Capítulo 3. Autómatos e respectivas linguagens
|
|
|
- David Alcaide da Silva
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Cpítulo 3. Neste estudo, os utómtos serão considerdos principlmente como dispositivos de ceitção d lingugem, e respectiv estrutur intern será discutid pens n medid em que se relcione com lingugem ceite. Nest perspectiv, s grmátics gerdors e os utómtos corresponderão os dois spectos do uso de um lingugem. proximção básic neste estudo vi ser de considerr um grmátic gerdor ser usd como dispositivo sintético d fonte, enqunto que o utómto funcion como dispositivo nlítico, reconhecedor ou receptor. Irá ind verificr-se que existe um hierrqui de utómtos correspondente à hierrqui de Chomsky de lingugens. 1. utómtos finitos Os reconhecedores de expressões regulres são modeldos prtir de entiddes mtemátics designds por utómtos finitos ( finite utomt ). Os utómtos finitos são tmbém designdos por digrms de trnsição de estdos ( stte trnsition digrms ST ). Os utómtos finitos podem ser de dois tipos : determinísticos (F) e não determinísticos (FN). mbos permitem reconhecer expressões regulres, ms têm crcterístics diferentes. Vntgens dos F Reconhecimento mis rápido. Vntgens dos FN Ocupm menor espço de memóri (menos estdos) 1.1. efinições efinição : Um utómto finito determinístico (F) é todo o quíntuplo ordendo = (Q, T, M, q 0, H) onde Q é um conjunto finito de estdos; T é um lfbeto finito de símbolos de entrd ou vocbulário de entrd (que rotulm mudnçs de estdo) e em que T; M : Q T Q é um plicção (prcil), chmd função de trnsição ou função de mudnç de estdo;
2 26 utómtos finitos q 0 Q diz-se o estdo inicil; H Q constitui o conjunto dos estdos ceitntes (ou finis). Um trnsição < q, s > q M deve ler-se o utómto trnsit do estdo q pr o estdo q trvés do reconhecimento do símbolo s. efinição : Um utómto finito é não determinístico (FN) se M for um relção (e não um função), chmd relção de trnsição. Neste cso, o mesmo símbolo pode estr ssocido trnsições prtir do mesmo estdo com destino estdos distintos : est situção é vulgr em trnsições (trnsições pelo símbolo ). Vi-se dmitir que os símbolos de entrd se presentm num fit de entrd (input), dividid em qudrdos, cd um dos quis contendo um único símbolo. Pr cd movimento d fit (vnço de um qudrdo) é trnsmitid um informção o dispositivo de controlo dos estdos do utómto por intermédio de um cbeç de leitur. fit de entrd direcção do movimento cbeç de leitur dispositivo de controlo dos estdos do utómto Inicilmente, o utómto finito encontr-se no estdo q 0 e cbeç de leitur vi vrrer o primeiro símbolo d plvr introduzid. O utómto efecturá um sequênci de movimentos correspondentes à leitur d plvr P T*. Se, o ler o último símbolo de P o utómto entrr num estdo de conjunto H, plvr P será ceite pelo utómto. Cso contrário, plvr P vi ser rejeitd pelo utómto. ssim, dd um plvr P é possível determinr se P é ceite ou rejeitd pelo utómto finito num processo contendo P pssos Representção de um utómto finito Os utómtos finitos podem ser representdos de dus forms : grficmente ou por tbels de trnsições de estdos. representção gráfic de utómtos é feit por um grfo etiquetdo. Neste grfo, cd estdo é representdo por um círculo, normlmente designdo por nó. Um trnsição < q, s > q é representd por um set do nó q pr o nó q. set tribui um orientção n ligção entre os nós do grfo. cd set é diciondo um etiquet, com o símbolo s. Os estdos finis são representdos por círculos duplos e o estdo inicil é pontdo por um set etiquetd por Strt. Ns tbels de trnsições de estdos, s coluns são formds por estdos e s linhs são formds pelos símbolos do vocbulário de entrd, incluindo o. Um trnsição < q, s > q é inserid n tbel colocndo o estdo q n intersecção d linh s com colun q. Se o utómto não ceitr o símbolo s no estdo q, intersecção d linh s com colun q fic em brnco. Os estdos finis são identificdos ns coluns que referencim pens esse estdo. O estdo inicil, normlmente designdo por 0, é colocdo n primeir colun. Exemplo : Considere-se o lfbeto V = { letr, digito } e expressão regulr letr (letr + digito)* + digito + que descreve o conjunto de identificdores e de número inteiros. Conjunto de estdos : Q = { 0,, B, C, }; Estdo inicil : q 0 = 0; Estdos finis : H = { C, }.
