Cenário Macro Semanal

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1 Federal Reserve sinaliza porta de saída para o atual afrouxamento quantitativo Como já era esperada, a decisão do FOMC (o comitê de política monetária do Federal Reserve) ao término de sua reunião foi manter a taxa básica de juros entre 0% e 0,25% e o programa de compra de ativos em US$ 85 bilhões mensais. No entanto, sinalizou-se um cronograma para o término do atual afrouxamento quantitativo, que deve iniciar-se no final deste ano e encerrar em Contudo, a distinção que o Federal Reserve tenta fazer, neste momento, é entre a menor expansão da liquidez e a contração monetária. A alteração no diagnóstico do Fed indica que a economia dos Estados Unidos tem apresentado melhor ritmo de crescimento, o que justificaria sua interpretação de uma menor necessidade de estímulos monetários. Gustavo Pereira Serra Economista Cristiano de Barros Caris No entanto, a redução do programa de compra de ativos não demonstra que a interpretação do banco central norte-americano seja de que a taxa básica de juros possa apresentar elevação já no ano que vem. Isso porque, apesar de melhor, o nível de atividade, não demonstra ritmo de crescimento consistente, que poderia manter-se mesmo com a política fiscal contracionista e uma eventual elevação da taxa de juros. Além disso, a permanência da inflação e das expectativas em patamares inferiores à meta do Federal Reserve não indicam a necessidade de tal medida, demonstrando que a diminuição dos estímulos monetários por parte do Fed não deve ser entendida como uma expectativa de contração monetária para o próximo ano. Menor crescimento da população em idade ativa implica em estabilidade da taxa de desemprego: A taxa de desemprego permaneceu estável em maio, em 5,8%, na comparação com o mês anterior, segundo a Pesquisa Mensal do Emprego (PME), divulgada pelo IBGE. IPCA-15 desacelera frente maio, mas ultrapassa o teto da meta de inflação em 12 meses: O IPCA-15 apresentou variação de 0,38% em junho, desacelerando frente maio, quando houve alta do indicador de 0,46%. Com o resultado, o IPCA-15 acumulado em 12 meses voltou a ultrapassar o teto da meta de inflação, com variação de 6,67%, frente um resultado de 6,47% no acumulado dos 12 meses até maio. Estimativas de mercado para os principais indicadores da economia brasileira e 2014e IPCA (%) 5,91% 6,50% 5,84% 5,83% 5,80% IGP-DI (%) 11,31% 5,01% 8,11% 4,60% 5,17% IGP-M (%) 11,32% 5,10% 7,82% 4,49% 5,28% Taxa de câmbio - fim de período (R$/US$) 1,66 1,87 2,04 2,10 2,15 Taxa de câmbio - média de período (R$/US$) 1,76 1,67 1,95 2,07 2,13 Meta Taxa Selic - fim de período (a/a) 10,75% 11,00% 7,25% 9,00% 9,00% Meta Taxa Selic - média de período (a/a) 9,81% 11,66% 8,52% 8,16% 9,00% PIB (% de crescimento) 7,53% 2,73% 0,87% 2,49% 3,20% Fonte: IBGE, FGV e BCB. Expectativas Focus-BCB. Página 1

