COMPETÊNCIAS DO CLIENTE: INCORPORAÇÃO NO MODELO DE NEGÓCIOS THOMAS STOB JUNIOR

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COMPETÊNCIAS DO CLIENTE: INCORPORAÇÃO NO MODELO DE NEGÓCIOS THOMAS STOB JUNIOR"

Transcrição

1 COMPETÊNCIAS DO CLIENTE: INCORPORAÇÃO NO MODELO DE NEGÓCIOS THOMAS STOB JUNIOR RESUMO Este artigo defende a idéia de que na nova economia as empresas precisam incorporar a experiência do cliente a seus modelos de negócios. No mundo dos negócios, fabricantes, distribuidores e fornecedores conheciam e seguiam rigidamente papéis bem definidos de relacionamento empresarial. Nos dias de hoje, o cliente passa a participar de uma forma mais destacada, principalmente como fonte de competência. INTRODUÇÃO Nas relações atuais do mercado, e aí destaca-se no mercado business-to-business, o abandono de papéis formais, bem definidos de fabricantes, fornecedores e distribuidores. Iniciativas de parceria e soluções de continuidade provocadas por fenômenos como desregulamentação, globalização, convergência tecnológica e rápida evolução da Internet contribuíram para apagar os limites entre os papéis desempenhados pelas empresas nos contatos com outros negócios. Em algumas categorias de produtos, fornecedor e varejistas concorrem lado a lado pela preferência do cliente. Como exemplo as marcas próprias, muito utilizada pelos supermercados para concorrer com os fabricantes. A mudança na dinâmica dos negócios vem, sendo amplamente debatida nos últimos anos. Profissionais e estudiosos dizem que as empresas concorrem em família. Falam de alianças, redes e colaboração. Mas o consumidor, o principal agente da mudança do sistema, vinha sendo ignorado por executivos e pesquisadores. Depois da Internet, os consumidores passaram a dialogar, ativamente, com fornecedores de bens e serviços. Esse diálogo já não é controlado pelas grandes empresas. Qualquer um pode buscar informação e saber sozinho sobre diferentes negócios. Qualquer um pode buscar informações e saber sozinho sobre diferentes negócios, pode aproveitar o conhecimento de outros consumidores e, em mitos casos, essa iniciativa de diálogo parte do consumidor. Esse movimento vem provocando mudanças fundamentais na dinâmica do mercado. A característica que diferencia o novo mercado é Ter nos consumidores mais uma fonte de

2 competência para a empresa. O conceito de competência como fonte de vantagem competitiva teve origem em estudos sobre diversificação que começaram a conceber as organizações como uma série de competências e não mais como uma carteira de diferentes negócios. Isso levou à identificação de novas oportunidades de negócio e as formas inovadoras de utilizar estrategicamente ativos intelectuais da empresa. Em uma Segunda etapa, as empresas perceberam que poderiam aproveitar também as competências de seus parceiros da cadeia de suprimento. A busca de competência ampliou-se ainda mais na última década, incluindo uma ampla rede de fornecedores e distribuidores. Assim, a unidade de análise estratégica passou da empresa para a família de negócios e, finalmente, para a empresa ampliada uma organização central apoiada por uma profusão de satélites. Depois do reconhecimento dos consumidores como fonte de competência, essa rede terá de ser ampliada ainda mais. 1 CONSUMIDORES COMO FONTE DE COMPETÊNCIA Alguns setores já estão bem adiantados no uso das competências dos consumidores. A indústria de software, por exemplo, deixou de testar seus produtos em laboratório para usar ambientes de usuários. Trabalhar com versão beta do software é uma forma de detectar como o programa poderá criar valor para sua empresa. Os testes beta também ajudam a eliminar pequenos problemas de versões anteriores de software. Em decorrência dessa relação com o consumidor, o mesmo hoje pode Ter acesso total a informações, recursos e sistemas por um serviço on-line e podem conversar com outros usuários. Dessa maneira os clientes podem resolver problemas encontrados por outros usuários, cada qual tendo acesso a um banco de dados. É um esforço de ajuda mútua. Não é fácil aproveitar as competências do consumidor. De início, a empresa terá de dominar quatro realidades fundamentais para aproveitar tais competências. Ela terá de engajar seus clientes em um diálogo ativo, claro e constante; terá de mobilizar comunidades de consumidores; terá de administrar as diferenças entre eles e, por fim, terá de criar experiências personalizadas juntos com os clientes. Incentivo ao diálogo ativo As empresas terão de reconhecer que novo mercado o diálogo com os consumidores é uma atividade entre iguais. As empresas já não têm o monopólio de acesso às informações nem mesmo uma vantagem nisso. Preços de ações, dados sobre mercado, comercialização e outras informações antes privativas de corretores de bolsa, por exemplo, estão hoje à disposição de todos na Internet.

3 Quando o cliente sabe o que quer, o diálogo tem de ser mais rico em informações e mais sutil e poucas empresas se mostram á altura disso. Os vendedores tradicionais podiam falar com os clientes e, durante o processo, obter deles um grande número de informações, que só os corretores tinham. Hoje, talvez esses mesmos clientes só precisem que os vendedores execute algumas operações de forma fácil, segura e confiável. É fundamental, portanto, que as empresas entendam muito bem a finalidade, o significado e qualidade do diálogo com o cliente. Caberá às empresas encontrar novas formas de processar o que aprenderam com os clientes para poder levar o diálogo adiante e manter o interesse do consumidor. As empresas que se adiantaram na utilização da Internet foram as que melhor se adaptaram ao novo tipo de diálogo. Por exemplo, aproveita cada visita do cliente no site para recomendar produtos. Essas recomendações baseiam-se não apenas em compras anteriores do cliente, mas também em escolhas feitas por outras pessoas que costumam comprar produtos semelhantes. À medida que a Internet passe a encampar outras áreas, novas indústrias terão de desenvolver uma capacidade própria para manter o interesse do consumidor. Mobilização de grupos de clientes A Segunda realidade que deverá ser enfrentada pelas empresas é a das comunidades virtuais. Graças à Internet, é fácil para os consumidores da nova economia, formar, por iniciativa própria, comunidades virtuais que se autoadministram. Essas comunidades de consumidores on-line costumam ser bastante coesas. Embora exista ampla gama de pessoas que nem sempre correspondem ao que o grupo espera, as regras de ética são rígidas e os transgressores expulsos. As comunidades de clientes podem exercer considerável influência sobre o mercado. A Bolsa de Ações de Hollywood, por exemplo, é uma simulação do mercado de ações de entretenimento com ações de filmes ( MovieStocks ) e de astros do cinema ( StarBonds ) negociadas ativamente durante as etapas de criação, desenvolvimento, produção, finalização e lançamento de filmes. Existem opções de compra e venda de grandes sucessos ou fracassos iniciais, e os traders conseguem prever períodos de quatro semanas de bilheteria de cada filme. E como os traders fazem notícia com suas decisões de investimentos, a maior parte dos estúdios não pode dar-se ao luxo de ignorar essa comunidade de investidores na preparação e na colaboração de suas campanhas de marketing. A força dessas comunidades vem em grande parte da velocidade em que podem ser mobilizadas. A notícia se espalha tão rapidamente pela Internet que as pessoas chamam a comunicação boca a boca de marketing de vírus. Esse fenômeno já está transformando a gestão de marcas. No passado, as empresas forjavam um conceito da imagem pela

