Capitulo 8 Resolução de Exercícios
|
|
|
- Irene Martini Salgado
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 FORMULÁRIO Audades Peródcas, Crescetes e Postecpadas, com Termos em P. A. G G SPAC R R s s G G C R a R a 1 1 PAC Audades Gradetes Postecpadas S GP G 1 1 ; C GP G Audades Gradetes Atecpadas G (1 ) 1 SGA (1 ) C G (1 ) 1 (1 ) ; GA 1 S S (1 ) ; C C (1 ) GA GP Audades Gradetes, Decrescetes e Postecpadas G 1 1 G SGDP G 1 G 1 1 CGDP Audades Gradetes, Decrescetes e Atecpadas G 1 CGDA 1 (1 ) 2 1 e o motate correspodete, a época -1, é dado por: G 1 SGDA 1 (1 ) 2 1 e o motate correspodete, a época, é dado por: 1 1 S S S GDA GDA GDP GA GP Itrodução à Matemátca Facera Faro & Lachtermacher Versão Fal Pága 96
2 FORMULÁRIO Audades Iftas, Crescetes e Postecpadas, com Termos em P. A. G R C a, 2 Audades Peródcas, Crescetes e Postecpadas, com Termos em P.G. R Para q 1 CGG q ; S R1 1 GG Para R q 1 CG G 1 q 1q 1 S R ; GG 1 q 1 q Audades Peródcas, Iftas, Crescetes e Postecpadas, com Termos em P.G. R se q 1 CG, 1 q Itrodução à Matemátca Facera Faro & Lachtermacher Versão Fal Pága 97
3 8. Exercícos Propostos 1) Quato devemos aplcar, o da de hoje, em um vestmeto que rede % a.m. para que possamos sacar dez parcelas mesas, cosderado que as mesmas formem: a) Uma audade crescete em P.A., com termo cal de R$ 3.000,00 e razão gual a R$ 300,00, com a prmera parcela daqu a 1 mês? b) Uma audade crescete em P.A., com termo cal de R$ 2.000,00 e razão gual a R$ 200,00, com a prmera parcela daqu a 2 meses? c) Uma audade decrescete em P.A., com termo cal de R$ 3.000,00 e razão gual a R$ 300,00, com a prmera parcela daqu a 1 mês? d) Uma audade decrescete em P.A., com termo cal de R$ 4.000,00 e razão gual a R$ 200,00, com a prmera parcela daqu a 2 meses? e) Uma audade crescete em P.G., com termo cal de R$ 3.000,00 e razão 1,06 (6% de crescmeto mesal), com a prmera parcela daqu a 2 meses? f) Uma audade decrescete em P.G., com termo cal de R$ 3.000,00 e razão 0,94, com a prmera parcela daqu a 2 meses? 1) audade crescete em P.A., com termo cal de R$ 3.000,00 e razão gual a R$ 300,00, com a prmera parcela daqu a 1 mês G C CPAC R ,0 R , , 0 1 C 0,01 0,0 0,0 1 0,0 C 3683, , , $ ,81 A plalha a segur mostra a resolução usado a fução VPL do Excel. Itrodução à Matemátca Facera Faro & Lachtermacher Versão Fal Pága 98
4 b) audade crescete em P.A., com termo cal de R$ 2.000,00 e razão gual a R$ 200,00, com a prmera parcela daqu a 2 meses G 1 C CPA C R , , ,0 1 0,0 200 C 0,01 0,0 0,0 1 0,0 1 C,46986 R$ ,02 24, 63012, ,0 A plalha a segur mostra a resolução usado a fução VPL do Excel. c) audade decrescete em P.A., com termo cal de R$ 3.000,00 e razão gual a R$ 300,00, com a prmera parcela daqu a 1 mês Observado que o termo cal é gual a vezes a razão, e que temos termos, podemos laçar mão da expressão do valor atual de uma audade gradete, decrescete e postecpada; ou seja: G , 0 1 CGDP $13.669,9 R 1 0,0 0,0 1 0,0 A plalha a segur mostra a resolução usado a fução VPL do Excel. Itrodução à Matemátca Facera Faro & Lachtermacher Versão Fal Pága 99
5 d) audade decrescete em P.A., com termo cal de R$ 4.000,00 e razão gual a R$ 200,00, com a prmera parcela daqu a 2 meses Note que este caso podemos cosderar essa audade como a soma de uma audade uforme, dferda em 1 período e com termo gual a R$ 2.000,00, com uma audade gradete, decrescete e postecpada, dferda em 1 período. Logo, seu valor atual pode ser calculado como a soma dos valores atuas de cada uma das duas audades. O prmero valor atual, C 1, da audade uforme, é dado por: C1 R m, ode m é o prazo do dfermeto 1 1 0,0 1 0,0, 0 1 C , , 0663 O segudo valor atual, C 2, da audade gradete decrescete, é dado por: C C G m, ode m é o prazo do dfermeto ,0 200, ,029 0, 0 0, 0, Logo o valor atual da audade orgal, C, é dado por: C C1 C , ,03 R$ ,17 A plalha a segur mostra a resolução usado a fução VPL do Excel. Itrodução à Matemátca Facera Faro & Lachtermacher Versão Fal Pága 0
6 e) audade crescete em P.G., com termo cal de R$ 3.000,00 e razão 1,06 (6% de crescmeto mesal), com a prmera parcela daqu a 2 meses R q q 1 CGG 1 1q m, ode m é o prazo do dfermeto C , $ ,18 GG 1 0,0 1,06 1 0,0 1 0,0 R A plalha a segur mostra a resolução usado a fução VPL do Excel. f) audade decrescete em P.G., com termo cal de R$ 3.000,00 e razão 0,94, com a prmera parcela daqu a 2 meses R q q 1 CGG 1 1q m, ode m é o prazo do dfermeto C , $17.38,38 GG 1 0, 0 0,94 1 0,0 1 0, 0 R A plalha a segur mostra a resolução usado a fução VPL do Excel. Itrodução à Matemátca Facera Faro & Lachtermacher Versão Fal Pága 1
7 2) Pedro cotrau um empréstmo de R$.000,00 que será pago em parcelas mesas, que formam uma audade gradete, crescete com o prmero pagameto ao fal de 6 meses. Se a taxa de juros que o baco cobra de Pedro é de % a.m., quas os valores da prmera e décma parcelas? O fluxo de caxa represetatvo do problema é: Logo, a equação de valor é dada por: 11 G 1 0, ,01 0,0 0,0, Vale ressaltar que o últmo pagameto de uma audade gradete crescete e postecpada, tem o valor 1 G; o que acarretou fazermos = 11, a equação acma. G 000 3, , G R$ 324,14 0, 0817 Portato o valor da 1ª parcela é R$ 324,14; e o da últma parcela correspode a R$ 3.241,40. Podemos modelar este problema de dversas maeras. Vamos, este caso, utlzar as fuções VPL e Solver do Excel; como mostrado as plalhas abaxo Itrodução à Matemátca Facera Faro & Lachtermacher Versão Fal Pága 2
