ANÁLISE DE UMA REFEIÇÃO VEGETARIANA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANÁLISE DE UMA REFEIÇÃO VEGETARIANA"

Transcrição

1 Laboratório de Broatologia e Análises Broatológicas ANÁLISE DE UMA REFEIÇÃO VEGETARIANA Trabalho realizado por: Ana Gonçalves José Nogueira Luís Tavares

2 Laboratório de Broatologia e Análises Broatológicas Objectivo Proposeo-nos a analisar ua refeição durante as aulas de Broatologia I. A refeição escolhida consta da eenta habitual de O Verde, u restaurante vegetariano, que se situa no Centro Coercial do Palácio de Cristal, na cidade do Porto. Transitiu-se este nosso objectivo ao Gerente deste restaurante que concordou prontaente co a situação. A refeição era constituída por: Prato principal - Assado de requeijão co nozes e bife de seitan e cebolada Sobreesa Bolo de cenoura Os resultados obtidos fora criticados à luz das boas foras de nutrição, tendo e conta os dados de valores calóricos e várias situações padrão. Métodos - Preparação da aostra De odo a proceder às devidas análises e deterinações a refeição foi previaente tratada. Efectuou-se, então, a trituração e hoogeneização da refeição. - Deterinação do teor de huidade A huidade é deterinada no oento de preparação da aostra, recorrendo-se à balança de huidade, tipo Scaltec. - Deterinação do teor de gordura O teor de gordura é deterinado por etracção segundo sohlet usando coo solventes etractores o éter etílico e o éter de petróleo obtendo-se, portanto, u etracto etéreo de gordura bruta. - Deterinação do teor e cinzas O teor e cinzas foi deterinado por incineração por via seca (450º). - Deterinação de azoto proteico Esta deterinação foi realizada segundo o Método de Kjeldahl. - Deterinação dos hidratos de carbono Efectuou-se prieiraente a hidrólise da aostra usando ácido clorídrico e aqueciento durante horas, neutralizando-se posteriorente co hidróido de sódio. A deterinação foi realizada segundo o étodo graviétrico de Munson e Walker. A correspondência na tabela é feita e detrose. 1

3 Laboratório de Broatologia e Análises Broatológicas Resultados Sabendo que o nosso aloço vegetariano tinha ua assa total de 345,5g, sendo 3,7g do prato e 11,8g do bolo de cenoura (sobreesa), procedeos à elaboração dos seguintes cálculos e tabelas: Cinzas - Prato cinza aostra cinza aostra 77, , = 100 =,14% 5,0395 Cinzas - Sobreesa Prato etracto etéreo aostra Sobreesa etracto etéreo aostra 78, , = 100 = 1,4% 5,163 Teor de gordura - Sohlet Azoto Prato V 1,4 10 5, , , = 100 = 4,8% 5,013 99,183 98, = 100 = 10,74% 5, , = = 1,4 10 6,1 14 = 1, , ,0010( toa) = = 1,738g 100 1,738 6,5 = 10,9% V H SO H SO , = = 5,6 10,81 4 NaHO Sobreesa 4 4 Protéico Total - Kjeldahl - V - V NaHO = V = V gasto para N gasto para N 14 = 7, ,31 19,10 = 6,1l 5,31,50 =,81l 4 eq 7, ,040( toa) = = 0,768g 100 0,768 6,5 = 4,8% g eq g

4 Laboratório de Broatologia e Análises Broatológicas Teor Prato - os 63,0g Cu O 8,6g açucar invertido 65,3g Cu O 9,6g açucar invertido Cu O Sendo de 65,3 63,0 63,5 63,0 Assi, 8,6 + 0,17 ~ = 8,8g 8,8 10 (factor diluição) = 88,g 88, 10 Assi, = 9,9383-9,8748 = 0,0635g = 63,5 g a 719,0 10 Açucares - Munson nossa dados 9,6 8,6 = = 0,17g = Sobreesa - os 155,4g Cu 157,6g Cu Sendo a fora Cu O 7,7 0,800 ~ = 71,90g obtidos = 63,5 g :,0951 = 13,8% 100, = 4,7% por 157,6 155,4 7,7 71,6 = = 0,800g 157,6 156,0 71,90 10 (factor diluição) = 719,0g = dados = 156 fora g : obtidos tabela : por O 71,6g açucar invertido O 7,7g açucar invertido Cu O tabela : Assi, co os dados obtidos podereos traduzir os resultados centesiais dos cinco parâetros avaliados: Teor % Prato Sobreesa Aloço Huidade 6,3 49,5 58,1 Cinzas,1 1, 1,8 Mat. Gorda 4,8 10,7 6,7 Proteína bruta 10,9 4,8 8,9 Açucar 13,8 4,7 17,4 Total 93,9 90,9 9,9 Os resultados são epressos graficaente a seguir: 3

5 Laboratório de Broatologia e Análises Broatológicas Relativaente a valores energéticos, eles fora obtidos e Kcal por ultiplicação pelos factores encionados: 1g hidratos de carbono = 4Kcal 1g proteínas = 4 Kcal 1g lípidos = 9 Kca Energia (Kcal) 100g de Prato Por 100g Sobreesa Prato Sobreesa Copleto Copleta Por 67,35 g de prato Por 3,64g de bolo Por 100g Aloço (prato+bolo) Aloço Total H. Carbono 55, 98,8 18,4 110,4 37, 3, 69,4 38,9 Gorduras 43, 96,3 105,3 109,0 9,1 31,4 60,5 14,3 Proteínas 43,6 19, 101,4 17,7 9,4 6,3 35,6 119,1 Total 14,0 14,3 335, 37,1 95,6 69,9 165,6 57,3 Esta tabela traduz o valor calórico das várias porções do aloço descritas, eso até o peso que cada coponente da refeição te nos 100g de aloço total. Co base nesta tabela teos os seguintes gráficos relativos ao conteúdo energético desta refeição no seu total e por 100g: 4

6 Laboratório de Broatologia e Análises Broatológicas Teos assi que esta refeição vegetariana te u total de 57,3 Kcal, repartidas de fora e que a parte glucídica te a aior contribuição calórica e a parte protéica te a enor; é de notar que 100g de sobreesa contribue co ais lípidos e ais hidratos de carbono que 100g de prato. Por sua vez, os resultados fora tabé calculados e teros percentuais de valores calóricos no que respeita a proteínas, lípidos e hidratos de carbono: % Kcal 100g de prato Por 100g sobreesa Prato copleto Sobreesa copleta 100g aloço Aloço Total H. Carbono 38,9 46,1 38,3 46,6 41,9 41,7 Gorduras 30,4 44,9 31,4 46,0 36,6 37,4 Proteínas 30,7 9,0 30,3 7,5 1,5 0,8 5

