FTAD Formação Técnica em Administração. Módulo de Gestão de Materiais Aula 2 Prof. Gildo Neves Baptista jr

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FTAD Formação Técnica em Administração. Módulo de Gestão de Materiais Aula 2 Prof. Gildo Neves Baptista jr"

Transcrição

1 FTAD Formação Técnica em Administração Módulo de Gestão de Materiais Aula 2 Prof. Gildo Neves Baptista jr

2 AULA PASSADA: CADASTRAMENTO DE MATERIAIS

3 UMA REVISÃO RÁPIDA CONCEITO DE CADASTRAMENTO DE MATERIAIS E SUAS APLICAÇÕES; PADRÕES DE CADASTRAMENTOS; SISTEMAS DE CADASTRAMENTO; AGRUPAMENTO DE MATERIAIS;

4 E NOSSO ASSUNTO DE HOJE É: RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS

5 COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS ENTENDER UMA SISTEMÁTICA DE CONTROLE E RASTREABILIDADE DE MATERIAIS;

6 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS Em virtude da acirrada competitividade mundial, as empresas têm buscado implementar mudanças significativas em seus procedimentos administrativos e estratégicos que vão desde a diminuição de custos, diminuição dos prazos de entrega, melhores produtos à agilidade na tomada de decisões (FAVARETTO, 2001).

7 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS ALGUNS FATORES DE PREOCUPAÇÃO DAS EMPRESAS: evolução da exigência dos consumidores; Pesquisa de opções no mercado (opção de compra) Necessidade de clientes é um alvo móvel Valorização do atendimento à satisfação do cliente (reposição do produto/valor pago) Preservar a identidade do produto e suas origens

8 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS RASTREABILIDADE O QUE É ISSO?

9 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS É a habilidade de traçar o caminho da história, aplicação, uso e localização de uma mercadoria individual ou de um conjunto de características de mercadorias, através de impressão de números de identificação conforme descreve a Associação Brasileira de Normas Técnicas NBR ISSO 8402 (1994).

10 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS QUAL SUA APLICABILIDADE?

11 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS A RASTREABILIDADE pode ser aplicada sobre itens individuais de ferramenta ou sobre lotes de peças, ou podem ser códigos de datas para materiais de produção contínua ou uma combinação disto.

12 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS QUAL A FINALIDADE DA RASTREABILIDADE?

13 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS Assegurar que apenas materiais e componentes de qualidade entrem no produto final; Identificar clara e explicitamente produtos que são diferentes, mas que se parecem a ponto de serem confundidos entre si; Permitir o retorno de produtos suspeitos numa base precisa; Localizar falhas e tomar medidas corretivas a preço mínimo.

14 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS Com um sistema de RASTREABILIDADE, a identificação dos materiais assume uma importância maior já que cada lote recebido será atribuída uma identificação específica que deve acompanhar física e sistematicamente o material a ela associado para ser possível dispor da informação quando necessário.

15 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS Em um Sistema de RASTREABILIDADE qual é o fator mais valioso?

16 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS O fator mais valioso é o conjunto de informação agregada ao produto e lote, ou unidade física específica.

17 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS Em um Sistema de Rastreabilidade as informações sobre o processo industrial, o produto, pessoal ou serviços, permitem gerar um histórico do produto com o objetivo de garantir a qualidade de sua fabricação em toda a cadeia de suprimentos, necessários para uma rápida tomada de decisão, sendo esta uma exigência do atual mercado.

18 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS TIPOS DE RASTREAMENTO INTERNO (dentro da empresa) EXTERNO( fora da empresa)

19 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS

20 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS

21 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS Informações sobre Produto e Processo EXEMPLOS DE INFORMAÇÕES RELEVANTES: MATÉRIA-PRIMA: Fornecedor/ lote/fabricação/validade; EMBALAGENS: Fornecedor/ lote/nº. da análise de recebimento;

22 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS O QUE SE USA PARA A IDENTIFICAÇÃO FÍSICA DOS MATERIAIS?

23 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS PARA IDENTIFICAÇÃO FÍSICA DOS MATERIAIS USA-SE: Etiquetas; Gravações em alto relevo ou baixo relevo Qualquer outra forma compatível com o ambiente de armazenamento e processo de produção.

24 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS Um Sistema de Rastreabilidade de produto industrial é um exemplo típico da Tecnologia da informação.

25 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS NOVAS TECNOLOGIAS E OS SISTEMAS DE RASTREABILIDADE

26 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS RFID "Radio- Frequency IDentification" A Identificação por Rádio Frequência trata-se de um método de identificação automática através de sinais de rádio, recuperando e armazenando dados remotamente através de dispositivos denominados etiquetas RFID.

27 CÓDIGO DE BARRAS

28 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS LEITOR DE CÓDIGO DE BARRAS Código de barras é uma representação gráfica de dados numéricos ou alfanuméricos. A decodificação (leitura) dos dados é realizada por um tipo de scanner - o leitor de código de barras -, que emite um raio vermelho que percorre todas as barras. Onde a barra for escura, a luz é absorvida; onde a barra for clara (espaços), a luz é refletida novamente para o leitor.

29 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS QUAIS OS BENEFÍCIOS DE UM SISTEMA DE RASTREAMENTO?

