MUDANÇAS CLIMÁTICAS E O SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MUDANÇAS CLIMÁTICAS E O SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO"

Transcrição

1 6 WHITE PAPER INSTITUTO ACENDE BRASIL Edição nº 6 / JANEIRO d 2012 O OBSERVATÓRIO DO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO Os Whit Paprs do Instituto Acnd Brasil consolidam análiss rcomndaçõs aprofundadas sobr tmas do Stor Elétrico Brasiliro visam à promoção d discussõs qualificadas sobr as sguints dimnsõs storiais: Agência Rguladora, Govrnança Corporativa, Impostos Encargos, Lilõs d Enrgia Transmissão, Mio Ambint Socidad, Ofrta d Enrgia, Rntabilidad, Tarifa Rgulação. Para sabr mais sobr o Instituto Acnd Brasil acss Alguns studos dsnvolvidos pla comunidad cintífica têm indicado qu há corrlação ntr o aumnto da concntração na atmosfra d gass d fito stufa (GEEs) altraçõs no clima da Trra. Por sua rlvância, a qustão climática tm ngajado stakholdrs m todo o mundo dsprtado inúmras iniciativas voltadas à rdução das missõs d GEEs com o objtivo d vitar vntos climáticos xtrmos suas consquências ngativas. No ntanto, o sforço para rdução das missõs d GEEs prcisa sr basado m diagnósticos contxtualizados qu apontm os rais rsponsávis plas missõs qu produzam rcomndaçõs objtivas qu considrm os custos bnfícios das possívis açõs d adaptação ou d mitigação. É com bas nos princípios acima qu st Whit Papr foi dsnvolvido. O documnto inicialmnt aponta os dsafios rlacionados às mudanças climáticas qu os paíss prcisarão nfrntar mapia os marcos históricos, lgais, rgulatórios institucionais qu nos conduziram ao atual cnário. Uma vz cumprida sta tapa, são dtalhadas as lógicas d planjamnto xpansão do Stor Elétrico Brasiliro, a ralidad a posição comparativa brasilira d missõs d GEEs vis a vis outros paíss, as divrsas políticas públicas rlacionadas ao tma: o Plano Nacional sobr Mudança do Clima; a Política Nacional sobr Mudança do Clima; o Plano Storial d Mitigação d Adaptação às Mudanças Climáticas; Políticas Estaduais sobr Mudança do Clima. Apsar d o Brasil sr o trciro maior missor d GEEs global, atrás apnas d China E.U.A., os stors nacionais rsponsávis por sta posição nacional são muito difrnts do prfil típico mundial. Enquanto na média mundial a gração d ltricidad rspond por 28,8% do total das missõs, o Stor Elétrico Brasiliro totaliza apnas 1,2% das missõs nacionais. Por outro lado, os maiors missors brasiliros são os stors Mudanças no Uso da Trra (dsmatamnto, agricultura pcuária), com 79,6%; Transports, com 6,1%; Procssos Industriais, com 3,6%. Isso significa qu as políticas públicas qu dsconsidrarm a ralidad acima não ndrçarão os rais rsponsávis produzirão rsultados pouco ficints para a rdução das missõs d GEEs. Um conjunto d propostas para rdução das missõs d GEEs é aprsntado com bas no rconhcimnto d qu, quando s dispõ d rcursos limitados, o sforço dv sr concntrado nos stors ond, com o mnor invstimnto, é possívl obtr os mlhors rsultados. Whn solving problms, dig at th roots instad of just hacking at th lavs. Na rsolução d problmas, não s limit a podar a árvor: vrifiqu as raízs da qustão. (Anthony J. D Anglo) Sumário 1.Introdução O contxto das mudanças climáticas Mudança global do clima Consquências dsafios Marcos históricos Protocolo d Quioto O contxto do Stor Elétrico Brasiliro Balanço létrico brasiliro global Planos nacionais d nrgia Lilõs d nrgia O Brasil as mudanças climáticas Plano Nacional sobr Mudança do Clima Política Nacional sobr Mudança do Clima Plano Storial d Mitigação d Adaptação às Mudanças Climáticas Políticas Estaduais sobr Mudança do Clima O Stor Elétrico as mudanças climáticas Prspctivas para rdução d missõs d gass d fitos stufa Propostas para rdução d gass d fito stufa Conclusão...27 Rfrências...28

2 1.Introdução Estudos cintíficos têm dfndido a hipóts d qu altraçõs no clima da Trra têm ocorrido dvido ao aumnto da concntração na atmosfra d gass d fito stufa (GEEs). Dsta forma, a concntração atual d CO 2 na atmosfra é d 380 ppm o dsafio consist m não ultrapassar o nívl d 450 ppm para vitar consquências mais sérias qu nvolvam o aumnto da intnsidad da frquência d vntos climáticos xtrmos. Nos últimos 20 anos a conomia nos paíss m dsnvolvimnto crscu tal crscimnto foi acompanhado do aumnto das missõs globais d GEEs m 18,8%. Entr tais paíss, o Brasil já é o trciro maior missor d gass d fito stufa, ficando atrás somnt da China dos Estados Unidos da América. Nosso país, portanto, srá chamado a contribuir para a rdução das missõs d GEEs para a manutnção das condiçõs climáticas do planta. No ntanto, a contribuição brasilira prcisa sr muito bm contxtualizada para s comprndr d forma corrta o dsafio d rduzir as missõs d GEEs é prciso havr uma visão ampla das missõs atuais futuras para cada um dos paíss dos stors da conomia. Não basta utilizar modlos aplicados m paíss stors com caractrísticas potnciais difrnts d rdução d GEEs. É prciso avaliar os impactos sobr o mio ambint a socidad os custos das mdidas d rdução d missõs d GEEs. Est Whit Papr busca proporcionar um ntndimnto do contxto mundial brasiliro das missõs d GEEs, avaliar as missõs storiais do país propor altrnativas para a rdução das missõs d GEEs. O documnto stá organizado m sis sçõs. Após sta introdução, na sgunda sção é aprsntado o contxto no qual o tma mudanças climáticas stá insrido. São discutidas as vidências das mudanças climáticas, os dsafios para contr as consquências das mudanças climáticas os marcos históricos ligados às mudanças do clima. A trcira sção discut a dinâmica d planjamnto xpansão do Stor Elétrico Brasiliro as corrlaçõs ntr o planjamnto as missõs d gass d fito stufa. Na quarta sção são xaminadas as missõs d gass d fito stufa no Brasil no Mundo, m quais stors las ocorrm, as políticas, planos instrumntos propostos para o Brasil rduzir suas missõs d gass d fito stufa. Na quinta sção são analisadas as missõs atuais futuras, os stors qu mais mitm os cnários qu possibilitam aprsntar, na sxta sção, propostas para a rdução d gass d fito stufa no Brasil. 2

3 2.O contxto das mudanças climáticas Para s ntndr a contribuição do Stor Elétrico Brasiliro para as mudanças climáticas é important ntndr o contxto no qual stá insrido o tma: as vidências das mudanças climáticas, os dsafios para contr as consquências das mudanças climáticas os marcos históricos ligados às mudanças do clima. 2.1 Mudança global do clima A mudança global do clima é um dos mais sérios dsafios do século XXI: nos últimos 100 anos houv um aumnto d aproximadamnt 0,7 graus Clsius na tmpratura média da suprfíci da Trra. Há studos qu corrlacionam tal aumnto ao incrmnto da concntração d dtrminados gass na atmosfra, dntr os quais s dstacam o dióxido d carbono (CO 2 ), o mtano (CH 4 ) o óxido nitroso (N 2 O), conhcidos como gass d fito stufa (GEEs) 1. Além do aumnto da tmpratura média da suprfíci da Trra, foram obsrvadas altraçõs no comportamnto do nívl médio do mar da cobrtura d nv no hmisfério nort, conform aprsntado na Figura 1 (IPCC, 2008). Numa anális global, a intnsificação do fito stufa (dvido ao aumnto d concntração dos chamados gass d fito stufa na atmosfra) provocada por atividads antrópicas (atividads ralizadas plo homm) dcorr principalmnt do dsmatamnto da quima d combustívis fóssis como carvão minral, drivados d ptrólo gás natural. Quando s dtalha, ainda sob a ótica global, a quima d combustívis fóssis, é possívl vrificar qu la ocorr nos usos doméstico comrcial, nas atividads d transport, na gração d nrgia, na indústria na agricultura. Além das missõs originadas pla combustão, xistm outras fonts d missão d GEEs: procssos industriais, atividads agropcuárias, disposição d lixo dsmatamnto (FRON- DIZI, 2009). Outra indicação da dimnsão do problma climático global é a variação na concntração dsss gass na atmosfra, mdida m tonladas d CO 2 quivalnt 2. Na Figura 1 é possívl notar qu, sgundo o Quarto Rlatório d Avaliação do Painl Intrgovrnamntal sobr Mudança do Clima 3 (IPCC,2008), a concntração d dióxido d carbono (CO 2 ) d 280 parts por milhão m volum (unidad d concntração d gass na atmosfra) no príodo qu antcd a Rvolução Industrial passou para crca d 380 parts por milhão m volum m Nst rlatório, o IPCC afirma qu o aqucimnto obsrvado nos últimos 50 anos s dv a um aumnto nas concntraçõs d gass d fito stufa lançados na atmosfra plo sr humano. 1 Gass d Efito Estufa (GEEs) são substâncias gasosas qu absorvm part da radiação infravrmlha dificultam sua libração para o spaço. Nst Whit Papr, as rfrências a gass d fito stufa são alinhadas ao critério do Anxo A do Protocolo d Quioto: (i) dióxido d carbono (CO 2 ); (ii) mtano (CH 4 ); (iii) óxido nitroso (N 2 O); (iv) hxafluorto d nxofr (SF 6 ); (v) família dos hidrofluorcarbonos (HFCs); (vi) família dos prfluorcarbonos (PFCs). Contribum também para o fito stufa outros gass não cobrtos plo Protocolo d Quioto, tratados plo Protocolo d Montral, os quais não são tratados nst Whit Papr. 2 Mdida utilizada para comparar os difrnts gass d fito stufa. No Protocolo d Quioto, para o primiro príodo d compromisso ( ), foi adotado o Global Warming Potncial (GWP), índic stimado pla litratura cintífica rlatado plo IPCC m suas avaliaçõs priódicas utilizado para uniformizar as quantidads dos divrsos GEEs m trmos d dióxido d carbono quivalnt, possibilitando qu as rduçõs d difrnts gass sjam somadas. 3 Painl Intrgovrnamntal sobr Mudança do Clima (Intrgovrnmntal Panl on Climat Chang, IPCC), painl das Naçõs Unidas constituído por cintistas d divrsos paíss áras d conhcimnto, com o objtivo d avaliar a litratura cintífica produzida sobr mudança global do clima. É o rsponsávl plos Rlatórios d Avaliação (já foram publicados quatro Rlatórios d Avaliação). 3

4 Figura 1: Concntração d Dióxido d Carbono, Mudanças na Tmpratura, no Nívl do Mar na Cobrtura d Nv do Hmisfério Nort 380 Concntração d Dioxido d Carbono 360 0,5 0,0 Média Mundial da Tmpratura na Suprfíci ,5 14,0 Tmpratura (ºC) Parts por milhão m volum -0,5 13,5 50 Média Mundial do Nívl do Mar 0-50 (mm) Cobrtura d Nv do Hmisfério Nort (mihõs d km 2 ) (ano) Font: IPCC (Intrgovrnamntal Panl on Climat Chang), Consquências dsafios Conform dscrito na Sção 2.1, studos apontam para a hipóts sgundo a qual as atividads humanas já altraram a atmosfra suas propridads. Embora xistam incrtzas sobr a prvisão do aumnto da tmpratura sja plas limitaçõs dos modlos d prvisão d tmpratura, sja plas hipótss utilizadas, a forma mais robusta para a contnção do aqucimnto global nvolv a rdução das missõs d gass d fito stufa provnints d atividads humanas a stabilização das concntraçõs dsts gass na atmosfra m nívis qu prmitam vitar intrfrências prigosas sobr o sistma climático global. 4

