REGULAÇÃO E GESTÃO COMPETITIVA NO SETOR ELÉTRICO: UM EQUILÍBRIO DINÂMICO. Prof. Carlos Raul Borenstein, Dr. UFSC

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1 GAE/ à 22 de outubro de 1999 Foz do Iguçu Prná - Brsil GRUPO VI GRUPO DE ASPECTOS EMPRESARIAIS (GAE) REGULAÇÃO E GESTÃO COMPETITIVA NO SETOR ELÉTRICO: UM EQUILÍBRIO DINÂMICO Prof. Crlos Rul Borenstein, Dr. UFSC RESUMO Apresent-se um rcbouço conceptul e teórico pr compreensão d regulção exercid sobre o setor elétrico e cpcidde de escolh estrtégic ds empress n obtenção de vntgens competitivs (gestão competitiv). Concebe-se regulção e gestão competitiv como um processo de ções e reções em equilíbrio dinâmico. Sugere-se um instrumento pr nlisr este processo. PALAVRAS - CHAVE Regulção, Gestão Competitiv, Estrtégis Empresriis INTRODUÇÃO No setor elétrico brsileiro, regulção esttl, definid como interferênci do governo ns ções orgnizcionis, está se modificndo. Est nov relção do Estdo com s empress não está ind perfeitmente definid. Foi crido um órgão reguldor, Agenci Ncionl de Energi Elétric, ANEEL, como órgão executor d polític desenhd pr o setor elétrico, com função de estbelecer diretrizes e fisclizr s tividdes ds empress, tundo no interesse dos consumidores (Borenstein e Cmrgo, 1997). O novo rrnjo do setor vis retomd d necessári expnsão do sistem elétrico, implicndo num (re)posicionmento estrtégico pr s empress que estejm ou venhm tur no setor. A sobrevivênci ds orgnizções dependerá de um gestão que conduz obtenção e mnutenção de vntgens competitivs. Nest nov relidde do setor, dois elementos chves determinrão o sucesso ds medids implementds pelo governo federl: regulção exercid no setor e gestão competitiv ds empress. Estes dois elementos envolvem doção de medids hbitulmente conflitivs. A regulção, conceitud como interferênci extern ns orgnizções do setor, com reflexo n concorrênci, vis estbelecer e grntir regrs pr competição, procurndo gnhos de eficiênci e produtividde ds empres, em fvor d sociedde. As empress, por su vez, necessitm de um cert mrgem de mnobr, pr exercerem sus estrtégis, visndo crir e sustentr vntgens competitivs. Em conseqüênci, um regulção restritiv, pode impedir implementção de um gestão empresril competitiv, não grntindo sobrevivênci ds orgnizções do setor. Por outro ldo, regulção deficiente (té pel cptur do órgão reguldor) pode levr mnobrs predtóris à concorrênci, e prejuízos os interesses sociis. Necessit-se, ssim, do estbelecimento e mnutenção de um equilíbrio dinâmico entre estes dois elementos. Este trblho estud est questão, vlendo-se de modelos utilizdos n litertur (Borenstein et ll 1995), propondo um instrumento de nálise que uxilie os envolvidos n obtenção e mnutenção deste equilíbrio REGULAÇÃO

