CIRCULAR Nº 3.568, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2011

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CIRCULAR Nº 3.568, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2011"

Transcrição

1 CAPÍTULO : Crculares não Codfcadas 2 CIRCULAR Nº 3.568, DE 2 DE DEZEMBRO DE 20 Alera dsposvos das Crculares ns. 3.36, de 2 de seembro de 2007, 3.388, de 4 de unho de 2008, 3.389, de 25 de unho de 2008, 3.478, de 24 de dezembro de 2009, e 3.498, de 28 de unho de 200, que esabelecem os procedmenos para o cálculo das parcelas P JUR, P ACS, P COM e P CAM do Parmôno de Referênca Exgdo (PRE) de que raa a Resolução nº 3.490, de 29 de agoso de A Dreora Colegada do Banco Cenral do Brasl, em sessão realzada em 2 de dezembro de 20, com base no dsposo nos ars. 0, ncso IX, e, ncso VII, da Le nº 4.595, de 3 de dezembro de 964, e endo em vsa o dsposo no ar. 6º da Resolução nº 3.490, de 29 de agoso de 2007, R E S O L V E : Ar. º O ar. º da Crcular nº 3.36, de 2 de seembro de 2007, passa a vgorar com a segune redação: "Ar. º O cálculo do valor dáro da parcela do Parmôno de Referênca Exgdo (PRE) referene às exposções sueas à varação de axas de uros prefxadas denomnadas em real (P JUR[] ), de que raa a Resolução nº 3.490, de 29 de agoso de 2007, deve ser efeuado com base na segune fórmula: pre M Padrão Padrão + Padrão Padrão max VaR, VaR S max svar svar, = = PJUR [ ] =, em que: M pre = mulplcador para o da "", dvulgado daramene pelo Banco Cenral do Brasl, deermnado como função decrescene da volaldade, cuo valor esá compreenddo enre e 3; VaR Padrão = valor em rsco, em reas, do conuno das exposções de que raa o capu para o da "", obdo de acordo com a segune fórmula: n n Padrão VaR = VaR, VaR, ρ, = = n = 0 (número de vérces P ); VaR, = valor em rsco, em reas, assocado ao vérce P no da "", obdo de acordo com a segune fórmula:

2 CAPÍTULO : Crculares não Codfcadas 2 VaR P, = 2,33 σ VMTM 252,, D P = vérce consderado para efeo de agrupameno dos fluxos de caxa, conforme procedmeno descro no ar. 3º; σ, = volaldade-padrão para o prazo "" e da "", dvulgada daramene pelo Banco Cenral do Brasl; VMTM, = soma algébrca, posva ou negava, em reas, dos valores dos fluxos de caxa marcados a mercado no da "" e alocados no vérce P, conforme procedmeno descro no ar. 3º; D = 0 (número de das úes consderados necessáros para a lqudação da posção); ρ, = correlação enre os vérces "" e "", ulzada para efeo de deermnação do VaR Padrão, obda de acordo com a segune fórmula: ρ, = ρ + ( ρ ) max( P, P ) mn( P, P ) k ρ = parâmero-base para o cálculo de ρ,, dvulgado no úlmo da úl de cada mês ou a qualquer momeno, a créro do Banco Cenral do Brasl; k = faor de decameno da correlação, dvulgado no úlmo da úl de cada mês ou a qualquer momeno, a créro do Banco Cenral do Brasl; = valor em rsco esressado, em reas, do conuno das exposções de que raa o capu para o da "", obdo de acordo com a segune fórmula: svar Padrão n n Padrão S svar = svar, svar, ρ, = = n = 0 (número de vérces P ); svar, = valor em rsco esressado, em reas, assocado ao vérce P no da "", obdo de acordo com a segune fórmula: svar P = 2,33 σ S, VMTM 252, D 2 Crcular nº de 2 de dezembro de 20

3 CAPÍTULO : Crculares não Codfcadas 2 P = vérce consderado para efeo de agrupameno dos fluxos de caxa, conforme procedmeno descro no ar. 3º; σ S = volaldade-padrão arbuída ao vérce "", ulzada para o cálculo do svar,, com base nos segunes valores: I - σ I S = 0,0032 (ml ceno e rna e dos mlonésmos); II - σ II S = 0, (rês ml quarocenos e novena e see mlonésmos); III - σ III S = 0,00374 (rês ml seecenos e quaorze mlonésmos); VMTM, = soma algébrca, posva ou negava, em reas, dos valores dos fluxos de caxa marcados a mercado no da "" e alocados no vérce P, conforme procedmeno descro no ar. 3º; D = 0 (número de das úes consderados necessáros para a lqudação da posção); = correlação enre os vérces "" e "", ulzada para efeo de deermnação do svar Padrão, obda de acordo com a segune fórmula: ρ, S ρ S, = ρ S + ( ρ S ) max( P, P ) mn( P, P ) k S ρ S = parâmero-base para o cálculo das correlações ulzadas no svar Padrão, gual a 0,6 (dezesses cenésmos); = faor de decameno para o cálculo das correlações ulzadas no svar Padrão, gual a 0,76 (seena e ses cenésmos); k S S = faor de ncorporação da parcela referene ao valor em rsco esressado. O cálculo referdo no capu aplca-se às operações sueas à varação de axas de uros prefxadas referenes a nsrumenos fnanceros denomnados em real e classfcadas na carera de negocação, na forma da Resolução nº 3.464, de 26 de unho de 2007, nclusve aos nsrumenos fnanceros dervavos. 2 O faor S corresponde, para os períodos menconados a segur, aos segunes valores: I - aé 3 de dezembro de 20: zero; Crcular nº de 2 de dezembro de 20 3

4 CAPÍTULO : Crculares não Codfcadas 2 II - de º de anero de 202 a 29 de abrl de 202: 0,25 (vne e cnco cenésmos); III - de 30 de abrl de 202 a 30 de agoso de 202: 0,50 (cnquena cenésmos); IV - de 3 de agoso de 202 a 30 de dezembro de 202: 0,75 (seena e cnco cenésmos); e V - a parr de 3 de dezembro de 202:,00 (um nero)." (NR) Ar. 2º O ar. 2º da Crcular nº 3.388, de 4 de unho de 2008, passa a vgorar com a segune redação: "Ar. 2º... I - para a parcela P JUR[2] : a) M ex = 2,28, aé 29 de abrl de 202; b) M ex = 2,75, de 30 de abrl de 202 a 30 de agoso de 202; c) M ex = 3,22, de 3 de agoso de 202 a 30 de dezembro de 202; e d) M ex = 3,70, a parr de 3 de dezembro de 202; II - para a parcela P JUR[3] : a) M pco =,93, aé 29 de abrl de 202; b) M pco = 2,9, de 30 de abrl de 202 a 30 de agoso de 202; c) M pco = 2,45, de 3 de agoso de 202 a 30 de dezembro de 202; e d) M pco = 2,70, a parr de 3 de dezembro de 202; e III - para a parcela P JUR[4] : a) M ur =,44, aé 29 de abrl de 202; b) M ur =,63, de 30 de abrl de 202 a 30 de agoso de 202; 4 Crcular nº de 2 de dezembro de 20