8 3) Thago pretede fazer dez retradas mesas, formado uma audade gradete, crescete, com termo cal e razão de R$ 00,00; com a prmera retrada devedo ser realzada daqu a 6 meses. Sabedo que Thago tem uma cadereta de poupaça, com aversáro o da de hoje, e saldo de R$ 1.000,00, quato deverá depostar regularmete (depóstos uformes e mesas), de hoje até a data de sua últma retrada, para que o saldo fal da cadereta (juros de 6%a.a.c.m.) seja R$ 2.000,00, medatamete após a últma retrada? Como o saldo fal a época 1 (data da últma retrada) deve ser R$ 2.000,00, cosderaremos esta data como a data focal para estabelecmeto da equação de valor. Represetado retradas como setas para cma, e depóstos como setas para baxo, temos a segute lustração para o fluxo de caxa: Logo, temos a segute equação de valor: , , 00 1 R R , ,00 0,00 0,00 ode, para o emprego da fórmula do motate da audade gradete, crescete, tedo em vsta retradas, fez-se Assm: 77, , R1,3648 R , 66 16, R 28838,97726 R R$1.73,80 A plalha a segur mostra uma das possíves modelages para resolução do problema o Excel. 1 Como estudado a seção.2.1 do capítulo, as caderetas de poupaça, além de pagarem juros à taxa de 6% a.a.c.m, cosderam também a taxa referecal, TR. No caso, estaremos supodo que a TR fque ula durate todo o prazo cosderado. Itrodução à Matemátca Facera Faro & Lachtermacher Versão Fal Pága 3
9 4) João fez um facameto para compra de um carro o valor de R$ 0.000,00. O vededor apresetou dversas opções de pagameto, descrtas a segur, as quas a prmera parcela tem carêca de 3 meses: a. 0 parcelas mesas guas o valor de R$ 1.00,00 b. 0 parcelas mesas formado uma audade com termos em P.A., com termo cal de R$ 00,00 e razão de R$ 0,00. c. 30 parcelas mesas formado uma audade com termos em P.G., com termo cal de R$ 2000,00 e taxa de crescmeto de 2% a.m. Se João quer pagar a meor taxa de juros, qual das três opções deve escolher? Por se tratar, em cada opção, de um fluxo de caxa com apeas uma varação de sal, podemos garatr que exste apeas uma taxa tera de retoro. Isso possblta que a aálse possa ser feta através da escolha do facameto com a meor taxa tera de retoro. Facameto do tpo (a) A equação de valor é: ou , Por se tratar de uma fução muto complexa, utlzaremos a aálse gráfca da fução para saber uma estmatva da taxa tera de retoro. Para tal, chamaremos de f () a fução Itrodução à Matemátca Facera Faro & Lachtermacher Versão Fal Pága 4
10 represetada pelo lado esquerdo da equação. O gráfco de f () é represetado a segur, para dos tervalos ( 0 ; 1) e (0 ; 0,1), os qual podemos verfcar a exstêca de apeas uma raz e ter uma boa estmatva de seu valor. Logo, a raz da equação está o tervalo aberto (1% ; 2%). Portato, laçado mão do método da bsseção, começaremos ossa aálse pela taxa 1,%a.m.. Para = 1,%a.m. o lado esquerdo da equação é gual a 0,6393; sto é, maor que zero, dcado que a ova tetatva deve ser um valor etre 1,% e 2%. Para = 1,7%a.m. o lado esquerdo da equação é gual a -1,32231; sto é, meor que zero, dcado que a ova tetatva deve ser um valor etre 1,% e 1,7%. Para = 1,62%a.m. o lado esquerdo da equação é gual a -0,36161; sto é, meor que zero, dcado que a ova tetatva deve ser um valor etre 1,% e 1,62%. Para = 1,62%a.m. o lado esquerdo da equação é gual a 0,13378; sto é, meor que zero, dcado que a ova tetatva deve ser um valor etre 1,62% e 1,62%. Realzado mas algumas terações chegaríamos a = 1,792%a.m. que tem uma aproxmação da ordem de -6. Este mesmo problema podera ser resolvdo utlzado o Excel, de dversas maeras. Mostraremos aqu apeas duas delas. Na prmera, utlzamos a fução TIR do Excel e explctamos o fluxo de caxa. Na seguda, utlzamos as fuções faceras e a fução Solver do Excel. Vale ressaltar que como a fução TIR exge apeas uma sequêca de valores para dcar o fluxo de caxa, tvemos que dvdr a fgura em duas partes; mostradas a segur, uma ao lado da outra. Como de costume, a fórmula apresetada a célula D2 represeta a efetvamete serda a célula D1. Itrodução à Matemátca Facera Faro & Lachtermacher Versão Fal Pága
11 1 2 Itrodução à Matemátca Facera Faro & Lachtermacher Versão Fal Pága 6
12 Alteratvamete, usado a fução [TIR] da HP 12C, tem-se: [f][reg]0000[chs][g][cf 0]0[g][CF j][g][cf j]100[g][cf j]0[g][n j][f][irr]1,7921 Facameto do tpo (b) Tedo em vsta a fórmula para C PAC e o dfermeto de 2 meses tem-se: ou Como já observado o fluxo de caxa só troca de sal uma vez; podemos, pos, garatr que só exstrá uma taxa tera de retoro. Portato, fazedo o gráfco da fução f (), formada pelo lado esquerdo da equação, podemos ter uma estmatva do seu valor. O gráfco abaxo represeta f () o tervalo (0 ; 0,1). Pela comparação dos gráfcos de f (), dos facametos (a) e (b), poderíamos costatar, por speção vsual, que o facameto (a) apreseta uma taxa tera de retoro feror a do facameto (b); sedo, portato, uma melhor opção que o facameto (b). Poderíamos utlzar o método teratvo para descobrr o valor da TIR. Porém, resolveremos o problema utlzado o Excel e sua fução TIR, a partr do fluxo de caxa. A plalha a segur mostra, portato, apeas um possível ecamhameto para a solução. Vale ressaltar que como a fução TIR exge apeas uma sequêca de valores para dcar o fluxo de caxa, tvemos que dvdr a fgura em duas partes; mostradas a segur, uma ao Itrodução à Matemátca Facera Faro & Lachtermacher Versão Fal Pága 7
13 lado da outra. Como de costume, a fórmula apresetada a célula D2 represeta a efetvamete serda a célula D1. Facameto do tpo (c) Em casos tas como este, o prmero passo é testar a solução q1. Se esta fosse válda, deveríamos ter, cosderado o dfermeto de 2 meses: C GG 2 R , ,2941 q 2 Como a gualdade ão é satsfeta, sabemos que teremos q 1 q 11,02 1 0,02. Portato, a equação de valor que defe a taxa cobrada o facameto é: Itrodução à Matemátca Facera Faro & Lachtermacher Versão Fal Pága 8
