Revisão Mensal de Commodities

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Revisão Mensal de Commodities"

Transcrição

1 Revisão Mensal de Commodities segunda-feira, 3 de dezembro de 2012 Oferta maior e desempenho misto A estabilização do crescimento na China e riscos geopolíticos também afetaram os preços das commodities. Diante dos preços abaixo do que esperávamos em novembro e de uma perspectiva melhor para a oferta, revisamos para baixo nossas projeções de fim de ano para o Índice de Commodities Itaú (ICI). Agora esperamos alta de 13,7% em 2012 (19,2% anteriormente) e queda de 4,1% em 2013 (-7,7% anteriormente). Os preços das commodities permaneceram em torno do patamar atual em novembro após Projeção revisada para baixo queda de 4,2% em outubro, com Índice de Commodities Itaú (jan/00=100) desempenho misto entre os grupos. Os 340 preços agrícolas recuaram 2,4% em Anterior Atual novembro, puxados pela melhor perspectiva para a oferta. Os preços de metais básicos e energia subiram 4,0% e 1,7%, respectivamente. Apesar da melhor perspectiva de oferta para cobre e petróleo, os preços foram afetados por novos sinais de estabilização do crescimento na China. Os preços do petróleo também foram influenciados por 140 abr-09 mai-10 jun-11 jul-12 ago-13 riscos geopolíticos maiores no Oriente Fonte: Itaú Médio. Os preços agrícolas diminuíram 2,4% durante novembro, acumulando o terceiro mês consecutivo de queda. Os preços foram prejudicados pela melhora na perspectiva de abastecimento, com maior produtividade da soja nos EUA e melhores condições climáticas na América do Sul. Assim, reduzimos nossas estimativas para o fim deste ano para 1500 centavos de dólar por bushel para a soja (de 1750) e para 770 centavos de dólar por bushel para o milho (de 850). O contrato futuro de açúcar No. 11 tem oscilado entre US$ 0,19 e US$ 0,20 por libra-peso desde meados de outubro. Diante da falta de dados relevantes desde nosso último relatório, mantemos nossa visão de que os preços continuarão ao redor de US$ 0,20 por libra-peso ao longo de Na pecuária, o confinamento de gado para engorda nos EUA seguiu fraco em outubro, reforçando um cenário de menor oferta de carne bovina (e menor demanda por grãos para ração) em Apesar das expectativas de superávit considerável no balanço global de algodão, os preços futuros devem subir em 2013, refletindo um déficit relativo no algodão disponível que cumpra as exigências para os contratos futuros negociados na Bolsa de Nova York (ICE). Esperamos que os contratos futuros de algodão No. 2 atinjam 77 centavos de dólar A última página deste relatório contém informações importantes sobre o seu conteúdo. Os investidores não devem considerar este relatório como fator único ao tomarem suas decisões de investimento.

2 por libra-peso até o fim de Riscos geopolíticos levaram à recuperação do preço do petróleo em novembro, mesmo num contexto de balanço global mais folgado no 4T12. Após o cessar-fogo que encerrou a última rodada de violência na Faixa de Gaza, esperamos que a tensão em relação ao programa nuclear do Irã volte ao noticiário e sustente preços elevados, se sobrepondo aos fundamentos do setor e às preocupações relativas ao abismo fiscal nos EUA. Continuamos prevendo a cotação do barril em US$ 112 no fim de 2012 e em US$ 115 no fim de Por fim, os preços dos metais básicos tiveram ligeira recuperação em novembro. Além dos sinais de estabilização do crescimento na China, as compras para acúmulo de alumínio e zinco naquele país também contribuíram para o movimento. Os preços à vista do minério de ferro estão próximos dos preços dos contratos para o 4T12 e devem permanecer ao redor dos níveis atuais de US$ 120 por tonelada por algum tempo. O balanço global de cobre se aproxima de um superávit, com a produção aumentando e o crescimento da demanda desacelerando. Clima: Condições melhores na América do Sul Novembro foi marcado por condições climáticas melhores para a produção agrícola na América do Sul. Chuvas acima da média no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, em Goiás e na região oeste da Bahia compensaram a falta de precipitação em outubro. Enquanto isso, menos chuvas na Argentina e no Rio Grande do Sul compensaram o excesso de chuvas no mês anterior. Choveu mais em São Paulo em novembro, porém ainda menos do que a média sazonal. Chuvas recentes no Paraná foram insuficientes para trazer o nível de precipitação para a média sazonal, mas diferentemente dos demais estados produtores, o Paraná recebeu uma quantidade adequada de chuva no mês anterior. O plantio está avançando em ritmo razoável, mas ainda está ligeiramente atrasado. É importante para as lavouras de soja e milho que haja chuva quando as plantas estão em polinização e gerando grãos, fase que deve ocorrer entre a segunda quinzena de dezembro e janeiro. Diante das condições atualmente neutras no Oceano Pacífico (sem El Niño ou La Niña), nós esperamos chuvas dentro da média durante esse período sensível. Isso deve levar a safras próximas das atuais projeções do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). No entanto, o desvio padrão é elevado e riscos permanecem. Agricultura: Melhor perspectiva para a oferta leva a nova queda de preços Os preços agrícolas diminuíram 2,4% durante novembro, acumulando o terceiro mês consecutivo de queda. Os preços foram prejudicados pela melhora na perspectiva de abastecimento, com maior produtividade da soja nos EUA e melhores condições climáticas na América do Sul. Para acomodar a melhor perspectiva de oferta e os preços de novembro, reduzimos nossas estimativas para o fim deste ano para 1500 centavos de dólar por bushel para a soja (de 1750) e para 800 centavos de dólar por bushel para o milho (de 850). Página 2

3 Diante da diminuição dos estoques globais, os preços seriam profundamente afetados por outra quebra de safra na América do Sul. Preço da soja retornou para níveis pré seca americana Preços 950 correspondem ao primeiro Milho futuro do CBOT Trigo Soja (direita) ago-11 nov-11 fev-12 mai-12 ago-12 3,0 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0 Fonte: Bloomberg USDA revisa estoques para cima Variação nos estoques finais (safra ) Milhões de toneladas Soja Trigo Milho Fonte: USDA O relatório do USDA de novembro (Estimativa de Oferta-Demanda Agrícola Mundial, ou WASDE) revisou para cima o cálculo para os estoques finais das três principais commodities agrícolas (milho, soja e trigo). O maior ajuste foi no balanço da soja, aumentando a produtividade da safra americana em 3,9%. O WASDE revisou os estoques iniciais e a produção americana para cima, provocando aumento de 1,4%, na oferta (estoques iniciais + produção) para a temporada passando de 319 milhões para 323,6 milhões de toneladas. O ajuste na oferta se dividiu entre maior demanda (especialmente da China) e estoques finais maiores. Um balanço global mais folgado provavelmente foi a principal razão para a queda de 7% na cotação da soja em novembro. A estimativa para o Brasil foi mantida em 81 milhões de toneladas, dentro da faixa de previsões da Conab para A estimativa da Argentina também ficou inalterada, em 55 milhões de toneladas. As previsões para os dois países são consistentes com condições climáticas médias e as áreas plantadas estimadas. O preço do milho recuou 1,0% durante novembro para 748 centavos de dólar por bushel, bem acima da cotação praticada antes de a seca nos EUA ter virado realidade (entre 600 e 700 centavos de dólar por bushel). O WASDE fez pequenos ajustes ao balanço global. A oferta para a safra aumentou 0,1%, (1,2 milhão de toneladas), diante de estoques iniciais maiores e maior produção nos EUA. O ajuste na oferta foi dividido entre maior demanda global (0,5 milhão de toneladas) e estoques finais maiores (0,7 milhão de toneladas). Apesar da melhora, os estoques finais estão baixos em relação aos últimos anos. A estimativa atual para o estoque final (60 milhões de toneladas) representa menos da metade da média dos últimos três anos. Como esperado, as estimativas para Brasil e Argentina foram mantidas em 70 milhões e 28 milhões de toneladas, respectivamente. O WASDE revisou para baixo a oferta de trigo na temporada Mas a revisão para baixo foi menos intensa do que o esperado e menor do que a revisão na demanda, levando a estoques finais maiores para a commodity tanto nos EUA quanto no resto do mundo. A estimativa para a safra brasileira (5 milhões de toneladas) pode ainda não refletir a última revisão da Conab, de 5 milhões para 4,4 milhões de toneladas. Página 3