4 propaganda, embalagem e outros detalhes desse tipo. No novo mercado, contudo, o posicionamento evolui a partir da experiência personalizada e coletiva dos consumidores. Gerenciar a diversidade dos consumidores À medida que adotam o mercado como fórum as empresas tornam-se mais vulneráveis à diversidade de clientes. Isso ocorre principalmente com os fabricantes de produtos de tecnologia avançada, mais às variações do nível de sofisticação dos clientes. A experiência do consumidor com produtos ou serviços de tecnologia de ponta e sua opinião sobre eles varia de acordo com a habilidade do usuário. A sofisticação do usuário também determina sua tolerância a problemas. Um técnico pode gostar de trabalhar com uma versão beta de um software e ter prazer de encontrar bugs. Outros, vêem o software com um mal necessário. A última coisa que querem é deparar com a mensagem erro de sistema. Criação conjunta de experiências O aproveitamento das competências implica mais do que simplesmente dialogar. É preciso dialogar. É preciso entender que o consumidor já não está interessado em comprar um produto. O produto, na verdade, não passa de um artefato em volta do qual acontecem as experiências. Mais ainda: os clientes não mostram grande vontade de aceitar experiências engendradas pelas empresas. Querem, cada vez mais dar forma às experiências eles mesmos, com ou sem ajuda. A customização pressupõe um produto projetado para atender às necessidades do consumidor. Amplamente usada na Web, a customização envolve a escolha, pelo consumidor, de produtos e serviços variados. Já a personalização implica ter no cliente um parceiro na criação do conteúdo da experiência. Uma floricultura on-line, por exemplo, deveria permitir ao comprador especificar o formato, o tipo, a quantidade e o arranjo de flores, vasos e cores, não apenas a escolha a partir de um menu padronizado de serviços. A floricultura deveria também permitir ao cliente trocar idéias com seus especialistas ou outros consumidores. CONCLUSÃO A Web é um canal de diálogo extremamente rico que deu origem a modelos de negócios mais eficientes. Alguns autores prevêem até que a distribuição de canais virtuais da Internet substituirá completamente os canais tradicionais de alguns setores, por ser de menor custo. Um banco, por exemplo economiza 80% quando os clientes fazem suas transações por computador. O cliente economiza tempo e o custo do deslocamento. As pesquisas mostram, porém, que a experiência do consumidor é altamente influenciada pelo ambiente onde ocorre. O método de comunicação entre clientes e empresas é parte indissociável da criação da

5 experiência. Quanto maior o número de ambientes que a empresa puder oferecer, mais ricas serão as experiências dos clientes. É de se esperar que os canais tradicionais também evoluam. Embora a maioria dos clientes de um banco deva, provavelmente, passar a usar caixas eletrônicos, micros e celulares para realizar transações, sempre haverá espaço para redes de agências. Entende-se que a maior parte das empresas terá de administrar e interligar vários canais de distribuição diferentes. O desafio será garantir que a natureza e a qualidade da realização, a experiência personalizada do indivíduo sejam iguais em todos os canais. As empresas terão de vencer algumas resistências de seus parceiros antigos. Mas o maior desafio para as empresas será o desenvolvimento de infra-estruturas capazes de sustentar uma rede de distribuição de vários canais. Para alguns negócios, principalmente aqueles em setores tradicionais, as questões mais urgentes são relativas à tecnologia da informação, que precisa evoluir para atender aos novos canais de comunicação e à logística. Um dos elementos mais críticos da infra-estrutura de uma empresa é o sistema de cobrança, que abriga um cadastro valiosíssimo de informações sobre os clientes. Ao passar a lidar diretamente com os consumidores, muitas empresas se descobrem carentes da competência contábil necessária, por terem sempre se fiado em seus parceiros de canais para a execução dessa tarefa. Os desafios de construir e integrar um canal virtual parecem mínimos diante do problema enfrentado pelas próprias empresas da Internet. O problema já não é o e-commerce, mas o f-commerce a entrega (fulfilment) de bens e serviços. Qualquer um consegue vender um livro pela Internet; fazer uma entrega rápida e de baixo custo é que são elas. A amazon.com, protótipo de empresa da Internet, deve Ter em breve 325,5 mil m² de espaço de distribuição em sete cidades do EUA mais de dez vezes a capacidade de entrega que a empresa tinha anteriormente. Conseguir entregar a um custo baixo na nova economia exige combinar a infraestrutura de telecomunicações e de Internet com a infra-estrutura de logística e de serviços. REFERÊNCIAS DAVENPORT, T.; PRUSAK, L. Conhecimento empresarial. Rio de Janeiro: Campus, 1999.

6 LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, MONTGOMERY, C.A.; PORTER, M.E. Estratégia: a busca da vantagem competitiva. Rio de Janeiro: Campus, 1998.

