Modelo Fuzzy de tomada de decisão para avaliação de projetos de Responsabilidade Socioambiental (RSA)

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Modelo Fuzzy de tomada de decisão para avaliação de projetos de Responsabilidade Socioambiental (RSA)"

Transcrição

1 Modelo uzzy de tomada de decisão ara avaliação de rojetos de Resonsabilidade Socioambiental (RSA) Katia Cristina Garcia Laboratório Interdiscilinar de Meio Ambiente - COPPE/URJ Centro de Tecnologia, Bloco I2000, sala 208, Cidade Universitária, Ilha do undão. Rio de Janeiro/RJ. Marcello Goulart Teixeira Instituto Militar de Engenharia Praça General Tibúrcio, 80, Praia Vermelha, Rio de Janeiro/RJ 1) Introdução Em 1987, o Relatório Nosso uturo Comum, conhecido como o Relatório de Brundtland, cunhou oficialmente o termo desenvolvimento sustentável, revendo a garantia de recursos naturais ara as gerações futuras. A artir de então, lanejar o desenvolvimento assou a significar a consideração simultânea das três dimensões da sustentabilidade: a dimensão social, ambiental e a dimensão econômica. Considera-se o Estado um dos agentes fundamentais da romoção deste novo modelo de desenvolvimento, mas cada vez mais se atribui uma imortante arcela às emresas, que odem direcionar uma arte de seus investimentos em rojetos de RSA. No entanto, o que ocorre hoje na maior arte das emresas, é a execução de rojetos filantróicos ou sociais selecionados e avaliados aenas sob uma ersectiva social. Uma emresa considerada resonsável socioambientalmente deve incororar nos seus rocessos de tomada de decisão de seleção de rojetos as várias dimensões do desenvolvimento sustentável. Para tal, é reciso avaliar sua adequação em relação ao chamado trile-bottom-line, isto é, a sustentabilidade social, ambiental e econômica (igura 1). Esta é uma avaliação bastante comlexa, caracterizada ela falta de linearidade e difícil de ser modelada, ois envolve fenômenos sociais e culturais, além de diferentes stakeholders (artes interessadas) que interagem de formas diferentes no ambiente em que vivem. No entanto, observa-se que a reresentação de sistemas e fenômenos reais or meio de modelos matemáticos tem aresentado grandes avanços nos últimos anos, colaborando com o desenvolvimento de sistemas de aoio à decisão (PELLI, 2004) alicado aos mais diversos roblemas de engenharia. Nas ciências sociais, e no caso articular de avaliações de rojetos de RSA, aesar do uso de modelos comutacionais ser ainda inexistente, nota-se que a natureza fortemente não linear dos roblemas, a incerteza e a subjetividade inerentes aos dados, normalmente negligenciados em modelos convencionais (clássicos), mas de extrema imortância na correta reresentação do roblema, odem ser tratados quando da utilização de ferramental matemático adequado. igura1: Princíios de sustentabilidade Neste contexto, destaca-se a Lógica uzzy, desenvolvida or Lofti Zadeh na década de 1960, que tem sido amlamente utilizada na modelagem de roblemas sociais, or ermitir a inclusão de incertezas não estocásticas no modelo; facilitar o diálogo entre os esecialistas do roblema a ser tratado

2 e o rofissional de ciências exatas; considerar de modo eficiente o conhecimento desses esecialistas e modelar roblemas comlexos e não-lineares de modo simles. É neste contexto que este artigo aresenta um modelo de avaliação de rojetos de RSA utilizando a Lógica uzzy. A Seção 2 inicia-se com uma breve introdução à Lógica uzzy, seguida ela Seção 3 e aresentação do modelo desenvolvido elos autores. Na Seção 4 o modelo é validado em três exemlos de rojetos de RSA. Por fim, na Seção 5 encontram-se as conclusões e na Seção 6 a bibliografia utilizada. ganhos sociais obtidos com um rojeto. Assim, o eixo x reresenta a quantidade de anos e o eixo y o grau de ertinência desse valor em relação aos conjuntos acima citados. Nota-se, or exemlo, que uma duração entre 1 e 3 anos ossui graus de ertinência diferente de zero em relação aos conjuntos curto razo e médio razo, e que uma duração entre 3 e 5 ossui graus de ertinência diferente de zero em relação aos conjuntos médio e longo razo. 2) Conceitos básicos de Lógica uzzy A Lógica uzzy, também conhecida como Lógica Nebulosa ou Difusa, tem sua origem nos estudos feitos na década de 1960 or Lotfi A. Zadeh, rofessor da Universidade da Califórnia. Em 1965 Zadeh ublicou um artigo no qual, em lugar de verificar se um determinado elemento ertencia ou não a um conjunto, como determina a lógica tradicional originária da filosofia grega, ele considerava seu grau de ertinência em relação a esse conjunto. O grau de ertinência assumia valores entre zero e um, inclusive, sendo que esses extremos reresentavam, resectivamente, a comleta exclusão e a total ertinência do elemento analisado em relação a um determinado conjunto nebuloso. É imortante ressaltar que o grau de ertinência não reresentava uma medida ou valor robabilístico. Na verdade, era uma medida da comatibilidade do objeto analisado com o conceito reresentado elo conjunto nebuloso. Assim, de acordo com os estudos de Zadeh, considerando µ A (x) a função de ertinência do elemento x no conjunto A, cujo domínio é X e o contra-domínio o intervalo [0; 1], um conjunto nebuloso A em X é um conjunto de ares ordenados A = {µ A (x)/x}, x A Este conjunto também ode ser reresentado de forma contínua or meio da rória função de ertinência. A igura 2 ilustra três conjuntos nebulosos, utilizados no modelo matemático roosto neste trabalho, dados or curto, médio e longo, referentes à duração dos igura 2: Exemlo de conjuntos nebulosos quanto a reversibilidade de rojetos de RSA. A utilização de variáveis lingüísticas em substituição às variáveis numéricas reresenta outra grande inovação da Lógica uzzy em relação a tradicional lógica booleana. As variáveis lingüísticas admitem como valores aenas exressões lingüísticas, como "muito grande", "ouco frio", "mais ou menos jovem", que são reresentadas elos conjuntos nebulosos. A rincial função das variáveis lingüísticas é fornecer uma maneira sistemática ara uma caracterização aroximada de fenômenos comlexos ou mal definidos. Em essência, a utilização de descrição lingüística tal como emregada or seres humanos, e não de variáveis quantificadas, ermite o tratamento de sistemas que são muito comlexos ara serem analisados or meio de termos matemáticos convencionais, ermitindo modelar melhor como os homens ensam e tomam decisões (MOHAMED, 1999). Ao associar-se um conjunto nebuloso a uma variável lingüística, restringe-se o valor de tal variável, assim como nos conjuntos booleanos. Porém, nos conjuntos nebulosos a noção de valores ossíveis e imossíveis

3 torna-se uma questão gradual. Aesar de serem similares em certos asectos, existem diferenças conceituais imortantes entre distribuições de ossibilidade e de robabilidade. Enquanto a ossibilidade está relacionada ao grau de facilidade com o qual uma variável assume um determinado valor, a robabilidade determina a chance de uma variável assumir um valor. Portanto, elas lidam com tios diferentes de incerteza. A teoria da ossibilidade trabalha fundamentalmente com a imrecisão; já a teoria da robabilidade, com as chances de ocorrência. As inferências nebulosas são comostas or um conjunto de roosições também nebulosas, mais comumente conhecidas como base de regras, que descrevem as relações entre variáveis lingüísticas e os conjuntos nebulosos utilizando roosições e conectivos lógicos tais como SE ENTÃO, E e OU. As inferências nebulosas fornecem conclusões ou saídas de um dado sistema analisando os níveis de comatibilidade das entradas com as condições imostas ela base de regras, ou seja, determinando como as regras serão ativadas e combinadas (AGUIAR & Oliveira Jr, 1999). Para exemlificar uma inferência nebulosa, considere os conjuntos nebulosos A 1, A 2, B 1, B 2, C 1 e C 2,a as variáveis de entrada x e y e de saída z. Uma ossível base de regras seria SE x A 1 E y B 1 ENTÃO z C 1 SE x A 2 E y B 2 ENTÃO z C 2 sendo que x A resulta no grau de ertinência do elemento x em relação ao conjunto nebuloso A e os oeradores lógicos E e OU são definidos mais comumente, resectivamente, elo mínimo e elo máximo entre os graus de ertinência, ou seja, x A x A conectivo E: y B = min{ µ A ( x), µ ( y)} conectivo OU: y B = max{ µ A ( x), µ ( y)} Os resultados obtidos com a alicação das diversas regras são agregados or meio do conectivo OU, ou seja, são considerados os valores máximos ara os graus de ertinência B B da variável de saída em relação a um determinado conjunto nebuloso. A defuzzificação consiste na formalização de um dado número abruto (não nebuloso) reresentativo do conjunto nebuloso resultante da alicação da base de regras, sendo mais comumente utilizado o COG (Center Of Gravity), que fornece o baricentro do gráfico do conjunto nebuloso obtido ela agregação, como ode ser observado na igura 3. igura 3: Exemlo de alicação da base de regras e osterior deffuzificação (adatado de ZADEH, 1965) 3) Modelo fuzzy de avaliação de rojetos de RSA Para este trabalho foi desenvolvido um modelo de avaliação reresentado como uma rede fuzzy de três camadas (igura 4). Este modelo foi imlementado comutacionalmente utilizando o software MatLab. 3.1) Avaliação da sustentabilidade socioambiental A avaliação da sustentabilidade socioambiental ode ser realizada a artir da avaliação dos benefícios sociais e ambientais do rojeto considerado, observando sua consonância com os rincíios descritos na igura 1. Segundo CARVALHO (2000), os critérios ara análise benefícios socioambientais odem ser estabelecidos de diversas formas. Neste trabalho, os benefícios sociais e ambientais são caracterizados or sua atratividade, abrangência e freqüência.

