DERIVADAS DAS FUNÇÕES SIMPLES12
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- Sérgio Monsanto Morais
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1 DERIVADAS DAS FUNÇÕES SIMPLES2 Gil d Cost Mrques Fundentos de Mteátic I 2. Introdução 2.2 Derivd de y = n, n 2.2. Derivd de y = / pr Derivd de y = n, pr 0, n =,, isto é, n é u núero inteiro negtivo 2.3 Derivds ds funções seno e cosseno 2.4 Derivd d função logrític 2.5 Derivd d função eponencil Licencitur e Ciêncis USP/ Univesp
2 Licencitur e Ciêncis USP/Univesp Módulo Introdução O conceito de derivd de u função é u dos sustentáculos do Cálculo e o introduzios no teto nterior. O objetivo gor é o de priorr o desenvolviento do ferrentl inerente o ssunto, fi de poder operr co ele. Assi, neste teto deduzireos lguns resultdos reltivos o cálculo de derivds de funções siples. No estudo ds derivds de funções de u únic vriável independente, Augustin Cuchy, e sus Oeuvres Coplètes, procur distinguir s funções siples que, segundo ele próprio, são considerds coo resultdo de u únic operção plicd à vriável independente ds funções que são construíds co o uílio de váris operções, s quis são chds de funções coposts. As funções siples que produze s operções corriqueirs d álgebr e d trigonoetri são +,,.,,, A, log A, sen, cos, rcsen, rccos onde é u núero rel e A é estritente positivo e diferente de. Pr cd u ds derivds ds funções siples, e sus inverss, presentos lguns eeplos resolvidos, plicndo novente o conceito de derivd que foi introduzido no teto nterior. 2.2 Derivd de y = n, n 2.2. Derivd de y = / pr 0 No teto nterior, vios definição de derivd de u função nu ponto do seu doínio e, prtir del, encontros derivd de f = n 2. sendo n u núero nturl. Assi, df f '= ( d )=. n n 2.2 Fundentos de Mteátic I
3 264 Licencitur e Ciêncis USP/Univesp Módulo De odo is gerl, pr função g=. n 2.3 onde n é u núero nturl, encontros dg g ' ( )= ( d )= nn Vos considerr gor o cso e que o epoente é u núero inteiro, coeçndo co o cso e que y = 2.5 onde é u núero rel qulquer. Vos encontrr derivd nu ponto do doínio, isto é, 0. Teos dus situções considerr: i. > 0 Sej Δ tl que + Δ > 0. A relção entre s diferençs, isto é, t de vrição édi, se escreve gor coo: = ou sej, ( ) = Depois de efetud operção de subtrção dos teros no nuerdor, epressão 2.7 pode ser siplificd. Obteos então: = Derivds ds Funções Siples
4 dí resultndo epressão: = + Licencitur e Ciêncis USP/Univesp Módulo E, portnto, tondo o liite qundo Δ tende zero, isto é, li li = = obteos derivd d função n prieir situção. ii. < 0 Sej gor Δ tl que + Δ < 0. Consideros novente t de vrição édi e, pós s siplificções necessáris, obteos es epressão = + 2. onde < 0 e + Δ < 0. Tondo o liite qundo Δ tende zero, isto é, li li = = ou sej, es epressão que foi obtid n situção nterior. Assi, concluíos que função y = / é derivável e todo ponto do doínio e su derivd é dd por: y ' = Fundentos de Mteátic I
5 266 Licencitur e Ciêncis USP/Univesp Módulo Derivd de y = n, pr 0, n =,, isto é, n é u núero inteiro negtivo n Sendo y = =, nturl, tondo o eso cuiddo co o fto de considerr o cso e que > 0 e Δ é tl que + Δ > 0, e depois o cso e que < 0 e Δ é tl que + Δ < 0, teos e bs s situções: = ou sej, = + + = Usndo o Teore do binôio de Newton e s siplificções possíveis, obteos: = y / 2 + Depois de efetud operção de subtrção dos teros no nuerdor, epressão 2.6 pode ser siplificd. Obteos então: Tondo o liite qundo Δ tende zero, isto é, ( ) 2 2 = ( ) / li = y = Mostros ssi que se y = n Derivds ds Funções Siples
