Algoritmos de Busca de Palavras em Texto
|
|
|
- Giovanni Lima Gil
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Revisdo 08Nov12 A busc de pdrões dentro de um conjunto de informções tem um grnde plicção em computção. São muits s vrições deste problem, desde procurr determinds plvrs ou sentençs em um texto té procurr um determindo objeto dentro de um sequênci de bits que representm um imgem. Todos eles se resumem procurr cert sequênci de bits ou bytes dentro de um sequênci mior de bits ou bytes. Vmos considerr versão de procurr um sequênci de bytes dentro de outr sequenci, ou ind, procurr um plvr dentro de um texto. Plvr deve ser entendid como um sequênci qulquer de crcteres. Assim, formulção do problem fic: Dd um sequênci de m>0 bytes ([1],..., [m] ou [1..m]) verificr qunts vezes el ocorre em um sequênci b de n elementos (b[1],..., b[n] ou b[1..n]). O lgoritmo trdicionl Nos lgoritmos bixo vmos considerr os índices começndo do 1 e não do 0. Os elementos [0] e b[0] serão ignordos. A solução mis trivil deste problem consiste então em comprr: [1] com b[1]; [2] com b[2];... [m] com b[m] [1] com b[2]; [2] com b[3];... [m] com b[m+1]... [1] com b[n-m+1]; [2] com b[n-m+2];... [m] com b[n] b n-1 n
2 Revisdo 08Nov12 N primeir comprção em que [i] diferente de b[j], pss-se pr o próximo psso. Exemplos: b - O linhmento do pensmento provoc csmento mento Ocorre 3 vezes n Ocorre 5 vezes cs Ocorre 1 vez ovo Ocorre 1 vez prov Ocorre 0 vezes b bbbb bb Ocorre 3 vezes bb Ocorre 3 vezes bbb Ocorre 2 vezes Abixo est primeir solução: int cspdro1(chr [], int m, chr b[], int n) { int i, j, k, cont=0; if (m<=0) return 0; for (k=1; k<=n-m+1; k++) { for (j=k, i=1; i<=m; j++, i++) if ([i]!= b[j]) brek; if (i>m) cont++; return cont; N solução cim, i e j cminhm d esquerd pr direit. Tmbém se desloc d esquerd pr direit cd nov tenttiv. b j i Podemos ter lgums vrições, tods equivlentes: Procurndo em b d direit pr esquerd:
3 Revisdo 08Nov12 b j i int cspdro2(chr [], int m, chr b[], int n) { int i, j, k, cont=0; if (m<=0) return 0; for (k=m; k<=n; k++) { for (j=k, i=m; i>0; j--, i--) if ([i]!= b[j]) brek; if (i==0) cont++; return cont; Vrrendo b d direit pr esquerd e procurndo em b d direit pr esquerd: b j i int cspdro3(chr [], int m, chr b[], int n) { int i, j, k, cont=0; if (m<=0) return 0; for (k=n; k>=m; k--) { for (j=k, i=m; i>0; j--, i--) if ([i]!= b[j]) brek; if (i==0) cont++; return cont; Exercícios: 1) Adpte o lgoritmo cim, vrrendo b d direit pr esquerd e procurndo em b d esquerd pr direit. 2) Qunts comprções são feits no mínimo e no máximo? Encontre sequêncis e b onde o mínimo e o máximo ocorrem. 3) Por que complexidde dos lgoritmos cim é O(n 2 )?
4 Revisdo 08Nov12 4) Explique porque s versões cim são tods equivlentes. 5) Adpte os lgoritmos cim, devolvendo o índice inicil em b d primeir ocorrênci de ou -1 se não encontrr. Algoritmo de Boyer-Moore versão 1 [1977] Esse lgoritmo tent fzer menos comprções usndo um crcterístic do pdrão ser procurdo. Qundo se compr [1..m] com b[i..k] (k=i+m-1 pr i=1,..., n-m+1), isto é, qundo se compr com um segmento qulquer dentro de b, próxim comprção não precis ser com b[i+1..k+1]. Pode ser com b[i+d..k+d] onde d é clculdo de form que b[k+1] coincid com últim ocorrênci de b[k+1] em. Assim, podemos deslocr comprção com o próximo segmento em mis de um elemento. Não import o resultdo d comprção nterior. Exemplo: Procurr bcd em bccbbcdcdbd Vej como podemos fzer busc vnçndo no modo proposto: b c c b b c d c d b d b c d b c d b c d b c d Outro exemplo Procurr b: b c c b b c d c d b d b b b b b b O problem então consiste em sber qul últim ocorrênci de b[k+1] em. Se soubermos todos os vlores possíveis de b[k+1], podemos clculr este vlor pr cd elemento de. Aqui está prticulridde do lgoritmo: é necessário conhecer o lfbeto. Como estmos lidndo com crcteres, o lfbeto são todos os crcteres de Podemos então previmente clculr qul últim ocorrênci de cd um dos crcteres de.