4 Atratividade: a variável atratividade (At) é resultado de uma inferência nebulosa definida elas variáveis de entrada ganho social e ganho ambiental da oulação beneficiada (stakeholders) e ela reversibilidade (Rev) do imacto desejado (CARVALHO, 2000), odendo ertencer aos conjuntos nebulosos ruim, média e boa. A variável ganho (G) determina o nível de benefício social e ambiental eserado elo rojeto avaliado. Neste caso são informados os graus de ertinência desta variável em relação aos conjuntos leves (L), moderados (M) e exressivos (E). A variável reversibilidade reresenta o temo ao longo do qual se esera obter os resultados desejados elo rojeto, e não necessariamente a duração do mesmo, e ode ser dado em anos ou em graus de ertinência em relação aos conjuntos curto razo (CP), médio razo (MP) e longo razo (LP). Caso a entrada seja em anos, efetua-se uma fuzzyficação do valor da variável, ou seja, obtêm-se seus graus de ertinência em relação aos conjuntos nebulosos or meio de funções ré-definidas or esecialistas (igura 1). A atratividade, juntamente com as variáveis abrangência e freqüência são, or sua vez, variáveis de entrada de uma inferência nebulosa cuja saída fornece um fator entre 1 e 10 ara o benefício social e ambiental obtido com o rojeto. Abrangência: a variável abrangência (Ab) reresenta o alcance geográfico do rojeto e de seus benefícios, sendo informada or esecialistas seus graus de ertinência em relação aos conjuntos nebulosos isolada (I), limitada (L) e amla (A). Por estar definida de forma aberta, o resonsável ela análise deve considerar, como o melhor caso, a região de atuação da emresa resonsável elo rojeto. Assim, uma emresa que atue em nível municial deve considerar como região máxima de abrangência todo o território do municíio. reqüência: a variável freqüência () determina com que eriodicidade os ganhos sociais e ambientais são obtidos durante a vigência do rojeto, se de forma esorádica, cíclica ou contínua (CARVALHO, 2000) ao longo do temo. Assim, na avaliação são informados à rede os graus de ertinência desta variável em relação aos conjuntos nebulosos esorádica (Es), ocasional (O) e freqüente (). Cabe enfatizar que as análises referentes ao benefício social e ambiental seguem a mesma lógica, mas são realizadas de forma indeendente. Um valor global será obtido osteriormente, a artir de uma comosição das avaliações, conforme item 3.4. A igura 4 reresenta o modelo fuzzy desenvolvido, constando de três camadas, com suas inferências nebulosas I n, n=1,..., 5. O objetivo do sistema é fornecer uma nota ara o benefício social e ambiental obtidos com a imlantação do rojeto avaliado. Os triângulos reresentam as inferências nebulosas. As funções de ertinência dos conjuntos nebulosos referentes às variáveis envolvidas na rede são definidas or gruos de esecialistas da área social e de meio ambiente. igura 4: Rede uzzy de avaliação social e ambiental de rojetos de RS. As bases de regras das inferências da rede foram construídas baseando-se na metodologia roosta elo trabalho de CARVALHO (2000). A Tabela 1 aresenta um exemlo de base de regras, montada ara a inferência I 1, cuja saída é a variável atratividade. Esta base é constituída or três regras. As variáveis fuzzy estão em negrito, os conjuntos nebulosos em itálico e os conectivos lógicos em maiúsculas. A inferência cuja saída fornece o grau do benefício social e benefício ambiental, I 2, é constituída or 27 regras.

5 Tabela 1: Base de regras ara a variável atratividade SE reversibilidade curto razo OU ganho leve ENTÃO benefício baixo SE reversibilidade médio razo OU ganho moderado ENTÃO benefício médio SE reversibilidade longo razo OU ganho exressivo ENTÃO benefício alto A igura 5 ilustra a relação matemática entre as variáveis de entrada atratividade e abrangência e o fator do benefício social e ambiental (não normalizado no intervalo de 1 a 10). Esta suerfície é uma conseqüência da base de regras aresentada acima, considerando-se a variável de entrada freqüência igual a 0,5. igura 5: Relação entre as variáveis ara benefício social e ambiental. 10, com os maiores valores associados aos maiores custos. Os conjuntos nebulosos acima são definidos or esecialistas de acordo com os valores máximo e mínimo dos rojetos normalmente imlementados ela emresa ou governo. 3.3) Oinião dos diferentes stakeholders A metodologia de esquisa de oinião da comunidade afetada elos rojetos de RSA deve considerar considere um universo coerente com a variável abrangência, descrita anteriormente, variando de rojeto ara rojeto. Uma nota deve ser estabelecida or cada reresentante dos stakeholders, reviamente identificados, a reseito da sua erceção sobre os benefícios socioambientais do rojeto. Isto ode ser feito or meio de questionário ou entrevistas de camo. A artir de cada nota é estabelecida uma média. Uma vez obtida uma nota média, entre 1 e 10, que reflita a oinião dos stakeholders, este valor é utilizado na fórmula de comosição das avaliações, aresentada no róximo item. Nota-se a forte não-linearidade dessa relação e a imossibilidade de obter-se a exressão da função que gera esta suerfície or meio de médias onderadas, evidenciando a necessidade de utilização de uma metodologia baseada em conceitos da Lógica uzzy, conveniente no tratamento de roblemas que tenham uma relação não linear e comlexa entre as variáveis. 3.2) Avaliação da sustentabilidade econômica Para a determinação da dimensão econômica foi desenvolvida uma inferência nebulosa onde a variável de entrada é o custo do rojeto e a de saída é relativa aos conjuntos nebulosos muito baixo, baixo, médio, alto e muito alto. Uma vez deffuzificada a saída dessa inferência, obtém-se um fator entre 1 e 3.4) Comosição das avaliações Os valores obtidos nas avaliações das dimensões social, ambiental e econômica, além do fator roveniente da esquisa de oinião dos stakeholders, são utilizados ara determinar uma nota, normalizada em escala logarítmica, que reresenta a avaliação final global do rojeto socioambiental. Este fator é roosto or: S N = ln S onde S é o fator social, A o fator ambiental, C o fator de custo, O é o fator referente à oinião dos stakeholders, e s, a, c, o, os esos referentes a esses fatores resectivamente, considerados entre 1 e 10. Normalizando o valor acima de modo que o valor máximo ossível, ou seja, S = O = A = 10 e C = 1, seja igual a 10 e o valor médio, referente a S = O = A = C = 5, seja igual a 0, indeendentemente dos valores dos esos, chega-se à exressão O C O C A A

