CONTROLE DE COPIA: PT-LB-IM-021 ANTI HIV 22/10/2015

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONTROLE DE COPIA: PT-LB-IM-021 ANTI HIV 22/10/2015"

Transcrição

1 PT-LB-IM-1 1/6 1. INTRODUÇÃO / FINALIDADE DO MÉTODO O vírus da imunodeficiência humana é o agente causador da síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS). A AIDS foi pela primeira vez descrita nos Estados Unidos, em 1981, e se tornou uma das principais causas de morte no mundo todo. Apesar dos esforços educacionais direcionados à redução da transmissão da AIDS e dos crescentes avanços no tratamento, a quantidade de casos de AIDS continua aumentando. Estima-se que até o ano 2010 haverá ao menos 45 milhões de novas infecções pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) em todo o mundo. Em países em desenvolvimento, onde as terapias antivirais e vacinações não estão prontamente disponíveis, a AIDS vem impondo um grande fardo aos sistemas médico e econômico. O vírus da imunodeficiência humana do tipo 1 (HIV-1) foi identificado como a causa principal da síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS). Esse retrovírus, integrante da subfamília dos lentivírus, é disseminado por contato sexual, exposição a sangue ou produtos do sangue infectados e transmissão perinatal. Em 1986, o vírus da imunodeficiência humana do tipo 2 (HIV-2) foi isolado de pacientes com AIDS na África Ocidental. Esses vírus compartilham epítopos das proteínas do núcleo, mas exibem pouca ou nenhuma reatividade cruzada entre as glicoproteínas do envelope. As analises são realizadas de acordo com a Portaria 29,de 17 de dezembro de 2013, que regulamenta o Manual Técnico para o Diagnóstico da Infecção pelo HIV em Adultos e Crianças, que contém os fluxogramas recomendados para diferentes cenários e situações que se adequem à pluralidade de condições e à diversidade de serviços de saúde públicos e privados. 2. NOME DO TESTE E SINONÍMIAS ANTI-HIV. 3. ABRANGÊNCIA Setor de Imunoquimica. 4. PRINCÍPIO DO MÉTODO O ensaio ADVIA Centaur HIV 1/O/2 Enhanced é um imunoensaio tipo sanduíche de antígenos, que emprega duas lavagens, no qual os anticorpos presentes na amostra do paciente formam pontes entre os antígenos. A Fase Sólida contém um complexo pré-formado de micropartículas paramagnéticas revestidas de estreptavidina e antígenos recombinantes de HIV-1 e HIV-2 biotinilados e o antígeno peptídeo do grupo O. Esse reagente é usado para capturar anticorpos anti-hiv-1 e/ou HIV-2 na amostra do paciente. O Reagente Lite Auxiliar e o Reagente Lite contêm antígenos recombinantes de HIV-1 e HIV-2 e antígeno peptídico do grupo O marcados com éster de acridina unidos à Fase Sólida para detectar anticorpos anti-hiv-1 e/ou HIV-2 na amostra. 5. APLICAÇÃO CLÍNICA

2 PT-LB-IM-1 2/6 As vias de transmissão do HIV-1 e do HIV-2 são as mesmas. No entanto, nas infecções por HIV-2 as taxas de transmissão e de replicação viral são muito inferiores. Estudos clínicos demonstraram que nas infecções por HIV-2 há uma progressão mais lenta da doença do que nas infecções por HIV-1. Nas infecções por HIV-2 a taxa de declínio das células CD4 T é mais lenta e a viremia é menor. Em geral, indivíduos infectados com o HIV-2 têm um resultado clínico melhor. 6. AMOSTRA a) Tipo de amostra: O soro ou o plasma com heparina/citrato/edta são os tipos de amostra recomendados para este ensaio. b) Quantidade mínima de amostra necessária: Quantidade ideal de 1,0mL e mínima de 0,5mL. c) Restrições e critérios para rejeição de amostras: Amostras que apresentarem hemólise, lipemia, icterícia excessiva e/ou transporte inadequado serão rejeitadas e uma nova amostra será solicitada. d) Condições de acondicionamento das amostras (inclusive seu período de guarda): 2 a 8 C por quatro dias. e) Procedimentos de tratamento ou pré-tratamento da amostra: Não se aplica. f) Preparo do paciente: Conforme Pop Orientação de preparo e coleta de amostras biológicas (cód. PO-LB-CO-005). g) Transporte da amostra: Vide o PO Manuseio de Transporte de Amostras Biológicas (cód. PO-LB-CO-006). 7. BIOSSEGURANÇA Utilizar o EPI (Equipamento de Proteção Individual) comum a toda área técnica sendo eles: jaleco, luva, propé e touca, conforme descrito no Pop Orientações de Biossegurança (Cód. PO-LB-CQ-001) em vigor. 8. MATERIAIS E EQUIPAMENTOS

3 PT-LB-IM-1 3/6 a) Equipamentos ADVIA CENTAUR XP Siemens. Centrifuga b) Materiais Insumos do equipamento. c) Reagentes: Calibrador Controle Interno (04 níveis) Reagentes de EHIV OBS: 1) Os reagentes são estáveis ate a data de expiração, ou quando armazenada em +2 C a +8 C. Todos os reagentes, calibradores e controles devem estar a temperatura ambiente para serem usados; conter a data de recebimento no setor e a data de abertura para uso, com a rubrica do colaborador responsável; 2) os materiais e reagentes acima mencionados são solicitados ao responsável pelo almoxarifado. A rastreabilidade dos produtos do Almoxarifado deve ser registrada no formulário Rastreabilidade de Produtos/Reagentes (cód.lab-017-v04). 9. CALIBRAÇÃO De acordo com o PO de Operação do ADVIA CENTAUR XP/CP. A calibração deve ser realizada quando houver troca de lote do calibrador, troca de lote do reagente, de acordo com o especificado pelo fabricante, ou sempre que os limites de tolerância dos controles forem ultrapassados. 10. CONTROLE DE QUALIDADE a) Controle de Qualidade Interno Uso, em dias de rotina do exame, de amostra de controles estáveis comerciais (soros controle), processado no inicio da rotina da manhã, com a finalidade de avaliar a precisão e as variações no sistema de análise. Os valores obtidos serão analisados através do Software Centralink, conforme descrito no plano da qualidade do setor Imunoquímica. b) Controle de Qualidade Externo Para o analito ANTI-HIV o laboratório participa de programas de proficiência nacionais Controllab no módulo Sorologia I e PNCQ no módulo de Imunologia Básica. Conforme plano da qualidade do setor.

