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1 Doenças Vasculares

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3 Aneurisma A palavra aneurisma é de origem grega e significa Alargamento. - termo utilizado para designar uma Dilatação Permanente de um segmento vascular. - Considerado aneurisma dilatação de mais de 50% num segmento vascular

4 Aneurisma - doença de gde risco devido pp. à possibilidade dele se romper - A ruptura é uma das 10 maiores causas de morte em indivíduos com mais de 50 anos de idade - Estima-se 1000 mortes por ano na Inglaterra devido à ruptura de Aneurismas outras graves complicações trombose e embolização

5 Aneurisma Incidência 2% dapopulaçãoacima de 50 anos; 5% em homens com mais de 70 anos; 20% dos parentes de indivíduos com Aneurisma de Aorta Abdominal localização + freqüente de Aneu. Ao. Abdominal

6 Aneurisma Etiologia Évariada principais fatores de risco: predisposição genética; hipertensão arterial (40% das rupturas são acompanhadas de HA; dislipidemias (alteraçãodocolesterol e triglicerídeos); doenças do colágeno; diabete melito e; fumo.

7 Aneurisma Etiologia

8 Aneurisma Etiologia i -Aterosclerose evidências recentes sugerem que este fator difusão O 2 e nutrientes da luz da arterial para a camada média degeneração dos elementos elásticos da média e um enfraquecimento da parede arterial

9 Aneurisma Etiologia - Lei de Laplace [T=(P x R)/2], há favorecimento da expansão do aneu. - há tb aneurismas congênitos os quais, ao longo da vida, podem aumentar e romper aneu. cerebrais

10 Aneurisma Quadro Clínico - maioria assintomático - podem se tornar sintomáticos Aneu.; por compressão de estruturas vizinhas ou na vigência de complicações. - dor do hipogástrio ou na região lombar é a queixa mais freqüente, tendendo a ser cortante e constante, podendo durar horas ou dias pctes Aneu. Ao. Abdominal

11 Aneurisma Quadro Clínico - Gdes Aneu. a. carótida ou da Aorta torácica podem levar a dificuldade na deglutição por compressão do esôfago e a falta de ar por compressão da traquéia -aneu. Cerebral cefaléia de gde intensidade acompanhada de vômitos, convulsões e perda de consciência - ptose palpebral acompanhado de cefaléia; perda progressiva da visão

12 Aneurisma Quadro Clínico - tendência natural dos Aneurismas é o crescimento lento e progressivo Aneurismas nunca diminuem de tamanho

13 Aneurisma Quadro Clínico RUPTURA - A ruptura é uma situação de extrema gravidade devido à perda de sangue - ruptura Aneu. Ao 50% dos pacientes não conseguem chegar ao hospital e apenas 50% dos que chegam conseguem sobreviver ao evento - pctes não rompem Aneu. cerebral podem ter sintomas de isquemias cerebrais de repetição êmbolos

14 Aneurisma Diagnóstico - Ressonância magnética, CT, US, RX (menos sensível), Palpação, Sintomatologia

15 Aneurisma Tratamento CLÍNICO Consiste no controle dos fatores de risco e acompanhamento do tamanho do Aneurisma. - tratamento clínico não leva a regressão do aneurisma e dificilmente impede a progressão dos mesmos. - tratamento cirúrgico

16 Aneurisma Tratamento RISCOS CIRÚRGICOS Cirurgia Convencional para aneurismas assintomáticos - 1 a 3% de mortalidade; Cirurgia Convencional para Aneurismas que sofreram Ruptura - 80% de mortalidade.

17 Trombose Venosa Profunda (TVP)

18 Trombose Venosa Profunda (TVP) Desenvolvimentodeumtrombodentrodeumvasosangüíneovenoso com conseqüente reação inflamatória do vaso, podendo, esse trombo, determinar obstrução venosa total ou parcial.

