ANEXO. (d)define os requisitos contábeis para a elaboração de demonstrações

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1 ANEXO Objtivo 1.O objtivo dst Pronunciamnto é stablcr princípios para a aprsntação laboração d dmonstraçõs consolidadas quando a ntidad controla uma ou mais ntidads. Atingindo o objtivo 2.Para atingir o objtivo do itm 1, st pronunciamnto: (a)xig qu a ntidad (controladora) qu control uma ou mais ntidads (controladas) aprsnt dmonstraçõs consolidadas; (b)dfin o princípio d control stablc control como a bas para a consolidação; (c)dfin como aplicar o princípio d control para idntificar s um invstidor controla a invstida, portanto, dv consolidá-la; (d)dfin os rquisitos contábis para a laboração d dmonstraçõs consolidadas. 3.Est Pronunciamnto não trata dos rquisitos contábis para combinação d ngócios sus fitos sobr a consolidação, incluindo ágio por xpctativa d rntabilidad futura (goodwill) rsultant d combinação d ngócios (vid Pronunciamnto Técnico CPC 15 - Combinação d Ngócios). Alcanc 4.A ntidad qu sja controladora dv aprsntar dmonstraçõs consolidadas. Est Pronunciamnto s aplica a todas ssas ntidads, com as sguints xcçõs: (a)a controladora pod dixar d aprsntar as dmonstraçõs consolidadas somnt s satisfizr todas as condiçõs a sguir, além do prmitido lgalmnt: (i) a controladora é la própria uma controlada (intgral ou parcial) d outra ntidad, a qual, m conjunto com os dmais propritários, incluindo aquls sm dirito a voto, foram consultados não fizram objção quanto à não aprsntação das dmonstraçõs consolidadas pla controladora; (ii) sus instrumntos d dívida ou patrimoniais não são ngociados publicamnt (bolsa d valors nacional ou strangira ou mrcado d balcão, incluindo mrcados locais rgionais); (iii) la não tivr arquivado nm stivr m procsso d arquivamnto d suas dmonstraçõs contábis junto a uma Comissão d Valors Mobiliários ou outro órgão rgulador, visando à distribuição pública d qualqur tipo ou class d instrumnto no mrcado d capitais; (iv) a controladora final, ou qualqur controladora intrmdiária da controladora, disponibiliza ao público suas dmonstraçõs consolidadas m conformidad com os Pronunciamntos do CPC. (b)planos d bnfícios pós-mprgo ou outros planos d bnfícios d longo prazo a mprgados aos quais sja aplicávl o Pronunciamnto Técnico CPC 33 - Bnfícios a Emprgados. 4A. S a controladora final, ou qualqur controladora intrmdiária da controladora, disponibilizar dmonstraçõs consolidadas m IFRS, como ditadas plo IASB, atnd a condição prvista no itm 4(a)(iv). 4B. A isnção a qu s rfr o itm 4(a)(iv) somnt pod sr obtida s a controladora final, ou qualqur controladora intrmdiária da controladora, stivr sujita a rgulamntação brasilira disponibilizar dmonstraçõs consolidadas no Brasil. Control 5.O invstidor, indpndntmnt da naturza d su nvolvimnto com a ntidad (invstida), dv dtrminar s é controlador avaliando s controla a invstida. 6.O invstidor controla a invstida quando stá xposto a, ou tm diritos sobr, rtornos variávis dcorrnts d su nvolvimnto com a invstida tm a capacidad d aftar sss rtornos por mio d su podr sobr a invstida. 7.Assim, o invstidor controla a invstida s, somnt s, o invstidor possuir todos os atributos sguints: (a)podr sobr a invstida (vid itns 10 a 14); (b)xposição a, ou diritos sobr, rtornos variávis dcorrnts d su nvolvimnto com a invstida (vid itns 15 16); (c)a capacidad d utilizar su podr sobr a invstida para aftar o valor d sus rtornos (vid itns 17 18).

2 8.O invstidor dv considrar todos os fatos as circunstâncias ao avaliar s controla a invstida. O invstidor dv ravaliar s controla a invstida, caso fatos circunstâncias indiqum qu há mudanças m um ou mais dos três lmntos d control rlacionados no itm 7 (vid itns B80 a B85). 9.Dois ou mais invstidors controlam coltivamnt a invstida quando dvm agir m conjunto para dirigir as atividads rlvants. Nsss casos, como nnhum invstidor pod dirigir as atividads sm a coopração dos dmais, nnhum invstidor individualmnt controla a invstida. Cada invstidor dv contabilizar sua participação na invstida d acordo com os Pronunciamntos Técnicos, Orintaçõs Intrprtaçõs do CPC rlvants, como, por xmplo, os Pronunciamntos Técnicos CPC 19 - Ngócios m Conjunto, CPC 18 - Invstimnto m Coligada, m Controlada m Emprndimnto Controlado m Conjunto ou CPC 38 - Instrumntos Financiros: Rconhcimnto Mnsuração. Podr 10.O invstidor tm podr sobr a invstida quando tm diritos xistnts qu lh dão a capacidad atual d dirigir as atividads rlvants, ou sja, as atividads qu aftam significativamnt os rtornos da invstida. 11.O podr dcorr d diritos. Algumas vzs, avaliar o podr é simpls, como, por xmplo, quando o podr sobr a invstida é obtido dirta xclusivamnt dos diritos d voto concdidos por instrumntos patrimoniais, tais como açõs, pod sr avaliado considrando-s os diritos d voto dcorrnts dssas participaçõs acionárias. Em outros casos, a avaliação é mais complxa xig qu mais d um fator sja considrado, como, por xmplo, quando o podr rsulta d um ou mais acordos contratuais. 12.O invstidor com a capacidad atual d dirigir as atividads rlvants tm podr msmo qu sus diritos d dirção ainda stjam por sr xrcidos. Evidências d qu o invstidor tm dirigido atividads rlvants podm ajudar a dtrminar s o invstidor tm podr, mas ssas vidências, por si só, não são conclusivas no sntido d dtrminar s o invstidor tm podr sobr a invstida. 13.S dois ou mais invstidors têm, cada um dls, diritos xistnts qu lhs dão a capacidad unilatral d dirigir difrnts atividads rlvants, o invstidor qu tm a capacidad atual d dirigir as atividads qu aftam d forma mais significativa os rtornos da invstida tm podr sobr la. 14.O invstidor pod tr podr sobr a invstida msmo qu outras ntidads tnham diritos xistnts qu lhs dm a capacidad atual d participar da dirção das atividads rlvants, como, por xmplo, quando outra ntidad tm influência significativa. Contudo, o invstidor qu dtêm apnas diritos d protção não tm podr sobr a invstida (vid itns B26 a B28), consquntmnt, não controla a invstida. Rtornos 15.O invstidor stá xposto a, ou tm diritos sobr, rtornos variávis como rsultado d su nvolvimnto com a invstida quando os rtornos do invstidor dcorrnts d su nvolvimnto têm o potncial d variar conform o rsultado do dsmpnho da invstida. Os rtornos do invstidor podm sr somnt positivos, somnt ngativos ou ambos, positivos ngativos. 16.Embora somnt o invstidor possa controlar a invstida, mais d uma part pod participar dos rtornos da invstida. Por xmplo, os titulars d participaçõs d não controladors podm participar dos lucros ou distribuiçõs da invstida. Rlação ntr podr rtornos 17.O invstidor controla a invstida s possui não apnas podr sobr a invstida xposição a, ou diritos sobr, rtornos variávis dcorrnts d su nvolvimnto com a invstida, mas também a capacidad d usar su podr para aftar sus rtornos dcorrnts d su nvolvimnto com a invstida. 18.Assim, o invstidor com diritos d tomada d dcisõs dv dtrminar s é um principal ou um agnt. O invstidor qu é agnt d acordo com os itns B58 a B72 não controla a invstida quando xrc diritos d tomada d dcisõs a l dlgados. Rquisitos contábis 19.A controladora dv laborar dmonstraçõs consolidadas utilizando políticas contábis uniforms para transaçõs similars outros vntos m circunstâncias similars. 20.A consolidação da invstida s inicia a partir da data m qu o invstidor obtivr o control da invstida cssa quando o invstidor prdr o control da invstida. 21.Os itns B86 a B93 stablcm orintação para a laboração d dmonstraçõs consolidadas. Participação d não controladors 22.Uma controladora dv aprsntar as participaçõs d não controladors no balanço patrimonial consolidado, dntro do patrimônio líquido, sparadamnt do patrimônio líquido dos propritários da controladora. 23.Mudanças na participação socitária dtida por controladors d controladora na controlada qu não rsultam na prda d control da controlada pla controladora constitum transaçõs patrimoniais (ou sja, transaçõs com os sócios, tais quais opraçõs d aquisição d suas próprias açõs para manutnção m tsouraria). 24.Os itns B94 a B96 stablcm orintação para a contabilização d participaçõs d não controladors m dmonstraçõs consolidadas. Prda d control 25.S a controladora prdr o control da controlada, a controladora dv: (a)dsrconhcr os ativos passivos da x-controlada do balanço patrimonial consolidado; (b)rconhcr o invstimnto rmanscnt na x-controlada, s houvr, ao su valor justo na data m qu o control foi prdido, subsquntmnt, contabiliza ss invstimnto quaisqur montants a pagar ou a rcbr da x-controlada, d acordo com os Pronunciamntos Técnicos, Orintaçõs Intrprtaçõs rlvants do CPC. Ess valor justo dv sr considrado como o valor justo no rconhcimnto inicial d ativo financiro d acordo com o Pronunciamnto Técnico CPC 38 - Instrumntos Financiros: Rconhcimnto Mnsuração ou, quando apropriado, como custo no rconhcimnto inicial d invstimnto m coligada ou mprndimnto controlado m conjunto; (c)rconhcr o ganho ou a prda associado à prda do control atribuívl à x-controladora. 26.Os itns B97 a B99 stablcm orintação para a contabilização da prda do control. 27.APÊNDICE A - DEFINIÇÃO DE TERMOS Est apêndic é part intgrant dst Pronunciamnto. Os trmos a sguir são utilizados no prsnt Pronunciamnto com os sguints significados: Dmonstraçõs consolidadas são as dmonstraçõs contábis d grupo conômico, m qu os ativos, passivos, patrimônio líquido, rcitas, dspsas fluxos d caixa da controladora d suas controladas são aprsntados como s fossm uma única ntidad conômica. Control d invstida: um invstidor controla a invstida quando stá xposto a, ou tm diritos sobr, rtornos variávis dcorrnts d su nvolvimnto com a invstida tm a capacidad d aftar sss rtornos por mio d su podr sobr a invstida. Tomador d dcisõs: ntidad com diritos d tomada d dcisõs qu sja principal ou agnt d outras parts. Grupo conômico é a controladora todas as suas controladas. Participação d não controlador é a part do patrimônio líquido da controlada não atribuívl, dirta ou indirtamnt, à controladora. Controladora é uma ntidad qu controla uma ou mais controladas. Controlada é a ntidad qu é controlada por outra ntidad. Podr são diritos xistnts qu dão a capacidad atual d dirigir as atividads rlvants. Atividads rlvants: para os fins dst Pronunciamnto, atividads rlvants são atividads da invstida qu aftam significativamnt os rtornos da invstida. Diritos d protção são diritos dstinados a protgr o intrss da part qu os dtém, sm dar a ssa part podr sobr a ntidad à qual sss diritos s rfrm. Diritos d dstituição são diritos d privar o tomador d dcisõs d sua autoridad d tomada d dcisõs. Os trmos a sguir são dfinidos nos Pronunciamntos Técnicos CPC 05 - Divulgação sobr Parts Rlacionadas, CPC 18 - Invstimnto m Coligada, m Controlada m Emprndimnto Controlado m Conjunto, CPC 19 - Ngócios m Conjunto CPC 45 - Divulgação d Participaçõs m Outras Entidads são usados nst Pronunciamnto com os significados spcificados nsss pronunciamntos: coligada