QUÍMICA PRISE II SOLUÇÕES 4.1 FENÔMENO DE SATURAÇÃO DE UMA SOLUÇÃO. Sal (soluto) Água (solvente) 1. INTRODUÇÃO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "QUÍMICA PRISE II SOLUÇÕES 4.1 FENÔMENO DE SATURAÇÃO DE UMA SOLUÇÃO. Sal (soluto) Água (solvente) 1. INTRODUÇÃO"

Transcrição

1 1. INTRODUÇÃO QUÍMICA PRISE II SOLUÇÕES 4.1 FENÔMENO DE SATURAÇÃO DE UMA SOLUÇÃO Quando a istura apresenta as esas características e toda a extensão do recipiente teos ua istura hoogênea e, se tiver ais de u aspecto a istura será heterogênea. Deste odo: I.P.C.: SOLUÇÕES são isturas hoogêneas de duas ou ais substâncias. Nas soluções o coponente que está presente e enor quantidade recebe o noe de soluto (é o disperso), enquanto o coponente que se apresenta e aior quantidade é o solvente (dispersante). 2. UNIDADES DE CONCENTRAÇÃO No estudo das soluções trabalhaos co diferentes grandezas, sendo assi adotareos para o soluto e solvente os núero 1 e 2 respectivaente, observe: SOLUTO SOLENTE SOLUÇÃO (assa do soluto) (núero de ols do soluto) 1 (volue do soluto) 2 (assa do solvente) n 2 (núero de ols do solvente) 2 (volue do solvente) 3. CLASSIFICAÇÃO DAS SOLUÇÕES (assa da solução) n (núero de ols da solução) (volue da solução) A tabela a seguir apresenta a classificação das soluções de acordo co o estado de agregação da solução, os estados físicos do soluto e do solvente e a natureza do soluto. De acordo co o estado de agregação da solução De acordo co o estado físico do soluto e do estado físico do solvente De acordo co a natureza do soluto Classificação das Soluções Classificação Sólidas Líquidas Gasosas Sólido-sólido Sólido-líquido Líquido-líquido Gás-sólido Gás-líquido Gás-gás Sal (soluto) Água (solvente) Moleculares (possue solutos oleculares) Iônicas (possue solutos iônicos) Exeplos Ligas etálicas Açúcar e águas Ar atosférico Ligas etálicas Cloreto de sódio e água Álcool e água Hidrogênio na platina e pó Gás carbônico nas bebidas Todas as isturas gasosas Açúcar e água Cloreto de sódio e água Iaginaos u copo de água e que pouco a pouco serão adicionadas colheres de cloreto de sódio (sal de cozinha). Logo nas prieiras colheres o sal será solubilizado, poré chega certo ponto que a quantidade de água contida no copo não consegui solubilizar o sal adicionado que acaba sobrando no fundo do copo, daí dizeos então que essa solução se tornou ua solução saturada ou que atingiu o ponto de saturação. O ponto de saturação depende do soluto, do solvente e das condições físicas (a teperatura sepre influi, e a pressão é especialente iportante e soluções que contê gases). O ponto de saturação é definido pelo coeficiente (ou grau) de solubilidade. I.P.C.: Coeficiente de solubilidade (ou grau de solubilidade) é a quantidade necessária de ua substância (e geral e graas) para saturar ua quantidade padrão (e geral 100g, 1000g ou 1L) de solvente, e deterinadas condições de teperatura e pressão. Por exeplo, os coeficientes de solubilidade e água, a 0 C: Para o NaCl é igual a 357g/L; Para o AgNO 3, vale 1220g/L; Para o CaSO 4 é igual a 2g/L. Quando o coeficiente de solubilidade de ua substância é u valor uito pequeno (próxio de zero), dizeos que a substância é insolúvel naquele solvente, é o caso do cloreto de prata (AgCl), cujo seu coeficiente de solubilidade e água é 0,014g/L. E se tratando de dois líquidos, dizeos que são iiscíveis; é o caso de água e óleo. Quando dois líquidos se dissolve e qualquer proporção (coeficiente de solubilidade infinito) dizeos que são totalente iscíveis; é o caso da istura de água e óleo. 4.2 TIPOS DE SOLUÇÕES E função do ponto de saturação, classificaos as soluções e: INSATURADA (ou não saturada): quando dissolveos ua quantidade inferior ao coeficiente de solubilidade; SATURADA: quando o coeficiente de solubilidade é atingido, neste caso pode ou não haver sobra de soluto, este que se for sólido irá se depositar no fundo do recipiente, chaado de corpo de fundo ou precipitado. SUPERSATURADA: quando é dissolvida ua quantidade de soluto aior que o coeficiente de solubilidade. Ex 1: Toaos coo exeplo a solubilização de Cloreto de sódio e água e adotareos u coeficiente de solubilidade de 360g/L a ua teperatura fixa de 25 C. 4. REGRA DE SOLUBILIDADE De acordo co estudos anteriores para ua substância ser solúvel e outra dependerá da polaridade de suas ligações, pois generalizando: ua substância polar tende a se dissolver nu solvente polar. Ua substância apolar tende a se dissolver nu solvente apolar.

2 No caso de soluções supersaturadas adotareos o eso exeplo anterior. Soluções supersaturadas são aquelas que o solvente consegui solubilizar ua quantidade de soluto aior que o estipulado pelo coeficiente de solubilidade, para isso terá que ser alterado as condições físicas do sistea coo teperatura e pressão. Analise a solução saturada co corpo de fundo representada abaixo. Para solubilizar a quantidade excedente de soluto auentareos a teperatura do sistea deste odo teos: 4.3 CURAS DE SOLUBILIDADE Curvas de solubilidade são os gráficos que apresenta a variação dos coeficientes de solubilidade das substâncias e função da teperatura. Analisando u gráfico de solubilidade podeos destacar três regiões. Resfriaento Lento e se agitação A teperatura e a pressão tê influência na solubilidade de u sólido e de u gás e u líquido. Quando a solubilidade auenta co o auento da teperatura, tereos ua solubilidade endotérica. Supoos que a teperatura auentou de 25 C para 40 C, deste odo auentando a teperatura à solubilidade de cloreto de sódio tabé auenta solubilizando todo o excedente (corpo de fundo) por isso é classificada coo supersaturada. Poré, a solução supersaturada é uito instável e resfriando por uito tepo ou oferecendo qualquer perturbação ou adicionando ua quantidade ínia de soluto (cloreto de sódio) o excedente que foi solubilizado pelo aqueciento da solução volta ao fundo do recipiente (corpo de fundo). Quando a solubilidade diinui co o auento da teperatura, tereos ua solubilidade exotérica. Alguas solubilidades tê irregularidades, apresentando pontos de inflexão. Ex 2: (PUC-RJ) A tabela ao lado ostra a solubilidade de vários sais, à teperatura abiente, e g/100l. Se 25L de ua solução saturada de u desses sais fora copletaente evaporados, e o resíduo sólido pesou 13g, identifique o sal. a) AgNO 3 b) Al 2(SO 4) 3 c) NaCl d) KNO 3 e) KBr

