Método Simbólico. Versus. Método Diagramas de Euler. Diagramas de Venn

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Método Simbólico. Versus. Método Diagramas de Euler. Diagramas de Venn"

Transcrição

1 IV Método Sibólico Versus Método Diagraas de Euler E Diagraas de Venn

2 Método Sibólico Versus Método Diagraas de Euler e Diagraas de Venn Para eplicar o que é o Método Sibólico e e que aspecto difere dos outros étodos, realiza-se as seguintes coparações, entre o étodo de diagraas de Euler ( ), à base de círculos, o étodo de diagraas de Venn ( conteporâneo de Lewis Carroll) tabé trabalha co círculos, segue-se então a apresentação do Método de Lewis Carroll. A sua grande diferença co os restantes é representar sob ua área fechada u espaço infinito. Conclui-se co o estudo de u silogiso pelos vários étodos. 1. Método de Diagraas de Euler Prieiraente representa-se apenas proposições por diagraas. Nos círculos be conhecidos de Euler, supõe-se cada ua conter ua classe, e o Diagraa consiste e dois círculos, os quais eibe as relações, coo as inclusões eclusões eistentes entre as duas classes. Então o Diagraa aqui dado, Eibe duas classes, cujos atributos e estão tão relacionados u co o outro e que as seguintes proposições são todas siultaneaente verdadeiras: - Todo é, Nenhu é não-, Algu é, Alguns são não-, Alguns não- são não-, e certaente as Converses das quatro últias. Seelhanteente, co este Diagraa As proposições seguintes são verdadeiras: - Todo é, Nenhu é não-, Algu é, Alguns são não-, Alguns não- são não-, e certaente as Converses das quatro últias. Seelhanteente, co este Diagraa As proposições seguintes são verdadeiras: - Todo é não-, Todo é não-, Nenhu é, Alguns são não-, Alguns são não-, Alguns não- são não, e certaente as Converses das quatro últias. Seelhanteente, co este Diagraa As proposições seguintes são verdadeiras: - Alguns são, Alguns são não-, Alguns não- são, Alguns não- são não-, e certaente as Converses das quatro últias

3 Nota-se que todos os diagraas de Euler assegura Alguns não- são não-. Por vezes isso pode não ser verdade!!! Agora para representar todo o é, o prieiro destes diagraas seria suficiente. Seelhanteente para representar Nenhu é o terceiro serve. Mas para representar qualquer Proposição Particular, pelo enos três diagraas seria necessários (co o intuito de incluir todos estes casos possíveis), para Alguns não- são não-, todos os quatro. 2. Método de Diagraas de Venn Representa-se não- por. Venn e o seu Método de Diagraas são u bo avanço para o étodo desenvolvido por Lewis Carroll. Usa o terceiro Diagraa para representar qualquer relação desejada entre e, siplesente co ua sobra no copartiento conhecido por estar vazio, e colocando u ais nu que se saiba estar ocupado. No entanto ele representa as 3 proposições Alguns são, Nenhu é, e todo é, coo se segue, + Será visto que das quatro Classes, cujo conjunto peculiar de atributos são,, e, apenas três são providenciados e copartientos fechados, enquanto que ao quarto é peritido o resto do plano infinito. Este arranjo iria envolver-nos e sérios probleas, ao tentar representar Nenhu é. Venn ua vez encontrou esta árdua tarefa; as evitou-a, de ua aneira de estre, co ua siples nota Não se irá dar ao trabalho de sobrear o eterior deste diagraa. Para representar duas proposições (contendo u tero cou) juntas, será preciso u diagraa de três-letras. Este é o único usado pelo Venn. Aqui novaente só se vê sete copartientos fechados, para acoodar as oito classes cujo conjunto peculiar de atributos é,,... Para quatro teros Venn diz, o diagraa ais siples e siétrico parece que produz o efeito de quatro círculos interceptados uns nos outros de ua aneira desejada. Isto, no entanto, providencia apenas 15 copartientos fechados. b c a d

4 Para cinco-letras, o diagraa ais siples que sugere, Venn diz é coo este c b d a e (a pequena elipse ao centro é para ser considerada coo ua porção do eterior de c; isto, é estas quatro coponentes de porções estão dentro de b e d as não é parte de c). Te de se aditir que tal diagraa não é assi tão siples de desenhar coo aquilo que deseja ser; as depois considera-se a alternativa: se algué decidir trabalhar co cinco teros e todas as suas cobinações tarefa escrita desagradável pois estão 32 cobinações envolvidas. Este diagraa dá 32 copartientos fechados. Para seis-letras, Venn sugere que se passe a usar dois diagraas, coo o anterior, u co a parte-f, e outra parte-não-f, e todas as outras cobinações. Isto ele disse, dará as 64 subdivisões desejadas Isto no entanto só nos dá 62 copartientos fechados, ua área infinita, das quais duas classes a b c d e f e a b c d e f, teria de partilhar entre elas. Para alé das 4-letras Venn não vai. 3. Método de Diagraas de Lewis Carroll O seu étodo de diagraas difere do de Venn por ter copartientos separados assegurados para as várias Classes, e e arcar estes copartientos ou coo ocupados ou vazios; as a diferença está no seu étodo assegurar ua área fechada para o Universo de Discurso, para que a classe, a qual sendo u espaço infinito, é subitaente encolhido nua célula liitada coo qualquer outra classe! Lewis Carroll usa rectângulos e vez de figuras de linhas curvas e, arca ua célula ocupada co u I (significando que pelo enos está lá ua coisa nela), e ua célula vazia co u 0 (significando que não há coisas nela). Para duas-letras Lewis Carroll usa este diagraa, Na etade Norte é atribuída a e a etade Sul para não-, o Oeste a e o Este a. No entanto no Noroeste conté a classe- e a Nordeste a classe- e assi continuava-se... Para três-letras, Lewis Carroll subdivide estas quatro células, desenhando u quadrado ao eio, o qual Lewis Carroll atribui a, a fronteira de fora é atribuída a. Assi tê-se oito células que são precisas para acoodar as oito classes, cujos conjuntos peculiar de atributos são,, etc

5 Este últio diagraa é o ais copleo que Lewis Carroll usa na Parte Eleentar da sua Lógica Sibólica 3. No entanto, descreveu uns ais copleos, coo por eeplo. Para quatro-letras (a qualquer a, b, c, d) ele usa este diagraa; a e. Atribuindo à etade Norte a (e o resto do diagraa a a ) à etade Oeste a b, ao rectângulo horizontal a c, e ao rectângulo vertical a d. Tê-se então 16 células. Para cinco-letras (acrescenta-se e), ele subdivide as 16 células do diagraa anterior traçando porções oblíquas, atribuindo a todas as porções de cia a e, e todas as porções de baio Aqui, Lewis Carroll adite que perde a vantage e ter a classe-e ao eso tepo, Coo as outras 4 classes ainda são fáceis de encontrar; e a operação de a apagar é de perto a ais fácil de apagar e relação às outras classes, tê-se agora 32 células. Para seis-letras (acrescentando-se h, pois Lewis Carroll evita letras co cauda) substitui as oblíquas por cruzes à direita, atribuindo às quatro porções, nas quais as 16 células estão agora divididas e ais 4 classes eh, eh, e h, e h. Tê-se agora 64 células. Para sete-letras (acrescenta-se k), Lewis Carroll acrescenta à cruz u pequeno quadrado no interior. Todos estes 16 pequenos quadrados estão atribuídos à classe k, e todo o eterior classe-k ; As oito pequenas células (as quais 16 fora divididas) estão atribuídas respectivaente às 8 classes ehk, ehk,etc... tê-se agora 128 células. Para oito-letras (acrescentando l), coloca-se e cada ua das 16 células, o rectângulo quadriculado, a qual é ua cópia reduzida de todo o diagraa; e tal coo as 16 células largas de todo o diagraa estão atribuídas às 16 classes abcd e abcd,..., então as pequenas 16 células de cada rectângulo quadriculado, é atribuída às classes ehkl, ehkl,... No entanto o rectângulo quadriculado, no canto noroeste serve para acoodar 16 classes abc d ehkl, abc d ehkl,... 3 A obra Lógica Sibólica é abordada na parte II deste trabalho

