CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE"

Transcrição

1 CHÃO DE FÁBRICA A PRODUÇÃO COMPETITIVA CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE Foco principal das empresas que competem com superioridade de seus produtos no atendimento das necessidades do cliente. A manufatura deve fabricar produtos melhores que os concorrentes, obtendo vantagem em Qualidade. A Qualidade talvez seja o fator de desempenho que mais importe entre todos os demais, pois, atualmente, é requisito mais que básico. Isso porque independentemente se sua indústria produz móveis de grande qualidade, ou os móveis ditos populares, nenhum cliente, isso mesmo: nenhum cliente, aceita mais receber algo inferior ao que ele comprou! Portanto, aqui entra um novo conceito: O que é Qualidade? Nesse contexto, podemos dizer que fazer com qualidade significa fazer certo e na primeira vez. Significa ser eficiente, fazer em conformidade com o projeto, com os procedimentos, para acertar na primeira vez. Mas, hoje, o conceito de fazer certo vem incorporando novas necessidades. Não adianta nada fazermos certo, na primeira vez, mas agredir a natureza que nos fornece boa parte de nossa matéria-prima. A educação ambiental já faz parte de nossas vidas, e de nossos clientes também. Por isso, podemos afirmar que os benefícios da qualidade afetam todas as outras medidas de desempenho da fábrica. E se a empresa possui um baixo desempenho de qualidade, certamente ela terá: Custos elevados de inspeção checando para ver se ocorreram falhas. Custos gerados por assistência técnica externa que são as piores, pois é quando as falhas são detectadas pelo cliente. E isso acarreta em: Custo da própria assistência técnica; Custos em imagem, pois a empresa terá que compensar isso de alguma maneira, através de verbas de propaganda, descontos numa próxima negociação ou mostruários. Custos de logística, para repor a mercadoria.

2 Custos gerados por assistência técnica interna trabalhar com as falhas enquanto elas ainda estão dentro da fábrica, como: Custo dos materiais refugados. Custo dos retrabalhos. Custo dos processos interrompidos (manutenção corretiva, inspeção de qualidade de produto). Para que a empresa possa ter um mínimo de controle sobre as metas competitivas visando qualidade, são necessárias algumas ferramentas, como: Padrões de Qualidade PPCP Planejamento, Programação e Controle da Produção CEP Controle Estatístico de Processo TPM Manutenção Produtiva Total Gestão para a Qualidade VANTAGEM DA VELOCIDADE Na visão do cliente, velocidade é medida da seguinte maneira: data de entrega - data do pedido. Isto porque o cliente não quer saber se o fornecedor tem o produto em estoque, se tem de fabricar, ou mesmo até comprar a matéria-prima para produzir o produto. O cliente que preza velocidade, deseja uma entrega rápida. Sendo assim, a empresa que queira ter a velocidade como vantagem competitiva, tem que entregar mais rápido que a concorrência. Já na ótica da fábrica, a velocidade é medida desde o recebimento do pedido até a entrega no depósito ou loja do cliente. Porém, para a fábrica, entre o recebimento do pedido e a entrega, podem existir inúmeras etapas a serem completadas. Vamos dar uma breve estudada: Nesse contexto, a primeira impressão que fica é a de que temos que ter estoque de produtos acabados. O que não deixa de ser uma opção! Inclusive, isto é muito utilizado por aquelas indústrias que fabricam para estoque, produzindo lotes de 1 ou 2 produtos, diariamente, para atender a demanda. A empresa também pode optar pela estratégia de produtos semi-acabados, também chamados de estoque no osso. Outra opção é capacitar o setor fabril adquirindo máquinas com grande flexibilidade de regulagens, porém com grande capacidade de produção. Mas temos que salientar alguns requisitos básicos para se conseguir a velocidade, como: Layout dimensionado e propício. Agilidade na liberação de pedidos. Fornecedores rápidos e confiáveis. Engenharia de produto implantada. Engenharia de processos básica.

3 VANTAGEM DA FLEXIBILIDADE Esta é a meta de competitividade mais focada ultimamente. As indústrias têm buscado oferecer uma maior flexibilidade aos lojistas, através de novos modelos e cores/padrões. Isso é resultado da necessidade competitiva, mas também para fugir de comparações. É muito mais fácil a empresa empurrar uma alta de preços num produto novo. Essa é uma estratégia muito utilizada por quem fornece às grandes redes. Tecnicamente, a flexibilidade deve ser entendida como a capacidade da fábrica de mudar de um processo para outro, ou mesmo sua configuração, quando o mercado ou mesmo uma mudança na engenharia de processos exigirem. Com o fácil acesso a novas tecnologias, mercados turbulentos e instáveis, e com os concorrentes cada vez mais ágeis, a flexibilidade tornou-se uma virtude em moda. E como já citamos, não faltam motivos pelos quais os fabricantes desejam ser flexíveis. Adaptar produtos a requisitos específicos dos clientes. Lidar com falhas dos fornecedores. Lidar com quebras no equipamento. Permitir que a fábrica sinta menos as oscilações do mercado. A fábrica precisa ser flexível para administrar as condições de variedade e incertezas comerciais de curto e longo prazo. O nível certo de flexibilidade é que permite que a fábrica continue a operar de forma competitiva, mesmo com essas variações. Diferentemente das outras metas de competitividade, a flexibilidade não é uma finalidade, e sim um meio para se obter os outros objetivos (confiabilidade, velocidade, qualidade e custo). Conseguimos flexibilidade com equipamentos, ferramentas e programas de trabalho que permitam isso. E, atualmente, existem várias táticas para se conseguir isso em indústrias de móveis, como: Furadeiras flexíveis (ponto a ponto). Mais rolos de cores diferentes nas linhas de pintura. Embalagens com volumes universais (que servem para vários produtos, como, por exemplo, o corpo do móvel em um volume e as portas em outro). Programas de trabalho de setup externo, visando à redução desse tempo. Fornecedores que entreguem rápido, no prazo. Treinamento de operadores. PPCP Planejamento, Programação e Controle de Produção.

