Análises de ciclos econômicos no Brasil

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1 Análses de cclos econômcos no Brasl Armando Vaz Sampao RESUMO - As sequêncas de expansões e conrações da avdade econômca são conhecdas como cclos econômcos e afeam odos os agenes econômcos. O méodo de modelar o crescmeno econômco e suas fluuações pode ser feo a parr de um modelo de endênca esaconára (TS) ou a parr de um processo de dferença esaconára (DS). Nese argo fo ulzado o prmero méodo, para o período de 1980 a 2009, onde o período de maor expansão fo verfcado a parr de junho de 2003 cuja duração fo de 56 meses. Quando analsado o co-movmeno das séres, para verfcar a sua dreção com relação à avdade econômca, os resulados obdos foram os esperados, o que se desacou fo o movmeno an-cíclco da axa de juros e da axa de cambo. Palavras-chave: Cclos Econômcos. Decomposção da sére. Tendênca. 1 INTRODUÇÃO O esudo de cclos econômcos é defndo como uma sequênca de expansões e conrações da avdade econômca, que necessa da esmação e da elmnação da endênca da sére econômca. No enano, o esudo de cclos de crescmeno é defndo como uma sequênca de alas e baxas fases desse crescmeno. Enão, o comporameno cíclco de ala e baxa merece ser analsado ao longo da expansão e da recessão clássca, consderando-se que a decomposção das séres emporas apresena problemas, prncpalmene porque endênca e cclos nfluencam um ao ouro. O objevo desse argo é analsar os movmenos cíclcos de algumas varáves macroeconômcas no Brasl enre 1980 e REFERÊNCIA TEÓRICA 2.1 ABORDAGEM TRADICIONAL O méodo domnane de modelar o crescmeno e as fluuações das séres que represenam aspecos da avdade econômca era vso como a soma de uma endênca deermnísca e um desvo esocásco raado como um resíduo (componene cíclco). Por Douor em Economa pela ESALQ/USP. Professor do Deparameno de Economa (DEPECON-UFPR). Endereço elerônco: 39 Economa & Tecnologa Ano 05, Vol. 18 Julho/Seembro de 2009

2 exemplo, se for suposo um crescmeno exponencal de longo prazo, uma endênca lnear será esmada aravés do log do PIB real. O desvo dessa endênca deverá er um comporameno esaconáro, so é, a economa deverá exbr uma reversão para a própra endênca e o efeo de choque para o modelo com endênca esaconára (TS, rendsaonar) perssrá por um deermnado empo. Poserormene deverá declnar e, evenualmene, desaparecer (ZARNOWITZ e OZYILDIRIM, 2006). Modelo: Q a b ( L) (1) nversbldade. que um. Q = log PIB real, L = operador de defasagem, L k Q = Q -k é um erro aleaóro ruído branco. (L) é um polnômo que deve sasfazer as condções de esaconardade e No modelo TS, a soma dos coefcenes auorregressvos K 1 deve ser menor do Uma endênca deermnísca lnear esá lvre de qualquer componene cíclco ou esocásco de curo prazo (o que é uma lmação). É pouco provável que uma endênca deermnísca lnear perssa por longo período de empo, pos são comuns exsênca de mudança esruural e/ou ecnológca, guerras, expansões e conrações da economa, crses fnanceras e nflações alas ou baxas. Ceramene a presença de guerras mundas ou a grande depressão afearam a endênca econômca subsancalmene, por algum período de empo. Do pono de vsa da análse cíclca, o cuso de usar uma endênca lnear faz com que o seu desvo em relação à endênca (os cclos) conenha ndscrmnadamene a combnação de cclos econômcos (busness-ccles), cclos de crescmeno (growh-ccles) e de movmenos rregulares. Enão muas dessas varações oas são arbuídas aos cclos econômcos. Além dsso, a endênca lnear não é capaz de dferencar os períodos econômcos bons dos runs. 2.2 MODELO COM TENDÊNCIA ESTOCÁSTICA LINEAR O procedmeno alernavo para o modelo TS sera o processo de dferençaesaconára (DS dfference-saonar), que não rejea a presença de raz unára para a sére em nível. Os modelos auorregressvos negrados de méda móvel (ARIMA) são 40 Economa & Tecnologa Ano 05, Vol. 18 Julho/Seembro de 2009

