ci os que o muni cí pi o e a vi da t êm de bo m par a of er ecer. O ser hu mano enquant o pessoa, i ndependent e da sua i dade pr eci sa ser be m t r at ado e t em o di r eit o de ser f eli z, e o i doso e m especi al, poi s j á tr abal haram, cui dar am de seus fil hos e agor a co m o t empo li vr e, mer ece m t er uma boa quali dade de vi da e envel hecer f eli z, mostr ando que são capazes, mes mo est ando e m i dade j á avançada, gar antir sua di gni dade e r espeit o a sua mel hor i dade. O al vo dessa pesqui sa ser á u m est udo de caso envol vendo os grupos da Ter cei r a I dade no muni cí pi o de Paul o Af onso, dentr e os quai s ser ão dest acados especifi cament e os grupos Revi ver e Anos Dour ados, que di reci onamos f azer post eri or ment e u ma col et a de dados e questi onári os, com i nf ormações pr eci sas, di r eci onando assi mt oda li nha de trabal ho GRUPO REVI VER O gr upo Revi ver é um pr oj et o UNATI ( Uni ver si dade Abert a á Ter cei r a I dade) da Facul dade Set e de Set embr o, f oi f undado no di a 05 de set embr o de 2003, pel a Especi ali st a na Saúde do I doso e Ger ont ól oga I vanil za E. dos Sant os (i n me mori an). 37

27 Funci onando no espaço cedi do pel o Col égi o Set e de Set embr o, co m r euni ões semanai s t odas as sext as-f eiras as 9: 00h da manhã, onde são est abel eci dos t odos os passos e deci sões de t odo gr upo. Dentr o de o gr upo Revi ver f oi f or mado a Associ ação dos Gr upos de I dosos da Ter cei ra I dade da FASETE ( AGI TI FA), onde est ão i nscrit os 448 i dosos, mas que at ual ment e na associ ação parti ci pam ef eti vament e apenas 131 del es. A Associ ação tem co mo r equi sit o pri nci pal, t er a i dade mí ni ma de 50 anos, pr opor ci onando ati vi dades de l azer e r ecreação, par a mel hor di straí-l os l evando est es i dosos a sai r da vi da sedent ári a e a t er uma i nt egr ação no mei o soci al, pr omovendo t ambé m aul as de gi násti ca, t eatr o, art esanat o, cr ochê, pont o de cr uz, pi nt ur as e m t eci dos, tri cô, danças, ci randa e apri mor ament o, aul as de i nf or máti ca, pal estr as, i ngl ês, econo mi a do mésti ca, que est ão di stri buí dos e m gr upos dependendo, da escol ha de cada u m, l evando- os a ati vi dades que venha m moti vál os a t er uma vi da al egre e pr azer osa. O gr upo Revi ver paga apenas u ma t axa de i nscri ção de R$ 5, 00 e uma mensali dade de R$ 2, 00. O i nt uit o do gr upo é r esgat ar o co mpr omi sso com a val ori zação do i doso, l evando- os ao conheci ment o e pr áti ca de acor do com suas r eai s moti vações, esti mul ando a u ma execução de ati vi dades pr azer osas e u ma vi da f eli z, de modo que venha m a reconhecer suas pot enci ali dades e t al entos, pr omovendo ações e mel hori a na quali dade de vi da GRUPO ANOS DOURADOS Segundo Fr anci sca Li ma Bezerr a, pr esi dent e do ( CMI ) Consel ho Muni ci pal dos I dosos e t ambé m pr esi dent e do gr upo Anos Dour ados, afir ma que a Associ ação Anos Dour ados, nasceu da i déi a de u ma associ ada, Mari a Hel ena que r euni a e m sua r esi dênci a u m gr upo de a mi gos, que preocupados com a quali dade de vi da do públi co da t er cei ra i dade e m Paul o Af onso e t emer osos com os pr obl emas de 38

28 depr essão que ati ngem pri nci pal ment e as pessoas de vi da sedent ári a, pensar a m ent ão, em cri ar soci al ment e u m cl ube co m o obj eti vo pri ncipal de pr omover ati vi dades de l azer e recr eação, aj udando assi m a co mbat er a depressão, moti vando i dosos a aut o- esti ma e umconví vi o soci al parti ci pati vo. Nascendo ent ão o gr upo que começou se r euni ndo na I gr ej a São Franci sco, onde f oi escol hi do o no me da associ ação que at ual ment e se cha ma Anos Dour ados, compost os por 37 i dosos, sendo a mai ori a mul her es, devi do ao f at o de ser em vi úvas a buscar em u ma vi da mai s ati va, r esi di ndo e m espaço cedi do pel o CHESF, onde assi m co mo no gr upo Revi ver, é paga apenas u ma t axa de R$8, 00 par a despesas ger ai s do gr upo. O i nt uit o do gr upo é pr omover a mel hori a da quali dade de vi da das pessoas da t ercei ra i dade, i ncentivando- as o adqui rir através dos encontr os u m cli ma soci al, pr ati cando o l azer e a recr eação, apri mor ando seu est ado fí si co e ment al, se t or nado pr azer oso o conví vi o no gr upo. O gr upo Anos Dour ados f oi f undado no di a 25 de agost o de 2003, f unci onando as t erças-f eiras, das 20: 00h as 22: 00h. No l ocal são r eali zados encontr os se manai s onde são desenvol vidos al gumas ati vi dades, como passei os, pal estr as, f est as t emáti cas, gi násti cas e pr ogr amas soci ai s. O gr upo di spõe de u m cr onogr ama de ati vi dades de l azer e r ecr eação, como f est as t emáti cas que são di vidi das por ano, onde a cada mês, dependendo de qual sej a a sua come mor ação, el es adot am co mo t ema da f est a, pr omovendo seus encontr os com cli ma de al egri a e descontr ação. O pri nci pal r equi sit o par a parti ci par do gr upo Anos Dour ados é t er a i dade mí ni ma de 50 anos. A associ ação não r ecebe aj uda de nenhu m ór gão, sendo el es pr ópri os que mant ém t odas as despesas gast as emf est as ocorri das no decorr er do ano. 39

