BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 31 DE DEZEMBRO DE 2004

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1 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 31 DE DEZEMBRO DE 2004 I. A EMPRESA O BNDES foi criado em 20 de junho de 1952, pela Lei n.º 1.628, como Autarquia Federal. Posteriormente, com a Lei n.º e o Decreto n.º , ambos de 21 de junho de 1971, foi transformado em empresa pública dotada de personalidade jurídica de direito privado e patrimônio próprio. O BNDES é vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e tem como principal atribuição o financiamento de longo prazo a projetos que contribuam para o desenvolvimento econômico e social do País. II. CENÁRIO MACROECONÔMICO O desempenho da economia brasileira em 2004 foi bastante positivo, superando as projeções realizadas no início daquele ano. Os indicadores de crescimento econômico apontam para um crescimento do PIB ligeiramente acima de 5%, taxa mais elevada dos últimos dez anos, contra uma projeção de 3,5% em janeiro de No período de janeiro a novembro de 2004, a produção industrial cresceu 8,3%, em relação a igual período do ano anterior. Vale ressaltar os excepcionais crescimentos nas produções de bens de consumo duráveis (22,3%) e de bens de capital (20,4%). A trajetória de recuperação da economia foi acompanhada por uma situação do mercado de trabalho mais favorável, ao longo do ano de No ano, foram criados cerca de 1,8 milhão de empregos formais. A taxa de média de desemprego de 2004 ficou em 11,5%, contra 12,3% em O bom desempenho da economia foi obtido em um ambiente de inflação baixa. De fato, o índice oficial (IPCA) ficou em 7,4%, abaixo do teto de 8% estabelecido pelo governo como meta de inflação. Vale ressaltar que a apreciação cambial, junto à boa oferta de produtos agrícolas, foram elementos que ajudaram o resultado de Outro desempenho marcante no ano foi a melhora substancial nos indicadores de solvência externa e fiscal. A relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB caiu de 58% ao final de 2003 para cerca de 53% ao final de No que tange às contas externas, foi registrado um superávit recorde na balança comercial de US$ 33 bilhões, com um expressivo aumento de 30% nas exportações brasileiras.

2 - 2 - Destacam-se também a obtenção de um saldo positivo em conta corrente superior a US$ 10 bilhões e a significativa queda na relação entre a dívida externa líquida e as exportações para cerca de 1,6 em 2004 (bem abaixo dos 2,3 em 2003 e 3,9 em 1999). Finalmente, a ampla liquidez global em 2004, juntamente com a melhora nos indicadores econômicos do país, permitiu a queda do risco - Brasil que fechou o ano em cerca de 400 pontos base (prêmio de risco). Para 2005, o consumo das famílias e os investimentos tenderão a ser os motores do crescimento do produto. A expectativa é de que o incremento da massa salarial contribua para esse desempenho. No que se refere aos investimentos, que cresceram cerca de 2% do PIB em 2004, há expectativas de crescimento em 2005 decorrentes da implantação de grandes projetos em setores que estavam próximos do limite de sua capacidade. III. ATIVO E PASSIVO PRINCIPAIS TENDÊNCIAS Crescimento do Ativo O ativo total do BNDES vem crescendo significativamente nos últimos anos. Tal crescimento deve-se, basicamente, ao aumento do volume de operações de crédito sustentado pelo aumento na captação de recursos de longo prazo. Ao final de 2004, o ativo total atingiu R$ 161,9 bilhões, refletindo um crescimento de 6,6% em relação a dezembro de Tal crescimento deve-se principalmente ao aumento de 5,1% do volume de operações de crédito e repasses interfinanceiros, responsável por 83,7% do ativo total. Carteira de Empréstimos (Operações de Crédito e Repasses Interfinanceiros) A carteira bruta de operações de crédito e repasses interfinanceiros apresentou acréscimo de 4,3% em relação a 31 de dezembro de 2003, alcançando R$ milhões. Os fatores que mais contribuíram para este crescimento foram os juros e atualização monetária sobre o saldo devedor. A provisão para risco de crédito reduziu 16,9% no exercício, atingindo R$ milhões. O efeito da mudança na correlação entre a escala de níveis de risco do BNDES e a escala estabelecida pelo Banco Central do Brasil (Resolução 2.682/99), que resultou em complemento de provisão para risco de crédito de R$ 302 milhões, foi superado pela baixa, contra provisão, dos créditos inadimplentes classificados no nível H por mais de 180 dias. Os créditos inadimplentes totalizaram R$ 819 milhões em 31 de dezembro de Títulos e Valores Mobiliários Os investimentos do BNDES em títulos e valores mobiliários apresentaram um acréscimo de 30,2% em relação a 31 de dezembro de 2003, passando de R$ milhões para R$