3 aplcados para ornar a sére esaconára. Dessa manera, é relaxada a suposção de que as séres são esaconáras ao redor da endênca. No modelo DS, não há endênca emporal, somene haverá uma consane e o ermo ARMA nversível e esaconáro (ZARNOWITZ e OZYILDIRIM, 2006). Caso os agregados econômcos enham uma represenação DS, não haverá nenhuma propensão para reornar a uma endênca lnear, e a sére apresenará um componene permanene. Isso sgnfca que não haverá uma endênca reversa a refler choques, os quas apresenam um longo efeo perssene. O modelo DS é represenado pela equação 1 quando b=0 e K 1 1, o que mplca que o polnômo (L) possu uma raz unára. Caso o processo auorregressvo seja de prmera ordem (K=1), o modelo DS se reduz a um passeo aleaóro com drf. mudança Ao enconrar a prmera dferença da equação 1, obemos b (2) Esa equação (2) é conhecda como dferença-esaconára (DS). Acumulando a a parr do valor ncal 0, obém-se 0 b (3) 1 em que S= 1 é conhecdo como endênca esocásca. É consenso consderar que a endênca deermnísca seja nadequada, conforme dscudo acma. Uma endênca ambém pode ser vsa como varável devdo a fluuações de curo prazo e quebras esruuras. Dessa forma, é precso consderar a endênca não lnear ou, no mínmo, pecewse lnear, não necessaramene esocásca. Caso a sére analsada represene um crescmeno econômco real, é mporane que a endênca seja suave ( smooh ) e predomnanemene posva. No enano, a esmava de uma endênca esocásca nclu ano o crescmeno de longo prazo quano os movmenos de ala e baxa, sendo que ese úlmo dz respeo ao componene randômco da endênca. A dsnção enre os processos TS e DS em mporane mplcação para as análses do crescmeno econômco (endênca) e dos cclos econômcos. Se apresena o processo TS, enão oda a varação das séres é arbuída a fluuações do componene cíclco, e qualquer choque deve er somene um efeo emporáro, pos a sére sempre reornará à rajeóra de crescmeno lnear. Se represena um processo DS, sua endênca deve segur um percurso 41 Economa & Tecnologa Ano 05, Vol. 18 Julho/Seembro de 2009

4 esocásco não-esaconáro em vez de uma função deermnísca em relação ao empo. Dessa forma, um choque provocará um efeo sgnfcavo na rajeóra fuura da sére. Ao raar como TS em vez do processo DS, provavelmene ober-se-á uma superesmava da magnude e duração do componene cíclco, e uma subesmação da mporânca e da endênca (MILLS 2003). Tendênca é um movmeno perssene, de longo prazo, de uma varável, ao longo do empo. Desaca-se que uma varável de sére emporal fluua em orno de sua endênca, e que há dos pos de endênca: a deermnsa e a esocásca. Uma endênca deermnísca é uma função não aleaóra do empo, conforme especfcado na equação 1; por ouro lado, a endênca esocásca é aleaóra e vara ao longo do empo, como especfcado na equação 3. É mas aproprado modelar séres emporas econômcas com endêncas esocáscas em vez de deermníscas, pos a endênca deermnísca mplca em prevsbldade. Mas vale lembrar que a economa esá sujea a choques aleaóros ano após ano (STOCK e WATSON, 2004). O modelo mas smples de uma varável com uma endênca esocásca é o passeo aleaóro, conforme especfcado abaxo. 1 em que é d Quando a sére emporal apresena uma endênca ascendene, é recomendado fazer uma exensão do modelo de passeo aleaóro, que mplca em adconar uma endênca. Essa exensão é conhecda como passeo aleaóro com endênca (random walk wh drf), conforme especfcado abaxo: b 1 (4) Se é um passeo aleaóro, enão a sére é não esaconára, so é, sua varânca aumena ao longo do empo. Para esar a presença de uma endênca esocásca, é ulzado o ese de Dcke-Fuller, enre ouros. Exsem ouros méodos para esmar os cclos econômcos, conforme é dscudo por ZARNOWITZ e OZYILDIRIM (2006), DUARTE, ISSLER e SPACOV (2004), CANOVA (1998), KING, PLOSSER, STOCK e WATSON (1991). 3 METODOLOGIA Nese argo, a esmava do componene cíclco da sére fo baseada no modelo economérco abaxo: T 12 j 2 j m j (4) 42 Economa & Tecnologa Ano 05, Vol. 18 Julho/Seembro de 2009