2 Cenário Externo Federal Reserve sinaliza porta de saída para o atual afrouxamento quantitativo Como já era esperada, a decisão do FOMC (o comitê de política monetária do Federal Reserve) ao término de sua reunião foi manter a taxa básica de juros entre 0% e 0,25% e o programa de compra de ativos em US$ 85 bilhões mensais. No entanto, sinalizou-se um cronograma para o término do atual afrouxamento quantitativo, que deve iniciar-se no final deste ano e encerrar em Contudo, a distinção que o Federal Reserve tenta fazer, neste momento, é entre a menor expansão da liquidez e a contração monetária. A alteração no diagnóstico do Fed indica que a economia dos Estados Unidos tem apresentado melhor ritmo de crescimento, o que justificaria sua interpretação de uma menor necessidade de estímulos monetários. No entanto, a redução do programa de compra de ativos não demonstra que a interpretação do banco central norte-americano seja de que a taxa básica de juros possa apresentar elevação já no ano que vem. Isso porque, apesar de melhor, o nível de atividade não demonstra ritmo de crescimento consistente, que poderia manter-se mesmo com a política fiscal contracionista e uma eventual elevação da taxa de juros. Além disso, a permanência da inflação e das expectativas em patamares inferiores à meta do Federal Reserve não indicam a necessidade de tal medida, demonstrando que a diminuição dos estímulos monetários por parte do Fed não deve ser entendida como uma expectativa de contração monetária para o próximo ano. O comunicado após a reunião do FOMC manteve a opinião de que o nível de atividade segue expandindo-se em ritmo moderado, mesmo cenário definido nas últimas reuniões. No entanto, o Comitê ressaltou condições mais favoráveis para o mercado de trabalho, embora a taxa de desemprego permaneça elevada. Em resumo, demonstrou-se um reconhecimento de desempenho mais significativo do setor privado nos últimos meses, ainda que a política fiscal permaneça restritiva e continue representando uma contribuição negativa à recuperação do nível de atividade. Aliado a um cenário de melhora do nível de atividade, como demonstra a interpretação do Fed sobre a economia norte-americana, a inflação no país segue baixa, em patamares inferiores da meta de longo prazo do FOMC (de 2,0%), com expectativas também controladas. Este fato justifica a manutenção do programa de expansão monetária realizada pelo banco central, visto que o FOMC defende que a taxa básica de juros deve permanecer em patamar baixo até que a taxa de desemprego alcance 6,5%, ou que haja um descolamento superior a 0,5% entre as expectativas de inflação e a meta do banco central dos Estados Unidos, de 2,0%. O FOMC reduziu suas expectativas para a taxa de desemprego em 2013, para uma faixa entre 7,2% e 7,3%, frente projeção realizada em março de 7,3% a 7,5%. Segundo o Fed, o nível de desocupação deve alcançar um patamar entre 6,5% e 6,8% (de 6,7% a 7,0% na projeção anterior), demonstrando expectativas mais otimistas para o mercado de trabalho. A projeção do FOMC para o PIB da economia dos Estados Unidos está entre 2,3% e 2,6% em 2013 (de 2,3% a 2,8% anteriormente) e entre 3,0% e 3,5% em 2014 (de 2,9% a 3,4% na reunião de março). Página 2

3 FOMC - Tendência Central das Projeções para o PIB 4,0% 3,0% 2,0% 1,0% 0,0% -1,0% -2,0% -3,0% -4,0% FOMC - Tendência Central das Projeções para a Taxa de Desemprego 11,0% 10,0% 9,0% 8,0% 7,0% 6,0% 5,0% 4,0% Fonte: Fed Fonte: Fed As projeções para a inflação foram reduzidas. Em 2013, a estimativa é de que a inflação ao consumidor permaneça entre 0,8% e 1,2% (de 1,3% a 1,7% na estimativa anterior). Para os anos seguintes, a tendência central das projeções indicava inflação atingindo, em seu limite superior, a taxa de 2,0%, que representa a meta do banco central norte-americano. FOMC - Tendência Central das Projeções para a Inflação 4,0% 3,5% 3,0% 2,5% 2,0% 1,5% 1,0% 0,5% 0,0% Fonte: Fed Cenário Interno Menor crescimento da população em idade ativa implica em estabilidade da taxa de desemprego A taxa de desemprego permaneceu estável em maio, em 5,8%, na comparação com o mês anterior, segundo a Pesquisa Mensal do Emprego (PME), divulgada pelo IBGE. Também não houve avanço do nível de desocupação frente maio de Tanto a população ocupada (em 23,0 milhões de pessoas) quanto à população desocupada (em 1,4 milhão de pessoas) permaneceram relativamente estáveis nas comparações mensal e anual. Página 3

4 O rendimento médio real habitual dos ocupados foi de R$ 1.863,60, com recuo de 0,3% frente abril, mas permanecendo 1,4% acima do registrado no mesmo mês do ano passado. Como resultado do pequeno avanço do rendimento médio e da população ocupada, a massa de rendimento médio real habitual dos ocupados elevou-se em 1,5% na comparação anual, sem variação no mês, totalizando R$ 43,3 bilhões. Na comparação anual, destaca-se o desempenho de criação de empregos dos setores de Comércio, reparação de veículos automotores e de objetos pessoais e domésticos (+1,1% a/a, para 4,3 milhões) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde e serviços sociais (+4,7% a/a, para 3,9 milhões). Em sentido oposto, ressalta-se o recuo observado para Serviços domésticos (-8,7%, para 1,4 milhão), Construção (-2,3%, para 1,8 milhão) e Indústria extrativa e de transformação e produção e distribuição de eletricidade, gás e água (-0,1% a/a, para 3,7 milhões). A PME de maio reforçou o movimento observado neste ano de menor dinamismo do mercado de trabalho, com acomodação dos dados de criação de novos empregos. Contudo, embora em menor ritmo, esse movimento não sinaliza uma reversão da tendência declinante da taxa de desemprego, apenas que este recuo deva ocorrer em menor intensidade do que o registrado em anos anteriores, como resultado do menor crescimento da população em idade ativa, como pode ser observado abaixo: PEA x PIA (Variação em 12 meses) 3,5% 3,0% 2,5% 2,0% 1,5% 1,0% 0,5% 0,0% PEA: População Economicamente Ativa PIA: População em Idade Ativa Fonte: IBGE IPCA-15 desacelera frente maio, mas ultrapassa o teto da meta de inflação em 12 meses O IPCA-15 apresentou variação de 0,38% em junho, desacelerando frente maio, quando houve alta do indicador de 0,46%. Com o resultado, o IPCA-15 acumulado em 12 meses voltou a ultrapassar o teto da meta de inflação, com variação de 6,67%, frente um resultado de 6,47% no acumulado dos 12 meses até maio. No primeiro semestre do ano, o indicador acumulou variação de 3,45%. Foi observada nova desaceleração para o grupo Alimentação e Bebidas, para 0,27%, após variações de 0,47% em maio e de 1,00% em abril, como influência de fatores sazonais, do Página 4