2 2 Pr Mitnick (1980), regulção é um processo, consistindo n restrição intencionl n tividde do reguldo, por um entidde extern não envolvid diretmente ns tividdes do reguldo. A questão centrl o estudr-se regulção é interferênci, de lgum mneir, ns tividdes sujeits à regulção, isto é, determindo comportmento deve ser governdo, lterdo, controldo, guido. Deve-se notr, entretnto, que não se desej substituir tividde, ms sim regulá-l, não sendo portnto regulção diretmente prte d tividde ou envolvid n su relizção. Est definição, de cráter mplo, que será utilizd neste trblho, coloc regulção como um processo entre reguldo e reguldor, em que o segundo procur restringir escolh do primeiro, e este, sofrendo restrição, vi gir ou regir em respost est restrição. Pode-se, ssim, nlisr, o longo do tempo, os efeitos d regulção, sej internmente n orgnizção reguld, sej n su relção com o mbiente externo As finliddes d regulção A regulção (Mitnick, 1980), pode ser exercid com o objetivo de ) proibição de determindos comportmentos, isto é, vedndo e impedindo relizção de certs ções expresss nos objetivos d regulção; b) medição, isto é, tundo como um filtro entre o público e o privdo, muits vezes evitndo o confronto direto entre s prtes, num processo de troc ou de relção, trvés do reguldor; c) promoção, isto é, incentivndo certos comportmentos trvés de benefícios REGULAÇÃO E GESTÃO COMPETITIVA Apresentm - se dois estudos publicdos sobre o relcionmento entre regulção esttl e gestão competitiv, contendo spectos de interesse o presente trblho, visndo compreensão do processo de relcionmento entre s dus ções: ) O trblho de Jvidn et l. (1990) nlis mudnç d regulção sobre s orgnizções do setor de trnsporte éreo no Cndá. Os utores citdos demonstrm que interção orgnizção - mbiente externo, em especil nquels ocsiões em que interferênci sobre performnce d orgnizção é significtiv, lev s mesms desenvolverem processos internos, isto é, vlores, estruturs, sistems de controle, e um distribuição de poder, conduzindo o equilíbrio com o mbiente. As tbels 1 e 2, retirdos do trblho cim menciondo, ilustrm s mudnçs no mbiente externo e no comportmento d orgnizção em função d mudnç d regulmentção do setor de trnsporte éreo. Jvidn et l. (1990) verificm que desregulmentção, isto é, diminuição d regulmentção governmentl, lev um mudnç dos stkeholders (Freemn, 1983) mis influentes sobre orgnizção. Pr lidr com os novos membros influentes do mbiente, torn-se necessário um reposicionmento estrtégico. Os utores em tel concluem, em consonânci com os qudros cim, e com o modelo de Pfeffer e Slncik (1978), que modificções ns estrtégis são obtids à cust d vrição do nível de influênci intern de membros d orgnizção, conforme figur 1. Por exemplo, profissionis de mrketing e finnçs pssm deter um influênci mior devido à ênfse em Mrketing e em custo - eficiênci, em relção engenheiros de segurnç eronáutic, que desempenhvm, nteriormente, ppel importnte ns operções d orgnizção, pel preocupção prioritári com regrs governmentis de segurnç (Jvidn et l.,1990). b) No trblho de Liouks et l. (1993), são pesquisds s empress esttis gregs, sendo proposto um modelo pr nálise d relção de forçs entre o governo (reguldor) e s empress (regulds). No entender dos utores, cpcidde do governo em efetivr regulção vi depender do poder reltivo entre governo e empres. Este poder é ctegorizdo em político e econômico. A utonomi d orgnizção está relciond com flt d cpcidde do governo em exercer regulção. Pr exminr est relção de forçs, deve-se considerr, entre outros indicdores: - dependênci d empres em relção recursos fornecidos ou sob controle do estdo, como áres de concessão, recursos finnceiros, nomeção de diretores; - visibilidde polític d empres, que levrá em cont su contribuição objetivos sociis, tendimento necessiddes básics d populção, entre outros ftores; - crcterístics d empres, como tmnho, performnce, etc.; - crcterístics mbientis, como competição; - crcterístics do sistem político e dministrtivo do pís e ds pessos envolvids, isto é, filição prtidári dos dministrdores, sus personliddes, redes de influênci, etc.