30 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS BENEFÍCIOS DO PONTO VISTA OPERACIONAL ACOMPANHAMENTO DO PROCESSO PRODUTIVO: Gestão mais precisa dos estoques, melhor fluxo de caixa, maior agilidade nos processos de compra, distribuição interna e expedição

31 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS GESTÃO DE RISCOS A gestão de riscos tem por objetivo minimizar o impacto de potenciais efeitos negativos e obter plena vantagem de oportunidades com relação às melhorias. (GS1 Brasil,2006).

32 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS RELAÇÃO CUSTO- BENEFÍCIO FAVORÁVEL Perceber com antecedência os possíveis potenciais de defeitos e eliminá-los, mitigá-los, aceitá-los ou ainda transferi-los para empresas ou entidades competentes que poderão tratá-los de forma mais adequada.

33 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS O QUE É NECESSÁRIO PARA QUE O SISTEMA OPERE E REALIZE OS BENEFÍCIOS ESPERADOS?

34 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS É necessário que haja investimentos na compras de equipamentos e softwares; Contratação de pessoas com conhecimento técnico

35 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS QUAIS OS RESULTADOS ESPERADOS EM USAR UM SISTEMA DE RASTREAMENTO?

36 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS RESULTADOS ESPERADOS: Aumento da competitividade das empresas; Estratégia mais agressiva na conquista de novos mercados; Diminuição dos prazos de entrega; Melhores produtos; Agilidade na tomada de decisões

37 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS AGENTES DO PROCESSO DE RASTREAMENTO

38 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS

39 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS RASTREABILIDADE E RECALL Qual o objetivo do Recall?

40 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS O RECALL tem por objetivo básico proteger e preservar a vida, saúde, integridade e segurança do consumidor. Supletivamente visa evitar prejuízos materiais e morais dos consumidores.

41 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS RECALL É DIREITO DO CONSUMIDOR No Brasil, o RECALL está previsto no Código de Defesa do Consumidor, Lei 8078/90, que define em seu artigo 10, 1º.

42 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS Artigo 10 O fornecedor não poderá colocar no Mercado de consumo produto ou serviço que sabe ou deveria saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade à saúde ou segurança.

43 RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS RECALL É DIREITO DO CONSUMIDOR 1º - O fornecedor de produtos e serviços que, posteriormente à sua introdução no mercado de consumo, tiver conhecimento da periculosidade que apresentem, deverá comunicar o fato mediatamente às autoridades competentes e aos consumidores, mediante anúncios publicitários.

44 ATIVIDADE Caro aluno e Cara Aluna, vamos por em prática a nossa capacidade de pesquisa e originalidade para desenvolver a seguinte atividade: Escreva um texto de uma lauda sobre o Brasil-ID (Sistema Nacional de Identificação, Rastreamento, e Autenticação de Mercadorias e baseia-se na tecnologia RFID) se referindo ao impacto dessa iniciativa no processo de produção, logística e de fiscalização de mercadorias pelo país.

45 ATIVIDADE Obrigatório colocação da fonte de pesquisa. Atividades copiadas ou iguais a de outros colegas serão invalidadas.

46 ATIVIDADE Utilize o Guia Minha Atividade é SFO! Disponível no AVA 39

47 Dúvidas Fórum Chat

48 Fontes Imagens BR&sa=G&gbv=2&tbm=isch&tbnid=PNcZsqQ2_ft9qM:&imgrefurl=http://www.pinamak.com.br/adapta.php&docid=822IcZ5Uq6xP5M&w=300&h=306&ei=781iTsetLcLv0gHD4ZSFCg&zoom=1&iact=hc&vp x=318&vpy=83&dur=9578&hovh=227&hovw=222&tx=141&ty=149&page=2&tbnh=125&tbnw=153&st art=10&ndsp=10&ved=1t:429,r:1,s:10&biw=1024&bih=431 BR&sa=G&gbv=2&tbm=isch&tbnid=PNcZsqQ2_ft9qM:&imgrefurl=http://www.pinamak.com.br/adapta.php&docid=822IcZ5Uq6xP5M&w=300&h=306&ei=781iTsetLcLv0gHD4ZSFCg&zoom=1&iact=hc&vp x=318&vpy=83&dur=9578&hovh=227&hovw=222&tx=141&ty=149&page=2&tbnh=125&tbnw=153&st art=10&ndsp=10&ved=1t:429,r:1,s:10&biw=1024&bih=431

49 Fontes Bibliografia CAMPOS, Marcos R. R. Revista de Ciências Gerenciais. Vol. XII, N 15, Ano FEITOZA, Cesar. Apostila de Gestão de compras e estoque MOROZOWSKI, Antonio C. Apostila de Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais. GS1 Brasil - Rastreabilidade logística e de produtos, disponível no endereço: <http://www.eanbrasil.org.br/html/contentmanagement/files/biblioteca/downlo ad_2006_rastreabilidade.pdf> acessado em 12/05/2006. FAVARETTO, F. Uma contribuição ao processo de gestão da produção pelo uso da coleta automática de dados de chão de fábrica. Tese de Doutorado do Programa de Pós- Graduação em Engenharia Mecânica, USP, São Carlos, 2001.