4 VANTAGEM DA CONFIABILIDADE Confiabilidade = data de entrega prometida - data de entrega real Confiabilidade de entrega para o cliente é a diferença entre a data de entrega prometida e a data de entrega real. Os lojistas já avaliam o fornecedor por esta medida de desempenho há algum tempo. Hoje, um fornecedor não pode mais se dar ao luxo de atrasar a entrega, sob pena de perda do cliente. Assim, temos que aprender a monitorar o nosso desempenho sob a ótica da confiabilidade. Como está o nosso desempenho de entregas? (dias entre o pedido e a entrega efetiva, não a data de faturamento ou expedição). Como está o desempenho do nosso concorrente? Será que o concorrente transmite mais confiabilidade que nós? Confiabilidade significa cumprir as promessas de entrega, é a outra parte do desempenho de entregas, juntamente com a velocidade de entrega. Muitas empresas acabam complicando o desempenho de confiabilidade por falha no desempenho de velocidade. Mas como calcular a data certa de entrega? A área comercial tem dados confiáveis para prometer uma data de entrega? Para obter uma vantagem competitiva na confiabilidade é preciso que a empresa tenha alguns requisitos, como: Monitoramento do processo total, desde o recebimento do pedido até a entrega. PPCP Planejamento, Programação e Controle de Produção. CEP Controle Estatístico de Processos. Nunca sobrecarregar sua capacidade fabril (PPCP). Fornecedores confiáveis. Logística de distribuição confiável. Processos fabris eficientes e eficazes (redução de refugos e retrabalhos, alám de produzir com velocidade). VANTAGEM DO CUSTO Significa fazer barato, principalmente quando comparado com a concorrência. Como? Durante o texto, à medida que os objetivos de desempenho foram sendo colocados, evidenciamos que uma empresa que trabalha com qualidade, com fluxo de produção rápido, com entregas confiáveis e, além de tudo, com uma produção flexível, passa a reunir condições para operar com redução de custos. Todos os objetivos e metas estão intrinsecamente ligados.

5 Resumindo as quatro metas competitivas anteriores, temos: Velocidade reduz custos: a fábrica que processa mais rapidamente os materiais, gasta menos tempo para produzir, o que tem efeito direto no custo. Confiabilidade reduz custos: se a fábrica confia nos seus processos internos e externos, também não precisa de estoques para suprir qualquer erro de programação de produção e entrega. Maior qualidade reduz custos: trabalhar em conformidade com o que foi projetado, garante que a fábrica está realizando o custo esperado, sem surpresas desagradáveis. Também minimiza o custo de retrabalhos, refugos e, principalmente, o desperdício. Maior flexibilidade reduz custos: a melhoria da flexibilidade de fabricação, como na troca de ferramentas, por exemplo, pode reduzir o tempo de fluxo, que resultará num menor custo. Resumindo... Podemos garantir que o preço de venda ou mesmo o custo de produção, é uma conseqüência. Portanto, não adianta o empresário moveleiro ficar se preocupando se está comprando e vendendo bem, se os processos de sua empresa não são eficientes, e por conseqüência, eficazes.

Portfólio de Treinamentos. Exo Excelência Operacional // 2014

Portfólio de Treinamentos. Exo Excelência Operacional // 2014 Portfólio de Treinamentos Exo Excelência Operacional // 2014 Treinamentos Exo Excelência Operacional A Exo Excelência Operacional traz para você e sua empresa treinamentos fundamentais para o desenvolvimento

Leia mais

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7)

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) A ESTRATÉGIA DA MANUFATURA E O SISTEMA PPCP: A estratégia

Leia mais

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a...

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... INNOVA Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... Maximizar o rendimento e a produtividade Estar em conformidade com os padrões de qualidade e garantir a segurança dos alimentos Obter

Leia mais

Módulo 2/3: Automação nos Sistemas de Produção. Prof. André Pedro Fernandes Neto

Módulo 2/3: Automação nos Sistemas de Produção. Prof. André Pedro Fernandes Neto Módulo 2/3: Automação nos Sistemas de Produção Prof. André Pedro Fernandes Neto Razões para Automatizar Alto custo de mão de obra Investimentos em máquinas que possam automatizar a produção com um custo

Leia mais

15/09/2011. Historico / Conceito. Lean Production é um programa corporativo ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II. Evolucao do Conceito LEAN THINKING

15/09/2011. Historico / Conceito. Lean Production é um programa corporativo ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II. Evolucao do Conceito LEAN THINKING Historico / Conceito Lean : década de 80 James Womack (MIT) Projeto de pesquisa: fabricantes de motores automotivos; ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II Lean Production é um programa corporativo composto por

Leia mais

Cristian Dekkers Kremer (PPGEP - UTFPR) E-mail: cristian_dk@ig.com.br Prof. Dr. João Luiz Kovaleski (PPGEP - UTFPR) E-mail: kovaleski@utfpr.edu.

