Crescimento econômico e restrição externa: Um modelo de simulação pós-keynesiano

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1 Crescmeno econômco e resrção exerna: Um modelo de smulação pós-keynesano Mara Isabel Busao 1 Maro Luz Possas 2 Resumo O argo busca dscur a dnâmca do crescmeno econômco das economas em desenvolvmeno a parr do prncípo da demanda efeva keynesano e kaleckano e dos modelos de crescmeno lderado pela demanda e resro pelo balanço de pagamenos, concebdos pela Cepal e desenvolvdos por Thrlwall. Para ano, desenvolveu-se um modelo eórco de smulação capaz de capar os efeos sobre o balanço de pagamenos e sobre as axas de crescmeno da economa sob dferenes padrões de crescmeno. As prncpas conclusões que se pôde exrar do modelo foram: ) as axas de crescmeno de uma economa cuja dnâmca é exclusvamene mpulsonada pelas condções nernas serão em algum momeno resrngdas pelo aumeno da vulnerabldade exerna; e ) se os seores produvos conseguem nroduzr uma dnâmca novava, por meo do nvesmeno auônomo, capaz de aumenar a compevdade de seus produos, aumenando o coefcene de exporação, a economa crescerá mpulsonada pela dnâmca nerna, posergando mas não elmnando o rsco de vulnerabldade exerna. Palavras-chave: Crescmeno Econômco; Resrção Exerna; Modelos de Smulação. Absrac Ths paper dscusses he dynamcs of economc growh n developng economes usng he Keynesan and Kaleckan effecve demand prncple as well as balance of paymens consraned demand-led growh models, conceved by ECLAC (Economc Comsson for Lan Amerca and Carbbean) and developed by Thrlwall. To hs effec a compuer smulaon model was developed o capure he effecs on he balance of paymens and on economc growh raes under dfferen growh paerns. The man conclusons drawn were: ) growh raes of an economy n whch he dynamcs s exclusvely drven by nernal condons wll, from a ceran pon, be consraned by he rase n he exernal vulnerably; ) f producve secors are able o nroduce nnovave dynamcs hrough auonomous nvesmen, rasng he compeveness of her producs and herefore he expors coeffcens, economc growh wll be drven by nernal demand, posponng, alhough no precludng, he rsk of foregn vulnerably. Keywords: Economc Growh; Foregn Consran; Smulaon Models. ÁREA: (v) Crescmeno e Dsrbução de Renda 1 Professora Adjuna do Insuo de Três Ros/UFRRJ. Douora em economa pelo IE/UFRJ. 2 Professor ular do IE/UFRJ.

2 I - Inrodução O argo em como objevo conrbur para a análse da dnâmca macroeconômca sob resrção exerna, buscando examnar algumas das crcunsâncas em que a resrção se orna mas efeva em lmar o crescmeno econômco. Pare-se do modelo macroeconômco mulsseoral desenvolvdo por Possas & Dweck & Ref (24); Ref (26) e em como elemenos eórcos noreadores: ) o PDE (Prncípo da Demanda Efeva) keynesano e kaleckano e seus efeos mulplcadores e aceleradores que fundamena as decsões de produzr e de nvesr dos agenes econômcos; ) a ncereza fundamenal e a enava dos agenes de se proeger dela ulzando o comporameno da maora ou da méda 3. Com sso, em suações de relava esabldade os agenes ulzaram o passado recene como o melhor gua para o fuuro próxmo; e ) as conrbuções analícas a respeo da resrção exerna: ncadas pela Cepal e amplamene dfunddas pelos rabalhos de Thrlwall. Para a análse dnâmca serão ulzadas écncas de smulação, um nsrumenal analíco compuaconal por meo do qual se confgurou uma economa eslzada nsprada parcularmene em alguns elemenos enconrados em economas em desenvolvmeno dvdda em seores (modelo mulsseoral) e abera aos fluxos exernos (comercas e fnanceros). O emprego da écnca de smulação, ao admr rajeóras em abero (sem equlíbros endencas), possbla analsar os efeos da resrção exerna sobre o crescmeno a parr de dferenes cenáros. Ese nsrumenal mosra-se mas adequado para o modelo adoado (elevado número de equações e múlplas nerações enre as varáves) e para angr o objevo proposo. Com sso, a análse da rajeóra (soluções) pode ser obda com maor flexbldade e realsmo por meo da smulação compuaconal, cuja solução numérca depende das hpóeses e das condções ncas, bem como dos valores dos parâmeros. Dado ese objevo mas geral, o argo preende: ) Smular o crescmeno da economa eslzada nduzdo pela dnâmca esramene nerna endvdameno públco e avalar os efeos sobre a rajeóra de crescmeno com e sem reação dos agenes à pora das condções exernas. Preendese observar se surge resrção endogenamene como resulado do crescmeno nduzdo. ) Analsar o resulado sobre a dnâmca econômca do efeo combnado de crescmeno nduzdo pela dnâmca nerna assocado a uma mudança na compevdade, mplcando mudanças nos coefcenes de mporação e exporação seoras. A hpóese cenral do rabalho é que, em alguma medda, o crescmeno econômco é condconado pelo grau de resrção exerna enfrenado. Esa, por sua vez, depende do grau de desenvolvmeno do país (esruura ndusral e sua consequene paua de exporação), sendo mas sgnfcava em países em desenvolvmeno. Além desa nrodução, apresenam-se na segunda seção, de forma basane resumda, os elemenos eórcos noreadores da pesqusa. Na ercera serão apresenadas as relações causas proposas e algumas equações do modelo eórco. Na quara seção serão apresenados os resulados das smulações. Na úlma seção serão exraídas algumas conclusões. II Demanda efeva e o papel da resrção exerna As conrbuções de Keynes sgnfcaram uma alernava à forma predomnane (aneror e aual) de pensar os deermnanes do nível e da axa de crescmeno da economa. Keynes (1982)[1936] rejeou a dea de que os mecansmos de preços seram capazes de assegurar a auorregulação da economa, resulando no equlíbro com pleno emprego. As fluuações do nível de avdade são para Keynes, em úlma análse, fruo da auação da demanda efeva, mas especfcamene das decsões capalsas de produzr (gerando emprego) e 3 Keynes (1984, p.169 )[1937]. 2