6 10( N N N = N N máximo médio ) médio S O A onde N = médio ln 25 e C S O A N = máximo ln 1000 C 4) Validação do Modelo O modelo desenvolvido foi alicada a três exemlos distintos, comarados dois a dois devido à diferença de custo entre eles. Os dois rimeiros referem-se a rojetos sociais destinados a atender crianças, adolescentes e idosos, de um municíio do Estado do Rio de Janeiro, e o terceiro a um rojeto de desenvolvimento sustentável que tem como objetivo otencializar os benefícios socioambientais da construção de uma usina hidroelétrica no Norte do País. Os dados dos rojetos são aresentados de forma resumida devido ao comrometimento da equie com o sigilo das informações fornecidas. O Projeto 1, com duração de 1 ano e custo aroximado de R$50.000,00, teve como linha de ação o atendimento à crianças e adolescentes de 2 a 17 anos e a suas famílias, dando aoio médico e sicológico, alestras de educação sexual, oficinas de educação ambiental e reciclagem. Entrevistas com a comunidade indicaram um fator de oinião igual a 10. O Projeto 2, com duração revista de 10 anos e custo aroximado de R$30.000,00, tem como tinha de ação a organização de centros comunitários ara atividades culturais ara essoas de terceira idade. Estas atividades incluem desenvolvimento de artesanato a artir de material natural (galhos, folhas, sementes), além da exosição dos trabalhos ara a comunidade. Entrevistas com a comunidade indicaram um fator de oinião igual a 7. Já o Projeto 3, com duração revista de 20 anos e custo aroximado de R$ ,00, tem como linha de ação a educação e qualificação da mão-de-obra local, fomento aos rodutores rurais e melhoria da infra-estrutura urbana (infra-estrutura de saneamento básico). Entrevistas com a comunidade indicaram um fator de oinião igual a 7. As Tabelas 2, 3 e 4 aresentam as médias dos graus de ertinência de cada variável em relação a seus conjuntos nebulosos, fornecidos or três esecialistas. Os graus de ertinência das variáveis reversibilidade e custo foram determinados utilizando dados do rojeto. O fator O foi obtido or meio de esquisa de oinião junto à comunidade afetada elo rojeto. Consideramse os esos todos iguais a um. Nota-se que o Projeto 2, aesar de um maior fator social S e de um menor custo, obteve uma avaliação geral ior que o Projeto 1. Isto faz sentido uma vez que o fator ambiental foi bem menor, devido ao equeno ganho obtido com iniciativas de educação ambiental ara a terceira idade. Iniciativas de educação ambiental ara crianças e adolescentes, como roosto no Projeto 1, tendem a trazer uma maior ganho ois trabalham com horizontes de temo mais amlos. Observa-se também que aesar do Projeto 3 ter recebido as melhores avaliações no que diz reseito aos resultados sociais e ambientais, obteve a ior avaliação geral devido a seu alto custo. Para evitar este tio de distorção sugere-se efetuar comarações entre rojetos que tenham uma mesma ordem de grandeza de custos, adatando a definição dos conjuntos nebulosos, ou fazer uma escolha aroriada ara o eso c do fator de custo C. Rev G Ab A e S CP: 1,0 MP: 0,0 LP: 0,0 CP: 0,0 MP: 0,5 LP: 0,5 Sustentabilidade Ambiental M: 0,5 E: 1,0 Es: 0,3 O: 1,0 : 0,7 I: 1,0 L: 0,2 A: 0,0 Sustentabilidade Social M:0,8 E: 0,2 Es: 0,3 O: 1,0 : 0,4 I: 1,0 L: 0,8 A: 0,0 6,6 6,1 Sustentabilidade Econômica C : 1,8 Avaliação dos stakeholders O :10,0 Avaliação da sustentabilidade final N : 6,0 Tabela 2: Avaliação do Projeto 1

7 Rev G Ab A e S CP: 0,0 MP: 0,0 LP: 1,0 CP: 1,0 MP: 0,2 LP: 0,2 Sustentabilidade Ambiental L: 0,3 M: 0,4 E: 0,7 Es: 0,2 O: 0,5 : 1,0 I: 0,6 L: 1,0 A: 0,2 Sustentabilidade Social L: 0,8 M: 0,1 E: 0,0 Es: 0,3 O: 1,0 : 0,3 I: 1,0 L: 0,2 A: 0,0 7,5 4,3 Sustentabilidade Econômica C : 1,5 Avaliação dos stakeholders O : 7,0 Avaliação da sustentabilidade final N : 4,8 Tabela 3: Avaliação do Projeto 2 Rev G Ab A e S CP: 0,0 MP: 0,0 LP: 1,0 CP: 0,3 MP: 0,6 LP: 1,0 Sustentabilidade Ambiental M: 0,6 E: 0,8 Es: 0,0 O: 0,3 : 0,8 I: 0,2 L: 0,5 A: 0,8 Sustentabilidade Social M:0,5 E: 1,0 Es: 0,0 O: 0,2 : 1,0 I: 0,2 L: 0,6 A: 1,0 8,1 7,2 Sustentabilidade Econômica C :10,0 Avaliação dos stakeholders O :7,0 Avaliação da sustentabilidade final N :1,3 Tabela 4: Avaliação do Projeto 3 5) Conclusões Neste trabalho foi aresentado um modelo fuzzy de avaliação de rojetos de RSA, caaz de maniular dados imrecisos, comlexos e não-lineares, ermitindo também incluir o conhecimento de esecialistas da área social, ambiental e da área de economia, além da oinião dos diversos stakeholders beneficiados elo rojeto. Os dados de saída do modelo odem ser utilizados ara avaliar os benefícios socioambientais dos rojetos ao logo de todo seu ciclo de vida, gerando subsídios ara tomada de decisão de investimentos em RSA. Aesar de reresentar uma quebra de aradigma em relação às metodologias de avaliação baseadas na lógica clássica, a teoria da Lógica uzzy facilita o diálogo entre o rofissional resonsável ela imlementação comutacional, e os esecialistas das diversas áreas envolvidas, uma vez que ermite a utilização de variáveis e exressões lingüísticas e de regras lógicas simles. Ressalta-se que a articiação de um número maior de esecialistas envolvidos na definição dos conjuntos nebulosos e na avaliação dos rojetos resulta em resostas mais confiáveis. A rincial dificuldade na utilização do modelo, além da imlementação comutacional, mais comlexa que, or exemlo, o cálculo de médias onderadas, restringe-se na aceitação, elos diversos esecialistas, da lógica imosta ela modelagem, muitas vezes reresentando conceitos antagônicos, como o aresentado na igura 2. Referências [1] CARVALHO, A.B.M. de e CARVALHO, M.A.B. de. A Determinação dos Imactos e a Gestão do Desemenho Social. Revista Meio Ambiente Industrial, Edição Setembro/Outubro. São Paulo: Editora Tocalino, [2] COMISSÃO MUNDIAL SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO. Nosso uturo Comum, Editora da undação Getúlio Vargas. Rio de Janeiro, [3] MOHAMED, A. M. O.; CÔTÉ, K. Decision analysis of olluted sites a fuzzy set aroach. Waste Management 19, Pergamon, [4] PELLI NETO, A., Avaliação de imóveis urbanos com utilização de sistemas nebulosos (redes neuro-fuzzy) e redes neurais artificiais. In: XXI congresso Panamericano de Valuación, 2004, Cartagena, Colômbia. Anais do XXI congresso Panamericano de Valuación, [5] ZADEH, L. A. uzzy Sets. Information and Control. V. 8: , 1965.

Modelagem Conceitual parte II

Modelagem Conceitual parte II Modelagem Conceitual arte II Vitor Valerio de Souza Camos Objetivos Aresentar o conceito de. Mostrar a cardinalidade de. Aresentar os tios de s. Aresentar o conceito de entidade fraca Aresentar o conceito

Leia mais

Colégio Politécnico da UFSM DPADP0024 : Processamento Digital de Imagens (Prof. Dr. Elódio Sebem)

Colégio Politécnico da UFSM DPADP0024 : Processamento Digital de Imagens (Prof. Dr. Elódio Sebem) Para melhor aroveitamento das informações roduzidas or diferentes sensores, alguns métodos de rocessamento de imagens têm sido roostos. Estes métodos combinam imagens de diferentes características esectrais

Leia mais

1. Introdução 2. OMCC e a Pesquisa Perfil-Opinião

1. Introdução 2. OMCC e a Pesquisa Perfil-Opinião Perfil Socioeconômico e Cultural dos Visitantes dos Museus Fluminenses e Paulistas: Uma Análise Comarativa. Camila Pereira Koehler (ENCE); José Matias de Lima (ENCE); Leandro Lins Marino (Fundação Cesgranrio)

Leia mais

Protocolo Internacional Harmonizado para ensaios de proficiência de laboratórios analíticos (químicos)

Protocolo Internacional Harmonizado para ensaios de proficiência de laboratórios analíticos (químicos) Protocolo Internacional Harmonizado ara ensaios de roficiência de laboratórios analíticos (químicos) (Relatório Técnico IUPAC) Resumo: As organizações internacionais de normalização AOAC International,

Leia mais

FINANCEIRA. Reginaldo J. Santos. Universidade Federal de Minas Gerais http://www.mat.ufmg.br/~regi Agosto de 2005. 10 de abril de 2009

FINANCEIRA. Reginaldo J. Santos. Universidade Federal de Minas Gerais http://www.mat.ufmg.br/~regi Agosto de 2005. 10 de abril de 2009 INTRODUÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA Reginaldo J. Santos Deartamento de Matemática-ICEx Universidade Federal de Minas Gerais htt://www.mat.ufmg.br/~regi Agosto de 2005 última atualização em 10 de abril de

Leia mais

COMPARAÇÃO DO DESEMPENHO ACADÊMICO DOS INGRESSANTES EM GEOGRAFIA PELO VESTIBULAR E PELO PAIES

COMPARAÇÃO DO DESEMPENHO ACADÊMICO DOS INGRESSANTES EM GEOGRAFIA PELO VESTIBULAR E PELO PAIES COMPARAÇÃO DO DESEMPENHO ACADÊMICO DOS INGRESSANTES EM GEOGRAFIA PELO VESTIBULAR E PELO PAIES Sylio Luiz Andreozzi 1 Fláia Aarecida Vieira de Araújo 2 Introdução As uniersidades úblicas brasileiras determinam

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE FÍSICA E MATEMÁTICA

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE FÍSICA E MATEMÁTICA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE FÍSICA E MATEMÁTICA CURSO: LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO DISCIPLINA: PROGRAMAÇÃO PARALELA E DISTRIBUÍDA PROFESSOR: JONES OLIVEIRA ALUNO: JONAS FRANCISCO

Leia mais

RELATÓRIO DE CONSULTORIA

RELATÓRIO DE CONSULTORIA Recomendação ao Sr. Silva RELATÓRIO DE CONSULTORIA CONSTITUIÇÃO DO ÍNDICE PSI0 ALTRI SGPS, S.A. BCP Banco Comercial Português, S.A. BES Banco Esírito Santo, S.A. BPI Banco Português de Investimento, S.A.