participação m outra ntidad mprndimnto controlado m conjunto (joint vntur) pssoal-chav da administração part rlacionada influência significativa. APÊNDICE B - GUIA DE APLICAÇÃO Est apêndic é part intgrant dst Pronunciamnto. El dscrv a aplicação dos itns 1 a 26 tm a msma autoridad qu as dmais parts do Pronunciamnto. B1. Os xmplos dst apêndic rtratam situaçõs hipotéticas. Embora alguns aspctos dos xmplos possam star prsnts m situaçõs rais, todos os fatos circunstâncias d uma situação spcífica prcisam sr avaliados ao aplicar o Pronunciamnto Técnico CPC 36. Avaliação do control B2. Para dtrminar s controla a invstida, o invstidor dv avaliar s possui todos os rquisitos a sguir: (a)podr sobr a invstida; (b)xposição a, ou diritos sobr, rtornos variávis dcorrnts d su nvolvimnto com a invstida; (c)a capacidad d utilizar su podr sobr a invstida para aftar o valor d sus rtornos. B3. Os fators a sguir podm ajudar na dtrminação do control: (a)o objtivo a strutura da invstida (vid itns B5 a B8); (b)quais são as atividads rlvants como as dcisõs sobr ssas atividads são tomadas (vid itns B11 a B13); (c)s os diritos do invstidor lh dão a capacidad atual d dirigir as atividads rlvants (vid itns B14 a B54); (d)s o invstidor stá xposto a, ou tm diritos sobr, rtornos variávis dcorrnts d su nvolvimnto com a invstida (vid itns B55 a B57); ()s o invstidor tm a capacidad d utilizar su podr sobr a invstida para aftar o valor d sus rtornos (vid itns B58 a B72). B4. Ao avaliar o control da invstida, o invstidor dv considrar a naturza d su rlacionamnto com outras parts (vid itns B73 a B75). Objtivo strutura d invstida B5. Ao avaliar o control da invstida, o invstidor dv considrar o objtivo a strutura da invstida a fim d idntificar as atividads rlvants, como as dcisõs sobr as atividads rlvants são tomadas, qum tm a capacidad atual d dirigir ssas atividads qum rcb rtornos dcorrnts dssas atividads. B6. Quando o objtivo a strutura da invstida são considrados, pod ficar claro qu a invstida é controlada por mio d instrumntos patrimoniais qu confrm ao su titular diritos d voto proporcionais, como, por xmplo, açõs ordinárias da invstida. Nss caso, na ausência d quaisqur acordos adicionais qu altrm a tomada d dcisõs, a avaliação do control s concntra m qual das parts, s houvr, stá apta a xrcr diritos d voto suficints para dtrminar as políticas opracional d financiamnto da invstida (vid itns B34 a B50). No caso mais simpls, o invstidor qu dtém a maioria dsss diritos d voto, na ausência d quaisqur outros fators, controla a invstida. B7. Para dtrminar s o invstidor controla a invstida m casos mais complxos, pod sr ncssário considrar alguns ou todos os fators do itm B3. B8. A invstida pod sr struturada d modo qu os diritos d voto não sjam o fator dominant ao dcidir qum controla a invstida, como, por xmplo, quando quaisqur diritos d voto rfrm-s somnt a tarfas administrativas, as atividads rlvants são dirigidas por mio d acordos contratuais. Nsss casos, a considração do invstidor m rlação ao objtivo à strutura da invstida inclui também a considração dos riscos aos quais a invstida stá xposta d acordo com a sua struturação dos riscos qu, d acordo com a sua struturação, la transfr às parts nvolvidas com la, s o invstidor stá xposto a alguns ou a todos sss riscos. A considração dos riscos inclui não apnas o risco d situaçõs advrsas, mas também o potncial d situaçõs favorávis. Podr B9. Para tr podr sobr a invstida, o invstidor dv tr diritos xistnts qu lh dm a capacidad atual d dirigir as atividads rlvants. Para o fim d avaliar o podr, dvm sr considrados somnt diritos substantivos diritos qu não sjam d protção (vid itns B22 a B28). B10. A dtrminação d s o invstidor tm podr dpnd das atividads rlvants, da forma pla qual são tomadas dcisõs sobr as atividads rlvants dos diritos qu o invstidor outras parts têm m rlação à invstida. Atividads rlvants dirção d atividads rlvants B11. Para muitas invstidas, uma séri d atividads opracionais d financiamnto aftam significativamnt sus rtornos. Exmplos d atividads qu, dpndndo das circunstâncias, podm sr atividads rlvants inclum, ntr outras: (a)compra vnda d bns ou srviços; (b)gstão d ativos financiros durant sua vida (incluindo m caso d inadimplência); (c)slção, aquisição ou alinação d ativos; (d)psquisa dsnvolvimnto d novos produtos ou procssos; ()dtrminação da strutura d capital para obtnção d rcursos. B12. Exmplos d dcisõs sobr atividads rlvants inclum, ntr outras: (a)stablcimnto d dcisõs opracionais d capital da invstida, incluindo orçamntos; (b)nomação rmunração d pssoal-chav da administração ou prstadors d srviços da invstida príodo d sus mandatos ou término d sus srviços. B13. Em algumas situaçõs, atividads qu ocorrm ants ou após um conjunto spcífico d circunstâncias ou um vnto podm sr rlvants. Quando dois ou mais invstidors têm a capacidad atual d dirigir atividads rlvants ssas atividads ocorrm m ocasiõs difrnts, os invstidors dtrminam qual invstidor é capaz d dirigir as atividads qu aftam sss rtornos d forma mais significativa, d forma consistnt com o tratamnto d diritos concorrnts d tomada d dcisõs (vid itm 13). Os invstidors dvm rconsidrar sta avaliação ao longo do tmpo caso fatos ou circunstâncias rlvants s altrm. Exmplo 1 Dois invstidors constitum uma invstida para dsnvolvr comrcializar um produto médico. O invstidor é rsponsávl por dsnvolvr obtr aprovação rgulatória do produto médico - ssa rsponsabilidad inclui tr a capacidad unilatral d tomar todas as dcisõs rlativas ao dsnvolvimnto do produto à obtnção da aprovação rgulatória. Assim qu o rgulador tivr aprovado o produto, o outro invstidor o fabricará o comrcializará - ss invstidor tm a capacidad unilatral d tomar todas as dcisõs sobr a fabricação comrcialização do produto. S todas as atividads - dsnvolvimnto obtnção d aprovação rgulatória, bm como fabricação comrcialização do produto médico - form atividads rlvants, cada invstidor prcisa dtrminar s é capaz d dirigir as atividads qu aftam mais significativamnt os rtornos da invstida. Assim sndo, cada invstidor prcisa considrar s a atividad qu afta mais significativamnt os rtornos da invstida é o dsnvolvimnto a obtnção d aprovação rgulatória ou a fabricação a comrcialização do produto médico s é capaz d dirigir ssa atividad. Ao dtrminar qual invstidor tm o podr, os invstidors dvm considrar:

3 (a)o objtivo a strutura da invstida; (b)os fators qu dtrminam a margm d lucro, as rcitas o valor da invstida, bm como o valor do produto médico; (c)o fito sobr os rtornos da invstida dcorrnt da autoridad d tomada d dcisõs d cada invstidor m rlação aos fators prvistos na alína (b); (d)a xposição dos invstidors à variabilidad dos rtornos. Nst xmplo spcífico, os invstidors dvriam considrar ainda: ()a incrtza da obtnção d aprovação rgulatória os sforços xigidos para tal obtnção (considrando-s o histórico do invstidor rfrnt ao êxito no dsnvolvimnto obtnção d aprovação rgulatória para produtos médicos); (f)qual invstidor controla o produto médico uma vz concluída com êxito a fas d dsnvolvimnto. Exmplo 2 Um vículo d invstimnto (invstida) é criado financiado com um instrumnto d dívida dtido por invstidor (invstidor crdor) instrumntos patrimoniais dtidos por uma séri d outros invstidors. A tranch d patrimônio é struturada para absorvr as primiras prdas para rcbr qualqur rtorno rsidual da invstida. Um dos invstidors d patrimônio qu dtém 30% do patrimônio líquido é também o gstor dos ativos. A invstida utiliza sus rcursos para adquirir uma cartira d ativos financiros, xpondo-a ao risco d crédito associado à possívl inadimplência d pagamntos d principal juros dos ativos. A transação é comrcializada junto ao invstidor crdor como invstimnto com xposição mínima ao risco d crédito associado à possívl inadimplência dos ativos da cartira, dvido à naturza dsss ativos dvido à tranch d patrimônio sr struturada para absorvr as primiras prdas da invstida. Os rtornos da invstida são significativamnt aftados pla gstão da cartira d ativos da invstida, qu inclui dcisõs sobr a slção, a aquisição a alinação dos ativos d acordo com as dirtrizs da política d invstimnto a gstão m caso d inadimplência d quaisqur ativos da cartira. Todas ssas atividads são gridas plo gstor d ativos até qu as inadimplências atinjam a proporção spcificada do valor da cartira (ou sja, quando o valor da cartira é tal qu a tranch d patrimônio da invstida tnha sido consumida). A partir dss momnto, um trciro indpndnt (agnt fiduciário) passa a grir os ativos d acordo com as instruçõs do invstidor crdor. A gstão da cartira d ativos da invstida é a atividad rlvant da invstida. O gstor d ativos tm a capacidad d dirigir as atividads rlvants até qu os ativos qu originam inadimplência (ativos m dfault) atinjam a proporção spcificada do valor da cartira; o invstidor crdor tm a capacidad d dirigir as atividads rlvants quando o valor dos ativos qu originam inadimplência (ativos m dfault) ultrapassa ssa proporção spcificada do valor da cartira. O gstor d ativos o invstidor crdor prcisam, cada qual, dtrminar s são capazs d dirigir as atividads qu aftam mais significativamnt os rtornos da invstida, considrando, inclusiv, o objtivo a strutura da invstida, bm como a xposição d cada part à variabilidad dos rtornos. Diritos qu dão ao invstidor podr sobr a invstida B14. O podr dcorr d diritos. Para tr podr sobr a invstida, o invstidor dv tr diritos xistnts qu lh dm a capacidad atual d dirigir as atividads rlvants. Os diritos qu podm dar podr ao invstidor podm difrir ntr as invstidas. B15. Exmplos d diritos qu, individualmnt ou combinados, podm dar podr ao invstidor inclum, ntr outros: (a)diritos na forma d diritos d voto (ou diritos d voto potnciais) da invstida (vid itns B34 a B50); (b)diritos d nomar, ralocar ou dstituir mmbros do pssoal-chav da administração da invstida qu tnham a capacidad d dirigir as atividads rlvants; (c)diritos d nomar ou dstituir outra ntidad qu dirija as atividads rlvants; (d)diritos d instruir a invstida a ralizar transaçõs, ou vtar quaisqur mudanças a ssas transaçõs, m bnfício do invstidor; ()outros diritos (tais como diritos d tomada d dcisõs spcificados m contrato d gstão) qu dm ao titular a capacidad d dirigir as atividads rlvants. B16. D modo gral, quando a invstida tm uma gama d atividads opracionais d financiamnto qu aftam significativamnt os rtornos da invstida quando tomadas d dcisõs importants m rlação a ssas atividads são xigidas continuamnt, são os diritos d voto ou similars qu dão podr ao invstidor, sja individualmnt ou m combinação com outros acordos. B17. Quando os diritos d voto não podm tr fito significativo sobr os rtornos da invstida, como, por xmplo, quando os diritos d voto rfrm-s somnt a tarfas administrativas, acordos contratuais dtrminam a dirção das atividads rlvants, o invstidor prcisa avaliar sss acordos contratuais a fim d dtrminar s possui diritos suficints para lh dar podr sobr a invstida. Para dtrminar s possui