1) A faculdade mediúnica é indício de algum estado patológico ou simplesmente anormal?

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1 1) A faculdade mediúnica é indíci de algum estad patlógic u simplesmente anrmal? - As vezes anrmal, mas nã patlógic. Há médiuns de saúde vigrsa. Os dentes sã pr utrs mtivs. 2) O exercíci da faculdade mediúnica pde causar fadiga? - O exercíci prlngad de qualquer faculdade prduz fadiga. Cm a mediunidade acntece mesm, principalmente cm a de efeits físics. Esta casina um dispêndi de fluíds que leva médium à fadiga, mas que é reparad pel repus. 3) O exercíci da mediunidade pde ter incnvenientes em si mesm n tcante às cndições d estad de saúde, excluind-se s cass de abus? - Há cass em que é prudente e mesm necessári abster-se u pel mens mderar us da mediunidade. Iss depende d estad físic e mral d médium, que geralmente percebe. Quand ele cmeça a sentirse fatigad, deve abster-se.

2 4) Esse exercíci teria mais incnvenientes para uma pessa d que para utras? - Depende d estad físic e mral d médium. Há pessas que devem evitar qualquer causa de superexcitaçã e a prática mediúnica seria uma delas. 5) A mediunidade pderia prduzir a lucura? - Nã prduziria mais d que qualquer utra cisa, quand a fraqueza d cérebr nã ferecer predispsiçã para iss. A mediunidade nã prduzirá a lucura, se essa já nã existir em germe. Mas se seu princípi já existe, que facilmente se cnhece pelas cndições psíquicas, bm sens ns diz que devems ter tds s cuidads necessáris, pis nesse cas qualquer abal será prejudicial.

3 Depis de haverem lng temp negad a realidade ds fenômens espíritas, numerss cntraditres, subjugads pela evidência, mudaram agra a tática e afirmam: Espiritism é verdadeir, mas sua prática é cheia de perigs. Nã se pde cntestar que Espiritism fereça perigs as imprudentes que, sem estuds prévis, sem prepar, sem métd nem prteçã eficaz, se entregam às investigações cultas. Fazend da experimentaçã um passatemp, uma frívla diversã, atraem s elements d mund invisível, de cujas influências fatalmente padecem. Esses perigs, entretant, tem sid muit exagerads. Em tdas as cisas há precauções a adtar. A Física, a Química e a Medicina exigem também prlngads estuds, e ignrante que pretendesse manipular substâncias químicas, explsivs u tóxics, pria em risc a saúde e a própria vida.

4 Nã há uma só cisa, cnfrme us que dela fizerms, que nã seja ba u má. É sempre injust salientar lad mau das práticas espíritas, sem assinalar s benefícis que delas resultam e que sbrepujam cnsideravelmente s abuss e as decepções. Nenhum prgress, nenhuma descberta se efetua sem perigs. Se ninguém tivesse, desde a rigem ds temps, usad aventurar-se n cean, prque a navegaçã é arriscada, que teria daí resultad? A humanidade, fragmentaria em diversas famílias, permaneceria insulada ns cntinentes e teria perdid td prveit que aufere das viagens e permutas. O mund invisível é também um vast e prfund cean semead de esclhs, mas replet de vida e riqueza.

5 Pr trás da crtina d além-túmul se agitam multidões inúmeras que tems interesse em cnhecer, prque sã depsitáris d segred de nss própri futur. Daí a necessidade de estudar, de explrar esse mund invisível e pnderarlhe as frças, s inexauríveis recurss que cntém, recurss a pé ds quais s da Terra parecerã um dia bem restrits. Em sua mair parte, s neurótics e alucinads, tratads sem êxit pela medicina ficial, nã sã mais que bsesss, passíveis de ser curads pelas práticas espíritas e magnéticas. Deus clcu hmem n centr de um cean de vida, de um reservatóri inesgtável de frça e ptência. E deu-lhe a inteligência, a razã, a cnsciência, para aprender a cnhecer essas frças, a assenhrear-se delas e as utilizar.

6 Pr esse exercíci cnstante é que a nós mesms ns desenvlvems e chegarems a afirmar nss impéri sbre a Natureza, dmíni d pensament sbre a matéria, rein d Espírit sbre mund. É esse mais elevad bjetiv a que pssams cnsagrar a nssa vida. Em vez de afastar dele hmem, ensinems-lhe a caminhar a seu encntr, sem hesitaçã, estudems Univers em tds s seus aspects, sb tdas as suas frmas. Saber é suprem bem, e tds s males prvém da ignrância. (Len Denis)

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