PADRÃO DE RESPOSTA DAS QUESTÕES DISCURSIVAS PROFISSIONAL BÁSICO COMUNICAÇÃO SOCIAL

PADRÃO DE RESPOSTA DAS QUESTÕES DISCURSIVAS PROFISSIONAL BÁSICO COMUNICAÇÃO SOCIAL Questão n o 1 a) O candidato deverá apresentar seis dentre as seguintes vantagens: Domínio de tecnologia capaz de produzir bens preferidos por certas classes de compradores Aumento dos índices de qualidade

Leia mais

Varejo virtual ERA DIGITAL. por Tânia M. Vidigal Limeira FGV-EAESP

Varejo virtual ERA DIGITAL. por Tânia M. Vidigal Limeira FGV-EAESP ERA DIGITAL Varejo virtual Ovolume de operações registrado recentemente no âmbito do comércio eletrônico atesta que a Internet ainda não chegou às suas últimas fronteiras. Vencidas as barreiras tecnológicas

Leia mais

Como identificar, vender e comercializar com os prospectos de pequenas empresas Parte 3/3

Como identificar, vender e comercializar com os prospectos de pequenas empresas Parte 3/3 Como identificar, vender e comercializar com os prospectos de pequenas empresas Parte 3/3 A pequena empresa é um mercado massivo em importante crescimento, que alcançou uma maturidade em termos de oportunidade

Leia mais

A empresa digital: comércio e negócios eletrônicos

A empresa digital: comércio e negócios eletrônicos Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 06 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti

Leia mais

De olho no futuro. 10Minutos Energia

De olho no futuro. 10Minutos Energia 10Minutos Energia Como ganhar impulso no processo de transformação energética De olho no futuro Julho de 2015 Destaques Megatendências e disrupções estão tendo impactos profundos nas estratégias e no papel

Leia mais

Um mercado de oportunidades

Um mercado de oportunidades Um mercado de oportunidades Como grandes, pequenas e médias empresas se comunicam? Quem são os principais interlocutores e como procurá-los? Como desenvolver uma grande campanha e inovar a imagem de uma

Leia mais

Palavras-chave: Loja virtual. Comércio eletrônico. Internet.

Palavras-chave: Loja virtual. Comércio eletrônico. Internet. Migração de Lojas Físicas para Virtuais: breve histórico e contextualização Gabriel Dallo gabriel_dalo@hotmail.com Lucas Gabriel Rodrigues Simões lucasgabriel_simoes@hotmail.com Pedro Gustavo Duarte pedro_g_duarte@hotmail.com

Leia mais

A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores da Alegria

A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores da Alegria Agentes Financiadores Notícias e atualidades sobre Agentes Financiadores nacionais e internacionais página inicial A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores

Leia mais

Introdução. 1. O que é e-commerce?

Introdução. 1. O que é e-commerce? Introdução As vendas na internet crescem a cada dia mais no Brasil e no mundo, isto é fato. Entretanto, dominar esta ferramenta ainda pode ser um mistério tanto para micro quanto para pequenos e médios

Leia mais

Orientações para elaborar um. Plano de Negócios

Orientações para elaborar um. Plano de Negócios Orientações para elaborar um Plano de Negócios Maio de 2010 www.nascente.cefetmg.br Página 1 Apresentação Este documento contém um roteiro básico de Plano de Negócios. O objetivo é permitir que o futuro

Leia mais

O QUE FAZER PARA MELHORAR O PROCESSO DE COMPRAS 1

O QUE FAZER PARA MELHORAR O PROCESSO DE COMPRAS 1 O QUE FAZER PARA MELHORAR O PROCESSO DE COMPRAS 1 Matheus Alberto Cônsoli* Lucas Sciência do Prado* Marcos Fava Neves* As revendas agropecuárias devem considerar não apenas preços, mas também as oportunidades

Leia mais

Empreenda! 9ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios. Preparamos este roteiro para ajudá-lo (a) a desenvolver o seu Plano de Negócios.

Empreenda! 9ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios. Preparamos este roteiro para ajudá-lo (a) a desenvolver o seu Plano de Negócios. Empreenda! 9ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios Caro (a) aluno (a), Preparamos este roteiro para ajudá-lo (a) a desenvolver o seu Plano de Negócios. O Plano de Negócios deverá ter no máximo

Leia mais

Empresas que atuavam fora do Brasil, começam a olhar para o nosso mercado e investem na busca de crescer a sua base de clientes, tais como:

Empresas que atuavam fora do Brasil, começam a olhar para o nosso mercado e investem na busca de crescer a sua base de clientes, tais como: TENDÊNCIAS 1. Globalização Empresas que atuavam fora do Brasil, começam a olhar para o nosso mercado e investem na busca de crescer a sua base de clientes, tais como: Grupo Casino Carrefour Wal-Mart C&A

Leia mais

8. AS EQUIPES VIRTUAIS PROMOVENDO VANTAGENS COMPETITIVAS NA BUNGE FERTILIZANTES S/A

8. AS EQUIPES VIRTUAIS PROMOVENDO VANTAGENS COMPETITIVAS NA BUNGE FERTILIZANTES S/A 8. AS EQUIPES VIRTUAIS PROMOVENDO VANTAGENS COMPETITIVAS NA BUNGE FERTILIZANTES S/A Adriane Hartman Fábio Gomes da Silva Dálcio Roberto dos Reis Luciano Scandelari 1 INTRODUÇÃO Este artigo pretende mostrar

Leia mais

W H I T E P A P E R O s B e n e f í c i o s d a E m p r e s a S o c i a l n o M u n d o W e b 2. 0

W H I T E P A P E R O s B e n e f í c i o s d a E m p r e s a S o c i a l n o M u n d o W e b 2. 0 Av Eng. Luiz Carlos Berrini 1645, 8 andar, 04571-000 Brooklin Novo, São Paulo SP Brazil. Tel: 55 11 5508-3400 Fax: 55 11 5508 3444 W H I T E P A P E R O s B e n e f í c i o s d a E m p r e s a S o c i

Leia mais

Fale com seus clientes quando seja mais conveniente para eles com o Genesys Web Callback

Fale com seus clientes quando seja mais conveniente para eles com o Genesys Web Callback Folheto de produto Genesys Web Callback Fale com seus clientes quando seja mais conveniente para eles com o Genesys Web Callback Não importa quão bom seja seu atendimento ao cliente, há momentos em que

Leia mais

E- Marketing - Estratégia e Plano

E- Marketing - Estratégia e Plano E- Marketing - Estratégia e Plano dossier 2 http://negocios.maiadigital.pt Indíce 1 E-MARKETING ESTRATÉGIA E PLANO 2 VANTAGENS DE UM PLANO DE MARKETING 3 FASES DO PLANO DE E-MARKETING 4 ESTRATÉGIAS DE

Leia mais

EXP Digital, desenvolvendo soluções personalizadas para sua empresa alcançar a melhor performance no mundo virtual.