6 Licencitur e Ciêncis USP/Univesp Módulo co n u núero inteiro, derivd eiste e todos os pontos do doínio e 267 y' = n n 2.20 Eeplo Eeplos No cso d função y = 5, utilizndo 2.2, já deduzid no teto nterior, teos yʹ = 5 4. Sendo y = = 5 utilizndo relção encontrd e 2.8, observos que su derivd é y' = 5 Eeplo 2 6 = 5 Vos escrever equção d ret tngente o gráfico d função y = no ponto cuj bsciss é = 2. 2 Notos que ret procurd pss pelo ponto 2, e te coeficiente ngulr ddo pel derivd 4 d função e = 2. Coo, se y equção dess ret é: = 2 então y ' = 2 3, o coeficiente ngulr d ret tngente procurd é = 4 e y = ( 2), , ou sej, 3 y = Gráfico 2.: O gráfico de y = 2 e ret tngente no ponto 2, 4. Fundentos de Mteátic I
7 268 Licencitur e Ciêncis USP/Univesp Módulo Eeplo 3 se 0 Sendo f= = se < 0 vos deterinr o conjunto de pontos onde f é derivável. Resolução: E prieiro lugr, observos que se trt de u função cujo doínio é o conjunto dos núeros reis, que é definid por eio ds dus regrs ci, dds n epressão d função. A notção de vlor bsoluto pens descreve tl fto de u for siples e rápid. Pr encontrr su derivd, precisos nlisr seprdente s situções seguintes:. > 0 e o créscio Δ positivo ou negtivo, s de tl neir que + Δ > 0; b. < 0 e o créscio Δ positivo ou negtivo, s de tl neir que + Δ < 0; c. = 0 e o créscio Δ positivo ou negtivo. Vejos então cd u desss situções:. Se > 0 e + Δ > 0, teos: isto é, pr > 0, derivd d função é. b. Se < 0 e + Δ < 0, teos: ou sej, pr < 0, derivd d função é. c. Se = 0, teos: se Δ > 0 li se Δ < 0 li = li = + li li ( + ) ( = ) = = li = li 0+ 0 = li 0 0 = 2 Derivds ds Funções Siples
8 Licencitur e Ciêncis USP/Univesp Módulo Logo, coo os liites lteris são diferentes, não eiste li, ou sej, não eiste derivd 0 d função no ponto = 0. Consequenteente, o doínio d função derivd é {0}. Gráfico 2.2: O gráfico d derivd d se 0 função f= =, isto é, d se < 0 se > 0 função f ' =. se < Derivds ds funções seno e cosseno Anliseos gor derivd d função y = sen. A t de vrição édi será dd por: sen( + ) sen = 2.2 Teos dus fors de efetur o liite qundo 0. N prieir for, escreveos o seno d so coo: sen( + )= sen cos+ sen cos 2.22 o que nos lev concluir que t de vrição édi é dd por: = cos sen sen + cos 2.23 Fundentos de Mteátic I
9 270 Licencitur e Ciêncis USP/Univesp Módulo Considerndo gor o liite: li = li sen 0 0 ( cos ) sen + cos 2.24 prtir do que vios no teto sobre Liites, e 0.35 e 0.36, respectivente, teos li sen = e li cos 0 = e, portnto, li cos = de onde concluíos que d( sen ) = cos d 2.28 sen( + ) sen A segund lterntiv pr clculr li = li 0 0 fto de que: consiste e utilizr o sen( + b) sen( b)= 2senb cos 2.29 e, considerndo = + 2 e b = 2, teos: + 2cos = y sen Derivds ds Funções Siples
10 Licencitur e Ciêncis USP/Univesp Módulo o que nos lev u epressão is siples pr t de vrição édi: + cos = sen y Tondo gor o liite qundo 0 e levndo e cont o liite 0.35, obteos o resultdo: y' = cos 2.32 Considereos gor o cso d função y = cos. Neste cso, t de vrição édi pode ser escrit coo: cos( + ) cos = 2.33 Agor escreveos o cosseno d so utilizndo identidde: cos( + )= cos cos sensen 2.34 Substituindo tl identidde e 2.33, obteos o seguinte resultdo pr t de vrição édi: = cos ( cos ) sen sen 2.35 Considerndo-se gor o liite qundo Δ 0, li = li cos 0 0 ( cos ) sen sen Novente, utilizndo os liites ddos pels epressões 0.35 e 0.36, obteos derivd d função cosseno: 2.36 d(cos ) = sen d 2.37 Fundentos de Mteátic I