Leia mais

A influência da responsabilidade social corporativa sobre o retorno das ações de empresas de capital aberto no Brasil

A influência da responsabilidade social corporativa sobre o retorno das ações de empresas de capital aberto no Brasil XXIV Encontro Nac. de Eng. de Produção - Florianóolis, SC, Brasil, 03 a 05 de nov de 2004 A influência da resonsabilidade social cororativa sobre o retorno das ações de emresas de caital aberto no Brasil

Leia mais

O COMPORTAMENTO DE UM SISTEMA DE ATERRAMENTO DE UMA SUBESTAÇÃO DE ENERGIA FRENTE À SITUAÇÃO DE FALTA DE ALTA IMPEDÂNCIA

O COMPORTAMENTO DE UM SISTEMA DE ATERRAMENTO DE UMA SUBESTAÇÃO DE ENERGIA FRENTE À SITUAÇÃO DE FALTA DE ALTA IMPEDÂNCIA O COMPORTAMENTO DE UM SISTEMA DE ATERRAMENTO DE UMA SUBESTAÇÃO DE ENERGIA FRENTE À SITUAÇÃO DE FALTA DE ALTA IMPEDÂNCIA MARCOS A. R. GAMITO, MÁRIO OLESKOVICZ Escola de Engenharia de São Carlos, USP Av.

Leia mais

Probabilidade parte 2. Robério Satyro

Probabilidade parte 2. Robério Satyro Probabilidade arte Robério Satyro Definição de robabilidade Vamos analisar o fenômeno aleatório lançamento de uma moeda erfeita. Nesse caso, temos: = {C, C} () = Os subconjuntos de são, {C}, { C} e {C,

Leia mais

Crescimento Econômico, Progresso Técnico e Distribuição de Renda : uma abordagem pluralista

Crescimento Econômico, Progresso Técnico e Distribuição de Renda : uma abordagem pluralista Caítulo 7 O Modelo de Crescimento Harrod-Domar e seus desdobramentos. 7.1 Introdução. A abordagem ós-keynesiana ara o crescimento e distribuição de renda tem sua origem com as contribuições seminais de

Leia mais

Uma análise aplicada de decisão com opção de venda utilizando cadeias de Markov

Uma análise aplicada de decisão com opção de venda utilizando cadeias de Markov UMA ANÁLISE APLICADA DE DECISÃO COM OPÇÃO DE VENDA UTILIZANDO CADEIAS DE MARKOV JOSÉ CÉSAR CRUZ JÚNIOR; RICARDO MENDONÇA FONSECA; LUIZ FERNANDO OHARA KAMOGAWA; ESALQ/USP PIRACICABA - SP - BRASIL cesarcruzjr@hotmail.com

Leia mais

CAPÍTULO 3 - RETIFICAÇÃO

CAPÍTULO 3 - RETIFICAÇÃO CAPÍTULO 3 - RETFCAÇÃO A maioria dos circuitos eletrônicos recisa de uma tensão cc ara oder trabalhar adequadamente Como a tensão da linha é alternada, a rimeira coisa a ser feita em qualquer equiamento

Leia mais

Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso

Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso MARCELO RIBEIRO DA LUZ MARCOS KUFNER Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso Trabalho aresentado ara a discilina de Laboratório de Estatística II do curso de graduação em Estatística da Universidade

Leia mais

Revisão e Dicas de Projeto Conceitual Modelo ER

Revisão e Dicas de Projeto Conceitual Modelo ER Revisão e Dicas de Projeto Conceitual Modelo ER Modelo definido or Peter Chen em 1976 modelo sofreu diversas extensões e notações ao longo do temo Padrão ara modelagem conceitual de BD modelo simles oucos

Leia mais

Verificação e validação do coeficiente de arrasto frontal para escoamento supersônico e hipersônico de ar sobre cones

Verificação e validação do coeficiente de arrasto frontal para escoamento supersônico e hipersônico de ar sobre cones Verificação e validação do coeficiente de arrasto frontal ara escoamento suersônico e hiersônico de ar sobre cones Guilherme Bertoldo Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) 85601-970, Francisco

Leia mais

Fluxo de Potência em Redes de Distribuição Radiais

Fluxo de Potência em Redes de Distribuição Radiais COE/UFRJ rograma de Engenharia Elétrica COE 751 Análise de Redes Elétricas Fluxo de otência em Redes de Distribuição Radiais 1.1 Formulação do roblema Os métodos convencionais de cálculo de fluxo de otência

Leia mais

Atmosfera Padrão. Atmosfera Padrão

Atmosfera Padrão. Atmosfera Padrão 7631 2º Ano da Licenciatura em Engenharia Aeronáutica 1. Introdução O desemenho de aviões e de motores atmosféricos deende da combinação de temeratura, ressão e densidade do ar circundandante. O movimento

Leia mais

10. Risco, Retorno e Mercado

10. Risco, Retorno e Mercado 10. Risco, Retorno e Mercado 10.1 Mercado eficiente 10.2 Risco e retorno eserados 10.3 Retorno eserado de um ortfólio 10.4 Risco na estrutura de uma carteira de ativos 1/3/2009 1 Introdução A incerteza

Leia mais

ROTINA COMPUTACIONAL PARA A PREVISÃO DA CAPACIDADE DE CARGA EM ESTACAS

ROTINA COMPUTACIONAL PARA A PREVISÃO DA CAPACIDADE DE CARGA EM ESTACAS 38 ROTINA COMPUTACIONA PARA A PREVISÃO DA CAPACIDADE DE CARGA EM ESTACAS Comutational routine to rovision of the caacity of load in iles. Tobias Ribeiro Ferreira 1, Rodrigo Gustavo Delalibera 2, Wellington

Leia mais

AVALIAÇÃO DE UMA MEDIDA DE EVIDÊNCIA DE UM PONTO DE MUDANÇA E SUA UTILIZAÇÃO NA IDENTIFICAÇÃO DE MUDANÇAS NA TAXA DE CRIMINALIDADE EM BELO HORIZONTE

AVALIAÇÃO DE UMA MEDIDA DE EVIDÊNCIA DE UM PONTO DE MUDANÇA E SUA UTILIZAÇÃO NA IDENTIFICAÇÃO DE MUDANÇAS NA TAXA DE CRIMINALIDADE EM BELO HORIZONTE versão imressa ISSN -7438 / versão online ISSN 678-542 AVALIAÇÃO DE UMA MEDIDA DE EVIDÊNCIA DE UM PONTO DE MUDANÇA E SUA UTILIZAÇÃO NA IDENTIFICAÇÃO DE MUDANÇAS NA TAXA DE CRIMINALIDADE EM BELO HORIZONTE

Leia mais

EA072 Prof. Fernando J. Von Zuben DCA/FEEC/Unicamp. Tópico P2.7: Teoria de Jogos 3. EA072 Prof. Fernando J. Von Zuben DCA/FEEC/Unicamp

EA072 Prof. Fernando J. Von Zuben DCA/FEEC/Unicamp. Tópico P2.7: Teoria de Jogos 3. EA072 Prof. Fernando J. Von Zuben DCA/FEEC/Unicamp Teoria de Jogos ntrodução... Exemlo de jogos... 5. Pilha de alitos... 5. Jogo de sinuca (bilhar inglês ou snooker)... 5.3 Duelo... 6.4 Lançamento de novos rodutos no mercado... 6.5 Dilema do risioneiro...

Leia mais

Aplicação de Técnicas de Mineração de Dados em Problemas de Classificação de Padrões

Aplicação de Técnicas de Mineração de Dados em Problemas de Classificação de Padrões Laboratório de Comutação Evolucionária Deartamento de Engenharia Elétrica UFMG Av. Pres. Antônio Carlos, 6627 CEP 31.270 010 Fone: 5531 3409 34 26 5531 3409 4826 Alicação de Técnicas de Mineração de Dados

Leia mais

A MOTIVAÇÃO PARA APRENDER NO ENSINO SUPERIOR

A MOTIVAÇÃO PARA APRENDER NO ENSINO SUPERIOR A OTIVAÇÃO PARA APREER O ESIO SUPERIOR ébora enegazzo de Sousa Almeida - UEL Sueli Édi Rufini - UEL RESUO este estudo foi investigada a motivação de alunos do ensino suerior e os fatores a ela relacionados.