29 3. ANÁLI SE DOS RESULTADOS Di ant e de al gumas i nfor mações obti das pel os i dosos que f azem part e dos gr upos Revi ver e Anos Dourados, após parti ci par em desses encontr os, passar am a vi ver be m mel hor, pr opor ci onando assi muma vi da mai s saudável e moti vada. No t ot al f or am r eali zadas 35 entr evi st as pel a pesqui sador a, com dados pr eci sos dos gr upos, vi sando anali sar de que f or ma vi vem, agem e pensam os i dosos, após t er em entr ado par a os gr upos cit ados aci ma. Através desses r esult ados f or am f eit as t abel as e gr áfi cos, no i nt uit o de mel hor ent ender os dados col et ados, escl ar ecendo assi mt oda li nha de trabal ho. A t abel a 1 e 2 ( vi de anexo A), r esponde aos dados pessoai s dos gr upos Revi ver e Anos Dour ados, em r el ação ao no me, i dade, escol ari dade, r eli gião, r enda f amili ar, resi de com quem, cor, est ado ci vil, pr ofi ssão e nat ur ali dade. Di ant e dos r esult ados per ceber am- se al gumas se mel hanças e dif er enças entr e os gr upos apr esent ados, que car act eri zam a cada u m. Essas dif er enças são vi st as co m bast ant e niti dez, onde i ni ci ando com o gr upo Revi ver que é f or mado e m sua mai ori a por mul her es somando u m t ot al de 95 % que corr esponde a ( 19) mul her es e 5 % corr espondent e a ( 01) ho me m, casados, soltei r os, vi úvos e di vor ci ados entr e a i dade que vari a de 50 at é mai s de 70 anos, que devi do à necessi dade de u ma vi da mai s movi ment ada e pr azerosa, de modo que venha esquecer dos pr obl e mas vi vi dos no di a- a- di a, opt ar am por entr ar em gr upos, no i nt uit o de vi ver mel hor. Atr avés dos encontr os semanai s se di straem pr ati cando exer cí ci os fí si cos e ati vi dades co mo aul as de t eatr o, i nf or máti ca, pal estr as, cr ochê, aj udando esses i dosos a vi ver em co m mai s pr azer e amor pel a vi da. Já os Anos Dour ados é f or mado por 80 % que corr esponde a ( 12) mul her es e 20 % que corr esponde a ( 03) ho mens casados, vi úvos e solt eiros, di vor ci ados, entr e a i dade de t ambé m de 50 a mai s de 70 anos, que cansados de uma vi da solit ári a e sedent ári a, opt ar am por entr ar par a os gr upos no i nt uit o de se di straírem, buscando i nt egr ação e aument ar o ci cl o de ami zades. 40

30 A cor pr edomi nant e no gr upo Revi ver é a mor ena. Os i nt egr ant es dest e gr upo e m sua mai ori a são nat urai s da Bahi a, onde 60% r ecebe m at é R$ 500, 00, 30 % de R$ 500 a R$ , 00 e 10 % aci ma de R$ , 00 r eai s, sendo essa r enda pr oveni ent e da aposent adori a. A cor pr edomi nant e grupo Anos Dour ados é br anca, são nat ur ai s de Per nambuco, onde 20 % r ecebe m at é R$ 500, 00, 53 % de R$ 500, 00 a R$ , 00 e 27 % aci ma de R$ , 00 r eai s sendo est es, aposent ados e pensi oni st as da Co mpanhi a Hi dr oel étri ca do São Franci sco ( CHESF). A r eli gi ão pr edomi nant e nos doi s gr upos é a cat óli ca. O gr au de escol ari dade vai de Analf abeti smo at é o Cur so Superi or, onde de acor do com a t abel a os doi s gr upos e m sua mai ori a, cursar amat é o gr au do Ensi no Médi o. Dentr o dos doi s gr upos, not a-se que a mai ori a é f or mada por mul her es, que segundo el as não quer em fi car só com ativi dades dos l ar es, que mui t as vezes a mes mi ce as dei xa estressadas e depr essi vas e a busca por prati car ati vi dades dif er ent es as f azem sair da roti na, f azendo com que fi quem mai s l eves e f eli zes. Tant o no gr upo Revi ver como nos Anos Dour ados o nú mer o de ho mens é be m pequeno, pel o f at o de não se i dentifi car em co m as ati vi dades desenvol vi das nos gr upos, parti ci pando apenas das ati vi dades de educação fí si ca, aco mpanhando suas esposas e parti ci pando dos encontr os que acont ecem uma vez por semana. Ai nda escl ar ecendo a f or ma de vi ver dos gr upos da Ter cei r a I dade no muni cí pi o de Paul o Af onso- BA, f ora m f or mul ados gr áfi cos com per gunt as volt adas par a os gr upos, dando continui dade análi se das r espost as dos i dosos que f or a m entr evi st ados, pr ocur ando i dentifi car se os equi pament os e atr ati vos of er eci dos são de f at o adequados para esse ti po de públi co ou segment o que é a ter cei ra i dade. 41