EXP Digital, desenvolvendo soluções personalizadas para sua empresa alcançar a melhor performance no mundo virtual. EXP Digital, desenvolvendo soluções personalizadas para sua empresa alcançar a melhor performance no mundo virtual. Somos uma empresa especializada em soluções voltadas ao segmento digital como: criação,

Leia mais

AULA 5 O E-BUSINESS E OS SISTEMAS DE APOIO ÀS DECISÕES E DE INFORMAÇÃO EXECUTIVA

AULA 5 O E-BUSINESS E OS SISTEMAS DE APOIO ÀS DECISÕES E DE INFORMAÇÃO EXECUTIVA AULA 5 O E-BUSINESS E OS SISTEMAS DE APOIO ÀS DECISÕES E DE INFORMAÇÃO EXECUTIVA APOIO ÀS DECISÕES DE E-BUSINESS E SISTEMAS DE APOIO ÀS DECISÕES Conceito O conceito básico de e-business é simples: negócios

Leia mais

CURSO MARKETING POLÍTICO DIGITAL

CURSO MARKETING POLÍTICO DIGITAL CURSO MARKETING POLÍTICO DIGITAL Por: Leandro Rehem Módulo 1: Conhecendo o Marketing Político Digital O político e as Novas Comunicações Qual o cenário no Brasil e no Mundo Comportamento dos eleitores

Leia mais

Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico.

Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico. Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico. TENDÊNCIAS NO COMÉRCIO ELETRÔNICO Atualmente, muitos negócios são realizados de forma eletrônica não sendo necessário sair de casa para fazer compras

Leia mais

Dicas e orientações sobre o e-commerce de produtos e serviços de saúde

Dicas e orientações sobre o e-commerce de produtos e serviços de saúde Boas Práticas em Saúde Online Dicas e orientações sobre o e-commerce de produtos e serviços de saúde Boas Práticas em Saúde Online 1 Expediente 2015 Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas

Leia mais

FMU - FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS E-COMMERCE, SOCIAL COMMERCE, MOBILE MARKETING E MARKETING DE PERMISSÃO.

FMU - FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS E-COMMERCE, SOCIAL COMMERCE, MOBILE MARKETING E MARKETING DE PERMISSÃO. FMU - FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS E-COMMERCE, SOCIAL COMMERCE, MOBILE MARKETING E MARKETING DE PERMISSÃO. São Paulo - SP 2016 RENAN ROCHA ALVES - RA: 6448758 E-COMMERCE, SOCIAL COMMERCE, MOBILE MARKETING

Leia mais

10 Análise dos recursos internos

10 Análise dos recursos internos 177 10 Análise dos recursos internos Essa seção do trabalho tem como objetivo fazer a análise dos recursos internos das duas empresas pesquisadas, Globo e Vivo. Como referencial teórico será utilizado

Leia mais

LOGÍSTICA: história e conceitos RESUMO

LOGÍSTICA: história e conceitos RESUMO 1 LOGÍSTICA: história e conceitos Newilson Ferreira Coelho FAFIJAN Marilda da Silva Bueno FAFIJAN RESUMO Através de uma pesquisa bibliográfica, este estudo apresenta a logística, sua história e conceitos

Leia mais

Wagner K. Arendt Coordenador de TI FCDL/SC

Wagner K. Arendt Coordenador de TI FCDL/SC Wagner K. Arendt Coordenador de TI FCDL/SC sua empresa na Internet A criação de um site é uma regra geral para empresas que querem sobreviver em um mercado cada vez mais agressivo e um mundo globalizado,

Leia mais

Eleve a experiência do consumidor: como criar uma situação de win-win entre a TI e seus usuários

Eleve a experiência do consumidor: como criar uma situação de win-win entre a TI e seus usuários Eleve a experiência : como criar uma situação de win-win entre a TI e seus usuários Introdução Soluções da CA Por que é necessário melhorar a experiência dos usuários com os serviços de TI? A consumerização

Leia mais

Varejo multicanal ERA DIGITAL. por Roseli Morena Porto FGV-EAESP

Varejo multicanal ERA DIGITAL. por Roseli Morena Porto FGV-EAESP ERA DIGITAL Varejo multicanal Cresce o número de empresas brasileiras que disponibilizam vários canais para a comercialização de seus produtos e serviços. No varejo, apesar de a prática não ser recente,

Leia mais

OS DESAFIOS LOGISTICOS DO COMÉRCIO ELETRÔNICO

OS DESAFIOS LOGISTICOS DO COMÉRCIO ELETRÔNICO OS DESAFIOS LOGISTICOS DO COMÉRCIO ELETRÔNICO Fabiana Rubim Cintra Murilo Rodrigues da Silva Patrick Beirigo Andrade RESUMO Este artigo tem o objetivo de expor os principais problemas que o comércio eletrônico

Leia mais

Modelos de Negócios Digitais

Modelos de Negócios Digitais Modelos de Negócios Digitais O que é um modelo de negócio? Um Modelo de Negócios descreve a lógica de criação, entrega e captura de valor por parte de uma organização. Definição do negócio da empresa Negócio

Leia mais

Connections with Leading Thinkers

Connections with Leading Thinkers Instituto de Alta Performance Connections with Leading Thinkers O especialista em inovação Bruno Moreira analisa as dificuldades que impedem um maior nível de colaboração por parte das empresas brasileiras

Leia mais

Ricardo Mayer Palestras e Workshops

Ricardo Mayer Palestras e Workshops Ricardo Mayer Palestras e Workshops Tel: 55 8455 2022 E-mail: estudioricardomayer@gmail.com Site: estudioricardomayer.com.br Apresento esse conjunto atividades que foram formatadas ao longo dos últimos

Leia mais

O Desafio de Inovar em um Ambiente em Contínua Evolução

O Desafio de Inovar em um Ambiente em Contínua Evolução O Desafio de Inovar em um Ambiente em Contínua Evolução Dorgival Olavo Guedes Neto 1 Pesquisador Associado do Departamento de Ciência da Computação da Universidade Federal de Minas Gerais-UFMG Doutor em

Leia mais

DEFININDO COMUNIDADES PARA O MARKETING VERDE

DEFININDO COMUNIDADES PARA O MARKETING VERDE 186 MARKETING 3.0 Inovador Propagador Investidor Capacitador Dependência de recursos naturais Exposição a normas e regulamentação Crescente potencial de regulação Promotor Mercados em que a competição