Leia mais

Inteligência Artificial. Prof. Tiago A. E. Ferreira Aula 20 - Backpropagation

Inteligência Artificial. Prof. Tiago A. E. Ferreira Aula 20 - Backpropagation Inteligência Artificial Prof. Tiago A. E. Ferreira Aula 20 - Backroagation Introdução Redes de uma camada resolvem aenas roblemas linearmente searáveis Solução: utilizar mais de uma camada Camada 1: uma

Leia mais

III APRESENTAÇÃO E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS

III APRESENTAÇÃO E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS III APRESENTAÇÃO E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS A aresentação dos resultados advém dos factos observados durante a colheita de dados e do tratamento estatístico. O tratamento dos dados é efectuado através

Leia mais

ROGÉRIO S. COSTA, RODRIGO S. TEIXEIRA, DARIZON A. DE ANDRADE, AUGUSTO A. FLEURY

ROGÉRIO S. COSTA, RODRIGO S. TEIXEIRA, DARIZON A. DE ANDRADE, AUGUSTO A. FLEURY MOTOR A RELUTÂNCIA CHAVEADO MONOFÁSICO ROGÉRIO S COSTA, RODRIGO S TEIXEIRA, DARIZON A DE ANDRADE, AUGUSTO A FLEURY Laboratório de Acionamentos Elétricos, Deartamento de Engenharia Elétrica, Universidade

Leia mais

P(seleção de um elemento baixo) = p P(seleção de um elemento médio) = p. P(seleção de um elemento alto) = p

P(seleção de um elemento baixo) = p P(seleção de um elemento médio) = p. P(seleção de um elemento alto) = p . A Distribuição Multinomial - Teste Qui-Quadrado. Inferência Estatística Uma imortante generalização da rova de Bernoulli (), é a chamada rova multinomial. Uma rova de Bernoulli () ode roduzir dois resultados

Leia mais

Elasticidade - Demanda e Preço

Elasticidade - Demanda e Preço José Lásaro Cotta Elasticidade - Demanda e Preço Monografia aresentada ao Curso de Esecialização em Matemática Para Professores, elaborado elo Deartamento de Matemática da Universidade Federal de Minas

Leia mais

PROVA DE FÍSICA 2º ANO - ACUMULATIVA - 2º TRIMESTRE TIPO A

PROVA DE FÍSICA 2º ANO - ACUMULATIVA - 2º TRIMESTRE TIPO A PROA DE FÍSICA º ANO - ACUMULATIA - º TRIMESTRE TIPO A 0) Considere as seguintes roosições referentes a um gás erfeito. I. Na transformação isotérmica, o roduto. é roorcional à temeratura do gás. II. Na

Leia mais

Segunda aula de mecânica dos fluidos básica. Estática dos Fluidos capítulo 2 do livro do professor Franco Brunetti

Segunda aula de mecânica dos fluidos básica. Estática dos Fluidos capítulo 2 do livro do professor Franco Brunetti Segunda aula de mecânica dos fluidos básica Estática dos Fluidos caítulo 2 do livro do rofessor Franco Brunetti NO DESENVOLVIMENTO DESTA SEGUNDA AULA NÃO IREI ME REPORTAR DIRETAMENTE AO LIVRO MENCIONADO

Leia mais

Competências da Função de Controller: Evidências da Presença de Isomorfismo Mimético entre Hotéis de Grande Porte da Região Metropolitana do Recife

Competências da Função de Controller: Evidências da Presença de Isomorfismo Mimético entre Hotéis de Grande Porte da Região Metropolitana do Recife Cometências da Função de Controller: Evidências da Presença de Isomorfismo Mimético entre Hotéis de Grande Porte da Região Metroolitana do Recife Tania Nobre Gonçalves Ferreira Amorim FRPE tanobre@gmail.com

Leia mais

APLICAÇÕES DO CONTROLE ESTATÍSTICO MULTIVARIADO DA QUALIDADE: MONITORAMENTO DE GARRAFEIRAS PLÁSTICAS NUMA EMPRESA DO ESTADO DA PARAÍBA

APLICAÇÕES DO CONTROLE ESTATÍSTICO MULTIVARIADO DA QUALIDADE: MONITORAMENTO DE GARRAFEIRAS PLÁSTICAS NUMA EMPRESA DO ESTADO DA PARAÍBA APLICAÇÕES DO CONTROLE ESTATÍSTICO MULTIVARIADO DA QUALIDADE: MONITORAMENTO DE GARRAFEIRAS PLÁSTICAS NUMA EMPRESA DO ESTADO DA PARAÍBA Marcio Botelho da Fonseca Lima (UFPB) tismalu@uol.com.br ROBERTA DE

Leia mais

Relação Entre Comunicação Interna e Comprometimento Afetivo em Pequenas Indústrias de Calçados

Relação Entre Comunicação Interna e Comprometimento Afetivo em Pequenas Indústrias de Calçados Relação Entre Comunicação Interna e Comrometimento Afetivo em Pequenas Indústrias de Calçados Francisco Roberto PINTO (UECE) Marilia FALCIONI (UECE) Ana Maria Souza de ARAÚJO (UFC) Resumo: No mundo organizacional

Leia mais

Complemento III Noções Introdutórias em Lógica Nebulosa

Complemento III Noções Introdutórias em Lógica Nebulosa Complemento III Noções Introdutórias em Lógica Nebulosa Esse documento é parte integrante do material fornecido pela WEB para a 2ª edição do livro Data Mining: Conceitos, técnicas, algoritmos, orientações

Leia mais

TEMAS LIVRES FREE THEMES. Thaís Silva Assunção 1 Príscila Guedes Santana Ursine 1

TEMAS LIVRES FREE THEMES. Thaís Silva Assunção 1 Príscila Guedes Santana Ursine 1 2189 Estudo de fatores associados à adesão ao tratamento não farmacológico em ortadores de diabetes mellitus assistidos elo Programa Saúde da Família, Ventosa, Belo Horizonte A study of factors associated

Leia mais

GLOBALIZAÇÃO, ALTERAÇÕES ESTRUTURAIS DAS EXPORTAÇÕES E TERMOS DE TROCA DE PORTUGAL*

GLOBALIZAÇÃO, ALTERAÇÕES ESTRUTURAIS DAS EXPORTAÇÕES E TERMOS DE TROCA DE PORTUGAL* Artigos Primavera 2008 GLOBALIZAÇÃO, ALTERAÇÕES ESTRUTURAIS DAS EXPORTAÇÕES E TERMOS DE TROCA DE PORTUGAL* Fátima Cardoso** Paulo Soares Esteves** 1. INTRODUÇÃO As flutuações dos termos de troca constituem

Leia mais

PROCESSO N : P266505/2014

PROCESSO N : P266505/2014 FL. 1 ORIGEM DA LICITAÇÃO: SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE - SMS PROCESSO N : P266505/2014 OBJETO: CRITÉRIO DE JULGAMENTO: MODO DE DISPUTA: REGIME DE EXECUÇÃO: A PRESENTE LICITAÇÃO TEM COMO OBJETO A CONTRATAÇÃO

Leia mais

Eric Maskin, Prêmio Nobel de Economia 2007

Eric Maskin, Prêmio Nobel de Economia 2007 P I R ATA R I A N O B R A S I L R A D I O G R A F I A D O C O N S U M O A esécie humana é essencialmente egoísta e, com frequência, recisa receber estímulos individuais ara agir em rol de uma causa que

Leia mais

Neste pequeno artigo resolveremos o problema 2 da USAMO (USA Mathematical Olympiad) 2005: (x 3 + 1)(x 3 + y) = 147 157 (x 3 + y)(1 + y) = 157 147 z 9

Neste pequeno artigo resolveremos o problema 2 da USAMO (USA Mathematical Olympiad) 2005: (x 3 + 1)(x 3 + y) = 147 157 (x 3 + y)(1 + y) = 157 147 z 9 Ésófatorar... Serámesmo? Neste equeno artigo resolveremos o roblema 2 da USAMO (USA Mathematical Olymiad) 2005: Problema. Prove que o sistema x 6 + x + x y + y = 147 157 x + x y + y 2 + y + z 9 = 157 147

Leia mais

Codificador de voz baseado na qualidade perceptual

Codificador de voz baseado na qualidade perceptual 617 Codificador de voz baseado na qualidade ercetual V Mostra de Pesquisa da Pós- Graduação Flávio Luis Wisnevski 1, Rubem Dutra Ribeiro Fagundes 1 (orientador), Lucio Polese Cossio 2 (bolsista) 1 Programa

Leia mais

COEFICIENTE DE ESCOAMENTO E VAZÃO MÁXIMA DE BACIAS URBANAS

COEFICIENTE DE ESCOAMENTO E VAZÃO MÁXIMA DE BACIAS URBANAS COEFICIENTE DE ESCOMENTO E VZÃO MÁXIM DE BCIS URBNS Carlos E. M. Tucci Instituto de Pesquisas Hidráulicas UFRGS v. Bento Gonçalves, 9500 PORTO LEGRE-RS TUCCI@IF1.IF.UFRGS.BR Resumo: O coeficiente de escoamento