5 Os cintistas qu invstigam as mudanças climáticas considram qu, para vitar as consquências das intrfrências sobr o clima, é ncssário qu o aumnto d tmpratura da Trra m rlação aos nívis pré-rvolução industrial s mantnha abaixo dos 2 o C. Assim, como nos últimos 30 anos a tmpratura média na suprfíci da Trra aumntou rápida continuamnt passando d 13,5 o C para 14,2 o C, m 2005 o dsafio é impdir qu a tmpratura média da suprfíci trrstr chgu a 15,5 o C isto só srá possívl s a concntração d gass d fito stufa na atmosfra não ultrapassar 450 parts por milhão (ppm). A dfinição basada no aumnto d 2 o C na tmpratura média da Trra não é alatória. Ela dfin um limit a partir do qual há risco d aumnto da intnsidad da frquência d vntos climáticos xtrmos (scas, furacõs, tmpstads, nchnts, ondas d calor incêndios florstais) com impactos sociais, ambintais conômicos significativos. O aumnto d 2 o C na tmpratura média da Trra ampliará o drrtimnto das gliras, qu lvará o nívl do mar, qu por sua vz provocará dslocamntos das populaçõs tc. Embora nnhuma rgião stja livr das mudanças do clima, as suas consquências trão maiors impactos m paíss m dsnvolvimnto dvido à sua xposição gográfica, falta d rcursos para nfrntar mrgências, baixa rnda da população maior dpndência conômica d atividads snsívis às mudanças, como a agricultura a pcuária. 2.3 Marcos Históricos A altração global do clima vm sndo dbatida bm ants da Convnção Quadro das Naçõs Unidas sobr Mudança do Clima m Já no final do século XVII foi traçada a primira concpção cintífica sobr o risco d mudanças climáticas induzidas por atividads humanas, marco conhcido como toria do dsscamnto, qu corrlacionava a dstruição da vgtação nativa à rdução da umidad, das chuvas dos mananciais d água. O stablcimnto d bass mais sólidas du-s no início do século XVIII, por mio das invstigaçõs ralizadas m Cambridg por John Wood Stphn Hals. Após os primórdios das procupaçõs com risco d mudanças climáticas antropogênicas, muitos cintistas comçaram intnsificar os studos mtorológicos. Em 1827, na França, foi postulado o fito stufa (gass na atmosfra aprisionam o calor do planta m vz d dixá-lo scapar para o spaço). No msmo século, m 1896, na Suécia, o fito stufa foi corrlacionado ao CO 2 provnint da quima d ptrólo carvão minral, cuja utilização comçou a s intnsificar com o advnto da Rvolução Industrial m mados dss msmo século. Em março d 1977, spcialistas d 32 paíss s rúnm m Washington stablcm o Plano Mundial d Ação sobr a Camada d Ozônio, o primiro acordo intrnacional sobr o tma, juntamnt com mdidas d alguns paíss para controlar CFCs, ou clorofluorcarbonos, corrlacionados à dstruição da camada d ozônio. Em 1979, o PNUMA (Programa das Naçõs Unidas para o Mio Ambint) a OMM (Organização Mundial d Mtrologia) copatrocinam a primira Confrência Mundial sobr o Clima, criando, ao msmo tmpo, o Programa Mundial sobr o Clima. Ainda m 1979, a Acadmia Nacional d Ciências amricana publica rlatório qu vincula o fito stufa à mudança climática. Em 1988 ralizou-s m Toronto a 1ª Confrência Climatológica Mundial, quando houv consnso ao rdor do sguint concito: as missõs d gass d fito stufa dvriam sr nutralizadas considravlmnt. Foi criado, ntão, o Painl Intrgovrnamntal sobr Mudanças Climáticas IPCC, grupo d trabalho ncarrgado d prparar ngociaçõs d um tratado mundial para nfrntar o problma do aqucimnto global ralizar as runiõs mundiais sobr o clima. 5

6 Em 1992, é criada a Convnção Quadro das Naçõs Unidas sobr a Mudança Climática (UNFCCC), um tratado assinado por 192 paíss qu dfin mtas rgras para confrontar as mudanças no clima. Em 1997, paíss da Convnção Quadro assinam o Protocolo d Quioto, qu xig qu os paíss industrializados rduzam as missõs d gass d fito stufa m 5,2% ntr Em 2001, rlatório do IPCC prvê aumnto ntr 9 88 cntímtros do nívl médio do mar ntr 1,4 5,8 graus Clsius da tmpratura m 2100 (IPCC, 2001). Em 2005, com a ratificação pla Rússia, o Protocolo d Quioto ntra m vigor. Em 2007, o IPCC conclui qu o aqucimnto global foi causado pla ação humana, qu a tmpratura média da Trra aumntará ntr 1,8 4 graus Clsius até o final do século XXI (IPCC, 2008). Em 2009, ocorru a décima quinta Confrência das Parts 4 ou COP-15, m Copnhagu, qu discutiu a prorrogação a ampliação do Protocolo d Quioto. 2.4 Protocolo d Quioto Na primira Confrência das Parts da Convnção sobr Mudança do Clima, m Brlim, m 1995, chgou-s à conclusão d qu a maioria dos paíss dsnvolvidos não consguiria rtornar suas missõs aos nívis d 1990 por volta do ano 2000, conform compromissos firmados no âmbito da Convnção-Quadro 5. Foi, assim, ncssário stablcr uma Rsolução, dnominada Mandato d Brlim, com o objtivo d rvr tais compromissos. O Mandato d Brlim stablcu qu os paíss dsnvolvidos dvriam, com bas no princípio das rsponsabilidads comuns, mas difrnciadas : stablcr, num Protocolo ou m outro instrumnto lgal, mtas quantitativas d rdução d missão; dscrvr as políticas mdidas qu sriam ncssárias para alcançar ssas mtas, com um prazo até a 3ª Confrência das Parts (COP-3), qu sria ralizada m Na COP-3, ralizada m Quioto, Japão, m dzmbro d 1997, foi adotado um Protocolo à Convnção sobr Mudança do Clima, chamado d Protocolo d Quioto, qu stablcu compromissos quantificados para os paíss industrializados voltados à rdução ou limitação das missõs antrópicas d gass d fito stufa. Dstaca-s qu o compromisso d rdução ou limitação assumido por cada país industrializado no âmbito do Protocolo d Quioto dcorru da disposição política d cada país. Não foi obtido, naqul momnto, consnso sobr um critério nortador da alocação do ônus para s mitigar a mudança global do clima d acordo com as rsponsabilidads históricas d cada nação pla concntração d gass d fito stufa na atmosfra. Rgistr-s também qu o Protocolo d Quioto não stablc compromissos para os paíss m dsnvolvimnto. O Protocolo d Quioto dfin mtas d missõs juridicamnt vinculants para as Parts no Anxo I 6 stablc mcanismos para atndimnto dssas mtas. É important obsrvar qu m 1990 os paíss do Anxo I ram rsponsávis por 60% das missõs antrópicas d GEEs qu nos últimos 5 anos os maiors missors d GEEs são os paíss qu não fazm part do Anxo I (chamados d Não-Anxo I). Em outras palavras, a situação s invrtu conform dmonstra a Figura 7. 4 As Confrências das Parts, ou COPs, são runiõs anuais para a tomada d dcisõs sobr o tma Mudanças Climáticas. Dsd 1995 a Convnção Quadro das Naçõs Unidas sobr a Mudança Climática (UNFCCC) organiza runiõs anuais para discutir st tma. 5 A Convnção-Quadro das Naçõs Unidas sobr a Mudança do Clima CQNUMC (do original m inglês Unitd Nations Framwork Convntion on Climat Chang) é um tratado intrnacional qu foi rsultado da Confrência das Naçõs Unidas para o Mio Ambint o Dsnvolvimnto ralizada no Rio d Janiro m Est tratado foi firmado por quas todos os paíss do mundo tm como objtivo a stabilização da concntração d gass do fito stufa (GEEs) na atmosfra m nívis tais qu vitm a intrfrência prigosa com o sistma climático. 6 Os paíss do Anxo I possum mtas obrigatórias d rdução d GEEs (paíss-mmbros da OECD paíss m transição para conomia d mrcado). 6

7 O Protocolo d Quioto adotado na COP-3 só ntrou m vigor no âmbito intrnacional m 16 d fvriro d 2005, após a ratificação pla Fdração Russa no final d As mtas stablcidas no artigo 3.1 do Protocolo stipulam qu as Parts no Anxo I não podm xcdr limits stablcidos qu, m conjunto, as mtas rprsntam uma rdução d plo mnos 5% m rlação aos nívis vrificados no ano d Essas mtas dvrão sr atingidas no príodo comprndido ntr , conhcido como primiro príodo d compromisso. Portanto, no dia 1º d janiro d 2008 iniciou-s a fas d rconhcimnto contabilização das rduçõs alcançadas plas Parts no Anxo I. As mtas citadas foram atribuídas xclusivamnt às Parts incluídas no Anxo I, cabrá a las lidrar o procsso, dando início ao combat à mudança global do clima a sus fitos, conform dfinido na Convnção no Protocolo d Quioto. Figura 2: O Protocolo d Quioto os 25 maiors missors d Gass d Efito Estufa Anxo I (39 paíss) Não-Anxo I (141 paíss) UNIÃO EUROPÉIA Almanha Rino Unido Itália França Espanha Polônia Austrália Rússia Canadá Ucrânia Japão Turquia ACORDO NÃO RATIFICADO EUA China Índia Brasil África do Sul Tailândia Argntina Indonésia Coréia do Sul México OPEP Nigéria Arábia Saudita Irã Font: WRI (World Rsourcs Institut),

8 3.O contxto do Stor Elétrico Brasiliro Esta sção visa a proporcionar uma visão sobr como o Stor Elétrico Brasiliro planja sua xpansão as consquências dsta xpansão para as missõs d gass d fito stufa. O Stor Elétrico Brasiliro (SEB) labora um planjamnto voltado à dfinição d cnários d crscimnto da ofrta d nrgia qu pod sr dividido m quatro tapas: diagnóstico; laboração d dirtrizs políticas; implmntação; monitoramnto. Estas tapas s apoiam m studos psquisas. No campo do diagnóstico stão os studos lvantamntos qu idntificam os potnciais nrgéticos, a forma os custos para su dsnvolvimnto. Inclum-s aí o lvantamnto a avaliação dos potnciais nrgéticos, qu considram as prspctivas do dsnvolvimnto tcnológico as condiçõs d sustntabilidad socioambintal. Nsta catgoria inclum-s os studos d invntário hidrlétrico d uma bacia hidrográfica os studos dos potnciais ólico solar. Os rsultados dsss studos psquisas são utilizados na laboração d dirtrizs políticas qu constitum os Planos d Enrgia. O Brasil labora dois Planos d Enrgia, um d longo outro d curto prazo. O plano d longo prazo lva m considração um horizont d 25 anos o d curto prazo um horizont d dz anos. Os planos avaliam altrnativas para atndimnto dos srviços nrgéticos do país, sndo qu o d curto prazo s concntra no lnco d projtos as açõs ncssárias para a viabilização da xpansão da ofrta d nrgia. A implmntação dos Planos s dá por intrmédio d lilõs rgulados d nrgia. É a partir dos lilõs d gração d nrgia coordnados plo govrno qu s raliza a concssão d novas usinas s fcham contratos para atndr à dmanda do stor létrico. Nos lilõs são dfinidos os prços do forncimnto d nrgia a participação das fonts utilizadas na gração. Os lilõs influnciam ainda o valor das tarifas pagas plos consumidors a qualidad ambintal da matriz létrica do país. Já o monitoramnto é fito plo Balanço Enrgético Nacional pla Matriz Enrgética Nacional. O primiro tm uma caractrística statística rtrospctiva. Os studos da Matriz, m complmnto, aprsntam uma visão prospctiva. Nas próximas subsçõs srão discutidas cada uma das tapas do planjamnto do Stor Elétrico Brasiliro. 3.1 Balanço létrico brasiliro global Em 2010, o Brasil produziu 509,2 TWh d nrgia létrica (EPE, 2011a), volum qu rprsntou 2,5% do total da produção mundial d ltricidad (IEA, 2011). Para produzir sta nrgia o Brasil possui: 956 usinas hidrlétricas (incluindo as pqunas cntrais hidrlétricas), trmlétricas a combustívis fóssis, 2 trmlétricas nuclars 481 ólicas trmlétricas a biomassa (ANEEL, 2011). 8

