III APRESENTAÇÃO E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS

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1 III APRESENTAÇÃO E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS A aresentação dos resultados advém dos factos observados durante a colheita de dados e do tratamento estatístico. O tratamento dos dados é efectuado através do rograma informático SPSS 12.0 for Windows, em que estes são armazenados numa base de dados, e submetidos à osteriori a uma análise com recurso a estatística aramétrica e não aramétrica recorrendo a medidas descritivas de tendência central, de disersão e medida de correlação, ara a interretação dos dados (Pestana e Gageiro, 2000) Os resultados são aresentados através de quadros, tabelas e gráficos, acomanhado de uma descrição narrativa de modo a fornecer uma ligação lógica com as questões de investigação e as hióteses em estudo. Assim, neste caítulo irão ser aresentados os resultados do estudo incidindo inicialmente na caracterização da amostra, focalizando as características sócio-demográficas dos es cuidadores, as características do utente com DCID, os mediadores extrínsecos, a análise da escala QASCI e osteriormente irá ser efectuada a análise dos dados tendo em conta os valores da escala e as variáveis acima referidas. Para seleccionar a amostra é efectuado um levantamento da oulação em estudo elos diferentes Centros de Saúde, seleccionando aleatoriamente 20% dos utentes em cada Unidade de Saúde; a amostra é constituída or 86 es cuidadores (FC) distribuídos elos diferentes Centros de Saúde, conforme Tabela 1. 1

2 Tabela 1 Distribuição da amostra or Centro de Saúde CENTRO DE SAÚDE FREQUÊNCIA PERCENTAGE afra 33 38,4 Torres Vedras 15 17,4 Lourinhã 20 23,3 Cadaval 10 11,6 Sobral te. Agraço 8 9,3 Total ,0 1 - CARACTERIZAÇÃO DOS FAILIARES CUIDADORES (FC) Os FC, na grande maioria (81,4%) eram do sexo feminino (Tabela 2), aresentando uma média de idades 59,2 anos (DP=14,7), tendo sido a idade mínima de 30 e a máxima de 87 anos. Ao agruar a idade em classes etárias verificou-se que a classe etária mais frequente foi a anos com 41,7% (Tabela 3 & Gráfico 1). Os FC masculinos em média são mais velhos (65,8 anos) que os femininos (57,8 anos) Tabela 2 Distribuição da amostra or Sexo (frequência e %) SEXO (N=86) FREQUÊNCIA PERCENTAGE Feminino 70 81,4 asculino 16 18,6 Tabela 3 Distribuição da amostra or Gruo Etário do FC (frequência) GRUPO ETÁRIO (N=84) FREQUÊNCIA Anos Anos Anos 35 >= 80 Anos 6 2

3 Gráfico 1 Distribuição da amostra or Gruo Etário do FC (%) 39,3% 41,7% 7,1% 50% 40% 30% 20% (%) 11,9% 10% 0% Anos Anos Anos >= 80 Anos GRUPO ETÁRIO (N=84) Em relação ao estado civil a maioria dos articiantes (70) eram casados (Tabela 4), corresondendo a 81,4% (Gráfico 2). Tabela 4 Distribuição da amostra or Estado Civil do FC (frequência) ESTADO CIVIL (N=86) FREQUÊNCIA Casado 70 Solteiro/viúvo/divorciado/searado 16 Gráfico 2 Distribuição da amostra or Estado Civil do FC (%) 81,4% 18,6% 100% 80% 60% 40% 20% 0% (%) Estado Civil (N=86) Casado Solteiro/viúvo/divorciad o/searado 3

4 Quanto à escolaridade (tabela 5), os FC têm em média 4 anos (DP=3,15), variando esta de 0 (mínimo) a 12 (máximo), ossuindo a maioria (37,3%) dos FC 4 anos de escolaridade (Gráfico 3). Observa-se ainda que a segunda maior frequência (19) são os FC sem escolaridade (22,9%) Tabela 5 Distribuição da amostra or Anos de Escolaridade do FC (frequência) ANOS DE ESCOLARIDADE (N=83) FREQUÊNCIA Os articiantes do sexo masculino aresentam em média uma menor escolaridade (3,8 anos) que os do sexo feminino (4,1 anos). Gráfico 3 Distribuição da amostra or Anos de Escolaridade do FC (%) 50% 37,3% 22,9% 7,2% 4,8% ,2% 5 10,8% 6 7 4,8% 4,8% 3,6% 1,2% 1,2% % 30% 20% 10% 0% ANOS DE ESCOLARIDADE (N=83) (%) 4