14 0000 ou Captulo 8 Resolução de Exercícos , , , ,02 1 Como o fluxo de caxa só troca de sal uma vez, podemos garatr que só exstrá uma taxa tera de retoro. Portato, fazedo o gráfco da fução f (), formada pelo lado esquerdo da equação, podemos ter uma estmatva do seu valor. O gráfco abaxo represeta f () o tervalo (0 ; 0,1). Poderíamos utlzar o método teratvo para descobrr o valor da TIR. Porém, resolveremos o problema utlzado o Excel e sua fução TIR, a partr do fluxo de caxa. A plalha a segur mostra esse ecamhameto. Pela comparação dos gráfcos de f (), dos facametos (a) e (c), poderíamos costatar, por speção vsual, que o facameto (a) apreseta uma taxa tera de retoro feror à do facameto (c); sedo, portato, uma melhor opção que o facameto Itrodução à Matemátca Facera Faro & Lachtermacher Versão Fal Pága 9
15 (c); Logo, João devera optar pelo facameto (a), pos é o que apreseta a meor taxa tera de retoro. ) O Govero do Estado do Ro de Jaero deve realzar obras para revtalzação a Av. Brasl, prcpal acesso rodováro à cdade do Ro de Jaero. Exstem duas propostas para tal obra. A prmera, utlzado asfalto ormal, com vda útl de cco aos, ao custo cal de R$ ,00/km, e custo aual de mauteção formado uma P.A., postecpada, com termo cal de R$ 0.000,00 e razão de R$.000,00. A seguda, utlzado um ovo tpo de asfalto, deomado asfalto emborrachado, que utlza peus velhos em sua composção; sedo, portato, ecologcamete correto e com vda útl de 12 aos. Seu custo cal é de R$ ,00/km, e custo aual de mauteção formado uma P.G., postecpada, com termo cal de R$ ,00 e taxa de crescmeto de 1%a.a. Cosderado que exste dspobldade orçametára para ambas as opções, qual deve ser a escolhda, cosderado um custo de captal de %a.a.? Como as duas opções têm vdas útes dsttas devemos comparar o custo médo de cada opção, as suas respectvas vdas útes. 2 Para tal, devemos ecotrar o valor atual de cada uma das audades e soma-los com seu respectvo custo cal; e a segur, e a dstruí-lo uformemete pela duração de sua vda útl. Opção do Asfalto Normal (custo médo R AN ) 0, , , 0 1 CPAC 0000 $ , 00 R 0,01 0,0 0,0 1 0,0 Logo RAN 0,0 1 0, R$184.12, 60, 0 1 Opção do Asfalto Emborrachado (custo médo R AE ) , 01 q 1 C GG 1 R$ , 24 12,0 1,01 1 0,0 Logo RAE 12 0,0 1 0, , R$ ,3 12,0 1 Portato, a opção pelo asfalto emborrachado deve ser a preferda. 2 Justfcaremos tal crtéro de seleção o capítulo 11. Itrodução à Matemátca Facera Faro & Lachtermacher Versão Fal Pága 1
16 A plalha abaxo mostra os cálculos, para ambas as opções, utlzado as fuções VPL e PGTO do Excel. Mas uma vez, as fórmulas apresetadas as coluas C e F represetam as efetvamete serdas as respectvas células das coluas B e E. 6) Recosdere o exercíco, a hpótese de prevsão de flação futura à taxa de 3%a.a. Qual sera, esse caso, a opção preferível? Prmeramete, deveremos explctar a taxa de juros real R, a partr da taxa de juros aparete (=%a.a.) e da taxa de flação (I=3%a.a.). 1,0 1 1 R 1 I 1,0 1,03 1 R R 1 0, ou1,9417% a. a. 1,03 Por outro lado, supodo que os custos de mauteção ão sejam reajustados, devemos calcular o fluxo de caxa real de ambos os casos deflacoado os fluxos do exercíco. Os fluxos reas, sto é, os fluxos a preços da data atual, são os apresetados a tabela abaxo (ode a colua Valores Aparetes represetam os custos de mauteção a preços corretes). Período Val.Aparetes Valores Reas Período Val.Aparetes Valores Reas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,21994 Itrodução à Matemátca Facera Faro & Lachtermacher Versão Fal Pága 111
17 Matematcamete, as expressões que represetam as parcelas reas de mauteção do asfalto ormal RN j e do asfalto emborrachado REj, são dadas por: RN RE j j j 1 j 1 I , 01 j I j1, j 1,2,...,, j 1,2,...,12 Devemos, agora, descotar os respectvos fluxos reas à taxa real, para somar com o respectvo custo cal; e, a segur, expressa-los em termos de custos médos, ao logo das respectvas vdas útes. Comparado, etão, seus custo médos reas. Vale otar que os valores atuas a época zero, cosderado os fluxos aparetes, à taxa aparete, se gualam aos dos respectvos fluxos reas, à taxa real. Portato, os valores atuas calculados o exercíco podem ser utlzados para obter os custos médos reas de cada opção. Ou seja, o custo médo real do asfalto ormal (R AN ) e do emborrachado (R AE ) são, tedo em vsta a taxa real de 1,9417%a.a. RAN RAE 0, , R$ ,8 1 0, , , , R$120.47,39 12, A plalha abaxo mostra os cálculos, para ambas as opções, utlzado as fuções VPL e PGTO do Excel. Mas uma vez, as fórmulas apresetadas as coluas D e H represetam as efetvamete serdas as respectvas células das coluas C e G. Mas uma vez, o asfalto emborrachado sera o preferdo; já que apreseta o meor custo médo aual. 7) Calcular o prmero termo de uma audade mesal, postecpada e de termos, cujo valor presete é R$ ,00, à uma taxa de juros de % a.m., os casos em que: a) a audade é em P.A. com razão R$ 200,00. b) a audade é em P.G. com taxa de decrescmeto de %a.m. Itrodução à Matemátca Facera Faro & Lachtermacher Versão Fal Pága 112
18 a) Audade em P.A. com razão R$ 200,00. A equação de valor é dada por: R 0, , , ,0, 0 0,0 1 0,0 ou , , 72173R Logo o prmero termo, R, é: , 4098 R R$ 4.360,37 7, b) Audade em P.G. com taxa de decrescmeto de %a.m. Como q,0 0,9 1 1,0, tem-se R 0, , 0 0,9 1 0, 0 ou ,32427R Logo o prmero termo, R, é dado por: R R$ 6.324, ) Um facameto deve ser pago em cco parcelas mesas, que formam uma P.A., postecpada, com termo cal e razão guas a R$ 1.000,00. O tomador do empréstmo pretede sugerr que o facameto seja pago em cco parcelas guas. Calcular o valor das parcelas se o baco trabalha com taxa de juros compostos de 12%a.a., e a prmera parcela tem vecmeto de hoje a 1 mês ,12 1 0, ou 0, 9489% a. m. m C C GAP GAP 1 1 a , , , , , , , , 4681 Queremos que:, CGAP R 4,86078R 0, , Itrodução à Matemátca Facera Faro & Lachtermacher Versão Fal Pága 113
