Alta do dólar eleva preços, atrasa aquisições de insumos e reduz poder de compra

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Alta do dólar eleva preços, atrasa aquisições de insumos e reduz poder de compra"

Transcrição

1 Ano 8 Edição 15 - Setembro de 2015 Alta do dólar eleva preços, atrasa aquisições de insumos e reduz poder de compra A forte valorização do dólar frente ao Real no decorrer deste ano apenas no período de maio a julho deste ano a alta chega a 40,6% em relação ao mesmo período de 2014 elevou os preços internos dos fertilizantes e defensivos agrícolas, piorando substancialmente o poder de compra dos sojicultores brasileiros. Para agravar o cenário, os valores da oleaginosa, considerando-se a média das regiões acompanhadas pelo Projeto Campo Futuro (CNA em parceria com o Cepea/ESALQ/USP) acumulam leve queda na mesma comparação. Esse quadro pressionou o poder de compra dos produtores de soja para a safra 2015/2016 frente ao observado na temporada 2014/2015. Além disso, a elevação da taxa de juros Selic, de 11% a.a. para 14,25% a.a., a restrição de crédito e o atraso na liberação dos recursos de précusteio também são fatores que dificultam a compra dos insumos pelos produtores, que acabaram postergando as aquisições. Assim, até julho, em média, 70% dos fertilizantes para a safra 2015/2016 haviam sido vendidos no Cerrado (MT, GO, BA, MA, MG e MS), 10 pontos percentuais a menos que no mesmo período do ano passado. No Sul (PR e RS), o cenário também é de atraso, de 12 pontos percentuais abaixo do verificado na mesma época da safra anterior, ou seja, para a safra 2015/2016, 58% dos fertilizantes já haviam sido vendidos até julho/15. No caso dos fosfatados, para o produtor do Cerrado (MT, GO, BA, MA, MG e MS) adquirir uma tonelada de monoamônio fosfato (MAP), entre maio e julho deste ano, foram necessárias 33,63 sacas de soja, enquanto no mesmo período do ano passado foram 26,62 sacas de soja na mesma troca, aumento de 7,17 sacas. No Sul do Brasil, o quadro é mais grave. Entre maio e julho de 2015, na compra de uma tonelada de MAP, os produtores precisaram de 33,38 sacas de soja. Na mesma época em 2014, foram necessárias 9,72 sacas de soja a menos, ou seja, 23,66 sacas da oleaginosa. Regionalmente, no Cerrado, Campo Novo do Parecis (MT) foi a que registrou o pior dos quadros para o produtor. De maio e julho de 2015, sojicultores precisaram de 38,58 sacas do grão na compra de uma tonelada de MAP. Quanto ao Sul, a região de Ponta Grossa (PR) se destaca, já que produtores desembolsaram 35,82 sacas na média do período para a compra do mesmo insumo. Para os adubos potássicos, no caso do cloreto de potássio (KCL), a intensidade da perda do poder de compra foi menor na mesma comparação. Na média de maio a julho de 2015, no Cerrado brasileiro, 26 sacas de soja foram necessárias na aquisição de uma tonelada de KCL. No mesmo período de 2014, com apenas 20,34 sacas de soja o produtor conseguiria adquirir uma tonelada do produto. Vale lembrar que o KCL é um dos produtos mais utilizados na adubação das áreas do Cerrado. Em relação ao Sul, na média de maio a julho deste ano, 24,21 sacas de soja compraram uma tonelada de KCL, enquanto no mesmo período do ano passado foram necessárias 18,05 sacas de soja. Para os adubos nitrogenados, mesmo com a pouca utilização nas lavouras de soja, o poder de compra do produtor também está menor na safra 2015/2016. No Sul, onde é mais tradicional o cultivo de milho na primeira safra, caso o produtor tenha optado por comprar uma tonelada de ureia entre maio e julho de 2015 trocando por sacas de soja, ele precisou desembolsar 23,59 sacas para a troca, quase 5 sacas a mais que no mesmo período de 2014, quando a relação de troca era de 18,64 sacas. No Cerrado, o poder de compra de produtores frente ao fertilizante nitrogenado também caiu; foram necessárias 25,45 sacas de soja neste ano, 5 sacas a mais que no mesmo período do ano passado. Figura 1. Média da relação de troca de soja pelos fertilizantes (MAP, KCL e Ureia) em maio, junho e julho de 2014 e 2015 (R$/saca de soja) no Cerrado Brasileiro (MT, GO, BA, MA, MG e MS) e no Sul do Brasil (PR e RS). Fonte: Cepea/CNA (2015).

2 Ano 8 Edição 15 - Setembro de Chuva prejudica o andamento da colheita de milho e o plantio de trigo no Sul. No Cerrado, clima é favorável As principais regiões produtoras de milho segunda safra no Brasil sofreram influências distintas do fenômeno climático El Niño. No Sul, o excesso de chuvas prejudicou a finalização da colheita do milho, além de atrapalhar o desenvolvimento de outras lavouras de inverno, como o trigo. Já no Centro- Oeste brasileiro, as precipitações se estenderam até maio, garantindo bom potencial produtivo ao cereal do Cerrado. A colheita de milho safrinha andou em ritmo lento em meados de junho e julho em todo o estado do Paraná. Porém, com a paralização das chuvas, as atividades voltaram ao normal e a colheita avançou em 80% das áreas, com rendimento médio de 110 sacas/ha. As últimas áreas colhidas tiveram problemas pontuais em relação à qualidade dos grãos, devido ao excesso de umidade. Na região Norte, mais de 50% das áreas foram colhidas até a segunda quinzena de agosto, e a expectativa de produtividade gira em torno de 100 sacas/ha. Quanto aos tratos culturais, de acordo com agentes de mercado, foram feitas quatro aplicações de inseticidas, duas específicas para percevejo, além de uma de fungicida, em média. Na região de Dourados (MS), por sua proximidade com o Sul do País, o cenário foi semelhante ao do Paraná. O excesso de umidade atrasou o andamento da colheita do cereal e há relatos de problemas pontuais com relação à qualidade dos grãos, porém a produtividade deve ficar acima das 100 sacas/ha. De acordo com agentes consultados, o volume de água no início de julho ultrapassou 80 mm, ficando acima do esperado para o período. Ainda segundo os produtores consultados, foram feitas cinco aplicações de inseticida e duas de fungicida nas lavouras sulmato-grossenses. No Cerrado, a colheita deverá ser finalizada nos próximos dias com um recorde de produtividade devido às condições climáticas ideais para o desenvolvimento das lavouras de milho. As chuvas se estenderam até junho, favorecendo assim a qualidade e produtividade do cereal. Na região do Médio-Norte do Mato Grosso, a colheita está praticamente finalizada com o rendimento em torno de 107 sacas/ha. Na região Sudeste do mesmo estado, a colheita atinge 95% das áreas e a produtividade média é de 108 sacas/ ha. Em ambas as praças, em média, os produtores realizaram três aplicações de inseticida e uma de fungicida. Já para o trigo, o excesso de umidade atrasou a finalização do plantio no Paraná e Rio Grande do Sul, assim como prejudicou a aplicação de fertilizantes e defensivos no momento ideal. Além disso, a baixa remuneração do trigo e os elevados custos de produção fizeram com que produtores reduzissem a área cultivada do cereal. No Paraná, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e Abastecimento (Seab), a queda de área de trigo foi de 5% na comparação com a safra passada. Em Ponta Grossa (PR), o plantio e as aplicações de fertilizantes e defensivos também foram afetados. Nessa região, produtores relataram alta incidência de brusone e giberela. Além disso, na tentativa de baratear os custos, muitos triticultores adiaram a compra de alguns insumos, o que também afetou a sanidade das lavouras. Entretanto, produtores esperam daqui para frente uma melhora no panorama geral, já que o clima tende a se estabilizar. Na região de Passo Fundo (RS), a área de trigo foi praticamente toda plantada até o final de julho, apesar do leve atraso ocasionado pelas chuvas. Os triticultores estavam preocupados com a maior incidência de doenças fúngicas, já que as aplicações de defensivos também foram adiadas em função do clima instável. A produtividade esperada é de 55 a 60 sacas de 60 kg/ha, dentro do esperado inicialmente. Colheita do algodão passa da metade no Brasil e produtividade preocupa A colheita do algodão nas principais regiões produtoras segue normalmente e as produtividades se mantêm dentro das expectativas iniciais mesmo com as intempéries ocorridas durante o desenvolvimento das lavouras. Segundo agentes consultados, as primeiras áreas colhidas apresentaram produtividade abaixo das médias históricas regionais, porém, à medida que a safra avançou, o rendimento tem melhorado, podendo superar 300 arrobas/hectare. A região Sudeste de Mato Grosso teve as lavouras de algodão safra afetadas pelas chuvas tardias e pelo ataque de pulgão (Aphis gossypii). Porém, até a primeira quinzena de agosto, aproximadamente 70% do algodão da região já havia sido colhido, com rendimento de pluma próximo dos 40% e produtividade média de de algodão em caroço por hectare. Para parte dos agentes, as chuvas fora de época comprometeram pontualmente a qualidade da pluma das áreas de algodão safra, em contrapartida, favoreceu o desenvolvimento do algodão safrinha que deve obter produtividades acima das expectativas iniciais. Na região do Médio-Norte (MT), 55% da área plantada já havia sido colhida até o fim de julho. Segundo agentes consultados, a produtividade média está similar à temporada passada ha). Também é esperada para a região rendimento da pluma de 40%. Para as duas praças de Mato Grosso, os cotonicultores apontam que a destruição de soqueira já está bem adiantada e deve ser finalizada dentro do prazo para o vazio sanitário. Em Luís Eduardo Magalhães (BA), a produtividade inicial foi apontada pelos agentes consultados em cerca de hectare, considerada insatisfatória. Esse cenário é resultado do frio inesperado