Cristian Dekkers Kremer (PPGEP - UTFPR) E-mail: cristian_dk@ig.com.br Prof. Dr. João Luiz Kovaleski (PPGEP - UTFPR) E-mail: kovaleski@utfpr.edu. Determinação do momento ótimo para a realização da manutenção preventiva em equipamentos de uma indústria metalúrgica: um estudo voltado para a redução de custos Cristian Dekkers Kremer (PPGEP - UTFPR)

Leia mais

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009 Gestão da Qualidade Políticas Manutenção (corretiva, preventiva, preditiva). Elementos chaves da Qualidade Total satisfação do cliente Priorizar a qualidade Melhoria contínua Participação e comprometimento

Leia mais

COMO MELHORAR O DESEMPENHO DAS LINHAS DE. Edson Donisete da Silva, Carlos Roberto Sponteado Aquarius Software

COMO MELHORAR O DESEMPENHO DAS LINHAS DE. Edson Donisete da Silva, Carlos Roberto Sponteado Aquarius Software COMO MELHORAR O DESEMPENHO DAS LINHAS DE PRODUÇÃO Edson Donisete da Silva, Carlos Roberto Sponteado Aquarius Software Objetivo Apresentar conceitos e ferramentas atuais para melhorar eficiência da produção

Leia mais

Planejamento de Processo Engenharia de Produção. Prof. MSc. Renato Luis Garrido Monaro prof.renatomonaro@gmail.com 2S - 2013

Planejamento de Processo Engenharia de Produção. Prof. MSc. Renato Luis Garrido Monaro prof.renatomonaro@gmail.com 2S - 2013 Planejamento de Processo Engenharia de Produção Prof. MSc. Renato Luis Garrido Monaro prof.renatomonaro@gmail.com 2S - 2013 Resolução Lista de Exercícios Sistemas de Administração da Produção Cap. 1 Livro

Leia mais

LAYOUT IMPACTANDO DIRETAMENTE NOS CUSTOS DE PRODUÇÃO: LUCRO NA PRODUÇÃO COM ÊNFASE NO JUST-IN- TIME

LAYOUT IMPACTANDO DIRETAMENTE NOS CUSTOS DE PRODUÇÃO: LUCRO NA PRODUÇÃO COM ÊNFASE NO JUST-IN- TIME 1 LAYOUT IMPACTANDO DIRETAMENTE NOS CUSTOS DE PRODUÇÃO: LUCRO NA PRODUÇÃO COM ÊNFASE NO JUST-IN- TIME Marcio Alves Suzano, M.Sc. Marco Antônio Ribeiro de Almeida, D.Sc. José Augusto Dunham, M.Sc. RESUMO.

Leia mais

Auditoria Operacional no Setor Produtivo em uma Industria de Envelopes de Papel

Auditoria Operacional no Setor Produtivo em uma Industria de Envelopes de Papel Auditoria Operacional no Setor Produtivo em uma Industria de Envelopes de Papel UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO MBA QUALIDADE E PRODUTIVIDADE SÃO PAULO 2009 Gerson C. Anis e grupo de trabalho SUMÁRIO RESUMO...2

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos Bloco Suprimentos Controle de Produção PCP Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Controle de Produção PCP, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas

Leia mais

Sistema de Administração da Produção

Sistema de Administração da Produção Sistema de Administração da Produção (Extraído do livro Planejamento, Programação e Controle da Produção Enrique Correa e Irineu Gianesi e Mauro Caon Ed Atlas, 2001) 1. Definição São sistemas de Informação

Leia mais

A função produção apresenta três papéis importantes para a estratégia empresarial:

A função produção apresenta três papéis importantes para a estratégia empresarial: FASCÍCULO 2 Papel estratégico e objetivo da produção Segundo Slack, para que se entenda a contribuição da função produção devese responder a duas questões: qual papel se espera que a produção desempenhe

Leia mais

Migração de sistemas antigos. Avançando para um futuro competitivo

Migração de sistemas antigos. Avançando para um futuro competitivo Migração de sistemas antigos Avançando para um futuro competitivo A automação e controle é um dos mais importantes investimentos para garantir o sucesso da manufatura de qualquer indústria. Porém, por

Leia mais

O sistema Just-In-Time. Professor: Dannilo Barbosa Guimarães

O sistema Just-In-Time. Professor: Dannilo Barbosa Guimarães O sistema Just-In-Time Professor: Dannilo Barbosa Guimarães Introdução ao JIT O Just-In-Time surgiu no Japão na década de 70 na Toyota Motor Company (Taiichi Ohno). O JIT visa o combate ao desperdício

Leia mais

PRODUÇÃO ENXUTA. Eng. Liane Freitas, MsC.

PRODUÇÃO ENXUTA. Eng. Liane Freitas, MsC. PRODUÇÃO ENXUTA Eng. Liane Freitas, MsC. O que será visto neste capítulo? 1 O significado a filosofia JIT 2 O JIT versus a prática tradicional 3 As técnicas JIT de gestão 4 As técnicas JIT de planejamento

Leia mais

Logística Empresarial

Logística Empresarial Logística Empresarial Aula 05 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo: Administração de Materiais Profª Neuza AULA ANTERIOR: Compras O que é??? É uma atividade de aquisição que visa garantir o abastecimento da empresa

Leia mais

Paletizadoras e despaletizadoras

Paletizadoras e despaletizadoras Paletizadoras e despaletizadoras Paletizadoras e despaletizadoras Intelligrated Com sua marca de equipamentos Alvey, a Intelligrated tem mais de 60 anos de experiência em soluções essenciais de paletização

Leia mais

CADEIA DE SUPRIMENTOS MÉTODOS DE RECEBIMENTOS RESUMO

CADEIA DE SUPRIMENTOS MÉTODOS DE RECEBIMENTOS RESUMO 1 CADEIA DE SUPRIMENTOS MÉTODOS DE RECEBIMENTOS LEANDRO PANTOJO 1 PETERSON ROBERTO DE LARA 2 VAGNER FUSTINONI 3 RENATO FRANCISCO SALDANHA SILVA 4 VALDECIL DE SOUZA 5 RESUMO O objetivo deste trabalho será

Leia mais

1. SISTEMA DE PRODUÇÃO (6) 2. DESPERDÍCIOS DA PRODUÇÃO (8) 3. PLANEJAMENTO E CONTROLE DE ESTOQUES (8) 4. MRP (6) 5. PRODUÇÃO LEAN (12) 6.

