Gerdau. Resultado 3T13 e Revisão de Preço. Desempenho firme com elevação no EBITDA. Siderurgia e Mineração

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1 Resultado 3T13 e Revisão de Preço Desempenho firme com elevação no EBITDA A Gerdau apresentou um resultado consistente, com melhora no desempenho das operações do Brasil e em linha com a estratégia da companhia em focar no mercado interno, aproveitando-se da recuperação da demanda com o apoio dos setores de infraestrutura e automotivo. Ratificamos nossa visão positiva com relação à companhia, dado as recentes elevações na eficiência de suas operações, o aumento da geração de EBITDA, a redução do capital de giro, os investimentos na ampliação da produção de minério e o início da comercialização de aços planos. Nosso preço potencial para dezembro de 2014 é R$ 23,00 para a GGBR4, com recomendação Outperform. Demanda no mercado interno impulsiona as vendas. No 3T13, a Gerdau apresentou um volume de vendas estável A/A, com o fraco desempenho nas exportações a partir do Brasil (-18,4%) e nas operações da América do Norte (-9,0%), sendo compensado pelo aumento das vendas no mercado interno (+15,3%) e na linha de aços especiais (+14,1%). No entanto, como houve aumento na receita líquida por tonelada, em parte devido à apreciação do dólar médio, o faturamento consolidado acabou avançando 6,9% sobre o 3T12. Já em relação ao 2T13, as vendas foram elevadas em 3,0% com destaque para as operações do Brasil e da América do Norte. Segundo a companhia, a recuperação da demanda nos segmentos comercial, infraestrutura, bens de capital e automotivo no Brasil impulsionaram esse desempenho. Na mesma linha do comparativo anual, o aumento da receita por tonelada favoreceu ainda mais o faturamento e a receita líquida avançou 6,2% T/T. Custos e Resultado Operacional. No comparativo A/A, a margem bruta consolidada subiu 2,4 p.p., mesmo com o volume de vendas estável, devido à maior diluição dos custos fixos com o aumento das vendas no Brasil (+5,1 p.p. de margem bruta), parcialmente compensada pela apreciação cambial, que acaba elevando os custos nas operações da América do Norte (-2,2 p.p.). Como as despesas com vendas, gerais e administrativas cresceram na mesma proporção da receita líquida consolidada, o EBITDA de R$ 1,4 bilhão, com margem de 13,5%, apresentou uma forte alta de 36,8% A/A. Já em relação ao trimestre anterior, houve queda de margem bruta apenas nas operações da América do Norte e de Aços Especiais, porém não o suficiente para prejudicar o desempenho consolidado, cujo resultado foi 1,0 p.p. maior. Com isso, o EBITDA T/T avançou 18,1% e a margem 1,4 p.p. Resultado Financeiro e Endividamento. O resultado financeiro no 3T13 ficou negativo em R$ 206 milhões (+53,7% A/A) devido à influência da variação cambial no período. No entanto, como houve uma melhora significativa no desempenho operacional, a Gerdau encerrou o 3T13 com lucro líquido de R$ 642 milhões, alta de 57,4% sobre o 3T12 e 60,1% acima do registrado no trimestre anterior. Devido à redução no volume de investimentos e ao aumento na geração de caixa, a Gerdau encerrou o trimestre com um nível confortável de Dívida Líquida/EBITDA de 2,8x, um leve incremento de 0,1x sobre o 3T12. R$ milhões 3T13 T/T A/A Receita Líquida ,2% 6,9% Lucro Bruto ,3% 28,1% Margem Bruta (%) 14,6% 1,0 p.p. 2,4 p.p. EBITDA ,1% 36,8% Margem EBITDA (%) 13,5% 1,4 p.p. 2,9 p.p. Lucro Líquido ,0% 57,1% Margem Líquida 6,1% 2,1 p.p. 2,0 p.p. GGBR4 Siderurgia e Mineração 31 de outubro de 2013 Victor Penna, CNPI Outperform Preço em 30/10/2013 (R$) 16,88 Preço para 12/2014 (R$) 23,00 Upside 36,5% Market Cap (R$ milhões) Variação 1 mês 1,7% Variação 12 meses -5,1% Variação ,2% Mín. 52 sem. 11,53 Máx. 52 sem. 19,35 Valuation (R$ milhões) Valor da Firma 2014E Dívida Líquida 2014E Valor para os Acionistas 2014E Quantidade de ações WACC 10,0% Crescimento na perpetuidade 4,5% Múltiplos 2013E 2014E 2015E EV/EBITDA 8,4x 7,7x 6,9x P/L 21,0x 18,3x 15,7x LPA 1,10 1,26 1, GGBR4 Fonte: Bloomberg e BB Investimentos IBOV Fonte: Gerdau e BB Investimentos 1 / 9