3 Ano 8 Edição 15 - Setembro de aliado a ventos fortes que contribuíram para a estagnação da abertura das maçãs. As chuvas que se estenderam até meados de maio contribuíram para este cenário. Dessa forma, produtores da região esperam quebra de até 20% em relação às expectativas iniciais. Além disso, houve expressiva incidência de bicudo (Anthonomus grandis), o que aumentou consideravelmente os custos de produção e prejudicou a rentabilidade desta safra. As lavouras mais tardias indicam produtividade melhores, sendo que em alguns casos a produtividade é superior a Até a primeira quinzena de agosto, a colheita atingiu 60% da área e a produtividade média foi de Na temporada 2014/2015, o custo médio operacional estimado pelo Campo Futuro para as propriedades de Luís Eduardo Magalhães deve chegar a R$ 6.579,14/ha. Com base na produtividade de e no rendimento de pluma de 41%, a produção estimada seria de kg de pluma. Considerando-se o valor médio de venda em julho, de R$2,2090/ lb, a receita seria de R$5.936,06/ha, o que geraria uma margem negativa de 9,8%. Com base no cenário de altos custos de produção, somado à baixa produtividade, produtores indicam que pode ocorrer uma redução nas expectativas de área plantada de algodão para a próxima safra em Luís Eduardo Magalhães. Baixa rentabilidade do milho pode reduzir novamente a área com o cereal Para a temporada 2015/2016, com a tomada de decisão de plantio bem encaminhada, agentes de mercado e produtores já sinalizam para uma redução ainda maior da área plantada com milho verão, se comparada aos anos anteriores. O cereal cultivado no verão tem reduzido sua representatividade em relação à soja devido aos altos custos de produção, assim como os baixos preços ofertados pelo cereal. No Paraná, maior estado produtor do cereal na primeira temporada, a safra 2015/2016 de milho verão deve ser ainda menor que a anterior, que já foi 18% inferior à safra 2013/2014, segundo dados do Deral/Seab. Agricultores de duas importantes regiões produtoras do Paraná, Guarapuava e Castro, já sinalizam para uma redução significativa da área de milho verão para a safra 2015/2016. Segundo os produtores consultados, habitualmente se plantava ao menos 30% da área com o milho verão, como parte integrante da rotação de culturas. Porém, para a próxima temporada a área cultivada deve cair para 20%, com a restante destinada à soja. Sendo assim, pode-se destacar que apenas os produtores que investem em alta tecnologia, buscando obter produtividades acima da média, devem manter o sistema de rotação de cultura tradicional. Em relação à rentabilidade, comparando-se os custos operacionais estimados para os primeiros meses de 2015, quando grande parte dos produtores se programa para a compra dos insumos e para o cultivo da safra seguinte, tanto em Guarapuava quanto em Castro, a rentabilidade seria negativa para o milho e positiva para a soja (Tabela 1). Em Guarapuava, a Receita Liquida Total (RLT) média, que leva em conta a receita bruta e os custos totais (despesas, depreciações e juros de capital investido) da soja ficou positiva em R$ 720,00/ha, enquanto para o milho verão, a RLT foi negativa em R$658,00/ha. Em Castro, o quadro é semelhante, porém com margens mais apertadas. Para o produtor saldar o custo total do milho, faltariam em média R$ 1.347,00/ha, enquanto que na soja a receita sobre o custo total é positiva em R$ 118,00/ha. Esses dados foram coletados no Paraná em julho/2015, para a safra 2015/2016, para o Projeto Campo Futuro, feito pelo Cepea em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil). Em outras regiões brasileiras tradicionais produtoras de milho verão, como o Triângulo Mineiro, o cenário também indica queda de área de milho verão em relação à soja para a safra 2015/2016. Quando avaliados os custos totais de produção e comparados com a receita bruta das atividades, a margem do milho primeira safra também é negativa na média do primeiro semestre de 2015 (- R$ 103,60/ha), enquanto para a soja a margem foi positiva em R$ 513,20/ha. Guarapuava Castro Uberaba Soja Milho 1ª Safra Soja Milho 1ª Safra Soja Milho 1ª Safra RB R$ 3.517,74 R$ 3.977,71 R$ 3.673,37 R$ 3.688,38 R$ 3.218,22 R$ 3.310,52 CT R$ 2.797,15 R$ 4.636,11 R$ 3.555,34 R$ 5.036,22 R$ 2.704,97 R$ 3.414,14 RLT R$ 720,59 R$ 658,41 R$ 118,03 -R$ 1.347,83 R$ 513,25 -R$ 103,62 Fonte: Cepea (2015). Tabela 1. Receita Bruta, Custo Total e Receita Liquida Total média por hectare (janeiro/15 até julho/15) da soja e do milho verão em Guarapuava (PR), Castro (PR) e Uberaba (MG).

4 Ano 8 Edição 15 - Setembro de Figura 2. Receita Bruta Total por hectare da soja e do milho verão em Guarapuava (PR) de janeiro/15 até julho/15. Fonte: Cepea (2015). Figura 3. Receita Bruta Total por hectare da soja e do milho verão em Castro (PR) de janeiro/15 até julho/15. Fonte: Cepea (2015).

