3.18 EXERCÍCIOS pg. 112
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- Maria dos Santos Fagundes Penha
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1 89 8 EXERCÍCIOS pg Investigue continuidde nos pontos indicdos sen, 0 em 0 0, 0 sen Portnto não é contínu em 0 b em Portnto é contínu em 0 8, em, c 8 Portnto, unção é contínu em d sen e em sen sen sen, 0 em 0 0, 0 Conorme eercício 6 d list 6 item c, temos Portnto, unção é contínu em
2 90 sen 0 0 Como 00, unção é contínu em 0, <, > em, Portnto unção não é contínu em, em 0, g 0 Portnto, unção não é contínu em, em, < h 0 / e unção não é contínu em - 7 em i Portnto unção é contínu em j em A unção dd não está deinid pr, ssim não é contínu neste ponto
3 9 Determine, se eistirem, os vlores de D, nos quis unção contínu não é, 0, Temos que em unção não é contínu porque não eiste b 0 contínu cos sen sen pr todo, Portnto, unção não tem pontos em que não é c 0 0, > 0, < 0 A unção não tem pontos em que não é contínu em seu, 0 0, domínio: d 6, < e >, Est unção não é contínu nos pontos - e - e cos, < 0, cos 0 Portnto, não eiste 0 e unção não é contínu em 0
4 9 e e Est unção é contínu em todo o seu domínio: { 0} R g,, Temos que: Portnto, não é contínu em h π A unção é contínu em todos os pontos de seu domínio: R { π} Constru o gráico e nlise continuidde ds seguintes unções: 0, 0, >
5 9 Anlisndo o gráico visuliz-se um unção contínu em todo o seu domínio, ou sej, em todo o conjunto dos números reis b,, A visulizção gráic mostr que unção não é contínu em, c, 0 0
6 A visulizção gráic mostr que unção não é contínu em 0 d ln,, 0 < A visulizção mostr que unção é contínu em todos os pontos do seu domínio, ou sej, em todo o conjunto dos números reis
7 9 e A visulizção gráic mostr que unção não é contínu em e em Observ-se que esses pontos não pertencem o domínio dess unção Assim, temos continuidde em todos os pontos do domínio Clcule p de modo que s unções bio sejm contínus p,, Devemos ter: p p Assim, p p 8 p 8 8 p p, b p, > Temos que:
8 96 p p p p p p Pr que o ite eist devemos ter relção: p p 0 ± p ± 0 c e, 0 p 7, 0 Temos que e Assim devemos ter p 7 ou p 0 Determine, se eistirem, os pontos onde s seguintes unções não são contínus 7 Neste cso temos os pontos que não pertencem o domínio d unção: e 7 b Neste cso unção não é contínu em,6, pois esses pontos não pertencem o domínio d unção c k k sen Est unção não é contínu nos pontos em que π kπ, k Ζ 6 7π kπ, k Ζ 6 sen, ou sej, em
9 97 d 6 0 É contínu em todo o seu domínio, ou sej, em todo o conjunto dos números reis 6 Prove que se e g são contí nus em, tmbém o são g e g 0 Se é contínu em Se g é contínu em então, e então g, g e g g Temos que g g g g g g g g 7 Dein unções, g e h que stisçm: não é contínu em pontos de seu domínio; b g é contínu em todos os pontos de seu domínio ms não é contínu em IR; c h 0 é contínu em todos os pontos do domínio de Podemos ter ininits resposts pr o presente eercício Segue um eemplo pr cd um ds unções:, e,, g h
10 98 Pr s unções eempliicds temos que h o h[ ] Esss unções stiszem s condições dds nos três itens e podem ser visulizds seguir Gráico d unção deinid em, e contínu em, -{,} b Gráico d unção g contínu em todos os pontos de seu domínio, ms não é contínu em, O ponto não pertence o domínio d unção eempliicd g c Gráico d unção unção h, cuj composição com unção result própri
11 99 h Dê eemplo de dus unções e g que não são contínus no ponto 0 e tis que h g é contínu neste ponto Fç o gráico ds unções, g e h Eistem ininitos eemplos Segue um deles:, 0, < 0, 0 g, < 0 h, 0, < 0 Esboço dos gráicos