Leia mais

soluções inovadoras para desafios de negócios Manual explicativo do quadro do modelo de negócios passo a passo com exemplos

soluções inovadoras para desafios de negócios Manual explicativo do quadro do modelo de negócios passo a passo com exemplos soluções inovadoras para desafios de negócios Manual explicativo do quadro do modelo de negócios passo a passo com exemplos O quadro do modelo de negócios O Business Model Canvas (Quadro do Modelo de Negócios)

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br O admirável e inevitável mundo novo da advocacia empresarial Marco Antonio P. Gonçalves Há 200 anos nascia Charles Darwin, famoso por seu pioneiro trabalho e pela célebre frase "não

Leia mais

Guia de Vendas Online para Iniciantes

Guia de Vendas Online para Iniciantes Guia de Vendas Online para Iniciantes ebook SUMÁRIO Introdução: Dúvidas comuns para quem deseja começar a vender pela internet... 2 Capítulo 1: O é e-commerce?... 3 Capítulo 3: Como funcionam os principais

Leia mais

Backsite Serviços On-line

Backsite Serviços On-line Apresentação Quem Somos O Backsite Com mais de 15 anos de mercado, o Backsite Serviços On-line vem desenvolvendo soluções inteligentes que acompanham o avanço das tecnologias e do mundo. Com o passar do

Leia mais

5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo

5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo 5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo Este estudo teve como objetivo contribuir para a compreensão do uso das mídias sociais, como principal ferramenta de marketing da Casar é Fácil, desde o momento da sua

Leia mais

A PROGRAMAÇÃO DO ESFORÇO MERCADOLÓGICO

A PROGRAMAÇÃO DO ESFORÇO MERCADOLÓGICO A PROGRAMAÇÃO DO ESFORÇO MERCADOLÓGICO Luiz Carlos Bresser-Pereira Revista Marketing n. 7, vol. II, 1968: 24-32. Um programa mercadológico é um instrumento para se pensar com antecedência, para se estabelecer

Leia mais

CERTIFICAÇÃO ISO PARA EMPRESÁRIOS. Um guia fácil para preparar e certificar sua empresa. Ricardo Pereira

CERTIFICAÇÃO ISO PARA EMPRESÁRIOS. Um guia fácil para preparar e certificar sua empresa. Ricardo Pereira CERTIFICAÇÃO ISO PARA EMPRESÁRIOS Um guia fácil para preparar e certificar sua empresa Ricardo Pereira Antes de começar por Ricardo Pereira Trabalhando na Templum Consultoria eu tive a rara oportunidade

Leia mais

...estas abordagens contribuem para uma ação do nível operacional do design.

...estas abordagens contribuem para uma ação do nível operacional do design. Projetar, foi a tradução mais usada no Brasil para design, quando este se refere ao processo de design. Maldonado definiu que design é uma atividade de projeto que consiste em determinar as propriedades

Leia mais

O que aprendi sobre avaliação em cursos semipresenciais

O que aprendi sobre avaliação em cursos semipresenciais O que aprendi sobre avaliação em cursos semipresenciais José Moran Pesquisador, Professor, Conferencista e Orientador de projetos inovadores na educação. Publicado em: SILVA, Marco & SANTOS, Edméa (Orgs).

Leia mais

Health Innovation. 54 HEALTHCARE Management 36 julho agosto 2015 healthcaremanagement.com.br

Health Innovation. 54 HEALTHCARE Management 36 julho agosto 2015 healthcaremanagement.com.br Health Innovation 54 HEALTHCARE Management 36 julho agosto 2015 healthcaremanagement.com.br Inovação na Saúde Um vasto território a ser explorado Ainda há uma longa estrada a ser percorrida quando o assunto

Leia mais

Comércio Eletrônico: Mercados Digitais, Mercadorias Digitais

Comércio Eletrônico: Mercados Digitais, Mercadorias Digitais Comércio Eletrônico: Mercados Digitais, Mercadorias Digitais 9.1 2007 by Prentice Hall OBJETIVOS DE ESTUDO Descrever as características distintivas do comércio eletrônico, dos mercados digitais e das mercadorias

Leia mais

Uso estratégico do Twitter: como usar o microblogging a favor da sua empresa. www.talk2.com.br

Uso estratégico do Twitter: como usar o microblogging a favor da sua empresa. www.talk2.com.br Uso estratégico do Twitter: como usar o microblogging a favor da sua empresa www.talk2.com.br 04 Introdução 4 05 08 10 16 Por que as pessoas seguem uma conta 5 O que você precisa ter e saber antes de criar

Leia mais

VOCÊ está satisfeito com a

VOCÊ está satisfeito com a O Que é Logística? Logística e Distribuição A importância da Logística nas empresas 1 Logistica e Distribuição 2 Logistica e Distribuição Necessidade... Todos os dias milhões de produtos são fabricados

Leia mais

FACETAS DA MULHER BRASILEIRA: VISÃO DAS BRASILEIRAS SOBRE A IMAGEM DA MULHER NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO

FACETAS DA MULHER BRASILEIRA: VISÃO DAS BRASILEIRAS SOBRE A IMAGEM DA MULHER NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO FACETAS DA MULHER BRASILEIRA: VISÃO DAS BRASILEIRAS SOBRE A IMAGEM DA MULHER NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO Fevereiro 2016 A MULHER NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO O que mais incomoda no discurso/posição que a mulher

Leia mais

Aumente o valor do ciclo de vida de cada cliente

Aumente o valor do ciclo de vida de cada cliente Engajamento com o Cliente Gerenciamento de Ciclo de Vida do Cliente Informativo Torne cada interação relevante e envolvente Aumente o valor do ciclo de vida de cada cliente Gerenciamento do ciclo de vida

Leia mais

(MAPAS VIVOS DA UFCG) PPA-UFCG RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO 2006-2008 ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES

(MAPAS VIVOS DA UFCG) PPA-UFCG RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO 2006-2008 ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES 1 PPA-UFCG PROGRAMA PERMANENTE DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO 2006-2008 ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES (MAPAS VIVOS DA UFCG) 2 DIMENSÃO MISSÃO E PDI MAPAS VIVOS DE

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO DE TURSIMO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO DE TURSIMO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO DE TURSIMO Concurso Público para o Cargo de Professor Adjunto EDITAL 027/2012 Código do Candidato: PROVA ESCRITA - 17.12.2012

Leia mais

NEGOCIAÇÃO DE CONSULTORIA EM VENDAS ONLINE

NEGOCIAÇÃO DE CONSULTORIA EM VENDAS ONLINE 2 NEGOCIAÇÃO DE CONSULTORIA EM VENDAS ONLINE Quando uma empresa vai pra internet e investe em marketing digital, essas são as 3 coisas que precisam ser feitas: 1- GERAR LEADS 2- TRANSFORMAR LEADS EM CLIENTES

Leia mais

Por muitos anos, investir cifras. Venda diferenciada. marketing conteúdo

Por muitos anos, investir cifras. Venda diferenciada. marketing conteúdo Venda diferenciada Para fechar negócios e estreitar relação com clientes, corretoras de seguros aderem ao Marketing de Conteúdo Lívia Sousa Por muitos anos, investir cifras altíssimas em ações publici-

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso:

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso: PLANO DE NEGÓCIOS Causas de Fracasso: Falta de experiência profissional Falta de competência gerencial Desconhecimento do mercado Falta de qualidade dos produtos/serviços Localização errada Dificuldades

Leia mais

PARA QUE SERVE O CRM?