5 Ano 8 Edição 15 - Setembro de Figura 4. Receita Bruta Total por hectare da soja e do milho verão em Uberaba (MG) de janeiro/15 até julho/15. Fonte: Cepea (2015). Boletim Ativos de Cereais, Fibras e Oleaginosas é um boletim trimestral elaborado pela Superintendência Técnica da CNA e Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada - Cepea/Esalq - da Universidade de São Paulo. Reprodução permitida desde que citada a fonte. CONFEDERAÇÃO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DO BRASIL SGAN - Quadra Módulo K - Brasília/DF (61)

ALGODÃO 2ª SAFRA NA SAFRA 14/15 DEZEMBRO - ANO 6 - EDIÇÃO 67

ALGODÃO 2ª SAFRA NA SAFRA 14/15 DEZEMBRO - ANO 6 - EDIÇÃO 67 ALGODÃO 2ª SAFRA NA SAFRA 14/15 DEZEMBRO - ANO 6 - EDIÇÃO 67 A decisão sobre o plantio do algodão segunda safra a esta altura já foi tomada. Seu Custo Operacional (CO) é estimado pelo Cepea em R$ 5.614,63/ha

Leia mais

REGIONAL CENTRO-OESTE

REGIONAL CENTRO-OESTE REGIONAL CENTRO-OESTE SOJA DESPONTA NO CENTRO-OESTE, REDUZINDO ÁREAS DE MILHO VERÃO E ALGODÃO A produção de soja despontou no Centro-Oeste brasileiro nesta safra verão 2012/13, ocupando áreas antes destinadas

Leia mais

CUSTO DE PRODUÇÃO DE GRÃOS EM LONDRINA-PR

CUSTO DE PRODUÇÃO DE GRÃOS EM LONDRINA-PR CUSTO DE PRODUÇÃO DE GRÃOS EM LONDRINA-PR Foi realizado no dia 12 de julho de 2012 em Londrina (PR), o painel de custos de produção de grãos. A pesquisa faz parte do Projeto Campo Futuro da Confederação

Leia mais

BOLETIM CUSTOS E PREÇOS Abril de 2014

BOLETIM CUSTOS E PREÇOS Abril de 2014 BOLETIM CUSTOS E PREÇOS Abril de 2014 Milho: Os preços no mercado brasileiro ficaram estáveis e até mesmo um pouco mais baixos em algumas praças. A incerteza dos produtores quanto à produtividade do milho

Leia mais

2.2 - SÃO PAULO, PARANÁ, ESPÍRITO SANTO, BAHIA E RONDÔNIA.

2.2 - SÃO PAULO, PARANÁ, ESPÍRITO SANTO, BAHIA E RONDÔNIA. 1 - INTRODUÇÃO No período de 01 a 14 de abril de 2007, os técnicos da CONAB e das instituições com as quais mantém parceria visitaram municípios produtores de café em Minas Gerais, Espírito Santo, São

Leia mais

Rentabilidade das propriedades de recria-engorda de MT cai em 2015

Rentabilidade das propriedades de recria-engorda de MT cai em 2015 Rentabilidade das propriedades de recria-engorda de MT cai em 2015 Por Prof. Dr. Sergio De Zen e Graziela Correr; Equipe Pecuária de Corte A rentabilidade em propriedades típicas de recria-engorda do estado

Leia mais

Tabela 01 Mundo Soja Área, produção e produtividade Safra 2009/10 a 2013/14

Tabela 01 Mundo Soja Área, produção e produtividade Safra 2009/10 a 2013/14 Soja Análise da Conjuntura Agropecuária Novembro de 2013 MUNDO A economia mundial cada vez mais globalizada tem sido o principal propulsor responsável pelo aumento da produção de soja. Com o aumento do

Leia mais

MARGENS ESTREITAS PARA O PRODUTOR DE ALGODÃO

MARGENS ESTREITAS PARA O PRODUTOR DE ALGODÃO MARGENS ESTREITAS PARA O PRODUTOR DE ALGODÃO Custos Algodão A produção de algodão no Brasil está crescendo de forma expressiva, devido à boa competitividade dessa cultura frente a outras concorrentes em

Leia mais

Janeiro de 2013 Volume 01

Janeiro de 2013 Volume 01 Janeiro de 2013 Volume 01 Janeiro de 2013 Volume 01 2 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Companhia Nacional de Abastecimento - Conab Dipai - Diretoria de Política Agrícola e Informações

Leia mais

Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária. Novembro 2015 PARANÁ

Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária. Novembro 2015 PARANÁ Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária Novembro 2015 PARANÁ A estimativa de área para a safra 2015/16 de soja é recorde no Paraná. Segundo os técnicos de campo serão semeados 5,24 milhões de hectares,

Leia mais

ISS 2316-1019 I N F O R M AT I VO Casa Rural. edição outubro 2012. Agricultura. Soja - Milho - Insumos Agrícolas

ISS 2316-1019 I N F O R M AT I VO Casa Rural. edição outubro 2012. Agricultura. Soja - Milho - Insumos Agrícolas ISS 2316-119 I N F O R M AT I VO Casa Rural edição outubro 212 Agricultura Soja - Milho - Insumos Agrícolas SOJA Comportamento dos Preços Internos de Mato Grosso do Sul (R$/SC) 75, 74, 73, 72, 71, 7, 69,

Leia mais

Responsáveis Técnicos: SILVIO ISOPO PORTO AROLDO ANTONIO DE OLIVEIRA NETO FRANCISCO OLAVO BATISTA DE SOUSA

Responsáveis Técnicos: SILVIO ISOPO PORTO AROLDO ANTONIO DE OLIVEIRA NETO FRANCISCO OLAVO BATISTA DE SOUSA Safra 2013/2014 Segundo Levantamento Agosto/2013 1 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Secretaria de Produção e Agroenergia SPAE Departamento de CanadeAçúcar e Agroenergia DCAA Companhia

Leia mais

DEPARTAMENTO DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E SOCIOLOGIA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA "LUIZ DE QUEIROZ"

DEPARTAMENTO DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E SOCIOLOGIA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ Na média, pecuarista ganha da inflação em setembro Em setembro, o custo efetivo da pecuária, pesquisado pela CNA/Cepea-USP, teve alta de apenas 0,22%, enquanto que a inflação medida pelo IGP-M alcançou

Leia mais

ALGODÃO EM MATO GROSSO AGOSTO/15

ALGODÃO EM MATO GROSSO AGOSTO/15 ALGODÃO EM MATO GROSSO AGOSTO/15 CONJUNTURA MENSAL ANO 1. Nº 4 O 12º Levantamento de Safras da Conab, divulgado em 11 de setembro de 2015, consolidou os dados sobre produção, área e produtividade de algodão

Leia mais

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado Mês de referência: AGOSTO/2011 CEPEA - SOJA I - Análise Conjuntural II - Séries Estatísticas 1. Diferenciais de preços 2. Estimativa do valor das alternativas

Leia mais

Biocombustíveis: Estudo de culturas adequadas à sua produção: um panorama da produção agrícola da cana de açúcar e da soja.