11 272 Licencitur e Ciêncis USP/Univesp Módulo Tbé poderíos clculr y cos cos li = ( + ) li de outr neir, que consiste e utilizr identidde: Considerndo = + 2 e b = 2, teos: cos( + b) cos( b) = 2sen.senb + 2sen = y sen ou sej, sen = 2 + sen o que, de novo, nos lev o resultdo: y' = sen 2.42 Eeplo 4 A ret tngente o gráfico de y = sen n orige é ret que conté s bissetrizes dos qudrntes ípres, isto é, ret y =. De fto, o gráfico de y = sen pss pel orige e o coeficiente ngulr d ret tngente nesse ponto é o vlor d derivd y' = cos clculd e = 0, isto é, =. Logo, equção d ret procurd é y =. Gráfico 2.3: O gráfico de y = sen e ret tngente n orige. 2 Derivds ds Funções Siples
12 Eeplo 5 Licencitur e Ciêncis USP/Univesp Módulo Anlogente, pode-se ostrr que ret tngente o gráfico de y = cos, no ponto π 2, 0, é ret y = + π Derivd d função logrític Inicilente, considereos função y = ln 2.43 cujo doínio é o conjunto dos núeros reis estritente positivos. Sej > 0 e Δ tl que + Δ > 0. A t de vrição édi é dd por: ou sej, Observndo que = ln( +) ln y + = = + = + ln ln ln = + = + y = + ln ln ln o tor o liite qundo Δ 0, teos: li li ln ln = + = e 0 0 u vez que ln é u função contínu e li + = e Fundentos de Mteátic I
13 274 Licencitur e Ciêncis USP/Univesp Módulo Coo ln e =, teos finlente y ' = 2.48 Assi sendo, função logrític de bse e, y = ln, e 2.43, te derivd dd por d ( ln )= d 2.49 Sej gor y = log A 2.50 onde bse A é estritente positiv e diferente de. A t de vrição édi é dd por: ou sej, log A( + ) log A = y + = = + = + loga log A log A Agor, co os esos rguentos ntes utilizdos, y li = li loga + log A e = = 0 0 ln A = + log A ln u vez que log e = e A ln A = ln A. Dess neir, função logrític de bse A, A > 0 e A, dd e 2.50, y = log A, te coo derivd função y ' = ln A Derivds ds Funções Siples
14 Licencitur e Ciêncis USP/Univesp Módulo Derivd d função eponencil Inicilente, considereos função eponencil de bse e: y = e 2.55 cujo doínio é o conjunto de todos os núeros reis. A t de vrição édi é dd por: + e e e ( e ) = = 2.56 Agor, e pois li =. 0 li li ( e e = ) = e De fto, colocndo u = e Δ, teos Δ = ln(u + ) e, qundo Δ 0, u 0. Então, e u li = li = li = li = = 0 u 0 ln( u + ) u 0 u 0 u ln( u + ) ln( u + ) ln e u 2.58 Concluíos, portnto, que derivd d função eponencil de bse e, dd e 2.55, y = e, é própri função y = e, confore Considereos gor função eponencil de bse A, y = A 2.59 onde A é estritente positivo e diferente de. Fundentos de Mteátic I
15 276 Licencitur e Ciêncis USP/Univesp Módulo A t de vrição édi é dd por: + A A A ( A ) = = 2.60 e li li ( A A ) = = A ln A 0 0 A u vez que li = ln A. 0 De fto, de neir seelhnte à que foi efetud no cso d bse e, colocndo u = A Δ, teos Δ = log A (u + ) e, qundo Δ 0, u 0. Então, A u li = li = li = li 0 u 0 log A ( u + ) u 0 u 0 log A( u + ) log A( u + ) u = = ln A log e A u Assi, função logrític de bse A, A > 0 e A, dd e 2.59, y = A, te derivd função y = A.ln A Derivds ds Funções Siples