7 Laboratório de Broatologia e Análises Broatológicas Discussão/Conclusão Perante os resultados obtidos podereos caracterizar o aloço vegetariano analisado do seguinte odo: Trata-se de ua refeição co grande teor e huidade (cerca de etade é água); A refeição te u teor inorgânico reduzido e coparação co os outros constituintes que se reflecte pelo valor das cinzas; O conteúdo e fibra anda na orde dos 9% face às percentagens obtidas dos outros constituintes e parece ser u valor noral para ua refeição deste tipo, valor esse apurado por diferença dos valores dos restantes constituintes; A nível de equilíbrio nutricional, o nosso aloço no total é hiperprotéico, hipoglucídico e ligeiraente hiperlipídico, e contribuindo uito a sobreesa para esta hiperlipidéia, segundo os padrões alientares gerais; de facto os valores obtidos aponta eso para u padrão alientar do tipo cafetaria; O prato principal te u conteúdo energético quase igualente dividido entre as proteínas, os lípidos e os açucares enquanto que o sobreesa é pobre a nível proteíco e ais rica energeticaente e lípidos e açucares; No que respeita à avaliação nutricional, o nosso aloço vegetariano apresenta u total de 57,3 Kcal e que teoricaente deve corresponder a 35% da ingestão diária de calorias por indivíduo durante u aloço; se este aloço correspondesse a essa percentage, esse indivíduo teria ua ingestão diária de 1635Kcal. Este valor é reduzido a nível calórico eso para u indivíduo co ua actividade diária ligeira que por dia gasta e édia 700 Kcal se for hoe e 000 Kcal se for ulher. 6

8 Laboratório de Broatologia e Análises Broatológicas Idade Mulher (Kcal/dia) Hoe (Kcal/dia) 0 753,5 1656, , ,5 1588, , ,5 150, , ,5 145, ,5 1384,8 Vejaos casos padrão: A ua ulher co 1,60 de altura e esqueleto édio corresponde u peso édio de 5,5 Kg; do eso odo veos que u hoe co 1,70 de altura e, co esqueleto édio, 64 Kg édios; pela fórula de Harris-Benedict a tabela ostra que o etaboliso basal é ais reduzido para as ulheres e diinui co o avanço da idade; neste conteto e se nua boa alientação a quantidade de energia ingerida é igual à energia dispendida a nossa refeição te u conteúdo uito pobre e energia para u indivíduo adulto noral; a refeição será ais adequada neste caso para pessoas de aior idade, principalente do seo feino e que tenha u etaboliso basal baio; para indivíduos, eso co actividade oderada, a refeição pode ser acopanhada de u refrigerante que contribuirá co o seu conteúdo energético ou eso pão que contribui co hidratos de carbono e proteínas; por outro lado as outras refeições do dia deverão copensar a reduzida ingestão de calorias durante este aloço. Para pessoas e regie alientar de eagreciento, esta é ua refeição aconselhável devido ao baio conteúdo energético, as contendo u teor de gordura desequilibrado e relação aos parâetros édios aconselháveis. É de notar contudo, que é efectivaente a sobreesa que auenta o teor e lípidos na totalidade da refeição. Se a refeição for acopanhada por ua peça de fruta e vez do bolo, eventualente este desequilíbrio seria corrigido e co a alteração deste factor, a ingestão de lípidos seria diinuída. Seria tabé necessário aconselhar a ingestão de aior quantidade de hidratos de carbono nas restantes refeições do dia, de fora a copensar o baio teor destes nesta refeição. Assi, no geral, o aloço vegetariano analisado te u conteúdo energético reduzido, ais adequado para pessoas co u estilo de vida sedentário, e tendo as proporções proteínas/lípidos/hidratos de carbono u pouco desequilibradas, tendo a nível energético ais lípidos do que deveria e poucos hidratos de carbono; te u conteúdo elevado de proteínas que pode ser benéfico para u aloço; deverá ser copleentado, coo já se referiu, nas restantes refeições diárias. Para terinar, salientaos que a nossa análise não copreende todos os parâetros necessários para resultados ais concisos e aprofundados acerca desta refeição vegetariana (deterinação do teor e vitainas, fibras, entre outros parâetros). A dieta vegetariana apresenta alguns perigos noeadaente nas faias etárias ais baias. Esses perigos engloba probleas coo desenvolviento de aneias por deficiência e ferro e vitaina B1, raquitiso, inadequado 7

9 Laboratório de Broatologia e Análises Broatológicas forneciento de energia nas crianças, entre outros, que se deve ter e conta quando se faz, por nora, este tipo de alientação. Observações Os dados utilizados são apenas do nosso grupo de trabalho. Verificou-se que os resultados obtidos pelos outros grupos que analisara a esa refeição fora uito seelhantes o que nos perite utilizar estes dados co validade. Soente o valor utilizado na avaliação dos lípidos pelo étodo do Sohlet foi obtido de outro grupo pois no decorrer do nosso trabalho verificou-se que houve perda de solvente etractor devido a ua deficiente refrigeração. Agradeceos, por isso, aos nossos colegas de trabalho, pela cedência desse resultado que nos foi necessário para a realização deste relatório. Os Alunos: 8

Curso Profissional de Técnico de Energias Renováveis 1º ano. Módulo Q 2 Soluções.

Curso Profissional de Técnico de Energias Renováveis 1º ano. Módulo Q 2 Soluções. Curso Profissional de Técnico de Energias Renováveis 1º ano Docuento de apoio Módulo Q 2 Soluções. 1. Dispersões 1.1. Disperso e dispersante Dispersão Ua dispersão é ua istura de duas ou ais substâncias,

Leia mais

Aula 6 Primeira Lei da Termodinâmica

Aula 6 Primeira Lei da Termodinâmica Aula 6 Prieira Lei da Terodinâica 1. Introdução Coo vios na aula anterior, o calor e o trabalho são foras equivalentes de transferência de energia para dentro ou para fora do sistea. 2. A Energia interna

Leia mais

Exercícios. setor 1302. Aulas 39 e 40. 1L (mar) 30 g x 60 10 3 g x = 2 10 3 L ou m 1 C = V 60 10. τ = m 1 V = 2 10 3 L

Exercícios. setor 1302. Aulas 39 e 40. 1L (mar) 30 g x 60 10 3 g x = 2 10 3 L ou m 1 C = V 60 10. τ = m 1 V = 2 10 3 L setor 1302 13020508 Aulas 39 e 40 CONCENTRAÇÃO COMUM, PORCENTAGEM EM MASSA DE SOLUTO E NOÇÃO DE PPM (PARTES POR MILHÃO) Concentração Concentração Cou (C) C 1 Densidade (d) g/l; g/ 3, etc d 1+ 2 g/c 3,

Leia mais

CALORIMETRIA. Relatório de Física Experimental III 2004/2005. Engenharia Física Tecnológica

CALORIMETRIA. Relatório de Física Experimental III 2004/2005. Engenharia Física Tecnológica Relatório de Física Experiental III 4/5 Engenharia Física ecnológica ALORIMERIA rabalho realizado por: Ricardo Figueira, nº53755; André unha, nº53757 iago Marques, nº53775 Grupo ; 3ªfeira 6-h Lisboa, 6

Leia mais

Centro Universitário Anchieta Engenharia Química Físico Química I Prof. Vanderlei I Paula Nome: R.A. Gabarito 4 a lista de exercícios

Centro Universitário Anchieta Engenharia Química Físico Química I Prof. Vanderlei I Paula Nome: R.A. Gabarito 4 a lista de exercícios Engenharia Quíica Físico Quíica I. O abaixaento da pressão de vapor do solvente e soluções não eletrolíticas pode ser estudadas pela Lei de Raoult: P X P, onde P é a pressão de vapor do solvente na solução,

Leia mais

F. Jorge Lino Módulo de Weibull MÓDULO DE WEIBULL. F. Jorge Lino

F. Jorge Lino Módulo de Weibull MÓDULO DE WEIBULL. F. Jorge Lino MÓDULO DE WEIBULL F. Jorge Lino Departaento de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Rua Dr. Roberto Frias, 4200-465 Porto, Portugal, Telf. 22508704/42,