diritos suficints para lh dar podr, o invstidor dv considrar o objtivo a strutura da invstida (vid itns B5 a B8) os rquisitos dos itns B51 a B54 m conjunto com os itns B18 a B20. B18. Em algumas circunstâncias, pod sr difícil dtrminar s os diritos do invstidor são suficints para lh dar podr sobr a invstida. Nsss casos, para prmitir qu sja fita a avaliação do podr, o invstidor dv considrar vidências no tocant à sua capacidad prática d dirigir as atividads rlvants d forma unilatral. Dvm sr considrados, ntr outros, os itns sguints, os quais, quando considrados m conjunto com os diritos do invstidor os indicadors dos itns B19 B20, podm forncr vidência d qu os diritos do invstidor são suficints para lh dar podr sobr a invstida: (a)o invstidor pod, sm tr o dirito contratual d fazê-lo, nomar ou aprovar o pssoal-chav da administração da invstida qu tm a capacidad d dirigir as atividads rlvants; (b)o invstidor pod, sm tr o dirito contratual d fazê-lo, instruir a invstida a ralizar transaçõs significativas m bnfício do invstidor ou pod vtar quaisqur mudanças a ssas transaçõs; (c)o invstidor pod dominar o procsso d nomaçõs para a lição d mmbros do órgão d administração da invstida ou a obtnção d procuraçõs d outros titulars d diritos d voto; (d)o pssoal-chav da administração da invstida é formado por parts rlacionadas do invstidor (por xmplo, o prsidnt xcutivo da invstida o prsidnt xcutivo do invstidor são a msma pssoa); ()a maioria dos mmbros do órgão d administração da invstida consist m parts rlacionadas do invstidor. B19. Por vzs, há indicaçõs d qu o invstidor tm rlacionamnto spcial com a invstida, sugrindo qu o invstidor tm mais do qu intrss passivo na invstida. A xistência d qualqur indicador individual, ou combinação spcífica d indicadors, não ncssariamnt significa qu o critério d podr foi atndido. Contudo, tr mais do qu uma participação passiva na invstida pod indicar qu o invstidor tm outros diritos rlacionados suficints para lh dar podr ou forncr vidência d podr xistnt sobr a invstida. Por xmplo, os itns a sguir sugrm qu o invstidor tm mais do qu intrss passivo na invstida, m combinação com outros diritos, podm indicar podr: (a)o pssoal-chav da administração da invstida qu tm a capacidad d dirigir as atividads rlvants são atuais ou antigos mprgados do invstidor; (b)as opraçõs da invstida dpndm do invstidor, como, por xmplo, nas sguints situaçõs: (i)a invstida dpnd do invstidor para financiar parcla significativa d suas opraçõs; (ii)o invstidor garant parcla significativa das obrigaçõs da invstida; (iii)a invstida dpnd do invstidor para srviços, tcnologia, suprimntos ou matérias-primas críticos. (iv)o invstidor controla ativos como, por xmplo, licnças ou marcas comrciais, qu são críticos para as opraçõs da invstida; (v)a invstida dpnd do invstidor para o pssoal-chav da administração, como, por xmplo, quando o pssoal do invstidor possui conhcimnto spcializado das opraçõs da invstida; (c)parcla significativa das atividads da invstida nvolv o invstidor ou é conduzida m nom dst; (d)a xposição do invstidor a rtornos dcorrnts d su nvolvimnto com a invstida ou sus diritos a sss rtornos são dsproporcionalmnt maiors qu sus diritos d voto ou outros diritos similars. Por xmplo, pod havr a situação m qu o invstidor tm dirito ou stá xposto a mais do qu a mtad dos rtornos da invstida, mbora dtnha mnos qu a mtad dos diritos d voto da invstida. B20. Quanto maior a xposição ou os diritos do invstidor à variabilidad d rtornos dcorrnts d su nvolvimnto com a invstida, maior é o incntivo para qu o invstidor obtnha diritos suficints para lh dar podr. Portanto, tr uma grand xposição à variabilidad d rtornos é um indicador d qu o invstidor pod tr podr. Contudo, a xtnsão da xposição do invstidor não dtrmina, por si só, s o invstidor tm podr sobr a invstida. B21. Quando os fators prvistos no itm B18 os indicadors prvistos nos itns B19 B20 são considrados m conjunto com os diritos do invstidor, maior pso é dado à vidência d podr dscrita no itm B18. Diritos substantivos B22. O invstidor, ao avaliar s tm podr, dv considrar somnt diritos substantivos rlativos à invstida (dtidos plo invstidor por outras parts). Para qu o dirito sja substantivo, o titular dv tr a capacidad prática d xrcr ss dirito. B23. Dtrminar s diritos são substantivos xig julgamnto, lvando-s m conta todos os fatos circunstâncias. Os fators a srm considrados ao ftuar ssa dtrminação inclum, ntr outros: (a)s há quaisqur barriras (conômicas ou outras) qu impdm o titular (ou titulars) d xrcr os diritos. Exmplos d barriras inclum, ntr outras: (i)sançõs incntivos pcuniários qu impçam (ou dissuadam) o titular d xrcr sus diritos; (ii)prço d xrcício ou d convrsão qu cria uma barrira qu impça (ou dissuada) o titular d xrcr sus diritos; (iii)trmos condiçõs qu tornam improvávl qu os diritos sjam xrcidos, como, por xmplo, condiçõs qu limitam d forma strita a época d su xrcício; (iv)ausência d mcanismo xplícito razoávl nos documntos constitutivos da invstida ou nas lis ou rgulamntos aplicávis qu prmita ao titular xrcr sus diritos; (v)incapacidad do titular dos diritos d obtr as informaçõs ncssárias para xrcr sus diritos; (vi)barriras ou incntivos opracionais qu impçam (ou dissuadam) o titular d xrcr sus diritos (por xmplo, ausência d outros grnts dispostos ou aptos a prstar srviços spcializados ou a prstar os srviços assumir outras participaçõs dtidas plo grnt m xrcício); (vii)xigências lgais ou rgulatórias qu impçam o titular d xrcr sus diritos (por xmplo, quando o invstidor strangiro é proibido d xrcr sus diritos); (b)quando o xrcício d diritos xig a concordância d mais d uma part, ou quando os diritos são dtidos por mais d uma part, qur haja mcanismo qu dê a ssas parts a capacidad prática d xrcr sus diritos coltivamnt, s optarm por xrcê-lo. A ausência dss mcanismo é um indicador d qu os diritos podm não sr substantivos. Quanto maior o númro d parts qu dvam concordar com o xrcício d diritos, mnor é a probabilidad d qu sss diritos sjam substantivos. Contudo, o conslho d administração cujos mmbros sjam indpndnts do tomador d dcisõs pod atuar como mcanismo para qu numrosos invstidors atum coltivamnt no xrcício d sus diritos. Portanto, é mais provávl qu diritos d dstituição qu possam sr xrcidos por conslho d administração indpndnt sjam substantivos do qu s os msmos diritos pudssm sr xrcidos individualmnt por grand númro d invstidors; (c)s a part ou parts qu dtêm os diritos s bnficim do su xrcício. Por xmplo, o titular d diritos d voto potnciais na invstida (vid itns B47 a B50) dv considrar o prço d xrcício ou d convrsão do instrumnto. É mais provávl qu os trmos condiçõs d diritos d voto potnciais sjam substantivos quando o instrumnto stá dntro do prço (in-th-mony) ou quando o invstidor s bnficiar, por outras razõs (por xmplo, pla captura d sinrgias ntr o invstidor a invstida), do xrcício ou convrsão do instrumnto. B24. Para srm substantivos, os diritos prcisam também sr xrcívis quando as dcisõs sobr a dirção das atividads rlvants prcisam sr tomadas. Normalmnt, para srm substantivos, os diritos prcisam sr atualmnt xrcívis. Contudo, alguns diritos podm sr substantivos ainda qu não sjam atualmnt xrcívis. Exmplo 3 A invstida raliza assmblias ordinárias d acionistas nas quais são tomadas dcisõs para a dirção das atividads rlvants. A próxima assmblia d acionistas agndada srá ralizada m oito mss. Contudo, acionistas qu, individual ou coltivamnt, dtêm no mínimo 5% dos diritos d voto podm convocar uma assmblia xtraordinária para altrar as políticas xistnts sobr as atividads rlvants, mas a xigência d ntrga d notificação aos dmais acionistas tm por implicação o fato d ssa assmblia xtraordinária não podr sr ralizada ants d dcorridos 30 dias. As políticas sobr as atividads rlvants somnt podm sr altradas m assmblias xtraordinárias d acionistas ou m assmblias d acionistas agndadas. Isto inclui a aprovação d vndas substanciais d ativos, bm como a ralização ou a alinação d invstimntos significativos. A situação acima s aplica aos xmplos 3A a 3D dscritos a sguir. Cada xmplo é considrado isoladamnt. Exmplo 3A O invstidor dtém a maioria dos diritos d voto na invstida. Os diritos d voto do invstidor são substantivos, pois l é capaz d tomar dcisõs sobr a dirção das atividads rlvants quando tais dcisõs prcisam sr tomadas. O fato d qu lva 30 dias para qu o invstidor possa xrcr sus diritos d voto não impd qu o invstidor tnha a capacidad atual d dirigir as atividads rlvants a partir do momnto m qu adquir a participação acionária. Exmplo 3B O invstidor é part d contrato a trmo para a aquisição da maioria das açõs da invstida. A liquidação do contrato a trmo s dará m 25 dias. Os acionistas xistnts não são capazs d modificar as políticas xistnts m rlação às atividads rlvants, já qu uma assmblia xtraordinária não pod sr ralizada ants d dcorridos 30 dias, ocasião m qu o contrato a trmo já trá sido liquidado. Assim, o invstidor tm diritos qu são ssncialmnt quivalnts aos do acionista majoritário do xmplo 3A (ou sja, o invstidor qu dtém o contrato a trmo pod tomar dcisõs sobr a dirção das atividads rlvants quando las prcisarm sr tomadas). O contrato a trmo do invstidor é um dirito substantivo qu lh dá a capacidad atual d dirigir as atividads rlvants msmo ants qu o contrato a trmo sja liquidado. Exmplo 3C O invstidor dtém uma opção substantiva d adquirir a maioria das açõs da invstida, a qual pod sr xrcida m 25 dias stá substancialmnt dntro do prço (in-th-mony). A conclusão é a msma do xmplo 3B. Exmplo 3D O invstidor é part d contrato a trmo para a aquisição da maioria das açõs da invstida, sm quaisqur outros diritos rlacionados sobr a invstida. A liquidação do contrato a trmo s dará m sis mss. Em contrast com os xmplos antriors, o invstidor não tm a capacidad atual d dirigir as atividads rlvants. Os acionistas xistnts têm a capacidad atual d dirigir as atividads rlvants, já qu podm modificar as políticas xistnts m rlação às atividads rlvants ants qu o contrato a trmo sja liquidado. B25. Diritos substantivos xrcívis por outras parts podm impdir o invstidor d controlar a invstida à qual sss diritos s rfrm. Esss diritos substantivos não xigm qu os titulars tnham a capacidad d originar as dcisõs. Dsd qu não sjam mramnt d protção (vid itns B26 a B28), diritos substantivos dtidos por outras parts podm impdir qu o invstidor control a invstida, ainda qu sss diritos dm aos titulars apnas a capacidad atual d aprovar ou bloquar dcisõs qu s rfiram às atividads rlvants. Diritos d protção B26. Ao avaliar s os diritos lh dão podr sobr a invstida, o invstidor dv avaliar s os sus diritos os diritos dtidos por trciros são diritos d protção. Diritos d protção rfrm-s a mudanças fundamntais nas atividads da invstida ou aplicam-s a circunstâncias xcpcionais. Contudo, nm todos os diritos qu s aplicam a circunstâncias xcpcionais ou qu sjam contingnciais a dtrminados vntos são diritos d protção (vid itns B13 B53).