16 Licencitur e Ciêncis USP/Univesp Módulo 277 Eeplo 6 As rets tngentes os gráficos de y = ln no ponto (, 0) e de y = e no ponto (0, ) são prlels. De fto, sendo y = ln, teos y' = /. Logo, equção d ret tngente o gráfico d função no ponto (, 0) é y =. Agor, sendo y = e, teos y' = e e equção d ret tngente o gráfico e (0, ) é y = +. O prleliso ds dus rets é evidente pois, nos pontos considerdos, els present o eso coeficiente ngulr. Gráfico 2.4: As rets tngentes os gráficos de y = ln no ponto (, 0) e de y = e no ponto (0, ) são prlels. Fundentos de Mteátic I
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RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA VESTIBULAR DA UNICAMP 2016 FASE 1. POR PROFA. MARIA ANTÔNIA CONCEIÇÃO GOUVEIA
RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA VESTIBULAR DA UNICAMP 6 FASE. POR PROFA. MARIA ANTÔNIA CONCEIÇÃO GOUVEIA QUESTÃO O gráfico bio eibe o lucro líquido (em milhres de reis) de três pequens empress A, B e
Física Geral e Experimental I (2011/01)
Diretori de Ciêncis Exts Lbortório de Físic Roteiro Físic Gerl e Experimentl I (/ Experimento: Cinemátic do M. R. U. e M. R. U. V. . Cinemátic do M.R.U. e do M.R.U.V. Nest tref serão borddos os seguintes
Módulo e Equação Modular (valor absoluto)?
Mtemátic Básic Unidde 6 Função Modulr RANILDO LOES Slides disponíveis no nosso SITE: https://ueedgrtito.wordpress.com Módulo e Equção Modulr (vlor bsoluto)? - - - - R uniddes uniddes Definição, se, se
Resoluções dos testes propostos
os fundentos d físic 1 Unidde D Cpítulo 11 Os princípios d Dinâic 1.0 Respost: rt-se do princípio d inérci ou prieir lei de Newton..05 Respost: d el equção de orricelli, teos: v v 0 α s (30) (10) α 100
Função Modular. x, se x < 0. x, se x 0
Módulo de um Número Rel Ddo um número rel, o módulo de é definido por:, se 0 = `, se < 0 Observção: O módulo de um número rel nunc é negtivo. Eemplo : = Eemplo : 0 = ( 0) = 0 Eemplo : 0 = 0 Geometricmente,
Capítulo IV. Funções Contínuas. 4.1 Noção de Continuidade
Cpítulo IV Funções Contínus 4 Noção de Continuidde Um idei muito básic de função contínu é de que o seu gráfico pode ser trçdo sem levntr o lápis do ppel; se houver necessidde de interromper o trço do
8.1 Áreas Planas. 8.2 Comprimento de Curvas
8.1 Áres Plns Suponh que um cert região D do plno xy sej delimitd pelo eixo x, pels rets x = e x = b e pelo grá co de um função contínu e não negtiv y = f (x) ; x b, como mostr gur 8.1. A áre d região
Funções do 1 o Grau. Exemplos
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA Funções do o Gru. Função
16.4. Cálculo Vetorial. Teorema de Green
ÁLULO VETORIAL álculo Vetoril pítulo 6 6.4 Teorem de Green Nest seção, prenderemos sore: O Teorem de Green pr váris regiões e su plicção no cálculo de integris de linh. INTROUÇÃO O Teorem de Green fornece
CÁLCULO INTEGRAL. e escreve-se
Primitivs CÁLCULO INTEGRAL Prolem: Dd derivd de um função descorir função inicil. Definição: Chm-se primitiv de um função f, definid num intervlo ] [ à função F tl que F = f e escreve-se,, F = P f ou F
CAPÍTULO EXERCÍCIOS pg. 127
CAPÍTULO. EXERCÍCIOS pg.. Deerinr equção d re ngene às seguines curvs, nos ponos indicdos. Esboçr o gráico e cd cso..,,, ; R.. As igurs que segue osr s res ngenes pr os ponos e. Coo o vlor de é genérico
As fórmulas aditivas e as leis do seno e do cosseno
ul 3 s fórmuls ditivs e s leis do MÓDULO 2 - UL 3 utor: elso ost seno e do cosseno Objetivos 1) ompreender importânci d lei do seno e do cosseno pr o cálculo d distânci entre dois pontos sem necessidde
QUESTÃO 01. QUESTÃO 02.