5 CAPÍTULO : Crculares não Codfcadas 2 c) M ur =,82, de 3 de agoso de 202 a 30 de dezembro de 202; e d) M ur = 2,00, a parr de 3 de dezembro de " (NR) Ar. 3º O ar. º da Crcular nº 3.389, de 25 de unho de 2008, passa a vgorar com a segune redação: "Ar. º O cálculo dáro da parcela do Parmôno de Referênca Exgdo (PRE) referene ao rsco das exposções em ouro, em moeda esrangera e em avos e passvos sueos à varação cambal, nclundo nsrumenos fnanceros dervavos (P CAM ), de que raa a Resolução nº 3.490, de 29 de agoso de 2007, deve ser efeuado com base na segune fórmula: P CAM = F" EXP F" = faor aplcável às exposções em ouro, em moeda esrangera e em avos e passvos sueos à varação cambal, defndo no 3 ; EXP = Exp + H Exp 2 + G Exp 3 Exp = n EC EV ; em que: n = número de moedas, nclundo o ouro, para as quas são apuradas as exposções menconadas no capu; EC = oal das exposções compradas na moeda ""; EV = oal das exposções venddas na moeda ""; H = faor aplcável ao monane do menor dos excessos das exposções compradas ou venddas (Exp2), defndo no 3 ; Exp 2 = mn n = n ExC ; ExV = n = número de moedas, consderando apenas as exposções em dólar dos Esados Undos, euro, franco suíço, ene, lbra eserlna, dólar canadense e ouro; Crcular nº de 2 de dezembro de 20 5

6 CAPÍTULO : Crculares não Codfcadas 2 ExC = excesso da exposção comprada em relação à exposção vendda, apurado para a moeda ""; ExV = excesso da exposção vendda em relação à exposção comprada, apurado para a moeda ""; G = faor aplcável ao monane das posções oposas em ouro, em moeda esrangera e em avos e passvos sueos à varação cambal, no Brasl e no exeror, defndo no 3º; n 2 n3 Exp 3 = mn ElB ; = = ElE n 2 = número de moedas, nclundo o ouro, para as quas são apuradas as exposções no Brasl; n 3 = número de moedas, nclundo o ouro, para as quas são apuradas as exposções no exeror, nclusve para subsdáras e dependêncas localzadas no exeror; ElB = exposção líquda no Brasl na moeda "", resulane da dferença enre o oal das posções compradas e o oal das posções venddas no Brasl; ElE = exposção líquda no exeror na moeda "", resulane da dferença enre o oal das posções compradas e o oal das posções venddas no exeror, nclundo subsdáras e dependêncas localzadas no exeror. O valor da P CAM é gual a zero para as exposções em ouro, em moeda esrangera e em avos e passvos sueos à varação cambal (EXP): I - guas ou nferores a 0,04 (quaro cenésmos) do Parmôno de Referênca (PR), defndo nos ermos da Resolução nº 3.444, de 28 de feverero de 2007, no período de º de anero de 202 a 29 de abrl de 202; e II - guas ou nferores a 0,02 (dos cenésmos) do Parmôno de Referênca (PR), defndo nos ermos da Resolução nº 3.444, de 28 de feverero de 2007, no período de 30 de abrl de 202 a 30 de agoso de As exposções devem ser apuradas em reas, pela conversão dos respecvos valores, com base nas coações de venda dsponíves na ransação PTAX800, opção 5, do Ssema de Informações Banco Cenral (Ssbacen), do da aneror ao da a que se refra a apuração. 6 Crcular nº de 2 de dezembro de 20

7 CAPÍTULO : Crculares não Codfcadas 2 3 Para o cálculo da parcela P CAM devem ser consderados: I - F" defndo a parr da razão enre as exposções em ouro, em moeda esrangera e em avos e passvos sueos à varação cambal (EXP) e o Parmôno de Referênca (PR), defndo nos ermos da Resolução nº 3.444, de 28 de feverero de 2007, consderando a segune gradação: a) F" = 0,40 (quarena cenésmos), caso a razão EXP/PR sea gual ou nferor a 0,05 (cnco cenésmos); b) F" = 0,60 (sessena cenésmos), caso a razão EXP/PR sea gual ou nferor a 0,0 (dez cenésmos); c) F" = 0,80 (oena cenésmos), caso a razão EXP/PR sea gual ou nferor a 0,5 (qunze cenésmos); e d) F" =,00 (um nero), caso a razão EXP/PR sea superor a 0,5 (qunze cenésmos); II - H = 0,70 (seena cenésmos); e III - G =,00 (um nero), se n2 G = 0 (zero), em caso conráro. ElB e n3 ElE verem posções oposas, e 4 Para o cálculo de Exp e Exp 3, as exposções em dólar dos Esados Undos, euro, franco suíço, ene, lbra eserlna, dólar canadense e ouro devem ser consderadas conunamene, como uma únca moeda...." (NR) Ar. 4º O ar. 6º da Crcular nº 3.478, de 24 de dezembro de 2009, passa a vgorar com a segune redação: "Ar. 6º O valor dáro referene às parcelas P JUR, P ACS, P COM e P CAM do PRE, calculado por meo de modelos nernos de rsco de mercado, deve corresponder à segune fórmula: M + M max max VaR, VaR S 2 max svar, svar, S VPad, 60 = 60 = PRM = em que: P RM = valor dáro referene ao conuno das parcelas P JUR, P ACS, P COM e P CAM do PRE, para o da úl, calculado por meo de modelos nernos de rsco de mercado; VaR = valor em rsco (VaR) do da úl ; Crcular nº de 2 de dezembro de 20 7

8 CAPÍTULO : Crculares não Codfcadas 2 svar = VaR esressado do da úl ; M = mulplcador defndo no ar. 3; VPad = valor dáro referene à soma das parcelas P JUR, P ACS, P COM e P CAM do PRE, para o da úl, calculadas conforme as Crculares ns. 3.36, 3.362, 3.363, 3.364, e 3.368, odas de 2 de seembro de 2007, e 3.389, de 25 de unho de 2008; S = faor de ransção para modelos nernos; e S 2 = faor de ncorporação da parcela referene ao valor em rsco esressado. º O faor S corresponde, para os períodos menconados a segur, conados a parr do níco da ulzação do modelo nerno de rsco de mercado para o cálculo do valor dáro referene às parcelas P JUR, P ACS, P COM e P CAM do PRE, aos segunes valores: I - do o ao 365º da: 0,90 (novena cenésmos); II - do 366º ao 730º da: 0,80 (oena cenésmos); III - do 73º ao.095º da: 0,70 (seena cenésmos); e IV - a parr do.096º da: zero. 2º O faor S 2 corresponde, para os períodos menconados a segur, aos segunes valores: I - aé 3 de dezembro de 20: zero; II - de º de anero de 202 a 29 de abrl de 202: 0,25 (vne e cnco cenésmos); III - de 30 de abrl de 202 a 30 de agoso de 202: 0,50 (cnquena cenésmos); IV - de 3 de agoso de 202 a 30 de dezembro de 202: 0,75 (seena e cnco cenésmos); e V - a parr de 3 de dezembro de 202:,00 (um nero). 3º Para as exposções não consderadas relevanes em deermnados faores de rsco, o valor dáro referene às parcelas do PRE que raam desses faores pode ser calculado, desde que prevamene auorzado pelo Desup, conforme as Crculares ns. 3.36, 3.362, 3.363, 3.364, e 3.368, odas de 2007, e 3.389, de Crcular nº de 2 de dezembro de 20

9 CAPÍTULO : Crculares não Codfcadas 2 4º Para nsuções negranes de conglomerado fnancero cuas exposções não seam consderadas relevanes, e para as nsuções não fnanceras negranes de consoldado econômco-fnancero, o valor dáro referene às parcelas P JUR, P ACS, P COM e P CAM do PRE pode ser calculado, desde que prevamene auorzado pelo Desup, conforme as Crculares ns. 3.36, 3.362, 3.363, 3.364, e 3.368, odas de 2007, e 3.389, de º Valores calculados de acordo com o dsposo nos 3 o e 4 o devem ser adconados ao valor do P RM, e as respecvas exposções excluídas do VPad. 6º No caso de alerações soceáras relevanes, deve ser apresenado plano de mplemenação, sueo à auorzação do Desup, para a apuração do valor dáro referene às parcelas P JUR, P ACS, P COM e P CAM do PRE. (NR) Ar. 5º Esa Crcular enra em vgor em º de anero de 202. Ar. 6º Fcam revogados os ars. º, 4º, 5º, 6º e o ncso III do ar 8º da Crcular nº 3.498, de 28 de unho de 200. Luz Awazu Perera da Slva Dreor de Regulação do Ssema Fnancero Crcular nº de 2 de dezembro de 20 9

VaR t = valor em risco, em reais, do conjunto das exposições de que trata o caput para o dia "t", obtido de acordo com a seguinte fórmula:

VaR t = valor em risco, em reais, do conjunto das exposições de que trata o caput para o dia t, obtido de acordo com a seguinte fórmula: CIRCULAR Nº 3.568, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2011 Documeo ormavo revogado, a parr de 1º/10/2013, pela Crcular º 3.634, de 4/3/2013. Alera dsposvos das Crculares s. 3.361, de 12 de seembro de 2007, 3.388, de

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.634, DE 4 DE MARÇO DE 2013. Padrão. Padrão. max i. I - F = fator estabelecido no art. 4º da Resolução nº 4.