Biocombustíveis: Estudo de culturas adequadas à sua produção: um panorama da produção agrícola da cana de açúcar e da soja. Biocombustíveis: Estudo de culturas adequadas à sua produção: um panorama da produção agrícola da cana de açúcar e da soja. Maria Helena M. Rocha Lima Nilo da Silva Teixeira Introdução Quais os fatores

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE SEGURO, PROAGRO E RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS

ORIENTAÇÕES SOBRE SEGURO, PROAGRO E RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS ORIENTAÇÕES SOBRE SEGURO, PROAGRO E RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS Por: Maria Silvia C. Digiovani, engenheira agrônoma do DTE/FAEP,Tânia Moreira, economista do DTR/FAEP e Pedro Loyola, economista e Coordenador

Leia mais

Edição 40 (Março/2014)

Edição 40 (Março/2014) Edição 40 (Março/2014) Cenário Econômico: Prévia da inflação oficial acelera por alimentos e transportes (Fonte: Terra) O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) avançou 0,73% em março

Leia mais

BOLETIM ANUAL DO MERCADO DE GRÃOS: MILHO SAFRA 2008 / 2009 Maio de 2008

BOLETIM ANUAL DO MERCADO DE GRÃOS: MILHO SAFRA 2008 / 2009 Maio de 2008 BOLETIM ANUAL DO MERCADO DE GRÃOS: MILHO SAFRA 2008 / 2009 Maio de 2008 Mercado Internacional Em 2007, a produção anual de milho atingiu quase 720 milhões de tonelada (Tabela 1), quando os Estados Unidos,

Leia mais

FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO

FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO Por: Carlos Eduardo Cruz Tavares 1 São várias as cadeias produtivas que constituem o complexo agroalimentar, destacando-se entre elas,

Leia mais

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado Mês de referência: JULHO/2011 CEPEA - SOJA I - Análise Conjuntural II - Séries Estatísticas 1. Diferenciais de preços 2. Estimativa do valor das alternativas

Leia mais

ALGODÃO EM MATO GROSSO JULHO/15

ALGODÃO EM MATO GROSSO JULHO/15 ALGODÃO EM MATO GROSSO JULHO/15 CONJUNTURA MENSAL ANO 1. Nº 3 O 11º Levantamento de Grãos da Conab, divulgado em 11 de agosto de 2015, manteve suas estimativas para a safra 2014/15, de algodão em pluma

Leia mais

VALORIZAÇÃO DO BEZERRO ATRAI ATENÇÃO PARA A CRIA

VALORIZAÇÃO DO BEZERRO ATRAI ATENÇÃO PARA A CRIA Ano 6 - Edição 25 Agosto 2014 VALORIZAÇÃO DO BEZERRO ATRAI ATENÇÃO PARA A CRIA Por Prof. Dr. Sergio De Zen, Pesquisador; Equipe Pecuária de Corte As cotações praticadas em todos os elos da cadeia pecuária

Leia mais

Departamento de Ciências Administrativas, Contábeis, Econômicas e da Comunicação - UNIJUÍ

Departamento de Ciências Administrativas, Contábeis, Econômicas e da Comunicação - UNIJUÍ DACEC Departamento de Ciências Administrativas, Contábeis, Econômicas e da Comunicação - UNIJUÍ Comentários referentes ao período entre 21/06/2013 a 27/06/2013 Prof. Dr. Argemiro Luís Brum 1 Prof. Ms.

Leia mais

AGRONEGÓCIOS TENDÊNCIAS DOS MERCADOS NO BRASIL E NO MUNDO EM 2015/2016. Carlos Cogo Outubro/2015

AGRONEGÓCIOS TENDÊNCIAS DOS MERCADOS NO BRASIL E NO MUNDO EM 2015/2016. Carlos Cogo Outubro/2015 AGRONEGÓCIOS TENDÊNCIAS DOS MERCADOS NO BRASIL E NO MUNDO EM 2015/2016 Carlos Cogo Outubro/2015 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 115 110 105 100 95 90 85 80 75 70 65 60 55 CARNES: EVOLUÇÃO

Leia mais

RELATÓRIO DE MERCADO JULHO DE 2015

RELATÓRIO DE MERCADO JULHO DE 2015 RELATÓRIO DE MERCADO JULHO DE 2015 COMMODITIES AGRÍCOLAS RESUMO DOS PRINCIPAIS INDICADORES DO MERCADO DE COMMODITIES AGRÍCOLAS SUMÁRIO OFERTA 4 8 VARIAÇÕES HISTÓRICAS E FORECAST 6 DEMANDA 9 CONSIDERAÇÕES

Leia mais

PARANÁ CONTINUA SENDO O MAIOR PRODUTOR DE GRÃOS

PARANÁ CONTINUA SENDO O MAIOR PRODUTOR DE GRÃOS SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL D E R A L PARANÁ CONTINUA SENDO O MAIOR PRODUTOR DE GRÃOS 20/03/06 O levantamento de campo realizado pelo DERAL, no

Leia mais

RELATÓRIO TÈCNICO. Técnico: João Adolfo Kasper. Período de Viagem:19/06/2005 á 25/06/2005

RELATÓRIO TÈCNICO. Técnico: João Adolfo Kasper. Período de Viagem:19/06/2005 á 25/06/2005 RELATÓRIO TÈCNICO Técnico: João Adolfo Kasper Período de Viagem:19/06/2005 á 25/06/2005 Objetivo: Realizar o 5º Levantamento da Safra 2004/2005 sendo a 3ª avaliação para as culturas, Arroz Sequeiro, Milho

Leia mais

A RECUPERAÇÃO DA PRODUÇÃO DO ALGODÃO NO BRASIL. Joffre Kouri (Embrapa Algodão / joffre@cnpa.embrapa.br), Robério F. dos Santos (Embrapa Algodão)

A RECUPERAÇÃO DA PRODUÇÃO DO ALGODÃO NO BRASIL. Joffre Kouri (Embrapa Algodão / joffre@cnpa.embrapa.br), Robério F. dos Santos (Embrapa Algodão) A RECUPERAÇÃO DA PRODUÇÃO DO ALGODÃO NO BRASIL Joffre Kouri (Embrapa Algodão / joffre@cnpa.embrapa.br), Robério F. dos Santos (Embrapa Algodão) RESUMO - Graças a incentivos fiscais, ao profissionalismo

Leia mais

Avaliação econômica da produção de trigo no Estado do Paraná, para a safra 2010

Avaliação econômica da produção de trigo no Estado do Paraná, para a safra 2010 ISSN 2176-2864, Versão Eletrônica Avaliação econômica da produção de trigo no Estado do Paraná, para a safra 2010 75 As estimativas dos custos e lucros de produção de uma determinada atividade agropecuária

Leia mais

Custo de Produção da Cultura da Soja Safra 2011/2012

Custo de Produção da Cultura da Soja Safra 2011/2012 11 Custo de Produção da Cultura da Soja Safra 2011/2012 Dirceu Luiz Broch Roney Simões Pedroso 1 2 11.1. Introdução Os sistemas de produção da atividade agropecuária cada vez mais requerem um grau de conhecimento

Leia mais

Os Benefícios Econômicos da Biotecnologia Agrícola no Brasil: 1996/97 a 2010/11

Os Benefícios Econômicos da Biotecnologia Agrícola no Brasil: 1996/97 a 2010/11 Céleres Os Benefícios Econômicos da Biotecnologia Agrícola no Brasil: 199/97 a 2010/11 O CASO DO ALGODÃO GENETICAMENTE MODIFICADO O CASO DO MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO O CASO DA SOJA TOLERANTE A HERBICIDA

Leia mais

Este Informativo é uma publicação mensal, enviado para 21.625 Parceiros Rurais. Edição nº 20 - Setembro de 2015. Nesta Edição. Página 2.