4 Outro risco para a oferta global é a atual condição do trigo de inverno nos EUA. De acordo Qualidade do trigo 20 p.p. abaixo da com o USDA, apenas 33% do trigo de média de cinco anos inverno americano foi classificado como bom ou excelente até 23 de novembro, ou 20 pontos percentuais abaixo da média dos 60 últimos cinco anos e a pior condição desde Média de cinco anos que o acompanhamento dos dados 50 começou, em Sob condições 40 climáticas favoráveis no inverno, a qualidade pode melhorar durante o período de dormência (dezembro a fevereiro). 10 Ainda assim, este indicador é um risco à Intervalo Número da semana atual estimativa do USDA de aumento de 0 13% na safra em relação à temporada anterior. Carne bovina: Dados dos EUA em outubro reforçam cenário de menor oferta em 2013 O custo elevado dos grãos para ração levou a menor confinamento de gado para engorda. Nos EUA, o confinamento permaneceu fraco em outubro, com queda de 12,8% em relação a um ano antes. No Brasil, um estudo privado (Rally da Pecuária 2012) estimou 2,8 2,6 2,3 2,1 Fonte:USDA Confinamento de gado para engorda continua fraco nos EUA Milhões de cabeças 2012 confinamento de gado abaixo do esperado ao longo de 2012 (6% vs. expectativa de 18%) e sem variação em A não alteração dos dados de confinamento no Brasil sugere menor oferta de carne bovina, diante da tendência de conversão dos pastos em lavouras, reduzindo a área disponível para pecuária extensiva. 1,8 1,6 1,3 Intervalo Média de cinco anos Fonte: USDA A consolidação de baixo confinamento de gado para engorda sugere menor demanda por grãos para ração e menor oferta de carne bovina em 2013, reforçando o cenário de preços maiores para animais e carne no ano que vem. Algodão: Alta de estoques e preços em 2013 O relatório do USDA de novembro estima um balanço global folgado na temporada Mesmo num cenário de produção global 6% menor e demanda 3% maior, ainda existe um superávit considerável, levando a outro ano de aumento nos estoques. Em maio, os preços do algodão caíram 18% e permaneceram num nível mais baixo desde então, ficando na média em 71 centavos de dólar por libra-peso em novembro. Esperamos que o preço do contrato de referência na Bolsa de Nova York (ICE) suba para 77 centavos de dólar por libra-peso ao longo de 2013, mesmo diante dos fundamentos já mencionados. Isso deve ocorrer por causa de um prêmio de qualidade no contrato, que especifica a Página 4

5 entrega de algodão cultivado nos EUA com qualidade para negociação em bolsa. 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Balanço global folgado para safra Estoque /Uso Fonte: USDA No Brasil, um dos principais exportadores do produto, o USDA estima queda na produção da ordem de 25,3% e uma safra menor do que espera a Conab, que calcula a safra total de algodão na faixa de 1,5 milhão a 1,6 milhão de toneladas, enquanto o USDA espera 1,4 milhão de toneladas (nós esperamos 1,5 milhão de toneladas). A previsão média da Conab também aponta para queda de 23,8% na área plantada de algodão, perdida principalmente para a cultura da soja, que oferece margem maior aos produtores. Metais: Preços sobem com a estabilização do crescimento da China O índice de preços dos metais básicos aumentou cerca de 4,0% em novembro, revertendo parcialmente a queda intensa de outubro. Durante o mês, a alta de preços foi de 11,0% para o alumínio, 10,7% para o zinco, 8,5% para o chumbo e 9,1% para o níquel. O cobre teve o desempenho mais fraco, com alta de 2,8%. Além dos sinais de estabilização do crescimento na China, as compras do país para aumento de estoques estratégicos de alumínio e zinco também contribuíram para o avanço dos preços Aumento da oferta: queda do déficit de cobre em 2012 Superávit/déficit mensal de cobre (milhares de toneladas) jul-11 out-11 jan-12 abr-12 jul-12 Fonte: ICSG A média de preços da tonelada do minério de ferro no mercado à vista ficou em US$ 120,35 em novembro, numa alta de 5,6% em relação à média de outubro, devido em parte à forte importação pela China. No momento, os preços à vista estão próximos das cotações firmadas nos contratos de minério de ferro para o trimestre (US$ 122 a tonelada). Os preços do minério de ferro são compatíveis com os atuais fundamentos do setor e devem permanecer neste nível por algum tempo. Os preços futuros do cobre caíram no início de novembro, mas se recuperaram na segunda quinzena. No entanto, comparando a média de novembro com o mês anterior, vemos uma queda acentuada de aproximadamente 4,3%, devido aos preços elevados da primeira quinzena de outubro. O balanço do cobre para agosto, divulgado em novembro pelo Grupo Internacional de Estudos do Cobre (ICSG), destaca uma redução no déficit global, causada por aumentos na produção em meio à desaceleração do crescimento da demanda. As importações de cobre pela China, que compõe parte significativa da Página 5