4 B27. Como os diritos d protção dstinam-s a protgr os intrsss d su titular sm dar a ssa part podr sobr a invstida à qual s rfrm sss diritos, o invstidor qu dtém apnas diritos d protção não pod tr podr ou impdir outra part d tr podr sobr a invstida (vid itm 14). B28. Exmplos d diritos d protção inclum, ntr outros: (a)dirito d crdor d impor limits ao tomador d mpréstimos com rlação à ralização d atividads qu podm modificar significativamnt o risco d crédito do tomador m dtrimnto do crdor; (b)dirito d part titular d participação não controladora na invstida d aprovar invstimntos capitalizávis supriors ao xigido no curso normal dos ngócios ou d aprovar a missão d instrumntos patrimoniais ou d dívida; (c)dirito d crdor d apropriar-s lgalmnt d ativos do tomador d mpréstimo s st dixar d satisfazr condiçõs spcificadas d amortização d mpréstimo. Franquias B29. O contrato d franquia no qual a invstida sja a franquada gralmnt dá ao franquador diritos qu s dstinam a protgr a marca da franquia. Contratos d franquia normalmnt dão aos franquadors alguns diritos d tomada d dcisõs m rlação às opraçõs da franquada. B30. D modo gral, os diritos dos franquadors não rstringm a capacidad d outras parts qu não o franquador d tomar dcisõs qu tnham fito significativo sobr os rtornos da franquada. Tampouco os diritos do franquador m contratos d franquia ncssariamnt dão ao franquador a capacidad atual d dirigir as atividads qu aftam significativamnt os rtornos da franquada. B31. É ncssário distinguir ntr tr a capacidad atual d tomar dcisõs qu aftam significativamnt os rtornos da franquada tr a capacidad d tomar dcisõs qu protgm a marca da franquia. O franquador não tm podr sobr a franquada s outras parts têm diritos xistnts qu lhs dão a capacidad atual d dirigir as atividads rlvants da franquada. B32. Ao ralizar o contrato d franquia, a franquada tomou a dcisão unilatral d oprar su ngócio d acordo com os trmos do contrato d franquia, mas por sua própria conta. B33. O control sobr dcisõs fundamntais como, por xmplo, a naturza jurídica da franquada sua strutura d financiamnto pod sr dtrminado por outras parts qu não o franquador podm aftar significativamnt os rtornos da franquada. Quanto mnor o nívl d suport financiro forncido plo franquador quanto mnor a xposição do franquador à variabilidad d rtornos da franquada, maior é a probabilidad d qu o franquador tnha apnas diritos d protção. Diritos d voto B34. Frquntmnt o invstidor tm a capacidad atual, por mio d diritos d voto ou similars, d dirigir as atividads rlvants. O invstidor dv considrar os rquisitos dos itns B35 a B50 s as atividads rlvants da invstida form dirigidas por mio d diritos d voto. Podr com a maioria dos diritos d voto B35. O invstidor qu dtém mais da mtad dos diritos d voto da invstida tm podr nas sguints situaçõs, a mnos qu o itm B36 ou o itm B37 sja aplicávl: (a)as atividads rlvants são dirigidas plo voto do titular da maioria dos diritos d voto; ou (b)a maioria dos mmbros do órgão d administração qu dirig as atividads rlvants é nomada plo voto do titular da maioria dos diritos d voto. Maioria dos diritos d voto, mas nnhum podr B36. Para qu o invstidor qu dtnha mais qu a mtad dos diritos d voto da invstida tnha podr sobr la, sus diritos d voto dvm sr substantivos, d acordo com os itns B22 a B25, dvm dar ao invstidor a capacidad atual d dirigir as atividads rlvants, o qu frquntmnt s dá por mio da dtrminação das políticas opracionais d financiamnto. S outra ntidad tivr diritos xistnts qu lh fornçam o dirito d dirigir as atividads rlvants ssa ntidad não for agnt do invstidor, o invstidor não tm podr sobr a invstida. B37. O invstidor não tm podr sobr a invstida, ainda qu dtnha a maioria dos diritos d voto na invstida, quando sss diritos d voto não são substantivos. Por xmplo, o invstidor qu dtém mais qu a mtad dos diritos d voto na invstida não pod tr podr s as atividads rlvants stivrm sujitas à dirção d govrno, tribunal, administrador, síndico, liquidant ou rgulador. Podr sm a maioria dos diritos d voto B38. O invstidor pod tr podr ainda qu dtnha mnos qu a maioria dos diritos d voto da invstida. O invstidor pod tr podr com mnos qu a maioria dos diritos d voto da invstida, por xmplo, por mio d: (a)acordo contratual ntr o invstidor outros titulars d diritos d voto (vid itm B39); (b)diritos dcorrnts d outros acordos contratuais (vid itm B40); (c)os diritos d voto do invstidor (vid itns B41 a B45); (d)diritos d voto potnciais (vid itns B47 a B50); ou ()a combinação d (a) a (d). Acordo contratual com outros titulars d diritos d voto B39. Um acordo contratual ntr um invstidor outros titulars d diritos d voto pod dar ao invstidor o dirito d xrcr diritos d voto suficints para lh dar podr, ainda qu o invstidor não tnha diritos d voto suficints para lh dar podr sm o acordo contratual. Contudo, o acordo contratual pod garantir qu o invstidor possa instruir um númro suficint d outros titulars d diritos d voto sobr como votar para prmitir ao invstidor tomar dcisõs sobr as atividads rlvants. Diritos dcorrnts d outros acordos contratuais B40. Outros diritos d tomada d dcisõs, m combinação com diritos d voto, podm dar ao invstidor a capacidad atual d dirigir as atividads rlvants. Por xmplo, os diritos spcificados m acordo contratual m combinação com diritos d voto podm sr suficints para dar ao invstidor a capacidad atual d dirigir os procssos d fabricação da invstida ou d dirigir outras atividads opracionais ou d financiamnto da invstida qu aftm significativamnt os rtornos da invstida. Contudo, na ausência d quaisqur outros diritos, a dpndência conômica da invstida m rlação ao invstidor (como, por xmplo, as rlaçõs d forncdor com o su principal clint) não lva a concluir qu o invstidor tnha podr sobr a invstida. Diritos d voto do invstidor B41. O invstidor sm a maioria dos diritos d voto pod tr diritos qu são suficints para lh dar podr quando tm a capacidad prática d dirigir as atividads rlvants d modo unilatral. B42. Ao avaliar s sus diritos d voto são suficints para lh dar podr, o invstidor considra todos os fatos circunstâncias, incluindo: (a)a xtnsão dos diritos d voto do invstidor m comparação com a xtnsão a disprsão dos diritos d voto dos dmais titulars, obsrvando-s qu: (i)quanto mais diritos d voto o invstidor dtnha, maior é a probabilidad d qu o invstidor tnha diritos xistnts qu lh dm a capacidad atual d dirigir as atividads rlvants; (ii)quanto mais diritos d voto o invstidor dtnha m rlação aos dmais titulars d diritos d voto, maior é a probabilidad d qu o invstidor tnha diritos xistnts qu lh dm a capacidad atual d dirigir as atividads rlvants; (iii)quanto maior o númro d parts qu prcisariam agir m conjunto para suprar o invstidor m númro d votos, maior é a probabilidad d qu o invstidor tnha diritos xistnts qu lh dm a capacidad atual d dirigir as atividads rlvants; (b)diritos d voto potnciais dtidos plo invstidor, outros titulars d diritos d voto ou outras parts (vid itns B47 a B50); (c)diritos dcorrnts d outros acordos contratuais (vid itm B40); (d)quaisqur fatos circunstâncias adicionais qu indiqum qu o invstidor possui ou não possui a capacidad atual d dirigir as atividads rlvants no momnto m qu dcisõs prcism sr tomadas, incluindo padrõs d votação m assmblias d acionistas antriors. B43. Quando a dirção d atividads rlvants for dtrminada plo voto majoritário o invstidor dtivr significativamnt mais diritos d voto qu qualqur outro titular d diritos d voto ou grupo organizado d titulars d diritos d voto, sndo qu as dmais participaçõs acionárias stjam amplamnt disprsas, pod ficar claro, após considrar tão-somnt os fators rlacionados no itm B42(a) a (c), qu o invstidor tm podr sobr a invstida. Exmplo 4 O invstidor adquir 48% dos diritos d voto da invstida. Os diritos d voto rstants são dtidos por milhars d acionistas, nnhum dos quais, individualmnt, dtém mais qu 1% dos diritos d voto. Nnhum dos acionistas possui qualqur acordo para consultar qualqur dos dmais acionistas ou para tomar dcisõs coltivas. Ao avaliar a proporção dos diritos d voto a sr adquirida, com bas no tamanho rlativo das dmais participaçõs acionárias, o invstidor dtrminou qu a participação d 48% sria suficint para lh dar o control. Nss caso, com bas no tamanho absoluto d sua participação no tamanho rlativo das dmais participaçõs, o invstidor conclui qu tm participação com dirito d voto suficintmnt dominant para satisfazr o critério d podr sm a ncssidad d considrar qualqur outra vidência d podr. Exmplo 5 O invstidor A dtém 40% dos diritos d voto da invstida, doz outros invstidors dtêm, cada um, 5% dos diritos d voto da invstida. O acordo d acionistas concd ao invstidor A o dirito d nomar, dstituir fixar a rmunração dos administradors rsponsávis pla dirção das atividads rlvants. Para modificar o contrato, xig-s o voto majoritário d dois trços dos acionistas. Nss caso, o invstidor A conclui qu o tamanho absoluto d sua participação o tamanho rlativo das dmais participaçõs acionárias por si só não são conclusivos para dtrminar s l possui diritos suficints para lh dar podr. Contudo, o invstidor A dtrmina qu su dirito contratual d nomar, dstituir fixar a rmunração dos administradors é suficint para concluir qu l tm podr sobr a invstida. O fato d qu o invstidor A possa não tr xrcido ss dirito ou a probabilidad d qu o invstidor A xrça su dirito d slcionar, nomar ou dstituir os administradors não dv sr considrada ao avaliar s o invstidor A tm podr. B44. Em outras situaçõs, pod ficar claro, após considrar tão-somnt os fators rlacionados no itm B42(a) a (c), qu o invstidor não tm podr. Exmplo d aplicação Exmplo 6 O invstidor A dtém 45% dos diritos d voto da invstida. Dois outros invstidors dtêm, cada um, 26% dos diritos d voto da invstida. Os diritos d voto rstants são dtidos por três outros acionistas, cada um dos quais dtém 1%. Não há outros acordos qu aftam a tomada d dcisõs. Nss caso, o tamanho da participação com dirito d voto d A su tamanho m rlação às dmais participaçõs acionárias são suficints para concluir qu o invstidor A não tm podr. Somnt dois outros invstidors prcisariam cooprar para impdir o invstidor A d dirigir as atividads rlvants da invstida. B45. Contudo, os fators rlacionados tão-somnt no itm B42(a) a (c) podm não sr conclusivos. S, tndo considrado outros fators, não tivr crtza d qu tm podr, o invstidor dv considrar fatos circunstâncias adicionais, tais como s outros acionistas têm naturza passiva, conform dmonstrado por padrõs d votação m assmblias d acionistas antriors. Isto inclui a avaliação dos fators apontados no itm B18 os indicadors dos itns B19 B20. Quanto mnos diritos d voto o invstidor dtivr quanto mnor for o númro d parts qu prcism agir m conjunto para suprar o invstidor m númros d voto, maior pso s dv atribuir aos fatos circunstâncias adicionais para avaliar s os diritos do invstidor são suficints para lh dar podr. Quando os fatos circunstâncias dos itns B18 a B20 form considrados m conjunto com os diritos do invstidor, dv sr atribuído pso maior às vidências d podr do itm B18 qu aos indicadors d podr dos itns B19 B20. Exmplo 7 Um invstidor dtém 45% dos diritos d voto da invstida. Onz outros invstidors dtêm, cada um, 5% dos diritos d voto da invstida. Nnhum dos acionistas possui acordos contratuais para consultar qualqur dos dmais ou para tomar dcisõs coltivas. Nss caso, o tamanho absoluto da participação do invstidor o tamanho rlativo das dmais participaçõs acionárias por si só não são conclusivos para dtrminar s o invstidor possui diritos suficints para lh dar podr sobr a invstida. Fatos circunstâncias adicionais qu podm forncr vidência d qu o invstidor tm ou não tm podr dvm sr considrados. Exmplo 8 Um invstidor dtém 35% dos diritos d voto da invstida. Três outros invstidors dtêm, cada um, 5% dos diritos d voto da invstida. Os diritos d voto