5 A esmava dos componenes da endênca e do componene sazonal é represenada por 12 ^ ^ T, e m j j, respecvamene. O componene de erro (resíduo) é represenado j 2 ^ ^ por ( ), que, por sua vez, fo consderado como o componene cíclco da sére. As varáves ulzadas para analsar o comporameno cíclco da economa braslera foram as séres mensas de: produção ndusral geral (quanum); Imposo sob Crculação de Mercadora e Servços (ICMS); papelão ondulado (oneladas); horas pagas pela ndúsra em São Paulo; produção de aço bruo (oneladas); auomóves (quandades, undades); bens nermedáros para produção ndusral (quanum); axa de desemprego em São Paulo; axa de juros Selc; axa de juros CDB; ofera moneára M1 (base moneára e meos de pagameno); axa do câmbo real (R$/US$); e rendmeno médo real dos assalarados no rabalho prncpal na regão meropolana de São Paulo. Para a sére de câmbo fo adconada quebra esruural. Foram ulzadas algumas séres da regão de São Paulo devdo à exsênca de séres mas longas. Todas as varáves foram ransformadas em logarmos. 4 RESULTADOS O cclo da produção ndusral fo ulzado como sére de referênca, sendo represenado pelo gráfco 1, em que, quando esá localzado acma de zero, represena que a economa esá acma da endênca e, quando abaxo de zero, ndca que a economa esá abaxo da endênca. É possível observar que, no níco dos anos 80 e na segunda meade dessa década, a economa eseve acma da sua endênca. Já na década de 90, a economa na sua maor pare eseve abaxo da sua endênca. Desaca-se que a economa volou a esar acma da sua endênca somene após o segundo semesre de Os períodos de expansão foram mas frequenes na década de 90 em comparação com a década de 80. O maor período de expansão ocorreu a parr do segundo semesre de junho de 2003, devdo a um conjuno de faores como: esabldade moneára, crescmeno econômco mundal e presença de choques exernos menos frequenes. Uma das caraceríscas mporanes do comporameno cíclco das varáves dz respeo à dreção da varável em relação à avdade econômca agregada. Uma varável é consderada pró-cíclca quando se movmena na mesma dreção da avdade econômca agregada, ancíclca quando se movmena em dreção conrára a essa avdade, e acíclca quando seu movmeno é ndependene da avdade econômca agregada. 43 Economa & Tecnologa Ano 05, Vol. 18 Julho/Seembro de 2009

6 GRÁFICO 1. MOVIMENTO CÍCLICO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL NO BRASIL A A parr do movmeno cíclco da produção ndusral, é possível localzar os períodos de expansão e conração da economa, conforme é apresenado na abela 1. TABELA 1. MOVIMENTO CÍCLICO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL NO BRASIL ENTRE 1980 A 2009 Mínmo Expansão 1 Pco Conração 2 Cclo (meses) (meses) (meses) Agoso Feverero Novembro Junho Julho Ouubro Feverero Agoso Abrl Agoso Março Julho Janero Dezembro Seembro Abrl Feverero Março Ouubro Abrl Agoso Novembro Junho Janero FONTE: Dados de Pesqusa 1 meses do mínmo ao pco 2 meses do pco ao próxmo mínmo 44 Economa & Tecnologa Ano 05, Vol. 18 Julho/Seembro de 2009