Este Informativo é uma publicação mensal, enviado para 21.625 Parceiros Rurais. Edição nº 20 - Setembro de 2015. Nesta Edição. Página 2. I N F O R M A T I V O Este Informativo é uma publicação mensal, enviado para 21.625 Parceiros Rurais. Edição nº 20 - Setembro de 2015. Nesta Edição Agricultura Página 2 O Dragão está em xeque? Prezados

Leia mais

TRIGO Período de 12 a 16/10/2015

TRIGO Período de 12 a 16/10/2015 TRIGO Período de 2 a 6/0/205 Tabela I - PREÇO PAGO AO PRODUTOR (em R$/60 kg) Centro de Produção Unid. 2 meses Períodos anteriores mês (*) semana Preço Atual PR 60 kg 29,5 34,0 35,42 35,94 Semana Atual

Leia mais

XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012

XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012 XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012 Custo de Produção e Lucratividade da Cultura de Milho Sequeiro: um estudo de caso no município de Sud Mennucci, SP

Leia mais

Evolução da Produção Regional dos Principais Grãos (2010-2015)

Evolução da Produção Regional dos Principais Grãos (2010-2015) Evolução da Produção Regional dos Principais Grãos (2010-2015) Gráfico 1 Evolução da produção de grãos (Em milhões de toneladas) A produção brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas cresceu, em

Leia mais

AGRÍCOLA NO BRASIL. Prefácio. resultados do biotecnologia: Benefícios econômicos da. Considerações finais... 7 L: 1996/97 2011/12 2021/22...

AGRÍCOLA NO BRASIL. Prefácio. resultados do biotecnologia: Benefícios econômicos da. Considerações finais... 7 L: 1996/97 2011/12 2021/22... O OS BENEFÍCIOS ECONÔMICOS DA BIOTECNOLOGIA AGRÍCOLA NO BRASIL L: 1996/97 2011/12 O caso do algodão geneticamente modificado O caso do milho geneticamente modificado O caso da soja tolerante a herbicida

Leia mais

Produção de grãos na Bahia cresce 14,64%, apesar dos severos efeitos da seca no Estado

Produção de grãos na Bahia cresce 14,64%, apesar dos severos efeitos da seca no Estado AGROSSÍNTESE Produção de grãos na Bahia cresce 14,64%, apesar dos severos efeitos da seca no Estado Edilson de Oliveira Santos 1 1 Mestre em Economia, Gestor Governamental da SEAGRI; e-mail: edilsonsantos@seagri.ba.gov.br

Leia mais

150 ISSN 1679-0162 Sete Lagoas, MG Dezembro, 2007

150 ISSN 1679-0162 Sete Lagoas, MG Dezembro, 2007 150 ISSN 1679-0162 Sete Lagoas, MG Dezembro, 2007 A evolução da produção de milho no Mato Grosso: a importância da safrinha Jason de Oliveira Duarte 1 José Carlos Cruz 2 João Carlos Garcia 3 Introdução

Leia mais

Ano V - Edição 34 Agosto 2014

Ano V - Edição 34 Agosto 2014 da pecuária de leite Ano V - Edição 34 Agosto 2014 PODER DE COMPRA AUMENTA NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2014 Por Pedro de Lima, equipe Gado de Leite Cepea O poder de compra do pecuarista de leite esteve maior,

Leia mais

Soja: elevação dos preços da convencional/transgênica deve dificultar incremento da orgânica

Soja: elevação dos preços da convencional/transgênica deve dificultar incremento da orgânica Soja: elevação dos preços da convencional/transgênica deve dificultar incremento da orgânica Produção mundial deve recuar em 2007/08 Segundo o relatório de oferta e demanda divulgado pelo Usda em setembro

Leia mais

Milho Período: 11 a 15/05/2015

Milho Período: 11 a 15/05/2015 Milho Período: 11 a 15/05/2015 Câmbio: Média da semana: U$ 1,00 = R$ 3,0203 Nota: A paridade de exportação refere-se ao valor/sc desestivado sobre rodas, o que é abaixo do valor FOB Paranaguá. *Os preços

Leia mais

de inverno que viraram opção para o pecuarista da região para conseguir ter pasto na época da seca.

de inverno que viraram opção para o pecuarista da região para conseguir ter pasto na época da seca. CUSTO DE PRODUÇÃO DE BOVINOCULTURA DE CORTE EM GUARAPUAVA/PR Com a iniciativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem (SENAR) e o Centro

Leia mais

BOLETIM SEMANAL R$ 68,70 R$ 67,90 R$ 430,00 R$ 400,00

BOLETIM SEMANAL R$ 68,70 R$ 67,90 R$ 430,00 R$ 400,00 13/2 15/2 17/2 19/2 21/2 23/2 25/2 27/2 1/3 3/3 5/3 7/3 9/3 11/3 13/3 15/3 Contratos Negociados (x 1000) Cents de US$/bu Análise Estatística de Algodão Algodão PREÇOS CAEM: Assim como no cenário de âmbito

Leia mais

CONJUNTURA MENSAL JUNHO

CONJUNTURA MENSAL JUNHO SOJA - MATO GROSSO CONJUNTURA MENSAL JUNHO ANO 1 Nº2 O preço mundial da commodity apresenta movimento de alta em nível mundial, impulsionado principalmente pelas condições climáticas adversas nos Estados

Leia mais

A balança comercial do agronegócio brasileiro

A balança comercial do agronegócio brasileiro A balança comercial do agronegócio brasileiro Antonio Carlos Lima Nogueira 1 Qual é a contribuição atual dos produtos do agronegócio para o comércio exterior, tendo em vista o processo atual de deterioração

Leia mais

FUNDAÇÃO PROCON-SP CONSTATA VARIAÇÃO DA CESTA BÁSICA DE 3,10% EM ABRIL/2010

FUNDAÇÃO PROCON-SP CONSTATA VARIAÇÃO DA CESTA BÁSICA DE 3,10% EM ABRIL/2010 FUNDAÇÃO PROCON-SP CONSTATA VARIAÇÃO DA CESTA BÁSICA DE 3,10% EM ABRIL/2010 No mês de abril de 2010, o valor da cesta básica do paulistano teve alta de 3,10%, revela pesquisa diária da Fundação Procon-SP,

Leia mais

Milho - Análise da Conjuntura Agropecuária

Milho - Análise da Conjuntura Agropecuária Milho - Análise da Conjuntura Agropecuária Outubro de 2012. MUNDO O milho é o cereal mais produzido no mundo. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a produção média do

Leia mais

INDICAÇÃO N o, DE 2015

INDICAÇÃO N o, DE 2015 55ª Legislatura 1ª Sessão Legislativa Ordinária INDICAÇÃO N o, DE 2015 Sugere a criação de um programa de irrigação nas regiões afetadas por estiagens, em estados brasileiros. Agricultura, Pecuária e Abastecimento:

Leia mais

CLIPPING 06/02/2014 Acesse: www.cncafe.com.br

CLIPPING 06/02/2014 Acesse: www.cncafe.com.br CLIPPING Acesse: www.cncafe.com.br Após altas, produtor não deve exercer opção de venda de café Valor Econômico Tarso Veloso e Carine Ferreira Após a sequência de altas do café arábica na bolsa de Nova

Leia mais

Preço médio da Soja em MS Período: 06/03 á 11/03 de 2014 - Em R$ por saca de 60 kg

Preço médio da Soja em MS Período: 06/03 á 11/03 de 2014 - Em R$ por saca de 60 kg SOJA» MERCADO INTERNO Na primeira semana de março houve leve apreciação nos preços da saca de 6 Kg de soja em grãos, estes cresceram em média 1,2% em relação aos preços observados 6/mar. Mas em comparação

Leia mais

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado Mês de referência: ABRIL/2011 CEPEA - SOJA I - Análise Conjuntural II - Séries Estatísticas 1. Diferenciais de preços 2. Estimativa do valor das alternativas

Leia mais

Página Rural. Página Inicial Notícias Artigos Entrevistas Feiras e Eventos Indicadores Leilões Multimídia Publicações Reportagens.

