Cenário Macro Semanal

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1 Banco Central sinaliza maior rigor em relação ao avanço de preços Levando em consideração o cenário mais desfavorável ao arrefecimento da inflação e o maior rigor adotado pelo Banco Central nos recentes discursos de seus diretores, esperamos que o Copom deva alterar o nível de ajuste na política monetária em sua próxima reunião, que ocorrerá na semana que vem, elevando a taxa Selic em 50 pontosbase, para 8,00% ao ano. Além de os indicadores de preços divulgados recentemente demonstrarem a necessidade de um aperto monetário mais intenso para controlar a inflação, será divulgado na semana que vem o PIB referente ao 1º trimestre deste ano, que deve indicar uma recuperação do nível de atividade, puxado pela retomada dos investimentos. Assim, entendemos o atual momento como propício para o Copom elevar o ajuste da taxa Selic, visto que a melhora no nível de atividade permite retomar o controle da inflação como objetivo único da política monetária. Gustavo Pereira Serra Economista Cristiano de Barros Caris IPCA-15 exprime arrefecimento nos preços de alimentos: O resultado do IPCA-15 em maio reforça uma tendência de desaceleração da inflação acumulada em 12 meses, em parte por conta de efeitos sazonais para a metade do ano, em parte pela desaceleração observada nos últimos meses dos preços de alimentos no atacado. As expectativas do mercado também indicam esta percepção de arrefecimento do nível de preços nos próximos meses. No entanto, ainda que o grupo de alimentos deva apresentar desaceleração, os preços de serviços mantêm-se aquecidos, o que impede uma queda mais acentuada da inflação no ano. Desaceleração no número de contratações eleva taxa de desemprego: Ainda que os dados da Pesquisa Mensal do Emprego (PME) de abril reflitam um ritmo mais moderado no número de contratações, tendência esta que deve se manter neste ano, não consideramos um cenário mais acentuado de arrefecimento do mercado de trabalho, de modo que a taxa de desemprego deve permanecer em nível ligeiramente inferior ao observado no ano passado, ainda impulsionada pelo setor de serviços e pela recuperação da indústria. Estimativas de mercado para os principais indicadores da economia brasileira e 2014e IPCA (%) 5,91% 6,50% 5,84% 5,80% 5,80% IGP-DI (%) 11,31% 5,01% 8,11% 4,39% 5,10% IGP-M (%) 11,32% 5,10% 7,82% 4,50% 5,30% Taxa de câmbio - fim de período (R$/US$) 1,66 1,87 2,04 2,02 2,06 Taxa de câmbio - média de período (R$/US$) 1,76 1,67 1,95 2,01 2,04 Meta Taxa Selic - fim de período (a/a) 10,75% 11,00% 7,25% 8,25% 8,25% Meta Taxa Selic - média de período (a/a) 9,81% 11,66% 8,52% 7,81% 8,33% PIB (% de crescimento) 7,53% 2,73% 0,87% 2,98% 3,50% Fonte: IBGE, FGV e BCB. Expectativas Focus-BCB. Página 1