3 de nvesr (deermnando a renda va mulplcador). Ao evocar o Prncípo da Demanda Efeva (PDE) pelo qual a renda não em exsênca ndependene do gaso, sendo dese um produo nsanâneo 4, ele esabeleceu uma eora geral da deermnação do produo e do emprego com base no consumo e nos nvesmenos, sendo eses deermnados pela efcênca margnal do capal junamene com a axa de juros (preferênca pela lqudez). O nvesmeno é para Keynes o faor mas sujeo a repennas e amplas fluuações 5, sendo porano mas relevane para explcar as fluuações econômcas, já que a decsão, após omada, não pode ser reverda sem perdas sgnfcavas. Ademas, nvesr sgnfca rocar algo cero por uma conjecura, pos a decsão de nvesr é efeuada com base em expecavas que poderão ou não se realzar. Porano, Keynes, a despeo de não er desenvolvdo uma eora complea da dnâmca econômca, forneceu os elemenos para que, a parr do PDE, se naugurasse uma nova forma de nerprear eorcamene as causas das fluuações do produo e do emprego, abrangendo ano as fluuações econômcas quano uma possível endênca de longo prazo. Nessa perspecva, o longo prazo não é um esado de equlíbro para o qual a economa ende nauralmene, mas consruído período após período como resulado dos sucessvos curos prazos. Conemporâneo de Keynes, Kaleck (1983)[1954] desenvolveu uma eora da dnâmca capalsa mas complea do pono de vsa analíco a parr do PDE, só que bem dsna da formulada por Keynes. O exclusvo enfoque dado por Kaleck no resulado ex pos (na valdação da produção pelas vendas) ornou mas evdene a essênca do PDE: garandor da deermnação unlaeral das receas (rendas) pelos gasos; em ouras palavras, na consaação de que nas ransações mercans a únca decsão auônoma é a de gasar (comprar, converer dnhero em mercadora) 6. Kaleck, em recho amplamene dvulgado rerado do níco do capíulo 3, dexou claro esse unlaeralsmo ao afrmar que [...] é claro que os capalsas podem decdr consumr e nvesr mas num dado período que no precedene, mas não podem decdr ganhar mas. Porano, são suas decsões quano a nvesmeno e consumo que deermnam os lucros e não vce-versa (1983, p.66)[1954]. Para Kaleck, o esudo da dnâmca capalsa ambém passa pelo enendmeno dos elemenos que deermnam o nvesmeno. O desaque dado a esa varável derva do fao de esa ser como em Keynes 7 o elemeno cenral para explcar o funconameno de uma economa capalsa, pelo seu poencal de nsabldade, sua maor auonoma relava quando comparada ao consumo em relação ao nível de avdade e seu caráer dual 8, que é fundamenal para explcar a dnâmca cíclca. O rabalho semnal de Harrod, publcado em 1939 (An essay n dynamc heory), deu grande mpulso ao debae sobre a dnâmca macroeconômca e represenou uma das prmeras enavas de esender o modelo eórco de Keynes para a dnâmca das economas capalsas. A parr dos anos 6 e 7, os modelos de crescmeno lderado pela demanda, sob a égde do PDE, ganham um mporane ngredene quando se esendeu a análse resra das economas fechadas para economas aberas em geral e para as subdesenvolvdas, em específco. O mulplcador do comérco exeror de Harrod (1962)[1933] fo a base para o desenvolvmeno desses modelos. Segundo esse camnho conrbuíram sgnfcavamene: ) Kaldor, com os possíves valores do produo que equlbraram o balanço de pagamenos e com seu modelo de crescmeno lderado pelas exporações, mas que não faz pare do escopo dese argo; e ) Thrlwall com a formalzação e a exensão das proposções de Kaldor, desenvolvendo a conhecda Le de 4 Possas (1987). 5 Keynes, ((1984)[1937], p.178). 6 Possas, (21, p. 11). 7 A eora das decsões de nvesr em Keynes é muo mas complexa do que a de Kaleck. Enquano o modelo de Keynes enfaza os elemenos moneáro-fnanceros da decsão de nvesr a parr de uma eora geral da aplcação do capal em que as expecavas e a ncereza assumem papel cenral, o modelo de Kaleck realza uma abordagem da dnâmca capalsa sem um raameno explíco às expecavas e à ncereza. 8 Possas (21, p. 114). 3

4 Thrlwall. Sabe-se, porém, que anes do desenvolvmeno desses modelos, a escola cepalna, noadamene Prebsch, já nha argumenado sobre o papel resrvo que o balanço de pagamenos podera er para o crescmeno das economas perfércas, em vrude do po de nserção exerna, dvsão nernaconal do rabalho e, porano, de ndusralzação dos países da regão, mplcando que o crescmeno econômco de as economas não pode prescndr da dscussão acerca de sua esruura produva. Na abordagem do crescmeno lderado pela demanda, os níves e especalmene as axas de crescmeno das economas dvergem ao longo do empo, especalmene em decorrênca das dversas resrções que se mpõem ao crescmeno da demanda. Uma das mas relevanes resrções que enfrenam economas aberas sem moeda conversível é a resrção mposa pela escassez de dvsas. Faos eslzados das rajeóras hsórcas dos países desenvolvdos e perfércos evdencam o papel das resrções exernas para o crescmeno econômco. Vejamos agora, de forma basane snéca, essa quesão a parr de algumas abordagens desacadas: a cepalna e a de Thrlwall. O níco da dscussão Cepalna sobre resrção exerna é daada de fns nos anos 4, quando se buscou analsar o caráer esruural da resrção do BP e seus efeos para o crescmeno econômco dos países perfércos, sobreudo dos lano-amercanos, desacando os efeos resrvos ao crescmeno decorrenes da vulnerabldade exerna, que sera fruo do po de nserção exerna do país e do seu papel na dvsão nernaconal do rabalho. Iso mplcou a dea de que a dscussão sobre crescmeno econômco e resrção exerna em economas perfércas não podera prescndr da quesão da esruura produva daqueles países. A análse dferencada enre o cenro e a perfera fo fundamenal para a escola cepalna, pos a parr dsso fo possível compreender a forma de nserção nernaconal da regão (países da Amérca Lana) que endeu a resrngr o seu crescmeno. Inserção esa que, segundo Belschowsky 9, fo esruurada da segune manera: a perfera é [...] produora de bens e servços com demanda nernaconal pouco dnâmca, mporadora de bens e servços com demanda domésca em rápda expansão, e absorvedora de padrão de consumo e ecnologas adequadas ao cenro mas freqüenemene nadequadas à dsponbldade de recursos e ao nível de renda da perfera. Nesse sendo, cenro-perfera é o bnômo ulzado para descrever o conrase enre as economas perfércas e as cenras no que dz respeo ao crescmeno econômco, ao progresso écnco e ao comérco nernaconal. Para Prebsch, a resrção de dvsas decorrene da especalzação exporadora de produos com baxa elascdade-renda e da mporação de produos de ala elascdade-renda mpeda o avanço pleno da ndusralzação e do crescmeno da regão, já que o ajusameno da capacdade de mporar gerada pelas exporações só podera ser alcançado por meo da redução do crescmeno econômco. Nessa perspecva, a ndusralzação emerge como exo cenral da esraéga cepalna, de modo que a [...] ndusralzação, além de conrbur para a absorção da população que cresce e se desloca de ouras avdades, proporcona ao país em desenvolvmeno os produos manufaurados que ele não pode consegur, dada a sua capacdade lmada de mporar, em função das exporações (PREBISCH, 2, p. 189). Os modelos de crescmeno lderado pela demanda e lmado pelo BP (denomnado BPC Balance of Paymens Consraned Growh) êm sdo desenvolvdos, em versões mas conemporâneas, a parr das conrbuções de Thrlwall. A versão apresenada em Thrlwall (1979) mosrou que a axa de crescmeno de longo prazo compaível com a resrção do BP é dada pela razão enre a axa de crescmeno das exporações (ou elascdade-renda das exporações mulplcada pelo crescmeno mundal) e a elascdade-renda das mporações; resulado conhecdo como Le de Thrlwall 111. Essa dnâmca 9 Belschowsky, (2, p ). 1 Para desenvolver o seu modelo, Thrlwall (1979), em prmero lugar, esabeleceu a condção de equlíbro do BP (equlíbro comercal: exporações = mporações). A condção de equlíbro ornou-se: P X P EM, onde P d é d f 4