2 Endividamento (R$ Milhões) 3T13 T/T A/A Dívida Bruta ,9% 2,6% Dívida Líquida ,2% 12,0% Dívida Líquida / EBITDA 2,8-0,3 0,1 Dív CP / Dív Total 11,3% -0,3 p.p. -9,3 p.p. D / D+E 33,0% -0,3 p.p. -1,1 p.p. Produção (mil ton) 3T13 T/T A/A Aço Bruto Brasil ,3% -6,8% América do Norte ,2% -16,0% América Latina 444 3,5% 0,0% Aços Especiais 812 0,7% 26,1% Total ,0% -5,1% Vendas Consolidadas (mil ton) 3T13 T/T A/A Brasil ,2% 6,8% Mercado Interno ,5% 15,3% Mercado Externo ,8% -18,4% América do Norte ,1% -9,0% América Latina 720-0,8% 2,1% Aços Especiais 713-6,9% 14,1% Total ,0% 0,0% Margem Bruta por negócio 3T13 T/T A/A Brasil 25,2% 4,1 p.p. 5,2 p.p. América do Norte 4,3% -1,7 p.p. -2,7 p.p. América Latina 11,4% 1,0 p.p. 7,4 p.p. Aços Especiais 10,9% -0,5 p.p. -1,1 p.p. Fonte: Gerdau e BB Investimentos 2 / 9

3 Revisão de Preço Aproveitando a divulgação do resultado do 3T13 e visando a incorporar o atual cenário macroeconômico para as companhias siderúrgicas brasileiras, estamos atualizando nosso preço-alvo para as ações da Gerdau, anteriormente em revisão. Nosso preço potencial para dezembro de 2014 é R$ 23,00 para a GGBR4, com recomendação Outperform, o que corresponde a um potencial de valorização de 36,5% em relação ao preço de fechamento de 30/10/2013. Nos últimos anos, a Gerdau expandiu sua presença por meio de aquisições em mercados como a América do Norte, América Latina, Europa e Ásia. Atualmente a companhia é líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços longos especiais do mundo. Dentro de seu plano de negócios, a Gerdau vem buscando a ampliação de suas operações com destaque para a expansão da atividade de mineração, o início da produção de aços planos no Brasil e a fabricação de aços especiais na Índia. Na área de mineração, a Gerdau está investindo para se tornar mais uma exportadora de minério de ferro no mercado transoceânico e, em 2012, a maior usina da companhia no Brasil Ouro Branco já havia atingido a autossuficiência após o volume produzido ter alcançado 7 milhões de toneladas. Até novembro de 2012 e com recursos mensurados ainda em 2,9 bilhões de toneladas a empresa vinha apresentando a potenciais investidores o projeto de ampliação da produção sob a forma de parceria, mas cuja desistência acabou sendo anunciada nesse mês, já que as propostas não atenderam às expectativas da empresa. Com recursos certificados em 6,3 bilhões de toneladas e teor de ferro superior a 40%, a siderúrgica gaúcha resolveu dar continuidade sozinha aos seus investimentos em minério de ferro, esperando chegar em 2014 ao volume de produção de 11,5 milhões de toneladas, assim como também projeta uma capacidade de 18 milhões de toneladas em 2016 e de 24 milhões de toneladas em A Gerdau produz minério de ferro nas minas de Miguel Burnier, Várzea do Lopes, Gongo Soco e Dom Bosco, todas em Minas Gerais. No segmento de aço, a companhia tem buscado consolidar-se como player em todas as linhas de negócios e, para isso, investiu na produção de aços planos com o novo laminador de bobinas a quente na usina Açominas, que já está realizando as primeiras entregas aos seus clientes. A capacidade é de 800 mil toneladas anuais e, posteriormente, pretende inaugurar um novo laminador de chapas grossas com capacidade 1,1 milhão de toneladas no início de Plano de Investimentos - Principais Projetos ON Brasil Localização Cap. adicional de prod. (mil t) Início operação Laminadores de planos (bobina a quente) na usina Ouro Branco (MG) Brasil Aumento de capacidade