LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza"

Transcrição

1 LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

2 Introdução

3 A A logística sempre existiu e está presente no dia a dia de todos nós, nas mais diversas atividades, ou seja, se desejamos adquirir um produto ou se planejamos as tarefas a serem realizadas durante o dia é a que permite que tudo aconteça. Segundo Antônio Galvão Novaes, autor do livro e Gerenciamento da Cadeia de Distribuição, na sua origem, o conceito de estava essencialmente ligado às operações militares. 3

4 A Ao decidir avançar suas tropas, seguindo uma determinada estratégia militar, os generais precisavam ter, sob suas ordens, uma equipe que providenciasse o deslocamento, na hora certa, de munição, alimentos equipamentos e socorro médico para o campo de batalha. 4

5 A Foi o que também ocorreu nas empresas durante um bom período de tempo. Uma indústria precisa transportar seus produtos da fábrica para os depósitos ou para as lojas de seus clientes; precisa também providenciar e armazenar matéria prima em quantidades suficientes para garantir os níveis de fabricação planejados. Por outro lado, em razão das descontinuidades entre o ritmo de produção e de demanda, precisa manter produtos acabados em estoque. 5

6 A Essas operações eram antigamente consideradas atividades de apoio, inevitáveis. Os executivos entendiam então que, no fundo, tais operações não agregavam nenhum valor ao produto. Dentro da organização empresarial, esse setor era encarado como um mero centro de custo, sem maiores implicações estratégicas e de geração de negócios.. 6

7 A ONTEM Na Antiguidade, as mercadorias que as pessoas desejavam não eram produzidas onde elas gostariam de consumi las ou não eram acessíveis quando as desejavam. Alimentos e outros bens de consumo estavam amplamente dispersos e disponíveis em abundância apenas em certos períodos do ano. As pessoas tinham que consumir as mercadorias imediatamente nos locais onde as encontravam, ou precisavam transferilas para um local de sua preferência e armazená las para uso posterior. 7

8 A ONTEM Entretanto, devido à ausência de um sistema de transporte bem desenvolvido e de sistemas de armazenagem, o movimento de mercadorias era limitado ao que um indivíduo podia transportar e a armazenagem de perecíveis era possível apenas por um curto período de tempo. Essas limitações dos sistemas de movimentação e de armazenagem forçaram as pessoas a viverem perto das fontes de produção e a consumirem uma estreita gama de mercadorias 8

9 A HOJE Mesmo hoje, em algumas áreas do mundo, o consumo e a produção estão em regiões geográficas muito limitadas. Exemplos impressionantes ainda podem ser observados em alguns países da Ásia e da África,ondegrandepartedapopulaçãoviveem pequenas aldeias, e a maioria do que necessitam é produzida em uma vizinhança próxima. Algumas mercadorias são trazidas de outras áreas. A eficiência produtiva e o padrão de vida são geralmente baixos nesse tipo de economia. O principal motivo para isso éafaltadesistemas logísticos bem desenvolvidos e baratos que possam encorajar uma troca de mercadorias com outras áreas produtivas do país. 9

10 A HOJE Quando o sistema logístico melhorou, o consumo e a produção começaram a separar se geograficamente. As regiões se especializaram nas mercadorias que poderiam ser produzidas com mais eficiência. O excesso de produção poderia ser transportado de forma econômica para outras áreas produtivas ou consumidoras, enquanto que os produtos necessários que não fossem produzidos no local seriam importados. 10

11 A ONTEM e HOJE Ontem a era vista como um mero gerador de custos dentro da empresa e hoje ela é considerada uma atividade estratégica dentro das organizações. 11

12 A e a Cadeia de Suprimentos

13 Conceito de é o processo de gerenciamento estratégico da compra, dotransporte edaarmazenagem de matériasprimas, partes e produtos acabados (além dos fluxos de informação relacionados) por parte da Organização e de seus canais de marketing, de tal modo que a lucratividade atual e futura sejam maximizadas mediante a entrega de encomendas com o menor custo associado. A é essencialmente a orientação eaestrutura de planejamento que procuram criar um plano único para o fluxo de produtos e de informação ao longo de um negócio. 13

14 A Cadeia de Suprimentos (Supply Chain Management) A Cadeia de Suprimentos apoia se na estrutura logística e procura criar vínculos e coordenação entre os processos de outras organizações existentes no canal, ou seja, fornecedores, clientes eaprópriaorganização. Éagestãodasrelações a montante e ajusante com fornecedores e clientes para entregar mais valor ao cliente, a um custo menor para a cadeia de suprimentos como um todo. Montante = que soma, importância. Jusante = sentido em que fluem as informações. 14

15 O Conceito da Cadeia de Suprimentos É uma rede de organizações conectadas e interdependentes, trabalhando conjuntamente, em regime de cooperação mútua, para controlar, gerenciar e aperfeiçoar o fluxo de matérias primas e informação dos fornecedores para os clientes finais. O foco da Cadeia de Suprimentos: Está no gerenciamento das relações, de modo atingir um resultado mais lucrativo para todas as partes da cadeia. Está na cooperação e na confiança e no reconhecimento de que devidamente gerenciado, o todo pode ser maior que a soma de suas partes. 15

16 ... entendendo a evolução Atividades Separadas Atividades logísticas desempenhadas por diversas áreas. se restringe ao armazém e transportes. Fluxo de informações é deficiente. Busca por eficiência departamental não existe sinergia. Integrada Integração das atividades sob a mesma responsabilidade. Criação do Departamento de. Preocupação com o fluxo de informações. Busca pela redução do custo total da empresa visão sistêmica. Cadeia de Suprimentos Integração das atividades logísticas entre diversas empresas. Iniciativas como ECR, Quick Response e CPFR. Troca de informações entre empresas. Buscapelareduçãodo custo total da cadeia e satisfação do consumidor. EVOLUÇÃO DA LOGÍSTICA 16