6 Este diagraa octoliteral conté 256 células. Para nove-letras, Lewis Carroll coloca dois diagraas octoliterais lado a lado, atribuindo u deles a e ao outro a. Tê-se então 512 células. Finalente, para dez-letras, Lewis Carroll arranja quatro diagraas octoliterais coo o acia, nu quadrado, atribuindo as quatro classes n, n, n, n. Tê-se agora 1024 células. 4. U silogiso pelos vários étodos A elhor aneira de eibir as diferenças entre estes étodos será de resolver silogisos, toar u eeplo e concreto e resolvendo por cada étodo. Toe-se o eeplo: Nenhu filósofo é conceituado; Alguas pessoas conceituadas não são jogadoras. Alguas pessoas, que não são jogadores, não são filósofos. (1) Solução pelo étodo ordinal Estas preissas, coo elas estão, não dão conclusão, visto estare abas negativas. Se por Perutação ou Obversão, escreve-se a preissa enor, então Alguas pessoas conceituadas são não jogadores, Pode-se obter ua conclusão e Fresison, ve Nenhu filósofo é conceituado; Alguas pessoas conceituadas são não-jogadores. Alguns não jogadores são não filósofos Isto pode ser provado por redução Ferio, ve: Nenhua pessoa conceituada é filósofa: Alguns não jogadores são conceituados. Alguns não jogadores são não filósofos. A validade do Ferio segue directaente do Aioa De Oni et Nullo. (2) Representação sibólica Antes de continuar, é necessário traduzir este silogiso para a fora abstracta. Toe-se pessoas coo universo de Discurso = filósofos = conceituados = jogadores

7 O silogiso pode ser escrito coo, Nenhu é ; Alguns são. Alguns são. (3) Solução pelo étodo de Euler A preissa aior requer apenas u diagraa, ve, A enor requer três, ve 2 A cobinação da aior co a enor, de todas as aneiras possíveis, requer 9, ve: Fig. 1 e 2 ve, Fig. 1 e 3 ve, Fig. 1 e 4 ve, Deste grupo (Fig.5 até 13) te-se, não considerando, para encontrar a relação de e. Ao eainar encontra-se que as fig. 5, 10, 13 epressão a relação interna de útua eclusão. E que a fig. 7 epressa coincidência e, as fig. 8 e 12 epressa total inclusão de e. Na fig. 9 epressa total inclusão de e Tê-se então 5 Diagraas Bilaterais de e, ve Onde a única proposição representada por todas elas é alguns não- são não-, isto é, Alguas pessoas, que não são jogadores, são não filósofos u resultado que Euler teria dificilente considerado válido, visto que ele vê coo assuido que a proposição desta fora é sepre verdade!

8 (4) Solução pelo étodo de Diagraas de Venn A próia solução foi educadaente suplicada a Lewis Carroll pelo Venn. A preissa enor declara que alguns dos constituintes e tê de ser assegurados, arca-se esses constituintes co ua cruz. A aior declara que todo o te de ser destruído; apaga-se. Depois, coo alguns são para ser salvos, te de ser claraente. Isto é, lá deve eistir ; ou, eliinando,. Alguns são, ou Alguns não-jogadores são não filósofos. (5) Solução pelo étodo de Diagraas de Lewis Carroll A prieira preissa assegura que nenhu eiste, então arca-se o copartiento- coo vazio, colocando u 0 e cada ua das suas células I A segunda assegura que alguns eiste: logo arca-se o copartiento- coo ocupado, colocando u I na sua única célula acessível. A única inforação que isto dá, relativaente a e a, é que o copartiento está ocupado, isto é, Algu eiste. No entanto Algu é, isto é, Alguas pessoas, que são não filósofos, são não jogadores

A Teoria dos Jogos é devida principalmente aos trabalhos desenvolvidos por von Neumann e John Nash.

A Teoria dos Jogos é devida principalmente aos trabalhos desenvolvidos por von Neumann e John Nash. Teoria dos Jogos. Introdução A Teoria dos Jogos é devida principalente aos trabalhos desenvolvidos por von Neuann e John Nash. John von Neuann (*90, Budapeste, Hungria; 957, Washington, Estados Unidos).

Leia mais

CIRCUITOS ELÉTRICOS REGIME PERMANENTE SENOIDAL, REPRESENTAÇÃO FASORIAL E POTÊNCIAS ELÉTRICAS

CIRCUITOS ELÉTRICOS REGIME PERMANENTE SENOIDAL, REPRESENTAÇÃO FASORIAL E POTÊNCIAS ELÉTRICAS CICUIOS EÉICOS EGIME PEMANENE SENOIDA, EPESENAÇÃO FASOIA E As análises de circuitos até o presente, levou e consideração a aplicação de fontes de energia elétrica a u circuito e conseqüente resposta por

Leia mais

Revisões de análise modal e análise sísmica por espectros de resposta

Revisões de análise modal e análise sísmica por espectros de resposta Revisões de análise odal e análise sísica por espectros de resposta Apontaentos da Disciplina de Dinâica e Engenharia Sísica Mestrado e Engenharia de Estruturas Instituto Superior Técnico Luís Guerreiro

Leia mais

UMA HEURÍSTICA PARA RESOLUÇÃO DO PROBLEMA DE CARREGAMENTO DE CONTAINER

UMA HEURÍSTICA PARA RESOLUÇÃO DO PROBLEMA DE CARREGAMENTO DE CONTAINER Pesquisa Operacional na Sociedade: Educação, Meio Aente e Desenvolviento 2 a 5/09/06 Goiânia, GO UMA HEURÍSTICA PARA RESOLUÇÃO DO PROBLEMA DE CARREGAMENTO DE CONTAINER E. Vendraini Universidade Estadual

Leia mais

Aula 6 Primeira Lei da Termodinâmica

Aula 6 Primeira Lei da Termodinâmica Aula 6 Prieira Lei da Terodinâica 1. Introdução Coo vios na aula anterior, o calor e o trabalho são foras equivalentes de transferência de energia para dentro ou para fora do sistea. 2. A Energia interna

Leia mais

ecotec pro O futuro é Vaillant Vaillant, especialistas em Condensação www.vaillant.pt info@vaillant.pt

ecotec pro O futuro é Vaillant Vaillant, especialistas em Condensação www.vaillant.pt info@vaillant.pt O futuro é Vaillant Vaillant, especialistas e Condensação ecotec pro www.vaillant.pt info@vaillant.pt Caldeira ural ista de condensação, co pré-aqueciento de A.Q.S. Vaillant Group International GbH Berghauser

Leia mais

F. Jorge Lino Módulo de Weibull MÓDULO DE WEIBULL. F. Jorge Lino

F. Jorge Lino Módulo de Weibull MÓDULO DE WEIBULL. F. Jorge Lino MÓDULO DE WEIBULL F. Jorge Lino Departaento de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Rua Dr. Roberto Frias, 4200-465 Porto, Portugal, Telf. 22508704/42,

Leia mais

Aplicação da conservação da energia mecânica a movimentos em campos gravíticos

Aplicação da conservação da energia mecânica a movimentos em campos gravíticos ª aula Suário: licação da conservação da energia ecânica a ovientos e caos gravíticos. nergia oteial elástica. Forças não conservativas e variação da energia ecânica. licação da conservação da energia

Leia mais

3.3. O Ensaio de Tração

3.3. O Ensaio de Tração Capítulo 3 - Resistência dos Materiais 3.1. Definição Resistência dos Materiais é u rao da Mecânica plicada que estuda o coportaento dos sólidos quando estão sujeitos a diferentes tipos de carregaento.

