18 de novembro de 2014

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1 Reunião Pública sobre o 3T14 e estratégia de crescimento A registrou no 3T14 um lucro líquido de R$ 2,7 milhões, 82% abaixo do lucro do 3T13, sensibilizado pelo crescimento de 17% da receita líquida, pela redução do lucro bruto e EBITDA dado o incremento das despesas de vendas. No acumulado dos 9M14 o lucro líquido caiu 46% totalizando R$ 52,9 milhões. Porém, do ponto de vista operacional os ganhos já começam a aparecer. O EBITDA ajustado, na mesma base de comparação, cresceu 65% totalizando R$ 60,5 milhões com margem de 19,3% (+5,6pp). Com base no incremento de 22% da área plantada no atual ano safra ante o anterior, os volumes faturados cresceram 23,3% no trimestre e 22,4% no acumulado de nove meses, corroborando com esta melhora. A empresa vem buscando um equilíbrio entre crescimento, fluxo de caixa livre e distribuição de dividendos. Ressalte-se que o 4T14 e o ano de 2015 devem registrar melhora de rentabilidade. Com base nos resultados, na perspectiva de crescimento de lucro, e no desempenho do papel, abaixo do Ibovespa, alteramos nossa recomendação de MANUTENÇÃO para COMPRA e estamos mantendo nosso preço justo de R$ 22,90/ação para dezembro de 2015, que embute um potencial de apreciação de 48,7%. 3T13 2T14 3T14 var var 9M13 9M14 var Principais indicadores - R$ milhões 3m 12m Receita Líquida 268,7 395,6 314,2-20,6% 16,9% 842, ,6 25,8% Lucro Bruto 55,9 52,4 53,3 1,6% -4,6% 224,8 222,2-1,2% margem bruta 20,8% 13,3% 17,0% 3,7 pp -3,8 pp 26,7% 21,0% -5,7 pp Ebitda 65,0 57,4 46,2-19,5% -29,0% 235,5 207,2-12,0% margem ebitda 24,2% 14,5% 14,7% 0,2 pp -9,5 pp 27,9% 19,5% -8,4 pp Ebitda Ajustado* 36,7 88,1 60,5-31,3% 64,9% 159,0 226,6 42,5% margem ebitda aj. 13,7% 22,3% 19,3% -3,0 pp 5,6 pp 18,9% 21,4% 2,5 pp Resultado Fin. Líquido -8,1-19,2-19,0-0,8% 134,9% -14,9-59,7 300,0% margem fin. -3,0% -4,8% -6,1% -1,2 pp -3,0 pp -1,8% -5,6% -3,9 pp Lucro Líquido 15,2 6,1 2,7-55,4% -82,2% 98,3 52,9-46,2% margem líquida 5,7% 1,5% 0,9% -0,7 pp -4,8 pp 11,7% 5,0% -6,7 pp Patrimônio Líquido ,4% 2,0% ,0% Dívida líquida ,4% 31,6% ,6% Dív. Líq/Ebitda aj.(x) 3,2 3,3 3,3 3,2 3,3 Dív. Líq/PL (x) 0,4 0,4 0,5 0,4 0,5 Fonte: /Planner Corretora.; Ebitda ajustado* por ativos biológicos que não apresentam efeito caixa. Principais aspectos abordados na reunião pública com analistas e investidores Victor Luiz de Figueiredo Martins, CNPI* Disclosure e certificação do analista estão localizados na última página deste relatório. Código SLCE3 Recomendação COMPRA Cotação atual (R$) R$ /ação 15,40 Preço justo R$ /ação 22,90 Potencial % 48,7 Var. 52 sem. (Min/Max) Dados da Ação R$ /ação Total de ações milhões 97,3 Ações Ordinárias % 100,0 Free Float % 49,0 Vol. Méd, diário (1 mês) R$ milhões 1,47 Valor de Mercado R$ milhões Desempenho da Ação Dia Ano 52 Sem. SLCE3-0,5% -23,0% -24,4% Ibovespa -1,0% -0,5% -4,1% Cotação de 17/11/ ,09-21,25 Principais Múltiplos E 2015E P/L (x) 21,0 15,8 13,0 VE/EBITDA (x) 11,3 8,0 6,8 ROAE (%) 4,7 4,4 5,2 Div. Liq./EBITDA aj. (12m) (x) 3,3 3,2 2,8 Receita Líquida (R$ mm) Lucro Líq. recorr. (R$ mm) Margem EBITDA aj. (%) 19,8 21,4 22,9 Margem Líquida (%) 8,2 6,6 7,0 Payout (%) 25,0 40,0 40,0 Retorno Dividendo (%) 1,3 2,5 3,1 Cotação/VPA (x) 1,0 0,7 0,7 Fonte: Economática. Projeções: Planner Corretora. Receita Líquida e EBITDA esperado para 2014 trazem importante crescimento. Segundo comentado na reunião a companhia deve fechar 2014 com uma receita líquida, excluso o efeito do ativo biológico, entre R$ 1,3 bilhão e R$ 1,4 bilhão, o que representaria um crescimento entre 25% e 35%, quando comparado com a receita líquida de R$ 1,035 bilhão de Nos nove primeiros meses de 2014 a receita líquida, excluído o efeito do ativo biológico, totalizou R$ 920 milhões. Como consequência do crescimento de receita e comportamento dos custos, sua geração operacional de caixa medida pelo EBITDA ajustado tende a ficar no intervalo entre R$ 330 milhões e R$ 340 milhões, acima dos R$ 234 milhões de Figura 1: Desempenho da ação em 12M SLCE3 IBOV Fonte: Economatica. Página 1