5 somene faz sendo quando o equlíbro de longo prazo no BP é um requso, hpóese razoável, já que um país em desenvolvmeno não consegue fnancar, além de ceros lmes, sucessvos défcs comercas. O desempenho das exporações depende conjunuralmene do crescmeno da renda mundal e esruuralmene da compevdade da ndúsra, a qual deermna, em grande pare, os ermos de roca enre os países. McCombe & Thrlwall (1994) e Thrlwall (25) desacam a mporânca da ndusralzação como moor do crescmeno, pos o seor ndusral opera com reornos crescenes de escala e é dfusor de novações, nfluencando a produvdade de oda a economa, aumenando assm sua compevdade (peneração) no mercado exerno. Assm, o dnamsmo ndusral, ao provocar aumeno de produvdade nos demas seores, melhora as condções de compevdade e os ermos de roca o que, por sua vez, se reflee na melhora da cona de ransações correnes, reduzndo a resrção exerna. As axas de crescmeno prevsas pelo modelo de Thrlwall (1979) fcaram bem próxmas das axas de crescmeno observadas nos países desenvolvdos ulzados em sua amosra. No enano, Thrlwall & Hussan (1982) observaram que o poder explcavo do modelo era menor quando se analsavam países em desenvolvmeno. A fm de conemplar a experênca de países em desenvolvmeno, os auores esenderam o modelo orgnal por meo da ncorporação da cona de capal na defnção da condção de equlíbro do BP, já que para países em desenvolvmeno os fluxos de capas consuem uma fone relevane de fnancameno de défcs em ransações correnes, permndo o crescmeno da demanda. Nesse modelo amplado, a condção de equlíbro de longo prazo passa ncorporar a cona de capal, sendo defnda como Pd X C Pf EM, onde C é o valor nomnal dos fluxos de capal meddos em moeda naconal. Em ermos de axa de crescmeno, a condção de equlíbro pode ser expressa por: ( pd x ) (1 ) c pf e m 12, onde c é a axa de crescmeno dos fluxos de capas nomnas, é a parcela das exporações em relação à recea exerna oal ( Pd X C ) para cusear as mporações e1 é a proporção dos fluxos de capal em relação à recea exerna oal. A parr dessa condção de equlíbro do BP e das mesmas funções comporamenas de demanda para as exporações e mporações do modelo o preço das exporações em moeda local; X é a quandade exporada; P f é o preço das mporações em moeda esrangera; E é a axa de câmbo nomnal medda em preço domésco da moeda esrangera; M é o quanum de mporações; e represena o índce de empo. A parr daí defnu as funções de demanda por mporações e por exporações, admu-se que as elascdades-preço e renda das exporações e mporações são deermnadas por faores esruuras e supondo que não ocorram varações nos ermos de roca no longo prazo( p ) d pf e, chega-se à Le de Thrlwall: y z y x /. bp / bp 11 Segundo Thrlwall (25) a realzação de correlações seras enre a axa efeva de crescmeno e a prevsa pela condção de equlíbro no BP garanram e reforçaram o seu achado eórco, pos quase se podera afrmar como le fundamenal que a axa de crescmeno de um país se aproxmará da proporção de sua axa de crescmeno das exporações e de sua elascdade-renda da demanda de mporações [...] desde enão, esse resulado passou a ser conhecdo na leraura especalzada como le de Thrlwall [...], um prevsor poderoso do desempenho dos países em ermos de crescmeno (THIRLWALL, 25, p.65). 12 Esa equação de equlíbro exerno, em ermos de axa, fo dervada da segune equação em ermos de nível: Pd X C Pf EM. onde P d é o preço das exporações em moeda local; X é a quandade exporada; C é o valor do fluxo de capal em moeda domésca, sendo que se C esá ocorrendo uma enrada de capal e se C verfca-se uma saída de capal; P f é o preço das mporações em moeda esrangera; E é a axa de câmbo nomnal; M é a quandade mporada; e represena o empo. No enano, conforme aleram os auores, é precso dar pesos aos componenes do lado esquerdo da equação, de modo que θ e (1-θ) represenam as parcpações relavas das exporações e dos fluxos de capas no fnancameno das mporações. 5