de mineração para 11,5 mm de ton. Brasil Unidades de corte e dobra e produtos de aço prontos para o uso Brasil / 2014 Laminador de fio-máquina e vergalhões na usina Cosigua (RJ) Brasil Laminadores de planos (chapas grossas) na usina Ouro Branco (MG) Brasil Nova aciaria na usina Riograndense Brasil Aumento de capacidade de mineração para 18 mm de ton. Brasil Aumento de capacidade de mineração para 24 mm de ton. Brasil ON América do Norte Novo lingotamento contínuo na usina de St Paul (Minnesota) EUA ON América Latina Laminador de vergalhões e perfis comerciais leves na Guatemala Guatemala Nova aciaria no México (Gerdau Corsa) México Novo laminador de perfis estruturais no México (Gerdau Corsa) México Expansão de capacidade de aço bruto nas usinas da Colômbia Colômbia Expansão de capacidade de aço laminado nas usinas da Colômbia Colômbia ON Aços Especiais Ampliação da capacidade de laminação na usina de Mogi das Cruzes (SP) Brasil Laminador de aços especiais na usina de Pindamonhangaba (SP) Brasil Coqueria, planta de geração de energia e duas linhas de inspeção de barras Índia / 2014 Novo lingotamento contínuo e forno de reaquecimento na usina de Pindamonhangaba (SP) Brasil Aumento de capacidade de aço, laminados e acabamentos na usina de Monroe EUA Fonte: Gerdau 3 / 9

4 Ademais, aproveitando-se do potencial crescimento do mercado de aço na Índia, a Gerdau inaugurou um novo laminador de aços especiais com capacidade de 300 mil toneladas por ano na região. Somado a isso, ainda projeta investimentos em um alto-forno com capacidade anual de 350 mil toneladas, de uma unidade de coque com capacidade anual de 200 mil toneladas e, integrado a ela, uma nova usina de geração de energia. Além dos investimentos que estão sendo realizados e o respectivo potencial de crescimento nos próximos anos, a Gerdau está bem posicionada para atender às necessidades de investimentos industriais e em infraestrutura em todos os mercados em que atua. No Brasil, por exemplo, os investimentos previstos em portos, aeroportos, estradas, ferrovias e energia, objetivando melhorar a infraestrutura do país nos próximos 5 a 6 anos, ratificam o potencial de crescimento para a indústria siderúrgica. Ao mesmo tempo, a Gerdau também possui uma parcela significativa de suas operações fora do Brasil, em especial EUA e Canadá, assim como na América Latina, Europa e Ásia. Como sua estratégia baseia-se na aquisição ou construção de usinas siderúrgicas localizadas nas proximidades de seus clientes e das fontes de matérias-primas necessárias para a produção de aço, a maior parte da produção tem sido direcionada para abastecer os mercados locais onde possui operações. Ainda neste mês, o FMI atualizou suas projeções para o crescimento mundial em 2013 e Comparada com aquelas divulgadas em julho, a maioria dos países tiveram suas projeções reduzidas para baixo. No geral, a perspectiva é de um crescimento maior em 2013 quando comparado aos anos anteriores, e um pouco acima ainda em 2014, porém em um ritmo mais lento. Para 2013, o FMI acredita que o crescimento médio global gire em torno de 2,9%, contra uma previsão de 3,2% no documento divulgado em julho. Esse crescimento esperado mais lento é reflexo da redução das expectativas para as economias emergentes, dentre as quais inclui o Brasil. Para 2013, a perspectiva de crescimento dos emergentes está em 4,5% (versus 5,0% em julho) e 5,1% em O Fundo aponta o Brasil entre os países que, ao lado de Índia e Indonésia, devem continuar com o aperto monetário para enfrentar a continuidade de pressões inflacionárias causadas por restrições de capacidade, as quais tendem a ser reforçadas pela recente desvalorização do câmbio. Segundo o FMI, com a dívida pública já elevada, o Brasil precisa reconstruir o espaço fiscal e remover barreiras