rstants são dtidos por numrosos outros acionistas, nnhum dos quais, individualmnt, dtém mais qu 1% dos diritos d voto. Nnhum dos acionistas possui acordos para consultar qualqur dos dmais ou para tomar dcisõs coltivas. Dcisõs sobr as atividads rlvants da invstida xigm a aprovação da maioria dos votos profridos m assmblias d acionistas rlvants - 75% dos diritos d voto da invstida foram xrcidos m assmblias d acionistas rlvants rcnts. Nss caso, a participação ativa dos dmais acionistas m assmblias d acionistas rcnts indica qu o invstidor não tria a capacidad prática d dirigir as atividads rlvants d modo unilatral, indpndntmnt d o invstidor tr dirigido as atividads rlvants porqu um númro suficint d outros acionistas votou da msma forma qu l. B46. S não stá claro, tndo-s considrado os fators rlacionados no itm B42(a) a (d), qu o invstidor tm podr, o invstidor não controla a invstida. Diritos d voto potnciais B47. Ao avaliar o control, o invstidor dv considrar sus diritos d voto potnciais, bm como os diritos d voto potnciais dtidos por outras parts, para dtrminar s tm podr. Diritos d voto potnciais são diritos d obtr diritos d voto da invstida, como, por xmplo, os dcorrnts d instrumntos convrsívis ou opçõs, incluindo contratos a trmo. Esss diritos d voto potnciais são considrados somnt s os diritos form substantivos (vid itns B22 a B25). B48. Ao considrar diritos d voto potnciais, o invstidor dv considrar o objtivo a strutura do instrumnto, bm como o objtivo a strutura d qualqur outro nvolvimnto qu o invstidor tnha com a invstida. Isso inclui a avaliação dos divrsos trmos condiçõs do instrumnto, bm como as xpctativas, motivos razõs vidnts do invstidor para concordar com sss trmos condiçõs. B49. Caso tnha também diritos d voto ou outros diritos d tomada d dcisão m rlação às atividads da invstida, o invstidor dv avaliar s sss diritos, m combinação com os diritos d voto potnciais, lh dão podr. B50. Diritos d voto potnciais substantivos, sja isoladamnt ou m combinação com outros diritos, podm dar ao invstidor a capacidad atual d dirigir as atividads rlvants. Por xmplo, é provávl qu st sja o caso quando o invstidor dtém 40% dos diritos d voto da invstida, d acordo com o itm B23, dtém diritos substantivos dcorrnts d opçõs para a aquisição d mais 20% dos diritos d voto. Exmplo 9 O invstidor A dtém 70% dos diritos d voto da invstida. O invstidor B possui 30% dos diritos d voto da invstida, bm como a opção d adquirir mtad dos diritos d voto do invstidor A. A opção é xrcívl plos próximos dois anos ao prço fixo qu stá substancialmnt fora do prço (out-of-th mony) ( qu s spra qu assim prmança por ss príodo d dois anos). O invstidor A tm xrcido sus diritos d voto stá dirigindo ativamnt as atividads rlvants da invstida. Nss caso, é provávl qu o invstidor A atnda ao critério d podr, uma vz qu l parc tr a capacidad atual d dirigir as atividads rlvants. Embora o invstidor B tnha opçõs atualmnt xrcívis para a compra d diritos d voto adicionais (as quais, s xrcidas, lh dariam a maioria dos diritos d voto na invstida), os trmos condiçõs associados a ssas opçõs são tais qu as opçõs não são considradas substantivas. Exmplo 10 O invstidor A dois outros invstidors dtêm, cada um, um trço dos diritos d voto da invstida. A atividad d ngócio da invstida stá stritamnt rlacionada com o invstidor A. Além d sus instrumntos patrimoniais, o invstidor A dtém também instrumntos d dívida, convrsívis m açõs ordinárias da invstida m qualqur ocasião por prço fixo qu stá fora do prço (out-of-th mony) (mas não substancialmnt fora do prço). S a dívida foss

5 convrtida, o invstidor A dtria 60% dos diritos d voto da invstida. O invstidor A s bnficiaria da captura d sinrgias s os instrumntos d dívida fossm convrtidos m açõs ordinárias. O invstidor A tm podr sobr a invstida porqu dtém diritos d voto da invstida m conjunto com diritos d voto potnciais substantivos qu lh dão a capacidad atual d dirigir as atividads rlvants. Podr quando diritos d voto ou similars não têm fito significativo sobr os rtornos da invstida B51. Ao avaliar o objtivo a strutura da invstida (vid itns B5 a B8), o invstidor dv considrar o nvolvimnto as dcisõs tomadas por ocasião da formação da invstida como part d sua struturação dv avaliar s os trmos da transação as caractrísticas do nvolvimnto forncm ao invstidor diritos qu são suficints para lh dar podr. Estar nvolvido na struturação da invstida por si só não é suficint para dar control ao invstidor. Contudo, o nvolvimnto na struturação pod indicar qu o invstidor tv a oportunidad d obtr diritos qu são suficints para lh dar podr sobr a invstida. B52. Além disso, o invstidor dv considrar acordos contratuais, como, por xmplo, diritos d compra, diritos d vnda diritos d liquidação stablcidos por ocasião da formação da invstida. Quando sss acordos contratuais nvolvm atividads qu stão stritamnt rlacionadas com a invstida, ssas atividads são ntão, m sua ssência, part intgrant das atividads grais da invstida, mbora possam ocorrr fora dos limits lgais da invstida. Portanto, diritos d tomada d dcisõs xprssos ou implícitos, incorporados m acordos contratuais, qu stão stritamnt rlacionados com a invstida prcisam sr considrados como atividads rlvants ao dtrminar o podr sobr a invstida. B53. Para algumas invstidas, atividads rlvants ocorrm somnt quando do surgimnto ou da ocorrência d circunstâncias ou vntos spcíficos. A invstida pod sr struturada d modo qu a dirção d suas atividads sus rtornos sjam prdtrminados, a mnos até qu ssas circunstâncias ou vntos spcíficos surjam ou ocorram. Nss caso, somnt as dcisõs sobr as atividads da invstida, quando ssas circunstâncias ou vntos ocorrrm podm aftar significativamnt sus rtornos, assim, sr atividads rlvants. As circunstâncias ou vntos não prcisam tr ocorrido para qu o invstidor com a capacidad d tomar ssas dcisõs tnha podr. O fato d qu o dirito d tomar dcisõs dpnd do surgimnto d circunstâncias ou da ocorrência d vnto não rsulta, por si só, m qu sss diritos sjam d protção. Exmplo 11 A única atividad d ngócio da invstida, conform spcificada m sus documntos constitutivos, é a compra d rcbívis a sua administração diária para sus invstidors. A administração diária inclui a cobrança o rpass d pagamntos d principal juros à mdida qu vnçam. Por ocasião da inadimplência d rcbívl, a invstida automaticamnt o ofrc ao invstidor, conform convncionado sparadamnt m contrato ntr o invstidor a invstida. A única atividad rlvant é a gstão dos rcbívis m caso d inadimplência, já qu sta é a única atividad qu pod aftar significativamnt os rtornos da invstida. A gstão dos rcbívis ants da inadimplência não é uma atividad rlvant, uma vz qu não xig a tomada d dcisõs substantivas qu podm aftar significativamnt os rtornos da invstida - as atividads ants da inadimplência são prdtrminadas consistm apnas no rcbimnto d fluxos d caixa à mdida qu vnçam rpassá-los aos invstidors. Portanto, somnt o dirito do invstidor d grnciar os ativos m caso d inadimplência dv sr considrado ao s avaliar as atividads grais da invstida qu aftam significativamnt os rtornos da invstida. Nst xmplo, a strutura da invstida assgura qu o invstidor tnha autoridad d tomada d dcisõs sobr as atividads qu aftam significativamnt os rtornos na única ocasião m qu ssa autoridad d tomada d dcisõs é ncssária. Os trmos do contrato d vnda são part intgrant da transação como um todo da formação da invstida. Portanto, os trmos do contrato d vnda, m conjunto com os documntos constitutivos da invstida, lvam à conclusão d qu o invstidor tm podr sobr a invstida, mbora o invstidor assuma a propridad dos rcbívis somnt m caso d inadimplência grnci os rcbívis inadimplidos fora dos limits lgais da invstida. Exmplo 12 Os únicos ativos da invstida são rcbívis. Quando o objtivo a strutura da invstida são considrados, dtrmina-s qu a única atividad rlvant é a gstão dos rcbívis m caso d inadimplência. A part qu tm a capacidad d grnciar os rcbívis inadimplidos tm podr sobr a invstida, indpndntmnt da inadimplência por qualqur dos dvdors. B54. O invstidor pod tr compromisso xprsso ou implícito para garantir qu a invstida continu a oprar conform planjado. Ess compromisso pod aumntar a xposição do invstidor à variabilidad d rtornos, assim, aumntar o incntivo para qu o invstidor obtnha diritos suficints para lh confrir podr. Portanto, um compromisso para garantir qu a invstida opr como planjado pod sr um indicador d qu o invstidor tm podr, mas, por si só, não dá podr ao invstidor nm impd qu outra part tnha podr. Exposição a, ou diritos sobr, rtornos variávis d invstida B55. Ao avaliar s tm o control sobr a invstida, o invstidor dv dtrminar s stá xposto a, ou s tm diritos sobr, rtornos variávis dcorrnts d su nvolvimnto com a invstida. B56. Rtornos variávis são rtornos qu não são fixos qu têm o potncial d variar como rsultado do dsmpnho da invstida. Rtornos variávis podm sr somnt positivos, somnt ngativos ou tanto positivos quanto ngativos (vid itm 15). O invstidor dv avaliar s os rtornos da invstida são variávis, quão variávis sss rtornos são, com bas na ssência do acordo indpndntmnt da naturza jurídica dos rtornos. Por xmplo, o invstidor pod dtr título d dívida com pagamntos d juros fixos. Os pagamntos d juros fixos são rtornos variávis para os fins dst Pronunciamnto, pois stão sujitos ao risco d inadimplência xpõm o invstidor ao risco d crédito do mitnt do título d dívida. O valor da variabilidad (ou sja, quão variávis são sss rtornos) dpnd do risco d crédito do título d dívida. Similarmnt, taxas d dsmpnho fixas para a gstão dos ativos da invstida são rtornos variávis, pois xpõm o invstidor ao risco d dsmpnho da invstida. O valor da variabilidad dpnd da capacidad da invstida d grar rcita suficint para pagar a taxa. B57. Exmplos d rtornos inclum: (a)dividndos, outras distribuiçõs d bnfícios conômicos da invstida (por xmplo, juros d títulos d dívida mitidos pla invstida) mudanças no valor do invstimnto do invstidor nssa invstida; (b)rmunração pla administração dos ativos ou passivos da invstida, taxas xposição a prdas m dcorrência da prstação d suport d crédito ou d liquidz, participaçõs rsiduais nos ativos passivos da invstida por ocasião da liquidação dsta, bnfícios fiscais acsso a liquidz futura qu o invstidor tnha m dcorrência d su nvolvimnto com a invstida; (c)rtornos qu não stjam disponívis a outros dtntors d participação. Por xmplo, o invstidor pod usar sus ativos m combinação com os ativos da invstida, como, por xmplo, combinando funçõs opracionais para obtr conomias d scala, conomias d custos, suprimnto d produtos scassos ou acsso a conhcimntos d propridad xclusiva ou limitando algumas opraçõs ou ativos, a fim d aumntar o valor dos outros ativos do i n v s t i d o r. Rlação ntr podr rtornos Podr dlgado B58. Ao avaliar s controla a invstida, o invstidor com diritos d tomada d dcisõs (tomador d dcisõs) dv dtrminar s é um principal ou um agnt. O invstidor dv dtrminar também s outra ntidad com diritos d tomada d dcisão stá atuando como agnt m su nom. Agnt é uma part compromtida a agir primariamnt m nom m bnfício d outra part ou parts (principal), portanto, não controla a invstida quando xrc sua autoridad d tomada d dcisõs (vid itns 17 18). Assim, algumas vzs, o podr do principal pod sr dtido xrcívl por agnt, mas m nom do principal. O tomador d dcisõs não é um agnt simplsmnt porqu outras parts podm s bnficiar das dcisõs qu l toma. B59. O invstidor pod dlgar sua autoridad d tomada d dcisõs ao agnt com rlação a algumas qustõs spcíficas ou a todas as atividads rlvants. Ao avaliar s controla a invstida, o invstidor dv tratar os diritos d tomada d dcisõs dlgados a su agnt como sndo dtidos dirtamnt plo invstidor. Em situaçõs nas quais há mais d um principal, cada um dos principais dv avaliar s tm podr sobr a invstida considrando os rquisitos dos itns B5 a