17 ... Resumindo (Council of Supply Chain Management Professionals ) Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos, engloba o Planejamento ea Gestão de todas as atividades envolvidas em Identificar Fornecedores, Comprar, Fabricar, e Gerenciar as atividades logísticas. Inclui também a Coordenação e a Colaboração entre os parceiros do canal, que podem ser Fornecedores, Intermediários, Provedores de serviços e clientes. Seu objetivo é agregar o maior valor possível ao CONSUMIDOR A é a parcela do processo da cadeia de suprimentos que planeja, implanta e controla o fluxo eficiente e eficaz de matérias primas, estoque emprocesso,produtosacabadoseinformaçõesrelacionadas,desdeseu ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender aos requisitos dos clientes. é parte do Supply Chain Management 17

18 Vantagem Competitiva

19 A e o Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos podem ser uma vantagem competitiva para as empresas? 19

20 ... A condução eficaz da logística e do gerenciamento da cadeia de suprimentos pode fornecer importante fonte de vantagem competitiva, ou seja, uma posição de duradoura superioridade em relação aos concorrentes, emtermosdepreferência do cliente, pode ser obtida mediante o melhor gerenciamento da logística e da cadeia de suprimentos. Exemplos: Tempo de entrega de produtos adquiridos (entregas rápidas); Embalagemdeproteçãodeumproduto(maior resistência); Agilidade no processo de compras; Informações confiáveis sobre o produto; Serviços especiais; etc. 20

21 ... A fonte de Vantagem Competitiva está: 1. Na capacidade da organização de se diferenciar aos olhos do cliente e de seus concorrentes; 2. Em operar a um custo menor e, portanto, com maior lucro. Buscar uma vantagem competitiva sustentável e defensável tem sido a preocupação de todo administrador que esteja consciente das realidades do mercado. Não é mais aceitável supor que bons produtos vendem por si mesmos nem é aconselhável imaginar que o sucesso de hoje estará garantido amanhã. 21

22 ... Fundamentalmente, o sucesso comercial deriva ou de uma VANTAGEM DE CUSTO ou de uma VANTAGEM DE VALOR ou ainda de ambas. Em qualquer setor, o concorrente que mais lucra tende a ser o produtor de custo mais baixo ou o fornecedor que entrega o produto com maior diferenciação percebida. 22

23 Vantagem de Custo Em muitas atividades haverá aquele concorrente que será o produtor de baixo custo, e geralmente ele terá o maior volume de vendas no setor. Quanto mais... Melhor Tradicionalmente, sugere se que o principal caminho para a redução de custos é com o ganho em maiores volumes de venda, e de fato não há dúvida quanto a íntima relação entre participação de mercado e custos relativos. É preciso reconhecer, no entanto, que a logística e o gerenciamento da cadeia de suprimentos podem oferecer grande número de meios para aumentar a eficiência e a produtividade, e assim contribuir significativamente para a redução dos custos por unidade. 23

24 Vantagem de Valor Em marketing se diz que: os clientes não compram produtos, compram benefícios. Dito de um outro modo, o produto é adquirido não por si mesmo, mas pela promessa daquilo que oferecerá. Esses benefícios podem ser intangíveis, isto é, relacionam se não a aspectos físicos do produto, mas a coisas como imagem ou serviço. Ou então, o que está sendo oferecido pode ser visto como algo que supera seus concorrentes em algum aspecto funcional. 24

25 Quais são os principais meios pelos quais se pode obter essa diferenciação de valor? Diferentes grupos de clientes no mercado inteiro atribuem importância diferente a diferentes benefícios. Por exemplo: um automóvel de luxo está direcionado a um segmento do mercado, enquanto o carro popular está direcionado a um outro segmento diferente do automóvel de luxo. Cada uma delas procura satisfazer as necessidades de segmentos de benefício bem diferentes. Agregar valor mediante diferenciação é um meio bastante eficiente de se obter uma vantagem competitiva no mercado. 25

26 Vantagem de Valor Outra forma eficiente como meio de agregar valor é o SERVIÇO. Cada vez mais os mercados tornam se mais sensíveis ao serviço e isso, obviamente, traz desafios para o gerenciamento logístico A vantagem de valor com o serviço significa que cada vez mais torna se difícil competir com base na marca ou imagem corporativa. Além disso, há uma crescente convergência de tecnologia nas categorias de produtos e, portanto geralmente não é mais possível competir com base em diferenças de produto. 26

27 Vantagem de Valor Sendo assim, o SERVIÇO está vinculado ao processo de desenvolvimento de relacionamentos com os clientes por meio da ampliação da oferta, que pode assumir muitas formas entre as quais o serviço de entrega, serviços pós venda, pacotes de financiamento, suporte técnico, etc. 27

VOCÊ está satisfeito com a

VOCÊ está satisfeito com a O Que é Logística? Logística e Distribuição A importância da Logística nas empresas 1 Logistica e Distribuição 2 Logistica e Distribuição Necessidade... Todos os dias milhões de produtos são fabricados

Leia mais

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos Capítulo 2 Logística e Cadeia de Suprimentos Prof. Glauber Santos glauber@justocantins.com.br 1 Capítulo 2 - Logística e Cadeia de Suprimentos Papel primordial da Logística na organização Gestão da Produção

Leia mais

Necessidade do cliente Análise. Logística. Reposição de materiais. Armazenamento. Recebimento

Necessidade do cliente Análise. Logística. Reposição de materiais. Armazenamento. Recebimento Capítulo 1 Gestão Materiais Apresentação do Tópico: A Importância da Administração A organização da área Análise de necessidades de clientes Reposição de materiais Recebimento de materiais Armazenamento