19 Logo, temos: 14490, ,86074 R R R$ 2.981,11 9) Um facameto deve ser pago em cco parcelas mesas, que formam uma P.G. com termo cal gual a R$ 1.000,00 e taxa de decrescmeto de %. O tomador do empréstmo pretede sugerr que o facameto seja pago em dez parcelas guas. Calcular o valor das parcelas costates se o baco trabalha com taxa de juros compostos de 2%a.m., e as prmeras prestações, em ambos os casos, têm vecmeto de hoje a 1 mês. 00 0,9 q 1 C GG , 73784, 02 0,9 1 0, 02 Queremos que:,02 1 CGG R 8,9828R 0, 021 0, 02 Logo, temos: 4273, ,9828 R R R$ 47,78 ) Uma empresa está fazedo seu plaejameto facero de curto prazo (12 meses, de jaero a dezembro), e projeta que os custos com a folha de pessoal, prevsta para jaero, o valor de R$ 0.000,00, decresçam à taxa de %a.m., durate o ao; devdo a uma polítca de aposetadoras cetvadas. Sabedo-se que o dretor facero pretede fazer uma aplcação que rede 1%a.m., que valor C deve depostar o da 26 de dezembro para fazer frete às despesas com a folha de pessoal o próxmo ao, paga o da 26 de cada mês, cosderado o pagameto do 13º salaro juto com o saláro de dezembro? Como q 0,9 11 0,01, tem-se: , ,9 C 1 R$ , , 0,9, 01, 01 Itrodução à Matemátca Facera Faro & Lachtermacher Versão Fal Pága 114
Olá, amigos concursandos de todo o Brasil!
Matemátca Facera ICMS-RJ/008, com gabarto cometado Prof. Wager Carvalho Olá, amgos cocursados de todo o Brasl! Veremos, hoje, a prova do ICMS-RJ/008, com o gabarto cometado. - O artgo º da Le.948 de 8
JUROS SIMPLES. i 100 i 100. TAXA PROPORCIONAL: É aquela que aplicada ao mesmo capital, no mesmo prazo, produze o mesmo juros.
JUROS MONTANTE JUROS SIMPLES J = C 0 * * t 00 M = C * + * t 00 TAXA PROPORCIONAL: É aquela que aplcada ao mesmo captal, o mesmo prazo, produze o mesmo juros. * = * JUROS COMPOSTOS MONTANTE M = C * + 00
FINANCIAMENTOS UTILIZANDO O EXCEL
rofessores Ealdo Vergasta, Glóra Márca e Jodála Arlego ENCONTRO RM 0 FINANCIAMENTOS UTILIZANDO O EXCEL INTRODUÇÃO Numa operação de empréstmo, é comum o pagameto ser efetuado em parcelas peródcas, as quas
1 SISTEMA FRANCÊS DE AMORTIZAÇÃO
scpla de Matemátca Facera 212/1 Curso de Admstração em Gestão Públca Professora Ms. Valéra Espídola Lessa EMPRÉSTIMOS Um empréstmo ou facameto pode ser feto a curto, médo ou logo prazo. zemos que um empréstmo
M = C( 1 + i.n ) J = C.i.n. J = C((1+i) n -1) MATEMÁTICA FINANCEIRA. M = C(1 + i) n BANCO DO BRASIL. Prof Pacher
MATEMÁTICA 1 JUROS SIMPLES J = C.. M C J J = M - C M = C( 1 +. ) Teste exemplo. ados com valores para facltar a memorzação. Aplcado-se R$ 100,00 a juros smples, à taxa omal de 10% ao ao, o motate em reas
Capitulo 6 Resolução de Exercícios
FORMULÁRIO Cojutos Equivaletes o Regime de Juros Simples./Vecimeto Comum. Descoto Racioal ou Por Detro C1 C2 Cm C1 C2 C...... 1 i 1 i 1 i 1 i 1 i 1 i 1 2 m 1 2 m C Ck 1 i 1 i k1 Descoto Por Fora ou Comercial
E-mails: [email protected] [email protected] [email protected] http://www. damasceno.info www. damasceno.info damasceno.
Matemátca Facera 2007.1 Prof.: Luz Gozaga Damasceo 1 E-mals: [email protected] [email protected] [email protected] http://www. damasceo.fo www. damasceo.fo damasceo.fo Obs.: (1 Quado
LEASING UMA OBSERVAÇÃO Economista Antonio Pereira da Silva
LEASING UMA OBSERVAÇÃO Ecoomsta Atoo Perera da Slva AMOR POR DINHEIRO TITÃS Composção: Sérgo Brtto e To Bellotto Acma dos homes, a le E acma da le dos homes A le de Deus Acma dos homes, o céu E acma do
S S S S 5. Uma pessoa deposita em um banco, no fim de cada mês, durante 5 meses, a quantia de R$ 200,00. 1,05 1
CopyMarket.com Todos os dretos reservados. ehuma parte desta publcação poderá ser reproduzda sem a autorzação da Edtora. Título: Matemátca Facera e Comercal utores: Roberto Domgos Mello e Carlos Eduardo
Matemática Financeira
Cocetos Báscos de Matemátca Facera Uversdade do Porto Faculdade de Egehara Mestrado Itegrado em Egehara Electrotécca e de Computadores Ecooma e Gestão Na prátca As decsões faceras evolvem frequetemete
Capitulo 9 Resolução de Exercícios
FORMULÁRIO Empréstimos a Curto Prazo (Juros Simples) Taxa efetiva liear i l i ; Taxa efetiva expoecial i Empréstimos a Logo Prazo Relações Básicas C k R k i k ; Sk i Sk i e i ; Sk Sk Rk ; Sk i Sk R k ;
Conceito 31/10/2015. Módulo VI Séries ou Fluxos de Caixas Uniformes. SÉRIES OU FLUXOS DE CAIXAS UNIFORMES Fluxo de Caixa
Módulo VI Séries ou Fluxos de Caixas Uiformes Daillo Touriho S. da Silva, M.Sc. SÉRIES OU FLUXOS DE CAIXAS UNIFORMES Fluxo de Caixa Coceito A resolução de problemas de matemática fiaceira tora-se muito
Capitulo 1 Resolução de Exercícios
S C J S C J J C FORMULÁRIO Regme de Juros Smples 1 1 S C 1 C S 1 1.8 Exercícos Propostos 1 1) Qual o motate de uma aplcação de R$ 0.000,00 aplcados por um prazo de meses, à uma taxa de 2% a.m, os regmes
RESUMO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA. Juro Bom Investimento C valor aplicado M saldo ao fim da aplicação J rendimento (= M C)
RESUMO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA I. JUROS SIMPLES ) Elemetos de uma operação de Juros Smples: Captal (C); Motate (M); Juros (J); Taxa (); Tempo (). ) Relação etre Juros, Motate e Captal: J = M C ) Defção
Í N D I C E. Séries de Pagamentos ou Rendas Renda Imediata ou Postecipada Renda Antecipada Renda Diferida...
