FERRAMENTAS DA QUALIDADE. Prof. Dr. Renato Montini FATEC MC

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FERRAMENTAS DA QUALIDADE. Prof. Dr. Renato Montini FATEC MC"

Transcrição

1 FERRAMENTAS DA QUALIDADE Prof. Dr. Renato Montini FATEC MC

2 As ferramentas da qualidade têm os seguintes objetivos: Facilitar a visualização e o entendimento dos problemas; Sintetizar o conhecimento e as conclusões; Desenvolver a criatividade; Permitir o conhecimento do processo; Fornecer elementos para o monitoramento dos processos; Permitir a melhoria dos processos. Isosaki & Nakasato, 2009

3 GESTÃO DA QUALIDADE PMP É observada principalmente por três aspectos fundamentais: 1) diz respeito ao consumidor, que busca características desejáveis, do ponto de vista econômico, nutricional ou estético; SILVA & FERNANDES, 2003

4 2) Se refere à legalidade (órgãos de regulamentação e inspeção), onde o produto passa por uma série de análises laboratoriais e é classificado dentro de padrões preestabelecidos e a sua qualidade final é atestada; 3) E mais atualmente, deixou de ser uma simples exigência burocrática a qualidade final atestada para se tornar uma estratégia fundamental e indispensável para garantir a competitividade. SILVA & FERNANDES, 2003

5 Adapt: GONÇALO, E.B.

6 5S

7 Programa 5S Palavras de origem japonesa adaptadas ao português - busca da mudança no comportamento e dos hábitos pessoais. JAPONÊS SEIRI SEITON SEISO SEIKETSU SHITSUKE PORTUGUÊS SENSO DE UTILIZAÇÃO SENSO DE ORDENAÇÃO SENSO DE LIMPEZA SENSO DE SAÚDE SENSO DE AUTODISCIPLINA SENAI, 2005

8 Programa 5S - Definição É uma filosofia de trabalho que promove a disciplina por meio de consciência e responsabilidade de todos com o objetivo de tornar o ambiente de trabalho agradável, produtivo e seguro. Adapt SENAI, 2005

9 Programa 5S Resultados Esperados Métodos de Trabalho Mais fáceis Mais seguros Mais simples Mais rápidos Mais limpos Melhores Mais baratos Beneficiados Empregados Cliente (Produto) SENAI, 2005

10 O que é o Senso de Utilização? É identificar os itens e materiais necessários e desnecessários de cada ambiente de trabalho; Deve-se manter no local apenas o aquilo que é necessário e adequado às atividade e ao ambiente de trabalho. SENAI, 2005

11 O que é o Senso de Ordenação? É determinar o local para se encontrar com facilidade algum documento, material, objeto ou equipamento. É deixar os materiais a serem utilizados sempre disponíveis, sem precisar procurá-los. Arrumar e ordenar aquilo que permaneceu no ambiente de trabalho por ser considerado necessário. Adapt SENAI, 2005

12 Quadro 1 Encontre os números de 1 a 54, identificando visualmente cada um deles SENAI, 2005

13 34 Quadro Tente novamente encontrar os mesmos números de 1 a 54 O que você observou? SENAI, 2005

14 O que é o Senso de Limpeza? É deixar tudo limpo, com o cuidado de não estar varrendo só por varrer, espanando só por espanar. É conservar sempre limpo a ambiente de trabalho e as máquinas e equipamentos em perfeito funcionamento. Adapt SENAI, 2005

15 O que é o Senso de Saúde? É Desenvolver a preocupação constante com a higiene em sentido amplo, tornando o local de trabalho saudável e adequado às tarefas desenvolvidas. É ter saúde física e mental. Adapt SENAI, 2005

16 O que é o Senso de Autodisciplina? É ter os empregados habituados a cumprirem os procedimentos, ética e padrões estabelecidos pela empresa. Melhorar constantemente. Desenvolver a força de vontade, a criatividade e o senso crítico. Respeitar e cumprir o estabelecido. É adquirir bons hábitos. Adapt SENAI, 2005

17 BPA Boas Práticas Agrícolas

18 BPA - Boas Práticas Agrícolas São Realmente Necessárias?

19 ALVES, R.M.S MS, em 24/04/2013 Congresso de Higienistas

20 Boas Práticas Agrícolas O que são? Práticas e procedimentos estabelecidos para a produção primária.

21 Boas Práticas Agrícolas Para que servem? Controle de perigos, aumento da produtividade e a qualidade dos alimentos. Atividades de Pré-colheita; Atividades de Pós-colheita. Adapt EMBRAPA, 2008

22 Isosaki & Nakasato, 2009

23 Objetivos: Segurança do consumidor; Higiene e segurança do produto agrícola; Qualidade do produto e do serviço rural; Seguridade da produção; Preservação do ambiente; Saúde do trabalhador rural. Adapt EMBRAPA, 2008

24 Adapt EMBRAPA, 2008

25 a. Potabilidade da Água; b. Higiene das superfícies; c. Prevenção da contaminação cruzada; d. Higiene Pessoal dos colaboradores; e. Proteção contra contaminação dos produtos; f. Saúde dos colaboradores; g. Controle integrado de pragas. 1. Higienização das instalações, equipamentos, móveis e utensílios; 2. Controle da potabilidade da água; 3. Higiene e saúde dos manipuladores; 4. Manejo dos resíduos; 5. Manutenção preventiva e calibração de equipamentos; 6. Controle integrado de vetores e pragas urbanas; 7. Seleção de matéria primas, ingredientes e embalagens; Adapt EMBRAPA, 2008

26 Ações e procedimentos sistêmicos que visam contribuir para viabilizar os programas de segurança alimentar; É um Pré-requisito básico para a implementação do sistema APPCC; Facilitam a rastreabilidade Adapt EMBRAPA, 2008

27 Adapt EMBRAPA, 2008

28 Adapt EMBRAPA, 2008

29 Adapt EMBRAPA, 2008

30 Adapt EMBRAPA, 2008

31 Adapt EMBRAPA, 2008

32 Adapt EMBRAPA, 2008

33 Adapt EMBRAPA, 2008

34 Adapt EMBRAPA, 2008

35 Sistemas de Gestão da Segurança Alimentar ISO (ISO : NBR ISSO 22000:2006)

36 O que é a ISO 22000? Requisito para o Sistema de Gestão da Segurança Alimentar - SGSA que permite estabelecer, implantar, operar, monitorar, rever, manter e melhorar; Gera a habilidade necessária para controlar perigos, garantindo assim o alimento seguro ao longo da cadeia produtiva; Consolida a responsabilidade e assegura alimentos seguros em âmbito mundial. Hajdenwurcel, 2009

37 ISO Aplicação

38 Por que implantar a ISO 22000? Fornece requisitos para SGSA; Permite auditarmos e certificarmos o processo; Harmonização dos requisitos em ambito global; Sistema mais coerente, focado e integrado do que requerido por normativas legais; Manutenção e melhoria da competitividade, fluxo de caixa, lucratividade, cumprimento legal e a imagem comercial; Abordagem pró-ativa, sistemática ao longo da cadeia de alimentos. Hajdenwurcel, 2009

39 ISO I. Estrutura da Norma II. Programa de pré-requisitos III. Princípios de APPCC IV. Comunicação interativa V. Gestão de Sistema

40 1. Objetivo 2. Referência normativa 3. Termos e definições 4. Requisitos de documentação do SGSA 5. Responsabilidade da direção

41 6. Gestão de recursos 7. Planejamento e produção de alimentos seguros 8. Validação, verificação e melhoria do sistema do SGSA.