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

TÍTULO: LOGISTICA INTEGRADA COM FOCO EM DISTRIBUIÇÃO: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO

TÍTULO: LOGISTICA INTEGRADA COM FOCO EM DISTRIBUIÇÃO: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO TÍTULO: LOGISTICA INTEGRADA COM FOCO EM DISTRIBUIÇÃO: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR PRESIDENTE

Leia mais

A logística reversa nos centros de distribuição de lojas de departamento

A logística reversa nos centros de distribuição de lojas de departamento A logística reversa nos centros de distribuição de lojas de departamento Gisela Gonzaga Rodrigues (PUC-Rio) giselagonzaga@yahoo.com.br Nélio Domingues Pizzolato (PUC-Rio) ndp@ind.puc-rio.br Resumo Este

Leia mais

Quando a gestão da rede logística se torna uma vantagem competitiva

Quando a gestão da rede logística se torna uma vantagem competitiva Quando a gestão da rede logística se torna uma vantagem competitiva Priscila Cristina de Almeida 1 Ângelo Aparecido Zadra 2 RESUMO O tema central deste artigo é demonstrar a importância de uma rede logística

Leia mais

Da logística ao gerenciamento da cadeia de suprimentos

Da logística ao gerenciamento da cadeia de suprimentos Da logística ao gerenciamento da cadeia de suprimentos Prof. Jacques profjacques@jfsconsultoria.com.br FATEC-BS 2009 ções: Segundo Ballou (2006), antes de 1950, logística estava predominantemente associada

Leia mais

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT MBA EM GERÊNCIA DE SISTEMAS LOGÍSTICOS SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Eduardo Pécora, Ph.D. Reflexão: Como chegar lá? Desenvolvimento Pessoal Rertorno Financeiro Título? Maior eficiência e eficácia? Avaliação

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso:

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso: PLANO DE NEGÓCIOS Causas de Fracasso: Falta de experiência profissional Falta de competência gerencial Desconhecimento do mercado Falta de qualidade dos produtos/serviços Localização errada Dificuldades

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos ... lembrando Uma cadeia de suprimentos consiste em todas

Leia mais

A LOGÍSTICA EMPRESARIAL E OS FATORES PARA A OBTENÇÃO DE VANTAGEM COMPETITIVA

A LOGÍSTICA EMPRESARIAL E OS FATORES PARA A OBTENÇÃO DE VANTAGEM COMPETITIVA A LOGÍSTICA EMPRESARIAL E OS FATORES PARA A OBTENÇÃO DE VANTAGEM COMPETITIVA Douglas Prates Magalhães 1 Resumo Uma revisão teórica e rápida conceituação da Logística e Vantagem competitiva. Foco em vantagem

Leia mais

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Estratégia Competitiva é o conjunto de planos, políticas,

Leia mais

A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ASSOCIADA À GESTÃO DA LOGÍSTICA CORPORATIVA

A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ASSOCIADA À GESTÃO DA LOGÍSTICA CORPORATIVA A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ASSOCIADA À GESTÃO DA LOGÍSTICA CORPORATIVA Julio Cesar Cruz Maino Discente da Pós-Graduação em Administração da Tecnologia da Informação 1 RESUMO Este artigo versa sobre a evolução

Leia mais

Gestão da Produção Gestão da Cadeia de Suprimentos (Supply Chain Management)

Gestão da Produção Gestão da Cadeia de Suprimentos (Supply Chain Management) Gestão da Produção Gestão da Cadeia de Suprimentos (Supply Chain Management) Prof. Dr. Marco Antonio Pereira marcopereira@usp.br CADEIA DE SUPRIMENTOS 2 Cadeia de Suprimentos Cadeia de Fornecimento SCM

Leia mais

2. Revisão bibliográfica

2. Revisão bibliográfica 17 2. Revisão bibliográfica 2.1. Logística de transportes A Logística recebeu diversas denominações ao longo dos anos: distribuição física, distribuição, engenharia de distribuição, logística empresarial,

Leia mais

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes.

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes. Logística Empresarial Aula 6 Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II Prof. Me. John Jackson Buettgen Contextualização Conceitos Importantes Fluxos logísticos É o movimento ou

Leia mais

Sistemas de Informação Aula 2

Sistemas de Informação Aula 2 Sistemas de Informação Aula 2 Prof. M.Sc. Diego Fernandes Emiliano Silva diego.femiliano@gmail.com Leitura p/ aula 3 Sugestão: Para preparação anterior ler capítulo 3 do Laudon e Laudon Posterior a aula,

Leia mais

Gerenciamento e Previsão de Demanda

Gerenciamento e Previsão de Demanda Gerenciamento e Previsão de Demanda Cadeia de valor de suprimento e Previsão de Demanda; Demanda (princípios básicos); Gerenciamento da demanda; Por que previsões de demanda são necessárias?; Previsão

Leia mais

Aula I Introdução à Logística

Aula I Introdução à Logística Aula I Introdução à Logística Professor Argélio Lima Paniago COMO PODEMOS DEFINIR A LOGÍSTICA? 2 1 O inicio da Logística teve sua interpretação relacionada com as operações militares (movimentaçãode tropas,

Leia mais

Unidade III MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino

Unidade III MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino Unidade III MARKETING DE VAREJO E NEGOCIAÇÃO Profa. Cláudia Palladino Compras, abastecimento e distribuição de mercadorias Os varejistas: Precisam garantir o abastecimento de acordo com as decisões relacionadas

Leia mais

Objetivo. Utilidade Lugar. Utilidade Momento. Satisfação do Cliente. Utilidade Posse

