Francis Bacon, John Locke e Hume.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Francis Bacon, John Locke e Hume."

Transcrição

1 Francis Bacon, John Locke e Hume.

2 Bacon ficou conhecido, juntamente com Descartes, como um dos fundadores do pensamento moderno. PRINCIPAL OBRAL: Novum Organum (Deveria substituir o Organum aristotélico) OBJETIVO: buscar um instrumento eficaz para o conhecimento e dominação da natureza.

3 Antecipações da Natureza: conhecimento pautado em axiomas construídos a partir de poucos dados reais. Conjuntos de Ideias que prevalecem à experiência. Conhecimento Temerário DEVE SER AFASTADO. Interpretações da Natureza: conhecimento pautado na realidade a partir de muitas experimentações.

4 Indutivo: único capaz de garantir um conhecimento de fato sobre o mundo natural. PARTICULAR GERAL

5 1º Ponto: Afastar as falsas noções que impedem que conheçamos o mundo natural. FALSAS NOÇÕES = ÍDOLOS

6 Os ídolos e as falsas noções que invadiram o intelecto humano, nele lançando raízes profundas, não só sitiam a mente humana, a ponto de tornar-lhe difícil o acesso à verdade.

7 1 Ídolos da tribo TRIBO: Raça Humana ou espécie humana. O homem tende a enxergar na natureza aquilo que é característico da sua própria natureza humana. A natureza se torna aquilo que achamos dela.

8 2 Ídolos da Caverna Falsas noções ou ideias provenientes dos homens em particular. Referem-se às concepções e aos pré-conceitos particulares.

9 3 Ídolos do Foro (ou do Mercado) Esses ídolos dizem respeito à linguagem. As palavras são imprecisas; Os homens utilizam termos e palavras sem saber exatamente o que significam.

10 4 Ídolos do Teatro Os ídolos derivados das diversas doutrinas filosóficas e científicas que não são verdadeiras. Representações fantasiosas: como em um teatro.

11 2º ponto: Após purificar suas mente do ídolos, devemos buscar o conhecimento de modo indutivo. EXEMPLO: Conhecer como se fossemos uma criança diante da natureza (sem pré-noções, sem ideias préconcebidas temos só a observação e experimentação) obtenção das leis gerais.

12 Principal Obra: Ensaio sobre o Entendimento Humano OBJETIVO: Investigar como as ideias são construídas na mente humana.

13 IDEIA GERAL: não é possível conhecer todas as coisas, mas somente aquelas que estão de acordo com as possibilidades humanas de conhecer. O QUE É POSSÍVEL? Aquilo que temos experiência.

14 A) não existem ideias, princípios ou quaisquer conteúdos inatos na mente humana; B) nenhum intelecto humano é capaz, de forma alguma, de criar ou destruir ideias que existam nele; C) a única fonte das ideias é a experiência, ou seja, todas as ideias são originadas nas experiências humanas.

15 Suponhamos, pois, que a mente é, como papel branco, desprovida de todos os caracteres, sem quaisquer idéias; como ela será suprida? De onde provém este vasto estoque, que ativa e que a ilimitada fantasia do homem pintou nela como uma variedade infinita? De onde apreende todos os materiais da razão e do conhecimento? Aí eu respondo, numa palavra, da experiência. Todo o nosso conhecimento está nela fundado e dela deriva fundamentalmente o próprio conhecimento. Empregada tanto nos objetos sensíveis externos como nas operações internas de nossas mentes, que são por nós mesmos percebidos e refletidos, nossa observação supre nossos entendimentos com todos os materiais do pensamento. Dessas duas fontes de conhecimento jorram todas as nossas idéias, ou as que possivelmente teremos.

16 DUAS EXPERIÊNCIAS: Experiências externas (objetos externos): Geram ideias simples (cor, forma, cheiro...) Experiência realizada pela reflexão (a mente pensando a si própria refletir ideias). Qualidades Primárias dos Objetos: são objetivas não dependem do homem. EX: solidez, extensão, movimento, repouso. Qualidades Secundárias dos Objetos: são subjetivas e dependem do indivíduo (cheiro, cor, sabor...)

17 Ideia SIMPLES: Rafael, Rivaldo, Daniel, Mireli, Ademar Ideia COMPLEXA: reunião de várias ideias simples: Professor; Homem; Humanidade;

18 PRINCIPAL OBRA: TRATADO SOBRE O ENTEDIMENTO HUMANO OBJETIVO: Compreender a origem das ideias e como elas surgiam na mente humana.

19 Todas as ideias tem sua origem na experiência sensível.

20 IMPRESSÃO Simples frio, quente, cor, cheiro Complexa (impressões do objeto) mesa, fogo, gelo. IDEIA Simples cópia da impressão simples Complexa cópia da impressão complexa

21 Na mente humana as ideias se associam formando outras ideias. Tipos de Associação 1) Contiguidade (espaço e tempo) (o mês de Dezembro faz lembrar o Natal) 2) Semelhança - associação de ideias que se assemelham (uma foto traz a lembrança de uma pessoa) E...tchananananannnnnnnnnn

22 3) Causa e Efeito: Associação de ideias por causa e efeito (ex: o fogo lembra calor, a fumaça lembra fogo...)

23 Toda a Ciência - Não pode obter certeza. Somente probabilidade.

Empirismo. Principais ideias e autores

Empirismo. Principais ideias e autores Empirismo Principais ideias e autores EMPIRISMO Empeiria (grego): forma de saber derivado da experiência sensível e de dados acumulados com base nessa experiência. Nada esta no intelecto que não tenha

Leia mais

A ciência deveria valorizar a pesquisa experimental, visando proporcionar resultados objetivos para o homem.

A ciência deveria valorizar a pesquisa experimental, visando proporcionar resultados objetivos para o homem. FRANCIS BACON Ocupou cargos políticos importantes no reino britânico; Um dos fundadores do método indutivo de investigação científica; Saber é poder ; A ciência é um instrumento prático de controle da

Leia mais

A ciência deveria valorizar a pesquisa experimental, visando proporcionar resultados objetivos para o homem.