Leia mais

2 Podemos representar graficamente o comportamento de (1) para alguns ângulos φ, que são mostrado nas figuras que se seguem.

2 Podemos representar graficamente o comportamento de (1) para alguns ângulos φ, que são mostrado nas figuras que se seguem. POTÊNCIA EM CARGAS GENÉRICAS Prof. Antonio Sergio C. de Menezes. Depto de Engenharia Elétrica Muitas cargas nua instalação elétrica se coporta de fora resistiva ou uito aproxiadaente coo tal. Exeplo: lâpadas

Leia mais

CALORIMETRIA. Relatório de Física Experimental III 2004/2005. Engenharia Física Tecnológica

CALORIMETRIA. Relatório de Física Experimental III 2004/2005. Engenharia Física Tecnológica Relatório de Física Experiental III 4/5 Engenharia Física ecnológica ALORIMERIA rabalho realizado por: Ricardo Figueira, nº53755; André unha, nº53757 iago Marques, nº53775 Grupo ; 3ªfeira 6-h Lisboa, 6

Leia mais

M422 - SISTEMAS E INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS DE NAVIOS

M422 - SISTEMAS E INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS DE NAVIOS ESCOLA SUPEROR NÁUCA NFANE D. HENRQUE DEPARAMENO DE ENGENHARA MARÍMA M4 - SSEMAS E NSALAÇÕES ELÉCRCAS DE NAVOS EM EM CORRENE ALERNADA Eleentos coligidos por: Prof. Luís Filipe Baptista E.N..D.H. 011/01

Leia mais

Componentes de um sistema de realidade virtual

Componentes de um sistema de realidade virtual p prograação Coponentes de u sistea de realidade virtual Neste artigo apresenta-se a idéia de u projeto que perite a siulação de u passeio ciclístico utilizando a realidade virtual. Os sentidos do ciclista

Leia mais

1. Definições Iniciais

1. Definições Iniciais O Básico da Criptografia usada na Internet Alessandro Martins Mestrando e Redes de Coputadores - PESC/COPPE Universidade Federal do Rio de Janeiro {artins@ufrj.br} RESUMO O objetido deste texto é apresentar

Leia mais

CAPíTULO 10 - ACELERAÇÃO DE CORIOL\S E CORRENTES GEOSTRÓFICAS

CAPíTULO 10 - ACELERAÇÃO DE CORIOL\S E CORRENTES GEOSTRÓFICAS 1 CAPíTULO 10 - ACELERAÇÃO DE CORIOL\S E CORRENTES GEOSTRÓFICAS 1. Introdução Seja u vetor à nu sistea de coordenadas (x, y, z), co os versores T,], k, de odo que - - - A = A 1 i + A 2 j + A 3 k. A derivada

Leia mais

Cálculo Numérico Faculdade de Engenharia, Arquiteturas e Urbanismo FEAU

Cálculo Numérico Faculdade de Engenharia, Arquiteturas e Urbanismo FEAU Cálculo Nuérico Faculdade de ngenhari Arquiteturas e Urbaniso FAU Prof. Dr. Sergio Pilling (IPD/ Física e Astronoia) VI Integração Nuérica Objetivos: O objetivo desta aula é apresentar o étodo de integração

Leia mais

4 UM MODELO DE SAZONALIZAÇÃO DA GARANTIA FÍSICA DE PCHS EM PORTFOLIOS PCH+BIOMASSA

4 UM MODELO DE SAZONALIZAÇÃO DA GARANTIA FÍSICA DE PCHS EM PORTFOLIOS PCH+BIOMASSA EM PORTFOLIOS PCH E BIOMASSA 48 4 UM MODELO DE SAZONALIZAÇÃO DA GARANTIA FÍSICA DE PCHS EM PORTFOLIOS PCH+BIOMASSA Confore explicado no capitulo anterior, a decisão do agente hidráulico de coo sazonalizar

Leia mais

Notas de Aula de Física

Notas de Aula de Física Versão preliinar 7 de setebro de 00 Notas de Aula de ísica 05. LEIS DE NEWON... ONDE ESÃO AS ORÇAS?... PRIMEIRA LEI DE NEWON... SEGUNDA LEI DE NEWON... ERCEIRA LEI DE NEWON... 4 APLICAÇÕES DAS LEIS DE

Leia mais

Modelagem e Simulação de um Sistema de Comunicação Digital via Laço Digital de Assinante no Ambiente SIMOO

Modelagem e Simulação de um Sistema de Comunicação Digital via Laço Digital de Assinante no Ambiente SIMOO Modelage e Siulação de u Sistea de Counicação Digital via Laço Digital de Assinante no Abiente SIMOO Luciano Agostini 1 Gaspar Steer 2 Tatiane Capos 3 agostini@inf.ufrgs.br gaspar@inf.ufrgs.br tatiane@inf.ufrgs.br

Leia mais

ANÁLISE DE UMA REFEIÇÃO VEGETARIANA

ANÁLISE DE UMA REFEIÇÃO VEGETARIANA Laboratório de Broatologia e Análises Broatológicas ANÁLISE DE UMA REFEIÇÃO VEGETARIANA Trabalho realizado por: Ana Gonçalves José Nogueira Luís Tavares Laboratório de Broatologia e Análises Broatológicas

Leia mais

RESOLUÇÃO DAS QUESTÔES DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR DA UNICAMP 2006. 1 POR PROFESSORA MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA.

RESOLUÇÃO DAS QUESTÔES DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR DA UNICAMP 2006. 1 POR PROFESSORA MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA. RESOLUÇÃO DAS QUESTÔES DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR DA UNICAMP 006. POR PROFESSORA MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA. 5. O gráfico ao lado ostra o total de acidentes de trânsito na cidade de Capinas e o total de

Leia mais

Ensino Fundamental no Brasil: a Média do Gasto Por Aluno, o IDEB e Sua Correlação nos Municípios Brasileiros.

