A Política Fiscal Brasileira em Tempos de Crise

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1 Ministério da A Política Fiscal Brasileira em Tempos de Crise Encontro de Política Fiscal - FGV Ministro Guido Mantega Brasília, 7 de novembro de 2014

2 Antes de 2008, Brasil tinha Situação Fiscal Confortável

3 Ministério da Crescimento do PIB no Brasil: Aumento da Arrecadação e Formalização Produto Interno Bruto, variação percentual anual * Projeções Fonte: IBGE Elaboração: Ministério da 3

4 Resultado fiscal e nominal do setor público Ministério da Resultado do setor público consolidado**, em % do PIB * Até setembro de 2014 ** Para valores anteriores a 2002, foram considerados os resultados do Governo Federal, Banco Central e governos estaduais e municipais. Fonte: Banco Central do Brasil Elaboração: Ministério da 4

5 Despesas com juros da dívida pública Ministério da Em % do PIB *Acumulado em 12 meses até setembro/2014 em relação ao PIB. Fonte: Ministério da (STN) Elaboração: Ministério da 5

6 Logo no Início da Crise Promovemos Políticas Anticíclicas

7 Políticas anticíclicas no Brasil Início da crise Ministério da Políticas monetária e creditícia Créditos subsidiados via bancos públicos Papel dos bancos públicos na sustentação de crédito Política tributária Redução Temporária de tributos para bens duráveis Ex. Redução de IPI para automóveis, linha branca e móveis Redução de impostos para investimentos e produção Alguns se tornaram permanentes como desoneração da folha de pagamentos e Reintegra Política de investimentos e infraestutura PAC 2 e MCMV Política Industrial Programa de Concessões em Infraestrutura Políticas Sociais Transferência de rendas foram mantidas e ampliadas reduzindo desigualdades de renda e de riqueza em tempos de crise 7

8 Resultados das Políticas Anticíclicas

9 Ministério da Evolução do PIB trimestral do G-20 PIB trimestral países do G20*, em índice, base 100 = dezembro de 2007 Fonte: Bloomberg 9

10 Ministério da Produção Industrial países selecionados Evolução da Produção Industrial Mensal Países Selecionados (Índice jan 2005=100) * Até agosto de 2014 Fonte: Bloomberg 10

11 Ministério da Produção Industrial da China Produção Industrial: Variação % acumulada em 12 meses Fonte: Bloomberg Elaboração: Ministério da 11

12 Reduzimos o desemprego em meio à crise da economia internacional Ministério da Taxa de desemprego dessazonalizada, em % Fonte: IBGE, Bureau of Labor Statistics e Eurostat Elaboração: Ministério da 12

13 Trajetória da dívida pública Dívida Líquida do Setor Público e Dívida Bruta do Governo Geral, em % do PIB Ministério da * Em setembro de 2014 **Dados anteriores a 2002 incluem Petrobras e Eletrobras Fonte: Banco Central do Brasil, Ministério da e FMI Elaboração: Ministério da 13

14 Em 2014, o Brasil apresenta um dos melhores resultados primários do G-20 Resultado primário**, em % do PIB Ministério da * Para o Brasil, considera-se o resultado acumulado até setembro de 2014 ** Projeções FMI Fonte: FMI Elaboração: Ministério da 14

15 Resultado nominal no G-20 Ministério da Resultado nominal do setor público* em 2014, em % do PIB * Para o Brasil, considera-se o resultado acumulado até setembro de 2014 ** Projeções FMI. Fonte: FMI Elaboração: Ministério da 15

16 Ministério da Brasil está entre os países do G-20 que diminuíram a Dívida Bruta/PIB durante a crise Variação % das médias de Dívida Bruta sobre o PIB Ranking País Variação 1º Arábia Saudita 44,5 7,7-82,7% 2º Argentina 81,8 41,4-49,4% 3º Indonésia 47,3 27,1-42,8% 4º Rússia 17,5 11,4-35,2% 5º Turquia 53,3 40,0-25,0% 6º Índia 79,9 68,2-14,6% 7º Brasil 69,3 65,7-5,2% 8º China 34,5 36,2 5,0% 9º México 40,0 43,6 9,1% 10º África do Sul 33,1 36,7 11,0% 11º Itália 104,6 120,3 15,0% 12º Alemanha 66,5 77,2 16,2% 13º Canadá 71,5 83,5 16,9% 14º Coréia 25,7 31,4 21,9% 15º Japão 181,1 221,4 22,2% 16º França 63,8 81,8 28,1% 17º EUA 63,3 93,2 47,3% 18º Espanha 42,8 67,7 58,0% 19º Reino Unido 41,4 76,9 85,6% Fonte: FMI 20º Austrália 11,1 21,5 93,1% *Para o Brasil também foram utilizados dados do FMI, em função Fonte: FMI da comparação com os demais países 16

17 Ministério da Problemas observados em 2014 Turbulência provocada pelo FED Lenta recuperação da economia mundial Seca: choque de oferta Política Monetária e Restrição ao Crédito Copa do Mundo Eleições 17

18 Ministério da Mas a economia brasileira está SÓLIDA Mercado interno amplo e diversificado Baixa taxa de desemprego e crescimento da massa salarial País de classe média Elevados ingressos de investimentos diretos estrangeiros Elevadas reservas internacionais 18

19 Massa salarial: mercado consumidor em expansão Massa salarial, variação acumulada em 12 meses, em % Ministério da Massa Salarial ** Rendimento real*** População Remunerada * Acumulado em 12 meses até setembro de 2014 ** Massa Salarial Real Habitual de Todos os Trabalhos (a preços de setembro de 2014) *** Rendimento Médio Real Habitual (trabalho principal) Fonte: IBGE Elaboração: Ministério da 19

20 Um país de classe média Ministério da Composição das classes de renda, em milhões de habitantes 37% 60% * Projeção Fonte: FGV e IPEA Elaboração: Ministério da 20

21 Ministério da Criação líquida de empregos formais Em milhões *Dados até setembro de 2014 Fonte: IBGE Elaboração: Ministério da 21

22 Ministério da Taxa de desemprego % População Ocupada Fonte: IBGE Elaboração: Ministério da 22

23 Solidez: elevadas reservas internacionais Em US$ bilhões Ministério da * Em 31 de outubro de 2014 Fonte: Banco Central do Brasil Elaboração: Ministério da 23

24 Solidez: atratividade para o investimento externo Investimento estrangeiro direto, em US$ bilhões Ministério da * Acumulado em 12 meses até setembro de 2014 Fonte: Banco Central do Brasil Elaboração: Ministério da 24

25 Transição para um Novo Ciclo: Consolidação Fiscal Sem Novos Estímulos

26 Ministério da Novo ciclo: Estratégia Macroeconômica Política Fiscal: AUMENTO GRADUAL DO PRIMÁRIO. Redução de despesas, recuperação de receita. Política Monetária: Convergência gradual para o CENTRO DA META. Política monetária mais flexível (COMPULSÓRIO, MACROPRUDENCIAL etc.). Rearranjo da Política Monetária e Fiscal 26

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