9 Tabla 1: Capacidad Instalada m 11/11/2011 no Sistma Intrligado Nacional Gração d Enrgia m 2010 Font d Enrgia # Usinas Potência Enrgia (c) [MW] [%] [TWh] [%] Hidráulica (a) ,1 403,3 74,0 Térmica ,1 58,2 10,7 Nuclar ,6 14,5 2,7 Fonts Complmntars ,1 33,3 6,1 Total Doméstico ,8 509,2 93,5 Importação Contratada (b) ,2 35,7 6,5 Doméstico + Importação ,0 544,9 100,0 Font: ANEEL, 2011 EPE, 2011a (a) Inclui a part brasilira da UHE Itaipu (7.000 MW). (b) Importação da UHE Itaipu não consumida plo sistma létrico Paraguaio. (c) Inclui autoprodução. A gração d ltricidad no Brasil é prdominantmnt rnovávl: 86,6% da nrgia grada é provnint d font hídrica, ólica ou biomassa 10,7% é produzida a partir d combustívis fóssis. Difrntmnt do Brasil, dados agrgados d todos os paíss mostram qu 19,5% da nrgia létrica global provêm d fonts rnovávis 67,1% são obtidos a partir d gração trmlétrica com carvão minral, drivados d ptrólo ou gás natural (IEA, 2011), conform a Figura 3. Figura 3: Gração d nrgia létrica por font no Brasil no mundo m , rspctivamnt 80,6% Hidráulica 2,6% Ptrólo 1,3% Carvão Minral 6,8% Gás Natural 2,7% Nuclar 5,7% Biomassa 0,4% Eólica/Solar Biomassa 1,4% 1,8% Eólica/Solar 16,2% 13,4% Hidráulica Nuclar 5,1% Ptrólo 21,4% Gás Natural 40,5% Carvão Minral BRASIL (2010) MUNDO (2009) Fonts: EPE, 2011a IEA, Planos nacionais d nrgia Atualmnt são laborados no Brasil dois planos d nrgia, um d longo outro d curto prazo. O plano d longo prazo lva m considração um horizont d 25 anos. O último Plano Nacional d Enrgia (PNE) analisou o crscimnto da dmanda a ncssidad d ofrta d nrgia até No curto prazo, o Plano Dcnal d Enrgia avalia a dmanda a ofrta d nrgia para o príodo d dz anos a partir do ano sguint ao da sua publicação. 9

10 3.2.1 Plano Nacional d Enrgia 2030 O objtivo do Plano Nacional d Enrgia é formular a stratégia para a xpansão da ofrta d nrgia para o atndimnto d difrnts cnários d volução da dmanda. O último Plano Nacional d Enrgia foi laborado para o horizont 2030, além da dmanda d nrgia, foram avaliados os fitos dos cnários d xpansão da ofrta sobr as missõs d gass d fito stufa. Sgundo o PNE 2030, m 2030 o Brasil rqurrá o triplo da nrgia létrica dmandada m 2005, ano utilizado como rfrência, a participação d fonts rnovávis srá d 81,4% (Figura 4). Apsar d a gração d ltricidad por font hidráulica cair m trmos rlativos, aumntarão as participaçõs d outras fonts rnovávis como a gração ólica a gração trmlétrica a biomassa com uso d bagaço d cana. No msmo príodo, é sprado o aumnto da participação d combustívis fóssis na matriz létrica, qu passarão d 7,8% para 12,9% (EPE, 2007), sndo qu a gração trmlétrica a gás natural srá a maior rsponsávl por ss aumnto. Figura 4: Gração d nrgia létrica por font no Brasil m ,3% Ptrólo 1,7% Carvão Minral 3,8% Gás Natural 2,7% Cana Lixo 0,6% Eólica 1,0% Cana 3,2% Nuclar 4,9% 77,4% Hidráulica Hidráulica 89,5% Hidráulica Gás Natural 8,7% Carvão Minral 3,0% Ptrólo 1,2% ,1 TWh ,08 TWh Fonts: EPE, 2007 Quanto às missõs d GEEs, o stor létrico dvrá triplicar suas missõs, passando d 26,1 MtCO 2 m 2005 (BRASIL, 2010) para 90,0 MtCO 2 (EPE, 2007). Em trmos rlativos, a participação do stor létrico passa d 1,2% para 3,2% do total das missõs d GEEs do Brasil m Plano Dcnal d Enrgia No Stor Elétrico Brasiliro, o planjamnto dcnal tm a função d: a) orintar subsidiar a ralização dos lilõs d compra d nrgia d novos mprndimntos d gração d transmissão; b) dfinir quais studos d xpansão da transmissão dvm sr priorizados; c) dfinir quais studos d viabilidad técnico conômica socioambintal d novas usinas gradoras srão ralizados, ainda; d) dfinir quais studos d invntários dvrão sr fitos ou atualizados. 10

11 O Plano Dcnal prvê qu nos próximos dz anos a capacidad instalada para gração d nrgia létrica aumntará m 56,2%. A capacidad instalada d fonts complmntars (Pqunas Cntrais Hidrlétricas ou PCHs, usinas ólicas trmlétricas a biomassa) praticamnt triplicará, passando dos atuais MW para MW. Para o msmo horizont, a capacidad instalada a partir d combustívis fóssis aumntará 64,3%, rflxo dos lilõs d nrgia nova no príodo ntr (Figura 5). Figura 5: Capacidad Instalada d Gração d Enrgia Elétrica , m MW MW Nuclar Carvão Minral Gás Natural / Procsso Ólo / Combustívl / Disl Biomassa Eólica Hidráulica Font: EPE, (2011b) Notas: (a) Inclui a stimativa d importação da UHE Itaipu não consumida plo sistma létrico paraguaio. (b) Não considra a autoprodução, qu, para os studos nrgéticos, é rprsntada como abatimnto d carga. O impacto nas missõs d GEEs produzido plo aumnto da capacidad instalada d trmlétricas no stor létrico não pod sr calculado d forma dirta porqu tal impacto, na prática, dpndrá da disponibilidad d água nos rsrvatórios do rgim d chuvas (para hidrlétricas) d vntos (para ólicas), uma vz qu são sts vntos qu dtrminarão a frquência d opração das trmlétricas. No príodo do Plano Dcnal, ntr , quando as usinas qu foram liloadas ntr comçam a ntrar m opração, as missõs do stor létrico podrão passar d 27 m 2010 para 50 MtCO 2 m 2020, caso sjam ftivamnt dspachadas (colocadas m funcionamnto) plo Oprador Nacional do Sistma (ONS). Portanto, prvê-s para o final do príodo d planjamnto um aumnto orgânico das missõs d GEEs do stor létrico, aumnto st associado ao crscimnto conômico populacional do país. Convém rssaltar qu o cnário aprsntado plo Plano Dcnal já inclui as mdidas d mitigação prvistas para o horizont dcnal, não sndo, portanto, o cnário tndncial (Businss as Usual - BAU) projtado para Fazm part das mdidas d rdução d missõs d gass d fito stufa no PDE: 11

12 a) o stímulo à ficiência nrgética; b) a manutnção da participação d fonts rnovávis na produção d nrgia létrica. 3.3 Lilõs d nrgia Para atndr ao crscimnto da dmanda d nrgia létrica no Brasil são ralizados lilõs d gração d nrgia rgulados plo govrno. É a partir d tais crtams qu s raliza a concssão d novas usinas são fchados contratos d suprimnto para atndr à dmanda futura das distribuidoras d ltricidad 7. Ao dfinir o prço dos contratos d suprimnto a participação das fonts d nrgia utilizadas na gração, os lilõs influnciam ainda o valor das tarifas pagas plos consumidors a intnsidad das missõs d gass d fito stufa da matriz létrica do país. A participação d fonts d alta missão d gass d fito stufa foi xprssiva nos lilõs d nrgia nova no príodo ntr : a participação d usinas trmlétricas a combustívis fóssis nst príodo foi m média d 50%, principalmnt d trmlétricas a ólo disl a ólo combustívl. Em um dos lilõs, 100% da nrgia vndida srá produzida por trmlétricas a ólo disl ou ólo combustívl, conform indica a Figura 6 (CCEE, 2011). Das usinas qu participaram dos lilõs no príodo ntr utilizam combustívis fóssis (ólo, carvão minral gás natural), 47,5% utilizam ólo combustívl ou ólo disl, 15,6% carvão minral, 36,9% gás natural. Conform comntado na sção 3.2.2, o fito combinado dos rsultados acima é um potncial aumnto das missõs d gass d fito stufa por gração d nrgia létrica caso tais trmlétricas sjam ftivamnt dspachadas plo Oprador Nacional do Sistma. Figura 6: Potência vndida nos últimos lilõs d nrgia nova, m MW MW Lilão A Lilão A Lilão A Lilão A Lilão A Lilão Sto. Antonio Lilão Jirau Lilão A Lilão A Lilão A Lilão Blo Mont Lilão A I Lilão A II Lilão A Oléo Combustívl/Disl Gás Natural Carvão Minral Bagaço da Cana PCH Hidrlétricas Eólica Font: CCEE, 2011 Anális: Instituto Acnd Brasil 7 Para maiors informaçõs sobr a dinâmica dos lilõs rgulados d nrgia, consult /cursos 12

13 Tabla 2: Capacidad instalada d gração létrica no sistma intrligado nacional por font, m GW Incrmnto no príodo Participação [%] [GW] [%] Total (a) 109,6 171,1 61,6 56,2% 100,0% 100,0% Hidráulica (b) 82,9 115,1 32,2 38,8% 75,7% 67,3% Nuclar 2,0 3,4 1,4 70,0% 1,8% 2,0% Térmica (c) 15,5 25,5 10,0 64,3% (d) 14,1% 14,9% PCH+Biomassa+Eólica 9,1 27,1 18,0 197,2% 8,3% 15,9% Font: EPE, 2011b Notas: (a) Não abrang as instalaçõs dos sistmas isolados autoprodução. (b) Inclui as parclas nacional importada da gração da UHE Itaipu. (c) Contmpla a gração a gás natural, carvão minral, ólo combustívl, ólo disl gás industrial. (d) O incrmnto concntra-s no primiro quinquênio, dcorrnt da ntrada m opração d usinas já autorizadas, ntr las as usinas com contratos assinados nos lilõs d nrgia nova. O incrmnto no sgundo quinquênio é nulo. A prvisão após os rsultados dos lilõs é d um incrmnto, m 2020, d 56,2% na capacidad instalada d gração létrica no sistma intrligado nacional m rlação a A participação d nrgia hidráulica passará d 75,7% para 67,3%, nquanto as outras rnovávis passarão d 8,3% para 15,9%. A participação d trmlétricas a combustívis fóssis passará d 14,1% para 14,9%, sndo qu o aumnto da participação d trmlétricas concntra-s no príodo ntr , dcorrnt da ntrada m opração d usinas já autorizadas, ntr las as usinas com contratos assinados nos lilõs d nrgia nova. O incrmnto no príodo ntr é nulo (Tabla 2). 13

14 4.O Brasil as mudanças climáticas D 1990 a 2005, as missõs globais aumntaram 18,8%, passando d 36,7 para 43,6 bilhõs d tco 2 (WRI, 2011). Em 2005, os paíss m dsnvolvimnto, também chamados Não-Anxo I, foram rsponsávis por 58% das missõs globais (WRI, 2011), conform Figura 7. O Brasil é o trciro maior missor d gass d fito stufa do mundo, com a missão d 2,2 bilhõs d tco 2, volum qu rprsnta 5,0% das missõs globais. Figura 7: Dz maiors missors d GEEs m 2005, m MtCO 2 Anxo I 42% 7.216, ,0 Não-Anxo I 58% Emissõs Globais MtCO , , , , , ,0 808,3 695,6 262,9 China EUA Brasil Indonésia Rússia Índia Japão Almanha Canadá México Média Mundial Font: WRI, 2011 Numa visão consolidada global, o stor qu mais mit GEEs é a gração d nrgia létrica. Com a aclração da conomia mundial m 2005, o stor létrico foi rsponsávl por 28,5 bilhõs d tco 2, o qu rprsnta 28,8% das missõs totais d gass d fito stufa (WRI, 2011), conform Figura 8. Já no Brasil, a participação da gração d nrgia létrica na missão d GEEs é muito mnor do qu a média mundial: 1,2%, caractrística qu coloca o Brasil m posição difrnciada m rlação ao rsto do mundo qu é consquência dirta da matriz létrica altamnt rnovávl. A rubrica Mudanças no Uso da Trra (qu comprnd o dsmatamnto, a agricultura a pcuária) é o sgundo componnt/stor qu mais mit gass d fito stufa no mundo, rspondndo por 26,5% do total (WRI, 2011), Figura 8. No Brasil, as Mudanças no Uso da Trra são rsponsávis por 79,6% das missõs d gass d fito stufa, conform Figura 8 (BRASIL, 2010). 14