42 ADAPT Gonçalo, E.B.

43

44 Subcontratado Consumidor Cliente Equipe Fornecedor Autoridades Fluxo de informações impactam a segurança alimentar Hajdenwurcel, 2009

45

46 INTERAÇÕES DAS FERRAMENTAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

47 A integração das atividades agrícolas amplia o controle para toda a cadeia produtiva. PMP Gestão da Qualidade (termo sofisticado) - É o gerenciamento da qualidade por toda a empresa.... mas na prática, gerenciar a qualidade é = acompanhar todo o desenvolvimento do produto durante as etapas de produção, transformação e distribuição. MARTINS, 2007

48 Evolução da Qualidade O Sucesso O Futuro* A Qualidade nos Métodos de Gestão Total Parceria com Clientes e Fornecedores Modelo Atual Garantia da Qualidade em Cada Posto de Trabalho Amplo Contato com Clientes e Fornecedores Linha de Montagem Controle de Qualidade/ Inspeção Pouco Contato com Clientes e Fornecedores Artesão Perícia Individual Estreito Contato com o Cliente SENAI, 2005

49 Evolução da Produção Mudança de Paradigma Fonte: CNI SENAI, 2005

50 Obrigado! Isosaki & Nakasato, 2009

51 Bibliografia: Alves, Rejane. Vigilância Epidemiológica das Doenças Transmitidas por Alimentos. Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica - Coordenação Geral de Doenças Transmissíveis, Abril Disponível em: ANDRADE, Nélio José; ANTUNES, Maria Aparecida. Higiene na industria de Processamento Mínimo. IN: IV Encontro Nacional sobre Processamento Mínimo de Frutas e Hortaliças em 5 /04/2006, São Pedro, SP. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual integrado de vigilância, prevenção e controle de doenças transmitidas por alimentos / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. Brasília : Editora do Ministério da Saúde, p. : il. (Série A. Normas e Manuais Técnicos) Disponível em: <http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/manual_doencas_transmitidas_por_alimentos_pdf.pdf> HAJDENWURCEl, Judith Regina. Sistemas de gestão da segurança alimentar- NBR ISO LA R&D Center, Coca Cola Company, 2009 ISOSAKI, M; NAKASATO, M. Gestão de serviço de nutrição hospitalar. São Paulo: Elsevier, MARTINS, Margarida Moldão. Pós-colheita e processamento mínimo de produtos hortofrutícolas. Qualidade e segurança Produtos minimamente processados. Definições, processamento e factores de qualidade. UTL/ISA/DAIAT em 3-5/12/07. SENAI Distrito Federal. Gestão de Processos. Serviço Nacional da Aprendizagem Industrial- Centro de Formação Profissional de Taguatinga, SILVA, Ebenézer de Oliveira et al. Processamento mínimo de produtos hortifrutícolas. Fortaleza : Embrapa Agroindústria Tropical, p. Disponível em: <https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=3&ved=0ceiqfjac&url=http%3a%2f%2fwww.cnpat.embrapa.br%2fcnpat%2fdown%2fi ndex.php%3fpub%2fdoc139.pdf&ei=dpl6uqgwkeixsqs1_ocqbq&usg=afqjcnhqtnc7pupw8bxdlcoy3bbjf3apta&bvm=bv ,d.cwc>

REVISTA SAÚDE TRABALHAR COM TRABALHAR COM A POR ONDE COMEÇAR? 29/9/2010 SETEMBRO DE 2010 UFSM UFSM. PPHO na Indústria de Laticínios

REVISTA SAÚDE TRABALHAR COM TRABALHAR COM A POR ONDE COMEÇAR? 29/9/2010 SETEMBRO DE 2010 UFSM UFSM. PPHO na Indústria de Laticínios REVISTA SAÚDE SETEMBRO DE 2010 POR ONDE COMEÇAR? TRABALHAR COM ALIMENTOS É TRABALHAR COM A SAÚDE DAS PESSOAS 1 Para garantirmos a produção de alimentos seguros, precisamos traduzir a legislação e as normas

Leia mais

Analista de Sistemas S. J. Rio Preto SP 2009

Analista de Sistemas S. J. Rio Preto SP 2009 O que é o Programa 5Ss? O Programa 5Ss é uma filosofia de trabalho que busca promover a disciplina na empresa através de consciência e responsabilidade de todos, de forma a tornar o ambiente de trabalho

Leia mais

CONCEITOS E APLICAÇÃO DA NORMA ISO 22000

CONCEITOS E APLICAÇÃO DA NORMA ISO 22000 CONCEITOS E APLICAÇÃO DA NORMA ISO 22000 ISO SEGURANÇA DOS ALIMENTOS A norma especifica requisitos para o sistema de gestão da segurança dos alimentos, onde uma organização na cadeia produtiva precisa

Leia mais

1.Maior produtividade pela redução da perda de tempo procurando por objetos. - Só ficam no ambiente os objetos necessários e ao alcance da mão;

1.Maior produtividade pela redução da perda de tempo procurando por objetos. - Só ficam no ambiente os objetos necessários e ao alcance da mão; Sistema 5 S's Conceito: O Método "5S" foi a base da implantação do Sistema de Qualidade Total nas empresas. Surgiu no Japão, nas décadas de 50 e 60, após a Segunda Guerra Mundial, quando o país vivia a

Leia mais

Treinamento: FSSC 22000 / Versão 3 Interpretação

Treinamento: FSSC 22000 / Versão 3 Interpretação Treinamento: FSSC 22000 / Versão 3 Interpretação 1. Objetivos Interpretar os requisitos das normas ISO 22000:2005; ISO TS 22002-1:2012 e requisitos adicionais da FSSC 22000. Desenvolver habilidades para

Leia mais

Eliminação de desperdícios Otimização do espaço Facilidade no acesso a materiais de trabalho Prevenção de quebras e acidentes Redução ou eliminação