A ciência deveria valorizar a pesquisa experimental, visando proporcionar resultados objetivos para o homem. FRANCIS BACON Ocupou cargos políticos importantes no reino britânico; Um dos fundadores do método indutivo de investigação científica; Saber é poder ; A ciência é um instrumento prático de controle da

Leia mais

FILOSOFIA MODERNA (XIV)

FILOSOFIA MODERNA (XIV) FILOSOFIA MODERNA (XIV) CORRENTES EPSTEMOLÓGICAS (I) Racionalismo Inatismo: existem ideias inatas, ou fundadoras, de onde se origina todo o conhecimento. Ideias que não dependem de um objeto. Idealismo:

Leia mais

FRANCIS BACON E A TRADIÇÃO EMPIRISTA. Universidade Estadual de Ponta Grossa Programa de Pós-Graduação em Educação Professora Gisele Masson

FRANCIS BACON E A TRADIÇÃO EMPIRISTA. Universidade Estadual de Ponta Grossa Programa de Pós-Graduação em Educação Professora Gisele Masson FRANCIS BACON E A TRADIÇÃO EMPIRISTA Universidade Estadual de Ponta Grossa Programa de Pós-Graduação em Educação Professora Gisele Masson O pensamento moderno e a crise generalizada de autoridade - A autoridade

Leia mais

*RACIONALISMO X EMPIRISMO

*RACIONALISMO X EMPIRISMO *RACIONALISMO X EMPIRISMO *As transformações ocorridas a partir da modernidade levaram ao questionamento dos critérios e métodos para elaboração de um conhecimento verdadeiro. *As 02 principais correntes

Leia mais

O conhecimento e a incerteza do ponto de vista do ceticismo

O conhecimento e a incerteza do ponto de vista do ceticismo O conhecimento e a incerteza do ponto de vista do ceticismo IF UFRJ Mariano G. David Mônica F. Corrêa 1 O conhecimento e a incerteza do ponto de vista do ceticismo Aula 1: O conhecimento é possível? O

Leia mais

Professora Gisele Masson Professora Patrícia Marcoccia PPGE - UEPG

Professora Gisele Masson Professora Patrícia Marcoccia PPGE - UEPG Professora Gisele Masson Professora Patrícia Marcoccia PPGE - UEPG Filósofo inglês, ideólogo do liberalismo e um dos principais teóricos contratualistas. Difundiu a noção de tábula rasa: a mente humana

Leia mais

Locke ( ) iniciou o movimento chamado de EMPIRISMO INGLÊS. Material adaptado, produzido por Cláudio, da UFRN, 2012.

Locke ( ) iniciou o movimento chamado de EMPIRISMO INGLÊS. Material adaptado, produzido por Cláudio, da UFRN, 2012. Locke (1632-1704) iniciou o movimento chamado de EMPIRISMO INGLÊS. Material adaptado, produzido por Cláudio, da UFRN, 2012. Racionalismo x Empirismo O que diz o Racionalismo (Descartes, Spinoza, Leibiniz)?

Leia mais

Fil. Lara Rocha (Leidiane Silva)

Fil. Lara Rocha (Leidiane Silva) Semana 12 Lara Rocha (Leidiane Silva) Este conteúdo pertence ao Descomplica. Está vedada a cópia ou a reprodução não autorizada previamente e por escrito. Todos os direitos reservados. CRONOGRAMA 12/05

Leia mais

Filosofia. Francis Bacon. Colégio Anglo de Sete Lagoas - Professor: Ronaldo - (31)

Filosofia. Francis Bacon. Colégio Anglo de Sete Lagoas - Professor: Ronaldo - (31) Filosofia Francis Bacon Francis Bacon - Biografia Nascido na Inglaterra, por volta da segunda década do séc. XIII (entre1214 à 1220) morre em 1292. Aproximadamente em 1227 inicia sua carreira acadêmica

Leia mais

26/08/2013. Gnosiologia e Epistemologia. Prof. Msc Ayala Liberato Braga GNOSIOLOGIA: TEORIA DO CONHECIMENTO GNOSIOLOGIA: TEORIA DO CONHECIMENTO

26/08/2013. Gnosiologia e Epistemologia. Prof. Msc Ayala Liberato Braga GNOSIOLOGIA: TEORIA DO CONHECIMENTO GNOSIOLOGIA: TEORIA DO CONHECIMENTO Gnosiologia e Epistemologia Prof. Msc Ayala Liberato Braga Conhecimento filosófico investigar a coerência lógica das ideias com o que o homem interpreta o mundo e constrói sua própria realidade. Para a

Leia mais

Sócrates: após destruir o saber meramente opinativo, em diálogo com seu interlocutor, dava início ã procura da definição do conceito, de modo que, o

Sócrates: após destruir o saber meramente opinativo, em diálogo com seu interlocutor, dava início ã procura da definição do conceito, de modo que, o A busca da verdade Os filósofos pré-socráticos investigavam a natureza, sua origem de maneira racional. Para eles, o princípio é teórico, fundamento de todas as coisas. Destaca-se Heráclito e Parmênides.