5 Revisdo 08Nov12 Exemplo Qul últim ocorrênci de cd crctere n sequênci bixo e qul o deslocmento necessário? b c b e c d Crctere Últim Ocorrênci Deslocmento 7 3 b 5 5 c 8 2 d 9 1 e 6 4 Todos os demis 0 10 Observe que: Deslocmento = Tmnho - Últim Ocorrênci + 1 Embor o objetivo sej encontrr o último [i] que coincid com b[k+1], o lgoritmo só depende de. No entnto, é necessário conhecer-se o lfbeto de. Vej bixo o lgoritmo. int boyermoore1(unsigned chr [], int m, unsigned chr b[], int n) { int ult[256]; int i, j, k, cont=0; if (m <= 0) return 0; /* verific últim ocorrênci de cd letr em */ for (i = 0; i < 256; i++) ult[i] = 0; for (i = 1; i <= m; i++) ult[[i]] = i; /* procur em b d direit pr esquerd */ for (k = m; k <= n; k = k + m - ult[b[k+1]] + 1) { for (j = k, i = m; i > 0; j--, i--) if ([i]!= b[j]) brek; if (i==0) cont++; /* pode ser que já tenh chegdo o fim de b e neste cso */ /* não dá pr usr [b[k+1]] como índice de ult[] */ if (k+1 > n) brek; return cont; Este lgoritmo é O(n.m). A fse de pré-processmento é O(m+K), onde K depende do lfbeto.
6 Revisdo 08Nov12 A fse de busc é O(n.m). Entretnto, no cso gerl se comport melhor que o lgoritmo trdicionl. Exercícios: 1) Porque declrção de e b tem que ser unsigned chr e não chr simplesmente? 2) Usndo mesm idei do lgoritmo cim, é possível vnçr comprção mis do que b[k+1]? E menos? 3) Adpte o lgoritmo cim pr fzer busc de em b d direit pr esquerd, isto é, comprndo com b[n-m+1..n], b[n-m-2..n-1],..., b[1..m]. 4) No lgoritmo cim é necessário conhecer o lfbeto, ou os vlores possíveis de b[k+1]. Se e b fossem do tipo int, como ficri o lgoritmo? 5) Qundo b[k+1] não coincide com nenhum de [1..m] já vimo que o deslocmento será de m+1. Um pequen vrição é procurr primeiro b[p] (p>k+1) tl que b[p]=[1]. Ou sej, vmos umentr o deslocmento. Algoritmo de Boyer-Moore versão 2 A versão 2 do lgoritmo é intuitiv, ms tem um implementção mis engenhos. Não é necessário conhecer-se o lfbeto de. Tmbém só depende de. Neste lgoritmo é necessário que comprção de com b, sej feit d direit pr esquerd: Pr i=m, m+1,..., n Comprr [m] com b[i]; [m-1] com b[i-1];...; [1] com b[i-m+1] A idei básic é seguinte: Suponh que num ds comprções já descobrimos que [h..m] é igul b[k-m+h..k], ou sej, descobrimos que existe um trecho (prcil ou totl) no meio de b que é igul um trecho corresponde dente de. Só hverá csmento se tiver um trecho igul em [1..m-1]. Se não houver tl trecho em, podemos deslocr de m elementos. Exemplos: : B A B b: A B A B C B A B C A B A B C B A B C B A B B A B
7 Revisdo 08Nov12 B A B B A B : b: B C A B A B C C A B A D D B C A B A B C C A B A D D B A B A B Portnto é necessário loclizr últim ocorrênci de [h..m] em [1..m-1]. Vmos chmr ess ocorrênci de lcnce[h] e vmos defini-l como o último índice onde houve coincidênci. Assim, se [h..m] = [p..q] (h,p >=1 e q<=m-1) e [p..q] é últim ocorrênci de [h..m] em [1..m-1], então lcnce[h] = q. Um cso prticulr ocorre qundo o início de coincide com o finl. Neste cso temos que considerr como se houvesse o csmento no restnte d cdei. Vej exemplos: h C B A B A lcnce h lcnce h A B C A B B C A B lcnce
8 Revisdo 08Nov12 Vej bixo outros exemplos de deslocmento: b x x x x x x x x x x x x x x b b deslocmento b b b x x x x x x x b x x x x x x b b deslocmento b b b x x x x x x b x x x x x x b b deslocmento b b b x x x x x b b x x x x x x b b deslocmento b b b x x x x x x x x x x x x x x b deslocmento b b x x x x x x c x x x x x x x x b c deslocmento b c b x x x x x x x x x x x x x x deslocmento b x x x x x x b x x x x x x x deslocmento b x x x x x x x x x x x x x x deslocmento