Eliminação de desperdícios Otimização do espaço Facilidade no acesso a materiais de trabalho Prevenção de quebras e acidentes Redução ou eliminação Benefícios! Quais são? Eliminação de desperdícios Otimização do espaço Facilidade no acesso a materiais de trabalho Prevenção de quebras e acidentes Redução ou eliminação de condições e atos inseguros

Leia mais

Treinamento: FSSC 22000 / Versão 3 Formação de auditores internos

Treinamento: FSSC 22000 / Versão 3 Formação de auditores internos Treinamento: FSSC 22000 / Versão 3 Formação de auditores internos 1. Interpretar os requisitos das normas ISO 22000:2005; ISO TS 22002-1:2012 e requisitos adicionais da FSSC 22000. Fornecer diretrizes

Leia mais

Apresentação do programa 5S

Apresentação do programa 5S Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência PIBID 2011 Ciências da Natureza Apresentação do programa 5S Dia 04 de janeiro de 2012 Local: Escola Elisa Ferrari Valls Horário: 09h O "Programa

Leia mais

HOUSEKEEPING A PARTIR DO 5S. Introdução. Para que serve?

HOUSEKEEPING A PARTIR DO 5S. Introdução. Para que serve? HOUSEKEEPING A PARTIR DO 5S Introdução Basicamente consiste na determinação de organizar o local de trabalho, mantêlo arrumado e em ordem, limpo, mantendo as condições padronizadas e a disciplina necessárias

Leia mais

O R I G E N S JAPÃO DO PÓS-GUERRA KAORU ISHIKAWA. Treinamento

O R I G E N S JAPÃO DO PÓS-GUERRA KAORU ISHIKAWA. Treinamento O R I G E N S 1 9 5 0 JAPÃO DO PÓS-GUERRA KAORU ISHIKAWA O B J E T I V O S Preparar uma empresa, ou qualquer espaço físico para uma intervenção de melhoria no ambiente. OBJETIVOS ESPECÍFICOS ü Melhorar

Leia mais

VIII Simpósio Internacional de Inocuidade de Alimentos

VIII Simpósio Internacional de Inocuidade de Alimentos VIII Simpósio Internacional de Inocuidade de Alimentos FUNDAMENTOS TEÓRICOS SOBRE GMP/BPF/BPM PRÉ-REQUISITOS (POP, PPHO, PPR E PPRO) HACCP/APPCC AGRADECIMENTOS AO COMITÊ AOS PATROCINADORES AOS PRESENTES

Leia mais

5Ss: Aplicação em Bibliotecas e Centros de Informação

5Ss: Aplicação em Bibliotecas e Centros de Informação 5Ss: Aplicação em Bibliotecas e Centros de Informação Introdução Década de 50 Japão tenta se reerguer da derrota sofrida na Segunda Grande. Profissionais dos Estados Unidos vão ao Japão a ensinar como

Leia mais

Sensibilizando para Organização e Limpeza

Sensibilizando para Organização e Limpeza Sensibilizando para Organização e Limpeza Engº JULIO TADEU ALENCAR e-mail: jtalencar@sebraesp.com. @sebraesp.com.br Ver-03/04 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo O QUE PODEMOS FAZER

Leia mais

Prática desenvolvida no Japão com o objetivo de desenvolver padrões de limpeza e organização, para proporcionar bem estar a todos.

Prática desenvolvida no Japão com o objetivo de desenvolver padrões de limpeza e organização, para proporcionar bem estar a todos. O QUE É O 5S? Prática desenvolvida no Japão com o objetivo de desenvolver padrões de limpeza e organização, para proporcionar bem estar a todos. TAMBÉM É CONHECIDO COMO HOUSE KEEPING 2 QUAIS SÃO OS SIGNIFICADOS

Leia mais

Ana Lúcia de Freitas Saccol. Santa Maria, julho de 2007

Ana Lúcia de Freitas Saccol. Santa Maria, julho de 2007 Ana Lúcia de Freitas Saccol Santa Maria, julho de 2007 Ingestão de alimentos ou água contaminados Estão independente de toda a tecnologia OMS + de 60% das DTA são provocadas por agentes microbiológicos

Leia mais

PDF created with pdffactory trial version www.pdffactory.com

PDF created with pdffactory trial version www.pdffactory.com Programa 8S Promovendo a Qualidade de Vida O R I G E N S 1 9 5 0 JAPÃO DO PÓS GUERRA KAORU ISHIKAWA O B J E T I V O S melhorar a qualidade de vida dos funcionários, transformando o ambiente da empresa,

Leia mais

ETRO ento S2i LABM PROGRAMA 5S a de Treinam Program

ETRO ento S2i LABM PROGRAMA 5S a de Treinam Program PROGRAMA 5S Agenda Objetivos do Programa 5S Origem do 5S Senso de Descarte Senso de Ordenação Senso de Limpeza Senso de Saúde Senso de Disciplina 2 Agenda Objetivos do Programa 5S Origem do 5S Senso de

Leia mais

GESTÃO DA QUALIDADE. Palavras-chave: Qualidade. Gestão da Qualidade. Definições da Qualidade.

GESTÃO DA QUALIDADE. Palavras-chave: Qualidade. Gestão da Qualidade. Definições da Qualidade. GESTÃO DA QUALIDADE Luiz Antonio Bertoli de Oliveira Prof. Pablo Rodrigo Bes Oliveira Centro Universitário Leonardo Da Vinci UNIASSELVI Bacharelado em Administração (ADG 0257)- Módulo I 08/11/2012 RESUMO

Leia mais

5S - 5 sensos da qualidade

5S - 5 sensos da qualidade 5S - 5 sensos da qualidade É um processo com cinco grandes passos que ajudam a organizar melhor trabalho. É um programa que busca tornar o dia a dia na empresa mais tranqüilo, através de : cuidados com

Leia mais

Elaboração de Manual de Boas Práticas e Procedimento Operacional

Elaboração de Manual de Boas Práticas e Procedimento Operacional Pág. 1 de 6 Elaboração de Manual de Boas Práticas e Procedimento Operacional Com base no modelo em anexo elabore o Manual de Boas Práticas e 4 procedimentos operacionais obrigatórios definidos pela Portaria

Leia mais

Programa 5 S. A partir de agora, conheça o programa que mudará para melhor a sua vida no trabalho.