Leia mais

UNIDADE IV - LEITURA COMPLEMENTAR

UNIDADE IV - LEITURA COMPLEMENTAR UNIDADE IV - LEITURA COMPLEMENTAR Alunos (as), Para que vocês encontrem mais detalhes sobre o tema Métodos Científicos, sugerimos a leitura do seguinte texto complementar, desenvolvido pelos professores

Leia mais

Origem do conhecimento

Origem do conhecimento 1.2.1. Origem do conhecimento ORIGEM DO CONHECIMENTO RACIONALISMO (Racionalismo do século XVII) EMPIRISMO (Empirismo inglês do século XVIII) Filósofos: René Descartes (1596-1650) Gottfried Leibniz (1646-1716)

Leia mais

Teorias do conhecimento. Profª Karina Oliveira Bezerra

Teorias do conhecimento. Profª Karina Oliveira Bezerra Teorias do conhecimento Profª Karina Oliveira Bezerra Teoria do conhecimento ou epistemologia Entre os principais problemas filosóficos está o do conhecimento. Para que investigar o conhecimento? Para

Leia mais

Locke e Bacon. Colégio Ser! 2.º Médio Filosofia Marilia Coltri

Locke e Bacon. Colégio Ser! 2.º Médio Filosofia Marilia Coltri Locke e Bacon Colégio Ser! 2.º Médio Filosofia Marilia Coltri John Locke Locke divide o poder do governo em três poderes, cada um dos quais origina um ramo de governo: o poder legislativo (que é o fundamental),

Leia mais

John Locke ( ) Inatismo e Empirismo: Inatismo: Empirismo:

John Locke ( ) Inatismo e Empirismo: Inatismo: Empirismo: John Locke (1632 1704) John Locke é o iniciador da teoria do conhecimento propriamente dita por que se propõe a analisar cada uma das formas de conhecimento que possuímos a origem de nossas idéias e nossos

Leia mais

O novo Organum crítica a obra de Aristóteles, reinterpreta sua obra ordem do universo

O novo Organum crítica a obra de Aristóteles, reinterpreta sua obra ordem do universo FRANCIS BACON . Nasceu em Londres em 1561, filho de, filho de Sir Nicholas Bacon, lorde tabelião da rainha Elisabeth, Francis Bacon gozou do privilégio de ser introduzido na corte desde pequeno. Em 1584

Leia mais

FRANCIS BACON ( )

FRANCIS BACON ( ) FRANCIS BACON (1561-1626) foi um político, filósofo e ensaísta inglês, barão de Verulam Em 1584 foi eleito para a câmara dos comuns Sucessivamente, durante o reinado de Jaime I, desempenhou as funções

Leia mais

TEORIA DO CONHECIMENTO. Aulas 2, 3, 4,5 - Avaliação 1 Joyce Shimura

TEORIA DO CONHECIMENTO. Aulas 2, 3, 4,5 - Avaliação 1 Joyce Shimura TEORIA DO CONHECIMENTO Aulas 2, 3, 4,5 - Avaliação 1 Joyce Shimura - O que é conhecer? - Como o indivíduo da imagem se relaciona com o mundo ou com o conhecimento? Janusz Kapusta, Homem do conhecimento

Leia mais

Estudaremos o papel da razão e do conhecimento na filosofia de Immanuel Kant; Hegel e o idealismo alemão.

Estudaremos o papel da razão e do conhecimento na filosofia de Immanuel Kant; Hegel e o idealismo alemão. Estudaremos o papel da razão e do conhecimento na filosofia de Immanuel Kant; Hegel e o idealismo alemão. Kant e a crítica da razão Nós s e as coisas Se todo ser humano nascesse com a mesma visão que você

Leia mais

BREVE HISTÓRIA DA SEMIOLOGIA: Abordagens de Saussure, Peirce, Morris e Barthes.

BREVE HISTÓRIA DA SEMIOLOGIA: Abordagens de Saussure, Peirce, Morris e Barthes. 1 BREVE HISTÓRIA DA SEMIOLOGIA: Abordagens de Saussure, Peirce, Morris e Barthes. BREVE HISTÓRIA DA SEMIOLOGIA (1) Período Clássico; (2) Período Medieval; (3) Racionalismo; (4) Empirismo Britânico; (5)

Leia mais

Colégio Santa Dorotéia Área de Ciências Humanas Disciplina: Filosofia Ano: 2º - Ensino Médio Professor: Leandro César Bernardes Pereira

Colégio Santa Dorotéia Área de Ciências Humanas Disciplina: Filosofia Ano: 2º - Ensino Médio Professor: Leandro César Bernardes Pereira Área de Ciências Humanas Disciplina: Ano: 2º - Ensino Médio Professor: Leandro César Bernardes Pereira Atividades para Estudos Autônomos Data: 4 / 9 / 2017 Aluno(a): Nº: Turma: INTRODUÇÃO Este estudo de

Leia mais

DA IDADE MÉDIA À IDADE MODERNA. Prof. Adriano R. 1º Anos

DA IDADE MÉDIA À IDADE MODERNA. Prof. Adriano R. 1º Anos DA IDADE MÉDIA À IDADE MODERNA Prof. Adriano R. 1º Anos CONTEXTO E CARACTERÍSTICAS DA FILOSOFIA MEDIEVAL Séc. V ao Séc. XV d. C. Período da Idade Média (Mil anos de crescimento) - Reintroduzido o comércio

Leia mais

Pontos Importantes. Hipóteses devem ser testáveis. Isso diferencia a ciência da religião

Pontos Importantes. Hipóteses devem ser testáveis. Isso diferencia a ciência da religião Pontos Importantes Hipóteses devem ser testáveis Teorias podem ser refutadas por experimentos Isso diferencia a ciência da religião Teorias não são "ideias sem comprovação Experimentos podem ser reproduzidos

Leia mais

Curso de extensão em Teoria do Conhecimento Moderna

Curso de extensão em Teoria do Conhecimento Moderna MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO Curso de extensão em Teoria do Conhecimento Moderna (Curso de extensão)

Leia mais

MÉTODO CIENTÍFICO: O CONHECIMENTO COMO UMA UNIDADE EM QUE TODOS OS SABERES ESTÃO CONECTADOS

MÉTODO CIENTÍFICO: O CONHECIMENTO COMO UMA UNIDADE EM QUE TODOS OS SABERES ESTÃO CONECTADOS MÉTODO CIENTÍFICO: O CONHECIMENTO COMO UMA UNIDADE EM QUE TODOS OS SABERES ESTÃO CONECTADOS Kethelen Amanda Silva (FDCON) 1 Carlos Alexandre Rodrigues de Oliveira (UFMG/FDCON) 2 Se quiser buscar realmente