Objetivo. Utilidade Lugar. Utilidade Momento. Satisfação do Cliente. Utilidade Posse Supply chain- cadeia de suprimentos ou de abastecimentos Professor: Nei Muchuelo Objetivo Utilidade Lugar Utilidade Momento Satisfação do Cliente Utilidade Posse Satisfação do Cliente Satisfação do Cliente

Leia mais

A Integração de Canais Logísticos como Fator para Sustentabilidade Econômica e Ambiental

A Integração de Canais Logísticos como Fator para Sustentabilidade Econômica e Ambiental A Integração de Canais Logísticos como Fator para Sustentabilidade Econômica e Ambiental Alexandre Borges Fagundes (UTFPR) borges.fagundes@gmail.com Ivanir Luiz de Oliveira (UTFPR) ivanir@utfpr.edu.br

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS DOM PEDRITO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS DOM PEDRITO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS DOM PEDRITO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIO DISCIPLINA: Logística em Agronegócio CÓDIGO: DP 0092 PROFESSOR: Nelson de Mello AULA 1 03/03/2016 Logística

Leia mais

SUMÁRIO. Prefácio. 1 Logística, cadeia de suprimentos e estratégia competitiva 1. 2 Logística e valor para o cliente 41

SUMÁRIO. Prefácio. 1 Logística, cadeia de suprimentos e estratégia competitiva 1. 2 Logística e valor para o cliente 41 SUMÁRIO Prefácio xi 1 Logística, cadeia de suprimentos e estratégia competitiva 1 Gerenciamento da cadeia de suprimentos é um conceito mais amplo que logística...4 Vantagem competitiva...5 A cadeia de

Leia mais

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual Logística Empresarial Evolução da Disciplina Aula 1 Aula 1 O papel da Logística empresarial Aula 2 A flexibilidade e a Resposta Rápida (RR) Operadores logísticos: conceitos e funções Aula 3 Prof. Me. John

Leia mais

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza Prova 1 09 de Maio de 2013 Nome: 1ª QUESTÃO (1,0) Segundo os dados divulgados pela ood and Agriculture Organization (AO, 2011) sobre as exportações brasileiras, em

Leia mais

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro Matheus de Aguiar Sillos matheus.sillos@pmlog.com.br AGV Logística Rua Edgar Marchiori, 255, Distrito

Leia mais

CADEIA DE SUPRIMENTOS MÉTODOS DE RECEBIMENTOS RESUMO

CADEIA DE SUPRIMENTOS MÉTODOS DE RECEBIMENTOS RESUMO 1 CADEIA DE SUPRIMENTOS MÉTODOS DE RECEBIMENTOS LEANDRO PANTOJO 1 PETERSON ROBERTO DE LARA 2 VAGNER FUSTINONI 3 RENATO FRANCISCO SALDANHA SILVA 4 VALDECIL DE SOUZA 5 RESUMO O objetivo deste trabalho será

Leia mais

30/09/2010. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves. Como surgiu o termo?

30/09/2010. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves. Como surgiu o termo? Engenheiro Agrônomo CCA/UFSCar 1998 Mestre em Desenvolvimento Econômico, Espaço e Meio Ambiente IE/UNICAMP 2001 Doutor em Engenhariade Produção PPGEP/UFSCar 2005 Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Consultor

Leia mais

Marketing Básico Capítulo II. O Composto de Marketing Os 4 P s

Marketing Básico Capítulo II. O Composto de Marketing Os 4 P s Marketing Básico Capítulo II O Composto de Marketing Os 4 P s O Produto Podemos definir produto como sendo o ator principal da relação de troca, onde o mesmo deve resultar como amplamente satisfatório

Leia mais

Aula 2º bim. GEBD dia16/10

Aula 2º bim. GEBD dia16/10 Aula 2º bim. GEBD dia16/10 Compras e Manufatura (produção) O ciclo de compras liga uma organização a seus fornecedores. O ciclo de manufatura envolve a logística de apoio à produção. O ciclo de atendimento

Leia mais

Principais desafios do administrador de materiais na empresa atual Problema de manutenção do estoque:

Principais desafios do administrador de materiais na empresa atual Problema de manutenção do estoque: ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS A logística e a administração de materiais Logística é uma operação integrada para cuidar de suprimentos e distribuição de produtos de forma racionalizada, o que significa planejar,

Leia mais

Logística e Valor para o Cliente 1

Logística e Valor para o Cliente 1 1 Objetivo da aula Esta aula se propõe a atingir os seguintes objetivos: 1. Discutir a importância do gerenciamento da interface entre marketing e logística. 2. Reconhecer a necessidade de entender os

Leia mais

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Artigo para a Revista Global Fevereiro de 2007 DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT O conceito de Supply Chain Management (SCM), denominado Administração da Cadeia de Abastecimento

Leia mais

PASSO-A-PASSO DO PROJETO EDUCACIONAL

PASSO-A-PASSO DO PROJETO EDUCACIONAL PASSO-A-PASSO DO PROJETO EDUCACIONAL 1 2 Projeto Gestão de Educacional 3 Canais 4 5 de 6 Mapa de competências Plano Desenvolvimento Gestão da Monitor/aval formação de ações implementação e ROI Diagnóstico

Leia mais

DEFINIÇÕES COUNCIL SCM

DEFINIÇÕES COUNCIL SCM ADM DE MATERIAIS DEFINIÇÕES COUNCIL SCM Logística empresarial é a parte do Supply Chain Management que planeja, implementa e controla o eficiente e efetivo fluxo direto e reverso, a estocagem de bens,

Leia mais

OS DESAFIOS LOGISTICOS DO COMÉRCIO ELETRÔNICO

OS DESAFIOS LOGISTICOS DO COMÉRCIO ELETRÔNICO OS DESAFIOS LOGISTICOS DO COMÉRCIO ELETRÔNICO Fabiana Rubim Cintra Murilo Rodrigues da Silva Patrick Beirigo Andrade RESUMO Este artigo tem o objetivo de expor os principais problemas que o comércio eletrônico