15 Figura 8: Participação por stor produtivo nas missõs d GEEs globais brasiliras m % 80% 12,0% Construção Civil 3,4% 4,3% 6,1% 3,6% Construção Civil Enrgia Transport Procssos Industriais 1,2% Gração d Eltricidad 1,9% Rsíduos 28,8% Gração d Eltricidad 60% 12,7% Enrgia 40% 3,3% 12,4% Rsíduos Transport 79,6% Mudanças no Uso da Trra 20% 0% 4,4% 26,5% Procssos Industriais Mudanças no Uso da Trra MUNDO 43,3 GtCO 2 BRASIL 2,2 GtCO 2 (5,1% da missão global) Construção Civil Gração d Eltr Enrgia Rsíduos Transport Procssos Indus Mudança no Uso Fonts: WRI, 2011 BRASIL, 2010 Nota: O stor Enrgia rún as missõs dcorrnts da quima d combustívis fóssis m rsidências, no comércio m indústrias. Ao contrastar os dados d missõs d gass d fito stufa no Brasil com dados socioconômicos (como a população o PIB) comparando-os com dados d outros paíss, nota-s qu o nívl d missõs no Brasil é bastant infrior aos dos paíss qu mais contribum com o aqucimnto global. Um cidadão nort-amricano mit crca d 10 vzs mais GEEs (20,5 tco 2 /habitant) qu um cidadão brasiliro (2,0 tco 2 /habitant). Em trmos d intnsidad da conomia, para produzir 1 milhão d USD (dólars amricanos) d PIB, xcluindo as missõs dvido ao dsmatamnto, a China mit tco 2, os Estados Unidos mitm 473 tco 2, o Brasil mit 220 tco 2 (EPE, 2011b). No príodo ntr , o Brasil avançou muito no qu s rfr às mudanças climáticas: dfiniu, m 2008, o Plano Nacional sobr Mudança do Clima (dscrito m mais dtalhs na Sção 4.1); aprovou, m 2009, rgulamntou, m 2010, a Política Nacional sobr Mudança do Clima (Sção 4.2). 4.1 Plano Nacional sobr Mudança do Clima O Plano Nacional sobr Mudança do Clima foi laborado plo Comitê Intrministrial sobr Mudança do Clima, grupo qu rún 15 Ministérios o Fórum Brasiliro d Mudanças Climáticas, todos coordnados pla Casa Civil pla Scrtaria d Assuntos Estratégicos da Prsidência da Rpública. Elaborado m 2008 aprsntado na COP-14 m Poznan na Polônia, o objtivo do plano é idntificar, planjar coordnar as açõs mdidas para rduzir as missõs d gass d fito stufa gradas no Brasil, bm como aqulas ncssárias à adaptação da socidad aos impactos qu ocorram dvido à mudança do clima. O Plano Nacional sobr Mudança do Clima (BRASIL, 2008) possui st objtivos spcíficos: a) Fomntar aumntos d ficiência no dsmpnho dos stors da conomia na busca constant do alcanc das mlhors práticas; 15

16 b) Buscar mantr lvada a participação d nrgia rnovávl na matriz létrica, prsrvando posição d dstaqu qu o Brasil smpr ocupou no cnário intrnacional; c) Fomntar o aumnto sustntávl da participação d biocombustívis na matriz d transports nacional, ainda, atuar com vistas à struturação d um mrcado intrnacional d biocombustívis sustntávis; d) Buscar a rdução sustntada das taxas d dsmatamnto, m sua média quadrinal, m todos os biomas brasiliros, até qu s atinja o dsmatamnto ilgal zro; ) Eliminar a prda líquida da ára d cobrtura florstal no Brasil, até 2015; f ) Fortalcr açõs intrstoriais voltadas para rdução das vulnrabilidads das populaçõs; g) Procurar idntificar os impactos ambintais dcorrnts da mudança do clima fomntar o dsnvolvimnto d psquisas cintíficas para qu s possa traçar uma stratégia qu minimiz os custos socioconômicos d adaptação do país. Como aspctos positivos do Plano Nacional sobr Mudança do Clima podm sr listados: O Brasil tm um Plano com açõs para rdução d missõs d GEEs, msmo sm compromissos obrigatórios; O Plano dfin mtas quantitativas para as açõs qu rsultarão na rdução d missõs d GEEs. Como pontos para aprimoramnto podm sr citados: É prciso dfinir como as mtas stablcidas para as açõs srão atingidas (planos d ação storiais); É important dfinir uma stimativa dos custos para ralizar as açõs qu lvarão ao cumprimnto das mtas (para qu haja priorização das açõs sgundo um critério d custo-bnfício); As açõs dfinidas não considram o potncial d rdução d missõs por stor: atribui- -s poucas açõs para stors qu possum participação maior nas missõs muitas açõs para stors qu mitm mnos. Em outras palavras, são prvistas muitas açõs para o stor létrico (stor d baixa missão rlativa, com 1,2% do total) não há análiss dtalhadas para os stors Transports, Procssos Industriais Rsíduos, rsponsávis por 6,1%; 3,6% 1,9% do total das missõs brasiliras, rspctivamnt. Para atingir os objtivos dfinidos no Plano Nacional sobr Mudança do Clima foram stablcidas açõs, por stor, divididas nas catgorias Adaptação Mitigação : as Açõs d Adaptação prparam o país para as consquências das mudanças climáticas; as Açõs d Mitigação visam a rduzir as missõs d gass d fito stufa. No Plano Nacional sobr Mudança do Clima stão prvistas Açõs d Adaptação para o stor létrico, dntr as quais já foram ralizadas as sguints: Elaborar studo sobr Mudanças Climáticas Sgurança Enrgética no Brasil (SCHAEFFER t al., 2008). Est studo fz uma anális dos possívis fitos da mudança do clima sobr a ofrta a dmanda d nrgia para o príodo apontou mdidas d política nrgética qu podrão sr adotadas para aliviar os impactos da mudança do clima sobr o stor létrico; Elaborar studo sobr Economia das Mudanças Climáticas no Brasil (MARGULIS DUBEUX, 2010). O studo, dsnvolvido por um consórcio d instituiçõs públicas privadas do país, tv como objtivo idntificar as principais vulnrabilidads da conomia da socidad brasilira m rlação às mudanças climáticas. Nas Açõs d Mitigação para o stor létrico, a ênfas é colocada m duas frnts: 16

17 no aumnto da participação das fonts rnovávis nrgias limpas; na rdução do consumo d nrgia. Para aumntar a participação das fonts rnovávis nrgias limpas, a proposta é mantr a participação da hidroltricidad na matriz létrica incntivar a instalação d usinas ólicas, solar trmlétricas a bagaço d cana, além d stimular fonts não convncionais d gração d ltricidad (rsíduos sólidos, flunts tc.). Na rdução do consumo d nrgia, a idia é concntrar-s m programas d tiqutagm consrvação d nrgia. Os programas d consrvação d nrgia, iniciados na década d 80, já foram rsponsávis pla conomia d 28,5 TWh d nrgia, rduzindo a dmanda m aproximadamnt MW, vitando assim a missão d 8 milhõs d tonladas d CO 2. Além das Açõs d Mitigação citadas acima, stão prvistas psquisas rlacionados ao stor létrico qu podm auxiliar na idntificação das causas da intnsidad da mudança do clima ajudar no combat ao aqucimnto global. São las: Hidrogênio Células d Combustívl: dsnvolvr tcnologia para o uso comrcial do hidrogênio com fins nrgéticos a sua aplicação m células d combustívl, turbinas a gás motors d combustão intrna. Captura Estocagm d Carbono (Carbon Captur and Storag, ou CCS): avaliar técnicas para a captura a stocagm d dióxido d carbono m formaçõs gológicas. Esta técnica podrá contribuir para a mitigação da mudança do clima global, prmitindo a stocagm d CO 2 d usinas trmlétricas qu utilizam combustívis fóssis. Elaborar studo sobr Emissõs Antrópicas d GEEs dos Rsrvatórios d Hidrlétricas : o stor létrico financia studos sobr missõs d GEEs por rsrvatórios d hidrlétricas dsd a década d Esss studos aprsntaram importants conclusõs: há grand variabilidad na intnsidad das missõs d GEEs ntr os difrnts rsrvatórios studados; xist baixa corrlação ntr as missõs a idad do rsrvatório, indicando qu as missõs stão associadas à quantidad d matéria orgânica vgtal afogada à matéria orgânica provnint d outras fonts da bacia d drnagm; foi constatada a dificuldad d sparação ntr missõs antrópicas dcorrnts do alagamnto produzido plos rsrvatórios as missõs naturais xistnts nos rios lagos. Elaborar studo sobr Oportunidads do MDL no Stor Enrgético : 49% dos projtos d MDL submtidos no Brasil são da indústria d nrgia nvolvm a gração d nrgia létrica por font rnovávl. Ainda há no Brasil um grand potncial inxplorado d outros projtos d MDL rlacionados ao stor d nrgia: stima-s qu 67% das mtodologias aprovadas rlacionadas ao stor nrgético não tnham sido usadas ainda no Brasil, 24% dlas foram aplicadas apnas uma vz. 4.2 Política Nacional sobr Mudança do Clima A Política Nacional sobr Mudança do Clima foi stablcida pla Li nº (aprovada plo Congrsso Nacional m 2009) dfin o compromisso voluntário do Brasil d rduzir suas missõs projtadas até 2020 ntr 36,1% 38,9% (BRASIL, 2009). A projção das missõs d gass d fito stufa para 2020 o dtalhamnto das açõs para alcançar as mtas foram dispostos plo Dcrto nº d dzmbro d 2010, a partir do sgundo Invntário Brasiliro d Emissõs Rmoçõs Antrópicas d GEEs (BRASIL, 2010). A projção das missõs nacionais d gass do fito stufa para o ano d 2020 é d milhõs tco 2. Além d dfinir o compromisso d rdução d missão d gass d fito stufa, a Política Nacional sobr Mudança do Clima dfin como principais instrumntos para cumpri-lo: 17

18 a) o Plano Nacional sobr Mudança do Clima; b) o Fundo Nacional sobr Mudança do Clima; c) as mdidas fiscais tributárias dstinadas a stimular a rdução das missõs rmoção d gass d fito stufa, incluindo alíquotas difrnciadas, isnçõs, compnsaçõs incntivos, a srm stablcidos m li spcífica; d) a Comunicação Nacional do Brasil à Convnção-Quadro das Naçõs Unidas sobr Mudança do Clima; ) os mcanismos financiros conômicos rfrnts à mitigação da mudança do clima à adaptação aos fitos da mudança do clima qu xistam no âmbito da Convnção-Quadro das Naçõs Unidas sobr Mudança do Clima do Protocolo d Quioto; f) os mcanismos financiros conômicos, no âmbito nacional, rfrnts à mitigação à adaptação à mudança do clima; g) as mdidas xistnts, ou a srm criadas, qu stimulm o dsnvolvimnto d procssos tcnologias qu contribuam para a rdução d missõs rmoçõs d gass d fito stufa, bm como para mdidas d adaptação; h) os rgistros, invntários, stimativas, avaliaçõs quaisqur outros studos d missõs d gass d fito stufa d suas fonts, laborados com bas m informaçõs dados forncidos por ntidads públicas privadas; i) o stablcimnto d padrõs ambintais d mtas, quantificávis vrificávis, para a rdução d missõs antrópicas por fonts para as rmoçõs antrópicas por sumidouros d gass d fito stufa. A Política Nacional sobr Mudança do Clima dfin a laboração d planos storiais d mitigação d adaptação às mudanças climáticas visando à consolidação d uma conomia d baixo consumo d carbono cria também o Mrcado Brasiliro d Rdução d Emissõs MBRE, qu srá opracionalizado m bolsas d mrcadorias futuros, bolsas d valors ntidads d balcão organizado, autorizadas pla Comissão d Valors Mobiliários - CVM, ond s dará a ngociação d títulos mobiliários rprsntativos d missõs crtificadas d gass d fito stufa vitadas. 4.3 Plano storial d mitigação d adaptação às mudanças climáticas Os planos storiais d mitigação d adaptação às mudanças climáticas foram dfinidos na rgulamntação da Política Nacional sobr Mudanças do Clima (PNMC) no Dcrto nº d novmbro d Na rgulamntação da Política Nacional sobr Mudanças do Clima, o Plano Dcnal d Enrgia (PDE) passa a sr considrado como o plano storial d mitigação d adaptação às mudanças climáticas, ultrapassando sua atribuição inicial d funcionar como o plano d xpansão do stor létrico. Assim, o PDE prcisa sr aprimorado para incorporar os sguints componnts prvistos no art. 4 do dcrto: a) a mta d rdução d missõs m 2020, incluindo mtas gradativas com intrvalo máximo d três anos; b) as açõs a srm implmntadas; c) os indicadors para o monitoramnto avaliação d sua ftividad; d) a proposta d instrumntos d rgulação incntivo para implmntação do rspctivo plano; 18

