1. Introdução 2. OMCC e a Pesquisa Perfil-Opinião

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1 Perfil Socioeconômico e Cultural dos Visitantes dos Museus Fluminenses e Paulistas: Uma Análise Comarativa. Camila Pereira Koehler (ENCE); José Matias de Lima (ENCE); Leandro Lins Marino (Fundação Cesgranrio) 1. Introdução Atualmente ganha relevância as questões sobre a relação entre demanda cultural e inserção da cultura na sociedade contemorânea e os museus, como ambientes que ossibilitam intensa interação social, fazem arte da grande rede de instâncias culturais que trazem benefícios ara a melhoria de vida de indivíduos e ou gruos. O museu, hoe, é um esaço úblico rodutor e reformulador de conhecimento e tem amliado a sua missão através de investimentos em ações focadas na educação e na mediação cultural, bem como no comromisso com a oularização das ciências. Dessa forma, torna-se imrescindível a obtenção de informações estatísticas que ossibilitem conhecer o erfil socioeconômico e cultural dos visitantes dos Museus. 2. OMCC e a Pesquisa Perfil-Oinião O Observatório de Museus e Centros Culturais, OMCC, é um rograma de esquisa e serviços sobre os museus e instituições afins que reúne fundações culturais variadas, romovendo o intercâmbio entre museus de diversas classificações temáticas do camo cultural, cuos obetivos são: realizar e estimular a rodução eriódica de dados sobre os museus; maear e divulgar conhecimentos, ráticas, abordagens teóricas e metodológicas variadas sobre a realidade dos museus; contribuir ara a amliação do debate e da reflexão sobre o ael dos museus na sociedade, visando subsidiar olíticas úblicas; realizar esquisas; construir e alimentar bases de dados e roduzir ações de divulgação de seus rodutos ara esquisadores, rofissionais do camo museal e áreas afins, ara gestores e formuladores de olíticas úblicas setoriais e ara a sociedade em geral. Em 2005, o OMCC realizou a Pesquisa Perfil-Oinião, construída com base em estudos anteriores realizados em aíses euroeus e nos EUA. A esquisa, realizada or amostragem, utilizou questionário auto alicado comosto de questões fechadas ou semi-abertas, interrogou o visitante com 15 anos ou mais de idade e tinha or obetivo obter informações que ossibilitariam traçar o erfil dos visitantes em 11 museus fluminenses e também identificar diferentes modalidades de visitas, ara cada um dos museus considerados. No final de 2006 e ao longo de 2007, dando continuidade ao rograma de esquisa do OMCC, foram realizadas esquisas em 13 museus aulistas. A amostra dos visitantes foi dimensionada de forma indeendente ara cada um dos museus do estudo, onde considerou-se o número médio de visitantes mensais do Museu e a amostra foi dimensionada visando fornecer um erro máximo absoluto de 5% na estruturação de uma roorção de algum atributo de interesse (or exemlo, roorção de visitantes segundo o sexo), com um grau de confiança de 95%. Os visitantes foram selecionados de forma aleatória através da alicação de um rocedimento de seleção sistemática. Para tanto, foram definidos, ara cada Museu, o intervalo de seleção sistemática e o onto aleatório de artida. Os resultados das esquisas realizadas elo OMCC no eríodo de 2006 e 2007 constituem a rincial fonte de dados ara o desenvolvimento desse roeto de iniciação científica.