Ensino Fundamental no Brasil: a Média do Gasto Por Aluno, o IDEB e Sua Correlação nos Municípios Brasileiros. Ensino Fundaental no Brasil: a Média do Gasto Por Aluno, o IDEB e Sua Correlação nos Municípios Brasileiros. Autoria: Jaie Crozatti Resuo: Para contribuir co a discussão da gestão de políticas públicas

Leia mais

QUÍMICA PRISE II SOLUÇÕES 4.1 FENÔMENO DE SATURAÇÃO DE UMA SOLUÇÃO. Sal (soluto) Água (solvente) 1. INTRODUÇÃO

QUÍMICA PRISE II SOLUÇÕES 4.1 FENÔMENO DE SATURAÇÃO DE UMA SOLUÇÃO. Sal (soluto) Água (solvente) 1. INTRODUÇÃO 1. INTRODUÇÃO QUÍMICA PRISE II SOLUÇÕES 4.1 FENÔMENO DE SATURAÇÃO DE UMA SOLUÇÃO Quando a istura apresenta as esas características e toda a extensão do recipiente teos ua istura hoogênea e, se tiver ais

Leia mais

Propagação do Potencial de Ação ao Longo do Axônio

Propagação do Potencial de Ação ao Longo do Axônio 5910187 Biofísica II FFCLRP USP Prof. Antônio Roque Aula 1 Propagação do Potencial de Ação ao Longo do Axônio Os experientos originais de Hodgkin e Huxley que os levara ao seu odelo era realizados e condições

Leia mais

1ª LISTA DE DINÂMICA E ESTÁTICA. está inicialmente em repouso nas coordenadas 2,00 m, 4,00 m. (a) Quais são as componentes da

1ª LISTA DE DINÂMICA E ESTÁTICA. está inicialmente em repouso nas coordenadas 2,00 m, 4,00 m. (a) Quais são as componentes da Universidade do Estado da Bahia UNEB Departaento de Ciências Exatas e da Terra DCET I Curso de Engenharia de Produção Civil Disciplina: Física Geral e Experiental I Prof.: Paulo Raos 1 1ª LISTA DE DINÂMICA

Leia mais

:: Física :: é percorrida antes do acionamento dos freios, a velocidade do automóvel (54 km/h ou 15 m/s) permanece constante.

:: Física :: é percorrida antes do acionamento dos freios, a velocidade do automóvel (54 km/h ou 15 m/s) permanece constante. Questão 01 - Alternativa B :: Física :: Coo a distância d R é percorrida antes do acionaento dos freios, a velocidade do autoóvel (54 k/h ou 15 /s) peranece constante. Então: v = 15 /s t = 4/5 s v = x

Leia mais

LISTA 3 - Prof. Jason Gallas, DF UFPB 10 de Junho de 2013, às 18:18. Jason Alfredo Carlson Gallas, professor titular de física teórica,

LISTA 3 - Prof. Jason Gallas, DF UFPB 10 de Junho de 2013, às 18:18. Jason Alfredo Carlson Gallas, professor titular de física teórica, Exercícios Resolvidos de Física Básica Jason Alfredo Carlson Gallas, professor titular de física teórica, Doutor e Física pela Universidade Ludwig Maxiilian de Munique, Aleanha Universidade Federal da

Leia mais

Prova TRE/RJ 2012. Ao iniciar uma sessão plenária na câmara municipal de uma pequena cidade, apenas

Prova TRE/RJ 2012. Ao iniciar uma sessão plenária na câmara municipal de uma pequena cidade, apenas Prova TRE/RJ 202 Ao iniciar ua sessão lenária na câara unicial de ua equena cidade, aenas destinados aos vereadores fora ocuados o a chegada do vereador eron, a ficar ocuados Nessa situação hiotética,

Leia mais

Construção de um sistema de Realidade Virtual (1 a Parte) O Engine Físico

Construção de um sistema de Realidade Virtual (1 a Parte) O Engine Físico Construção de u sistea de Realidade Virtual (1 a Parte) O Engine Físico Roberto Scalco, Fabrício Martins Pedroso, Jorge Tressino Rua, Ricardo Del Roio, Wellington Francisco Centro Universitário do Instituto

Leia mais

Normas para o Projeto das Estradas de Rodagem

Normas para o Projeto das Estradas de Rodagem MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM Noras para o Projeto das Estradas de Rodage Aprovadas pelo Senhor Ministro da Viação e Obras Públicas consoante Portarias núeros

Leia mais

AVALIAÇÃO DO MODELO DE TRANSFORMADORES EM FUNÇÃO DA FREQUÊNCIA

AVALIAÇÃO DO MODELO DE TRANSFORMADORES EM FUNÇÃO DA FREQUÊNCIA Universidade de Brasília Faculdade de Tecnologia Departaento de Engenaria Elétrica AVALIAÇÃO DO MODELO DE TANSFOMADOES EM FUNÇÃO DA FEQUÊNCIA Por Alexandre de Castro Moleta Orientador: Prof.Dr. Marco Aurélio

Leia mais

Estudo da viabilidade económica da implementação de uma microturbina

Estudo da viabilidade económica da implementação de uma microturbina Departaento de Engenharia Mecânica Rao de Terodinâica e fluidos Gestão da Energia Estudo da viabilidade econóica da ipleentação de ua icroturbina Coordenação do trabalho: Professor Fausto Freire André

Leia mais

Existemcorposdeordemq se, e somente se, q éumapotência de primo.

Existemcorposdeordemq se, e somente se, q éumapotência de primo. Corpos Finitos U corpo é, grosso odo, u conjunto no qual podeos soar, subtrair, ultiplicar e dividir por não nulo, no qual vale todas as propriedades usuais de tais operações, incluindo a coutativa da

Leia mais

UNIVERSIDADE DA MADEIRA Departamento de Gestão e Economia. MICROECONOMIA I 1º Semestre 2005/2006. CADERNO DE EXERCÍCIOS Resolução

UNIVERSIDADE DA MADEIRA Departamento de Gestão e Economia. MICROECONOMIA I 1º Semestre 2005/2006. CADERNO DE EXERCÍCIOS Resolução UNIVERSIDADE DA MADEIRA Departaento de Gestão e Econoia MICROECONOMIA I º Seestre 5/6 CADERNO DE EXERCÍCIOS Resolução A. TEORIA DO CONSUMIDOR A.. A RESTRIÇÃO ORÇAMENTAL DO CONSUMIDOR A... Defina os seguintes

Leia mais

APLICAÇÃO DO MÉTODO DOS MÍNIMOS QUADRADOS: PROBLEMA DO PARAQUEDISTA EM QUEDA LIVRE

APLICAÇÃO DO MÉTODO DOS MÍNIMOS QUADRADOS: PROBLEMA DO PARAQUEDISTA EM QUEDA LIVRE APLICAÇÃO DO MÉTODO DOS MÍNIMOS QUADRADOS: PROBLEMA DO PARAQUEDISTA EM QUEDA LIVRE Tatiana Turina Kozaa 1 Graziela Marchi Tiago E diversas áreas coo engenharia, física, entre outras, uitas de suas aplicações

Leia mais

Aula 4. Inferência para duas populações.

Aula 4. Inferência para duas populações. Aula 4. Inferência para duas populações. Teos duas aostras independentes de duas populações P e P : população P aostra x, x,..., x n população P aostra y, y,..., y Observação: taanho de aostras pode ser

Leia mais

IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO

IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO IMPULSO E QUNTIDDE DE MOVIMENTO 1. Ua bolinha se choca contra ua superfície plana e lisa co velocidade escalar de 10 /s, refletindo-se e seguida, confore a figura abaixo. Considere que a assa da bolinha

Leia mais

Estudo da Resistividade Elétrica para a Caracterização de Rejeitos de Minério de Ferro

Estudo da Resistividade Elétrica para a Caracterização de Rejeitos de Minério de Ferro Estudo da Resistividade Elétrica para a Caracterização de Rejeitos de Minério de Ferro Hector M. O. Hernandez e André P. Assis Departaento de Engenharia Civil & Abiental, Universidade de Brasília, Brasília,

Leia mais

UM MODELO DE PROGRAMAÇÃO DINÂMICA PARA COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA DE GERADORES HIDRELÉTRICOS E EÓLICOS POR CONSUMIDORES LIVRES