19 ) os studos storiais d comptitividad com stimativa d custos impactos. O dcrto prvê qu a laboração dos planos storiais dvrá contar com amplo procsso d consulta pública aos stors intrssados, com spcial atnção à rprsntação das atividads conômicas dirtamnt aftadas Plano Storial d Mitigação Adaptação às Mudanças Climáticas do Stor d Enrgia O Plano Storial d Enrgia não é um plano xclusivo para o stor létrico. O Plano Storial d Enrgia inclui gração d nrgia létrica, transports, xploração d ptrólo, missõs fugitivas, consumo d nrgia na indústria, comércio rsidências (EPE, 2010). Os valors d missão qu constam do Plano Storial d Enrgia não são os do cnário tndncial ou businss-as-usual (BAU). Os valors projtados considram um cnário d mitigação ou intrvnção. A prvisão para o Stor d Enrgia é qu as missõs crsçam no cnário tndncial 154,4% ntr Para o Stor Elétrico a prvisão d crscimnto é d 585,8%. Já com a implmntação das açõs d mitigação no príodo ntr , a xpctativa é d qu as missõs do Stor Elétrico crsçam 110,7% (Tabla 4). Tabla 4: Emissõs d GEEs do Stor d Enrgia Emissõs d GEEs Consumo final nrgético (uso rsidncial, industrial, transports, comrcial, srviços públicos agropcuária) Consumo stor nrgético (xploração produção d ptrólo rfinarias) Gração trmlétrica (gração na rd autoprodução) Enrgia não aprovitada (missõs fugitivas; x: quima d gás no flar ) MtCO 2 Aumnto [%] (BAU) (BAU) 303,9 509,0 619,0 67,5% 103,7% 23,7 83,0 83,0 250,2% 250,2% 26,1 55,0 179,0 110,7% 585,8% 8,3 40,0 40,0 381,9% 381,9% Total 362,0 687,0 921,0 89,8% 154,4% Font: EPE, 2010 Para alcançar sta mta d rdução no stor nrgético srão adotadas as sguints mdidas no príodo : a) Ampliar d 54,4 bilhõs d litros para 77 bilhõs d litros a ofrta intrna d tanol, m 2020; b) Mantr a proporção d 5% d biodisl na mistura do ólo disl ofrtado no mrcado doméstico, totalizando uma ofrta (projtada) d 3,9 bilhõs d litros d biodisl m 2020; c) Expandir o parqu hidrlétrico m MW; d) Expandir o parqu d fonts complmntars m MW, dstacando-s a instalação d MW m cntrais ólicas, MW m cntrais a biomassa MW m PCHs; ) Intnsificar as açõs na ára d ficiência nrgética, mantndo ampliando os programas iniciativas já xistnts, d modo a obtr: rdução d 4,4% do consumo projtado d nrgia létrica para 2020, ou uma conomia d gração quivalnt a uma usina hidrlétrica d MW; rdução d 5,2% do consumo projtado para 2020 d combustívis fóssis na indústria, ou uma conomia quivalnt a 194 mil barris d ptrólo quivalnt por dia. 19

20 Figura 9: Prvisão d rdução d missõs d GEEs no plano storial d nrgia MtCO Biocombustívis Eficiência Enrgética -12% Hidrlétricas Fonts Altrnativas -15% Font: EPE, Políticas staduais sobr mudança do Clima A partir da discussão aprovação da Política Nacional sobr Mudança do Clima (Li nº /2009) surgiram lgislaçõs staduais visando a disciplinar o assunto na sfra rgional. Uma das grands procupaçõs é o alinhamnto das iniciativas staduais à lgislação fdral. Considradas as spcificidads d cada rgião d cada stado, é prciso vitar lgislaçõs staduais dstoants, o qu podria dificultar a atuação d mprsas qu xrcm atividads m mais d um ponto do país Panorama Gral das Iniciativas Estaduais Os stados brasiliros s ncontram m difrnts stágios: dz stados possum Políticas Estaduais sobr Mudança do Clima: Amazonas, Amapá, Tocantins, Prnambuco, Alagoas, Goiás, São Paulo, Espírito Santo, Rio d Janiro Santa Catarina; 12 stados têm Projtos d Li sobr suas Políticas Estaduais sobr Mudança do Clima m trâmit na Assmblia Lgislativa do Estado ou m discussão m fóruns spcíficos: Pará, Rio Grand do Nort, Piauí, Mato Grosso, Distrito Fdral, Minas Grais, Bahia, Paraná, Rio Grand do Sul, Mato Grosso do Sul, Paraíba Srgip; 21 stados têm sus Fóruns Estaduais sobr Mudanças do Clima instituídos: Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Mato Grosso, Tocantins, Maranhão, Cará, Prnambuco, Srgip, Bahia, Piauí, Distrito Fdral, Goiás, Minas Grais, Espírito Santo, São Paulo, Rio d Janiro, Paraná, Santa Catarina Rio Grand do Sul. As políticas staduais tivram como bas a Política Nacional sobr Mudança do Clima a Política do Estado d São Paulo sobr Mudança do Clima, sndo qu os princípios, dfiniçõs, dirtrizs instrumntos são smlhants aos das políticas acima mncionadas, adquando- -s as spcificidads locais. Alguns aspctos das políticas staduais mrcm dstaqu m virtud do dsafio qu rprsntam a possibilidad d srm inócuos. 20

Em cada ciclo, o sistema retorna ao estado inicial: U = 0. Então, quantidade de energia W, cedida, por trabalho, à vizinhança, pode ser escrita:

Em cada ciclo, o sistema retorna ao estado inicial: U = 0. Então, quantidade de energia W, cedida, por trabalho, à vizinhança, pode ser escrita: Máquinas Térmicas Para qu um dado sistma raliz um procsso cíclico no qual rtira crta quantidad d nrgia, por calor, d um rsrvatório térmico cd, por trabalho, outra quantidad d nrgia à vizinhança, são ncssários

Leia mais

Senado Federal maio/2008

Senado Federal maio/2008 Audiência Pública PL 213/2007 Difrnciação d Prços nas Vndas com Cartõs d Crédito José Antonio Marciano Brasília Snado Fdral maio/2008 1 Rgra d Não Sobr-pr prço - Dfinição Rgra contratual imposta plas socidads

Leia mais

Para verificar a atualização desta norma, como revogações ou alterações, acesse o Visalegis.

Para verificar a atualização desta norma, como revogações ou alterações, acesse o Visalegis. 18/05/12 Anvisa - Lgislação - Portarias Lgislação Para vrificar a atualização dsta norma, como rvogaçõs ou altraçõs, acss o Visalgis. Portaria n º 27, d 13 d janiro d 1998 A Scrtária d Vigilância Sanitária,

Leia mais

PRINCÍPIOS E INSTRUÇÕES RELATIVOS ÀS OPERAÇÕES DE CERTIFICADOS DE OPERAÇÕES ESTRUTURADAS (COE) Versão: 27/08/2014 Atualizado em: 27/08/2014

PRINCÍPIOS E INSTRUÇÕES RELATIVOS ÀS OPERAÇÕES DE CERTIFICADOS DE OPERAÇÕES ESTRUTURADAS (COE) Versão: 27/08/2014 Atualizado em: 27/08/2014 F i n a l i d a d O r i n t a r o u s u á r i o p a r a q u s t o b t PRINCÍPIOS E INSTRUÇÕES RELATIVOS ÀS OPERAÇÕES DE CERTIFICADOS DE OPERAÇÕES ESTRUTURADAS (COE) Vrsão: 27/08/2014 Atualizado m: 27/08/2014

Leia mais

ENGENHARIA DE MANUTENÇÃO. Marcelo Sucena

ENGENHARIA DE MANUTENÇÃO. Marcelo Sucena ENGENHARIA DE MANUTENÇÃO Marclo Sucna http://www.sucna.ng.br msucna@cntral.rj.gov.br / marclo@sucna.ng.br ABR/2008 MÓDULO 1 A VISÃO SISTÊMICA DO TRANSPORTE s A anális dos subsistmas sus componnts é tão

Leia mais

análise das Emissões de GEE no brasil (1990-2012) Setor Agropecuário Documento de Análise Marina Piatto Coordenação Técnica Imaflora

análise das Emissões de GEE no brasil (1990-2012) Setor Agropecuário Documento de Análise Marina Piatto Coordenação Técnica Imaflora Documnto d Anális anális das Emissõs d GEE no brasil (1990-2012) Stor Agropcuário Coordnação Técnica Imaflora Equip Técnica Marina Piatto Rvisão Luis Frnando Guds Pinto Shiguo Watanab Jr Tasso Azvdo Tharic

Leia mais

Rio Grande do Norte terá maior oferta de energia eólica em leilão Agência Estado 17/04/2015

Rio Grande do Norte terá maior oferta de energia eólica em leilão Agência Estado 17/04/2015 www.lmntos.com.br du dilignc slção d arogradors inspçõs d fábricas ngnharia do propritário projtos solars ntr outros 17 d abril d 2015 Sxta-Fira - # 1.528 Rio Grand do Nort trá maior ofrta d nrgia ólica

Leia mais

ANÁLISE DAS EMISSÕES DE GEE NO BRASIL (1970-2013) E SUAS IMPLICAÇÕES PARA POLÍTICAS PÚBLICAS

ANÁLISE DAS EMISSÕES DE GEE NO BRASIL (1970-2013) E SUAS IMPLICAÇÕES PARA POLÍTICAS PÚBLICAS documnto sínts ANÁLISE DAS EMISSÕES DE GEE NO BRASIL (1970-2013) E SUAS IMPLICAÇÕES PARA POLÍTICAS PÚBLICAS rdação organização tasso rznd d azvdo agosto, 2015 Coordnação Gral do SEEG Tasso Rznd d Azvdo

Leia mais

EVOLUÇÃO DAS EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA NO BRASIL (1970-2013) SETOR DE AGROPECUÁRIA

EVOLUÇÃO DAS EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA NO BRASIL (1970-2013) SETOR DE AGROPECUÁRIA documnto d anális EVOLUÇÃO DAS EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA NO BRASIL (1970-2013) SETOR DE AGROPECUÁRIA coordnação TÉcnica imaflora instituto d manjo crtificação florstal agrícola Quip TÉcnica marina

Leia mais

As Abordagens do Lean Seis Sigma

As Abordagens do Lean Seis Sigma As Abordagns do Lan Sis Julho/2010 Por: Márcio Abraham (mabraham@stcnt..br) Dirtor Prsidnt Doutor m Engnharia d Produção pla Escola Politécnica da Univrsidad d São Paulo, ond lcionou por 10 anos. Mastr

Leia mais

Tabela 1 - Índice de volume de vendas no comércio varejista (Número índice)

Tabela 1 - Índice de volume de vendas no comércio varejista (Número índice) PESQUISA MENSAL DO COMÉRCIO JULHO DE 2012 A psquisa mnsal do comércio, ralizada plo IBGE, rgistrou um crscimnto positivo d 1,36% no comparativo com o mês d julho d 2012 para o volum d vndas varjista. Podmos

Leia mais

SISTEMA DE PONTO FLUTUANTE

SISTEMA DE PONTO FLUTUANTE Lógica Matmática Computacional - Sistma d Ponto Flutuant SISTEM DE PONTO FLUTUNTE s máquinas utilizam a sguint normalização para rprsntação dos númros: 1d dn * B ± 0d L ond 0 di (B 1), para i = 1,,, n,

Leia mais

MÓDULO 4 4.8.1 - PROCEDIMENTOS DE TESTES DE ESTANQUEIDADE PARA LINHAS DE ÁGUA, ESGOTO E OUTROS LÍQUIDOS

MÓDULO 4 4.8.1 - PROCEDIMENTOS DE TESTES DE ESTANQUEIDADE PARA LINHAS DE ÁGUA, ESGOTO E OUTROS LÍQUIDOS MÓDULO 4 4.8.1 - PROCEDIMENTOS DE TESTES DE ESTANQUEIDADE PARA LINHAS DE ÁGUA, ESGOTO E OUTROS LÍQUIDOS Normas Aplicávis - NBR 15.950 Sistmas para Distribuição d Água Esgoto sob prssão Tubos d politilno

Leia mais

Empresa Elétrica Bragantina S.A

Empresa Elétrica Bragantina S.A Emprsa Elétrica Bragantina S.A Programa Anual d Psquisa Dsnvolvimnto - P&D Ciclo 2006-2007 COMUNICADO 002/2007 A Emprsa Elétrica Bragantina S.A, concssionária d srviço público d distribuição d nrgia létrica,

Leia mais

Concentraçã. ção o e Custos. Câmara dos Deputados - Comissão de Finanças e Tributação 8 de outubro de 2009

Concentraçã. ção o e Custos. Câmara dos Deputados - Comissão de Finanças e Tributação 8 de outubro de 2009 Cartão o d Crédito: Concntraçã ção o Custos Câmara dos Dputados - Comissão d Finanças Tributação 8 d outubro d 2009 Agnda 2 Indústria d cartõs d pagamntos Concntração Infra-strutura Estrutura d custos

Leia mais

2. NOME DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DAS RELAÇÕES HUMANAS NA ORGANIZAÇÃO

2. NOME DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DAS RELAÇÕES HUMANAS NA ORGANIZAÇÃO 1. ÁREA DO CONHECIMENTO CIÊNCIAS HUMANAS: PSICOLOGIA 2. NOME DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DAS RELAÇÕES HUMANAS NA ORGANIZAÇÃO 3. JUSTIFICATIVA: Prspctivas no Mrcado Amazonns: A cidad d Manaus possui

Leia mais

PLANO DE AÇÃO NACIONAL DO GALIFORMES

PLANO DE AÇÃO NACIONAL DO GALIFORMES PLANO DE AÇÃO NACIONAL DO GALIFORMES OBJETIVO GERAL Assgurar prmanntmnt a manutnção das populaçõs a distribuição gográfica das várias spécis d Cracida Odontophorida. Atnção spcial srá dada aos táxons amaçados

Leia mais

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DO TRABALHO TÉCNICO SOCIAL Dezembro/2010

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DO TRABALHO TÉCNICO SOCIAL Dezembro/2010 [Digit txto] 1 IDENTIFICAÇÃO RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DO TRABALHO TÉCNICO SOCIAL Dzmbro/2010 Programa: Opraçõs Coltivas Contrato CAIXA nº: 0233.389.09/2007 Ação/Modalidad: Construção d unidad habitacional

Leia mais

NR-35 TRABALHO EM ALTURA

NR-35 TRABALHO EM ALTURA Sgurança Saúd do Trabalho ao su alcanc! NR-35 TRABALHO EM ALTURA PREVENÇÃO Esta é a palavra do dia. TODOS OS DIAS! PRECAUÇÃO: Ato ou fito d prvnir ou d s prvnir; A ação d vitar ou diminuir os riscos através

Leia mais

ALTERAÇÃO Nº 8 tudo até 31 de Agosto de 2007. Diplomas alterados

ALTERAÇÃO Nº 8 tudo até 31 de Agosto de 2007. Diplomas alterados ALTERAÇÃO Nº 8 tudo até 31 d Agosto d 2007 Diplomas altrados CAPÍTULO I Disposiçõs grais Administração local autárquica (A) Municípios Frgusias Dcrto-Li n.º 17/2007, d 22 d Janiro, qu criou o rgim xcpcional

Leia mais

PSICROMETRIA 1. É a quantificação do vapor d água no ar de um ambiente, aberto ou fechado.