FTAD Formação Técnica em Administração. Módulo de Gestão de Materiais Aula 2 Prof. Marcus Fontes

FTAD Formação Técnica em Administração. Módulo de Gestão de Materiais Aula 2 Prof. Marcus Fontes FTAD Formação Técnica em Administração Módulo de Gestão de Materiais Aula 2 Prof. Marcus Fontes AULA PASSADA: CADASTRAMENTO DE MATERIAIS UMA REVISÃO RÁPIDA CONCEITO DE CADASTRAMENTO DE MATERIAIS E SUAS

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração Módulo de Gestão de Materiais ACI Atividade Curricular Interdisciplinar Prof. Gildo Neves Baptista jr

FTAD Formação Técnica em Administração Módulo de Gestão de Materiais ACI Atividade Curricular Interdisciplinar Prof. Gildo Neves Baptista jr FTAD Formação Técnica em Administração Módulo de Gestão de Materiais ACI Atividade Curricular Interdisciplinar Prof. Gildo Neves Baptista jr AULA PASSADA: GESTÃO DE COMPRAS: PROCESSOS DE FORNECIMENTO UMA

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração Módulo de Gestão de Materiais ACI Atividade Curricular Interdisciplinar Prof. Marcus Fontes

FTAD Formação Técnica em Administração Módulo de Gestão de Materiais ACI Atividade Curricular Interdisciplinar Prof. Marcus Fontes FTAD Formação Técnica em Administração Módulo de Gestão de Materiais ACI Atividade Curricular Interdisciplinar Prof. Marcus Fontes AULA PASSADA: GESTÃO DE COMPRAS: PROCESSOS DE FORNECIMENTO UMA REVISÃO

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração. Aula 04 Prof. Arlindo Neto

FTAD Formação Técnica em Administração. Aula 04 Prof. Arlindo Neto FTAD Formação Técnica em Administração Aula 04 Prof. Arlindo Neto COMPETÊNCIAS QUE TRABALHAREMOS NESTE MÓDULO Conhecer as funções e importância de um Sistema de Informação Gerencial. O que é um Sistema

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo: Administração de Materiais Profª Neuza Aula Anterior: Cadastramento de Materiais CADASTRAMENTO DE MATERIAIS O QUE É??? O CADASTRAMENTO DE MATERIAIS

Leia mais

16/02/2010. Relação empresa-cliente-consumidor. Distribuição física do produto final até ponto de venda final

16/02/2010. Relação empresa-cliente-consumidor. Distribuição física do produto final até ponto de venda final Logística de Distribuição e Reversa MSe. Paulo Cesar C. Rodrigues paulo.rodrigues@usc.br Mestre em Engenharia de Produção Conceito Relação empresa-cliente-consumidor Distribuição física do produto final

Leia mais

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a...

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... INNOVA Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... Maximizar o rendimento e a produtividade Estar em conformidade com os padrões de qualidade e garantir a segurança dos alimentos Obter

Leia mais

Introdução à tecnologia RFID

Introdução à tecnologia RFID Sumário Como surgiu a tecnologia RFID... 2 Como funciona?... 2 Quais os benefícios e onde utilizar o sistema de RFID... 4 Utilização proposta... 4 Etapas para leitura de dados via RFID... 5 Diagrama de

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM WMS WAREHOUSE MANAGEMENT SYSTEM SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE ARMAZÉM/DEP M/DEPÓSITO WMS Software de gerenciamento de depósito que auxilia as empresas na busca de melhorias nos

Leia mais

Os benefícios de um sistema de rastreabilidade em uma empresa de autopeças

Os benefícios de um sistema de rastreabilidade em uma empresa de autopeças Os benefícios de um sistema de rastreabilidade em uma empresa de autopeças Eng. João Carlos Corrêa (Faculdades Integradas Torricelli) jocorrea@osite.com.br Álvaro Azevedo Cardoso, PhD (Universidade de

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém Bloco Suprimentos WMS Gerenciamento de Armazém Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo WMS, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas foram

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração. Aula 07 - ACI Prof. Arlindo Neto

FTAD Formação Técnica em Administração. Aula 07 - ACI Prof. Arlindo Neto FTAD Formação Técnica em Administração Aula 07 - ACI Prof. Arlindo Neto COMPETÊNCIAS QUE TRABALHAREMOS NESTE MÓDULO Conhecer os passos para implantação de um sistema de gestão empresarial ERP e SIG SIG

Leia mais

Manual de código de Barras

Manual de código de Barras 1. VISÃO GERAL 1.1 MODITIVAÇÃO: O código de barras é uma forma de representar a numeração, que viabiliza a captura automática dos dados por meio de leitura óptica nas operações automatizadas (EAN Brasil,

Leia mais

A Tecnologia RFID Aplicada à Logística Instituto de Desenvolvimento Logístico

A Tecnologia RFID Aplicada à Logística Instituto de Desenvolvimento Logístico A Tecnologia RFID Aplicada à Logística Instituto de Desenvolvimento Logístico Avenida Prudente de Morais, 290 4º andar Cidade Jardim (31) 2531 0166 contato@idel.com.br www.idel.com.br 1 Palestrante Mac

Leia mais

A ESCOLHA DO SOFTWARE PARA INFORMATIZAÇÃO DA SUA EMPRESA

A ESCOLHA DO SOFTWARE PARA INFORMATIZAÇÃO DA SUA EMPRESA A ESCOLHA DO SOFTWARE PARA INFORMATIZAÇÃO DA SUA EMPRESA Necessidade de informatizar a empresa Uma senhora muito simpática, Dona Maria das Coxinhas, feliz proprietária de um comércio de salgadinhos, está,