9 Revisdo 08Nov12 b x x x x x x x x x x x x x deslocmento b x x x x x x x x x x x x deslocmento b x x x x x x x x x x x deslocmento D mesm form que o lgoritmo nterior temos que fzer um pré-processmento em pr determinr o lcnce[h]. Determindo lcnce[h], ele será usdo como deslocmento pr próxim tenttiv de fzer-se o csmento. A determinção de h é seguinte: for (h = m; h >= 1; h--) { mm = m-1; ii = mm; i = m; while (ii >= 1 && I >= h) if ([ii] == [i]) { --ii; --i; /* continu comprndo */ else { --mm; /* reduz o cndidto lcnce[h] */ ii = mm; i = m; /* reinici comprção */ lcnce[h] = mm; O lgoritmo completo com um versão mis otimizd d determinção de lcnce[h] está bixo: #define MAXm 100 /* mior vlor de m */ int boyermoore2(unsigned chr [], int m, unsigned chr b[], int n) { int lcnce[maxm]; int i, j, k, h, mm, ii, cont=0, d=0; if (m <= 0) return 0;
10 Revisdo 08Nov12 /* pré-processmento de - versão mis otimizd */ h = mm = m; do { ii = --mm; i = m; while (ii >= 1 && [ii] == [i]){ ii--; i--; while (h > i) lcnce[h--] = mm; while (ii >= 1); while (h >= 1) lcnce[h--] = mm; /* procur em b */ k = m; while (k <= n) { for (i = m, j = k; i >= 1; i--, j--) if ([i]!= b[j]) brek; if (i < 1) ++cont; if (i == m) k++; /* desloc pens 1 */ /* o último que coincidiu foi [i] */ else k = k + m - lcnce[i+1]; return cont; Este lgoritmo tmbém é O(n.m). Neste cso, tnto fse de pré-processmento qunto fse de busc são O(n.m). D mesm form que versão 1, no cso gerl se comport melhor que o lgoritmo trdicionl. Esse lgoritmo se comport melhor qundo há muit repetição de trechos em, o que pode ocorrer com mior frequênci se m é grnde. Entretnto qundo não há coincidênci o deslocmento é de pens 1 enqunto que n versão 1 o deslocmento é em gerl mior. Versão 1 versus Versão 2 Finlmente, reforçmos que n versão 1 é necessário conhecer o lfbeto enqunto que n versão 2 não é necessário. Ambs s versões só dependem de. Exercício versão híbrid Qundo o lfbeto é conhecido, é possível usr s dus versões o mesmo tempo. A cd repetição do lgoritmo, clcul-se o deslocmento referente cd versão e us-se o mior deles. Fic como exercício.
11 Revisdo 08Nov12 Outr versão (um pequen vrição) Um pequen vrição ds versões 1 e 2. Deslocndo-se pr o próximo crctere de diferente dquele que não houve coincidênci. Exemplo: b b c b b b b b Pr isso é necessário construir-se um tbel ult_dif[i] (i=1,2,..,m) tl que ult_dif[i]=k onde k é o mior índice menor que i e [k] é diferente de [i]. Exemplo: b b c i ult_dif Há 2 csos prticulres: 1) Qundo não há diferentes à esquerd. Neste cso o deslocmento deve ser igul o índice do elemento. 2) Qundo coincide totlmente. Neste cso o deslocmento deve ser 1 Outros lgoritmos Existem outros lgoritmos de complexidde mis bix que os nteriores. O mis conhecido é o lgoritmo de Knuth-Morris-Prtt [KNUTH D.E., MORRIS (Jr) J.H., PRATT V.R., 1977, Fst pttern mtching in strings, SIAM Journl on Computing 6(1): ].
12 Revisdo 08Nov12 Su complexidde é O(m) n fse de pré-processmento e de O(m+n) n fse de busc. Portnto um lgoritmo liner. Outrs referêncis pr este ssunto: No site há informções sobre vários lgoritmos de busc de plvrs em texto e tmbém um simulção do seu funcionmento.
Semelhança e áreas 1,5
A UA UL LA Semelhnç e áres Introdução N Aul 17, estudmos o Teorem de Tles e semelhnç de triângulos. Nest ul, vmos tornr mis gerl o conceito de semelhnç e ver como se comportm s áres de figurs semelhntes.