3 utómtos finitos 27 Representção gráfic (grfo etiquetdo) : 0 letr C letr, digito digito B digito Representção em tbel de trnsição de estdos : 0 B C, B 1.3. Reconhecimento de um plvr letr C C digito C efinição : Um utómto finito = (Q, T, M, q 0, H) reconhece um plvr 1 2 n em que i T, se existir um sequênci de símbolos s 1 s 2 s m com s i T e um sequênci de estdos q 0 q 1 q k, não necessrimente distintos, tis que símbolos e estdos devem obedecer às seguintes condições: q 0 é o estdo inicil; pr quisquer dois estdos consecutivos d sequênci dd, q i e q i+1, verific-se { < q i, s i > q i+1 } M em que s i é o símbolo que se encontr n mesm posição reltiv o estdo q i ; o último estdo d sequênci pertence H (q n H); s plvrs 1 2 n e s 1 s 2 s m são equivlentes. lingugem L(), definid prtir do utómto, é o conjunto de tods s plvrs de T* reconhecids pelo utómto. efinição : iz-se que ocorre um erro de reconhecimento de um plvr, qundo é detectdo um ds situções seguintes : o utómto encontr-se num estdo q i, ind não processou o sufixo d plvr de entrd j k n e não existe nenhum estdo q j Q tl que { < q i, j > q j } M; o último estdo do lgoritmo de reconhecimento não pertence o conjunto H. Exemplo : Sej = (Q, T, M, q 0, H) um utómto finito determinístico, com Q = { q 0, q 1, q 2, q 3 }, T = {, b }, H = { q 0 }, onde M é descrit pelo qudro seguinte : M b q 0 q 2 q 1 q 1 q 3 q 0 q 2 q 0 q 3 q 3 q 1 q 2 Considere-se plvr bbbb. o ler est plvr o utómto ocuprá sucessivmente os estdos q 1, q 0, q 2, q 3, q 1, q 0 e, um vez que q 0 é um estdo ceitnte, plvr é ceite pelo utómto.
4 28 utómtos finitos efinição : do um utómto finito = (Q, T, M, q 0, H) e s plvrs X, Y em QT*, diz-se que o utómto reduz X em Y num só psso e escreve-se X Y se n descrição de M precer q p e existir um plvr P T* tl que X = q P Y = p P efinição : Um utómto finito reduz um plvr X QT* um plvr Y QT* e escreve-se se e só se X = Y ou X Y existir Z QT*, tl que X Z e Z Y efinição : ssocido cd utómto finito = (Q, T, M, q 0, H) o conjunto L() = { P T* : q 0 P p, pr lgum p H } diz-se lingugem ceite ou reconhecid pelo utómto finito. NOTS : (i) plvr vzi, Λ, pertence L() se e só se q 0 H (ii) Cd psso em M, q p, pode ser considerdo como um produção de comprimento decrescente. ssim, pode-se pensr que s reduções correspondem às inversões ds derivções dum grmátic liner à esquerd. Teorem : Pr cd grmátic regulr, G, existe um utómto finito,, tl que L() = L(G). Teorem : Pr todo o utómto finito não determinístico,, existe um grmátic regulr, G, tl que L(G) = L(). Exemplo : Considere-se grmátic regulr à direit G = ( { S, Z }, T, P, S ) com T = {, b,, z, 0, 1,, 9 } e contendo s produções S Z S b Z S z Z Z Z Z Z b Z Z z Z Z 0 Z Z 1 Z Z 9 Z Est grmátic ger lingugem ds cdeis inicids por um letr e seguid por zeros ou mis letrs ou dígitos. O utómto finito = ( { S, Z }, T, M, S, { Z } ), com plicção M definid pelo seguinte qudro, ceit mesm lingugem. M b z S Z Z Z Z Z Z Z Z Z Z Teorem : (de Kleene) clsse L 3 ds lingugens regulres coincide com clsse ds lingugens ceites por utómtos finitos (não determinísticos). Teorem : Pr cd utómto finito não determinístico = (Q, T, M, q 0, H) é possível determinr ' um utómto finito determinístico = (Q, T, M, q 0, H ) tl que L() = L( ).
5 utómtos finitos Construção de um FN prtir de um expressão regulr O lgoritmo que permite construir um FN prtir de um expressão regulr foi identificdo por Thompson. lgoritmo : Construção de um FN prtir de um expressão regulr Entrd : Um expressão regulr Resultdo : Um FN 1. Identificr os símbolos do lfbeto usdos n expressão regulr. Pr cd símbolo s, construir o seguinte FN : s ( {i, f}, s, {< i, s > f }, i, { f } ) i f 2. O FN d expressão regulr (r) é idêntico o FN d expressão r. 3. dos dois FN pr expressões regulres r e s, respectivmente, (r) = ( Q(r), T(r), M(r), q 0 (r), H(r) ) e (s) = ( Q(s), T(s), M(s), q 0 (s), H(s) ) Pr expressão regulr r + s é construído o seguinte FN : i (r) (s) f ( Q(r) Q(s) { i, f }, T(r) T(s), M(r) M(s) {< i, > q 0 (r), < i, > q 0 (s), < f(r), > f, < f(s), > f }, i, { f } ) n qul f(r) H(r) e f(s) H(s) Pr expressão regulr r s é construído o seguinte FN : I(r) (r) (s) H(s) ( Q(r) Q(s), T(r) T(s), M(r) M(s), I(r), H(s) ) no qul os estdos H(r) coincidem com os estdos q 0 (s) Pr expressão regulr r* é construído o seguinte FN : i (r) f ( { i, f } Q(r), T(r), M(r) {< i, > q 0 (r), < i, > f, < f(r), > q 0 (s), < f(r), > f }, i, { f } ) n qul f(r) H(r) Conversão de um FN num F Por rzões prátics, os FN não são usdos como modelos de reconhecedores de lingugens regulres, já que, hvendo váris trnsições pr o mesmo símbolo de entrd, o reconhecedor não sbe pr onde ir. Um solução consiste em seguir por um dos estdos e, em cso de flh, efectur um retrocesso ( bcktrck ) : o reconhecedor volt o estdo de bifurcção e remove os símbolos ceites desde bifurcção. No entnto, este processo torn o reconhecimento muito complexo e demordo.