Programa 5 S. A partir de agora, conheça o programa que mudará para melhor a sua vida no trabalho. Programa 5 S A partir de agora, conheça o programa que mudará para melhor a sua vida no trabalho. Com este programa, a qualidade e a segurança será colocada em prática e seu ambiente vai ficar mais alegre

Leia mais

CAMINHADA PARA A EXCELÊNCIA

CAMINHADA PARA A EXCELÊNCIA CAMINHADA PARA A EXCELÊNCIA 1ª FASE ENTENDENDO O SEU TRABALHO 2ª FASE ARRUMANDO A CASA 3ª FASE AJUSTANDO A MÁQUINA 4ª FASE CAMINHANDO PARA O FUTURO ENTENDA O SEU TRABALHO ARRUME A CASA PADRONIZE ELIMINE

Leia mais

Profª Drª Rita Akutsu

Profª Drª Rita Akutsu AVALIAÇÃO DO GRAU DE ADEQUAÇÃO DE UNIDADES PRODUTORAS DE REFEIÇÕES DO DISTRITO FEDERAL QUANTO ÀS NORMAS ABNT NBR ISO 14001 E 22000 Profª Drª Rita Akutsu INTRODUÇÃO: Em relação às unidades de alimentação

Leia mais

5S s Introdução a Engenharia de Produção Prof. Evandro Bittencourt

5S s Introdução a Engenharia de Produção Prof. Evandro Bittencourt 5S s Introdução a Engenharia de Produção Prof. Evandro Bittencourt Usado para solucionar os problemas comportamentais nas empresas, principalmente para formar uma cultura de combate ao desperdício, à desordem,

Leia mais

SEGURANÇA ALIMENTAR PROGRAMA QUALIDADE PARA ÁFRICA OCIDENTAL SUPORTE A COMPETITIVIDADE E HARMONIZAÇÃO DOS ACORDOS OTC E SPS

SEGURANÇA ALIMENTAR PROGRAMA QUALIDADE PARA ÁFRICA OCIDENTAL SUPORTE A COMPETITIVIDADE E HARMONIZAÇÃO DOS ACORDOS OTC E SPS SEGURANÇA ALIMENTAR PORQUÊ UMA NORMA ISO DE GESTÃO DA SEGURNAÇA ALIMENTAR? 1,5 Bilhões de casos de toxi- infecções alimentares por ano; Uma das causas mais comuns de mortalidade em Países em desenvolvimento;

Leia mais

Programa de qualidade 5s 5 Sensos

Programa de qualidade 5s 5 Sensos Programa de qualidade 5s 5 Sensos 5s no Brasil No Brasil foi lançado em1991.o Brasil é o país campeão mundial de desperdícios,estatísticas comprovam que o desperdício está incorporado na cultura nacional.

Leia mais

O Programa 5S ORIGEM. Serviu de base para a implantação dos programas de qualidade total naquele país. Surgiu no Japão no fim dos anos 60

O Programa 5S ORIGEM. Serviu de base para a implantação dos programas de qualidade total naquele país. Surgiu no Japão no fim dos anos 60 O Programa 5S ESCOLA POLITÉCNICA André Gilmar Hélio Surgiu no Japão no fim dos anos 60 Serviu de base para a implantação dos programas de qualidade total naquele país ORIGEM 5S para lembrar as 5 palavras

Leia mais

adota a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação:

adota a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação: Resolução - RDC nº 275, de 21 de outubro de 2002(*) Republicada no D.O.U de 06/11/2002 Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Procedimentos Operacionais Padronizados aplicados aos Estabelecimentos Produtores/Industrializadores

Leia mais

Gestão Aplicada I. Professor: Venicio Paulo Mourão Saldanha E-mail: veniciopaulo@gmail.com / Site: www.veniciopaulo.com

Gestão Aplicada I. Professor: Venicio Paulo Mourão Saldanha E-mail: veniciopaulo@gmail.com / Site: www.veniciopaulo.com Gestão Aplicada I Professor: Venicio Paulo Mourão Saldanha E-mail: veniciopaulo@gmail.com / Site: www.veniciopaulo.com Formação e ficha profissional: Graduado em Analises e Desenvolvimento de Sistemas

Leia mais

Autor(es) LETÍCIA FERREIRA DE CAMARGO. Orientador(es) ÂNGELA DE FÁTIMA KANESAKI CORREIA. Apoio Financeiro FAPIC/UNIMEP. 1.

Autor(es) LETÍCIA FERREIRA DE CAMARGO. Orientador(es) ÂNGELA DE FÁTIMA KANESAKI CORREIA. Apoio Financeiro FAPIC/UNIMEP. 1. 19 Congresso de Iniciação Científica APLICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS BÁSICOS E PRELIMINARES PARA IMPLANTAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO EM ESTABELECIMENTOS COMERCIALIZADORES DE ALIMENTOS NO PARQUE DA

Leia mais

Origem do nome do programa 5S

Origem do nome do programa 5S Os Cinco Sensos PPGEP / UFRGS ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Origem do nome do programa 5S 5S s vem de cinco palavras japonesas que começam por S : SEIRI senso de utilização, seleção, descarte. SEITON senso de

Leia mais

Edição 01/08. Apresentações: Nome Atividade desenvolvida Tempo de experiência profissional Nome do Hospital Cidade

Edição 01/08. Apresentações: Nome Atividade desenvolvida Tempo de experiência profissional Nome do Hospital Cidade Edição 01/08 MÓDULO 5S`s Apresentações: Nome Atividade desenvolvida Tempo de experiência profissional Nome do Hospital Cidade 1 Conteúdo Programático do Módulo 5S Conteúdo Origem do 5S Objetivos do 5S

Leia mais

Gestão de Qualidade. Prof. Adriano Alves Fernandes

Gestão de Qualidade. Prof. Adriano Alves Fernandes Gestão de Qualidade Prof. Adriano Alves Fernandes 1- Introdução Atributo, condição natural, propriedade pela qual algo ou alguém se individualiza, distinguindo-se dos demais; maneira de ser,essência, natureza;

Leia mais

MÓDULO 16 Programa 5S da Qualidade

MÓDULO 16 Programa 5S da Qualidade MÓDULO 16 Programa 5S da Qualidade Desenvolvido no Japão, pós Segunda Guerra Mundial, o Programa 5S (conhecido também como Housekeeping) era um método utilizado pelos pais para ensinar a seus filhos os

Leia mais

CAPACITAÇÕES ABIS. Requisitos do Programa de Boas Práticas de Fabricação como Pré-Requisito para a implantação da ISO 22000

CAPACITAÇÕES ABIS. Requisitos do Programa de Boas Práticas de Fabricação como Pré-Requisito para a implantação da ISO 22000 CAPACITAÇÕES ABIS Requisitos do Programa de Boas Práticas de Fabricação como Pré-Requisito para a implantação da ISO 22000 Cada funcionário de uma empresa de alimentos, ou de bebidas, deve entender e aplicar

Leia mais

Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos Sumário ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS BOAS PRÁTICAS AMBIENTAIS

Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos Sumário ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS BOAS PRÁTICAS AMBIENTAIS BOAS PRÁTICAS NA MANIPULAÇÃO E Sumário ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Normas Gerais Objetivos da Unidade de Alimentação e Nutrição Descrição Geral dos Serviços da UAN Dietas gerais e dietas especiais, destinadas