Leia mais

MICROECONOMIA II (2011-12) João Correia da Silva (joao@fep.up.pt) 29-03-2012

MICROECONOMIA II (2011-12) João Correia da Silva (joao@fep.up.pt) 29-03-2012 MICROECONOMIA II 1E108 (2011-12) 29-03-2012 João Correia da ilva (joao@fe.u.t) 2. Estruturas de Mercado 2.1. Concorrência Perfeita. 2.2. Monoólio. 2 CONCORRÊNCIA PERFEITA O modelo de concorrência erfeita

Leia mais

Apoio à Decisão em Problemas de Programação Inteira e Inteira-mista Multiobjectivo: Contribuições Metodológicas

Apoio à Decisão em Problemas de Programação Inteira e Inteira-mista Multiobjectivo: Contribuições Metodológicas FACULDADE DE ECONOMIA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA Aoio à Decisão em Problemas de Programação Inteira e Inteira-mista Multiobjectivo: Contribuições Metodológicas Maria João Teixeira Gomes Alves Dissertação

Leia mais

r 5 200 m b) 1 min 5 60 s s t a 5

r 5 200 m b) 1 min 5 60 s s t a 5 Resolução das atividades comlementares Matemática M Trigonometria no ciclo. 0 Um atleta desloca-se à velocidade constante de 7,8 m/s numa ista circular de raio 00 m. Determine as medidas, em radianos e

Leia mais

Journal of Transport Literature Vol. x, n. x, pp. xxx-xxx, xxx xxxx Research Directory. [In Press, Corrected Proof]

Journal of Transport Literature Vol. x, n. x, pp. xxx-xxx, xxx xxxx Research Directory. [In Press, Corrected Proof] B T P S Brazilian Transortation Planning Society Journal of Transort Literature Vol. x, n. x,. xxx-xxx, xxx xxxx Research Directory [In Press, Corrected Proof] JTL RELIT www.transort-literature.org ISSN

Leia mais

XXXIV OLIMPÍADA PAULISTA DE MATEMÁTICA Prova da Fase Final (6 de novembro de 2010) Nível α (6 o e 7 o anos do Ensino Fundamental)

XXXIV OLIMPÍADA PAULISTA DE MATEMÁTICA Prova da Fase Final (6 de novembro de 2010) Nível α (6 o e 7 o anos do Ensino Fundamental) V OLMPÍD PULST D MTMÁTC Prova da Fase Final (6 de novembro de Nível α (6 o e 7 o anos do nsino Fundamental wwwommatbr Folha de Perguntas nstruções: duração da rova é de hmin O temo mínimo de ermanência

Leia mais

Uma proposta de estudo do transporte de nanomateriais no solo por uma análise computacional

Uma proposta de estudo do transporte de nanomateriais no solo por uma análise computacional UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS ANDRÉ LUIS DOS SANTOS HORTELAN Uma roosta de estudo do transorte de nanomateriais no solo or uma análise comutacional

Leia mais

Comunicação Interna e Fusões de Empresas: um caso do passado, uma oportunidade para o futuro

Comunicação Interna e Fusões de Empresas: um caso do passado, uma oportunidade para o futuro ACTAS ICONO 14, 2010, Nº A6,. 15-24. ISBN 1697-8293. Madrid (Esaña) Anabela Mateus: A Comunicação na Fusão Recibido: 22/09/2010 Acetado: 30/12/2010 ACTAS Nº A6: SIC Título Actas ISSN: 1697-8293 Comunicação

Leia mais

COMPORTAMENTO DINÂMICO DE SISTEMAS ELEVATÓRIOS

COMPORTAMENTO DINÂMICO DE SISTEMAS ELEVATÓRIOS COMORTAMENTO DINÂMICO DE SISTEMAS ELEVATÓRIOS JOÃO VITOR GONÇALVES MARTINS rojecto submetido ara satisfação arcial dos requisitos do grau de MESTRE EM ENGENHARIA CIVIL ESECIALIZAÇÃO EM HIDRÁULICA Orientador:

Leia mais

PROJETO MECATRÔNICO DE MANIPULADORES PARA TRANSFERÊNCIA DE CARGA EM OPERAÇÕES OFFSHORE

PROJETO MECATRÔNICO DE MANIPULADORES PARA TRANSFERÊNCIA DE CARGA EM OPERAÇÕES OFFSHORE VI CONGRESSO NACIONAL DE ENGENHARIA MECÂNICA VI NATIONAL CONGRESS OF MECHANICAL ENGINEERING 18 a 21 de agosto de 2010 Camina Grande Paraíba - Brasil August 18 21, 2010 Camina Grande Paraíba Brazil PROJETO

Leia mais

O USO DE REDES NEURAIS ARTIFICIAIS NO DIAGNÓSTICO PREDITIVO DOS TIPOS MAIS FREQÜENTES DE CEFALÉIA

O USO DE REDES NEURAIS ARTIFICIAIS NO DIAGNÓSTICO PREDITIVO DOS TIPOS MAIS FREQÜENTES DE CEFALÉIA O USO DE REDES NEURAIS ARTIFICIAIS NO DIAGNÓSTICO PREDITIVO DOS TIPOS MAIS FREQÜENTES DE CEFALÉIA KARINA BORGES MENDES O USO DE REDES NEURAIS ARTIFICIAIS NO DIAGNÓSTICO PREDITIVO DOS TIPOS MAIS FREQÜENTES

Leia mais

ESTUDO EM TÚNEL DE VENTO DA COBERTURA DO ESTÁDIO DO GAMA - BRASÍLIA

ESTUDO EM TÚNEL DE VENTO DA COBERTURA DO ESTÁDIO DO GAMA - BRASÍLIA ESTUDO EM TÚNEL DE VENTO DA COBERTURA DO ESTÁDIO DO GAMA - BRASÍLIA Acir Mércio Loredo-Souza, Mario Gustavo Klaus Oliveira, Gustavo Javier Zani Núñez, Daniel de Souza Machado, Elvis Antônio Careggiani,

Leia mais

Análise crítica dos resultados oriundos de certificados de calibração relativo à calibração de bloco-padrão utilizando lógica fuzzy.

Análise crítica dos resultados oriundos de certificados de calibração relativo à calibração de bloco-padrão utilizando lógica fuzzy. Análise crítica dos resultados oriundos de certificados de calibração relativo à calibração de bloco-padrão utilizando lógica fuzzy. Flávio Carnelli Frade 1,2, Pedro Bastos Costa 1,3, Giovane Quadreli

Leia mais

PRESENÇA DE DORES CORPORAIS RELACIONADAS AO USO DA VOZ EM INDIVÍDUOS DO SEXO MASCULINO E FEMININO

PRESENÇA DE DORES CORPORAIS RELACIONADAS AO USO DA VOZ EM INDIVÍDUOS DO SEXO MASCULINO E FEMININO PRESENÇA DE DORES CORPORAIS RELACIONADAS AO USO DA VOZ EM INDIVÍDUOS DO SEXO MASCULINO E FEMININO Palavras chave: Dor; Voz; Distúrbios da Voz Introdução: Segundo a International Association for the Study

Leia mais

Journal of Transport Literature Vol. 8, n. 1, pp. 125-158, Jan. 2014 Research Directory

Journal of Transport Literature Vol. 8, n. 1, pp. 125-158, Jan. 2014 Research Directory B T P S Brazilian Transortation Planning Society Journal of Transort Literature Vol. 8, n. 1,. 125-158, Jan. 2014 Research Directory JTL RELIT www.transort-literature.org ISSN 2238-1031 Sistema de aoio

Leia mais

Detecção Remota. Miguel Baio, João Matos Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura

Detecção Remota. Miguel Baio, João Matos Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura Detecção Remota Miguel Baio, João Matos Deartamento de Engenharia Civil e Arquitectura (Versão 2.0) 11 de Abril de 2007 Motivação Detecção remota como forma de aquisição sistemática de informação geográfica,

Leia mais

GERADOR EÓLICO RESUMO (ABSTRACT): 1.1 MÁQUINAS COM EXCITAÇÃO ÚNICA

GERADOR EÓLICO RESUMO (ABSTRACT): 1.1 MÁQUINAS COM EXCITAÇÃO ÚNICA GERADOR EÓLICO Fredemar Rüncos, Engenheiro Eletricista e Físico, formado ela UFPR, Pós-Graduação em Máquinas Elétricas Girantes ela UFSC. Exerce a função de Gerente da Engenharia de Produto da WEG Máquinas,

Leia mais

INFLUÊNCIA DO GÁS DE PROTEÇÃO NA SOLDAGEM COM ARAMES DE AÇOS INOXIDÁVEIS FERRÍTICOS

INFLUÊNCIA DO GÁS DE PROTEÇÃO NA SOLDAGEM COM ARAMES DE AÇOS INOXIDÁVEIS FERRÍTICOS INFLUÊNCIA DO GÁS DE PROTEÇÃO NA SOLDAGE CO ARAES DE AÇOS INOXIDÁVEIS FERRÍTICOS Valtair Antonio Ferraresi Universidade Federal de Uberlândia, Faculdade de Engenharia ecânica, Uberlândia, G, e-mail: valtairf@mecânica.ufu.br.