2 Cenário Interno Banco Central sinaliza maior rigor em relação ao avanço de preços Os índices de preços recentemente divulgados têm demonstrado relativo alívio para a inflação, sobretudo no que tange aos preços de alimentos, que refletem o recuo nas cotações de commodities agrícolas registrado desde o início do ano. Também por efeitos sazonais e pelo repasse da desaceleração dos preços no atacado aos preços ao consumidor, a expectativa é de menor pressão inflacionária nos próximos meses, em comparação aos 2,50% registrados pelo IPCA no acumulado de 2013 até abril. No entanto, a inflação sobre alimentos não é a única responsável pela manutenção do IPCA acumulado em 12 meses em níveis ao redor do topo da meta. A inflação de serviços também permanece em patamares elevados, pressionada pelo mercado de trabalho aquecido e pelos ganhos reais da massa salarial. Desse modo, as projeções coletadas pelo Boletim Focus, mesmo pressupondo um maior repasse da queda nos preços no atacado para o consumidor, não avaliam que a desaceleração nos preços de alimentos será suficiente para trazer o IPCA para o centro da meta, indicando inflação esperada de 5,80% para este ano. Considerando o forte descolamento das expectativas de inflação em relação ao centro da meta, não somente em 2013, mas também para os próximos anos, o Banco Central elevou o tom quanto ao avanço do nível de preços. Os recentes discursos do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, e de outros membros do Copom, exprime uma maior preocupação com os níveis de preços, sugerindo a possibilidade de elevar o rigor em futuros ajustes da política monetária. A alteração no discurso dos membros do Copom pôde ser observada, por exemplo, na fala de Tombini de que o Banco Central está vigilante e fará o que for necessário, com a devida tempestividade, para colocar a inflação em declínio no segundo semestre e para assegurar que essa tendência persista no próximo ano. Desse modo, levando em consideração o cenário mais desfavorável ao arrefecimento da inflação e o maior rigor adotado pelo Banco Central nos recentes discursos de seus diretores, esperamos que o Copom deva alterar o nível de ajuste na política monetária em sua próxima reunião, que ocorrerá na semana que vem, elevando a taxa Selic em 50 pontos-base, para 8,00% ao ano. Além de os indicadores de preços divulgados recentemente demonstrarem a necessidade de um aperto monetário mais intenso para controlar a inflação, será divulgado na semana que vem o PIB referente ao 1º trimestre deste ano, que deve indicar uma recuperação do nível de atividade, puxado pela retomada dos investimentos. Assim, entendemos o atual momento como propício para o Copom elevar o ajuste da taxa Selic, visto que a melhora no nível de atividade permite retomar o controle da inflação como objetivo único da política monetária. Diante do cenário exposto e do discurso mais rigoroso do Banco Central, os contratos de juros futuros indicam um aumento das expectativas do mercado de que deve ser elevado o nível de ajuste da política monetária, tanto no curto prazo, quanto na extensão de seu ciclo, como pode ser observado abaixo: Página 2

3 Curva de Juros - DI Futuro BM&F 9,5% 9,0% 8,5% 8,0% 7,5% 7,0% Fonte: Bloomberg 9/5/ /4/ /4/2013 IPCA-15 exprime arrefecimento nos preços de alimentos O IPCA-15 de maio apresentou variação de 0,46%, desacelerando em relação à taxa observada no mês anterior, de 0,51%. Como resultado, a inflação acumulada em 12 meses apresentou queda na comparação mensal, de 6,51% para 6,46%. O resultado ficou abaixo da média das expectativas do mercado, que indicava avanço de 0,49% do indicador no mês. A principal contribuição positiva partiu do item remédios, que acelerou de 0,93% em abril para 2,94% em maio, tendo contribuição de 10 pontos percentuais no mês. A elevação em maio foi resultado do reajuste realizado sobre os preços de medicamentos desde 4 de abril, que variou, a depender da classificação do remédio, de 2,70% a 6,31%. Como consequência, o grupo Saúde e Cuidados Pessoais (de +0,63% para +1,30%) apresentou a maior variação no mês. Um dado positivo observado no mês foi a desaceleração do grupo Alimentação e Bebidas (de +1,00% para +0,47%), confirmando nossas expectativas, como resultado na queda nos preços de commodities agrícolas desde o início do ano, evidenciada pelos índices de preços no atacado. Destacou-se no mês o recuo nos preços de tubérculos, raízes e legumes (de +14,36% para -1,23%), após meses consecutivos de fortes altas. Some-se a queda nos preços de açúcares e derivados (- 0,95% para -0,87%), carnes (de -2,58% para -0,75%) e aves e ovos (de -1,11% para -1,15%). Contribuiu para a desaceleração do IPCA-15 em maio a queda registrada para o grupo Transportes (-0,01% para -0,03%), como resultado do recuo nos preços de transporte público (de -0,55% para - 0,50%), com destaque para a 4ª queda consecutiva em passagem aérea (de -9,20% para -3,41%). Vale ressaltar que o resultado do grupo em junho deverá ser impactado pelo reajuste das tarifas de ônibus, metrô e trem em São Paulo, de 6,67% (válido a partir de 1º de julho), e no Rio de Janeiro, que deve ser anunciado em breve. Página 3