3 Ex 3: (PUC-RJ) Observe o gráfico ao lado, que representa a solubilidade e graa por 100g de H 2O, de 3 sais inorgânicos e deterinada faixa de teperatura. Identifique a afirativa correta: a) A solubilidade dos 3 sais auenta co a teperatura. b) O auento de teperatura favorece a solubilização do Li 2SO 4. c) A solubilidade do KI é aior que as solubilidades dos deais sais, na faixa de teperatura dada. d) A solubilidade do NaCl varia co a teperatura. e) A solubilidade de 2 sais diinui co a teperatura. 5. CONCENTRAÇÃO DE SOLUÇÕES São expressões ateáticas que indica a quantidade de soluto dissolvida nua deterinada quantidade de solução. Nessas expressões, o soluto terá o índice 1 e o solvente o índice 2, a solução não possui índice, coo deonstrado no ponto 2 deste caderno. 5.1 CONCENTRAÇÃO EM MASSA (C) Concentração e assa é a quantidade e graas, de soluto existente e litro de solução. Pode ser chaada tabé de concentração cou ou concentração e graa por litro ou siplesente concentração. Massa do soluto (graas) C = olue da solução (litros) C = Unidade: (g/l) Ex 4: A concentração e g/l, da solução obtida ao se dissolvere 4g de cloreto de sódio e 50c 3 de água é: a) 200 g/l d) 12,5 g/l b) 20 g/l e) 80 g/l c) 0,08 g/l Ex 5: (U.S.Judas Tadeu-SP) Para transforar a água doce (enor teor de NaCl, Cloreto de Sódio) e água salgada (aior teor de NaCl, Cloreto de Sódio), fora colocados 2,0 kg de sal de cozinha nesta solução. Sabendose que a concentração cou da água salgada é 40 g/l, qual é o volue final da solução? a) 0,05 L d) L b) 0,80 3 e) 0,45d 3 c) 50,0L Ex 6: O leite conté atéria protéica, sais inerais, sais orgânicos e pequenas quantidades de vários produtos, tais coo: lecitina, uréia, ácido láctico, vitainas, enzias, etc. O leite bovino possui, e édia, 33 g de proteína por litro. Qual a assa de proteínas contida e 50 L desse leite? a) 0,65 g d) 2,65 g b) 1,75 g e) 1,65 g c) 0,75 g 5.2 DENSIDADE (d) Solubilidade g/100g de H 2O Densidade de ua solução é a relação entre a assa da solução e seu volue. C = Massa da solução C = olue da solução Unidade: (g/l ou Kg/L) Ex 7: 5,0 litros de ua solução te assa de 20g. A densidade dessa solução é: a) 25 g/l d) 5 g/l b) 20 g/l e) 4 g/l c) 15 g/l KI NaCl Li 2SO 4 Teperatura ( C) Ex 8: (UFU-MG) E condições abientes, a densidade do ercúrio é de aproxiadaente 13g/L. A assa desse etal, da qual u garipeiro de Poconé (MT) necessita para encher copletaente u frasco de eio litro de capacidade, é de: a) 2600g d) 6500g b) 3200g e) 7400g c) 4800g 5.3 TÍTULO (T) É a relação entre as quantidades de assa ou volue do soluto e da solução, pode ser de 2 aneiras Título e assa ou e volue. Título ou fração e assa (/): é o quociente entre a assa do soluto e a assa total da solução (soluto+solvente). T = ou T = 1 T = ou T = E que: T = título e assa. = assa do soluto. 2 = assa do solvente. = assa da solução. Título ou fração e volue (/): é o quociente entre o volue do soluto e o volue total da solução (soluto+solvente). E que: T = título e volue. 1 = volue do soluto. 2 = volue do solvente. = volue da solução. O título não te unidade (é u núero puro) e independe da unidade usada e seu cálculo, note tabé que o título sepre vai variar entre zero e u (0 < T < 1). Pode tabé ser expresso e porcentage (percentual e assa ou volue). T % = 100 x T (0 < T < 100%) Percentual e assa por volue (% /): É a assa do soluto, e graas, presente e00 L de solução, ou seja, o percentual é igual ao valor da assa do soluto, e graas, para cada 100 L da solução. Deste odo teos: Ex 9: %/ = 10% e assa por volue de H 2SO 4 indica: 10 g de H 2SO 4 dissolvido e cada 100 L de solução. Ex 10: %/ = 0,5% e assa por volue de KI indica: 0,5 g de KI dissolvido e cada 100 L de solução. Ex 11: (F.F.O. Diaantina-MG) Qual o volue de H 2O são necessários, a fi de se preparar ua solução, a 20%, e volue, usando 80 L de soluto? a) 400 d) 500 b) 320 e) 560 c) 480 Ex 12: Ua assa de 40g de NaOH são dissolvidas e60g de água. A porcentage, e assa, de NaOH presente nesta solução é de: a) 20% d) 80% b) 40% e) 100% c) 10% Ex 13: Ua solução aquosa de NaCl apresenta porcentage e assa de 12,5%. Isso significa que, para cada 100g de solução, tereos g de soluto e g de solvente. Copleta-se corretaente a afiração acia, respectivaente, co: a) 12,5g e 100 g d) 100g e 12,5g b) 12,5g e 87,5g e) 58,5g e 41,5g c) 87,5g e 12,5g # I.P.C: Relação entre Concentração cou e Título: C = 1000 x d x T Ex 14: Ua solução encerra 15g de carbonato de sódio e35g de água e te densidade igual a 1,1g/L. A concentração e assa é a) 160g/L d) 100g/L b) 180g/L e) 110g/L c) 150g/L

4 5.4 CONCENTRAÇÃO EM MOL POR LITRO OU MOLARIDADE (M) Até aqui vios a concentração cou e o título. Nelas aparece unidade de assa (e g, g, kg, etc.) e volue (L, L, 3, etc.), essas concentrações são uito utilizadas no cotidiano coo e alientos, edicaentos, no coércio entre outros. aos agora estudar outras foras de concentração, nas quais as quantidades de soluto são expressas e ols. Esses tipos de concentrações são específicas do rao da quíica, pois trabalha co quantidade de atéria. Portanto, concentração e ol por litro (concentração olar ou olaridade) é a quantidade de soluto e ols existente e litro de solução. M = nº de ols do soluto (ols) M = olue da solução (litros) # I.P.C: Lebrando que... n = Unidade: ol/l MM Unidade: g/ol MM. E que: = assa do soluto. MM = assa olar do soluto. Portanto podeos utilizar tabé a expressão: M = Ex 15: Qual a olaridade de ua solução de iodeto de sódio que encerra 45g do sal e 400L de solução? (Massas atôicas: Na=23; I=127) a) 0,25 ol/l d) 1,05 ol/l b) 0,45 ol/l e) 1,35 ol/l c) 0,75 ol/l Ex 16: (UCS-RS) Ua pessoa usou 34,2g de sacarose (C 12H 22O 11) para adoçar u cafezinho. O volue de cafezinho adoçado na xícara foi de 50L. Qual foi a concentração da sacarose nesse cafezinho? a) 0,5ol/L d) 2,0ol/L b) 1,0ol/L e) 2,5ol/L c) 1,5ol/L Ex 17: (UFU-MG) O soro caseiro, recoendado para evitar a desidratação infantil, consiste e ua solução aquosa de cloreto de sódio (NaCl) 0,06ol.L -1 e sacarose (C 12H 22O 11) 0,032ol.L -1. As quantidades (e graas) de cloreto de sódio e sacarose necessárias para preparar u copo de 200L de soro caseiro são respectivaente: a) 0,012g e 0,0064g d) 0,024g e 0,128g b) 0,7g e 2,19g e) 0,045g e 3,76g c) 3,51g e 10,94g # I.P.C: Relação entre a Concentração cou e olaridade. C = M. MM 1 Ex 18: (Cesgranrio-RJ) Nu exae laboratorial, foi recolhida ua aostra de sangue, sendo o plasa separado dos eritrócitos, ou seja, deles isolados antes que qualquer odificação fosse feita na concentração de gás carbônico. Sabendo-se que a concentração de CO2, neste plasa, foi de 0,025ol/L, essa esa concentração, e g/l, é de: a) d) 1,1 b) 6x10-4 e) 0,70 c) 2,2 Ex 19: (PUC-PR) A solução aquosa de NaOH (soda cáustica) é u produto quíico uito utilizado. Ua deterinada indústria necessitou uszar ua solução co 20% e assa de hidróxido de sódio, que apresenta ua densidade de 1,2kg/L (Massas atôicas: Na=23; O=16; H=1) Qual a olaridades da solução? a) 12M d) 2M b) 6M e) 1M c) 3M 5.5 FRAÇÃO MOLAR OU FRAÇÃO EM MOLS (x) Fração olar, e ua solução, é o quociente entre a quantidade de ols do soluto e a quantidade total de ols da solução (soluto + solvente). Mateaticaente teos: x 1 = + n 2 n 2 + n 2 E que: x 1 = fração e ols do soluto. = nº de ols do soluto. n 2 = nº de ols do solvente. Analogaente para o solvente teos por definição: x 2 = A fração olar, assi coo o Título, não te unidade (é u núero puro) e independe da unidade usada e seu cálculo, note tabé que o título sepre vai variar entre zero e u (0 < x < 1). Pode tabé ser expresso e porcentage (percentual e assa ou volue). x % = 100. x (0 < x < 100%) Ex 20: Ua solução conté 230g de álcool cou (C 2H 5OH) e 360g de água. Calcule as frações olares do álcool e da água na solução (assas atôicas: H=1; O=16; C=12). - Cálculo das quantidades de ols: - do álcool: = = 230 = 5 ols MM 46 - da água: n 2 = 2 = 360 n 2 = 20 ols MM 18 - Total: + n 2 = 25 ols - Cálculo das frações olares: 5 - do álcool: x 1 = = x 1 = 0,2 + n da água: x 2 = n 2 = 20 x 2 = 0,8 + n observe que x 1 + x 2 = 1 Ex 21: (FUERN) Ua solução preparada toando-se 1 ol de glicose (C 6H 12O 6) e 99 ol de água (H 2O) apresenta frações olares de soluto e solvente, respectivaente, iguais a: a) 0,18 e 0,82 d) 0,10 e 0,90 b) 0,82 e 0,18 e) 0,01 e 0,99 c) 0,90 e 0,10 Ex 22: Ua solução de ácido nítrico te concentração igual a 126 g/l de densidade igual a 1,008 g/l. As frações olares do soluto e do solvente são respectivaente: a) 0,1260 e 0,8820 d) 0,0360 e 0,9640 b) 0,1119 e 0,8881 e) 0,0345 e 0,9655 c) 0,0392 e 0,9607 Ex 23: (UFF-RJ) Ua solução conté8g de glicose (C 6H 12O 6), 24g de ácido acético (C 2H 4O) e 81g de água (H 2O). Qual a fração olar de ácido acético na solução? a) 0,04 d) 0,80 b) 0,08 e) 1,00 c) 0,40 Ex 24: Ua solução possui 5 ols de álcool cou e 20 ols de água. Podeos afirar que as frações olares do soluto e do solvente são, respectivaente, iguais a: a) 5 e 20. b) 20 e 5. c) 20 e 80. d) 0,2 e 0,8. e) 0,8 e 0,2.