5 Em relação à actividade rofissional, 70,9% (61) não exercem qualquer actividade rofissional, sendo a maioria 46,5% devido à sua situação de reforma ou invalidez e 11,6% estavam desemregados. Ainda de referir que somente 17,4% (15) se encontram no activo (Tabela 6 & Gráfico 4). Tabela 6 Distribuição da amostra or Actividade Profissional do FC (frequência) ACTIVIDADE PROFISSIONAL (N=86) FREQUÊNCIA Activo 15 Reformado(a) / inválido(a) 40 Desemregado 10 Doméstico / nunca trabalhou 21 Gráfico 4 Distribuição da amostra or Actividade Profissional do FC (%) 46,5% 24,4% 50% 40% 17,4% 11,6% 30% 20% 10% (%) 0% Activo Reformado(a) / inválido(a) Doméstico / Desemregadonunca trabalhou ACTIVIDADE PROFISSIONAL (N=86) Face ao grau de arentesco (Gráfico 5), relativo ao utente com DCID, o filho(a) e o cônjuge são as categorias que aresentam maior reresentatividade com 44,7% e 31,8%, resectivamente. Quando fazemos a distribuição or sexo, a maior frequência é reresentada elo gruo das Filhas (34) seguindo o das esosas (16), (Tabela 7). 5

6 Tabela 7 Distribuição da amostra or Grau de Parentesco e Sexo do FC (frequência e %) GRAU DE PARENTESCO (N=85) Filho (a) Nora/genro Cônjuges Outro SEXO FREQUÊNCIA PERCENTAGE F 34 40,0 4 4,7 F 11 12,9 1 1,2 F 16 18, ,9 F 8 9,4 0 0,0 Gráfico 5 Distribuição da amostra or Grau de Parentesco do FC (%) 50% 44,7% 31,8% 9,4% 40% 30% 20% (%) 14,1% 10% 0% Filho Outro Cônjuge Nora/genro GRAU DE PARENTESCO (N=85) Em relação à Coabitação, isto é, se o FC coabita ou não no mesmo domicílio que utente alvo de cuidados, observa-se que 80,2% do FC habitam na mesma casa (Gráfico 6). Imorta analisar com quem vive o utente alvo dos cuidados, e verifica-se que a maior frequência (27) é com o cônjuge, corresondendo a 39,7% (Tabela 9). 6

7 Tabela 8 Distribuição da amostra or Coabitação Conjunta (frequência) COABITAÇÃO CONJUNTA (N=86) FREQUÊNCIA Não 17 Sim 69 Tabela 9 Distribuição da amostra or Grau de Parentesco do FC e Coabitação Conjunta com o Utente com DCID (frequência e %) GRAU DE PARENTESCO (N=68) FREQUÊNCIA PERCENTAGE Filho 25 36,8 Nora/genro 9 13,2 Cônjuge 27 39,7 Outro 7 10,3 Gráfico 6 Distribuição da amostra or Coabitação Conjunta (%) 80,2% 100% 19,8% 80% 60% 40% 20% 0% (%) Sim Não COABITAÇÃO CONJUNTA (N=86) 7

8 2 - CARACTERIZAÇÃO DO UTENTE CO DCID, ALVO DE CUIDADOS O número de utentes com DCID, alvo de cuidados do FC, que servem de base da amostra são de 96, sendo estes na sua maioria do Sexo Feminino, 50 (52,1%) (Tabela 10). Aresentam uma grande variação de idades (entre 7 e 94 anos) sendo a média de 75,5 anos (DP=13,9). No entanto, mais de metade dos utentes ossuem uma idade suerior ou igual a 79 anos. Reagruando as idades em gruo etário confirma-se que o gruo com maior exressão é o de >= 80 anos (Tabela 11 & Gráfico 7). Tabela 10 Distribuição da amostra or sexo do Utente com DCID (frequência e %) SEXO (N=96) FREQUÊNCIA PERCENTAGE Feminino 50 52,1 asculino 46 47,9 Tabela 11 Distribuição da amostra or Gruo Etário do Utente com DCID (frequência) GRUPO ETÁRIO (N=92) FREQUÊNCIA <= 19 anos anos anos anos 40 >= 80 anos 44 8

9 Gráfico 7 Distribuição da amostra or Gruo Etário do Utente com DCID (%) 43,5% 47,8% 60% 50% 40% 30% (%) 20% 5,4% 10% 1,1% <= 19 anos 2,2% anos anos anos >= 80 anos 0% GRUPO ETÁRIO (N=92) Em relação ao nível de deendência, segundo escala DA, os utentes com maior reresentatividade são os que aresentam deendência moderada e severa, com 39,1% e 30,4%, resectivamente, conforme Tabela 12 & Gráfico 8. Tabela 12 Distribuição da amostra or Nível de Deendência do Utente com DCID DA (N=92) FREQUÊNCIA PERCENTAGE Ligeiro (1-7) 19 20,7 oderado (8-14) 36 39,1 Severo (15-19) 28 30,4 uito Severo (20-24) 9 9,8 9