B54. Os itns B60 a B72 forncm orintação sobr como dtrminar s o tomador d dcisõs é agnt ou principal. B60. Ao dtrminar s é agnt, o tomador d dcisõs dv considrar a rlação gral ntr l, a invstida qu stá sndo administrada as dmais parts nvolvidas com a invstida, m particular, todos os sguints fators: (a)o alcanc d sua autoridad d tomada d dcisõs sobr a invstida (itns B62 B63); (b)os diritos dtidos por outras parts (itns B64 a B67); (c)a rmunração à qual tm dirito d acordo com o contrato d rmunração (itns B68 a B70); (d)a xposição do tomador d dcisõs à variabilidad d rtornos d outras participaçõs por l dtidas na invstida (itns B71 B72). Difrnts pondraçõs dvm sr aplicadas a cada um dos fators com bas nos fatos circunstâncias spcíficos. B61. Para s dtrminar s o tomador d dcisõs é agnt é rqurida a avaliação d todos os fators rlacionados no itm B60, a mnos qu uma única part dtnha diritos substantivos d dstituir o tomador d dcisõs (diritos d dstituição) possa dstituir o tomador d dcisõs sm justa causa (vid itm B65). Alcanc da autoridad d tomada d dcisõs B62. O alcanc da autoridad d tomada d dcisõs do tomador d dcisõs dv sr avaliada considrando-s: (a)as atividads qu são prmitidas d acordo com o contrato d tomada d dcisõs as prvistas m li; (b)o podr discricionário do tomador d dcisõs ao tomar dcisõs sobr ssas atividads. B63. O tomador d dcisõs dv considrar o objtivo a strutura da invstida, os riscos aos quais a invstida staria xposta d acordo com a sua struturação, os riscos qu, d acordo com a sua struturação, la transfr às parts nvolvidas o nívl d nvolvimnto do tomador d dcisõs na struturação da invstida. Por xmplo, s o tomador d dcisõs stá significativamnt nvolvido na struturação da invstida (inclusiv na dtrminação do alcanc da autoridad d tomada d dcisõs), ss nvolvimnto pod indicar qu o tomador d dcisõs tv oportunidad incntivo para obtr diritos qu rsultam m qu tnha a capacidad d dirigir as atividads rlvants. Dirito dtido por outras parts B64. Diritos substantivos dtidos por outras parts podm aftar a capacidad do tomador d dcisõs d dirigir as atividads rlvants da invstida. Diritos substantivos d dstituição ou outros podm indicar qu o tomador d dcisõs é agnt. B65. Quando uma única part dtém diritos substantivos d dstituição pod dstituir o tomador d dcisõs sm justa causa, isto, por si só, é suficint para concluir qu o tomador d dcisõs é agnt. S mais d uma part dtivr sss diritos ( nnhuma part individualmnt pudr dstituir o tomador d dcisõs sm a concordância das dmais parts), sss diritos não são, isoladamnt, conclusivos para dtrminar s o tomador d dcisõs ag ssncialmnt m nom m bnfício d trciros. Além disso, quanto maior o númro d parts qu prcisam agir m conjunto para xrcr o dirito d dstituição do tomador d dcisõs quanto maior a dimnsão a variabilidad associada aos dmais intrsss conômicos do tomador d dcisõs (ou sja, rmunração outros intrsss), mnor o pso qu dv sr atribuído a ss fator. B66. Diritos substantivos dtidos por outras parts qu rstringm o podr discricionário do tomador d dcisõs dvm sr considrados d forma similar a diritos d dstituição ao avaliar s o tomador d dcisõs é agnt. Por xmplo, um tomador d dcisõs qu dva obtr aprovação d pquno númro d outras parts para sus atos gralmnt é agnt. (Vid itns B22 a B25 para orintação adicional sobr diritos s sts são substantivos.) B67. Os diritos dtidos por outras parts dvm incluir a avaliação d quaisqur diritos xrcívis plo conslho d administração (ou outro órgão d administração) da invstida su fito sobr a autoridad d tomada d dcisõs (vid itm B23(b)). Rmunração B68. Quando maior a dimnsão a variabilidad associada à rmunração do tomador d dcisõs m rlação aos rtornos sprados das atividads da invstida, maior srá a probabilidad d qu o tomador d dcisõs sja o principal. B69. Ao dtrminar s é principal ou agnt, o tomador d dcisõs dv considrar também s as sguints condiçõs stão prsnts: (a)a rmunração do tomador d dcisõs é compatívl com os srviços prstados; (b)p contrato d rmunração inclui somnt trmos, condiçõs ou valors qu stão normalmnt prsnts m acordos para srviços nívl d habilidads similars ngociados m trmos usuais d mrcado. B70. O tomador d dcisõs não pod sr agnt, a mnos qu as condiçõs indicadas no itm B69(a) (b) stjam prsnts. Contudo, atndr a ssas condiçõs, por si só, não é suficint para concluir qu o tomador d dcisõs é agnt. Exposição à variabilidad d rtornos d outras participaçõs B71. O tomador d dcisõs qu dtém outras participaçõs na invstida (por xmplo, invstimntos na invstida ou prstação d garantias m rlação ao dsmpnho da invstida) dv considrar sua xposição à variabilidad d rtornos dssas participaçõs ao avaliar s é agnt. Dtr outras participaçõs na invstida indica qu o tomador d dcisõs pod sr o principal. B72. Ao avaliar sua xposição à variabilidad d rtornos d outras participaçõs na invstida, o tomador d dcisõs dv considrar o sguint: (a)quanto maior a dimnsão a variabilidad associada a sus intrsss conômicos, considrando sua rmunração outros intrsss m conjunto, maior a probabilidad d qu o tomador d dcisõs sja o principal; (b)s a sua xposição à variabilidad dos rtornos é difrnt da dos dmais invstidors, m caso afirmativo, s isto podria influnciar sus atos. Por xmplo, st pod sr o caso quando o tomador d dcisõs dtém participaçõs subordinadas na invstida ou fornc a la outras formas d mlhoria d crédito. O tomador d dcisõs dv avaliar sua xposição m rlação à variabilidad total d rtornos da invstida. Esta avaliação dv sr fita ssncialmnt com bas nos rtornos sprados das atividads da invstida, mas não dv ignorar a xposição máxima do tomador d dcisõs à variabilidad d rtornos da invstida dcorrnts d outras participaçõs dtidas plo tomador d dcisõs. Exmplo 13 O tomador d dcisõs (gstor do fundo) cria, comrcializa gr fundo rgulado ngociado publicamnt, d acordo com parâmtros bm dfinidos prvistos no mandato d invstimnto, conform xigido por suas lis rgulamntos locais. O fundo foi comrcializado a invstidors como invstimnto m cartira divrsificada d instrumntos patrimoniais d ntidads ngociadas publicamnt. Dntro dos parâmtros dfinidos, o gstor do fundo tm podr discricionário m rlação aos ativos nos quais invstir. O gstor do fundo ftuou o invstimnto proporcional d 10% no fundo rcb a taxa basada m mrcado para sus srviços igual a 1% do valor dos ativos líquidos do fundo. As taxas são compatívis com os srviços prstados. O gstor do fundo não tm nnhuma obrigação d financiar prdas além d su invstimnto d 10%. O fundo não tm a obrigação d stablcr não stablcu conslho d administração indpndnt. Os invstidors não dtêm nnhum dirito substantivo qu aft a autoridad d tomada d dcisõs do gstor do fundo, mas podm rsgatar suas participaçõs dntro d limits spcíficos fixados plo fundo. Embora oprando dntro dos parâmtros prvistos no mandato d invstimnto d acordo com as xigências rgulatórias, o gstor do fundo tm diritos d tomada d dcisõs qu lh dão a capacidad atual d dirigir as atividads rlvants do fundo - os invstidors não dtêm diritos substantivos qu podm aftar a autoridad d tomada d dcisõs do gstor do fundo. O gstor do fundo rcb uma taxa basada m mrcado por sus srviços, a qual é compatívl com os srviços prstados, ftuou também um invstimnto proporcional no fundo. A rmunração o invstimnto do gstor do fundo o xpõm à variabilidad d rtornos dcorrnts das atividads do fundo, sm criar xposição d importância tal qu indiqu qu o gstor do fundo é o principal. Nst xmplo, a considração da xposição do gstor do fundo à variabilidad d rtornos do fundo m conjunto com a sua autoridad d tomada d dcisõs dntro d parâmtros rstritos indica qu o gstor do fundo é o agnt. Assim, o gstor do fundo conclui qu não controla o fundo.

6 Exmplo 14 O tomador d dcisõs cria, comrcializa gr fundo qu ofrc oportunidads d invstimnto a uma séri d invstidors. O tomador d dcisõs (gstor do fundo) dv tomar dcisõs no mlhor intrss d todos os invstidors d acordo com os contratos d rgulação do fundo. Não obstant, o gstor do fundo tm amplo podr discricionário para a tomada d dcisõs. O gstor do fundo rcb a taxa basada m mrcado por sus srviços igual a 1% dos ativos gridos 20% d todo o lucro do fundo caso o nívl d lucro spcificado sja atingido. As taxas são compatívis com os srviços prstados Ėmbora prcis tomar dcisõs no mlhor intrss d todos os invstidors, o gstor do fundo tm ampla autoridad d tomada d dcisõs para dirigir as atividads rlvants do fundo. O gstor do fundo rcb taxas fixas rlativas ao dsmpnho compatívis com os srviços prstados. Além disso, a rmunração alinha os intrsss do gstor do fundo aos dos dmais invstidors para aumntar o valor do fundo, sm criar xposição à variabilidad d rtornos dcorrnts das atividads do fundo qu sja d importância tal qu a rmunração, quando considrada isoladamnt, indiqu qu o gstor do fundo é um principal. A situação a anális acima s aplicam aos xmplos 14A a 14C dscritos a sguir. Cada xmplo é considrado isoladamnt. Exmplo 14A O gstor do fundo tm também o invstimnto d 2% no fundo qu alinha sus intrsss aos dos dmais invstidors. O gstor do fundo não tm nnhuma obrigação d financiar prdas além d su invstimnto d 2%. Os invstidors podm dstituir o gstor do fundo plo voto da maioria simpls, mas somnt por qubra d contrato. O invstimnto d 2% do gstor do fundo aumnta sua xposição à variabilidad d rtornos dcorrnts das atividads do fundo, sm criar xposição d importância tal qu indiqu qu o gstor do fundo é o principal. Os diritos dos dmais invstidors d dstituir o gstor do fundo são considrados como sndo diritos d protção, uma vz qu somnt podm sr xrcidos m caso d qubra d contrato. Nst xmplo, mbora o gstor do fundo tnha ampla autoridad d tomada d dcisõs stja xposto à variabilidad d rtornos d sua participação rmunração, sua xposição indica qu l é o agnt. Assim, o gstor do fundo conclui qu não controla o fundo. Exmplo 14B O gstor do fundo tm o invstimnto proporcional mais substancial no fundo, mas não tm nnhuma obrigação d financiar prdas além dss invstimnto. Os invstidors podm dstituir o gstor do fundo plo voto da maioria simpls, mas somnt por qubra d contrato. Nst xmplo, os diritos dos dmais invstidors d dstituir o gstor do fundo são considrados como sndo diritos d protção, uma vz qu somnt podm sr xrcidos m caso d qubra d contrato. Embora o gstor do fundo rcba taxas fixas rlativas ao dsmpnho compatívis com os srviços prstados, a combinação d su invstimnto com a sua rmunração pod criar xposição à variabilidad d rtornos dcorrnts das atividads do fundo qu sja d importância tal qu indiqu qu o gstor do fundo é o principal. Quanto maior a dimnsão a variabilidad associada aos intrsss conômicos do gstor do fundo (considrando-s a sua rmunração outros intrsss m conjunto), maior é a ênfas qu o gstor do fundo dá a sss intrsss conômicos na anális maior a probabilidad d qu o gstor do fundo sja o principal. Por xmplo, tndo considrado sua rmunração os dmais fators, o gstor do fundo pod considrar o invstimnto d 20% como sndo suficint para concluir qu controla o fundo. Contudo, m circunstâncias difrnts (ou sja, s a rmunração ou outros fators form difrnts), o control pod surgir quando o nívl d invstimnto for difrnt. Exmplo 14C O gstor do fundo tm o invstimnto proporcional d 20% no fundo, mas não tm nnhuma obrigação d financiar prdas além d su invstimnto d 20%. O fundo tm conslho d administração, do qual todos os sus mmbros são indpndnts do gstor do fundo são nomados plos outros invstidors. O conslho nomia o gstor do fundo anualmnt. S o conslho dcidiss não rnovar o contrato do gstor do fundo, os srviços prstados por st último podm sr ralizados por outros gstors do stor. Embora o gstor do fundo rcba taxas fixas rlativas ao dsmpnho compatívis com os srviços prstados, a combinação d su invstimnto d 20% com a sua rmunração cria xposição à variabilidad d rtornos dcorrnts das atividads do fundo qu é d importância tal qu indica qu o gstor do fundo