12 00 g hg Sejm, g e h unções tis que, pr todos, g h Se e h são contínus no ponto e g h, prove que g é contínu no ponto Se e h são contínus no ponto, temos que: h h Como h temos que h Usndo o Teorem do Conronto, considerndo que g h, eiste g h g Isto grnte continuidde d unção g em 0 Sejm IR e : IR IR um unção deinid no ponto Se m, prove que é contínu no ponto
13 0 Pr que unção sej contínu no ponto devemos ter que, ou que 0 Temos, 0 0 m
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LIMITE DE UMA FUNÇÃO Cristineguedes.pro.br/ceet Vizinhnç de um ponto Pr um vlor rbitrrimente pequeno >, vizinhnç de é o conjunto dos vlores de pertencentes o intervlo: - + OBS: d AB = I A B I Limite de
Seja f : D R uma função, a R um ponto de acumulação D ) diz-se que f(x) tende para b quando x tende para a ou { }
.4- Limites e continuidde de unções. De. Deinição de Limite Sej : D R um unção, R um ponto de cumulção D diz-se que tende pr b qundo tende pr ou b se : { } > ε > V ε D \ V b b b b ε ε De.. Dd um unção
CAPÍTULO 5 - ESTUDO DA VARIAÇÃO DAS FUNÇÕES
CAPÍTULO 5 - ESTUDO DA VARIAÇÃO DAS FUNÇÕES 5.- Teorems Fundmentis do Cálculo Diferencil Os teorems de Rolle, de Lgrnge, de Cuch e regr de L Hospitl são os qutro teorems fundmentis do cálculo diferencil
+ + = + lim. x 1. 1 x. , x 0 tem descontinuidade infinita no ponto x = 0 pois. =, x 0 tem descontinuidade de salto no ponto x = 0 pois
Mtemátic II 9. Prof.: Luiz Gonzg Dmsceno E-mils: [email protected] [email protected] [email protected] http://www.dmsceno.info www.dmsceno.info dmsceno.info. Descontinuiddes Descontinuidde Infinit
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Noção intuitiva de limite
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Capítulo IV. Funções Contínuas. 4.1 Noção de Continuidade
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x 0 0,5 0,999 1,001 1,5 2 f(x) 3 4 4,998 5,
- Limite. - Conceito Intuitivo de Limite Considere função f definid pel guinte epressão: f - - Podemos obrvr que função está definid pr todos os vlores de eceto pr. Pr, tnto o numerdor qunto o denomindor
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CAPÍTULO EXERCÍCIOS pg. 127
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MATEMÁTICA PROFº ADRIANO PAULO LISTA DE FUNÇÃO POLINOMIAL DO º GRAU - Dd unção = +, determine Dd unção = +, determine tl que = Escrev unção im, sendo que: = e - = - - = e = c = e - = - A ret, gráico de
Aula 27 Integrais impróprias segunda parte Critérios de convergência
Integris imprópris segund prte Critérios de convergênci MÓDULO - AULA 7 Aul 7 Integris imprópris segund prte Critérios de convergênci Objetivo Conhecer dois critérios de convergênci de integris imprópris:
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cotg ( α ) corresponde ao valor da abcissa do
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Integral. (1) Queremos calcular o valor médio da temperatura ao longo do dia. O valor. a i
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xy 1 + x 2 y + x 1 y 2 x 2 y 1 x 1 y xy 2 = 0 (y 1 y 2 ) x + (x 2 x 1 ) y + (x 1 y 2 x 2 y 1 ) = 0
EQUAÇÃO DA RETA NO PLANO 1 Equção d ret Denominmos equção de um ret no R 2 tod equção ns incógnits x e y que é stisfeit pelos pontos P (x, y) que pertencem à ret e só por eles. 1.1 Alinhmento de três pontos
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e como . 2 contradomínio e como contradomínio [ 0,π ]. Y = arcsen(x) 1 x Y = arccos(x) -1 1 x A função arccos(x) tem como domínio [ 1,1 ] e como
Análise Mtemátic I - 6/7 Y rcsen y - A unção rcos tem como domínio [, ] e como A unção rcsen tem como domínio [, ] contrdomínio,. e como Y rccos y - A unção rccos tem como domínio [, ] contrdomínio [,