5 5.6 PARTES POR MILHÃO (PPT) É aplicada para soluções extreaente diluídas, onde a assa do solvente é praticaente igual à assa da solução sendo a quantidade de soluto dissolvido uito pequena. i. Parte por ilhão e assa: É a assa do soluto, e g, dissolvida e cada 1 kg de solução ou de solvente. Tabé pode ser a assa do soluto, e g, dissolvida e cada 1 tonelada de solução ou de solvente. pp = ii. Parte por ilhão e volue: É o volue do soluto, e L, dissolvido e cada 1 3 de solução ou de solvente. pp = 1 iii. Parte por ilhão e assa por volue: É a assa do soluto, e g, dissolvida e cada 1 litro de solução ou de solvente. pp = # I.P.C: Relação entre título e pp: g kg L 3 g L pp = 10 4 x T % Ex 25: A quíica bioinorgânica pode ser tentativaente definida coo a parte da quíica que estuda os eleentos quíicos dentro do contexto especial dos organisos vivos, seja eles essenciais à vida, ou necessários e pequeniníssia escala. Os eleentos são ditos essenciais quando a sua falta no organiso vai causar algu tipo de disfunção, ou vai debilitar seriaente algua função orgânica, e a adição desse eleento vai restaurar a saúde daquele organiso. Diversos íons etálicos, coo o sódio, potássio, agnésio e cálcio, são necessários para o bo funcionaento de nosso organiso. Precisaos ingerir diariaente ua série desses íons etálicos. Considerando que u adulto de 80 kg ingeriu alientos co 6 g de ua istura desses íons, podeos afirar que a concentração, e pp, será: a) 75 pp. d) 60 pp. b) 70 pp. e) 50 pp. c) 65 pp. Ex 26: (UFPE) E ua estação para trataento de água, uitas vezes realiza-se a reoção de íons Ca +2 dissolvidos, que são responsáveis pela dureza da água. Essa reoção pode ser conseguida pela adição de carbonato de sódio que irá provocar a precipitação do carbonato de cálcio. Se litros de água contendo 98,1 pp (partes por ilhão) de íons Ca +2 precisa ser tratados de acordo co o procediento acia, quantos quilograas de carbonato de sódio serão necessários? Ca +2 + Na 2CO 3 CaCO 3 + 2Na + a) Aproxiadaente 36 kg. d) Aproxiadaente 15 kg. b) Aproxiadaente 26 kg. e) Aproxiadaente 10 kg. c) Aproxiadaente 20 kg. Ex 27: O onóxido de carbono, u gás poluente e tóxico, é liberado na queia incopleta de diferentes cobustíveis. A Organização Mundial de Saúde (OMS), estabeleceu que o ar de boa qualidade pode conter até 4,5 pp e volue de onóxido de carbono (CO). A porcentage e volue de CO no ar vale: a) 4,5 x 10-3 %. d) 5,4 x 10-3 %. b) 4,5 x 10-4 %. e) 5,4 x 10-4 %. c) 4,5 x 10-5 %. Ex 28: O benzoato de sódio é u sal orgânico aroático ononuclear, de fórula estrutural indicada ao lado, bastante utilizado na conservação de sucos de frutas, coo o de acerola, e refrigerantes, coo a coca-cola, sendo adicionado e ua concentração áxia de 0,1%. Qual o valor dessa concentração e partes por ilhão? a) 1000 pp. d) 2500 pp. b) 1500 pp. e) 3000 pp. c) 2000 pp. 6. DILUIÇÃO DAS SOLUÇÕES É o processo que consiste e adicionar solvente puro a ua solução, co o objetivo de diinuir sua concentração. Coo a assa do soluto não se altera, tereos que: C 1 x 1 = C 2 x 2 Coo a assa do soluto não se altera, tereos que: M 1 x 1 = M 2 x 2 e T 1 x = T 2 x 2 Ex 29: Se adicionaros 80 L de água a 20 L de ua solução 0,20 ol/l de hidróxido de potássio, ireos obter ua solução de concentração olar igual a: a) 0,010 ol/l. d) 0,040 ol/l. b) 0,020 ol/l. e) 0,050 ol/l. c) 0,025 ol/l. Ex 30: O volue de água, e L, que deve ser adicionado a 80 L de solução aquosa 0,1 M de uréia, para que a solução resultante seja 0,08 M, deve ser igual a: a) 0,8 L. d) 80 L. b) 1 L. e) 100 L. c) 20 L. Ex 31: Ua solução 0,05 ol/l de glicose, contida e u béquer, perde água por evaporação até restar u volue de 100 L, passando a concentração para 0,5 ol/l. O volue de água evaporada é, e torno de: a) 50 L. d) 1000 L. b) 100 L. e) 900 L. c) 500 L. 7. MISTURA DE SOLUÇÕES DE MESMO SOLUTO Podeos deonstrar que a concentração final está relacionada co as concentrações das soluções isturadas pelas expressões: C F = M F = T F = C 1 x 1 + C 2 x M 1 x 1 + M 2 x T 1 x 1 + T 2 x Ex 32: Qual a olaridade de ua solução de NaOH forada pela istura de 60 L de solução 5M co 300 L de solução 2M, da esa base? a) 1,5 olar. d) 3,5 olar. b) 2,0 olar. e) 5,0 olar. c) 2,5 olar. Ex 33: O volue de ua solução de hidróxido de sódio 1,5 ol/l que deve ser isturado a 300 L de ua solução 2 ol/l da esa base, a fi torná-la solução 1,8 ol/l, é: a) 200 L. d) 400 L. b) 20 L. e) 350 L. c) 2000 L. Ex 34: 200 L de ua solução aquosa de glicose de concentração 60g/L fora isturados a 300 L de ua solução de glicose de concentração 120g/L. A concentração da solução final, e g/l, será: a) 96 g/l. d) 180 g/l. b) 9,6 g/l. e) 60 g/l. c) 90 g/l. Ex 35: 500 L de ua solução 1 M de H 2SO 4 e 1500 L de ua outra solução 2 M de H 2SO 4 fora isturados e volue copletado para 2500 L pela adição de água. Identifique a alternativa que apresenta corretaente a olaridade da solução resultante: a) 1,5 M. d) 1,6 M. b) 1,4 M. e) 1,8 M. c) 1,2 M.

6 8. ANÁLISE OLUMÉTRICA OU OLUMETRIA É o processo pelo qual deterinaos a concentração de ua solução (ou quantidade de soluto nela existente) pela edição de volue de ua segunda solução, de concentração já conhecida (solução titulante) que reage co a prieira. Esquea da oluetria I. Pesage da aostra (0,5g). II. Solubilização da aostra. - Passo 3: Cálculo da quantidade de ols do volue total da solução. Alíquota: 50L ,002 ols de NaOH Solução: 250L Y ols Y = 0,010 ols de NaOH - Passo 4: Cálculo da assa de NaOH na solução. 1 ol de NaOH g de NaOH 0,01 ols Z g Z = 0,4 g de NaOH III. Elevação a volue conhecido (co o balão voluétrico 250L). I. Retirada de ua alíquota (co pipeta 50L). - Passo5: Cálculo da pureza da aostra. 0,5 g % 0,4 g P P = 80% de pureza. OBS: Podeos calcular tabé a concentração da solução de NaOH. - Partindo do Passo 3 teos: Alícota: 50L ,002 ols de NaOH Molaridade: 1000L M M = 0,4 ol/l E tabé Concentração Cou: C = M x MM 1 C = 0,4 x 40 C = 16 g/l. Titulação. Ex 36: E ua aula de tituloetria, u aluno utilizou ua solução de 20 L de hidróxido de potássio 0,5 ol/l para neutralizar copletaente ua solução 1,0 ol/l de ácido sulfúrico. Deterine o volue da solução de ácido sulfúrico utilizado pelo aluno: a) 10 L d) 15 L b) 5 L e) 20 L c) 1 L Ex 37: E ua titulação, fora gastos 7,0 L de ua solução de HNO 3 0,70 ol/l coo solução reagente para análise de 25,0 L de ua solução de hidróxido de bário. A concentração, e ol/l, da solução de hidróxido de bário analisada foi: a) 0,098. d) 0,196. b) 0,049. e) 0,070. c) 0,030. A voluetria é uito epregada nos laboratórios e indústrias quíicas. Nas indústrias é utilizado no controle de pureza das atérias prias e dos produtos fabricados. Toando coo exeplo o nosso exeplo de titulação, podeos calcular a pureza da aostra de hidróxido de sódio. - Passo 1: adotando ua concentração de solução de HCl a 0,2 olar e o volue usado na titulação de 10L, teos: M = 0,2 = 0,01 0,2 x 0,01 = - Passo 2: Relação estequioétrica. = 0,002 ols de HCl HCl + NaOH NaCl + H 2O 1 ol ol 0,002 ols ---- X X = 0,002 ols de NaOH Ex38: Quantos graas de hidróxido de potássio são neutralizados por 250 L de solução de ácido nítrico de concentração 0,20 ol/l? Dado: Massa olar do KOH = 56,0 g/ol a) 1,0 g. d) 2,8 g. b) 1,2 g. e) 5,6 g. c) 1,4 g. Ex 39: 20 L de ua solução aquosa de NaOH de olaridade desconhecida fora titulados co ua solução aquosa 0,2 ol/l de H2SO4. O volue de ácido gasto na titulação foi de 50 L. Qual a olaridade da base? a) 1,0 ol/l. d) 0,5 ol/l. b) 2,0 ol/l. e) 4,0 ol/l. c) 3,5 ol/l. Ex 40: Na titulação de 10 L de ácido clorídrico existente nua aostra de suco gástrico, fora gastos 9,0L de ua solução 0,20 ol/l de hidróxido de sódio. Qual a olaridade do ácido na aostra? a) 1,80 ol/l. d) 0,20 ol/l. b) 0,90 ol/l. e) 0,18 ol/l. c) 0,45 ol/l. Quer ua ajuda e Quíica, acesse...

