Destaques Semanais e Projeções Macroeconômicas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Destaques Semanais e Projeções Macroeconômicas"

Transcrição

1 Destaques Semanais e Projeções Macroeconômicas São Paulo, 4 de março de 2016 Tatiana Pinheiro Adriana Dupita Departamento de Pesquisa Econômica Luciano Sobral Everton Gomes Matheus Rosignoli Rodolfo Margato Destaques da Semana Um (relativo) alívio inflacionário A primeira queda da inflação acumulada nos 12 meses deve ser a principal mensagem da divulgação do IPCA de fevereiro, destaque entre os indicadores da agenda econômica da próxima semana. Esperamos que a inflação ceda de 10,71% para 10,46% a/a, sendo a menor alta de preços administrados o principal componente de alívio inflacionário. A inflação dos bens comercializáveis, contudo, deve continuar em trajetória ascendente, refletindo a forte depreciação cambial observada no final do ano passado. Em termos mensais, projetamos alta de 0,99% m/m, taxa bastante abaixo da registrada em janeiro (quando a variação de preços foi de 1,27% m/m) por causa de três fatores. Em primeiro lugar, diversos alimentos tem mostrado inflação menos pressionada em fevereiro, principalmente in natura e carnes. Além disso, a redução da tarifa adicional cobrada nas contas de luz que passou de R$4,50 para R$3,00 apesar de a bandeira permanecer na cor vermelha deve puxar o grupo Habitação para o terreno deflacionário. Por fim, para o grupo Transportes, é esperada uma desinflação da taxa mensal, em consequência da dissipação dos efeitos de diversos reajustes nas tarifas de transporte público anunciados no começo do ano. Ainda sobre os índices de inflação, também deve ser divulgado o IGP-DI de fevereiro. Para tal, projetamos alta de 1,05% m/m, o que representa inflação de 12,23% acumulada nos últimos 12 meses. Comparado com a o último IGP-M, quando a alta foi de 1,30% m/m, o arrefecimento da inflação deve ser puxado pela menor alta do IPA os produtos industriais devem exercer menor pressão sobre a inflação ao atacado. O IPC também é um fator que auxilia nesse sentido. O componente, já divulgado, cedeu de 1,19% m/m para 0,76% m/m. Na quinta-feira será publicada a ata da última reunião do COPOM. Naquela oportunidade o BCB manteve a taxa Selic em 14,25% p.a., em linha com a nossa projeção e com o consenso de mercado, e trouxe poucas alterações no comunicado pós-decisão. Contudo, como antecipado por nós, mais uma vez houve dissenso entre os membros do comitê. Há três decisões, dois dentre os oito diretores votam a favor da alta de 0,50 p.p.. Mas o que tem prevalecido nas decisões de política monetária é a parcimônia na definição da taxa de juros devido às incertezas domésticas e, principalmente, externas. Assim, sinalizações na ata sobre mudanças na avaliação do crescimento econômico tanto doméstico como global, bem como sobre a expectativa de evolução dos preços das principais commodities serão muito relevantes para indicar qual a estratégia pretendida pela autoridade monetária. Provavelmente, a autoridade monetária apresentará um prognóstico para a atividade econômica doméstica e global bem mais negativo do que o apresentado no último relatório de inflação, em que a projeção para crescimento do PIB em 2016 era -1,9%. Diante do atual

2 quadro recessivo e da expectativa de um processo desinflacionário para os próximos meses, acreditamos que o Banco Central irá manter a taxa Selic em 14,25% a.a. ao longo da primeira metade de 2016, e esperamos o início de um ciclo de afrouxamento monetário no final do 2º semestre. No campo da atividade econômica, o destaque da próxima semana será a divulgação da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) de janeiro. Esperamos queda de 0,4% m/m (-8,5% a/a) para o volume de vendas reais do varejo no conceito restrito, após a expressiva contração de 2,7% m/m registrada em dezembro. Em relação ao varejo ampliado inclui veículos, motos, partes e peças, além de materiais de construção -, estimamos declínio de 1,9% m/m (-13,9% a/a) no primeiro mês deste ano, em linha com a significativa retração das vendas de veículos no período, conforme divulgado pela Fenabrave Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores. Acreditamos que os resultados do comércio varejista continuarão fracos nos próximos meses, tendo em vista a piora do mercado de trabalho, as condições apertadas do mercado de crédito e a baixa capacidade de endividamento das famílias. De fato, o nosso cenário base considera alguma estabilização do consumo doméstico somente no final deste ano. Projetamos recuo de 3,5% e 6,0% para o volume de vendas reais do varejo nos conceitos restrito e ampliado em 2016, respectivamente. No cenário internacional, a reunião de política monetária na Zona do Euro atrai as atenções do mercado. Tendo em vista a aparente fragilidade da atividade econômica no bloco, é esperado que o Banco Central Europeu corte mais uma vez as taxas e depósitos e acelere o programa de afrouxamento quantitativo. As medidas devem visar à aceleração do crescimento e evitar que as recentes turbulências internacionais comprometam o desempenho da economia europeia. Na China, os dados de produção industrial e de vendas no varejo, destaques entre os indicadores da agenda, devem mostrar como evoluiu a atividade econômica da economia chinesa na passagem do ano até fevereiro.

3 Agenda Eventos Referência Unidade Santander Consenso Anterior Segunda-feira Brasil BCB Boletim Focus 04/mar /03/16 MDIC Balança Comercial Semanal 04/mar US$ Milhões Internacional EUA Índice de Condições do Mercado de Trabalho fev/ ,0 0,4 EUA Crédito ao Consumidor jan/16 US$ Bilhões - $16,500 $21,267 Terça-feira Brasil FGV IGP-DI fev/16 m/m 1,05% 0,98% 1,53% 08/03/16 FGV IPC-S (1ª quadri) mar/16 m/m - - 0,76% Internacional Z. do Euro PIB (revisão) 4T t/t a.s. - 0,3% 0,3% Quarta-feira Brasil FIPE IPC (1ª quadri) mar/16 m/m - - 1,00% 09/03/16 FGV Indicadores do Mercado de Trabalho fev/ IBGE PIM: Produção Industrial Regional jan/ IBGE IPCA fev/16 m/m 0,99% 0,99% 1,27% BCB Fluxo Cambial Semanal 04/mar Internacional EUA Estoques no Atacado jan/16 m/m - -0,2% -0,1% China CPI fev/16 a/a - 1,8% 1,8% China PPI fev/16 a/a - -4,9% -5,3% Quinta-feira Brasil FGV IGP-M (1ª prévia) mar/16 m/m - 0,70% 1,23% 10/03/16 BCB Ata do COPOM IBGE PMC: Vendas no Varejo jan/16 m/m a.s. -0,4% -0,6% -2,7% IBGE PMC: Vendas no Varejo Ampliado jan/16 m/m a.s. -1,9% -1,7% -0,9% ABCR Fluxo Pedagiado de Veículos fev/16 total a.s Internacional Z. do Euro Reunião BCE - taxa de juros ,05% 0,05% Z. do Euro Taxa de Depósitos ,40% -0,30% EUA Pedidos de auxílio desemprego mar/16 milhares Sexta-feira Brasil IBGE PMS: Volume de Serviços jan/16 a/a /03/16 Internacional EUA Preços de Exportações/Importações fev/16 m/m - -0,8% -1,1% China Produção Industrial fev/16 a/a - 5,6% 6,1% China Vendas no Varejo fev/16 a/a - 10,9% 10,7% China Investimento em ativos fixos urbanos fev/16 a/a - 9,4% 10,0% Na semana Brasil ABPO Expedição de Papel Ondulado fev/ Internacional China Balança Comercial Mensal fev/16 US$ Bilhões - $50,75 $63,29 Obs: Tabela completa de projeções no final do documento