PSICROMETRIA 1. É a quantificação do vapor d água no ar de um ambiente, aberto ou fechado. PSICROMETRIA 1 1. O QUE É? É a quantificação do vapor d água no ar d um ambint, abrto ou fchado. 2. PARA QUE SERVE? A importância da quantificação da umidad atmosférica pod sr prcbida quando s qur, dntr

Leia mais

PROCEDIMENTO DE MEDIÇÃO DE ILUMINÂNCIA DE EXTERIORES

PROCEDIMENTO DE MEDIÇÃO DE ILUMINÂNCIA DE EXTERIORES PROCEDIMENTO DE MEDIÇÃO DE ILUMINÂNCIA DE EXTERIORES Rodrigo Sousa Frrira 1, João Paulo Viira Bonifácio 1, Daian Rznd Carrijo 1, Marcos Frnando Mnzs Villa 1, Clarissa Valadars Machado 1, Sbastião Camargo

Leia mais

2 Mbps (2.048 kbps) Telepac/Sapo, Clixgest/Novis e TV Cabo; 512 kbps Cabovisão e OniTelecom. 128 kbps Telepac/Sapo, TV Cabo, Cabovisão e OniTelecom.

2 Mbps (2.048 kbps) Telepac/Sapo, Clixgest/Novis e TV Cabo; 512 kbps Cabovisão e OniTelecom. 128 kbps Telepac/Sapo, TV Cabo, Cabovisão e OniTelecom. 4 CONCLUSÕES Os Indicadors d Rndimnto avaliados nst studo, têm como objctivo a mdição d parâmtros numa situação d acsso a uma qualqur ára na Intrnt. A anális dsts indicadors, nomadamnt Vlocidads d Download

Leia mais

Plano de Estudo 5º ano - ANUAL

Plano de Estudo 5º ano - ANUAL Plano d Estudo 5º ano - ANUAL Disciplina: Ciências Naturais Unidad Tmática Contúdos 1 Importância das rochas do solo na manutnção dvida. Por qu razão xist vida na Trra? Qu ambint xistm na Trra? Ond xist

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO(*)

PARECER HOMOLOGADO(*) PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Dspacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União d 17/07/2003 (*) Portaria/MEC nº 1.883, publicada no Diário Oficial da União d 17/07/2003 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO

Leia mais

MATRIZ DA PROVA DE EXAME A NÍVEL DE ESCOLA HISTÓRIA B 10º ANO

MATRIZ DA PROVA DE EXAME A NÍVEL DE ESCOLA HISTÓRIA B 10º ANO MATRIZ DA PROVA DE EXAME A NÍVEL DE ESCOLA AO ABRIGO DO DECRETO-LEI Nº 357/2007, DE 29 DE OUTUBRO (Duração: 90 minutos + 30 minutos d tolrância) HISTÓRIA B 10º ANO (Cursos Cintífico-Humanísticos Dcrto-Li

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS E ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA NA REGIÃO DE LONDRINA: DESAFIOS PARA SUA IMPLEMENTAÇÃO

POLÍTICAS PÚBLICAS E ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA NA REGIÃO DE LONDRINA: DESAFIOS PARA SUA IMPLEMENTAÇÃO Congrsso Intrnacional d Profssors d Línguas Oficiais do MERCOSUL POLÍTICAS PÚBLICAS E ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA NA REGIÃO DE LONDRINA: DESAFIOS PARA SUA IMPLEMENTAÇÃO Catya Marqus Agostinho

Leia mais

Desse modo, podemos dizer que as forças que atuam sobre a partícula que forma o pêndulo simples são P 1, P 2 e T.

Desse modo, podemos dizer que as forças que atuam sobre a partícula que forma o pêndulo simples são P 1, P 2 e T. Pêndulo Simpls Um corpo suspnso por um fio, afastado da posição d quilíbrio sobr a linha vrtical qu passa plo ponto d suspnsão, abandonado, oscila. O corpo o fio formam o objto qu chamamos d pêndulo. Vamos

Leia mais

OFICINA 9-2ºSementre / MATEMÁTICA 3ª SÉRIE / QUESTÕES TIPENEM Professores: Edu Vicente / Gabriela / Ulício

OFICINA 9-2ºSementre / MATEMÁTICA 3ª SÉRIE / QUESTÕES TIPENEM Professores: Edu Vicente / Gabriela / Ulício OFICINA 9-2ºSmntr / MATEMÁTICA 3ª SÉRIE / QUESTÕES TIPENEM Profssors: Edu Vicnt / Gabrila / Ulício 1. (Enm 2012) As curvas d ofrta d dmanda d um produto rprsntam, rspctivamnt, as quantidads qu vnddors

Leia mais

CUSTOS IRREVERSÍVEIS, LEIS DE CUSTOS E GERÊNCIA DE PROJETOS - A VIABILIDADE DE UM PROCESSO DE MUDANÇA

CUSTOS IRREVERSÍVEIS, LEIS DE CUSTOS E GERÊNCIA DE PROJETOS - A VIABILIDADE DE UM PROCESSO DE MUDANÇA CUSTOS IRREVERSÍVEIS, LEIS DE CUSTOS E GERÊNCIA DE PROJETOS - A VIABILIDADE DE UM PROCESSO DE MUDANÇA Márcio Botlho da Fonsca Lima Luiz Buno da Silva Rsumo: Est artigo tm o objtivo d xpor a rlvância do

Leia mais

TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO

TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ALÉM PARAÍBA INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO NAIR FORTES ABU-MERHY TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO PLANEJAMENTO DO PARQUE TECNOLÓGICO 2011-2013 Tcnologia d Informação - FEAP 1 - Rlação

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE DE VALORES EXTREMOS DA PRECIPITAÇÃO MÁXIMA DE 24 HORAS DE BELÉM DO PARÁ

DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE DE VALORES EXTREMOS DA PRECIPITAÇÃO MÁXIMA DE 24 HORAS DE BELÉM DO PARÁ DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE DE VALORES ETREMOS DA MÁIMA DE 24 HORAS DE BELÉM DO PARÁ Mauro Mndonça da Silva Mstrando UFAL Mació - AL -mail: mmds@ccn.ufal.br Ant Rika Tshima Gonçalvs UFPA Blém-PA -mail:

Leia mais

Gestão de Riscos Abordagem Prática. Igor Rocha Ferreira MSc., PMP, CRMA, CoBIT

Gestão de Riscos Abordagem Prática. Igor Rocha Ferreira MSc., PMP, CRMA, CoBIT Gstão d Riscos Abordagm Prática Igor Rocha Frrira MSc., PMP, CRMA, CoBIT Agnda Brv Histórico da Gstão d Riscos As Organizaçõs, sus Sgmntos Procssos Maturidad d Gstão d Riscos Transição para a Gstão Intgrada

Leia mais

INEC ESPECIALIZAÇÃO EM : GERÊNCIA CONTÁBIL, FINANCEIRA E AUDITORIA TURMA III. Lins - SP - 2012 2º Dia : 20 de Outubro.

INEC ESPECIALIZAÇÃO EM : GERÊNCIA CONTÁBIL, FINANCEIRA E AUDITORIA TURMA III. Lins - SP - 2012 2º Dia : 20 de Outubro. INEC AUDITRIA Prof. CLAUDECIR PATN ESPECIALIZAÇÃ EM : GERÊNCIA CNTÁBIL, FINANCEIRA E AUDITRIA TURMA III 1 Lins - SP - 2012 2º Dia : 20 utubro. CNTRLE - Concitos; - Auditoria Control Intrno; - Importância

Leia mais

UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO (UCB) 3.1.1.1. Organização Didático-Pedagógica

UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO (UCB) 3.1.1.1. Organização Didático-Pedagógica UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO (UCB) 3.1.1.1. Organização Didático-Pgógica (4) (5) Mtas Rorganizar a distribuição dos discnts. Elaborar uma Política d contratação gstão d pssoal Rvisar o Projto Pgógico. Rstruturar

Leia mais

6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo

6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo 6. Moda, Prços Taxa d Câmbio no Longo Prazo 6. Moda, Prços Taxa d Câmbio no Longo Prazo 6.1. Introdução 6.3. Taxas d Câmbio ominais Rais 6.4. O Princípio da Paridad dos Podrs d Compra Burda & Wyplosz,

Leia mais

QUALIDADE DE SOFTWARE AULA N.6

QUALIDADE DE SOFTWARE AULA N.6 QUALIDADE DE SOFTWARE AULA N.6 Curso: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Discipli: Qualida Softwar Profa. : Kátia Lops Silva Slis adpatados do Prof. Ricardo Almida Falbo Tópicos Espciais Qualida Softwar 007/ Dpartamnto

Leia mais

PROVA DE MATEMÁTICA APLICADA VESTIBULAR 2013 - FGV CURSO DE ADMINISTRAÇÃO RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia C. Gouveia

PROVA DE MATEMÁTICA APLICADA VESTIBULAR 2013 - FGV CURSO DE ADMINISTRAÇÃO RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia C. Gouveia PROVA DE MATEMÁTICA APLICADA VESTIBULAR 013 - FGV CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Profa. Maria Antônia C. Gouvia 1. A Editora Progrsso dcidiu promovr o lançamnto do livro Dscobrindo o Pantanal m uma Fira Intrnacional

Leia mais

Dinâmica Longitudinal do Veículo

Dinâmica Longitudinal do Veículo Dinâmica Longitudinal do Vículo 1. Introdução A dinâmica longitudinal do vículo aborda a aclração frnagm do vículo, movndo-s m linha rta. Srão aqui usados os sistmas d coordnadas indicados na figura 1.

Leia mais

A PRODUÇÃO DE CAFÉ NO BRASIL

A PRODUÇÃO DE CAFÉ NO BRASIL A PRODUÇÃO DE CAFÉ NO BRASIL Alxandr Carlos dos Santos Faria, Fridhild M.K. Manolscu 2 2 Ciências Sociais Aplicadas Univrsidad do Val do Paraíba Av. Shishima Hifumi, 29 Urbanova CEP: 2244- São José dos

Leia mais

Planificação :: TIC - 7.º Ano :: 15/16

Planificação :: TIC - 7.º Ano :: 15/16 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÃO PEDRO DA COVA Escola Básica d São Pdro da Cova Planificação :: TIC - 7.º Ano :: 15/16 1.- A Informação, o conhcimnto o mundo das tcnologias A volução das tcnologias d informação

Leia mais

Definição de Termos Técnicos

Definição de Termos Técnicos Dfinição d Trmos Técnicos Eng. Adriano Luiz pada Attack do Brasil - THD - (Total Harmonic Distortion Distorção Harmônica Total) É a rlação ntr a potência da frqüência fundamntal mdida na saída d um sistma

Leia mais

Planejamento de capacidade

Planejamento de capacidade Administração da Produção Opraçõs II Planjamnto d capacidad Planjamnto d capacidad Planjamnto d capacidad é uma atividad crítica dsnvolvida parallamnt ao planjamnto d matriais a) Capacidad insuficint lva

Leia mais

MANUAL DE APOSENTADORIA E ABONO PERMANÊNCIA INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE GARANHUNS IPSG

MANUAL DE APOSENTADORIA E ABONO PERMANÊNCIA INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE GARANHUNS IPSG MANUAL DE APOSENTADORIA E ABONO PERMANÊNCIA INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE GARANHUNS IPSG SUMÁRIO PARTE I BENEFÍCIO DE APOSENTADORIA 1 - NOÇÕES SOBRE O BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO

Leia mais

Residência para coletivos na Casa do Povo. Cole tivo

Residência para coletivos na Casa do Povo. Cole tivo Rsidência para coltivos na Casa do Povo Chamada abrta tativo - Rsidência para coltivos na Casa do Povo Há mais d 60 anos, a Casa do Povo atua como lugar d mmória cntro cultural m sintonia com o pnsamnto

Leia mais

- SEEC UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - UERN

- SEEC UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - UERN Govrno do Estado do Rio Grand do Nort Scrtariado d Estado da Educação Cultura - SEEC UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - UERN Pró-Ritoria d Psquisa Pós-Graduação PROPEG Dpartamnto d Psquisa

Leia mais

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Prsidnt da Rpública Luiz Inácio Lula da Silva Ministro do Planjamnto, Orçamnto Gstão Paulo Brnardo Silva INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Prsidnt Eduardo Prira Nuns Dirtor-Excutivo

Leia mais

A prova tem como referência o Programa de PRÁTICAS DE CONTABILIDADE E GESTÃO do 12º Ano de Escolaridade.

