PRINCIPIOS CIENTÍFICOS DO TREINAMENTO DESPORTIVO

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1 PRINCIPIOS CIENTÍFICOS DO TREINAMENTO DESPORTIVO

2 O que é Princípios do Treinamento Desportivo?

3 Princípios do Treinamento Desportivo São os aspectos cuja observância irá diferenciar o trabalho feito à base de ensaios-e-erros,do científico. (Dantas,2003)

4 Princípios do Treinamento Desportivo 1.Princípio da Individualidade Biológica; 2.Princípio da Adaptação; 3.Princípio da Sobrecarga; 4.Princípio da interdependência Volume/Intensidade; 5.Princípio da Continuidade; 6.Princípio da Especificidade; 7.Princípio da Reversibilidade; 8.Princípio da Treinabilidade.

5 Importante: Os PCTD, formam juntos com a PERIODIZAÇÃO os dois pilares de sustentação do Treinamento eficaz.

6 Princípio da Individualidade Biológica GENÓTIPO + FENÓTIPO INDIVÍDUO GENÓTIPO:Carga genética transmitida à pessoa,que determina diversos fatores como: Somatotipo; Altura máxima esperada; Força máxima possível; Aptidões Físicas e intelectuais.

7 Princípio da Individualidade Biológica FENÓTIPO:Tudo que é acrescentado ou somado ao indivíduo a partir da geração,formando,assim, diversas características como: Consumo Máx de O2(V.O2máximo) Habilidades desportivas; Demais potencialidades expressas;

8 Importante: 1. Determinação dos pontos fracos e pontos fortes do atleta (Avaliação). 2. Divisão em grupos homogêneos

9 Fatores Condicionantes da Performance de Alto Nível HEREDITARIEDADE TREINAMENTO TOTAL Biotipo Motivação MEIO AMBIENTEE Personalidade Habilidades REALIZAÇÕES DESPORTIVAS

10 Princípio da Adaptação Baseia-se na permanente busca da homeostase pelo organismo. Homeostase:É o estado de equilíbrio estável mantido entre os sistemas constituintes do organismo, e o existente entre este e o meio ambiente. Estimulo Organismo Resposta

11 Princípio da Adaptação Os estímulos podem ser: Débeis Médios Fortes Não acarretam conseqüência Apenas excitam Provocam adaptações Muitos Fortes Provocam danos (Dantas,2003)

12 Princípio da Adaptação OBSERVAÇÃO: Os estímulos fortes e muitos fortes foram estudados por Hans Seyle(1956),denominando-os stress;e os efeitos causados no organismo,que ele denominou de Síndrome de Adaptação Geral (SAG).

13 Princípio da Adaptação Os stress podem ser: Físico:Exercícios...Noradrenalina Bioquímico:Substâncias químicas,fumo,etc...adrenalina. Mental:Ansiedade,angústia, etc...adrenalina.

14 Princípio da Adaptação Síndrome de Adapt tação Geral (SAG) Os estímulos fortes,capazes de causar stress e adaptação ao organismo,são os que tornam possível o treinamento desportivo É importante,no entanto,não exceder os limites de segurança. Não cinfundir: Cansaço: Sensação subjetiva de desgaste Fadiga: Depleção de reservas + acúmulo de catábolicos= incapacidade temporária. Exaustão: Profundo desgaste do organismo com características progressivas.

15 Princípio da Adaptação Síndrome de Adapt tação Geral (SAG) Carga de Trabalho Diagnóstico do Strain: Leve Ação sobre o Organismo Não Possui Média Reação de Alarme/Excitação Forte Muito Forte Adaptação/Efeito do Treinamento Strain 1. Aumento da FC basal 2. Irritabilidade; 3. Inapetência; 4. Lesões Musculares; 5. Perda de Peso; 6. Insônia.

16 Princípio da Sobrecarga Basea-se em, após a aplicação de uma carga de trabalho há uma recuperação do organismo visando restabelecer a homeostase. Dantas(2003) O tempo necessário à recuperação é proporcional ao tipo e a intensidade da carga. Dantas(2003)

17 Princípio da Sobrecarga Para um novo estímulo provocar stress ele deverá ser maior que o anterior.

18 Princípio da Sobrecarga a carga 1. Aplicação de uma nova Supercompensação: Produto do equilíbrio entre a carga aplicada e o tempo de recuperação.

19 Princípio da Sobrecarga 2.Valor da carga aplic cada Inferior a Inicial Diminui o nível de Treinamento Igual a Inicial Diminui o nível de treinamento após a assimilação Maior que a inicial Nova Supercompensação

20 Princípio da Interdependência volume - intensidade Volume Intensidade Volume(quantidade):Expressa a quantidade total de carga de trabalho EX:Quilometros,repetições Intensidade(qualidade):Expressa o tipo de carga aplicada. EX:Quilogramas,velocidade

21 Princípio da Interdependência volume - intensidade Aumenta a importância da volume RML Flexibili dade Resistência Anaeróbica Ritmo Força Velocidade Aumenta a importância da intensidade

22 Princípio da Continuidade

23 Princípio da Continuidade

24 Princípio da Especificidade Dantas,(2003).

25 Princípio da Especificidade Deve-se considerar 03 aspectos: 1.Aspectos Metabólicos: Necessidade de treinamento das características da prova; Sistema cardiopulmonar; Sistema de transporte de energia; Mesmo tipo de atividade da performance.

26 Princípio da Especificidade Cont.Deve-se considerar 03 aspectos: 2.Aspectos Neuromusculares: Tipo de fibra muscular; Padrão de recrutamento da unidade motora; Sinergias musculares assessórios ao movimento; Apoio e sustentação do movimento. Coordenação motora especifica

27 Princípio da Especificidade Cont.Deve-se considerar 03 aspectos: 3.Treinamento: Diminui Fase Básica Especificidade Cresce Fase Específica

28 Princípio da Reversibilidade

29 Princípio da Reversibilidade As adaptações e benefícios são transitórios As adaptações orgânicas provocadas pela atividade física tendem a voltar aos estados iniciais após a paralisação, ou longas interrupções nos treinamentos Os benefícios para a saúde dos programas de atividade física permanecem somente enquanto a pessoa permanece ativa. estilo de vida ativo

30 Princípio da Treinabilidade Diz que:o indivíduo quanto mais treinado,mais difícil de obter lograr êxito, e mais propenso a lesões. Tubino,(2002)

31

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