ao investimento. Além disso, o documento apontou que apesar da demanda doméstica ainda forte, gargalos regulatórios e de infraestrutura contribuem para a desaceleração do crescimento da oferta. PIB (%) Projeções - out/2013 Projeções - jul/ Economias avançadas 1,7% 1,2% 1,2% 2,0% 1,2% 2,0% Economias emergentes 6,2% 4,9% 4,5% 5,1% 5,0% 5,5% EUA 1,8% 2,2% 1,6% 2,6% 1,7% 2,8% Zona do Euro 1,5% -0,6% -0,4% 1,0% -0,5% 1,0% Alemanha 3,1% 0,9% 0,5% 1,4% 0,3% 1,3% França 2,0% 0,0% 0,2% 1,0% -0,1% 0,9% Itália 0,4% -2,4% -1,8% 0,7% -1,8% 0,7% Espanha 0,4% -1,4% -1,3% 0,2% -1,6% 0,1% Reino Unido 1,0% 0,3% 1,4% 1,9% 0,9% 1,5% Japão -0,6% 1,9% 2,0% 1,2% 2,1% 1,1% China 9,3% 7,8% 7,6% 7,3% 7,8% 7,7% Índia 6,3% 3,2% 3,8% 5,1% 5,6% 6,2% Brasil 2,7% 0,9% 2,5% 2,5% 2,5% 3,2% México 3,9% 3,9% 1,2% 3,0% 2,9% 3,2% Mundo 3,9% 3,1% 2,9% 3,6% 3,2% 3,8% Outro fator que pesou na redução das expectativas do FMI foi a indecisão relacionada à elevação do teto da dívida da economia norte americana, cujo prazo se encerrou no último dia 17. De qualquer maneira, esse impasse gerou uma sombra sobre as perspectivas gerais, dado que caso nada fosse acertado, a economia americana entraria novamente em recessão. Por fim, através de um acordo desenhado pelo democrata Harry Reid e pelo republicano Mitch McConnel, os congressistas chegaram a uma decisão com relação ao aumento do teto da dívida pública dos EUA e também ao orçamento do próprio governo, o qual prevê o financiamento do mesmo até o 4 / 9

5 dia 15 janeiro e a elevação do teto da dívida até 7 de fevereiro de Isso significou um alívio temporário na economia norte americana, porém suas consequências terão que ser acompanhadas daqui pra frente. No entanto, se considerarmos a melhora no mercado de trabalho dos EUA com a queda na taxa de desemprego (7,2% em setembro, a menor desde novembro de 2008) e os fortes dados do índice de compras do setor manufatureiro (ISM), cuja correlação com o PIB é muito alta, as perspectivas de crescimento para a maior economia do mundo são positivas. Dado que 30% do faturamento da Gerdau advêm daquele país, a siderúrgica acaba se beneficiando diretamente com a melhora dos dados macroeconômicos. Riscos/Desafios Além dos riscos comuns atrelados aos negócios da companhia, como a integração dos negócios atuais e futuros à suas operações, necessidades não esperadas de manutenção em seus equipamentos podendo afetar a produção de suas unidades e os resultados operacionais da siderúrgica, variações nos custos de extração, ou até interferências climáticas não esperadas, por exemplo, destacamos alguns fatores que consideramos mais importantes e desafiadores para os próximos trimestres. Redução nos preços internacionais do aço. Após a crise econômica de 2008, que ampliou o excesso de oferta de aço no mercado internacional, as siderúrgicas deflagraram uma corrida de queda de preços com o objetivo de manter suas participações de mercado. No entanto, o cenário de expansão que temos observado nas principais economias desde meados de 2009 tem causado uma recuperação nos mesmos, movimento que ratificou nossa visão de que os preços dos produtos de aço são determinados pela desenvoltura do mercado internacional e são altamente cíclicos podendo, portanto, causar um forte impacto nas operações e perspectivas da companhia. Volatilidade nos preços de matéria-prima. A sucata, o minério de ferro e o carvão são os principais insumos utilizados no processo de produção do aço da companhia. Apesar de a Gerdau estar investindo na ampliação de sua produção de minério, o que ajuda a minimizar o impacto de uma possível alta de preços, ela ainda está sujeita a volatilidade no preço dessas matérias-primas. O preço da sucata geralmente reflete a demanda no mercado doméstico e os respectivos custos de transporte, mas, no