4 Cenário Econômico Internacional: Os sinais de recuperação da economia americana levaram o Federal Reserve a iniciar o processo de normalização de juros nos Estados Unidos em dezembro de Os próximos passos de política monetária, segundo declarações de membros do FOMC, devem ser lentos, graduais e dependentes da evolução da economia. Contudo, caso as condições internacionais se mostrem menos favoráveis, a retomada da alta de juros deve ficar para o médio prazo. Enquanto isto, a economia europeia segue apresentando uma tendência positiva de crescimento, apesar de um pouco aquém do esperado pelo BCE ao iniciar o programa de injeção de recursos (o chamado afrouxamento quantitativo). Por esse motivo, o BCE tem adotado medidas adicionais arrojadas de estímulo monetário. O impasse remanescente na Grécia ainda deve trazer algum reflexo negativo para a atividade local. Na China, a expectativa é que se mantenha o novo padrão de crescimento mais moderado, a despeito das medidas expansionistas (de política monetária e fiscal) adotadas pelo governo a fim de estimular a aceleração econômica. Nessas três economias citadas, a queda no preço internacional das commodities tem dificultado a consolidação da inflação em terreno positivo, exigindo cautela por parte das autoridades nas decisões de política monetária. Câmbio e juros: A forte depreciação do real observada no último ano não deve se repetir no médio prazo, embora uma moderada deterioração do câmbio seja esperada à medida que as perspectivas para a evolução da economia doméstica não melhorem. Para o curtíssimo prazo, as incertezas no cenário político, as quais afetam diretamente a consolidação das reformas pretendidas pelo governo, devem manter a volatilidade do câmbio em alta. Com relação à política monetária, a taxa de juros deve seguir em patamar elevado por todo o ano. No terceiro trimestre de 2016, com a atividade econômica bastante fraca, o Banco Central deverá iniciar um ciclo de corte de juros. Atividade econômica: Os indicadores de consumo interno, produção industrial e investimentos seguem apontando para um aprofundamento da recessão ao longo do primeiro semestre deste ano. Destaque para a deterioração do mercado de trabalho, com intensa elevação da taxa de desemprego e retração dos salários reais, e também para as condições mais apertadas do mercado de crédito, estoques ainda elevados na indústria e níveis deprimidos da confiança do empresariado e do consumidor, refletindo o ambiente econômico marcado por incertezas. Pelo lado positivo, a desvalorização cambial tende a continuar estimulando os setores exportadores e promovendo algum grau de substituição de importados na indústria de transformação (a um ritmo lento e gradual). Portanto, a estabilização da atividade econômica deve ocorrer apenas no segundo semestre deste ano, seguida por um crescimento bastante moderado em Uma recuperação mais contundente da atividade, com o crescimento do PIB acima do potencial, deve ficar apenas para 2019, com o retorno da taxa desemprego para a NAIRU (taxa de desemprego que estabiliza a inflação). Inflação: Apesar do patamar elevado da taxa de juros, a inflação fechou o ano de 2015 bastante acima do teto da meta, refletindo diretamente o realinhamento de preços administrados e a pressão do câmbio sobre os produtos importados, além dos efeitos indiretos, como o aumento de custos de produção, sobre preços livres. Para 2016, a menor alta de preços administrados e a contração da atividade econômica devem ser fatores decisivos para a queda da taxa de inflação. A inércia inflacionária, a depreciação cambial de 2015 e o impacto de aumento de impostos sobre os preços, contudo, não devem permitir que a inflação ceda para próximo da meta. Balanço de pagamentos: Os últimos meses foram marcados pela queda do déficit em transações correntes acumulado em 12 meses, efeito direto da desvalorização do real e do baixo crescimento da demanda doméstica. A perda do grau investimento tende a afetar o acesso ao financiamento externo, tornando o crédito internacional mais caro e mais curto e limitando o ingresso líquido principalmente do investimento estrangeiro em carteira. No entanto, dado o recuo no déficit em transações correntes e o elevado patamar de reservas internacionais, não se espera que o acesso mais limitado a financiamento externo resulte em pressões significativas e sustentadas sobre o câmbio ou risco de insolvência externa. Política fiscal: O resultado primário deve permanecer negativo em 2016, uma vez que a melhora das contas fiscais vem sendo limitada pela queda na arrecadação tributária decorrente do fraco crescimento doméstico, com reflexos na dinâmica da dívida pública. O efeito da desvalorização cambial observada em 2015 sobre a dívida pública líquida (dado que o setor público é, correntemente, credor líquido em moeda estrangeira), contudo, é um fator positivo nas contas fiscais.

