Situação da economia e perspectivas. Gerência-Executiva de Política Econômica (PEC)

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1 Situação da economia e perspectivas Gerência-Executiva de Política Econômica (PEC)

2 Recessão se aprofunda e situação fiscal é cada vez mais grave Quadro geral PIB brasileiro deve cair 2,9% em 2015 e aumentam expectativas para desempenho negativo também em Ociosidade da indústria em agosto é a maior desde Confiança do empresário industrial é a mais baixa desde Pontos de atenção Governo sinaliza déficit fiscal primário maior que R$ 50 bilhões em Banco Central transfere para 2017 a convergência da inflação para a meta. Câmbio segue volátil em patamar inferior a R$ 4,00 por dólar. Forte deterioração do comércio e do mercado de trabalho em setembro. Implicações Ambiente negativo dificulta recuperação da confiança de empresários e consumidores. Aumenta possibilidade de perda de grau de investimento por uma segunda agência de classificação de risco. Fatores necessários para a retomada do investimento seguem ausentes. Previsões CNI 2015 PIB: -2,9% PIB industrial: -6,1% Inflação: 9,7% Câmbio (dez): R$ 4,00/US$ Selic: 14,25% a.a. Saldo comercial: US$ 10,0 bi Previsões atualizadas em 26/10/2015 Sumário executivo

3 Prévia do PIB expõe a desaceleração da economia brasileira A economia brasileira diminuiu 3,4% de janeiro a agosto de 2015, de acordo com o Índice de Atividade do Banco Central (IBC-Br), considerando a série com ajuste sazonal. O resultado dos oito primeiros meses de 2015 é 2,0% menor que o resultado do mesmo período de A CNI prevê que o PIB brasileiro fechará 2015 com queda de 2,9%. 150 Índice de Atividade Econômica do Banco Central do Brasil (IBC-Br) Número índice - base 2002 = 100 dessazonalizado Atividade econômica 145 Fonte: Banco Central do Brasil jan-13 jul-13 jan-14 jul-14 jan-15 jul-15

4 Produção industrial mantém trajetória de queda A produção industrial caiu 1,2% em agosto frente a julho e 4,7% no acumulado de janeiro a agosto, na série livre de efeitos sazonais. A CNI prevê que o PIB industrial brasileiro cairá 6,1% em 2015, com quedas de 9,5% na transformação, 8,2% na construção, 6,9% nos Serviços Industriais de Utilidade Pública (SIUP); mas com alta de 7,1% na extrativa Produção industrial PIM-PF/IBGE Número índice - Base 2012 = 100 dessazonalizado Fonte: IBGE Atividade econômica Produção industrial Tendência (média 3 meses) jan-13 jul-13 jan-14 jul-14 jan-15 jul-15

5 Alta do faturamento da indústria ainda não reverte tendência negativa O faturamento real da indústria aumentou 0,7% entre agosto e julho, na série livre de efeitos sazonais. Contudo, esse indicador está 7,2% menor do o que observado em agosto de De janeiro a agosto de 2015, o faturamento caiu 6,6% em relação ao mesmo período de Faturamento real Indicadores Industriais/CNI Número índice - Base 2006 = 100 dessazonalizado Atividade econômica 130 Fonte: CNI Faturamento real Tendência (média 3 meses) jan-13 jul-13 jan-14 jul-14 jan-15 jul-15

6 Ociosidade do parque produtivo da indústria é cada vez maior A indústria reduziu a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) em agosto, como consequência das baixas expectativas de demanda e aumento dos estoques. Quanto menor a UCI, maior é a ociosidade na indústria. A UCI média ficou em 77,9% em agosto, na série livre de efeitos sazonais, menor valor da série histórica que teve inicio em janeiro de Utilização da Capacidade Instalada (UCI) Indicadores Industriais/CNI Em percentual (%) (indicador dessazonalizado Atividade econômica 81,2 Fonte: CNI 77,9 ago-14 set-14 out-14 nov-14 dez-14 jan-15 fev-15 mar-15 abr-15 mai-15 jun-15 jul-15 ago-15