Leia mais

CONHECIMENTO É PODER FRANCIS BACON ( )

CONHECIMENTO É PODER FRANCIS BACON ( ) CONHECIMENTO É PODER FRANCIS BACON (1561-1626) EM CONTEXTO ÁREA Filosofia da ciência ABORDAGEM Empirismo Empirismo é o movimento que acredita na experiência como formadora de ideias, discordando da noção

Leia mais

Hume e o empirismo radical

Hume e o empirismo radical Hume e o empirismo radical Premissas empiristas de David Hume (que partilha com os outros empiristas) Não há ideias inatas A mente é uma tábula rasa/folha em branco Todo o conhecimento deriva da experiência

Leia mais

3ªSÉRIE DO ENSINO MÉDIO DRUMMOND 2017 PROF. DOUGLAS PHILIP

3ªSÉRIE DO ENSINO MÉDIO DRUMMOND 2017 PROF. DOUGLAS PHILIP 3ªSÉRIE DO ENSINO MÉDIO DRUMMOND 2017 PROF. DOUGLAS PHILIP 1. A frase mostra um dos principais objetivos de Francis Bacon (Chico Toicinho): demonstrar que o conhecimento consistia simplesmente em acreditar

Leia mais

Método Científico O Positivismo II. Método Científico O Positivismo - I. Método Científico O Positivismo. Raciocínios Indutivo e Dedutivo.

Método Científico O Positivismo II. Método Científico O Positivismo - I. Método Científico O Positivismo. Raciocínios Indutivo e Dedutivo. Método Científico O Positivismo - I A EXPERIÊNCIA É A FONTE DE TODO O CONHECIMENTO NÃO É POSSÍVEL GERAR CONHECIMENTO SINTÉTICO A PRIORI INUTILIDADE DA METAFÍSICA Método Científico O Positivismo II Francis

Leia mais

Unidade 04. Prof.ª Fernanda Mendizabal Instituto de Educação Superior de Brasília

Unidade 04. Prof.ª Fernanda Mendizabal Instituto de Educação Superior de Brasília Unidade 04 Prof.ª Fernanda Mendizabal Instituto de Educação Superior de Brasília Apresentar o período moderno da filosofia que contribuiu como base pré-científica para o desenvolvimento da Psicologia.

Leia mais

RACIONALISMO OU EMPIRISMO. Francis Bacon 1

RACIONALISMO OU EMPIRISMO. Francis Bacon 1 RACIONALISMO OU EMPIRISMO Francis Bacon 1 Francis Bacon afirmou em sua obra Novum Organum que a arte da impressão, a pólvora e a bússola haviam causado mudanças infinitas em todo o mundo, muito mais do

Leia mais

Principais ideias de Kant Capítulo 7-8ºano

Principais ideias de Kant Capítulo 7-8ºano Principais ideias de Kant Capítulo 7-8ºano Tudo o que aparece na nossa mente, as representações ou os fenômenos, aparece sob certas condições. Os fenômenos dependem das impressões sensíveis e de nossa

Leia mais

RACIONALISMO 1- [...] E, tendo percebido que nada há no "penso, logo existo" que me assegure que digo a verdade, exceto que vejo muito claramente que,

RACIONALISMO 1- [...] E, tendo percebido que nada há no penso, logo existo que me assegure que digo a verdade, exceto que vejo muito claramente que, RACIONALISMO 1- [...] E, tendo percebido que nada há no "penso, logo existo" que me assegure que digo a verdade, exceto que vejo muito claramente que, para pensar, é preciso existir, pensei poder tomar

Leia mais

TEORIA DO CONHECIMENTO Immanuel Kant ( )

TEORIA DO CONHECIMENTO Immanuel Kant ( ) TEORIA DO CONHECIMENTO Immanuel Kant (1724-1804) Obras de destaque da Filosofia Kantiana Epistemologia - Crítica da Razão Pura (1781) Prolegômenos e a toda a Metafísica Futura (1783) Ética - Crítica da

Leia mais

Empirismo Indutivismo Positivismo

Empirismo Indutivismo Positivismo Empirismo Indutivismo Positivismo Profª Tathiane Milaré Texto L Visão Tradicional das Ciências Método empirista-indutivo, que parte de observações à formulação de teorias Conhecimento científico como seguro,

Leia mais

Elementos Básicos da Linguagem Visual

Elementos Básicos da Linguagem Visual Composição e Projeto Gráfico aula 2 Elementos Básicos da Linguagem Visual 1 Há elementos básicos que podem ser apreendidos e compreendidos por todos os estudiosos dos meios de comunicação visual e que

Leia mais

MÉTODO CIENTÍFICO. Profº M.Sc. Alexandre Nojoza Amorim

MÉTODO CIENTÍFICO. Profº M.Sc. Alexandre Nojoza Amorim MÉTODO CIENTÍFICO Profº M.Sc. Alexandre Nojoza Amorim NÃO HÁ CIÊNCIA SEM O EMPREGO DE MÉTODOS CIENTÍFICOS. Conceitos É o caminho pelo qual se chega a determinado resultado, ainda que esse caminho não tenha

Leia mais

Metafísica: Noções Gerais (por Abraão Carvalho in:

Metafísica: Noções Gerais (por Abraão Carvalho in: : Noções Gerais (por Abraão Carvalho in: www.criticaecriacaoembits.blogspot.com) é uma palavra de origem grega. É o resultado da reunião de duas expressões, a saber, "meta" e "physis". Meta significa além

Leia mais

Nota acerca da causalidade em Hume

Nota acerca da causalidade em Hume 167 Nota acerca da causalidade em Hume Carlos Jacinto Motta PUC-SP E-mail: cjmotta@gmail.com We infer a cause immediately from its effect; and this inference is not only a true species of reasoning but

Leia mais

Volume 2 Fascículo 2 Filosofia Unidade 3

Volume 2 Fascículo 2 Filosofia Unidade 3 Atividade extra Volume 2 Fascículo 2 Filosofia Unidade 3 Questão 1 A ideia de que, pela Ciência e pela técnica, o homem se converterá em senhor e possuidor da natureza está presente no pensamento do filósofo

Leia mais

Trabalho sobre: René Descartes Apresentado dia 03/03/2015, na A;R;B;L;S : Pitágoras nº 28 Or:.Londrina PR., para Aumento de Sal:.