4 PT-LB-IM-1 4/6 11. PROCEDIMENTO TÉCNICO 1) Centrifugar as amostras, realizar triagem por setor e abastecer as bandejas do Sample Manager. 2) As amostras recebidas no analisador ADVIA CENTAUR XP serão processadas conforme PO de Operação do ADVIA CENTAUR XP (Cód. PE-LB-IQ-004). a)limites de detecção/sensibilidade: 0,05. b)linearidade: 50,00. c)intervalo reportável (CRR): 0,05 a 50,00. Obs: Diluir a amostra até obter resultado dentro da linearidade. A diluição deve ser feita com água destilada e repetir a medição. O valor encontrado deve ser multiplicado pelo fator utilizado. d)valor crítico: Reagente. e)especificidade: 100% (incluindo amostras reagentes e não reagentes). f) Carryover: Verificação do sistema interno de pipetagem, escolha de um soro alterado e analito seguido da passagem do branco. Peridiocidade de 6 em 6 meses procedimento descrito no formulário Controle de Carryover de Equipamento (cód. LAB-093-VR01). 12. CÁLCULOS Não aplicável. 13. REGISTROS DOS RESULTADOS Resultados interfaceados e armazenados pelo sistema Centralink, conforme POP SOFTWARE ADVIA CENTRALINK (cód. PO-LB-CT-0). 14. PROCEDIMENTOS EM CASO DE RESULTADOS ANORMAIS Verificam-se dados clínicos, medicamentos e historico do paciente. Se necessário o ensaio é repetido e informa-se que o resultado foi repetido e confirmado na amostra. Comunicar ao médico que solicitou por via telefônica, os resultados discrepantes e anotar no formulário Programa de Diagnóstico Laboratorial Baseado em Evidências (cód. LAB-121-VR01). 15. VALORES DE REFERÊNCIA Reagente: 1,0 Não Reagente: < 1,0 ADVIA CENTAUR EHIV, instruções de uso, SIEMENS HEALTHCARE DIAGNOSTIC 16.INTERFERÊNCIAS Com base na variação biológica e analítica, se aceita como valores repetidos normais diferenças de ate 8%.

5 PT-LB-IM-1 5/6 Problemas técnicos que possam ocorrer na realização da rotina dos exames devem ser analisados conforme informações no plano da qualidade do setor de Imunoquímica. Sempre que necessário os resultados serão analisados de acordo com a indicação clinica e/ou história do paciente. Para amostra reagentes, será seguido o fluxograma da Portaria 151/2009 do Ministério da Saúde para confirmação e liberação de resultado. 17.DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA a) Bibliografia ADVIA CENTAUR EHIV, instruções de uso, SIEMENS HEALTHCARE DIAGNOSTIC RAVEL, Richard M.D. Aplicações clínicas dos dados laboratoriais. 6. ed. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, b) Documentos Complementares Manual do equipamento automatizado Bula do kit PORTARIA Nº 29, DE 17 DE DEZEMBRO DE PO de Orientação de Preparo e Coleta de Amostras Biológicas (cód. PO-LB-CO-005). PO Manuseio de Transporte de Amostras Biológicas (cód. PO-LB-CO-006). PO de Orientações de Biossegurança (cód. PO-LB-CQ-001) Plano da qualidade do setor de Imunoquimica (Cód. PQ-LB-IQ-001) PO de Operação do ADVIA CENTAUR XP (Cód. PE-LB-IQ-004) PO Software ADVIA Centralink (cód. PO-LB-CT-0). 18.HISTÓRICO DAS REVISÕES Pg. Natureza da Revisão Data da Revisão Versão Responsáveis 1-6 Procedimento adequado para atender ao item 5.3 da Norma PALC, versão Procedimento adequado para atender ao item 5.3 da Norma PALC, versão 2013 Após Pré auditoria. 01/08/ Fernanda Seixas /01/2015 Fernanda Seixas 1-6 Procedimento revisado e sem alterações. Luciana Calmon

6 PT-LB-IM-1 6/6 19. REGISTRO DE TREINAMENTO DATA NOME COMPLETO ASSINATURA

CONTROLE DE COPIA: PT-LB-BQ-010 BILIRRUBINA TOTAL 22/10/2015

CONTROLE DE COPIA: PT-LB-BQ-010 BILIRRUBINA TOTAL 22/10/2015 1/6 1. INTRODUÇÃO A bilirrubina é o produto da quebra da hemoglobina. Depois de formada pelo sistema reticuloendotelial, ela circula no sangue sob a forma não-conjugada ligada à albumina (bilirrubina indireta).

Leia mais

CONTROLE DE COPIA: PT-LB-BQ-023 CREATININA 22/10/2015

CONTROLE DE COPIA: PT-LB-BQ-023 CREATININA 22/10/2015 1/6 1. INTRODUÇÃO A creatinina e a ureia são provas de função renal que avaliam o funcionamento dos rins. Rins e Coração funcionam de forma paralela, uma vez que o coração gera a propulsão sanguínea até

Leia mais

1. INTRODUÇÃO / FINALIDADE DO MÉTODO

1. INTRODUÇÃO / FINALIDADE DO MÉTODO 1/6 1. INTRODUÇÃO / FINALIDADE DO MÉTODO A sífilis é uma doença venérea causada pelo Treponema pallidum, que possui a capacidade de invadir as mucosas inatas ou a pele em áreas de abrasão. O contato sexual

Leia mais

CONTROLE DE COPIA: PT-LB-IM-006 DENGUE IGG E IGM 22/10/2015

CONTROLE DE COPIA: PT-LB-IM-006 DENGUE IGG E IGM 22/10/2015 1/5 1. INTRODUÇÃO / FINALIDADE DO MÉTODO A Dengue é uma arbovirose causada por um Flavivirus, pertencente à família Flaviviridae, e transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, apresentando quatro sorotipos

Leia mais

A finalidade do referido método é determinar a classificação sanguínea do paciente quanto aos sistemas ABO e Rh.