1. SISTEMA DE PRODUÇÃO (6) 2. DESPERDÍCIOS DA PRODUÇÃO (8) 3. PLANEJAMENTO E CONTROLE DE ESTOQUES (8) 4. MRP (6) 5. PRODUÇÃO LEAN (12) 6. UNIFEI MBA UNIFEI PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO GERÊNCIA DA PRODUÇÃO 1. SISTEMA DE PRODUÇÃO (6) 2. DESPERDÍCIOS DA PRODUÇÃO (8) 3. PLANEJAMENTO E CONTROLE DE ESTOQUES (8) 4. MRP (6)

Leia mais

Desempenho de Operações. EAD 0763 Aula 2 Livro Texto Cap.2 Leonardo Gomes

Desempenho de Operações. EAD 0763 Aula 2 Livro Texto Cap.2 Leonardo Gomes Desempenho de Operações EAD 0763 Aula 2 Livro Texto Cap.2 Leonardo Gomes Agenda da aula 1 Desempenho de operações 2 Estudo de caso Capítulo 2- Desempenho de Operações Desempenho de operações Como avaliar

Leia mais

17/02/2015 JIT KANBAN. Uma técnica que se utiliza de várias normas e regras para modificar o ambiente produtivo.

17/02/2015 JIT KANBAN. Uma técnica que se utiliza de várias normas e regras para modificar o ambiente produtivo. ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO JIT KANBAN - JIT Uma técnica que se utiliza de várias normas e regras para modificar o ambiente produtivo. Técnica voltada para a otimização da produção. PODE SER APLICADA TANTO

Leia mais

Planejamento, Programação e Controle da Produção

Planejamento, Programação e Controle da Produção Planejamento, Programação e Controle da Produção Aula 01 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso

Leia mais

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES 1 O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES Cesar Paulo Lomba (Discente do 4º período de Tecnologia de Gestão Financeira das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS) Maria Luzia

Leia mais

Apresentação Análise Essencial Projeto Implantação do Sistema Treinamento Suporte Técnico

Apresentação Análise Essencial Projeto Implantação do Sistema Treinamento Suporte Técnico Apresentação Um projeto de informatização tem como principal função analisar as características da empresa e apontar os pontos onde são necessários controles informatizados, fazendo uma análise junto à

Leia mais

UnB Universidade de Brasília. Administração de Recursos Materiais. Tema: Gestão de estoque. Alunos: - Beliza de Ávila.

UnB Universidade de Brasília. Administração de Recursos Materiais. Tema: Gestão de estoque. Alunos: - Beliza de Ávila. UnB Universidade de Brasília Administração de Recursos Materiais Tema: Gestão de estoque Alunos: - Beliza de Ávila - Felipe Jordán - Guilherme de Miranda - Jefferson Coelho O conceito de ocupação física

Leia mais

QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE

QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE *Envie o nome de seu grupo, dos integrantes e um telefone de contato junto com as respostas do questionário abaixo para o e-mail COMMUNICATIONS.SLA@SCANIA.COM*

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

PADARIA CASA DO PÃO. Atividade J04: Entrega virtual do Projeto do Semestre. P25 -Amanda Monteiro. P15-Consuelo Del Valle. P22- Ingrid Magalhães

PADARIA CASA DO PÃO. Atividade J04: Entrega virtual do Projeto do Semestre. P25 -Amanda Monteiro. P15-Consuelo Del Valle. P22- Ingrid Magalhães PADARIA CASA DO PÃO Atividade J04: Entrega virtual do Projeto do Semestre P25 -Amanda Monteiro P15-Consuelo Del Valle P22- Ingrid Magalhães P26 - Luiza Fleury ÍNDICE 1. A empresa... 2 2. Objetivo da empresa:...

Leia mais

TPM Total Productive Maintenance. ENG 90017 Manutenção e Confiabilidade Flávio Fogliatto

TPM Total Productive Maintenance. ENG 90017 Manutenção e Confiabilidade Flávio Fogliatto TPM Total Productive Maintenance ENG 90017 Manutenção e Confiabilidade Flávio Fogliatto Histórico e panorâmica da sistemática Surgida no Japão, é considerada evolução natural da manutenção corretiva (reativa)

Leia mais

Terceirização total ou terceirização parcial: qual delas escolher? Dialetto Comunicação Estratégica

Terceirização total ou terceirização parcial: qual delas escolher? Dialetto Comunicação Estratégica Terceirização total ou terceirização parcial: qual delas escolher? Dialetto Comunicação Estratégica Índice Introdução Capítulo 1 - Por que terceirizar a montagem de placas? Capítulo 2 - Como escolher a

Leia mais

Sistemas de Transformação e Estratégia de produção

Sistemas de Transformação e Estratégia de produção Sistemas de Transformação e de produção A seleção do Processo de produção depende: -Tecnologia dos Processos de Transformaçã ção -Tecnologia dos meios auxiliares (dispositivos, ferramentas) -Tecnologia

Leia mais

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Estratégia Competitiva é o conjunto de planos, políticas,

Leia mais

LEAN-CURSOS E WORKSHOPS Cursos otimizados para as necessidades do Cliente Cursos Padrão Workshops de Capacitação

LEAN-CURSOS E WORKSHOPS Cursos otimizados para as necessidades do Cliente Cursos Padrão Workshops de Capacitação LEAN-CURSOS E WORKSHOPS Cursos otimizados para as necessidades do Cliente Cursos Padrão Workshops de Capacitação Serviços : Cursos e workshops especialmente criados para capacitar a sua organização no

Leia mais

Vendas na Empresa Lean

Vendas na Empresa Lean Vendas na Empresa Lean Autor: Alexandre Cardoso Publicado: 29/04/2011 Introdução Em uma empresa, a área de Vendas é de extrema importância para o sucesso do negócio. Aprimorar o seu desempenho tem sido

Leia mais

O que é e-ppcp? Funcionalidades adicionadas:

O que é e-ppcp? Funcionalidades adicionadas: e-ppcp / e-kanban 1 O que é e-ppcp? O e-ppcp é um aplicativo desenvolvido em ABAP/4 pela IntegrationSys para adicionar ao ERP SAP funcionalidades para suportar efetivamente o planejamento e operação de

Leia mais

Just in Time Massagista JIT?