6 demanda, tiveram alta de 26% nos 12 meses até outubro, mas estão em desaceleração. Neste cenário, esperamos recuo dos preços do cobre ao longo de 2013, devido a uma combinação de recuperação da oferta e fraco crescimento global. Energia: Risco geopolítico se sobrepõe ao balanço global mais folgado e às preocupações em relação ao abismo fiscal A cotação do barril de petróleo do tipo Brent se recuperou para US$ 111 após ter caído de US$ 115 em meados de outubro para US$ 105. Apesar do balanço global mais folgado entre oferta e demanda no 4T12, riscos geopolíticos e o abismo fiscal nos EUA devem ser os principais determinantes dos preços no curto prazo. Esperamos que a tensão em relação ao programa nuclear do Irã volte ao noticiário e sustente preços elevados, ofuscando os fundamentos do setor e as preocupações com o abismo fiscal americano. Continuamos prevendo a cotação do barril em US$ 112 no fim de 2012 e em US$ 115 no fim de O último Relatório do Mercado de Petróleo da Agência Internacional de Energia (IEA) voltou a revisar suas projeções para o balanço global da commodity em direção a um superávit maior. A demanda global para o 4T12 foi mais uma vez revisada para baixo, refletindo o impacto do furacão Sandy nos EUA e estimativas menores para a Europa. A oferta global subiu em 0,8 milhão de barris por dia em outubro em relação ao mês anterior, à medida que a maior oferta do continente americano e do Mar do Norte compensou uma ligeira queda na produção da Opep. Esse recuo na oferta da Opep ocorreu apesar da retomada das importações do produto do Irã, com aumento de 300 mil barris por dia em outubro, numa reversão da tendência declinante que vinha desde janeiro. A IEA também divulgou seu relatório com a Perspectiva Anual para Energia. O destaque foi a perspectiva de menor necessidade de importação de petróleo pelos EUA, com aumento da produção de petróleo não convencional e de biocombustíveis num ambiente de demanda constante. A IEA estimou o custo de produção para fontes não convencionais de petróleo entre US$40 e US$100 por barril. Se os preços do petróleo caírem para muito abaixo dos níveis atuais ou limitações de transporte e inflação de custos elevarem os custos de produção, as decisões de investimento sobre novos projetos podem ser adiadas, reduzindo o crescimento da oferta. Projeções: P 2013P Commodities Índice CRB - a/a - % 15,2-25,7 35,4 21,9-5,2 3,1-4,1 Índice CRB - var. média anual - % 19,3 6,2-14,6 25,1 19,5-9,4-0,4 Índice de Commodities Itaú (ICI) - a/a - %** 30,7-32,9 44,8 28,4-17,2 13,7-4,1 Índice de Commodities Itaú (ICI) - var. média - %** 20,0 14,6-20,8 21,8 25,0-7,2 2,5 Metais - var. média anual - % 37,0-13,0-25,3 29,4 12,0-18,5 3,1 Energia - var. média anual - % 9,0 28,6-39,4 21,0 30,2-7,4 9,0 Agrícolas - var. média anual - % 18,2 25,3-7,4 19,8 30,0-1,9 0,5 ** O Índice de Commodities Itaú é um índice proprietário composto pelos preços das commodities, medidas em dólares e transacionadas nas bolsas internacionais que são relevantes para a inflação ao consumidor no Brasil. O índice é formado pelos subíndices Metais, Energia e Agrícolas. Página 6

7 Agricultura Metais Energia Índice de Commodities Itaú (ICI) - por grupo jan-10 jul-10 jan-11 jul-11 jan-12 jul-12 jan-13 jul Fonte: Itaú Artur Manoel Passos Economista Pesquisa macroeconômica no Itaú Ilan Goldfajn Economista-Chefe Adriano Lopes Artur Manoel Passos Aurélio Bicalho Caio Megale Carlos Eduardo Lopes Elson Teles Felipe Salles Fernando Barbosa Gabriela Fernandes Giovanna Siniscalchi Guilherme da Nóbrega Guilherme Martins Luiz G. Cherman Luka Barbosa João Pedro Bumachar Juan Carlos Barboza Mariano Ortiz Villafañe Mauricio Oreng Roberto Prado Para acessar nossas publicações e projeções visite nosso site: Informação relevante As informações contidas neste relatório foram produzidas pelo Itaú Unibanco Holding, dentro das condições atuais de mercado e conjuntura econômica, com base em informações e dados obtidos de fontes públicas. Tais informações não constituem, tampouco devem ser interpretadas como sendo uma oferta ou solicitação de compra ou venda de um instrumento financeiro, ou de participação em uma determinada estratégia de negócios em qualquer jurisdição. Todas as recomendações e estimativas aqui apresentadas derivam de nosso julgamento e podem ser alteradas a qualquer momento sem aviso prévio. O Itaú Unibanco Holding não se responsabiliza por quaisquer decisões de investimento tomadas com base nos dados aqui divulgados. Este relatório foi preparado e publicado pelo Departamento de Pesquisa Econômica do Banco Itaú BBA S.A. ( Itaú BBA). Este relatório não é um produto do Departamento de Análise de Ações do Itaú BBA e não deve ser considerado um relatório de análise para os fins do artigo 1º da Instrução CVM n.º 483, de 6 de Julho de Este material é para uso exclusivo de seus receptores e seu conteúdo não pode ser reproduzido, redistribuído publicado ou copiado de qualquer forma, integral ou parcialmente, sem a expressa autorização prévia do Itaú Unibanco Holding. Página 7

Revisão Mensal de Commodities

Revisão Mensal de Commodities Revisão Mensal de Commodities quinta-feira, 1 de novembro de 2012 Queda generalizada Retração do otimismo global e oferta maior levaram a quedas nos preços das commodities. Os preços caíram para a maioria

Leia mais

Revisão Mensal de Commodities

Revisão Mensal de Commodities Revisão Mensal de Commodities sexta-feira, 4 de janeiro de 2013 Demanda por metais básicos se recupera Expectativa de colheita abundante na América do Sul reduz preços dos grãos. Preços no primeiro semestre

Leia mais

CONJUNTURA MENSAL JUNHO

CONJUNTURA MENSAL JUNHO SOJA - MATO GROSSO CONJUNTURA MENSAL JUNHO ANO 1 Nº2 O preço mundial da commodity apresenta movimento de alta em nível mundial, impulsionado principalmente pelas condições climáticas adversas nos Estados

Leia mais

Tabela 01 Mundo Soja Área, produção e produtividade Safra 2009/10 a 2013/14

Tabela 01 Mundo Soja Área, produção e produtividade Safra 2009/10 a 2013/14 Soja Análise da Conjuntura Agropecuária Novembro de 2013 MUNDO A economia mundial cada vez mais globalizada tem sido o principal propulsor responsável pelo aumento da produção de soja. Com o aumento do

Leia mais

RELATÓRIO DE MERCADO JULHO DE 2015

RELATÓRIO DE MERCADO JULHO DE 2015 RELATÓRIO DE MERCADO JULHO DE 2015 COMMODITIES AGRÍCOLAS RESUMO DOS PRINCIPAIS INDICADORES DO MERCADO DE COMMODITIES AGRÍCOLAS SUMÁRIO OFERTA 4 8 VARIAÇÕES HISTÓRICAS E FORECAST 6 DEMANDA 9 CONSIDERAÇÕES

Leia mais

Soja: elevação dos preços da convencional/transgênica deve dificultar incremento da orgânica

Soja: elevação dos preços da convencional/transgênica deve dificultar incremento da orgânica Soja: elevação dos preços da convencional/transgênica deve dificultar incremento da orgânica Produção mundial deve recuar em 2007/08 Segundo o relatório de oferta e demanda divulgado pelo Usda em setembro

Leia mais

Milho: preços elevados mesmo com super-safra norte-americana

Milho: preços elevados mesmo com super-safra norte-americana Milho: preços elevados mesmo com super-safra norte-americana Super-safra norte-americana Em seu boletim de oferta e demanda mundial de setembro o Usda reestimou para cima suas projeções para a safra 2007/08.