A finalidade do referido método é determinar a classificação sanguínea do paciente quanto aos sistemas ABO e Rh. 1/7 1. INTRODUÇÃO / FINALIDADE DO MÉTODO A finalidade do referido método é determinar a classificação sanguínea do paciente quanto aos sistemas ABO e Rh. 2. NOME DO TESTE E SINONÍMIAS Grupo Sanguíneo,

Leia mais

DATA DE APROVAÇÃO: 23/10/2015

DATA DE APROVAÇÃO: 23/10/2015 1/6 1. INTRODUÇÃO / FINALIDADE DO MÉTODO O Trichomonas vaginalis é um parasita flagelado e é o agente causador da tricomoníase. Existe em apenas em uma única forma (trofozoíto), que é simultaneamente infecciosa

Leia mais

CONTROLE DE COPIA: PT-LB-HM-010 CONTAGEM DE PLAQUETAS - FÔNIO 22/10/2015

CONTROLE DE COPIA: PT-LB-HM-010 CONTAGEM DE PLAQUETAS - FÔNIO 22/10/2015 PT-LB-HM-0 22/10/25 1/5 1. INTRODUÇÃO/FINALIDADE DO MÉTODO O método de Fônio tem como finalidade confirmar a contagem efetuada através dos analisadores hematológicos ADVIA 120, 2120 e 2120i, além de investigar

Leia mais

Aos bioquímicos, técnicos de laboratório e estagiários do setor de imunologia e hematologia.

Aos bioquímicos, técnicos de laboratório e estagiários do setor de imunologia e hematologia. POP n.º: I70 Página 1 de 5 1. Sinonímia Teste rápido Anti-, VIKIA Biomeriéux. 2. Aplicabilidade Aos bioquímicos, técnicos de laboratório e estagiários do setor de imunologia e hematologia. 3. Aplicação

Leia mais

Aos bioquímicos, técnicos de laboratório e estagiários do setor de imunologia.

Aos bioquímicos, técnicos de laboratório e estagiários do setor de imunologia. POP-I 67 Página 1 de 5 1. Sinonímia Teste rápido Anti-½ - OraQuick ADVANCE 2. Aplicabilidade Aos bioquímicos, técnicos de laboratório e estagiários do setor de imunologia. 3. Aplicação clínica O ensaio

Leia mais

DATA DE APROVAÇÃO: CONTROLE DE COPIA: PT-LB-MC-008 23/10/2015

DATA DE APROVAÇÃO: CONTROLE DE COPIA: PT-LB-MC-008 23/10/2015 1/7 1. INTRODUÇÃO / FINALIDADE DO MÉTODO O método de semeadura e incubação do material de secreção uretral, vaginal e de urina de 1ª jato em ágar sangue é o método mais utilizado em laboratório clínico

Leia mais

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS 1. Sinonímia VIDAS DUO 2. Aplicabilidade Aos bioquímicos do setor de imunologia. 3. Aplicação clínica POP n.º: I 56 Página 1 de 7 O vírus da imunodeficiência humana () é um retrovírus RNA, transmitido

Leia mais

Elaborado por: Karina Salvador Revisado por: Hilda Helena Wolff Aprovado por: Andréa Cauduro

Elaborado por: Karina Salvador Revisado por: Hilda Helena Wolff Aprovado por: Andréa Cauduro ANTI- 1 Manual CAMBRIDGE BIOTECH -1 POP: BM 05 Página 1 de 7 1. Sinonímia ANTI, TESTE CONFIRMATÓRIO. 2. Aplicabilidade Aos bioquímicos e técnicos do setor de imunologia. 3. Aplicação clínica Os testes

Leia mais

Determinação quantitativa in vitro da atividade catalítica da CKMB em soro e plasma humano.

Determinação quantitativa in vitro da atividade catalítica da CKMB em soro e plasma humano. POP n.º: B07 Página 1 de 5 1. Sinonímia: CKMB, MB. Mnemônico: MB 2. Aplicabilidade: Bioquímicos do setor de bioquímica do LAC-HNSC. 3. Aplicação clínica: Determinação quantitativa in vitro da atividade

Leia mais

Fezes recentemente colhidas por evacuação espontânea ou por evacuação provocada (uso de laxantes). b) Quantidade mínima de amostra necessária

Fezes recentemente colhidas por evacuação espontânea ou por evacuação provocada (uso de laxantes). b) Quantidade mínima de amostra necessária 1/5 1. INTRODUÇÃO / FINALIDADE DO MÉTODO O exame de fezes oferece subsídios valiosos quando criteriosamente solicitado e executado. O exame parasitológico de fezes abrange pesquisa de trofozoítos e formas

Leia mais

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS POP n.º: I 22 Página 1 de 5 1. Sinonímia Beta 2 Microglobulina, b2m 2. Aplicabilidade Aos técnicos e bioquímicos do setor de imunologia 3. Aplicação clínica A beta-2-microglobulina é uma proteína presente

Leia mais

Teste de triagem de drogas de abuso (THC), determinação de tetrahidrocanabinol (11-nor-Δ 9 THC-9 COOH) em urina.

Teste de triagem de drogas de abuso (THC), determinação de tetrahidrocanabinol (11-nor-Δ 9 THC-9 COOH) em urina. 26/10/25 1/6 1. INTRODUÇÃO / FINALIDADE DO MÉTODO Os testes em urina para drogas de abuso variam desde os simples ensaios imunológicos a procedimentos analíticos complexos. A rapidez e a sensibilidade

Leia mais

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO C.R. LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS SETOR DE BIOQUÍMICA

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO C.R. LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS SETOR DE BIOQUÍMICA POP n.º: B35 Página 1 de 6 1. Sinonímia: FOLATO Mnemônico: FOL 2. Aplicabilidade: Bioquímicos do setor de bioquímica do LAC-HNSC. 3. Aplicação clínica: Determinação quantitativa in vitro do Ácido Fólico

Leia mais

Determinação quantitativa in vitro do hormônio luteinizante em soro ou plasma humano.