7 Situação financeira das empresas da indústria é preocupante 55 A insatisfação dos empresários com o lucro operacional e a situação financeira permanece elevada no terceiro trimestre de 2015, conforme a Sondagem Industrial/CNI de outubro. Os índices de satisfação com o lucro operacional e com a situação financeira estão bem abaixo dos 40 pontos. A margem de lucro baixa dificulta a acumulação de capital necessária para a indústria investir. Satisfação com a situação financeira e com o lucro operacional Atividade econômica Índices variam de 0 a 100. Valores menores que 50 indicam insatisfação com a margem de lucro operacional ou com a situação financeira. Fonte: Sondagem Industrial/CNI Situação Financeira Lucro Operacional 35 Linha divisória de 50 pontos 30 IV-13 I-14 II-14 III-14 IV-14 I-15 II-15 III-15

8 Confiança do empresário industrial é a mais baixa desde 1999 O índice de confiança do empresário industrial brasileiro diminuiu 0,7 ponto em outubro frente a setembro. O índice está 10,8 pontos menor do que o registrado em agosto de 2014 e 20,4 pontos abaixo da sua média histórica. A baixa confiança é intensa e generalizada entre os empresários da indústria brasileira Índice de Confiança do Empresário Industrial ICEI/CNI Média histórica: 55,4 O ICEI varia no intervalo 0 a 100. Valores abaixo de 50 indicam empresários com baixa confiança. Fonte: CNI Atividade econômica ,00 30 jan-12 jul-12 jan-13 jul-13 jan-14 jul-14 jan-15 jul-15

9 Taxa de desemprego alcança 7,6% em setembro A taxa de desemprego cresceu de forma contínua em 2015, alcançando 7,6 % da População Economicamente Ativa (PEA) em setembro, contra 4,9% no mesmo mês de A redução típica do indicador observada a partir do início do segundo semestre de cada ano, devido as usuais contratações temporárias do período, não ocorreu e não há expectativa de reversão para os próximos meses. 8,0 Taxa de desemprego metropolitano 7,6 Em % da PEA Fonte: PME/IBGE Atividade econômica 7,0 6, , ,0 jan fev mar abr maio jun jul ago set out nov dez

10 Mais de um milhão de postos de trabalho perdidos A taxa de desemprego segue impulsionada pela retração no emprego. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED/MTE), a economia perdeu 1.163,8 mil postos de trabalho formais no acumulado em 12 meses terminados em agosto Criação líquida de empregos formais Em milhares (no acumulado em 12 meses terminados em setembro) Atividade econômica Fonte: CAGED/MTE Total Indústria Comércio Serviços set/11 mar/12 set/12 mar/13 set/13 mar/14 set/14 mar/15 set/15

11 jan/14 fev/14 mar/14 abr/14 mai/14 jun/14 jul/14 ago/14 set/14 out/14 nov/14 dez/14 jan/15 fev/15 mar/15 abr/15 mai/15 jun/15 jul/15 ago/15 set/15 Redução da massa salarial impacta o consumo das famílias O rendimento médio real caiu 4,3% entre setembro de 2015 e setembro de No mesmo período, o massa salarial foi reduzido em 6,1%. Com isso, o consumo das famílias, que vinha em desaceleração nos últimos anos, foi fortemente impactado e deve encerrar o ano com queda de 2,3% (previsão CNI). 6,0 4,0 Rendimento médio real e massa salarial real Var (%) frente ao mesmo mês do ano anterior Fonte: IBGE Atividade econômica 2,0 0,0-2,0 Rendimento Médio Real Massa Salarial -4,0-6,0-8,0

12 Aumento da gasolina e do diesel pressiona inflação em outubro A taxa de inflação avançou 0,54% em setembro. No acumulado em 12 meses, o IPCA passou de 9,53% em agosto para 9,49% em setembro. No ano, o índice acumula alta de 7,64%. Em outubro, a inflação será pressionada pelo repasse aos consumidores do aumento de 6% da gasolina e 4% do diesel, anunciado pela Petrobrás no final de setembro. 18% IPCA por grupos acumulado em 12 meses Acumulado em 12 meses (%) Inflação e juros 16% 14% Fonte: IBGE Elaboração: CNI 12% 10% 8% 6% 4% 9,49% Administrados Industriais Alimentação Serviços IPCA 2% 0% jan/13 mai/13 set/13 jan/14 mai/14 set/14 jan/15 mai/15 set/15

13 Inflação converge para 4,5% apenas em 2019 As incertezas sobre o ajuste fiscal e a significativa desvalorização do real contribuíram para o aumento das expectativas de inflação para os próximos anos. Assim, a convergência da inflação para a meta, antes esperada para o ano de 2018, só ocorrerá em 2019, de acordo com o mercado. Na última reunião de política monetária, o Banco Central optou pela manutenção da taxa Selic em 14,25% e sinalizou que não espera a convergência do IPCA para a meta em Expectativa para a inflação, segundo a pesquisa Focus Expectativa para o ano (%). Inflação e juros 9,9% 9,3% Fonte: Banco Central do Brasil 6,2% 5,4% 5,0% 4,6% 4,5% 4,9% 4,5% 4,5% 14/08/ /10/