Leia mais

ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA. Elaboração em planos de Calibração Interna na Indústria Automotiva

ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA. Elaboração em planos de Calibração Interna na Indústria Automotiva ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA Elaboração em planos de Calibração Interna na Indústria Automotiva Joel Alves da Silva, Diretor Técnico JAS-METRO Soluções e Treinamentos

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos Bloco Suprimentos Controle de Produção PCP Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Controle de Produção PCP, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas

Leia mais

WMS - Warehouse Management System

WMS - Warehouse Management System Sistema de Gestão Empresarial LUSANA SOUZA NATÁLIA BATUTA MARIA DAS GRAÇAS TATIANE ROCHA GTI V Matutino Prof.: Itair Pereira Sumário 1. INTRODUÇÃO... 2 2. WMS... 2 3. SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO... 2 4. POLÍTICA

Leia mais

SISTEMA DA QUALIDADE. Garantia da Qualidade Controle de Qualidade Rastreabilidade Não conformidade

SISTEMA DA QUALIDADE. Garantia da Qualidade Controle de Qualidade Rastreabilidade Não conformidade SISTEMA DA QUALIDADE Garantia da Qualidade Controle de Qualidade Rastreabilidade Não conformidade GARANTIA DA QUALIDADE Definição: Portaria 348/1997 RDC 48/2013 Todas as ações sistemáticas necessárias

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS CONHECER A ELABORAÇÃO, CARACTERÍSTICAS E FUNCIONALIDADES UM PLANO DE NEGÓCIOS.

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AU TOMAÇÃO. UMA QUESTÃO DE SEGURANÇA Padrões GS1: Tranquilidade para você e seu cliente. Volume 7

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AU TOMAÇÃO. UMA QUESTÃO DE SEGURANÇA Padrões GS1: Tranquilidade para você e seu cliente. Volume 7 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AU TOMAÇÃO UMA QUESTÃO DE SEGURANÇA Padrões GS1: Tranquilidade para você e seu cliente. Volume 7 Padrões do Sistema GS1 Habilitando a visibilidade da cadeia de valor. Identificação

Leia mais

01. A empresa e todos os seus funcionários têm a preocupação de atender as necessidades e expectativas dos clientes?

01. A empresa e todos os seus funcionários têm a preocupação de atender as necessidades e expectativas dos clientes? Questionário de auto-avaliação Nível 1 MÓDULO 1 - ADMINISTRAÇÃO 01. A empresa e todos os seus funcionários têm a preocupação de atender as necessidades e expectativas dos clientes? 02. A empresa tem definidos

Leia mais

RASTREABILIDADE - RDC 59/2009 e IN 01/2010

RASTREABILIDADE - RDC 59/2009 e IN 01/2010 RASTREABILIDADE - RDC 59/2009 e IN 01/2010 Logística Curso Formação de Auditores para a Cadeia Industrial Farmacêutica 2 Sobre o Docente Programação SONJA HELENA MADEIRA MACEDO Graduada em Farmácia-Bioquímica

Leia mais

RASTREABILIDADE O que é Rastreabilidade?

RASTREABILIDADE O que é Rastreabilidade? O que é Rastreabilidade? Capacidade de investigar o histórico, a aplicação ou a localização de um item ou de uma atividade (ou itens ou atividades semelhantes) por meio de informações devidamente registradas.

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

RESUMO EXECUTIVO Todos os direitos reservados. Distribuição e informações:

RESUMO EXECUTIVO Todos os direitos reservados. Distribuição e informações: RESUMO EXECUTIVO Este relatório aborda um processo que tem crescido tanto no Brasil como no mundo: a rastreabilidade de produtos. O processo de rastreabilidade é um instrumento fundamental e surgiu em

Leia mais

Identificação na gestão logística dos dispositivos médicos

Identificação na gestão logística dos dispositivos médicos Identificação na gestão logística dos dispositivos médicos rastreabilidade de instrumentos cirúrgicos Patrícia Ruivo Lisboa, 25 Junho 2015 Identificação individual de instrumentos Cirúrgicos Patrícia Ruivo

Leia mais

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br Corporativo Transformar dados em informações claras e objetivas que possibilitem às empresas tomarem decisões em direção ao sucesso. Com essa filosofia a Star Soft Indústria de Software e Soluções vem

Leia mais

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE. Profa. Lérida Malagueta

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE. Profa. Lérida Malagueta Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES Profa. Lérida Malagueta Planejamento e controle da produção O PCP é o setor responsável por: Definir quanto e quando comprar Como fabricar ou montar cada

Leia mais

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual Logística Empresarial Evolução da Disciplina Aula 1 Aula 1 O papel da Logística empresarial Aula 2 A flexibilidade e a Resposta Rápida (RR) Operadores logísticos: conceitos e funções Aula 3 Prof. Me. John

Leia mais

A Internet das Coisas

A Internet das Coisas A Internet das Coisas Seminário de Sistemas e Tecnologias de Informação Clarisse Silveira 20111507 Jaime Correia 20011477 José Virtudes 20111493 Rui Venâncio 20111509 Movie Time! IoT Universidade Atlântica

Leia mais

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Prof. Dr. Ivanir Costa Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Normas de qualidade de software - introdução Encontra-se no site da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as seguintes definições: Normalização

Leia mais

WMS. Agenda. Warehouse Management Systems (WMS) Warehouse Management Systems Sistema de Gerenciamento de Armazéns