Determinação quantitativa in vitro do hormônio luteinizante em soro ou plasma humano. POP n.º: B44 Página 1 de 6 1. Sinonímia:, HORMÔNIO LUTEINIZANTE. Mnemônico: 2. Aplicabilidade: Bioquímicos do setor de bioquímica do LAC-HNSC. 3. Aplicação clínica: Determinação quantitativa in vitro do

Leia mais

PLANO DA QUALIDADE DA HEMATOLOGIA 1. OBJETIVO

PLANO DA QUALIDADE DA HEMATOLOGIA 1. OBJETIVO 22/10/25 1/14 1. OBJETIVO Definir todas as rotinas executadas no setor da hematologia, como também as ações pertinentes ao Controle de Qualidade Interno e aos testes de Proficiência (Programas de Controle

Leia mais

Seleção de Temas. Questionário - Proficiência Clínica. Área: Imunologia Rodada: Julho/2008. Prezado Participante,

Seleção de Temas. Questionário - Proficiência Clínica. Área: Imunologia Rodada: Julho/2008. Prezado Participante, Seleção de Temas Prezado Participante, Gostaríamos de contar com a sua contribuição para a elaboração dos próximos materiais educativos. Cada questionário desenvolve um assunto (temas) específico dentro

Leia mais

Curso Básico de Inspeção em Boas Práticas do Ciclo do Sangue Sorologia

Curso Básico de Inspeção em Boas Práticas do Ciclo do Sangue Sorologia Curso Básico de Inspeção em Boas Práticas do Ciclo do Sangue Gerência de Sangue, outros Tecidos, Células e Órgãos/GSTCO/GGPBS/Anvisa Rita de Cássia Azevedo Martins Especialista em Regulação e Vigilância

Leia mais

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS POP n.º: I 29 Página 1 de 5 1. Sinonímia Pesquisa de anticorpos frios. 2. Aplicabilidade Bioquímicos e auxiliares de laboratório do setor de Imunologia. 3. Aplicação clínica As Crioaglutininas são anticorpos

Leia mais

Etapa complementar para o diagnóstico da infecção pelo HIV princípios metodológicos

Etapa complementar para o diagnóstico da infecção pelo HIV princípios metodológicos Aula 11 Etapa complementar para o diagnóstico da infecção pelo HIV princípios metodológicos As amostras com resultados reagentes, na etapa de triagem, devem ser submetidas à etapa complementar. Nessa etapa,

Leia mais

HIV no período neonatal prevenção e conduta

HIV no período neonatal prevenção e conduta HIV no período neonatal prevenção e conduta O HIV, agente causador da AIDS, ataca as células do sistema imune, especialmente as marcadas com receptor de superfície CD4 resultando na redução do número e

Leia mais

Regulamenta o uso de testes rápidos para diagnóstico da infecção pelo HIV em situações especiais.

Regulamenta o uso de testes rápidos para diagnóstico da infecção pelo HIV em situações especiais. ATUALIZAÇÃO E NORMATIZAÇÃO DO DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DO HIV PORT 151/OUT 2009 Lúcia Sena Farmacêutica-Bioquímica do Programa de DST/AIDS do município de Duque de Caxias HISTÓRICO Diagnóstico Laboratorial

Leia mais

Procedimentos Técnicos NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA ELABORADO POR

Procedimentos Técnicos NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA ELABORADO POR Versão: 1 Pg: 1/6 NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA ELABORADO POR Ivo Fernandes Sobreiro Gerente da Qualidade 01/09/2009 DE ACORDO Renato de Lacerda Diretor Técnico 05/09/2009 APROVADO POR Jose Carlos Santos

Leia mais

Vanderléia Bárbaro Valente Hemobrás 2.012

Vanderléia Bárbaro Valente Hemobrás 2.012 COMO IMPLANTAR NOVOS KITS E METODOLOGIAS: ELEMENTOS A SEREM CONSIDERADOS NAS TOMADAS DE DECISÕES, AÇÕES E CUIDADOS TÉCNICOS PARA VIABILIZAR A IMPLANTAÇÃO Vanderléia Bárbaro Valente Hemobrás 2.012 Qualidade

Leia mais

g) Realizar as leituras das amostras de fezes e lançar seus resultados nas respectivas folhas de trabalho;

g) Realizar as leituras das amostras de fezes e lançar seus resultados nas respectivas folhas de trabalho; 1/9 1. OBJETIVO Definir todas as rotinas executadas no setor da parasitologia, como também as ações pertinentes aos Controles de Qualidade Interno e Externo (Programas de Proficiência e Testes Interlaboratoriais)

Leia mais

GERENCIAMENTO DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO LABORATORIAL 1. OBJETIVO

GERENCIAMENTO DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO LABORATORIAL 1. OBJETIVO 1/7 1. OBJETIVO Estabelecer padrão para o gerenciamento do sistema de informação laboratorial, de forma a garantir a confiabilidade dos dados relacionados aos pacientes, precisão dos cálculos e preservação

Leia mais

Vírus linfotrópico das células T humanas, anticorpos anti-htlv-i e anti-htlv-ii.

Vírus linfotrópico das células T humanas, anticorpos anti-htlv-i e anti-htlv-ii. POP n.º: I 111 Página 1 de 8 1. Sinonímia Vírus linfotrópico das células T humanas, anticorpos anti-htlv-i e anti-htlv-ii. 2. Aplicabilidade Bioquímicos do setor de Imunologia. 3. Aplicação clínica O ensaio

Leia mais

O Uso de Testes Rápidos na Campanha Fique Sabendo 2015

O Uso de Testes Rápidos na Campanha Fique Sabendo 2015 O Uso de Testes Rápidos na Campanha Fique Sabendo 2015 Testes Rápidos Diagnóstico de HIV Deverão ser solicitados para uso na Campanha com antecedência; O GVE deverá propor um fluxo de entrega dos kits

Leia mais

PROCEDIMENTOS SEQUENCIADOS PARA O DIAGNÓSTICO, INCLUSÃO E MONITORAMENTO DO TRATAMENTO DA INFECÇÃO PELO VÍRUS DA HEPATITE C.