PROVA DE MATEMÁTICA DO O ANO _ EM DO COLÉGIO ANCHIETA BA. ANO 6 UNIDADE III PRIMEIRA AVALIAÇÃO. ELABORAÇÃO: PROFESSOR OCTAMAR MARQUES. PROFESSORA MARIA ANTÔNIA GOUVEIA. QUESTÃO. Quntos inteiros são soluções
REVISÃO Lista 12 Geometria Analítica., então r e s são coincidentes., então r e s são perpendiculares.
NOME: ANO: º Nº: PROFESSOR(A): An Luiz Ozores DATA: REVISÃO List Geometri Anlític Algums definições y Equções d ret: by c 0, y mb, y y0 m( 0) e p q Posições de dus rets: Dds s rets r : y mr br e s y ms
Substituição Trigonométrica. Substituição Trigonométrica. Se a integral fosse. a substituição u = a 2 x 2 poderia ser eficaz, mas, como está,
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I. Introdução Se integrl
(x, y) dy. (x, y) dy =
Seção 7 Função Gm A expressão n! = 1 3... n (1 está definid pens pr vlores inteiros positivos de n. Um primeir extensão é feit dizendo que! = 1. Ms queremos estender noção de ftoril inclusive pr vlores
IME MATEMÁTICA. Questão 01. Calcule o número natural n que torna o determinante abaixo igual a 5. Resolução:
IME MATEMÁTICA A mtemátic é o lfbeto com que Deus escreveu o mundo Glileu Glilei Questão Clcule o número nturl n que torn o determinnte bixo igul 5. log (n ) log (n + ) log (n ) log (n ) Adicionndo s três
2.4. Função exponencial e logaritmo. Funções trigonométricas directas e inversas.
Cpítulo II Funções Reis de Vriável Rel.. Função eponencil e logritmo. Funções trigonométrics directs e inverss. Função eponencil A um unção deinid por nome de unção eponencil de bse. ( ), onde, > 0 e,
1 x 5 (d) f = 1 + x 2 2 (f) f = tg 2 x x p 1 + x 2 (g) f = p x + sec 2 x (h) f = x 3p x. (c) f = 2 sen x. sen x p 1 + cos x. p x.
6. Primitivs cd. 6. Em cd cso determine primitiv F (x) d função f (x), stisfzendo condição especi- () f (x) = 4p x; F () = f (x) = x + =x ; F () = (c) f (x) = (x + ) ; F () = 6. Determine função f que
6 Cálculo Integral. 1. (Exercício VI.1 de [1]) Considere a função f definida no intervalo [0, 2] por. 1 se x [0, 1[ 3 se x ]1, 2]
6 Cálculo Integrl. (Eercício VI. de []) Considere função f definid no intervlo [, ] por se [, [ f () = se = 3 se ], ] () Mostre que pr tod decomposição do intervlo [, ], s soms superior S d ( f ) e inferior
Questão 01. Questão 02. Calcule o determinante abaixo, no qual. cis e i 3. 1 i. Resolução: z a bi z a bi. Soma das raízes:
Questão 01 O polinômio P ( ) 10 0 81 possui rízes comples simétrics e um riz com vlor igul o módulo ds rízes comples. Determine tods s rízes do polinômio. p ( ) 10 0 81 z bi z bi 1 z bi z ( ) bi z rel
Questão 1 No plano cartesiano, considere uma haste metálica rígida, de espessura desprezível, com extremidades nos pontos A (3,3) e B (5,1).