caso de os preços dos produtos de aço não acompanharem a alta no preço da sucata, isso poderá pressionar o resultado da companhia. Além disso, como todo o carvão utilizado nas unidades brasileiras da companhia é importado, possíveis oscilações de oferta do insumo, preço no mercado internacional e câmbio acabam afetando a produção e o retorno obtido em seus produtos finais. Desaceleração das economias brasileira e norte americana. Desde meados da crise financeira mundial, o setor siderúrgico tem vivido um momento delicado. Apesar das grandes economias mundiais vivenciarem agora atividades mais modernas de mão-de-obra, parcerias com países em alto grau de crescimento (como na Ásia, por exemplo), estabilidade macroeconômica, políticas industriais, câmbio estável, entre outros, a continuidade desse modelo de crescimento está ficando cada vez mais difícil de ser replicada nos próximos anos. O foco agora tem sido em políticas industriais, diálogo entre governo e indústria, parcerias, redução de custos, além da própria sofisticação da produção que acabou incrementando os custos de mão-de-obra e aumentou a competitividade global. Atualmente o Brasil tem uma capacidade instalada de 48,4 milhões de toneladas, porém com uma taxa de utilização que gira em torno de 70%, apenas. O excesso de capacidade no Brasil está em torno de 20 milhões de toneladas e, segundo o Instituto Aço Brasil, a capacidade produtiva deverá chegar a 53,5 milhões em Já a capacidade produtiva mundial está em 2,16 bilhões de toneladas, com excedente de 545 milhões. Para 2014, estima-se uma capacidade de produção chegando em 2,24 bilhões, com excedente de 622 milhões. Portanto, o mundo está crescendo menos e a competitividade no segmento de siderurgia está cada vez maior. Considerando os custos de produção, a indústria brasileira é relativamente competitiva em relação aos EUA, Rússia, Alemanha e Turquia. No entanto, quando se adicionam os impostos, o aço brasileiro torna-se o menos competitivo. Como exemplo, os custos de tributos sobre a bobina a quente para o mercado doméstico no Brasil giram em torno de 44% sobre o preço sem tributos, enquanto a média dos principais competidores está em 24%. Essa falta de competitividade acaba impulsionando o aumento da entrada de produto vindos de fora do país, seja de importações diretas, seja através das importações indiretas por meio de máquinas, equipamentos, automóveis, autopeças etc. Com o menor crescimento das economias mais maduras, os estoques acumulados acabam sendo direcionados para economias cujo mercado consumidor tenha um potencial maior. 5 / 9

6 Dado que a economia americana está crescendo a passos mais curtos e a Europa parece ter se estagnado em uma crise financeira, o crescimento brasileiro deverá ser então no foco da demanda e de consumo doméstico através do crescimento do crédito, expansão da construção e de outros incentivos internos, o que leva à Gerdau a necessidade de se manter competitiva nesses mercados de atuação. Embora a demanda por produtos siderúrgicos de 2010 a 2012 tenha apresentado uma melhora gradual, nenhuma garantia pode ser dada de que essa melhora irá continuar ao longo dos próximos anos. Valuation Nossa avaliação foi baseada no método do fluxo de caixa descontado em termos nominais. Projetamos o desempenho da companhia para os próximos 10 anos, com crescimento de 4,5% na perpetuidade e custo médio ponderado de capital de 10,0%. Em nosso modelo, consideramos a evolução no volume de vendas de acordo com os projetos que estão no pipeline da empresa e seus respectivos prazos de start up, adotando um determinado nível de conservadorismo aos novos aumentos de capacidade. Ressaltamos que apesar do cenário cada vez mais apertado para as siderúrgicas em função do excesso de capacidade instalada