19 Trombose Venosa Profunda (TVP) - possibilidade de êmbolos pulmonares maioria provém de trombos nas vv. poplítea ou profundas proximais da perna tb podem ter origem nas vv. ilíacas e profundas da pelve, vv renais, v. cava inferior ou lado direito do coração

20 Trombose Venosa Profunda (TVP) - TVP pode acometer vasos de qualquer segmento do organismo mas acomete principalmente MMII

21 Trombose Venosa Profunda (TVP) Etiopatogenia - relacionado a um ou mais dos três fatores: Estase venosa sangue - situações em que há diminuição da velocidade da circulação do

22 Trombose Venosa Profunda (TVP) Etiopatogenia - relacionado a um ou mais dos três fatores: a) Estase venosa sangue - situações em que há diminuição da velocidade da circulação do

23 Trombose Venosa Profunda (TVP) Etiopatogenia - relacionado a um ou mais dos três fatores: b) Lesão do vaso trombos - Lesões, rupturas na parede interna do vaso formação de

24 Trombose Venosa Profunda (TVP) Etiopatogenia - relacionado a um ou mais dos três fatores: c) Hipercoagulabilidade - situações em que o sangue fica mais suscetível à formação de coágulos espontâneos tumores, gravidez, uso de anticoncepcionais, diabete, doenças do sangue

25 Trombose Venosa Profunda (TVP) Quadro Clínico - sintomas da TVP variam muito - assintomático (cerca de 50%) - ou com manifestações clínicas + intensas qdo processo de trombose se torna mais proximal temperatura local, edema, dor, empastamento descolaração, distenção venosa, proeminência das veias superficiais e cianose

26 Trombose Venosa Profunda (TVP) Quadro Clínico - 50% dos pacientes com TVP proximal documentada objetivamente desenvolvem embolia pulmonar. - 50% dos pacientes com TVP diagnosticada por exame objetivo não apresentavam sintomas clínicos sensibilidade do exame clínico

27 Trombose Venosa Profunda (TVP) Diagnóstico - história clínica, exame físico do paciente - confirmação diagnóstica deve ser por métodos auxiliares como ultrasom-doppler, flebografia, ressonância nuclear magnética, tomografia

28 Trombose Venosa Profunda (TVP) Tratamento O tratamento é realizado através da instituição de medicamentos anticoagulantes ou antitrombóticos.

29 Tromboflebite

30 Tromboflebite Tromboflebite superficial é a trombose de uma veia superficial acompanhada de inflamação da parede da veia e dos tecidos vizinhos -Popularmente é conhecida por flebite - Envolve as vv. superficiais dos membros inferiores ou, algumas vezes, os superiores

31 Tromboflebite Etiopatogenia - pequenos traumas como desencadeantes do processo inflamatório, porém, em muitos casos, não existe um fator desencadeante aparente - Pode-se desenvolver em veias varicosas após cirurgias, partos ou em associação com outras doenças sistêmicas - Há reação inflamatória da parede da veia e dos tecidos ao seu redor - Geralmente evolui de forma benigna com regressão da reação inflamatória num período de mais ou menos 18 dias

32 Tromboflebite Quadro clínico - sinais e sintomas costumam ser locais - pcte refere dor de intensidade variável e calor em áreas correspondentes de veias superficiais - pele da área comprometida avermelhada ou cianótica ou mesmo acastanhada com a involução da doença - trajeto venoso envolvido mostra-se endurecido, doloroso e com aumento da temperatura local

33 Tromboflebite Diagnóstico O diagnóstico é basicamente clínico. Tratamento depende da etiologia, da extensão, dos sintomas e da existência ou não de trombose venosa profunda associada uso de meias elásticas, analgésicos, anti inflamatóriosinflamatórios e calor local anticoagulantes fica restrito para os casos de flebite extensa e disseminada com evolução para trombose venosa profunda e suspeita de embolia pulmonar

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