Leia mais

Aplicação da conservação da energia mecânica a movimentos em campos gravíticos

Aplicação da conservação da energia mecânica a movimentos em campos gravíticos ª aula Suário: licação da conservação da energia ecânica a ovientos e caos gravíticos. nergia oteial elástica. Forças não conservativas e variação da energia ecânica. licação da conservação da energia

Leia mais

VITAMINAS. Valores retirados de Tabela da composição de Alimentos. Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge

VITAMINAS. Valores retirados de Tabela da composição de Alimentos. Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge PELO SEU BEM ESTAR Tem alto teor de Proteína; é rico em Cálcio, Fósforo e Vitamina B12; fonte de Vitaminas A, E e B2. Valores de referência do requeijão com 13% proteína Energia (Kcal) 187 Proteína (g)

Leia mais

UMA HEURÍSTICA PARA RESOLUÇÃO DO PROBLEMA DE CARREGAMENTO DE CONTAINER

UMA HEURÍSTICA PARA RESOLUÇÃO DO PROBLEMA DE CARREGAMENTO DE CONTAINER Pesquisa Operacional na Sociedade: Educação, Meio Aente e Desenvolviento 2 a 5/09/06 Goiânia, GO UMA HEURÍSTICA PARA RESOLUÇÃO DO PROBLEMA DE CARREGAMENTO DE CONTAINER E. Vendraini Universidade Estadual

Leia mais

Perder Gordura e Preservar o Músculo. Michelle Castro

Perder Gordura e Preservar o Músculo. Michelle Castro Perder Gordura e Preservar o Músculo Michelle Castro 25 de Novembro de 2012 Principais Tópicos 1. Processos catabólicos associados a dietas hipocalóricas. 2. Contextualização/compreensão do porquê da existências

Leia mais

Cálculo Numérico Faculdade de Engenharia, Arquiteturas e Urbanismo FEAU

Cálculo Numérico Faculdade de Engenharia, Arquiteturas e Urbanismo FEAU Cálculo Nuérico Faculdade de ngenhari Arquiteturas e Urbaniso FAU Prof. Dr. Sergio Pilling (IPD/ Física e Astronoia) VI Integração Nuérica Objetivos: O objetivo desta aula é apresentar o étodo de integração

Leia mais

treinofutebol.net treinofutebol.net

treinofutebol.net treinofutebol.net Alimentação do Desportista A alimentação pode influenciar positiva ou negativamente o rendimento dum atleta, devendo consequentemente ser orientada no sentido de não só melhorar a sua capacidade desportiva,

Leia mais

No Verão não dispense a hidratação! Sabia que a falta de concentração pode dever-se a falta de água no organismo?

No Verão não dispense a hidratação! Sabia que a falta de concentração pode dever-se a falta de água no organismo? No Verão não dispense a hidratação! Sabia que a falta de concentração pode dever-se a falta de água no organismo? Seja Inverno ou Verão, abrace esta refeição! Sabia que o Pequeno-almoço ajuda a controlar

Leia mais

QUÍMICA PRISE II SOLUÇÕES 4.1 FENÔMENO DE SATURAÇÃO DE UMA SOLUÇÃO. Sal (soluto) Água (solvente) 1. INTRODUÇÃO

QUÍMICA PRISE II SOLUÇÕES 4.1 FENÔMENO DE SATURAÇÃO DE UMA SOLUÇÃO. Sal (soluto) Água (solvente) 1. INTRODUÇÃO 1. INTRODUÇÃO QUÍMICA PRISE II SOLUÇÕES 4.1 FENÔMENO DE SATURAÇÃO DE UMA SOLUÇÃO Quando a istura apresenta as esas características e toda a extensão do recipiente teos ua istura hoogênea e, se tiver ais

Leia mais

:: Física :: é percorrida antes do acionamento dos freios, a velocidade do automóvel (54 km/h ou 15 m/s) permanece constante.

:: Física :: é percorrida antes do acionamento dos freios, a velocidade do automóvel (54 km/h ou 15 m/s) permanece constante. Questão 01 - Alternativa B :: Física :: Coo a distância d R é percorrida antes do acionaento dos freios, a velocidade do autoóvel (54 k/h ou 15 /s) peranece constante. Então: v = 15 /s t = 4/5 s v = x

Leia mais

Valores diários recomendados de nutrientes, vitaminas e minerais.

Valores diários recomendados de nutrientes, vitaminas e minerais. Conteúdo Valores diários recomendados de nutrientes, vitaminas e minerais.... 2 Como ler os rótulos dos alimentos... 5 Dose de produto... 7 Calorias... 7 Quantidade de nutrientes... 8 Explicação da quantificação

Leia mais

b) Dalton proporções definidas. c) Richter proporções recíprocas. d) Gay-Lussac transformação isobárica. e) Proust proporções constantes.

b) Dalton proporções definidas. c) Richter proporções recíprocas. d) Gay-Lussac transformação isobárica. e) Proust proporções constantes. APRFUDAMET QUÍMIA 2012 LISTA 9 Leis ponderais e voluétricas, deterinação de fórulas, cálculos quíicos e estudo dos gases. Questão 01) A Lei da onservação da Massa, enunciada por Lavoisier e 1774, é ua

Leia mais

ANÁLISE DOS INQUÉRITOS SOBRE OS HÁBITOS ALIMENTARES

ANÁLISE DOS INQUÉRITOS SOBRE OS HÁBITOS ALIMENTARES ANÁLISE DOS INQUÉRITOS SOBRE OS HÁBITOS ALIMENTARES Os inquéritos foram realizados junto de alunos do 6º ano da Escola EB 2,3 de Matosinhos, durante o mês de Novembro de 24. Responderam ao inquérito 63

Leia mais

Exercícios 1. Deduzir a relação:

Exercícios 1. Deduzir a relação: setor 1322 13220509 13220509-SP Aula 35 RELAÇÕES ENTRE ÁRIOS TIPOS DE CONCENTRAÇÃO Tipo de concentração Cou E ol/l As conversões entre esses tipos de concentração pode ser feitas: Aditindo-se 1,0 L de

Leia mais

Trabalho elaborado por: 5/29/2007 USF Valongo. Enf. Anabela Queirós

Trabalho elaborado por: 5/29/2007 USF Valongo. Enf. Anabela Queirós Trabalho elaborado por: Enf. Anabela Queirós O que é a diabetes? Uma doença que dura toda vida Provocada pela ausência ou perda de eficácia da insulina; Provoca a subida de açúcar no sangue A diabetes

Leia mais

1. Refere os nutrientes necessários numa alimentação saudável e equilibrada.

1. Refere os nutrientes necessários numa alimentação saudável e equilibrada. DISCIPLINA: Ciências Naturais ANO: 9º ano de escolaridade UNIDADE DIDÁCTICA: Saúde individual e comunitária. O organismo humano em equilíbrio: alimentação. 1. Refere os nutrientes necessários numa alimentação

Leia mais

A RODA DOS ALIMENTOS E OS NOVOS VALORES NUTRICIONAIS Mafra, 14 de Março de 2008. Ana Leonor DataPerdigão Nutricionista

A RODA DOS ALIMENTOS E OS NOVOS VALORES NUTRICIONAIS Mafra, 14 de Março de 2008. Ana Leonor DataPerdigão Nutricionista A RODA DOS ALIMENTOS E OS NOVOS VALORES NUTRICIONAIS Mafra, 14 de Março de 2008 Ana Leonor DataPerdigão Nutricionista A ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL É Completa Fornece energia e todos os nutrientes essenciais

Leia mais

Aula 4. Inferência para duas populações.