10 Gráfico 8 Distribuição da amostra or Nível de Deendência do Utente com DCID (%) 60% 20,7% 39,1% 30,4% 9,8% 50% 40% 30% (%) 20% 10% 0% Ligeiro oderado Severo uito Severo DA (N=92) Observa-se também (Tabela 13) que a média do nível de deendência é ligeiramente mais baixa no sexo feminino do que no sexo masculino, 2,27 e 2,33 resectivamente, não sendo as diferenças estatisticamente significativa (=0.753). Tabela 13 Diferença em média face ao sexo do utente com DCID, or Nível de Deendência do utente com DCID T-Student (teste t) - FEININO (N=49) ASCULINO (N=43) t DA 2,27 2,33 -,316,753 ** < 0.01; * < 0.05 No entanto, existe uma correlação ositiva entre a idade do utente e o nível de deendência (Tabela 16), sendo esta baixa (r=0,270), é estatisticamente significativa (<0,01), ressuondo que na amostra em estudo, os utentes com DCID com mais idade, aresentam um maior nível de deendência. 10

11 Os utentes com DCID em estudo têm, na sua maioria (60,5%), um temo de deendência suerior a 3 anos (Gráfico 9). A seguir os utentes com maior reresentatividade são aqueles que ertencem à categoria dos 2-3 anos, com uma frequência de 13 (Tabela 14). Tabela 14 Distribuição da amostra or Temo de Deendência do Utente com DCID (frequência) TEPO DE DEPENDENCIA (N=86) FREQUÊNCIA < 6 meses 4 6 meses 1 ano anos anos 13 > 3 anos 52 Total 86 Gráfico 9 Distribuição da amostra or Temo de Deendência do Utente com DCID (%) 4,7% < 6 meses 9,3% 6 meses - 1 ano 10,5% 1-2 anos 15,1% 2-3 anos 60,5% > 3 anos 80% 70% 60% 50% 40% (%) 30% 20% 10% 0% TEPO DE DEPENDÊNCIA (N=86) Para se verificar se existe diferença no temo de deendência relacionado com o sexo do utente com DCID, faz-se um estudo de comaração de médias (Tabela 15) verificando-se que os homens (=4,32), em média têm maior temo de deendência que as mulheres (=4,04); no entanto, essas diferenças não são estatisticamente significativas (t = -1,036; > 0,05). 11

12 Tabela 15 Diferença em média face ao sexo do utente com DCID or Temo de Deendência do utente com DCID - T-Student (teste t) - FEININO (N=49) ASCULINO (N=43) t Temo de deendência do utente com DCID 4,04 4,32-1,036,303 ** < 0.01; * < 0.05 Ao observar-se se existe associação entre o temo de deendência e o gruo etário do utente com DCID, odemos verificar através do coeficiente de correlação de Searman (Tabela 16) que este aresenta uma correlação negativa muito baixa, estatisticamente não significativa (rho= -0,073; > 0,05) Tabela 16 Correlação de Searman 1 Temo Deendência do Utente com DCID; Gruo Etário do Utente com DCID; Nível de Deendência do utente com DCID Temo de deendência do utente com DCID Gruo etário do utente com DCID Nível de deendência do utente com DCID Temo de deendência do utente com DCID 1,000 -,073 -,013 Gruo etário do utente com DCID -,073 1,000,270(**) Nível de deendência do utente com DCID -,013,270(**) 1,000 ** < 0.01; * < 0.05 Ao estudar as relações da variável em estudo (Grau de arentesco do FC) e o gruo etário do utente com DCID alvo de cuidados (Tabela 16.1), rejeita-se a hiótese da igualdade das médias em tendência central (X 2 = 21,954, <0,05), elo que existe diferenças estatisticamente significativa nas médias relacionadas com o grau de arentesco. Assim, verifica-se que o gruo dos filhos(as) são os FC dos utentes com o gruo etário mais elevado, seguindo-se o Genro/Nora, Cônjuges e Outro. 1 Utilizamos este teste em detrimento do R Pearson, devido à rejeição da normalidade da distribuição de todas as variáveis de momento em estudo ( < 0.05) 12