5 Projeções Macroeconômicas Projeções de Longo Prazo Realizado Cenário PIB Crescimento real (%) 1,0 3,0 0,1-3,8-3,7 1,2 PIB em US$ bilhões PIB per capita anual (US$) Mercado de Trabalho Taxa Média de Desemprego. (% of PEA) 5,5 5,4 4,8 6,8 9,8 9,5 Massa Salarial (real % YoY) 6,3 2,8 2,6-5,2-3,9 1,1 Inflação (% a.a.) IPCA (IBGE) 5,8 5,9 6,4 10,7 7,0 6,0 IGP-M (FGV) 7,8 5,5 3,7 10,5 7,5 6,0 Taxa de Câmbio R$/US$ - final de período 2,04 2,34 2,66 3,90 4,10 4,20 R$/ - final de período 2,70 3,21 3,21 4,25 4,84 4,92 Taxa de Juros (% a.a.) Taxa básica em final de ano 7,25 10,00 11,75 14,25 13,00 11,50 Taxa de Juros Real s/ Inflação - IPCA 2,4 2,0 4,1 2,3 6,4 5,3 Contas Externas Exportações (% a.a.) -5,3-0,3-7,2-15,2 4,9 12,8 Importações (% a.a.) -1,4 7,3-4,4-25,3-15,9 5,2 Balança em Conta Corrente (% do PIB) -2,4-3,0-4,3-3,3-1,4-0,4 Contas Públicas Resultado Primário (% do PIB) -2,4 1,8-0,6-1,9-1,0 0,0 Dívida Líquida do Setor Público (% do PIB) 35,1 30,6 33,1 36,0 42,7 42,0 Cenário Internacional Crescimento Real (%) EUA 2,2 1,5 2,4 2,4 2,8 3,0 Inflação CPI (%) EUA 1,7 1,5 0,8 0,7 2,1 2,5 Taxa Fed Funds (%a.a.) EUA 0,1 0,1 0,1 0,2 1,25 1,50 Crescimento Real (%) Zona Euro -1,0 0,4 0,9 1,5 2,0 2,0 Inflação (%) Zona do Euro 2,2 0,8-0,2 0,2 1,2 1,8 Taxa Básica de Juros (%a.a.) Zona do Euro 0,8 0,3 0,1 0,1 0,1 0,1 Comunicado Importante Este material foi preparado pelo Banco Santander (Brasil) S.A. e não constitui uma oferta ou solicitação de oferta para aquisição de valores mobiliários. Ele pode conter informações sobre eventos futuros e estas projeções/estimativas estão sujeitas a riscos e incertezas relacionados a fatores fora de nossa capacidade de controlar ou estimar precisamente, tais como condições de mercado, ambiente competitivo, flutuações de moeda e da inflação, mudanças em órgãos reguladores e governamentais e outros fatores que poderão diferir materialmente daqueles projetados. A informação nele contida baseia-se na melhor informação disponível, recolhida a partir de fontes oficiais ou críveis. Não nos responsabilizamos por eventuais omissões ou erros. As opiniões expressas são as nossas opiniões no momento. Reservamo-nos o direito de, a qualquer momento, comprar ou vender valores mobiliários mencionados. Estas projeções e estimativas não devem ser interpretadas como garantia de performance futura. O Banco Santander (Brasil) S.A. não se obriga em publicar qualquer revisão ou atualizar essas projeções e estimativas frente a eventos ou circunstâncias que venham a ocorrer após a data deste documento. Este material é para uso exclusivo de seus receptores e seu conteúdo não pode ser reproduzido, redistribuído, publicado ou copiado de qualquer forma, integral ou parcialmente, sem expressa autorização do Banco Santander (Brasil) S.A Banco Santander (Brasil) S.A.. Direitos reservados

Apresentação Semanal. De 04 a 15 de abril de Matheus Rosignoli

Apresentação Semanal. De 04 a 15 de abril de Matheus Rosignoli 1 Apresentação Semanal De 04 a 15 de abril de 2016 Matheus Rosignoli mrosignoli@santander.com.br Indicadores e eventos da última semana Mar-08 Jul-08 Nov-08 Mar-09 Jul-09 Nov-09 Mar-10 Jul-10 Nov-10 Mar-11

Leia mais

Desafios e Perspectivas da Economia Brasileira

Desafios e Perspectivas da Economia Brasileira Desafios e Perspectivas da Economia Brasileira 39º Prêmio Exportação Rio Grande do Sul - 2011 Alexandre Tombini Presidente do Banco Central do Brasil 20 de Junho de 2011 Conquistas da Sociedade Brasileira

Leia mais

Relatório Mercatto OABPREV RJ Fundo Multimercado

Relatório Mercatto OABPREV RJ Fundo Multimercado Relatório Mercatto OABPREV RJ Fundo Multimercado Abril/11 Sumário 1. Características do Fundo Política de Gestão Objetivo do Fundo Público Alvo Informações Diversas Patrimônio Líquido 2. Medidas Quantitativas

Leia mais

Política Industrial para a retomada do desenvolvimento Painel 1: Caminhos para a retomada

Política Industrial para a retomada do desenvolvimento Painel 1: Caminhos para a retomada Política Industrial para a retomada do desenvolvimento Painel 1: Caminhos para a retomada Prof. Dr. Antonio Corrêa de Lacerda São Paulo, 05 de Outubro de 2015 ECONOMIA INTERNACIONAL: TAXAS DE JUROS DE

Leia mais

Ibovespa desvalorizou 0,81%. Destaque positivo para Hering (+3,81%). Destaque negativo para Usiminas (- 3,49%).

Ibovespa desvalorizou 0,81%. Destaque positivo para Hering (+3,81%). Destaque negativo para Usiminas (- 3,49%). COMENTÁRIOS Os mercados domésticos tiveram uma segunda-feira negativa, em um dia de queda nas bolsas norteamericanas e valorização do dólar no mundo. Neste contexto, o CDS (proxy para prêmio de risco-brasil)

Leia mais

SONDAGEM INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO DE ALAGOAS

SONDAGEM INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO DE ALAGOAS SONDAGEM INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO DE ALAGOAS Indicadores dos Níveis de Atividade e Emprego mantém tendência de retração na Indústria da Construção de Alagoas e do Nordeste no 4º Trimestre de 2015 4º TRI/2015

Leia mais

Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança

Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança D A T A A B E C I P M A I O, 2 0 1 6 D E S T A Q U E S D O M Ê S São Paulo, 28 de junho de 2016 Em maio, crédito imobiliário somou R$ 3,9 bilhões Poupança

Leia mais

INDICADOR DE CUSTOS INDUSTRIAIS

INDICADOR DE CUSTOS INDUSTRIAIS INDICADOR DE CUSTOS INDUSTRIAIS Custos industriais aceleram ao longo de 2015 e fecham o ano com crescimento de 8,1% O Indicador de Custos Industriais (ICI) apresentou crescimento dessazonalizado de 3,3%

Leia mais

Sistema de Contas Nacionais Brasil

Sistema de Contas Nacionais Brasil Diretoria de Pesquisas Sistema de Contas Nacionais Brasil 2004-2008 Coordenação de Contas Nacionais Rio, 05/11/2010 Divulgações do SCN Já divulgados os dois primeiros trimestres de 2010, HOJE - ano 2008

Leia mais

Evolução dos coeficientes de exportação e importação da Indústria de Transformação

Evolução dos coeficientes de exportação e importação da Indústria de Transformação Evolução dos coeficientes de exportação e importação da Indústria de Transformação Gráfico 1 CE e PI da Indústria de transformação e taxa de câmbio real CE e PI(%) 20 A taxa média de câmbio efetiva real

Leia mais

Carta Mensal Novembro 2015

Carta Mensal Novembro 2015 Canvas Classic FIC FIM (nova razão social do Peninsula Hedge FIC FIM) Ao longo de novembro, a divergência na direção da política monetária conduzida pelos dois mais relevantes bancos centrais do mundo

Leia mais

Inflação CONSELHO REGIONAL DE ECONOMIA. Consultoria Desenvolvendo soluções, alavancando resultados!