UM MODELO DE PROGRAMAÇÃO DINÂMICA PARA COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA DE GERADORES HIDRELÉTRICOS E EÓLICOS POR CONSUMIDORES LIVRES UM MODELO DE PROGRAMAÇÃO DINÂMICA PARA COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA DE GERADORES HIDRELÉTRICOS E EÓLICOS POR CONSUMIDORES LIVRES George Martins Silva Universidade Estadual do Ceará - UECE Av. Dr. Silas Munguba,

Leia mais

SOBRE O PROBLEMA DA VARIAÇÃO DE TEMPERATURA DE UM CORPO

SOBRE O PROBLEMA DA VARIAÇÃO DE TEMPERATURA DE UM CORPO 44 SOBRE O PROBLEMA DA VARIAÇÃO DE TEMPERATURA DE UM CORPO Resuo Jair Sandro Ferreira da Silva Este artigo abordará a aplicabilidade das Equações Diferenciais na variação de teperatura de u corpo. Toareos

Leia mais

XXXII ENCONTRO NACIONAL DE ECONOMIA SISTEMA BRASILEIRO DE FINANCIAMENTO À EDUCAÇÃO BÁSICA: PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS, LIMITAÇÕES E ALTERNATIVAS

XXXII ENCONTRO NACIONAL DE ECONOMIA SISTEMA BRASILEIRO DE FINANCIAMENTO À EDUCAÇÃO BÁSICA: PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS, LIMITAÇÕES E ALTERNATIVAS XXXII ENCONTRO NACIONAL DE ECONOMIA SISTEMA BRASILEIRO DE FINANCIAMENTO À EDUCAÇÃO BÁSICA: PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS, LIMITAÇÕES E ALTERNATIVAS Reynaldo Fernandes reynaldo.fernandes@fazenda.gov.br Ministério

Leia mais

Resumo com exercícios resolvidos do assunto: Sistemas de Partículas

Resumo com exercícios resolvidos do assunto: Sistemas de Partículas www.engenhariafacil.weebly.co Resuo co exercícios resolvidos do assunto: Sisteas de Partículas (I) (II) (III) Conservação do Moento Centro de Massa Colisões (I) Conservação do Moento Na ecânica clássica,

Leia mais

Questão 46. Questão 48. Questão 47. alternativa E. alternativa A. gasto pela pedra, entre a janela do 12 o piso e a do piso térreo, é aproximadamente:

Questão 46. Questão 48. Questão 47. alternativa E. alternativa A. gasto pela pedra, entre a janela do 12 o piso e a do piso térreo, é aproximadamente: Questão 46 gasto pela pedra, entre a janela do 1 o piso e a do piso térreo, é aproxiadaente: A figura ostra, e deterinado instante, dois carros A e B e oviento retilíneo unifore. O carro A, co velocidade

Leia mais

Plano de ação setorial de racionalização das TIC no Ministério da Defesa Nacional

Plano de ação setorial de racionalização das TIC no Ministério da Defesa Nacional Plano de ação setorial de racionalização das TIC no Horizonte 2012-2016 Grupo de Projeto para as Tecnologias de Inforação e Counicação 1 Título: Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Autoria:

Leia mais

Curso Profissional de Técnico de Energias Renováveis 1º ano. Módulo Q 2 Soluções.

Curso Profissional de Técnico de Energias Renováveis 1º ano. Módulo Q 2 Soluções. Curso Profissional de Técnico de Energias Renováveis 1º ano Docuento de apoio Módulo Q 2 Soluções. 1. Dispersões 1.1. Disperso e dispersante Dispersão Ua dispersão é ua istura de duas ou ais substâncias,

Leia mais

b) Dalton proporções definidas. c) Richter proporções recíprocas. d) Gay-Lussac transformação isobárica. e) Proust proporções constantes.

b) Dalton proporções definidas. c) Richter proporções recíprocas. d) Gay-Lussac transformação isobárica. e) Proust proporções constantes. APRFUDAMET QUÍMIA 2012 LISTA 9 Leis ponderais e voluétricas, deterinação de fórulas, cálculos quíicos e estudo dos gases. Questão 01) A Lei da onservação da Massa, enunciada por Lavoisier e 1774, é ua

Leia mais

A Unicamp comenta suas provas COMISSÃO PERMANENTE PARA OS VESTIBULARES

A Unicamp comenta suas provas COMISSÃO PERMANENTE PARA OS VESTIBULARES A Unicap coenta suas provas COMISSÃO PERMANENTE PARA OS VESTIBULARES As questões de Física do Vestibular Unicap versa sobre assuntos variados do prograa (que consta do Manual do Candidato). Elas são foruladas

Leia mais

= C. (1) dt. A Equação da Membrana

= C. (1) dt. A Equação da Membrana A Equação da Mebrana Vaos considerar aqui ua aproxiação e que a célula nervosa é isopotencial, ou seja, e que o seu potencial de ebrana não varia ao longo da ebrana. Neste caso, podeos desprezar a estrutura

Leia mais

Transformadores e bobinas de alta frequência

Transformadores e bobinas de alta frequência Transforadores e bobinas de alta frequência 007 Profª Beatriz Vieira Borges 1 Transforadores e bobinas de alta frequência ideal v 1 v úcleo de ferrite i 1 i + + v 1 v - - v 1 1 1 v i 1 i 007 Profª Beatriz

Leia mais

XRV 1000 SD5 XRW 1000 SD5 XRXS 566 XRYS 557 / 577 OEM OILTRONIX. Atlas Copco Compressores de Ar Portáteis Maior produtividade em todas as situações

XRV 1000 SD5 XRW 1000 SD5 XRXS 566 XRYS 557 / 577 OEM OILTRONIX. Atlas Copco Compressores de Ar Portáteis Maior produtividade em todas as situações Atlas Copco Copressores de Ar Portáteis Maior produtividade e todas as situações XRV 1000 SD5 XRW 1000 SD5 XRXS 566 XRYS 557 / 577 OEM OILTRONIX A Atlas Copco é líder undial e copressores de ar portáteis,

Leia mais

Manipulação, Armazenamento, Comercialização e Utilização de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP)

Manipulação, Armazenamento, Comercialização e Utilização de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) É ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO DE OPERAÇÕES DE DEFESA CIVIL Departaento de Proteção Contra Incêndio, Explosão e Pânico NORMA TÉCNICA n. 28/2008 Manipulação,

Leia mais

FÍSICA DADOS. 10 v som = 340 m/s T (K) = 273 + T( o C) s = 38) 27) Q = mc T = C T 39) i = 30) U = Q τ 42) 31) Instruções:

FÍSICA DADOS. 10 v som = 340 m/s T (K) = 273 + T( o C) s = 38) 27) Q = mc T = C T 39) i = 30) U = Q τ 42) 31) Instruções: FÍSICA DADOS 9 N. g = 0 k 0 = 9,0 0 s C 8 c = 3,0 0 v so = 340 /s T (K) = 73 + T( o C) s 0) d = d 0 + v 0 t + at 4) E p = gh 6) 0) v = v 0 + at 5) E c = v 03) v = 04) T= f 05) 0 PV P V = 38) T T V = k0

Leia mais

IPT, DACR, Química 1, 08/09, Soluções 1. Classificação das soluções (cont( IPT Conservação e Restauro

IPT, DACR, Química 1, 08/09, Soluções 1. Classificação das soluções (cont( IPT Conservação e Restauro IPT Conservação e Restauro Quíica 1 oluções uário Tipos de soluções Dispersões A água Mecaniso da dis João uís Farinha Antunes Escola uperior de Tecnologia de Toar Unidades de concentração de soluções

Leia mais

Abordagens para o Problema do Carregamento de Contêineres

Abordagens para o Problema do Carregamento de Contêineres Abordagens para o Problea do Carregaento de Contêineres Reinaldo Morabito Universidade Federal de São Carlos Departaento de Engenharia de Produção 3565-905 - São Carlos, São Paulo e-ail: orabito@power.ufscar.br

Leia mais

2 O Preço Spot de Energia Elétrica do Brasil

2 O Preço Spot de Energia Elétrica do Brasil 2 O Preço Spot de Energia Elétrica do Brasil Inicialente, vai se expor de ua fora uita sucinta coo é criado o preço spot de energia elétrica do Brasil, ais especificaente, o CMO (Custo Marginal de Operação).