CIRCULAR Nº 3.634, DE 4 DE MARÇO DE 2013. Padrão. Padrão. max i. I - F = fator estabelecido no art. 4º da Resolução nº 4. CIRCULAR Nº 3.634, DE 4 DE MARÇO DE 2013 Esabelece os procedmenos para o cálculo da parcela dos avos ponderados pelo rsco (RWA) referene às exposções sueas à varação de axas de uros prefxadas denomnadas

Leia mais

Nota Técnica sobre a Circular nº 2.972, de 23 de março de 2000

Nota Técnica sobre a Circular nº 2.972, de 23 de março de 2000 Noa Técnca sobre a rcular nº 2.972, de 23 de março de 2000 Meodologa ulzada no processo de apuração do valor da volaldade padrão e do mulplcador para o da, dvulgados daramene pelo Banco enral do Brasl.

Leia mais

", em que: RWA CAM F EXP. Exp 1 CIRCULAR Nº 3.641, DE 4 DE MARÇO DE 2013

, em que: RWA CAM F EXP. Exp 1 CIRCULAR Nº 3.641, DE 4 DE MARÇO DE 2013 CIRCULAR Nº 3.641, DE 4 DE MARÇO DE 2013 Estabelece os procedimentos para o cálculo da parcela dos ativos ponderados pelo risco (RWA) referente às exposições em ouro, em moeda estrangeira e em ativos sujeitos

Leia mais

Despacho n.º 13/06. 2. A presente resolução entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação. João Renato Lima Presidente do C.A.

Despacho n.º 13/06. 2. A presente resolução entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação. João Renato Lima Presidente do C.A. Despacho n.º 13/06 De enre as arbuções da Agênca de Regulação Económca desaca-se a compeênca de fxar as arfas e os mecansmos de reajuses a serem pracados pela oncessonára do servço públco de ranse e dsrbução

Leia mais

2. A Medição da Actividade Económica Grandezas Nominais e Reais e Índices de Preços

2. A Medição da Actividade Económica Grandezas Nominais e Reais e Índices de Preços 2. A Medção da Acvdade Económca 2.4. Grandezas Nomnas e Reas e Índces de Preços Ouubro 2007, nesdrum@fe.u. Sldes baseados no guão dsonível no se da cadera 1 2.4. Grandezas Nomnas e Reas e Índces de Preços

Leia mais

CAPÍTULO 4. Vamos partir da formulação diferencial da lei de Newton

CAPÍTULO 4. Vamos partir da formulação diferencial da lei de Newton 9 CPÍTUL 4 DINÂMIC D PRTÍCUL: IMPULS E QUNTIDDE DE MVIMENT Nese capíulo será analsada a le de Newon na forma de negral no domíno do empo, aplcada ao momeno de parículas. Defne-se o conceo de mpulso e quandade

Leia mais

MARK-TO-MARKET DESCRIÇÃO DE PROCESSOS E METODOLOGIA

MARK-TO-MARKET DESCRIÇÃO DE PROCESSOS E METODOLOGIA MARK-TO-MARKET DESCRIÇÃO DE PROCESSOS E METODOLOGIA VERSÃO MAIO 6 SUMÁRIO Inrodução... 5. Defnção de Varáves... 5. Meodologa para acúmulo de axas... 5.3 Vsão do Processo e Esruura Organzaconal... 6.3.

Leia mais

CARTA-CIRCULAR N.º 273. Ref.: Alterações decorrentes do Projeto de Padronização de Taxas

CARTA-CIRCULAR N.º 273. Ref.: Alterações decorrentes do Projeto de Padronização de Taxas CARTA-CIRCULAR N.º 273 Aos Partcpantes de Todos os Sstemas Ref.: Alterações decorrentes do Projeto de Padronzação de Taxas A Central de Custóda e de Lqudação Fnancera de Títulos - CETIP comunca que a partr

Leia mais

MARK-TO-MARKET DESCRIÇÃO DE PROCESSOS E METODOLOGIAS

MARK-TO-MARKET DESCRIÇÃO DE PROCESSOS E METODOLOGIAS MARK-TO-MARKET DESCRIÇÃO DE PROCESSOS E METODOLOGIAS VERSÃO: NOVEMBRO/9 SUMÁRIO Inrodução...4. Defnção de Varáves... 4. Meodologa para acúmulo de axas... 5.3 Vsão do Processo e Esruura Organzaconal...

Leia mais

Gripe: Época de gripe; actividade gripal; cálculo da linha de base e do respectivo intervalo de confiança a 95%; e área de actividade basal.

Gripe: Época de gripe; actividade gripal; cálculo da linha de base e do respectivo intervalo de confiança a 95%; e área de actividade basal. Grpe: Época de grpe; acvdade grpal; cálculo da lnha de ase e do respecvo nervalo de confança a 95%; e área de acvdade asal. ÉPOCA DE GRPE Para maor facldade de compreensão será desgnado por época de grpe

Leia mais

MARK-TO-MARKET DESCRIÇÃO DE PROCESSOS E METODOLOGIAS VERSÃO: NOVEMBRO/2014 SUMÁRIO

MARK-TO-MARKET DESCRIÇÃO DE PROCESSOS E METODOLOGIAS VERSÃO: NOVEMBRO/2014 SUMÁRIO MARK-TO-MARKET DESRIÇÃO DE PROESSOS E METODOLOGIAS VERSÃO: NOVEMBRO/4 SUMÁRIO Inrodução... 4. Defnção de Varáves... 4. Meodologa para acúmulo de axas... 5.3 Vsão do Processo e Esruura Organzaconal... 5.3.

Leia mais

Preço Base = 2,581 US$/MMBTU x TMD 0

Preço Base = 2,581 US$/MMBTU x TMD 0 Portara Intermnsteral MME/MF/nº 176, de 01 de junho de 2001. OS MINISTROS DE ESTADO DE MINAS E ENERGIA E DA FAZENDA, no uso das atrbuções que lhes são conferdas pelo art. 87, parágrafo únco, ncso II, da

Leia mais

Módulo 2: Métodos Numéricos. (problemas de valores iniciais e problemas de condições-fronteira)

Módulo 2: Métodos Numéricos. (problemas de valores iniciais e problemas de condições-fronteira) Módulo : Méodos Numércos Equações dferencas ordnáras problemas de valores ncas e problemas de condções-fronera Modelação Compuaconal de Maeras -5. Equações dferencas ordnáras - Inrodução Uma equação algébrca

Leia mais

Agosto / 2014 Versão 2.16

Agosto / 2014 Versão 2.16 Agoso / 4 Versão.6 Todos os dreos reservados. Nenhuma pare dessa obra pode ser reproduzda em qualquer forma ou meo, seja elerônco, mecânco, de foocópa, ec, sem permssão do Safra, deenor do dreo auoral.

Leia mais

Matemática dos índices Metodologia

Matemática dos índices Metodologia Maemáca dos índces Meodologa Abrl 2017 Ese documeno fo raduzdo para o poruguês apenas para fns de convenênca. Se exsrem dferenças enre as versões do documeno em nglês e poruguês, a versão em nglês prevalecerá.