A prova tem como referência o Programa de PRÁTICAS DE CONTABILIDADE E GESTÃO do 12º Ano de Escolaridade. Informação - Prova Equivalência à Frquência Práticas Contabilida Gstão Prova Equivalência à Frquência Práticas Contabilida Gstão Duração da prova: 120 minutos / 24.06.2013 12º Ano Escolarida Curso Tcnológico

Leia mais

INSTRUÇÕES. Os formadores deverão reunir pelo menos um dos seguintes requisitos:

INSTRUÇÕES. Os formadores deverão reunir pelo menos um dos seguintes requisitos: INSTRUÇÕES Estas instruçõs srvm d orintação para o trino das atividads planadas no projto Europu Uptak_ICT2lifcycl: digital litracy and inclusion to larnrs with disadvantagd background. Dvrão sr usadas

Leia mais

ANEXO V SISTEMA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

ANEXO V SISTEMA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO AEXO V SISTEMA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPEHO 1. ÍDICES DE AVALIAÇÃO O Sistma d Avaliação d Dsmpnho stá struturado para a avaliação das prmissionárias, d acordo com os sguints índics grais spcíficos constants

Leia mais

Empreendedorismo e Empregabilidade PE04/V01

Empreendedorismo e Empregabilidade PE04/V01 1 APROVAÇÃO DO DOCUMENTO Rsponsávl plo Procsso Validação Função Nom Razão para a nova vrsão Coord. CTCO José Pirs dos Ris Não - vrsão inicial Pró-Prsidnt para a Qualidad João Lal Aprovação Prsidnt IPBja

Leia mais

OAB 1ª FASE RETA FINAL Disciplina: Direito Administrativo MATERIAL DE APOIO

OAB 1ª FASE RETA FINAL Disciplina: Direito Administrativo MATERIAL DE APOIO I. PRINCÍPIOS: 1. Suprmacia do Intrss Público sobr o Particular Em sndo a finalidad única do Estado o bm comum, m um vntual confronto ntr um intrss individual o intrss coltivo dv prvalcr o sgundo. 2. Indisponibilidad

Leia mais

A IMPLEMENTAÇÃO DA LÍNGUA ESPANHOLA NAS ESCOLAS DE SERGIPE. A presença da língua espanhola no Nordeste e o caso de Sergipe

A IMPLEMENTAÇÃO DA LÍNGUA ESPANHOLA NAS ESCOLAS DE SERGIPE. A presença da língua espanhola no Nordeste e o caso de Sergipe Congrsso Intrnacional d Profssors d Línguas Oficiais do MERCOSUL A IMPLEMENTAÇÃO DA LÍNGUA ESPANHOLA NAS ESCOLAS DE SERGIPE Doris Cristina Vicnt da Silva Matos (UFS) Considraçõs iniciais Chgamos a 2010,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília EDITAL Nº 047/RIFB, DE 03 DE SETEMBRO DE 2014

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília EDITAL Nº 047/RIFB, DE 03 DE SETEMBRO DE 2014 EDITAL Nº 047/RIFB, DE 03 DE SETEMBRO DE 2014 REVALIDAÇÃO DE DIPLOMAS E CERTIFICADOS DE CURSOS TÉCNICOS E TECNOLÓGICOS ESTRANGEIROS DE ENSINO, PELO INSITUTO FEDERAL DE BRASÍLIA- IFB. 1. DA ABERTURA 1.1

Leia mais

O que são dados categóricos?

O que são dados categóricos? Objtivos: Dscrição d dados catgóricos por tablas gráficos Tst qui-quadrado d adrência Tst qui-quadrado d indpndência Tst qui-quadrado d homognidad O qu são dados catgóricos? São dados dcorrnts da obsrvação

Leia mais

Estado da arte do software de mineração e o impacto nas melhores práticas de planejamento de lavra

Estado da arte do software de mineração e o impacto nas melhores práticas de planejamento de lavra Estado da art do softwar d minração o impacto nas mlhors práticas d planjamnto d lavra Prof. Dr. Giorgio d Tomi Profssor Associado, Dpto. Engnharia d Minas d Ptrólo da EPUSP Dirtor d Opraçõs, Dvx Tcnologia

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO PARA FINS DE CREDENCIAMENTO DE INSTITUIÇÃO DE ENSINO E AUTORIZAÇÃO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS DE EDUCAÇÃO

Leia mais

Planificação das Actividades Eixo I PROPORCIONAR AOS IDOSOS MELHOR QUALIDADE DE VIDA INCLUINDO MEDIDAS DE COMBATE À POBREZA E EXCLUSÃO SOCIAL

Planificação das Actividades Eixo I PROPORCIONAR AOS IDOSOS MELHOR QUALIDADE DE VIDA INCLUINDO MEDIDAS DE COMBATE À POBREZA E EXCLUSÃO SOCIAL PLANO DE ACÇÃO O Plano acção é um documnto anual ond s idntificam os projctos intrvnçõs prvistas para cada ano, dvidamnt nquadradas nas stratégias dfinidas m Plano d Dsnvolvimnto Social. No sgundo PDS,

Leia mais

QUE ESPANHOL É ESSE? Mariano Jeferson Teixeira (Grad /UEPG) Valeska Gracioso Carlos (UEPG)

QUE ESPANHOL É ESSE? Mariano Jeferson Teixeira (Grad /UEPG) Valeska Gracioso Carlos (UEPG) Congrsso Intrnacional d Profssors d Línguas Oficiais do MERCOSUL QUE ESPANHOL É ESSE? Mariano Jfrson Tixira (Grad /UEPG) Valska Gracioso Carlos (UEPG) 1. Introdução Graças á rgulamntaçõs impostas por acordos

Leia mais

Módulo II Resistores, Capacitores e Circuitos

Módulo II Resistores, Capacitores e Circuitos Módulo laudia gina ampos d arvalho Módulo sistors, apacitors ircuitos sistência Elétrica () sistors: sistor é o condutor qu transforma nrgia létrica m calor. omo o rsistor é um condutor d létrons, xistm

Leia mais

O DESAFIO DE ZERAR UM DÉFICIT D 40 ANOS, RECUPERAR A CAPACIDADE DE INVESTIMENTO E MODERNIZAR A GESTÃO

O DESAFIO DE ZERAR UM DÉFICIT D 40 ANOS, RECUPERAR A CAPACIDADE DE INVESTIMENTO E MODERNIZAR A GESTÃO 9 CONGRESSO INTERNACIONAL DA QUALIDADE E COMPETITIVIDADE FIERGS POA/RS O DESAFIO DE ZERAR UM DÉFICIT D DE 40 ANOS, RECUPERAR A CAPACIDADE DE INVESTIMENTO E MODERNIZAR A GESTÃO Aod Cunha d Moras Junior

Leia mais

Proposta de Resolução do Exame Nacional de Física e Química A 11.º ano, 2011, 1.ª fase, versão 1

Proposta de Resolução do Exame Nacional de Física e Química A 11.º ano, 2011, 1.ª fase, versão 1 Proposta d Rsolução do Exam Nacional d ísica Química A 11.º ano, 011, 1.ª fas, vrsão 1 Socidad Portugusa d ísica, Divisão d Educação, 8 d Junho d 011, http://d.spf.pt/moodl/ 1. Movimnto rctilíno uniform

Leia mais

Florianópolis, 09 de abril de 1998. PORTARIA Nº 0173/GR/98.

Florianópolis, 09 de abril de 1998. PORTARIA Nº 0173/GR/98. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA GABINETE DO REITOR PORTARIAS Florianópolis, 09 d abril d 1998 PORTARIA Nº 0173/GR/98 O Ritor da Univrsidad Fdral d Santa Catarina, no uso d suas atribuiçõs statutárias

Leia mais

EMPRESA BRASILEIRA DE TELECOMUNICAÇÕES S.A - EMBRATEL

EMPRESA BRASILEIRA DE TELECOMUNICAÇÕES S.A - EMBRATEL EMPRESA BRASILEIRA DE TELECOMUNICAÇÕES S.A - EMBRATEL PLANO ALTERNATIVO DE SERVIÇO N o 001 - EMBRATEL 1. APLICAÇÃO Est Plano d Srviço ofrc ao usuário do Srviço d Tlfonia Fixa Comutada, a possibilidad d

Leia mais

Modelo de Oferta e Demanda Agregada (OA-DA)

Modelo de Oferta e Demanda Agregada (OA-DA) Modlo d Ofrta Dmanda Agrgada (OA-DA) Lops Vasconcllos (2008), capítulo 7 Dornbusch, Fischr Startz (2008), capítulos 5 6 Blanchard (2004), capítulo 7 O modlo OA-DA xamina as condiçõs d quilíbrio dos mrcados

Leia mais

Edital de seleção de candidatos para o Doutorado em Matemática para o Período 2015.2

Edital de seleção de candidatos para o Doutorado em Matemática para o Período 2015.2 ] Univrsidad Fdral da Paraíba Cntro d Ciências Exatas da Naturza Dpartamnto d Matmática Univrsidad Fdral d Campina Grand Cntro d Ciências Tcnologia Unidad Acadêmica d Matmática Programa Associado d Pós-Graduação

Leia mais

NOTA SOBRE INDETERMINAÇÕES

NOTA SOBRE INDETERMINAÇÕES NOTA SOBRE INDETERMINAÇÕES HÉLIO BERNARDO LOPES Rsumo. Em domínios divrsos da Matmática, como por igual nas suas aplicaçõs, surgm com alguma frquência indtrminaçõs, d tipos divrsos, no cálculo d its, sja

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS PRÓ-REITORIA ACADÊMICA

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS PRÓ-REITORIA ACADÊMICA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS PRÓ-REITORIA ACADÊMICA EDITAL Nº 14/2011 PRAC SELEÇÃO PÚBLICA A Pró-Ritoria Acadêmica da Univrsidad Católica d Plotas torna pública a abrtura d SELEÇÃO DOCENTE, como sgu:

Leia mais

Experiência n 2 1. Levantamento da Curva Característica da Bomba Centrífuga Radial HERO

Experiência n 2 1. Levantamento da Curva Característica da Bomba Centrífuga Radial HERO 8 Expriência n 1 Lvantamnto da Curva Caractrística da Bomba Cntrífuga Radial HERO 1. Objtivo: A prsnt xpriência tm por objtivo a familiarização do aluno com o lvantamnto d uma CCB (Curva Caractrística

Leia mais

ESTUDO DA CINÉTICA DE SECAGEM DO BAGAÇO DO PEDUNCULO DO CAJU IN NATURA E ENRIQUECIDO, COM APLICAÇÃO DO MODELO DIFUSIONAL DE FICK.