Leia mais

VAINFAS, Ronaldo. Os protagonistas anônimos da História: Micro-História. Rio de Janeiro: Campus, 2002.

VAINFAS, Ronaldo. Os protagonistas anônimos da História: Micro-História. Rio de Janeiro: Campus, 2002. RESENHA/REVIEW Micro-História. Rio de Janeiro: Capus, Maurício Silva Já se tornou u verdadeiro truíso afirar que a transforação que a cultura ocidental conheceu no últio século vale por praticaente todas

Leia mais

COMPOSTAGEM. INFLUENCIA NA TEORIA ZERI, NA SUSTENTABILIDADE GLOBAL E NA REDUÇÃO DA POLUIÇÃO URBANA

COMPOSTAGEM. INFLUENCIA NA TEORIA ZERI, NA SUSTENTABILIDADE GLOBAL E NA REDUÇÃO DA POLUIÇÃO URBANA COMPOSTAGEM. INFLUENCIA NA TEORIA ZERI, NA SUSTENTABILIDADE GLOBAL E NA REDUÇÃO DA POLUIÇÃO URBANA Jorge Orlando Cuéllar Noguera Doutorando e Gestão abiental - UFSC -c.p. 5074 CEP 97110-970 Santa Maria

Leia mais

Índice de Custo Benefício (ICB) de Empreendimentos de Geração Termelétrica

Índice de Custo Benefício (ICB) de Empreendimentos de Geração Termelétrica Índice de Custo Benefício (ICB) de Epreendientos de Geração Terelétrica Metodologia de Cálculo Coordenação Geral Maurício Tiono Tolasqui José Carlos de Miranda Farias Equipe Técnica Danielle Bueno de Andrade

Leia mais

Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica

Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição Revisão 05 07/2015 NORMA ND.22 ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.A. Diretoria de Operações Gerência Executiva de Engenharia, Planejaento e Operação Rua

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA CIVIL INSTALAÇÕES DE TRATAMENTO PROBLEMAS

INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA CIVIL INSTALAÇÕES DE TRATAMENTO PROBLEMAS INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA CIVIL INSTALAÇÕES DE TRATAMENTO PROBLEMAS 1. Se a concentração e cálcio e agnésio dua água for,

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE ESCOLA DE ENGENHARIA ENGENHARIA ELÉTRICA HENRIQUE MOREIRA DE OLIVEIRA

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE ESCOLA DE ENGENHARIA ENGENHARIA ELÉTRICA HENRIQUE MOREIRA DE OLIVEIRA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE ESCOLA DE ENGENHARIA ENGENHARIA ELÉTRICA HENRIQUE MOREIRA DE OLIVEIRA DESCONTAMINAÇÃO DE SINAIS DE ELETROCARDIOGRAMA UTILIZANDO WAVELETS São Paulo 28 2 HENRIQUE MOREIRA

Leia mais

PERFIL CONCEITUAL: ANALISANDO RESULTADOS OBTIDOS PARA CONCEPÇÃO DE MATÉRIA E SEUS ESTADOS FÍSICOS

PERFIL CONCEITUAL: ANALISANDO RESULTADOS OBTIDOS PARA CONCEPÇÃO DE MATÉRIA E SEUS ESTADOS FÍSICOS PERFIL CONCEITUAL: ANALISANDO RESULTADOS OBTIDOS PARA CONCEPÇÃO DE MATÉRIA E SEUS ESTADOS FÍSICOS CONCEPTUAL PROFILE: ANALYSING RESULTS OBTAINED FOR CONCEPTION OF MATTER AND ITS PHYSICAL STATE Maria Bernadete

Leia mais

Fabiano Lins da Silva 06 07 15

Fabiano Lins da Silva 06 07 15 3 o EM QUÍMICA 2º TRIMESTRE Fabiano Lins da Silva 06 07 15 5. (Ene 2011) O peróxido de hidrogênio é couente utilizado coo antisséptico e alvejante. Tabé pode ser epregado e trabalhos de restauração de

Leia mais

07. Obras célebres da literatura brasileira foram ambientadas em regiões assinaladas neste mapa:

07. Obras célebres da literatura brasileira foram ambientadas em regiões assinaladas neste mapa: 6 FUVEST 09/0/202 Seu é Direito nas Melhores Faculdades 07. Obras célebres da literatura brasileira fora abientadas e regiões assinaladas neste apa: Co base nas indicações do apa e e seus conhecientos,

Leia mais

Equalização e identificação adaptativas de canais utilizando marca d água

Equalização e identificação adaptativas de canais utilizando marca d água Equalização e identificação adaptativas de canais utilizando arca d água Mário Uliani Neto *, Leandro de Capos Teixeira Goes, João Marcos Travassos Roano ** O objetivo deste trabalho é investigar o uso

Leia mais

Suporte Ósseo Palatino Para Ancoragem Ortodôntica com Implante - Um Estudo Clínico e Radiográfico

Suporte Ósseo Palatino Para Ancoragem Ortodôntica com Implante - Um Estudo Clínico e Radiográfico Artigo Traduzido Suporte Ósseo Palatino Para Ancorage Ortodôntica co Iplante - U Estudo Clínico e Radiográico Palatal bone support or orthodontic iplant anchorage a clinical and radiological study Resuo

Leia mais

QS.1. Química Solucionada 9.9999.0111 / 9.8750.0050 / 9.9400. / 9.8126.0630. www.quimicasolucionada.com.br hedilbertoalves@ig.com.

QS.1. Química Solucionada 9.9999.0111 / 9.8750.0050 / 9.9400. / 9.8126.0630. www.quimicasolucionada.com.br hedilbertoalves@ig.com. Quíica Solucionada 9.9999.0111 / 9.8750.0050 / 9.9400. / 9.8126.060 Título: Revisando (quíica eleentar) Data: / / 2016 EXERCÍCIOS DE REVISÃO O ferro raraente é encontrado livre na crosta terrestre e si

Leia mais

SISTEMAS DE DETECÇÃO DE VAZAMENTOS EM DUTOS USANDO REDES NEURAIS E MÁQUI- NAS DE VETOR DE SUPORTE

SISTEMAS DE DETECÇÃO DE VAZAMENTOS EM DUTOS USANDO REDES NEURAIS E MÁQUI- NAS DE VETOR DE SUPORTE SISTEMAS DE DETECÇÃO DE VAZAMENTOS EM DUTOS USANDO REDES NEURAIS E MÁQUI- NAS DE VETOR DE SUPORTE RODRIGO S. MARTINS, VICTOR J. L. DUARTE, ANDRÉ L. MAITELLI, ANDRÉS O. SALAZAR, ADRIÃO D. D. NETO Laboratório

Leia mais

Estruturas de Betão Armado II 10 Lajes Fungiformes Análise Estrutural

Estruturas de Betão Armado II 10 Lajes Fungiformes Análise Estrutural Estruturas de Betão Arado II 10 Lajes Fungifores Análise Estrutural A. P. Raos Out. 006 1 10 Lajes Fungifores Análise Estrutural Breve Introdução Histórica pbl 1907 Turner & Eddy M (???) 50 1914 Nichols

Leia mais

Um Novo Sistema de Rastreamento de Pacotes IP contra Ataques de Negação de Serviço

Um Novo Sistema de Rastreamento de Pacotes IP contra Ataques de Negação de Serviço U Novo Sistea de Rastreaento de Pacotes IP contra Ataques de Negação de Serviço Rafael P. Laufer, Pedro B. Velloso 2 e Otto Carlos M. B. Duarte Grupo de Teleinforática e Autoação Universidade Federal do

Leia mais

NPT 024 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS PARA ÁREAS DE DEPÓSITOS

NPT 024 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS PARA ÁREAS DE DEPÓSITOS Outubro 2011 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 024 Sistea de chuveiros autoáticos para áreas de depósitos CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 01 Nora de Procediento Técnico 104páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 Objetivo

Leia mais

Evolução dos fragmentos florestais em microbacias ínstaveis e seus significados ambientais na mata atlantica.