Leia mais

Art. 1º O art. 5º da Circular nº 3.091, de 1º de março de 2002, passa a vigorar com a seguinte redação:

Art. 1º O art. 5º da Circular nº 3.091, de 1º de março de 2002, passa a vigorar com a seguinte redação: CIRCULAR 3.528 -------------- Altera a Circular nº 3.091, de 1º de março de 2002, e a Circular nº 3.144, de 14 de agosto de 2002, que tratam do recolhimento compulsório e do encaixe obrigatório sobre recursos

Leia mais

Parágrafo 1º Para a apuração do limite estabelecido no caput define-se como:

Parágrafo 1º Para a apuração do limite estabelecido no caput define-se como: CIRCULAR Nº 2894 Documento normativo revogado pela Circular 3.367, de 12/09/2007. Estabelece procedimentos para o cálculo do limite de exposição em ouro e em ativos e passivos referenciados em variação

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3259 RESOLVEU:

RESOLUÇÃO Nº 3259 RESOLVEU: Resolução nº 3259, de 28 de janero de 2005. RESOLUÇÃO Nº 3259 Altera o dreconamento de recursos captados em depóstos de poupança pelas entdades ntegrantes do Sstema Braslero de Poupança e Empréstmo (SBPE).

Leia mais

Projeções de inflação

Projeções de inflação Projeções de nflação A experênca do Banco Cenral do Brasl Leonardo Po Perez Banco Cenral do Brasl Depep III Fórum Baano de Economa Aplcada Agoso de 23 Sumáro ) Inrodução Regme de Meas para Inflação no

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.637, DE 4 DE MARÇO DE 2013

CIRCULAR Nº 3.637, DE 4 DE MARÇO DE 2013 CIRCULAR Nº 3.637, DE 4 DE MARÇO DE 2013 Estabelece os procedimentos para o cálculo da parcela dos ativos ponderados pelo risco (RWA) referente às exposições sujeitas à variação da taxa dos cupons de taxa

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.389 D E C I D I U :

CIRCULAR Nº 3.389 D E C I D I U : CIRCULAR Nº 3.389 Estabelece os procedmetos para o cálculo da parcela do Patrmôo de Referêca Exgdo (PRE) referete ao rsco das exposções em ouro, em moeda estragera e em atvos e passvos sujetos à varação

Leia mais

5 Apreçamento de ESOs com preço de exercício fixo

5 Apreçamento de ESOs com preço de exercício fixo 5 Apreçameno de ESOs com preço de exercíco fxo Ese capíulo rá explorar os prncpas modelos de apreçameno das ESOs ulzados hoje em da. Neses modelos a regra de decsão é esruurada em orno da maxmzação do

Leia mais

Caderno de Fórmulas. Títulos do Agronegócio - Cetip21 CDCA, CPR, CRA, CRH, CRP, CRPH, LCA, NCR

Caderno de Fórmulas. Títulos do Agronegócio - Cetip21 CDCA, CPR, CRA, CRH, CRP, CRPH, LCA, NCR Caderno de Fórmulas Títulos do Agronegóco - Cetp21 CDCA, CPR, CRA, CRH, CRP, CRPH, LCA, NCR Últma Atualzação: 15/08/2016 Caderno de Fórmulas CDCA CPR CRA - CRH CRP CRPH LCA NCR E ste Caderno de Fórmulas

Leia mais

Interpolação e Extrapolação da Estrutura a Termo de Taxas de Juros para Utilização pelo Mercado Segurador Brasileiro

Interpolação e Extrapolação da Estrutura a Termo de Taxas de Juros para Utilização pelo Mercado Segurador Brasileiro Inerpolação e Exrapolação da Esruura a Termo de Taxas de Juros para Ulzação pelo Mercado Segurador Braslero Sergo Lus Frankln Jr. Thago Baraa Duare César da Rocha Neves + Eduardo Fraga L. de Melo ++ M.Sc.,

Leia mais

4 A composição do passivo externo líquido brasileiro e o processo de ajuste externo

4 A composição do passivo externo líquido brasileiro e o processo de ajuste externo 4 A composção do passvo exerno líqudo braslero e o processo de ajuse exerno 4..Movação Há décadas, economsas êm esudado o processo de ajuse do balanço de pagamenos dos países. A eora mas acea caracerza

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.383. I - Abordagem do Indicador Básico; II - Abordagem Padronizada Alternativa; III - Abordagem Padronizada Alternativa Simplificada.

CIRCULAR Nº 3.383. I - Abordagem do Indicador Básico; II - Abordagem Padronizada Alternativa; III - Abordagem Padronizada Alternativa Simplificada. TÍTULO : DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS 29 Página 1 de 7 CIRCULAR Nº.8 Esabelece os procedimenos para o cálculo da parcela do Parimônio de Referência Exigido (PRE) referene ao risco operacional (P OPR ), de

Leia mais

CIRCULAR Nº Documento normativo revogado, a partir de 1º/10/2013, pela Circular nº 3.641, de 4/3/2013.

CIRCULAR Nº Documento normativo revogado, a partir de 1º/10/2013, pela Circular nº 3.641, de 4/3/2013. CIRCULAR Nº 3.389 Documeto ormativo revogado, a partir de 1º/10/2013, pela Circular º 3.641, de 4/3/2013. Observação: As citações a esta Circular passam a ter como referêcia a Circular º 3.641, de 4/3/2013.

Leia mais

ANEXO III. Nota Técnica nº 148/2010-SRE/ANEEL Brasília, 24 de maio de 2010.

ANEXO III. Nota Técnica nº 148/2010-SRE/ANEEL Brasília, 24 de maio de 2010. ANEXO III Noa Técnca nº 148/21-SRE/ANEEL Brasíla, 24 de mao de 21. M E T O D O L O G I A E Á L U L O D O F A T O R X ANEXO II Noa Técnca n o 148/21 SRE/ANEEL Em 24 de mao de 21. Processo nº 485.269/26-61

Leia mais

37 [C] Verdadeira. Veja justificativa do item [B]. Moda = 8

37 [C] Verdadeira. Veja justificativa do item [B]. Moda = 8 Resposta da questão 1: [C] Calculando:,5 + 10 + 8 + 9,4 + 8 +,4 + x + 7,4 = 8, 8,5 + 10 + 8 + 9,4 + 8 +,4 + x + 7,4 = 5, x = 9,9 Moda = 8 8+ 8 Medana = = 8,5 + 10 + 8 + 9,4 + 8 +,4 + 7,4 Méda das outras

Leia mais

Física I. 2º Semestre de Instituto de Física- Universidade de São Paulo. Aula 5 Trabalho e energia. Professor: Valdir Guimarães

Física I. 2º Semestre de Instituto de Física- Universidade de São Paulo. Aula 5 Trabalho e energia. Professor: Valdir Guimarães Físca I º Semesre de 03 Insuo de Físca- Unversdade de São Paulo Aula 5 Trabalho e energa Proessor: Valdr Gumarães E-mal: valdrg@.usp.br Fone: 309.704 Trabalho realzado por uma orça consane Derenemene

Leia mais

Caderno de Fórmulas. Notas Comerciais Cetip21

Caderno de Fórmulas. Notas Comerciais Cetip21 Notas Comercas Cetp21 Últma Atualzação: 22/12/2015 E ste Caderno tem por objetvo nformar aos usuáros a metodologa e os crtéros de precsão dos cálculos de valorzação de Notas Comercas. É acatado regstro

Leia mais

Exemplo: y 3, já que sen 2 e log A matriz nula m n, indicada por O m n é tal que a ij 0, i {1, 2, 3,..., m} e j {1, 2, 3,..., n}.