3 3 Ests fornecem um instrumento pr determinção do efeito resultnte ds forçs determinntes do posicionmento orgnizcionl. A figur 2, extríd do trblho de Liouks et l. (1993), esclrece sobre os indicdores citdos O EQUILÍBRIO DINÂMICO ENTRE RE- GULAÇÃO E GESTÃO COMPETITIVA Propõe-se nálise do equilíbrio, o longo do tempo, entre regulção e gestão competitiv ds empress, prtir d concepção de Hrebinick e Joyce (1985 ). Pr estes utores, o gru de determinismo mbientl, isto é, cpcidde reltiv do mbiente externo d orgnizção influencir ou restringir sus ções, e cpcidde de escolh estrtégic (Child, 1972), entendid como utonomi d orgnizção de decidir, ntecipr-se ou ind influir sobre s ções serem tomds nests situções de mudnç, são vriáveis independentes. A regulção influi no gru de determinismo mbientl, restringindo ou permitindo cpcidde de escolh estrtégic, relciondo gestão competitiv d empres. Ests vriáveis podem ser representds em dois eixos, cuj interção determin 4 tipos principis de comportmento orgnizcionl, conforme figur 3: - seleção nturl, com mínim cpcidde de escolh estrtégic, isto é, dptndo-se ou sendo descrtd, tendo lgum cpcidde de escolh qunto os processos internos à orgnizção; - diferencição, com lt cpcidde de escolh estrtégic e lto gru de determinismo mbientl, podendo dptr-se com restrições, normlmente trvés de mudnçs interns n orgnizção; - escolh estrtégic, com máxim cpcidde de escolh e dptção plnejd; - escolh indiferente, com escolh incrementl e dptção pels oportuniddes. Dest form, existe sempre, pr orgnizção, lgum gru de liberdde ou mrgem de mnobr, n eventulidde de vrições no mbiente externo. Est mrgem de mnobr pode ser exercid internmente n orgnizção (sobre processos ou métodos de produção, por exemplo), e/ou externmente (influindo no mbiente externo). Isto se plic à orgnizção em qulquer um dos qutro qudrntes cim. Est bordgem já foi objeto de utilizção empíric no trblho de Borenstein (1996), o estudrse modificção n gestão d ELETROSUL no período Nquele estudo verificou-se modificção do posicionmento d empres nos qudrntes, em função d modificção d regulção esttl, figur 4. Em conseqüênci, propõe-se utilizção d bordgem de Hrebinick e Joyce (1985), em que o órgão reguldor deve tur, levndo em cont os efeitos d regulção ns empress, expostos ns seções nteriores, de form mnter s orgnizções no qudrnte II, diferencição, no qul els possuem rzoável cpcidde de gestão competitiv, entretnto sujeits à contrposição ds ções regultóris, grntindo os interesses governmentis e d sociedde. Desvios deste qudrnte, especilmente pr o primeiro deles devem ser, motivos de intervenção do órgão reguldor, levndo um reposicionmento no qudrnte II CONCLUSÕES Regulção e gestão competitivs podem ser entendids como um processo, o longo do tempo, de ções e reções, em equilíbrio dinâmico. O órgão reguldor, conhecendo dinâmic deste processo, pode gir de form melhor grntir o fornecimento de um energi de qulidde preços justos e que reflitm utilizção eficiente dos recursos orgnizcionis, trvés do 'juste" n 'mrgem de mnobr" ds empress no mbiente competitivo. Este trblho presentou um estudo teórico e conceptul dest questão, propondo um instrumento de nálise deste equilíbrio dinâmico BIBLIOGRAFIA BORENSTEIN, Crlos Rul. A Dinâmic do Sistem de Poder ns Orgnizções do Setor Elétrico Brsileiro: O Cso d Eletrosul. Florinópolis, Tese de Doutordo em Engenhri de Produção - Universidde Federl de Snt Ctrin.196p BORENSTEIN, Crlos Rul e CAMARGO, C. Celso B. O Setor Elétrico no Brsil: Dos Desfios do Pssdo às Alterntivs do Futuro. Porto Alegre : Sgr - Luzztto, junho 1997, 320p. BORENSTEIN, Crlos Rul et ll. A Mudnç Orgnizcionl em Ambientes Desregulmentdos: Um Instrumento de Análise pr o Setor Elétrico, no XIII Seminário Ncionl de Produção e Trnsmissão de Energi Elétric (SNPTEE), 1995 CHILD, John. Orgniztionl Structure, Environment nd Performnce: The Role of Strtegic Choice.Sociology,USA, v.6,p.1-22,1972. FREEMAN, Edwrd R. "Mnging the strtegic chllenge in telecomunictions". Columbi Journl of World Business, Spring p HREBINIAK, L. G., JOYCE, W.F. Orgniztionl Adpttion: Strtegic Choice nd Environmentl Determinism. Administrtive Science Qurterly,USA,v.september,p ,1985. JAVIDAN, Mnsour et l. Strtegic Chnge: The Serch for New Equilibri.Journl of Orgni-