Leia mais

LOGÍSTICA: história e conceitos RESUMO

LOGÍSTICA: história e conceitos RESUMO 1 LOGÍSTICA: história e conceitos Newilson Ferreira Coelho FAFIJAN Marilda da Silva Bueno FAFIJAN RESUMO Através de uma pesquisa bibliográfica, este estudo apresenta a logística, sua história e conceitos

Leia mais

Fe F rra r menta a e ssencial n a a produção de eventos

Fe F rra r menta a e ssencial n a a produção de eventos Ferramenta essencial na produção de eventos CONCEITOS Administração, estratégias e controle que envolvem o fluxo desde a matéria prima até o consumidor final (Gedson Fleury, 2009) Em eventos: Matéria prima

Leia mais

6 Relacionamentos na cadeia de suprimentos

6 Relacionamentos na cadeia de suprimentos 6 Relacionamentos na cadeia de suprimentos 6.1 Relacionamentos no canal Os relacionamentos entre distintos membros de uma cadeia de suprimentos sugerem um alto grau de complexidade e fonte quase sempre

Leia mais

Há décadas o tema gestão de cadeias de suprimentos

Há décadas o tema gestão de cadeias de suprimentos GESTÃO Gestão holística Há décadas o tema gestão de cadeias de suprimentos entrou na ordem do dia. No entanto, as abordagens tradicionais deram ênfase aos aspectos operacionais, em detrimento, muitas vezes,

Leia mais

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA:

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA: Prof. Jean Cavaleiro Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA: PRODUÇÃO E COMÉRCIO Introdução Entender a integração logística. A relação produção e demanda. Distribuição e demanda. Desenvolver visão sistêmica para

Leia mais

Logística empresarial

Logística empresarial 1 Logística empresarial 2 Logística é um conceito relativamente novo, apesar de que todas as empresas sempre desenvolveram atividades de suprimento, transporte, estocagem e distribuição de produtos. melhor

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Organizações Nenhuma organização existe

Leia mais

O Que é um Produto? Capítulo 8. Produtos, Serviços e Experiências. O Que é um Serviço? Estratégia de Produtos e Serviços

O Que é um Produto? Capítulo 8. Produtos, Serviços e Experiências. O Que é um Serviço? Estratégia de Produtos e Serviços Capítulo 8 Estratégia de Produtos e Serviços 1 O Que é um Produto? Um Produto é algo que pode ser oferecido a um mercado para apreciação, aquisição, uso ou consumo e para satisfazer um desejo ou uma necessidade.

Leia mais

Desenvolvimento de Marcas Fortes. Criação de Brand Equity

Desenvolvimento de Marcas Fortes. Criação de Brand Equity Desenvolvimento de Marcas Fortes Criação de Brand Equity 1. O que é brand equity? Equity significa valor/patrimônio. Brand equity = valor da marca/patrimônio de marca. A American Marketing Association

Leia mais

LOGÍSTICA INTEGRADA: SATISFAÇÃO DOS CLIENTES E REDUÇÃO DE CUSTOS RESUMO

LOGÍSTICA INTEGRADA: SATISFAÇÃO DOS CLIENTES E REDUÇÃO DE CUSTOS RESUMO LOGÍSTICA INTEGRADA: SATISFAÇÃO DOS CLIENTES E REDUÇÃO DE CUSTOS RESUMO Este trabalho tem por objetivo a discussão do conceito de logística integrada e de roteirização. Tem como objetivo também mostrar

Leia mais

SIMULADO TURMA 1414 TUTORA TACIANE DISCIPLINA: LOGÍSTICA

SIMULADO TURMA 1414 TUTORA TACIANE DISCIPLINA: LOGÍSTICA SIMULADO TURMA 1414 TUTORA TACIANE DISCIPLINA: LOGÍSTICA 1) ASSINALE A ALTERNATIVA QUE CORRESPONDE A UMA ATIVIDADE DE DISTRIBUIÇÃO. A) Recebimento de matérias-primas. B) Alimentação de sistemas produtivos.

Leia mais

LOGÍSTICA DE SUPRIMENTOS EM SAÚDE

LOGÍSTICA DE SUPRIMENTOS EM SAÚDE AHSEB LOGÍSTICA DE SUPRIMENTOS EM SAÚDE Cadeias de Abastecimento e Distribuição Paulo Gadas JUNHO-14 1 Administrador de Empresas Pós Graduado em Marketing Estratégico Mestrado em Gestão de Empresas (em

Leia mais

A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma empresa

A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma empresa Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Engenharia de Custos e Orçamentos Turma 01 10 de outubro de 2012 A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma

Leia mais

Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão

Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão 1 Roteiro da Apresentação Definições Cadeia de Suprimentos Logística Gestão da Cadeia de Suprimentos

Leia mais

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi e Sistema Integrado Objetivos do Tema Apresentar: Uma visão da logística e seu desenvolvimento com o marketing. A participação da logística como elemento agregador

Leia mais

PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO

PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO Umberto Sales Mazzei Bruno Vieira Bertoncini PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO

Leia mais

Prof. Cláudio ERP/CRM e Supply Chain PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Prof. Cláudio ERP/CRM e Supply Chain PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Cláudio ERP/CRM e Supply Chain PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Sistemas de ERP Enterprise Resource Planning Pacote de ferramentas que integram toda a empresa, a grande vantagem é que os dados

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

2 1 Roupas de Couro [Vestuário]

2 1 Roupas de Couro [Vestuário] 2 1 Roupas de Couro [Vestuário] 1. Definição da categoria Trajes feitos de couro bovino, porco ou carneiro. Números de HS Commodity 4203.10-100, 10-200 Roupas de couro 2. Tendências de Importação (1) Tendências

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Gestão Organizacional da Logística CONCEITOS O nome Supply Chain, cujo termo têm sido utilizado em nosso país como Cadeia de Suprimentos, vem sendo erroneamente considerado como

Leia mais

Desafios da Logística Reversa

Desafios da Logística Reversa São Paulo, 11 e 12 de maio de 2011 Desafios da Logística Reversa Nextel Telecomunicações 1 Organização Patrocínio Apoio 2 Agenda Nextel Case de sucesso Objetivos da logística reversa Diferenciação entre

Leia mais

A LOGÍSTICA COMO INSTRUMENTO DE DIFERENCIAL COMPETITIVO EM EMPRESAS FORNECEDORAS DE BENS DE CONSUMO NÃO DURÁVEIS.