2 Lucro líquido do 3T14 reflete efeito do ativo biológico. A SLC registrou no 3T14 um lucro líquido de R$ 2,7 milhões, 82% abaixo de igual trimestre de 2013, reflexo também do cálculo do ativo biológico, realizado a preços de mercado, antes da colheita. Os baixos preços das commodities marcaram o resultado, que serão compensados quando da venda dos produtos a preços maiores e posterior reconhecimento. Outros destaques do resultado do 3t14. O EBITDA ajustado somou R$ 60,5 milhões, 65% superior ao 3T13. A margem EBITDA ajustada, medida contra a receita líquida por sua vez, elevou-se de 13,7% no 3T13 para 19,3% neste trimestre. A receita líquida cresceu 17% para R$ 314,2 milhões, acumulando R$ 1,06 bilhão nos 9M14, um crescimento de 26% entre os períodos. Segundo a companhia, assim como ocorreu no 2T14, o Ativo Biológico apropriado à receita líquida na cultura do algodão apresentou queda de 63,5% no 3T14 frente o 3T13 para R$ 15,9 milhões, principalmente em função da redução nos preços do algodão em pluma e caroço de algodão entre os períodos. Porém nesse caso os preços travados para o ano estão significativamente acima dos preços correntes de mercado, com média de US /lb 85,80, e desta maneira, à medida que o produto for faturado ao longo dos próximos meses, será reconhecido o resultado com os preços de hedge, impactando positivamente os resultados. Estratégia de crescimento e ganhos de eficiência. Passam necessariamente pelo crescimento de área plantada, através do seu banco de terras com 31 mil hectares, sua LandCo com 56 mil hectares e do crescimento através de parcerias das Joint Ventures com o Grupo Dois Vales e a Mitsui Co. A companhia trabalha com um mix de áreas próprias e de terceiros na proporção de 50% cada, como forma de redução de custo e aumento de produtividade. Isso tudo aliado aos ganhos de eficiência via redução de custos com o uso de tecnologia avançada, o aumento de área de 2ª safra, e a diversificação através de novas culturas do girassol, por exemplo. Forte desempenho operacional com alta produtividade. A SLC detém excelente produtividade nas suas culturas. Tomando por base a média dos últimos 5 anos, compreendendo os anos safra 2009/10 a 2013/14, a produtividade da cultura de algodão é de Kg/ha (na melhor fazenda da SLC), Kg/ha (SLC 1ª safra), Kg/ha (SLC 2ª safra) frente Kg/ha de média nacional. O competidor mais próximo é a China com Kg/ha seguido dos EUA com 916 Kg/hectare. Na cultura da soja, mais uma vez, destaque para a melhor fazenda da SLC com Kg/ha, e Kg/ha na, frente KG/ha de média nacional. Destaque para os EUA com Kg/ha, seguido da Argentina com KG/hectare. Em milho os números são: Kg/ha (na melhor fazenda da SLC), Kg/ha (SLC 1ª safra), Kg/ha (SLC 2ª safra) frente Kg/ha de média nacional. Destaque para os EUA com Kg/ha. Hedge. O nível de hedge para o próximo ano, com 70,2% da soja já travada a 11,83 US$/bushel (acima do patamar atual entre US$ 10,20 e US$ 10,40); e 43,4% do algodão travado a 77,1 US /lb (via a vis o preço atual de 60 centavos em NY), ambos, portanto, em nível superior aos patamares atuais de preços, e que deverão proporcionar resultados dentro do intervalo histórico mesmo para 2015, considerado um ano difícil para o setor agrícola. Ressalte-se que todos os insumos para a safra 2014/15 já foram adquiridos a preços competitivos (notadamente os fertilizantes), o que demonstra a perspectiva de melhores resultados, já que os custos da companhia não apresentarão elevação expressiva de custos em Real, apesar da desvalorização cambial. Página 2