6 30 utómtos finitos Sendo mis prático modelr o reconhecedor de lingugens regulres por F s, vi-se estão descrever o lgoritmo de conversão de FN s em F s. idei gerl de conversão de um FN num F consiste no grupmento de vários estdos do FN em subconjuntos. ddo subconjunto é feit correspondênci um estdo do F. Por isso, o lgoritmo é designdo por construtor de subconjuntos. Funções uxilires O lgoritmo de conversão de um FN num F utiliz 3 funções uxilires : fecho é um função que identific o conjunto de estdos do utómto que podem ser tingidos, prtir de um estdo q?, com um trnsição nul (); fecho é um função que identific o conjunto de estdos do utómto que podem ser tingidos, prtir de um estdo Q?, com um trnsição nul (); move é um função que identific o conjunto de estdos do utómto pr os quis existe um trnsição com o símbolo de entrd i?, prtindo de qulquer dos estdos indicdos no conjunto prâmetro de estdos. função fecho é clculd segundo o seguinte lgoritmo : lgoritmo : Cálculo d função fecho Entrd : Um conjunto de estdos de prtid Resultdo : O conjunto de estdos pr onde há um trnsição prtir do conjunto de estdos de prtid. 1. Colocr num pilh todos os estdos prâmetros d função. 2. Enqunto pilh não estiver vzi ) Tirr um estdo d pilh, S i b) Pr cd estdo S j fecho (S i ) (i) Juntr o resultdo o estdo S j, se ind não estiver; (ii) Inserir o estdo S j n pilh. lgoritmo de conversão de um FN num F N descrição deste lgoritmo, os elementos do FN têm um expoente N e os elementos do F têm um expoente N e mbos os utómtos presentm o mesmo vocbulário de entrd. lgoritmo : Identificção de um F que reconhece mesm lingugem de um FN Entrd : Um FN N Resultdo : Um F N 1. q0 fecho (q 0 ). Q q 0 e ctlogr o estdo q 0 como não mrcdo. 2. Enqunto existirem estdos de Q não mrcdos ) Seleccionr um estdo não mrcdo, q f Q, e mrcá-lo. b) Pr todos os símbolos do vocbulário i T : (i) U fecho (move(q,i)). (ii) Q Q { U} e M M { < q,i > U}. Q f f (iii) Se U então ctlogr U como não mrcdo. (iv) U é estdo finl se, pelo menos, um dos estdos correspondentes de N for um estdo finl.
7 utómto de pilh Conversão de um expressão regulr num grmátic regulr O método de conversão de grmátics regulres em expressões regulres nem sempre termin com sucesso, um vez que s grmátics regulres são mis potentes, ou sej, descrevem mior número de lingugens que s expressões regulres. Com bse nos F é possível formulr um lgoritmo de conversão de qulquer expressão regulr num grmátic regulr que ger mesm lingugem. Entrd : O modelo do F, = (Q, T, M, q 0, H), do reconhecedor d expressão regulr. Síd : Um grmátic regulr G = (Σ, T, P, S). 1. O conjunto T de G é igul o vocbulário de F, T. 2. O conjunto Σ é igul o conjunto de estdos do F, Q. O símbolo inicil d grmátic, S, é o estdo inicil de F, q Pr cd { <, x > B } M, crir um regr sintáctic (produção) x B. 4. Pr todos os estdos terminis H i H, gerr s regrs sintáctics (produção) H i. Exemplo : Sej expressão regulr ( + b)* (b + b), cujo modelo do F do reconhecedor é o seguinte : B b b E b C Seguindo os dois primeiros pssos do lgoritmo, tem-se : Σ = {, B, C,, E }, T = {, b }, S = s produções d grmátic regulr P são dds pelo seguinte conjunto de produções : B b C B B b C b C E b C E E b B 2. utómto de pilh b No cpítulo nterior verificou-se que o reconhecimento de lingugens regulres pode ser modeldo por utómtos finitos (determinísticos e não determinísticos). Nestes utómtos, trnsição pr um estdo só depende do estdo de prtid e do símbolo presente n entrd, e não d históri pssd. No entnto, o reconhecimento de lingugens não regulres pode ser modeldo por um versão mis potente do utómto finito, o utómto de pilh. Nestes utómtos, pr lém do dispositivo de controlo dos estdos finitos, prece um pilh (potencilmente infinit), onde novos ddos são inseridos.