A LOGÍSTICA COMO INSTRUMENTO DE DIFERENCIAL COMPETITIVO EM EMPRESAS FORNECEDORAS DE BENS DE CONSUMO NÃO DURÁVEIS. A LOGÍSTICA COMO INSTRUMENTO DE DIFERENCIAL COMPETITIVO EM EMPRESAS FORNECEDORAS DE BENS DE CONSUMO NÃO DURÁVEIS. Carolina Salem de OLIVEIRA 1 Cristiane Tarifa NÉSPOLIS 2 Jamile Machado GEA 3 Mayara Meliso

Leia mais

Investimento: a partir de R$ 179,00 mensais. MBA Executivo em Finanças Corporativas

Investimento: a partir de R$ 179,00 mensais. MBA Executivo em Finanças Corporativas Investimento: a partir de R$ 179,00 mensais Tempo de realização do MBA: 18 meses Investimento: R$179,00 (acesso ao portal na internet e livros em PDF) Ou Investimento: R$ 219,00 (acesso ao portal na internet,

Leia mais

Soluções para os NEWS! Centros de Usinagem. Soluções e Equipamentos para Controle Térmico. Tecnologia e Qualidade no Centro de Diagnósticos

Soluções para os NEWS! Centros de Usinagem. Soluções e Equipamentos para Controle Térmico. Tecnologia e Qualidade no Centro de Diagnósticos Soluções e Equipamentos para Controle Térmico Soluções para os Centros de Usinagem Os Centros de Usinagem são equipamentos desenvolvidos para usinagem de peças complexas... Tecnologia e Qualidade no Centro

Leia mais

TEORIA GERAL DE SISTEMAS

TEORIA GERAL DE SISTEMAS TEORIA GERAL DE SISTEMAS Questão 1 A figura ao lado apresenta uma proposta de classificação de sistemas de informação, organizada tanto no que se refere ao nível hierárquico, no qual atuam os sistemas

Leia mais

Unidade I MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino

Unidade I MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino Unidade I MARKETING DE VAREJO E NEGOCIAÇÃO Profa. Cláudia Palladino O que é varejo Setor do comércio que vende diretamente para os consumidores finais. Fabricantes e atacadistas quando vendem para o consumidor

Leia mais

Logistica Empresarial 7/11/2013

Logistica Empresarial 7/11/2013 Logística mpresarial Apresentação Professor: Luiz Mottim Graduação: Ciências Contábeis 1.999 Pós Graduação: Gestão Logística 2.004 (3G) Pós Graduação: Gestão Industrial 2.007 Atividade profissional: 27

Leia mais

Processos Administrativos de Compras

Processos Administrativos de Compras Processos Administrativos de Compras INTRODUÇÃO A função compras é um segmento essencial do Departamento de Materiais e Suprimentos, que tem pôr finalidade suprir as necessidades de materiais ou serviços

Leia mais

Os 4 P s. P de PRODUTO

Os 4 P s. P de PRODUTO Os 4 P s P de PRODUTO O que é um Produto? Produto é algo que possa ser oferecido a um mercado para aquisição, uso ou consumo e que possa satisfazer a um desejo ou necessidade. Os produtos vão além de bens

Leia mais

Gestão em Logística. Fundação de Estudos Sociais do Paraná. Luiz Alexandre Friedrich

Gestão em Logística. Fundação de Estudos Sociais do Paraná. Luiz Alexandre Friedrich Gestão em Logística Fundação de Estudos Sociais do Paraná Luiz Alexandre Friedrich Nosso contrato... Fornecedor : Luizão Cliente : Alunos de Adm. da FESP - Fornecer subsídios de teoria e prática de Gestão

Leia mais

Prof. Silene Seibel, Dra. silene@joinville.udesc.br

Prof. Silene Seibel, Dra. silene@joinville.udesc.br Prof. Silene Seibel, Dra. silene@joinville.udesc.br 1 Projetar sistemas de movimentação e armazenagem de materiais baseados nos princípios lean 2 Aprender a desenhar o fluxo de informações e materiais

Leia mais

VAREJO. Os principais setores varejistas brasileiros são:

VAREJO. Os principais setores varejistas brasileiros são: O que é? São todas as atividades envolvidas na venda de bens ou serviços diretamente a consumidores finais para seu uso pessoal, e não empresarial. (Philip Kotler) Não importa como os produtos são vendidos

Leia mais

A PROGRAMAÇÃO DO ESFORÇO MERCADOLÓGICO

A PROGRAMAÇÃO DO ESFORÇO MERCADOLÓGICO A PROGRAMAÇÃO DO ESFORÇO MERCADOLÓGICO Luiz Carlos Bresser-Pereira Revista Marketing n. 7, vol. II, 1968: 24-32. Um programa mercadológico é um instrumento para se pensar com antecedência, para se estabelecer