13 Tabela 16.1 Diferença em média face ao Grau de Parentesco do FC or Gruo Etário do Utente com DCID - Kruskal-Wallis (teste X 2 ) 2 - Filho(a) (N=38) Genro/Nora (N=12) Cônjuges (N=26) Outro (N= 8) K-S K-S K-S K-S X 2 Gruo etário do utente com DCID 50,96,000 48,67,000 35,94,000 14,38,200 21,954, CARACTERIZAÇÃO DOS EDIADORES EXTRÍNSECOS Os mediadores extrínsecos (Tabela 17 & Gráfico 10), relacionando se o FC tem ou não ajuda de outros restadores de cuidados, comosto or dois itens (aoio de um outro cuidador informal (CI) e existência de Aoio Social Domiciliário (ASD)) observa-se, aós reclassificação das variáveis, que a maioria dos FC (29,1%) não tem qualquer ajuda; com igual frequência (25) os que têm envolvido no cuidar um outro CI. Além de um outro CI envolvido, 24,4% ossui em simultâneo ASD, e or ultimo 17,4% dos FC aenas têm ASD. Tabela 17 Distribuição da amostra or ediadores Extrínsecos (frequência) EDIADORES EXTRÍNSECOS (N=86) FREQUÊNCIA Sem Aoio 25 CI+ASD 21 ASD 15 CI 25 2 Utilizamos este teste em detrimento do One-Way, or se verificar a rejeição da normalidade na distribuição de elo menos uma variável em estudo ( < 0.05) 13

14 Gráfico 10 Distribuição da amostra or ediadores Extrínsecos (%) 50% 29,1% 40% 29,1% 24,4% 17,4% 30% 20% (%) 10% 0% Sem Aoio CI ASD CI+ASD EDIADORES EXTRÍNSECOS (N=86) 4 - ANÁLISE DA ESCALA DO QASCI O QASCI (Questionário de Avaliação da Sobrecarga do Cuidador Informal), é um instrumento que ermite avaliar a sobrecarga física, emocional e social do cuidador informal. A QASCI não ermite determinar um score final, orque é difícil definir a artir de que valor a sobrecarga ercecionada é alta (artins, Ribeiro e Garrett, 2003). Esta escala (anexo III), integra 32 itens, avaliados através de uma escala ordinal de frequências que varia de 1 a 5. Os itens integram-se em 7 dimensões Sobrecarga Emocional (item 1 a 4); Imlicações na Vida Pessoal (item 5 a 15); Sobrecarga Financeira (item 16 e 17); Reacções às Exigências (item 18 a 22); ecanismos de Eficácia e Controlo (item23 a 25); Suorte Familiar (item 26 e 27); Satisfação com o ael e com o (item 28 a 32).Os itens 23 a 32 são invertidos ara que os valores mais altos corresondam a uma maior sobrecarga. Antes de se efectuar a análise dos resultados da escala na sua globalidade e em cada dimensão, é efectuada uma análise sicométrica do QASCI baseada essencialmente na 14

15 consistência interna. Esta, é avaliada elo alha de Cronbach que é uma medida que rova se o grau da variabilidade total das resostas se associa ao somatório das variâncias item a item (artins, Ribeiro e Garrett, 2003; Pestana, 200). Considera-se como um bom indicador de consistência, quando o alfa é suerior a 0,80 (Pestana, 2000; Ribeiro, 1999); no entanto, são aceitáveis valores acima de 0,60 quando as escalas têm um número reduzido de itens (Ribeiro, 1999). A consistência interna da escala global é de 0,919 e as diferentes dimensões aresentam valores entre 0,909 e 0,547 (Quadro 5), revelando assim uma boa consistência a nível global. A nível das sub-escalas todos os valores de consistência interna se situa acima dos 0,60, exceto na dimensão EC que aresenta um α=,547. Valor idêntico, e na mesma sub-escala, foi encontrado no estudo de validação do questionário, realizado elos autores, tendo estes considerado adequado or incluir aenas 3 itens (artins, Ribeiro e Garrett, 2003). Quadro 5 Consistência Interna do QASCI DIENSÕES ALPHA CRONBACH Nº DE ITENS ESCALA GLOBAL (N=86), SE (N=86),816 4 IVP (N=86), SF (N=86),877 2 RE (N=86),827 5 EC (N=86),547 3 SFam (N=86),711 2 SPF (N=86),617 5 Ao analisar a correlação entre a QASCI e as suas 7 dimensões (Quadro 6), verifica-se a existência de associações moderada a alta e estaticamente significativas entre cada dimensão e a escala global, variando estas entre 0,400 e 0,747, com maior destaque nas dimensões imlicações na vida essoal, suorte emocional, suorte financeiro e reacções às exigências. Do mesmo modo se verifica que as correlações entre dimensões são na sua globalidade baixas. Este resultado vem ao encontro do que artins, Ribeiro e Garrett (2003), autores da escala, concluíram, no seu estudo da avaliação da sobrecarga em cuidadores informais de 15