6 canônco, Thrlwall & Hussan (1982) apresenaram a axa de crescmeno do produo compablzada com o equlíbro do BP 13. Em lnhas geras, na versão modfcada por Thrlwall & Hussan (1982), a axa de crescmeno permda pelo equlíbro de BP é dada pela soma ponderada da axa de crescmeno das exporações com a axa de crescmeno da enrada líquda de capas, dvdda pela elascdaderenda das mporações. Assm, a axa de crescmeno conssene com o equlíbro no BP de longo prazo é aquela em que o saldo do BP seja zero no longo prazo, mesmo que sso mplque desequlíbros perssenes na cona correne, os quas poderam ser fnancados ndefndamene pela enrada de capal, numa abordagem smlar ao modelo Mundell-Flemng com perfea mobldade de capas. Assm, consdera-se que, no modelo esenddo, Thrlwall e Hussan conemplam apenas parcalmene a problemáca assocada aos movmenos de capas, já que não ncorporam o monane de pagamenos assocados ao crescmeno do passvo exerno (juros, remessa de lucros, reparação ec.), e nem mesmo a percepção dos agenes caso o passvo exerno aumene além de deermnados paamares. Nesse sendo, o modelo desenvolvdo por Moreno-Brd (1998) fo mas compleo do que o modelo amplado de Thrlwall & Hussan (1982).É precso observar que a enrada de capal, ano va emprésmos como aravés de fluxos volunáros de capal gera sempre, de alguma forma e em algum grau, a possbldade de refluxo desse capal, seja pelo seu reorno (especalmene quando se raa de capal de curo prazo), seja pela remessa de lucros ou pagameno de juros. Logo, o eo para os fluxos é dado pela exgênca de equlíbro no BP no longo prazo dado pelas condções de solvênca da economa e de seus possíves efeos decorrenes da reação dos agenes dane do agravameno dos ndcadores de resrção. O modelo de Moreno-Brd se mosra mas compleo ao nclur esse po de reação dane da pora do endvdameno exerno, chamando a aenção para o fao de que poderão exsr resrções na enrada de capal, especalmene se o padrão de endvdameno não for susenável do pono de vsa do nvesdor exerno. Como resulado se era um afluxo de capas e/ou uma suspensão na enrada, o que gerara resrções. A proposa avenada pelo auor para corrgr a carênca do modelo de Thrlwall e Hussan (1982) fo nclur um ndcador de grau aceável de endvdameno, de modo que o equlíbro do BP requerera a manuenção de uma razão consane enre o saldo em ransações correnes e a renda domésca, de manera a garanr que o grau de endvdameno exerno fosse consane. III - Um modelo macro-mulsseoral: análse do crescmeno para economas aberas O modelo macroeconômco-mulsseoral aqu proposo negra elemenos os eórcos presenes nas dscussões feas na seção aneror e que em sua essênca podem ser assm resumdos: ) no PDE keynesano e kaleckano; e ) o papel que a resrção exerna exerce como um dos mas relevanes empeclhos ao crescmeno da demanda. O modelo é mulsseoral e os seores produvos são classfcados 14 em oo agrupamenos: seores de bens de consumo (duráves 15 e não-duráves 16 ), seores de bens nermedáros (mealúrgcos 17, químcos 18 e ouros 19 ), seor de bens de capal 2, agrculura 21 e servços 22. Os oo 13 Supondo que as elascdades-preço cruzadas das exporações e das mporações são guas às suas respecvas elascdades-preço, a condção de equlíbro do BP com fluxos de capal se dá por: y bp ( pd pf e ) ( )( pd pf e ) z (1 )( c pd ) 14 Ulzando a meodologa do IBGE. 15 Conforme IBGE: fabrcação de aparelhos e equpamenos de maeral elerônco; fabrcação de auomóves, camnhões e ônbus; fabrcação de ouros veículos, peças e acessóros. 16 Fabrcação de produos farmacêucos e de perfumara; ndúsra êxl; fabrcação de argos do vesuáro e acessóros; fabrcação de calçados e de argos de couro e peles; ndúsra do café; benefcameno de produos de orgem vegeal, nclusve fumo; abae e preparação de carnes; resframeno e preparação do lee e lacínos; ndúsra do açúcar; fabrcação e refno de óleos vegeas e de gorduras para almenação; ouras ndúsras almenares e de bebdas; ndúsras dversas. 17 Exrava mneral (exceo combusíves); sderurga; mealurga dos não-ferrosos e ouros produos mealúrgcos. 6

7 seores são agenes desse modelo, que cona anda com: ) consumdores agrupados em quaro classes de renda (A, B, C e D); ) o governo; e ) o seor exerno 23. O modelo em como undade de referênca o período de produção, sendo que um ano eslzado possu quaro períodos de produção. Ses períodos de produção correspondem a um período de nvesmeno (um ano e meo). Essa dsnção enre as decsões de nvesr e de produzr busca refler o fao de que os evenos econômcos ocorrem com emporaldade dsna 24. A segur se apresenam os blocos do modelo 25 : 3.1 Produção programada pp A produção programada (PPG) de cada seor no níco de cada período de produção ( x, ) é função das expecavas exrapolavas 26 vp de vendas para o período ( x, ) 27.Em sua PPG os seores levarão em cona a margem de esoque desejado ( ) 28 ; a dsponbldade de nsumos; e a capacdade produva (, 1 pp, * x, 1 x ) 29. A PPG é defnda: pp vp s, x, 1 x, 1 x ; sujeo à: x. Após defnr a PPG e dados os coefcenes écncos de nsumos naconas e mporados, os seores demandam nsumos necessáros para realzar o processo produvo. Ou seja, a demanda por nsumos é fea no período correne para realzar a PPG no período segune. 3.2 Demanda por bens nermedáros A quandade necessára de nsumos é função da PPG e dos coefcenes écncos de nsumo x n, j, x pp, a a m, j,. A soma dos naconal e mporado e pode ser expressa por: coefcenes écncos é deermnada pela esruura produva e pela relação capal/produo. Enreano, a dsrbução enre o uso de nsumos naconas e mporados poderá se alerar em resposa a varações na renda nerna e aos preços relavos, conforme será explcado no bloco do seor exerno. No níco de cada período, o seor confrona novamene a PPG com o esoque, j, 18 Exração de peróleo e gás naural, carvão e ouros combusíves; fabrcação de elemenos químcos não peroquímcos; refno de peróleo e ndúsra peroquímca; fabrcação de produos químcos dversos; ndúsra de ransformação de maeral plásco. 19 Fabrcação de mneras não meálcos; serraras e fabrcação de argos de madera e mobláro; ndúsra de papel e gráfca; ndúsra da borracha. 2 Fabrcação e manuenção de máqunas e raores; fabrcação de aparelhos e equpamenos de maeral elérco; consrução cvl. 21 Agropecuára. Do seor agrícola são demandados nsumos e bens de consumo não duráves. 22 Servços ndusras de uldade públca; comérco; ranspore; comuncação; nsuções fnanceras; servços presados às famílas; servços presados às empresas; aluguel de móves; admnsração públca; servços prvados nãomercans. 23 Os seores recebem encomendas dos demas seores, das classes de renda, do governo e do seor exerno, sendo que eles não são negrados vercalmene, de modo que cada seor não demanda dele mesmo, com exceção do seor agrícola e dos de bens nermedáros. 24 Uma dscussão meodológca sobre a as nsancas do empo econômco ver Possas (1987, p.54 e seg.). 25 Todas as relações são expressas por equações. Apresenaremos apenas as essencas para compreensão do argumeno. 26 Expecavas calculadas a parr da méda das encomendas efevas passadas Ou seja, o resulado realzado acaba mudando as expecavas subsequenes (KEYNES, 1997, p. 47). O faor de projeção das expecavas, busca capar o grau de confança dos agenes em suas própras expecavas é endógeno e vara em função do ndcador de rsco de nsolvênca do país. 27 As vendas prevsas são calculadas com base nas encomendas efevas passadas e projeadas de acordo com um faor, que busca capar o grau de confança nas expecavas: e e e e x, 1 x, 2 x, 3 x, 4 x e, 3 x e, 4 e e vp Exp x, 1 x, 2 x,, 1, A margem desejada de esoque é raada como parâmero. Ese e ouros parâmeros do modelo são esabelecdos por educaed guess ou, no caso de ausênca de dados empírcos sobre o parâmero, seus valores serão esados de acordo com o méodo de calbração ndrea. 29 A produção dos seores pode ser lmada pela capacdade produva consderando uma margem de sobreulzação. 7