31 Gr áfi co Opções de l azer em Paul o Afonso 26% 14% 6% 54% Não c onhec em outras F es tas e C lubes E duc aç ão F ís ic a Teatro Gr áfi co 1: Opções de l azer e m Paul o Af onso Font e: Pesqui sa de campo reali zada em Out ubr o de % r esponder am que não conheci am ati vi dades de l azer f or a dos gr upos que parti ci pam 26 %f est as que acont ecem nos clubes, 14 %educação físi ca e 6%t eatr o. De acor do co m o gráfi co 1, a mai ori a dos entr evi st ados não conhece outr as ati vi dades de l azer, f ora dos gr upos, o r est ant e at é conhece al gumas ati vi dades, só que est as ati vi dades não são especifi cament e volt adas par a est e públi co, mostr ando que apesar desse segment o de cr esci do nos di as at uai s, o mer cado ai nda não t em se i nt er essado par a desenvol ver nenhu ma ação que possi bilit e o i doso a ser parti ci pant e de t odas as ati vi dades que envol vem o l azer, no que di fi cult a a i nser ção soci al dos mes mos nest as ati vi dades, podendo l evá-l os a má qualidade de vi da. 42

32 Gr áfi co Mel hora na quali dade de vi da 20% 9% 26% Amigos Atividades F amília 22% 23% S aúde C ompanheiro (a) Gr áfi co 2: Mel hor a na qual i dade de vi da Font e: Pesqui sa de campo reali zada em Out ubr o de % apont am mel horas nas r el ações soci ai s com a mi gos, 23% nas ati vi dades desenvol vi das pel o grupo, 22 % mel hor ou o rel aci onament o f amili ar, 20 %% na saúde e 9% mel hor ou no r el aci onament o conj ugal. No gr áfi co 2, verifi ca-se que de f at o as rel ações soci ai s e a parti ci pação das ati vi dades desenvol vi das nos gr upos de t er cei r a i dade, pr opor ci ona m u ma mel hori a na quali dade de vi da, poi s al ém de haver comuni cação e i nt egr ação entr e si, au ment ando o ci cl o e a mi zades, ai nda se di straem parti ci pando de ati vi dades recr eati vas, que sai ndo da vi da sedent ári a e r oti nei ra, passam a t er uma vi da mai s ati va, mostr ando co mo é i mport ant e a convi vênci a nest as ati vi dades e t ambé m no mei o soci al. 43

33 Gr áfi co Ati vi dades que reali zam no grupo P as s eios 10% 8% 29% Danç as Tarde Danç ante 11% Turis mo L oc al J ogos 12% 14% 16% C lubes Outros Gr áfi co 3: Ati vi dades que reali zam no gr upo Font e: Pesqui sa de campo reali zada em Out ubr o de % parti ci pam de passei os, 16 % das danças, 14 % t ar de dançant e, 12 % t uri s mo l ocal, 11%de j ogos, 10 %cl ubes e 8%outr os. O gr áfi co 3, apont a mai s u ma vez, como são i mport ant es ati vi dades de l azer e r ecr eação apli cadas pel os gr upos na vi da dos i dosos, onde t odos se di str ae m parti ci pando de passei os, danças, t ar de dançant e, t uri smo l ocal, j ogos, cl ubes, cami nhada, nat ação etc. Const at ando que a ocupação e a di stração na vi da di ári a tor nam- se f at or es i mport ant es na vi da do i doso, poi s a ati vi dades de l azer e r ecr eação os f aze m sai r da mes mi ce, t or nando a vi da desses i dosos agr adávei s e pr oveit osas, que são moti vados a cada vez mai s vi ver em com uma mel hor quali dade de vi da. 44

34 Gr áfi co Ati vi dades que não f az, mas gost ari a de f azer. 14% 23% 29% 34% B aile danç ante J á faz em o que gos tam Nataç ão Outros Gr áfi co 4: Ati vi dades que não f aze mas gost ari a de f azer Font e: Pesqui sa de campo reali zada em Out ubr o de % dos entr evi st ados gost ari am de parti cipar de u m bail e dançant e, 29 % j á est ão sati sf eit os com as ati vidades do gr upo, 23 %outr os, 14 %nat ação. No gr áfi co 4, gr ande part e dos i dosos gostari a da parti ci par de um bail e dançant e, evi denci ando assi m que os parti ci pant es dos gr upos quer em mai s oport uni dades de l azer, que at é j á acont ecem dentr o da ci dade, mas que os est abel eci ment os co mo bar es, cl ubes ai nda não f azem nenhu ma f esta volt ada par a esse públi co, cha mando a at enção dos est abel eci ment os par a at ender em essas necessi dades, que poder á atr avés dest as pr áti cas ger ar empr ego e r enda par a os mes mos e par a l ocali dade. 45