Leia mais

CURSO ONLINE OS 8S s ADMINISTRATIVOS

CURSO ONLINE OS 8S s ADMINISTRATIVOS 1 CURSO ONLINE OS 8S s ADMINISTRATIVOS 2 ESSE CURSO FOI CRIADO E É PROMOVIDO PELA INSTITUIÇÃO Todos os Direitos Reservados 3 Bem Vindo ao Curso! _Seiri _Seiton _Seiso _Seiketsu _Shitsuke _Shido _Sitsuyaki

Leia mais

Disciplina: Gestão da Qualidade Prof. Patricio Vasconcelos. Curso de Administração 5º periodo - Turmas A e B 2º Bimestre

Disciplina: Gestão da Qualidade Prof. Patricio Vasconcelos. Curso de Administração 5º periodo - Turmas A e B 2º Bimestre Disciplina: Gestão da Qualidade Prof. Patricio Vasconcelos Curso de Administração 5º periodo - Turmas A e B 2º Bimestre Pode-se criar um ambiente de qualidade em torno de si, usando as mãos para agir,

Leia mais

O que a sua empresa precisa implantar para a obtenção do Selo ABIS da Qualidade.

O que a sua empresa precisa implantar para a obtenção do Selo ABIS da Qualidade. O que a sua empresa precisa implantar para a obtenção do Selo ABIS da Qualidade. ISO 22000 HACCP/APPCC Implantação do SELO ABIS RDC Nº. 267 (BPF / POP`s) Boas Práticas de Fabricação - BPF Programa 5S Programa

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA. EDITAL Nº 16, de 04 de maio de 2015.

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA. EDITAL Nº 16, de 04 de maio de 2015. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA,Câmpus Santa Rosa EDITAL Nº 16, de 04 de maio de 2015. EDITAL DE DIVULGAÇÃO DO CURSO DE BOAS

Leia mais

CARTILHA 5 S DELFIN IMAGEM

CARTILHA 5 S DELFIN IMAGEM CARTILHA 5 S DELFIN IMAGEM Realização: NGQ - Núcleo de Gestão da Qualidade dezembro 2014 SUMÁRIO Sumário Apresentação 1 Objetivos 1 O programa 5S 2 Os 5 sensos 2 Conclusões 8 Anotações 9 Anexo 10 Apresentaça

Leia mais

Projeto ANTT Sustentável

Projeto ANTT Sustentável PROGRAMA DE MELHORIA DE GESTÃO DA ANTT - PROMEG/ANTT Projeto ANTT Sustentável SENSIBILIZAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE & DESENVOLVIMENTO DOS 5 S Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe aonde ir. Sêneca

Leia mais

CENTREIND CENTRO DE TREINAMENTO INDUSTRIAL

CENTREIND CENTRO DE TREINAMENTO INDUSTRIAL Programa 5S Base da implantação da qualidade total nas organizações. Introdução: É possível eliminar o desperdício (tudo que gera custo extra), em cinco fases, com base no programa 5S, surgido no Japão

Leia mais

APRESENTAÇÃO. Equipe UNAFIN

APRESENTAÇÃO. Equipe UNAFIN APRESENTAÇÃO O Programa 8 S, Mudança e Qualidade de Vida, está sendo implantado na Secretaria da Fazenda do Estado do Piauí, pela UNAFIN (Unidade Administrativa Financeira) para aumentar a qualidade e

Leia mais

Plano de Formação - 2011. Form + Lab. 2 Semestre

Plano de Formação - 2011. Form + Lab. 2 Semestre Plano de Formação - 2011 Form + Lab 2 Semestre Form + Lab O que é? O Form + Lab é um serviço de formação criado para apoiar os laboratórios na valorização e formação dos seus colaboradores dando resposta

Leia mais

RESPOSTA TÉCNICA. Informações referentes às legislações e normas de higiene e segurança de alimentos e aplicação de norma ISO à produção de alimentos.

RESPOSTA TÉCNICA. Informações referentes às legislações e normas de higiene e segurança de alimentos e aplicação de norma ISO à produção de alimentos. RESPOSTA TÉCNICA Título Higiene e segurança de alimentos Resumo Informações referentes às legislações e normas de higiene e segurança de alimentos e aplicação de norma ISO à produção de alimentos. Palavras-chave

Leia mais

Programa. 5S Housekeeping

Programa. 5S Housekeeping Programa 5S Housekeeping Verdadeiro sentido do 5S É a porta de entrada para qualquer Programa da Qualidade; É o ambiente da qualidade; A maior virtude do programa não é alcançada pela maioria das pessoas;

Leia mais

FTAD. Formação Técnica em Administração de Empresas. Gestão da Qualidade

FTAD. Formação Técnica em Administração de Empresas. Gestão da Qualidade FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Gestão da Qualidade Aula 5 O PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO Objetivo: Compreender os requisitos para obtenção de Certificados no Sistema Brasileiro de Certificação

Leia mais

APPCC e a Indústria Alimentícia Prof. MSc. Alberto T. França Filho

APPCC e a Indústria Alimentícia Prof. MSc. Alberto T. França Filho APPCC e a Indústria Alimentícia Prof. MSc. Alberto T. França Filho O que é APPCC? O Sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle Portaria N 46, de 10 de fevereiro de 1998 Art. 1 O que motivou

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO MANUAL 5 SENSOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO MANUAL 5 SENSOS ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO MANUAL 5 SENSOS MANUAL 5 SENSOS Ref.: MSGQ-001/09-0 Revisão: 00 Emissão: Setembro Qtde. Pág.: 09 1. INTRODUÇÃO O programa 5S tem como principais objetivos mudar comportamentos,

Leia mais

Ferramentas da Qualidade: Uma visão Aplicada a Laboratórios de Ensaios Químicos

Ferramentas da Qualidade: Uma visão Aplicada a Laboratórios de Ensaios Químicos Ferramentas da Qualidade: Uma visão Aplicada a Laboratórios de Ensaios Químicos Resumo Com a globalização da economia e a formação de blocos econômicos, têm surgido barreiras técnicas e comerciais para

Leia mais

Projeto interdisciplinar para a eficiência - 5S APAE. Programa de Qualidade Total. "O 5S é uma atividade para ser praticada eternamente por todos"

Projeto interdisciplinar para a eficiência - 5S APAE. Programa de Qualidade Total. O 5S é uma atividade para ser praticada eternamente por todos Projeto interdisciplinar para a eficiência - 5S 5 S APAE Programa de Qualidade Total "O 5S é uma atividade para ser praticada eternamente por todos" APRESENTAÇÃO O mundo do trabalho se apresenta cada vez

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO. Portaria Nº 40, de 20 de janeiro de 1997

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO. Portaria Nº 40, de 20 de janeiro de 1997 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO Portaria Nº 40, de 20 de janeiro de 1997 DOU de 21/01/1997 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

Gestão da Qualidade 10/04/2011. Os 5 S. Histórico dos 5S. Histórico dos 5S

Gestão da Qualidade 10/04/2011. Os 5 S. Histórico dos 5S. Histórico dos 5S Gestão da Qualidade Os 5 S Histórico dos 5S A gestão da Qualidade é primordial para o estabelecimento e sobrevivência de uma instituição e para viabilizar o controle de atividades,informações e documentos.