Leia mais

Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária. Novembro 2015 PARANÁ

Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária. Novembro 2015 PARANÁ Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária Novembro 2015 PARANÁ A estimativa de área para a safra 2015/16 de soja é recorde no Paraná. Segundo os técnicos de campo serão semeados 5,24 milhões de hectares,

Leia mais

Resumo Quinzenal do Biodiesel

Resumo Quinzenal do Biodiesel Tel: (21) 3547-1539 / (21) 9565-0444 Resumo Quinzenal do Biodiesel 16/06 à 30/06/11 Este relatório é confidencial e de uso exclusivo do destinatário, e não pode ser enviado ou compartilhado com terceiros

Leia mais

Commodities Agrícolas

Commodities Agrícolas Commodities Agrícolas sexta-feira, 13 de setembro de 2013 CAFÉ CAFÉ Bolsas Venc Ajuste Máx BM&F Mín Variação Venc Ajuste ICE FUTURES Máx Mín Variação SET13 139,70 0,00 0,00-0,55 SET13 116,25 116,10 115,75-0,20

Leia mais

A Evolução da Inflação no Biênio 2008/2009 no Brasil e na Economia Mundial

A Evolução da Inflação no Biênio 2008/2009 no Brasil e na Economia Mundial A Evolução da Inflação no Biênio / no Brasil e na Economia Mundial A variação dos índices de preços ao consumidor (IPCs) registrou, ao longo do biênio encerrado em, desaceleração expressiva nas economias

Leia mais

MENU DE COMMODITIES SOJA MAIO (SOJK10) Soja fechou em leve baixa, trabalha na casa entre 21,50 e 21,80. JULHO 2009/ MAIO 2010 (N/K)

MENU DE COMMODITIES SOJA MAIO (SOJK10) Soja fechou em leve baixa, trabalha na casa entre 21,50 e 21,80. JULHO 2009/ MAIO 2010 (N/K) MENU DE COMMODITIES SOJA MAIO (SOJK10) SOJA MAIO (SOJK10) Médias no Profitchart utilizando o after market. Tempo 60 minutos MÉDIAS 12 SIMPLES E 23 SIMPLES TEMPO 60 MINUTOS SUPORTE 1 R$ 21,80 SITUAÇÃO VENDA

Leia mais

Quadro II - PREÇO DO AÇÚCAR CRISTAL COLOCADO NO PORTO DE SANTOS - SP NA CONDIÇÃO SOBRE RODAS - (Em R$/Saca de 50kg*)

Quadro II - PREÇO DO AÇÚCAR CRISTAL COLOCADO NO PORTO DE SANTOS - SP NA CONDIÇÃO SOBRE RODAS - (Em R$/Saca de 50kg*) CANA-DE-AÇÚCAR Período: Janeiro/2016 Quadro I - PREÇO NA USINA EM SÃO PAULO (Em R$/unidade*) Produtos Unidade 24 12 1 Mês Mês Atual Açúcar Cristal Cor ICUMSA 130 a 180 Saco/50 kg 50,20 51,05 80,57 83,75

Leia mais

Revisão Mensal de Commodities

Revisão Mensal de Commodities Revisão Mensal de Commodities sexta-feira, 1 de novembro de 2013 Projetamos queda adicional nos preços de açúcar Fundamentos explicam apenas parte da alta dos preços de açúcar, por isso projetamos a continuidade

Leia mais

ALGODÃO EM MATO GROSSO JULHO/15

ALGODÃO EM MATO GROSSO JULHO/15 ALGODÃO EM MATO GROSSO JULHO/15 CONJUNTURA MENSAL ANO 1. Nº 3 O 11º Levantamento de Grãos da Conab, divulgado em 11 de agosto de 2015, manteve suas estimativas para a safra 2014/15, de algodão em pluma

Leia mais

Crédito - junho. Brasil - Estoque de Crédito como Proporção do PIB (%)

Crédito - junho. Brasil - Estoque de Crédito como Proporção do PIB (%) set/03 fev/04 jul/04 mai/05 out/05 mar/06 ago/06 jan/07 nov/07 abr/08 fev/09 jul/09 mai/10 out/10 ago/11 jan/12 Crédito - junho 26/07/12 Diversos indicadores do crédito no Brasil em junho seguiram a trajetória

Leia mais

3,8 milhões de hectares de lavouras ruins nos EUA

3,8 milhões de hectares de lavouras ruins nos EUA BOLSA DE CHICAGO 3,8 milhões de hectares de lavouras ruins nos EUA Chuvas diminuíram nesta semana, mas ainda acumularam grandes volumes em pontos já muitos úmidos do Meio-Oeste 3 EUA Lavouras De Soja Ruins

Leia mais

REGIONAL CENTRO-OESTE

REGIONAL CENTRO-OESTE REGIONAL CENTRO-OESTE SOJA DESPONTA NO CENTRO-OESTE, REDUZINDO ÁREAS DE MILHO VERÃO E ALGODÃO A produção de soja despontou no Centro-Oeste brasileiro nesta safra verão 2012/13, ocupando áreas antes destinadas

Leia mais

Índice de Confiança da Indústria Pernambucana mantém-se em queda em julho

Índice de Confiança da Indústria Pernambucana mantém-se em queda em julho Outubro de 2009 Julho de 2012 Índice de Confiança da Indústria Pernambucana mantém-se em queda em julho O Índice de Confiança da Indústria de Transformação de Pernambuco (ICI-PE) volta a recuar em julho

Leia mais

03/10/2014. Roteiro da Apresentação FINANCEIRIZAÇÃO DO MERCADO ANÁLISE TÉCNICA E DE CICLOS OFERTA E DEMANDA

03/10/2014. Roteiro da Apresentação FINANCEIRIZAÇÃO DO MERCADO ANÁLISE TÉCNICA E DE CICLOS OFERTA E DEMANDA OS MERCADOS DE SOJA, MILHO E TRIGO EM 2015 FERNANDO MURARO JR. Engenheiro agrônomo e analista de mercado da AgRural Commodities Agrícolas OCEPAR Curitiba (PR), 02/out/14 www.agrural.com.br A INFORMAÇÃO

Leia mais

Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos Maio de 2015 Benefício do câmbio mais depreciado sobre as exportações de carnes será limitado pela queda da demanda de mercados relevantes Regina Helena Couto Silva Departamento de Pesquisas e Estudos

Leia mais

Mercado Externo. Preço do milho (ZCN5) Índice Dólar (DXY) Fonte: TradingView, CMEGroup

Mercado Externo. Preço do milho (ZCN5) Índice Dólar (DXY) Fonte: TradingView, CMEGroup Mercado Externo Segundo relatório de abril do U.S Departament of Agriculture USDA, a produção de milho dos EUA será 2,8% maior do que na safra anterior, com uma estimativa de produção total de 361,1 milhões

Leia mais

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado Mês de referência: ABRIL/2011 CEPEA - SOJA I - Análise Conjuntural II - Séries Estatísticas 1. Diferenciais de preços 2. Estimativa do valor das alternativas

Leia mais

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado Mês de referência: MARÇO/2011 CEPEA - SOJA I - Análise Conjuntural II - Séries Estatísticas 1. Diferenciais de preços 2. Estimativa do valor das alternativas

Leia mais

Edição 39 (Março/2014)

Edição 39 (Março/2014) Edição 39 (Março/2014) Cenário Econômico: Governo atrasa pagamentos para melhorar situação fiscal Para tornar os dados de fevereiro melhores, governo atrasou os pagamentos às construtoras dos imóveis do

Leia mais

ALGODÃO EM MATO GROSSO AGOSTO/15

ALGODÃO EM MATO GROSSO AGOSTO/15 ALGODÃO EM MATO GROSSO AGOSTO/15 CONJUNTURA MENSAL ANO 1. Nº 4 O 12º Levantamento de Safras da Conab, divulgado em 11 de setembro de 2015, consolidou os dados sobre produção, área e produtividade de algodão

Leia mais

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado Mês de referência: JULHO/2011 CEPEA - SOJA I - Análise Conjuntural II - Séries Estatísticas 1. Diferenciais de preços 2. Estimativa do valor das alternativas

Leia mais

Edição 24 (Novembro/2013) Cenário Econômico A ECONOMIA BRASILEIRA EM 2013: UM PÉSSIMO ANO Estamos encerrando o ano de 2013 e, como se prenunciava, a