2 3. Obetivo O obetivo deste trabalho é aresentar e comlementar os resultados obtidos no roeto de iniciação científica que tinha or obetivo rincial identificar o erfil socioeconômico dos visitantes dos museus fluminenses e aulistas e realizar uma análise comarativa a artir dos resultados obtidos em esquisas realizadas elo OMCC nos anos 2005 e 2006/2007. De forma comlementar, neste trabalho buscou-se, através do uso de modelagem estatística, identificar os rinciais fatores que caracterizariam o hábito dos visitantes dos museus fluminenses e aulistas serem freqüentadores de museus e centros culturais ( freqüentadores assíduos ). 4. Metodologia e Fontes de Dados O roeto foi desenvolvido em duas etaas. Na rimeira etaa, uma vez definido o lano tabular (elenco de tabelas resultantes do cruzamento de algumas características dos visitantes, tais como: idade, sexo, escolaridade, rendimento mensal, domiciliar, cor/raça, dentre outras), foi utilizado o software estatístico SAS ara a execução (tabulação) do lano tabular. Em seguida, considerando o agregado de informações referentes a todos os museus esquisados, foram obtidas as tabelas definidas no lano tabular que foram geradas no SAS e enviadas ara o Excel ara a elaboração e editoração de tabelas e gráficos estatísticos ara facilitar o rocesso de análise. Por fim, rocedeu-se o auste de um modelo de regressão logística através do software estatístico R em sua versão Resultados Analíticos O sexo feminino é redominante nos museus aulistas e fluminenses, sendo observada a maior diferença entre as roorções nos museus aulistas, o que indica existir uma maior concentração de visitantes do sexo feminino nos museus de São Paulo. Considerando a situação conugal dos visitantes, tem-se que os museus de São Paulo aresentam maior roorção de visitantes solteiros, enquanto que nos museus do Rio de Janeiro, os visitantes são casados ou vivem em união estável. Uma análise segundo a cor autodeclarada dos visitantes de cada Estado, indica que nos museus de ambos os Estados redominam os visitantes que declararam ser brancos, embora os museus aulistas aresentem roorção de brancos maior. A roorção de visitantes que declararam não ter visitado outros museus e centros culturais nos últimos 12 meses que antecederam a visita é maior dentre os visitantes dos museus fluminenses, arecendo indicar que os visitantes dos museus aulistas têm maior chance de ter o hábito de frequentar museus ou centros culturais que os visitantes dos museus fluminenses. As informações obtidas quanto à freqüência de visita no último ano que antecedeu a visita, arecem confirmar que os visitantes dos museus aulistas tendem a ter o hábito de frequentar/visitar museus, ou centros culturais, mais acentuado que os visitantes dos museus fluminenses, ois 54,1% dos visitantes dos museus aulistas declararam ter visitado o museu mais de três vezes no ano anterior ao eríodo de realização da esquisa, enquanto que nos museus fluminenses aenas 44% fizeram tal declaração. Uma análise considerando a intenção de retorno aos museus nos 12 meses osteriores ao dia da visita indicou que a maioria dos visitantes dos museus aulista declarou que retornariam com certeza, enquanto

3 que nos museus fluminenses, os visitantes declararam aenas que rovavelmente voltariam. Quanto aos obetivos de retorno, 18,9% dos visitantes dos museus fluminenses declararam que retornariam ara mostrar o museu a amigos ou familiares e 17,7% retornariam ara visitar uma nova exosição. Já nos museus aulistas, 19,4% declararam que retornariam ara visitar uma nova exosição e 17,2% declararam que retornariam ara mostrá-lo a amigos ou familiares. 6. Modelagem Estatística Na etaa de modelagem dos dados rocedeu-se auste de um modelo de regressão logística visando a obtenção de estimativa da robabilidade dos visitantes serem classificados como eventuais freqüentadores ou freqüentadores assíduos dos museus considerados na esquisa Perfil-Oinião do OMCC, a artir do uso de um elenco de variáveis referentes às características culturais e econômicas dos visitantes dos museus considerados no estudo Regressão Logística O modelo linear generalizado adotado no rocesso de modelagem foi o modelo de regressão logística, onde Y, a variável resosta, é uma variável aleatória binária que assume valores 0 (fracasso) e 1(sucesso) definida da seguinte forma: Y i = 0 se o i-ésimo visitante não tem o hábito de freqüentar museus ou centros culturais; Y i = 1 se o i-ésimo visitante tem o hábito de visitar museus ou centros culturais. Dessa forma, a ocorrência do evento sucesso é determinada elos entrevistados que declararam na esquisa ter visitado duas ou mais vezes museus ou centros culturais, nos últimos doze meses que antecederam a data da esquisa, elo menos duas vezes. Para o uso da regressão logística, assume-se que o logaritmo das chances é linearmente relacionado com as variáveis exlicativas, tal que: i Ln = 1 i β i x i = β 0 + β 1 X i1 + β 2 X i2 + β 3 X i β X = 0 onde, i é a robabilidade do i-ésimo visitante ser considerado um freqüentador assíduo, X são as variáveis de interesse (indeendentes) e β é o vetor de arâmetros desconhecidos, ou sea, os efeitos de cada fator socioeconômico e cultural Razão de chances ODDS RATIO A interretação do modelo logístico ossui uma facilidade em relação a outros modelos, ois ermite analisar as chances estimadas da ocorrência de um evento em interesse à não ocorrência do mesmo. A vantagem é dada ela razão entre as robabilidades de ocorrência e não ocorrência de um determinado evento, no nosso estudo, é definida ela razão entre a robabilidade de um visitante ter ou não o hábito de visitar museus ou centros culturais. θ P( Y = 1) = ex( β + β1x 1 P( Y = 1) β = onde θ > 1 indica que a robabilidade de ocorrência do evento é maior que a robabilidade de não-ocorrência, logo a vantagem é maior que 1; 0 <θ < 1 indica que a robabilidade de ocorrência do evento é menor que a robabilidade de não-ocorrência, ou sea, a vantagem é X )