PROCEDIMENTOS SEQUENCIADOS PARA O DIAGNÓSTICO, INCLUSÃO E MONITORAMENTO DO TRATAMENTO DA INFECÇÃO PELO VÍRUS DA HEPATITE C. PROCEDIMENTOS SEQUENCIADOS PARA O DIAGNÓSTICO, INCLUSÃO E MONITORAMENTO DO TRATAMENTO DA INFECÇÃO PELO VÍRUS DA HEPATITE C. A) DIAGNÓSTICO ETAPA I - TRIAGEM SOROLÓGICA ( ANTI-HCV ) ETAPA II CONFIRMAÇAO

Leia mais

ANEXO II. 1 HEPATITE B VÍRUS DA HEPATITE B (Hepatitis B Vírus HBV)

ANEXO II. 1 HEPATITE B VÍRUS DA HEPATITE B (Hepatitis B Vírus HBV) ANEXO II ANEXO DA RESOLUÇÃO SESA Nº.../2009 MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA ALTERAÇÃO DA CAUSA DE REJEIÇÃO DO CÓDIGO 57 (INCONCLUSIVO), PELOS SERVIÇOS DE HEMOTERAPIA NO SHTWEB. 1. Segundo a RDC nº 153 de 14

Leia mais

A Secretária de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, no uso de suas atribuições, e considerando:

A Secretária de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, no uso de suas atribuições, e considerando: Detecção de anticorpos anti-hiv - Portaria 488 de 17/6/1998 Ementa: As unidades hemoterápicas, públicas e privadas, que realizam atividades de Hematologia, ficam obrigadas a cumprir as etapas do conjunto

Leia mais

OraQuick ADVANCE HIV-1/2 Teste Rápido para a Detecção de Anticorpos HIV-1/2. Plasma. Amostras HIV-1. Amostras HIV-1. Amostras

OraQuick ADVANCE HIV-1/2 Teste Rápido para a Detecção de Anticorpos HIV-1/2. Plasma. Amostras HIV-1. Amostras HIV-1. Amostras Dispositivo Médico para Diagnóstico In vitro Nome Mandatário Fabricante Distribuidor Tipo de Teste Teste rápido. OraQuick ADVANCE /2 Teste Rápido para a Detecção de Anticorpos /2 Aplicação Diagnóstica

Leia mais

CONTROLE DE COPIA: PE-LB-IQ-005 OPERAÇÃO DO WORKCELL 22/10/2015

CONTROLE DE COPIA: PE-LB-IQ-005 OPERAÇÃO DO WORKCELL 22/10/2015 22/10/25 1/5 1. INTRODUÇÃO O ADVIA WORKCELL é um sistema de automação completo que integra instrumentos de diferentes setores. É composto de um dispositivo físico que transporta amostras entre a área de

Leia mais

Perguntas e Respostas: Protocolo HVTN 910

Perguntas e Respostas: Protocolo HVTN 910 Perguntas e Respostas: Protocolo HVTN 910 Versão 1- Atualizado em 18/Nov/2011 1. O que é o Protocolo HVTN 910? O Protocolo HVTN 910 é um estudo clínico que avaliará por quanto tempo vacinas experimentais

Leia mais

MANUAL DE CONDUTAS EM EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL A MATERIAL BIOLÓGICO

MANUAL DE CONDUTAS EM EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL A MATERIAL BIOLÓGICO MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE POLÍTICAS DE SAÚDE COORDENAÇÃO NACIONAL DE DST E AIDS MANUAL DE CONDUTAS EM EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL A MATERIAL BIOLÓGICO INTRODUÇÃO O objetivo deste documento é descrever

Leia mais

PERFIL HEPATITE. Segurança para o diagnóstico e acompanhamento clínico.

PERFIL HEPATITE. Segurança para o diagnóstico e acompanhamento clínico. PERFIL HEPATITE Segurança para o diagnóstico e acompanhamento clínico. TLA - Total Lab Automation Agilidade e Confiança TAT (Turn Around Time) de produção de 2 horas. Quatro linhas de produção totalmente

Leia mais

MANUAL DE PREENCHIMENTO DA PLANILHA DOS DADOS DE PRODUÇÃO DOS BANCOS DE TECIDOS OCULARES

MANUAL DE PREENCHIMENTO DA PLANILHA DOS DADOS DE PRODUÇÃO DOS BANCOS DE TECIDOS OCULARES MANUAL DE PREENCHIMENTO DA PLANILHA DOS DADOS DE PRODUÇÃO DOS BANCOS DE TECIDOS OCULARES 1. Considerações iniciais Este manual tem por objetivo instruir os Bancos de Tecidos Oculares BTOC para o preenchimento

Leia mais

Coordenadora do laboratório, Assistente-técnico e Bioquímicos dos setores de Imunologia.

Coordenadora do laboratório, Assistente-técnico e Bioquímicos dos setores de Imunologia. POP L56 Página 1 de 6 1. Objetivo: Estabelecer procedimentos para realização de testes em paralelo para troca de lote de reagentes para HIV ARCHITECT, HIV ORAQUICK, HIV DUO ELFA, CD4/CD8, CT/NG e RNA-HIV

Leia mais

ENSAIO PROFICIÊNCIA: UMA FERRAMENTA PARA CONTROLE DA QUALIDADE ALINE MAGALHÃES DE MATOS

ENSAIO PROFICIÊNCIA: UMA FERRAMENTA PARA CONTROLE DA QUALIDADE ALINE MAGALHÃES DE MATOS ENSAIO PROFICIÊNCIA: UMA FERRAMENTA PARA CONTROLE DA QUALIDADE ALINE MAGALHÃES DE MATOS AEQ-FUNED 1. INTRODUÇÃO Ensaio de proficiência avalia o desempenho de um laboratório, comparando-o com os de mesma

Leia mais

ELABORADO: Ana Cristina Cunha

ELABORADO: Ana Cristina Cunha 1/7 1. OBJETIVO Estabelecer formulários para auxiliar na rastreabilidade dos insumos e reagentes utilizados, no registro de não conformidades e ação preventiva, no tempo de guarda dos registros pertencentes

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR.

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. XV Jornada Interiorana de Hematologia e Hemoterapia II Encontro Interiorano de Enfermagem em Hemoterapia e Hemovigilância TESTES PRÉ

Leia mais

VIROLOGIA RETROVÍRUS 1. HIV

VIROLOGIA RETROVÍRUS 1. HIV Instituto Federal de Santa Catarina Curso Técnico em Biotecnologia Unidade Curricular: Microbiologia VIROLOGIA RETROVÍRUS 1. Prof. Leandro Parussolo O que é um retrovírus? É qualquer vírus que possui o

Leia mais

HEPATITE C PCR Qualitativo, Quantitativo e Genotipagem

HEPATITE C PCR Qualitativo, Quantitativo e Genotipagem HEPATITE C PCR Qualitativo, Quantitativo e Genotipagem O Vírus da Hepatite C (HCV) é considerado o principal agente etiológico responsável por 90 a 95% dos casos de hepatite pós-transfusional não A e não

Leia mais

CORTISOL ÀS 8h. Mnemônico: CO8 CORTISOL ÀS 16h. Mnemônico: C16 CORTISOL SOB SUPRESSÃO (teste de supressão noturna com dexametasona).