8 32 utómto de pilh 2.1. efinição efinição : Um utómto de pilh P ( P Pushdown utomton ), é um septuplo onde, Z Q T M z 0 Z q 0 Q H Q = (Z, Q, T, M, z 0, q 0, H) é um lfbeto finito de símbolos d pilh é um conjunto finito de estdos internos é um lfbeto finito de símbolos de entrd é um plicção de Z Q (T { } ) em (Z* Q), chmd função de trnsição diz-se o símbolo inicil d pilh diz-se o estdo inicil é o conjunto dos estdos ceitntes ou finis Um trnsição < z, q, s > < z, q > M deve ler-se o utómto trnsit do estdo q com o símbolo z no topo d pilh pr o estdo q com substituição do topo d pilh pelo símbolo z, trvés do reconhecimento do símbolo s. e notr que se z e z =, o utómto de pilh execut retird do símbolo existente no topo d pilh ( pop ). Se z = z, o conteúdo d pilh não é lterdo. Se z = zz e z, o utómto insere os símbolos z n pilh ( push ). O símbolo s tmbém pode ser, o que corresponde à lterção d pilh ou à pssgem pr um novo estdo, independentemente do símbolo de entrd. efinição : configurção de um utómto de pilh é um plvr d form Wq onde W Z* é o conteúdo d pilh no momento ctul q Q é o estdo ctul descrito pelo dispositivo de controlo dos estdos de 2.2. Reconhecimento de um plvr O reconhecimento de um plvr pelo utómto de pilh é feito de form semelhnte o reconhecimento pelos utómtos finitos. efinição : Um utómto de pilh = (Z, Q, T, M, z 0, q 0, H) reconhece um plvr n em que i T, se existir um sequênci de símbolos s 1 s 2... s m em que s i T e um sequênci de estdos q 0 q 1... q k não são necessrimente distintos. Os símbolos e estdos devem obedecer às seguintes condições : q 0 é o estdo inicil; pilh prte com o símbolo z 0 ; pr quisquer dois estdos consecutivos d sequênci, q i e q i+1, existe um símbolo d pilh z i e um sequênci de símbolos d pilh z i+1 tl que : { < q i, z i, s i > < q i+1, z i+1 > } M, em que s i é o símbolo que se encontr n mesm posição reltiv do estdo q i o símbolo d pilh z i é substituído pel sequênci de símbolos d pilh z i+1 o último estdo d sequênci, q n, é membro de H s plvrs n e s 1 s 2... s m são equivlentes. efinição : lingugem L(), definid prtir do utómto de pilh, é o conjunto de tods s plvrs reconhecids pelo utómto. Formlmente tem-se : L() = { P T* : z0 q0 P Wp, W Z*, p H } N definição de L(), o utómto pode terminr contendo quisquer símbolos n pilh.
Aula 4: Autômatos Finitos 2. 4.1 Autômatos Finitos Não-Determinísticos
Teori d Computção Primeiro Semestre, 25 Aul 4: Autômtos Finitos 2 DAINF-UTFPR Prof. Ricrdo Dutr d Silv 4. Autômtos Finitos Não-Determinísticos Autômtos Finitos Não-Determinísticos (NFA) são um generlizção
Analisadores Sintáticos. Análise Recursiva com Retrocesso. Análise Recursiva Preditiva. Análise Recursiva Preditiva 05/04/2010
Anlisdores intáticos Análise Descendente (Top-down) Anlisdores sintáticos descendentes: Recursivo com retrocesso (bcktrcking) Recursivo preditivo Tbulr preditivo Análise Redutiv (Bottom-up) Anlisdores
Faculdade de Computação
UNIVERIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Fculdde de Computção Disciplin : Teori d Computção Professor : ndr de Amo Revisão de Grmátics Livres do Contexto (1) 1. Fzer o exercicio 2.3 d págin 128 do livro texto
Teoria da Computação. Unidade 3 Máquinas Universais (cont.) Referência Teoria da Computação (Divério, 2000)
Teori d Computção Unidde 3 Máquins Universis (cont.) Referênci Teori d Computção (Divério, 2000) 1 Máquin com Pilhs Diferenci-se ds MT e MP pelo fto de possuir memóri de entrd seprd ds memóris de trblho
Hierarquia de Chomsky
Universidde Ctólic de Pelots Centro Politécnico 364018 Lingugens Formis e Autômtos TEXTO 1 Lingugens Regulres e Autômtos Finitos Prof. Luiz A M Plzzo Mrço de 2011 Hierrqui de Chomsky Ling. Recursivmente
CDI-II. Resumo das Aulas Teóricas (Semana 12) y x 2 + y, 2. x x 2 + y 2), F 1 y = F 2
Instituto Superior Técnico eprtmento de Mtemátic Secção de Álgebr e Análise Prof. Gbriel Pires CI-II Resumo ds Auls Teórics (Semn 12) 1 Teorem de Green no Plno O cmpo vectoril F : R 2 \ {(, )} R 2 definido
LRE LSC LLC. Autômatos Finitos são reconhecedores para linguagens regulares. Se não existe um AF a linguagem não é regular.
Lingugens Formis Nom Chomsky definiu que s lingugens nturis podem ser clssificds em clsses de lingugens. egundo Hierrqui de Chomsky, s lingugens podem ser dividids em qutro clsses, sendo els: Regulres
Algoritmos em Grafos: Circuitos de Euler e Problema do Carteiro Chinês
CAL (00-0) MIEIC/FEUP Algoritmos em Grfos (0-0-0) Algoritmos em Grfos: Circuitos de Euler e Prolem do Crteiro Chinês R. Rossetti, A.P. Roch, A. Pereir, P.B. Silv, T. Fernndes FEUP, MIEIC, CPAL, 00/0 Circuitos
3.3 Autómatos finitos não determinísticos com transições por ε (AFND-ε)
TRANSIÇÕES POR (AFND-) 43 3.3 Autómtos finitos não determinísticos com trnsições por (AFND-) Vmos gor considerr utómtos finitos que podem mudr de estdo sem consumir qulquer símbolo, isto é, são utómtos
Semelhança e áreas 1,5
A UA UL LA Semelhnç e áres Introdução N Aul 17, estudmos o Teorem de Tles e semelhnç de triângulos. Nest ul, vmos tornr mis gerl o conceito de semelhnç e ver como se comportm s áres de figurs semelhntes.