Curso: Pós-graduação / MBA Campus Vrtual Cruzero do Sul - 2009 Professor Resposável: Carlos Herque de Jesus Costa Professores Coteudstas: Carlos Herque e Douglas Madaj UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL Cohecedo
Prof. Benjamin Cesar. Onde a(n, i) é o fator de valor atual de uma série de pagamentos. M: montante da renda na data do último depósito.
Matemátca Fnancera Rendas Certas Prof. Benjamn Cesar Sére de Pagamentos Unforme e Peródca. Rendas Certas Anudades. É uma sequênca de n pagamentos de mesmo valor P, espaçados de um mesmo ntervalo de tempo
Capitulo 2 Resolução de Exercícios
FORMULÁRIO Regime de Juros Simples S C J S 1 C i J Ci S C (1 i) S 1 C i Juro exato C i 365 S C 1 i C i 360 Juro Comercial 2.7 Exercícios Propostos 1 1) Qual o motate de uma aplicação de R$ 100.000,00 aplicados
Capitulo 3 Resolução de Exercícios
S C J J C i FORMULÁRIO Regime de Juros Compostos S C i C S i S i C S LN C LN i 3.7 Exercícios Propostos ) Qual o motate de uma aplicação de R$ 00.000,00 aplicados por um prazo de meses, a uma taxa de 5%
Analise de Investimentos e Custos Prof. Adilson C. Bassan email: [email protected]
Aalise de Ivestimetos e Custos Prof. Adilso C. Bassa email: [email protected] JUROS SIMPLES 1 Juro e Cosumo Existe juro porque os recursos são escassos. As pessoas têm preferêcia temporal: preferem
Prof. Eugênio Carlos Stieler
http://www.uemat.br/eugeo Estudar sem racocar é trabalho 009/ TAXA INTERNA DE RETORNO A taa tera de retoro é a taa que equalza o valor presete de um ou mas pagametos (saídas de caa) com o valor presete
15/03/2012. Capítulo 2 Cálculo Financeiro e Aplicações. Capítulo 2 Cálculo Financeiro e Aplicações. Capítulo 2 Cálculo Financeiro e Aplicações
Itrodução.1 Juros Smples Juro: recompesa pelo sacrfíco de poupar o presete, postergado o cosumo para o futuro Maora das taxas de uros aplcadas o mercado facero são referecadas pelo crtéro smples Determa
Prof. Eugênio Carlos Stieler
http://wwwuematbr/eugeio SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO A ecessidade de recursos obriga aqueles que querem fazer ivestimetos a tomar empréstimos e assumir dívidas que são pagas com juros que variam de acordo
Curso MIX. Matemática Financeira. Juros compostos com testes resolvidos. 1.1 Conceito. 1.2 Período de Capitalização
Curso MI Matemática Fiaceira Professor: Pacífico Referêcia: 07//00 Juros compostos com testes resolvidos. Coceito Como vimos, o regime de capitalização composta o juro de cada período é calculado tomado
MA12 - Unidade 4 Somatórios e Binômio de Newton Semana de 11/04 a 17/04
MA1 - Udade 4 Somatóros e Bômo de Newto Semaa de 11/04 a 17/04 Nesta udade troduzremos a otação de somatóro, mostrado como a sua mapulação pode sstematzar e facltar o cálculo de somas Dada a mportâca de
Perguntas Freqüentes - Bandeiras
Pergutas Freqüetes - Baderas Como devo proceder para prestar as formações de quatdade e valor das trasações com cartões de pagameto, os casos em que o portador opte por lqudar a obrgação de forma parcelada
Capitulo 7 Resolução de Exercícios
FORMULÁRIO Audades Costates Postecpadas HP C [g][end] Cp LN 1 1 1 1 C p R Cp R R a, R C p, 1 1 1 a LN 1 Sp LN 1 1 1 S p R S p R R s, R S p, 1 1 s LN 1 Audades Costates Atecpadas HP C [g][beg] 1 (1 ) 1
Capitulo 10 Resolução de Exercícios
FORMULÁRIO Ivestimetos com Cláusulas de Correção Moetária, com pricipal e juros simples corrigidos S C i I Ivestimetos com Cláusulas de Correção Moetária, com apeas o pricipal corrigido e juros simples.
Matemática Financeira
1)Um vestdor aplcou R$6,, gerado uma remueração de R$3, ao fal de um período de um ao (36 das). Calcular a taxa de juros paga a operação. = J/ = 3/6 =, ou % ou 63 = 6 (1+ 1) 63 = 6 + 6 63 6 = 6 3 = 6 =
16/03/2014. IV. Juros: taxa efetiva, equivalente e proporcional. IV.1 Taxa efetiva. IV.2 Taxas proporcionais. Definição:
6// IV. Juros: taxa efetva, equvalete e proporcoal Matemátca Facera Aplcada ao Mercado Facero e de Captas Professor Roaldo Távora IV. Taxa efetva Defção: É a taxa de juros em que a udade referecal de seu
Capítulo 1 PORCENTAGEM
Professor Joselas Satos da Slva Matemátca Facera Capítulo PORCETAGEM. PORCETAGEM A porcetagem ada mas é do que uma otação ( % ) usada para represetar uma parte de cem partes. Isto é, 20% lê-se 20 por ceto,
JUROS SIMPLES. 1. Calcule os juros simples referentes a um capital de mil reais, aplicado em 4 anos, a uma taxa de 17% a.a.