ESTUDO DA CINÉTICA DE SECAGEM DO BAGAÇO DO PEDUNCULO DO CAJU IN NATURA E ENRIQUECIDO, COM APLICAÇÃO DO MODELO DIFUSIONAL DE FICK. ESTUDO DA CINÉTICA DE SECAGEM DO BAGAÇO DO PEDUNCULO DO CAJU IN NATURA E ENRIQUECIDO, COM APLICAÇÃO DO MODELO DIFUSIONAL DE FICK. N. M. RIBEIRO FILHO 1 ; R. C. SANTOS 3 ; O. L. S. d ALSINA ; M. F. D. MEDEIROS

Leia mais

UMA INTRODUÇÃO A TOPOLOGIA

UMA INTRODUÇÃO A TOPOLOGIA Encontro d Ensino, Psquisa Extnsão, Prsidnt Prudnt, 0 a 3 d outubro, 014 0 UMA INTRODUÇÃO A TOPOLOGIA TÍTULO DO TRABALHO EM INGLES Mário Márcio dos Santos Palhars 1, Antonio Carlos Tamarozzi² Univrsidad

Leia mais

Planificação :: TIC - 8.º Ano :: 15/16

Planificação :: TIC - 8.º Ano :: 15/16 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÃO PEDRO DA COVA Escola Básica d São Pdro da Cova Planificação :: TIC - 8.º Ano :: 5/6.- Exploração d ambints computacionais Criação d um produto original d forma colaborativa

Leia mais

Planificação de Ciências Naturais. 9.ºAno. Alterações climáticas

Planificação de Ciências Naturais. 9.ºAno. Alterações climáticas Planificação d Ciências Naturais 9.ºAno Altraçõs climáticas Inês Hnriqus Sandra Mnds Tma: Biosfra Aula n.º: 1 Duração: 90 minutos Introdução à unid Altraçõs climáticas. Biosfra, concito importância. Dgração

Leia mais

2.5. Estrutura Diamétrica

2.5. Estrutura Diamétrica F:\MEUS-OCS\LIRO_EF_44\CAP_I_ESTRUTURA-PARTE_4.doc 5.5. Estrutura iamétrica A strutura diamétrica é tamém dnominada d distriuição diamétrica ou distriuição dos diâmtros. Concitua-s distriuição diamétrica

Leia mais

Orientações Agricultura e Floresta

Orientações Agricultura e Floresta Orintaçõs Agricultura Florsta Promovr o dsnvolvimnto rural na óptica da multifuncionalidad dos spaços, através d stratégias instrumntos qu nglobm os divrsos actors públicos privados com intrsss nsts domínios.

Leia mais

Melhoria contínua da qualidade do ensino

Melhoria contínua da qualidade do ensino 1. OBJETIVO Est procdimnto visa normalizar as ativis snvolvis no âmbito mlhoria contínua quali do nsino dos cursos ministrados na Escola Naval (EN). 2. CAMPO DE APLICAÇÃO O prsnt procdimnto é aplicávl

Leia mais

Atitudes Sociolinguísticas em cidades de fronteira: o caso de Bernardo de Irigoyen. Célia Niescoriuk Grad/UEPG. Valeska Gracioso Carlos UEPG.

Atitudes Sociolinguísticas em cidades de fronteira: o caso de Bernardo de Irigoyen. Célia Niescoriuk Grad/UEPG. Valeska Gracioso Carlos UEPG. Atituds Sociolinguísticas m cidads d frontira: o caso d Brnardo d Irigoyn. Célia Niscoriuk Grad/UEPG. Valska Gracioso Carlos UEPG. 1. Introdução: O Brasil Argntina fazm frontira m crca d 1240 km dsd sua

Leia mais

Emerson Marcos Furtado

Emerson Marcos Furtado Emrson Marcos Furtado Mstr m Métodos Numéricos pla Univrsidad Fdral do Paraná (UFPR). Graduado m Matmática pla UFPR. Profssor do Ensino Médio nos stados do Paraná Santa Catarina dsd 1992. Profssor do Curso

Leia mais

AUTO CENTRAGEM DA PLACA DE RETENÇÃO DE UMA MÁQUINA DE PISTÕES AXIAIS TIPO SWASHPLATE. azevedoglauco@unifei.edu.br

AUTO CENTRAGEM DA PLACA DE RETENÇÃO DE UMA MÁQUINA DE PISTÕES AXIAIS TIPO SWASHPLATE. azevedoglauco@unifei.edu.br AUTO CENTRAGEM DA PLACA DE RETENÇÃO DE UMA MÁQUINA DE PISTÕES AXIAIS TIPO SWASHPLATE Glauco José Rodrigus d Azvdo 1, João Zangrandi Filho 1 Univrsidad Fdral d Itajubá/Mcânica, Av. BPS, 1303 Itajubá-MG,

Leia mais

PSI-2432: Projeto e Implementação de Filtros Digitais Projeto Proposto: Conversor de taxas de amostragem

PSI-2432: Projeto e Implementação de Filtros Digitais Projeto Proposto: Conversor de taxas de amostragem PSI-2432: Projto Implmntação d Filtros Digitais Projto Proposto: Convrsor d taxas d amostragm Migul Arjona Ramírz 3 d novmbro d 2005 Est projto consist m implmntar no MATLAB um sistma para troca d taxa

Leia mais

CTOC - Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas Sistema de Informação do Técnico Oficial de Contas

CTOC - Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas Sistema de Informação do Técnico Oficial de Contas CTOC - Câmara dos Técnicos Oficiais d Contas Sistma d Informação do Técnico Oficial d Contas IAS 24 (1) NORMA INTERNACIONAL DE CONTABILIDADE IAS 24 Divulgaçõs d Parts Rlacionadas ÍNDICE Parágrafos Objctivo

Leia mais

A Implantação da Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais do Brasil (INDE)

A Implantação da Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais do Brasil (INDE) A Implantação da Infrastrutura Nacional d Dados Espaciais do Brasil (INDE) GEO SUMMIT LATIN AMERICA 2009 23 Julho 2009 São Paulo - SP 1 Tmário I - Infrastruturas d Dados Espaciais: Concitos II - Açõs da

Leia mais

Estudo da Transmissão de Sinal em um Cabo co-axial

Estudo da Transmissão de Sinal em um Cabo co-axial Rlatório final d Instrumntação d Ensino F-809 /11/00 Wllington Akira Iwamoto Orintador: Richard Landrs Instituto d Física Glb Wataghin, Unicamp Estudo da Transmissão d Sinal m um Cabo co-axial OBJETIVO

Leia mais

Apresentação Institucional e Estratégia. Março de 2015

Apresentação Institucional e Estratégia. Março de 2015 Aprsntação Institucional Estratégia Março 2015 História História A Dot.Lib é uma mprsa brasilira dicada à dissminação da informação cintífica através do acsso onlin a livros digitais, priódicos ltrônicos

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL PORTARIA Nº 3642, DE 4 DE AGOSTO DE 2015. Voto Anxo O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL, no uso suas atribuiçõs rgimntais, acordo com

Leia mais

S is tem a de G es tã o da Qua lida de. S egura n ça do T ra ba lho

S is tem a de G es tã o da Qua lida de. S egura n ça do T ra ba lho S is tm a d G s tã o da Qua lida d S gura n ça do T ra ba lho G s tã o da Qua lida d I n t r n a ti o n a l O r g a n i za ti o n fo r S ta n d a r d i za ti o n (I S O ) Organização Normalização. Intrnacional

Leia mais

Anexo 2 Projetos identificados no Plano de Desenvolvimento Institucional

Anexo 2 Projetos identificados no Plano de Desenvolvimento Institucional Plano Dirtor d Tcnologia da Informação 2012-2013 88 Anxo 2 Projtos idntificados no Plano d Dsnvolvimnto Institucional Cód Projto/Programa (Ncssidad) 1 Espaço Cinma I II Equipar salas com datashow, room

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO MODELO PRESSÃO, ESTADO E RESPOSTA (PER) NO PARQUE MUNICIPAL DA AGUA VERMELHA JOÃO CÂNCIO PEREIRA SOROCABA-SP

UTILIZAÇÃO DO MODELO PRESSÃO, ESTADO E RESPOSTA (PER) NO PARQUE MUNICIPAL DA AGUA VERMELHA JOÃO CÂNCIO PEREIRA SOROCABA-SP Goiânia/GO 19 a /11/01 UTILIZAÇÃO DO MODELO PRESSÃO, ESTADO E RESPOSTA (PER) NO PARQUE MUNICIPAL DA AGUA VERMELHA JOÃO CÂNCIO PEREIRA SOROCABA-SP Admilson Irio Ribiro, Univrsidad Estadual Paulista Júlio

Leia mais

uma estrutura convencional. Desta forma, o desempenho de um sistema estrutural está diretamente relacionado com o desempenho de suas ligações.

uma estrutura convencional. Desta forma, o desempenho de um sistema estrutural está diretamente relacionado com o desempenho de suas ligações. ISSN 1809-5860 ESTUDO DE UMA LIGAÇÃO VIGA-PILAR UTILIZADA EM GALPÕES DE CONCRETO PRÉ- MOLDADO Anamaria Malachini Miotto 1 & Mounir Khalil El Dbs 2 Rsumo Em gral, as ligaçõs ntr lmntos pré-moldados d concrto

Leia mais

Tabela de Tarifas. Pessoa Física. Divulgada em 01/08/2013 Vigência a partir de: 01/09/2013. sicoobes.com.br

Tabela de Tarifas. Pessoa Física. Divulgada em 01/08/2013 Vigência a partir de: 01/09/2013. sicoobes.com.br Tabla d Tarifas Pssoa Física Divulgada m 01/08/013 Vigência a partir d: 01/09/013 Rlação dos srviços tarifados rspctivos valors vignts. Os valors máximos foram stablcidos pla Cooprativa, obsrvada a rsolução

Leia mais

Regime de Previdência dos Servidores Públicos: Equilíbrio Financeiro e Justiça Atuarial

Regime de Previdência dos Servidores Públicos: Equilíbrio Financeiro e Justiça Atuarial Rgim d Prvidência dos Srvidors Públicos: Equilíbrio Financiro Justiça Atuarial Rynaldo Frnands * rfrnan@usp.br rynaldo.frnands@faznda.gov.br Rodovia BR 251, Km 4, Bloco A, Brasília DF Tl (61) 412616 Amaury

Leia mais

Crise energética brasileira é fruto de má gestão e não da seca, defende especialista Flávio Oliveira Rede Bahia 14/04/2015

Crise energética brasileira é fruto de má gestão e não da seca, defende especialista Flávio Oliveira Rede Bahia 14/04/2015 www.lmntos.com.br du dilignc slção d arogradors inspçõs d fábricas ngnharia do propritário projtos solars ntr outros 15 d abril d 2015 Quarta-Fira - # 1.526 Cris nrgética brasilira é fruto d má gstão não

Leia mais

GIBI R Glossário de Imagens Básicas para Identificações de Riscos [ no caso, riscos de contaminação de um sistema municipal de suprimento de água ]

GIBI R Glossário de Imagens Básicas para Identificações de Riscos [ no caso, riscos de contaminação de um sistema municipal de suprimento de água ] GIBI R Glossário Imagns Básicas para Intificaçõs Riscos [ no caso, riscos contaminação um sistma municipal suprimnto água ] A - - Mapa Mapa rgional. rgional. Projção Projção horizontal horizontal corrta

Leia mais

IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE Instituto Brasiliro d Gografia Estatística Prsidnt da Rpública Frnando Hnriqu Cardoso Ministro do Planjamnto, Orçamnto Gstão Martus Antônio Rodrigus Tavars INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA

Leia mais

II Seminário NEPPAS: Caminhos e olhares da agroecologia nos sertões de Pernambuco Normas para envio de trabalho

II Seminário NEPPAS: Caminhos e olhares da agroecologia nos sertões de Pernambuco Normas para envio de trabalho II Sminário NEPPAS: Caminhos olhars da agrocologia nos srtõs d Prnambuco Normas para nvio d trabalho Srra Talhada, 26,27 28 d abril d 2012 Espaço Roda Mundo - Rodas d convrsas, rlatos trocas d xpriência

Leia mais

Custos das Operaçõ. ções no Brasil. Audiência Pública Câmara dos Deputados CFT dezembro de 2009

Custos das Operaçõ. ções no Brasil. Audiência Pública Câmara dos Deputados CFT dezembro de 2009 Cartão o d Crédito: Custos das Opraçõ çõs no Brasil Audiência Pública Câmara dos Dputados CFT dzmbro d 2009 Instrumntos d Pagamnto Quantidad d transaçõ çõs Evoluçã ção Milhõs d transaçõ çõs 2 Intrbancários

Leia mais

Entidades de defesa de direitos 1 Contribuição da ABONG à discussão do Art.3 da LOAS Brasília 09/08/2005

Entidades de defesa de direitos 1 Contribuição da ABONG à discussão do Art.3 da LOAS Brasília 09/08/2005 Entidads d dfsa d diritos 1 Contribuição da ABONG à discussão do Art.3 da LOAS Brasília 09/08/2005 1. A constituição do campo associativo assistncial As ntidads d assistência social corrspondm às formas

Leia mais

PRODUTOS GERDAU PARA PAREDES DE CONCRETO

PRODUTOS GERDAU PARA PAREDES DE CONCRETO PRODUTOS GERDAU PARA PAREDES DE CONCRETO SISTEMA CONSTRUTIVO PAREDES DE CONCRETO NBR60 PAREDES DE CONCRETO Sistma construtivo m qu as lajs as pards são moldadas m conjunto, formando um lmnto monolítico.

Leia mais