Curso Profissional de Técnico de Energias Renováveis 1º ano. Módulo Q 2 Soluções.

Curso Profissional de Técnico de Energias Renováveis 1º ano. Módulo Q 2 Soluções. Curso Profissional de Técnico de Energias Renováveis 1º ano Docuento de apoio Módulo Q 2 Soluções. 1. Dispersões 1.1. Disperso e dispersante Dispersão Ua dispersão é ua istura de duas ou ais substâncias,

Leia mais

Exercícios 1. Deduzir a relação:

Exercícios 1. Deduzir a relação: setor 1322 13220509 13220509-SP Aula 35 RELAÇÕES ENTRE ÁRIOS TIPOS DE CONCENTRAÇÃO Tipo de concentração Cou E ol/l As conversões entre esses tipos de concentração pode ser feitas: Aditindo-se 1,0 L de

Leia mais

SOLUÇÕES SOLUÇÕES MISTURAS

SOLUÇÕES SOLUÇÕES MISTURAS MISTURAS SOLUÇÕES Quando juntamos duas espécies químicas diferentes e, não houver reação química entre elas, isto é, não houver formação de nova(s) espécie(s), teremos uma mistura. Exemplos: Mistura de

Leia mais

Exercícios. setor 1302. Aulas 39 e 40. 1L (mar) 30 g x 60 10 3 g x = 2 10 3 L ou m 1 C = V 60 10. τ = m 1 V = 2 10 3 L

Exercícios. setor 1302. Aulas 39 e 40. 1L (mar) 30 g x 60 10 3 g x = 2 10 3 L ou m 1 C = V 60 10. τ = m 1 V = 2 10 3 L setor 1302 13020508 Aulas 39 e 40 CONCENTRAÇÃO COMUM, PORCENTAGEM EM MASSA DE SOLUTO E NOÇÃO DE PPM (PARTES POR MILHÃO) Concentração Concentração Cou (C) C 1 Densidade (d) g/l; g/ 3, etc d 1+ 2 g/c 3,

Leia mais

Aula 6 Primeira Lei da Termodinâmica

Aula 6 Primeira Lei da Termodinâmica Aula 6 Prieira Lei da Terodinâica 1. Introdução Coo vios na aula anterior, o calor e o trabalho são foras equivalentes de transferência de energia para dentro ou para fora do sistea. 2. A Energia interna

Leia mais

SOLUÇÕES. As misturas homogêneas possuem uma fase distinta. As misturas heterogêneas possuem duas ou mais fases distintas.

SOLUÇÕES. As misturas homogêneas possuem uma fase distinta. As misturas heterogêneas possuem duas ou mais fases distintas. QUÍMICA PROF - 3C13 SOLUÇÕES As misturas podem ser homogêneas ou heterogêneas. As misturas homogêneas possuem uma fase distinta. As misturas heterogêneas possuem duas ou mais fases distintas. Solução é

Leia mais

Centro Universitário Anchieta Engenharia Química Físico Química I Prof. Vanderlei I Paula Nome: R.A. Gabarito 4 a lista de exercícios

Centro Universitário Anchieta Engenharia Química Físico Química I Prof. Vanderlei I Paula Nome: R.A. Gabarito 4 a lista de exercícios Engenharia Quíica Físico Quíica I. O abaixaento da pressão de vapor do solvente e soluções não eletrolíticas pode ser estudadas pela Lei de Raoult: P X P, onde P é a pressão de vapor do solvente na solução,

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO Conteúdos curriculares de química: 2. ano - 1. bimestre: Dispersões (definição, classificação, características); Soluções (conceito e regra da solubilidade, curva de solubilidade, classificação); Concentração

Leia mais

3º Bimestre. Química. Autor: Pedro L. S. Dias

3º Bimestre. Química. Autor: Pedro L. S. Dias 3º Bimestre Autor: Pedro L. S. Dias SUMÁRIO UNIDADE III Inorgânica... 5 Capítulo 1... 5 1.1 Soluções... 5 1.2 Solubilidade... 8 1.3 Coeficiente de solubilidade e Curva de solubilidade... 10 1.4 Unidades

Leia mais

Aulas 13 e 14. Soluções

Aulas 13 e 14. Soluções Aulas 13 e 14 Soluções Definição Solução é a denominação ao sistema em que uma substância está distribuída, ou disseminada, numa segunda substância sob forma de pequenas partículas. Exemplos Dissolvendo-se

Leia mais

Soluções I e II. Soluções I e II Monitor: Gabriel dos Passos 28 e 29/05/2014. Material de apoio para Monitoria. 1. O que é uma solução?

Soluções I e II. Soluções I e II Monitor: Gabriel dos Passos 28 e 29/05/2014. Material de apoio para Monitoria. 1. O que é uma solução? 1. O que é uma solução? 2. Como podemos classificar as soluções? 3. O que você entende por concentração comum? 4. O que você entende por molaridade? 5. O que você entende por título percentual? 6. O que

Leia mais

07. Obras célebres da literatura brasileira foram ambientadas em regiões assinaladas neste mapa:

07. Obras célebres da literatura brasileira foram ambientadas em regiões assinaladas neste mapa: 6 FUVEST 09/0/202 Seu é Direito nas Melhores Faculdades 07. Obras célebres da literatura brasileira fora abientadas e regiões assinaladas neste apa: Co base nas indicações do apa e e seus conhecientos,

Leia mais

b) Dalton proporções definidas. c) Richter proporções recíprocas. d) Gay-Lussac transformação isobárica. e) Proust proporções constantes.

b) Dalton proporções definidas. c) Richter proporções recíprocas. d) Gay-Lussac transformação isobárica. e) Proust proporções constantes. APRFUDAMET QUÍMIA 2012 LISTA 9 Leis ponderais e voluétricas, deterinação de fórulas, cálculos quíicos e estudo dos gases. Questão 01) A Lei da onservação da Massa, enunciada por Lavoisier e 1774, é ua

Leia mais

DISPERSÕES. Profa. Kátia Aquino

DISPERSÕES. Profa. Kátia Aquino DISPERSÕES Profa. Kátia Aquino O que é uma dispersão do ponto de vista químico? Mistura de duas ou mais substâncias, em que as partículas de uma fase a fase dispersa se encontram distribuidas em outra

Leia mais

Soluções Químicas são misturas homogêneas de duas ou mais substâncias, onde o solvente aparece em maior quantidade e o soluto em menor quantidade. O estado de agregação do solvente é que determina o estado

Leia mais

SOLUÇÕES. Curvas de Solubilidade

SOLUÇÕES. Curvas de Solubilidade QUÍMICA SOLUÇÕES 1. INTRODUÇÃO Soluções são misturas homogêneas, ou seja, misturas entre dois ou mais componentes apresentando uma única fase. Exemplos: Água + Álcool Água + Sal + Açucar Curvas de Solubilidade

Leia mais

Profº André Montillo www.montillo.com.br

Profº André Montillo www.montillo.com.br Profº André Montillo www.montillo.com.br Definição: É uma Mistura Homogênia de 2 ou mais substâncias. Na Solução não ocorre uma reação química, porque não há formação de novas substâncias e não há alterações

Leia mais

Solubilidade & Unidades de Concentração

Solubilidade & Unidades de Concentração Solubilidade & Unidades de Concentração Introdução Como se formam as soluções? Qual é o mecanismo de dissolução? Para responder essas questões devemos estudar as alterações estruturais que ocorrem durante

Leia mais

Equipe de Química QUÍMICA

Equipe de Química QUÍMICA Aluno (a): Série: 3ª Turma: TUTORIAL 11R Ensino Médio Equipe de Química Data: QUÍMICA SOLUÇÕES As misturas podem ser homogêneas ou heterogêneas. As misturas homogêneas possuem uma fase distinta. As misturas

Leia mais

Aula sobre Soluções Aula 01 (ENEM) Profº.: Wesley de Paula

Aula sobre Soluções Aula 01 (ENEM) Profº.: Wesley de Paula Aula sobre Soluções Aula 01 (ENEM) Profº.: Wesley de Paula Propriedades das Soluções Classificação das Misturas: Soluções e Dispersões Classificação das soluções O Processo de Dissolução em soluções Relações