UJ OURSO VSTIULR 0- RITO PROV ISURSIV TÁTI Questão o plno crtesino, considere u hste etálic rígid, de espessur desprezível, co extreiddes nos pontos (,) e (5,) ) eterine equção d circunferênci de centro
Resolução de Sistemas de Equações Lineares Simultâneas
Depto de Coputção Instituto de Ciêncis Ets e Biológics Universidde Federl de Ouro Preto Resolução de Sistes de Equções ineres Siultânes José Álvro Tdeu Ferreir, Deprtento de Coputção, Instituto de Ciêncis
Trigonometria FÓRMULAS PARA AJUDÁ-LO EM TRIGONOMETRIA
Trigonometri é o estudo dos triângulos, que contêm ângulos, clro. Conheç lgums regrs especiis pr ângulos e váris outrs funções, definições e trnslções importntes. Senos e cossenos são dus funções trigonométrics
EQUAÇÕES E INEQUAÇÕES POLINOMIAIS
EQUAÇÕES E INEQUAÇÕES POLINOMIAIS Um dos grndes problems de mtemátic n ntiguidde er resolução de equções polinomiis. Encontrr um fórmul ou um método pr resolver tis equções er um grnde desfio. E ind hoje
y 5z Grupo A 47. alternativa A O denominador da fração é D = 46. a) O sistema dado é determinado se, e somente se: b) Para m = 0, temos: = 2 x y
Grupo A 4. lterntiv A O denomindor d frção é D = 4 7 = ( 0 ) = 4. 46. ) O sistem ddo é determindo se, e somente se: m 0 m 9m 0 9 m b) Pr m, temos: x + y = x = y x + y z = 7 y z = x y + z = 4 4y + z = x
Resolução: a) o menor valor possível para a razão r ; b) o valor do décimo oitavo termo da PA, para a condição do item a.
O segundo, o sétimo e o vigésimo sétimo termos de um Progressão Aritmétic (PA) de números inteiros, de rzão r, formm, nest ordem, um Progressão Geométric (PG), de rzão q, com qer ~ (nturl diferente de
Seu pé direito nas melhores faculdades
MTMÁTI Seu pé direito ns melhores fculddes 0. João entrou n lnchonete OG e pediu hmbúrgueres, suco de lrnj e cocds, gstndo $,0. N mes o ldo, lgums pessos pedirm 8 hmbúrgueres, sucos de lrnj e cocds, gstndo
Bhaskara e sua turma Cícero Thiago B. Magalh~aes
1 Equções de Segundo Gru Bhskr e su turm Cícero Thigo B Mglh~es Um equção do segundo gru é um equção do tipo x + bx + c = 0, em que, b e c são números reis ddos, com 0 Dd um equção do segundo gru como
Revisão EXAMES FINAIS Data: 2015.
Revisão EXAMES FINAIS Dt: 0. Componente Curriculr: Mtemátic Ano: 8º Turms : 8 A, 8 B e 8 C Professor (): Anelise Bruch DICAS Use s eplicções que form copids no cderno; Use e buse do livro didático, nele
xy 1 + x 2 y + x 1 y 2 x 2 y 1 x 1 y xy 2 = 0 (y 1 y 2 ) x + (x 2 x 1 ) y + (x 1 y 2 x 2 y 1 ) = 0
EQUAÇÃO DA RETA NO PLANO 1 Equção d ret Denominmos equção de um ret no R 2 tod equção ns incógnits x e y que é stisfeit pelos pontos P (x, y) que pertencem à ret e só por eles. 1.1 Alinhmento de três pontos
Formas Lineares, Bilineares e Quadráticas
Forms Lineres Bilineres e Qudrátics Considere V um R-espço vetoril n-dimensionl Forms Lineres Qulquer trnsformção liner d form f : V R é denomind um funcionl liner ou form liner Eemplos: f : R R tl que
Profª Cristiane Guedes LIMITE DE UMA FUNÇÃO. Cristianeguedes.pro.br/cefet
LIMITE DE UMA FUNÇÃO Cristineguedes.pro.br/ceet Vizinhnç de um ponto Pr um vlor rbitrrimente pequeno >, vizinhnç de é o conjunto dos vlores de pertencentes o intervlo: - + OBS: d AB = I A B I Limite de