Edição 24 (Novembro/2013) Cenário Econômico A ECONOMIA BRASILEIRA EM 2013: UM PÉSSIMO ANO Estamos encerrando o ano de 2013 e, como se prenunciava, a Edição 24 (Novembro/2013) Cenário Econômico A ECONOMIA BRASILEIRA EM 2013: UM PÉSSIMO ANO Estamos encerrando o ano de 2013 e, como se prenunciava, a economia nacional registra um de seus piores momentos

Leia mais

SOJA MERCADO INTERNO

SOJA MERCADO INTERNO SOJA MERCADO INTERNO Dezembro se inicia com desvalorização nos preços médios da soja. O preço da saca recuou Dentre as praças pesquisadas, Maracaju registrou a maior desvalorização, 2,74%, com a em média

Leia mais

Commodities Agrícolas

Commodities Agrícolas Commodities Agrícolas sábado, 14 de setembro de 2013 CAFÉ CAFÉ Bolsas Venc Ajuste Máx BM&F Mín Variação Venc Ajuste ICE FUTURES Máx Mín Variação SET13 139,00 0,00 0,00-0,70 SET13 115,55 115,70 115,70-0,70

Leia mais

BOLETIM CUSTOS E PREÇOS Abril de 2014

BOLETIM CUSTOS E PREÇOS Abril de 2014 BOLETIM CUSTOS E PREÇOS Abril de 2014 Milho: Os preços no mercado brasileiro ficaram estáveis e até mesmo um pouco mais baixos em algumas praças. A incerteza dos produtores quanto à produtividade do milho

Leia mais

Mineração. Minério de ferro: Preços em queda e estoques crescendo. Análise de Investimentos Relatório Setorial. 22 de Maio de 2014

Mineração. Minério de ferro: Preços em queda e estoques crescendo. Análise de Investimentos Relatório Setorial. 22 de Maio de 2014 Minério de ferro: Preços em queda e estoques crescendo A redução no ritmo de crescimento da produção de aço na China, as dificuldades financeiras das siderúrgicas com os baixos preços naquele país e um

Leia mais

Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária RETROSPECTIVA DE 2012 E PERSPECTIVAS PARA 2013

Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária RETROSPECTIVA DE 2012 E PERSPECTIVAS PARA 2013 Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária RETROSPECTIVA DE 2012 E PERSPECTIVAS PARA 2013 dezembro, 2012 Índice 1. Algodão 2. Soja 3. Milho 4. Boi Gordo 5. Valor Bruto da Produção ALGODÃO Mil toneladas

Leia mais

Milho Período: 16 a 20/03/2015

Milho Período: 16 a 20/03/2015 Milho Período: 16 a 20/03/2015 Câmbio: Média da semana: U$ 1,00 = R$ 3,2434 Nota: A paridade de exportação refere-se ao valor/sc desestivado sobre rodas, o que é abaixo do valor FOB Paranaguá. *Os preços

Leia mais

Página Rural. Página Inicial Notícias Artigos Entrevistas Feiras e Eventos Indicadores Leilões Multimídia Publicações Reportagens.

Página Rural. Página Inicial Notícias Artigos Entrevistas Feiras e Eventos Indicadores Leilões Multimídia Publicações Reportagens. 1 de 5 31/5/2011 15:17 Página Rural Página Inicial Notícias Artigos Entrevistas Feiras e Eventos Indicadores Leilões Multimídia Publicações Reportagens Ads by Google Leilão Gado Soja Festa Safra Boa tarde!

Leia mais

ANÁLISE GRÁFICA GRÁFICO MILHO SETEMBRO BM&F (CCMU10) SUPORTE 1 R$ 20,50 RESISTÊNCIA1 R$ 20,70 SUPORTE 2 R$ 20,20 RESISTÊNCIA 2 R$ 20,80

ANÁLISE GRÁFICA GRÁFICO MILHO SETEMBRO BM&F (CCMU10) SUPORTE 1 R$ 20,50 RESISTÊNCIA1 R$ 20,70 SUPORTE 2 R$ 20,20 RESISTÊNCIA 2 R$ 20,80 ANÁLISE MERCADO FUTURO DE SOJA 09/08/2010 SOJA COMENTÁRIO - Preços firmes para a soja em Chicago neste início de semana. As preocupações com o tempo seco ao sul e oeste do Cinturão e região do Delta do

Leia mais

Situação da economia e perspectivas. Gerência-Executiva de Política Econômica (PEC)

Situação da economia e perspectivas. Gerência-Executiva de Política Econômica (PEC) Situação da economia e perspectivas Gerência-Executiva de Política Econômica (PEC) Recessão se aprofunda e situação fiscal é cada vez mais grave Quadro geral PIB brasileiro deve cair 2,9% em 2015 e aumentam

Leia mais

Desempenho de vendas do setor segue forte

Desempenho de vendas do setor segue forte Macro Setorial segunda-feira, 20 de maio de 2013 Veículos Desempenho de vendas do setor segue forte Depois de obter recorde na venda de automóveis e comerciais leves em 2012, impulsionado por incentivos

Leia mais

Edição 40 (Março/2014)

Edição 40 (Março/2014) Edição 40 (Março/2014) Cenário Econômico: Prévia da inflação oficial acelera por alimentos e transportes (Fonte: Terra) O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) avançou 0,73% em março

Leia mais

Quinta-feira, 07 de Janeiro de 2016. DESTAQUES

Quinta-feira, 07 de Janeiro de 2016. DESTAQUES DESTAQUES Bovespa cai ao menor nível desde março de 2009 "Pedaladas" podem virar crédito IPCA subiu 10,78% em 2015 ADRs da Gerdau fecham cotados a US$ 1 Queda pode levar Petrobras a rever preço da gasolina

Leia mais

CLIPPING 06/02/2014 Acesse: www.cncafe.com.br

CLIPPING 06/02/2014 Acesse: www.cncafe.com.br CLIPPING Acesse: www.cncafe.com.br Após altas, produtor não deve exercer opção de venda de café Valor Econômico Tarso Veloso e Carine Ferreira Após a sequência de altas do café arábica na bolsa de Nova

Leia mais

3º Seminário BM&F Famato Os desafios da pecuária no cenário global. Mercados futuros para um Mato Grosso mais competitivo.

3º Seminário BM&F Famato Os desafios da pecuária no cenário global. Mercados futuros para um Mato Grosso mais competitivo. 3º Seminário BM&F Famato Os desafios da pecuária no cenário global Mercados futuros para um Mato Grosso mais competitivo Ivan Wedekin Você é competitivo quando tem um desempenho a longo prazo acima da

Leia mais

Revisão Mensal de Commodities

Revisão Mensal de Commodities Revisão Mensal de Commodities Outubro 2015 Sem alívio Reduzimos as projeções de preços algodão e de trigo, e elevamos o de açúcar, devido a mudanças nas perspectivas de oferta. O efeito líquido é uma ligeira

Leia mais

ACOMPANHAMENTO SEMANAL DO MERCADO DE COMMODITIES Departamento de Assuntos Financeiros e Serviços MRE BOLETIM N 63

ACOMPANHAMENTO SEMANAL DO MERCADO DE COMMODITIES Departamento de Assuntos Financeiros e Serviços MRE BOLETIM N 63 ACOMPANHAMENTO SEMANAL DO MERCADO DE COMMODITIES Departamento de Assuntos Financeiros e Serviços MRE BOLETIM N 63 (SEMANA DE 31 DE JULHO A 7 DE AGOSTO DE 2009) O Índice de Commodities Bloomberg/CMCI atingiu