POLINÔMIOS. Definição: Um polinômio de grau n é uma função que pode ser escrita na forma. n em que cada a i é um número complexo (ou
POLINÔMIOS Definição: Um polinômio de gru n é um função que pode ser escrit n form P() n n i 0... n i em que cd i é um número compleo (ou i 0 rel) tl que n é um número nturl e n 0. Os números i são denomindos
Teoria de Linguagens 2 o semestre de 2014 Professor: Newton José Vieira Primeira Lista de Exercícios Entrega: até 16:40h de 23/10.
Pós-Grdução em Ciênci d Computção DCC/ICEx/UFMG Teori de Lingugens 2 o semestre de 2014 Professor: Newton José Vieir Primeir List de Exercícios Entreg: té 16:40h de 23/10. Oservções: O uso do softwre JFLAP,
Linguagens Formais e Autômatos (LFA)
Lingugens Formis e Autômtos (LFA) Aul de 11/09/2013 Conjuntos Regulres, Expressões Regulres, Grmátics Regulres e Autômtos Finitos 1 Conjuntos Regulres Conjuntos regulres sobre um lfbeto finito são LINGUAGENS
EXAME DE INGRESSO 2014 3º Período
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA ÁREA DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO (141) ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO EXAME DE INGRESSO 2014 º Período NOME: Oservções Importntes: 1. Não
1 Fórmulas de Newton-Cotes
As nots de ul que se seguem são um compilção dos textos relciondos n bibliogrfi e não têm intenção de substitui o livro-texto, nem qulquer outr bibliogrfi. Integrção Numéric Exemplos de problems: ) Como
Análise de Variância com Dois Factores
Análise de Vriânci com Dois Fctores Modelo sem intercção Eemplo Neste eemplo, o testrmos hipótese de s três lojs terem volumes médios de vends iguis, estmos testr se o fctor Loj tem influênci no volume
Professores Edu Vicente e Marcos José Colégio Pedro II Departamento de Matemática Potências e Radicais
POTÊNCIAS A potênci de epoente n ( n nturl mior que ) do número, representd por n, é o produto de n ftores iguis. n =...... ( n ftores) é chmdo de bse n é chmdo de epoente Eemplos =... = 8 =... = PROPRIEDADES
Algoritmos de Busca de Palavras em Texto
Revisdo 08Nov12 A busc de pdrões dentro de um conjunto de informções tem um grnde plicção em computção. São muits s vrições deste problem, desde procurr determinds plvrs ou sentençs em um texto té procurr
Acoplamento. Tipos de acoplamento. Acoplamento por dados. Acoplamento por imagem. Exemplo. É o grau de dependência entre dois módulos.
Acoplmento É o gru de dependênci entre dois módulos. Objetivo: minimizr o coplmento grndes sistems devem ser segmentdos em módulos simples A qulidde do projeto será vlid pelo gru de modulrizção do sistem.
Modelos de Computação -Folha de trabalho n. 2
Modelos de Computção -Folh de trlho n. 2 Not: Os exercícios origtórios mrcdos de A H constituem os prolems que devem ser resolvidos individulmente. A resolução em ppel deverá ser depositd n cix d disciplin
Curso Básico de Fotogrametria Digital e Sistema LIDAR. Irineu da Silva EESC - USP
Curso Básico de Fotogrmetri Digitl e Sistem LIDAR Irineu d Silv EESC - USP Bses Fundmentis d Fotogrmetri Divisão d fotogrmetri: A fotogrmetri pode ser dividid em 4 áres: Fotogrmetri Geométric; Fotogrmetri
Transporte de solvente através de membranas: estado estacionário
Trnsporte de solvente trvés de membrns: estdo estcionário Estudos experimentis mostrm que o fluxo de solvente (águ) em respost pressão hidráulic, em um meio homogêneo e poroso, é nálogo o fluxo difusivo
Apostila 02 - Linguagens Regulares Exercícios
Cursos: Bchreldo em Ciênci d Computção e Bchreldo em Sistems de Informção Disciplins: (1493A) Teori d Computção e Lingugens Formis, (4623A) Teori d Computção e Lingugens Formis e (1601A) Teori d Computção
3 Teoria dos Conjuntos Fuzzy
0 Teori dos Conjuntos Fuzzy presentm-se qui lguns conceitos d teori de conjuntos fuzzy que serão necessários pr o desenvolvimento e compreensão do modelo proposto (cpítulo 5). teori de conjuntos fuzzy
Trigonometria FÓRMULAS PARA AJUDÁ-LO EM TRIGONOMETRIA
Trigonometri é o estudo dos triângulos, que contêm ângulos, clro. Conheç lgums regrs especiis pr ângulos e váris outrs funções, definições e trnslções importntes. Senos e cossenos são dus funções trigonométrics
ÁLGEBRA LINEAR Equações Lineares na Álgebra Linear EQUAÇÃO LINEAR SISTEMA LINEAR GEOMETRIA DA ESQUAÇÕES LINEARES RESOLUÇÃO DOS SISTEMAS
EQUAÇÃO LINEAR SISTEMA LINEAR GEOMETRIA DA ESQUAÇÕES LINEARES RESOLUÇÃO DOS SISTEMAS Equção Liner * Sej,,,...,, (números reis) e n (n ) 2 3 n x, x, x,..., x (números reis) 2 3 n Chm-se equção Liner sobre
FUNÇÕES. Mottola. 1) Se f(x) = 6 2x. é igual a (a) 1 (b) 2 (c) 3 (d) 4 (e) 5. 2) (UNIFOR) O gráfico abaixo. 0 x
FUNÇÕES ) Se f() = 6, então f ( 5) f ( 5) é igul () (b) (c) 3 (d) 4 (e) 5 ) (UNIFOR) O gráfico bio 0 () não represent um função. (b) represent um função bijetor. (c) represent um função não injetor. (d)
Diogo Pinheiro Fernandes Pedrosa
Integrção Numéric Diogo Pinheiro Fernndes Pedros Universidde Federl do Rio Grnde do Norte Centro de Tecnologi Deprtmento de Engenhri de Computção e Automção http://www.dc.ufrn.br/ 1 Introdução O conceito
São possíveis ladrilhamentos com um único molde na forma de qualquer quadrilátero, de alguns tipos de pentágonos irregulares, etc.