Aula 4. Inferência para duas populações. Aula 4. Inferência para duas populações. Teos duas aostras independentes de duas populações P e P : população P aostra x, x,..., x n população P aostra y, y,..., y Observação: taanho de aostras pode ser

Leia mais

07. Obras célebres da literatura brasileira foram ambientadas em regiões assinaladas neste mapa:

07. Obras célebres da literatura brasileira foram ambientadas em regiões assinaladas neste mapa: 6 FUVEST 09/0/202 Seu é Direito nas Melhores Faculdades 07. Obras célebres da literatura brasileira fora abientadas e regiões assinaladas neste apa: Co base nas indicações do apa e e seus conhecientos,

Leia mais

! "#! #" $ % & $ % '! " #"!' ((() ((() (((((( '

! #! # $ % & $ % '!  #!' ((() ((() (((((( ' !"#! #"$ % &$ %'! " #"!'((()((()(((((( ' *+"","+*" &!"' " "-'. *+"","+*" " ' /0"1"*" /0"+1 *+"","+*""+"! + '1"!"#! #$% $ #$%& /02 3 &$ # 4 56 $ *+"","+*" 4 +% 1"+6 4 56"#*"+"! 0"# $ *+"","+*" " % Dispões

Leia mais

ALIMENTAÇÃO E PESO SAUDÁVEL

ALIMENTAÇÃO E PESO SAUDÁVEL Formação sobre Promoção de Estilos de Vida Saudáveis em Contexto Escolar, Familiar e Envolvente Julho de 2009 ALIMENTAÇÃO E PESO SAUDÁVEL TERESA SOFIA SANCHO Gabinete de Nutrição Departamento de Saúde

Leia mais

Simulado 2 Física AFA/EFOMM 2012. B)30 2 m. D)50 2 m. 1 P r o j e t o F u t u r o M i l i t a r w w w. f u t u r o m i l i t a r. c o m.

Simulado 2 Física AFA/EFOMM 2012. B)30 2 m. D)50 2 m. 1 P r o j e t o F u t u r o M i l i t a r w w w. f u t u r o m i l i t a r. c o m. Prof. André otta - ottabip@hotail.co Siulado 2 Física AFA/EFO 2012 1- Os veículos ostrados na figura desloca-se co velocidades constantes de 20 /s e 12/s e se aproxia de u certo cruzaento. Qual era a distância

Leia mais

Revisões de análise modal e análise sísmica por espectros de resposta

Revisões de análise modal e análise sísmica por espectros de resposta Revisões de análise odal e análise sísica por espectros de resposta Apontaentos da Disciplina de Dinâica e Engenharia Sísica Mestrado e Engenharia de Estruturas Instituto Superior Técnico Luís Guerreiro

Leia mais

XVII CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA I ENCONTRO DE ENGENHARIA DE SISTEMAS IV WORKSHOP DE LASER E ÓPTICA NA AGRICULTURA 27 a 31 de outubro de 2008

XVII CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA I ENCONTRO DE ENGENHARIA DE SISTEMAS IV WORKSHOP DE LASER E ÓPTICA NA AGRICULTURA 27 a 31 de outubro de 2008 ESTUDO DA COMPOSIÇÃO FÍSICA DO BAGAÇO DE CANA JOYCE MARIA GOMES COSTA 1* ; JOHNSON CLAY PEREISA SANTOS 2 ; JEFFERSON LUIZ GOMES CORRÊA 3 ; VIVIANE MACHADO DE AZEVEDO 4 RESUMO O objetivo deste trabalho

Leia mais

CAPíTULO 10 - ACELERAÇÃO DE CORIOL\S E CORRENTES GEOSTRÓFICAS

CAPíTULO 10 - ACELERAÇÃO DE CORIOL\S E CORRENTES GEOSTRÓFICAS 1 CAPíTULO 10 - ACELERAÇÃO DE CORIOL\S E CORRENTES GEOSTRÓFICAS 1. Introdução Seja u vetor à nu sistea de coordenadas (x, y, z), co os versores T,], k, de odo que - - - A = A 1 i + A 2 j + A 3 k. A derivada

Leia mais

3.3. O Ensaio de Tração

3.3. O Ensaio de Tração Capítulo 3 - Resistência dos Materiais 3.1. Definição Resistência dos Materiais é u rao da Mecânica plicada que estuda o coportaento dos sólidos quando estão sujeitos a diferentes tipos de carregaento.

Leia mais

AVALIAÇÃO DO MODELO DE TRANSFORMADORES EM FUNÇÃO DA FREQUÊNCIA

AVALIAÇÃO DO MODELO DE TRANSFORMADORES EM FUNÇÃO DA FREQUÊNCIA Universidade de Brasília Faculdade de Tecnologia Departaento de Engenaria Elétrica AVALIAÇÃO DO MODELO DE TANSFOMADOES EM FUNÇÃO DA FEQUÊNCIA Por Alexandre de Castro Moleta Orientador: Prof.Dr. Marco Aurélio

Leia mais

Alimentação na Gestação

Alimentação na Gestação ESPAÇO VIDA Nut. Fabiane Galhardo Unimed Pelotas 2012 Alimentação na Gestação 1 GESTAÇÃO PERÍODO MÁGICO DE INTENSA TRANSIÇÃO, ONDE A NATUREZA MODIFICA O CORPO E A MENTE PARA TRANSFORMAR MULHER EM MÃE A

Leia mais

Modificação da Rugosidade de Fibras de Carbono por Método Químico para Aplicação em Compósitos Poliméricos

Modificação da Rugosidade de Fibras de Carbono por Método Químico para Aplicação em Compósitos Poliméricos Modificação da Rugosidade de Fibras de Carbono por Método Quíico para Aplicação e Copósitos Poliéricos Liliana Burakowski Departaento de Física, ITA Mirabel C. Rezende Divisão de Materiais, Instituto de

Leia mais

GUIA DE BOLSO. Está na hora de incluir a fruta e os hortícolas na alimentação! SAIBA PORQUÊ

GUIA DE BOLSO. Está na hora de incluir a fruta e os hortícolas na alimentação! SAIBA PORQUÊ GUIA DE BOLSO Está na hora de incluir a fruta e os hortícolas na alimentação! SAIBA PORQUÊ Sumário Introdução Benefícios do consumo de hortofrutícolas A importância dos hortofrutícolas segundo a Roda dos

Leia mais

Consumo de proteínas e gorduras em Portugal é três vezes superior ao recomendado

Consumo de proteínas e gorduras em Portugal é três vezes superior ao recomendado Consumo de proteínas e gorduras em Portugal é três vezes superior ao recomendado A Balança Alimentar Portuguesa revela que os portugueses apresentam uma dieta alimentar desequilibrada com uma alimentação

Leia mais

Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica

Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição Revisão 05 07/2015 NORMA ND.22 ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.A. Diretoria de Operações Gerência Executiva de Engenharia, Planejaento e Operação Rua

Leia mais

Balança alimentar portuguesa evidencia desequilíbrio da roda dos alimentos. Figura 1