CORTISOL ÀS 8h. Mnemônico: CO8 CORTISOL ÀS 16h. Mnemônico: C16 CORTISOL SOB SUPRESSÃO (teste de supressão noturna com dexametasona). POP n.º: B39 Página 1 de 7 1. Sinonímia:, HIDROCORTISONA. Mnemônico: COR ÀS 8h. Mnemônico: CO8 ÀS 16h. Mnemônico: C16 SOB SUPRESSÃO (teste de supressão noturna com dexametasona). Mnemônico: CSS 2. Aplicabilidade:

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº. 12/DIVE/SUV/SES/2014

NOTA TÉCNICA Nº. 12/DIVE/SUV/SES/2014 GOVENO DE SANTA CATAINA Secretaria de Estado da Saúde Sistema Único de Saúde Superintendência de Vigilância em Saúde Diretoria de Vigilância Epidemiológica NOTA TÉCNICA Nº. 12/DIVE/SUV/SES/2014 Assunto:

Leia mais

Detalhamento Cód. 197511

Detalhamento Cód. 197511 DIR050 - Fluxo de elaboração e aprovação de POP s - NOVA VERSÃO (consolidado) v.1 Detalhamento Cód. 197511 POP: Administração de Dieta ao Recém Nascido por Sonda de Alimentação Enteral e Bomba de Infusão

Leia mais

Diagnóstico Imunológico das Infecções Congênitas

Diagnóstico Imunológico das Infecções Congênitas Diagnóstico Imunológico das Infecções Congênitas Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita Vírus da Rubéola Togavirus Vírus de RNA fita simples Principal epítopo dominante:

Leia mais

Curso Básico de Inspeção em Boas Práticas do Ciclo do Sangue Agência Transfusional

Curso Básico de Inspeção em Boas Práticas do Ciclo do Sangue Agência Transfusional Curso Básico de Inspeção em Boas Práticas do Ciclo do Sangue Gerência de Sangue, outros Tecidos, Células e Órgãos/GSTCO/GGPBS/Anvisa Christiane da Silva Costa Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária

Leia mais

Procedimento Operacional

Procedimento Operacional Procedimento Operacional QUANTIFICAÇÃO DAS SUBPOPULAÇÕES LINFOCITÁRIAS CD4/CD8/CD3/CD45 PATRICIA VIANNA BONINI PALMA Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto Centro de Terapia Celular, CRH-HCFMRP-USP Objetivo

Leia mais

2 Criança com idade de 2 a 24 meses 1º teste Abaixo do limite de detecção Repetir o teste após 2 meses Detectável Abaixo do limite de detecção Repetir o teste Imediatamente com nova

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO SANITÁRIO PARA AUTORIZAÇÃO DE TRANSPORTE INTERESTADUAL DE SANGUE E COMPONENTES

ROTEIRO DE INSPEÇÃO SANITÁRIO PARA AUTORIZAÇÃO DE TRANSPORTE INTERESTADUAL DE SANGUE E COMPONENTES ROTEIRO DE INSPEÇÃO SANITÁRIO PARA AUTORIZAÇÃO DE TRANSPORTE INTERESTADUAL DE SANGUE E COMPONENTES Período da Inspeção: / / a / / Tipo de serviço REMETENTE: ( ) HC ( ) HR ( ) NH ( ) UC fixa ( ) UC móvel

Leia mais

FACULDADE CATÓLICA SALESIANA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA DE DOENÇAS INFECTO-PARASITÁRIAS HIV/AIDS

FACULDADE CATÓLICA SALESIANA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA DE DOENÇAS INFECTO-PARASITÁRIAS HIV/AIDS FACULDADE CATÓLICA SALESIANA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA DE DOENÇAS INFECTO-PARASITÁRIAS HIV/AIDS Descrição Doença que representa um dos maiores problemas de saúde da atualidade, em função de seu

Leia mais

Assunto: Realização de teste rápido de HIV,Sífilis e outros agravos.

Assunto: Realização de teste rápido de HIV,Sífilis e outros agravos. PARECER Nº121/2015 PAD: Nº 43/2015 Autora: Conselheira Renata Ramalho Da Cunha Dantas Solicitante: Dr. Ronaldo Miguel Beserra Assunto: Realização de teste rápido de HIV,Sífilis e outros agravos. DO FATO

Leia mais

HIV como modelo de estudo de retrovírus e patogênese

HIV como modelo de estudo de retrovírus e patogênese HIV como modelo de estudo de retrovírus e patogênese Retrovírus e oncogênese. Um pouco de história: 1904: Ellerman and Bang, procurando por bactérias como agentes infecciosos para leucemia em galinhas,

Leia mais

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE Este relatório é uma versão resumida do relatório técnico

Leia mais

Gestão da Qualidade em Laboratório Clínico. Profa. Silvia Cardoso Junho/2012

Gestão da Qualidade em Laboratório Clínico. Profa. Silvia Cardoso Junho/2012 Gestão da Qualidade em Laboratório Clínico Profa. Silvia Cardoso Junho/2012 Histórico da Qualidade Diferentes fases da qualidade: Empirismo (até 1920) produção artesanal; durabilidade Era da Inspeção produção

Leia mais

Profilaxia Pós-Exposição ao HIV. Alcyone Artioli Machado FMRP-USP - 2006

Profilaxia Pós-Exposição ao HIV. Alcyone Artioli Machado FMRP-USP - 2006 Profilaxia Pós-Exposição ao HIV Alcyone Artioli Machado FMRP-USP - 2006 Fatores de risco para infecção ocupacional pelo HIV O risco de infecção ocupacional pelo HIV era aumentado quando: A exposição ocupacional

Leia mais

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ LUIZ SASSO FILHO PERFIL DOS PORTADORES DO VÍRUS HIV ATENDIDOS NO HOSPITAL DIA AIDS EM BRASÍLIA D.F.