16 doentes com AVC, de que as associações mais satisfatórias são as imlicações na vida essoal, a sobrecarga emocional e reacções às exigências. Assim deste modo conclui-se a imortância de cada dimensão or si e, simultaneamente mostra que cada dimensão ertence ao todo que é o QASCI (artins, Ribeiro e Garrett, 2003). Quadro 6 atriz de Correlações de Pearson - QASCI e as suas dimensões SE IVP SF RE EC SFam SPF Sobrecarga emocional relativa ao Imlicações na vida essoal do cuidador,639(**) Sobrecarga financeira,352(**),517(**) Reacções a exigências,558(**),495(**),349(**) Perceção dos mecanismos de eficácia e controlo,254(*),254(*),205,151 Suorte,212,089,140,094,116 Satisfação com o ael e com o,423(**),230(*),084,278(**),244(*),272(*) QASCI,648(**),747(**),604(**),590(**),443(**),400(**),487(**) ** < 0.01; * < ANÁLISE DOS DADOS Para dar resosta ao modelo de investigação e consequentemente às hióteses de investigação é realizado o cruzamento da escala QASCI (na sua globalidade e nas suas diferentes dimensões), com as variáveis sócio-demográficas do FC, as variáveis de caracterização do Utente com DCID e os mediadores extrínsecos (Aoio Social Domiciliário; Existência de Ajuda de outros Prestadores Informais). Lembra-se mais uma vez que as ultimas 3 dimensões do QASCI (PEC, SFam, SPF), estão invertidas ara que um maior valor nestas dimensões, corresonda a uma maior sobrecarga, isto é, quanto maior o valor 16

17 nestas dimensões menor será a Perceção dos mecanismos de eficácia e controlo, menor será o Suorte e menor a Satisfação com o ael e com o Variáveis sócio-demográficas do cuidador Para análise das diferenças das médias do Qasci e suas dimensões, de acordo com o sexo, recorre-se ao teste T e ao teste não aramétrico ann-whitney, elo facto que a amostra do sexo masculino ter uma dimensão equena (n=16), sendo necessário or isso fazer o teste K-S ara verificar a normalidade (Tabela 18). Constata-se que a normalidade só é reseitada na dimensão Imlicações na vida essoal do FC ( = 0,108 > 0,05), sendo assim, aenas se recorre ao teste T ara esta dimensão. Tabela 18 Teste de Normalidade K-S face ao Sexo do FC or QASCI e suas dimensões FEININO (N=69) Valor estatístico P ASCULINO (N=16) Valor estatístico P QASCI 0,266 0,000 0,290 0,001 Sobrecarga emocional relativa ao Imlicações na vida essoal do cuidador 0,197 0,000 0,244 0,012 0,187 0,000 0,194 0,108 Sobrecarga financeira 0,186 0,000 0,243 0,012 Reacções a exigências 0,213 0,000 0,225 0,030 erceção dos mecanismos de eficácia e controlo 0,212 0,000 0,233 0,020 Suorte 0,176 0,000 0,276 0,002 Satisfação com o ael e com o 0,244 0,000 0,366 0,000 Observando as diferenças (Tabela 19) em relação ao QASCI, o nível de significância do teste 0,291 é suerior a 0,05, não se rejeita a hiótese da igualdade em tendência central. Assim, existe diferença das médias, isto é, o sexo feminino tem maior nível de sobrecarga (=44,24) que o sexo masculino (=37,06), no entanto estas diferenças não são estatisticamente significativas. 17

18 Em relação às dimensões, verifica-se que em três desta (SE, SFam, SPF), rejeita-se a hiótese da igualdade em tendência central (<0,05), elo que as diferenças nas médias, em tendência central, são estatisticamente significativas, ressuondo que os indivíduos do sexo feminino têm em média uma maior sobrecarga emocional, um menor suorte e uma menor satisfação com o ael e com o do que os indivíduos do sexo masculino. Tabela 19 Diferença em média face ao Sexo do FC or QASCI e suas dimensões - T-Student (teste t) / ann-witney (teste z) - FEININO (N=69) ASCULINO (N=16) t z QASCI 44,24 37,66 -,057,291 Sobrecarga emocional relativa ao Imlicações na vida essoal do cuidador 45,42 32,56 -,963,048(*) 3,22 3,00,688,494 Sobrecarga financeira 42,71 44,25 -,230,818 Reacções a exigências 43,35 41,50 -,282,778 erceção dos mecanismos de eficácia e controlo 44,81 35,19 -,472,141 Suorte 45,44 32,47 -,951,049(*) Satisfação com o ael e com o 45,60 31,78 -,166,030(*) ** < 0.01; * < 0.05 Analisando as diferenças de médias, em tendência central, em relação ao QASCI e suas dimensões, relacionado com o estado civil do FC (Tabela 20) ode-se verificar que não se encontram diferenças estatisticamente significativas ara qualquer das variáveis em estudo. 18