Balança alimentar portuguesa evidencia desequilíbrio da roda dos alimentos. Figura 1 BALANÇA ALIMENTAR PORTUGUESA 14 de Dezembro de 26 - CONSUMO DE PROTEÍNAS E GORDURAS EM PORTUGAL É TRÊS VEZES SUPERIOR AO RECOMENDADO CONSUMO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS DIMINUI 16% EM 14 ANOS E É ULTRAPASSADO

Leia mais

PESQUISA DE ORÇAMENTO FAMILIAR - POF. Prof. Dra. Aline Mota de Barros Marcellini

PESQUISA DE ORÇAMENTO FAMILIAR - POF. Prof. Dra. Aline Mota de Barros Marcellini PESQUISA DE ORÇAMENTO FAMILIAR - POF Prof. Dra. Aline Mota de Barros Marcellini As maiores médias de consumo diário per capita ocorreram para Feijão (182,9 g/ dia), arroz (160,3 g/ dia), carne bovina

Leia mais

1. Introdução. 2. O que é a Roda dos Alimentos?

1. Introdução. 2. O que é a Roda dos Alimentos? 1. Introdução Educar para uma alimentação saudável é essencial na tentativa de ajudar os jovens a tornar as escolhas saudáveis escolhas mais fáceis. Educar para comer bem e de uma forma saudável, constitui

Leia mais

Dicas de Saúde. Quero e preciso emagrecer! Uma Abordagem Realista

Dicas de Saúde. Quero e preciso emagrecer! Uma Abordagem Realista Dicas de Saúde Quero e preciso emagrecer! O sucesso no emagrecimento e manutenção de peso saudável depende de metas e expectativas sensatas. Se você traçar para si mesmo metas sensatas, terá maior probabilidade

Leia mais

RESOLUÇÃO DAS QUESTÔES DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR DA UNICAMP 2006. 1 POR PROFESSORA MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA.

RESOLUÇÃO DAS QUESTÔES DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR DA UNICAMP 2006. 1 POR PROFESSORA MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA. RESOLUÇÃO DAS QUESTÔES DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR DA UNICAMP 006. POR PROFESSORA MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA. 5. O gráfico ao lado ostra o total de acidentes de trânsito na cidade de Capinas e o total de

Leia mais

VI CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM DIABETES DIETOTERAPIA ACADÊMICA LIGA DE DIABETES ÂNGELA MENDONÇA

VI CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM DIABETES DIETOTERAPIA ACADÊMICA LIGA DE DIABETES ÂNGELA MENDONÇA VI CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM DIABETES DIETOTERAPIA ACADÊMICA ÂNGELA MENDONÇA LIGA DE DIABETES A intervenção nutricional pode melhorar o controle glicêmico. Redução de 1.0 a 2.0% nos níveis de hemoglobina

Leia mais

Prescrição Dietética

Prescrição Dietética Prescrição Dietética Quantitativo Cálculo de Dietas Cálculo de dietas estimar as necessidades energéticas de um indivíduo (atividade física, estágio da vida e composição corporal) Necessidades energéticas

Leia mais

COMO TER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL?

COMO TER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL? COMO TER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL? O Ministério da Saúde está lançando a versão de bolso do Guia Alimentar para a População Brasileira, em formato de Dez Passos para uma Alimentação Saudável, com o objetivo

Leia mais

A alimentação do diabético. Do que se diz...ao que se sabe. Nídia Braz Dezembro 2014

A alimentação do diabético. Do que se diz...ao que se sabe. Nídia Braz Dezembro 2014 + A alimentação do diabético. Do que se diz...ao que se sabe Nídia Braz Dezembro 2014 + Objetivos da intervenção nutricional 2 na diabetes tipo 1 tipo 2 Articular a ingestão de alimentos c o m a administração

Leia mais

SOBRE O PROBLEMA DA VARIAÇÃO DE TEMPERATURA DE UM CORPO

SOBRE O PROBLEMA DA VARIAÇÃO DE TEMPERATURA DE UM CORPO 44 SOBRE O PROBLEMA DA VARIAÇÃO DE TEMPERATURA DE UM CORPO Resuo Jair Sandro Ferreira da Silva Este artigo abordará a aplicabilidade das Equações Diferenciais na variação de teperatura de u corpo. Toareos

Leia mais

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ATLETAS DA SELEÇÃO GOIANA DE JUDÔ: ATIVIDADE DO ATENDIMENTO NUTRICIONAL 1

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ATLETAS DA SELEÇÃO GOIANA DE JUDÔ: ATIVIDADE DO ATENDIMENTO NUTRICIONAL 1 AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ATLETAS DA SELEÇÃO GOIANA DE JUDÔ: ATIVIDADE DO ATENDIMENTO NUTRICIONAL 1 LEITE, Raíssa Moraes 1 ; FRANCO, Lana Pacheco 2 ; SOUZA, Isabela Mesquita 3 ; ALVES, Ana Gabriella Pereira

Leia mais

Qualidade e valor nutricional da carne de coelho. Óscar Cerqueira Nutricionista ACES Douro I

Qualidade e valor nutricional da carne de coelho. Óscar Cerqueira Nutricionista ACES Douro I Qualidade e valor nutricional da carne de coelho Óscar Cerqueira Nutricionista ACES Douro I Vila Real, 25 de Novembro de 2011 Proteínas Funções das proteínas. Aminoácidos; aminoácidos essenciais. Valor

Leia mais

QUÍMICA CELULAR NUTRIÇÃO TIPOS DE NUTRIENTES NUTRIENTES ENERGÉTICOS 4/3/2011 FUNDAMENTOS QUÍMICOS DA VIDA

QUÍMICA CELULAR NUTRIÇÃO TIPOS DE NUTRIENTES NUTRIENTES ENERGÉTICOS 4/3/2011 FUNDAMENTOS QUÍMICOS DA VIDA NUTRIÇÃO QUÍMICA CELULAR PROFESSOR CLERSON CLERSONC@HOTMAIL.COM CIESC MADRE CLÉLIA CONCEITO CONJUNTO DE PROCESSOS INGESTÃO, DIGESTÃO E ABSORÇÃO SUBSTÂNCIAS ÚTEIS AO ORGANISMO ESPÉCIE HUMANA: DIGESTÃO ONÍVORA

Leia mais

TEORIA ELETRÔNICA DA MAGNETIZAÇÃO

TEORIA ELETRÔNICA DA MAGNETIZAÇÃO 113 17 TEORA ELETRÔNCA DA MANETZAÇÃO Sabeos que ua corrente elétrica passando por u condutor dá orige a u capo agnético e torno deste. A este capo daos o noe de capo eletro-agnético, para denotar a sua

Leia mais

Resumo com exercícios resolvidos do assunto: Sistemas de Partículas

Resumo com exercícios resolvidos do assunto: Sistemas de Partículas www.engenhariafacil.weebly.co Resuo co exercícios resolvidos do assunto: Sisteas de Partículas (I) (II) (III) Conservação do Moento Centro de Massa Colisões (I) Conservação do Moento Na ecânica clássica,

Leia mais

Dicas para emagrecer sem elas...