global e o crescimento das principais economias mundiais estar em passos mais lentos, a Gerdau tem condições de se beneficiar com os investimentos que está realizando, inclusive no segmento de mineração, que ajudará a companhia a conquistar uma geração adicional de caixa nos próximos anos. Valor Total para a Firma (R$ milhões) Premissas para Valor da Empresa VP do FCFF Beta 1,3 VP do Valor Terminal D/(D+E) target 35% Dívida Líquida (12.252) WACC 10,0% Valor para os acionistas Taxa livre de risco 5,1% Número de ações (milhões) Prêmio de Mercado 4,2% Valor justo por ação ON (GGBR3) 20,0 Crescimento perpetuidade 4,5% Valor justo por ação PN (GGBR4) 23,0 Valor de Mercado Índices Econômicos (R$ milhões) E 2014E 2015E Receita Líquida EBIT EBITDA Dívida Bruta Dívida Líquida Margem Bruta (%) 17,6% 14,4% 12,5% 12,6% 12,7% 13,1% Margem EBITDA (%) 16,6% 13,1% 11,0% 10,5% 10,6% 10,9% Margem Líquida (%) 7,8% 5,9% 3,9% 4,2% 4,4% 4,7% ROE (%) 2,9% 2,2% 1,4% 1,6% 1,7% 1,9% EV/EBITDA 7,6 8,5 9,5 8,4 7,7 6,9 Índices de Estrutura E 2014E 2015E Dívida Curto Prazo/Dívida (%) 12% 13% 17% 14% 14% 14% Dívida/Dívida + Patrimônio Líquido (%) 42% 33% 33% 34% 35% 36% Participação Capital de Terceiros (%) 53% 47% 46% 46% 47% 48% Dívida Líquida/EBITDA 2,4 1,8 2,8 2,6 2,4 2,2 Dívida Bruta/EBITDA 2,8 2,8 3,4 3,3 3,3 3,2 6 / 9

7 Demonstração do Resultado Projetado E 2014E 2015E Receita Operacional Líquida (-) CPV (25.874) (30.298) (33.233) (39.199) (42.495) (45.832) Lucro Bruto Despesas operacionais (-) Vendas, Adm e Gerais (2.044) (2.214) (2.205) (2.606) (2.827) (3.061) (-) Depreciação (314) (187) (266) (264) (286) (308) (-) Perdas pela não recup. de ativos (-) Outras Despesas (Receitas) Líquidas EBIT (+) Resultado Financeiro (685) (528) (789) (734) (685) (723) EBT (-) IR + CSLL (501) (253) (63) (329) (378) (439) Resultado Líquido Balanço Patrimonial Sintético E 2014E 2015E ATIVO Circulante Caixa e Equivalentes Contas a Receber Estoques Outros Realizável a longo prazo Outros LP Permanente Investimentos Imobilizado Intangível PASSIVO Circulante Fornecedores Empréstimos e Financiamentos Outras Obrigações Exigível a longo prazo Empréstimos e Financiamentos Outros LP Patrimônio líquido / 9

8 Disclaimer Informações Relevantes Este relatório foi produzido pelo BB-Banco de Investimento S.A. As informações e opiniões aqui contidas foram consolidadas ou elaboradas com base em informações obtidas de fontes, em princípio, fidedignas e de boa-fé. Entretanto, o BB-BI não declara nem garante, expressa ou tacitamente, que essas informações sejam imparciais, precisas, completas ou corretas. Todas as recomendações e estimativas apresentadas derivam do julgamento de nossos analistas e podem ser alternadas a qualquer momento sem aviso prévio, em função de mudanças que possam afetar as projeções da empresa. Este material tem por finalidade apenas informar e servir com instrumento que auxilie a tomada de decisão de investimento. Não é, e não deve ser interpretado como uma oferta ou solicitação de oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros. É vedada a reprodução, distribuição ou publicação deste material, integral ou parcialmente, para qualquer finalidade. Nos termos do art. 18 da ICVM 483, o BB - Banco de Investimento S.A declara que: 1 - A instituição pode ser remunerada por serviços prestados ou possuir relações comerciais com a(s) empresa(s) analisada(s) neste relatório ou com pessoa natural ou jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse dessa(s) empresa(s); o Conglomerado Banco do Brasil S.A pode ser remunerado por serviços prestados ou possuir relações comerciais com a(s) empresa(s) analisada(s) neste relatório, ou com pessoa natural ou jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse dessa(s) empresa(s). 