CT-234. Estruturas de Dados, Análise de Algoritmos e Complexidade Estrutural. Carlos Alberto Alonso Sanches
CT-234 Estruturs de Ddos, Análise de Algoritmos e Complexidde Estruturl Crlos Alberto Alonso Snches CT-234 7) Busc de pdrões Knuth-Morris-Prtt, Boyer-Moore, Krp-Rbin Pdrões e lfbetos Pdrões (ptterns ou
Faculdade de Computação
UNIVERIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Fculdde de Computção Disciplin : Teori d Computção Professor : ndr de Amo Revisão de Grmátics Livres do Contexto (1) 1. Fzer o exercicio 2.3 d págin 128 do livro texto
POLINÔMIOS. Definição: Um polinômio de grau n é uma função que pode ser escrita na forma. n em que cada a i é um número complexo (ou
POLINÔMIOS Definição: Um polinômio de gru n é um função que pode ser escrit n form P() n n i 0... n i em que cd i é um número compleo (ou i 0 rel) tl que n é um número nturl e n 0. Os números i são denomindos
1 Fórmulas de Newton-Cotes
As nots de ul que se seguem são um compilção dos textos relciondos n bibliogrfi e não têm intenção de substitui o livro-texto, nem qulquer outr bibliogrfi. Integrção Numéric Exemplos de problems: ) Como
Simbolicamente, para. e 1. a tem-se
. Logritmos Inicilmente vmos trtr dos ritmos, um ferrment crid pr uilir no desenvolvimento de cálculos e que o longo do tempo mostrou-se um modelo dequdo pr vários fenômenos ns ciêncis em gerl. Os ritmos
Análise de Variância com Dois Factores
Análise de Vriânci com Dois Fctores Modelo sem intercção Eemplo Neste eemplo, o testrmos hipótese de s três lojs terem volumes médios de vends iguis, estmos testr se o fctor Loj tem influênci no volume
Regras. Resumo do Jogo Resumo do Jogo. Conteúdo. Conteúdo. Objetivo FRENTE do Jogo
Resumo do Jogo Resumo do Jogo Regrs -Qundo for seu turno, você deve jogr um de sus crts no «ponto n linh do tempo» que estej correto. -Se você jogr crt corretmente, terá um crt menos à su frente. -Se você
EXAME DE INGRESSO 2014 3º Período
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA ÁREA DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO (141) ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO EXAME DE INGRESSO 2014 º Período NOME: Oservções Importntes: 1. Não
Operadores momento e energia e o Princípio da Incerteza
Operdores momento e energi e o Princípio d Incertez A U L A 5 Mets d ul Definir os operdores quânticos do momento liner e d energi e enuncir o Princípio d Incertez de Heisenberg. objetivos clculr grndezs
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Resumo. Nesta aula, utilizaremos o Teorema Fundamental do Cálculo (TFC) para o cálculo da área entre duas curvas.
CÁLCULO L1 NOTAS DA DÉCIMA SÉTIMA AULA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO Resumo. Nest ul, utilizremos o Teorem Fundmentl do Cálculo (TFC) pr o cálculo d áre entre dus curvs. 1. A áre entre dus curvs A
Busca Digital (Trie e Árvore Patrícia) Estrutura de Dados II Jairo Francisco de Souza
Busc Digitl (Trie e Árvore Ptríci) Estrutur de Ddos II Jiro Frncisco de Souz Introdução No prolem de usc, é suposto que existe um conjunto de chves S={s 1,, s n } e um vlor x correspondente um chve que
Professores Edu Vicente e Marcos José Colégio Pedro II Departamento de Matemática Potências e Radicais
POTÊNCIAS A potênci de epoente n ( n nturl mior que ) do número, representd por n, é o produto de n ftores iguis. n =...... ( n ftores) é chmdo de bse n é chmdo de epoente Eemplos =... = 8 =... = PROPRIEDADES
Reforço Orientado. Matemática Ensino Médio Aula 4 - Potenciação. Nome: série: Turma: t) (0,2) 4. a) 10-2. b) (-2) -2. 2 d) e) (0,1) -2.
Reforço Orientdo Mtemátic Ensino Médio Aul - Potencição Nome: série: Turm: Exercícios de sl ) Clcule s potêncis, em cd qudro: r) b) (-) Qudro A s) t) (0,) Qudro B - b) (-) - e) (-,) g) (-) h) e) (0,) -
1º semestre de Engenharia Civil/Mecânica Cálculo 1 Profa Olga (1º sem de 2015) Função Exponencial
º semestre de Engenhri Civil/Mecânic Cálculo Prof Olg (º sem de 05) Função Eponencil Definição: É tod função f: R R d form =, com R >0 e. Eemplos: = ; = ( ) ; = 3 ; = e Gráfico: ) Construir o gráfico d
Pontos onde f (x) = 0 e a < x < b. Suponha que f (x 0 ) existe para a < x 0 < b. Se x 0 é um ponto extremo então f (x 0 ) = 0.
Resolver o seguinte PPNL M (min) f() s. [, ] Pr chr solução ótim deve-se chr todos os máimos (mínimos) locis, isto é, os etremos locis. A solução ótim será o etremo locl com mior (menor) vlor de f(). É
Área entre curvas e a Integral definida
Universidde de Brsíli Deprtmento de Mtemátic Cálculo Áre entre curvs e Integrl definid Sej S região do plno delimitd pels curvs y = f(x) e y = g(x) e s rets verticis x = e x = b, onde f e g são funções
FLEXÃO E TENSÕES NORMAIS.