7 TABELA 2. COMPORTAMENTO CÍCLICO DAS VARIÁVEIS MACROECONÔMICAS NO BRASIL Varáves D.P. (%) D.P. Correlação Correlação Correlação Dreção (%) relavo (x -1, ) (x, ) ( x +1, ) Produção ndusral Papelão (quandade) Pró-cíclca Aço (quandade) Pró-cíclca Auomóvel (quandade) Pró-cíclca Bens nermedáros Pró-cíclca Horas pagas ndúsra Pró-cíclca ICMS deflaconado Pró-cíclca Taxa juro selc An-cíclca Taxa juro CDB An-cíclca Taxa de desemprego An-cíclca Ofera moneára ( M1 ) Pró-cíclca Taxa de câmbo An-cíclca Saláro Pró-cíclca FONTE: Dados de Pesqusa D.P.=Desvo-Padrão Os resulados obdos foram os esperados, pos as varáves fnanceras (axa de juros, ofera moneára) apresenaram maor volaldade (maor desvo padrão) em comparação com as varáves da economa real. O que se desaca é a ala volaldade do seor auomoblísco, que esá relaconado à demanda exerna e nerna. Com relação ao mercado de rabalho, é possível observar que a volaldade do saláro é lgeramene nferor que a das horas pagas na ndúsra. Com relação à dreção das varáves, os resulados foram os esperados. A dmnução da axa juro Selc esá relaconada ao aumeno da produção ndusral, pos esa axa nfluencará nos cusos fnanceros das empresas. É precso lembrar que no período analsado ocorreu um grande aumeno da produvdade do seor ndusral que nfluencou no aumeno da produção do seor. Com relação ao câmbo, observou-se uma relação nversa à produção ndusral, so é, a dmnução do câmbo levará a uma valoração da moeda naconal, que mplcará em um menor cuso das mporações. Isso levará a um menor cuso das empresas que dependem de nsumos mporados, podendo assm esmular a produção. Devemos lembrar que fo analsada a correlação enre duas varáves, e al nformação não necessaramene mplca algum grau de causaldade. Tal resulado deverá ser analsado com cudado, pos, nesse período, ocorreram váras mudanças esruuras na economa. 45 Economa & Tecnologa Ano 05, Vol. 18 Julho/Seembro de 2009

8 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS O esudo dos cclos econômcos dz respeo aos períodos de expansão e conração da economa. Tal fenômeno é mporane, pos afea odos os agenes econômcos. Para esmar o cclo, é necessáro esmar a endênca da sére econômca e elmná-la. O problema é que, geralmene, a endênca e o cclo não são ndependenes. Nese argo, fo aplcada a meodologa radconal de endênca deermnísca com varação sazonal. Observou-se que, na década de 90, ocorreram períodos de expansão mas frequenes que na década de 80, sendo que o período de expansão mas perssene ocorreu a parr da segunda meade de Com relação às volaldades e dreção das varáves, os resulados foram os esperados, o que se desaca é a dreção ancíclca da axa de juros e do câmbo. É precso consderar ouros méodos de esmação do cclo junamene com a presença de quebras esruuras para verfcar a conssênca desses resulados. REFERÊNCIAS CANOVA, F. Derendng and busness Ccle Facs. Journal of Monear Economcs, 41, 1998, pp DUARTE, A. J. M., ISSLER, J. V. e SPACOV, A. Indcadores Concdenes de Avdades e Cronologa de Recessões para o Brasl. Pesqusa e Planejameno Econômco, vol. 34, n.1, Abrl 2004, pp KING, R. G., PLOSSER, C. I., STOCK, J. H. e WATSON, M. W. Sochasc Trend and Economc Flucuaons. The Amercan Economc Revew, vol, 81, n.4, 1991, pp MILLS, T. Modellng Trends and Ccles n Economc Tme Seres. Palgrave Texs n Economercs. Macmllan Press, 2003, 178pp. STOCK, J. H.e WATSON, M.W. Economera, Pearson Addson-Wesle ed. 2004, 484pp. ZARNOWITZ, V. e OZYILDIRIM, A. Tme Seres decomposon and measuremen of busness ccles, rend and growh ccles. Journal of Monear Economcs, 53, 2006, Economa & Tecnologa Ano 05, Vol. 18 Julho/Seembro de 2009

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