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ LUIZ SASSO FILHO PERFIL DOS PORTADORES DO VÍRUS HIV ATENDIDOS NO HOSPITAL DIA AIDS EM BRASÍLIA D.F. UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ LUIZ SASSO FILHO PERFIL DOS PORTADORES DO VÍRUS HIV ATENDIDOS NO HOSPITAL DIA AIDS EM BRASÍLIA D.F. BRASÍLIA DF 2009 PERFIL DOS PORTADORES DO VÍRUS HIV ATENDIDOS NO HOSPITAL

Leia mais

Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias

Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias Texto elaborado pelos Drs Pérsio Roxo Júnior e Tatiana Lawrence 1. O que é imunodeficiência? 2. Estas alterações do sistema imunológico são hereditárias?

Leia mais

2. NOME DO TESTE E SINONÍMIAS

2. NOME DO TESTE E SINONÍMIAS 1/9 1. INTRODUÇÃO / FINALIDADE DO MÉTODO O ácido trans, trans mucônico é utilizado como indicador biológico para a exposição ao benzeno. Indicador biológico de exposição pode ser a substância inalterada

Leia mais

Métodos sorológicos de Diagnóstico e Pesquisa. Reação Ag-Ac in vitro

Métodos sorológicos de Diagnóstico e Pesquisa. Reação Ag-Ac in vitro Métodos sorológicos de Diagnóstico e Pesquisa Reação Ag-Ac in vitro Testes sorológicos Uso de soro ou outros fluidos biológicos de paciente p/ diagnóstico laboratorial Demonstração de anticorpos específicos

Leia mais

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL FÊMINA LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS SETOR DE BIOQUÍMICA TIPAGEM ABO/Rh EM GEL CENTRIFUGAÇÃO

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL FÊMINA LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS SETOR DE BIOQUÍMICA TIPAGEM ABO/Rh EM GEL CENTRIFUGAÇÃO 1. Sinonímia: POP n.º: B21 Página 1 de 12 GRUPO SANGÜÍNEO e FATOR RH, RH e GRUPO. Mnemônico: AB 2. Aplicabilidade: Bioquímicos do setor de bioquímica do LAC-HF. 3. Aplicação clínica: Determinação do grupo

Leia mais

HIV-1/2 3.0 STRIP TEST BIOEASY

HIV-1/2 3.0 STRIP TEST BIOEASY To remove this message please register.instruções de Uso 3.0 STRIP TEST BIOEASY pág. 1 HIV-1/2 3.0 STRIP TEST BIOEASY ód.: 03FK12 MÉTODO: Teste imunocromatográfico FINALIDADE: A síndrome da imunodeficiência

Leia mais

GRUPO SANGUÍNEO e FATOR RH, RH e GRUPO. Mnemônico: GSF

GRUPO SANGUÍNEO e FATOR RH, RH e GRUPO. Mnemônico: GSF POP n.º: B93 Página 1 de 7 1. Sinonímia: GRUPO SANGUÍNEO e FATOR RH, RH e GRUPO. Mnemônico: GSF 2. Aplicabilidade: Bioquímicos do setor de bioquímica do LAC-HNSC. 3. Aplicação clínica: Determinação do

Leia mais

Questionário - Proficiência Clínica

Questionário - Proficiência Clínica Tema Elaborador Texto Introdutório IMPLANTAÇÃO E MONITORAMENTO DE UM PROGRAMA DE CONTROLE INTERNO DA QUALIDADE NO LABORATÓRIO DE HEMATOLOGIA Marcos Antonio Gonçalves Munhoz. Médico Patologista Clínico

Leia mais

Programa Nacional para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais

Programa Nacional para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais Programa Nacional para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Gerusa Maria Figueiredo gerusa.figueiredo@saude.gov.br I CONGRESSO BRASILEIRO

Leia mais

DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DA INFECÇÃO PELO HIV

DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DA INFECÇÃO PELO HIV DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DA INFECÇÃO PELO HIV Importante: Páginas retiradas do documento: Recomendações para terapia anti-retroviral em adultos e adolescentes infectados pelo HIV 2007/2008 Documento preliminar

Leia mais

Infecção pelo HIV e AIDS

Infecção pelo HIV e AIDS Infecção pelo HIV e AIDS Infecção pelo HIV e AIDS 1981: pneumonia por Pneumocystis carinii/jirovecii outros sinais e sintomas: infecção do SNC, infecção disseminada por Candida albicans, perda de peso,

Leia mais

DETERMINAÇÃO DE CROMO URINÁRIO POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA EM FORNO DE GRAFITE (GFAAS) 1. INTRODUÇÃO / FINALIDADE DO MÉTODO

DETERMINAÇÃO DE CROMO URINÁRIO POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA EM FORNO DE GRAFITE (GFAAS) 1. INTRODUÇÃO / FINALIDADE DO MÉTODO PT-LB-TX-0 1/8 1. INTRODUÇÃO / FINALIDADE DO MÉTODO O crômio é um metal de transição, duro, frágil, de coloração cinza semelhante ao aço. É muito resistente à corrosão. A forma oxidada hexavalente é natural

Leia mais

Orientações para o preenchimento da planilha dos dados de produção de Bancos de Tecidos Músculo-esqueléticos

Orientações para o preenchimento da planilha dos dados de produção de Bancos de Tecidos Músculo-esqueléticos Orientações para o preenchimento da planilha dos dados de produção de Bancos de Tecidos Músculo-esqueléticos 1. Considerações iniciais Estas orientações têm por objetivo instruir os Bancos de Tecidos Músculo-esqueléticos

Leia mais

Retrovírus: AIDS. Apresentador: Eduardo Antônio Kolling Professor: Paulo Roehe Pós doutorandos: Fabrício Campos e Helton dos Santos

Retrovírus: AIDS. Apresentador: Eduardo Antônio Kolling Professor: Paulo Roehe Pós doutorandos: Fabrício Campos e Helton dos Santos Retrovírus: AIDS Apresentador: Eduardo Antônio Kolling Professor: Paulo Roehe Pós doutorandos: Fabrício Campos e Helton dos Santos HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) Surgimento: -Provável origem durante

Leia mais

Curso Básico de Capacitação de Agentes do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) para Inspeção em Boas Práticas no Ciclo do Sangue

Curso Básico de Capacitação de Agentes do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) para Inspeção em Boas Práticas no Ciclo do Sangue Curso Básico de Capacitação de Agentes do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) para Inspeção em Boas Práticas no Ciclo do Sangue 01 a 05 de setembro de 2014 Goiânia - GO Triagem Laboratorial

Leia mais

1. NOME DO TESTE A hemoglobina glicada é também chamada de hemoglobina glicosilada, hemoglobina A1c ou simplesmente, HbA1c.