Inflação CONSELHO REGIONAL DE ECONOMIA. Consultoria Desenvolvendo soluções, alavancando resultados! Inflação 2 CONSELHO REGIONAL DE ECONOMIA Consultoria Desenvolvendo soluções, alavancando resultados! Antecedentes A história do processo inflacionário brasileiro é longa, e estabelecer um corte cronológico

Leia mais

GRÁFICOS DE CONJUNTURA Volume I. Por João Sicsú e Ernesto Salles

GRÁFICOS DE CONJUNTURA Volume I. Por João Sicsú e Ernesto Salles GRÁFICOS DE CONJUNTURA Volume I Por João Sicsú e Ernesto Salles 1. O trabalhador perdeu rendimento porque houve inflação? É possível aferir o valor do ganho médio (ou habitual) de um trabalhador. A Pesquisa

Leia mais

Tabela 1 Taxa de Crescimento do Produto Interno Bruto no Brasil e em Goiás: 2011 2013 (%)

Tabela 1 Taxa de Crescimento do Produto Interno Bruto no Brasil e em Goiás: 2011 2013 (%) 1 PANORAMA ATUAL DA ECONOMIA GOIANA A Tabela 1 mostra o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil e de Goiás no período compreendido entre 211 e 213. Nota-se que, percentualmente, o PIB goiano cresce relativamente

Leia mais

Volume Total de Crédito

Volume Total de Crédito Parte I Volume de Crédito A) Recursos Livres e Recursos Direcionados Período R$ milhões Variação % Junho2005 535.594 Junho2015 3.102.172 490,2% Volume Total de Crédito 4.000.000 2.000.000 R$ milhões B)

Leia mais

Mercados emergentes precisam fazer mais para continuar a ser os motores do crescimento global

Mercados emergentes precisam fazer mais para continuar a ser os motores do crescimento global Mercados emergentes precisam fazer mais para continuar a ser os motores do crescimento global de janeiro de 1 Por Min Zhu Em nossa Reunião Anual de outubro de 13, travamos um longo debate sobre as perspectivas

Leia mais

RELATÓRIO DE INVESTIMENTOS

RELATÓRIO DE INVESTIMENTOS RELATÓRIO DE INVESTIMENTOS 1 Trimestre RESULTADOS OBTIDOS Saldos Financeiros Saldos Segregados por Planos (em R$ mil) PGA PB TOTAL CC FI DI/RF FI IRFM1 FI IMAB5 SUBTOTAL CC FI DI/RF FI IRFM1 FI IMAB5 SUBTOTAL

Leia mais

CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 2 SUMÁRIO Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita de

Leia mais

1 a 15 de agosto de 2015

1 a 15 de agosto de 2015 1 a 15 de agosto de 2015 As principais informações da economia mundial, brasileira e baiana INTRODUÇÃO Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia Diretoria de Indicadores e Estatísticas

Leia mais

O Papel da Indústria de Fundos Brasileira na Promoção do Desenvolvimento Econômico Sustentado. São Paulo, 06 de julho de 2006

O Papel da Indústria de Fundos Brasileira na Promoção do Desenvolvimento Econômico Sustentado. São Paulo, 06 de julho de 2006 O Papel da Indústria de Fundos Brasileira na Promoção do Desenvolvimento Econômico Sustentado São Paulo, 06 de julho de 2006 Relação Moedas x Ouro - 01/1999=100 Cotação Ouro (onça-troy) - 100=12/2000 270

Leia mais

Informe 05/2015 Balanço das Exportações e Importações Brasileiras de Roc has Ornamentais

Informe 05/2015 Balanço das Exportações e Importações Brasileiras de Roc has Ornamentais Informe 5/215 Balanço das Exportações e Importações Brasileiras de Rochas Ornamentais de Janeiro a Maio de 215 Associação Brasileira da Indústria de Rochas Ornamentais ABIROCHAS Avenida Paulista, 1313

Leia mais

Dólar, commodities e PIB mais forte no Brasil pressionaram juros futuros com alta;

Dólar, commodities e PIB mais forte no Brasil pressionaram juros futuros com alta; 30-ago-2013 Dólar, commodities e PIB mais forte no Brasil pressionaram juros futuros com alta; Agenda com o mercado de trabalho nos EUA e proximidade do FOMC de setembro elevou novamente rendimento das

Leia mais

Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança

Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança D A T A A B E C I P A B R I L, 2 0 1 6 D E S T A Q U E S D O M Ê S São Paulo, 27 de maio de 2016 Crédito imobiliário alcança R$ 3,5 bilhões em abril

Leia mais

3º Trimestre de 2011

3º Trimestre de 2011 Contas Nacionais Trimestrais Indicadores de Volume e Valores Correntes 3º Trimestre de 2011 Coordenação de Contas Nacionais 06 de dezembro de 2011 Revisões nas Contas Nacionais Trimestrais No 3º trimestre

Leia mais

1 a 15 de janeiro de 2015

1 a 15 de janeiro de 2015 1 a 15 de janeiro de 2015 As principais informações da economia mundial, brasileira e baiana INTRODUÇÃO Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia Diretoria de Indicadores e Estatísticas

Leia mais

EconoWeek Relatório Semanal. EconoWeek 18/05/2015

EconoWeek Relatório Semanal. EconoWeek 18/05/2015 18/05/2015 EconoWeek DESTAQUE INTERNACIONAL Semana bastante volátil de mercado, com uma agenda mais restrita em termos de indicadores macroeconômicos. Entre os principais destaques, os resultados de Produto

Leia mais

BRASIL: o fim de um modelo ou um ajuste cíclico? MAIO 2013

BRASIL: o fim de um modelo ou um ajuste cíclico? MAIO 2013 BRASIL: o fim de um modelo ou um ajuste cíclico? MAIO 2013 Novo padrão de consumo Mar 00 Sep 00 Mar 01 Sep 01 Mar 02 Sep 02 Mar 03 Sep 03 Mar 04 Sep 04 Mar 05 Sep 05 Mar 06 Sep 06 Mar 07 Sep 07 Mar 08