Leia mais

A INTEGRAÇÃO DOS INTERMEDIA RIOS FINANCEIROS NUM MOD:f:LO DE POLíTICA MONETÁRIA

A INTEGRAÇÃO DOS INTERMEDIA RIOS FINANCEIROS NUM MOD:f:LO DE POLíTICA MONETÁRIA A INTEGRAÇÃO DOS INTERMEDIA RIOS FINANCEIROS NUM MOD:f:LO DE POLíTICA MONETÁRIA José de Freitas Uchoa ( ) A - INTRODUÇAO O esfôrço que, há alguns anos, tem sido continuamente desenvolvido no Brasil através

Leia mais

CALIBRAÇÃO DE PISTÃOFONES. ANALISE COMPARATIVA ENTRE O MÉTODO DE APLICAÇÃO DE TENSÃO E O MÉTODO DE COMPARAÇÃO

CALIBRAÇÃO DE PISTÃOFONES. ANALISE COMPARATIVA ENTRE O MÉTODO DE APLICAÇÃO DE TENSÃO E O MÉTODO DE COMPARAÇÃO CALIBRAÇÃO DE PISTÃOFONES. ANALISE COMPARATIVA ENTRE O MÉTODO DE APLICAÇÃO DE TENSÃO E O MÉTODO DE COMPARAÇÃO REFERÊNCIA PACK: 43.58.VB Antunes, Sónia Laboratório Nacional de Engenharia Civil Av. Brasil,101

Leia mais

Satisfação dos Enfermeiros: estudo comparativo em dois Modelos de Gestão Hospitalar

Satisfação dos Enfermeiros: estudo comparativo em dois Modelos de Gestão Hospitalar ARTIGO DE INVESTIGAÇÃO Satisfação dos Enfermeiros: estudo comarativo em dois Modelos de Gestão Hositalar Nurse Satisfaction: comarative study on two Models of Hosital Management Vera Lúcia Dias Batista*;

Leia mais

CAPITULO VI. LIMITES E CONTINUIDADE DE FUNÇÕES EM R n

CAPITULO VI. LIMITES E CONTINUIDADE DE FUNÇÕES EM R n CAPITULO VI LIMITES E CONTINUIDADE DE FUNÇÕES EM R n. Generalidades O conceito geral de função e outros associados foram já estudados quando se tratou da teoria dos conjuntos. Foi igualmente estudado com

Leia mais

Este trabalho tem como objetivo propor um modelo multicritério para a priorização dos modos de falha indicados a partir de uma aplicação do processo

Este trabalho tem como objetivo propor um modelo multicritério para a priorização dos modos de falha indicados a partir de uma aplicação do processo 1 Introdução A atual regulamentação do setor elétrico brasileiro, decorrente de sua reestruturação na última década, exige das empresas o cumprimento de requisitos de disponibilidade e confiabilidade operativa

Leia mais

Geometria Plana. Exercı cios Objetivos. (a) 2. (b) 1. (c) 2. Dado: 11 3, 32

Geometria Plana. Exercı cios Objetivos. (a) 2. (b) 1. (c) 2. Dado: 11 3, 32 Exercı cios Objetivos 1. (009/1) Paulo e Marta esta o brincando de jogar dardos. O alvo e um disco circular de centro O. Paulo joga um dardo, que atinge o alvo num onto, que vamos denotar or P; em seguida,

Leia mais

INOVAÇÕES NA CONSTRUÇÃO E NO CONTROLO DE ATERROS DE ESTRADAS E DE CAMINHOS DE FERRO DE ALTA VELOCIDADE PARTE 2

INOVAÇÕES NA CONSTRUÇÃO E NO CONTROLO DE ATERROS DE ESTRADAS E DE CAMINHOS DE FERRO DE ALTA VELOCIDADE PARTE 2 INOVAÇÕES NA CONSTRUÇÃO E NO CONTROLO DE ATERROS DE ESTRADAS E DE CAMINHOS DE FERRO DE ALTA VELOCIDADE PARTE 2 A. Gomes Correia Universidade do Minho Eduardo Fortunato - LNEC Universidade do Minho ESTRUTURA

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS UFGD FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS FACET WILHELM DOS SANTOS PAES

UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS UFGD FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS FACET WILHELM DOS SANTOS PAES UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS UFGD FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS FACET WILHELM DOS SANTOS PAES CRIPTOGRAFIA EM BLOCOS: UM ENFOQUE EM SUA APLICAÇÃO NO ENSINO DE MATRIZES DISSERTAÇÃO

Leia mais

Instrumento de avaliação das Boas Práticas em Unidades de Alimentação e Nutrição Escolar: da concepção à validação

Instrumento de avaliação das Boas Práticas em Unidades de Alimentação e Nutrição Escolar: da concepção à validação 947 Instrumento de avaliação das Boas Práticas em Unidades de Alimentação e Nutrição Escolar: da conceção à validação Instrument for assessment of best ractices in school food and nutrition units: from

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA Camus de Ilha Solteira PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA Análise da Relação entre o Faturamento do Consumo de Energia Elétrica e Demanda de Potência Ativa e Reativa Utilizando Hierbolóides

Leia mais

Física B Semiextensivo V. 1

Física B Semiextensivo V. 1 Física Semiextensivo V. Exercícios 0) D luz é uma onda eletromagnética, ois se roaga em todos os meios, inclusive no vácuo. 0) x V. t x 3. 0 8. 3.. 0 7 x 9,6. 0 5 m 03) C I. Falsa. É transarente. II. Falsa.

Leia mais

ACESSO A RECURSOS ESSENCIAIS E PODER DE MERCADO: ESTUDO DE CASO DA CONCESSÃO DE SLOTS EM AEROPORTOS NO BRASIL

ACESSO A RECURSOS ESSENCIAIS E PODER DE MERCADO: ESTUDO DE CASO DA CONCESSÃO DE SLOTS EM AEROPORTOS NO BRASIL 2º LUGAR - REGULAÇÃO ECONÔMICA AUTOR: ALESSANDRO VINICIUS MARQUES DE OLIVEIRA SÃO JOSÉ DOS CAMPOS -SP ACESSO A RECURSOS ESSENCIAIS E PODER DE MERCADO: ESTUDO DE CASO DA CONCESSÃO DE SLOTS EM AEROPORTOS

Leia mais

A saúde bucal masculina dos servidores públicos de Marília, São Paulo, Brasil

A saúde bucal masculina dos servidores públicos de Marília, São Paulo, Brasil ARTIGOS ORIGINAIS A saúde bucal masculina dos servidores úblicos de Marília, São Paulo, Brasil The oral health of male civil servants from Marília, São Paulo, Brazil La salud oral de los funcionarios úblicos

Leia mais

Matemática. Resolução das atividades complementares. M15 Análise Combinatória

Matemática. Resolução das atividades complementares. M15 Análise Combinatória Resolução das atividades comlementares Matemática M Análise Combinatória. 8 Lançam-se dois dados simultaneamente: um vermelho e outro branco. a) Quantos e quais são os resultados ossíveis? b) Quais são

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA SIMULAÇÃO DE SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA PARA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Agis Esártaco

Leia mais

13. MEDIÇÃO DE VAZÃO. 1. Introdução. 2. Aferição e Padrões

13. MEDIÇÃO DE VAZÃO. 1. Introdução. 2. Aferição e Padrões 3. MEDIÇÃO DE VZÃO. Introdução Vazão é uma das grandezas mais utilizadas na indústria. s alicações são inúmeras, indo desde de medição de vazão de água em estações de tratamento e residências, até medição

Leia mais

Os Gastos Públicos no Brasil São Produtivos?

Os Gastos Públicos no Brasil São Produtivos? ISSN 1415-4765 TEXTO ARA DISCUSSÃO N O 781 Os astos úblicos no Brasil São rodutivos? José Oswaldo Cândido Júnior Brasília, fevereiro de 2001 ISSN 1415-4765 TEXTO ARA DISCUSSÃO N o 781 Os astos úblicos

Leia mais

CURSO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES IMOBILIÁRIAS METODOLOGIAS CIENTÍFICAS - REGRESSÃO LINEAR MÓDULO BÁSICO E AVANÇADO - 20 horas cada Vagas Limitadas

CURSO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES IMOBILIÁRIAS METODOLOGIAS CIENTÍFICAS - REGRESSÃO LINEAR MÓDULO BÁSICO E AVANÇADO - 20 horas cada Vagas Limitadas CURSO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES IMOBILIÁRIAS METODOLOGIAS CIENTÍFICAS - REGRESSÃO LINEAR MÓDULO BÁSICO E AVANÇADO - 20 horas cada Vagas Limitadas MÓDULO BÁSICO DIAS HORÁRIO 13/02/2014 14:00 ÁS 18:00

Leia mais

Rememorando. Situação-problema 5. Teorema do Limite Central. Estatística II. Aula II

Rememorando. Situação-problema 5. Teorema do Limite Central. Estatística II. Aula II UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA CAMPUS DE JI-PARAN PARANÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AMBIENTAL Rememorando Estatística II Aula II Profa. Renata G. Aguiar 1 Figura 7 Distribuição de uma amostra (n = 150).