Dicas para emagrecer sem elas... DIETAS E MAIS DIETAS Ates de seguir qualquer dieta imposta pelas novas regras do culto ao corpo e à beleza, procure ajuda profissional e evite que o simples desejo de perder peso possa se transformar em

Leia mais

Notas de Aula de Física

Notas de Aula de Física Versão preliinar 7 de setebro de 00 Notas de Aula de ísica 05. LEIS DE NEWON... ONDE ESÃO AS ORÇAS?... PRIMEIRA LEI DE NEWON... SEGUNDA LEI DE NEWON... ERCEIRA LEI DE NEWON... 4 APLICAÇÕES DAS LEIS DE

Leia mais

OS EFEITOS DO CONSUMO DE REFEIÇÕES RÁPIDAS (FAST-FOOD) NO CONSUMO ENERGÉTICO E NA QUALIDADE DA DIETA ENTRE CRIANÇAS NUM INQUÉRITO NACIONAL ÀS FAMÍLIAS

OS EFEITOS DO CONSUMO DE REFEIÇÕES RÁPIDAS (FAST-FOOD) NO CONSUMO ENERGÉTICO E NA QUALIDADE DA DIETA ENTRE CRIANÇAS NUM INQUÉRITO NACIONAL ÀS FAMÍLIAS OS EFEITOS DO CONSUMO DE REFEIÇÕES RÁPIDAS (FAST-FOOD) NO CONSUMO ENERGÉTICO E NA QUALIDADE DA DIETA ENTRE CRIANÇAS NUM INQUÉRITO NACIONAL ÀS FAMÍLIAS Resumo/Abstract Background. As refeições rápidas (fast-food)

Leia mais

A Dieta Atkins promete não somente redução de peso, mas também uma melhoria no seu sistema cardíaco e funções da memória, dentre outros benefícios.

A Dieta Atkins promete não somente redução de peso, mas também uma melhoria no seu sistema cardíaco e funções da memória, dentre outros benefícios. DIETA DE BA IXO ÍNDICE DE GL IC E M IA (LOW CARB DIET ) A dieta de baixo índice de glicemia ou baixa em hidratos de carbono é indicada para tal por ser mais equilibrada e até é indicada para diabéticos

Leia mais

WWW.escoladoeletrotecnico.com.br

WWW.escoladoeletrotecnico.com.br CURSO PREPARATÓRO PARA COCURSOS EM ELETROTÉCCA CPCE ELETRCDADE AULA TRASFORMADOR: Polaridade de u enrolaento Enrolaento e série e e paralelo Ensaio a vazio e e curto-circuito Ligações de u transforador

Leia mais

Existemcorposdeordemq se, e somente se, q éumapotência de primo.

Existemcorposdeordemq se, e somente se, q éumapotência de primo. Corpos Finitos U corpo é, grosso odo, u conjunto no qual podeos soar, subtrair, ultiplicar e dividir por não nulo, no qual vale todas as propriedades usuais de tais operações, incluindo a coutativa da

Leia mais

Como nosso corpo está organizado

Como nosso corpo está organizado Como nosso corpo está organizado Iodo Faz parte dos hormônios da tireoide, que controlam a produção de energia e o crescimentodocorpo.aleiobrigaaadiçãodeiodoaosaldecozinha. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO

Leia mais

Capítulo 14. Fluidos

Capítulo 14. Fluidos Capítulo 4 luidos Capítulo 4 - luidos O que é u luido? Massa Especíica e ressão luidos e Repouso Medindo a ressão rincípio de ascal rincípio de rquiedes luidos Ideais e Moviento Equação da continuidade

Leia mais

Instrumento imagético para orientação nutricional

Instrumento imagético para orientação nutricional UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO FLÁVIA GONÇALVES MICALI ROSA WANDA DIEZ GARCIA Instrumento imagético para orientação nutricional Ribeirão Preto 2014 FLÁVIA GONÇALVES MICALI

Leia mais

Modelagem e Simulação de um Sistema de Comunicação Digital via Laço Digital de Assinante no Ambiente SIMOO

Modelagem e Simulação de um Sistema de Comunicação Digital via Laço Digital de Assinante no Ambiente SIMOO Modelage e Siulação de u Sistea de Counicação Digital via Laço Digital de Assinante no Abiente SIMOO Luciano Agostini 1 Gaspar Steer 2 Tatiane Capos 3 agostini@inf.ufrgs.br gaspar@inf.ufrgs.br tatiane@inf.ufrgs.br

Leia mais

Estudo da viabilidade económica da implementação de uma microturbina

Estudo da viabilidade económica da implementação de uma microturbina Departaento de Engenharia Mecânica Rao de Terodinâica e fluidos Gestão da Energia Estudo da viabilidade econóica da ipleentação de ua icroturbina Coordenação do trabalho: Professor Fausto Freire André

Leia mais

FÍSICA DADOS. 10 v som = 340 m/s T (K) = 273 + T( o C) s = 38) 27) Q = mc T = C T 39) i = 30) U = Q τ 42) 31) Instruções:

FÍSICA DADOS. 10 v som = 340 m/s T (K) = 273 + T( o C) s = 38) 27) Q = mc T = C T 39) i = 30) U = Q τ 42) 31) Instruções: FÍSICA DADOS 9 N. g = 0 k 0 = 9,0 0 s C 8 c = 3,0 0 v so = 340 /s T (K) = 73 + T( o C) s 0) d = d 0 + v 0 t + at 4) E p = gh 6) 0) v = v 0 + at 5) E c = v 03) v = 04) T= f 05) 0 PV P V = 38) T T V = k0

Leia mais

Método Simbólico. Versus. Método Diagramas de Euler. Diagramas de Venn

Método Simbólico. Versus. Método Diagramas de Euler. Diagramas de Venn IV Método Sibólico Versus Método Diagraas de Euler E Diagraas de Venn - 124 - Método Sibólico Versus Método Diagraas de Euler e Diagraas de Venn Para eplicar o que é o Método Sibólico e e que aspecto difere

Leia mais

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL ISABEL MARQUES DIETISTA DO SERVIÇO DE ALIMENTAÇÃO E DIETÉTICA DO CHTV, E.P.E. 30 DE NOVEMBRO DE 2011

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL ISABEL MARQUES DIETISTA DO SERVIÇO DE ALIMENTAÇÃO E DIETÉTICA DO CHTV, E.P.E. 30 DE NOVEMBRO DE 2011 ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL ISABEL MARQUES DIETISTA DO SERVIÇO DE ALIMENTAÇÃO E DIETÉTICA DO CHTV, E.P.E. 30 DE NOVEMBRO DE 2011 ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL Uma alimentação equilibrada proporciona uma quantidade correcta

Leia mais

A MATEMÁTICA DA SAÚDE

A MATEMÁTICA DA SAÚDE A MATEMÁTICA DA SAÚDE Isabel Cristina Thiel Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC isabelthiel@gmail.com Andressa Dambrós Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC dessa.dambros@gmail.com

Leia mais

Estruturas de Betão Armado II 10 Lajes Fungiformes Análise Estrutural

Estruturas de Betão Armado II 10 Lajes Fungiformes Análise Estrutural Estruturas de Betão Arado II 10 Lajes Fungifores Análise Estrutural A. P. Raos Out. 006 1 10 Lajes Fungifores Análise Estrutural Breve Introdução Histórica pbl 1907 Turner & Eddy M (???) 50 1914 Nichols

Leia mais

continente QUAL É A MELHOR DIETA DE EMAGRECIMENTO?

continente QUAL É A MELHOR DIETA DE EMAGRECIMENTO? QUAL É A MELHOR DIETA DE EMAGRECIMENTO? Índice 3 4 5 6 8 9 12 13 14 15 Introdução Dietas Populares A nossa situação Como evitar dietas de risco O que há de novo na ciência das dietas Dieta hiperproteica,

Leia mais

Dicas para uma alimentação saudável

Dicas para uma alimentação saudável Dicas para uma alimentação saudável NECESSIDADE FISIOLÓGICA ATO DE COMER SOCIABILIZAÇÃO Comida Japonesa PRAZER CULTURAL Alimentação aliada à saúde Hábitos alimentares pouco saudáveis desde a infância,

Leia mais

Oficina CN/EM 2012. Alimentos e nutrientes (web aula) H34 Reconhecer os principais tipos de nutrientes e seu papel no metabolismo humano.