Evolução dos fragmentos florestais em microbacias ínstaveis e seus significados ambientais na mata atlantica. Evolução dos fragentos florestais e icrobacias ínstaveis e seus significados abientais na ata atlantica. Otávio Marques 1, Ricardo Valcarcel 2, Ivan José Lia Teixeira 3 1 Acadêico de Engenharia Florestal

Leia mais

ANÁLISE MULTIVARIADA PARA O CONTROLE DA QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DO LEITE CRU

ANÁLISE MULTIVARIADA PARA O CONTROLE DA QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DO LEITE CRU V ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO ANÁLIE MULTIVARIADA PARA O CONTROLE DA QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DO LEITE CRU Jeniffer Fonseca Zanitt (UFJ) jzanitt@gail.co Daniela Carine Raires de Oliveira

Leia mais

A TAXA VIRTUAL: UMA ALTERNATIVA PARA A TAXA DE CÂMBIO DE EQUILÍBRIO

A TAXA VIRTUAL: UMA ALTERNATIVA PARA A TAXA DE CÂMBIO DE EQUILÍBRIO 1 A TAXA VIRTUAL: UMA ALTERNATIVA PARA A TAXA DE CÂMBIO DE EQUILÍBRIO FABIANA XAVIER DEZOUZART DRUMMOND DE MELO Dissertação apresentada ao Departaento de Econoia da Universidade de Brasília coo requisito

Leia mais

TEORIA ELETRÔNICA DA MAGNETIZAÇÃO

TEORIA ELETRÔNICA DA MAGNETIZAÇÃO 113 17 TEORA ELETRÔNCA DA MANETZAÇÃO Sabeos que ua corrente elétrica passando por u condutor dá orige a u capo agnético e torno deste. A este capo daos o noe de capo eletro-agnético, para denotar a sua

Leia mais

Objetivo: converter um comando de posição de entrada em uma resposta de posição de saída.

Objetivo: converter um comando de posição de entrada em uma resposta de posição de saída. Prof. Celso Módulo 0 83 SISTEMAS DE CONTOLE DE POSIÇÃO Objetivo: converter u coando de posição de entrada e ua resposta de posição de saída. Aplicações: - antenas - braços robóticos - acionadores de disco

Leia mais

SIMULADOR DO COMPORTAMENTO DO DETECTOR DE ONDAS GRAVITACIONAIS MARIO SCHENBERG. Antônio Moreira de Oliveira Neto * IC Rubens de Melo Marinho Junior PQ

SIMULADOR DO COMPORTAMENTO DO DETECTOR DE ONDAS GRAVITACIONAIS MARIO SCHENBERG. Antônio Moreira de Oliveira Neto * IC Rubens de Melo Marinho Junior PQ SIMULADOR DO COMPORTAMENTO DO DETECTOR DE ONDAS GRAVITACIONAIS MARIO SCHENBERG Antônio Moreira de Oliveira Neto * IC Rubens de Melo Marinho Junior PQ Departaento de Física, ITA, CTA, 18-9, São José dos

Leia mais

UMA NOVA HEURÍSTICA DE TROCAS PARA O PROBLEMA DE SEQUENCIAMENTO DE TAREFAS EM PROCESSADORES UNIFORMES

UMA NOVA HEURÍSTICA DE TROCAS PARA O PROBLEMA DE SEQUENCIAMENTO DE TAREFAS EM PROCESSADORES UNIFORMES UMA NOVA HEURÍSTICA DE TROCAS PARA O PROBLEMA DE SEQUENCIAMENTO DE TAREFAS EM PROCESSADORES UNIFORMES Felipe Martins Müller UFSM / CT / DELC 97105-900 Santa Maria - RS Fone:(055)220-8523 FAX:(055)220-8030

Leia mais

a EME GUIA PARA OBTER O MELHOR PREÇO Editorial do Ministério da Educação

a EME GUIA PARA OBTER O MELHOR PREÇO Editorial do Ministério da Educação a EME 1 ÍNDICE a EME 2 O que é necessário para pedir u orçaento gráfico 3 O forato é iportante 4 Colocar arge para corte (BLEED) 5 Qual o elhor suporte para entregar o seu projecto 6 Coo enviar iagens,

Leia mais

Física C. Milan Lalic

Física C. Milan Lalic Física C Milan Lalic São Cristóvão/SE 11 Física C Elaboração de Conteúdo Milan Lalic Projeto Gráfico e Capa Hereson Alves de Menezes Copyright 11, Universidade Federal de Sergipe / CESAD. Nenhua parte

Leia mais

INCORPORAÇÃO DOS IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS POSITIVOS RELACIONADOS AOS USOS MÚLTIPLOS DA ÁGUA NOS ESTUDOS DE INVENTÁRIO HIDRELÉTRICO

INCORPORAÇÃO DOS IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS POSITIVOS RELACIONADOS AOS USOS MÚLTIPLOS DA ÁGUA NOS ESTUDOS DE INVENTÁRIO HIDRELÉTRICO INCORPORAÇÃO DOS IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS POSITIVOS RELACIONADOS AOS USOS MÚLTIPLOS DA ÁGUA NOS ESTUDOS DE INVENTÁRIO HIDRELÉTRICO Katia Cristina Gacia 1 ; Jorge M. Daázio; Silvia Helena Pires; Denise

Leia mais

Capítulo 14. Fluidos

Capítulo 14. Fluidos Capítulo 4 luidos Capítulo 4 - luidos O que é u luido? Massa Especíica e ressão luidos e Repouso Medindo a ressão rincípio de ascal rincípio de rquiedes luidos Ideais e Moviento Equação da continuidade

Leia mais

As vacinas são muito superiores às imunoglobulinas (Tabela 1).