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Matemática B Superintensivo
GRITO Mtemátic Superintensivo Eercícios 0) 4 m M, m 0 m N tg 0 = b = b = b = = cos 0 = 4 = = 4. =.,7 =,4 MN =, +,4 + MN =,9 m tg 60 = = =.. = h = + = 0 m 04) 0) D O vlor de n figur bio é: (Errt) 4 sen
1 Assinale a alternativa verdadeira: a) < <
MATEMÁTICA Assinle lterntiv verddeir: ) 6 < 7 6 < 6 b) 7 6 < 6 < 6 c) 7 6 < 6 < 6 d) 6 < 6 < 7 6 e) 6 < 7 6 < 6 Pr * {} temos: ) *, * + e + * + ) + > + + > ) Ds equções (I) e (II) result 7 6 < ( 6 )
Objetivo. Conhecer a técnica de integração chamada substituição trigonométrica. e pelo eixo Ox. f(x) dx = A.
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Resumo com exercícios resolvidos do assunto:
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CÁLCULO L1 NOTAS DA DÉCIMA SÉTIMA AULA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO Resumo. Nest ul, utilizremos o Teorem Fundmentl do Cálculo (TFC) pr o cálculo d áre entre dus curvs. 1. A áre entre dus curvs A
Após encontrar os determinantes de A. B e de B. A, podemos dizer que det A. B = det B. A?
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6 Cálculo Integrl. (Eercício VI. de []) Considere função f definid no intervlo [, ] por se [, [ f () = se = 3 se ], ] () Mostre que pr tod decomposição do intervlo [, ], s soms superior S d ( f ) e inferior
Questão 1: (Valor 2,0) Determine o domínio de determinação e os pontos de descontinuidade da 1. lim
Escol de Engenhri Industril e etlúrgic de olt edond Pro Gustvo Benitez Alvrez Nome do Aluno (letr orm): Prov Escrit Nº 0/006 Não rsure est olh, pois cálculos relizdos nest, não serão considerdos Use olh
, então ela é integrável em [ a, b] Interpretação geométrica: seja contínua e positiva em um intervalo [ a, b]
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Prof.(s): Judson Sntos - Lucino Sntos y 0) Sbendo que (,,, ) estão em progressão ritmétic nest ordem y stisfendo s condições de eistênci dos ritmos. Então o vlor d epressão y é igul : ) b) y 0) Sej,, 4,,
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AULA 16 Esboço de curvas (gráfico da função
Belém, 1º de junho de 015 Caro aluno, Seguindo os passos dados você ará o esboço detalhado do gráico de uma unção. Para achar o zero da unção, precisamos de teorias que você estudará na disciplina Cálculo
8 AULA. Funções com Valores Vetoriais LIVRO. META Estudar funções de uma variável real a valores em R 3
1 LIVRO Funções com Vlores Vetoriis 8 AULA META Estudr funções de um vriável rel vlores em R 3 OBJETIVOS Estudr movimentos de prtículs no espço. PRÉ-REQUISITOS Ter compreendido os conceitos de funções
s: damasceno.
Matemática II 6. Pro.: Luiz Gonzaga Damasceno E-mails: [email protected] [email protected] [email protected] http://www.damasceno.ino www.damasceno.ino damasceno.ino - Derivadas Considere
1 x 5 (d) f = 1 + x 2 2 (f) f = tg 2 x x p 1 + x 2 (g) f = p x + sec 2 x (h) f = x 3p x. (c) f = 2 sen x. sen x p 1 + cos x. p x.
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e dx dx e x + Integrais Impróprias Integrais Impróprias
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Adriano Pedreira Cattai
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Índice Do progrm........................................... Descobre o teu livro....................................... 4 Atividde zero: Record.................................. 6 1. T de vrição e otimizção...........................
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