Leia mais

ABRIL/2016 RELATÓRIO ECONÔMICO ABRIL/2016

ABRIL/2016 RELATÓRIO ECONÔMICO ABRIL/2016 RELATÓRIO ECONÔMICO ÍNDICE Indicadores Financeiros Pág. 3 Projeções Pág. 4-5 Cenário Externo Pág. 6 Cenário Doméstico Pág. 7 Renda Fixa e Renda Variável Pág. 8 INDICADORES FINANCEIROS BOLSA DE VALORES

Leia mais

Congresso Paulista de Jovens Empreendedores

Congresso Paulista de Jovens Empreendedores Congresso Paulista de Jovens Empreendedores Henrique de Campos Meirelles Novembro de 20 1 Novo Modelo Econômico: Estabilidade Macroeconômica com Distribuição de Renda 2 US$ bilhões Reservas Internacionais

Leia mais

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS no Rio de Janeiro Balanço de 2011

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS no Rio de Janeiro Balanço de 2011 GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS no Rio de Janeiro Balanço de 2011 NOTA CONJUNTURAL DO OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, FEVEREIRO DE 2012 08 2012 O ano de 2011 foi marcado

Leia mais

ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 04/2014

ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 04/2014 ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 04/2014 Data: 27/02/2014 Participantes Efetivos: Edna Raquel Rodrigues Santos Hogemann Presidente, Valcinea Correia da Silva Assessora Especial,

Leia mais

PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO

PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO Realizada entre os dias 20 e 23 de junho de 2016 Analistas consultados: 24 PROJEÇÕES E EXPECTATIVAS DE MERCADO Pesquisa FEBRABAN

Leia mais

LISTA 5A FIXAÇÃO CONCEITUAL. 3) Financiamento do investimento: poupança 4) Poupança, crescimento econômico e sistema financeiro

LISTA 5A FIXAÇÃO CONCEITUAL. 3) Financiamento do investimento: poupança 4) Poupança, crescimento econômico e sistema financeiro 1 LISTA 5A Conceitos importantes: 1) Produto potencial, produto efetivo e produtividade 2) Determinantes da produção e da produtividade de um país 3) Financiamento do investimento: poupança 4) Poupança,

Leia mais

Reformas geram Ganhos de Produtividade

Reformas geram Ganhos de Produtividade Reformas geram Ganhos de Produtividade Secretário Adunto de Política Econômica Fernando de Holanda B. Filho Apresentado no Seminário: O Desafio do Auste Fiscal Brasileiro. Auste Fiscal 2 A situação Fiscal

Leia mais

Apresentação disciplina ECO034

Apresentação disciplina ECO034 215 Apresentação disciplina ECO34 Panorama do primeiro semestre de 215 Alguns fatores no primeiro semestre de 215 vêm afetando a economia, e fazendo com que a população diminua o seu consumo. Aceleração

Leia mais

Indicadores da Semana

Indicadores da Semana Indicadores da Semana O saldo total das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional atingiu 54,5% do PIB, com aproximadamente 53% do total do saldo destinado a atividades econômicas. A carteira

Leia mais

CENÁRIO ECONÔMICO PLANO UNIFICADO 2º TRI/2015

CENÁRIO ECONÔMICO PLANO UNIFICADO 2º TRI/2015 CENÁRIO ECONÔMICO PLANO UNIFICADO 2º TRIMESTRE DE 2015 1 CENÁRIO ECONÔMICO O segundo trimestre do ano de 2015 demonstrou uma aceleração da deterioração dos fatores macroeconômicos no Brasil, com aumento

Leia mais

CRESCIMENTO DO PIB MUNDIAL (%)

CRESCIMENTO DO PIB MUNDIAL (%) 1 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 CRESCIMENTO DO PIB

Leia mais

Indicadores da Semana

Indicadores da Semana Indicadores da Semana O Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa de juros Selic em 0,5 p.p., a 14,25% ao ano, conforme esperado pelo mercado. A decisão ocorreu após elevação de 0,5 p.p no último encontro.

Leia mais

2.2 Ambiente Macroeconômico

2.2 Ambiente Macroeconômico Por que Ambiente Macroeconômico? Fundamentos macroeconômicos sólidos reduzem incertezas sobre o futuro e geram confiança para o investidor. A estabilidade de preços é uma condição importante para processos

Leia mais

Março / 2015. Cenário Econômico Bonança e Tempestade. Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

Março / 2015. Cenário Econômico Bonança e Tempestade. Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos Março / 2015 Cenário Econômico Bonança e Tempestade Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos 1 Bonança Externa Boom das Commodities Estímulos ao consumo X inflação Importações e real valorizado 2

Leia mais

Números da Indústria Gráfica Brasileira

Números da Indústria Gráfica Brasileira Ago/2016 Números da Indústria Gráfica Brasileira Números da Indústria Gráfica Brasileira Jun/2016 INDÚSTRIA GRÁFICA BRASILEIRA Exportação Importação Indústria Gráfica Brasileira em 2015 FOB - US$ 270,4

Leia mais

Carta ao Cotista Julho Ambiente Macroeconômico. Internacional

Carta ao Cotista Julho Ambiente Macroeconômico. Internacional Carta ao Cotista Julho 2015 Ambiente Macroeconômico Internacional A economia chinesa expandiu-se 7% no primeiro semestre, o resultado foi ligeiramente melhor do que o previsto pelo mercado. Dados recentes

Leia mais

São Paulo, 17 de Agosto de 2012

São Paulo, 17 de Agosto de 2012 São Paulo, 17 de Agosto de 2012 Discurso do Presidente do Banco Central do Brasil, Alexandre Tombini, no 22º Congresso da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores - Fenabrave Senhoras

Leia mais

O Brasil no cenário automotivo internacional Automóveis e comerciais leves

O Brasil no cenário automotivo internacional Automóveis e comerciais leves O Brasil no cenário automotivo internacional Automóveis e comerciais leves Abril, 211 1 Agenda Automóveis e comerciais leves Visão do mercado automotivo global Perspectivas regionais do setor automotivo

Leia mais

Calendário de Eventos Econômicos

Calendário de Eventos Econômicos Calendário de Eventos Econômicos Horário Eventos Previsão Comentários SegundaFeira 05/10 08:25 Bacen: Boletim Focus (semanal) 10:00 Markit: Índice PMI composto 15:00 MDIC: Balança comercial (semanal) 04:55