1. NOME DO TESTE A hemoglobina glicada é também chamada de hemoglobina glicosilada, hemoglobina A1c ou simplesmente, HbA1c. 1/5 1. NOME DO TESTE A hemoglobina glicada é também chamada de hemoglobina glicosilada, hemoglobina A1c ou simplesmente, HbA1c. 2. APLICAÇÃO CLÍNICA Hemoglobina Glicada, também abreviada como Hb A1c, é

Leia mais

Nova vacina frente à cura para a AIDS

Nova vacina frente à cura para a AIDS N o 18 Setembro/2013 Centro de Farmacovigilância da UNIFAL-MG Site: www2.unifal-mg.edu.br/cefal Email: cefal@unifal-mg.edu.br Tel: (35) 3299-1273 Equipe editorial: prof. Dr. Ricardo Rascado; profa. MsC.

Leia mais

INUMO-HEMATOLOGIA DOADOR E RECEPTOR VITÓRIA 2014

INUMO-HEMATOLOGIA DOADOR E RECEPTOR VITÓRIA 2014 INUMO-HEMATOLOGIA DOADOR E RECEPTOR VITÓRIA 2014 Imuno-Hematologia Conceito: é o estudo relacionado com imunologia de grupos sanguíneos presentes nas hemácias, e imunologia de plaquetas e leucócitos. É

Leia mais

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS CONTROLE DE DOCUMENTOS E DADOS

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS CONTROLE DE DOCUMENTOS E DADOS 1. Objetivo POP-L02 Página 1 de 12 Estabelecer as diretrizes para o controle de todos documentos e dados do Sistema de Gestão da Qualidade, de modo a garantir a rastreabilidade e padronização dos processos

Leia mais

Procedimentos de Gestão da Qualidade. NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA ELABORADO POR Dr. Ivo Fernandes Gerente da Qualidade 01/09/2010 DE ACORDO

Procedimentos de Gestão da Qualidade. NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA ELABORADO POR Dr. Ivo Fernandes Gerente da Qualidade 01/09/2010 DE ACORDO Versão: 2 Pág: 1/6 NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA ELABORADO POR Dr. Ivo Fernandes Gerente da Qualidade 01/09/2010 DE ACORDO Dr. Renato de Lacerda Diretor Técnico 02/09/2010 APROVADO POR Dr. Jose Carlos dos

Leia mais

Incubação. Incubação. Fase sólida (Poço de uma placa de 96 poços) IgG Anti-HIV Presente na amostra do indivíduo

Incubação. Incubação. Fase sólida (Poço de uma placa de 96 poços) IgG Anti-HIV Presente na amostra do indivíduo Aula 5 Diagnóstico laboratorial da infecção pelo HIV Em 1985, surgiu a primeira geração de ensaios para o diagnóstico da infecção pelo HIV. Esses ensaios empregavam antígenos virais, obtidos a partir da

Leia mais

Cientistas anunciam descoberta de três substâncias candidatas a anti retroviral brasileiro

Cientistas anunciam descoberta de três substâncias candidatas a anti retroviral brasileiro Cientistas anunciam descoberta de três substâncias candidatas a anti retroviral brasileiro Grupo de pesquisadores da Fundação Ataulpho de Paiva, da Universidade Federal Fluminense e do Instituto Oswaldo

Leia mais

Para utilizar na preparação e isolamento de linfócitos purificados directamente a partir de sangue total FOLHETO INFORMATIVO

Para utilizar na preparação e isolamento de linfócitos purificados directamente a partir de sangue total FOLHETO INFORMATIVO Para utilizar na preparação e isolamento de linfócitos purificados directamente a partir de sangue total FOLHETO INFORMATIVO Para Utilizar no Diagnóstico In Vitro PI-TT.610-PT-V5 Informação sobre o produto

Leia mais

HIV/AIDS Pediatria Sessão Clínica do Internato Revisão Teórica. Orientadora: Dra Lícia Moreira Acadêmico: Pedro Castro (6 Ano)

HIV/AIDS Pediatria Sessão Clínica do Internato Revisão Teórica. Orientadora: Dra Lícia Moreira Acadêmico: Pedro Castro (6 Ano) HIV/AIDS Pediatria Sessão Clínica do Internato Revisão Teórica Orientadora: Dra Lícia Moreira Acadêmico: Pedro Castro (6 Ano) AIDS Conceito Doença que manifesta-se por infecções comuns de repetição, infecções

Leia mais

Anti HBc Ref. 414. Controle Negativo

Anti HBc Ref. 414. Controle Negativo Anti HBc Ref. 414 Sistema para a determinação qualitativa de anticorpos totais contra o antígeno core do vírus da hepatite B (anti-hbc) em soro ou plasma. ELISA - Competição PREPARO DA SOLUÇÃO DE LAVAGEM

Leia mais

SEGURANÇA DO PROFISSIONAL

SEGURANÇA DO PROFISSIONAL SEGURANÇA DO PROFISSIONAL RISCO BIOLÓGICO Palestrante: Carolina Cardoso de Araujo Ferri Importância na Enfermagem Brasil: 1,5 milhões de profissionais São Paulo: 346.730 profissionais * Enfermeiros: 65.981

Leia mais

Indicadores de Desempenho: para que servem e como utilizá-los

Indicadores de Desempenho: para que servem e como utilizá-los Indicadores de Desempenho: para que servem e como utilizá-los Workshop PNCQ Andrea Piazza Andrea Piazza Bióloga - PUC-PR Pós-graduada em Ciências do Lab. Clínico - UFRJ Pós-graduada em Gerência de Materiais

Leia mais

Workshop RDC 48 11. Pessoas & Treinamento

Workshop RDC 48 11. Pessoas & Treinamento Workshop RDC 48 Regulamento Técnico de Boas Práticas de Fabricação para 11. Pessoas & Treinamento 5. Saúde, 1. Considerações Gerais 2. Definições 3. Gestão da Qualidade 4. BPF Higiene, Vestuário e 6.

Leia mais

Aviso de Segurança Urgente

Aviso de Segurança Urgente Aviso de Segurança Urgente 10813436 Agosto de 2012 ADVIA Centaur ADVIA Centaur XP Presença de Resíduos de Solução de Limpeza após o Procedimento de Limpeza Mensal e o Os nossos registos indicam que é um

Leia mais