5 repasse da desaceleração nos preços ao atacado para o consumidor e, em menor parte, por efeito das desonerações de produtos da cesta básica realizados pelo governo. A variação registrada para o grupo de Saúde e Cuidados Pessoais desacelerou de 1,30% para 0,72%, como resultado do menor avanço nos preços de remédios (de +2,94% para +0,65%), após forte contribuição do item na inflação do mês anterior, ainda como resultado do reajuste de preços realizado a partir de 4 de abril. Também contribuíram para a desaceleração do IPCA-15 no mês os grupos Habitação (de +0,72% para +0,57%) e Despesas Pessoais (de +0,46% para +0,37%). O grupo Transportes reverteu o recuo de 0,03% apresentado em maio e variou 0,10% neste mês. O item ônibus urbanos representou a maior contribuição positiva para o avanço do IPCA-15 no mês, com aumento de 1,83%, após queda de 0,43% em maio. O resultado para o grupo em junho também foi impactado pelos avanços de etanol (de -4,40% para 0,38%) e passagens aéreas (de - 3,41% para +6,68%). Apesar da desaceleração observada na comparação mensal, o IPCA-15 de junho demonstrou que a inflação permanece em patamar elevado, demonstrando resistência para seu recuo na variação acumulada em 12 meses. Ainda que o Banco Central demonstre dar continuidade ao seu ciclo de aperto monetário, a forte valorização observada recentemente para o dólar frente o real e a deterioração do cenário fiscal restringem um maior recuo das expectativas de inflação, representando um entrave para que estas sejam trazidas novamente ao centro da meta, de 4,5%. IPCA-15 acumulado em 12 meses 7,00% 6,50% 6,67% Projeções* 6,00% 5,50% 5,00% 4,50% 4,00% Fonte: IBGE *Expectativas Focus - BCB Página 5

6 EQUIPE Silvia Chandrowski Zanotto, CNPI-T Gustavo Lobo, CNPI-T Andre Seiti Tanaka Mario Roberto Mariante, CNPI* Luiz Francisco Caetano, CNPI Gustavo Pereira Serra, CNPI Victor Luiz de Figueiredo Martins, CNPI Ricardo Tadeu Martins, CNPI Cristiano de Barros Caris DISCLAIMER Este relatório foi preparado pela Planner Corretora e está sendo fornecido exclusivamente com o objetivo de informar. As informações, opiniões, estimativas e projeções referem-se à data presente e estão sujeitas à mudanças como resultado de alterações nas condições de mercado, sem aviso prévio. As informações utilizadas neste relatório foram obtidas das companhias analisadas e de fontes públicas, que acreditamos confiáveis e de boa fé. Contudo, não foram independentemente conferidas e nenhuma garantia, expressa ou implícita, é dada sobre sua exatidão. Nenhuma parte deste relatório pode ser copiada ou redistribuída sem prévio consentimento da Planner Corretora de Valores. (*) Conforme o artigo 16, parágrafo único, da ICVM 483, declaro ser inteiramente responsável pelas informações e afirmações contidas neste relatório de análise. Declaração do(s) analista(s) de valores mobiliários (de investimento), nos termos do art. 17 da ICVM 483 O(s) analista(s) de valores mobiliários (de investimento) envolvido(s) na elaboração deste relatório declara(m) que as recomendações contidas neste refletem exclusivamente sua(s) opinião(ões) pessoal(is) sobre a companhia e seus valores mobiliários e foram elaboradas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à Planner Corretora e demais empresas do Grupo. Declaração do empregador do analista, nos termos do art. 18 da ICVM 483 A Planner Corretora e demais empresas do Grupo declaram que podem ser remuneradas por serviços prestados à(s) companhia(s) analisada(s) neste relatório. Página 6

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