Destaques Semanais e Projeções Macroeconômicas

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1 Destaques Semanais e Projeções Macroeconômicas São Paulo, 17 de junho de 2016 Tatiana Pinheiro Adriana Dupita Luciano Sobral Everton Gomes Departamento de Pesquisa Econômica Matheus Rosignoli Rodolfo Margato Destaques da Semana O último dos componentes Para o IPCA-15 de junho, principal indicador da agenda de eventos da próxima semana, esperamos alta de 0,50% m/m. A significativa desaceleração do índice frente ao resultado de maio, quando o IPCA-15 registrou variação de 0,86% m/m, deve ser puxada pela menor inflação de preços administrados. A forte alta na tarifa de água e esgoto e o reajuste de medicamentos, ambos com grande contribuição para a inflação de maio, perderam força na passagem do mês. Outros destaques do resultado de junho devem ser a dissipação dos efeitos do reajuste de cigarros e a menor pressão de alimentos. Para esse último componente, vale comentar a esperada deflação de diversos produtos in-natura e de proteínas, que deve mais do que compensar a aceleração de grãos. A inflação de alimentos tem se sustentado bastante acima da meta de inflação (na comparação anual), sendo um componente de resistência para a desaceleração do IPCA em Para os próximos meses, contudo, esperamos um arrefecimento dos preços dos alimentos. Se confirmada a projeção, a inflação acumulada em 12 meses cairá de 9,62% a/a para 9,09% a/a. Os dados do balanço de pagamentos para maio devem mostrar um novo superávit em transações correntes, da ordem de US$ 2,1 bilhões. Se confirmado, este resultado traria o déficit em 12 meses para US$ 28,6 bilhões, algo equivalente a 1,7% do PIB, o percentual mais baixo desde o começo de Tanto a atividade econômica em contração como a moeda mais fraca na comparação com níveis de um ano atrás devem continuar melhorando os resultados em transações correntes por mais alguns meses, principalmente nos componentes de balança comercial, viagens internacionais e remessas de lucros e dividendos. Porém, dada a estabilização recente do câmbio e a esperada recuperação da economia a partir do quarto trimestre, é muito provável que o déficit em transações correntes se estabilize em um patamar mais próximo a 2% do PIB até o final do ano patamar este que, na nossa avaliação, é perfeitamente sustentável e facilmente financiável. O financiamento do déficit, inclusive, tem melhorado de qualidade: o investimento estrangeiro direto, por exemplo, deve ter trazido cerca de US$ 6 bilhões em termos líquidos ao país em maio, mantendo o acumulado em 12 meses próximo a US$ 79 bilhões quase três vezes o déficit em transações correntes no período, indicando menor dependência de novos endividamentos para financiar as necessidades correntes. E, mesmo do lado do endividamento, há sinais incipientes de melhora no perfil dos novos empréstimos, com a retomada de algumas emissões de títulos de dívida externa (em geral, mais baratos e mais longos que empréstimos diretos) por grandes empresas. No cenário internacional, as atenções estão voltadas para o plebiscito no Reino Unido (marcado para quinta-feira, dia 23) que deve definir se o conglomerado deixará ou não de ser integrante da União Europeia. As pesquisas preliminares indicam um equilíbrio entre as duas opções, o que tem mexido com o

2 mercado nos últimos dias. Além disso, vale atentar para outro discurso da presidente do Fed, Janet Yellen. Na entrevista da última semana, concedida após a reunião do FOMC (cuja decisão foi de manter a taxa de juros no intervalo 0,25% - 0,50% p.a.), a presidente comentou a visão do comitê de política monetária sobre os recémdivulgados indicadores econômicos da economia americana, principalmente a decepcionante criação de vagas no mercado de trabalho em maio. Yellen reconheceu a desaceleração econômica, mas não descartou novas elevações de juros no curto prazo, relacionando-as com a evolução da economia americana e com a redução das incertezas globais. O discurso dessa semana pode dar mais detalhes nesse sentido. Completam a agenda os resultados prévios dos índices PMI da Alemanha, Zona do Euro e Estados Unidos referentes ao mês de junho.