Leia mais

PORTARIA N 40, DE 20 DE JANEIRO DE 1997

PORTARIA N 40, DE 20 DE JANEIRO DE 1997 PORTARIA N 40, DE 20 DE JANEIRO DE 1997 Dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação DOU de 21/01/1997 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO, no uso da

Leia mais

ISO 9001:2008 Sistema de Gestão da Qualidade

ISO 9001:2008 Sistema de Gestão da Qualidade Consultoria ISO 9001:2008 Sistema de Gestão da Qualidade Demonstre o seu compromisso com a qualidade e a satisfação dos seus clientes O Sistema de Gestão da Qualidade tem a função de suportar o alinhamento

Leia mais

Formalização do Funcionamento de. Nutrição. Profª. Mônica de Caldas Rosa dos Anjos

Formalização do Funcionamento de. Nutrição. Profª. Mônica de Caldas Rosa dos Anjos Formalização do Funcionamento de Unidades de Alimentação e Nutrição Profª. Mônica de Caldas Rosa dos Anjos A sobrevivência de agrupamentos humanos está diretamente relacionada à existência de objetivos

Leia mais

GUIA PRÁTICO DO PROGRAMA 5S

GUIA PRÁTICO DO PROGRAMA 5S Avalie o Nível da Gestão 5S em sua Área de Trabalho Itens Avaliados 01. Existem objetos e recursos sem serventia na sua área de trabalho? 02. Existe desperdício observável, de qualquer espécie, em sua

Leia mais

IMPORTÂNCIA E APLICAÇÃO DAS BPF NAS FÁBRICAS DE RAÇÕES

IMPORTÂNCIA E APLICAÇÃO DAS BPF NAS FÁBRICAS DE RAÇÕES IMPORTÂNCIA E APLICAÇÃO DAS BPF NAS FÁBRICAS DE RAÇÕES Engº Marcos Vinicius L. Tubino Coordenador de Qualidade IRGOVEL A IRGOVEL Origem da empresa Goiás Em 1972 RS Pelotas Pioneirismo na produção óleo

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

WebSite da Vigilância Sanitária

WebSite da Vigilância Sanitária Página 1 de 5 SERVIÇOS MAIS ACESSADOS: Selecione um Serviço Página Principal Quem somos Regularize sua Empresa Roteiros Denúncias e Reclamações Vigilância e Fiscalização Sanitária em Indústrias de Alimentos

Leia mais

A Base para a Qualidade Total

A Base para a Qualidade Total A Base para a Qualidade Total 1 HISTÓRIA Foi concebido por Kaoru Ishikawa em 1950, no Japão pós-guerra; Surgiu com a necessidade de por ordem na grande confusão a que ficou reduzido o país após a derrota

Leia mais

FACULDADE PEDRO II INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO LOGÍSTICA

FACULDADE PEDRO II INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO LOGÍSTICA FACULDADE PEDRO II INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO LOGÍSTICA 5S ADRIANA VIEIRA ARCANJO ANDRADE GIOVANE DA SILVA GUILHERME CHAVES KENYA OLIVEIRA WEVERTON DE OLIVEIRA Professor: Elielson

Leia mais

Menu Dzetta. Alimento seguro é sempre um bom negócio! para que você atenda seus clientes com Segurança e Qualidade!

Menu Dzetta. Alimento seguro é sempre um bom negócio! para que você atenda seus clientes com Segurança e Qualidade! Menu Dzetta para que você atenda seus clientes com Segurança e Qualidade! Alimento seguro é sempre um bom negócio! Rua Miguel de Frias, 206/403 Icaraí Niterói RJ Cep: 24.220-004 Tel: 55 (21) 2620-7474

Leia mais

Gerenciamento da Qualidade

Gerenciamento da Qualidade Gerenciamento da Qualidade Processos da Qualidade (JURAN) Planejamento Execução Monitoramento e Controle Planejar a qualidade Realizar a garantia da qualidade Realizar o controle da qualidade Inclui os

Leia mais

Sustentabilidade: fazendo a diferença no ambiente de trabalho

Sustentabilidade: fazendo a diferença no ambiente de trabalho Sustentabilidade: fazendo a diferença no ambiente de trabalho Carolina Lopes Araujo carolinalopesaraujo@yahoo.com.br Responsabilidade Socioambiental Compromisso Necessidade Inevitabilidade Respeito Boa

Leia mais

6 CURSO DE CONTROLE DE QUALIDADE NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS

6 CURSO DE CONTROLE DE QUALIDADE NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS Universidade de Passo Fundo Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária Curso de Medicina Veterinária 6 CURSO DE CONTROLE DE QUALIDADE NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS Médico Veterinário Profº Dr. Elci Lotar

Leia mais

PROGRAMA 5S: COMBINAÇÕES FUNDAMENTAIS PARA O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES RESUMO

PROGRAMA 5S: COMBINAÇÕES FUNDAMENTAIS PARA O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES RESUMO PROGRAMA 5S: COMBINAÇÕES FUNDAMENTAIS PARA O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES Francislaine Pereira de Souza, Unisalesiano de Lins, e-mail: francislaine_ps@hotmail.com Janaina Fanali Daniel, Unisalesiano de Lins,

Leia mais

Análise da Utilização de Conceitos de Produção Enxuta em uma Pequena Empresa do Setor Metal Mecânico

Análise da Utilização de Conceitos de Produção Enxuta em uma Pequena Empresa do Setor Metal Mecânico Análise da Utilização de Conceitos de Produção Enxuta em uma Pequena Empresa do Setor Metal Mecânico Matheus Castro de Carvalho (matheus_c_carvalho@hotmail.com / CESUPA) Resumo: A aplicação dos conceitos

Leia mais

COMPARAÇÃO DAS NORMAS NBR 14900 - BRASILEIRA, HOLANDESA, DINAMARQUESA E FUTURA NORMA ISO 22000

COMPARAÇÃO DAS NORMAS NBR 14900 - BRASILEIRA, HOLANDESA, DINAMARQUESA E FUTURA NORMA ISO 22000 COMPARAÇÃO DAS NORMAS NBR 14900 - BRASILEIRA, HOLANDESA, DINAMARQUESA E FUTURA NORMA ISO 22000 PARTICIPAÇÃO NA CEET DA ABNT NBR 14900 e NBR 14991 COORDENAÇÃO DO GT INDÚSTRIA COORDENAÇÃO DO GT AUDITORIA