PARA QUE SERVE O CRM? Neste mês, nós aqui da Wiki fomos convidados para dar uma entrevista para uma publicação de grande referência no setor de varejo, então resolvemos transcrever parte da entrevista e apresentar as 09 coisas

Leia mais

Uma empresa só poderá vender seus bens/serviços aos consumidores se dois requisitos básicos forem preenchidos:

Uma empresa só poderá vender seus bens/serviços aos consumidores se dois requisitos básicos forem preenchidos: Módulo 4. O Mercado O profissional de marketing deverá pensar sempre em uma forma de atuar no mercado para alcançar os objetivos da empresa. Teoricamente parece uma tarefa relativamente fácil, mas na realidade

Leia mais

10 Minutos. sobre práticas de gestão de projetos. Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas

10 Minutos. sobre práticas de gestão de projetos. Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas 10 Minutos sobre práticas de gestão de projetos Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas Destaques Os CEOs de setores que enfrentam mudanças bruscas exigem inovação

Leia mais

Universidade Cruzeiro do Sul. Campus Virtual Unidade I: Unidade: Gerenciamento de Marketing e Vendas

Universidade Cruzeiro do Sul. Campus Virtual Unidade I: Unidade: Gerenciamento de Marketing e Vendas Universidade Cruzeiro do Sul Campus Virtual Unidade I: Unidade: Gerenciamento de Marketing e Vendas 2010 0 Unidade: Gerenciamento de Marketing e Vendas É necessário o entendimento de como os produtos chegam

Leia mais

PASSO-A-PASSO DO PROJETO EDUCACIONAL

PASSO-A-PASSO DO PROJETO EDUCACIONAL PASSO-A-PASSO DO PROJETO EDUCACIONAL 1 2 Projeto Gestão de Educacional 3 Canais 4 5 de 6 Mapa de competências Plano Desenvolvimento Gestão da Monitor/aval formação de ações implementação e ROI Diagnóstico

Leia mais

Análise Preditiva de Vantagem Comercial

Análise Preditiva de Vantagem Comercial PESQUISA TDWI PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2014 RESUMO EXECUTIVO RELATÓRIO DE MELHORES PRÁTICAS TDWI Análise Preditiva de Vantagem Comercial Por Fern Halper tdwi.org RESUMO EXECUTIVO Análise Preditiva de Vantagem

Leia mais

Pesquisa: Estratégias para o varejo brasileiro Reflexões sobre os anseios do consumidor

Pesquisa: Estratégias para o varejo brasileiro Reflexões sobre os anseios do consumidor Pesquisa: Estratégias para o varejo brasileiro Reflexões sobre os anseios do consumidor A pesquisa revela que o consumidor brasileiro está cada vez mais exigente. Com isso, o varejista precisa estar atento

Leia mais

Reflexão... Do Dado à Inteligência. "A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo" Vantagem Competitiva. Estratégia e Inteligência Competitiva

Reflexão... Do Dado à Inteligência. A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo Vantagem Competitiva. Estratégia e Inteligência Competitiva Reflexão... Estratégia e Inteligência Competitiva "A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo" Drucker Prof. Msc. Cláudio Márcio cmarcio@gmail.com Do Dado à Inteligência Experiência Intuição Complexidade

Leia mais

CASE ANÁLISE DE PORTER

CASE ANÁLISE DE PORTER CASE ANÁLISE DE PORTER C onfidencialidade do documento. Neste documento será apresentada a Análise de Porter da empresa em questão, não sendo possível divulgar sua identidade, mas todos os dados necessários

Leia mais

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo Objetivos do Capítulo Identificar as diversas estratégias competitivas básicas e explicar como elas podem utilizar a tecnologia da informação para fazer frente às forças competitivas que as empresas enfrentam.

Leia mais

O Cisco IBSG prevê o surgimento de mercados globais conectados

O Cisco IBSG prevê o surgimento de mercados globais conectados O Cisco IBSG prevê o surgimento de mercados globais conectados Como as empresas podem usar a nuvem para se adaptar e prosperar em um mercado financeiro em rápida mudança Por Sherwin Uretsky, Aron Dutta

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Introdução A A logística sempre existiu e está presente no dia a dia de todos nós, nas mais diversas

Leia mais

Roteiro para elaboração do Relatório de Estágio Supervisionado do Curso de Bacharelado em Administração da AJES

Roteiro para elaboração do Relatório de Estágio Supervisionado do Curso de Bacharelado em Administração da AJES Roteiro para elaboração do Relatório de Estágio Supervisionado do da AJES A - APRESENTAÇÃO 1. A empresa 1.1. Aspectos Gerais 1.1.1. História da empresa (da fundação a atualidade) 1.1.2. Visão, Missão e

Leia mais

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO.

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. 1 ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. Juliana da Silva RIBEIRO 1 RESUMO: O presente trabalho enfoca as estratégias das operadoras de telefonia móvel TIM,VIVO e CLARO

Leia mais

Padrão exclusivo para sua empresa. nsanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar

Padrão exclusivo para sua empresa. nsanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar especial gestão Padrão exclusivo para sua empresa nsanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes. A frase consagrada de Albert Einstein não poderia ser mais clara: quer

Leia mais

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundamentos da Vantagem Estratégica ou competitiva Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que apoiam

Leia mais

QUER TER SUCESSO NOS NEGÓCIOS? CONFIRA NOSSAS DICAS!