14 IV-09 I-10 II-10 III-10 IV-10 I-11 II-11 III-11 IV-11 I-12 II-12 III-12 IV-12 I-13 II-13 III-13 IV-13 I-14 II-14 III-14 IV-14 I-15 II-15 III-15 Dificuldade de acesso ao crédito se intensifica Dados da Sondagem Industrial/CNI e da Sondagem Indústria da Construção/CNI mostram que as empresas seguem com grandes dificuldades de aceso ao crédito. Fatores como o aumento do custo de financiamento e o fraco desempenho da atividade econômica contribuem para desaceleração adicional do mercado de crédito Facilidade de acesso ao crédito 50 Nota: Indicadores variam de 0 a 100. Valores maiores que 50 indicam facilidade no acesso ao crédito. Fonte: CNI. Inflação e juros ,9 25,9 Indústria de transformação e extrativa Indústria da construção Linha divisória dos 50 pontos

15 Resultado do Governo Federal determina aumento do déficit primário O déficit primário do setor público consolidado acumulado em 12 meses subiu de 0,59% do PIB em dez/14, para 0,76% do PIB em ago/15. A deterioração do resultado primário é determinada pelo Governo Federal, cujo déficit acumulado em 12 meses passou de 0,41% do PIB, em dez/14, para 0,66% do PIB, em ago/15. O déficit primário dos governos regionais caiu de 0,18% do PIB, em dez/14, para 0,10%, em ago/15. 3 Superávit primário do setor público consolidado e por níveis de governo Em relação ao PIB nos últimos 12 meses (%) Setor público Fonte: Banco Central do Brasil 2 Elaboração: CNI 1 Setor Público Consolidado Governo Federal 0-1 dez/12 jun/13 dez/13 jun/14 dez/14 jun/15 0,1 0,7 0,8 Governos Regionais

16 Queda das despesas não impede aumento do déficit primário federal O déficit primário do Governo Federal cresceu em 2015, apesar da queda real das despesas. Piora do resultado foi determinada pela forte retração das receitas. As despesas apresentaram redução real de 2,1% nos oito primeiros meses de 2015, em relação ao mesmo período de Receita líquida do Governo Federal apresentou queda real de 4,8% na mesma comparação Evolução das Despesas e da Receita Líquida do Governo Federal Acumulado em 12 meses bilhões R$ de ago/15 (Deflator IPCA) Setor público Fonte: STN/Ministério da Fazenda Elaboração: CNI Despesas Receita Líquida dez/12 mar/13 jun/13 set/13 dez/13 mar/14 jun/14 set/14 dez/14 mar/15 jun/15

17 Dívida Líquida Dívida Bruta do Setor Público supera 65% do PIB A Dívida Bruta do Setor Público, que estava em 58,9% do PIB em dez/14, atingiu 65,3% do PIB, em ago/15. A relação Dívida Líquida do Setor Público/PIB ficou teve ligeira queda, passando de 34,1% do PIB, em dez/14, para 33,7%, em ago/15. A diferença na tendência dos indicadores se deve à queda na dívida líquida provocada pelo efeito da desvalorização cambial sobre o valor das reservas internacionais em reais. Evolução da Dívida Líquida e da Dívida Bruta do Setor Público Setor público ,3 68,00 66,00 64,00 Em proporção do PIB (%) Fonte: Banco Central do Brasil ,7 62,00 60,00 58,00 56,00 54,00 52,00 Dívida Bruta Dívida Líquida Dívida Bruta 30 dez/12 mar/13 jun/13 set/13 dez/13 mar/14 jun/14 set/14 dez/14 mar/15 jun/15 50,00

18 Taxa de câmbio mostra instabilidade em outubro Após um trimestre de desvalorização praticamente contínua, a cotação do real em relação ao dólar apresenta grande instabilidade desde o final de setembro. Muita incerteza econômica e política, além de um novo rebaixamento da nota de crédito do Brasil, explicam a forte volatilidade. Taxa de câmbio diária R$/US$ - Fechamento Ptax* 4,40 4,20 24/09/2015 R$ 4,19/US$ Em R$/US$ Fonte: Banco Central do Brasil Contas externas 4,00 3,80 19/10/2015 R$ 3,90/US$ 3,60 3,40 3,20 * Fechamento Ptax é a média aritmética das taxas de compra e das taxas de venda dos boletins do dia 3,00 01/07/2015 R$ 3,12/US$ 2,80 1-jul jul ago ago set-15 9-out-15