Exemplo: y 3, já que sen 2 e log A matriz nula m n, indicada por O m n é tal que a ij 0, i {1, 2, 3,..., m} e j {1, 2, 3,..., n}. Mrzes Mrz rel Defnção Sem m e n dos números neros Um mrz rel de ordem m n é um conuno de mn números res, dsrbuídos em m lnhs e n coluns, formndo um bel que se ndc em gerl por 9 Eemplo: A mrz A é um mrz

Leia mais

Capítulo 1 Introdução

Capítulo 1 Introdução Capíulo Inrodução No mercado braslero de prevdênca complemenar abera e de seguro, regulado e fscalzado pela Supernendênca de Seguros Prvados SUSEP, os planos de prevdênca e de seguro de vda que possuam

Leia mais

A estrutura a termo de taxas de juros no Brasil: modelos, estimação, interpolação, extrapolação e testes

A estrutura a termo de taxas de juros no Brasil: modelos, estimação, interpolação, extrapolação e testes A esruura a ermo de axas de juros no Brasl: modelos, esmação, nerpolação, exrapolação e eses Sergo Lus Frankln Jr. Thago Baraa Duare César da Rocha Neves + Eduardo Fraga L. de Melo ++ M.Sc., SUSEP/CGSOA

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.640, DE 4 DE MARÇO DE 2013

CIRCULAR Nº 3.640, DE 4 DE MARÇO DE 2013 CIRCULAR Nº.640, DE 4 DE MARÇO DE 20 Esabelece os procedimenos para o cálculo da parcela dos aivos ponderados pelo risco (RWA), relaiva ao cálculo do capial requerido para o risco operacional mediane abordagem

Leia mais

Conceitos Básicos de Circuitos Elétricos

Conceitos Básicos de Circuitos Elétricos onceos Báscos de rcuos lércos. nrodução Nesa aposla são apresenados os conceos e defnções fundamenas ulzados na análse de crcuos elércos. O correo enendmeno e nerpreação deses conceos é essencal para o

Leia mais

Taxa de Paridade: Real (R$)/Dólar Americano (US$) - IPA-OG Índice Dez/98 = 100 Período: Mar/94 a Fev/2003

Taxa de Paridade: Real (R$)/Dólar Americano (US$) - IPA-OG Índice Dez/98 = 100 Período: Mar/94 a Fev/2003 80 Taxa de Pardade: Real (R$/Dólar Amercano (US$ - IPA-OG Índce Dez/98 00 Período: Mar/94 a Fev/2003 60 40 20 Índce 00 80 60 40 20 0 mar/94 jul/94 Fone: IPA nov/94 mar/95 jul/95 nov/95 mar/96 jul/96 nov/96

Leia mais

Introdução à Computação Gráfica

Introdução à Computação Gráfica Inrodução à Compuação Gráfca Desenho de Consrução Naval Manuel Venura Insuo Superor Técnco Secção Auónoma de Engenhara Naval Sumáro Represenação maemáca de curvas Curvas polnomas e curvas paramércas Curvas

Leia mais

Exemplo pág. 28. Aplicação da distribuição normal. Normal reduzida Z=(900 1200)/200= 1,5. Φ( z)=1 Φ(z)

Exemplo pág. 28. Aplicação da distribuição normal. Normal reduzida Z=(900 1200)/200= 1,5. Φ( z)=1 Φ(z) Exemplo pág. 28 Aplcação da dsrbução ormal Normal reduzda Z=(9 2)/2=,5 Φ( z)= Φ(z) Subsudo valores por recurso à abela da ormal:,9332 = Φ(z) Φ(z) =,668 Φ( z)= Φ(z) Φ(z) =,33 Φ(z) =,977 z = (8 2)/2 = 2

Leia mais

Experiência IV (aulas 06 e 07) Queda livre

Experiência IV (aulas 06 e 07) Queda livre Experênca IV (aulas 06 e 07) Queda lvre 1. Obevos. Inrodução 3. Procedmeno expermenal 4. Análse de dados 5. Quesões 6. Referêncas 1. Obevos Nesa experênca esudaremos o movmeno da queda de um corpo, comparando

Leia mais

5 Endogeneidade A Literatura

5 Endogeneidade A Literatura 5 Endogenedade No capíulo aneror esmamos a varânca condconal da axa de câmbo, levando em cona os possíves efeos das nervenções do Banco Cenral do Brasl nese mercado. Enreano, nesa análse gnorou-se o provável

Leia mais

É a parte da mecânica que descreve os movimentos, sem se preocupar com suas causas.

É a parte da mecânica que descreve os movimentos, sem se preocupar com suas causas. 1 INTRODUÇÃO E CONCEITOS INICIAIS 1.1 Mecânca É a pare da Físca que esuda os movmenos dos corpos. 1. -Cnemáca É a pare da mecânca que descreve os movmenos, sem se preocupar com suas causas. 1.3 - Pono

Leia mais

Análises de ciclos econômicos no Brasil

Análises de ciclos econômicos no Brasil Análses de cclos econômcos no Brasl 1980-2009 Armando Vaz Sampao RESUMO - As sequêncas de expansões e conrações da avdade econômca são conhecdas como cclos econômcos e afeam odos os agenes econômcos. O

Leia mais

MECÂNICA CLÁSSICA. AULA N o 3. Lagrangeano Princípio da Mínima Ação Exemplos

MECÂNICA CLÁSSICA. AULA N o 3. Lagrangeano Princípio da Mínima Ação Exemplos MECÂNICA CÁSSICA AUA N o 3 agrangeano Prncípo da Mínma Ação Exemplos Todas as les da Físca êm uma esruura em comum: as les de uma parícula em movmeno sob a ação da gravdade, o movmeno dado pela equação

Leia mais

Revisão dos Modelos de Projeção de Pequeno Porte 2015

Revisão dos Modelos de Projeção de Pequeno Porte 2015 Revsão dos Modelos de Projeção de Pequeno Pore 05 Os modelos de projeção consuem mporane nsumo para auxlar o processo de omada de decsão do omê de Políca Moneára (opom). Especfcamene denre os modelos de

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO Nº 488, DE 29 DE AGOSTO DE 2002

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO Nº 488, DE 29 DE AGOSTO DE 2002 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO Nº 488, DE 29 DE AGOSTO DE 2002 Regulamenta o estabelecdo na Resolução CNPE n 7, de 21 de agosto de 2002, aprovada pela Presdênca da Repúblca em 22

Leia mais

Crescimento econômico e restrição externa: Um modelo de simulação pós-keynesiano

Crescimento econômico e restrição externa: Um modelo de simulação pós-keynesiano Crescmeno econômco e resrção exerna: Um modelo de smulação pós-keynesano Mara Isabel Busao 1 Maro Luz Possas 2 Resumo O argo busca dscur a dnâmca do crescmeno econômco das economas em desenvolvmeno a parr

Leia mais

CONCEITOS INICIAIS DE ESTATÍSTICA MÓDULO 2 DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIA - ELEMENTOS Prof. Rogério Rodrigues

CONCEITOS INICIAIS DE ESTATÍSTICA MÓDULO 2 DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIA - ELEMENTOS Prof. Rogério Rodrigues CONCEITOS INICIAIS DE ESTATÍSTICA MÓDULO DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIA - ELEMENTOS Prof. Rogéro Rodrgues I) TABELA PRIMITIVA E DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIA : No processo de amostragem, a forma de regstro mas

Leia mais

Decomposição das taxas de homicídios no Brasil e seus estados: a demografia é de fato importante?

Decomposição das taxas de homicídios no Brasil e seus estados: a demografia é de fato importante? Decomposção das axas de homcídos no Brasl e seus esados: a demografa é de fao mporane? Ar Francsco de Araujo Junor * Cláudo Djssey Shkda ** Resumo - Ese argo esuda a relação enre faores demográfcos e axa

Leia mais

3 Modelos de Apreçamento de Opções

3 Modelos de Apreçamento de Opções 3 Modelos de Apreçameno de Opções Preços de fuuros na Bolsa de Valores, na práca, são defndos de forma lvre na BM&FBOVESPA a parr das relações apresenadas enre ofera e demanda. Para que a formação de as

Leia mais

Uma análise da não-linearidade da função de reação do Banco Central do Brasil: Avesso a Inflação ou a Recessão?