Leia mais

Gestão visual e Manutenção

Gestão visual e Manutenção 10º Congresso da Manutenção Associação Portuguesa de Manutenção Industrial Figueira da Foz, 19 e 20 de Novembro de 2009 Gestão visual e Manutenção Não é fácil gerir tanta informação 2 Tem a certeza? Os

Leia mais

OSS SANTA MARCELINA HOSPITAL CIDADE TIRADENTES

OSS SANTA MARCELINA HOSPITAL CIDADE TIRADENTES OSS SANTA MARCELINA HOSPITAL CIDADE TIRADENTES CASE DE SUCESSO: 5S COMO FERRAMENTA DE CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL PARA AS EQUIPES DO HOSPITAL CIDADE TIRADENTES Responsável pela Instituição: Renata Souza

Leia mais

AVICULTURA DE CORTE. José Euler Valeriano. Avicultor 2015 Belo Horizonte MG 25/06/2015

AVICULTURA DE CORTE. José Euler Valeriano. Avicultor 2015 Belo Horizonte MG 25/06/2015 BEM ESTAR ANIMAL - O FUTURO AVICULTURA DE CORTE José Euler Valeriano Avicultor 2015 Belo Horizonte MG 25/06/2015 BEA BEM ESTAR ANIMAL Como definir BEM ESTAR? O animal precisa encontrar no meio ambiente

Leia mais

PROVA DE NÍVEL SUPERIOR

PROVA DE NÍVEL SUPERIOR PROVA DE NÍVEL SUPERIOR CARGO: Técnico de Nível Superior Júnior I - QUÍMICA 1. PPHO são os Procedimentos-Padrão de Higiene Operacional. Um bom plano de PPHO deve ser estruturado sobre alguns pontos básicos.

Leia mais

SEGURANÇA DO PACIENTE E QUALIDADE EM SERVIÇOS DE SAÚDE

SEGURANÇA DO PACIENTE E QUALIDADE EM SERVIÇOS DE SAÚDE Congresso Internacional de Qualidade em Serviços e Sistemas de Saúde Qualihosp -2013 SEGURANÇA DO PACIENTE E QUALIDADE EM SERVIÇOS DE SAÚDE Maria Angela da Paz Gerente de Regulação e Controle Sanitário

Leia mais

Aplicação dos 5S em uma empresa de confecção de roupas da cidade de Brusque SC

Aplicação dos 5S em uma empresa de confecção de roupas da cidade de Brusque SC Aplicação dos 5S em uma empresa de confecção de roupas da cidade de Brusque SC Marcio Fernando, MAFFEZZOLLI, marcio9191@hotmail.com 1 André Luis Almeida, BASTOS, prof.abastos@gmail.com 2 Centro Universitário

Leia mais

PROGRAMA 5S. Programa 58: qualidade nao FL - FOL. 0571 \ \11\1\ \\11\ 1\\\\ 1\1\1 \1\1\ 1\\\ \\11I\ \\1\ \11\ 15495-1

PROGRAMA 5S. Programa 58: qualidade nao FL - FOL. 0571 \ \11\1\ \\11\ 1\\\\ 1\1\1 \1\1\ 1\\\ \\11I\ \\1\ \11\ 15495-1 FOl. 0571 t.~empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária-EMBRAPA Centro Nacional de Pesquisa de Milho e Sorgo-CNPMS PROGRAMA 5S Programa 58: qualidade nao FL - FOL. 0571 \ \11\1\ \\11\ 1\\\\ 1\1\1 \1\1\

Leia mais

AVALIAÇÕES DAS CONDIÇÕES HIGIÊNICO-SANITÁRIAS DA PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO EM UM EVENTO COMERCIAL

AVALIAÇÕES DAS CONDIÇÕES HIGIÊNICO-SANITÁRIAS DA PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO EM UM EVENTO COMERCIAL V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 AVALIAÇÕES DAS CONDIÇÕES HIGIÊNICO-SANITÁRIAS DA PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO EM UM EVENTO COMERCIAL Deijiane de Oliveira

Leia mais

Implantação do Programa 5S em indústrias alimentícias

Implantação do Programa 5S em indústrias alimentícias Implantação do Programa 5S em indústrias alimentícias Maria Alice NASCIMENTO¹; Maria SILVEIRA COSTA²; Welbert PEREIRA DOS SANTOS¹. ¹ Estudantes do Curso Superior Tecnologia de Alimentos, Bolsistas de Iniciação

Leia mais

8.4 Análise de Dados (ISO 9001/2000)

8.4 Análise de Dados (ISO 9001/2000) 179 8.4 Análise de Dados (ISO 9001/2000) Item Questão Atende OBS: S N N A 1 A empresa determina, coleta e analisa dados apropriados para assegurar a eficácia do sistema de gestão da qualidade e aplicação

Leia mais

ISO 17025 Versão 2005

ISO 17025 Versão 2005 1º Fórum Regional de Química - ES ISO 17025 Versão 2005 Rev. 14 Samuel Vieira JUN/2010 1 Terminologia e Siglas ABNT NBR ISO 9000:2000 Sistemas de gestão da qualidade Fundamentos e Vocabulário ABNT NBR

Leia mais

CONTROLE DE QUALIDADE. Welliton Donizeti Popolim

CONTROLE DE QUALIDADE. Welliton Donizeti Popolim CONTROLE DE QUALIDADE Welliton Donizeti Popolim UM CENÁRIO MAIS COMPLEXO... Requisitos do consumidor mundial Qualidade ambiental Segurança Satisfação Produtos e serviços qualificados e certificados

Leia mais

PROGRAMA QUALIDADE PARA ÁFRICA OCIDENTAL SUPORTE A COMPETITIVIDADE E HARMONIZAÇÃO DOS ACORDOS OTC E SPS

PROGRAMA QUALIDADE PARA ÁFRICA OCIDENTAL SUPORTE A COMPETITIVIDADE E HARMONIZAÇÃO DOS ACORDOS OTC E SPS QUEM SOMOS? Tecnicil Indústria: Empresa de produção e engarrafamento de águas e produtos refrigerantes Sede: Cidade da Praia Fabrica: Trindade Praia Delegações: Assomada, S.Vicente, Sal e Boavista Número

Leia mais

Webinário : Os vinte passos da implantação SGQ baseado na ISO 9001 Sistema de gestão qualidade implantado e certificado pela norma NBR ISO 9001:2008

Webinário : Os vinte passos da implantação SGQ baseado na ISO 9001 Sistema de gestão qualidade implantado e certificado pela norma NBR ISO 9001:2008 Sistema de gestão qualidade implantado e certificado pela norma NBR ISO 9001:2008 torna uma necessidade da empresa por: competitividade no mercado interno Competitividade no mercado externo Aumentar a

Leia mais

INOVAR e AGIR. O 5s na Seção de Comunicações

INOVAR e AGIR. O 5s na Seção de Comunicações INOVAR e AGIR O 5s na Seção de Comunicações Karina Ferreira Rocha Castilho maio /2010 De tudo, ficaram três coisas: A certeza de que estamos sempre começando... A certeza de que precisamos continuar...