Leia mais

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado Mês de referência: AGOSTO/2011 CEPEA - SOJA I - Análise Conjuntural II - Séries Estatísticas 1. Diferenciais de preços 2. Estimativa do valor das alternativas

Leia mais

Milho Período: 13 a 17/07/2015

Milho Período: 13 a 17/07/2015 Milho Período: 13 a 17/07/2015 Câmbio: Média da semana: U$ 1,00 = R$ 3,1507 Nota: A paridade de exportação refere-se ao valor/sc desestivado sobre rodas, o que é abaixo do valor FOB Paranaguá. *Os preços

Leia mais

ANO 4 NÚMERO 25 MARÇO DE 2014 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO

ANO 4 NÚMERO 25 MARÇO DE 2014 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO ANO 4 NÚMERO 25 MARÇO DE 2014 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO 1 - CONSIDERAÇÕES INICIAIS Em geral as estatísticas sobre a economia brasileira nesse início de ano não têm sido animadoras

Leia mais

AGRONEGÓCIOS TENDÊNCIAS DOS MERCADOS NO BRASIL E NO MUNDO EM 2015/2016. Carlos Cogo Outubro/2015

AGRONEGÓCIOS TENDÊNCIAS DOS MERCADOS NO BRASIL E NO MUNDO EM 2015/2016. Carlos Cogo Outubro/2015 AGRONEGÓCIOS TENDÊNCIAS DOS MERCADOS NO BRASIL E NO MUNDO EM 2015/2016 Carlos Cogo Outubro/2015 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 115 110 105 100 95 90 85 80 75 70 65 60 55 CARNES: EVOLUÇÃO

Leia mais

Relatório Econômico Mensal. Abril - 2012

Relatório Econômico Mensal. Abril - 2012 Relatório Econômico Mensal Abril - 2012 Índice Indicadores Financeiros...3 Projeções...4 Cenário Externo...5 Cenário Doméstico...7 Renda Fixa...8 Renda Variável...9 Indicadores - Março 2012 Eduardo Castro

Leia mais

Milho Período: 11 a 15/05/2015

Milho Período: 11 a 15/05/2015 Milho Período: 11 a 15/05/2015 Câmbio: Média da semana: U$ 1,00 = R$ 3,0203 Nota: A paridade de exportação refere-se ao valor/sc desestivado sobre rodas, o que é abaixo do valor FOB Paranaguá. *Os preços

Leia mais

7 ECONOMIA MUNDIAL. ipea SUMÁRIO

7 ECONOMIA MUNDIAL. ipea SUMÁRIO 7 ECONOMIA MUNDIAL SUMÁRIO A situação econômica mundial evoluiu de maneira favorável no final de 2013, consolidando sinais de recuperação do crescimento nos países desenvolvidos. Mesmo que o desempenho

Leia mais

O MERCADO DE SOJA 1. INTRODUÇÃO

O MERCADO DE SOJA 1. INTRODUÇÃO O MERCADO DE SOJA 1. INTRODUÇÃO A soja é a commodity mais importante do Brasil, pelo valor da produção obtida de grão, óleo e farelo, significativa parcela na receita cambial, área plantada, consumo de

Leia mais

Milho Perspectivas do mercado 2011/12

Milho Perspectivas do mercado 2011/12 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA Milho Perspectivas do mercado 2011/12 março de 2012 Milho - Oferta e Demanda - Mundo milhões de t. Safras 2008/09 2009/10

Leia mais

USDA REAFIRMA DÉFICIT INTERNACIONAL EM 2015/16 - MERCADO REAGE TIMIDAMENTE

USDA REAFIRMA DÉFICIT INTERNACIONAL EM 2015/16 - MERCADO REAGE TIMIDAMENTE Boletim Semanal sobre Tendências de Mercados Ano XVII 30/novembro/2015 n. 603 USDA REAFIRMA DÉFICIT INTERNACIONAL EM 2015/16 - MERCADO REAGE TIMIDAMENTE Com o título já enfático sobre o futuro dos preços

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Novembro 2012 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO - PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS- GRADUADOS

Leia mais

MARGENS ESTREITAS PARA O PRODUTOR DE ALGODÃO

MARGENS ESTREITAS PARA O PRODUTOR DE ALGODÃO MARGENS ESTREITAS PARA O PRODUTOR DE ALGODÃO Custos Algodão A produção de algodão no Brasil está crescendo de forma expressiva, devido à boa competitividade dessa cultura frente a outras concorrentes em

Leia mais

Prazo das concessões e a crise econômica

Prazo das concessões e a crise econômica Prazo das concessões e a crise econômica ABCE 25 de Setembro de 2012 1 1. Economia Internacional 2. Economia Brasileira 3. O crescimento a médio prazo e a infraestrutura 2 Cenário internacional continua

Leia mais

Departamento de Ciências Administrativas, Contábeis, Econômicas e da Comunicação - UNIJUÍ

Departamento de Ciências Administrativas, Contábeis, Econômicas e da Comunicação - UNIJUÍ DACEC Departamento de Ciências Administrativas, Contábeis, Econômicas e da Comunicação - UNIJUÍ Comentários referentes ao período entre 21/06/2013 a 27/06/2013 Prof. Dr. Argemiro Luís Brum 1 Prof. Ms.

Leia mais

CONJUNTURA ECONÔMICA

CONJUNTURA ECONÔMICA CONJUNTURA ECONÔMICA O mês de março de 2015 foi marcado pelo anúncio dos principais resultados da economia de 2014 e deste início de 2015. Dentre eles destacaramse o PIB, taxa de desemprego nas principais

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL RENDA FIXA TESOURO DIRETO

RELATÓRIO MENSAL RENDA FIXA TESOURO DIRETO RENDA FIXA TESOURO DIRETO CARTEIRA RECOMENDADA A nossa carteira para este mês continua estruturada com base no cenário de queda da taxa de juros no curto prazo. Acreditamos, no entanto, que esse cenário

Leia mais

Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos Abril de 2012 Expectativa de expansão da safra 2012/13 do complexo sucroalcooleiro no Brasil poderá ser afetada pelo clima seco Regina Helena Couto Silva Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

Leia mais

SONDAGEM INDUSTRIAL Dezembro de 2015

SONDAGEM INDUSTRIAL Dezembro de 2015 SONDAGEM INDUSTRIAL Dezembro de 2015 Indústria espera que as exportações cresçam no primeiro semestre de 2016 A Sondagem industrial, realizada junto a 154 indústrias catarinenses no mês de dezembro, mostrou

Leia mais

AGRÍCOLA NO BRASIL. Prefácio. resultados do biotecnologia: Benefícios econômicos da. Considerações finais... 7 L: 1996/97 2011/12 2021/22...