35 Gr áfi co Pr ogra mação que gost ari a de parti ci par em Paul o Af onso. 6% 11% 40% 43% J á faz em o que gos tam B aile Danç ante P as s eios L oc ais Outros Gr áfi co 5: Pr ogr amação que gost ari a de parti ci par empaul o Af onso Font e: Pesqui sa de campo reali zada em Out ubr o de % r esponder am que j á f azem o que gost am 40 % bail e dançant e, 11 % outr os e os 6 % passei os l ocai s. Nest e gr áfi co 5, per gunt amos que pr ogr amação os i dosos gost ari am de parti ci par que ai nda não parti ci par am, e di ant e das r espost as, a mai ori a f oi enf áti co, em di zer que j á est avam sati sf eit os com as ati vi dades exi st ent es no gr upo, evi denci ando mai s u ma vez co mo é i mport ant e a ati vi dade desenvol vi da nos gr upos, outr os f al ar am que gost ari am de parti ci par de u m bail e dançant e com músi cas de época que f osse i ntroduzi do u m cal endári o, onde esses bail es acont ecessem pel o menos u ma vez no mês dur ant e t odo o ano entr e outr as ati vi dades. Sendo assi m t or na- se necessári a à i mpl antação de ações do mercado que desej a al cançar est e públi co, vi sando i nserir est es i dosos dentr o do cont ext o de ati vi dades i mpl ant adas pel o muni cí pi o, sej a a ní vel soci al ou cult ur al, onde o i doso desej a est á i nseri do, obedecendo assi m a t odos os di r eitos i mpl ant ados pel o Est at ut o do I doso, i ncl ui ndo de f or ma r eal adapt ações necessárias par a est e públi co, j á que por l ei é de di r eit o del es. 46

36 Gr áfi co Servi ços que mai s utiliza empaul o Af onso Médic os S upermerc ados 13% 9% 7% 2% 15% 16% 20% 18% C as as C omerc iais B anc o Trans portes R es taurantes C lubes L anc honetes Gr áfi co 6: Ser vi ços que mai s utili za em Paul o Af onso Font e: Pesqui sa de campo reali zada em Out ubr o de % r esponder am que utili zam os médi cos, 18 % super mer cados, 16 % casas comer ci ai s, 15 % bancos, 13 % tr ansport es, 9 % r est aur ant es, 7% cl ubes e 2 % l anchonet es. Obser vando o gr áfi co 6, f oi const at ado que a mai ori a dos i dosos utili zam co m freqüênci a os est abel eci ment os do muni cí pio, sendo e m mai or í ndi ce o médi co e m rel ação aos outr os est abel eci ment os, j á que a f ai xa et ári a de i dade necessit a de cui dados e pr evenção das doenças causadas, pel a i dade avançada. Os outr os utili zam os ser vi ços do tr ade t urí sti co que são os super mer cados, casas comer ci ai s, bancos, tr ansport es, rest aur ant es, cl ubes e l anchonet es, que di ant e das pesqui sas, est es l ocai s ai nda não são adapt ados par a el es, necessit ando de mel hori a no que di z r espeit o a esses ser vi ços e adapt ações, onde os i dosos e m seu di a- a- di a necessit am consumi r esses pr odut os, pr eci sando assi m de al gu mas mudanças bási cas, como escadas apr opri adas, banhei r os com assent os adequados, pi so anti derr apant e et c. 47

37 Cha mando assi m, a at enção dos ór gãos públi cos e pri vados que deveri am se pr eocupar mai s com esses ser vi ços, de modo que f açam adequações devi das, par a mel hori a e quali dade dos ser vi ços of er eci dos, at endendo com ef i cáci a o mer cado consumi dor, onde o i doso est a i nseri do. Gr áfi co Avali ação dos servi ços que utiliza 26% 3% 20% Muito B om B om R egular 51% R uim Gr áfi co 7: Avali ação dos servi ços Font e: Pesqui sa de campo reali zada em Out ubr o de % acham o ser vi ço bo m, 26 %r egul ar, 20 % bom e 3%r ui m. Vi suali zando o gr áfi co 7, é possí vel per ceber que de acor do com a mai ori a dos entr evi st ados, di sser am que o at endi ment o em ger al é bo m, r el aci onado co m opi ni ões e sit uações vi vi das por el es. Entret ant o par a t or na- se mui t o bo m seri am necessári as, que f osse m f eit as adequações, de modo que os servi ços pr est ados, t ant o no a mbi ent e, como na quali dade de at endi ment o, f ossem co mpl et os, at endendo a t odos os set or es com excel ênci a em seus ser vi ços. Facilit ando de ver dade a vi da desses i dosos, que segundo as l ei s i mpost as pel o Est at ut o do m I doso, mer ece ser bem trat ado emt odos os aspect os. 48