Leia mais

Revisão de Cenário - Brasil

Revisão de Cenário - Brasil Revisão de Cenário - Brasil outubro de 2012 Mais desonerações, mais estímulos Redução do superávit primário deve ser mais intensa nos próximos anos. Reduzimos a projeção para o superávit primário em 2012

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BRADESCO FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA LONGO PRAZO YIELD /

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BRADESCO FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA LONGO PRAZO YIELD / LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BRADESCO FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA LONGO PRAZO YIELD 03.054.724/0001-06 Informações referentes a Maio de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações

Leia mais

Perspectivas para a Inflação

Perspectivas para a Inflação Perspectivas para a Inflação Carlos Hamilton Araújo Setembro de 213 Índice I. Introdução II. Ambiente Internacional III. Condições Financeiras IV. Atividade V. Evolução da Inflação 2 I. Introdução 3 Missão

Leia mais

Introdução à. Macroeconomia

Introdução à. Macroeconomia Introdução à Prof. Fabini Hoelz Bargas Alvarez IBMEC-RJ / UCP O que é? É o estudo da economia como um todo, pois analisa a economia através de suas variáveis fortemente agregadas. Abrange o comportamento

Leia mais

16 a 31 de dezembro de 2014

16 a 31 de dezembro de 2014 16 a 31 de dezembro de 2014 As principais informações da economia mundial, brasileira e baiana INTRODUÇÃO Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia Diretoria de Indicadores e Estatísticas

Leia mais

O comportamento recente da taxa real de juros no Brasil: existe espaço para uma queda maior da taxa de juros?

O comportamento recente da taxa real de juros no Brasil: existe espaço para uma queda maior da taxa de juros? O comportamento recente da taxa real de juros no Brasil: existe espaço para uma queda maior da taxa de juros? José Luís Oreiro * O Banco Central do Brasil iniciou o recente ciclo de flexibilização da política

Leia mais

Dois Cenários Antagônicos para 2015

Dois Cenários Antagônicos para 2015 Dois Cenários Antagônicos para 2015 Celso L. Martone Setembro de 2014 A Herança Lula/Dilma I Taxa de inflação efetiva de 7,5%, contida a 6,5% pelo congelamento de preços administrados (energia, combustíveis,

Leia mais

Análise CEPLAN Clique para editar o estilo do título mestre. Recife, 26 de janeiro de 2010.

Análise CEPLAN Clique para editar o estilo do título mestre. Recife, 26 de janeiro de 2010. Análise CEPLAN Recife, 26 de janeiro de 2010. Temas que serão discutidos na Análise Ceplan A conjuntura econômica título em mestre 2010 e perspectivas para 2011 (Brasil, Nordeste, Estados); Informe especial

Leia mais

O impacto da crise do subprime nas variáveis macroeconômicas brasileiras

O impacto da crise do subprime nas variáveis macroeconômicas brasileiras PCA 2009 O impacto da crise do subprime nas variáveis macroeconômicas brasileiras Autores: Ariel de Lazari dos Santos (Colégio Salesiano Região Oceânica) Mateus Valim Coutinho de Souza (Colégio Marília

Leia mais

CSHG EQUITY HEDGE LEVANTE FIC FIM

CSHG EQUITY HEDGE LEVANTE FIC FIM A presente Instituição aderiu ao Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para os Fundos de Investimento. CSHG EQUITY HEDGE LEVANTE FIC FIM Relatório Gerencial: 31/10/2011 CARACTERÍSTICAS FUNDO DE

Leia mais

Inflação alta CAPÍTULO. Olivier Blanchard Pearson Education Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard

Inflação alta CAPÍTULO. Olivier Blanchard Pearson Education Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard Inflação Olivier Blanchard Pearson Education CAPÍTULO 23 Inflação Hiperinflação significa apenas inflação muito. A inflação, em última análise, vem do crescimento nominal. Países que sofreram hiperinflação

Leia mais

15.1.Os principais instrumentos de política monetária são:

15.1.Os principais instrumentos de política monetária são: Módulo 15 Política Monetária O conjunto de atos do BACEN para controlar a quantidade de dinheiro e a taxa de juros e, em geral, as condições de crédito constitui a política monetária de um determinado

Leia mais

ANEXO II DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO ANEXO 9-1-II DA INSTRUÇÃO CVM Nº. 481/ (R$) ,29

ANEXO II DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO ANEXO 9-1-II DA INSTRUÇÃO CVM Nº. 481/ (R$) ,29 ANEXO II DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO ANEXO 9-1-II DA INSTRUÇÃO CVM Nº. 481/2009 1. Informar o lucro líquido do exercício. (R$) 864.940.364,29 2. Informar o montante global e o valor por ação dos dividendos,

Leia mais

Release de Resultados 1T de abril de 2016

Release de Resultados 1T de abril de 2016 Release de Resultados 1T16 27 de abril de 2016 Ressalvas As informações e declarações sobre eventos futuros estão sujeitas a riscos e incertezas, as quais têm como base estimativas e suposições da Administração

Leia mais

1. Mercado e Construção Civil. 2. Números do Crédito Imobiliário. 3. Informações MCMV. 4. funding. 5. Ações relevantes. 6.

1. Mercado e Construção Civil. 2. Números do Crédito Imobiliário. 3. Informações MCMV. 4. funding. 5. Ações relevantes. 6. Reunião Fev 2016 1. Mercado e Construção Civil 2. Números do Crédito Imobiliário 3. Informações MCMV 4. funding 5. Ações relevantes 6. Pauta CAIXA 2 Mercado de Trabalho Construção Civil #00 Fonte: CAGED

Leia mais

Resultados do 2T15 Agosto, 2015

Resultados do 2T15 Agosto, 2015 Resultados do Agosto, 2015 Destaques Operacional Redução de 0,61 p.p. nas perdas totais no vs., totalizando 9,3% FEC de 3,50 vezes, 14,6% menor do que no ; DEC de 9,97 horas, 22,2% maior do que Investimentos

Leia mais

Crise Financeira Impacto no Setor Elétrico e na Tractebel Energia 01/12/2008

Crise Financeira Impacto no Setor Elétrico e na Tractebel Energia 01/12/2008 Crise Financeira Impacto no Setor Elétrico e na Tractebel Energia 01/12/2008 Índice 1. Diagnóstico 2. Impactos para o Setor Elétrico 3. Impactos e Oportunidades para a Tractebel Energia 2 Economia Brasileira

Leia mais

Panorama Econômico Abril de 2014

Panorama Econômico Abril de 2014 1 Panorama Econômico Abril de 2014 Alerta Esta publicação faz referência a análises/avaliações de profissionais da equipe de economistas do Banco do Brasil, não refletindo necessariamente o posicionamento

Leia mais

Brasília (DF), 18 de fevereiro de 2016.