3 milhões, em 31 de dezembro de Tal aumento decorreu, principalmente, do recebimento de títulos públicos (NTN-D) da FINAME, no montante de R$ milhões, a título de liquidação parcial antecipada de contrato de mútuo. Participações Societárias Os investimentos apresentados no ativo permanente do BNDES refletem, basicamente, sua participação nas controladas BNDESPAR e FINAME. Em dezembro de 2004, o saldo de investimentos atingiu R$ milhões, representando um crescimento de 3,9% no exercício. Esse crescimento decorreu, basicamente, do resultado de equivalência patrimonial reconhecido no exercício, de R$ 570 milhões. Endividamento O passivo exigível totalizou R$ milhões em 31 de dezembro de 2004, apresentando um crescimento de 6,3% no exercício. Os recursos dos fundos PIS-PASEP e do FAT responderam por cerca de 66,0% do passivo exigível total, relação superior à apresentada em dezembro de 2003 (62,4%). O endividamento total junto ao Fundo de Amparo ao Trabalhador - FAT apresentou um crescimento de 14,7% em relação ao ano anterior, passando de R$ milhões para R$ milhões. No exercício ingressaram recursos novos do FAT da ordem de R$ milhões, contra R$ milhões de liquidações de principal (depósitos especiais), sendo a movimentação restante atribuída às atualizações monetária e cambial e aos juros da dívida. Os empréstimos e repasses no exterior atingiram R$ milhões, correspondendo a 14,4% do passivo exigível. Apesar do ingresso de novos recursos no montante de R$ 502 milhões, a redução observada decorre da liquidação de bonds e empréstimos de organismos multilaterais, em R$ milhões, e valorização do real frente ao dólar, às moedas européias e ao Yen japonês, no exercício de Patrimônio Líquido O patrimônio líquido cresceu 9,8%, atingindo R$ milhões em dezembro de 2004, em virtude, principalmente, do resultado do exercício. O nível de capitalização situou-se em 8,7%, enquanto a relação Patrimônio de Referência / Ativo Ponderado pelo Risco situou-se em 17,0% (15,4% no Consolidado), superior a relação exigida pelo Banco Central. IV. DESEMBOLSOS Os desembolsos do Sistema BNDES somaram R$ milhões em 2004, com crescimento de 14,0% em relação ao ano anterior. Desse total, R$ milhões foram destinados ao setor industrial e R$ milhões a projetos de apoio ao setor de infraestrutura. Os desembolsos destinados às micro, pequenas e médias empresas alcançaram

4 - 4 - R$ milhões, representando um crescimento de 25,5% em relação a Em relação à modalidade operacional, 44,6% dos recursos foram desembolsados diretamente aos mutuários, enquanto 55,4% foram repassados através de agentes financeiros. Os desembolsos para exportação totalizaram R$ milhões, enquanto os desembolsos para objetivos sociais totalizaram R$ milhões. V. QUALIDADE DA CARTEIRA E INADIMPLÊNCIA A Política de Crédito segue as regras da Política Operacional do BNDES. As empresas que submetem projetos para análise passam por uma avaliação de risco, recebendo uma nota em uma escala que varia de AAA até C-. Os projetos que se adequarem às Políticas Operacionais precisam, ainda, apresentar nível de risco igual ou superior a B, para se enquadrarem e terem acesso ao processo de análise. Caso a análise seja favorável, o projeto será, então, encaminhado à Diretoria do BNDES, para a decisão final. Inadimplência Conforme Resolução BACEN nº 2.682/99, a carteira de crédito do Sistema BNDES está segregada em níveis crescentes de risco, que vão de AA a H. Em 31 de dezembro de 2004, 90,5% da carteira (inclui operações de crédito e repasses interfinanceiros) do BNDES estava concentrada nos níveis de risco AA a B, considerados de baixíssimo risco. Os créditos inadimplentes somaram R$ 819 milhões, correspondentes a 0,6% da carteira. A provisão para risco de crédito, no total de R$ milhões, correspondeu a 4,99 vezes o total dos créditos inadimplentes. VI. RESULTADO DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2004 O BNDES apresentou um lucro de R$ milhões no exercício findo em 31 de dezembro de 2004, proporcionando um retorno de 0,95% sobre o Ativo médio e de 11,11% sobre o Patrimônio Líquido médio. O resultado de intermediação financeira totalizou R$ milhões no exercício, contra um R$ milhões no ano anterior. A melhora apresentada deveu-se principalmente a redução na despesa com provisão para risco de crédito que atingiu R$ milhões em 2004 (R$ milhões em 2003). Dentre as outras receitas e despesas operacionais, no total de R$ 544 milhões negativos, destaca-se: as despesas com pessoal (R$ 516 milhões), as despesas tributárias (R$ 170 milhões), as despesas administrativas (R$ 121 milhões) e o ajuste no passivo atuarial com o FAMS, visando a adequação à legislação em vigor (R$ 120 milhões). As despesas com pessoal incluem registro de passivo com a FAPES, para atender à Instrução 371 da CVM,

5 - 5 - estendida às instituições financeiras pelo Banco Central do Brasil, no montante de R$ 124 milhões. Destaca-se ainda o resultado de equivalência patrimonial, que atingiu R$ 570 milhões em Por fim, as despesas com imposto de renda e contribuição social, reconhecidas no exercício, totalizaram R$ 462 milhões e R$ 170 milhões, respectivamente. Também foram registrados créditos tributários de R$ 568 milhões.

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