38 Gr áfi co Os pr ofissi onai s desses servi ços era m Não entendiam nada Atenc ios os 9% 7% 2% 42% D is poníveis 13% Amáveis 27% Não davam atenç ão Outros Gr áfi co 4: Os pr ofi ssi onai s desses servi ços er am Font e: Pesqui sa de campo reali zada em Out ubr o de % di sser am que os pr ofi ssi onai s não ent ende m nada, 27 % at enci osos, 13 % são di sponí vei s, 9%amávei s, 7%não davam at enção e 2%outr os. O gr áfi co 8, pede- se u ma r efl exão mostr ando que há u m choque de contr ovér si as das r espost as col et adas no gr áfi co 7 aci ma, que a mbos os gr upos cl assifi cam o at endi ment o como bom de acor do co m o que el es ent endem o que sej a u ma boa quali dade no at endi ment o, só que quando f oi per gunt ado abai xo, como er am os ser vi ços pr est ados pel os pr ofi ssi onai s, a mai ori a r espondeu que el es não ent endi am nada, e se não ent ende m nada é por que não pr est am at enção devi da par a se t er u m at endi ment o qualifi cado, demonstr ando ent ão que esses pr ofi ssi onai s ai nda não est ão capacit ados para at ender esse ti po de públi co, chamando a at enção das aut ori dades l ocai s que pr eci sam r ever esse it em, de f or ma que obedeçam as l ei s i mpost as pel o Est at uto do i doso, est abel ecendo que o i doso t em di r eit o de ser be m at endi do como umt odo e emt odas as sit uações. 49

39 Gr áfi co O que f az no t empo li vre 14% 17% 9% 3% 3% 17% 20% 17% A faz eres Domés tic os L eitura Televis ão R euniões R eligios as Nada V iagens C aminhada A rtes anato e teatro Gr áfi co 4: O que f az no t empo li vre Font e: Pesqui sa de campo reali zada em Out ubr o de % r esponder am af azer es do mésti cos, 17% l eit ur a, 17 % t el evi são, 17 %r euni ões reli gi osas, 14 %nada, 9 %vi agens, 3%cami nhada e 3%art esanat o e t eatr o. De acor do co m esse gráfi co 9, os i nt egr ant es dos gr upos e m seu t empo li vr e, ambos afir mar am que f or a às ati vi dades do gr upo, el es utili zam e apr ovei t am seu t empo li vre par a cui dar de af azer es do mésti cos, assi stir t el evi são, parti ci par de r euni ões reli gi osas, outr as não faze m si mpl es ment e nada. Mas ser á que est es i dosos, não f azem nada por não quer er, ou porque não l hes são atri buí das oport uni dades, de f or ma que si nt am o desej o de est ar em mes mo e m di as nor mai s, sai r da r oti na e possam desfr ut ar das mel hori as e ati vidades de l azer e recr eação exi st ent es dentr o do muni cí pi o, só que são abert as par a qual quer i dade. Par a o gr upo Revi ver e Anos Dour ados parti ci par de u m gr upo da Ter cei r a I dade i mpli ca em f azer novas a mi zades, apr ovei t ando o t empo-li vr e par a se exer cit ar, f ugi ndo da mes mi ce, se li vr ando de u ma possí vel depr essão, que pode m ser causadas pel a f alt a de parti ci pação no mei o soci al e nas ati vidades que est ão i nseri das nest e cont exto. 50

40 O i nt uit o dest e tr abal ho f oi anali sar de que f or ma de vi ve, age e pensa os gr upos da t ercei ra i dade dos gr upos Revi ver e Anos Dour ados no muni cí pi o de Paul o Af onso- BA e se de f at o as pr ati cas e ati vi dades de l azer e r ecr eação, que são desenvol vi das nos encontr os, mel hora a quali dade de vi da. O r esult ado de t odos os el ement os tr abal hados e o enf oque de t oda pesqui sa, ser á u ma f or ma de enxer gar que se f oi o t empo que a popul ação i dosa f i cava e m casa de pij amas, assi sti ndo t el evi são, cui dando dos net os, l endo j or nai s e at é mes mo não f azendo nada, esper ando apenas chegar seus últi mos di as, que par a al guns, ai nda nos di as at uai s como soci edade e par a f amíli a, al cançar a f ai xa et ári a da t er cei r a i dade, i mpli ca e m achar que essa i dade não há mai s o que f azer e pr oduzi r, e que t odo i nvesti ment o pessoal j á f oi f eit o, pri nci pal ment e por j á t er al cançado essa f ase de i dade. Cont udo com o passar dos t empos, o i doso sur ge mostr ando- se capaz de transf or mar a soci edade e t ambé m suas f or mas de vi ver, passando parti ci par das coi sas boas que a vi da t em par a of er ecer. Segundo o Est at ut o do I doso no Art. 2º, é di reit o do i doso gozar de t odos os di r eit os f undament ai s i ner ent es à pessoa hu mana, se m pr ej uí zo da pr ot eção i nt egr al de que se tr at a est a l ei, assegur ando-l he, por l ei e por outr os mei os, t odas as oport uni dades e f acili dades, par a pr eser vação de sua saúde fí si ca e ment al e seu aperf ei çoament o mor al, i nt el ect ual, espi rit ual e soci al, emcondi ções de li ber dade e digni dade. Port ant o é obri gação da soci edade e dos órgãos dar em a esses i dosos a at enção e pr eceit os que l hes são i mpost os que são pel a l ei, par a que sej am at endi das e respeit adas suas necessi dades, poi s em casa sem movi ment o e vi vendo na mes mi ce do di a- a- di a sur ge a i ncapaci dade e acel er a a per da de aut ono mi a e a vont ade de vi ver, ger ando a má quali dade de vi da, que pode ocorrer se no decorr er, não só da vel hi ce, mas emt oda f ase da i dade se não f or bem conduzi da. Par a mel hor ent ender est es i dosos segue al guns r el at os dos mes mos, que ocorr er am após t er em entr ado par a os gr upos de t er cei ra i dade e pel as ati vi dades desenvol vi das em seus encontr os. 51