LADRILHAMENTOS Elvi Mureb Sllum Mtemtec-IME-USP A rte do ldrilhmento consiste no preenchimento do plno, por moldes, sem superposição ou burcos. El existe desde que o homem começou usr pedrs pr cobrir o
Matrizes. Matemática para Economistas LES 201. Aulas 5 e 6 Matrizes Chiang Capítulos 4 e 5. Márcia A.F. Dias de Moraes. Matrizes Conceitos Básicos
Mtemátic pr Economists LES uls e Mtrizes Ching Cpítulos e Usos em economi Mtrizes ) Resolução sistems lineres ) Econometri ) Mtriz Insumo Produto Márci.F. Dis de Mores Álgebr Mtricil Conceitos Básicos
1. VARIÁVEL ALEATÓRIA 2. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE
Vriáveis Aletóris 1. VARIÁVEL ALEATÓRIA Suponhmos um espço mostrl S e que cd ponto mostrl sej triuído um número. Fic, então, definid um função chmd vriável letóri 1, com vlores x i2. Assim, se o espço
Aula 27 Integrais impróprias segunda parte Critérios de convergência
Integris imprópris segund prte Critérios de convergênci MÓDULO - AULA 7 Aul 7 Integris imprópris segund prte Critérios de convergênci Objetivo Conhecer dois critérios de convergênci de integris imprópris:
MATEMÁTICA PROFº ADRIANO PAULO LISTA DE FUNÇÃO POLINOMIAL DO 1º GRAU - ax b, sabendo que:
MATEMÁTICA PROFº ADRIANO PAULO LISTA DE FUNÇÃO POLINOMIAL DO º GRAU - Dd unção = +, determine Dd unção = +, determine tl que = Escrev unção im, sendo que: = e - = - - = e = c = e - = - A ret, gráico de
ROTAÇÃO DE CORPOS SOBRE UM PLANO INCLINADO
Físic Gerl I EF, ESI, MAT, FQ, Q, BQ, OCE, EAm Protocolos ds Auls Prátics 003 / 004 ROTAÇÃO DE CORPOS SOBRE UM PLANO INCLINADO. Resumo Corpos de diferentes forms deslocm-se, sem deslizr, o longo de um
f(x) é crescente e Im = R + Ex: 1) 3 > 81 x > 4; 2) 2 x 5 = 16 x = 9; 3) 16 x - 4 2x 1 10 = 2 2x - 1 x = 1;
Curso Teste - Eponencil e Logritmos Apostil de Mtemátic - TOP ADP Curso Teste (ii) cso qundo 0 < < 1 EXPONENCIAL E LOGARITMO f() é decrescente e Im = R + 1. FUNÇÃO EXPONENCIAL A função f: R R + definid
Linguagens Formais e Autômatos (LFA)
PU-Rio Lingugens Formis e Autômtos (LFA) omplemento d Aul de 21/08/2013 Grmátics, eus Tipos, Algums Proprieddes e Hierrqui de homsky lrisse. de ouz, 2013 1 PU-Rio Dic pr responder Pergunts finis d ul lrisse.
Exemplos de autómatos finitos
Exemplos de utómtos finitos s s 2 reconhece lingugem: {x {, } x termin em e não têm s consecutivos} s s 2 reconhece lingugem {x x {, } e tem como suplvr} Deprtmento de Ciênci de Computdores d FCUP MC Aul
Cálculo Numérico Faculdade de Engenharia, Arquiteturas e Urbanismo FEAU
Cálculo Numérico Fculdde de Enenhri, Arquiteturs e Urnismo FEAU Pro. Dr. Serio Pillin IPD/ Físic e Astronomi V Ajuste de curvs pelo método dos mínimos qudrdos Ojetivos: O ojetivo dest ul é presentr o método