JUROS SIMPLES 1. Calcule os juros simples referetes a um capital de mil reais, aplicado em 4 aos, a uma taxa de 17% a.a. 2. Calcule o capital ecessário para que, em 17 meses, a uma taxa de juros simples
Uma Calculadora Financeira usando métodos numéricos e software livre
Uma Calculadora Facera usado métos umércos e software lvre Jorge edraza Arpas, Julao Sott, Depto de Cêcas e Egeharas, Uversdade Regoal ItegradaI, URI 98400-000-, Frederco Westphale, RS Resumo.- Neste trabalho
A REGRESSÃO LINEAR EM EVENTOS HIDROLÓGICOS EXTREMOS: enchentes
Mostra Nacoal de Icação Cetífca e Tecológca Iterdscplar VI MICTI Isttuto Federal Catarese Câmpus Camború 30 a 3 de outubro de 03 A REGRESSÃO LINEAR EM EVENTOS HIDROLÓGICOS EXTREMOS: echetes Ester Hasse
3. Porcentagem; 4. Problemas sobre custo e venda; 5. Fator de capitalização e taxa unitária.
1 UTOR: Emeta Luz Herque M da Slva 1 Defções de razão e proporção, propredades; Graduado em Matemátca e habltado em ísca pelo UNIEB 2 Gradezas dretamete proporcoas e versamete proporcoas, Regra de três;
( Sistema Francês de Amortização )
NA PRÁTICA A TEORIA É A MESMA ( Sstema Fracês de Amortzação ) Em um Cogresso, um Grupo de Professores e Autores composto por Admstradores, Ecoomstas, Cotadores e, todos Pertos Judcas, apresetam os segutes
Os juros compostos são conhecidos, popularmente, como juros sobre juros.
Módulo 4 JUROS COMPOSTOS Os juros compostos são cohecidos, popularmete, como juros sobre juros. 1. Itrodução Etedemos por juros compostos quado o fial de cada período de capitalização, os redimetos são
CAPÍTULO 2 - Estatística Descritiva
INF 6 Prof. Luz Alexadre Peterell CAPÍTULO - Estatístca Descrtva Podemos dvdr a Estatístca em duas áreas: estatístca dutva (ferêca estatístca) e estatístca descrtva. Estatístca Idutva: (Iferêca Estatístca)
MAE116 Noções de Estatística
Grupo C - º semestre de 004 Exercíco 0 (3,5 potos) Uma pesqusa com usuáros de trasporte coletvo a cdade de São Paulo dagou sobre os dferetes tpos usados as suas locomoções dáras. Detre ôbus, metrô e trem,
JUROS COMPOSTOS. Questão 01 A aplicação de R$ 5.000, 00 à taxa de juros compostos de 20% a.m irá gerar após 4 meses, um montante de: letra b
JUROS COMPOSTOS Chamamos de regime de juros compostos àquele ode os juros de cada período são calculados sobre o motate do período aterior, ou seja, os juros produzidos ao fim de cada período passam a
CENTRO: GESTÃO ORGANIZACIONAL MATEMÁTICA FINANCEIRA
CENTRO: GESTÃO ORGANIZACIONAL CÁLCULOS DE FINANÇAS MATEMÁTICA FINANCEIRA Semestre: A/2008 PROFESSOR: IRANI LASSEN CURSO: ALUNO: SUMÁRIO CÁLCULOS DE FINANÇAS INTRODUÇÃO...3. OBJETIVO:...3.2 FLUXO DE CAIXA...4.3
IND 1115 Inferência Estatística Aula 9
Coteúdo IND 5 Iferêca Estatístca Aula 9 Outubro 2004 Môca Barros Dfereça etre Probabldade e Estatístca Amostra Aleatóra Objetvos da Estatístca Dstrbução Amostral Estmação Potual Estmação Bayesaa Clássca
Capítulo 1: Erros em cálculo numérico
Capítulo : Erros em cálculo umérco. Itrodução Um método umérco é um método ão aalítco, que tem como objectvo determar um ou mas valores umércos, que são soluções de um certo problema. Ao cotráro das metodologas
Matemática. Resolução das atividades complementares. M18 Noções de Estatística
Resolução das atvdades complemetares Matemátca M8 Noções de Estatístca p. 3 (UFRJ) Dos estados do país, um certo ao, produzem os mesmos tpos de grãos. Os grácos de setores lustram a relação etre a produção
Portanto, os juros podem induzir o adiamento do consumo, permitindo a formação de uma poupança.
Matemática Fiaceira Deixar de cosumir hoje, visado comprar o futuro pode ser uma boa decisão, pois podemos, durate um período de tempo, ecoomizar uma certa quatia de diheiro para gahar os juros. Esses
a taxa de juros i está expressa na forma unitária; o período de tempo n e a taxa de juros i devem estar na mesma unidade de tempo.
UFSC CFM DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA MTM 5151 MATEMÁTICA FINACEIRA I PROF. FERNANDO GUERRA. UNIDADE 3 JUROS COMPOSTOS Capitalização composta. É aquela em que a taxa de juros icide sempre sobre o capital
Requisitos metrológicos de instrumentos de pesagem de funcionamento não automático
Requstos metrológcos de strumetos de pesagem de fucoameto ão automátco 1. Geeraldades As balaças estão assocadas de uma forma drecta à produção do betão e ao cotrolo da qualdade do mesmo. Se são as balaças
M = C (1 + i) n. Comparando o cálculo composto (exponencial) com o cálculo simples (linear), vemos no cálculo simples:
PEDRO ORBERTO JUROS COMPOSTOS Da capitalização simples, sabemos que o redimeto se dá de forma liear ou proporcioal. A base de cálculo é sempre o capital iicial. o regime composto de capitalização, dizemos
CAPÍTULO 1 Exercícios Propostos
CAPÍTULO 1 Exercícos Propostos Atenção: Na resolução dos exercícos consderar, salvo menção em contráro, ano comercal de das. 1. Qual é a taxa anual de juros smples obtda em uma aplcação de $1.0 que produz,
SUMÁRIO GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ. Cid Ferreira Gomes Governador. 1. Introdução... 2. Domingos Gomes de Aguiar Filho Vice Governador
INSTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECONÔMICA DO CEARÁ - IPECE GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cd Ferrera Gomes Goverador Domgos Gomes de Aguar Flho Vce Goverador SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E GES- TÃO (SEPLAG)
4 Capitalização e Amortização Compostas
4.1 Itrodução Quado queremos fazer um vestmeto, podemos depostar todos os meses uma certa quata em uma cadereta de poupaça; quado queremos comprar um bem qualquer, podemos fazê-lo em prestações, a serem
CAPÍTULO 9 - Regressão linear e correlação