Leia mais

5S: METODOLOGIA E IMPLANTAÇÃO. 5S: Methodology and Implantation

5S: METODOLOGIA E IMPLANTAÇÃO. 5S: Methodology and Implantation 5S: METODOLOGIA E IMPLANTAÇÃO 5S: Methodology and Implantation Adriano da Silva CATUNDA Faculdade Politécnica de Campinas Júlio MARIANO Faculdade Politécnica de Campinas Pamela Regina Barbosa da SILVA

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DE PRODUTOS SISTEMA DE GESTÃO EM SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO (OHSAS 18001)

CERTIFICAÇÃO DE PRODUTOS SISTEMA DE GESTÃO EM SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO (OHSAS 18001) 1 INFO012 REV 05 APRESENTAÇÃO: A I9Gestão é uma empresa de consultoria e treinamento especializada na implantação de Sistemas de Gestão, auxiliando as organizações no atendimento a diversos padrões normativos

Leia mais

S1 Seiri Separar o desnecessário. Resultado esperado Um local de trabalho desimpedido. Definição Remover objectos não essenciais do local de trabalho

S1 Seiri Separar o desnecessário. Resultado esperado Um local de trabalho desimpedido. Definição Remover objectos não essenciais do local de trabalho S1 Seiri Separar o desnecessário Remover objectos não essenciais do local de trabalho 1. Tirar fotografias à área onde se inicia o projecto 5S; 2. Rever os critérios para separar os objectos desnecessários;

Leia mais

XXII Congresso de Pós-graduação da UFLA 14 a 18 de outubro de 2013

XXII Congresso de Pós-graduação da UFLA 14 a 18 de outubro de 2013 ANÁLISE DO AMBIENTE DE TRABALHO MEDIANTE EMPREGO DA FERRAMENTA 10S THAMIRIS MARIA GARCIA SILVEIRA 1, SIMONE ROCHA RESENDE 2, HERALDO COLOM- BO JÚNIOR 3, ANDRÉ KAZUO KOBAYASHI 4, ALEXANDRE DE PAULA PERES

Leia mais

TPM Planejamento, organização, administração

TPM Planejamento, organização, administração TPM Planejamento, organização, administração A UU L AL A Durante muito tempo as indústrias funcionaram com o sistema de manutenção corretiva. Com isso, ocorriam desperdícios, retrabalhos, perda de tempo

Leia mais

ATUAÇÃO DA ANVISA NO CONTROLE SANITÁRIO DE ALIMENTOS Previsões 2014

ATUAÇÃO DA ANVISA NO CONTROLE SANITÁRIO DE ALIMENTOS Previsões 2014 Reunião ILSI São Paulo, 5 de dezembro de 2013 ATUAÇÃO DA ANVISA NO CONTROLE SANITÁRIO DE ALIMENTOS Previsões 2014 William Cesar Latorre Gerente de Inspeção e Controle de Riscos em Alimentos Gerência Geral

Leia mais

PROGRAMA NO AMBIENTE DA QUALIDADE

PROGRAMA NO AMBIENTE DA QUALIDADE PROGRAMA NO AMBIENTE DA QUALIDADE QUALIDADE COMEÇA COM 5S 5S = Filosofia de mudança comportamental baseada em cinco princípios básicos, cujas palavras sinônimas (em Japonês) se pronunciam com o som de

Leia mais

AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DO FORNECEDOR

AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DO FORNECEDOR Prezado Fornecedor, A Innova S/A, empresa certificada nas normas ISO 9001:2000, ISO 14001:1996, OHSAS 18001, avalia seus fornecedores no atendimento de requisitos relativos a Qualidade, Meio Ambiente,

Leia mais

Administração da Qualidade e o Modelo Japonês

Administração da Qualidade e o Modelo Japonês Administração da Qualidade e o Modelo Japonês Fonte: Maximiano Autores Principais Idéias e Contribuições Shewhart, Dodge e Romig Cartas de Controle. Controle estatístico da qualidade e controle estatístico

Leia mais

Gestão e Qualidade - Aula 1

Gestão e Qualidade - Aula 1 Gestão e Qualidade - Aula 1 HISTÓRIA DA NORMATIZAÇÃO O conceito de normatização é tão antigo quanto a história do homem. Os homens das cavernas padronizaram os sons para obterem uma comunicação oral, associando

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Boas Práticas de Fabricação de Saneantes e Produtos de Higiene Pessoal, Cosméticos e Perfumes Coordenação de Insumos Farmacêuticos, Saneantes e Cosméticos Gerência

Leia mais

1. INTRODUÇÃO. Engº Agrº Arnaldo Cavalcanti de Rezende 1

1. INTRODUÇÃO. Engº Agrº Arnaldo Cavalcanti de Rezende 1 BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO (GMP) E ANÁLISE DE PERIGOS E PONTOS CRÍTICOS DE CONTROLE (HCCPP) EM UNIDADES DE ARMAZENAMENTO DE GRÃOS E PRODUTOS PROCESSADOS Engº Agrº Arnaldo Cavalcanti de Rezende 1 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

Plano Escrito de Procedimentos. Monitorização Ações corretivas Verificação Registros

Plano Escrito de Procedimentos. Monitorização Ações corretivas Verificação Registros Profª Celeste Viana Plano Escrito de Procedimentos (requisitos das BPF) Monitorização Ações corretivas Verificação Registros PPHO 1 Potabilidade da água PPHO 2 PPHO 3 PPHO 4 PPHO 5 PPHO 6 Higiene das superfícies

Leia mais

Doutoranda: Carolina de Gouveia Mendes

Doutoranda: Carolina de Gouveia Mendes UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO UFERSA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ANIMAIS - DCAn DISCIPLINA: INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL Doutoranda: Carolina de Gouveia Mendes 2013 INTRODUÇÃO Principais

Leia mais

Federação Nacional dos Nutricionistas. Federação Nacional dos Nutricionistas firma convênio com o Instituto Racine

Federação Nacional dos Nutricionistas. Federação Nacional dos Nutricionistas firma convênio com o Instituto Racine firma convênio com o Instituto Racine A FNN inicia o mês de março trazendo mais um benefício aos profissionais de nutrição de todo o Brasil. O convênio firmado com o Instituto Racine trará a todos os nutricionistas

Leia mais