As vacinas são muito superiores às imunoglobulinas (Tabela 1). Roberta Ferlini Elza Daniel de Mello Introdução É notória a iportância da iunização através de vacinas, dada a sua capacidade e erradicar, controlar surtos e prevenir diversas doenças. No Brasil, o Prograa

Leia mais

UM ALGORITMO GENÉTICO PARA O PROBLEMA DE CARREGAMENTO DE CONTAINER

UM ALGORITMO GENÉTICO PARA O PROBLEMA DE CARREGAMENTO DE CONTAINER UM ALGORITMO GENÉTICO PARA O PROBLEMA DE CARREGAMENTO DE CONTAINER Lúcio Lopes Rodrigues Neto Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ/ COPPE lucio.lopes@bol.co.br Ait Bhaya Universidade Federal do

Leia mais

a) b) c) Thirteenth International Congress of the Brazilian Geophysical Society Copyright 2013, SBGf - Sociedade Brasileira de Geofísica

a) b) c) Thirteenth International Congress of the Brazilian Geophysical Society Copyright 2013, SBGf - Sociedade Brasileira de Geofísica Resultados de GradioetriaMagnética Coparados àsderivadas do Capo Magnético Anôalo e Sítio Controlado da Polícia Federal - SITCRIM Paulo Henrique Praça de França, Instituto de Geociências - UnB Welito Rodrigues

Leia mais

Índice de Custo Benefício (ICB) de Empreendimentos de Geração Termelétrica

Índice de Custo Benefício (ICB) de Empreendimentos de Geração Termelétrica Índice de Custo Benefício (ICB) de Epreendientos de Geração Terelétrica Metodologia de Cálculo Leilões de Copra de Energia Elétrica Proveniente de Novos Epreendientos de Geração Ministério de Minas e Energia

Leia mais

INTRODUÇÃO À MECÂNICA CLÁSSICA. Folhas de Problemas

INTRODUÇÃO À MECÂNICA CLÁSSICA. Folhas de Problemas INTRODUÇÃO À MECÂNIC CLÁSSIC 2001/2002 Folhas de Probleas Paulo Sá, Maria Inês Carvalho e níbal Matos (recolha de probleas de diversas fontes) Bibliografia principal. Bedford, W. Fowler, Engineering Mechanics

Leia mais

Modificação da Rugosidade de Fibras de Carbono por Método Químico para Aplicação em Compósitos Poliméricos

Modificação da Rugosidade de Fibras de Carbono por Método Químico para Aplicação em Compósitos Poliméricos Modificação da Rugosidade de Fibras de Carbono por Método Quíico para Aplicação e Copósitos Poliéricos Liliana Burakowski Departaento de Física, ITA Mirabel C. Rezende Divisão de Materiais, Instituto de

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE MAPAS DE LIGAÇÃO POR MEIO DE SIMULAÇÃO DE MONTE CARLO VIA CADEIAS DE MARKOV

CONSTRUÇÃO DE MAPAS DE LIGAÇÃO POR MEIO DE SIMULAÇÃO DE MONTE CARLO VIA CADEIAS DE MARKOV CONSTRUÇÃO DE MAPAS DE LIGAÇÃO POR MEIO DE SIMULAÇÃO DE MONTE CARLO VIA CADEIAS DE MARKOV Moysés NASCIMENTO 1 Cose Daião CRUZ Ana Carolina Capana NASCIMENTO 1 Adésio FERREIRA 3 Luiz Alexandre PETERNELLI

Leia mais

COMPARAÇÃO ENTRE PROGRAMAS COMPUTACIONAIS PARA A ANÁLISE DE UMA ESTRUTURA E VERIFICAÇÃO DOS RESULTADOS DE ACORDO COM A NBR 6118:2003

COMPARAÇÃO ENTRE PROGRAMAS COMPUTACIONAIS PARA A ANÁLISE DE UMA ESTRUTURA E VERIFICAÇÃO DOS RESULTADOS DE ACORDO COM A NBR 6118:2003 COMPRÇÃO ENTRE PROGRMS COMPUTCIONIS PR NÁLISE DE UM ESTRUTUR E VERIFICÇÃO DOS RESULTDOS DE CORDO COM NBR 6118:003 EVILÁSIO DE SOUZ TRJNO Projeto Final de graduação apresentado ao corpo docente do Departaento

Leia mais

Avaliação de Empresas: da Mensuração Contábil à Económica

Avaliação de Empresas: da Mensuração Contábil à Económica ARTIGO Avaliação de Epresas: da Mensuração Contábil à Econóica Prof. Dr. Eliseu Martins Diretor da Faculdade de Econoia, Adinistração e Contabilidade - USP Prof. Titular do Departaento de Contabilidade

Leia mais

Aparelho de elevação ABS 5 kn

Aparelho de elevação ABS 5 kn 1 597 0503 PT 01.2013 pt Instruções de ontage e de serviço Tradução das instruções originais www.sulzer.co Instruções de ontage e de serviço Instruções de ontage e de serviço para aparelho de elevação

Leia mais

Jason Alfredo Carlson Gallas, professor titular de física teórica,

Jason Alfredo Carlson Gallas, professor titular de física teórica, IST 2 - Pro. Jason Gallas, IF UFRGS 2 de Dezebro de 200, às 13:08 Exercícios Resolvidos de Dinâica Clássica Jason lredo Carlson Gallas, proessor titular de ísica teórica, Doutor e Física pela Universidade

Leia mais

CORTESIA Prof. Renato Brito

CORTESIA Prof. Renato Brito INSTITUTO TECNOÓGICO DE AERONÁUTICA VESTIBUAR 987/988 PROVA DE FÍSICA 0. (ITA- 88 ) U disco gira, e torno do seu eixo, sujeito a u torque constante. Deterinando-se a velocidade angular édia entre os instante

Leia mais

Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no MEC 2.0

Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no MEC 2.0 Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no 2.0 Horizonte 2014-2016 Grupo de Projeto para as Tecnologias de Inforação e Counicação 1 Título: Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no

Leia mais

LÍNGUA PORTUGUESA Leia o texto abaixo e responda às questões propostas. Viajar para dentro

LÍNGUA PORTUGUESA Leia o texto abaixo e responda às questões propostas. Viajar para dentro 14 e 85 LÍNGUA PORTUGUESA Leia o texto abaixo e responda às questões propostas 1 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 Viajar para dentro Os brasileiros estão viajando ais. Pouco iporta o destino: a verdade é que

Leia mais

Integração Numérica. Cálculo Numérico

Integração Numérica. Cálculo Numérico Cálculo Nuérico Integração Nuérica Pro. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univas.edu.br MATERIAL ADAPTADO DOS SLIDES DA DISCIPLINA CÁLCULO NUMÉRICO DA UFCG - www.dsc.ucg.edu.br/~cnu/ Integração Nuérica

Leia mais

2007.2. Como o Pensamento Sistêmico pode Influenciar o Gerenciamento de Projetos

2007.2. Como o Pensamento Sistêmico pode Influenciar o Gerenciamento de Projetos UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - UFPE CENTRO DE INFORMÁTICA CIN GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 2007.2 Coo o Pensaento Sistêico pode Influenciar o Gerenciaento de Projetos TRABALHO DE GRADUAÇÃO

Leia mais

RESOLUÇÕES E RESPOSTAS

RESOLUÇÕES E RESPOSTAS ESLUÇÕES E ESPSTAS QUESTÃ : 0, t C t + 4 a) Co t, teos: 0, C t + 4 0, C 0,04 5 esposta: 0,04 0, t b) De 0,04, teos: t + 4 0,04(t + 4) 0,t t + 4 5t t 5t + 4 0 t ou t 4 Co t, teos t 4. esposta: 4 P-5/P-

Leia mais

CONCORRÊNCIA Nº 007/2012/CPL-GERAL/CML/SEMAD/PVH PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE PORTO VELHO-RO

CONCORRÊNCIA Nº 007/2012/CPL-GERAL/CML/SEMAD/PVH PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE PORTO VELHO-RO CONCORRÊNCIA Nº 7/212/CPL-GERAL/CML/SEMAD/PVH PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE PORTO VELHO-RO CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA EM OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA PARA OBRA DE CONSTRUÇÃO DO PARQUE DAS ÁGUAS

Leia mais