8 dsponível de nsumos no níco do período. Caso se verfque que o esoque dsponível de nsumos não seja nsufcene para realzar sua respecva PPG, faz-se uma demanda exra por nsumos (que poderá ser aendda caso os seores de bens nermedáros enham esoques). Esse procedmeno vsa dar uma margem de ajuse em relação às expecavas que orgnaram a demanda por nsumos no período aneror Invesmeno O nvesmeno vsa () repor capal deprecado; () ajusar a capacdade produva de acordo com as expecavas de venda e com o grau desejado de ulzação da capacdade 31 ; e () fazer frene à concorrênca e a oporundades, componene em grande medda auônomo. O d nvesmeno nduzdo desejado ( x,, ) leva em cona: 1) as vendas prevsas para os próxmos ses ee períodos de produção (= período de nvesmeno) após a enrega dos bens de capal ( x, ) 32 ; 2) a reposção do capal deprecado de acordo coma axa de deprecação que ncdrá sobre o esoque de capal ( x, ); 3) os erros de prevsão comedos no passado; 4) a margem de esoque desejada; e 5) o grau de ulzação desejado capacdade ( ). O nvesmeno pode ser expresso por: d ee 1 x, x, x, (1 ). Além dos nvesmenos nduzdos, os seores realzam a cada período de nvesmeno um gaso auônomo que se vncula à dnâmca concorrencal novava. O nvesmeno auônomo em pare subsu capal deprecado por obsolescênca e não ampla capacdade produva, mas perme que se produzam produos de qualdade superor ou com menor cuso, o que mplca melhora da compevdade méda dos seores. Desse modo, o nvesmeno auônomo 33 é defndo como uma proporção consane do esoque de capal de cada seor. O governo em uma demanda por nvesmeno deermnada pelo coefcene de nvesmeno do governo mulplcado pelos seus gasos oas. O modelo ncorpora uma resrção fnancera ao nvesmeno. O acesso ao crédo é dado pelo capal própro acumulado pela frma (lucro redo), ou seja, de acordo com o prncípo do rsco crescene, a dmensão do capal empresaral e a acumulação de capal funconam como uma lmação do acesso ao crédo. O fnancameno do nvesmeno desejado (nduzdo e auônomo) cona com rês fones: 1) a parcpação esrangera por meo de fluxos de IDE; 2) recursos própros dos seores; e 3) recursos de erceros (emprésmos obdos ano no Ssema Fnancero Naconal (SFN) como no Ssema Fnancero Inernaconal (SFI) 34 ). A dscussão sobre resrção ao fnancameno será dealhada mas à frene Os seores de bens nermedáros exceo o agrícola - êm uma parculardade, uma vez que eles não conhecem seus esoques ex ane, já que poderão aender à demanda exra de nsumos no níco do período. Desse modo, sua demanda de nsumos é dada em função das encomendas efevas recebdas 3 de nsumos dos demas seores com uma margem de exrapolação. 31 Uma decsão essencalmene kaleckana. 32 As vendas prevsas são calculadas com base nas encomendas efevas passadas, porano, o nvesmeno é nduzdo pela axa de crescmeno esperada que é função das encomendas efevas passadas. Dessa manera, as expecavas de crescmeno dzem respeo à axa de crescmeno das EEF e não ao nível de EEF. A projeção poderá sofrer revsões para baxo de acordo com o valor de Exp, que assumrá os valores {1.;.93;.91;.89}, ou seja, a medda que o ndcador de nsolvênca aumena se projea para o fuuro apenas pare do que ocorreu no passado. 33 O nvesmeno auônomo é mando como uma proporção consane do esoque de capal de cada um dos seores: x kad, ka x,, segundo sugesão de Kaleck (1983)[1954], cap. 14, para o nvesmeno agregado. 34 Dos recursos omados de erceros, vne por ceno são omados no mercado nernaconal. 35 Se houver escassez de recursos para fnancar odo o nvesmeno desejado, mpõe-se uma ordem de prordade: 1º se execua a reposção da capacdade deprecada; 2º nvesmeno que vsa a amplação da capacdade; e por úlmo o nvesmeno auônomo. 8

9 3.4 Demanda por bens de consumo A demanda que os seores produores de bens de consumo recebem se resume em procura nerna das famílas e do governo e naquela provenene do exeror (exporação), que será apresenada no bloco do seor exerno. No que dz respeo às famílas, a demanda por bens de consumo de cada uma das quaro classes de renda é calculada mulplcando-se a renda real méda, deermnada em função da defasagem consderada 36, pela respecva propensão a consumr decrescene com a faxa de renda 37, somando-se a sso o consumo auônomo. A demanda por bens de consumo do governo é obda mulplcando os gasos oas do governo pela proporção dos gasos desnados a consumo. 3.5 Produção efeva, vendas observadas e demanda aendda A produção efeva, realzada de acordo com as vendas esperadas, poderá ou não concdr com a demanda efeva (dos seores, classes de renda e governo). Como o modelo é dnâmco, as expecavas de curo prazo sofrem ajuses após a confronação enre a ofera (ex ane) e a demanda (ex pos). Se as expecavas formuladas não se confrmam, o erro provoca acúmulo de esoques ndesejados e as expecavas sofrem ajuses, o mesmo ocorrendo com a decsão de produção subsequene, com consequêncas sobre a dnâmca da economa. 3.6 Preço e Renda Os preços são fxados segundo a radção kaleckana de regra de markup sobre os cusos varáves unáros de produção (saláros e nsumos). O seor agrícola segue uma lógca mas concorrencal e os preços de seus produos exporáves são deermnados pelo mercado nernaconal. A recea líquda de vendas seoral é obda pela mulplcação do preço de venda cobrado pelas vendas realzadas no período, o que equvale à recea brua da produção desconados os mposos ndreos que ncdem sobre as vendas; e as despesas oas de produção dos seores se resumem em gasos com pagameno de saláros e com maéra prma. Os prmeros deermnados de forma paramérca deermnados pela mulplcação do que fo produzdo pelo saláro unáro.os gasos com maéra prma são dvddos enre despesas com nsumos mporados e com nsumos naconas. Os nsumos adqurdos no período correne para vablzar a produção no período segune serão fnancados por capal de gro. O fluxo de capal de gro no período é a dferença enre os gasos oas com nsumos e o pagameno realzado com recursos própros. Esse fluxo acresce o esoque de capal de gro exsene no período aneror, sobre os quas os seores pagaram juros, os quas se ornam recea para o seor de servços. Nas despesas do seor de servços ambém se compuam o reorno sobre a aplcação fnancera das classes, dos seores e sobre o nvesmeno exerno em carera. O lucro bruo do seor é compuado pela dferença enre receas e as despesas. O lucro oal da economa é obdo pelo somaóro do lucro dos seores; e o saláro oal da economa é obdo pela soma dos saláros pagos pelo governo e pelos seores. Dos gasos oas do governo, se supõe que uma proporção fxa se refere a gasos com pagameno de saláros. O somaóro do saláro oal, lucro oal e dos mposos ndreos nos dará o valor do PIB sob a óca da renda: Y L W y y y. 3.7 Governo As avdades prncpas do governo são: arrecadação de mposos (dreos e ndreos), gasos (com pessoal, consumo e nvesmeno), nervenção na economa com meas mplícas de câmbo, de superáv e deermnação da axa de juros. Não há uma regra reava de juros no modelo. O governo gasa com consumo, nvesmeno e pagameno de saláros. A proporção dos gasos para cada um dos desnos é fxa, aplcadas sobre o monane de recursos de que o governo dspõe para 36 Classe A, defasagem de 4 períodos; 3 períodos para a classe B, ;3 para a classe C; e 1 para a D. 37 A dsponbldade de recursos para consumo auônomo depende do grau de endvdameno das classes. 9