é o principal. Contudo, os invstidors têm diritos substantivos d dstituir o gstor do fundo - o conslho d administração possui mcanismo para garantir qu os invstidors possam dstituir o gstor do fundo caso dcidam fazê-lo. Nst xmplo, o gstor do fundo dá maior ênfas aos diritos substantivos d dstituição na anális. Assim, mbora o gstor do fundo tnha ampla autoridad d tomada d dcisõs stja xposto à variabilidad d rtornos do fundo como rsultado d sua rmunração invstimnto, os diritos substantivos dtidos plos dmais invstidors indicam qu o gstor do fundo é o agnt. Dst modo, o gstor do fundo conclui qu não controla o fundo. Exmplo 15 Uma invstida é criada para adquirir uma cartira d rcbívis pré-fixados (asst-backd scuritis), opração a sr financiada por instrumntos d dívida d rnda fixa instrumntos patrimoniais. Os instrumntos patrimoniais são struturados d modo a ofrcr protção contra o risco d prda primiro aos invstidors d dívida rcbr quaisqur rtornos rsiduais da invstida. A transação foi comrcializada a potnciais invstidors d títulos d dívida como invstimnto m cartira d rcbívis lastrados m ativos (asst-backd scuritis) com xposição ao risco d crédito associado à possívl inadimplência dos mitnts dsss títulos na cartira ao risco d taxa d juros associado à gstão da cartira. Por ocasião da formação, os instrumntos patrimoniais rprsntam 10% do valor dos ativos adquiridos. O tomador d dcisõs (gstor d ativos) grncia a cartira d ativos d modo ativo tomando dcisõs d invstimnto dntro dos parâmtros fixados no prospcto da invstida. Por sss srviços, o gstor d ativos rcb a taxa fixa basada m mrcado (ou sja, 1% dos ativos gridos) taxas rlativas ao dsmpnho (ou sja, 10% dos lucros) caso os lucros da invstida suprm o nívl spcificado. As taxas são compatívis com os srviços prstados. O gstor d ativos dtém 35% do patrimônio líquido da invstida. Os 65% rstants do patrimônio líquido todos os instrumntos d dívida são dtidos por grand númro d trciros invstidors não rlacionados amplamnt disprsos. O gstor d ativos pod sr dstituído sm justa causa por dcisão da maioria simpls dos dmais invstidors. O gstor d ativos rcb taxas fixas rlativas ao dsmpnho compatívis com os srviços prstados. A rmunração alinha os intrsss do gstor do fundo aos dos dmais invstidors para aumntar o valor do fundo. O gstor d ativos stá xposto à variabilidad dos rtornos dcorrnts das atividads do fundo porqu dtém 35% do patrimônio líquido por conta d sua rmunração. Embora oprando dntro dos parâmtros dfinidos no prospcto da invstida, o gstor d ativos tm a capacidad atual d tomar dcisõs d invstimnto qu aftam significativamnt os rtornos da invstida - os diritos d dstituição dtidos plos dmais invstidors rcbm pouco pso na anális, uma vz qu sss diritos são dtidos por grand númro d invstidors amplamnt disprsos. Nst xmplo, o gstor d ativos dá ênfas maior à sua xposição à variabilidad d rturnos do fundo dcorrnts d sua participação patrimonial, a qual stá subordinada aos instrumntos d dívida. Dtr 35% do patrimônio líquido cria xposição subordinada a prdas diritos a rtornos da invstida, qu são d importância tal qu indica qu o gstor d ativos é o principal. Assim, o gstor d ativos conclui qu controla a invstida. Exmplo 16 O tomador d dcisõs (patrocinador) patrocina um vículo d múltiplos vnddors, qu mit instrumntos d dívida d curto prazo a trciros invstidors não rlacionados. A transação foi comrcializada a potnciais invstidors como invstimnto m cartira d ativos d médio prazo com classificação d crédito lvada, com xposição mínima ao risco d crédito associado à possívl inadimplência dos mitnts dos ativos da cartira. Vários cdnts vndm cartiras d ativos d médio prazo d alta qualidad ao vículo. Cada cdnt administra a cartira d ativos qu vnd ao vículo gr rcbívis inadimplidos por taxa d srviço basada m mrcado. Cada cdnt ofrc ainda protção a primiro risco contra prdas d crédito dcorrnts d sua cartira d ativos por mio d sobrgarantia dos ativos transfridos ao vículo. O patrocinador stablc os trmos do vículo gr as opraçõs dst por taxa basada m mrcado. A taxa é compatívl com os srviços prstados. O patrocinador aprova os vnddors autorizados a vndr ao vículo, aprova os ativos a srm comprados plo vículo toma dcisõs d financiamnto do vículo. O patrocinador dv agir no mlhor intrss d todos os invstidors. O patrocinador tm dirito a qualqur rtorno rsidual do vículo, forncndo ainda mlhoria d crédito facilidads d liquidz ao vículo. A mlhoria d crédito forncida plo patrocinador absorv prdas d até 5% d todos os ativos do vículo, após as prdas srm absorvidas plos cdnts. As facilidads d liquidz não são adiantadas m rlação a ativos inadimplidos. Os invstidors não dtêm diritos substantivos qu podriam aftar a autoridad d tomada d dcisõs do patrocinador. Embora rcba uma taxa basada m mrcado por sus srviços, compatívl com os srviços prstados, o patrocinador tm xposição à variabilidad d rtornos das atividads dos vículos dvido aos sus diritos a quaisqur rtornos rsiduais do vículo ao forncimnto d mlhoria d crédito facilidads d liquidz (ou sja, o vículo stá xposto ao risco d liquidz por utilizar instrumntos d dívida d curto prazo para financiar ativos d médio prazo). Embora cada um dos cdnts tnha diritos d tomada d dcisõs qu aftam o valor dos ativos do vículo, o patrocinador tm ampla autoridad d tomada d dcisõs qu lh dá a capacidad atual d dirigir as atividads qu aftam mais significativamnt os rtornos do vículo (ou sja, o patrocinador stablcu os trmos do vículo, tm o dirito d tomar dcisõs sobr os ativos (aprovando os ativos adquiridos os cdnts dsss ativos) o financiamnto do vículo (para o qual novos invstimntos dvm sr ncontrados rgularmnt)). O dirito a rtornos rsiduais do vículo o forncimnto d mlhoria d crédito facilidads d liquidz xpõm o patrocinador a uma variabilidad d rtornos dcorrnts das atividads do vículo difrnt da dos dmais invstidors. Consquntmnt, ssa xposição indica qu o patrocinador é o principal, assim, o patrocinador conclui qu controla o vículo. A obrigação do patrocinador d agir no mlhor intrss d todos os invstidors não impd qu o patrocinador sja o principal. Rlacionamnto com outras parts B73. Ao avaliar o control, o invstidor dv considrar a naturza d su rlacionamnto com outras parts s ssas outras parts stão agindo m nom do invstidor (ou sja, são "agnts d fato"). Dtrminar s outras parts stão agindo como agnts d fato xig julgamnto, considrando-s não apnas a naturza do rlacionamnto, mas também como ssas parts intragm ntr si com o invstidor. B74. Ess rlacionamnto não prcisa nvolvr um acordo contratual. Uma part é agnt d fato quando o invstidor ou aquls qu dirigm as atividads do invstidor possum a capacidad d instruir ssa part a agir m nom do invstidor. Nssas circunstâncias, o invstidor dv considrar os diritos d tomada d dcisõs d su agnt d fato a sua xposição indirta a, ou diritos sobr, rtornos variávis por mio do agnt d fato, juntamnt com os sus próprios, ao avaliar o control da invstida. B75. Constam a sguir xmplos d outras parts qu, pla naturza d su rlacionamnto, podm atuar como agnts d fato do invstidor: (a)parts rlacionadas do invstidor; (b)part qu rcbu sua participação na invstida como contribuição ou mpréstimo do invstidor; (c)part qu concordou m não vndr, transfrir ou onrar suas participaçõs na invstida sm a aprovação prévia do invstidor (salvo m situaçõs m qu o invstidor a outra part tnham o dirito d aprovação prévia os diritos s basim m trmos mutuamnt convncionados por parts indpndnts intrssadas); (d)part qu não possa financiar suas opraçõs sm o suport financiro subordinado do invstidor; ()invstida cuja maioria dos mmbros d su órgão d administração ou cujo pssoal-chav da administração sja o msmo qu o do invstidor; (f)part qu tnha rlacionamnto d ngócio strito com o invstidor, como, por xmplo, o rlacionamnto ntr prstador d srviços profissionais um d sus clints significativos. Control d ativos spcificados B76. O invstidor dv considrar s trata uma parcla da invstida como ntidad considrada sparada, m caso afirmativo, s controla a ntidad considrada sparada. B77. O invstidor dv tratar uma parcla da invstida como ntidad considrada sparada s somnt s a sguint condição for atndida: Ativos spcificados da invstida ( mlhorias d crédito corrspondnts, s houvr) são a única font d pagamnto para passivos spcificados da invstida ou para outras participaçõs spcificadas na invstida. Outras parts qu não aqulas qu possum os passivos spcificados não possum diritos ou obrigaçõs rlacionadas aos ativos spcificados, ou diritos a fluxos d caixa rsiduais oriundos dsss ativos. Em ssência, nnhum dos rtornos dcorrnts dos ativos spcificados pod sr usado pla invstida rmanscnt, nnhum dos passivos da ntidad considrada sparada é pagávl a partir dos ativos da invstida rmanscnt. Assim, m ssência, todos os ativos, passivos patrimônio líquido dssa ntidad considrada sparada são isolados da invstida intgral. Essa ntidad considrada sparada é frquntmnt chamada d "silo". B78. Quando a condição do itm B77 for satisfita, o invstidor dv idntificar as atividads qu aftam significativamnt os rtornos da ntidad considrada sparada como ssas atividads são dirigidas a fim d avaliar s tm podr sobr ssa parcla da invstida. Ao avaliar o control da ntidad considrada sparada, o invstidor dv considrar também s tm xposição a, ou diritos sobr, rtornos variávis dcorrnts d su nvolvimnto com ssa ntidad considrada sparada a capacidad d utilizar su podr sobr ssa parcla da invstida para aftar o valor d sus rtornos. B79. S controlar a ntidad considrada sparada, o invstidor dv consolidar ssa parcla da invstida. Nss caso, outras parts dvm xcluir ssa parcla da invstida ao avaliar o control da invstida ao consolidá-la. Avaliação contínua B80. O invstidor dv ravaliar s controla a invstida caso fatos circunstâncias indiqum qu há mudanças m um ou mais dos três lmntos d control spcificados no itm 7. B81. S houvr mudança na forma pla qual o control sobr a invstida pod sr xrcido, ssa mudança dv sr rfltida na forma pla qual o invstidor avaliar su podr sobr a invstida. Por xmplo, mudanças m diritos d tomada d dcisõs podm significar qu as atividads rlvants dixaram d sr dirigidas por mio d diritos d voto, mas, m vz disso, outros acordos, como, por xmplo, contratos, dão a outra part ou parts a capacidad atual d dirigir as atividads rlvants. B82. Um vnto pod fazr com qu o invstidor adquira ou prca podr sobr a invstida sm qu o invstidor stja nvolvido nss vnto. Por xmplo, o invstidor pod adquirir podr sobr a invstida como rsultado da prscrição dos diritos d tomada d dcisõs dtidos por outra part ou parts qu antriormnt impdiam o invstidor d controlar a invstida. B83. O invstidor dv considrar ainda mudanças qu aftm sua xposição a, ou diritos sobr, rtornos variávis dcorrnts d su nvolvimnto com a invstida. Por xmplo, o invstidor qu tm podr sobr a invstida pod prdr ss control s dixar d tr dirito a rcbr rtornos ou d star xposto a obrigaçõs, já qu o invstidor dixaria d atndr ao itm 7(b) (por xmplo, s o contrato para o rcbimnto d taxas rlativas ao dsmpnho for rscindido). B84. O invstidor dv considrar s a sua avaliação d qu ag como agnt ou principal sofru mudanças. Mudanças no rlacionamnto gral ntr o invstidor outras parts podm significar qu o invstidor não atua mais como agnt, mbora tnha prviamnt atuado como tal, vic-vrsa. Por xmplo, s ocorrrm mudanças nos diritos do invstidor ou d outras parts, o invstidor dv rconsidrar sua condição d principal ou agnt. B85. A avaliação inicial do invstidor sobr o control ou sobr a sua condição d principal ou agnt não s modifica simplsmnt dvido à mudança nas condiçõs d mrcado (por xmplo, a mudança nos rtornos da invstida impulsionada por condiçõs d mrcado), a mnos qu a mudança nas condiçõs d mrcado modifiqu um ou mais dos três lmntos d control spcificados no itm 7 ou modifiqu o rlacionamnto gral ntr o principal o agnt.