Página Rural. Página Inicial Notícias Artigos Entrevistas Feiras e Eventos Indicadores Leilões Multimídia Publicações Reportagens. 1 de 5 31/5/2011 15:17 Página Rural Página Inicial Notícias Artigos Entrevistas Feiras e Eventos Indicadores Leilões Multimídia Publicações Reportagens Ads by Google Leilão Gado Soja Festa Safra Boa tarde!

Leia mais

Commodities Agrícolas

Commodities Agrícolas Commodities Agrícolas sexta-feira, 13 de setembro de 2013 CAFÉ CAFÉ Bolsas Venc Ajuste Máx BM&F Mín Variação Venc Ajuste ICE FUTURES Máx Mín Variação SET13 139,70 0,00 0,00-0,55 SET13 116,25 116,10 115,75-0,20

Leia mais

PIB do Agronegócio CEPEA-USP/CNA Janeiro a abril de 2008 NÚMEROS BONS E ESTÁVEIS PARA O AGRONEGÓCIO EM ABRIL

PIB do Agronegócio CEPEA-USP/CNA Janeiro a abril de 2008 NÚMEROS BONS E ESTÁVEIS PARA O AGRONEGÓCIO EM ABRIL NÚMEROS BONS E ESTÁVEIS PARA O AGRONEGÓCIO EM ABRIL O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro estimado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea),

Leia mais

IRRIGAÇÃO DO ALGODOEIRO NO CERRADO BAIANO. (ALGODÃO IRRIGADO NO CERRADO BAIANO) (ALGODÃO COM IRRIGAÇÃO COMPLEMENTAR NO CERRADO BAIANO) Pedro Brugnera*

IRRIGAÇÃO DO ALGODOEIRO NO CERRADO BAIANO. (ALGODÃO IRRIGADO NO CERRADO BAIANO) (ALGODÃO COM IRRIGAÇÃO COMPLEMENTAR NO CERRADO BAIANO) Pedro Brugnera* IRRIGAÇÃO DO ALGODOEIRO NO CERRADO BAIANO (ALGODÃO IRRIGADO NO CERRADO BAIANO) (ALGODÃO COM IRRIGAÇÃO COMPLEMENTAR NO CERRADO BAIANO) Pedro Brugnera* A história do algodão tecnificado no oeste da Bahia,

Leia mais

O que esperar do mercado de leite no Brasil e no mundo

O que esperar do mercado de leite no Brasil e no mundo O que esperar Desenvolver do do mercado de de leite no no e fortalecer Brasil e o e no agronegócio no mundo O que esperar do mercado de leite no Rafael Ribeiro de Lima Filho zootecnista Scot Consultoria

Leia mais

Tabela 1. Raiz de mandioca Área colhida e quantidade produzida - Brasil e principais estados Safras 2005/06 a 2007/08

Tabela 1. Raiz de mandioca Área colhida e quantidade produzida - Brasil e principais estados Safras 2005/06 a 2007/08 Mandioca outubro de 2008 Safra nacional 2006/07 Na safra brasileira 2006/07 foram plantados 2,425 milhões de hectares e colhidos 26,920 milhões de toneladas - representando um crescimento de 0,87% e de

Leia mais

Relatório mensal, por Núcleo Regional, referente ao desenvolvimento das lavouras de Goiás safra 2011/2012 levantamento divulgado em Abril/2012

Relatório mensal, por Núcleo Regional, referente ao desenvolvimento das lavouras de Goiás safra 2011/2012 levantamento divulgado em Abril/2012 Relatório mensal, por Núcleo Regional, referente ao desenvolvimento das lavouras de Goiás safra 2011/2012 levantamento divulgado em Abril/2012 Núcleo 1 Matrinchã, Jussara e região. Os trabalhos estão concentrados

Leia mais

DERAL-Departamento de Economia Rural A CANA-DE-AÇÚCAR E O SETOR SUCROALCOOLEIRO

DERAL-Departamento de Economia Rural A CANA-DE-AÇÚCAR E O SETOR SUCROALCOOLEIRO A CANA-DE-AÇÚCAR E O SETOR SUCROALCOOLEIRO PROGNÓSTICO 2014/15 Maio de 2014 A previsão ao setor sucroalcooleiro no Paraná é de um pequeno crescimento ao longo da safra 2014, confirmando a recuperação ocorrida

Leia mais

INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS NO CULTIVO DA CANOLA NO BRASIL E IMPACTOS NO CUSTO DE PRODUÇÃO E NA RENTABILIDADE.

INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS NO CULTIVO DA CANOLA NO BRASIL E IMPACTOS NO CUSTO DE PRODUÇÃO E NA RENTABILIDADE. INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS NO CULTIVO DA CANOLA NO BRASIL E IMPACTOS NO CUSTO DE PRODUÇÃO E NA RENTABILIDADE. Cláudia De Mori 1 ; Gilberto Omar Tomm 1 ; Paulo Ernani Peres Ferreira 1 ; Vladirene MacedoVieira

Leia mais

O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010

O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010 O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010 O IBGE realizou, em outubro, o primeiro prognóstico para

Leia mais

Rabobank Agri Focus. A competitividade do eucalipto como alternativa agropecuária. Introdução - O crescente mercado de eucalipto no Brasil

Rabobank Agri Focus. A competitividade do eucalipto como alternativa agropecuária. Introdução - O crescente mercado de eucalipto no Brasil International Araçatuba (SP) (18) 3609-8461 Ribeirão Preto (SP) (16) 3911-5092 Barreiras (BA) (77) 3612-0034 Brasília (DF) (61) 3321-3193 Agri Focus A competitividade do eucalipto como alternativa agropecuária

Leia mais

Esse incremento no consumo alimentar se deve principalmente ao processo de urbanização e o aumento da renda per capita

Esse incremento no consumo alimentar se deve principalmente ao processo de urbanização e o aumento da renda per capita Segundo estimativas da ONU, A população mundial atingirá 9,3 bilhões de habitantes em 2050; O maior crescimento populacional ocorrerá nos países em desenvolvimento, onde é esperado incremento do consumo

Leia mais

07. CEREAIS, FIBRAS E OLEAGINOSAS

07. CEREAIS, FIBRAS E OLEAGINOSAS 07. CEREAIS, FIBRAS E OLEAGINOSAS Algodão PERSPECTIVAS 2016 DESVALORIZAÇÃO DO REAL FRENTE AO DÓLAR AUMENTA OS CUSTOS DE PRODUÇÃO A PRODUÇÃO MUNDIAL DE ALGODÃO DEVE CAIR PELO QUARTO ANO CONSECUTIVO E OS

Leia mais

MANUAL DE VENDAS SEGURO COLHEITA GARANTIDA

MANUAL DE VENDAS SEGURO COLHEITA GARANTIDA MANUAL DE VENDAS SEGURO COLHEITA GARANTIDA 1 Finalidade O setor Agropecuário é, e sempre foi, fundamental para a economia Brasileira, porém está sujeito aos riscos de produção por intempéries da Natureza

Leia mais

110,0 105,0 100,0 95,0 90,0 85,0 80,0

110,0 105,0 100,0 95,0 90,0 85,0 80,0 BOI GORDO O ano de 2013 registrou preços elevados para a arroba do boi gordo, em todas as praças pecuárias acompanhadas pelo Sistema FAEB/SENAR. No acumulado do ano, foram verificadas as seguintes valorizações:

Leia mais

Preço médio da Soja em Mato Grosso do Sul Abril de 2013 - Em R$ por saca de 60 kg.