Uma análise da não-linearidade da função de reação do Banco Central do Brasil: Avesso a Inflação ou a Recessão? Uma análse da não-lneardade da função de reação do Banco Cenral do Brasl: Avesso a Inflação ou a Recessão? Terence de Almeda Pagano José Luz Ross Júnor Insper Workng Paper WPE: 88/9 Coprgh Insper. Todos

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.640, DE 4 DE MARÇO DE 2013

CIRCULAR Nº 3.640, DE 4 DE MARÇO DE 2013 CIRCULAR Nº.640, DE 4 DE MARÇO DE 201 Estabelece os procedimentos para o cálculo da parcela dos ativos ponderados pelo risco (RWA), relativa ao cálculo do capital requerido para o risco operacional mediante

Leia mais

Projeto de Inversores e Conversores CC-CC

Projeto de Inversores e Conversores CC-CC eparameno de Engenhara Elérca Aula. onversor Buck Prof. João Amérco lela Bblografa BAB, vo. & MANS enzar ruz. onversores - Báscos Não-solados. ª edção, UFS,. MOHAN Ned; UNEAN ore M.; OBBNS Wllam P. Power

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 62, DE 5 DE MAIO DE 2004

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 62, DE 5 DE MAIO DE 2004 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 62, DE 5 DE MAIO DE 2004 Estabelece os procedmentos para o cálculo do montante correspondente à energa de referênca de empreendmento de

Leia mais

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião Porcenagem As quaro primeiras noções que devem ser assimiladas a respeio do assuno são: I. Que porcenagem é fração e fração é a pare sobre o odo. II. Que o símbolo % indica que o denominador desa fração

Leia mais

Richard John Brostowicz Junior. Futuros de swap de variância e volatilidade na BM&F - apreçamento e viabilidade de hedge

Richard John Brostowicz Junior. Futuros de swap de variância e volatilidade na BM&F - apreçamento e viabilidade de hedge FACULDADE IBMEC SÃO PAULO Programa de Mesrado Profssonal em Economa Rchard John Brosowcz Junor Fuuros de swap de varânca e volaldade na BM&F - apreçameno e vabldade de hedge São Paulo 009 Lvros Grás hp://www.lvrosgras.com.br

Leia mais

Contrato Futuro de Taxa Média das Operações Compromissadas de Um Dia (OC1) com Lastro em Títulos Públicos Federais

Contrato Futuro de Taxa Média das Operações Compromissadas de Um Dia (OC1) com Lastro em Títulos Públicos Federais Conrao Fuuro de Taxa Média das Operações Compromissadas de Um Dia (OC1) com Lasro em Tíulos Públicos Federais Especificações 1. Definições Conrao Fuuro de OC1: Taxa Média das Operações Compromissadas de

Leia mais

PROF. DR. JACQUES FACON LIMIARIZAÇÃO POR ENTROPIA DE WULU

PROF. DR. JACQUES FACON LIMIARIZAÇÃO POR ENTROPIA DE WULU 1 PUCPR- Ponfíca Unversdade Caólca Do Paraná PPGIA- Programa de Pós-Graduação Em Informáca Aplcada PROF. DR. JACQUES FACON IMIARIZAÇÃO POR ENTROPIA DE WUU Resumo: Uma nova écnca de marzação baseada em

Leia mais

PROPOSIÇÃO DE CÁLCULO DO FATOR X EM CONTRATOS DE TELECOMUNICAÇÕES CONSIDERANDO MEDIDAS DE EFICIÊNCIA DEA

PROPOSIÇÃO DE CÁLCULO DO FATOR X EM CONTRATOS DE TELECOMUNICAÇÕES CONSIDERANDO MEDIDAS DE EFICIÊNCIA DEA XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO A Engenhara de Produção e o Desenvolvmeno Susenável: Inegrando Tecnologa e Gesão. Salvador, BA, Brasl, 06 a 09 de ouubro de 2009 PROPOSIÇÃO DE CÁLCULO DO

Leia mais

Número 17. Evolução Recente da Informalidade no Brasil: Uma Análise Segundo Características da Oferta e Demanda de Trabalho

Número 17. Evolução Recente da Informalidade no Brasil: Uma Análise Segundo Características da Oferta e Demanda de Trabalho TEXTO PARA DSCUSSÃO Número 7 Evolução Recene da nformaldade no Brasl: Uma Análse Segundo Caraceríscas da Ofera e Demanda de Trabalho Fernando Holanda Barbosa Flho Rodrgo Leandro de Moura Agoso de 202 Evolução

Leia mais

METODOLOGIA DO ÍNDICE CARBONO EFICIENTE (ICO2)

METODOLOGIA DO ÍNDICE CARBONO EFICIENTE (ICO2) METODOLOGIA DO ÍNDICE CARBONO Abrl/2015 [data] METODOLOGIA DO ÍNDICE CARBONO O ICO2 é o resultado de uma cartera teórca de atvos, elaborada de acordo com os crtéros estabelecdos nesta metodologa. Os índces

Leia mais

Algarismos Significativos Propagação de Erros ou Desvios

Algarismos Significativos Propagação de Erros ou Desvios Algarsmos Sgnfcatvos Propagação de Erros ou Desvos L1 = 1,35 cm; L = 1,3 cm; L3 = 1,30 cm L4 = 1,4 cm; L5 = 1,7 cm. Qual destas meddas está correta? Qual apresenta algarsmos com sgnfcado? O nstrumento

Leia mais

Elaboração: Fevereiro/2008

Elaboração: Fevereiro/2008 Elaboração: Feverero/2008 Últma atualzação: 19/02/2008 E ste Caderno de Fórmulas tem por objetvo esclarecer aos usuáros a metodologa de cálculo e os crtéros de precsão utlzados na atualzação das Letras

Leia mais

Agosto Perspectivas da Balança Comercial Brasileira Há Risco de Desindustrialização?

Agosto Perspectivas da Balança Comercial Brasileira Há Risco de Desindustrialização? Agoso 2011 Perspecvas da Balança Comercal Braslera Há Rsco de Desndusralzação? 1 Apex-Brasl Maurco Borges Presdene Ana Paula Gumarães Dreora de Gesão e Planejameno Rogéro Belln Dreor de Negócos Ana Paula

Leia mais

MECÂNICA CLÁSSICA. AULA N o 4. Carga de Noether- Simetrias e Conservação

MECÂNICA CLÁSSICA. AULA N o 4. Carga de Noether- Simetrias e Conservação MECÂNIC CLÁSSIC UL N o 4 Carga de Noeher- Smeras e Conservação Vamos ver o caso de uma parícula movendo-se no plano, porém descrevendo-a agora em coordenadas polares: r r d dr T T m dr m d r d d m r m

Leia mais

A DINÂMICA DOS TERMOS DE TROCA E DA BALANÇA COMERCIAL: CURVA S NA EUROPA?

A DINÂMICA DOS TERMOS DE TROCA E DA BALANÇA COMERCIAL: CURVA S NA EUROPA? Prospecva e Planeameno, 7 2 A DINÂMICA DOS TERMOS DE TROCA E DA BALANÇA COMERCIAL: CURVA S NA EUROPA? Alda Ro Drecção Geral de Esudos e Prevsão Alexandra Ferrera @ Deparameno de Prospecva e Planeameno

Leia mais

CIBRIUS INSTITUTO CONAB DE SEGURIDADE SOCIAL

CIBRIUS INSTITUTO CONAB DE SEGURIDADE SOCIAL CIBRIUS INSTITUTO CONAB SEGURIDA SOCIAL Plano ConabPrev (COM BASE NA PROPOSTA REGULAMENTO A SER SUBMETIDA A PREVIC Noa Técnca Auaral 060/13 (Refcada) Agoso/2015 1 ÍNDICE 1 OBJETIVO... 5 2 GLOSSÁRIO...