7 Rquisitos contábis Procdimntos d consolidação B86. Dmonstraçõs consolidadas dvm: (a)combinar itns similars d ativos, passivos, patrimônio líquido, rcitas, dspsas fluxos d caixa da controladora com os d suas controladas; (b)compnsar (liminar) o valor contábil do invstimnto da controladora m cada controlada a parcla da controladora no patrimônio líquido d cada controlada (o Pronunciamnto Técnico CPC 15 xplica como contabilizar qualqur ágio corrspondnt); (c)liminar intgralmnt ativos passivos, patrimônio líquido, rcitas, dspsas fluxos d caixa intragrupo rlacionados a transaçõs ntr ntidads do grupo (rsultados dcorrnts d transaçõs intragrupo qu sjam rconhcidos m ativos, tais como stoqus ativos fixos, são liminados intgralmnt). Os prjuízos intragrupo podm indicar uma rdução no valor rcuprávl d ativos, qu xig o su rconhcimnto nas dmonstraçõs consolidadas. O Pronunciamnto Técnico CPC 32 - Tributos sobr o Lucro s aplica a difrnças tmporárias, qu surgm da liminação d lucros prjuízos rsultants d transaçõs intragrupo. Políticas contábis uniforms B87. S um mmbro do grupo utilizar políticas contábis difrnts daqulas adotadas nas dmonstraçõs consolidadas para transaçõs similars vntos m circunstâncias similars, dvm sr fitos ajusts apropriados às dmonstraçõs contábis dss mmbro do grupo na laboração das dmonstraçõs consolidadas para garantir a conformidad com as políticas contábis do grupo. Mnsuração B88. A ntidad dv incluir as rcitas as dspsas d controlada nas dmonstraçõs consolidadas dsd a data m qu adquir o control até a data m qu dixa d controlar a controlada. As rcitas as dspsas da controlada s basiam nos valors dos ativos passivos rconhcidos nas dmonstraçõs consolidadas na data d aquisição. Por xmplo, a dspsa d dprciação rconhcida na dmonstração consolidada do rsultado abrangnt após a data d aquisição s basia nos valors justos dos rspctivos ativos dprciávis corrspondnts rconhcidos nas dmonstraçõs consolidadas na data d aquisição. Diritos d voto potnciais B89. Quando xistirm diritos d voto potnciais ou outros drivativos contndo diritos d voto potnciais, a proporção do rsultado das mutaçõs do patrimônio líquido alocada à controladora a participaçõs d não controladors ao laborar as dmonstraçõs consolidadas dv sr dtrminada xclusivamnt com bas m participaçõs socitárias xistnts, não rfltindo o possívl xrcício ou convrsão d diritos d voto potnciais outros drivativos, a mnos qu o itm B90 sja aplicávl. B90. Em algumas circunstâncias, a ntidad tm, m ssência, participação socitária xistnt como rsultado d transação qu atualmnt lh concd acsso aos rtornos associados à participação socitária. Nssas circunstâncias, a proporção alocada à controladora a participaçõs d não controladors ao laborar dmonstraçõs consolidadas dv sr dtrminada lvando-s m conta o vntual xrcício dsss diritos d voto potnciais outros drivativos qu atualmnt concdam à ntidad acsso aos rtornos. B91. O Pronunciamnto Técnico CPC 38 não s aplica a participaçõs m controladas qu sjam consolidadas. Quando instrumntos contndo diritos d voto potnciais, m ssência, concdm atualmnt acsso aos rtornos associados à participação socitária m controlada, sss instrumntos não stão sujitos aos rquisitos do Pronunciamnto Técnico CPC 38. Em todos os outros casos, instrumntos contndo diritos d voto potncial m controlada são contabilizados d acordo com o Pronunciamnto Técnico CPC 38. Data das dmonstraçõs contábis B92. As dmonstraçõs contábis da controladora d suas controladas utilizadas na laboração das dmonstraçõs consolidadas dvm tr a msma data-bas. Quando o final do príodo das dmonstraçõs contábis da controladora for difrnt do da controlada, a controlada dv laborar, para fins d consolidação, informaçõs contábis adicionais d msma data qu as dmonstraçõs contábis da controladora para prmitir qu sta consolid as informaçõs contábis da controlada, a mnos qu sja impraticávl fazê-lo. B93. S for impraticávl fazê-lo, a controladora dv consolidar as informaçõs contábis da controlada usando as dmonstraçõs contábis mais rcnts da controlada, ajustadas para rfltir os fitos d transaçõs ou vntos significativos ocorridos ntr a data dssas dmonstraçõs contábis a data das dmonstraçõs consolidadas. Em qualqur caso, a difrnça ntr a data das dmonstraçõs contábis da controlada a das dmonstraçõs consolidadas não dv sr suprior a dois mss, a duração dos príodos das dmonstraçõs contábis qualqur difrnça ntr as datas das dmonstraçõs contábis dvm sr as msmas d príodo para príodo. Participação d não controladors B94. A ntidad dv atribuir os lucros os prjuízos cada componnt d outros rsultados abrangnts aos propritários da controladora às participaçõs d não controladors. A ntidad dv atribuir também o rsultado abrangnt total aos propritários da controladora às participaçõs d não controladors, ainda qu isto rsult m qu as participaçõs d não controladors tnham saldo dficitário. B95. S a controlada tivr açõs prfrnciais m circulação com dirito a dividndos cumulativos, qu sjam classificadas como patrimônio líquido, sjam dtidas por acionistas não controladors, a ntidad dv calcular sua parcla d lucros prjuízos após ftuar ajust para rfltir os dividndos sobr ssas açõs, tnham ou não sss dividndos sido dclarados. Mudança na proporção dtida por participaçõs d não controladors B96. Quando a proporção do patrimônio líquido dtida por participaçõs d não controladors sofrr modificaçõs, a ntidad dv ajustar os valors contábis das participaçõs d controladoras d não controladors para rfltir as mudanças m suas participaçõs rlativas na controlada. A ntidad dv rconhcr dirtamnt no patrimônio líquido qualqur difrnça ntr o valor plo qual são ajustadas as participaçõs d não controladors o valor justo da contrapartida paga ou rcbida dv atribuir ssa difrnça aos propritários da controladora. Prda d control B97. A controladora pod prdr o control da controlada m dois ou mais acordos (transaçõs). Entrtanto, algumas vzs, as circunstâncias indicam qu acordos múltiplos dvm sr contabilizados como uma única transação. Ao dtrminar s os acordos dvm sr contabilizados como uma única transação, a controladora dv considrar a totalidad dos trmos condiçõs dos acordos sus fitos conômicos. Um ou mais dos itns spcificados a sguir indicam qu a controladora dv contabilizar acordos múltiplos como uma única transação: (a)ls são clbrados na msma época com rflxos mútuos; (b)ls formam uma única transação dstinada a obtr fito comrcial gral; (c)a ocorrência do acordo dpnd da ocorrência d plo mnos outro acordo; (d)um acordo considrado individualmnt não s justifica do ponto d vista conômico, mas s justifica do ponto d vista conômico quando considrado m conjunto com outros acordos. Um xmplo é quando a alinação d açõs tm o prço fixado abaixo do valor d mrcado é compnsada pla alinação subsqunt com prço fixado acima do valor d mrcado. B98. S prdr o control da controlada, a controladora dv, para fins d dmonstraçõs consolidadas: (a)baixar: (i)os ativos (incluindo qualqur ágio) os passivos da controlada plo su valor contábil na data m qu o control for prdido; (ii)o valor contábil d quaisqur participaçõs d não controladors na x-controlada na data m qu o control for prdido (incluindo quaisqur componnts d outros rsultados abrangnts atribuídos a las); (b)rconhcr: (i)o valor justo da contrapartida rcbida, s houvr, provnint d transação, vnto ou circunstâncias qu rsultaram na prda d control; (ii)ssa distribuição, s a transação, vnto ou circunstâncias qu rsultaram na prda d control nvolvrm a distribuição d açõs da controlada aos propritários m sua condição d propritários; (iii)qualqur invstimnto rtido na x-controlada, plo su valor justo na data m qu o control é prdido; (c)rclassificar para o rsultado do príodo ou transfrir dirtamnt para lucros acumulados, s xigido por outros Pronunciamntos Técnico, Intrprtaçõs ou Orintaçõs do CPC, os valors rconhcidos m outros rsultados abrangnts m rlação à controlada, na forma dscrita no itm B99; (d)rconhcr qualqur difrnça rsultant como prda ou ganho no rsultado do príodo, atribuívis à controladora. B99. S prdr o control da controlada, a controladora dv contabilizar todos os valors antriormnt rconhcidos m outros rsultados abrangnts m rlação a ssa controlada na msma bas qu sria xigida s a controladora tivss alinado dirtamnt os rspctivos ativos ou passivos. Portanto, s o ganho ou a prda antriormnt rconhcido m outros rsultados abrangnts foss rclassificado para o rsultado do príodo por ocasião da alinação dos rspctivos ativos ou passivos, a controladora dv rclassificar o ganho ou a prda do patrimônio líquido para rsultado do príodo (como ajust d rclassificação) quando prdr o control da controlada. S a rsrva d ravaliação antriormnt rconhcida m outros rsultados abrangnts for transfrida dirtamnt para lucros acumulados por ocasião da alinação do ativo, a controladora dv transfrir a rsrva d ravaliação dirtamnt para lucros acumulados quando prdr o control da controlada. APÊNDICE C - DATA DE VIGÊNCIA E TRANSIÇÃO Est apêndic é part intgrant dst Pronunciamnto tm a msma autoridad qu as dmais parts do Pronunciamnto. Data d vigência C1. A ntidad dv aplicar st Pronunciamnto Técnico os Pronunciamntos Técnicos CPC 19 (R2), CPC 45, CPC 35 (R2) CPC 18 (R2) ao msmo tmpo. Tr a n s i ç ã o C2. A ntidad dv aplicar st Pronunciamnto Técnico rtrospctivamnt, d acordo com o Pronunciamnto Técnico CPC 23 - Políticas Contábis, Mudança d Estimativa Rtificação d Erro, salvo conform spcificado nos itns C3 a C6. C3. Ao aplicar st Pronunciamnto Técnico pla primira vz, a ntidad não stá obrigada a ftuar ajusts na contabilização para rfltir su nvolvimnto com: (a)ntidads qu, antriormnt, ram consolidadas d acordo com o Pronunciamnto Técnico CPC 36 (vrsão R2) a Intrprtação Técnica anxa àqul Pronunciamnto (quivalnt a SIC 12 do IASB) qu d acordo com st Pronunciamnto Técnico continuam a sr consolidadas; ou (b)ntidads qu, antriormnt, não ram consolidadas d acordo com o Pronunciamnto Técnico CPC 36 (vrsão R2) a Intrprtação Técnica anxa àqul Pronunciamnto (quivalnt a SIC 12 do IASB), qu continuam a não sr consolidadas d acordo com st Pronunciamnto. C4. Quando a aplicação dst Pronunciamnto Técnico rvisado (vrsão R3) pla primira vz rsultar m qu o invstidor consolid a invstida qu não ra consolidada d acordo com o Pronunciamnto antrior (vrsão R2), ss invstidor: (a)s a invstida for um ngócio (tal como dfinido no Pronunciamnto Técnico CPC 15), dv mnsurar os ativos, passivos participaçõs d não controladors nssa invstida antriormnt não consolidada na data da aplicação inicial como s ssa invstida tivss sido consolidada (, assim, tivss aplicado a contabilização plo método d aquisição d acordo com o Pronunciamnto Técnico CPC 15) dsd a data m qu o invstidor obtv o control dssa invstida com bas nos rquisitos dst Pronunciamnto Técnico; (b)s a invstida não for um ngócio (tal como dfinido no Pronunciamnto Técnico CPC 15), dv mnsurar os ativos, passivos participaçõs d não controladors nssa invstida antriormnt não consolidada na data da aplicação inicial como s ssa invstida tivss sido consolidada (aplicando o método d aquisição, tal como dscrito no Pronunciamnto Técnico CPC 15, sm rconhcr qualqur ágio para a invstida) dsd a data m qu o invstidor obtv o control dssa invstida com bas nos rquisitos dst Pronunciamnto Técnico. Qualqur difrnça ntr o valor d ativos, passivos participaçõs d não controladors rconhcidos o valor contábil antrior do nvolvimnto do invstidor com a invstida dv sr rconhcida como ajust corrspondnt ao saldo d abrtura do patrimônio líquido; (c)s mnsurar os ativos, passivos participaçõs d não controladors da invstida d acordo com (a) ou (b) for impraticávl (tal como dfinido no Pronunciamnto Técnico CPC 23), o invstidor dv: (i)s a invstida for um ngócio, aplicar os rquisitos do Pronunciamnto Técnico CPC 15. A data d aquisição prsumida dv sr o início do príodo mais antigo para o qual a aplicação do Pronunciamnto Técnico CPC 15 for aplicávl, qu pod sr o príodo atual; (ii)s a invstida não for um ngócio, aplicar o método d aquisição, conform dscrito no Pronunciamnto Técnico CPC 15, sm rconhcr qualqur ágio para a invstida na data d aquisição prsumida. A data d aquisição prsumida dv sr o início do príodo mais antigo para o qual a aplicação dst itm for praticávl, qu pod sr o príodo atual. O invstidor dv rconhcr qualqur difrnça ntr o valor dos ativos, passivos participaçõs d não controladors rconhcidos na data d aquisição prsumida quaisqur valors rconhcidos antriormnt dcorrnts d su nvolvimnto como ajust ao patrimônio líquido para ss príodo. Além disso, o invstidor dv forncr informaçõs divulgaçõs comparativas d acordo com o Pronunciamnto Técnico CPC 23. C5. Quando a aplicação dst Pronunciamnto Técnico pla primira vz rsultar m qu o invstidor dix d consolidar a invstida qu ra consolidada d acordo com a vrsão antrior do Pronunciamnto Técnico CPC 36 (vrsão R2), o invstidor dv mnsurar sua participação rtida na invstida na data d aplicação inicial plo valor plo qual ssa participação tria sido mnsurada s os rquisitos dst Pronunciamnto Técnico stivssm m vigor quando o invstidor s nvolvu com a invstida ou prdu o su control. S a mnsuração da participação dtida for impraticávl (tal como dfinido no Pronunciamnto Técnico CPC 23), o invstidor dv aplicar os rquisitos dst Pronunciamnto Técnico para a contabilização da prda d control no início do príodo mais antigo para o qual a aplicação dst Pronunciamnto Técnico for praticávl, qu pod sr o príodo atual. O invstidor dv rconhcr qualqur difrnça ntr o valor antriormnt rconhcido dos ativos, passivos participaçõs d não controladors o valor contábil do nvolvimnto do invstidor com a invstida como ajust do patrimônio líquido para ss príodo. Além disso, o invstidor dv forncr informaçõs divulgaçõs comparativas d acordo com o Pronunciamnto Técnico CPC 23. C6. Os itns 23, 25, B94 B96 a B99 são assuntos qu já contavam do Pronunciamnto Técnico CPC 36 (vrsão R2) foram incorporadas nsta vrsão rvisada do Pronunciamnto Técnico. Salvo quando aplicar o itm C3, a ntidad dv aplicar os rquisitos dsss itns da sguint forma: (a)a ntidad não dv raprsntar qualqur atribuição d lucros prjuízos para príodos d rlatório antriors à ocasião m qu aplicou a altração do itm B94 pla primira vz; (b)os rquisitos dos itns 23 B96 para a contabilização d mudanças m participaçõs socitárias na controlada após a obtnção do control não s aplicam a mudanças ocorridas ants da ocasião m qu a ntidad aplicou ssas altraçõs pla primira vz; (c)a ntidad não dv raprsntar o valor contábil d invstimnto m x-controlada s o control foi prdido ants qu aplicass as altraçõs dos itns 25 B97 a B99 pla primira vz. Além disso, uma ntidad não dv rcalcular qualqur ganho ou prda sobr a prda d control da controlada ocorrida ants d as altraçõs dos itns 25 B97 a B99 trm sido aplicadas pla primira vz. C7. (Eliminado). Rvogação d outro Pronunciamnto Intrprtação C8. Est Pronunciamnto substitui o Pronunciamnto Técnico CPC 36 (R2) - Dmonstraçõs Consolidadas a corrspondnt Intrprtação ao Pronunciamnto, sobr Entidad d Propósito Espcífico, aprovado plo Comitê d Pronunciamntos Contábis m 3 d junho d C9. (Eliminado).

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