3 Agenda Eventos Referência Unidade Santander Consenso Anterior Segunda-feira Brasil BCB Boletim Focus 17-jun /06/16 MDIC Balança Comercial Semanal 17-jun US$ Milhões - - $561 Terça-feira Brasil IBGE IPCA-15 jun-16 m/m 0,50% 0,50% 0,86% 21/06/16 Internacional Alemanha Índice de Expectativas jun ,8 6,4 Z. do Euro Índice de Expectativa na Economia jun ,8 EUA Discurso de J. Yellen (Diretoria Fed) Quarta-feira Brasil FGV Sondagem da Indústria (Prévia) jun /06/16 BCB Fluxo Cambial Semanal 17-jun Internacional Z. do Euro Confiança do Consumidor jun ,0-7,0 EUA Vendas de Moradias Usadas mai-16 milhões/ano - 5,55 5,45 Quinta-feira Brasil FGV IPC-S (3ª quadri) jun-16 m/m /06/16 Alemanha PMI Industrial (prévia) jun ,0 52,1 Alemanha PMI Serviços (prévia) jun ,0 55,2 Alemanha PMI Composto (prévia) jun ,3 54,5 Z. do Euro PMI Industrial (prévia) jun ,4 51,5 Z. do Euro PMI Serviços (prévia) jun ,2 53,3 Z. do Euro PMI Composto (prévia) jun ,0 53,1 Reino Unido Plebiscito - membro da União Europeia EUA Índice de Atividade Nacional (CFNAI) mai ,11 0,10 EUA Pedidos de auxílio desemprego - milhares EUA PMI Industrial (prévia) jun ,9 50,7 Internacional EUA Vendas de Novas Moradias mai-16 milhares/ano EUA Indicadores Antecedentes mai-16 m/m - 0,1% 0,6% Sexta-feira Brasil FIPE IPC (3ª quadri) jun-16 m/m /06/16 BCB Nota S. Externo: Transações Correntes mai-16 US$ Bilhões $2100 $1952 $412 Internacional BCB Nota S. Externo: IDP mai-16 US$ Bilhões $6000 $5850 $6820 Alemanha Clima de Negócios jun/ ,4 107,7 EUA Encomendas de Bens Duráveis (prévia) mai ,4% 3,4% EUA Confiança do Consumidor jun ,1 94,3 Na semana Brasil CAGED Emprego Formal mai-16 milhares Receita Arrecadação Federal mai-16 R$ Bilhões Obs: Tabela completa de projeções no final do documento

4 Cenário Econômico Internacional: Os sinais de recuperação da economia americana levaram o Federal Reserve a iniciar o processo de normalização de juros nos Estados Unidos em dezembro de Os próximos passos de política monetária, segundo declarações de membros do FOMC, devem ser lentos, graduais e dependentes da evolução da economia e das incertezas globais. Enquanto isto, a economia europeia segue apresentando uma tendência positiva de crescimento, apesar de um pouco aquém do esperado pelo BCE ao iniciar o programa de injeção de recursos (o chamado afrouxamento quantitativo). Por esse motivo, o BCE tem adotado medidas adicionais arrojadas de estímulo monetário. Na China, a expectativa é que se mantenha o novo padrão de crescimento mais moderado, a despeito das medidas expansionistas (de política monetária e fiscal) adotadas pelo governo a fim de estimular a aceleração econômica. Nessas três economias citadas, a queda no preço internacional das commodities tem dificultado a consolidação da inflação em terreno positivo, exigindo cautela por parte das autoridades nas decisões de política monetária. Câmbio e juros: A perspectiva de encaminhamento de uma agenda de reforma fiscal, cujas medidas sinalizam uma trajetória mais contida para a dívida pública, tem permitido uma apreciação do câmbio em direção a um patamar mais compatível com os fundamentos da economia brasileira. Sendo assim, não esperamos flutuações drásticas como observado em Não se pode descartar, no entanto, uma apreciação temporária no curto prazo. A volatilidade no mercado de câmbio tende a continuar presente, ainda que potencialmente mais moderada, diante das dúvidas no decorrer do processo de aprovação de reformas, bem como das oscilações do cenário internacional. Com relação à taxa de juros, o processo de desinflação em curso e o aumento de eficiência da política monetária (em decorrência de uma política fiscal menos expansionista) devem permitir que o BCB inicie um ciclo de afrouxamento monetário, reduzindo a taxa básica a partir do segundo semestre deste ano. Atividade econômica: Os indicadores de consumo interno, produção industrial e investimentos seguem apontando para continuidade da recessão ao longo do primeiro semestre deste ano. Destaque para a deterioração do mercado de trabalho, com intensa elevação da taxa de desemprego e retração dos salários reais, e também para as condições mais apertadas do mercado de crédito. Pelo lado positivo, vale ressaltar o aumento das exportações (inclusive de bens manufaturados), algum grau de substituição de importados na indústria de transformação, a redução gradual dos estoques industriais e a melhora dos índices de confiança do empresariado. Acreditamos que a estabilização da atividade econômica ocorrerá no segundo semestre do ano corrente, seguida por um crescimento moderado em Uma recuperação mais contundente da atividade, com o crescimento do PIB acima do potencial, deve ficar apenas para os anos seguintes. Inflação: A forte contração da atividade econômica e a apreciação do câmbio frente ao nível estressado do final do ano passado devem viabilizar uma importante desinflação de preços livres em longo do ano. O principal fator que deve pesar na queda da taxa de inflação em 2016, contudo, é a menor alta de preços administrados. O processo de realinhamento de preços represados exigiu fortes reajustes de tarifas públicas em 2015, o que não deve se repetir nos próximos anos. A inércia inflacionária e o impacto de aumento de impostos sobre os preços, contudo, não devem permitir que a inflação ceda para próximo da meta. Para os anos seguintes, a manutenção de uma taxa real de juros elevada deve auxiliar na ancoragem de expectativas e na condução da inflação para a meta. Balanço de pagamentos: Os últimos meses foram marcados pela queda do déficit em transações correntes acumulado em 12 meses, efeito direto da desvalorização do real e do baixo crescimento da demanda doméstica; sob nossas projeções para câmbio e crescimento, o déficit tende a se estabilizar em torno do patamar de 2% do PIB. A perda do grau investimento afetou o acesso ao financiamento externo, tornando o crédito internacional mais caro e mais curto, e limitando o ingresso líquido, principalmente do investimento estrangeiro em carteira. No entanto, dado o recuo no déficit em transações correntes e o elevado montante de reservas internacionais, não se espera que o acesso mais limitado ao financiamento externo resulte em pressões significativas e sustentadas sobre o câmbio ou risco de insolvência externa. Política fiscal: O resultado primário deve permanecer negativo em 2016, uma vez que a melhora das contas fiscais vem sendo limitada pela queda na arrecadação tributária decorrente do fraco crescimento doméstico, com reflexos na dinâmica da dívida pública, que seguirá crescente. Acreditamos que esforço fiscal adicional e reformas estruturais serão adotados, o que deve reverter o resultado primário para superávit e estabilizar a relação dívida/pib nos próximos anos.