Leia mais

2 Sistemas de Reconhecimento de Voz

2 Sistemas de Reconhecimento de Voz 2 Ssemas de Reconhecmeno de Voz O desenvolvmeno de nerfaces homem-máquna conroladas pela voz vsa subsur, em ceras aplcações, as nerfaces radconas as como eclados, panés e dsposvos smlares. Nese cenáro

Leia mais

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO CONSONNI

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO CONSONNI FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO CONSONNI MODELAGEM DE SUPERFÍCIES DE VOLATILIDADE PARA OPÇÕES COM BAIXA LIQUIDEZ SOBRE PARES DE MOEDAS, CUJOS COMPONENTES APRESENTAM OPÇÕES

Leia mais

CAPÍTULO 2 DESCRIÇÃO DE DADOS ESTATÍSTICA DESCRITIVA

CAPÍTULO 2 DESCRIÇÃO DE DADOS ESTATÍSTICA DESCRITIVA CAPÍTULO DESCRIÇÃO DE DADOS ESTATÍSTICA DESCRITIVA. A MÉDIA ARITMÉTICA OU PROMÉDIO Defnção: é gual a soma dos valores do grupo de dados dvdda pelo número de valores. X x Soma dos valores de x número de

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário FII Anhanguera Educacional (FAED11)

Fundo de Investimento Imobiliário FII Anhanguera Educacional (FAED11) Informações Objeto e Perfl do Fundo A aqusção de terrenos, móves comercas ou de dretos reas a eles relatvos, para o desenvolvmento, amplação e exploração destes medante locação para o Grupo Anhanguera

Leia mais

Instituto de Física USP. Física V Aula 30. Professora: Mazé Bechara

Instituto de Física USP. Física V Aula 30. Professora: Mazé Bechara Insuo de Físca USP Físca V Aula 30 Professora: Maé Bechara Aula 30 Tópco IV - Posulados e equação básca da Mecânca quânca 1. Os posulados báscos da Mecânca Quânca e a nerpreação probablísca de Ma Born.

Leia mais

3 Teoria de imunização

3 Teoria de imunização 33 3 Teora de munzação Como fo vso, o LM é um gerencameno conuno de avos e passvos como o nuo de dmnur ou aé elmnar os rscos enfrenados pelas nsuções fnanceras. Deses rscos, o rsco de axa de uros represena

Leia mais

Análise do Desempenho dos Gestores de Fundos, baseada nas Transações e nas Participações das Carteiras

Análise do Desempenho dos Gestores de Fundos, baseada nas Transações e nas Participações das Carteiras Vâna Sofa Sequera Umbelno Análse do Desempenho dos Gesores de Fundos, baseada nas Transações e nas Parcpações das Careras Dsseração de Mesrado apresenado à Faculdade de Economa da Unversdade de Combra

Leia mais

Pró-Reitoria de Pesquisa, Inovação e Pós-Graduação. Resumo Expandido

Pró-Reitoria de Pesquisa, Inovação e Pós-Graduação. Resumo Expandido Pró-Reora de Pesqusa, Inovação e Pós-Graduação Resumo Expanddo Tíulo da Pesqusa: Invesmeno Dreo Esrangero e Crescmeno Econômco no Brasl: um esudo de casualdade. Palavras-chave: Invesmeno Dreo Esrangero,

Leia mais

Metodologia dos Índices S&P E.U.A.

Metodologia dos Índices S&P E.U.A. Meodologa dos Índces S&P E.U.A. Dezembro 2013 S&P Dow Jones Indces: Meodologa do índce Índce Inrodução 3 Famíla de ndces Créro de elegbldade 3 5 Adções - S&P 500, S&P MdCap 400 e S&P SmallCap 600 5 Exclusões

Leia mais

Análise da Confiabilidade de Componentes Não Reparáveis

Análise da Confiabilidade de Componentes Não Reparáveis Análse da onfabldade de omponenes Não Reparáves. omponenes versus Ssemas! Ssema é um conjuno de dos ou mas componenes nerconecados para a realzação de uma ou mas funções! A dsnção enre ssema, sub-ssema

Leia mais

RESULTADOS TEÓRICOS PARA TURBULÊNCIA GERADA POR DUAS GRELHAS OSCILANTES

RESULTADOS TEÓRICOS PARA TURBULÊNCIA GERADA POR DUAS GRELHAS OSCILANTES RESULTADOS TEÓRICOS PARA TURBULÊNCIA GERADA POR DUAS GRELHAS OSCILANTES Harry Edmar Schulz Fazal Hussan Chaudhry USP - Escola de Engenhara de São Carlos, Deparameno de Hdráulca e Saneameno Laboraóro de

Leia mais

defi departamento de física

defi departamento de física def deparameno de físca Laboraóros de Físca www.def.sep.pp.p Equações de Fresnel Insuo Superor de Engenhara do Poro Deparameno de Físca Rua Dr. Anóno Bernardno de Almeda, 431 400-07 Poro. Tel. 8 340 500.

Leia mais

Redução dos Dados. Júlio Osório. Medidas Características da Distribuição. Tendência Central (Localização) Variação (Dispersão) Forma

Redução dos Dados. Júlio Osório. Medidas Características da Distribuição. Tendência Central (Localização) Variação (Dispersão) Forma Redução dos Dados Júlo Osóro Meddas Característcas da Dstrbução Tendênca Central (Localzação) Varação (Dspersão) Forma 1 Meddas Característcas da Dstrbução Meddas Estatístcas Tendênca Central Dspersão

Leia mais

4 Premissas quanto aos Modelos de Despacho de Geração, Formação do Preço da Energia e Comercialização de Energia

4 Premissas quanto aos Modelos de Despacho de Geração, Formação do Preço da Energia e Comercialização de Energia 61 4 Premssas quano aos Modelos de Despacho de Geração, Formação do Preço da Energa e Comercalzação de Energa 4.1. Inrodução A remuneração de uma geradora depende do modelo de despacho de geração e formação

Leia mais

O Relacionamento entre a Taxa de Câmbio R$/US$ e Fundamentos

O Relacionamento entre a Taxa de Câmbio R$/US$ e Fundamentos O Relaconameno enre a axa de Câmbo R$/US$ e Fundamenos Rodrgo Mederos José Luz Ross Júnor Insper Workng Paper WPE: 90/009 Copyrgh Insper. odos os dreos reservados. É probda a reprodução parcal ou negral

Leia mais

CAPÍTULO 1 REPRESENTAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE SISTEMAS. Sistema monovariável SISO = Single Input Single Output. s 1 s 2. ... s n

CAPÍTULO 1 REPRESENTAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE SISTEMAS. Sistema monovariável SISO = Single Input Single Output. s 1 s 2. ... s n 1 CAPÍTULO 1 REPREENTAÇÃO E CLAIFICAÇÃO DE ITEMA 1.1. Represenação de ssemas 1.1.1. semas com uma enrada e uma saída (IO) e sema monovarável IO = ngle Inpu ngle Oupu s e = enrada s = saída = ssema 1.1..