INF 6 Prof. Luz Alexadre Peterell CAPÍTULO 9 - Regressão lear e correlação Veremos esse capítulo os segutes assutos essa ordem: Correlação amostral Regressão Lear Smples Regressão Lear Múltpla Correlação
Algoritmos de Interseções de Curvas de Bézier com Uma Aplicação à Localização de Raízes de Equações
Algortmos de Iterseções de Curvas de Bézer com Uma Aplcação à Localzação de Raízes de Equações Rodrgo L.R. Madurera Programa de Pós-Graduação em Iformátca, PPGI, UFRJ 21941-59, Cdade Uverstára, Ilha do
Tabela 1 Números de acidentes /mês no Cruzamento X em CG/07. N de acidentes / mês fi f
Lsta de exercícos Gabarto e chave de respostas Estatístca Prof.: Nelse 1) Calcule 1, e para o segute cojuto de valores. A,1,8,0,11,,7,8,6,,9, 1 O úmero que correspode a 5% do rol é o valor. O úmero que
CURSO ON-LINE PROFESSOR: VÍTOR MENEZES
O Danel Slvera pedu para eu resolver mas questões do concurso da CEF. Vou usar como base a numeração do caderno foxtrot Vamos lá: 9) Se, ao descontar uma promssóra com valor de face de R$ 5.000,00, seu
1.1 Apresentação. do capítulo
apítulo Matemátca Facera. Apresetação do capítulo A Matemátca Facera trata da comparação de valores moetáros que estão dspersos ao logoo do tempo. Através de seu estudo, podemos aalsar e comparar alteratvas
Matemática Financeira Aplicada
Séries Periódicas Uiformes Séries Uiformes Postecipadas 0 1 2 3 4 Séries Uiformes Atecipadas 0 1 2 3 4-1 Séries Uiformes Diferidas (atecipada/postecipada) carêcia 0 c c+1 c+2 c+3 Valor Presete das Séries
MATEMÁTICA FINANCEIRA
MATEMÁTICA FINANCEIRA VALOR DO DINHEIRO NO TEMPO Notas de aulas Gereciameto do Empreedimeto de Egeharia Egeharia Ecoômica e Aálise de Empreedimetos Prof. Márcio Belluomii Moraes, MsC CONCEITOS BÁSICOS
Capítulo 1 Matemática Financeira
apítulo Matemátca Facera. Apresetação do capítulo A matemátca facera trata da comparação de valores moetáros ao logo do tempo. Através de seu estudo, podemos aalsar e comparar alteratvas de vestmeto e
PRESTAÇÃO = JUROS + AMORTIZAÇÃO
AMORTIZAÇÃO Amortizar sigifica pagar em parcelas. Como o pagameto do saldo devedor pricipal é feito de forma parcelada durate um prazo estabelecido, cada parcela, chamada PRESTAÇÃO, será formada por duas
Aula 02 - Relações de Equivalência
MATEMÁTICA FINANCEIRA Aula 02 - Relações de Equivalêcia Prof. Waderso S. Paris, M.Eg. [email protected] Relação etre P e F F 0 0 P Relação etre P e F Demostração da relação: Pricipal + juros = P
Prof. Eugênio Carlos Stieler
UNEMAT Uversdade do Estado de Mato Grosso Matemátca Facera http://www2.uemat.br/eugeo SÉRIE DE PAGAMENTOS 1. NOÇÕES SOBRE FLUXO DE CAIXA Prof. Eugêo Carlos Steler Estudar sem racocar é trabalho perddo
Elaboração: Fevereiro/2008
Elaboração: Feverero/2008 Últma atualzação: 19/02/2008 E ste Caderno de Fórmulas tem por objetvo esclarecer aos usuáros a metodologa de cálculo e os crtéros de precsão utlzados na atualzação das Letras
2 Estrutura a Termo de Taxa de Juros
Estrutura a Termo de Taxa de Juros 20 2 Estrutura a Termo de Taxa de Juros A Estrutura a termo de taxa de juros (também cohecda como Yeld Curve ou Curva de Retabldade) é a relação, em dado mometo, etre
UERJ CTC IME Departamento de Informática e Ciência da Computação 2 Cálculo Numérico Professora Mariluci Ferreira Portes
UERJ CTC IE Departameto de Iormátca e Cêca da Computação Udade I - Erros as apromações umércas. I. - Cosderações geras. Há váras stuações em dversos campos da cêca em que operações umércas são utlzadas
A seguir, uma demonstração do livro. Para adquirir a versão completa em papel, acesse: www.pagina10.com.br
A seguir, uma demostração do livro. Para adquirir a versão completa em papel, acesse: www.pagia10.com.br Matemática comercial & fiaceira - 2 4 Juros Compostos Iiciamos o capítulo discorredo sobre como
Projetos Agropecuários - Módulo 4 ANÁLISE FINANCEIRA DE INVESTIMENTO
Projetos Agropecuários - Módulo 4 ANÁLISE FINANCEIRA DE INVESTIMENTO A parte fiaceira disciplia todas as áreas de uma orgaização que esteja direta ou idiretamete ligadas à tomada de decisão. Todo profissioal
Data Saldo Devedor Amortização Juros Prestação 0 100.000 ----- ----- ----- 1 80.000 20.000 2.000 22.000 2 60.000 20.000 1.600 21.
Sistema de Amortização Costate (SAC) MATEMÁTICA FINANCEIRA BANRISUL PEDRÃO AULA 11/EXTRA AMORTIZAÇÃO Os empréstimos e fiaciametos são operações fiaceiras muito comus, e as formas mais utilizadas para o
Cap.20 Avaliação Econ. Financ. de Projetos de Inv. Sumário. Jim Lane. $20 mi. Gordon Letwin $20 mi Paul Allen $25 bi
Pol-UFRJ/25.1 Cap.2 Avalação Eco. Fac. de Projetos de Iv. Ecooma Carlos Nemer 3ª Ed. Capítulo 2 Avalação Ecoômco Facera de Projetos de Ivestmeto Steve Wood $15 m Bob O' Rear $1 mllo Bob Wallace $5 m Bob
Hazzan & Pompeo Capítulo 7
Hazza & Pompeo Capítulo 7 Soma da PG S 3 33 333 S 6 8 54 a a ; q 3 3S 3 36 36 38 354 3S S ( 3 36 38 354 ( 6 8 54 3S S 3 33 333 3333 3 33 333 3S S 3333 qs S qaq 3 a a(q 4 S( q a(q 4 a S 4 ( q ( q 4 elemetos
Métodos Quantitativos Aplicados a Contabilidade
Isttuto de Pesqusas e Estudos Cotábes MBA GESTÃO CONTÁBIL DE EMPRESAS INTEGRADA À CONTABILIDADE INTERNACIONAL Métodos Quattatvos Aplcados a Cotabldade Professor Reato Ragel Felpe Noroha Sumáro. Itrodução...
Avaliação de Empresas Profa. Patricia Maria Bortolon
Avalação de Empresas MODELO DE DIVIDENDOS Dvdedos em um estáo DDM Dscouted Dvded Model Muto utlzados a precfcação de uma ação em que o poto de vsta do vestdor é extero à empresa e eralmete esse vestdor
TT.405 - ECONOMIA DE ENGENHARIA Material Didático - 2008 Prof. Lúcia R. A. Montanhini
INTRODUÇÃO TT405 - ECONOMIA DE ENGENHARIA Materal Ddátco - 2008 Prof Lúca R A Motah INTRODUÇÃO 2 INDICE INTRODUÇÃO 7 2 O CONCEITO E ORIGEM DA ENGENHARIA ECONÔMICA 8 3 MATEMÁTICA FINANCEIRA 9 3 CONCEITOS
Estudo das relações entre peso e altura de estudantes de estatística através da análise de regressão simples.