10 gasar. Eses são deermnados de acordo com a mea de superáv prmáro, o que os orna endógenos. A mea de superáv é espulada e recalculada a cada quaro períodos de produção ( anualmene ), lmada por eo e pso. A mea poderá varar de acordo com dos créros: a relação dívda públca/pib; e as axas anuas de crescmeno de ambos. Se a razão dívda/pib for nferor a 3%, a mea cará num percenual defndo pelo esablzador auomáco da relação dívda/pib,, ou seja, 1(1 ). Se a razão dívda/pib esver enre 3% e 6% e o PIB crescer mas que a dívda, a mea ambém cará na proporção, caso conráro, a mea anual não muda, 1. Já se a razão dívda/pib superar 6%, a mea aumenará na proporção do esablzador auomáco. O superáv alvo é a mea de superáv em ermos moneáros 38 e nada mas é que o produo da mea de superáv pelo PIB do úlmo período, adconada uma axa de projeção do crescmeno do PIB que é calculada ulzando expecavas da axa de crescmeno médo dos úlmos dos períodos em relação aos dos medaamene anerores. O peso dado às expecavas é função do grau de confança do governo em suas expecavas. O oal de que o governo dspõe para gasar é dado pela dferença enre a arrecadação esperada de mposos e o superáv alvo. A recea oal de mposos é resulado da soma dos mposos dreos e ndreos. Os mposos dreos ncdem sobre a renda (lucro 39 e renda salaral das classes 4 ) e sobre o reorno das aplcações fnanceras. Já os mposos ndreos ncdem sobre a recea brua dos seores. O superáv prmáro é a dferença enre o oal de mposos arrecadados e o oal de gasos públcos realzados. Além das despesas correnes o governo pagará juros sobre seus esoques de dívdas nerna 41 e exerna 42. O défc públco operaconal é a dferença enre pagameno de juros e superáv prmáro. 3.8 Seor exerno e a resrção O bloco do seor exerno é cenral para ese argo. As prncpas alerações feas nesse bloco em relação ao eságo aual da pesqusa foram: () a nclusão de programação para que o fluxo de nvesmeno em carera, o fluxo de IDE, o lucro renvesdo pelo capal esrangero, a remessa de lucros e as expecavas dos agenes sejam sensíves ao ndcador de rsco de nsolvênca (IRI), segundo a radção Moreno-Brd, mas ulzando ndcadores que se consderam mas conssenes do pono de vsa da solvênca exerna; e () os coefcenes de mporação e de exporação de bens de consumo e de nsumos foram consderados sensíves à varação na renda (nerna e exerna), aos preços relavos e à axa de câmbo. Transações Correnes O cálculo do saldo da cona de ransações correne (TC) e o saldo da balança comercal (BC) segue o padrão do BP do Banco Cenral do Brasl. A demanda por exporações desnada aos seores naconas é calculada pela aplcação do coefcene de exporação seoral ( ) sobre a renda exerna, dvdda pelo preço dos bens naconas, para ransformar o valor em undades de produo. A renda mundal cresce por hpóese a uma axa consane ( x ). O coefcene de exporação fo endogenezado a fm de capar o efeo das mudanças nos preços relavos, do crescmeno da renda mundal e do mpaco que o nvesmeno auônomo produz sobre a compevdade dos bens exporáves. Seores com maor concorrênca não-preço, Y 38 1 Y 2 Y 3 Y 4 1 Y 1 1 G Y Y Alíquoa de 2% para odos os seores. 4 A alíquoa de 25% classe A, 15% para a classe B e zero para as classes C e D. 41 G O esoque de dívda nerna, ( DP y ) é gual ao esoque da dívda somado ao défc públco correne. 42 Como o governo não eme ou eserlza moeda, o saldo do BP, a amorzação da dívda exerna e os emprésmos conraídos no exeror mplcam a varação da dívda públca nerna. 1

11 êm seus coefcenes de exporação mas sensíves a alerações no nvesmeno auônomo; já seores com maor concorrênca va preço êm os coefcenes de exporação mas sensíves a mudanças nos preços relavos. Buscou-se reraar a relevânca dos ermos de roca de alerações na renda exerna sobre o coefcene de exporação a fm de capar as conrbuções de Ferrar, Freas e Barbosa-Flho (21); Gala (26), enre ouros, que argumenaram que a elascdade-preço muda em resposa à perssênca de um nível cambal valorzado ou desvalorzado. Incorporamos o argumeno, mas fzemos o coefcene de exporação sensível à varação da axa de câmbo e não ao seu nível. Com sso, o coefcene de exporação vara em função do crescmeno da renda exerna, dos preços relavos dos bens naconas e nernaconas e do mpaco do nvesmeno auônomo sobre a compevdade dos bens produzdos no país. A parcpação das exporações nas vendas oas fo calculada usando por aproxmação a meodologa ulzada pela Fesp 43. Assm, pode-se consrur um ndcador que mosra a parcpação das vendas seoras para o exeror (exporação seoral) nas vendas oas seoras. O oal mporado se resume à soma da mporação de bens de consumo, de nsumos necessáros à produção e de bens de capal. A demanda por mporação é defnda de manera análoga à demanda nerna. A propensão a consumr das classes é um parâmero, mas a dsrbução enre propensão a consumr bens naconas e mporados é função da varação da renda domésca, dos preços relavos e de suas respecvas sensbldades. A mporação de nsumos é função do coefcene-écnco de mporação e da exrapolação para o período segune da produção programada do seor. O coefcene écnco de mporação de nsumos é deermnado a parr de seu valor no úlmo período, da varação nas encomendas efevas recebdas pelo seor e da relação enre os preços dos nsumos naconas e mporados. A mporação oal dos bens de capal é defnda a parr da mulplcação da demanda por bens de capal pelo coefcene de mporação. O valor agregado moneáro das mporações da economa é obdo pela soma dos produos das quandades mporadas de nsumos, bens de consumo e bens de capal pelos respecvos preços nernaconas. Saldo Balança de servços A cona de servço de faores 44 é composa pelo lucro renvesdos 45 e pela remessa de lucros e de juros. O oal dos lucros renvesdos na economa é gual à soma dos lucros renvesdos por cada seor. O lucro relavo à parcpação esrangera é uma parcela do lucro dsrbuído pelos seores. Da parcpação esrangera uma pare será renvesda no país. A parcela de renvesmeno dependerá do ndcador de rsco de nsolvênca (IRI). Se o IRI for nferor ao valor padrão mínmo 46, o renvesmeno ange seu máxmo e será gual a 5% da parcpação esrangera do lucro; se o ndcador esver enre o padrão mínmo e o máxmo, snalzando que há rsco efevo de nsolvênca, o renvesmeno ca para 2%; e se o ndcador for maor que o padrão máxmo aceável, haverá um renvesmeno do lucro da ordem de apenas 1%. Logo, o coefcene de renvesmeno, assumrá os valores {,1;,2;,5}. Assm sendo, o oal dos lucros renvesdos rl lk E lr d pode ser escro da segune forma: y y, 1 PE rl 1., 1 43 Fesp (29). 44 Por smplfcação, esá sendo consderado que o país não em capal no exeror que gere enrada de juros, lucros ou dvdendos. 45 De acordo com a nova meodologa de apuração adoada pelo Banco Cenral do Brasl e segundo a meodologa da quna edção do Manual de BP do Fundo Moneáro Inernaconal, o lucro renvesdo deve ser conablzado com snal negavo no balanço de servços e rendas e com snal posvo na cona fnancera (aumenando o esoque de IDE). Dferene da maora dos PLA s, o BC do Brasl não dvulga esse dado sob o argumeno de que ele não alera o fluxo de dvsas e há dfculdade de esímulos para que as empresas forneçam correamene al nformação. Isso sgnfca que o passvo exerno braslero fca subesmado. No modelo adoaremos o mesmo créro recomendado pelo FMI. 46 IRI 8, Baxo _ rsco; 1,5 IRI 8, Médo _ rsco; IRI 1,5 Alo _ rsco 11