LIST N3 FLEXÃO E TENSÕES NORMIS. Nos problems que se seguem, desprer o peso próprio (p.p.) d estrutur, menos qundo dito explicitmente o contrário. FÓRMUL GERL D FLEXÃO,: eixos centris principis M G N M
Transporte de solvente através de membranas: estado estacionário
Trnsporte de solvente trvés de membrns: estdo estcionário Estudos experimentis mostrm que o fluxo de solvente (águ) em respost pressão hidráulic, em um meio homogêneo e poroso, é nálogo o fluxo difusivo
CINÉTICA QUÍMICA CINÉTICA QUÍMICA. Lei de Velocidade
CINÉTICA QUÍMICA Lei de Velocidde LEIS DE VELOCIDADE - DETERMINAÇÃO Os eperimentos em Cinétic Químic fornecem os vlores ds concentrções ds espécies em função do tempo. A lei de velocidde que govern um
EQUAÇÃO DO 2 GRAU. Seu primeiro passo para a resolução de uma equação do 2 grau é saber identificar os valores de a,b e c.
EQUAÇÃO DO GRAU Você já estudou em série nterior s equções do 1 gru, o gru de um equção é ddo pelo mior expoente d vriável, vej lguns exemplos: x + = 3 equção do 1 gru já que o expoente do x é 1 5x 8 =
Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra
Serviços de Acção Socil d Universidde de Coimbr Serviço de Pessol e Recursos Humnos O que é o bono de fmíli pr crinçs e jovens? É um poio em dinheiro, pgo menslmente, pr judr s fmílis no sustento e n educção
x 0 0,5 0,999 1,001 1,5 2 f(x) 3 4 4,998 5,
- Limite. - Conceito Intuitivo de Limite Considere função f definid pel guinte epressão: f - - Podemos obrvr que função está definid pr todos os vlores de eceto pr. Pr, tnto o numerdor qunto o denomindor
Algoritmos de Busca em Tabelas
Dentre os vários algoritmos fundamentais, os algoritmos de busca em tabelas estão entre os mais usados. Considere por exemplo um sistema de banco de dados. As operações de busca e recuperação dos dados
Programação Linear Introdução
Progrmção Liner Introdução Prof. Msc. Fernndo M. A. Nogueir EPD - Deprtmento de Engenhri de Produção FE - Fculdde de Engenhri UFJF - Universidde Federl de Juiz de For Progrmção Liner - Modelgem Progrmção
Gabarito - Matemática Grupo G
1 QUESTÃO: (1,0 ponto) Avlidor Revisor Um resturnte cobr, no lmoço, té s 16 h, o preço fixo de R$ 1,00 por pesso. Após s 16h, esse vlor ci pr R$ 1,00. Em determindo di, 0 pessos lmoçrm no resturnte, sendo
Aula 27 Integrais impróprias segunda parte Critérios de convergência
Integris imprópris segund prte Critérios de convergênci MÓDULO - AULA 7 Aul 7 Integris imprópris segund prte Critérios de convergênci Objetivo Conhecer dois critérios de convergênci de integris imprópris:
Geometria Analítica e Álgebra Linear
Geometri Alític e Álgebr Lier 8. Sistems Lieres Muitos problems ds ciêcis turis e sociis, como tmbém ds egehris e ds ciêcis físics, trtm de equções que relciom dois cojutos de vriáveis. Um equção do tipo,
Quantidade de oxigênio no sistema
EEIMVR-UFF Refino dos Aços I 1ª Verificção Junho 29 1. 1 kg de ferro puro são colocdos em um forno, mntido 16 o C. A entrd de oxigênio no sistem é controld e relizd lentmente, de modo ir umentndo pressão
Função Modular. x, se x < 0. x, se x 0
Módulo de um Número Rel Ddo um número rel, o módulo de é definido por:, se 0 = `, se < 0 Observção: O módulo de um número rel nunc é negtivo. Eemplo : = Eemplo : 0 = ( 0) = 0 Eemplo : 0 = 0 Geometricmente,
Integral. (1) Queremos calcular o valor médio da temperatura ao longo do dia. O valor. a i
Integrl Noção de Integrl. Integrl é o nálogo pr unções d noção de som. Ddos n números 1, 2,..., n, podemos tomr su som 1 + 2 +... + n = i. O integrl de = té = b dum unção contínu é um mneir de somr todos
ROTAÇÃO DE CORPOS SOBRE UM PLANO INCLINADO
Físic Gerl I EF, ESI, MAT, FQ, Q, BQ, OCE, EAm Protocolos ds Auls Prátics 003 / 004 ROTAÇÃO DE CORPOS SOBRE UM PLANO INCLINADO. Resumo Corpos de diferentes forms deslocm-se, sem deslizr, o longo de um
TRIGONOMETRIA. A trigonometria é uma parte importante da Matemática. Começaremos lembrando as relações trigonométricas num triângulo retângulo.