Leia mais

Química C Extensivo V. 2

Química C Extensivo V. 2 Química C Extensivo V. 2 Exercícios 01) E 02) E Situação 1. Sistema heterogêneo solução saturada com corpo de fundo; 20 C = 46,5/100 g H 2 Na situação 1 há 80 g de soluto em 100 g de água a 20 C. excesso

Leia mais

3213-0597 / 3243-1739 www.cursofiq.com.br

3213-0597 / 3243-1739 www.cursofiq.com.br 3213-0597 / 3243-1739 www.cursofiq.com.br Profª Helena Bonaparte Soluções : Concentração, diluição, misturas e neutralização. Unidades de concentração das soluções De acordo com a IUPAC, a quantidade de

Leia mais

Lista de exercícios 9

Lista de exercícios 9 Nome: Bimestre: 2º nº: Ano / série: 2ª série Ensino: Médio Componente Curricular: Química Data: / / 2012 Professor: Ricardo Honda Lista de exercícios 9 Estudo das soluções I Concentração comum 01. Uma

Leia mais

DISPERSÕES. Prof. Tatiane Kuchnier de Moura

DISPERSÕES. Prof. Tatiane Kuchnier de Moura DISPERSÕES Prof. Tatiane Kuchnier de Moura DISPERSÃO Mistura DISPERSO + DISPERSANTE Classificação das Dispersões Nome da dispersão Diâmetro médio das partículas dispersas Exemplos Solução verdadeira Entre

Leia mais

MATÉRIA Química II. Helder

MATÉRIA Química II. Helder Valores eternos. TD Recuperação ALUNO(A) MATÉRIA Química II PROFESSOR(A) Helder ANO SEMESTRE DATA 1º 1º Jul/2013 TOTAL DE ESCORES ---- ESCORES OBTIDOS ---- 1. Numa solução saturada temos: a) uma soluçâo

Leia mais

PREPARO DE SOLUÇÕES. Classificação das soluções com relação à quantidade de soluto dissolvido

PREPARO DE SOLUÇÕES. Classificação das soluções com relação à quantidade de soluto dissolvido PREPARO DE SOLUÇÕES Uma solução, no sentido amplo, é uma dispersão homogênea de duas ou mais substâncias moleculares ou iônicas. No âmbito mais restrito, as dispersões que apresentam as partículas do disperso

Leia mais

Quando juntamos duas espécies químicas diferentes e, não houver reação química entre elas, isto é, não houver formação de nova(s) espécie(s), teremos

Quando juntamos duas espécies químicas diferentes e, não houver reação química entre elas, isto é, não houver formação de nova(s) espécie(s), teremos SOLUÇÕES Quando juntamos duas espécies químicas diferentes e, não houver reação química entre elas, isto é, não houver formação de nova(s) espécie(s), teremos uma MISTURA Quando na mistura tiver apenas

Leia mais

TURMA DE MEDICINA - QUÍMICA

TURMA DE MEDICINA - QUÍMICA Prof. Borges / Lessa TURMA DE MEDICINA - QUÍMICA AULA 06 DILUIÇÃO DE SOLUÇÕES Diluir significa adicionar solvente a uma solução que já existe. Este método faz com que o volume de solução aumente e a concentração

Leia mais

Solubilidade. Ricardo Queiroz Aucélio Letícia Regina de Souza Teixeira

Solubilidade. Ricardo Queiroz Aucélio Letícia Regina de Souza Teixeira Ricardo Queiroz Aucélio Letícia Regina de Souza Teixeira Este documento tem nível de compartilhamento de acordo com a licença 3.0 do Creative Commons. http://creativecommons.org.br http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/br/legalcode

Leia mais

IPT, DACR, Química 1, 08/09, Soluções 1. Classificação das soluções (cont( IPT Conservação e Restauro

IPT, DACR, Química 1, 08/09, Soluções 1. Classificação das soluções (cont( IPT Conservação e Restauro IPT Conservação e Restauro Quíica 1 oluções uário Tipos de soluções Dispersões A água Mecaniso da dis João uís Farinha Antunes Escola uperior de Tecnologia de Toar Unidades de concentração de soluções

Leia mais

Resolução Lista de exercícios de Química nº 9

Resolução Lista de exercícios de Química nº 9 Nome: nº: Bimestre: 2º Ano/série: 2ª série Ensino: Médio Componente Curricular: Química Professor: Ricardo Honda Data: / / Concentração comum Resolução Lista de exercícios de Química nº 9 Estudo das Soluções

Leia mais

2º ANO QUÍMICA 1 PROFª ELAINE CRISTINA. Educação para toda a vida. Colégio Santo Inácio. Jesuítas

2º ANO QUÍMICA 1 PROFª ELAINE CRISTINA. Educação para toda a vida. Colégio Santo Inácio. Jesuítas 2º ANO QUÍMICA 1 1 mol 6,02.10 23 partículas Massa (g)? Massa molar Cálculo do número de mols (n) Quando juntamos duas espécies químicas diferentes e, não houver reação química entre elas, isto é, não

Leia mais

Resolução da Prova de Química Vestibular Verão UERGS/2003 Prof. Emiliano Chemello

Resolução da Prova de Química Vestibular Verão UERGS/2003 Prof. Emiliano Chemello Fácil Resolução da Prova de Química Vestibular Verão UERGS/2003 Prof. Emiliano Chemello Médio www.quimica.net/emiliano emiliano@quimica.net Difícil Níveis de dificuldade das Questões 01. Em um frasco,

Leia mais

Aula 19 PROPRIEDADES DAS SOLUÇÕES. Eliana Midori Sussuchi Samísia Maria Fernandes Machado Valéria Regina de Souza Moraes

Aula 19 PROPRIEDADES DAS SOLUÇÕES. Eliana Midori Sussuchi Samísia Maria Fernandes Machado Valéria Regina de Souza Moraes Aula 19 PROPRIEDADES DAS SOLUÇÕES META Apresentar os fatores que influenciam no processo de dissolução. OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno deverá: reconhecer um processo de dissolução; identificar

Leia mais

BREVE LISTINHA DE EXERCICIOS SOBRE COEFICIENTE DE SOLUBILIDADE - CONCENTRAÇÕES

BREVE LISTINHA DE EXERCICIOS SOBRE COEFICIENTE DE SOLUBILIDADE - CONCENTRAÇÕES BREVE LISTINHA DE EXERCICIOS SOBRE COEFICIENTE DE SOLUBILIDADE - CONCENTRAÇÕES 01 Uma solução composta por duas colheres de sopa de açúcar (34,2g) e uma colher de sopa de água (18,0 g) foipreparada. Podemos

Leia mais

Química Avançada 06 - Soluções

Química Avançada 06 - Soluções Química Avançada 06 - Soluções Nome: Turma: 1) (UFF-adaptada) O ácido nítrico é um importante produto industrial. Um dos processos de obtenção do ácido nítrico é fazer passar amônia e ar, sob pressão,

Leia mais

c) Escreva a reação química de decomposição da azida de sódio formando sódio metálico e nitrogênio gasoso.

c) Escreva a reação química de decomposição da azida de sódio formando sódio metálico e nitrogênio gasoso. 1. (Fuvest 015) O sistea de airbag de u carro é forado por u sensor que detecta rápidas diinuições de velocidade, ua bolsa inflável e u dispositivo contendo azida de sódio (NaN 3 ) e outras substâncias

Leia mais

Box 2. Estado da solução Estado do solvente Estado do soluto Exemplos

Box 2. Estado da solução Estado do solvente Estado do soluto Exemplos MISTURA E SOLUBILIDADE Box 2 Grande parte das substancias encontradas no dia-a-dia são misturas que sob o aspecto macroscópico apresentam-se com o aspecto homogêneo (uma única fase) ou heterogêneo (mais

Leia mais

a) Incorreta. O aumento da temperatura desloca o equilíbrio para o lado direito, no sentido da formação do vapor (transformação endotérmica).

a) Incorreta. O aumento da temperatura desloca o equilíbrio para o lado direito, no sentido da formação do vapor (transformação endotérmica). 01 a) Incorreta. O aumento da temperatura desloca o equilíbrio para o lado direito, no sentido da formação do vapor (transformação endotérmica). b) Incorreta. Quanto mais volátil o líquido, menor será

Leia mais

S O L U Ç Õ E S PROF. AGAMENON ROBERTO < 2011 >

S O L U Ç Õ E S PROF. AGAMENON ROBERTO < 2011 > S O L U Ç Õ E S PROF. AGAMENON ROBERTO < 011 > SOLUÇÕES MISTURAS Quando juntamos duas espécies químicas diferentes e, não houver reação química entre elas, isto é, não houver formação de nova(s) espécie(s),

Leia mais

Fabiano Lins da Silva 06 07 15

Fabiano Lins da Silva 06 07 15 3 o EM QUÍMICA 2º TRIMESTRE Fabiano Lins da Silva 06 07 15 5. (Ene 2011) O peróxido de hidrogênio é couente utilizado coo antisséptico e alvejante. Tabé pode ser epregado e trabalhos de restauração de

Leia mais

~ 1 ~ PARTE 1 TESTES DE ESCOLHA SIMPLES. Olimpíada de Química do Rio Grande do Sul 2011

~ 1 ~ PARTE 1 TESTES DE ESCOLHA SIMPLES. Olimpíada de Química do Rio Grande do Sul 2011 CATEGORIA EM-2 Nº INSCRIÇÃO: Olimpíada de Química do Rio Grande do Sul 2011 Questão 3: O chamado soro caseiro é uma tecnologia social que consiste na preparação e administração de uma mistura de água,

Leia mais

Simulado 2 Física AFA/EFOMM 2012. B)30 2 m. D)50 2 m. 1 P r o j e t o F u t u r o M i l i t a r w w w. f u t u r o m i l i t a r. c o m.