19 Saldo comercial cresce com queda de exportações e importações Saldo comercial acumulado até setembro totalizou US$ 10,2 bilhões. Exportações recuaram 16,3% no período, enquanto importações caíram 22,6% (pela média diária). Recessão doméstica e melhora do câmbio explicam o aumento do superávit. Exportações, importações e saldo comercial acumulado no ano até setembro ,0 167,0 23,0 180,6 164,9 15,7 177,7179,3 173,6 174,3 144,5 134,3 10, Em bilhões de dólares Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: CNI Exportações Importações Saldo comercial Contas externas ,6-0,

20 Volume exportado de manufaturados segue baixo Os preços de exportação recuaram em todas classes de produto na comparação entre os primeiros oito meses de 2015 frente a O volume exportado de básicos e de semimanufaturados estão em expansão, mas o de manufaturados segue em queda Índice de quantum de exportação manufaturados Fev/08 104,1 Média móvel de 12 meses. Número índice Base: média 2006 = 100. Fonte: Funcex Contas externas Dez/09 75,7 Ago/15 74, Jun/02 53,0 30 jan-00 jan-02 jan-04 jan-06 jan-08 jan-10 jan-12 jan-14

21 Déficit em transações correntes permanece em queda Atividade doméstica muito fraca e depreciação cambial forçam o ajuste do déficit externo. O déficit em conta corrente acumulado nos primeiros oito meses do ano recuou de US$ 65,2 bilhões em 2014 para US$ 46,1 bilhões em 2015, uma queda de 29%. O déficit acumulado em 12 meses até agosto representa 4,34% do PIB do período, enquanto em março representava 4,53%. Saldo em transações correntes 0,0 Em bilhões de dólares Contas externas -20,0 Fonte: BACEN Elaboração: CNI -40,0-60,0-80,0-49,4-73, ,0-103,6-120,0 jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez

22 FMI prevê economia brasileira ainda em recessão em 2016 Segundo as últimas estimativas do FMI, o PIB brasileiro cairá 3,0% em 2015 e 1,0% em Na América do Sul, só a Venezuela terá desempenho econômico pior que o brasileiro em As estimativas indicam também que não há perspectiva de recuperação da economia brasileira em Previsão do FMI do crescimento do PIB para alguns países (%) PAÍS Brasil -3,0-1,0 México 2,3 2,8 China 6,8 6,3 Índia 7,3 7,5 EUA 2,6 2,8 América latina -0,3 0,8 Europa 1,5 1,6 Mundo 3,1 3,6 Variação real do PIB (%) Fonte: World Economic Development/FMI. Panorama internacional

23 Previsões 2015 CNI (previsões atualizadas em 25/10/2015) Focus (23/10/2015) Banco Central (Relatório de inflação setembro/ 2015) PIB (%) -2,90-3,02-2,70 Perspectivas PIB industrial (%) -6,10-7,00-5,60 IPCA (%) 9,70 9,85 9,5* Selic (% a.a. fim do período) Taxa de câmbio R$/US$ (fim do período) Saldo comercial (US$ bilhões) Saldo em conta corrente (US$ bilhões) 14,25 14,25 14,25* 4,00 4,00 3,90* 10,0 14,0 12,0-69,0-65,0-65,0 *Taxas consideradas no modelo de previsão de inflação do BACEN, definido com base nas informações disponibilizadas até o dia 24/09/2015.

24 Presidente da CNI: Robson Braga de Andrade Diretor de Políticas e Estratégia: José Augusto Coelho Fernandes Diretor de Desenvolvimento Industrial: Carlos Eduardo Abijaodi Diretora de Relações Institucionais: Mônica Messenberg Guimarães Gerência-Executiva de Política Econômica (PEC) Gerente-Executivo: Flávio Pinheiro de Castelo Branco Equipe: Flávia Coelho Branco Junqueira Ferraz Isabel Mendes de Faria Marcelo Souza Azevedo Mário Sérgio Carraro Telles Rafael da Silva Vasconcelos Estagiários: Daniel Conceição Dias Soares Juliana Lucena do Nascimento

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