Just in Time Massagista JIT? Just Just in Time Time Massagista JIT? Planejamento e Controle Just-in-Time Fornecimento de produtos e serviços Recursos de produção Just-in-Time Entrega de produtos e serviços apenas quando são necessários

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DO CONHECIMENTO NAS PEQUENAS ORGANIZAÇÕES: UM MODELO DE ABORDAGEM ABRAHAM B. SICSÚ

GESTÃO ESTRATÉGICA DO CONHECIMENTO NAS PEQUENAS ORGANIZAÇÕES: UM MODELO DE ABORDAGEM ABRAHAM B. SICSÚ GESTÃO ESTRATÉGICA DO CONHECIMENTO NAS PEQUENAS ORGANIZAÇÕES: UM MODELO DE ABORDAGEM ABRAHAM B. SICSÚ 1 Contextualizando a Apresentação Gestão do Conhecimento, primeira abordagem: TI + Tecnologias Organizacionais

Leia mais

Administração das Operações Produtivas

Administração das Operações Produtivas Administração das Operações Produtivas MÓDULO 5: PAPEL ESTRATÉGICO E OBJETIVOS DA PRODUÇÃO Segundo Slack, para que se entenda a contribuição da função produção devese responder a duas questões: qual papel

Leia mais

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning ERP Enterprise Resources Planning A Era da Informação - TI GRI Information Resource Management -Informação Modo organizado do conhecimento para ser usado na gestão das empresas. - Sistemas de informação

Leia mais

Oracle Financing: A Maneira Mais Rápida e Acessível de Adquirir Soluções de TI

Oracle Financing: A Maneira Mais Rápida e Acessível de Adquirir Soluções de TI Oracle Financing: A Maneira Mais Rápida e Acessível de Adquirir Soluções de TI Para competir com eficácia, as empresas da atualidade precisam se adaptar a um ambiente tecnológico que sofre rápidas mudanças.

Leia mais

Universidade Federal de Sergipe Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Núcleo de Engenharia de Produção Disciplina Engenharia de Produto

Universidade Federal de Sergipe Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Núcleo de Engenharia de Produção Disciplina Engenharia de Produto Universidade Federal de Sergipe Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Núcleo de Engenharia de Produção Disciplina Engenharia de Produto Prof. Andréa Cristina dos Santos, Dr. Eng. andreaufs@gmail.com

Leia mais

Por que a HEAVYLOAD? GERENCIAMENTO LOCAÇÃO DE EQUIPAMENTOS CERTIFICAÇÃO IÇAMENTO E LANÇAMENTO TESTE DE CARGA MOVIMENTAÇÃO CARGAS CARGA MANUTENÇÃO

Por que a HEAVYLOAD? GERENCIAMENTO LOCAÇÃO DE EQUIPAMENTOS CERTIFICAÇÃO IÇAMENTO E LANÇAMENTO TESTE DE CARGA MOVIMENTAÇÃO CARGAS CARGA MANUTENÇÃO Por que a HEAVYLOAD? Possibilidade garantida de contratar um único fornecedor com foco em: Gerenciamento dos Ativos; Desenvolvimento e implementação de novas tecnologias; Centro de Treinamento Próprio

Leia mais

Serviço ao Cliente Prof. Fernando A. S. Marins fmarins@feg.unesp.br www.feg.unesp.br/~fmarins

Serviço ao Cliente Prof. Fernando A. S. Marins fmarins@feg.unesp.br www.feg.unesp.br/~fmarins Serviço ao Cliente Prof. Fernando A. S. Marins fmarins@feg.unesp.br www.feg.unesp.br/~fmarins 1 Sumário Conceitos Segmentação de Mercado Rentabilidade de Clientes e Serviço ao Cliente Recuperação de Serviço

Leia mais

A importância da Manutenção de Máquina e Equipamentos

A importância da Manutenção de Máquina e Equipamentos INTRODUÇÃO A importância da manutenção em máquinas e equipamentos A manutenção de máquinas e equipamentos é importante para garantir a confiabilidade e segurança dos equipamentos, melhorar a qualidade

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Noções de Engenharia de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Noções de Engenharia de Produção Curso de Engenharia de Produção Noções de Engenharia de Produção Logística: - II Guerra Mundial; - Por muito tempo as indústrias consideraram o setor de logística de forma reativa e não proativa (considera

Leia mais

A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras

A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras Medição do desempenho na cadeia de suprimentos Medição do desempenho Sob a perspectiva da gestão da produção, o desempenho pode ser definido

Leia mais

JUST-IN-TIME & KANBAN

JUST-IN-TIME & KANBAN JUST-IN-TIME & KANBAN Prof. Darli Rodrigues Vieira darli@darli.com.br 1 OBJETIVO DA AULA OBJETIVO: EVIDENCIAR O QUE É JUST IN TIME E QUAL É SUA UTILIDADE EM PROJETOS DE OTIMIZAÇÃO DE RECURSOS EM OPERAÇÕES

Leia mais

LOGÍSTICA GLOBAL. Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP.