Trabalho sobre: René Descartes Apresentado dia 03/03/2015, na A;R;B;L;S : Pitágoras nº 28 Or:.Londrina PR., para Aumento de Sal:. ARBLS PITAGORAS Nº 28 Fundação : 21 de Abril de 1965 Rua Júlio Cesar Ribeiro, 490 CEP 86001-970 LONDRINA PR JOSE MARIO TOMAL TRABALHO PARA O PERÍODO DE INSTRUÇÃO RENE DESCARTES LONDRINA 2015 JOSE MARIO

Leia mais

Aula 17. OI xuxuzinhos! Filosofia Moderna Descartes

Aula 17. OI xuxuzinhos! Filosofia Moderna Descartes Aula 17 OI xuxuzinhos! Filosofia Moderna Descartes O que é, afinal, conhecer? Conhecer é representar, cuidadosamente, o que é exterior à mente. No processo de conhecimento, dois elementos são indispensáveis:

Leia mais

Definição. ATENÇÃO: o briefingnão deve ser visto como sendo apenas o perfil da empresa.

Definição. ATENÇÃO: o briefingnão deve ser visto como sendo apenas o perfil da empresa. Definição Briefing[ing] s.m. m.q. brífingue 1. ato de dar informações e instruções concisas e objetivas sobre uma missão ou tarefa a ser executada (p. ex., uma operação militar, um trabalho publicitário

Leia mais

Teoria do conhecimento de David Hume

Teoria do conhecimento de David Hume Hume e o empirismo radical Premissas gerais empiristas de David Hume ( que partilha com os outros empiristas ) Convicções pessoais de David Hume: Negação das ideias inatas A mente é uma tábua rasa/folha

Leia mais

Planificação de Matemática 9º ano. Ano letivo: 2014/15

Planificação de Matemática 9º ano. Ano letivo: 2014/15 Planificação de 9º ano Ano letivo: 01/15 Unidades Tema Total de previstas Unidade 8 (8ºano) Sólidos Geométricos 1ºP Unidade 1 Probabilidades 65 Unidade Funções Unidade 3 Equações ºP Unidade Circunferência

Leia mais

C.N.C. Programação Torno

C.N.C. Programação Torno C.N.C. Programação Torno Módulo I Aula 04 Plano Cartesiano Coordenadas Absolutas e Incrementais A reta numérica Um exemplo de reta numérica, com alguns números representados nela. Observe as distâncias

Leia mais

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE. O que é Ciência?

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE. O que é Ciência? CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE O que é Ciência? O QUE É CIÊNCIA? 1 Conhecimento sistematizado como campo de estudo. 2 Observação e classificação dos fatos inerentes a um determinado grupo de fenômenos

Leia mais

Capítulo 5 O empirismo de Locke, Berkeley e Hume

Capítulo 5 O empirismo de Locke, Berkeley e Hume Capítulo 5 O empirismo de Locke, Berkeley e Hume Neste capítulo estudaremos as principais idéias dos autores empiristas britânicos dos séculos XVII e XVIII, com destaque para sua doutrina sobre a origem

Leia mais

Método e Metodologia Conceitos de método e seus princípios

Método e Metodologia Conceitos de método e seus princípios Conceitos de método e seus princípios Caminho pelo qual se chega a determinado resultado... É fator de segurança. Seleção de técnicas para uma ação científica... Forma de proceder ao longo de um caminho

Leia mais

A teoria do conhecimento

A teoria do conhecimento conhecimento 1 A filosofia se divide em três grandes campos de investigação. A teoria da ciência, a teoria dos valores e a concepção de universo. Esta última é na verdade a metafísica; a teoria dos valores

Leia mais

O MUNDO MODERNO E UM NOVO MODO DE PENSAR O MUNDO O homem é o modelo do mundo Leonardo da Vinci

O MUNDO MODERNO E UM NOVO MODO DE PENSAR O MUNDO O homem é o modelo do mundo Leonardo da Vinci RACIONALISMO O MUNDO MODERNO E UM NOVO MODO DE PENSAR O MUNDO O homem é o modelo do mundo Leonardo da Vinci - O início da filosofia moderna inaugura uma declarada ruptura com a igreja católica; - O conhecimento

Leia mais

DESCARTES E A FILOSOFIA DO. Programa de Pós-graduação em Educação UEPG Professora Gisele Masson

DESCARTES E A FILOSOFIA DO. Programa de Pós-graduação em Educação UEPG Professora Gisele Masson DESCARTES E A FILOSOFIA DO COGITO Programa de Pós-graduação em Educação UEPG Professora Gisele Masson René Descartes (1596 1650) 1650) Ponto de partida - Constatação da crise das ciências e do saber em

Leia mais

TEMA DE HOJE: Inteligência Emocional

TEMA DE HOJE: Inteligência Emocional Inteligência Emocional TEMA DE HOJE: Inteligência Emocional Do que se trata? Utilizar a mente racional (consciente) para lidar melhor com as situações em que a mente emocional (inconsciente) nem sempre

Leia mais

Teoria do Conhecimento:

Teoria do Conhecimento: Teoria do Conhecimento: Investigando o Saber O que sou eu? Uma substância que pensa. O que é uma substância que pensa? É uma coisa que duvida, que concebe, que afirma, que nega, que quer, que não quer,

Leia mais

LÓGICA I. André Pontes

LÓGICA I. André Pontes LÓGICA I André Pontes 1. Conceitos fundamentais O que é a Lógica? A LÓGICA ENQUANTO DISCIPLINA Estudo das leis de preservação da verdade. [Frege; O Pensamento] Estudo das formas válidas de argumentos.