Leia mais

3 Conceitos Fundamentais

3 Conceitos Fundamentais 3 Coneitos Fundamentais Neste aítulo são aresentados oneitos fundamentais ara o entendimento e estudo do omressor axial, assim omo sua modelagem termodinâmia 3 Máquinas de Fluxo As máquinas de fluxo odem

Leia mais

3 Custos Incorridos pelos Agentes Prestadores dos Serviços de Reservas Operativas e de Regulação de Freqüência

3 Custos Incorridos pelos Agentes Prestadores dos Serviços de Reservas Operativas e de Regulação de Freqüência 3 Custos Incorridos elos Agentes Prestadores dos Serviços de Reservas Oerativas e de Regulação de Freqüência 3.1 Custo da Produção da Energia Elétrica A avaliação dos custos incorridos na geração da energia

Leia mais

c) Repita as alíneas (a) e (b), admitindo que o investidor pretende agora obter um rendimento esperado de 12%.

c) Repita as alíneas (a) e (b), admitindo que o investidor pretende agora obter um rendimento esperado de 12%. Casos Práticos Caso 3.1 Considere as seguintes inormações relativas a duas acções: cção cção Rendibilidade eserada 15% 10% Desvio adrão da rentabilidade eserada 1% 8% Valor de cotação EUR10 EUR15 Coeiciente

Leia mais

Estudo de correlação entre ensaios penetrométricos estáticos e dinâmicos

Estudo de correlação entre ensaios penetrométricos estáticos e dinâmicos Estudo de correlação entre ensaios enetrométricos estáticos e dinâmicos Jeselay Hemetério Cordeiro dos Reis Universidade Estadual de Maringá, Maringá, Brasil, E-mail: jeselay@hotmail.com Pedro Paulo Michelan

Leia mais

M.J.Mion 7 DICAS PARA CRIAR VALOR EM VOCÊ E FICAR INDISPENSÁVEL NO MERCADO DE TRABALHO E NA VIDA. UPERBEM www.vendasuperbem.com.

M.J.Mion 7 DICAS PARA CRIAR VALOR EM VOCÊ E FICAR INDISPENSÁVEL NO MERCADO DE TRABALHO E NA VIDA. UPERBEM www.vendasuperbem.com. r e M.J.Mion PARA CRIAR VALOR EM VOCÊ E FICAR INDISPENSÁVEL NO MERCADO DE TRABALHO E NA VIDA. www.vendabem.com.br r e Aresentação Olá, que ótimo t um ouco de a atenção ara que eu ossa ajudá-lo a conquistar

Leia mais

Simon Schwartzman. A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade.

Simon Schwartzman. A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade. A educação de nível superior superior no Censo de 2010 Simon Schwartzman (julho de 2012) A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade. Segundo os dados mais recentes, o

Leia mais

Vento sintético e a simulação de Monte Carlo uma forma de considerar a característica aleatória e instável do carregamento dos ventos em estruturas

Vento sintético e a simulação de Monte Carlo uma forma de considerar a característica aleatória e instável do carregamento dos ventos em estruturas Artigos Vento sintético e a simulação de Monte Carlo uma orma de considerar a característica aleatória e instável do carregamento dos ventos em estruturas Sasquia Hizuru Obata Mestre em Engenharia Civil

Leia mais

MS777 : Projeto Supervionado I

MS777 : Projeto Supervionado I MS777 : Projeto Supervionado I Aluno: Orientador: Bruno Luís Hönigmann Cereser RA:072864 Prof. Dr. Laércio Luis Vendite 1 Objetivos do Trabalho O objetivo desse trabalho é um estudo da lógica fuzzy para

Leia mais

Hastes de Bombeio. Catálogo Geral de Produtos

Hastes de Bombeio. Catálogo Geral de Produtos Hastes de Bombeio Catálogo Geral de Produtos Tenaris Tenaris é líder global na rodução de tubos de aço e serviços ara erfuração, comletação e rodução de oços de etróleo e gás, e líder no fornecimento de

Leia mais

Teoria da Computação Linguagens Formais e Autômatos

Teoria da Computação Linguagens Formais e Autômatos 1 Prof. Diógenes Furlan Teoria da Comutação Linguagens Formais e Autômatos Módulo 2 2015 2 Autômato de Pilha Modelo reconhecedor de alavras ara LLCs. Modelo da Máuina fita de entrada cabeça de leitura

Leia mais

UMA ABORDAGEM HIBRIDA PARA O CONTROLE DE SISTEMAS DE MANUFATURA BASEADA NA TEORIA DE CONTROLE SUPERVISORIO E NAS REDES DE PETRI COLORIDAS

UMA ABORDAGEM HIBRIDA PARA O CONTROLE DE SISTEMAS DE MANUFATURA BASEADA NA TEORIA DE CONTROLE SUPERVISORIO E NAS REDES DE PETRI COLORIDAS UMA ABORDAGEM HIBRIDA PARA O CONTROLE DE SISTEMAS DE MANUFATURA BASEADA NA TEORIA DE CONTROLE SUPERVISORIO E NAS REDES DE PETRI COLORIDAS JAIRO R. CANTILLO, MARCO A. BUSETTI, EDUARDO F. R. LOURES, EDUARDO

Leia mais

Alocação de Bancos de Capacitores e Reguladores de Tensão em Redes de Distribuição

Alocação de Bancos de Capacitores e Reguladores de Tensão em Redes de Distribuição 1 Alocação de Bancos de Caacitores e Reguladores de Tensão em Redes de Distribuição N. Kagan, Ph.D. C. C. B. de Olieira, Ph.D. A. Méffe, M.Sc. Abstract This aer resents methods for the allocation of acitor

Leia mais

Aluna do Curso de PG Energia na Agricultura - FCA/UNESP - Botucatu / SP. - Brasil

Aluna do Curso de PG Energia na Agricultura - FCA/UNESP - Botucatu / SP. - Brasil Análise da Racionalização de Energia Elétrica Através dos Volumes Determinados elo Hierbolóide Hibrido de Carga em Emresas Beneficiadoras de Café (Coffea Arábica/ Coffea Canehora). Patrícia Regina Mailho

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLO

INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLO ESCOLA SUPEIO NÁUTICA INFANTE D. HENIQUE DEPATAMENTO DE ENGENHAIA MAÍTIMA INSTUMENTAÇÃO E CONTOLO APONTAMENTOS SOBE CONTOLADOES ANALÓGICOS Elementos coligidos or: Prof. Luís Filie Batista E.N.I.D.H. /3

Leia mais

Sistemas de Ar Comprimido

Sistemas de Ar Comprimido Meta Aresentar a utilização adequada dos sistemas de ar comrimido como fator contribuinte à eficiência energética. Objetivos Entender a história do uso do ar comrimido; Identificar algumas instalações

Leia mais

3) Da figura temos: 4) a altura total (h ) do vértice da cúpula até o piso é dada por: 5) Mas f > h e, portanto:

3) Da figura temos: 4) a altura total (h ) do vértice da cúpula até o piso é dada por: 5) Mas f > h e, portanto: Lista de Exercícios de Física II Eselhos Eséricos Pro: Tadeu Turma: Ano do Ensino Médio Data: 08/06/009 ) (ITA) Um objeto linear de altura h está assentado erendicularmente no eixo rincial de um eselho

Leia mais

SEQUÊNCIA DIDÁTICA UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1

SEQUÊNCIA DIDÁTICA UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1 SEQUÊNCIA DIDÁTICA UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1 QUEIROZ, Antônia Márcia Duarte Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais- IFSULDEMINAS Universidade

Leia mais

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9 Página: 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática de funcionamento e aplicação das Auditorias Internas da Qualidade, fornecendo diretrizes para instruir, planejar, executar e documentar as mesmas. Este

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE PROJETO E FABRICAÇÃO DE LAJES ALVEOLARES PROTENDIDAS

CONSIDERAÇÕES SOBRE PROJETO E FABRICAÇÃO DE LAJES ALVEOLARES PROTENDIDAS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CONSTRUÇÃO CIVIL CONSIDERAÇÕES SOBRE PROJETO E FABRICAÇÃO DE LAJES ALVEOLARES PROTENDIDAS NATALIA

Leia mais

Palavras-chave: Escolas, adolescente, consumo de bebidas alcoólicas, tabagismo, drogas ilícitas.

Palavras-chave: Escolas, adolescente, consumo de bebidas alcoólicas, tabagismo, drogas ilícitas. Artigo Original Uso de substâncias sicoativas em adolescentes de escola ública e rivada da cidade de Santos Use of sychoactive substances among adolescents attending ublic and rivate schools in Santos

Leia mais