QUER TER SUCESSO NOS NEGÓCIOS? CONFIRA NOSSAS DICAS! QUER TER SUCESSO NOS NEGÓCIOS? CONFIRA NOSSAS DICAS! 4 Introdução 5 Conheça seu público 5 Crie uma identidade para sua empresa 6 Construa um site responsivo 6 Seja direto, mas personalize o máximo possível

Leia mais

10.1. Estratégias para desenvolvimento de novos produtos

10.1. Estratégias para desenvolvimento de novos produtos Módulo 10. Planejamento de novos produtos Uma economia sofrendo as conseqüências de um mercado globalizado, onde a concorrência não dorme nem perdoa atrasos ou percalços. Esta é o macro ambiente onde estão

Leia mais

REVIE a Rede de Valor para Inteligência Empresarial. Este é o 1º dos artigos da série sobre o Método REVIE que foi publicado no portal Meta Análise.

REVIE a Rede de Valor para Inteligência Empresarial. Este é o 1º dos artigos da série sobre o Método REVIE que foi publicado no portal Meta Análise. REVIE a Rede de Valor para Inteligência Empresarial Daniela Ramos Teixeira Este é o 1º dos artigos da série sobre o Método REVIE que foi publicado no portal Meta Análise. Vamos começar apresentando o Método

Leia mais

MBA em Gestão de Negócios de Varejo

MBA em Gestão de Negócios de Varejo MBA em Gestão de Negócios de Varejo Início em 28 de Abril de 2016 Aulas as terças e quintas, das 19h às 22h Valor do curso: R$ 23.760,00 À vista com desconto: R$ 21.859,00 Consultar planos de parcelamento.

Leia mais

COMO FUNCIONA NOSSA CONSULTORIA DE MARKETING DIGITAL ESPECIALIZADA EM VENDAS ONLINE

COMO FUNCIONA NOSSA CONSULTORIA DE MARKETING DIGITAL ESPECIALIZADA EM VENDAS ONLINE www.agenciaatos.com.br COMO FUNCIONA NOSSA CONSULTORIA DE MARKETING DIGITAL ESPECIALIZADA EM VENDAS ONLINE APLICAÇÃO DA CONSULTORIA EM VENDAS ONLINE É assim que os resultados são gerados. No entanto, é

Leia mais

Programática: o novo acessório indispensável da Volkswagen

Programática: o novo acessório indispensável da Volkswagen Programática: o novo acessório indispensável da Volkswagen Publicado Março 2016 Qualquer mudança requer adaptações. A Volkswagen e a agência AlmapBBDO compreenderam que, para entender melhor o consumidor

Leia mais

Se já dispõe dum contrato Platts, não perca a oportunidade de melhorá-lo

Se já dispõe dum contrato Platts, não perca a oportunidade de melhorá-lo Bem-vindo A Platts é a principal fonte líder mundial de avaliações de referência de preços nos mercados de energia e produtos petroquímicos no mundo, a Mundopetróleo é distribuidor oficial autorizado da

Leia mais

INTRODUÇÃO. Entendemos por risco a probabilidade de ocorrer um dano como resultado à exposição de um agente químico, físico o biológico.

INTRODUÇÃO. Entendemos por risco a probabilidade de ocorrer um dano como resultado à exposição de um agente químico, físico o biológico. INTRODUÇÃO No nosso dia-a-dia enfrentamos diferentes tipos de riscos aos quais atribuímos valor de acordo com a percepção que temos de cada um deles. Estamos tão familiarizados com alguns riscos que chegamos

Leia mais

NEGÓCIOS NA ERA DIGITAL. Prof. Msc. Adolfo Colares adolfo@ceap.br twitter: @adolfocolares facebook: Adolfo Colares

NEGÓCIOS NA ERA DIGITAL. Prof. Msc. Adolfo Colares adolfo@ceap.br twitter: @adolfocolares facebook: Adolfo Colares NEGÓCIOS NA ERA DIGITAL Prof. Msc. Adolfo Colares adolfo@ceap.br twitter: @adolfocolares facebook: Adolfo Colares MODELOS DE NEGÓCIOS DIGITAIS Tópicos: ü e- business ü e- commerce ü e- procurement ü e-

Leia mais

Introdução. Bom, mas antes de começar, eu gostaria de me apresentar..

Introdução. Bom, mas antes de começar, eu gostaria de me apresentar.. Introdução O que você faria se descobrisse um método, altamente lucrativo que te permite trabalhar exclusivamente pela internet? Um método que você pode trabalhar aonde quiser e quando quiser, usando apenas

Leia mais

Estratégia bancária para alcançar clientes de baixa renda

Estratégia bancária para alcançar clientes de baixa renda Estratégia bancária para alcançar clientes de baixa renda Preparado por Antonio Bonassa e Paulo Faria, da ESPM-SP 1 Recomendado para as disciplinas de: Estratégia Empresarial, Marketing e Estratégia de

Leia mais

PÓS GRADUAÇÃO EMPRESARIAL EM GESTÃO E MARKETING DIGITAL. Manual do Curso

PÓS GRADUAÇÃO EMPRESARIAL EM GESTÃO E MARKETING DIGITAL. Manual do Curso PÓS GRADUAÇÃO EMPRESARIAL EM GESTÃO E MARKETING DIGITAL Manual do Curso São Paulo Educação Executiva 2014 Apresentação Pós-Graduação Empresarial em Gestão e Marketing Digital é um curso destinado às empresas

Leia mais

Canais de marketing. Trade Marketing. Trade Marketing. Trade marketing é uma ferramenta que atua diretamente em três níveis:

Canais de marketing. Trade Marketing. Trade Marketing. Trade marketing é uma ferramenta que atua diretamente em três níveis: Canais de marketing Prof. Ricardo Basílio ricardobmv@gmail.com Trade Marketing Trade Marketing Trade marketing é uma ferramenta que atua diretamente em três níveis: Distribuidores; Clientes; Ponto de venda.

Leia mais

Junte-se ao clube ISO 14001!