41 Par a a Sr a. I vonet e 57 anos, a sua partici pação nos gr upos e nas ati vi dades desenvol vi das trouxe mai s conheci ment os, col egui s mo e saúde. Segundo a Sr a. Edi nal va 68 anos, sua vi da e m r el ação à saúde mudou bast ant e, poi s com as ati vi dades de educação fí si ca passou a t er mai s saúde, mel hor ando seu est ado fí si co e ment al, aument ando suas r el ações soci ai s. Já par a a Sr a. Mari a de Lur des 62 anos, ant es de entr ar par a os gr upos ti nha u ma vi da monót ona e sem al egri a, er a depr essi va e atr avés dos r el aci ona ment os constr uí dos no gr upo e das ati vi dades de l azer e r ecr eação, tr ouxe de volt a o a mor pel a vi da. A Sr a. Mari a Per ei ra 76 anos, di sse que ant es de entr ar par a o gr upo, vi vi a se m vont ade de vi ver, afir mando que a convi vênci a com as pessoas do gr upo, tr ouxe vi da novament e, poi s se di str ai cont ando suas experi ênci as e apr endendo com a de seus novos ami gos. Par a o Sr. Di ogo 83 anos, ai nda nessa f ase de i dade t enho adqui ri do experi ênci as, apr endendo mai s coma vi da dos meus col egas do gr upo. Segundo a Sr a. Maria José 71 anos, em casa e co m u ma vi da r oti neira vi vi a recl amando de dor es, achando que i a morrer. A ati vi dade desenvol vi da dentr o do gr upo me f ez apr ender coi sas dif er ent es, como vi agens, novas a mi zades e moti vação pel a vi da, me f azendo ent ão, esquecer das dor es e co m cert eza obt er u ma mel hori a na qualidade de vi da. Di ant e desses f at os per cebe- se como é i mport ant e vi ver e não apenas exi stir, poi s o movi ment o, a soci alização co m as pessoas, e u ma vi da saudável aj uda na super ação i mpost a pel os obst ácul os da vi da, sendo de gr ande i mport ânci a o despert ar dos ór gãos e do mer cado consumi dor que desej ar al cançar o públi co da t ercei ra i dade, onde a quali dade de vi da t em que ser boa em t odos os aspect os, sendo u ma f or ma de vi ver em t odas as cl asses soci ai s, sej am dentro gr upos ou não, e assi mpr opor ci one ao i doso em ger al a t er u ma boa quali dade de vi da. 52

42 Consi derações Finai s O cr esci ment o da popul ação i dosa no Br asil e no Mundo e especifi cament e no muni cí pi o de Paul o Af onso- BA, deve ser consi der ado como u m f at or i mport ant e nos set or es da ati vi dade t urísti ca e no seg ment o onde os gr upos da t ercei r a i dade est ão inseri dos. Poi s di ant e dest e mer cado t ão a mpl o, sendo u m públi co exi gent e, dever ão ser of ert ados f acili dades e acessos aos equi pament os e ser vi ços t urí sti cos qualifi cados, bem co mo adapt ações necessári as par a pessoa i dosa, de f or ma que possam utili zar dest es ser vi ços com sati sf ação. Cont udo, par a que a pessoa i dosa não só nos gr upos que f or am pesqui sados, mas t ambé m e m t oda l ocali dade, possam t er um at endi ment o adequado e adapt ações que of er eçam quali dade e segur ança, ser ão ai nda necessári os promover ações do poder públi co, pri vado e da co muni dade l ocal e atr avés dest es passos, of er eçam ati vi dades com mai s enf oque nest e públi co e dest a f or ma possa m adqui rir uma mel hori a na quali dade de vi da. At r avés das pesqui sas e análi ses col et adas, verifi cou- se que o muni cí pi o de Paul o Af onso- BA, di spõe de ati vi dades de l azer e r ecr eação, mas são di stri buí dos co mo u m t odo na l ocali dade não est ando di r et ament e li gado ou abert o par a o públi co da t ercei ra i dade. Esse tr abal ho t or na- se váli do a partir do mo ment o, que se apli ca às sugest ões e sol uções sugeri das, que f or am adqui ri das na traj et óri a de t odo trabal ho. De f at o a convi vênci a e m gr upos da t er cei ra i dade, r evel a que mel hor a a quali dade de vi da. Por ém, val e sali ent ar que não só nos gr upos pesqui sados mai s e m t oda l ocali dade exi st em i dosos que não parti ci pam de gr upos, no que di fi cult a a soci ali zação e i nt egração dos i dosos no mei o soci al que t em por di r eit o ser parti ci pant e da vi da, e possam dese mpenhar as ati vi dades co m condi ções adequadas, que mes mo est ando na t er cei ra i dade, mer ecem r espei t o co mo pessoas ai nda capazes e di spost as a t er uma vi da saudável, gar anti ndo seu be m est ar fí si co e r eali zação pessoal, e que atr avés dest as condi ções de vi da de monstr em par a soci edade que podem at uar nas oport uni dades que a vi da t em de bo m par a 53