Leia mais

XXXI OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA PRIMEIRA FASE NÍVEL 3 (Ensino Médio) GABARITO

XXXI OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA PRIMEIRA FASE NÍVEL 3 (Ensino Médio) GABARITO XXXI OLIMPÍ RSILEIR E MTEMÁTI PRIMEIR FSE NÍVEL Ensino Médio RITO RITO NÍVEL 6 E 6 7 7 E 9 9 5 0 E 5 0 E 5 ada quesão da Primeira Fase vale pono. Toal de ponos no Nível 5 ponos. guarde a pulicação da Noa

Leia mais

PROSPETO INFORMATIVO EUR NB DUAL DESEMPENHO EUROPEU PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

PROSPETO INFORMATIVO EUR NB DUAL DESEMPENHO EUROPEU PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO PROSPETO INFORMATIVO EUR NB DUAL DESEMPENHO EUROPEU 07-09 PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Desgnação EUR NB DUAL DESEMPENHO EUROPEU 07-09 Classcação Caracterzação do produto Produto Fnancero Complexo Depósto

Leia mais

PRECIFICAÇÃO INTERNACIONAL DE ATIVOS BRASILEIROS: TESTE DO MORGAN STANLEY CAPITAL INTERNATIONAL (MSCI) WORLD EQUITY INDEX

PRECIFICAÇÃO INTERNACIONAL DE ATIVOS BRASILEIROS: TESTE DO MORGAN STANLEY CAPITAL INTERNATIONAL (MSCI) WORLD EQUITY INDEX PECIFICAÇÃO INTENACIONAL DE ATIVOS BASILEIOS: TESTE DO MOGAN STANLEY CAPITAL INTENATIONAL (MSCI) WOLD EQUITY INDEX Auora: enê Coppe Pmenel, Govan Anono Slva Bro, Flavo Donzee Basella O argo revsa os prncpas

Leia mais

Estatística I Licenciatura MAEG 2006/07

Estatística I Licenciatura MAEG 2006/07 Estatístca I Lcencatura MAEG 006/07 AMOSTRAGEM. DISTRIBUIÇÕES POR AMOSTRAGEM.. Em determnada unversdade verfca-se que 30% dos alunos têm carro. Seleccona-se uma amostra casual smples de 0 alunos. a) Qual

Leia mais

COEFICIENTES DE ABERTURA COMERCIAL: EVOLUÇÃO DA INDÚSTRIA GAÚCHA ENTRE 1998 E 2011

COEFICIENTES DE ABERTURA COMERCIAL: EVOLUÇÃO DA INDÚSTRIA GAÚCHA ENTRE 1998 E 2011 1 COEFICIENTES DE ABERTURA COMERCIAL: EVOLUÇÃO DA INDÚSTRIA GAÚCHA ENTRE 1998 E 2011 Área Temáca: 5- Economa Indusral Resol Bender Flho Professor Adjuno do Programa de Pós-Graduação em Admnsração da Unversdade

Leia mais

Artigos IMPACTO DA PRECIPITAÇÃO EDOS EFEITOS DE CALENDÁRIO NAS VENDAS DE CIMENTO* Maria Helena Nunes**

Artigos IMPACTO DA PRECIPITAÇÃO EDOS EFEITOS DE CALENDÁRIO NAS VENDAS DE CIMENTO* Maria Helena Nunes** Argos IMPACTO DA PRECIPITAÇÃO EDOS EFEITOS DE CALENDÁRIO NAS VENDAS DE CIMENTO* Mara Helena Nunes** 1. INTRODUÇÃO * As opnões expressas no argo são da nera responsabldade da auora e não concdem necessaramene

Leia mais

Sistema de Suporte à Decisão para Predição de Cargas e Modelagem de Dependência em Sistemas Elétricos de Potência

Sistema de Suporte à Decisão para Predição de Cargas e Modelagem de Dependência em Sistemas Elétricos de Potência Anas do XXVI Congresso da SBC SEMISH l XXXIII Semnáro Inegrado de Sofware e Hardware 14 a 20 de julho de 2006 Campo Grande, MS Ssema de Supore à Decsão para Predção de Cargas e Modelagem de Dependênca

Leia mais

Elaboração: Novembro/2005

Elaboração: Novembro/2005 Elaboração: Novembro/2005 Últma atualzação: 18/07/2011 Apresentação E ste Caderno de Fórmulas tem por objetvo nformar aos usuáros a metodologa e os crtéros de precsão dos cálculos referentes às Cédulas

Leia mais

R X. X(s) Y Y(s) Variáveis aleatórias discretas bidimensionais

R X. X(s) Y Y(s) Variáveis aleatórias discretas bidimensionais 30 Varáves aleatóras bdmensonas Sea ε uma experênca aleatóra e S um espaço amostral assocado a essa experênca. Seam X X(s) e Y Y(s) duas funções cada uma assocando um número real a cada resultado s S.

Leia mais

Aquisição de Equipamentos Informáticos e de Comunicação

Aquisição de Equipamentos Informáticos e de Comunicação Aqusção de Equpamentos Informátcos e de Comuncação Concurso úblco Nº 02/CCV/2016 ANÚNCIO DO CONCURSO UBLICO Nº 02/CCV/2016 Aqusção de Equpamentos Informátcos e de Comuncação 1. Entdade Adjudcante Correos

Leia mais

Palavras-Chave: Método Estrutural-diferencial; Economia regional; Desenvolvimento econômico.

Palavras-Chave: Método Estrutural-diferencial; Economia regional; Desenvolvimento econômico. O méodo esruural-dferencal: aplcação da adapação de Herzog e Olsen para a mcrorregão de Marngá frene à economa paranaense 1994/28 1 Srucural-dfferenal mehod: mplemenaon of he Herzog and Olsen adapaon o

Leia mais

MODELOS PARA A UTILIZAÇÃO DAS OPERAÇÕES DE REDESCONTO PELOS BANCOS COM CARTEIRA COMERCIAL NO BRASIL

MODELOS PARA A UTILIZAÇÃO DAS OPERAÇÕES DE REDESCONTO PELOS BANCOS COM CARTEIRA COMERCIAL NO BRASIL MODELOS PARA A UTILIZAÇÃO DAS OPERAÇÕES DE REDESCONTO PELOS BANCOS COM CARTEIRA COMERCIAL NO BRASIL Sérgo Mko Koyama Deparameno de Esudos e Pesqusas, Banco Cenral do Brasl Márco Issao Nakane Deparameno

Leia mais

A economia política e os fluxos de capitais brasileiros pós-plano Real # Versão Divanildo Triches *

A economia política e os fluxos de capitais brasileiros pós-plano Real # Versão Divanildo Triches * Texos para dscussão nº 018 IPES-UCS A economa políca e os fluxos de capas brasleros pós-plano Real # Versão 15.02.06 Dvanldo Trches * Resumo O presene esudo em como objevo nvesgar algumas quesões assocadas

Leia mais

ESTIMAÇÃO DA VOLATILIDADE PARA A SÉRIE DO IBOVESPA: APLICAÇÃO DE MODELOS DE MEMÓRIA CURTA

ESTIMAÇÃO DA VOLATILIDADE PARA A SÉRIE DO IBOVESPA: APLICAÇÃO DE MODELOS DE MEMÓRIA CURTA XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Maurdade e desafos da Engenhara de Produção: compevdade das empresas, condções de rabalho, meo ambene. São Carlos, SP, Brasl, a5 de ouubro de. ESTIMAÇÃO

Leia mais

DINÂMICA E PREVISÃO DE PREÇOS DE COMMODITIES AGRÍCOLAS COM O FILTRO DE KALMAN

DINÂMICA E PREVISÃO DE PREÇOS DE COMMODITIES AGRÍCOLAS COM O FILTRO DE KALMAN XXVIII ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DINÂICA E PREVISÃO DE PREÇOS DE COODITIES AGRÍCOLAS CO O FILTRO DE KALAN Flávo Pnhero Corsn (POLI-USP) flavo.corsn@gmal.com Celma de Olvera Rbero (POLI-USP)

Leia mais

S&P Dow Jones Indices: Metodologia da matemática dos índices

S&P Dow Jones Indices: Metodologia da matemática dos índices S&P Dow Jones Indces: Meodologa da maemáca dos índces S&P Dow Jones Indces: Meodologa do índce Ouubro 2013 Índce Inrodução 3 Dferenes varedades de índces 3 O dvsor do índce 4 Índces ponderados por capalzação

Leia mais