LOGÍSTICA GLOBAL. Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP. LOGÍSTICA GLOBAL Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP. EDI Intercâmbio Eletrônico de Dados Introdução O atual cenário econômico é marcado por: a) intensa competitividade, b) pela necessidade de rápida

Leia mais

TOTVS COLABORAÇÃO 2.0 FISCAL powered by NeoGrid

TOTVS COLABORAÇÃO 2.0 FISCAL powered by NeoGrid TOTVS COLABORAÇÃO 2.0 FISCAL powered by NeoGrid Recebimento de NF-e e CT-e Emissão de NF-e, CT-e, MDF-e e NFS-e Integração nativa com o seu ERP Exija a solução que é o melhor investimento para a gestão

Leia mais

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE CADEIAS PRODUTIVAS

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE CADEIAS PRODUTIVAS PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE CADEIAS PRODUTIVAS 2ª OFICINA MAPEAMENTO DO FLUXO DE VALOR Lean Manufacturing é a busca da perfeição do processo através da eliminação de desperdícios Definir Valor Trabalhar

Leia mais

DEFINIÇÃO DA FUNÇÃO COMPRAS

DEFINIÇÃO DA FUNÇÃO COMPRAS GESTÃO DE COMPRAS DEFINIÇÃO DA FUNÇÃO COMPRAS Obtenção no mercado o abastecimento de produtos e serviços necessários a operação da empresa. Fornecedor extensão da empresa COMPRAS DENTRO DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

Leia mais

Klabin eleva produtividade e eficiência operacional e financeira de fábricas com SAP MII

Klabin eleva produtividade e eficiência operacional e financeira de fábricas com SAP MII Klabin eleva produtividade e eficiência operacional e financeira de fábricas com SAP MII Com 16 fábricas no Brasil e uma na Argentina, a Klabin S.A. é a maior produtora e exportadora de papéis do Brasil.

Leia mais

Infor Supply Chain Execution Sistema de Gerenciamento de Armazéns. Edgar Eler Arquiteto de Sistemas

Infor Supply Chain Execution Sistema de Gerenciamento de Armazéns. Edgar Eler Arquiteto de Sistemas Infor Supply Chain Execution Sistema de de Armazéns Edgar Eler Arquiteto de Sistemas Sobre a Mag-W A Mag-W foi criada especialmente para trazer ao mercado o que há de melhor em soluções corporativas de

Leia mais

Infor ERP SyteLine Visão Geral. Edgar Eler Arquiteto de Sistemas

Infor ERP SyteLine Visão Geral. Edgar Eler Arquiteto de Sistemas Infor ERP SyteLine Visão Geral Edgar Eler Arquiteto de Sistemas Sobre a Mag-W A Mag-W foi criada especialmente para trazer ao mercado o que há de melhor em soluções corporativas de Tecnologia da Informação

Leia mais

Recursos Materiais e Patrimoniais

Recursos Materiais e Patrimoniais Recursos Materiais e Patrimoniais Professor conteudista: Jean Carlos Cavaleiro Sumário Recursos Materiais e Patrimoniais Unidade I 1 OS RECURSOS...2 1.1 Administração de materiais...6 1.1.1 Medida de desempenho...6

Leia mais

Varejistas de todos os portes tem dúvidas em relação ao processo de armazenamento de seus produtos no estoque.

Varejistas de todos os portes tem dúvidas em relação ao processo de armazenamento de seus produtos no estoque. Varejistas de todos os portes tem dúvidas em relação ao processo de armazenamento de seus produtos no estoque. Com o intuito de esclarecer algumas destas dúvidas, a KPL preparou este artigo contendo os

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

- Especificações; - Notas de entrega de produção; - Pedidos de Compra.

- Especificações; - Notas de entrega de produção; - Pedidos de Compra. PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO. CAPÍTULO 6 Planejamento, Programação e Controle da Produção (PPCP) é uma função técnica e administrativa que tem por objetivo fazer os planos que orientarão

Leia mais

GUIa Prático para enfrentar a concorrência no e-commerce

GUIa Prático para enfrentar a concorrência no e-commerce GUIa Prático para enfrentar a concorrência no e-commerce Você é do tipo que quer arrancar os cabelos toda vez que um concorrente diminui o preço? Então você precisa ler este guia rápido agora mesmo. Aqui

Leia mais

MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS

MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS ISSN 1984-9354 MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS Jamile Pereira Cunha Rodrigues (UESC) Resumo Diante do atual cenário competitivo empresarial, as empresas estão buscando

Leia mais

Sistema de gestão ERP. erp

Sistema de gestão ERP. erp Sistema de gestão ERP erp Módulos e Clientes Os módulos podem ser adquiridos separadamente, conforme a sua necessidade. erp área comercial área administrativa financeira área produção e suprimentos área

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL (SIG) Conjunto integrado de pessoas, procedimentos, banco de dados e dispositivos que suprem os gerentes e os tomadores

Leia mais

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO OS NEGÓCIOS Odilio Sepulcri* INTRODUÇÃO A sobrevivência dos negócios, dentre outros fatores, se dará pela sua capacidade de gerar lucro. O lucro, para um determinado produto, independente da forma como

Leia mais

Estratégias para aumentar a rentabilidade. Indicadores importantes. Controle a produção. Reduza filas. Trabalhe com promoções.