1 As grandezas A, B e C são tais que A é diretamente proporcional a B e inversamente proporcional a C.
As grndezs A, B e C são tis que A é diretmente proporcionl B e inversmente proporcionl C. Qundo B = 00 e C = 4 tem-se A = 5. Qul será o vlor de A qundo tivermos B = 0 e C = 5? B AC Temos, pelo enuncido,
Regras. Resumo do Jogo Resumo do Jogo. Conteúdo. Conteúdo. Objetivo FRENTE do Jogo
Resumo do Jogo Resumo do Jogo Regrs -Qundo for seu turno, você deve jogr um de sus crts no «ponto n linh do tempo» que estej correto. -Se você jogr crt corretmente, terá um crt menos à su frente. -Se você
Material envolvendo estudo de matrizes e determinantes
E. E. E. M. ÁREA DE CONHECIMENTO DE MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS PROFESSORA ALEXANDRA MARIA º TRIMESTRE/ SÉRIE º ANO NOME: Nº TURMA: Mteril envolvendo estudo de mtrizes e determinntes INSTRUÇÕES:. Este
AULA 1. 1 NÚMEROS E OPERAÇÕES 1.1 Linguagem Matemática
1 NÚMEROS E OPERAÇÕES 1.1 Lingugem Mtemátic AULA 1 1 1.2 Conjuntos Numéricos Chm-se conjunto o grupmento num todo de objetos, bem definidos e discerníveis, de noss percepção ou de nosso entendimento, chmdos
Relações em triângulos retângulos semelhantes
Observe figur o ldo. Um escd com seis degrus está poid em num muro de m de ltur. distânci entre dois degrus vizinhos é 40 cm. Logo o comprimento d escd é 80 m. distânci d bse d escd () à bse do muro ()
Busca Digital (Trie e Árvore Patrícia) Estrutura de Dados II Jairo Francisco de Souza
Busc Digitl (Trie e Árvore Ptríci) Estrutur de Ddos II Jiro Frncisco de Souz Introdução No prolem de usc, é suposto que existe um conjunto de chves S={s 1,, s n } e um vlor x correspondente um chve que
EQUAÇÃO DO 2 GRAU. Seu primeiro passo para a resolução de uma equação do 2 grau é saber identificar os valores de a,b e c.
EQUAÇÃO DO GRAU Você já estudou em série nterior s equções do 1 gru, o gru de um equção é ddo pelo mior expoente d vriável, vej lguns exemplos: x + = 3 equção do 1 gru já que o expoente do x é 1 5x 8 =
Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra
Serviços de Acção Socil d Universidde de Coimbr Serviço de Pessol e Recursos Humnos O que é o bono de fmíli pr crinçs e jovens? É um poio em dinheiro, pgo menslmente, pr judr s fmílis no sustento e n educção
Simbolicamente, para. e 1. a tem-se
. Logritmos Inicilmente vmos trtr dos ritmos, um ferrment crid pr uilir no desenvolvimento de cálculos e que o longo do tempo mostrou-se um modelo dequdo pr vários fenômenos ns ciêncis em gerl. Os ritmos
Internação WEB BR Distribuidora v20130701.docx. Manual de Internação
Mnul de Internção ÍNDICE CARO CREDENCIADO, LEIA COM ATENÇÃO.... 3 FATURAMENTO... 3 PROBLEMAS DE CADASTRO... 3 PENDÊNCIA DO ATENDIMENTO... 3 ACESSANDO O MEDLINK WEB... 4 ADMINISTRAÇÃO DE USUÁRIOS... 5 CRIANDO
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Ministério da Educação
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Ministério d Educção Universidde Federl do Rio Grnde Universidde Abert do Brsil Administrção Bchreldo Mtemátic pr Ciêncis Sociis Aplicds I Rodrigo Brbos Sores . Mtrizes:.. Introdução:
CÁLCULO E INSTRUMENTOS FINANCEIROS I (2º ANO)
GESTÃO DE EMPRESAS CÁLCULO E INSTRUMENTOS FINANCEIROS I (2º ANO) Exercícios Amortizção de Empréstimos EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO Exercício 1 Um empréstimo vi ser reembolsdo trvés de reembolsos nuis, constntes
Linguagens Formais Capítulo 5: Linguagens e gramáticas livres de contexto
Lingugens ormis Cpítulo 5: Lingugens e grmátics livres de contexto José Lucs Rngel, mio 1999 5.1 - Introdução Vimos no cpítulo 3 definição de grmátic livre de contexto (glc) e de lingugem livre de contexto
Pontos onde f (x) = 0 e a < x < b. Suponha que f (x 0 ) existe para a < x 0 < b. Se x 0 é um ponto extremo então f (x 0 ) = 0.
Resolver o seguinte PPNL M (min) f() s. [, ] Pr chr solução ótim deve-se chr todos os máimos (mínimos) locis, isto é, os etremos locis. A solução ótim será o etremo locl com mior (menor) vlor de f(). É
Roteiro-Relatório da Experiência N o 6 ASSOCIAÇÃO DE QUADRIPOLOS SÉRIE - PARALELO - CASCATA
UNERSDADE DO ESTADO DE SANTA CATARNA UDESC FACULDADE DE ENGENHARA DE JONLLE FEJ DEPARTAMENTO DE ENGENHARA ELÉTRCA CRCUTOS ELÉTRCOS CEL PROF.: CELSO JOSÉ FARA DE ARAÚJO RoteiroReltório d Experiênci N o
CONJUNTOS NUMÉRICOS Símbolos Matemáticos
CONJUNTOS NUMÉRICOS Símolos Mtemáticos,,... vriáveis e prâmetros igul A, B,... conjuntos diferente pertence > mior que não pertence < menor que está contido mior ou igul não está contido menor ou igul
Capítulo III INTEGRAIS DE LINHA
pítulo III INTEGRIS DE LINH pítulo III Integris de Linh pítulo III O conceito de integrl de linh é um generlizção simples e nturl do conceito de integrl definido: f ( x) dx Neste último, integr-se o longo
Projecções Cotadas. Luís Miguel Cotrim Mateus, Assistente (2006)
1 Projecções Cotds Luís Miguel Cotrim Mteus, Assistente (2006) 2 Nestes pontmentos não se fz o desenvolvimento exustivo de tods s mtéris, focndo-se pens lguns items. Pelo indicdo, estes pontmentos não
CÂMARA MUNICIPAL DE FERREIRA DO ZÊZERE
CAPITULO I VENDA DE LOTES DE TERRENO PARA FINS INDUSTRIAIS ARTIGO l. A lienção, trvés de vend, reliz-se por negocição direct com os concorrentes sendo o preço d vend fixo, por metro qudrdo, pr um ou mis
CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA Pró-Reitoria Acadêmica Setor de Pesquisa
FORMULÁRIO PARA INSCRIÇÃO DE PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. Coordenção/Colegido o(s) qul(is) será vinculdo: Engenhris Curso (s) : Engenhris Nome do projeto: MtLb Aplicdo n Resolução de Sistems Lineres.