19 Tabela 20 Diferença em média face Estado Civil do FC or QASCI e suas dimensões T-Student (teste t) / ann-witney (teste z) - CASADO (N=69) SOLTEIRO/VIÚVO/DIVO RCIADO/SEPARADO (N=16) K-S K-S t z QASCI 42,83 43,75,001 -,148,882 Sobrecarga emocional relativa ao Imlicações na vida essoal do cuidador Sobrecarga financeira Reacções a exigências erceção dos mecanismos de eficácia e controlo 2,59 2,50,053,332,741 3,19 3,13,082,200,842 2,91 2,63,193,714,477 43,25 41,91,009 -,206,837 43,53 40,72,007 -,430,667 Suorte 2,41 3,06,172-1,740,086 Satisfação com o ael e com o ** < 0.01; * < ,79 39,59,006 -,658,511 Ao estudar as relações das variáveis em estudo e o grau de arentesco do FC ara com o utente com DCID (Tabela 21), no QASCI não se rejeita a hiótese da igualdade das médias em tendência central (X 2 = 4,718, >0,05), elo que não existe diferenças estatisticamente significativa nas médias relacionadas com o grau de arentesco. Nas dimensões encontrou-se estaticamente significativo a diferença das médias da sobrecarga financeira (X 2 = 14,098, <0,05), sendo o gruo dos Outros e Cônjuges com maior sobrecarga Financeira (=55,94; =54,19, resectivamente), sendo o gruo dos Filhos que têm menor sobrecarga nesta dimensão (=33,78). 19

20 Tabela 21 Diferenças em média face ao grau de arentesco do FC or QASCI e suas dimensões - Kruskal-Wallis (teste X 2 ) - Filho(a) (N=38) Genro/Nora (N=12) Cônjuges (N=27)) Outro (N=8) K-S K-S K-S K-S F X 2 QASCI 37,64 42,58,000 48,22,000 51,44,003 4,718,194 Sobrecarga emocional relativa ao Imlicações na vida essoal do cuidador Sobrecarga financeira 41,75 47,04,200 39,28,007 55,44,200 3,340,342 40,80 44,88,010 43,78,010 48,00,200,773,856 33,78 38,42,034 54,19,009 55,94,200 14,098,003(*) Reacções a exigências 41,57 45,92,240 41,44,240 50,69,220 1,297,730 Perceção dos mecanismos de eficácia e controlo 40,14 37,04,000 47,59,057 50,00,007 3,049,384 Suorte 45,13 41,75,002 38,37,000 50,38,193 2,106,551 Satisfação com o ael e com o 42,42 48,67,001 40,67,000 45,13,150 1,094,778 ** < 0.01; * < 0.05 Tal como se ode observar na Tabela 22, avalia-se a média em tendência central, através do teste não aramétrico Kruskal-Wallis, or não estar reunido o ressuosto da normalidade necessário ara fazer a análise de variância One-Way, com o objectivo de estudar diferenças existentes nas variáveis do estudo em função da actividade rofissional do FC. 20

21 Tabela 22 Diferença em média face à Actividade Profissional do FC or QASCI e suas dimensões - Kruskal-Wallis (teste X 2 ) - Activo (N=14) Reformado(a) /inválido(a) (N=40) Desemregad o) (N=10) Doméstico/nu nca trabalhou (N=21) K-S K-S K-S K-S F X 2 QASCI 31,79,000 49,94 39,25,009 39,05,000 8,246,041(*) Sobrecarga emocional relativa ao Imlicações na vida essoal do cuidador Sobrecarga financeira 40,29,188 46,45 42,80,001 38,33,000 1,861,602 36,50,050 49,88 34,85,143 38,12,030 6,384,094 24,86,000 49,63 44,00,200 42,00,028 11,005,012(*) Reacções a exigências 38,11,000 47,11 48,25,089 35,93,000 4,204,240 erceção dos mecanismos de eficácia e controlo 32,00,000 44,01 42,50,090 48,64,059 4,333,228 Suorte 33,79,002 42,31 53,30,139 45,55,114 4,188,242 Satisfação com o ael e com o 43,32,003 44,19 41,75,067 41,12,002,279,964 ** < 0.01; * < 0.05 As diferenças encontradas em relação ao QASCI (X 2 = 8,246, <0,05), em que a média mais elevada (maior Sobrecarga) é de = 49,94 que corresonde ao indivíduos reformados/inválidos, sendo a média mais baixa (menos sobrecarga) ( = 31,79) corresondente ao gruo activo. No caso das dimensões e em articular na sobrecarga financeira encontra-se o valor de teste (X 2 = 11,005, <0,05) em que a média mais elevada (maior sobrecarga financeira) se 21