Preço médio da Soja em Mato Grosso do Sul Abril de 2013 - Em R$ por saca de 60 kg. ANÁLISE SOJA MERCADO INTERNO: Nos primeiros dez dias do mês de maio houve valorização nos preços praticados da saca de soja de 6 kg quando comparados aos preços observados em 1 de maio,,38% de aumento

Leia mais

Indicadores IBGE. Estatística da Produção Agrícola. Abril de 2012. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE

Indicadores IBGE. Estatística da Produção Agrícola. Abril de 2012. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE Indicadores IBGE Estatística da Produção Agrícola Abril de 2012 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE Presidenta da República Dilma Rousseff Ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão

Leia mais

Milho: preços elevados mesmo com super-safra norte-americana

Milho: preços elevados mesmo com super-safra norte-americana Milho: preços elevados mesmo com super-safra norte-americana Super-safra norte-americana Em seu boletim de oferta e demanda mundial de setembro o Usda reestimou para cima suas projeções para a safra 2007/08.

Leia mais

Cesta básica de Porto Alegre registra queda de 4% em junho de 2014

Cesta básica de Porto Alegre registra queda de 4% em junho de 2014 1 Cesta básica de Porto Alegre registra queda de 4% em junho de 2014 Porto Alegre, 07 de julho de 2014. NOTA À IMPRENSA Em junho de 2014, a Cesta Básica de Porto Alegre registrou queda de 4,00%, passando

Leia mais

1 Lavouras. 1.1 Produção de cereais, leguminosas e oleaginosas quinta estimativa da safra 2012, em relação à produção obtida em 2011

1 Lavouras. 1.1 Produção de cereais, leguminosas e oleaginosas quinta estimativa da safra 2012, em relação à produção obtida em 2011 1 Lavouras 1.1 Produção de cereais, leguminosas e oleaginosas quinta estimativa da safra 212, em relação à produção obtida em 211 A quinta avaliação da safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas

Leia mais

Commodities Agrícolas

Commodities Agrícolas Commodities Agrícolas sábado, 14 de setembro de 2013 CAFÉ CAFÉ Bolsas Venc Ajuste Máx BM&F Mín Variação Venc Ajuste ICE FUTURES Máx Mín Variação SET13 139,00 0,00 0,00-0,70 SET13 115,55 115,70 115,70-0,70

Leia mais

5º anúncio Agosto de 2015

5º anúncio Agosto de 2015 5º anúncio Agosto de 2015 Cenário de Hortigranjeiros no Brasil Total da Produção de Hortigranjeiros no Brasil: 57 milhões t Volume total de hortigranjeiros comercializados nas Centrais de Abastecimento

Leia mais

Custo de Produção do Milho Safrinha 2012

Custo de Produção do Milho Safrinha 2012 09 Custo de Produção do Milho Safrinha 2012 1 Carlos DirceuPitol Luiz2 Broch1 Dirceu Luiz Broch Roney Simões Pedroso2 9.1. Introdução Os sistemas de produção da atividade agropecuária cada vez requerem

Leia mais

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado Mês de referência: MARÇO/2011 CEPEA - SOJA I - Análise Conjuntural II - Séries Estatísticas 1. Diferenciais de preços 2. Estimativa do valor das alternativas

Leia mais

Diversificação, sustentabilidade e. dinheiro no bolso

Diversificação, sustentabilidade e. dinheiro no bolso Leitõezinhos se alimentam na mãe até os 22 dias de idade, quando seguem para engorda Diversificação, sustentabilidade e dinheiro no bolso Cooperativa em São Gabriel do Oeste, MS, tem faturamento quatro

Leia mais

O MERCADO DE SOJA 1. INTRODUÇÃO

O MERCADO DE SOJA 1. INTRODUÇÃO O MERCADO DE SOJA 1. INTRODUÇÃO A soja é a commodity mais importante do Brasil, pelo valor da produção obtida de grão, óleo e farelo, significativa parcela na receita cambial, área plantada, consumo de

Leia mais

MERCADO DE TRIGO CONJUNTURA E CENÁRIO NO BRASIL E NO MUNDO

MERCADO DE TRIGO CONJUNTURA E CENÁRIO NO BRASIL E NO MUNDO MERCADO DE TRIGO CONJUNTURA E CENÁRIO NO BRASIL E NO MUNDO Paulo Magno Rabelo (1) A análise de desempenho da produção de trigo no mundo desperta apreensões fundamentadas quanto aos indicadores de área

Leia mais

3,8 milhões de hectares de lavouras ruins nos EUA

3,8 milhões de hectares de lavouras ruins nos EUA BOLSA DE CHICAGO 3,8 milhões de hectares de lavouras ruins nos EUA Chuvas diminuíram nesta semana, mas ainda acumularam grandes volumes em pontos já muitos úmidos do Meio-Oeste 3 EUA Lavouras De Soja Ruins

Leia mais

Mercado Externo. Preço do milho (ZCN5) Índice Dólar (DXY) Fonte: TradingView, CMEGroup

Mercado Externo. Preço do milho (ZCN5) Índice Dólar (DXY) Fonte: TradingView, CMEGroup Mercado Externo Segundo relatório de abril do U.S Departament of Agriculture USDA, a produção de milho dos EUA será 2,8% maior do que na safra anterior, com uma estimativa de produção total de 361,1 milhões

Leia mais

MILHO TRANSCÊNICO: CADA VEZ MAIS PRESE

MILHO TRANSCÊNICO: CADA VEZ MAIS PRESE MILHO TRANSCÊNICO: CADA VEZ MAIS PRESE A Fundação Pró-Sementes aponta que um dos grandes problemas encontrados nos arrozais é a forte atuação de plantas invasoras, que são de difícil controle, prejudicando

Leia mais

Viabilidade Econômica da Cultura do Trigo, em Mato Grosso do Sul, na Safra 2012

Viabilidade Econômica da Cultura do Trigo, em Mato Grosso do Sul, na Safra 2012 174 ISSN 1679-0472 Abril, 2012 Dourados, MS Fotos - lavoura: Nilton P. de Araújo; percevejo: Foto: Narciso Claudio da Lazzarotto S. Câmara Viabilidade Econômica da Cultura do Trigo, em Mato Grosso do Sul,

Leia mais

Reunião Pública Dezembro de 2015

Reunião Pública Dezembro de 2015 Reunião Pública Dezembro de 2015 Cenário Macroeconômico Arlindo de Azevedo Moura CEO 2 Cenário Macroeconômico 3 COMMODITIES Pressão de queda nos preços Menor preço dos últimos 16 anos TAXA DE CÂMBIO RESTRIÇÃO

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Junio 2011 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO - PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS- GRADUADOS