Junte-se ao clube ISO 14001! Ano 10 Edição nº 94 QUALY DROPS ECS agosto de 2014 ECS Assessoria e Consultoria Técnica S/C Ltda Fones: (11) 2783-0136 / 2614-3262 ecsconsultoria@ecscon.com.br www.ecscon.com.br A norma ISO 14001 é hoje

Leia mais

Logística e Valor para o Cliente 1

Logística e Valor para o Cliente 1 1 Objetivo da aula Esta aula se propõe a atingir os seguintes objetivos: 1. Discutir a importância do gerenciamento da interface entre marketing e logística. 2. Reconhecer a necessidade de entender os

Leia mais

O guia do profissional de Recursos Humanos. Como melhorar o desenvolvimento da equipe

O guia do profissional de Recursos Humanos. Como melhorar o desenvolvimento da equipe O guia do profissional de Recursos Humanos Como melhorar o desenvolvimento da equipe 1 Introdução 03 Conhecendo as dores do seu time 05 Investir nos colaboradores! 08 Estabelecendo metas 11 A meditação

Leia mais

; CONSOLI, M. A. ; NEVES,

; CONSOLI, M. A. ; NEVES, ARTIGO EM REVISTA Publicado em: PAIVA, Hélio Afonso Braga de ; CONSOLI, M. A. ; NEVES, Marcos Fava. Oportunidades em Compras. AgroRevenda, São Paulo, v. 11, p. 12-14, 15 nov. 2006. Oportunidades em compras

Leia mais

O Design. Benefícios:

O Design. Benefícios: Design, Não é um artigo de luxo que só as grandes empresas podem alcançar. É um investimento de ótimo custo benefício, que pode trazer resultados importantes para sua empresa em diversos níveis. Nenhuma

Leia mais

Unidade II RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS

Unidade II RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Unidade II 2 TENDÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS 2.1 Gestão de compras 1 A gestão de compras assume papel estratégico na Era da competição global, devido ao volume de recursos envolvidos no processo,

Leia mais

AVISO LEGAL. Copyright 2016 Luis Passos http://luispassos.com.br. http://luispassos.com.br

AVISO LEGAL. Copyright 2016 Luis Passos http://luispassos.com.br. http://luispassos.com.br AVISO LEGAL Todo esforço foi feito para que este e-book fosse disponibilizado da forma mais correta, inteligível, clara e didática possível, no entanto, apesar de todo empenho nesse sentido, ainda podem

Leia mais

A METODOLOGIA DA PESQUISA DE MERCADOAPLICADA À PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS

A METODOLOGIA DA PESQUISA DE MERCADOAPLICADA À PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS 1 A METODOLOGIA DA PESQUISA DE MERCADOAPLICADA À PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS Maria Lúcia Ribeiro Da COSTA 1 João Cezario Giglio MARQUES 2 RESUMO: O estudo e a pesquisa de mercado

Leia mais

Gestão dos Ativos Intangíveis. Professora Rosely Gaeta

Gestão dos Ativos Intangíveis. Professora Rosely Gaeta Gestão dos Ativos Intangíveis Professora Rosely Gaeta Aula 01 - Conceitos Professora Rosely Gaeta Conceitos Educação É a ação e efeito de educar, de desenvolver as faculdades físicas, intelectuais e morais

Leia mais

Proposta Comercial Montagem de Site ou Loja Virtual Meu Site Agora

Proposta Comercial Montagem de Site ou Loja Virtual Meu Site Agora Proposta válida por 30 dias MSA www.meusiteagora.com.br atendimento@meusiteagora.com.br [11] 3473 3907 [15] 3358 5319 Proposta Comercial Montagem de Site ou Loja Virtual Meu Site Agora MARKETING O Marketing,

Leia mais

JORNADA DE COMPRA. O que é e sua importância para a estratégia de Marketing Digital VECTOR

JORNADA DE COMPRA. O que é e sua importância para a estratégia de Marketing Digital VECTOR O que é e sua importância para a estratégia de Marketing Digital 1 2 3 4 Já falamos muitas vezes sobre produção de conteúdo ser a base de uma estratégia de marketing digital de resultados para a sua empresa.

Leia mais

Titulo do projeto: O USO DAS REDES SOCIAIS COMO FERRAMENTA DE MARKETING DE VAREJO E INSTITUCIONAL NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

Titulo do projeto: O USO DAS REDES SOCIAIS COMO FERRAMENTA DE MARKETING DE VAREJO E INSTITUCIONAL NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS IMESB NÚCLEO DE ETENSÃO E PESQUISA (NUPES) Identificação da Faculdade: IMESB Titulo do projeto: O USO DAS REDES SOCIAIS COMO FERRAMENTA DE MARKETING DE VAREJO E INSTITUCIONAL NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

Leia mais

Logística. Canais de Distribuições Reversos. Objetivos. Logística. Prof: Roberto Macedo

Logística. Canais de Distribuições Reversos. Objetivos. Logística. Prof: Roberto Macedo Logística Prof: Roberto Macedo Canais de Distribuições Reversos Objetivos Apresentar os conceitos da logística reversa e os canais utilizados; Evidenciar a importância destes canais e as formas corretas

Leia mais

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 4.1

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 4.1 Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 4.1 4 OBJETIVOS OBJETIVOS A EMPRESA DIGITAL: COMÉRCIO E NEGÓCIOS ELETRÔNICOS Como a tecnologia de Internet mudou propostas de valor e modelos de negócios

Leia mais

Muitos varejistas têm adotado o uso de marketplaces como canais de venda adicionais às suas lojas virtuais já consolidadas.

Muitos varejistas têm adotado o uso de marketplaces como canais de venda adicionais às suas lojas virtuais já consolidadas. Os marketplaces são um modelo de e-commerce em que empresas comercializam seus produtos através de um site com grande fluxo de visitas e uma marca conhecida. Muitos varejistas têm adotado o uso de marketplaces

Leia mais

Tecnologia e Sistemas de Informações Empresa Digital

Tecnologia e Sistemas de Informações Empresa Digital Universidade Federal do Vale do São Francisco Tecnologia e Sistemas de Informações Empresa Digital Prof. Ricardo Argenton Ramos Aula 7 Desafios para a Administração Comercio eletrônico e negócios eletrônicos

Leia mais

Nome: Camila Dalzoto Silva, Diego Perboni de Andrade, Gabriela Saldanha, Keidi. Carneiro, Mariana de Morais Pretto, Rita Souza e Vanessa Rottmann.

Nome: Camila Dalzoto Silva, Diego Perboni de Andrade, Gabriela Saldanha, Keidi. Carneiro, Mariana de Morais Pretto, Rita Souza e Vanessa Rottmann. Faculdades Integradas de Taquara Credenciada pela Portaria 921, de 07/11/2007, D.O.U. de 08/11/2007 Nome: Camila Dalzoto Silva, Diego Perboni de Andrade, Gabriela Saldanha, Keidi Carneiro, Mariana de Morais

Leia mais