4 menor que 1; θ = 1 indica que a robabilidade de ocorrência do evento é igual a robabilidade de não-ocorrência. Não considerando interações, define-se a razão de chances (ou Odds Ratio) da seguinte forma: θ = θ ij ij = = ex[ X ( β β )], i = 1,..., J 7. Auste do modelo e rinciais resultados A seguir são aresentados os rinciais resultados obtidos no rocesso de modelagem, tendo sido utilizado o modelo de regressão logística. A validação do modelo austado foi realizada através da alicação de testes estatísticos aroriados. O modelo austado contou com a resença das seguintes variáveis: modalidade da visita (se o entrevistado o faz só ou acomanhado); se era a rimeira visita ao museu; temo de conhecimento da existência do museu visitado; grau de escolaridade e a renda domiciliar mensal. Na Tabela 1 são aresentados os resultados dos testes ara inclusão de variáveis no modelo. Diferença de significância das variáveis no modelo austado ara o Rio de Janeiro e ara São Paulo ode ser ustificada ela diferença do quantitativo de entrevistas realizadas nos Museus de ambos estados. Tabela 1 Princiais resultados e Estatísticas de Teste ara o modelo final austado ara os Museus Fluminenses e Paulistas. Museus Fluminenses Museus Paulistas Modelo GL Resid. Valor - P Resid. Valor - P Deviance Resid. Df Deviance Resid. Df Dev (Qui) Dev (Qui) Nulo , ,6 Primeira Visita 1 7, ,3 0, , ,6 0,000 Existência do Museu 3 5, ,6 0,128 17, ,0 0,001 Visita Sozinho 1 5, ,3 0,021 4, ,7 0,037 Escolaridade 3 77, ,4 0,000 49, ,8 0,000 Rendimento Domiciliar Mensal 3 8, ,4 0,045 27, ,4 0,000 * Termos adicionados seqüencialmente - rimeiro ara último Em geral, observa-se uma diferença nas estimativas das razões de vantagens ara os estados, sendo que estas estimativas aresentam-se maiores ara os museus aulistanos. Os visitantes que não estavam visitando ela rimeira vez aquele museu têm 20% mais chances de serem visitantes habituais de museus e centros culturais. Os visitantes dos museus aulistas tem 2,2 vezes mais chances de serem freqüentadores habituais. De um modo geral o visitante que conhecia o museu há mais de 1 mês tem maior robabilidade de ser um freqüentador assíduo de museus e centros culturais quando comarado àqueles que declararam conhecer o museu há menos de um mês.

5 Observa-se também que, quanto maior os níveis de escolaridade, maior também serão as chances estimadas do visitante investigado ser um freqüentador de museus e centros culturais. Visitantes ós-graduados têm, aroximadamente, três vezes mais chances de serem freqüentadores assíduos em relação aos que detêm nível de escolaridade corresondente ao ensino fundamental comleto. Com relação à renda domiciliar mensal observa-se comortamento diferente entre os visitantes de museus aulistanos e fluminenses. Tanto em São Paulo quanto no Rio de Janeiro ode ser observado um aumento exressivo nas estimativas das chances dos visitantes serem considerados freqüentadores assíduos, conforme a renda domiciliar mensal aumenta. No entanto, ara o Rio de Janeiro, visitantes com classes de renda comreendida entre R$ a R$ 4.000, têm razão de vantagens estimadas semelhantes aos visitantes que declararam renda domiciliar mensal suerior a R$ Dentre os visitantes dos museus aulistas existem evidências de que haa uma diferença na robabilidade estimada do visitante ser um freqüentador assíduo de museus e centros culturais, quando consideradas estas mesmas classes de renda domiciliar mensal. 8. Conclusões Aesar de existirem algumas diferenças no erfil socioeconômico e cultural entre os visitantes dos museus de ambos estados, ercebe-se que o comortamento das variáveis investigadas na esquisa é muito semelhante. Estudos adicionais ara verificar ossíveis diferenças entre outras variáveis se fazem necessários, bem como, estudos futuros ara identificar e avaliar erfis de visitantes de museus de outros estados brasileiros e, assim, realizar uma análise comarativa, buscando identificar ossíveis diferenças no erfil socioeconômico e cultural e também no hábito de freqüentar museus e centros culturais dos visitantes de museus. 9. Referências bibliográficas CORDEIRO, Gauss M. Modelos lineares generalizados. Caminas, SP: 8º Simósio Nacional de Probabilidade e Estatística, COSTA, Renata C. de. Uma alicação da regressão logística: fatores determinantes do grau de assiduidade dos visitantes de um Centro Cultural no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: ENCE; 2006 DOBSON, Annette J. An introduction to generalized linear models. 2 nd ed. London: Chaman &Hall, KOPTCKE, Luciana Seúlveda; CAZELLI, Sibele; LIMA, José Matias de. Museus e seus Visitantes: relatório de esquisa erfil-oinião ISBN Brasília. Rio de Janeiro, htt://

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