43 of er ecer, por que apesar da i dade t er au ment ado, segundo el es é a mel hor f ase que o ser humano t em di ant e de suas experiênci as, par a vi ver de f or ma al egr e e reali zada. Port ant o t or na- se i mport ant e di scutir a sit uação do i doso pr omovendo sua i nt er ação no mei o soci al, sendo necessári o val ori zar sua parti ci pação nas ativi dades de l azer, recr eação ou qual quer outr a moti vação, r espeit ando- os como pessoas capazes, exi gi ndo el abor ações das l ei s que venha m gar antir seu be m est ar, educando as pessoas e m ger al a acol hê-l os e r espeit a-l os como ser es hu manos nor mai s, dando val or ao que as vezes é pouco par a nós, mas mui t o si gnifi cati vo par a el es, que é o desej o de vi ver com uma boa e mel hor qualidade de vi da. 54

44 Bi bli ografi a: ANDRADE, José Vi cent e. Gest ão e m Lazer e Turi smo. Bel o Horizont e: Aut ênti ca, Turi smo: Fundament o e Di mensões. 8 ed. São Paul o: Áti ca 2001 BENI, Mári o Carl os. Anali se Estr ut ural do Turi smo. 4 ed. ver- São Paul o: SENAC, BRASI L. Constit ui ção ( 1988). Constit ui ção da Repúbli ca Federati va do Br asil. Br asíli a, DF: Senado, CAMPEL O, Shayana; Mi kael e. Terceira I dade no Br asil e no Mundo Moder no. Di sponí vel em: art ef at o. di git al.j or.br/i ndex. phd?opti on=co m- cont ent & t ask=vi ewi d=472&i TI MI D=96-58K. Acesso: 12 de set embr o de FROMER, Bett y. Turis mo e Ter ceira I dade/ Bett y Fr omer, Débor a Dul tra Vi ei r a- São Paul o: Al eph, GALDI NO, Ant ôni o. Fol ha Sert anej a. Di sponí vel em: ol hasert anej a. com. br. Acesso em: 25/ 10/ I BGE ( 2007) I nstit uto Br asil eiro de Geogr afi a e Est atí sti co. Di sponí vel em : bge. gov. br/ 55k. Acesso: em 12 de set embr o de MOLETTA, Vâni a Beatri z Fl or enti no; Goi dani ch, Kapi n Leyser. Turi s mo par a Ter ceira I dade. 4. ed. Port o Al egr e: SEBRAE/ RS, MORAES 1991, APUD SANTOS. Turi smo de Avent ura e m Pi renópoli s, 13/ 08/ Di sponí vel em htt p:// www. et ur. co m. br/ cont eudoco mpl et o. Acesso e m 12 de set embr o de MOREI RA, Maril da Mari a da Sil va. Trabal ho quali dade de vi da e envel heci ment o. [ Mestr ado] f undação Osval do Cr uz, escol a Naci onal de Saúde Públi ca, p Di sponí vel em: port alt eses. i cit.fi ocr uz. br/trans. phd?sccri pt =t hi s- chape i d= &i mg=pt enr m=i sso- 22k. Acesso em 04 de j ul ho