WMS. Agenda. Warehouse Management Systems (WMS) Warehouse Management Systems Sistema de Gerenciamento de Armazéns WMS Warehouse Management Systems Sistema de Gerenciamento de Armazéns Breno Amorim brenoamorim@hotmail.com Informática Aplicada a Logística Profº Breno Amorimsexta-feira, 11 de setembro de 2009 Agenda

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

Histórico de mercado. Gestão da Qualidade. Histórico de mercado. Histórico de mercado. Antes do século 20. Em 1916. Anos 40

Histórico de mercado. Gestão da Qualidade. Histórico de mercado. Histórico de mercado. Antes do século 20. Em 1916. Anos 40 Antes do século 20 Em 1916 Anos 40 Gestão da Qualidade Garantia de qualidade era de responsabilidade do artesão 1a. Utilização formal de garantia e controle da qualidade (laboratórios BELL 1o. gráfico

Leia mais

ETIQUETA INTELIGENTE (RFID) A nova fronteira na cadeia de distribuição. Onde estamos, para onde vamos? Claudio Czapski, ECR Brasil

ETIQUETA INTELIGENTE (RFID) A nova fronteira na cadeia de distribuição. Onde estamos, para onde vamos? Claudio Czapski, ECR Brasil ETIQUETA INTELIGENTE (RFID) A nova fronteira na cadeia de distribuição Onde estamos, para onde vamos? Claudio Czapski, ECR Brasil 1 Plano Estratégico do Comitê -o que? (disseminação do conhecimento) -

Leia mais

MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA

MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA Daniela Vaz Munhê 1 Jenifer Oliveira Custódio Camara 1 Luana Stefani 1 Murilo Henrique de Paula 1 Claudinei Novelli 2 Cátia Roberta Guillardi

Leia mais

Aplicação de RFID na Logística e Manufatura

Aplicação de RFID na Logística e Manufatura Aplicação de RFID na Logística e Manufatura 1º Congresso de Supply Chain do IBPSC MMC AUTOMOTORES DO BRASIL LTDA SERGIO GEBARA RAMOS Gerente de Planejamento 1 Localização 08 Fábricas / 20 Royalties / 136

Leia mais

Introdução à COLETA DE DADOS. Rodrigo Peters Berchielli Especificações técnicas. BICDATA Coleta de dados e Automação www.bicdata.com.

Introdução à COLETA DE DADOS. Rodrigo Peters Berchielli Especificações técnicas. BICDATA Coleta de dados e Automação www.bicdata.com. Introdução à COLETA DE DADOS Rodrigo Peters Berchielli Especificações técnicas Coleta e Automação Sumário Apresentação... 2 Automação industrial... 2 Coleta e automação... 2 Utilização proposta... 3 Processo

Leia mais

Sistemas de Informações. Daniel Gondim

Sistemas de Informações. Daniel Gondim Sistemas de Informações Daniel Gondim Roteiro da Aula SPT Sistema de Processamento de Transações Visão geral; métodos e objetivos Atividades no processamento de transações Controle de Administração Aplicações

Leia mais

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA Marinalva R. Barboza Definição do conceito de logística e evolução Logística tem origem no idioma francês Logistique se define de forma militar sendo uma parte estratégica

Leia mais

Armazenagem e Movimentação de Materiais II

Armazenagem e Movimentação de Materiais II Tendências da armazenagem de materiais Embalagem: classificação, arranjos de embalagens em paletes, formação de carga paletizada, contêineres Controle e operação do armazém Equipamentos de movimentação

Leia mais

Prof. Gustavo Boudoux

Prof. Gustavo Boudoux ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Recursos à disposição das Empresas Recursos Materiais Patrimoniais Capital Humanos Tecnológicos Martins, (2005.p.4) O que é Administração de Materiais?

Leia mais

BEM VINDOS AO DHL WEB SHIPPING GUIA DE USO

BEM VINDOS AO DHL WEB SHIPPING GUIA DE USO Envio de Remessas Online BEM VINDOS AO DHL WEB SHIPPING GUIA DE USO webshipping.dhl.com ACESSE O DHL WEB SHIPPING DE QUALQUER LUGAR DO MUNDO. Ideal para qualquer empresa com acesso à internet, o DHL Web

Leia mais

CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE

CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE CHÃO DE FÁBRICA A PRODUÇÃO COMPETITIVA CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE Foco principal das empresas que competem com

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

GS1025-13 Miolo Wellcome Kit GS1.indd 2

GS1025-13 Miolo Wellcome Kit GS1.indd 2 Quem é a GS1 Como gerar seu Código de Barras Produtos e Soluções GS1 GS1025-13 Miolo Wellcome Kit GS1.indd 1 GS1025-13 Miolo Wellcome Kit GS1.indd 2 Quem é a GS1 GS1 Brasil A GS1 Brasil Associação Brasileira

Leia mais

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos Prof. Paulo Medeiros Introdução nos EUA surgiram 100 novos operadores logísticos entre 1990 e 1995. O mercado para estas empresas que

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Nível de Serviço ... Serviço ao cliente é o resultado de todas as atividades logísticas ou do

Leia mais

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA:

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA: Prof. Jean Cavaleiro Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA: PRODUÇÃO E COMÉRCIO Introdução Entender a integração logística. A relação produção e demanda. Distribuição e demanda. Desenvolver visão sistêmica para

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Aula 02

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Aula 02 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Aula 02 SOCIEDADE PÓS-INDUSTRIAL Valorização das características humanas; Querer Fazer (atitude, determinação, interesse); Saber como fazer (habilidade, técnica); Saber o que e porque

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE Revisão: 07 Data: 05.03.09 Página 1 de 7 Copia controlada MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE José G. Cardoso Diretor Executivo As informações contidas neste Manual são de propriedade da Abadiaço Ind. e Com.