Leia mais

O GRANDE RACIONALISMO: RENÉ DESCARTES ( )

O GRANDE RACIONALISMO: RENÉ DESCARTES ( ) O GRANDE RACIONALISMO: RENÉ DESCARTES (1596-1650) JUSTIFICATIVA DE DESCARTES: MEDITAÇÕES. Há já algum tempo que eu me apercebi de que, desde meus primeiros anos, recebera muitas falsas opiniões como verdadeiras,

Leia mais

CORRENTES DE PENSAMENTO DA FILOSOFIA MODERNA

CORRENTES DE PENSAMENTO DA FILOSOFIA MODERNA CORRENTES DE PENSAMENTO DA FILOSOFIA MODERNA O GRANDE RACIONALISMO O termo RACIONALISMO, no sentido geral, é empregado para designar a concepção de nada existe sem que haja uma razão para isso. Uma pessoa

Leia mais

A REVOLUÇÃO CARTESIANA. Apresentação baseada principalmente em Friedrick Copleston: History of Philosophy, vol. IV.

A REVOLUÇÃO CARTESIANA. Apresentação baseada principalmente em Friedrick Copleston: History of Philosophy, vol. IV. A REVOLUÇÃO CARTESIANA Apresentação baseada principalmente em Friedrick Copleston: History of Philosophy, vol. IV. Descartes (1596-1650) foi educado por jesuítas. Ele iniciou a filosofia moderna com um

Leia mais

A Luz-Cor EDUCAÇÃO VISUAL 8º ANO

A Luz-Cor EDUCAÇÃO VISUAL 8º ANO A Luz-Cor EDUCAÇÃO VISUAL 8º ANO O que é a cor? ? O que é a cor? O que é a cor? A cor é uma perceção visual provocada pela ação de um feixe de ondas eletromagnéticas sobre células especializadas da retina,

Leia mais

CÁLCULO I Aula 15: Concavidade. Teste da Segunda Derivada.

CÁLCULO I Aula 15: Concavidade. Teste da Segunda Derivada. CÁLCULO I Aula 15: Concavidade.. Prof. Edilson Neri Júnior Prof. André Almeida Universidade Federal do Pará 1 Concavidade 2 Considere um intervalo I e uma função f : I R derivável cujo gráco é dado abaixo.

Leia mais

Processo Seletivo/UFU - abril ª Prova Comum - PROVA TIPO 1 FILOSOFIA QUESTÃO 01

Processo Seletivo/UFU - abril ª Prova Comum - PROVA TIPO 1 FILOSOFIA QUESTÃO 01 FILOSOFIA QUESTÃO 01 Considere as seguintes afirmações de Aristóteles e assinale a alternativa correta. I -... é a ciência dos primeiros princípios e das primeiras causas. II -... é a ciência do ser enquanto

Leia mais

O problema da cognoscibilidade de Deus em David Hume

O problema da cognoscibilidade de Deus em David Hume O problema da cognoscibilidade de Deus em David Hume Djalma Ribeiro David Hume (1711-1776), filósofo e historiador escocês, escreveu uma obra sobre o conhecimento intitulada Investigação sobre o entendimento

Leia mais

Efeitos da maquiagem II: combinação de cores. com Katia freire

Efeitos da maquiagem II: combinação de cores. com Katia freire Efeitos da maquiagem II: combinação de cores com Katia freire 2 EFEITOS DA MAQUIAGEM II: COMBINAÇÃO DE CORES Teoria das cores Na hora da maquiagem, a criatividade precisa estar estimulada e, para isso,

Leia mais

Descartes filósofo e matemático francês Representante do racionalismo moderno. Profs: Ana Vigário e Ângela Leite

Descartes filósofo e matemático francês Representante do racionalismo moderno. Profs: Ana Vigário e Ângela Leite Descartes filósofo e matemático francês 1596-1650 Representante do racionalismo moderno Razão como principal fonte de conhecimento verdadeiro logicamente necessário universalmente válido Inspiração: modelo

Leia mais

Metodologia Científica CONCEITOS BÁSICOSB

Metodologia Científica CONCEITOS BÁSICOSB Metodologia Científica CONCEITOS BÁSICOSB CURSO DE TECNOLOGIA Metodologia Científica A Atitude Científica As Concepções de Ciência A Ciência na História Classificações de Ciência Tipos de Conhecimentos

Leia mais

TEORIA DOS CONJUNTOS. Turma: A - Licenciatura em Matemática 1 Semestre de Prof. Dr. Agnaldo José Ferrari OS NÚMEROS NATURAIS

TEORIA DOS CONJUNTOS. Turma: A - Licenciatura em Matemática 1 Semestre de Prof. Dr. Agnaldo José Ferrari OS NÚMEROS NATURAIS TEORIA DOS CONJUNTOS Turma: 0004105A - Licenciatura em Matemática 1 Semestre de 2014 Prof. Dr. Agnaldo José Ferrari OS NÚMEROS NATURAIS Em 1908 Ernst Zermelo (Alemanha / 1871 1953) propôs usar a sequência,

Leia mais

Prof. a : Patrícia Caldana

Prof. a : Patrícia Caldana CONJUNTOS ESPECIAIS Conjunto Vazio O Conjunto vazio é o conjunto que não possui elementos. Para representarmos o conjunto vazio usaremos os símbolos: { } ou. Atenção: Quando os símbolos { } ou, aparecerem