AGRÍCOLA NO BRASIL. Prefácio. resultados do biotecnologia: Benefícios econômicos da. Considerações finais... 7 L: 1996/97 2011/12 2021/22... O OS BENEFÍCIOS ECONÔMICOS DA BIOTECNOLOGIA AGRÍCOLA NO BRASIL L: 1996/97 2011/12 O caso do algodão geneticamente modificado O caso do milho geneticamente modificado O caso da soja tolerante a herbicida

Leia mais

BOLETIM ANUAL DO MERCADO DE GRÃOS: MILHO SAFRA 2008 / 2009 Maio de 2008

BOLETIM ANUAL DO MERCADO DE GRÃOS: MILHO SAFRA 2008 / 2009 Maio de 2008 BOLETIM ANUAL DO MERCADO DE GRÃOS: MILHO SAFRA 2008 / 2009 Maio de 2008 Mercado Internacional Em 2007, a produção anual de milho atingiu quase 720 milhões de tonelada (Tabela 1), quando os Estados Unidos,

Leia mais

Classificação da Informação: Uso Irrestrito

Classificação da Informação: Uso Irrestrito Cenário Econômico Qual caminho escolheremos? Cenário Econômico 2015 Estamos no caminho correto? Estamos no caminho correto? Qual é nossa visão sobre a economia? Estrutura da economia sinaliza baixa capacidade

Leia mais

ÍNDIA ATUALIZA SUAS PERSPECTIVAS DE PRODUÇÃO E FRUSTRA RECUPERAÇÃO EM NOVA YORK E LONDRES

ÍNDIA ATUALIZA SUAS PERSPECTIVAS DE PRODUÇÃO E FRUSTRA RECUPERAÇÃO EM NOVA YORK E LONDRES Boletim Semanal sobre Tendências de Mercados Ano XVII 08/junho/2015 n. 578 ÍNDIA ATUALIZA SUAS PERSPECTIVAS DE PRODUÇÃO E FRUSTRA RECUPERAÇÃO EM NOVA YORK E LONDRES O segundo maior produtor mundial da

Leia mais

1. Atividade Econômica

1. Atividade Econômica Julho/212 O Núcleo de Pesquisa da FECAP apresenta no seu Boletim Econômico uma compilação dos principais indicadores macroeconômicos nacionais que foram publicados ao longo do mês de referência deste boletim.

Leia mais

Suinocultura - Análise da Conjuntura Agropecuária

Suinocultura - Análise da Conjuntura Agropecuária Suinocultura - Análise da Conjuntura Agropecuária fevereiro de 2013. 1 - Considerações Iniciais A Suinocultura é uma das atividades da agropecuária mais difundida e produzida no mundo. O porco, espécie

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL DE INVESTIMENTOS INFINITY JUSPREV

RELATÓRIO MENSAL DE INVESTIMENTOS INFINITY JUSPREV CENÁRIO ECONÔMICO EM OUTUBRO São Paulo, 04 de novembro de 2010. O mês de outubro foi marcado pela continuidade do processo de lenta recuperação das economias maduras, porém com bons resultados no setor

Leia mais

Revisão Mensal de Commodities

Revisão Mensal de Commodities Revisão Mensal de Commodities sexta-feira, 6 de setembro de 2013 Menor superávit nos grãos, maior risco geopolítico Revisamos para cima as projeções de fim de ano para a soja (de US$ 12,5 para US$ 13,2

Leia mais

Relatório de Gestão Renda Fixa e Multimercados Junho de 2013

Relatório de Gestão Renda Fixa e Multimercados Junho de 2013 Relatório de Gestão Renda Fixa e Multimercados Junho de 2013 Política e Economia Atividade Econômica: Os indicadores de atividade, de forma geral, apresentaram bom desempenho em abril. A produção industrial

Leia mais

PAINEL. US$ Bilhões. nov-05 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1

PAINEL. US$ Bilhões. nov-05 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ASSESSORIA ECONÔMICA PAINEL PRINCIPAIS INDICADORES DA ECONOMIA BRASILEIRA Número 68 1 a 15 de fevereiro de 211 ANÚNCIOS DE INVESTIMENTOS De

Leia mais

Custo da Cesta Básica aumenta em todas as cidades

Custo da Cesta Básica aumenta em todas as cidades 1 São Paulo, 16 de fevereiro de 2016 NOTA à IMPRENSA Custo da Cesta Básica aumenta em todas as cidades A partir de janeiro de 2016, o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos)

Leia mais

Um novo paradigma para o mercado de óleo de soja

Um novo paradigma para o mercado de óleo de soja Um novo paradigma para o mercado de óleo de soja A determinaça o dos preços do o leo de soja e as mudanças recentes no contexto mundial de oferta e demanda Natalia Orlovicin Analista de Mercado natalia.orlovicin@intlfcstone.com

Leia mais

110,0 105,0 100,0 95,0 90,0 85,0 80,0

110,0 105,0 100,0 95,0 90,0 85,0 80,0 BOI GORDO O ano de 2013 registrou preços elevados para a arroba do boi gordo, em todas as praças pecuárias acompanhadas pelo Sistema FAEB/SENAR. No acumulado do ano, foram verificadas as seguintes valorizações:

Leia mais

Investimento derrete e leva o PIB junto.

Investimento derrete e leva o PIB junto. Ibovespa 8-6-29:,54% Pontos: 53.63,39 Ibovespa 8-6-9 INTRADAY 545 54 535 53 525 52 515 Indicador Valor Var.% Data Dólar Comercial 1,936-1,63 1h45 Dólar Paralelo 2,3, 8/6 Dólar Turismo 2,9 +,97 8/6 Dólar/Euro

Leia mais

Notícias Economia Internacional. e Indicadores Brasileiros. Nº 2/2 - Janeiro de 2014

Notícias Economia Internacional. e Indicadores Brasileiros. Nº 2/2 - Janeiro de 2014 Notícias Economia Internacional e Indicadores Brasileiros Nº 2/2 - Janeiro de 2014 Sindmóveis - Projeto Orchestra Brasil www.sindmoveis.com.br www.orchestrabrasil.com.br Realização: inteligenciacomercial@sindmoveis.com.br

Leia mais

Preço médio da Soja em MS Período: 06/03 á 11/03 de 2014 - Em R$ por saca de 60 kg

Preço médio da Soja em MS Período: 06/03 á 11/03 de 2014 - Em R$ por saca de 60 kg SOJA» MERCADO INTERNO Na primeira semana de março houve leve apreciação nos preços da saca de 6 Kg de soja em grãos, estes cresceram em média 1,2% em relação aos preços observados 6/mar. Mas em comparação

Leia mais

Turbulência Internacional e Impacto para as Exportações do Brasil

Turbulência Internacional e Impacto para as Exportações do Brasil Brasil África do Sul Chile México Coréia do Sul Rússia Austrália Índia Suíça Turquia Malásia Europa China Argentina São Paulo, 26 de setembro de 2011. Turbulência Internacional e Impacto para as Exportações

Leia mais

Commodities Agrícolas

Commodities Agrícolas Commodities Agrícolas CAFÉ CAFÉ Bolsas BM&F ICE FUTURES Contrato Fechamento Máxima Mínimo Variação Contrato Fechamento Máxima Mínimo Variação SET13 136,80 136,50 135,80-1,80 SET 113,50 115,70 113,25-1,45

Leia mais

Soluções estratégicas em economia

Soluções estratégicas em economia Soluções estratégicas em economia Cenário macroeconômico e perspectivas para 2014/2018 maio de 2014 Perspectivas para a economia mundial Perspectivas para a economia brasileira Perspectivas para os Pequenos

Leia mais

Alta do dólar eleva preços, atrasa aquisições de insumos e reduz poder de compra

Alta do dólar eleva preços, atrasa aquisições de insumos e reduz poder de compra Ano 8 Edição 15 - Setembro de 2015 Alta do dólar eleva preços, atrasa aquisições de insumos e reduz poder de compra A forte valorização do dólar frente ao Real no decorrer deste ano apenas no período de

Leia mais

A Economia Brasileira e o Governo Dilma: Desafios e Oportunidades. Britcham São Paulo. Rubens Sardenberg Economista-chefe. 25 de fevereiro de 2011