Estudo das relações etre peso e altura de estudates de estatístca através da aálse de regressão smples. Waessa Luaa de Brto COSTA 1, Adraa de Souza COSTA 1. Tago Almeda de OLIVEIRA 1 1 Departameto de Estatístca,
5.1 Seleção dos melhores regressores univariados (modelo de Índice de Difusão univariado)
5 Aplcação Neste capítulo será apresentada a parte empírca do estudo no qual serão avalados os prncpas regressores, um Modelo de Índce de Dfusão com o resultado dos melhores regressores (aqu chamado de
Módulo 4 Matemática Financeira
Módulo 4 Matemática Fiaceira I Coceitos Iiciais 1 Juros Juro é a remueração ou aluguel por um capital aplicado ou emprestado, o valor é obtido pela difereça etre dois pagametos, um em cada tempo, de modo
TEORIA DE ERROS * ERRO é a diferença entre um valor obtido ao se medir uma grandeza e o valor real ou correto da mesma.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE FÍSICA AV. FERNANDO FERRARI, 514 - GOIABEIRAS 29075-910 VITÓRIA - ES PROF. ANDERSON COSER GAUDIO FONE: 4009.7820 FAX: 4009.2823
Análise e Resolução da prova de Auditor Fiscal da Fazenda Estadual do Piauí Disciplina: Matemática Financeira Professor: Custódio Nascimento
Análise e Resolução da prova de Auditor Fiscal da Fazenda Estadual do Piauí Disciplina: Professor: Custódio Nascimento 1- Análise da prova Neste artigo, faremos a análise das questões de cobradas na prova
GST0045 MATEMÁTICA FINANCEIRA
GST0045 MATEMÁTICA FINANCEIRA Concetos Báscos e Smbologa HP-12C Prof. Antono Sérgo A. do Nascmento [email protected] GST0045 Matemátca Fnancera 2 Valor do dnhero no tempo q O dnhero cresce no tempo
Apêndice. Uso de Tabelas Financeiras
Apêdce C Uso de Tabelas Faceras 1. INTRODUÇÃO...2 2. SIMBOLOGIA ADOTADA E DIAGRAMA PADRÃO...2 3. RELAÇÃO ENTRE PV E FV...2 3.1. DADO PV ACHAR FV: FATOR (FV/PV)...3 3.1.1. EXEMPLOS NUMÉRICOS...5 3.2. DADO
Monitoramento ou Inventário Florestal Contínuo
C:\Documets ad Settgs\DISCO_F\MEUS-DOCS\LIVRO_EF_44\ef44_PDF\CAP XIV_IFCOTIUO.doc 6 Motorameto ou Ivetáro Florestal Cotíuo Agosto Lopes de Souza. ITRODUÇÃO Parcelas permaetes de vetáro florestal cotíuo
Aula 7. Em outras palavras, x é equivalente a y se, ao aplicarmos x até a data n, o montante obtido for igual a y.
DEPARTAMENTO...: ENGENHARIA CURSO...: PRODUÇÃO DISCIPLINA...: ENGENHARIA ECONÔMICA / MATEMÁTICA FINANCEIRA PROFESSORES...: WILLIAM FRANCINI PERÍODO...: NOITE SEMESTRE/ANO: 2º/2008 Aula 7 CONTEÚDO RESUMIDO
Estatística - exestatmeddisper.doc 25/02/09
Estatístca - exestatmeddsper.doc 5/0/09 Meddas de Dspersão Itrodução ão meddas estatístcas utlzadas para avalar o grau de varabldade, ou dspersão, dos valores em toro da méda. ervem para medr a represetatvdade
Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto
Faculdade de Ecooma, Admstração e Cotabldade de Rberão Preto Ecooma Moetára Curso de Ecooma / º. Semestre de 014 Profa. Dra. Rosel da Slva Nota de aula CAPM Itrodução Há dos modelos bastate utlzados para
Perguntas freqüentes Credenciadores
Pergutas freqüetes Credecadores Como devo proceder para prestar as formações de quatdade e valor das trasações com cartões de pagameto, os casos em que o portador opte pelo facameto da compra pelo emssor?
PG Progressão Geométrica
PG Progressão Geométrica 1. (Uel 014) Amalio Shchams é o ome cietífico de uma espécie rara de plata, típica do oroeste do cotiete africao. O caule dessa plata é composto por colmos, cujas características
Equivalência de capitais a juros compostos
Comercial e Fiaceira Equivalêcia de capitais a juros compostos Dois capitais são equivaletes se comparados em uma mesma data, descotados ou capitalizados por uma mesma taxa de juros produzem um mesmo valor
Média. Mediana. Ponto Médio. Moda. Itabira MEDIDAS DE CENTRO. Prof. Msc. Emerson José de Paiva 1 BAC011 - ESTATÍSTICA. BAC Estatística
BAC 0 - Estatístca Uversdade Federal de Itajubá - Campus Itabra BAC0 - ESTATÍSTICA ESTATÍSTICA DESCRITIVA MEDIDAS DE CENTRO Méda Medda de cetro ecotrada pela somatóra de todos os valores de um cojuto,
Análise de Regressão
Aálse de Regressão Prof. Paulo Rcardo B. Gumarães. Itrodução Os modelos de regressão são largamete utlzados em dversas áreas do cohecmeto, tas como: computação, admstração, egeharas, bologa, agrooma, saúde,
Econometria: 4 - Regressão Múltipla em Notação Matricial
Ecoometra: 4 - Regressão últpla em Notação atrcal Prof. arcelo C. ederos [email protected] Prof. arco A.F.H. Cavalcat [email protected] Potfíca Uversdade Católca do Ro de Jaero PUC-Ro Sumáro O modelo
SIMULADO COMENTADO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA
SIMULADO COMENTADO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA Prof. Quilelli 1 ) Uma dívida contraída à taxa de juros simples de 10% ao mês, deverá ser paga em duas parcelas, respectivamente iguais a R$ 126,00, daqui a
Juros Simples e Compostos
Juros Simples e Compostos 1. (G1 - epcar (Cpcar) 2013) Gabriel aplicou R$ 6500,00 a juros simples em dois bacos. No baco A, ele aplicou uma parte a 3% ao mês durate 5 6 de um ao; o baco B, aplicou o restate
GABARITO DOS EXERCÍCIOS EXERCÍCIOS PROPOSTOS (Fator de Acumulação de Capital Pagamento Simples)
Bertolo MATEMÁTICA FINANCEIRA Gab_fin2 1 GABARITO DOS EXERCÍCIOS EXERCÍCIOS PROPOSTOS (Fator de Acumulação de Capital Pagamento Simples) 1. Uma pessoa toma R$ 30.000,00 emprestados, a juros de 3% ao mês,