22 situa também no gruo dos reformados/inválidos (=49,63), voltando também a encontrar-se no gruo dos activos a média mais baixa (=24,86). Nas restantes variáveis em estudo não são encontradas diferenças nas médias, estatisticamente significativas. De acordo com a correlação de Pearson (Tabela 23), associando o QASCI e suas dimensões às variáveis gruo etário do FC (GEFC) e nível de escolaridade do FC (NEFC), verifica-se numa rimeira análise, em relação ao Qasci, que existe uma associação ositiva baixa, estatisticamente significativa (r = 0,256; <0,05) com a variável GEFC e uma associação negativa também baixa e estatisticamente significativa (r = -0,265; <0,05) com a variável NEFC. Em relação às dimensões ode-se constatar que somente a SF aresenta uma associação estatisticamente significativa com as variáveis em estudo, sendo esta associação ositiva baixa com GEFC (r = 0,263; <0,05) e negativa ligeiramente mais alta com NEFC (r = - 0,318; <0,01). Verifica-se também uma associação negativa moderada entre as duas variáveis em estudo (r= -0,592; <0,01), or esse motivo efectua-se o controle das 2 variáveis individualmente através do coeficiente de correlação arcial (Tabela 23.1, 23.2, 23.3). Analisando estas 3 tabelas, observa-se que quando se considera ara todas as células os casos sem valores omissos em qualquer variável em estudo e não se controlando as variáveis indeendentes GEFC e NEFC (Tabela 23.1) que além de se confirmar as associações atrás descritas, estas aumentam discretamente, e aarece uma nova associação negativa baixa estatisticamente significativa entre a dimensão SE e a variável NEFC. No entanto quando se controlou as variáveis indeendentes (Tabela 23.2, 23.3) constata-se associações mais baixas e estatisticamente não significativas, concluindo-se deste modo que a associação entre o QASCI e suas dimensões é muito baixa com as variáveis em estudo. 22

23 Tabela 23 - atriz de Correlação de Pearson QASCI e suas dimensões; GEFC;NEFC GEFC NEFC QASCI,256(*) -,265(*) SE,064 -,199 IVP,113 -,136 SF,263(*) -,318(**) RE -,009 -,064 PEC SFam,218 -,178 -,035 -,040 SPF,066 -,050 Gruo etário do cuidador -,592(**) Nível de escolaridade do cuidador -,592(**) ** Correlação significativa ara < 0,01. * Correlação significativa ara < 0,05. Tabela Coeficiente de Correlação Parcial - QASCI e suas dimensões; GEFC; NEFC (sem controle de variáveis) GEFC NEFC QASCI,271(*) -,274(*) SE,101 -,219(*) IVP,135 -,147 SF,259(*) -,321(*) RE,012 -,077 PEC,224 -,186 SFam -,015 -,048 SPF,096 -,070 Gruo etário do cuidador -,603(**) Nível de escolaridade do -,603(**) cuidador ** Correlação significativa ara < 0,01. * Correlação significativa ara < 0,05. 23

24 Tabela Coeficiente de Correlação Parcial QASCI e suas dimensões; GEFC (com controle da variável NEFC) Nível de escolaridade do cuidador QASCI GEFC,139 SE -,039 IVP,059 SF,087 RE -,043 PEC,143 SFam -,055 SPF,067 ** Correlação significativa ara < 0,01. * Correlação significativa ara < 0,05. Tabela Coeficiente de Correlação Parcial - QASCI e suas dimensões; NEFC (com controle da variável GEFC) Gruo etário do cuidador NEFC QASCI -,143 SE -,199 IVP -,083 SF -,213 RE -,087 PEC -,065 SFam -,071 SPF -,016 ** Correlação significativa ara < 0,01. * Correlação significativa ara < 0,05. 24