Leia mais

Conhecimento empírico, científico, filosófico e teológico

Conhecimento empírico, científico, filosófico e teológico Conhecimento empírico, científico, filosófico e teológico A realidade é tão complexa que o homem, para apropriar-se dela, teve de aceitar diferentes tipos de conhecimento. Desde a Antiguidade, até os dias

Leia mais

Conceitos Básicos. Prof. Regis Augusto Ely. Agosto de Revisão Novembro 2012

Conceitos Básicos. Prof. Regis Augusto Ely. Agosto de Revisão Novembro 2012 Conceitos Básicos Prof. Regis Augusto Ely Agosto de 2011 - Revisão Novembro 2012 1 Metodologia da ciência econômica Teoria: conjunto de idéias sobre a realidade (Ex: teoria macroeconômica). componentes

Leia mais

Processos de inferência social

Processos de inferência social Processos de inferência social Aspectos gerais Tipos de inferência social O processo de inferência Heurísticas Rigor na inferência social Copyright, 2005 José Farinha Aspectos gerais Definição Cada indivíduo

Leia mais

Raciocínio Lógico Matemático

Raciocínio Lógico Matemático Raciocínio Lógico Matemático Cap. 4 - Implicação Lógica Implicação Lógica Antes de iniciar a leitura deste capítulo, verifique se de fato os capítulos anteriores ficaram claros e retome os tópicos abordados

Leia mais

Tipos de conhecimento

Tipos de conhecimento Conhecimento Empírico Superficial, isto é, conforma-se com a aparência, com aquilo que se pode comprovar simplesmente estando junto das coisas: expressa-se por frases como "porque o vi", "porque o senti",

Leia mais

1 Computação (2.º Semestre): Documentos para consulta no exame N.º. Nome completo: Curso: Foto:

1 Computação (2.º Semestre): Documentos para consulta no exame N.º. Nome completo: Curso: Foto: 1 N.º Nome completo: Curso: Foto: 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60

Leia mais

Preocupações do pensamento. kantiano

Preocupações do pensamento. kantiano Kant Preocupações do pensamento Correntes filosóficas Racionalismo cartesiano Empirismo humeano kantiano Como é possível conhecer? Crítica da Razão Pura Como o Homem deve agir? Problema ético Crítica da

Leia mais

Porquê estudar Psicologia?

Porquê estudar Psicologia? INTRODUÇÃO A PSICOLOGIA Objetivos Definir o objeto de estudo da Psicologia Descrever a trajetória historica da psicologia para a compreensão de sua utilização no contexto atual Entender a Psicologia Organizacional

Leia mais

Versão 1. Utilize apenas caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta.

Versão 1. Utilize apenas caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta. Teste Intermédio de Filosofia Versão 1 Teste Intermédio Filosofia Versão 1 Duração do Teste: 90 minutos 20.04.2012 11.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março Na folha de respostas,

Leia mais

INSTITUTO DE TREINAMENTO E PESQUISA EM GESTALT TERAPIA DE GOIÂNIA-ITGT TEORIA DO CONHECIMENTO

INSTITUTO DE TREINAMENTO E PESQUISA EM GESTALT TERAPIA DE GOIÂNIA-ITGT TEORIA DO CONHECIMENTO TEORIA DO CONHECIMENTO - Embora os filósofos da Antiguidade e da Idade Média tratassem de questões referentes ao conhecimento, não se pode dizer que a teoria do conhecimento existisse enquanto disciplina

Leia mais

METODOLGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA

METODOLGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação METODOLGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA Prof. José Geraldo Mill Diretor de Pós-Graduação A origem do conhecimento Conhecer: É buscar explicações para os fatos que podem

Leia mais

Aula Véspera UFU Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Professor Uilson Fernandes Uberaba 16 Abril de 2015

Aula Véspera UFU Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Professor Uilson Fernandes Uberaba 16 Abril de 2015 Aula Véspera UFU 2015 Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Professor Uilson Fernandes Uberaba 16 Abril de 2015 NORTE DA AVALIAÇÃO O papel da Filosofia é estimular o espírito crítico, portanto, ela não pode

Leia mais

França René Descartes ( ) Inglaterra John Locke ( ) e David Hume - ( ) Alemanha Immanuel Kant ( )

França René Descartes ( ) Inglaterra John Locke ( ) e David Hume - ( ) Alemanha Immanuel Kant ( ) Antecedentes filosóficos da fenomenologia França René Descartes (1596 1650) Inglaterra John Locke (1632 1704) e David Hume - ( 1711 1776) Alemanha Immanuel Kant (1724 1804) Os gregos indagavam: Como o

Leia mais

"A verdade jamais é pura e raramente é simples." (Oscar Wilde)

A verdade jamais é pura e raramente é simples. (Oscar Wilde) "A verdade jamais é pura e raramente é simples." (Oscar Wilde) Qual é a verdade? São possíveis várias realidades? É possível que haja mais verdades na realidade do que podemos perceber? As sensações podem

Leia mais

PROGRAMA ANUAL DE CONTEÚDOS ENSINO FUNDAMENTAL II - 7ª SÉRIE PROFESSOR EDUARDO EMMERICK FILOSOFIA

PROGRAMA ANUAL DE CONTEÚDOS ENSINO FUNDAMENTAL II - 7ª SÉRIE PROFESSOR EDUARDO EMMERICK FILOSOFIA FILOSOFIA 1º VOLUME (separata) FILOSOFIA E A PERCEPÇÃO DO MUNDO Unidade 01 Apresentação O Começo do Pensamento - A coruja é o símbolo da filosofia. - A história do pensamento. O que é Filosofia - Etimologia

Leia mais

Aula 1 Conjuntos Numéricos

Aula 1 Conjuntos Numéricos 1 FUNDAMENTOS DA MATEMÁTICA Aula 1 Conjuntos Numéricos Professor Luciano Nóbrega UNIDADE 1 2 EMENTA Basicamente, veremos: U1 Conjuntos Numéricos. Regra de três (simples e compostas). Funções de 1º e 2º