Leia mais

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht Administração Logística e Administração de. Profª. Patricia Brecht Definição - Logística O termo LOGÍSTICA conforme o dicionário Aurélio vem do francês Logistique e significa parte da arte da guerra que

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

AUTOR(ES): GISELE APARECIDA NEGREIRO ALVES, EVERTON NATAN BORGES DE SOUZA

AUTOR(ES): GISELE APARECIDA NEGREIRO ALVES, EVERTON NATAN BORGES DE SOUZA TÍTULO: INSPEÇÃO E RASTREABILIDADE CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO ANHANGUERA AUTOR(ES): GISELE APARECIDA NEGREIRO ALVES, EVERTON

Leia mais

Guia de Codificação para Livros

Guia de Codificação para Livros Guia de Codificação para Livros 1. Introdução A GS1 e as Agências Internacionais do ISBN e ISSN elaboraram diretrizes para ajudar os editores na compreensão das funcionalidades do Sistema GS1 para o setor

Leia mais

Item 2- Marketing. Atendimento

Item 2- Marketing. Atendimento Item 2- Marketing Atendimento Item 2- Marketing Atendimento Processo usado para determinar quais produtos ou serviços poderão interessar aos consumidores e qual a melhor estratégia a ser utilizada nas

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Prof. Rafael Roesler Aula 5 Sumário Classificação ABC Previsão de estoque Custos

Leia mais

Armazenamento e TI: sistema de controle e operação

Armazenamento e TI: sistema de controle e operação Armazenamento e TI: sistema de controle e operação Pós-Graduação Latu-Sensu em Gestão Integrada da Logística Disciplina: TI aplicado à Logística Professor: Mauricio Pimentel Alunos: RA Guilherme Fargnolli

Leia mais

MANUAL PARA IMPLANTAÇÃO DE ETIQUETAS: ENTRADAS E NO MRP UTILIZAÇÃO DO SISTEMA DE RASTREABILIDADE

MANUAL PARA IMPLANTAÇÃO DE ETIQUETAS: ENTRADAS E NO MRP UTILIZAÇÃO DO SISTEMA DE RASTREABILIDADE MANUAL PARA IMPLANTAÇÃO DE ETIQUETAS: ENTRADAS E NO MRP UTILIZAÇÃO DO SISTEMA DE RASTREABILIDADE Emissão: 01/03/2010 Revisão: 22/05/2015 Revisado por: Juliana Este manual tem como objetivo explicar as

Leia mais

RFID. RFID - Identificação por Radiofreqüência

RFID. RFID - Identificação por Radiofreqüência RFID RFID - Identificação por Radiofreqüência Sistema de Identificação por Radio Frequência O que é RFID? Objetivo e utilidade similares ao código de barras; Composto por 3 elementos: Uma antena; Um leitor;

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Gerenciamento Logístico Gerenciamento Logístico A missão do gerenciamento logístico é planejar

Leia mais

Introdução ao sistema RFID

Introdução ao sistema RFID Introdução ao sistema RFID Profa. Renata Rampim de Freitas Dias Professora associada ao Centro de Excelência em RFID RFID _ Filme O que é RFID? RFID é um termo genérico denotando: A identifição de um objeto

Leia mais

Medware Clínicas Sistema de Gerenciamento de Clínicas e Consultórios

Medware Clínicas Sistema de Gerenciamento de Clínicas e Consultórios Medware Clínicas Sistema de Gerenciamento de Clínicas e Consultórios A Empresa MEDWARE Sistemas Médicos Ltda A Medware Sistemas Médicos é uma empresa de desenvolvimento de sistemas voltada para a criação

Leia mais

Brasil EPC. Código Eletrônico de Produto. Volume 3

Brasil EPC. Código Eletrônico de Produto. Volume 3 Brasil EPC Código Eletrônico de Produto Volume 3 A implementação do código eletrônico de produto (EPC) e da tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID), promete importantes benefícios aos consumidores

Leia mais

LNet Mobility WIRELESS SOLUTIONS

LNet Mobility WIRELESS SOLUTIONS LNet Mobility WIRELESS SOLUTIONS INTRODUÇÃO: Entende-se por Mobilidade a possibilidade de poder se comunicar em qualquer momento e de qualquer lugar. Ela é possível graças às redes wireless, que podem

Leia mais

Noções de Administração de Materiais

Noções de Administração de Materiais Noções de Administração de Materiais ANTES DA DÉCADA DE 70 POUCA IMPORTÂNCIA MATERIAL EM ABUNDÂNCIA COM POUCAS OPÇÕES CUSTOS BAIXOS DE MANTER OS ESTOQUES INVESTIMENTOS PARA AQUISIÇÃO DOS ESTOQUES CONSUMO

Leia mais

2.1 - Proponente. Grupo Econômico CNAE principal Faturamento / Rec. Oper. Bruta de 2014. Endereço Telefone Geral Endereço Eletrônico Institucional