4 4 ztionl Chnge Mngement,USA,v.3,n.3,p.59-76,1990. LIOUKAS, S. et l. Mngeril Autonomy of Stte- Owned Enterprises: Determining Fctors.Orgniztion Science,USA, v.4,n.4,p ,1993. MINTZBERG, Henry. Power In nd Around Orgniztions. Englewood Cliffs,N.J.:Prentice- Hll, p. MITNICK,Brry M. The Politicl Economy of Regultion. NewYork:Columbi University Press, p. PFEFFER, Jeffrey,SALANCIK, Gerld R. The externl control of Orgniztions.New York:Hrper & Row, p. TABELA 1- EQUILÍBRIO ANTES DA MUDANÇA NA REGULAÇÃO (Fonte: Jvidn et l., 1990) I Stkeholders chves I Implicções estrtégics I I I I I Órgãos reguldores e I Ênfse ns questões legis I I governo I e relcionmento com o governoi I Sindictos I Ênfse no conhecimento normtii I I vo trvés dos executivos com I I I experiênci I I I Pouc ou nenhum diferenciçãoi I do produto e/ou serviço I I I Custos ltos I I I Qulidde e segurnç I I I Relcionmento cordil com os I I sindictos I I I Pouc preocupção com efi- I I I ciênci I I I I TABELA 2 - EQUILÍBRIO APÓS A MUDANÇA NA REGULAÇÃO (Fonte: Jvidn et l., 1990) I I I I Stkeholders chves I Implicções estrtégics I I I I I Consumidores I Ênfse no Mrketing I I Competidores I - Diferencição de produtos I I I e/ou serviços I I I - Promoções I I I - Segmentção de mercdo I I I - Preços flexíveis I I I Segurnç I I I Custo-eficiênci I I I I MODIFICAÇÕES NA REGULAÇÃO Distribuição de Poder n Orgnizção Seleção e Remoção de Executivos

5 5 AÇÕES E ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS FIGURA 1 - RELAÇÃO ENTRE MUDANÇAS AMBIENTAIS E O INTERIOR DA ORGANIZAÇÃO (Fonte: Pfeffer e Slncik,1978) Controle externo ou Autonomi d Orgnizção Político Econômico Dependênci Visibilidde Crcterístics Crcterístics de Recursos Polític d Orgnizção Ambientis - mercdo - socil - tmnho - competição - finnçs - orientção - performnce - voltibilidde - gerencil - quntidde de usuários finis FIGURA 2- FATORES QUE DETERMINAM AUTONOMIA (Fonte: Liouks et l., 1993) Cpcidde de escolh estrtégic A l Escolh estrtégic t I Diferencição II B i Escolh indiferente Seleção Nturl x III IV

6 6 Bixo Alto Gru de determinismo mbientl FIGURA. 3- GRAU DE DETERMINISMO X CAPACIDADE DE ESCOLHA ESTRATÉGICA (Fonte: Hrebinik e Joyce, 1985) Cpcidde de escolh ELETROSUL ELETROSUL estrtégic ( ) ( ) A l Escolh estrtégic Diferencição t I II ELETROSUL ( ) B A i Escolh indiferente Seleção Nturl x III IV ELETROSUL ( ) Bixo Alto Gru de determinismo mbientl FIGURA. 4- REPOSICIONAMENTO DA ELETROSUL ( ) (Fonte: Borenstein, 1996)

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