4 O resultado do IPCA-15 em maio reforça uma tendência de desaceleração da inflação acumulada em 12 meses, em parte por conta de efeitos sazonais para a metade do ano, em parte pela desaceleração observada nos últimos meses dos preços de alimentos no atacado. As expectativas do mercado também indicam esta percepção de arrefecimento do nível de preços nos próximos meses, como pode ser observado abaixo. No entanto, ainda que o grupo de alimentos deva apresentar desaceleração, os preços de serviços mantêm-se aquecidos, o que impede uma queda mais acentuada da inflação no ano. IPCA-15 acumulado em 12 meses 7,00% 6,50% 6,46% Projeções* 6,00% 5,50% 5,00% 4,50% 4,00% Fonte: IBGE *Expectativas Focus - BCB Desaceleração no número de contratações eleva taxa de desemprego O IBGE informou, nesta semana, que a taxa de desemprego apresentou avanço entre março e abril, de 5,7% para 5,8%, na contramão da média das expectativas do mercado, que esperava um recuo do nível de desocupação para 5,6%. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, houve queda na taxa de desemprego de 0,2 ponto percentual. O avanço da taxa na comparação mensal ocorreu por conta de um crescimento da população economicamente ativa (PEA) de 0,6%, inferior à elevação da população em idade ativa (PIA), de 1,1%, mesmo movimento observado em março. O rendimento médio real habitual dos trabalhadores manteve a trajetória de crescimento na comparação anual (+1,6% frente abril de 2012), atingindo R$ 1.862,40, ainda que esse valor represente uma queda de 0,2% em relação ao observado em março. A população desocupada avançou 3,0% frente março, totalizando 1,4 milhão de pessoas, apesar de permanecer 3,3% abaixo do observado em abril de A população ocupada recuou 0,1% frente março, permanecendo 0,87% acima do registrado no mesmo mês do ano passado, em 22,9 milhões de pessoas. Ainda que os dados da Pesquisa Mensal do Emprego (PME) de abril reflitam um ritmo mais moderado no número de contratações, tendência esta que deve se manter neste ano, não consideramos um cenário mais acentuado de arrefecimento do mercado de trabalho, de modo que a taxa de desemprego deve permanecer em nível ligeiramente inferior ao observado no ano passado, ainda impulsionada pelo setor de serviços e pela recuperação da indústria. Página 4

5 Taxa de Desemprego X Rendimento Médio Real Habitual R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ Rendimento Médio Real Habitual Taxa de Desemprego 8,0% 7,5% 7,0% 6,5% 6,0% 5,5% 5,0% 4,5% Fonte: IBGE Página 5

6 EQUIPE Silvia Chandrowski Zanotto, CNPI-T Gustavo Lobo, CNPI-T Andre Seiti Tanaka Mario Roberto Mariante, CNPI* Luiz Francisco Caetano, CNPI Gustavo Pereira Serra, CNPI Victor Luiz de Figueiredo Martins, CNPI Ricardo Tadeu Martins, CNPI Cristiano de Barros Caris DISCLAIMER Este relatório foi preparado pela Planner Corretora e está sendo fornecido exclusivamente com o objetivo de informar. As informações, opiniões, estimativas e projeções referem-se à data presente e estão sujeitas à mudanças como resultado de alterações nas condições de mercado, sem aviso prévio. As informações utilizadas neste relatório foram obtidas das companhias analisadas e de fontes públicas, que acreditamos confiáveis e de boa fé. Contudo, não foram independentemente conferidas e nenhuma garantia, expressa ou implícita, é dada sobre sua exatidão. Nenhuma parte deste relatório pode ser copiada ou redistribuída sem prévio consentimento da Planner Corretora de Valores. (*) Conforme o artigo 16, parágrafo único, da ICVM 483, declaro ser inteiramente responsável pelas informações e afirmações contidas neste relatório de análise. Declaração do(s) analista(s) de valores mobiliários (de investimento), nos termos do art. 17 da ICVM 483 O(s) analista(s) de valores mobiliários (de investimento) envolvido(s) na elaboração deste relatório declara(m) que as recomendações contidas neste refletem exclusivamente sua(s) opinião(ões) pessoal(is) sobre a companhia e seus valores mobiliários e foram elaboradas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à Planner Corretora e demais empresas do Grupo. Declaração do empregador do analista, nos termos do art. 18 da ICVM 483 A Planner Corretora e demais empresas do Grupo declaram que podem ser remuneradas por serviços prestados à(s) companhia(s) analisada(s) neste relatório. Página 6

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