2.1 - Proponente. Grupo Econômico CNAE principal Faturamento / Rec. Oper. Bruta de 2014. Endereço Telefone Geral Endereço Eletrônico Institucional SUMÁRIO EXECUTIVO Linha Temática PN solicita Recursos Não - Reembolsáveis 1 1 - Título do Plano de Negócio 2 - Cadastramento: 2.1 - Proponente Razão Social CNPJ Grupo Econômico CNAE principal Faturamento

Leia mais

logística das empresas e garantia de procedência para os consumidores finais.

logística das empresas e garantia de procedência para os consumidores finais. Projetos Piloto Objetivos Otimizar o fluxo da informação da cadeia produtiva: Utilizar a Metodologia 6-sigma para mensurar os benefícios obtidos, com o uso da tecnologia RFID. Melhoria dos processos de

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

CADEIA DE SUPRIMENTOS MÉTODOS DE RECEBIMENTOS RESUMO

CADEIA DE SUPRIMENTOS MÉTODOS DE RECEBIMENTOS RESUMO 1 CADEIA DE SUPRIMENTOS MÉTODOS DE RECEBIMENTOS LEANDRO PANTOJO 1 PETERSON ROBERTO DE LARA 2 VAGNER FUSTINONI 3 RENATO FRANCISCO SALDANHA SILVA 4 VALDECIL DE SOUZA 5 RESUMO O objetivo deste trabalho será

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 ÍNDICE Introdução...3 A Necessidade do Gerenciamento e Controle das Informações...3 Benefícios de um Sistema de Gestão da Albi Informática...4 A Ferramenta...5

Leia mais

Logística Empresarial

Logística Empresarial Logística Empresarial Aula 05 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONCEITOS

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONCEITOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONCEITOS 1. Sabe-se que o conceito de Sistema de Informação envolve uma série de sistemas informatizados com diferentes características e aplicações, os quais, porém, têm em comum

Leia mais

9 Plano de Marketing 9.1 Estratégias de Produto

9 Plano de Marketing 9.1 Estratégias de Produto 1 Sumário Executivo (O que é o plano de negócios) 2 Agradecimentos 3 Dedicatória 4 Sumário ( tópicos e suas respectivas páginas) 5 Administrativo - Introdução (O que foi feito no módulo administrativo)

Leia mais

Rastreabilidade a Prática. Amanda Prado - Itaueira Flávia Ponte - GS1 Brasil

Rastreabilidade a Prática. Amanda Prado - Itaueira Flávia Ponte - GS1 Brasil 1 Rastreabilidade a Prática Amanda Prado - Itaueira Flávia Ponte - GS1 Brasil O que é Rastreabilidade? É a capacidade de recuperação do histórico, da aplicação ou da localização de uma entidade (ou item)

Leia mais

O que é uma Empresa Líder em Logística?

O que é uma Empresa Líder em Logística? 133 O que é uma Empresa Líder em Logística? É aquela que oferece maior agregação de valor aos seus clientes em relação aos seus concorrentes a partir de uma combinação harmônica de práticas logísticas

Leia mais

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO O QUE É NÍVEL DE SERVIÇO LOGÍSTICO? É a qualidade com que o fluxo de bens e serviços

Leia mais

TECNOLOGIA NC-MES. Coleta de dados no chão de fábrica. ApontamentoS PRECISOS Coleta de dados no local e no momento de origem

TECNOLOGIA NC-MES. Coleta de dados no chão de fábrica. ApontamentoS PRECISOS Coleta de dados no local e no momento de origem Supervisão e monitoração da produção Análise de perdas, falhas e causas Indicadores de desempenho OEE e TRS O chão de fábrica em tempo real Mesmo quando todas as variáveis são idênticas mesmo produto,

Leia mais

Sistemas de Indicadores de Desempenho

Sistemas de Indicadores de Desempenho Sistemas de Indicadores de Desempenho Aula 11 Profª. Ms. Eng. Aline Soares Pereira Sistemas Produtivos I Indicadores Indicadores são formas de representação quantificáveis das características de produtos

Leia mais

Almox Express Especificação de Requisitos

Almox Express Especificação de Requisitos 1. Introdução Almox Express Especificação de Requisitos Este documento descreve um sistema de gerenciamento de almoxarifado, denominado de Almox Express, a ser desenvolvido por um grupo de estudo. Nele

Leia mais

MÓDULO COMERCIAL. OBJETIVO: Feito para gerenciar entrada e saída de notas, caixa, estoque. SAÍDAS clique na aba que deseja cadastrar ou

MÓDULO COMERCIAL. OBJETIVO: Feito para gerenciar entrada e saída de notas, caixa, estoque. SAÍDAS clique na aba que deseja cadastrar ou MÓDULO COMERCIAL OBJETIVO: Feito para gerenciar entrada e saída de notas, caixa, estoque. SAÍDAS clique na aba que deseja cadastrar ou consultar. Em Devolução de Compras, usado para realizar uma devolução

Leia mais

Tecnologia da Informação. Prof. Esp. Lucas Cruz

Tecnologia da Informação. Prof. Esp. Lucas Cruz Tecnologia da Informação Prof. Esp. Lucas Cruz Composição da nota Serão 3 notas. Trabalho apresentado. Prova conteúdo Prova livro e trabalhos www.proflucas.com www.facebook.com/prof.lucascruz Livro Sistema