Simulado 2 Física AFA/EFOMM 2012. B)30 2 m. D)50 2 m. 1 P r o j e t o F u t u r o M i l i t a r w w w. f u t u r o m i l i t a r. c o m. Prof. André otta - ottabip@hotail.co Siulado 2 Física AFA/EFO 2012 1- Os veículos ostrados na figura desloca-se co velocidades constantes de 20 /s e 12/s e se aproxia de u certo cruzaento. Qual era a distância

Leia mais

As Propriedades das Misturas (Aulas 18 a 21)

As Propriedades das Misturas (Aulas 18 a 21) As Propriedades das Misturas (Aulas 18 a 21) I Introdução Em Química, solução é o nome dado a dispersões cujo tamanho das moléculas dispersas é menor que 1 nanometro (10 Angstrons). A solução ainda pode

Leia mais

Resoluções das Atividades

Resoluções das Atividades Resoluções das Atividades Sumário Módulo 1 Estudo das dispersões Definição, classificação, estudo dos coloides, coeficiente de solubilidade... 1 Módulo 2 Concentração de soluções... 3 Módulo 3 Propriedades

Leia mais

QS.1. Química Solucionada 9.9999.0111 / 9.8750.0050 / 9.9400. / 9.8126.0630. www.quimicasolucionada.com.br hedilbertoalves@ig.com.

QS.1. Química Solucionada 9.9999.0111 / 9.8750.0050 / 9.9400. / 9.8126.0630. www.quimicasolucionada.com.br hedilbertoalves@ig.com. Quíica Solucionada 9.9999.0111 / 9.8750.0050 / 9.9400. / 9.8126.060 Título: Revisando (quíica eleentar) Data: / / 2016 EXERCÍCIOS DE REVISÃO O ferro raraente é encontrado livre na crosta terrestre e si

Leia mais

Propriedades coligativas I

Propriedades coligativas I Propriedades coligativas I 01. (Ufrn) Um béquer de vidro, com meio litro de capacidade, em condições normais de temperatura e pressão, contém 300 ml de água líquida e 100 g de gelo em cubos. Adicionando-se,

Leia mais

Prova de Química Resolvida Segunda Etapa Vestibular UFMG 2011 Professor Rondinelle Gomes Pereira

Prova de Química Resolvida Segunda Etapa Vestibular UFMG 2011 Professor Rondinelle Gomes Pereira QUESTÃO 01 Neste quadro, apresentam-se as concentrações aproximadas dos íons mais abundantes em uma amostra de água típica dos oceanos e em uma amostra de água do Mar Morto: 1. Assinalando com um X a quadrícula

Leia mais

Associação Catarinense das Fundações Educacionais ACAFE PARECER RECURSO DISCIPLINA QUÍMICA

Associação Catarinense das Fundações Educacionais ACAFE PARECER RECURSO DISCIPLINA QUÍMICA 33) Assinale a alternativa correta, na qual todas as substâncias são compostas e líquidas à temperatura ambiente. A O 3, O 2 ; CH 3 CH 2 OH B H 2 ; CO 2 ; CH 3 OH C H 2 O; NH 3 ; CO D H 2 O; CH 3 CH 2

Leia mais

CURSO APOIO QUÍMICA RESOLUÇÃO

CURSO APOIO QUÍMICA RESOLUÇÃO QUÍMICA CURS API 15. hidróxido de magnésio, Mg() 2, massa molar 58,3 g mol 1, apresenta propriedades antiácidas e laxativas. Ao ser ingerido, reage com o ácido clorídrico presente no estômago, formando

Leia mais

CALORIMETRIA. Relatório de Física Experimental III 2004/2005. Engenharia Física Tecnológica

CALORIMETRIA. Relatório de Física Experimental III 2004/2005. Engenharia Física Tecnológica Relatório de Física Experiental III 4/5 Engenharia Física ecnológica ALORIMERIA rabalho realizado por: Ricardo Figueira, nº53755; André unha, nº53757 iago Marques, nº53775 Grupo ; 3ªfeira 6-h Lisboa, 6

Leia mais

Equilíbrio Químico. PROF. NÚRIA Kc, Kp, Ka, Ki, Kb E ph

Equilíbrio Químico. PROF. NÚRIA Kc, Kp, Ka, Ki, Kb E ph Equilíbrio Químico PROF. NÚRIA Kc, Kp, Ka, Ki, Kb E ph 1 - "O conceito de equilíbrio é fundamental na química, mas não é exclusivo da química. Vivemos em uma situação social e econômica que constitui equilíbrio

Leia mais

Exercícios Sobre LigaÇões iônicas

Exercícios Sobre LigaÇões iônicas Exercícios Sobre LigaÇões iônicas Dados: 01. (Ufrj - adaptado) A caiação é um processo tradicionalmente utilizado na pintura de casas. Uma das maneiras de se preparar o pigmento consiste em misturar cal

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA CIVIL INSTALAÇÕES DE TRATAMENTO PROBLEMAS

INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA CIVIL INSTALAÇÕES DE TRATAMENTO PROBLEMAS INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA CIVIL INSTALAÇÕES DE TRATAMENTO PROBLEMAS 1. Se a concentração e cálcio e agnésio dua água for,

Leia mais

Colégio João Paulo I

Colégio João Paulo I Colégio João Paulo I Laboratório de Química Roteiros de aulas práticas I Prof.: Cristiano Alfredo Rupp 1 Índice: NORMAS DE SEGURANÇA NO LABORATÓRIO DE QUÍMICA Pág. 3 EQUIPAMENTOS E VIDRARIAS MAIS UTILIZADOS

Leia mais

Exercícios sobre Densidade

Exercícios sobre Densidade Exercícios sobre Densidade 01. (Ita 2015) Ua istura de etanol e água a 25 C apresenta o volue parcial olar de água igual a 1 17,8c ol 1 e o volue parcial olar do etanol igual a 8,4 c ol. Co base nestas

Leia mais

SOBRE O PROBLEMA DA VARIAÇÃO DE TEMPERATURA DE UM CORPO

SOBRE O PROBLEMA DA VARIAÇÃO DE TEMPERATURA DE UM CORPO 44 SOBRE O PROBLEMA DA VARIAÇÃO DE TEMPERATURA DE UM CORPO Resuo Jair Sandro Ferreira da Silva Este artigo abordará a aplicabilidade das Equações Diferenciais na variação de teperatura de u corpo. Toareos

Leia mais

SEPARAÇÃO DE MISTURAS. Pr ofª Tatiana Lima

SEPARAÇÃO DE MISTURAS. Pr ofª Tatiana Lima SEPARAÇÃO DE MISTURAS Pr ofª Tatiana Lima As separações de misturas estão baseadas nas diferenças de propriedades entre os componentes de uma mistura. Soluções são misturas homogêneas, onde o solvente

Leia mais

Água, Soluções e Suspensões.

Água, Soluções e Suspensões. Água, Soluções e Suspensões. A água é a molécula mais abundante nos seres vivos. Cerca de 75% de um adulto. No planeta não existem seres vivos sem água. Fases da água: Sólida Líquida Gasosa Na dependência

Leia mais

SOLUÇÕES. 3) (UNIFOR) O gráfico seguinte dá a solubilidade em água do açúcar de cana em função da temperatura.

SOLUÇÕES. 3) (UNIFOR) O gráfico seguinte dá a solubilidade em água do açúcar de cana em função da temperatura. SOLUÇÕES 1) (FEI) Tem-se 500g de uma solução aquosa de sacarose (C 12 H 22 O 11 ), saturada a 50 C. Qual a massa de cristais que se separam da solução, quando ela é resfriada até 30 C? Dados: Coeficiente

Leia mais

AVALIAÇÃO DO MODELO DE TRANSFORMADORES EM FUNÇÃO DA FREQUÊNCIA

AVALIAÇÃO DO MODELO DE TRANSFORMADORES EM FUNÇÃO DA FREQUÊNCIA Universidade de Brasília Faculdade de Tecnologia Departaento de Engenaria Elétrica AVALIAÇÃO DO MODELO DE TANSFOMADOES EM FUNÇÃO DA FEQUÊNCIA Por Alexandre de Castro Moleta Orientador: Prof.Dr. Marco Aurélio

Leia mais

Química Analítica INTRODUÇÃO À QUÍMICA ANALÍTICA QUALITATIVA E QUANTITATIVA 3/9/2012. Teoria e Prática

Química Analítica INTRODUÇÃO À QUÍMICA ANALÍTICA QUALITATIVA E QUANTITATIVA 3/9/2012. Teoria e Prática Química Analítica Teoria e Prática Primeiro semestre/2012 Curso: Farmácia Prof. Wendell Coltro wendell@quimica.ufg.br http://www.quimica.ufg.br/docentes/wendellcoltro/ 1 Bloco IQ 1 Sala 220 Telefone: 3521-1097

Leia mais

Semana 05. em que m e e m a são as massas de etanol e de água na mistura, respectivamente, a uma temperatura de 20 o C.