Leia mais

Unidade II RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS

Unidade II RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Unidade II 2 TENDÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS 2.1 Gestão de compras 1 A gestão de compras assume papel estratégico na Era da competição global, devido ao volume de recursos envolvidos no processo,

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

ELEMENTOS DO PLANO DE NEGÓCIOS

ELEMENTOS DO PLANO DE NEGÓCIOS INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PIAUÍ - CAMPUS DE PARNAÍBA CURSO: Técnico em Informática DISCIPLINA: Empreendedorismo PROFESSORA: CAROLINE PINTO GUEDES FERREIRA ELEMENTOS DO PLANO

Leia mais

Fabio Rosa (G CESPAR) Luiz Alberto de Oliveira (G - CESPAR)

Fabio Rosa (G CESPAR) Luiz Alberto de Oliveira (G - CESPAR) RINGA MANAGEMENT RESUMO Redução de custos passou a ser a diretriz primária das empresas para enfrentar a acirrada concorrência atual. Diante desse desafio desenvolveram formas de melhoria de produção,

Leia mais

UnB Universidade de Brasília. Administração de Recursos Materiais. Tema: Gestão de estoque. Alunos: - Beliza de Ávila.

UnB Universidade de Brasília. Administração de Recursos Materiais. Tema: Gestão de estoque. Alunos: - Beliza de Ávila. UnB Universidade de Brasília Administração de Recursos Materiais Tema: Gestão de estoque Alunos: - Beliza de Ávila - Felipe Jordán - Guilherme de Miranda - Jefferson Coelho O conceito de ocupação física

Leia mais

Gestão Estratégica. Gestão Estratégica

Gestão Estratégica. Gestão Estratégica DIAGNÓSTICO: Visão Macro Gestão Estratégica Aula 5 Diagnóstico marcopereira@usp.br AMBIENTE INTERNO SETOR DE NEGÓCIOS MACROAMBIENTE DIAGNÓSTICO: Visão Macro Externo Diagnóstico Interno O DEI tem como objetivo

Leia mais

Tecnologia logística. Introdução

Tecnologia logística. Introdução Tecnologia logística Introdução Segundo o pensamento do estudioso de logística Ulze (1974), a logística existe desde os tempos mais remotos das atividades produtivas e comerciais, quando o homem primitivo

Leia mais

12/08/2008. A cadeia de Suprimentos. Coordenação Intercorporações

12/08/2008. A cadeia de Suprimentos. Coordenação Intercorporações Projeto Integrador Banco Dados e Sistemas para Internet Empresa Logística : A Logística empresarial é um campo relativamente novo estudo da gestão integrada, das áreas tradicionais das finanças, marketing

Leia mais

f a s t t o r p e d o

f a s t t o r p e d o Insira o slogan da empresa aqui. f a s t t o r p e d o Com o intuito de conectar organizações e pessoas, o fasttorpedo desenvolveu uma plataforma para ajudar a transmitir informações de forma eficiente

Leia mais

Uma empresa só poderá vender seus bens/serviços aos consumidores se dois requisitos básicos forem preenchidos:

Uma empresa só poderá vender seus bens/serviços aos consumidores se dois requisitos básicos forem preenchidos: Módulo 4. O Mercado O profissional de marketing deverá pensar sempre em uma forma de atuar no mercado para alcançar os objetivos da empresa. Teoricamente parece uma tarefa relativamente fácil, mas na realidade

Leia mais

O QUE FAZER PARA MELHORAR O PROCESSO DE COMPRAS 1

O QUE FAZER PARA MELHORAR O PROCESSO DE COMPRAS 1 O QUE FAZER PARA MELHORAR O PROCESSO DE COMPRAS 1 Matheus Alberto Cônsoli* Lucas Sciência do Prado* Marcos Fava Neves* As revendas agropecuárias devem considerar não apenas preços, mas também as oportunidades

Leia mais

Introdução e Planejamento Cap. 1

Introdução e Planejamento Cap. 1 BALLOU, Ronald H. Gerenciamenrto da Cadeia de Suprimentos / Logística Empresarial. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman. 2006 Introdução e Planejamento Cap. 1 Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@fae.br L

Leia mais

Módulo 5. Composto de Marketing (Marketing Mix)

Módulo 5. Composto de Marketing (Marketing Mix) Módulo 5. Composto de Marketing (Marketing Mix) Dentro do processo de administração de marketing foi enfatizado como os profissionais dessa área identificam e definem os mercados alvo e planejam as estratégias

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade IV DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade IV DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade IV DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Trade Marketing é confundido por algumas empresas como um conjunto de ferramentas voltadas para a promoção e a comunicação dos produtos. O

Leia mais

Gestão Estratégica de Suprimentos

Gestão Estratégica de Suprimentos Gestão Estratégica de Suprimentos Professor: Hilian Giacomelli Chapecó, 14 e 21 de Maio de 2016 Parceria MINI CURRICULUM - HILIAN GIACOMELLI Consultor Empresarial, já tendo atuado em empresas como Grupo

Leia mais

Logística Empresarial. O Produto Logístico Prof. José Correia

Logística Empresarial. O Produto Logístico Prof. José Correia Logística Empresarial O Produto Logístico Prof. José Correia O Produto Logístico O Produto Logístico é um conjunto de características que podem ser manipulados pelo profissional de logística, que, quando

Leia mais

CÓDIGO CRÉDITOS PERÍODO PRÉ-REQUISITO TURMA ANO INTRODUÇÃO

CÓDIGO CRÉDITOS PERÍODO PRÉ-REQUISITO TURMA ANO INTRODUÇÃO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS ESCOLA DE GESTÃO E NEGÓCIOS CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS, ADMINISTRAÇÃO E ECONOMIA DISCIPLINA: ESTRUTURA E ANÁLISE DE CUSTO CÓDIGO CRÉDITOS PERÍODO PRÉ-REQUISITO

Leia mais

CUSTOS LOGÍSTICOS - UMA VISÃO GERENCIAL

CUSTOS LOGÍSTICOS - UMA VISÃO GERENCIAL CUSTOS LOGÍSTICOS - UMA VISÃO GERENCIAL Data: 10/12/1998 Maurício Lima INTRODUÇÃO Um dos principais desafios da logística moderna é conseguir gerenciar a relação entre custo e nível de serviço (trade-off).