Leia mais

Universidade Federal de Itajubá EPR 806 Sistemas de Informação

Universidade Federal de Itajubá EPR 806 Sistemas de Informação Tipos de Sistemas de Informação Sistemas sob a Perspectiva de Grupos Usuários Sistemas de apoio ao executivo (SAE); Universidade Federal de Itajubá EPR 806 Sistemas de Informação Segundo semestre de 2012

Leia mais

Gerenciamento Integrado de Ferramentas de Corte

Gerenciamento Integrado de Ferramentas de Corte Gerenciamento Integrado de Ferramentas de Corte DESAFIOS DA INDÚSTRIA Eng. Jardel Lemos do Prado jardel.prado@adeptmec.com Eng. Rafael B. Mundim mundim@ita.br SUMÁRIO Histórico 1900-2000 Definição do Gerenciamento

Leia mais

Gestão dos Prazos e Custos do Projeto

Gestão dos Prazos e Custos do Projeto Gestão dos Prazos e Custos do Projeto Prof. Sérgio Ricardo do Nascimento Aula 7 05 de dezembro de 2013 1 Gestão dos Prazos e Custos do Projeto - Prof. Sérgio Ricardo do Nascimento Conteúdo Programático

Leia mais

Sociedade do Conhecimento

Sociedade do Conhecimento Gerenciamento (Gestão) Eletrônico de Documentos GED Introdução Gerenciamento Eletrônico de Documentos - GED Sociedade do Conhecimento Nunca se produziu tanto documento e se precisou de tanta velocidade

Leia mais

visão, missão e visão valores corporativos Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial.

visão, missão e visão valores corporativos Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial. visão, missão e valores corporativos visão Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial. MISSÃO O Grupo Gerdau é uma Organização empresarial focada em siderurgia, com a missão de satisfazer

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico

Leia mais

Logística Empresarial. Logística de Serviço ao Cliente Prof. José Correia

Logística Empresarial. Logística de Serviço ao Cliente Prof. José Correia Logística Empresarial Logística de Serviço ao Cliente Prof. José Correia Logística de Serviço ao Cliente Kyj e Kyj definem: Serviços ao cliente, quando utilizados de forma eficaz, é uma variável primária

Leia mais

CURSOS TÉCNICOS ETEBRAX. Módulo de Nivelamento

CURSOS TÉCNICOS ETEBRAX. Módulo de Nivelamento CURSOS TÉCNICOS ETEBRAX Módulo de Nivelamento COMPETÊNCIAS QUE TRABALHAREMOS NESTE MÓDULO Conhecer o Método Teleport de Ensino Interativo. Conhecer os cursos ofertados pela Etebrax. Conhecer as principais

Leia mais

Sistema de Identificação, Rastreamento e Autenticação de Mercadorias

Sistema de Identificação, Rastreamento e Autenticação de Mercadorias São Paulo, 21 de setembro de 2010 Sistema de Identificação, Rastreamento e Autenticação de Mercadorias e Dario Thober Centro de Pesquisas von Braun Centro de Pesquisa sem fins lucrativos Soluções inovadoras

Leia mais

CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE NA EMPRESA

CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE NA EMPRESA MARCIO REIS - R.A MICHELE CRISTINE RODRIGUES DE OLIVEIRA R.A 1039074 RENATA COSTA DA SILVA SIMIÃO R.A 1039444 Ciências Contábeis CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE NA EMPRESA Orientador: Prof.

Leia mais

Logística Reversa Meio-ambiente e Produtividade

Logística Reversa Meio-ambiente e Produtividade 1. Introdução O ciclo dos produtos na cadeia comercial não termina quando, após serem usados pelos consumidores, são descartados. Há muito se fala em reciclagem e reaproveitamento dos materiais utilizados.

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS O plano de negócios deverá conter: 1. Resumo Executivo 2. O Produto/Serviço 3. O Mercado 4. Capacidade Empresarial 5. Estratégia de Negócio 6. Plano de marketing

Leia mais

Roteiro para a escrita do documento de Especificação de Requisitos de Software (ERS)

Roteiro para a escrita do documento de Especificação de Requisitos de Software (ERS) Roteiro para a escrita do documento de Especificação de Requisitos de Software (ERS) Definição Geral: Disciplina de Compiladores Prof. Jorge Bidarra (UNIOESTE) A especificação de requisitos tem como objetivo

Leia mais

6. Planejamento do Negócio

6. Planejamento do Negócio 6. Planejamento do Negócio Conteúdo 1. O que é um Plano de Negócios 2. Elaboração de um Plano de Negócios 3. Sessões Propostas para um Plano de Negócios 4. Idéias para um Plano de Negócios 5. Sites para

Leia mais

Engenharia de Requisitos

Engenharia de Requisitos Engenharia de Requisitos Conteúdo Definição Questionamentos Típicos Visão Geral Ciclo de Vida dos Requisitos Síntese dos Objetivos Gerência de Mudança Identificação de Requisitos Classificação de Requisitos

Leia mais

CEAP CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA COMÉRCIO ELETRÔNICO PROF. CÉLIO CONRADO

CEAP CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA COMÉRCIO ELETRÔNICO PROF. CÉLIO CONRADO Contexto e objetivos CEAP CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA COMÉRCIO ELETRÔNICO PROF. CÉLIO CONRADO O desenvolvimento do plano de negócios, como sistematização das idéias

Leia mais