Poder e escola: Uma analise acerca das relações entre professor e aluno.

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1 Pder e escla: Uma analise acerca das relações entre prfessr e alun. Marcs Paul A. Rdrigues 1 Andersn Silva Nunes 2 Intrduçã: O presente trabalh expõe s tips de pder exercid pels prfessres sbre s aluns, a pnt de ganharem adjetivações entre s mesms que acabam pr definí-ls cm prfessres autritáris. Este Pder que é definid pr Pierre Burdieu de pder simbólic, e que na mairia das vezes nã pde ser sentid e é transmitid incnscientemente sem que ambas as partes tmem cnheciment da influência deste pder em suas relações sciais. Cm iss, tentarems explicar que leva prfessr a se trnar um cntrladr, pis essa prblemática pde ser influenciada também pel mei que educadr vive. Usand cm base para esta prblemática além de Burdieu, Paul Freire e Durkheim cm seus arguments sbre que e ser prfessr. Objetivs: 1 Graduand d Curs de Licenciatura em Ciências Sciais da Universidade Estadual d Ceará e blsista d Prgrama de Blsas de Iniciaçã a Dcência (PIBID). 2 Graduand d Curs de Licenciatura em Ciências Sciais da Universidade Estadual d Ceará e blsista d Prgrama de Blsas de Iniciaçã a Dcência (PIBID). 2

2 O bjetiv deste trabalh é explicar que leva prfessr a se trnar um cntrladr, tend em vista, a influência que educadr recebe pel mei em que vive. Metdlgia: O presente trabalh está fundamentad em pesquisas teóricas e de camp, nde ptams pr analisar a escla Liceu Vila Velha, vist que já fazems parte de um prjet de Blsa de Iniciaçã a Dcência nesta escla, desenvlvend trabalhs de pesquisa e ensin. Esta pesquisa interessu-ns pel fat de váris aluns da escla Liceu Vila Velha reclamarem sbre seus prfessres chamads pr eles de autritáris, fazend cm que pensássems sbre verdadeir papel d prfessr e que trna autritári. Essa pesquisa fi feita durantes um puc mens de um an, cmeçand em julh de Resultads e discussã: Pdems perceber que prfessr é influenciad pel mei para se trnar Prfessr autritári, pis infelizmente a deficiência da escla nã se encerra na estrutura física e suas limitações. Mas também envlve seu crp cmplet s aluns e seu papel. Deste md, tentand minimizar s prblemas relacinads à educaçã de frma geral, busca-se reduzir s prblemas da escla à questã ds baixs saláris, da má frmaçã d prfessr, da falta de verbas, entre tantas utras explicações que sens cmum reprduz, mas estas sã smente algumas questões de um prblema mair. Pdems afirmar que em nenhum mment a educaçã fi uma priridade as gverns brasileirs e que s gvernantes querem que pv aceite a situaçã precária da educaçã cm uma fatalidade, nã percebend a anmia que se instala na sciedade a partir de padrões e valres distrcids. A questã ds baixs saláris ds prfessres é um tema de fundamental imprtância. A baixa aut-estima e a desvalrizaçã d fici d prfessr na sciedade refletem diretamente nas psturas dentr da escla.

3 Analisand ctidian esclar na escla Liceu Vila Velha, instituiçã a qual fazems parte de um prgrama de Iniciaçã a dcência, desenvlvend atividades tant de pesquisa quant de ensin, perceb que s prfessres encntram-se dentr de uma realidade geral de abandn as suas necessidades, cm um bm salári e s aluns diante a uma vivência em lcalidades periféricas, em que sã acmetids de vilência e drgas e até mesm participantes dessa prática. Levam para sala de aula tda uma estrutura, u melhr, a falta dela, que sã transferids para essa relaçã. Mesm este send um fatr n qual se deva cnsiderar, faz-se necessári entender que a escla deve estar apta a melhrar a scializaçã ds indivídus que a cmpõem, esta escla, assim cm s prfissinais que dela fazem parte nã devem ficar alheis a realidade vivida, mas perceber papel que cada um exerce. Cnclusões: Esta pesquisa teve cm principal mtivaçã a relaçã prfessr-alun e seus cnflits. Vims que para que esta relaçã se trne pssível de maneira nã autritária é necessári que a sciedade faça seu papel. Papel este que é de fiscalizar a pratica dcente d prfessr de seus filhs ind a reuniões de pais na escla, e também, a visita de pais de aluns a escla peridicamente para saber que esta acntecend. Cm iss, também e necessári que gvern, de uma frma geral, cumpra seu papel administrativ e passe a investir mais n ensin seja ele superir, médi u fundamental, pis é necessári que prfessr receba td aparat para que um ensin de qualidade se trne pssível para a escla, principalmente, para a escla pública. A escla entre tantas utras funções é uma frmadra de cidadãs. Para que esta funçã seja cumprida, de maneira crreta, é necessári que se invista nela e que s váris prblemas que ensin públic sfre cnsigam ser sanads, pis este tem rigens históricas e estruturais. É necessári que gvern deixe a sciedade adquirir cnsciência critica e que acabe cm a alienaçã trazida pels meis midiátics e pela idelgia dminante.

4 Referencias Bibligráficas: BOURDIEU, Pierre. A Reprduçã: elements para uma teria d sistema de ensin, Lisba: Editrial Vega, O Pder Simbólic, Ri de Janeir, Bertrand Brasil, DURKHEIM, Emile. Regras d Métd Scilógic, Sã Paul: Ática, FREIRE, Paul. Med e usadia: ctidian d prfessr. 7. ed. Ri de Janeir: Paz e Terra, Educaçã cm prática da liberdade. Ri de Janeir: Editra Paz e Terra, Pedaggia d primid. Ri de Janeir: Editra Paz e Terra, Pedaggia da esperança. Sã Paul: Editra Paz e Terra, FOUCAULT, Michel. Um diálg sbre s prazeres d sex. Lady, 2005.

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