Leia mais

FILOSOFIA Introdução à Filosofia Prof. Dr. Álvaro Maia IDADE MODERNA AULA TERCEIRA: O PENSAMENTO MODERNO

FILOSOFIA Introdução à Filosofia Prof. Dr. Álvaro Maia IDADE MODERNA AULA TERCEIRA: O PENSAMENTO MODERNO FILOSOFIA Introdução à Filosofia Prof. Dr. Álvaro Maia IDADE MODERNA AULA TERCEIRA: O PENSAMENTO MODERNO 1. Empíricos e Racionalistas Empiria: mundo sensível, prático, real Razão: mundo das idéias, teórico,

Leia mais

INTRODUÇÃO A PSICOLOGIA

INTRODUÇÃO A PSICOLOGIA INTRODUÇÃO A PSICOLOGIA Objetivos Definir Psicologia Descrever a trajetória historica da psicologia para a compreensão de sua utilização no contexto atual Definir Psicologia Organizacional A relacão da

Leia mais

Ciência da Computação. Prof. Dr. Leandro Alves Neves Prof. Dr. Adriano Cansian

Ciência da Computação. Prof. Dr. Leandro Alves Neves Prof. Dr. Adriano Cansian Algoritmos e Programação Informática II Ciência da Computação Prof. Dr. Leandro Alves Neves Prof. Dr. Adriano Cansian 1 Sumário Noções de lógica Representação do Conhecimento Lógica na Programação Lógica

Leia mais

ARISTÓTELES I) TEORIA DO CONHECIMENTO DE ARISTÓTELES

ARISTÓTELES I) TEORIA DO CONHECIMENTO DE ARISTÓTELES AVISO: O conteúdo e o contexto das aulas referem-se aos pensamentos emitidos pelos próprios autores que foram interpretados por estudiosos dos temas expostos. Todo exemplo citado em aula é, meramente,

Leia mais

O Céu e o Inferno e a Ciência Contemporânea

O Céu e o Inferno e a Ciência Contemporânea V Congresso Espiritismo O Céu e o Inferno de Platão e Dante à Kardec O Céu e o Inferno e a Ciência Contemporânea Agosto de 2015 Claudio C. Conti www.ccconti.com Qual a melhor receita para uma vitamina

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE REINGRESSO E MUDANÇA DE CURSO 2016 FILOSOFIA CADERNO DE QUESTÕES INSTRUÇÕES AO CANDIDATO Você deverá ter recebido o Caderno com a Proposta de Redação, a Folha de Redação,

Leia mais

o cérebro e o robô Inteligência artificial, biotecnologia e a nova ética

o cérebro e o robô Inteligência artificial, biotecnologia e a nova ética o cérebro e o robô Inteligência artificial, biotecnologia e a nova ética Coleção ETHOS Ética de Gaia: ensaios de ética socioambiental, Jelson Roberto de Oliveira, Wilton Borges dos Santos Ética, Direito

Leia mais

A LINGUAGEM DO DISCURSO MATEMÁTICO E SUA LÓGICA

A LINGUAGEM DO DISCURSO MATEMÁTICO E SUA LÓGICA MAT1513 - Laboratório de Matemática - Diurno Professor David Pires Dias - 2017 Texto sobre Lógica (de autoria da Professora Iole de Freitas Druck) A LINGUAGEM DO DISCURSO MATEMÁTICO E SUA LÓGICA Iniciemos

Leia mais

Revisão de Semiótica

Revisão de Semiótica Revisão de Semiótica O que é semiótica? É a ciência dos signos e dos processos significativos (semiose) na natureza e na cultura. Winfried Nöth É a teoria geral dos signos (algo que representa alguma coisa

Leia mais

John Locke (1632-1704) Colégio Anglo de Sete Lagoas - Professor: Ronaldo - (31) 2106-1750

John Locke (1632-1704) Colégio Anglo de Sete Lagoas - Professor: Ronaldo - (31) 2106-1750 John Locke (1632-1704) Biografia Estudou na Westminster School; Na Universidade de Oxford obteve o diploma de médico; Entre 1675 e 1679 esteve na França onde estudou Descartes (1596-1650); Na Holanda escreveu

Leia mais

Metodologia Científica. Prof. Igor Assaf Mendes

Metodologia Científica. Prof. Igor Assaf Mendes Metodologia Científica Prof. Igor Assaf Mendes Problema de Pesquisa O Problema de Pesquisa A busca por maior entendimento do mundo motiva a mente humana As respostas científicas devem ser buscadas a partir

Leia mais

dóxa e epistéme. sensível e inteligível. fé e razaão.

dóxa e epistéme. sensível e inteligível. fé e razaão. dóxa e epistéme. sensível e inteligível. fé e razaão. Senso comum... aranha caranguejeira ou aranha-marrom? Epistemologia Moderna e Contemporânea EPISTEMOLOGIA investiga o conhecimento. limites. possibilidades.

Leia mais

3 Tempo e Espaço na Estética transcendental

3 Tempo e Espaço na Estética transcendental 3 Tempo e Espaço na Estética transcendental 3.1. Exposição metafísica dos conceitos de tempo e espaço Kant antecipa então na Dissertação alguns argumentos que serão posteriormente, na Crítica da razão

Leia mais

METODOLOGIA DO ENSINO DA GINÁSTICA: NOVOS OLHARES, NOVAS PERSPECTIVAS

METODOLOGIA DO ENSINO DA GINÁSTICA: NOVOS OLHARES, NOVAS PERSPECTIVAS METODOLOGIA DO ENSINO DA GINÁSTICA: NOVOS OLHARES, NOVAS PERSPECTIVAS LUCIANA MARCASSA 2004 Leandro Alves; Leandro Borges, Neir da Luz, Rafael Martins; Renato Lima. INTRODUÇÃO A Ginástica é um importante

Leia mais