Semana 05. em que m e e m a são as massas de etanol e de água na mistura, respectivamente, a uma temperatura de 20 o C. Seana 05 Seana 05 01. (Ene 016) Para cada litro de etanol produzido e ua indústria de cana-de-açúcar são gerados cerca de 18 L de vinhaça que é utilizada na irrigação das plantações de cana-de-açúcar,

Leia mais

38 C 37 B 39 D. Sabendo-se que a amônia (NH 3. ) é constituída por moléculas polares e apresenta boa solubilidade em água. o diclorometano (CH 2.

38 C 37 B 39 D. Sabendo-se que a amônia (NH 3. ) é constituída por moléculas polares e apresenta boa solubilidade em água. o diclorometano (CH 2. QUÍMICA 37 B Sabendo-se que a amônia (N 3 ) é constituída por moléculas polares e apresenta boa solubilidade em água o diclorometano (C Cl ) não possui isômeros Sua molécula apresenta polaridade, devido

Leia mais

F. Jorge Lino Módulo de Weibull MÓDULO DE WEIBULL. F. Jorge Lino

F. Jorge Lino Módulo de Weibull MÓDULO DE WEIBULL. F. Jorge Lino MÓDULO DE WEIBULL F. Jorge Lino Departaento de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Rua Dr. Roberto Frias, 4200-465 Porto, Portugal, Telf. 22508704/42,

Leia mais

Capítulo 14. Fluidos

Capítulo 14. Fluidos Capítulo 4 luidos Capítulo 4 - luidos O que é u luido? Massa Especíica e ressão luidos e Repouso Medindo a ressão rincípio de ascal rincípio de rquiedes luidos Ideais e Moviento Equação da continuidade

Leia mais

Propriedades Físicas das Soluções. Tipos de Soluções

Propriedades Físicas das Soluções. Tipos de Soluções Propriedades Físicas das Soluções Solução (def): é uma mistura homogênea de duas ou mais substâncias. Solvente: componente da solução do mesmo estado físico, por exemplo água numa solução aquosa. Soluto:

Leia mais

Propriedades Coligativas Aula 3

Propriedades Coligativas Aula 3 Propriedades Coligativas Aula 3 Um efeito coligativo é uma modificação em certas propriedades de um solvente quando nele adicionados um soluto não-volátil, o qual só depende do número de partículas (moléculas

Leia mais

A Teoria dos Jogos é devida principalmente aos trabalhos desenvolvidos por von Neumann e John Nash.

A Teoria dos Jogos é devida principalmente aos trabalhos desenvolvidos por von Neumann e John Nash. Teoria dos Jogos. Introdução A Teoria dos Jogos é devida principalente aos trabalhos desenvolvidos por von Neuann e John Nash. John von Neuann (*90, Budapeste, Hungria; 957, Washington, Estados Unidos).

Leia mais

Vestibular UFRGS 2015. Resolução da Prova de Química

Vestibular UFRGS 2015. Resolução da Prova de Química Vestibular UFRGS 2015 Resolução da Prova de Química 26. Alternativa (C) Assunto: Propriedades físicas das substâncias densidade Os materiais apresentam diferentes densidades e mesma massa envolvida logo,

Leia mais

Simulador de Química Reações de dupla-troca

Simulador de Química Reações de dupla-troca Lista de exercícios A seguir, apresentamos uma série de exercícios relacionados ao tema de reações de dupla- -troca. Na primeira parte, estão atividades baseadas no conteúdo multimídia Simulador de Química

Leia mais

Questão 46. Questão 48. Questão 47. alternativa E. alternativa A. gasto pela pedra, entre a janela do 12 o piso e a do piso térreo, é aproximadamente:

Questão 46. Questão 48. Questão 47. alternativa E. alternativa A. gasto pela pedra, entre a janela do 12 o piso e a do piso térreo, é aproximadamente: Questão 46 gasto pela pedra, entre a janela do 1 o piso e a do piso térreo, é aproxiadaente: A figura ostra, e deterinado instante, dois carros A e B e oviento retilíneo unifore. O carro A, co velocidade

Leia mais

COMPOSTAGEM. INFLUENCIA NA TEORIA ZERI, NA SUSTENTABILIDADE GLOBAL E NA REDUÇÃO DA POLUIÇÃO URBANA

COMPOSTAGEM. INFLUENCIA NA TEORIA ZERI, NA SUSTENTABILIDADE GLOBAL E NA REDUÇÃO DA POLUIÇÃO URBANA COMPOSTAGEM. INFLUENCIA NA TEORIA ZERI, NA SUSTENTABILIDADE GLOBAL E NA REDUÇÃO DA POLUIÇÃO URBANA Jorge Orlando Cuéllar Noguera Doutorando e Gestão abiental - UFSC -c.p. 5074 CEP 97110-970 Santa Maria

Leia mais

SUMÁRIO CAPÍTULO 1- Dispersões e soluções CAPÍTULO 2- Propriedades Coligativas

SUMÁRIO CAPÍTULO 1- Dispersões e soluções CAPÍTULO 2- Propriedades Coligativas 1 SUMÁRIO CAPÍTULO 1- Dispersões e soluções... 06 1.1 Dispersões... 06 1.1.1 Classificação das dispersões... 06 1.2 Soluções verdadeiras ou Soluções... 06 1.2.1 Classificação das soluções... 06 1.2.2 Regras

Leia mais

ABRA APENAS QUANDO FOR AUTORIZADO. Leia atentamente as instruções: 1- Verifique se o seu caderno de provas possui 18 questões.

ABRA APENAS QUANDO FOR AUTORIZADO. Leia atentamente as instruções: 1- Verifique se o seu caderno de provas possui 18 questões. Processo Seletivo 211 Modalidade B 3º Ano ABRA APENAS QUANDO FOR AUTORIZADO Leia atentamente as instruções: 1 Verifique se o seu caderno de provas possui 18 questões. 2 Verifique se recebeu o caderno de

Leia mais

Ð Ð Ð. Estudo das soluções. ÐÐDissolução exotérmica O soluto se dissolve liberando. Coeficiente de solubilidade (C S. Gráfico de solubilidade

Ð Ð Ð. Estudo das soluções. ÐÐDissolução exotérmica O soluto se dissolve liberando. Coeficiente de solubilidade (C S. Gráfico de solubilidade Autoria: Alexandre liveira Edição de texto Érick eodósio Estudo das soluções Coeficiente de solubilidade ( ) coeficiente de solubilidade indica a quantidade áxia de ua substância que, e deterinadas condições

Leia mais

CONCENTRAÇÃO DE SOLUÇÕES

CONCENTRAÇÃO DE SOLUÇÕES CONCENTRAÇÃO DE SOLUÇÕES Definição de Solução: Uma solução é uma mistura homogênea de um soluto (substância a ser dissolvida) distribuída através de um solvente (substância que efetua a dissolução). Existem

Leia mais

Lista de Exercícios 4 Indústrias Químicas Resolução pelo Monitor: Rodrigo Papai de Souza

Lista de Exercícios 4 Indústrias Químicas Resolução pelo Monitor: Rodrigo Papai de Souza Lista de Exercícios 4 Indústrias Químicas Resolução pelo Monitor: Rodrigo Papai de Souza 1) a-) Calcular a solubilidade do BaSO 4 em uma solução 0,01 M de Na 2 SO 4 Dissolução do Na 2 SO 4 : Dado: BaSO

Leia mais

Água e Soluções Biológicas

Água e Soluções Biológicas Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular Disciplina de Biofísica Água e Soluções Biológicas 1. Introdução 2. A estrutura da molécula de água 2.1.

Leia mais

Funções inorgânicas - Sais

Funções inorgânicas - Sais Funções inorgânicas - Sais 01. Faça as equações de neutralização (ou salificação) total entre os seguintes compostos: 02. (UNESP) Os sais hidrogenocarbonato de potássio, ortofosfato de cálcio, cianeto

Leia mais

Interbits SuperPro Web. Gabarito: Ca(OH) 2HC CaC H O. 200mL 1 mol/l n 0,2 1 0,2mol. Na CO 2HC 2NaC H O CO. 22mL 0,4000M. n ,4000.

Interbits SuperPro Web. Gabarito: Ca(OH) 2HC CaC H O. 200mL 1 mol/l n 0,2 1 0,2mol. Na CO 2HC 2NaC H O CO. 22mL 0,4000M. n ,4000. Gabarito: Resposta da questão 1: [E] Ca(OH) 2HC CaC H O ác 2 2 2 200L 1 ol/l n 0,2 1 0,2ol Titulação co excesso: HC NaOH NaC H2O 200L 0,5M n 0,1ol (excesso) n 0,2 0,1ol reagiu Proporção da reação da 1ª

Leia mais

2.2- Efeito ebuliométrico... 20 2.3- Efeito criométrico... 20 2.4- Osmometria... 20 3- Propriedades coligativas nas soluções iônicas...