Leia mais

PLANTIOS FLORESTAIS E SISTEMAS AGROFLORESTAIS: ALTERNATIVAS PARA O AUMENTO O DE EMPREGO E RENDA NA PROPRIEDADE RURAL RESUMO

PLANTIOS FLORESTAIS E SISTEMAS AGROFLORESTAIS: ALTERNATIVAS PARA O AUMENTO O DE EMPREGO E RENDA NA PROPRIEDADE RURAL RESUMO PLANTIOS FLORESTAIS E SISTEMAS AGROFLORESTAIS: ALTERNATIVAS PARA O AUMENTO O DE EMPREGO E RENDA NA PROPRIEDADE RURAL RESUMO Honorino Roque Rodigheri * Este trabalho tem por objetivo apresentar indicadores

Leia mais

Índices Zootécnicos Taxa de mortalidade 1,0% Idade de abate do boi gordo ou venda do animal Taxa de desfrute 45,81%

Índices Zootécnicos Taxa de mortalidade 1,0% Idade de abate do boi gordo ou venda do animal Taxa de desfrute 45,81% CUSTO DE PRODUÇÃO DE BOVINOCULTURA DE CORTE EM UMUARAMA/PR. Com a iniciativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem (SENAR) e o Centro

Leia mais

Aplicação de Nitrogênio em Cobertura no Feijoeiro Irrigado*

Aplicação de Nitrogênio em Cobertura no Feijoeiro Irrigado* ISSN 1678-9636 Aplicação de Nitrogênio em Cobertura no Feijoeiro Irrigado* 49 O feijoeiro é uma das principais culturas plantadas na entressafra em sistemas irrigados nas regiões Central e Sudeste do Brasil.

Leia mais

Edição 24 (Novembro/2013) Cenário Econômico A ECONOMIA BRASILEIRA EM 2013: UM PÉSSIMO ANO Estamos encerrando o ano de 2013 e, como se prenunciava, a

Edição 24 (Novembro/2013) Cenário Econômico A ECONOMIA BRASILEIRA EM 2013: UM PÉSSIMO ANO Estamos encerrando o ano de 2013 e, como se prenunciava, a Edição 24 (Novembro/2013) Cenário Econômico A ECONOMIA BRASILEIRA EM 2013: UM PÉSSIMO ANO Estamos encerrando o ano de 2013 e, como se prenunciava, a economia nacional registra um de seus piores momentos

Leia mais

FACT-SHEET. Cana-de-Açúcar, Milho e Soja. Programa Agricultura e Meio Ambiente. WWF - Brasil

FACT-SHEET. Cana-de-Açúcar, Milho e Soja. Programa Agricultura e Meio Ambiente. WWF - Brasil FACT-SHEET Cana-de-Açúcar, Milho e Soja Programa Agricultura e Meio Ambiente WWF - Brasília Março 28 WWF- Secretaria Geral Denise Hamú Superintendência de Conservação de Programas Temáticos Carlos Alberto

Leia mais

GeoSafras - Geotecnologias aplicadas ao Monitoramento Agrícola. Diretor de Política Agrícola e Informações

GeoSafras - Geotecnologias aplicadas ao Monitoramento Agrícola. Diretor de Política Agrícola e Informações GeoSafras - Geotecnologias aplicadas ao Monitoramento Agrícola Diretor de Política Agrícola e Informações Mandato Legal Empresa pública, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Leia mais

CENSO VARIETAL E DE PRODUTIVIDADE EM 2012

CENSO VARIETAL E DE PRODUTIVIDADE EM 2012 CENSO VARIETAL E DE PRODUTIVIDADE EM 2012 REGIÃO CENTRO-SUL RESUMO O censo varietal e de produtividade de cana-de-açúcar é realizado pelo CTC - Centro de Tecnologia Canavieira, na Região Centro-Sul do

Leia mais

CONJUNTURA ECONÔMICA

CONJUNTURA ECONÔMICA CONJUNTURA ECONÔMICA O mês de março de 2015 foi marcado pelo anúncio dos principais resultados da economia de 2014 e deste início de 2015. Dentre eles destacaramse o PIB, taxa de desemprego nas principais

Leia mais

TELECONFERÊNCIA 4T08

TELECONFERÊNCIA 4T08 TELECONFERÊNCIA 4T08 5 de agosto de 2008 1 08/07 09/07 10/07 11/07 12/07 01/08 02/08 03/08 Cenário Preço de Commodities 04/08 05/08 06/08 07/08 08/08 Preço das Commodities 220.0 200.0 180.0 160.0 140.0

Leia mais

Relato da situação da ferrugem e do vazio sanitário na região Sul (PR, SC e RS) e Sudeste (MG, SP)

Relato da situação da ferrugem e do vazio sanitário na região Sul (PR, SC e RS) e Sudeste (MG, SP) Reunião do Consórcio Antiferrugem 26 de junho de 2008. Londrina, PR. Relato da situação da ferrugem e do vazio sanitário na região Sul (PR, SC e RS) e Sudeste (MG, SP) Dulândula S. M. Wruck - Epamig Leila

Leia mais

Preços médios da tonelada de cana para pagamento - Safra 2010/2011 - A

Preços médios da tonelada de cana para pagamento - Safra 2010/2011 - A Edição nº 20 maio de 2011 EDIÇÃO ESPECIAL DE FECHAMENTO SAFRA O Informe Especial da Canaoeste tem como objetivo, transmitir aos associados todas as informações relevantes da safra 2010/2011, encerrada

Leia mais

Canola. Brasília, Setembro de 2010.

Canola. Brasília, Setembro de 2010. Canola Brasília, Setembro de 2010. Canola: A canola ocupa o terceiro lugar entre as oleogionosas cultivadas no mundo. A internação no Brasil ocorreu em 1974 procedente do México, país criador da canola.

Leia mais

Este Informativo é uma publicação mensal, enviado para 21.650 Parceiros Rurais. Edição nº 25 - Fevereiro de 2016. Nesta Edição. Página 2.

Este Informativo é uma publicação mensal, enviado para 21.650 Parceiros Rurais. Edição nº 25 - Fevereiro de 2016. Nesta Edição. Página 2. I N F O R M A T I V O Este Informativo é uma publicação mensal, enviado para 21.650 Parceiros Rurais. Edição nº 25 - Fevereiro de 2016. Nesta Edição Agricultura O exemplo de nossos vizinhos... Página 2

Leia mais

Documento apresentado para discussão. II Encontro Nacional de Produtores e Usuários de Informações Sociais, Econômicas e Territoriais

Documento apresentado para discussão. II Encontro Nacional de Produtores e Usuários de Informações Sociais, Econômicas e Territoriais Documento apresentado para discussão II Encontro Nacional de Produtores e Usuários de Informações Sociais, Econômicas e Territoriais Rio de Janeiro, 21 a 25 de agosto de 2006 Sistema de Previsão de Safra

Leia mais

Edmar W. Gervásio Administrador, especialista em Marketing e Agronegócio UFPR Email: edmar.gervasio@seab.pr.gov.br Fone: (41) 3313-4034

Edmar W. Gervásio Administrador, especialista em Marketing e Agronegócio UFPR Email: edmar.gervasio@seab.pr.gov.br Fone: (41) 3313-4034 Edmar W. Gervásio Administrador, especialista em Marketing e Agronegócio UFPR Email: edmar.gervasio@seab.pr.gov.br Fone: (41) 3313-4034 MILHO (Zea mays) Sustento da Vida Maior cultura agrícola do mundo;

Leia mais