A Economia Brasileira e o Governo Dilma: Desafios e Oportunidades. Britcham São Paulo. Rubens Sardenberg Economista-chefe. 25 de fevereiro de 2011 A Economia Brasileira e o Governo Dilma: Desafios e Oportunidades Britcham São Paulo 25 de fevereiro de 2011 Rubens Sardenberg Economista-chefe Onde estamos? Indicadores de Conjuntura Inflação em alta

Leia mais

Açúcar Relatório de Mercado Março de 2014 MERCADO INDUSTRIAL

Açúcar Relatório de Mercado Março de 2014 MERCADO INDUSTRIAL Açúcar MERCADO INDUSTRIAL PRODUÇÃO CANA, AÇÚCAR E ETANOL As unidades produtoras do Centro-Sul processaram 149.271 toneladas de cana-de-açúcar na primeira quinzena de fevereiro, volume 3,8% menor ante as

Leia mais

A seguir, detalhamos as principais posições do trimestre. PACIFICO HEDGE JULHO DE 2014 1

A seguir, detalhamos as principais posições do trimestre. PACIFICO HEDGE JULHO DE 2014 1 No segundo trimestre de 2014, o fundo Pacifico Hedge FIQ FIM apresentou rentabilidade de 1,41%, líquida de taxas. No mesmo período, o CDI apresentou variação de 2,51% e o mercado de bolsa valorizou-se

Leia mais

3 INFLAÇÃO. Carta de Conjuntura 26 mar. 2015 43

3 INFLAÇÃO. Carta de Conjuntura 26 mar. 2015 43 3 INFLAÇÃO SUMÁRIO A inflação brasileira, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), vinha apresentando uma trajetória de aceleração desde o início de 2014, mas mantinha-se dentro

Leia mais

ANÁLISE DO MOVIMENTO FÍSICO DO PORTO DE SANTOS

ANÁLISE DO MOVIMENTO FÍSICO DO PORTO DE SANTOS ANÁLISE DO MOVIMENTO FÍSICO DO PORTO DE SANTOS JULHO DE 2013 DC/SCM/GCE, 02/09/2013 Companhia Docas do Estado de São Paulo CODESP Av. Rodrigues Alves, s/ nº - Santos/SP - CEP 11015-900 Site:http://www.portodesantos.com.br

Leia mais

Índice de Confiança do Agronegócio

Índice de Confiança do Agronegócio Índice de Confiança do Agronegócio Quarto Trimestre 2014 Principais Resultados:» Índice de Confiança do Agronegócio» Índice da Indústria (antes e depois da porteira)» Índice do Produtor Agropecuário Índice

Leia mais

Decomposição da Inflação de 2011

Decomposição da Inflação de 2011 Decomposição da de Seguindo procedimento adotado em anos anteriores, este boxe apresenta estimativas, com base nos modelos de projeção utilizados pelo Banco Central, para a contribuição de diversos fatores

Leia mais

Tendências importantes para o spread e inadimplência

Tendências importantes para o spread e inadimplência Tendências importantes para o spread e inadimplência A inadimplência confirma mínima histórica em 3,0% e o spread bancário volta a se elevar, alcançando 13,1%. Os dois movimentos são os principais destaques

Leia mais

RELATÓRIO DE COMMODITIES BOI GORDO

RELATÓRIO DE COMMODITIES BOI GORDO RELATÓRIO DE COMMODITIES BOI GORDO PANORAMA SEMANA DE 21 A 25 DE SETEMBRO de 2009 Semana de preço estável no mercado de Boi Gordo no Rio Grande do Sul, com o preço encerrando a semana a R$ 4,61/kg carcaça.

Leia mais

O desafio da competitividade. Maio 2012

O desafio da competitividade. Maio 2012 O desafio da competitividade Maio 2012 ECONOMY RESEARCH Roberto Padovani Economista-Chefe (55 11) 5171.5623 roberto.padovani@votorantimcorretora.com.br Rafael Espinoso Estrategista CNPI-T (55 11) 5171.5723

Leia mais

Milho - Análise da Conjuntura Agropecuária

Milho - Análise da Conjuntura Agropecuária Milho - Análise da Conjuntura Agropecuária Outubro de 2012. MUNDO O milho é o cereal mais produzido no mundo. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a produção média do

Leia mais

Preços. 2.1 Índices gerais

Preços. 2.1 Índices gerais Preços A inflação, considerada a evolução dos índices de preços ao consumidor e por atacado, apresentou contínua elevação ao longo do trimestre encerrado em maio. Esse movimento, embora tenha traduzido

Leia mais

TRIGO Período de 12 a 16/10/2015

TRIGO Período de 12 a 16/10/2015 TRIGO Período de 2 a 6/0/205 Tabela I - PREÇO PAGO AO PRODUTOR (em R$/60 kg) Centro de Produção Unid. 2 meses Períodos anteriores mês (*) semana Preço Atual PR 60 kg 29,5 34,0 35,42 35,94 Semana Atual

Leia mais

RELATÓRIO DE COMMODITIES BOI GORDO PANORAMA. A informação é nossa, a decisão é sua! GR. Boi Gordo Mercado Físico RS Período Gráfico DIÁRIO

RELATÓRIO DE COMMODITIES BOI GORDO PANORAMA. A informação é nossa, a decisão é sua! GR. Boi Gordo Mercado Físico RS Período Gráfico DIÁRIO PANORAMA RELATÓRIO DE COMMODITIES BOI GORDO SEMANA DE 10 A 14 DE AGOSTO de 2009 Semana de nova estabilidade no preço do Boi Gordo no mercado físico do Rio Grande do Sul, fechando a semana em R$ 5,28/kg

Leia mais

Os Benefícios Econômicos da Biotecnologia Agrícola no Brasil: 1996/97 a 2010/11

Os Benefícios Econômicos da Biotecnologia Agrícola no Brasil: 1996/97 a 2010/11 Céleres Os Benefícios Econômicos da Biotecnologia Agrícola no Brasil: 199/97 a 2010/11 O CASO DO ALGODÃO GENETICAMENTE MODIFICADO O CASO DO MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO O CASO DA SOJA TOLERANTE A HERBICIDA

Leia mais

Milho Período: 22 a 26/06/2015

Milho Período: 22 a 26/06/2015 Milho Período: 22 a 26/06/2015 Câmbio: Média da semana: U$ 1,00 = R$ 3,0885 Nota: A paridade de exportação refere-se ao valor/sc desestivado sobre rodas, o que é abaixo do valor FOB Paranaguá. *Os preços

Leia mais

Responsáveis Técnicos: SILVIO ISOPO PORTO AROLDO ANTONIO DE OLIVEIRA NETO FRANCISCO OLAVO BATISTA DE SOUSA

Responsáveis Técnicos: SILVIO ISOPO PORTO AROLDO ANTONIO DE OLIVEIRA NETO FRANCISCO OLAVO BATISTA DE SOUSA Safra 2013/2014 Segundo Levantamento Agosto/2013 1 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Secretaria de Produção e Agroenergia SPAE Departamento de CanadeAçúcar e Agroenergia DCAA Companhia

Leia mais

ECONOMIA. Setor fecha 1º bimestre com crescimento de 3,67% Associação Brasileira de Supermercados

ECONOMIA. Setor fecha 1º bimestre com crescimento de 3,67% Associação Brasileira de Supermercados Associação Brasileira de Supermercados Nº38 ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 26 de Março de 2014 Setor fecha 1º bimestre com crescimento de 3,67% Evolução do Índice de

Leia mais