TRIGONOMETRIA A trigonometri é um prte importnte d Mtemátic. Começremos lembrndo s relções trigonométrics num triângulo retângulo. Num triângulo ABC, retângulo em A, indicremos por Bˆ e por Ĉ s medids
Cálculo Numérico Faculdade de Engenharia, Arquiteturas e Urbanismo FEAU
Cálculo Numérico Fculdde de Enenhri, Arquiteturs e Urnismo FEAU Pro. Dr. Serio Pillin IPD/ Físic e Astronomi V Ajuste de curvs pelo método dos mínimos qudrdos Ojetivos: O ojetivo dest ul é presentr o método
Diogo Pinheiro Fernandes Pedrosa
Integrção Numéric Diogo Pinheiro Fernndes Pedros Universidde Federl do Rio Grnde do Norte Centro de Tecnologi Deprtmento de Engenhri de Computção e Automção http://www.dc.ufrn.br/ 1 Introdução O conceito
São possíveis ladrilhamentos com um único molde na forma de qualquer quadrilátero, de alguns tipos de pentágonos irregulares, etc.
LADRILHAMENTOS Elvi Mureb Sllum Mtemtec-IME-USP A rte do ldrilhmento consiste no preenchimento do plno, por moldes, sem superposição ou burcos. El existe desde que o homem começou usr pedrs pr cobrir o
Recordando produtos notáveis
Recordndo produtos notáveis A UUL AL A Desde ul 3 estmos usndo letrs pr representr números desconhecidos. Hoje você sbe, por exemplo, que solução d equção 2x + 3 = 19 é x = 8, ou sej, o número 8 é o único
Linguagens Formais e Autômatos (LFA)
PU-Rio Lingugens Formis e Autômtos (LFA) omplemento d Aul de 21/08/2013 Grmátics, eus Tipos, Algums Proprieddes e Hierrqui de homsky lrisse. de ouz, 2013 1 PU-Rio Dic pr responder Pergunts finis d ul lrisse.
Aula 4: Autômatos Finitos 2. 4.1 Autômatos Finitos Não-Determinísticos
Teori d Computção Primeiro Semestre, 25 Aul 4: Autômtos Finitos 2 DAINF-UTFPR Prof. Ricrdo Dutr d Silv 4. Autômtos Finitos Não-Determinísticos Autômtos Finitos Não-Determinísticos (NFA) são um generlizção
COLÉGIO NAVAL 2016 (1º dia)
COLÉGIO NAVAL 016 (1º di) MATEMÁTICA PROVA AMARELA Nº 01 PROVA ROSA Nº 0 ( 5 40) 01) Sej S som dos vlores inteiros que stisfzem inequção 10 1 0. Sendo ssim, pode-se firmr que + ) S é um número divisíel
Hewlett-Packard PORCENTAGEM. Aulas 01 a 04. Elson Rodrigues, Gabriel Carvalho e Paulo Luiz Ramos
Hewlett-Pckrd PORCENTAGEM Auls 01 04 Elson Rodrigues, Gbriel Crvlho e Pulo Luiz Rmos Sumário PORCENTAGEM... 1 COMPARANDO VALORES - Inspirção... 1 Porcentgem Definição:... 1... 1 UM VALOR PERCENTUAL DE
Casos Latinos 1ª Declinação Latina 2ª Declinação Latina
Csos Ltinos 1ª Declinção Ltin 2ª Declinção Ltin 1 Csos Ltinos 1. Em um orção podemos encontrr seis elementos: sujeito, voctivo, djunto dnominl restritivo, objeto indireto, djunto dverbil e objeto direto.
Fluxo Gênico. Desvios de Hardy-Weinberg. Estimativas de Fluxo gênico podem ser feitas através de dois tipos de métodos:
Desvios de Hrdy-Weinberg cslmento preferencil Mutção Recombinção Deriv Genétic Fluo gênico Fluo Gênico O modelo de Hrdy-Weinberg consider pens um únic populção miori ds espécies tem váris populções locis
1 Distribuições Contínuas de Probabilidade
Distribuições Contínus de Probbilidde São distribuições de vriáveis letóris contínus. Um vriável letóri contínu tom um numero infinito não numerável de vlores (intervlos de números reis), os quis podem