12 O complemeno do renvesmeno é a remessa de lucros para o exeror, que aumena de acordo com a pora do IRI. Se o coefcene de renvesmeno assumr os valores de,1;,2 e,5, a proporção do lucro remeda ao exeror será, respecvamene, de,9;,8 e,5. O oal do pagameno de juros que é remedo ao exeror é dado pelo pagameno de juros sobre os emprésmos e fnancamenos conraídos pelo governo e pelos seores, somados à remuneração do esoque de nvesmeno esrangero em carera aplcado no país. Cona de capal e fnancera A cona de capal e fnancera regsra os fluxos fnanceros e é composa por quaro conas: 1) enrada de nvesmeno dreo esrangero - IDE; 2) movmeno de nvesmeno em carera; 3) emprésmos e fnancamenos, conraídos pelo governo e pelos seores; e 4) amorzações: CC cp nde G nd E A E y y y y y y. IDE Invesmeno dreo esrangero Cada seor possu um percenual do esoque de capal como parcpação esrangera, já que do nvesmeno desejado pelos seores uma parcela sempre será cobera com recursos de IDE. Dane da pora do cenáro exerno, o fluxo de IDE se reduz gradavamene. Se o IRI esver abaxo do lme padrão mínmo, haverá dsponbldade de recursos de IDE gual à parcpação do capal esrangero padrão seoral mulplcado pelo nvesmeno desejado. Se o IRI esver enre o mínmo e o máxmo, começam a haver nqueudes e os recursos de IDE passam a ser de apenas 4% da parcpação esrangera padrão. Se o ndcador esá acma do valor padrão máxmo, os recursos de IDE esarão dsponíves em apenas 2% da parcpação padrão. Invesmeno em carera O movmeno de capal especulavo em carera é deermnado a parr de um valor de referênca 47 e é movado pelo dferencal enre juros nernos e exernos, pelo rsco-país e pela expecava de desvalorzação cambal. Além dsso, se o IRI superar o lme aceável, haverá saída cp de uma parcela,, do esoque do nvesmeno em carera. Se o IRI é nferor ao valor padrão cp mínmo, e não há saídas movadas pelo rsco de nsolvênca. Se o ndcador esver enre o cp padrão mínmo e máxmo,,3, mplcando que haverá uma saída de 3% do esoque de capal durane o empo em que o ndcador de nsolvênca permanecer nese paamar. Se o IRI assumr valores superores àquele máxmo, haverá saída de 8% do esoque. Emprésmos de regulação Além dos movmenos auônomos de capas, a cona de capal e fnancera poderá englobar anda os emprésmos ao governo que ncorporam as operações de regulação decorrenes da apuração do saldo do BP, do saldo das reservas e da mea de reservas do governo. Após apurado o saldo do BP, poderá anda haver movmeno de capas compensaóros caso o volume de reservas apurados após o pré fechameno do BP seja nferor à mea esabelecda pelo governo. Nesse caso, o governo omará emprésmos, alerando o saldo de cona de capal, bem como o do BP. Na práca sso ocorre da segune forma: apura-se o saldo da cona de capal pré (para verfcar a necessdade de omada de emprésmos compensaóros), soma-se a esa o saldo em reservas acumuladas no úlmo período, obendo-se assm o saldo de reservas no período correne, e subra-se a mea de reservas. Se o valor for posvo, não haverá necessdade de emprésmos compensaóros; caso seja negavo, ese será o valor da omada do emprésmo pelo governo, aumenando assm o saldo da balança de capal e fnancera e, consequenemene, o saldo do BP, razendo as reservas para a mea esabelecda. Saldos, esoques e demas ndcadores Passvo exerno, axa de câmbo e mea de reservas O passvo exerno líqudo é gual ao passvo exerno desconadas as reservas; já o passvo exerno de curo prazo é composo pelo esoque de nvesmeno esrangero aplcado no seor 47 Deermnado pela lqudez nernaconal. 12

13 fnancero naconal. O passvo exerno do país é dado pela soma do esoque de IDE, de IE em carera e dos emprésmos conraídos pelo Governo e pelo seor prvado naconal. O governo possu uma mea de reservas que é calculada vsando uma razão segura enre o oal das reservas e o passvo exerno de curo prazo. A axa de câmbo é flexível, porém vara denro de bandas mplícas espuladas pelo governo, que dão um eo e um pso para a axa de câmbo a parr de um valor de referênca. Expecavas Além de nfluencar os fluxos de IDE, o nvesmeno em carera, o renvesmeno e a remessa de lucros, o IRI afea ambém o grau de confança nas expecavas e o própro padrão de formação das mesmas. Ambas erão nfluênca sobre as decsões de produzr e de nvesr. O grau gc de confança é dado por:, e como vso no bloco de produção e no de nvesmeno,, é o faor que busca capar o grau de confança dos agenes em suas expecavas. O prmero ermo à drea da gualdade mosra a sensbldade do faor de projeção ao IRI e assumrá em ordem crescene de rsco, os valores: gc ={1,;,17;,1;,}, e o segundo ermo à drea mosra o faor de projeção padrão das expecavas que vgora em condções normas,. Exp Já as expecavas pcamene keynesanas,,, são assm deermnadas: Exp Key Exp,. O prmero ermo da drea da gualdade mosra a sensbldade das expecavas ao ndcador de solvênca e assumrá os valores (1;,93;,91;,89) de acordo com o que ocorre com IRI. Enquano o IRI permanecer abaxo de oo (8,) valor de referênca a parr do qual os agenes reagem, o valor do coefcene assume 1, ou seja, em condções normas, Key ambém será gual à undade e as projeções permanecem conforme a lógca mosrada nas seções respecvas. Se o ndcador aumena, passa-se a acredar que apenas pare do passado se reproduzrá, angndo um mínmo de 89% da projeção, quando IRI ulrapassa o padrão de referênca máxmo, ndcando alo rsco de solvênca. Em condções normas o passado recene é compleamene projeado para o fuuro de acordo com o grau de confança. Em condções de resrção exerna os agenes mudam o padrão de formação de expecavas e já não projeam negralmene o passado recene (em nível ou em axa) em suas prevsões de produção e de demanda por nvesmeno. Indcadores de nsolvênca e de lqudez A parr deses resulados é possível calcular alguns ndcadores relevanes para explcar o movmeno de capas e a reação dos agenes dane da pora de as ndcadores. O prmero deles é o já comenado ndcador de rsco de nsolvênca, IRI, calculado pela razão enre o passvo exerno líqudo e as exporações oas anualzadas. Esse ndcador, conforme dscudo por Mederos & Serrano (21) e por Praes (22), é relevane porque mosra a capacdade que as exporações erão de cobrr o esoque de passvo exerno que ulrapassa as reservas 48. Ouro mporane ndcador é o de rsco de lqudez, que é dado pela razão enre o passvo exerno de curo prazo e as reservas. IV - Resulados das smulações Esa seção vsa apresenar os resulados das smulações sob as segunes hpóeses: ) versão padrão com nexsênca de crescmeno; ) crescmeno gerado pela dnâmca nerna, supondo a nexsênca de reação dos agenes dane da pora dos ndcadores de solvênca exerna; ) crescmeno gerado pela dnâmca nerna, com reação dos agenes ane a pora dos ndcadores exernos; e v) crescmeno gerado pela dnâmca nerna, com reação dos agenes e com melhora na compevdade exerna dos seores, obda por meo do nvesmeno auônomo novavo. Exp, 48 Segundo Praes (22), valores acma de 7 esão hsorcamene assocados a crses de BP em países em desenvolvmeno. 13