Brasília (DF), 18 de fevereiro de 2016. Brasília (DF), 18 de fevereiro de 2016. Discurso do Diretor de Política Monetária, Aldo Luiz Mendes, na Conferência Macro Global no Brasil, promovida pelo Goldman Sachs Banco Múltiplo, em São Paulo. Trago

Leia mais

Economia Brasileira: da estabilidade macroeconômica ao crescimento sustentado

Economia Brasileira: da estabilidade macroeconômica ao crescimento sustentado Economia Brasileira: da estabilidade macroeconômica ao crescimento sustentado Junho de 2010 Wilson R. Levorato Diretor Geral Brasil e a crise internacional: porque nos saímos tão bem? Onde estamos? Cenário

Leia mais

Cielo Day. CFO Clovis Poggetti Jr

Cielo Day. CFO Clovis Poggetti Jr Cielo Day CFO Clovis Poggetti Jr Aviso Legal A companhia faz declarações sobre eventos futuros que estão sujeitas a riscos e incertezas Tais declarações têm como base crenças e suposições de nossa Administração

Leia mais

A Economia Global e as Perspectivas para o Agronegócio Brasileiro

A Economia Global e as Perspectivas para o Agronegócio Brasileiro A Economia Global e as Perspectivas para o Agronegócio Brasileiro Henrique de Campos Meirelles Julho de 20 1 pico = 100 Valor de Mercado das Bolsas Mundiais pico 100 Atual 80 Japão 60 40 crise 1929 20

Leia mais

Cenário Macroeconômico

Cenário Macroeconômico INSTABILIDADE POLÍTICA E PIORA ECONÔMICA 24 de Março de 2015 Nas últimas semanas, a instabilidade política passou a impactar mais fortemente o risco soberano brasileiro e o Real teve forte desvalorização.

Leia mais

R$ 173 bilhões devem ser injetados na economia a título de 13º salário

R$ 173 bilhões devem ser injetados na economia a título de 13º salário 1 São Paulo, 11 de novembro de 2015. NOTA À IMPRENSA R$ 173 bilhões devem ser injetados na economia a título de 13º salário O pagamento do 13º salário deve injetar na economia brasileira aproximadamente

Leia mais

JULHO/2016 RELATÓRIO ECONÔMICO JULHO/2016

JULHO/2016 RELATÓRIO ECONÔMICO JULHO/2016 RELATÓRIO ECONÔMICO ÍNDICE Indicadores Financeiros Pág. 3 Projeções Pág. 4-5 Cenário Externo Pág. 6 Cenário Doméstico Pág. 7 Renda Fixa e Renda Variável Pág. 8 INDICADORES FINANCEIROS Fonte: Santander

Leia mais

set/12 mai/12 jun/12 jul/11 1-30 jan/13

set/12 mai/12 jun/12 jul/11 1-30 jan/13 jul/11 ago/11 set/11 out/11 nov/11 dez/11 jan/12 fev/12 mar/12 abr/12 mai/12 jun/12 jul/12 ago/12 set/12 out/12 nov/12 1-30 jan/13 jul/11 ago/11 set/11 out/11 nov/11 dez/11 jan/12 fev/12 mar/12 abr/12

Leia mais

Políticas macroeconômicas para um crescimento robusto e sustentável

Políticas macroeconômicas para um crescimento robusto e sustentável Políticas macroeconômicas para um crescimento robusto e sustentável São Paulo, FGV-SP, 10º Fórum de Economia, 30/09/2013 Luiz Fernando de Paula Professor Titular da FCE/UERJ e ex- Presidente da AKB Email:

Leia mais

INVESTIMENTO NO EXTERIOR. LUIZ SORGE, CFP Recife, 19/05/2016

INVESTIMENTO NO EXTERIOR. LUIZ SORGE, CFP Recife, 19/05/2016 INVESTIMENTO NO EXTERIOR LUIZ SORGE, CFP Recife, 19/05/2016 Investimentos no Exterior Por que investimos tão pouco? Tema multifacetado : Contexto Legal e Econômico Psicologia do Investidor Aspectos Técnicos

Leia mais

Relatório Mensal. Abril de 2015. Cenário Internacional:

Relatório Mensal. Abril de 2015. Cenário Internacional: Relatório Mensal Abril de 2015 Cenário Internacional: EUA Divulgado o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos no primeiro trimestre de 2015 apresentando crescimento anualizado de 0,2%, muito aquém

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O GRADUAL FUNDO DE INVESTIMENTO DE RENDA FIXA CNPJ Nº /

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O GRADUAL FUNDO DE INVESTIMENTO DE RENDA FIXA CNPJ Nº / LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O CNPJ: Nº 10.561.127/0001-33 Informações referentes à Setembro de 2014 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o GRADUAL FUNDO DE INVESTIMENTO

Leia mais

Análise Macroeconômica Projeto Banco do Brasil

Análise Macroeconômica Projeto Banco do Brasil Análise Macroeconômica Projeto Banco do Brasil Segundo Trimestre de 2013 Energia Geração, Transmissão e Distribuição Conjuntura Projeto Banco Macroeconômica do Brasil Energia Geração, Transmissão e Distribuição

Leia mais

Conjuntura Macroeconômica Semanal

Conjuntura Macroeconômica Semanal Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos Conjuntura Macroeconômica Semanal 29 de julho de 2016 Concessões de crédito ao segmento de veículos devem voltar

Leia mais

Mudanças nos Preços Relativos

Mudanças nos Preços Relativos Mudanças nos Preços Relativos Tabela 1 Variação acumulada do IPCA: eiro/ junho/ Discriminação Brasil Belém 1/ Nordeste Sudeste Sul Centro- Gráfico 1 - Alteração no peso do IPCA por segmento de consumo:

Leia mais

Divulgação de Resultados 1T16

Divulgação de Resultados 1T16 São Paulo - SP, 29 de Abril de 2016. A Tarpon Investimentos S.A. ( Tarpon ou Companhia ), por meio de suas subsidiárias, realiza a gestão de fundos e carteiras de investimentos em bolsa e private equity

Leia mais

Clipping Tribunal de Contas do Estado do Piauí Sábado, 06 de fevereiro de 2016

Clipping Tribunal de Contas do Estado do Piauí Sábado, 06 de fevereiro de 2016 Clipping Tribunal de Contas do Estado do Piauí Sábado, 06 de fevereiro de 2016 Clipping Tribunal de Contas do Estado do Piauí Domingo, 07 de fevereiro de 2016 Clipping Tribunal de Contas do Estado do