5 Projeções Macroeconômicas Projeções de Longo Prazo Realizado Cenário PIB Crescimento real (%) 1,9 3,0 0,1-3,8-3,7 2,0 PIB em US$ bilhões PIB per capita anual (US$) Mercado de Trabalho Taxa Média de Desemprego. (% of PEA) 7,3 7,2 6,8 8,3 11,6 12,5 Massa Salarial (real % YoY) 5,3 4,2 2,6 0,4-4,5 0,5 Inflação (% a.a.) IPCA (IBGE) 5,8 5,9 6,4 10,7 7,0 5,2 IGP-M (FGV) 7,8 5,5 3,7 10,5 7,5 6,0 Taxa de Câmbio R$/US$ - final de período 2,04 2,34 2,66 3,90 3,65 3,95 R$/ - final de período 2,70 3,21 3,21 4,25 4,23 4,82 Taxa de Juros (% a.a.) Taxa básica em final de ano 7,25 10,00 11,75 14,25 12,75 10,00 Taxa de Juros Real s/ Inflação - IPCA 2,4 2,0 4,1 2,3 6,3 5,2 Contas Externas Exportações (% a.a.) -5,2-0,3-7,2-15,2 3,1 6,2 Importações (% a.a.) -1,3 7,3-4,3-25,3-14,8 7,7 Balança em Conta Corrente (% do PIB) -3,3-3,0-4,3-3,3-1,9-2,0 Contas Públicas Resultado Primário (% do PIB) 2,2 1,8-0,6-1,9-2,3 0,1 Dívida Líquida do Setor Público (% do PIB) 32,3 30,6 33,1 36,0 42,8 43,3 Cenário Internacional Crescimento Real (%) EUA 2,2 1,5 2,4 2,4 2,8 3,0 Inflação CPI (%) EUA 1,7 1,5 0,8 0,7 1,5 2,0 Taxa Fed Funds (%a.a.) EUA 0,1 0,1 0,1 0,2 1,00 1,50 Crescimento Real (%) Zona Euro -0,9-0,3 0,9 1,6 2,0 2,0 Inflação (%) Zona do Euro 2,2 0,8-0,2 0,2 1,2 1,6 Taxa Básica de Juros (%a.a.) Zona do Euro 0,8 0,3 0,1 0,1 0,1 0,1

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