Do programa... 2 Descobre o teu livro... 4
Índice Do progrm........................................... Descobre o teu livro....................................... 4 Atividde zero: Record.................................. 6 1. T de vrição e otimizção...........................
PROVA DE MATEMÁTICA DA FUVEST VESTIBULAR 2010 1 a Fase. RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia.
PROVA DE MATEMÁTICA DA FUVET VETIBULAR 00 Fse Prof. Mri Antôni Gouvei. Q-7 Um utomóvel, modelo flex, consome litros de gsolin pr percorrer 7km. Qundo se opt pelo uso do álcool, o utomóvel consome 7 litros
GRUPO I. Espaço de rascunho: G 2 10
GRUPO I I.1) Considere o seguinte grfo de estdos de um problem de procur. Os vlores presentdos nos rcos correspondem o custo do operdor (cção) respectivo, enqunto os vlores nos rectângulos correspondem
URICER Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões Campus de Erechim Apostila de COMPILADORES
URICR Universidde Regionl Integrd do Alto Urugui e ds Missões Cmpus de rechim Apostil de COMPILADORS rechim, gosto de 2001. -2- SUMÁRIO 1 CONCIOS BÁSICOS (revisão)... 4 2 LINGUAGNS SUAS RPRSNAÇÕS... 6
Matemática Aplicada. A Mostre que a combinação dos movimentos N e S, em qualquer ordem, é nula, isto é,
Mtemátic Aplicd Considere, no espço crtesino idimensionl, os movimentos unitários N, S, L e O definidos seguir, onde (, ) R é um ponto qulquer: N(, ) (, ) S(, ) (, ) L(, ) (, ) O(, ) (, ) Considere ind
Introdução ao estudo de equações diferenciais
MTDI I - 2007/08 - Introdução o estudo de equções diferenciis 63 Introdução o estudo de equções diferenciis Existe um grnde vriedde de situções ns quis se desej determinr um quntidde vriável prtir de um
FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE CURSO: ADMINISTRAÇÃO/CIÊNCIAS CONTÁBEI /LOGISTICA ASSUNTO: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE FUNÇÕES
FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE CURSO: ADMINISTRAÇÃO/CIÊNCIAS CONTÁBEI /LOGISTICA ASSUNTO: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE FUNÇÕES PROFESSOR: MARCOS AGUIAR MAT. BÁSICA I. FUNÇÕES. DEFINIÇÃO Ddos
20/07/15. Matemática Aplicada à Economia LES 201
Mtemátic Aplicd à Economi LES 201 Auls 3 e 4 17 e 18/08/2015 Análise de Equilíbrio Sistems Lineres e Álgebr Mtricil Márci A.F. Dis de Mores Análise de Equilíbrio em Economi (Ching, cp 3) O significdo do
Vestibular UFRGS 2013 Resolução da Prova de Matemática
Vestibulr UFRG 0 Resolução d Prov de Mtemátic 6. Alterntiv (C) 00 bilhões 00. ( 000 000 000) 00 000 000 000 0 7. Alterntiv (B) Qundo multiplicmos dois números com o lgrismo ds uniddes igul 4, o lgrismo
Programação Linear Introdução
Progrmção Liner Introdução Prof. Msc. Fernndo M. A. Nogueir EPD - Deprtmento de Engenhri de Produção FE - Fculdde de Engenhri UFJF - Universidde Federl de Juiz de For Progrmção Liner - Modelgem Progrmção
IFRN Campus Natal/Central. Prof. Tibério Alves, D. Sc. FIC Métodos matemáticos para físicos e engenheiros - Aula 02.
IFRN Cmpus Ntl/Centrl Prof. Tibério Alves, D. Sc. FIC Métodos mtemáticos pr físicos e engenheiros - Aul 0 Séries de Fourier 3 de gosto de 08 Resumo Neste ul, vmos estudr o conceito de conjunto completo
APONTAMENTOS DE ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA
UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA APONTAMENTOS DE ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA (II Determinntes) ÁREA DEPARTAMENTAL DE ENGENHARIA CIVIL Determinntes Índice 2 Determinntes 2
1. Prove a chamada identidade de Lagrange. u 1,u 3 u 2,u 3. u 1 u 2,u 3 u 4 = u 1,u 4 u 2,u 4. onde u 1,u 2,u 3 e u 4 são vetores em R 3.
Universidde Federl de Uberlândi Fculdde de Mtemátic Disciplin : Geometri Diferencil Assunto: Cálculo no Espço Euclidino e Curvs Diferenciáveis Prof. Sto 1 List de exercícios 1. Prove chmd identidde de