3 Área plantada para o próximo ano. A SLC divulgou uma expectativa inicial de área plantada para o exercício 2014/15, sendo de mil hectares, com crescimento de 5,9% ante 2013/14. Em termos de custos de produção, espera um leve avanço, de 1,8% na média entre as culturas, uma vez que a desvalorização do Real frente ao dólar e a inflação entre os períodos foram significativamente compensadas pela redução nas aquisições em dólar dos insumos. Área plantada safra 2014/15 por cultura e por fazenda Área plantada Previsto (1) Participação % Var 2013/ / /15 % Mix de culturas Algodão ,1 5,3 algodão 1ª safra ,0 3,2 algodão 2ª safra ,1 18,4 Soja ,3 12,8 Milho ,6-23,9 milho 1ª safra ,4-63,5 milho 2ª safra ,3-9,4 Outras culturas (2) ,0 25,8 Área Total ,0 5,9 (1) Fatores climáticos podem afetar projeções de área plantada; (2) Café, trigo, girassol, sorgo, milho semente e cana de açúcar; Fonte: /Planner Corretora. Áreas Safra 2014/15 (ha) SLC Sob Total Própria (1) Arrendada Sociedades Fazenda Estado LandCo (2) Controle Plantada (3) ha Plamplona GO Planalto MS Planorte MT Paiaguás MT Parnaíba MA Planeste MA Panorama BA Piratini BA Plamares BA Parnaguá PI Paineira PI Parceiro PI Pioneira(4) MT Paladino(5) BA Perdizes(5) MT Total (1) Área própria, inclui Reserva Legal. (2)Atualmente a possui 81,23% da LandCo, e o fundo Valliance;18,77%. (3)Incluindo segunda safra, Fatores climáticos poderão afetar a prjeção de área plantada; (4) Fazenda Pioneira faz parte da operação conjunta com o Grupo Dois Vales; (5)Fazenda Perdizes e Fazenda Paladino fazem parte da operação conjunta com a Matsui na SLC-Mit; Fonte: /Planner Corretora. Custos para a próxima safra se mantêm conservadores e abaixo da inflação. O custo por hectare da soja na safra 2014/15 (em fase de plantio) ficou em R$ 2.025, 2% acima da safra 2013/14. Para o milho, na primeira safra, os custos cresceram 0,5% para R$ por hectare, e na segunda safra, em +0,9% para R$ No caso do algodão de primeira safra, a alta foi de 2,2%, para R$ por hectare, enquanto para a segunda safra houve queda de 1,8%, para R$ Página 3

4 4.292 por hectare. Ressalte-se que na cultura do algodão a SLC há 4 anos iniciou a venda direta para fiações na Ásia (e que hoje representam 40% do total das vendas), o que ajudou a elevar entre 7% e 8% o faturamento nesta cultura. Como o algodão representa aproximadamente 50% do faturamento, o efeito desta venda direta proporciona um aumento em torno de 3,5% a 4%. Dívida Líquida frente o EBITDA se manteve abaixo de 3,5 vezes. A relação dívida líquida/ebitda ajustado manteve-se estável no trimestre (em 3,3x), dado que o incremento de 32% no endividamento líquido foi compensando pela melhora na geração de caixa de 12 meses. A tendência é de desalavancagem considerando a perspectiva de crescimento dos seus resultados e geração operacional de caixa. Portfólio de terras da companhia registra forte valorização. O portfólio de fazendas registrou importante apreciação de 17,4% em base de 12 meses, para R$ 3,19 bilhões (em 31/jul/14), correspondente a R$ ,20/ha. Tomando por base o período entre 2007 e 2014, o CAGR de crescimento soma 24% ao ano sendo de 13% ao ano, no critério mesmas fazendas. E o potencial de alta permanece se considerarmos a defasagem de preço da terra com nossos vizinhos argentinos e norte americanos. Valor Líquido dos Ativos (NAV). Ao final dos 9M14 a detinha ativos de R$ 4,99 bilhões, compreendendo suas fazendas incluso infraestrutura, contas a receber exceto derivativos, estoques e ativos biológicos e caixa. Quando deduzidos R$ 1,5 bilhão de fornecedores, dívida financeira e as relativas à compra de terras, resulta num valor líquido dos ativos de R$ 3,29 bilhões correspondentes a um valor de R$ 35,30/ação bem acima do preço de R$ 15,40/ação de fechamento de ontem. Um valor que segue como parâmetro de longo prazo já que grande parte corresponde ao valor das terras. De acordo com a avaliação independente da consultoria Deloitte, na data-base de 31 de julho a companhia tinha um valor de R$ 3,19 bilhões em terras (+17,4% em relação a 2013), quando ajustado por eventuais variações na área avaliada. Visão