14 4.1 Resulados das smulações em condções padrão (Versão M1): ausênca de crescmeno As smulações das condções padrão foram produzdas consderando consanes: as encomendas efevas ncas defasadas, o que produzrá vendas prevsas consanes; os valores defasados das rendas das quaro classes; a axa de crescmeno da renda exerna; e os valores ncas defasados da renda naconal. Os gasos do governo são deermnados de acordo com a mea de superáv, que vara enre,5% e 4,5% do PIB; e pelo esablzador auomáco da relação dívda públca/pib, que assume um valor posvo. Tas condções ncas garanem a esablzação do modelo, já que não produzem crescmeno nduzdo da demanda e manêm a esabldade da relação dívda públca/pib (Fgura II) 49. Varáves Macro: PIB, Consumo e Invesmeno Na condção padrão espera-se que o PIB fluue, mas que não enha uma endênca de crescmeno expressva, já que os mecansmos de geração de crescmeno 5 foram calbrados para que a endênca de crescmeno fosse o mas próxma possível de zero. A rajeóra do PIB, do nvesmeno e do consumo agregados podem ser observados na Fgura I. Fgura I PIB, Consumo e Invesmeno 51 (Versão M1) Nesa versão padrão, o consumo represena em méda 65,5% do PIB durane os períodos de smulação, e o nvesmeno, 22,2%. As axas de crescmeno anual acumulada, nomnal e real, em odo o período são de respecvamene,2% e -,13%, e esão denro do aceável para a condção padrão. Varáves do Seor Públco Como já menconado, no modelo padrão a mea de superáv poderá varar enre,5% e 4,5% do PIB e o esablzador auomáco da relação dívda públca nerna/pib assume valor posvo. Isso perme que o crescmeno não seja esmulado pelos gasos públcos, já que a esabldade da dívda públca é uma das condções necessáras para produzr uma rajeóra esável do PIB. Conforme Fgura II (gráfcos 1 a 4), a mea de superáv efeva varou de 1,3% a 4,5% do PIB. A dívda públca nerna esá esablzada com uma leve endênca de queda e a relação dívda públca nerna/pib méda no período fo de cerca de 67%. Como esperado, o superáv operaconal em proporção do PIB (Fgura II, gráfco 4) em ambém um movmeno cíclco que decorre de dos faores: a fluuação da dívda públca nerna gera pagameno de servços sobre a dívda ambém cíclco e o superáv prmáro ambém fluua como resulado do esablzador auomáco da relação dívda/pib. 49 Os resulados, por lmação de espaço, serão apresenados em nível agregado, exceo quando os benefícos de lusração seoral forem ndspensáves. 5 Os elemenos de geração de endênca são: gasos auônomos, défc públco e exporações. 51 Os períodos das smulações esão exposos no exo horzonal. Exceo quando expresso em conráro, são períodos de produção. 14

15 Fgura II Varáves do seor públco (Versão M1) 35 Gráfco 1 - Varáves do seor públco (%PIB) Gráfco 2 - Varáves do seor públco Superav Prmáro Gasos Governo Rec. Gov (Imposo Toal) Dívda públca nerna Mea de superáv (% PIB) (exo da drea) Gráfco 3 - Varáves do seor públco (%PIB) Gráfco 4 - Varáves do seor públco (% PIBanual) Superav Prmáro Superav Operaconal Dívda públca nerna Superav Operaconal (exo da drea) Seor Exerno Espera-se que as varáves do seor exerno reflam as caraceríscas de um país em desenvolvmeno com algum grau de ndusralzação. Sob baxo ou nulo crescmeno econômco, espera-se que os ndcadores de solvênca exerna, o saldo em ransações correnes (TC) e do BP não expressem rsco mnene de vulnerabldade exerna. Seor Exerno varáves macroeconômcas e ndcadores de nsolvênca As exporações apresenam uma rajeóra de pequeno crescmeno, que decorre da axa posva de crescmeno da renda mundal. As mporações seguem a mesma rajeóra do PIB. O saldo da balança comercal (BC) se mosra levemene posvo e crescene devdo ao crescmeno observado nas exporações. Já o saldo das TC como proporção do PIB apresena uma rajeóra fluuane e se mosra, em méda, levemene negavo (Fgura III, gráfcos 1 e 2). Esse resulado concde com o que se espera para países em desenvolvmeno, que expermenam com frequênca défcs em TC. O saldo da cona de capal (Fgura III, gráfco 3) se mosra posvo, explcado pelo ngresso de IDE e pelo fluxo de capal fnancero, que se mosra esável, já que o dferencal de juros é consane e a axa de câmbo se valorza aé a meade dos períodos da smulação e se maném na mea mínma após sso (gráfco 4). Os pcos noados no saldo da cona de capal se referem ao fluxo de amorzações do esoque de dívda pagos pelo seor de servços, já que seu endvdameno angu o máxmo desejado pelo seor e sso mplca um sobreendvdameno que deverá ser amorzado. Como pare dos emprésmos são conraídos no ssema fnancero nernaconal, há saída de capal referene ao pagameno de amorzação pelo seor de servços. O saldo do BP (Fgura III, gráfco 4) é o resulado de uma cona de capal posva e de TC levemene posvas, o que gera um saldo posvo durane o período analsado, com endênca de crescmeno. 15

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