Leia mais

Sistemas de Informação Gerencial

Sistemas de Informação Gerencial Sistemas de Informação Gerencial Ao longo da historia da administração ocorreram muitas fases. Sendo que, seus princípios sempre foram semelhantes, mudando apenas o enfoque conforme a visão do pesquisador.

Leia mais

AULA 5 O E-BUSINESS E OS SISTEMAS DE APOIO ÀS DECISÕES E DE INFORMAÇÃO EXECUTIVA

AULA 5 O E-BUSINESS E OS SISTEMAS DE APOIO ÀS DECISÕES E DE INFORMAÇÃO EXECUTIVA AULA 5 O E-BUSINESS E OS SISTEMAS DE APOIO ÀS DECISÕES E DE INFORMAÇÃO EXECUTIVA APOIO ÀS DECISÕES DE E-BUSINESS E SISTEMAS DE APOIO ÀS DECISÕES Conceito O conceito básico de e-business é simples: negócios

Leia mais

DESAFIOS. (Autor desconhecido)

DESAFIOS. (Autor desconhecido) QUEM É O EMPREENDEDOR? POR QUE SER EMPRESÁRIO? DEFINIÇÕES DE EMPREENDEDORISMO O empreendedor é motivado pela autorealização, desejo de assumir responsabilidades e independência. Considera irresistível

Leia mais

Design and Performance Gestão da cadeia de suprimentos

Design and Performance Gestão da cadeia de suprimentos Design and Performance Gestão da cadeia de suprimentos 1 1. Supply Chain Structure 3. Componentes gerenciais 4. Supply Chain Performance Measurement (SCPM) 5. Hot topics in Supply Chain (SC) 6. Dell Case

Leia mais

TRANSPORTE COLETIVO URBANO E A ROTEIRIZAÇÃO

TRANSPORTE COLETIVO URBANO E A ROTEIRIZAÇÃO TRANSPORTE COLETIVO URBANO E A ROTEIRIZAÇÃO Tamires Soares Ferreira 1, Dante Alves Medeiros Filho 2, Emanuely Velozo Aragão Bueno 3 RESUMO:NAS EMPRESAS DE GRANDE E MÉDIO PORTE TEMOS A INCIDÊNCIA DO SISTEMA

Leia mais

PROJETO ESTRUTURANTE DE COSMÉTICO DE BASE FLORESTAL DA AMAZÔNIA ESTUDO USO DE INSUMOS NA PRODUÇÃO DE COSMÉTICOS NA AMAZÔNIA

PROJETO ESTRUTURANTE DE COSMÉTICO DE BASE FLORESTAL DA AMAZÔNIA ESTUDO USO DE INSUMOS NA PRODUÇÃO DE COSMÉTICOS NA AMAZÔNIA PROJETO ESTRUTURANTE DE COSMÉTICO DE BASE FLORESTAL DA AMAZÔNIA ESTUDO USO DE INSUMOS NA PRODUÇÃO DE COSMÉTICOS NA AMAZÔNIA ENTRAVES E GARGALOS DA PRODUÇÃO DE INSUMOS E PRODUTOS ACABADOS DO SEGMENTO DE

Leia mais

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br BALLOU, Ronald H. Gerenciamenrto da Cadeia de Suprimentos / Logística Empresarial. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman. 2006 Introdução e Planejamento Cap. 1 Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Leia mais

Prof. Milton Henrique mcouto@catolica-es.edu.br

Prof. Milton Henrique mcouto@catolica-es.edu.br Prof. Milton Henrique mcouto@catolica-es.edu.br Qual é o seu Negócio? Hoje em dia existe um excesso de: empresas similares, empregando pessoas similares, que tiveram educações similares, exercendo funções

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DA QUALIDADE Profa. Adriana Roseli Wünsch Takahashi

GESTÃO ESTRATÉGICA DA QUALIDADE Profa. Adriana Roseli Wünsch Takahashi UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DA QUALIDADE GESTÃO ESTRATÉGICA DA QUALIDADE Profa. Adriana Roseli Wünsch Takahashi MARÇO/2010

Leia mais

Comércio eletrônico: os desafios dos sistemas logísticos para gerenciar a relação custo/beneficio

Comércio eletrônico: os desafios dos sistemas logísticos para gerenciar a relação custo/beneficio Comércio eletrônico: os desafios dos sistemas logísticos para gerenciar a relação custo/beneficio RESUMO O presente trabalho é um estudo sobre o comércio eletrônico e suas relações com a moderna utilização

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DO EMPREGO DO EFFICIENT CONSUMER RESPONSE ECR, NO VAREJO DE MATERIAIS PARA CONSTRUÇÃO: UM ESTUDO DE CASO DA DICICO.

CARACTERIZAÇÃO DO EMPREGO DO EFFICIENT CONSUMER RESPONSE ECR, NO VAREJO DE MATERIAIS PARA CONSTRUÇÃO: UM ESTUDO DE CASO DA DICICO. CARACTERIZAÇÃO DO EMPREGO DO EFFICIENT CONSUMER RESPONSE ECR, NO VAREJO DE MATERIAIS PARA CONSTRUÇÃO: UM ESTUDO DE CASO DA DICICO. AUTORES ANTONIO CESAR GALHARDI Universidade Cidade de São Paulo acgal@terra.com.br

Leia mais