Estratégias para aumentar a rentabilidade. Indicadores importantes. Controle a produção. Reduza filas. Trabalhe com promoções. Uma publicação: Estratégias para aumentar a rentabilidade 04 Indicadores importantes 06 Controle a produção 08 Reduza filas 09 Trabalhe com promoções 10 Conclusões 11 Introdução Dinheiro em caixa. Em qualquer

Leia mais

Prof. Silene Seibel, Dra. silene@joinville.udesc.br

Prof. Silene Seibel, Dra. silene@joinville.udesc.br Prof. Silene Seibel, Dra. silene@joinville.udesc.br 1 Projetar sistemas de movimentação e armazenagem de materiais baseados nos princípios lean 2 Aprender a desenhar o fluxo de informações e materiais

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO Plano de Ação Estratégico Estratégias empresariais Anexo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEBRAE Unidade de Capacitação Empresarial Estratégias

Leia mais

Software para Controle Estatístico do Processo (CEP)

Software para Controle Estatístico do Processo (CEP) Software para Controle Estatístico do Processo (CEP) A FERRAMENTA CEP: "CEP é uma poderosa ferramenta de monitoramento e controle dos parâmetros vitais de processo e de produto, objetivando buscar a estabilização

Leia mais

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha Unidade II GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha Após a Segunda Guerra Mundial: Estados Unidos da América passaram por um longo período de crescimento. Responsáveis pela reconstrução de muitos

Leia mais

Conectando a Montagem aos Processos em Lotes através de Sistemas Puxados Básicos

Conectando a Montagem aos Processos em Lotes através de Sistemas Puxados Básicos Conectando a Montagem aos Processos em Lotes através de Sistemas Puxados Básicos Art Smalley Tradução: Diogo Kosaka Sistemas puxados são uma parte fundamental da manufatura lean e freqüentemente são mal

Leia mais

Maurus Joenk Diretor / Consultor Técnico QUALIDADE COM PRODUTIVIDADE

Maurus Joenk Diretor / Consultor Técnico QUALIDADE COM PRODUTIVIDADE Maurus Joenk Diretor / Consultor Técnico QUALIDADE COM PRODUTIVIDADE QUALIDADE COM PRODUTIVIDADE A ARTPOL Assessoria, Consultoria e Treinamento Empresarial Ltda, atua em empresas transformadoras de plásticos

Leia mais

O MARKETING COLETIVO COMO FORÇA COMPETITIVA

O MARKETING COLETIVO COMO FORÇA COMPETITIVA VAREJO Julho - 2012 O MARKETING COLETIVO COMO FORÇA COMPETITIVA Fonte imagem: Disponível em:< http://4.bp.blogspot.com/_caqa6tpillu/tjevn_ah_ei/ AAAAAAAAAAM/3dTp5VPhJ9E/s1600/69589_Papel-de-Parede-Todos-juntos_1280x800.

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul GESTÃO FINANCEIRA para ficar no azul índice 03 Introdução 04 Capítulo 1 O que é gestão financeira? 06 Capítulo 2 Gestão financeira e tomada de decisões 11 13 18 Capítulo 3 Como projetar seu fluxo financeiro

Leia mais

Simulação dos pátios de madeira no Paraná Obtendo o melhor modelo logístico

Simulação dos pátios de madeira no Paraná Obtendo o melhor modelo logístico Simulação dos pátios de madeira no Paraná Obtendo o melhor modelo logístico 1 A Klabin A Klabin é a maior produtora e exportadora de papéis do Brasil*. Líder nos mercados de papéis e cartões para embalagens,

Leia mais

GESTÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE Introdução

GESTÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE Introdução GESTÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE Introdução Considerações iniciais Qualidade: Grau de perfeição, de precisão, de conformidade a um certo padrão. É conceito multidimensional, isto é, o cliente avalia a qualidade

Leia mais

Fundamentos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação

Fundamentos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação Objetivo da Aula Tecnologia e as Organizações, importância dos sistemas de informação e níveis de atuação dos sistemas de informação Organizações & Tecnologia TECNOLOGIA A razão e a capacidade do homem

Leia mais

P G Q P. Gestão de Produtividade. Ivan De Pellegrin. Alexandre Soares. Produttare Consultores Associados. Medabil Sistemas Construtivos

P G Q P. Gestão de Produtividade. Ivan De Pellegrin. Alexandre Soares. Produttare Consultores Associados. Medabil Sistemas Construtivos P G Q P Gestão de Produtividade Ivan De Pellegrin Produttare Consultores Associados Alexandre Soares Medabil Sistemas Construtivos Plano de Vôo 1. Introdução a. Produtividade um dos requisitos... b. Indicadores

Leia mais

SOLMIX Consultoria Empresarial - Fone: 011 99487 7751

SOLMIX Consultoria Empresarial - Fone: 011 99487 7751 Objetivos Nosso Objetivo é Colocar a disposição das empresas, toda nossa Experiência Profissional e metodologia moderna, dinâmica e participativa, para detectar as causas sintomáticas e seus efeitos. Realizar

Leia mais

Logística e Valor para o Cliente 1

Logística e Valor para o Cliente 1 1 Objetivo da aula Esta aula se propõe a atingir os seguintes objetivos: 1. Discutir a importância do gerenciamento da interface entre marketing e logística. 2. Reconhecer a necessidade de entender os

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração. Módulo de Gestão de Materiais Aula 2 Prof. Marcus Fontes

FTAD Formação Técnica em Administração. Módulo de Gestão de Materiais Aula 2 Prof. Marcus Fontes FTAD Formação Técnica em Administração Módulo de Gestão de Materiais Aula 2 Prof. Marcus Fontes AULA PASSADA: CADASTRAMENTO DE MATERIAIS UMA REVISÃO RÁPIDA CONCEITO DE CADASTRAMENTO DE MATERIAIS E SUAS

Leia mais

Capítulo V. Planejamento e organização da manutenção Por Igor Mateus de Araújo e João Maria Câmara* Manutenção elétrica industrial

Capítulo V. Planejamento e organização da manutenção Por Igor Mateus de Araújo e João Maria Câmara* Manutenção elétrica industrial 46 Capítulo V Planejamento e organização da manutenção Por Igor Mateus de Araújo e João Maria Câmara* A busca incessante do lucro pelas empresas, focada relegando-a a uma posição secundária ou a ser vista