2 - A instituição pode possuir participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% do capital social da(s) empresa(s) analisada(s), mas poderá adquirir, alienar ou intermediar valores mobiliários da empresa(s) no mercado; o Conglomerado Banco do Brasil S.A pode possuir participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% do capital social da(s) empresa(s) analisada(s), e poderá adquirir, alienar e intermediar valores mobiliários da(s) empresa(s) no mercado. Informações Relevantes Analistas O(s) analista(s) de investimento, ou de valores mobiliários, envolvido(s) na elaboração deste relatório ( Analistas de investimento ), declara(m) que: 1 - As recomendações contidas neste refletem exclusivamente suas opiniões pessoais sobre a companhia e seus valores mobiliários e foram elaboradas de forma independente e autônoma, inclusive em relação ao BB-Banco de Investimento S.A e demais empresas do Grupo. 2 Sua remuneração é integralmente vinculada às políticas salariais do Banco do Brasil S.A. e não recebem remuneração adicional por serviços prestados para o emissor objeto do relatório de análise ou pessoas a ele ligadas. Victor Penna Analista Itens O(s) analista(s) de investimentos, seus cônjuges ou companheiros, detêm, direta ou indiretamente, em nome próprio ou de terceiros, ações e/ou outros valores mobiliários de emissão das companhias objeto de sua análise. 4 Os analistas de investimento, seus cônjuges ou companheiros, possuem, direta ou indiretamente, qualquer interesse financeiro em relação à companhia emissora dos valores mobiliários analisados neste relatório. 5 O(s) analista(s) de investimento tem vínculo com pessoa natural que trabalha para o emissor objeto do relatório de análise. 8 / 9

9 Disclaimer Administração Diretor Sandro Kohler Marcondes Gerente-Executivo Eduardo César do Nascimento Equipe de Pesquisa Gerente - Nataniel Cezimbra Renda Variável Bancos e Serviços Financeiros Nataniel Cezimbra Carlos Daltozo Commodities Carolina Flesch Victor Penna Consumo Nataniel Cezimbra Maria Paula Cantusio Imobiliário Wesley Bernabé Indústrias, Transportes e Small Caps Mário Bernardes Junior Infraestrutura e Concessões Renato Hallgren Renda Fixa e Estratégia de Mercado Hamilton Moreira Alves Andre Ferreira Equipe de Vendas Atacado Gerente - Cleber Aguiar Bruno Finotello João Carlos Floriano Luciana de Carvalho Paulo Arruda Thiago Cogo Pires Viviane Ferro Candelária Wagner Silveira Neustaedter Varejo Gerente - Marconi Maciel Distribuição e varejo Mário Francisco D Amico Márcio Carvalho José BB Securities 4th Floor, Pinners Hall Old Broad St. London EC2N 1ER - UK (facsimile) Managing Director Vinicius Balbino Bouhid +44 (207) Deputy Managing Director Renato Bezerra +44 (207) Director of Sales Trading Boris Skulczuk +44 (207) Head of Sales Nick Demopoulos +44 (207) Institutional Sales Annabela Garcia +44 (207) Melton Plumber +44 (207) Renata Kreuzig +44 (207) Trading Bruno Fantasia +44 (207) Gianpaolo Rivas +44 (207) Head of Research Paul Hollingworth +44 (207) Structured Products Hernan Lobert +44 (207) Banco do Brasil Securities LLC 535 Madison Avenue 34th Floor New York City, NY USA (Member: FINRA/SIPC/NFA) Managing Director Rubens Cardoso +1 (646) Institutional Sales - Equity Charles Langalis +1 (646) Institutional Sales - Fixed Income Cassandra Voss +1 (646) DCM Richard Dubbs +1 (646) Syndicate Kristen Tredwell +1 (646) Sales Matuya Brand +1 (646) Michelle Malvezzi +1 (646) Myung Jin Baldini +1 (646) BB Securities Asia Pte Ltd 6 Battery Road #11-02 Singapore, Managing Director Rodrigo Afonso Institutional Sales José Carlos Reis Paco Zayco BB-Banco de Investimento S.A. BB-BI Rua Senador Dantas, º andar Rio de Janeiro RJ - Brasil Tel. (21) Fax (21) / 9

Natura 26 de julho de 2012

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