1 As grandezas A, B e C são tais que A é diretamente proporcional a B e inversamente proporcional a C.
As grndezs A, B e C são tis que A é diretmente proporcionl B e inversmente proporcionl C. Qundo B = 00 e C = 4 tem-se A = 5. Qul será o vlor de A qundo tivermos B = 0 e C = 5? B AC Temos, pelo enuncido,
Projecções Cotadas. Luís Miguel Cotrim Mateus, Assistente (2006)
1 Projecções Cotds Luís Miguel Cotrim Mteus, Assistente (2006) 2 Nestes pontmentos não se fz o desenvolvimento exustivo de tods s mtéris, focndo-se pens lguns items. Pelo indicdo, estes pontmentos não
, então ela é integrável em [ a, b] Interpretação geométrica: seja contínua e positiva em um intervalo [ a, b]
Interl Deinid Se é um unção de, então su interl deinid é um interl restrit à vlores em um intervlo especíico, dimos, O resultdo é um número que depende pens de e, e não de Vejmos deinição: Deinição: Sej
FUNÇÕES. Mottola. 1) Se f(x) = 6 2x. é igual a (a) 1 (b) 2 (c) 3 (d) 4 (e) 5. 2) (UNIFOR) O gráfico abaixo. 0 x
FUNÇÕES ) Se f() = 6, então f ( 5) f ( 5) é igul () (b) (c) 3 (d) 4 (e) 5 ) (UNIFOR) O gráfico bio 0 () não represent um função. (b) represent um função bijetor. (c) represent um função não injetor. (d)
Desvio do comportamento ideal com aumento da concentração de soluto
Soluções reis: tividdes Nenhum solução rel é idel Desvio do comportmento idel com umento d concentrção de soluto O termo tividde ( J ) descreve o comportmento de um solução fstd d condição idel. Descreve
Relações em triângulos retângulos semelhantes
Observe figur o ldo. Um escd com seis degrus está poid em num muro de m de ltur. distânci entre dois degrus vizinhos é 40 cm. Logo o comprimento d escd é 80 m. distânci d bse d escd () à bse do muro ()
Física 1 Capítulo 3 2. Acelerado v aumenta com o tempo. Se progressivo ( v positivo ) a m positiva Se retrógrado ( v negativo ) a m negativa
Físic 1 - Cpítulo 3 Movimento Uniformemente Vrido (m.u.v.) Acelerção Esclr Médi v 1 v 2 Movimento Vrido: é o que tem vrições no vlor d velocidde. Uniddes de celerção: m/s 2 ; cm/s 2 ; km/h 2 1 2 Acelerção
9.2 Integração numérica via interpolação polinomial
Cpítulo 9 Integrção Numéric 9. Introdução A integrção numéric é o processo computcionl cpz de produzir um vlor numérico pr integrl de um função sobre um determindo conjunto. El difere do processo de ntidiferencição,
Objetivo. Conhecer a técnica de integração chamada substituição trigonométrica. e pelo eixo Ox. f(x) dx = A.
MÓDULO - AULA Aul Técnics de Integrção Substituição Trigonométric Objetivo Conhecer técnic de integrção chmd substituição trigonométric. Introdução Você prendeu, no Cálculo I, que integrl de um função
Resolução A primeira frase pode ser equacionada como: QUESTÃO 3. Resolução QUESTÃO 2 QUESTÃO 4. Resolução
(9) - www.elitecmpins.com.br O ELITE RESOLVE MATEMÁTICA QUESTÃO Se Améli der R$, Lúci, então mbs ficrão com mesm qunti. Se Mri der um terço do que tem Lúci, então est ficrá com R$, mis do que Améli. Se
Aula de solução de problemas: cinemática em 1 e 2 dimensões
Aul de solução de problems: cinemátic em 1 e dimensões Crlos Mciel O. Bstos, Edurdo R. Azevedo FCM 01 - Físic Gerl pr Químicos 1. Velocidde instntâne 1 A posição de um corpo oscil pendurdo por um mol é
Teorema Fundamental do Cálculo - Parte 2
Universidde de Brsíli Deprtmento de Mtemátic Cálculo Teorem Fundmentl do Cálculo - Prte 2 No teto nterior vimos que, se F é um primitiv de f em [,b], então f()d = F(b) F(). Isto reduz o problem de resolver
Lista de Exercícios de Física II - Gabarito,
List de Exercícios de Físic II - Gbrito, 2015-1 Murício Hippert 18 de bril de 2015 1 Questões pr P1 Questão 1. Se o bloco sequer encost no líquido, leitur n blnç corresponde o peso do líquido e cord sustent
fundamental do cálculo. Entretanto, determinadas aplicações do Cálculo nos levam a formulações de integrais em que:
Cpítulo 8 Integris Imprópris 8. Introdução A eistênci d integrl definid f() d, onde f é contínu no intervlo fechdo [, b], é grntid pelo teorem fundmentl do cálculo. Entretnto, determinds plicções do Cálculo
1. VARIÁVEL ALEATÓRIA 2. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE
Vriáveis Aletóris 1. VARIÁVEL ALEATÓRIA Suponhmos um espço mostrl S e que cd ponto mostrl sej triuído um número. Fic, então, definid um função chmd vriável letóri 1, com vlores x i2. Assim, se o espço
Linguagens Formais Capítulo 5: Linguagens e gramáticas livres de contexto
Lingugens ormis Cpítulo 5: Lingugens e grmátics livres de contexto José Lucs Rngel, mio 1999 5.1 - Introdução Vimos no cpítulo 3 definição de grmátic livre de contexto (glc) e de lingugem livre de contexto
Matemática Aplicada. A Mostre que a combinação dos movimentos N e S, em qualquer ordem, é nula, isto é,
Mtemátic Aplicd Considere, no espço crtesino idimensionl, os movimentos unitários N, S, L e O definidos seguir, onde (, ) R é um ponto qulquer: N(, ) (, ) S(, ) (, ) L(, ) (, ) O(, ) (, ) Considere ind
Álgebra Linear Tema # 3. Resolução de problema que conduzem a S.E.L. de infinita solução. Introdução aos problemas com infinitas soluções
Álgebr Liner Tem # 3. Resolução de problem que conduzem S.E.L. de infinit solução Assunto: Resolução de problems modeld trvés Sistem de Equções Lineres utilizndo comndo Solve no Derive. Introdução os problems
5) Para b = temos: 2. Seja M uma matriz real 2 x 2. Defina uma função f na qual cada elemento da matriz se desloca para a posição. e as matrizes são:
MATEMÁTIA Sej M um mtriz rel x. Defin um função f n qul cd elemento d mtriz se desloc pr posição b seguinte no sentido horário, ou sej, se M =, c d c implic que f (M) =. Encontre tods s mtrizes d b simétrics
E m Física chamam-se grandezas àquelas propriedades de um sistema físico
Bertolo Apêndice A 1 Vetores E m Físic chmm-se grndezs àquels proprieddes de um sistem físico que podem ser medids. Els vrim durnte um fenômeno que ocorre com o sistem, e se relcionm formndo s leis físics.
Material envolvendo estudo de matrizes e determinantes
E. E. E. M. ÁREA DE CONHECIMENTO DE MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS PROFESSORA ALEXANDRA MARIA º TRIMESTRE/ SÉRIE º ANO NOME: Nº TURMA: Mteril envolvendo estudo de mtrizes e determinntes INSTRUÇÕES:. Este
Potencial Elétrico. Evandro Bastos dos Santos. 14 de Março de 2017
Potencil Elétrico Evndro Bstos dos Sntos 14 de Mrço de 2017 1 Energi Potencil Elétric Vmos começr fzendo um nlogi mecânic. Pr um corpo cindo em um cmpo grvitcionl g, prtir de um ltur h i té um ltur h f,
MATEMÁTICA PROFº ADRIANO PAULO LISTA DE FUNÇÃO POLINOMIAL DO 1º GRAU - ax b, sabendo que:
MATEMÁTICA PROFº ADRIANO PAULO LISTA DE FUNÇÃO POLINOMIAL DO º GRAU - Dd unção = +, determine Dd unção = +, determine tl que = Escrev unção im, sendo que: = e - = - - = e = c = e - = - A ret, gráico de
TÓPICO. Fundamentos da Matemática II DERIVADA DIRECIONAL E PLANO TANGENTE8. Licenciatura em Ciências USP/ Univesp. Gil da Costa Marques
DERIVADA DIRECIONAL E PLANO TANGENTE8 TÓPICO Gil d Cost Mrques Fundmentos d Mtemátic II 8.1 Diferencil totl de um função esclr 8.2 Derivd num Direção e Máxim Derivd Direcionl 8.3 Perpendiculr um superfície
EQUAÇÕES E INEQUAÇÕES POLINOMIAIS
EQUAÇÕES E INEQUAÇÕES POLINOMIAIS Um dos grndes problems de mtemátic n ntiguidde er resolução de equções polinomiis. Encontrr um fórmul ou um método pr resolver tis equções er um grnde desfio. E ind hoje
(x, y) dy. (x, y) dy =
Seção 7 Função Gm A expressão n! = 1 3... n (1 está definid pens pr vlores inteiros positivos de n. Um primeir extensão é feit dizendo que! = 1. Ms queremos estender noção de ftoril inclusive pr vlores
APONTAMENTOS DE ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA
UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA APONTAMENTOS DE ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA (II Determinntes) ÁREA DEPARTAMENTAL DE ENGENHARIA CIVIL Determinntes Índice 2 Determinntes 2
Trabalhando-se com log 3 = 0,47 e log 2 = 0,30, pode-se concluir que o valor que mais se aproxima de log 146 é
Questão 0) Trlhndo-se com log = 0,47 e log = 0,0, pode-se concluir que o vlor que mis se proxim de log 46 é 0),0 0),08 0),9 04),8 0),64 Questão 0) Pr se clculr intensidde luminos L, medid em lumens, um
CPV O cursinho que mais aprova na GV
O cursinho que mis prov n GV FGV Administrção 04/junho/006 MATEMÁTICA 0. Pulo comprou um utomóvel fle que pode ser bstecido com álcool ou com gsolin. O mnul d montdor inform que o consumo médio do veículo