2.2- Efeito ebuliométrico... 20 2.3- Efeito criométrico... 20 2.4- Osmometria... 20 3- Propriedades coligativas nas soluções iônicas... Sumário Capítulo 1- Dispersões e soluções... 5 1- Dispersões... 5 1.1- Classificação das dispersões... 5 2- Soluções verdadeiras ou Soluções... 5 2.1- Classificação das soluções... 5 2.2- Regras de solubilidade...

Leia mais

Programa de Pós-Graduação em Eng. Mecânica. Introdução aos ciclos de refrigeração

Programa de Pós-Graduação em Eng. Mecânica. Introdução aos ciclos de refrigeração Nov/03 Prograa de Pós-Graduação e Eng. Mecânica Disciplina: Siulação de Sisteas Téricos Introdução aos ciclos de refrigeração Organização: Ciclo de Carnot Ciclo padrão de u estágio de copressão Refrigerantes

Leia mais

Questão 76. Questão 78. Questão 77. alternativa D. alternativa C. alternativa A

Questão 76. Questão 78. Questão 77. alternativa D. alternativa C. alternativa A Questão 76 O hidrogênio natural é encontrado na forma de três isótopos de números de massa, 1, 2 e 3, respectivamente: 1 1 H, 2 1 H e 3 1 H As tabelas periódicas trazem o valor 1,008 para a sua massa atômica,

Leia mais

S 2 O 5 (aq) + 2 H + (aq) " 2 SO 2(aq) + H 2 O (,) 2 (aq) + 2 OH (aq) " 2 SO 3 2 (aq) + H 2 O (,) QUESTÃO 2. Combustível.

S 2 O 5 (aq) + 2 H + (aq)  2 SO 2(aq) + H 2 O (,) 2 (aq) + 2 OH (aq)  2 SO 3 2 (aq) + H 2 O (,) QUESTÃO 2. Combustível. Química QUESTÃO 1 O metabissulfito de potássio (K 2 S 2 O 5 ) e o dióxido de enxofre (SO 2 ) são amplamente utilizados na conservação de alimentos como sucos de frutas, retardando a deterioração provocada

Leia mais

PROPRIEDADES COLIGATIVAS

PROPRIEDADES COLIGATIVAS RORIEDADES COLIGAIVAS O artigo abaixo trata de um tema extremamente cobrado nas provas do IME e do IA dos últimos anos. Em nosso site já existem dois outros artigos com exercícios sobre esse assunto e

Leia mais

PROVA DESAFIO EM QUÍMICA 04/10/14

PROVA DESAFIO EM QUÍMICA 04/10/14 PROVA DESAFIO EM QUÍMICA 04/10/14 Nome: Nº de Inscrição: Assinatura: Questão Valor Grau 1 a 2,0 2 a 2,0 3 a 2,0 4 a 2,0 5 a 2,0 Total 10,0 IMPORTANTE: 1) Explique e justifique a resolução de todas as questões.

Leia mais

UMA HEURÍSTICA PARA RESOLUÇÃO DO PROBLEMA DE CARREGAMENTO DE CONTAINER

UMA HEURÍSTICA PARA RESOLUÇÃO DO PROBLEMA DE CARREGAMENTO DE CONTAINER Pesquisa Operacional na Sociedade: Educação, Meio Aente e Desenvolviento 2 a 5/09/06 Goiânia, GO UMA HEURÍSTICA PARA RESOLUÇÃO DO PROBLEMA DE CARREGAMENTO DE CONTAINER E. Vendraini Universidade Estadual

Leia mais

FIEB FUNDAÇÃO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DE BARUERI CURSINHO PREPARATÓRIO PARA VESTIBULARES PROVA DE QUÍMICA 2016

FIEB FUNDAÇÃO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DE BARUERI CURSINHO PREPARATÓRIO PARA VESTIBULARES PROVA DE QUÍMICA 2016 FIEB FUNDAÇÃO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DE BARUERI CURSINHO PREPARATÓRIO PARA VESTIBULARES PROVA DE QUÍMICA 2016 NOME: INSCRIÇÃO: RG: E-MAIL: TEL: INSTRUÇÕES Verifique se este caderno corresponde a sua opção

Leia mais

QUÍMICA SEGUNDA ETAPA - 1997

QUÍMICA SEGUNDA ETAPA - 1997 QUÍMICA SEGUNDA ETAPA - 1997 QUESTÃO 01 Os valores das sucessivas energias de ionização de um átomo constituem uma evidência empírica da existência de níveis de energia. Os diagramas abaixo pretendem representar,

Leia mais

LÍNGUA PORTUGUESA Leia o texto abaixo e responda às questões propostas. Viajar para dentro

LÍNGUA PORTUGUESA Leia o texto abaixo e responda às questões propostas. Viajar para dentro 14 e 85 LÍNGUA PORTUGUESA Leia o texto abaixo e responda às questões propostas 1 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 Viajar para dentro Os brasileiros estão viajando ais. Pouco iporta o destino: a verdade é que

Leia mais

QUÍMICA TESTES EXERCÍCIOS DE SOLUBILIDADE SÉRIE CASA

QUÍMICA TESTES EXERCÍCIOS DE SOLUBILIDADE SÉRIE CASA QUÍMICA Prof. Borges TESTES EXERCÍCIOS DE SOLUBILIDADE SÉRIE CASA 1. (Fuvest-SP) Descargas industriais de água pura aquecida podem provocar a morte de peixes em rios e lagos porque causam: a) o aumento

Leia mais

~ 1 ~ PARTE 1 TESTES DE ESCOLHA SIMPLES. Olimpíada de Química do Rio Grande do Sul 2011

~ 1 ~ PARTE 1 TESTES DE ESCOLHA SIMPLES. Olimpíada de Química do Rio Grande do Sul 2011 Questão 2: O grafite e o diamante são substâncias simples e naturais do elemento carbono. Outras estruturas de substâncias simples do carbono, como o fulereno-60, fulereno-70 e nanotubos de carbono, são

Leia mais

física GREF leituras de

física GREF leituras de versão preliinar leituras de física GREF Física Térica. para ler, fazer e pensar 3 14. Terra: Planeta Ägua. 15. Os ateriais e as técnicas. 16. Mudanças sob pressão. 17. O ais frio dos frios. 18. Transfornações

Leia mais

Indicador Faixa de ph Mudança de coloração Metilorange 3,2 a 4,4 Vermelho p/ amarelo Vermelho de Metila 4,8 a 6,0 Vermelho p/ amarelo

Indicador Faixa de ph Mudança de coloração Metilorange 3,2 a 4,4 Vermelho p/ amarelo Vermelho de Metila 4,8 a 6,0 Vermelho p/ amarelo 1. Na tabela abaixo se encontram listados alguns indicadores e suas respectivas faixas de ph a) Com base na tabela indicada, se você tivesse que titular 25 ml de uma solução 12,3 g/l de Acido Nicotínico

Leia mais

4. Preparação de soluções diluídas de ácidos e bases fortes

4. Preparação de soluções diluídas de ácidos e bases fortes 21 4. Preparação de soluções diluídas de ácidos e bases fortes 1 Objetivos O propósito deste experimento é o da preparação de uma solução aquosa diluída de um ácido forte, pelo método da diluição de soluções

Leia mais

03/04/2016 AULAS 11 E 12 SETOR A

03/04/2016 AULAS 11 E 12 SETOR A AULAS 11 E 12 SETOR A 1 Propriedade coligativa das soluções: são aquelas que depende unicamente do número de partículas dissolvidas. Ou seja: a adição de um soluto não-volátil a uma solução provoca mudanças

Leia mais

SUMÁRIO DO VOLUME. Química QUÍMICA

SUMÁRIO DO VOLUME. Química QUÍMICA 2 Química SUMÁRIO DO VOLUME QUÍMICA 1. 5 1.1 Suspensão 5 1.2 Coloide 5 1.3 Soluções 7 2. A concentração das soluções 14 2.1 A concentração comum (C) g/l 14 2.2 Concentração em ppm e ppb 19 2.3 A concentração

Leia mais

Questões Resolvidas de Estequiometria - Cálculo estequiométrico

Questões Resolvidas de Estequiometria - Cálculo estequiométrico Questões Resolvidas de Estequioetria - Cálculo estequioétrico 01. (Ulbra) A União da Indústria da Cana-De-Açúcar (Unica) revisou novaente a estiativa de oage de cana-de-açúcar para a safra 011/01 e da

Leia mais

Componente Curricular: 1060117 - QUÍMICA Turma: A Período: 2 Carga horária: 96 h/a Ano/Semestre: 2015 / 2 Professor(a): 10946 - Raquel Zeni Ternus

Componente Curricular: 1060117 - QUÍMICA Turma: A Período: 2 Carga horária: 96 h/a Ano/Semestre: 2015 / 2 Professor(a): 10946 - Raquel Zeni Ternus UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ Área: Área de Ciências Exatas e Ambientais Curso: 1083 - CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - BACHARELADO Matriz: 1006 - CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - BACHARELADO Componente Curricular:

Leia mais