Leia mais

Gerenciamento da produção

Gerenciamento da produção 74 Corte & Conformação de Metais Junho 2013 Gerenciamento da produção Como o correto balanceamento da carga de dobradeiras leva ao aumento da produtividade e redução dos custos (I) Pedro Paulo Lanetzki

Leia mais

CAPÍTULO 4 Projeto e organização do trabalho e dos recursos físicos

CAPÍTULO 4 Projeto e organização do trabalho e dos recursos físicos ADMINISTRAÇÃO GESTÃO DA PRODUÇÃO CAPÍTULO 4 Projeto e organização do trabalho e dos recursos físicos 4.1 Arranjo físico GESTÃO DA PRODUÇÃO É a maneira segundo a qual se encontram dispostos fisicamente

Leia mais

Ementa e Cronograma Programático...

Ementa e Cronograma Programático... Prof. Fabrício Rogério Parrilla Ementa e Cronograma Programático... AULA 01 Estratégia de Operações e Planejamento Agregado AULA 02 Planejamento e Controle de Operações AULA 03 Gestão da Demanda e da Capacidade

Leia mais

Soluções baseadas no SAP Business One BX PRODUCTION BX PRODUCTION. Software de Gestão para Manufatura Discreta e Repetitiva.

Soluções baseadas no SAP Business One BX PRODUCTION BX PRODUCTION. Software de Gestão para Manufatura Discreta e Repetitiva. Brochura BX PRODUCTION Soluções baseadas no SAP Business One BX PRODUCTION Software de Gestão para Manufatura Discreta e Repetitiva SAP Business One para manufatura discreta e repetitiva A combinação de

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1 Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva 1 Resposta do Exercício 1 Uma organização usa algumas ações para fazer frente às forças competitivas existentes no mercado, empregando

Leia mais

KANBAN. Kanban. Just in Time. Desperdícios. A Simplicidade no Controle das Operações

KANBAN. Kanban. Just in Time. Desperdícios. A Simplicidade no Controle das Operações KANBAN Kanban A Simplicidade no Controle das Operações Desmistificando JIT e Kanban; O Problema dos altos estoques; O Sistema MRP Os desperdícios 1 2 Just in Time Desperdícios A Filosofia Just in Time

Leia mais

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade?

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade? Nas atividades empresariais, a área financeira assume, a cada dia, funções mais amplas de coordenação entre o operacional e as expectativas dos acionistas na busca de resultados com os menores riscos.

Leia mais

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex...

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... (/artigos /carreira/comopermanecercalmosob-pressao /89522/) Carreira Como permanecer calmo sob pressão (/artigos/carreira/como-permanecer-calmosob-pressao/89522/)

Leia mais

TPM Planejamento, organização, administração

TPM Planejamento, organização, administração TPM Planejamento, organização, administração A UU L AL A Durante muito tempo as indústrias funcionaram com o sistema de manutenção corretiva. Com isso, ocorriam desperdícios, retrabalhos, perda de tempo

Leia mais

Segmento MANUFATURA TÊXTIL E VESTUÁRIO

Segmento MANUFATURA TÊXTIL E VESTUÁRIO Segmento MANUFATURA TÊXTIL E VESTUÁRIO No mercado têxtil e de vestuário, alta competitividade, sazonalidade e novas tecnologias de indústrias como a calçadista, de esportes e a própria moda são grandes

Leia mais

Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP

Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP São descritos a seguir objetivos, expectativas e requisitos relativos à documentação dos elementos individuais do APQP Status Report (ver QSV / S 296001

Leia mais

Just-in-time. Podemos dizer que estamos usando a técnica. Conceito

Just-in-time. Podemos dizer que estamos usando a técnica. Conceito A UU L AL A Just-in-time Podemos dizer que estamos usando a técnica ou sistema just-in-time ou, abreviadamente, JIT, quando produzimos ago sem desperdício de matéria-prima; quando soicitamos e utiizamos

Leia mais

OEE à Vista. Apresentando Informações da Produção em Tempo Real. Primeira Edição 2013 Caique Cardoso. Todos os direitos reservados.

OEE à Vista. Apresentando Informações da Produção em Tempo Real. Primeira Edição 2013 Caique Cardoso. Todos os direitos reservados. Apresentando Informações da Produção em Tempo Real Primeira Edição 2013 Caique Cardoso. Todos os direitos reservados. 2/20 Tópicos 1Introdução...3 2O que é Gestão à Vista?...3 3Como é a Gestão à Vista

Leia mais

Logística Reversa Meio-ambiente e Produtividade

Logística Reversa Meio-ambiente e Produtividade 1. Introdução O ciclo dos produtos na cadeia comercial não termina quando, após serem usados pelos consumidores, são descartados. Há muito se fala em reciclagem e reaproveitamento dos materiais utilizados.

Leia mais

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA:

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA: Prof. Jean Cavaleiro Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA: PRODUÇÃO E COMÉRCIO Introdução Entender a integração logística. A relação produção e demanda. Distribuição e demanda. Desenvolver visão sistêmica para

Leia mais

JUST IN TIME: UMA DAS FERRAMENTAS DE OTIMIZAÇÃO DA PRODUÇÃO RESUMO

JUST IN TIME: UMA DAS FERRAMENTAS DE OTIMIZAÇÃO DA PRODUÇÃO RESUMO JUST IN TIME: UMA DAS FERRAMENTAS DE OTIMIZAÇÃO DA PRODUÇÃO RESUMO O presente artigo, mostra de forma clara e objetiva os processos da ferramenta Just in time, bem como sua importância para a área de produção.

Leia mais