Oficina CN/EM 2012. Alimentos e nutrientes (web aula) H34 Reconhecer os principais tipos de nutrientes e seu papel no metabolismo humano. Oficina CN/EM 2012 Alimentos e nutrientes (web aula) Caro Monitor, Ao final da oficina, o aluno terá desenvolvido as habilidade: H34 Reconhecer os principais tipos de nutrientes e seu papel no metabolismo

Leia mais

ESCOLAS C.M.ODIVELAS RESTAURANTE Semana de 21 a 25 de Setembro de 2015 Lanche

ESCOLAS C.M.ODIVELAS RESTAURANTE Semana de 21 a 25 de Setembro de 2015 Lanche ESCOLAS C.M.ODILAS Semana de 21 a 25 de Setembro de 2015 Sumo nectar de fruta e pão mistura com manteiga 3,5,6,7 153 36 1,3 0,4 5,7 0,4 0,0 4,1 Uma peça fruta, iogurte sólido aromas e bolacha maria (di)

Leia mais

A Teoria dos Jogos é devida principalmente aos trabalhos desenvolvidos por von Neumann e John Nash.

A Teoria dos Jogos é devida principalmente aos trabalhos desenvolvidos por von Neumann e John Nash. Teoria dos Jogos. Introdução A Teoria dos Jogos é devida principalente aos trabalhos desenvolvidos por von Neuann e John Nash. John von Neuann (*90, Budapeste, Hungria; 957, Washington, Estados Unidos).

Leia mais

CONSELHOS para uma boa alimentação em viagens por estrada

CONSELHOS para uma boa alimentação em viagens por estrada CONSELHOS para uma boa alimentação em viagens por estrada 1 Água ALIMENTE-SE DE FORMA EQUILIBRADA E SAUDÁVEL. A alimentação influi na sua segurança ao volante. Uma alimentação incorreta pode gerar fadiga,

Leia mais

Building Services. Circuladores para sistemas de aquecimento, sanitários e refrigeração Série ECOCIRC TLC FLC

Building Services. Circuladores para sistemas de aquecimento, sanitários e refrigeração Série ECOCIRC TLC FLC Circuladores para sisteas de aqueciento, sanitários e refrigeração Série ECOCIRC TLC FLC Série Ecocirc TLC FLC O otivo da escolha A vasta gaa de circuladores da ITT Lowara é a sua prieira escolha devido

Leia mais

2 Podemos representar graficamente o comportamento de (1) para alguns ângulos φ, que são mostrado nas figuras que se seguem.

2 Podemos representar graficamente o comportamento de (1) para alguns ângulos φ, que são mostrado nas figuras que se seguem. POTÊNCIA EM CARGAS GENÉRICAS Prof. Antonio Sergio C. de Menezes. Depto de Engenharia Elétrica Muitas cargas nua instalação elétrica se coporta de fora resistiva ou uito aproxiadaente coo tal. Exeplo: lâpadas

Leia mais

INTERATIVIDADE FINAL EDUCAÇÃO FÍSICA CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA AULA. Conteúdo: Treinamento e nutrição.

INTERATIVIDADE FINAL EDUCAÇÃO FÍSICA CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA AULA. Conteúdo: Treinamento e nutrição. Conteúdo: Treinamento e nutrição. Habilidades: Relacionar a alimentação saudável com a prática de exercícios físicos. X Nutrientes macronutrientes micronutrientes Micronutrientes Macronutrientes A importância

Leia mais

4 UM MODELO DE SAZONALIZAÇÃO DA GARANTIA FÍSICA DE PCHS EM PORTFOLIOS PCH+BIOMASSA

4 UM MODELO DE SAZONALIZAÇÃO DA GARANTIA FÍSICA DE PCHS EM PORTFOLIOS PCH+BIOMASSA EM PORTFOLIOS PCH E BIOMASSA 48 4 UM MODELO DE SAZONALIZAÇÃO DA GARANTIA FÍSICA DE PCHS EM PORTFOLIOS PCH+BIOMASSA Confore explicado no capitulo anterior, a decisão do agente hidráulico de coo sazonalizar

Leia mais

Medidas de Desempenho em Computação Paralela

Medidas de Desempenho em Computação Paralela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) Capus Curitiba Prograa de Pós-graduação e Engenharia e Inforática (CPGEI) Laboratório de Bioinforática Medidas de Desepenho e Coputação Paralela Heitor

Leia mais

2 O Preço Spot de Energia Elétrica do Brasil

2 O Preço Spot de Energia Elétrica do Brasil 2 O Preço Spot de Energia Elétrica do Brasil Inicialente, vai se expor de ua fora uita sucinta coo é criado o preço spot de energia elétrica do Brasil, ais especificaente, o CMO (Custo Marginal de Operação).

Leia mais

A importância da alimentação no desempenho esportivo e competitivo

A importância da alimentação no desempenho esportivo e competitivo A importância da alimentação no desempenho esportivo e competitivo A alimentação adequada e nutricionalmente equilibrada é um dos fatores importantes e essenciais para a otimização do desempenho, sendo

Leia mais

Preferências alimentares individuais; Disponibilidade dos alimentos no mercado; Influência das propagandas no mercado, na televisão.

Preferências alimentares individuais; Disponibilidade dos alimentos no mercado; Influência das propagandas no mercado, na televisão. Nutrição na Infância e Adolescência A alimentação e a nutrição constituem requisitos básicos para a promoção e a proteção da saúde, possibilitando a afirmação plena do potencial de crescimento e desenvolvimento

Leia mais

A RODA DOS ALIMENTOS... um guia para a escolha alimentar diária! 1-3 3-5 2-3 1,5-4,5 1-2 3-5 4-11 COMA BEM, VIVA MELHOR! O QUE É UMA PORÇÃO?* POR DIA quantas são necessárias? ** Cereais e derivados, tubérculos

Leia mais

15/08/2013. Acelerado crescimento e desenvolvimento: IMPORTÂNCIA DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NESSA FASE. Atinge 25% da sua altura final

15/08/2013. Acelerado crescimento e desenvolvimento: IMPORTÂNCIA DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NESSA FASE. Atinge 25% da sua altura final Laís Cruz Nutricionista CRN 3 18128 2013 Período de transição entre infância e vida adulta (dos 10 aos 19 anos de idade) Muitas transformações físicas, psicológicas e sociais Acelerado crescimento e desenvolvimento:

Leia mais

QS.1. Química Solucionada 9.9999.0111 / 9.8750.0050 / 9.9400. / 9.8126.0630. www.quimicasolucionada.com.br hedilbertoalves@ig.com.