45 NEVES, Már ci a Patrí cia de. et al. Mar keti ng par a Ter ceira i dade: Uma t endênci a Mi li onári a. Di sponí vel e m: www. uf pl. edu. br/ci c/ 2005/ ar qui vos/ ch rtf. Acesso e m 12 de set embr o de OLI VEI RA, Ant oni o Per ei ra. Turi smo e Desenvol vi ment o: pl anej a ment o e or gani zação. 3 ed. ver e ampl.. São Paul o: Atl as, PÉCORA, Lui za. Envel heci ment o Popul aci onal Cr esce de Forma Acel erada no Br asil. Di sponí vel e m: ulti mo segundo.i g. com. br/ br asil/envel heci ment o- popul aci onal - est a- em- cur so- no- br asil-di z-i bge k. Acesso: 24 de set embr o de REDAÇÃO J ORNAL TERRA NOVO TEMPO: Mudanças Si mpl es Gar ant e m Mel hor Quali dade de Vi da par a Ter ceira i dade. Di sponí vel em: or nal novot empo. com. br/ mudanças- si mpl es- gar ant em- mel hor-quali dade- devi da- par a- a-t ercei ra-i dade. 29k Acesso: 14 de set embr o de SOUZA, Ar mi nda Mendonça; Corr êa, Mar cus Vi ni ci us M. Turi smo - Conceit os, Defi ni ções e Si gl as. / Ar mi nda Mendonça. Souza e Mar cus Vi ni cius M. Corr êa. 2º. ed. rev. Manaus- Edit or a Val er, TESSARI, Ol ga: Qualidade de Vi da. Di sponível em: www. ri ot ot al- i dade/ psi col ogi a 04: p. 1. ht m- 15k. Acesso em 04/ 06/ VECCHI A RD. et al : Envel hecer não si gnifi ca adoecer. Di sponí vel em: www. saúde.t err a. com. br/i nt er na/ 00, 1/ p. 1/ ht ml-20k. Acesso em 04 de j unho : Quali dade de vi da na Ter ceira I dade: um conceit o subj eti vo: Di sponí vel e m: www. sci el o. br/ pdf/rbcpi d/ v8n3/ 06. pdf.. p.1. Acesso e m 04 de j unho

46 Bi bli ografi a Compl ement ar: NOVAES, Paul o. Terceira I dade. Ri o de Janei r o, PENNA, Fabí ol a Br az et.t al: Quali dade de vi da na Ter ceira I dade El movi mi ent o de l ãs e moci ones e m l a vi da de l os anci onos: Um est údi o co m u m gr upo de l a t ercera i dad. Dí sponi vel:. El etr. Enf.., abril.2006, vol. 8, nº. 1, p I SSN ( O movi ment o das e moções na vi da dos i dosos: Um est udo co m u m gr upo da t ercei ra i dade). Acesso em 08 de Junho de

47 Apêndi ce 58

48 APÊNDI CE FACULDADE SETE DE SETE MBRO CURS O: BACHARELADO EM TURI S MO PESQUI ZADORA: ROSI ANE MENESES QUEI ROZ MARQUES. Uma análise da mel horia da quali dade de vi da dos Grupos da Terceira Idade no muni cí pi o de Paul o Af onso: Est udo de caso dos grupos Revi ver e Anos Dourados. Rot eiro da Pesquisa I DENFI CAÇÃO: NOME: I DADE: ESCOLARI DADE: RELI GI ÃO: RENDA FAMI LI AR: RESI DE COM QUE M: ESTADO CI VI L: PROFI SSÃO: NATURALI DADE: COR: DADOS DA PESQUI SA 1. O que te mde l azer para Terceira Idade e msua ci dade? 2. O Sr.(a) partici pa de algumgrupo de 3º i dade? 3. Se partici par quais as ativi dades de l azer que realiza no grupo? () Passei os () Tarde dançante () Turis mo l ocal () Cl ubes () Danças () Jogos () Outros 4. O que mudou na sua vida a partir da sua partici pação nessas ati vi dades? a) Em rel ação à saúde? 59

49 b) Aos a mi gos? c) A sua partici pação e mrealizar ati vi dades? d) A f a míli a? e) Ao co mpanhei ro/ co mpanhei ra? 5. O mel horou na sua vi da após ter entrado nesse grupo? 6. Que ati vi dades o Sr.(a) não faz que gostari a de fazer? 7. Que progra mação o Sr.(a) gostari a de partici par na sua ci dade? 8. Que servi ços o Sr.(a) mais utiliza e mnossa ci dade? () Restaurantes () Lanchonetes () Banco () Cl ubes () Médi cos () Casas Co merci ais () Super mercados () Transportes 9. O Sr.(a) achou o servi ço? () Muito Bo m () Bo m () () Muito Bo m () Bo m () Regul ar () Rui m 10. Os profissi onais desses servi ços era m: () Atenci osos () Disponí veis () Amáveis () Não entendi a nada () Não parava para prestar atenção ao Sr.(a) () Outros 11. Oque você faz no tempo li vre? 60

50 Anexos 61

51 Anexo A 62

52 Anexo B 63

53 64

54 65

55 66

56 67

57 68

58 Fot o: Ar qui vo dos gr upos Fot o: Ar qui vo dos gr upos Fot o: Ar qui vo dos gr upos Fot o: Ar qui vo dos gr upos Fot o: Ar qui vo dos gr upos Fot o: Ar qui vo dos gr upos Anexo C Al gumas ati vi dades desenvol vi das nos gr upos: Gr upo de t eatro Aul a de i nf or máti ca Educação fí si ca Vi agens Fest a t emáti ca Pal estras 69

59 Fot o: Ar qui vo dos gr upos Fot o: Ar qui vo dos gr upos Fot o: Ar qui vo dos gr upos Fot o: Ar qui vo dos gr upos Fot o: Ar qui vo dos gr upos Fot o: Ar qui vo dos gr upos Reuni ões Aul a de apri mor ament o Event os: Co me mor ação do Di a do I doso Event os: Co me mor ação do Di a do I doso Event os: Co me mor ação do Di a do I doso Caf é da manhã 70

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