Geral da empresa. A é uma das maiores proprietárias de terras do Brasil e uma das maiores produtoras agrícolas brasileiras em termos de área cultivada de algodão, soja e milho. Possui 60 anos de experiência, com 318 mil hectares de terras próprias, desenvolvendo áreas e culturas com alta produtividade agrícola, com expectativa de plantio na Safra 2014/15 de hectares nas 15 fazendas, correspondente a um crescimento de mais de 50% nos últimos três anos. O modelo de negócio da companhia compreende: (i) operação agrícola em terras próprias envolvendo o plantio agrícola e a apreciação da terra; (ii) operação agrícola em terras arrendadas, através de parcerias de Joint Ventures (JV) e agricultura com baixo investimento; e (iii) aquisição de terras brutas para transformação e venda, que inclui desde a agricultura, os ganhos com a transformação da terra em adição a apreciação da terra. Estrutura de Controle da companhia. A SLC agrícola é controlada pelo Grupo SLC com 51% do capital total, sendo os restantes 49% na mão dos acionistas minoritários (free float). Dentre os minoritários, destaque para o Deutsche Bank S.A. com 6,9% do capital total e o Credit Suisse Hedging Griffo Asset Management S.A. com 5,9% do capital. A controla ainda com 50% de participação a SLC-Roncador Fazenda Pioneira, uma JV com o Grupo Dois Vales; 81,3% da SLC LandCo e 50,1% da SLC-MIT Fazenda Paladino, uma JV com a MItsui Co. Página 4

5 Parâmetros do Rating da Ação Nossos parâmetros de rating levam em consideração o potencial de valorização da ação, do mercado, aqui refletido pelo Índice Bovespa, e um prêmio, adotado neste caso como a taxa de juro real no Brasil, e se necessário ponderação do analista. Dessa forma teremos: Compra: Quando a expectativa do analista para a valorização da ação for superior ao potencial de valorização do Índice Bovespa, mais o prêmio. Neutro: Quando a expectativa do analista para a valorização da ação for em linha com o potencial de valorização do Índice Bovespa, mais o prêmio. Venda: Quando a expectativa do analista para a valorização da ação for inferior ao potencial de valorização do Índice Bovespa, mais o prêmio. EQUIPE Mario Roberto Mariante, CNPI* Cristiano de Barros Caris Luiz Francisco Caetano, CNPI Victor Luiz de Figueiredo Martins, CNPI Ricardo Tadeu Martins, CNPI DISCLAIMER Este relatório foi preparado pela Planner Corretora e está sendo fornecido exclusivamente com o objetivo de informar. As informações, opiniões, estimativas e projeções referem-se à data presente e estão sujeitas à mudanças como resultado de alterações nas condições de mercado, sem aviso prévio. As informações utilizadas neste relatório foram obtidas das companhias analisadas e de fontes públicas, que acreditamos confiáveis e de boa fé. Contudo, não foram independentemente conferidas e nenhuma garantia, expressa ou implícita, é dada sobre sua exatidão. Nenhuma parte deste relatório pode ser copiada ou redistribuída sem prévio consentimento da Planner Corretora de Valores. (*) Conforme o artigo 16, parágrafo único, da ICVM 483, declaro ser inteiramente responsável pelas informações e afirmações contidas neste relatório de análise. Declaração do(s) analista(s) de valores mobiliários (de investimento), nos termos do art. 17 da ICVM 483 O(s) analista(s) de valores mobiliários (de investimento) envolvido(s) na elaboração deste relatório declara(m) que as recomendações contidas neste refletem exclusivamente sua(s) opinião(ões) pessoal(is) sobre a companhia e seus valores mobiliários e foram elaboradas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à Planner Corretora e demais empresas do Grupo. Declaração do empregador do analista, nos termos do art. 18 da ICVM 483 A Planner Corretora e demais empresas do Grupo declaram que podem ser remuneradas por serviços prestados à(s) companhia(s) analisada(s) neste relatório. Página 5

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