25 5.2 - Variáveis de Caracterização do Utente com DCID De acordo com a análise da Tabela 24, ode-se observar que em relação ao QASCI e suas dimensões, tendo em conta o sexo do utente com DCID alvo de cuidados, não são encontradas diferenças estatisticamente significativas ara qualquer variável em estudo. Tabela 24 Diferença em média face ao Sexo do Utente com DCID or QASCI e suas dimensões - T-Student (teste t) - FEININO (N=44) K-S ASCULINO (N=42) K-S t z QASCI 2,41 2,67-1,689,095 Sobrecarga emocional relativa ao Imlicações na vida essoal do cuidador Sobrecarga financeira 2,50 2,62 -,536,593 3,07 3,26 -,789,433 2,68 3,02-1,105,272 Reacções a exigências Perceção dos mecanismos de eficácia e controlo 1,89 2,31-1,841,069 2,30 2,50 -,950,345 Suorte 2,48 2,55 -,235,815 Satisfação com o ael e com o 1,89 2,05 -,897,372 ** < 0.01; * < 0.05 Ao tentar-se estudar as relações entre variáveis QASCI e suas dimensões, com a variáveis gruo etário do utente com DCID alvo de cuidados (GEUAC), nível de 25

26 deendência do alvo de cuidados (NDUAC) e temo de deendência do alvo de cuidados (TDUAC) (Tabela 25), encontra-se somente uma correlação negativa fraca, estatisticamente significativa (r=-0,249, <0,005), na dimensão SE, levando a ressuor que quanto menor for o gruo etário do alvo de cuidados, maior será a sobrecarga emocional do FC. Tabela 25 - atriz de Correlação Pearson QASCI e suas dimensões; Gruo Etário do Utente com DCID; Nível de Deendência do Utente com DCID; Temo de Deendência do Utente com DCID GEUAC NDUAC TDUAC QASCI -,189 -,146,213 SE -,249(*),030,182 IVP SF -,074,119,103 -,113,006,157 RE -,064 -,135,137 PEC -,073 -,022,082 SFam -,187 -,175,021 SPF Gruo etário do utente alvo de cuidados -,040 -,106,069,133 -,214 Nível de deendência do utente alvo de cuidados,133 -,030 Temo de deendência do utente alvo de cuidados -,214 -,030 ** Correlação significativa ara < 0,01. * Correlação significativa ara < 0,05. 26

27 Variáveis ediadores extrínsecos Tal como se ode observar na tabela seguinte (Tabela 26), efectua-se uma análise de variância One-way, com o objectivo de estudar diferenças existentes nas variáveis deendentes em estudo, em função do tio de ajuda sem aoio, aoio de outro cuidador informal (CI), e aoio social domiciliário (ASD). Não são encontradas diferenças estatisticamente significativas em relação ao QASCI. No que se refere às dimensões existem diferenças em relação à SE, SFam e SPF. Tabela 26 Diferença em média face aos ediadores Extrínsecos or QASCI e suas dimensões One-way Anova (teste F) - Sem aoio (N=25) CI+ASD (N=21) ASD (N=15) CI (N=25) DP DP DP DP F QASCI 2,60,707 2,62,,805 2,60,632 2,36,700,700,555 Sobrecarga emocional relativa ao Imlicações na vida essoal do cuidador Sobrecarga financeira 2,20,913 2, ,00 1,254 2,40,913 2,930,038(*) 3,24 1,165 3,24,995 3,27 1,438 2,96 1,060,368,776 3,32 1,314 2,52 1,436 2,87 1,727 2,64 1,350 1,441,237 Reacções a exigências Perceção dos mecanismos de eficácia e controlo Suorte Satisfação com o ael e com o 1,92,862 2,14 1,108 2,33 1,345 2,08 1,115,468,705 2,44,961 2,33 1,065 2,60,986 2,28 1,021,357,784 2,88 1,269 2,67 1,560 2,73 1,335 1,88 1,201 2,719,049(*) 1,76,779 2,38,973 2,00,845 1,80,645 2,750,047(*) ** < 0.01; * < 0.05 As diferenças encontradas em relação à Sobrecarga Emocional (F = 2,930, <0,05), a média mais elevada é corresondente aos indivíduos que têm aoio domiciliário isolado 27

28 (=3,00), seguindo-se aqueles que têm aoio social domiciliário e ajuda de outro cuidador informal (=2,86), sendo a média mais baixa (menos sobrecarga emocional) aqueles que não têm aoio (=2,20). No caso do Suorte Familiar, verifica-se F = 2,719, <0,05, em que a média mais elevada (menos suorte ), é de = 2,88 nos indivíduos que não têm aoio, e a média mais baixa (mais suorte ), = 1,88, aos indivíduos que têm aoio de um outro cuidador informal. Em relação à dimensão Satisfação com o Pael e com o Familiar, volta-se a encontrar F=2,750, <0,05, sendo a média mais elevada (menor satisfação) =2,38 entre o gruo que tem aoio social domiciliário em conjunto com outro cuidador informal, e a média mais baixa (maior satisfação) =1,76, no gruo que cuida do utente sem aoio. 28

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