QS.1. Química Solucionada 9.9999.0111 / 9.8750.0050 / 9.9400. / 9.8126.0630. www.quimicasolucionada.com.br hedilbertoalves@ig.com. Quíica Solucionada 9.9999.0111 / 9.8750.0050 / 9.9400. / 9.8126.060 Título: Revisando (quíica eleentar) Data: / / 2016 EXERCÍCIOS DE REVISÃO O ferro raraente é encontrado livre na crosta terrestre e si

Leia mais

O desafio hoje para o Pediatra e também para sociedade é cuidar das crianças que vão viver 100 anos ou mais e que precisam viver com qualidade de

O desafio hoje para o Pediatra e também para sociedade é cuidar das crianças que vão viver 100 anos ou mais e que precisam viver com qualidade de O desafio hoje para o Pediatra e também para sociedade é cuidar das crianças que vão viver 100 anos ou mais e que precisam viver com qualidade de vida. A infância e adolescência são idades ideais para

Leia mais

Desafio de Perda de Peso da Herbalife

Desafio de Perda de Peso da Herbalife Desafio de Perda de Peso da Herbalife Um grupo de apoio para quem quer saber mais sobre nutrição equilibrada e controlo de peso. Nutrição para uma vida melhor. O que é que tem a perder? Não se trata apenas

Leia mais

PADRÃO DE RESPOSTA - FÍSICA - Grupos H e I

PADRÃO DE RESPOSTA - FÍSICA - Grupos H e I PDRÃO DE RESPOST - FÍSC - Grupos H e a UESTÃO: (, pontos) valiador Revisor Íãs são frequenteente utilizados para prender pequenos objetos e superfícies etálicas planas e verticais, coo quadros de avisos

Leia mais

ENERGY OF AN ASTRONAUT (ENERGIA DE UM ASTRONAUTA)

ENERGY OF AN ASTRONAUT (ENERGIA DE UM ASTRONAUTA) 2012 ENERGY OF AN ASTRONAUT (ENERGIA DE UM ASTRONAUTA) Notas do Aluno Nome do aluno Aula de Descoberta Materiais Por turma computador com Internet fita de pintor seis tiras de papel projector LCD ou retroprojector

Leia mais

Alimentix 2. O teu jogo dos Alimentos. Jogar. Como Jogar?

Alimentix 2. O teu jogo dos Alimentos. Jogar. Como Jogar? Alimentix 2 O teu jogo dos Alimentos Jogar Como Jogar? Olá amigo! O Alimentix 2 é um jogo extraordinário onde vais poder explorar o fantástico mundo dos alimentos. Estás pronto? 1. O Alimentix 2 é composto

Leia mais

1ª LISTA DE DINÂMICA E ESTÁTICA. está inicialmente em repouso nas coordenadas 2,00 m, 4,00 m. (a) Quais são as componentes da

1ª LISTA DE DINÂMICA E ESTÁTICA. está inicialmente em repouso nas coordenadas 2,00 m, 4,00 m. (a) Quais são as componentes da Universidade do Estado da Bahia UNEB Departaento de Ciências Exatas e da Terra DCET I Curso de Engenharia de Produção Civil Disciplina: Física Geral e Experiental I Prof.: Paulo Raos 1 1ª LISTA DE DINÂMICA

Leia mais

= C. (1) dt. A Equação da Membrana

= C. (1) dt. A Equação da Membrana A Equação da Mebrana Vaos considerar aqui ua aproxiação e que a célula nervosa é isopotencial, ou seja, e que o seu potencial de ebrana não varia ao longo da ebrana. Neste caso, podeos desprezar a estrutura

Leia mais

Página 13 São Paulo, sexta-feira, 21 De fevereiro de 2014. 3ª caderno www.diariodenoticias.com.br

Página 13 São Paulo, sexta-feira, 21 De fevereiro de 2014. 3ª caderno www.diariodenoticias.com.br Página 13 São Paulo, sexta-feira, 21 De fevereiro de 2014 Página 14 São Paulo, sexta-feira, 21 De fevereiro de 2014 Página 15 São Paulo, sexta-feira, 21 De fevereiro de 2014 Página 16 São Paulo, sexta-feira,

Leia mais

VALOR NUTRITIVO E COMPOSIÇÃO FITOQUÍMICA DE VARIEDADES DE MAÇÃ DE ALCOBAÇA

VALOR NUTRITIVO E COMPOSIÇÃO FITOQUÍMICA DE VARIEDADES DE MAÇÃ DE ALCOBAÇA VALOR NUTRITIVO E COMPOSIÇÃO FITOQUÍMICA DE VARIEDADES DE MAÇÃ DE ALCOBAÇA Domingos P.F. Almeida 1 ; Manuela Pintado; Francisco Xavier Malcata Centro de Biotecnologia e Química Fina Escola Superior de

Leia mais

Ensino Fundamental no Brasil: a Média do Gasto Por Aluno, o IDEB e Sua Correlação nos Municípios Brasileiros.

Ensino Fundamental no Brasil: a Média do Gasto Por Aluno, o IDEB e Sua Correlação nos Municípios Brasileiros. Ensino Fundaental no Brasil: a Média do Gasto Por Aluno, o IDEB e Sua Correlação nos Municípios Brasileiros. Autoria: Jaie Crozatti Resuo: Para contribuir co a discussão da gestão de políticas públicas

Leia mais

Índice. Roda dos Alimentos

Índice. Roda dos Alimentos Índice Índice... 2 O que é a roda dos alimentos?... 3 Como é constituída?... 4 Cereais, Leguminosas Secas e Tubérculos Ricos em Hidratos de Carbono... 5 Produtos Hortícolas e Frutos... 6 Conclusão... 7

Leia mais

Capítulo VII. Por Sérgio Feitoza Costa*

Capítulo VII. Por Sérgio Feitoza Costa* 44 Equipaentos para subestações de T&D Capítulo VII Distâncias de segurança de subestações e sisteas de proteção contra incêndios e subestações Este fascículo ve apresentando conceitos de engenharia para

Leia mais

4. Grandezas e unidades utilizadas na caracterização da atenuação dos raios-x nos tecidos biológicos

4. Grandezas e unidades utilizadas na caracterização da atenuação dos raios-x nos tecidos biológicos 4. Grandezas e unidades utilizadas na caracterização da atenuação dos raios-x nos tecidos biológicos Antes de prosseguir co o estudo dos equipaentos e das iagens obtidas através dos raios-x propriaente

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA CIVIL INSTALAÇÕES DE TRATAMENTO PROBLEMAS

INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA CIVIL INSTALAÇÕES DE TRATAMENTO PROBLEMAS INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA CIVIL INSTALAÇÕES DE TRATAMENTO PROBLEMAS 1. Se a concentração e cálcio e agnésio dua água for,

Leia mais

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DINÂMICO DE UM VAGÃO SUBMETIDO À EXCITAÇÃO HARMÔNICA POR MEIO DE SIMULAÇÃO MULTICORPOS

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DINÂMICO DE UM VAGÃO SUBMETIDO À EXCITAÇÃO HARMÔNICA POR MEIO DE SIMULAÇÃO MULTICORPOS ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DINÂMICO DE UM VAGÃO SUBMETIDO À EXCITAÇÃO HARMÔNICA POR MEIO DE SIMULAÇÃO MULTICORPOS 1º Lucas de Castro Valente*, 2º Raphael Marotta, 3º Vitor Mainenti 4º Fernando Nogueira 1

Leia mais