Leia mais

Resultados Título da apresentação

Resultados Título da apresentação Resultados 2015 Título da apresentação Aviso Legal Esta apresentação pode incluir declarações que representem expectativas sobre eventos ou resultados futuros do Banco Pan. Essas declarações estão baseadas

Leia mais

A despeito dos diversos estímulos monetários e fiscais, economia chinesa segue desacelerando

A despeito dos diversos estímulos monetários e fiscais, economia chinesa segue desacelerando INFORMATIVO n.º 42 NOVEMBRO de 2015 A despeito dos diversos estímulos monetários e fiscais, economia chinesa segue desacelerando Fabiana D Atri - Economista Coordenadora do Departamento de Pesquisas e

Leia mais

Siderurgia. Siderurgia: Produção de aço cresce no Brasil e no mundo. Análise de Investimentos Relatório de Setorial

Siderurgia. Siderurgia: Produção de aço cresce no Brasil e no mundo. Análise de Investimentos Relatório de Setorial 24 de Março de 2015 : Produção de aço cresce no Brasil e no mundo Em fevereiro, a produção de aço apresentou elevação no Brasil e no mundo. No Brasil, o volume produzido aumentou 2,3% no mês, somando um

Leia mais

Valor médio de avaliação bancária acentuou tendência crescente

Valor médio de avaliação bancária acentuou tendência crescente Dez-14 Jan-15 Fev-15 Mar-15 Abr-15 Mai-15 Jun-15 Jul-15 Ago-15 Set-15 Out-15 Nov-15 Dez-15 Inquérito à Avaliação Bancária na Dezembro de 2015 25 de janeiro de 2016 Valor médio de avaliação bancária acentuou

Leia mais

Os números do Mercado Imobiliário Residencial em 2015

Os números do Mercado Imobiliário Residencial em 2015 Os números do Mercado Imobiliário Residencial em 2015 A AECOPS divulga a sua análise do comportamento do mercado imobiliário residencial em 2015, detalhando a evolução das vendas de alojamentos novos e

Leia mais

Introdução. PIB varia 0,4% em relação ao 1º trimestre e chega a R$ 1,10 trilhão

Introdução. PIB varia 0,4% em relação ao 1º trimestre e chega a R$ 1,10 trilhão 16 a 31 de agosto de 2012 As principais informações da economia mundial, brasileira e baiana Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia Diretoria de Indicadores e Estatísticas Coordenação

Leia mais

REFLEXOS DO CENÁRIO ECONÔMICO MUNDIAL SOBRE O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO

REFLEXOS DO CENÁRIO ECONÔMICO MUNDIAL SOBRE O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO REFLEXOS DO CENÁRIO ECONÔMICO MUNDIAL SOBRE O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO JOÃO CRUZ REIS FILHO SECRETÁRIO DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Brasília/DF JULHO DE 2015 22 CENÁRIO POPULACIONAL

Leia mais

Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015. Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015

Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015. Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015 Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015 Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015 O cenário econômico nacional em 2014 A inflação foi superior ao centro da meta pelo quinto

Leia mais

JPP CAPITAL FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII CNPJ /

JPP CAPITAL FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII CNPJ / JPP CAPITAL FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII CNPJ 17.216.625/0001-98 RELATÓRIO DO ADMINISTRADOR 2º SEMESTRE/2015 1 SUMÁRIO I. DESCRIÇÃO DOS NEGÓCIOS REALIZADOS NO SEMESTRE... 3 II. PROGRAMA DE INVESTIMENTOS

Leia mais

Aula 04 Moedas e Bancos

Aula 04 Moedas e Bancos Aula 04 Moedas e Bancos 1. (GESTOR 2008) Considerando a definição de meios de pagamentos adotada no Brasil, é incorreto afirmar que: a) o M1 engloba o papel-moeda em poder do público. b) o M2 engloba os

Leia mais

Economia brasileira: Crise à vista

Economia brasileira: Crise à vista Boletim Econômico Edição nº 01 agosto de 2013 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Economia brasileira: Crise à vista Comportamento da inflação ditará o futuro político do país

Leia mais

Reflexos da Economia Brasileira no Mercado Educacional. William Klein e Pedro Gomes

Reflexos da Economia Brasileira no Mercado Educacional. William Klein e Pedro Gomes Reflexos da Economia Brasileira no Mercado Educacional William Klein e Pedro Gomes 1. Cenário Econômico Breve Contextualização e Prospectiva 2. Reflexos no Mercado Educacional Captação, Evasão, Inadimplência,

Leia mais

INFORME ECONÔMICO 22 de maio de 2015

INFORME ECONÔMICO 22 de maio de 2015 RESENHA SEMANAL E PERSPECTIVAS Setor de construção surpreende positivamente nos EUA. Cenário de atividade fraca no Brasil impacta o mercado de trabalho. Nos EUA, os indicadores do setor de construção registraram

Leia mais

Cenário Macro - Setembro

Cenário Macro - Setembro Overview Atividade Econômica (mais detalhes na pag. ) Como antecipado, o processo de desaceleração econômica persiste como parte do ajuste nos salários reais. O PIB do segundo semestre caiu 1, na margem

Leia mais

Evitar a recessão no Brasil

Evitar a recessão no Brasil Evitar a recessão no Brasil Prof. Dr. Antonio Corrêa de Lacerda Federação Nacional dos Engenheiros - FNE São Paulo, 12 de Março de 2015 1 2 3 4 5 O quadro internacional A economia brasileira Comércio,

Leia mais

Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008

Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008 Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008 Crise Mundo Os EUA e a Europa passam por um forte processo de desaceleração economica com indicios de recessão e deflação um claro sinal de que a crise chegou

Leia mais

POR QUE FEIRAS EM TEMPOS DE CRISE?

POR QUE FEIRAS EM TEMPOS DE CRISE? POR QUE FEIRAS EM TEMPOS DE CRISE? Ligia Amorim Diretora geral da NürnbergMesse Brasil 1ª vice-presidente do capítulo América Latina da UFIthe Global Association of the Exhibition Industry. Vice-presidente

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER DIVIDENDOS AÇÕES / Informações referentes a Maio de 2016

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER DIVIDENDOS AÇÕES / Informações referentes a Maio de 2016 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER DIVIDENDOS AÇÕES 03.396.639/0001-26 Informações referentes a Maio de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o SANTANDER FUNDO

Leia mais

Vendas recuam, mas acumulam alta de 1,46% no ano

Vendas recuam, mas acumulam alta de 1,46% no ano Associação Brasileira de Supermercados Nº51 ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 29 de Abril de 2015 Vendas recuam, mas acumulam alta de 1,46% no ano Crescimento moderado

Leia mais